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MULHERES ATUAIS CONSOMEM MAIS E SÃO MAIS ESTRESSADAS

De geração em geração, os hábitos de consumo e o comportamento das pessoas se modificam. Hoje, por exemplo, as mulheres são mais ativas na pesquisa de preços, mais consumistas, estressadas e vaidosas, segundo revela pesquisa do

Em julho o Instituto Data Popular divulgou uma pesquisa sobre os hábitos de consumo do brasileiro. Com o estudo chegou-se a conclusão de que as mulheres de hoje pesquisam mais, são mais consumistas, estressadas e vaidosas.

Em coparação com a geração passada 58,9% das mulheres fazem mais pesquisas de preços, 91,7% são mais consumistas, 59,6% mais estressadas, 79,2% mais vaidosas e 70,3% têm mais interesse em política.

Família X Trabalho

Hoje, as mulheres, em especial as jovens de baixa renda, são estratégicas para o mercado de trabalho.
Ainda segundo o levantamento do Data Popular, atualmente, 68,1% delas possuem escolaridade maior do que a da mãe e, consequentemente, 72% têm menos tempo para se dedicar à família.
Apesar disso, mostra o estudo, a mulher moderna valoriza a família acima de tudo, sendo que as trabalhadoras da classe C estão mais satisfeitas com sua família do que com seu trabalho.

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Armadilhas dos supermercados

O cliente não pode andar rápido:
Usualmente, você só coloca itens no seu carrinho se fizer uma breve parada, ou reduzir a velocidade ao longo dos corredores. Por esta razão, a loja faz o possível para que você pare várias vezes e tenha tempo de olhar as ofertas à sua volta. O supermercado já é desenhado tendo em vista este objetivo (bastam 2 clientes para criar um congestionamento em qualquer curva, e fazer todo mundo parar ou andar beeeeem devagar), e ainda há dezenas de truques catalogados, como os corredores de ovos de páscoa, atrações com forte apelo para crianças (um forte estímulo para famílias pararem), atrações para adultos, escadas rolantes internas, distribuição de amostras, cafezinho, etc.

Os itens que você compra com mais freqüência estão longe:
geralmente no fundo ou na lateral da loja. Já os itens com maiores margens de lucro, que você compra por impulso ou em ocasiões especiais estão logo na entrada, e você tem que passar por vários deles até chegar à padaria, aos refrigerantes ou às frutas e verduras. E depois tem que passar por eles novamente na volta. Dupla chance para o impulso de compra acontecer!

Os itens mais procurados estão sempre no meio do corredor:
E a razão é simples: para chegar até eles, você terá que passar por um caminho maior, vendo todos os demais itens daquela seção. E a loja estará fazendo o possível para que o impulso de compra se manifeste neste caminho.

Os itens mais comprados por impulso estão próximos do caixa:
Todo consumidor passa longos minutos de tédio na fila para pagar, e a loja tenta garantir que ele tenha um bom suprimento de produtos pequenos e com alta margem de lucro ao seu redor: DVDs, revistas, chocolates selecionados (e sempre em embalagem individual), e até mesmo refrigerantes gelados, com forte apelo de consumo para quem passou uma hora arrastando um carrinho por uma área do tamanho de um estádio de futebol.

Os produtos mais caros estão na altura dos seus olhos:
Procure a prateleira das pastas de dente, ou a do sabão em pó, e compare. A marca ou tamanho com maior margem de retorno para o supermercado estarão na altura dos seus olhos. As opções econômicas tendem a estar no nível do chão, e estariam no subsolo se o lojista conseguisse dar um jeito.

A ilusão do produto “classe A”:
produtos com maior margem de lucro muitas vezes têm como seu diferencial apenas uma idéia ou conceito, no qual você é levado a acreditar apenas porque ele vem em uma embalagem diferente, ou porque é colocado em uma “área nobre”, ou – principalmente – devido aos comerciais dele na TV. Isso não significa que não existem produtos nobres, mas sempre pare para pensar se o diferencial é real ou apenas uma ilusão.

O tamanho do carrinho:
Lojas de departamentos e supermercados procuram oferecer carrinhos de compras espaçosos, para facilitar o surgimento da sensação de que ainda há muito espaço disponível, portanto você ainda pode pegar bem mais itens. Compare os carrinhos disponíveis em hipermercados que investem pesadamente em marketing, e o do mercadinho da sua rua: é bastante provável que o do hipermercado (onde há verba disponível) seja sempre novo, de 2 andares (o dobro da área que você percebe como vazia), mais largo que o usual. Quem tem verba de marketing e pesquisa a psicologia do consumidor sabe que vale a pena investir nesta sensação.

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LIVRE-SE DAS DÍVIDAS

1. Abandonar a onda de consumismo
Ter apenas uma folha de cheque na carteira, deixar em casa o cartão de crédito e sair de casa com o dinheiro contado.

2. Nunca avançar no limite do cheque especial
Sempre pedir autorização ao bolso antes.

3. Não “emprestar” seu nome para que parentes e amigos façam dívidas.
Se eles não podem usar o próprio nome é porque provavelmente já estão com problemas de endividamento e podem te complicar também.

4. Guardar dinheiro equivalente a pelo menos três meses das despesas fixas.
Se houver algum imprevisto, você saberá que pelo menos as despesas básicas estarão cobertas

5. Ter um custo físico reduzido com aluguéis e prestações.
Isso irá auxiliá-lo se perder o emprego.

6. Estabelecer metas para o gasto varável.
Uma delas é simular uma redução de 20% para cada item de consumo, como energia elétrica e água, e planejar com a família o que fazer com o dinheiro economizado.

7. Planejar por mês quanto pretende gastar.
com roupas, cinemas, restaurantes e afins, e nunca sair de casa sem estabelecer o que quer comprar e quanto gastar.

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PASSOS PARA ESCAPAR DA DEMISSÃO

Talvez você precise fazer algumas mudanças no seu perfil de empregado para não entrar nas estatísticas dos desempregados.

Por mais que as coisas estejam parecendo difíceis e você esteja com medo de perder o emprego. Se você percebeu que seu emprego corre perigo, a coisa mais importante no primeiro momento é não perder a calma – as companhias detestam funcionários descontrolados. Depois, lembre-se que, por mais difícil que seja a situação, algumas atitudes podem livrá-lo do corte. Os especialistas são unânimes em dizer que o primeiro passo para escapar do facão é fazer uma autoanálise honesta. Depois, adotar uma postura pró-ativa e colaborativa. Veja como fazer isso em seis passos:

1) Avalie-se: pergunte-se se você está alinhando aos objetivos da empresa, se concorda com a missão dela e compreende realmente sua cultura e o que seus líderes esperam de você. Se a empresa contar com um sistema formal de avaliação de desempenho, procure ter uma conversa franca com seus superiores. Se não, uma avaliação informal já será de grande ajuda. “Um equívoco de autoavaliação é o primeiro sinal de que você não está alinhado com a empresa”, afirma Adriano Araújo, vice-presidente do Grupo Foco.

2) Mostre disposição para mudar: deixe claro que você está disposto a assumir novos desafios e a adquirir competências que ainda não possui, mesmo que elas pertençam a áreas paralelas à sua atividade principal. Em um mundo que muda cada vez mais rápido, deixar de evoluir é um caminho certo para o escanteio.

3) Apresente resultados de curto prazo: não basta se comprometer com a mudança; é preciso também sinalizar que você está trabalhando por isso. Escolha metas rápidas e simples de serem cumpridas – pode ser até mesmo aquele diploma de fluência em inglês que você vem adiando há anos. Respostas rápidas lhe darão tempo para um realinhamento mais profundo com os novos tempos da empresa.

4) Reconquiste a confiança de seus liderados: um líder desprestigiado é um líder morto. Resgatar a empolgação da equipe é fundamental para a sobrevivência de qualquer gestor. Dê abertura para que se manifestem, converse com clareza, acate as propostas pertinentes, festeje e reparta os resultados, mostre que vencer os desafios será positivo para todos – e não apenas para o seu bônus de fim de ano. “Não adianta apresentar resultados apenas com números; é preciso passar tranqüilidade e resgatar o apoio da equipe”, diz Fernanda Medeiros de Campos, sócia-diretora da gestora de recursos humanos Mariaca.

5) Traga novas idéias: isso é fundamental para as empresas de hoje. Foi-se o tempo em que as pessoas precisavam se preocupar apenas com suas tarefas. Cada vez mais, as companhias buscam quem possui visão empresarial, e se compromete com o negócio como se fosse seu próprio dono. “As empresas querem pessoas que vão buscar novas oportunidades, que pedem trabalho e não ficam se escondendo”, diz Olga Colpo, sócia da PricewaterhouseCoopers para a área de organização e gestão da mudança.

6) Seja pró-ativo: quem compreende o que a empresa necessita não fica de braços cruzados. Tome a iniciativa. Faça antes que alguém lhe peça. Em tempos de crise, os líderes fogem de quem lhes traz problemas e valorizam quem lhes aparece com soluções. “Reagir nunca é a postura mais adequada. As pessoas só reagem quando as coisas vão mal; é preciso sair na frente”, afirma Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos.

Não há nada de mágico no receituário dos gestores de recursos humanos para escapar de cortes e ser percebido como parte da equipe que vai resolver o problema – e não aquele que está contribuindo para agravá-lo, seja por inoperância, falta de qualificações ou resistência à mudança. Mas a rapidez com que a crise está atingindo as empresas impõe um novo ritmo àqueles que desejam, realmente, jogar a favor de suas empresas e, por tabela, de suas próprias carreiras. Mesmo quem não se sente ameaçado neste instante pode ver a cadeira balançar em breve.

O importante, segundo os especialistas, é evitar a sensação de que o jogo já está ganho. “Você é o responsável pela sua carreira. Não há mais espaço para a postura de que o emprego está garantido para sempre”, resume Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos. Ainda mais, em tempos de crise financeira mundial.

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O CONSUMISMO E OS CRISTÃOS

Ele nos ensinou a pedir ao Pai o “pão nosso de cada dia (Mt. 6.11).

O pão de cada dia, a roupa de cada dia, o sapato de cada dia, os objetos de casa de cada dia …

O consumismo é real. Nem mesmo os cristãos, que pregam um estilo de vida mais próximo daquele que foi vivido por Cristo estão livres.

A palavra “consumismo”, de acordo com o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, significa “1) ato, efeito, fato ou prática de consumir ou comprar em demasia; e 2) consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente de artigos supérfluos. Do ponto de vista sociológico, o consumismo é o ato de consumir bens ou serviços, muitas vezes, sem reflexão..

Mas é importante fazer diferença entre “consumo” e “consumismo”. Consumo refere-se a adquirir somente aquilo que é necessário. Já o consumismo explora. A pessoa gasta além do que pode gastar. O que tem e o que não tem é comprometido com coisas desnecessárias.

Há um trabalho especializado para construir os desejos humanos. No passado havia poucos produtos, mas com a industrialização nasceu a necessidade de fazer com que as pessoas acreditassem que ter o que estava sendo produzido era primordial para a felicidade humana. As coisas foram sendo oferecidas como motivos.

Hoje, a propaganda move milhões de dólares. O mundo pára se as pessoas descobrirem que estão correndo atrás do vento e deixarem de comprar o inútil e o excesso. Aquilo que elas pensam ser necessidade, não é! É fruto do imaginário seduzido pela força das campanhas de consumo.

Resultado: Violência urbana e ecológica.
As pessoas se destroem, literalmente, para garantir coisas. A vida humana, a água, o solo, a mata… Tudo que Deus criou é trocado por moeda.

E o que os mordomos do Senhor tem feito para não serem cúmplices?

O que disse Jesus?
Ele nos ensinou a pedir ao Pai o “pão nosso de cada dia (Mt. 6.11).
O pão de cada dia, a roupa de cada dia, o sapato de cada dia, os objetos de casa de cada dia …

Que D-us nos ajude a ter bom senso para ser possível viver melhor.

Ele promete que nada nos faltará (Salmo 23)

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DEMISSÃO:COMO AGIR?

1.  Compreender as suas opções

A maioria das empresas fornecem algum tipo de rompimento de contrato ou carta de recisão. Certifique-se de revisá-la cuidadosamente.  Verifique com um advogado se você acha que faz sentido.  Dê a si próprio algum tempo para pensar sobre os seus direitos e opções antes de assinar qualquer coisa.

2.  Informe a familia

Perder o seu trabalho pode fazer você se sentir sozinho e desesperado.  Este não é o momento de se sentir envergonhado e tentar esconder o que está acontecendo.  Você não fez isso acontecer e não afetará apenas você.  Converse com alguém que será compreensão e dar-lhe algum apoio emocional.  Deixe os seus filhos saibam que você estará passando por uma transição.  Você será um grande exemplo, mostrando as pessoas que você pode lidar com um revés.

3.  Identificar os seus recursos

Perder o emprego é uma grande desorganização.  Obtenha o seu suporte no local o mais rapidamente possível.  Inscreva-se no seguro desemprego.  Verifique sobre seguros de saúde.  Descubra o que a sociedade, governo e alguém que possa ajudá-lo com êxito para a pesquisa de um novo emprego.

4.  Seu Novo Plano de Trabalho

Faça uma lista de coisas que você precisa fazer.  Esta atualização irá provavelmente incluir seu currículo, realizar pesquisas on-line, fazer chamadas telefônicas reuniões.   Faça uma lista para você mesmo e cumpra-a.

5.  Veja o lado bom da situação

Perder o emprego é um choque.  Sua emoção vai demorar um pouco de tempo para se ajustar. Este é um grande momento para reencontrar-se consigo mesmo, sua família e amigos.  Lembre-se de todas as grandes coisas que você tem feito e todas as grandes coisas que você tem deixado de fazer.

Perder o emprego é difícil para todos

 Você não pode mudar isso.  Mas você pode mostrar a todos que cuidar de si mesmo e se avançar com uma atitude vencedora leva a maiores e melhores coisas no futuro.