Diversas instituições oferecem oportunidades de aprendizado para quem vai efetivamente colocar em prática a decisão de organizar a vida financeira em 2012. Confira:
CURSOS PRESENCIAIS
BAHIA
Salvador
10/02, das 11h às 18h
Palestra: Opere ao vivo
Organização: Rico, homebroker da corretora Octo Investimentos, e Proinvestors
Local: Sede da Proinvestors: Avenida Tancredo Neves, 3343 – salas 301 e 306 – Pituba
Custo: R$ 240 para clientes e R$ 330 para não clientes
Para participar: Inscreva-se pelo site http://www.rico.com.vc/Central/CP/Inscricao.aspx?menuitem=55&idType=1&eventId=2055
Mais informações: http://www.rico.com.vc/ e telefones (71) 3419-2575 e (71) 3419-2572
SÃO PAULO
São Paulo
28/01, das 9h às 18h
Curso: Formação de traders
Organização: Rico, homebroker da corretora Octo
Local: Sede da Rico – Rua Joaquim Floriano, 960, 5o. andar, Itaim Bibi
Custo: R$ 270 para clientes e R$ 360 para não-clientes
Para participar: Inscreva-se pelo site http://www.rico.com.vc/Central/CP/Inscricao.aspx?menuitem=55&idType=1&eventId=1990
Mais informações: www.rico.com.vc e (11) 2505-1907
30/01, das 9h às 15h
Curso: Como investir em ações
Organização: BM&FBovespa
Local: Sede da Bolsa – Rua XV de Novembro, 275, Centro
Custo: gratuito
Para participar: Inscreva-se pelo site www.bmfbovespa.com.br/cursos
11/02, das 8h30 às 17h30
Curso: Análise fundamentalista de empresas
Organização: Consultoria Comdinheiro e FIA (Fundação Instituto de Administração)
Local: Unidade FIA Butantã – Rua José Alves da Cunha Lima, 172, Butantã
Custo: R$ 1.000 em duas vezes iguais ou com 10% de desconto à vista
Para participar: Inscreva-se pelo site http://www.fiaefinancas.com.br/mod/resource/view.php?id=52
Mais informações: fiaefinancas@fiaefinancas.com.br e (11) 3732-2002
13 e 14/02, das 19h às 22h30
Curso: Educar Família – planejamento de orçamento e investimentos
Organização: BM&FBovespa
Local: Sede da Bolsa – Rua XV de Novembro, 275, Centro
Custo: gratuito
Para participar: Inscreva-se pelo site www.bmfbovespa.com.br/cursos
28 e 29/02 e 01 e 02/03, das 19h às 22h30
Curso: Valuation – Análise de empresas para investimentos
Organização: Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais)
Local: Sede da Apimec – Rua Líbero Badaró, 300, 2o. andar, Centro
Custo: R$ 800 para associados Apimec e R$ 1.100 para não-associados
Para participar: Inscreva-se pelo email eventos@apimecsp.com.br ou pelo telefone (11) 3107-1571
Mais informações: No site http://www.projup.com.br/arq/121/arq_121_219470.jpg
CURSOS À DISTÂNCIA
Permanente
Curso: Etapas do planejamento financeiro
Organização: Prof. Elisson de Andrade
Custo: gratuito
Para participar: Acesse o site http://profelisson.com.br/cursosonline/
É necessário estudar bem para não entrar em “fria”, ou para obter o melhor rendimento. Iinvestimento não jogo. Jogo é para especuladores que “apostam” todas as suas “fichas” numa única “dica” e ficam torcendo dia e noite pelo resultado de suas apostas.
Uma pessoa de bom senso deve simplesmente ignorar “dicas” para ficar rico da noite para o dia. Definitivamente as probabilidades estão contra você, quando se trata de ganhar uma bolada ou herdar uma fortuna.
No entanto, a boa notícia é que você pode construir um patrimônio mesmo assim. Para tanto é necessário ter um plano de investimento.
Num processo de investimento não há apostas e nem fichas e dicas, mas sim objetivos e a melhor carteira (alocação de ativos) para conquistá-los. Afinal, investimento bem-sucedido é aquele que vai fazer com que você conquiste seus objetivos.
Não se trata de um tipo de investimento melhor, outro pior. Cada um tem características e finalidades específicas. Isto é, um investimento pode ser muito bom para quem tem pouco dinheiro, mas o juro obtido é pequeno. Outro pode ser bom para ganhos rápidos, mas são de alto risco. Existem ainda aqueles tipos de investimento que são próprios para quem vai precisar do dinheiro num curto prazo, outros próprios para longo prazo.
Assim, é necessário que se tenha pelo menos uma noção dos principais tipos de investimento, suas características e finalidades, para que haja uma decisão correta sobre em qual usar o seu dinheiro.
Principais investimentos e suas características:
Vamos começar pela tradicional caderneta de poupança. É um investimento que poderíamos dizer de baixa lucratividade, que praticamente só repõe as perdas com a inflação, mas é um investimento muito seguro. Dificilmente o aplicador vai perder o dinheiro aplicado, pois é garantida pelo Tesouro Nacional. Só perderemos o dinheiro investido se o próprio país falir. Na poupança você também pode levantar o dinheiro aplicado de imediato. Isso se chama liquidez.
Existem investimentos cujo capital fica retido por um prazo pré-fixado, que varia de um dia a 20 anos, de acordo com o tipo escolhido, ou por prazo indefinido, como acontece com os imóveis. Se o investidor precisar de um dinheiro imediato, mas ele está aplicado num imóvel, ou ele espera um bom tempo para vender a preços de mercado, ou vai ter que perder dinheiro, vendendo rápido por preços abaixo do valor de mercado. Este é o caso para quem aplica em ouro também.
Já exemplos clássicos de investimentos inseguros ou voláteis, são as ações de empresas. Qualquer vento de insegurança, as bolsas de valores sofrem grandes oscilações, às vezes para cima, às vezes para baixo. Em algumas formas de ações da Bolsa de Valores, é preciso que o investidor tenha vários milhares ou até milhões para que possam ingressar no mercado, ou mesmo para obterem lucros satisfatórios.
Existem também investimentos que não precisam de grandes recursos para que o investidor possa ingressar nesse mercado. É possível depositar menos de R$ 10,00 para que o investimento ocorra. Além da poupança, é o caso dos títulos de renda fixa.
Mesmo apresentando características definidas, não é tão fácil determinar os investimentos por tipo ou classe. Os exemplos dados são genéricos, mas temos que levar em conta que variam muito de acordo com as condições de mercado, volume disponível para investimento, liquidez (prazo em que o dinheiro ficará retido no investimento), situação econômico-financeira do país ou mundial, entre outros fatores. Às vezes, de acordo com as circunstâncias, uma ação na Bolsa de Valores, pode ser mais segura que um imóvel, por exemplo. Ou mesmo, uma poupança render mais que um fundo de prazo fixo.
Os gerentes de bancos são apresentados como nossos conselheiros de investimento. Eles têm um amplo conhecimento do mercado. Vejam alguns investimentos administrados pelos bancos: fundos de investimento, fundos de previdência, depósitos a prazo fixo, CDBs, Títulos Públicos, Debêntures, Clubes de Investimento, entre outros. A questão é que prioritariamente os gerentes dos bancos estão ali para defender os interesses de suas instituições e nem sempre as opções oferecidas são as mais lucrativas ao cliente. É o caso dos Títulos de Capitalização, que chamam a atenção pelos sorteios e prêmios, mas pagam juros inferiores aos da Caderneta de Poupança. É comum eles oferecerem essa modalidade. Em alguns casos, existem metas a ser atingidas da parte dele com a oferta destes produtos.
Portanto, é melhor que o investidor tenha pelo menos um conhecimento básico sobre as variedades de investimento e ter um planejamento bem definido sobre o que pretende fazer. Nesse caso o gerente de seu banco pode ser um bom auxílio na definição técnica do melhor investimento a ser feito.
A melhor maneira de você controlar suas finanças pessoais é através do registro e acompanhamento das informações sobre seus gastos mensais. Já vimos anteriormente que é preciso ter planejamento e fazer um orçamento doméstico. É importante então desenvolver os mecanismos que permitirão ter um controle sobre seus gastos e o acompanhamento dos seus objetivos.
Lembre-se sempre de que: “Saber gastar é tão importante quanto saber ganhar.” Aqui vão algumas dicas importantes para auxiliar no controle financeiro.
NÃO FAÇA CREDIÁRIO. Comprar à vista ainda é a melhor maneira de efetuar o negócio. Se você pretende comprar um eletrodoméstico ou um móvel, por exemplo, junte o necessário para comprar à vista e efetue a compra em um único pagamento.
NUNCA COMPRE NO PRIMEIRO LUGAR QUE ENTRAR. Faça uma pequena pesquisa de mercado. E, mesmo assim, não deixe de pechinchar.
EXAMINE BEM A QUALIDADE DAQUILO QUE SE ESTÁ ADQUIRINDO. Um produto de qualidade superior, por durar mais, pode sair mais barato do que um de qualidade inferior que dura menos. É preferível pagar 80 reais num sapato que vai durar dois anos do que pagar 40 reais num sapato que vai durar oito meses.
PROCURE SE INFORMAR SOBRE AS FRUTAS DA ÉPOCA. Compre produtos da estação, que sempre estão mais baratos.
AO COMPRAR ALIMENTOS, EXAMINE O SEU VALOR NUTRICIONAL. Não compre apenas pelo peso ou volume, e sim pelo que o produto representa como alimento.
COMPARA AS EMBALAGENS E ANALISE A RELAÇÃO PREÇO X QUANTIDADE. Um tubo de creme dental de 120 gramas a R$1,40 é mais vantajoso que outro de 90 gramas a R$1,20.
COMPRE NA PROMOÇÃO. Se encontrar algum produto não perecível em promoção, a um bom preço, não perca a oportunidade de fazer o seu estoque.
NÃO SE DEIXE IMPRESSIONAR PELAS EMBALAGENS. Estas só revelam a aparência e não conteúdo.
NUNCA COMPRE SOB O IMPACTO DA PROPAGANDA. Saiba distinguir o essencial do supérfluo.
TENHA UMA LISTA BÁSICA PARA A COMPRA NOS MERCADO. Sempre faça uma relação de alimentos e produtos, isto facilita o cálculo do orçamento e evita gastos supérfluos. Observa que todos os produtos de primeira necessidade – os básicos, as frutas, legumes, leite, pães, etc., estão lá no fundo do mercado. Se não houver cuidado, quando se chegar às fileiras do fundo do mercado para comprar o necessário, o carrinho de compras poderá estar quase cheio.
EVITE FAZER COMPRAS NO MERCADO QUANDO SE ESTÁ COM FOME. A “barriga sobe para a cabeça” e a pessoa acaba comprando além do que está previsto.
EVITE LEVAR AS CRIANÇAS AO MERCADO. Ninguém gosta de ter que dizer não para os filhos. As crianças se sentem tentadas a levar várias coisas que lhes são interessantes. Observe que os produtos tentadores estão normalmente na parte baixa das prateleiras, na altura certa para que elas vejam, peguem e coloquem no carrinho de compras.
APROVEITE AS PROMOÇÕES DE FIM DE ESTAÇÃO. Por exemplo: no final do inverno as lojas promovem as pontas de estoque por um preço bem inferior ao que venderam no início da estação. É preferível usar uma roupa com a cor diferente da moda do que estar com a conta bancária “no vermelho”.
FAÇA SEGURO DO SEU VEÍCULO. A perda de um veículo por causa de um roubo ou acidente pode desequilibrar as finanças da família por um longo tempo.
TENHA UM PLANO DE SAÚDE PARA A FAMÍLIA. O sistema público de saúde é precário e os serviços particulares são caríssimos.
TENHA CUIDADO PARA FAZER APLICAÇÕES SEGURAS. Caso queria correr algum risco, como aplicar em ações, não o faça com toda a sua reserva. Mantenha pelo menos 50% de suas aplicações em modalidades mais conservadoras, como a tradicional poupança.
MANTENHA UMA ÚNICA CONTA BANCÁRIA PARA A FAMÍLIA. Um dos cônjuges deve fazer a conciliação mensal e partilhar as taxas bancárias. Manter contas bancárias separadas duplica o pagamento de taxas de manutenção.
EVITE DAR CHEQUE PRÉ-DATADO. Faça aquela perguntinha mágica: se eu pagar à vista, de quanto é o desconto? Se o atendente disse que o preço é o mesmo, dia que você só leva se for à vista e com um desconto, mesmo que pequeno. Ninguém vai deixar de vender e você diminuirá sua despesa.
CARTÃO DE CRÉDITO É UMA DAS ILUSÕES DA SOCIEDADE ATUAL. Os produtos ou serviços vendidos com cartões de crédito têm embutido no seu preço, além dos juros do financiamento, o custo das operadoras desses cartões, que cobram de 3% a 6% de taxa sobre os valores vendidos. Portanto, peça esse percentual de desconto. Cartão de crédito tem um custo anual de manutenção, que varia de 100 a 300 reais, dependendo dos benefícios oferecidos pela operadora. Se optar por manter seu cartão de crédito, use-o com moderação e bom senso.
CUIDADO COM O USO DO TELEFONE CELULAR. Hoje ele tem se tornado capricho, até para os filhos adolescentes, na maioria das vezes as ligações que não são feitas a trabalho poderiam ser evitadas, ou mesmo ser feitas à moda antiga, de um telefone público.
MUITO CUIDADO COM COMERCIAIS MILAGROSOS. “Compre hoje e pague com o seu décimo terceiro salário.” É óbvio que nos preços dos produtos está embutido o custo financeiro desse financiamento. Na realidade você está comprando mais caro. A propósito, décimo terceiro é para vir depois do décimo segundo, e não depois do oitavo, sexto… No fim do ano, por causa das festividades e das férias, o seu décimo terceiro será muito bem-vindo. Se você usá-lo antes, poderá ter um Natal “magro”.
CARTÕES PREFERENCIAIS. Cuidado com esses cartões oferecidos principalmente por lojas de departamentos e grandes lojas de vestuários. O objetivo desses cartões é nada mais que facilitar o consumo.
Agora você pode participar do programa Saldo Extra! Basta enviar suas dúvidas e em um de nossos programas iremos respondê-las! Para participar é fácil: clique no menu “Participe do Programa” na barra de menus acima ou complete o formulário que fica do lado direito do nosso blog.
O cliente não pode andar rápido:
Usualmente, você só coloca itens no seu carrinho se fizer uma breve parada, ou reduzir a velocidade ao longo dos corredores. Por esta razão, a loja faz o possível para que você pare várias vezes e tenha tempo de olhar as ofertas à sua volta. O supermercado já é desenhado tendo em vista este objetivo (bastam 2 clientes para criar um congestionamento em qualquer curva, e fazer todo mundo parar ou andar beeeeem devagar), e ainda há dezenas de truques catalogados, como os corredores de ovos de páscoa, atrações com forte apelo para crianças (um forte estímulo para famílias pararem), atrações para adultos, escadas rolantes internas, distribuição de amostras, cafezinho, etc.
Os itens que você compra com mais freqüência estão longe:
geralmente no fundo ou na lateral da loja. Já os itens com maiores margens de lucro, que você compra por impulso ou em ocasiões especiais estão logo na entrada, e você tem que passar por vários deles até chegar à padaria, aos refrigerantes ou às frutas e verduras. E depois tem que passar por eles novamente na volta. Dupla chance para o impulso de compra acontecer!
Os itens mais procurados estão sempre no meio do corredor:
E a razão é simples: para chegar até eles, você terá que passar por um caminho maior, vendo todos os demais itens daquela seção. E a loja estará fazendo o possível para que o impulso de compra se manifeste neste caminho.
Os itens mais comprados por impulso estão próximos do caixa:
Todo consumidor passa longos minutos de tédio na fila para pagar, e a loja tenta garantir que ele tenha um bom suprimento de produtos pequenos e com alta margem de lucro ao seu redor: DVDs, revistas, chocolates selecionados (e sempre em embalagem individual), e até mesmo refrigerantes gelados, com forte apelo de consumo para quem passou uma hora arrastando um carrinho por uma área do tamanho de um estádio de futebol.
Os produtos mais caros estão na altura dos seus olhos:
Procure a prateleira das pastas de dente, ou a do sabão em pó, e compare. A marca ou tamanho com maior margem de retorno para o supermercado estarão na altura dos seus olhos. As opções econômicas tendem a estar no nível do chão, e estariam no subsolo se o lojista conseguisse dar um jeito.
A ilusão do produto “classe A”:
produtos com maior margem de lucro muitas vezes têm como seu diferencial apenas uma idéia ou conceito, no qual você é levado a acreditar apenas porque ele vem em uma embalagem diferente, ou porque é colocado em uma “área nobre”, ou – principalmente – devido aos comerciais dele na TV. Isso não significa que não existem produtos nobres, mas sempre pare para pensar se o diferencial é real ou apenas uma ilusão.
O tamanho do carrinho:
Lojas de departamentos e supermercados procuram oferecer carrinhos de compras espaçosos, para facilitar o surgimento da sensação de que ainda há muito espaço disponível, portanto você ainda pode pegar bem mais itens. Compare os carrinhos disponíveis em hipermercados que investem pesadamente em marketing, e o do mercadinho da sua rua: é bastante provável que o do hipermercado (onde há verba disponível) seja sempre novo, de 2 andares (o dobro da área que você percebe como vazia), mais largo que o usual. Quem tem verba de marketing e pesquisa a psicologia do consumidor sabe que vale a pena investir nesta sensação.
1. Abandonar a onda de consumismo
Ter apenas uma folha de cheque na carteira, deixar em casa o cartão de crédito e sair de casa com o dinheiro contado.
2. Nunca avançar no limite do cheque especial
Sempre pedir autorização ao bolso antes.
3. Não “emprestar” seu nome para que parentes e amigos façam dívidas.
Se eles não podem usar o próprio nome é porque provavelmente já estão com problemas de endividamento e podem te complicar também.
4. Guardar dinheiro equivalente a pelo menos três meses das despesas fixas.
Se houver algum imprevisto, você saberá que pelo menos as despesas básicas estarão cobertas
5. Ter um custo físico reduzido com aluguéis e prestações.
Isso irá auxiliá-lo se perder o emprego.
6. Estabelecer metas para o gasto varável.
Uma delas é simular uma redução de 20% para cada item de consumo, como energia elétrica e água, e planejar com a família o que fazer com o dinheiro economizado.
7. Planejar por mês quanto pretende gastar.
com roupas, cinemas, restaurantes e afins, e nunca sair de casa sem estabelecer o que quer comprar e quanto gastar.
Talvez você precise fazer algumas mudanças no seu perfil de empregado para não entrar nas estatísticas dos desempregados.
Por mais que as coisas estejam parecendo difíceis e você esteja com medo de perder o emprego. Se você percebeu que seu emprego corre perigo, a coisa mais importante no primeiro momento é não perder a calma – as companhias detestam funcionários descontrolados. Depois, lembre-se que, por mais difícil que seja a situação, algumas atitudes podem livrá-lo do corte. Os especialistas são unânimes em dizer que o primeiro passo para escapar do facão é fazer uma autoanálise honesta. Depois, adotar uma postura pró-ativa e colaborativa. Veja como fazer isso em seis passos:
1) Avalie-se: pergunte-se se você está alinhando aos objetivos da empresa, se concorda com a missão dela e compreende realmente sua cultura e o que seus líderes esperam de você. Se a empresa contar com um sistema formal de avaliação de desempenho, procure ter uma conversa franca com seus superiores. Se não, uma avaliação informal já será de grande ajuda. “Um equívoco de autoavaliação é o primeiro sinal de que você não está alinhado com a empresa”, afirma Adriano Araújo, vice-presidente do Grupo Foco.
2) Mostre disposição para mudar: deixe claro que você está disposto a assumir novos desafios e a adquirir competências que ainda não possui, mesmo que elas pertençam a áreas paralelas à sua atividade principal. Em um mundo que muda cada vez mais rápido, deixar de evoluir é um caminho certo para o escanteio.
3) Apresente resultados de curto prazo: não basta se comprometer com a mudança; é preciso também sinalizar que você está trabalhando por isso. Escolha metas rápidas e simples de serem cumpridas – pode ser até mesmo aquele diploma de fluência em inglês que você vem adiando há anos. Respostas rápidas lhe darão tempo para um realinhamento mais profundo com os novos tempos da empresa.
4) Reconquiste a confiança de seus liderados: um líder desprestigiado é um líder morto. Resgatar a empolgação da equipe é fundamental para a sobrevivência de qualquer gestor. Dê abertura para que se manifestem, converse com clareza, acate as propostas pertinentes, festeje e reparta os resultados, mostre que vencer os desafios será positivo para todos – e não apenas para o seu bônus de fim de ano. “Não adianta apresentar resultados apenas com números; é preciso passar tranqüilidade e resgatar o apoio da equipe”, diz Fernanda Medeiros de Campos, sócia-diretora da gestora de recursos humanos Mariaca.
5) Traga novas idéias: isso é fundamental para as empresas de hoje. Foi-se o tempo em que as pessoas precisavam se preocupar apenas com suas tarefas. Cada vez mais, as companhias buscam quem possui visão empresarial, e se compromete com o negócio como se fosse seu próprio dono. “As empresas querem pessoas que vão buscar novas oportunidades, que pedem trabalho e não ficam se escondendo”, diz Olga Colpo, sócia da PricewaterhouseCoopers para a área de organização e gestão da mudança.
6) Seja pró-ativo: quem compreende o que a empresa necessita não fica de braços cruzados. Tome a iniciativa. Faça antes que alguém lhe peça. Em tempos de crise, os líderes fogem de quem lhes traz problemas e valorizam quem lhes aparece com soluções. “Reagir nunca é a postura mais adequada. As pessoas só reagem quando as coisas vão mal; é preciso sair na frente”, afirma Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos.
Não há nada de mágico no receituário dos gestores de recursos humanos para escapar de cortes e ser percebido como parte da equipe que vai resolver o problema – e não aquele que está contribuindo para agravá-lo, seja por inoperância, falta de qualificações ou resistência à mudança. Mas a rapidez com que a crise está atingindo as empresas impõe um novo ritmo àqueles que desejam, realmente, jogar a favor de suas empresas e, por tabela, de suas próprias carreiras. Mesmo quem não se sente ameaçado neste instante pode ver a cadeira balançar em breve.
O importante, segundo os especialistas, é evitar a sensação de que o jogo já está ganho. “Você é o responsável pela sua carreira. Não há mais espaço para a postura de que o emprego está garantido para sempre”, resume Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos. Ainda mais, em tempos de crise financeira mundial.
Ele nos ensinou a pedir ao Pai o “pão nosso de cada dia (Mt. 6.11).
O pão de cada dia, a roupa de cada dia, o sapato de cada dia, os objetos de casa de cada dia …
O consumismo é real. Nem mesmo os cristãos, que pregam um estilo de vida mais próximo daquele que foi vivido por Cristo estão livres.
A palavra “consumismo”, de acordo com o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, significa “1) ato, efeito, fato ou prática de consumir ou comprar em demasia; e 2) consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente de artigos supérfluos. Do ponto de vista sociológico, o consumismo é o ato de consumir bens ou serviços, muitas vezes, sem reflexão..
Mas é importante fazer diferença entre “consumo” e “consumismo”. Consumo refere-se a adquirir somente aquilo que é necessário. Já o consumismo explora. A pessoa gasta além do que pode gastar. O que tem e o que não tem é comprometido com coisas desnecessárias.
Há um trabalho especializado para construir os desejos humanos. No passado havia poucos produtos, mas com a industrialização nasceu a necessidade de fazer com que as pessoas acreditassem que ter o que estava sendo produzido era primordial para a felicidade humana. As coisas foram sendo oferecidas como motivos.
Hoje, a propaganda move milhões de dólares. O mundo pára se as pessoas descobrirem que estão correndo atrás do vento e deixarem de comprar o inútil e o excesso. Aquilo que elas pensam ser necessidade, não é! É fruto do imaginário seduzido pela força das campanhas de consumo.
Resultado: Violência urbana e ecológica.
As pessoas se destroem, literalmente, para garantir coisas. A vida humana, a água, o solo, a mata… Tudo que Deus criou é trocado por moeda.
E o que os mordomos do Senhor tem feito para não serem cúmplices?
O que disse Jesus? Ele nos ensinou a pedir ao Pai o “pão nosso de cada dia (Mt. 6.11). O pão de cada dia, a roupa de cada dia, o sapato de cada dia, os objetos de casa de cada dia …
Que D-us nos ajude a ter bom senso para ser possível viver melhor.
A maioria das empresas fornecem algum tipo de rompimento de contrato ou carta de recisão. Certifique-se de revisá-la cuidadosamente. Verifique com um advogado se você acha que faz sentido. Dê a si próprio algum tempo para pensar sobre os seus direitos e opções antes de assinar qualquer coisa.
2. Informe a familia
Perder o seu trabalho pode fazer você se sentir sozinho e desesperado. Este não é o momento de se sentir envergonhado e tentar esconder o que está acontecendo. Você não fez isso acontecer e não afetará apenas você. Converse com alguém que será compreensão e dar-lhe algum apoio emocional. Deixe os seus filhos saibam que você estará passando por uma transição. Você será um grande exemplo, mostrando as pessoas que você pode lidar com um revés.
3. Identificar os seus recursos
Perder o emprego é uma grande desorganização. Obtenha o seu suporte no local o mais rapidamente possível. Inscreva-se no seguro desemprego. Verifique sobre seguros de saúde. Descubra o que a sociedade, governo e alguém que possa ajudá-lo com êxito para a pesquisa de um novo emprego.
4. Seu Novo Plano de Trabalho
Faça uma lista de coisas que você precisa fazer. Esta atualização irá provavelmente incluir seu currículo, realizar pesquisas on-line, fazer chamadas telefônicas reuniões. Faça uma lista para você mesmo e cumpra-a.
5. Veja o lado bom da situação
Perder o emprego é um choque. Sua emoção vai demorar um pouco de tempo para se ajustar. Este é um grande momento para reencontrar-se consigo mesmo, sua família e amigos. Lembre-se de todas as grandes coisas que você tem feito e todas as grandes coisas que você tem deixado de fazer.
Perder o emprego é difícil para todos
Você não pode mudar isso. Mas você pode mostrar a todos que cuidar de si mesmo e se avançar com uma atitude vencedora leva a maiores e melhores coisas no futuro.