Consumismo – Entrevista
Postado em: Programas, Temporada 2011, Vídeos
Saldo Extra recebe o administrador Hugo Quiroga para falar sobre Consumismo e como fazer para se livrar desta “doença” atual.
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Saldo Extra recebe o administrador Hugo Quiroga para falar sobre Consumismo e como fazer para se livrar desta “doença” atual.
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Existe uma preocupação importante para muitos jovens: como conseguir seu primeiro emprego! Por diversos motivos, a maioria deles gostaria, o quanto antes, de entrar no mercado de trabalho. Seja um estudante que precisa ajudar a família ou custear seus estudos, seja buscando estágio, seja um recém formado que esta “batalhando” para entrar no mercado e descobre surpreso, que seu suado diploma não é garantia de uma boa colocação profissional. O certo é que neste momento bate aquela insegurança, a falta de confiança, à dúvida e a incerteza de qual o melhor caminho deve seguir para vencer tamanho desafio.
Como fazer para ultrapassar esta barreira? Por onde começar? Como enfrentar uma entrevista de emprego sem tremer? E o currículo, como preencher? O que devo falar quando me perguntarem sobre minha experiência anterior? Demora muito pra conseguir um emprego? Será que vou me adaptar? Estas e muitas outras dúvidas surgem e são absolutamente normais. Vamos ajudá-los a respondê-las no programa de hoje.
Em muitos jovens que buscam o primeiro emprego, percebemos muita aflição, insegurança, falta de orientação, mas, sobretudo grande vontade de iniciar este processo.
Em geral, é bom que aos candidatos ao primeiro emprego, busquem começar sua vida profissional em funções mais simples, para poderem adquirir certa experiência profissional, e terem a chance de mostrar seu valor e seu potencial, para em seguida aspirarem a cargos de maior desafio. O processo desta forma fica mais simples e de fácil conquista.
É possível desenvolver um plano básico de marketing pessoal para conquistar seu primeiro emprego. Vamos apresentar o passo a passo de um plano simples, prático e de fácil implantação.
Passo 1 – conhecer o mercado em que pretende atuar
Escolha o setor de atividade que pretende trabalhar. Se já estiver na universidade ou fazendo um curso técnico, descubra tudo que puder sobre as empresas da área. Pesquise na internet, leia revistas do setor, converse com professores, enfim aprofunde seu conhecimento sobre estas empresas e sua realidade, este será um grande diferencial competitivo que você vai conquistar.
Para o jovem que ainda não tem uma profissão, busque uma colocação nos setores de atividade ou empresas em que sinta uma atração especial. Por exemplo, se gosta de contato com o público, procure trabalhar com atividades de atendimento. Se gostar de informática, procure buscar setores relacionados a este ramo. Uma coisa importante. Escolha um tipo de atividade que realmente combina com sua maneira de ser, com suas habilidades, com sua personalidade. Esta decisão será fundamental, pois despertará grande motivação da sua parte e este fator contará pontos importantes para você, durante o processo de contratação.
Passo 2 – elaboração do currículo
A elaboração de um currículo é uma tarefa relativamente simples e fácil, basta observar algumas regras básicas e incluir as informações contidas nos principais modelos pré-existentes. Estes modelos podem ser conseguidos na internet, em sites de recolocação, e até mesmo comprados em papelarias.
Como se trata de seu primeiro emprego, provavelmente você não terá muito a falar sobre sua experiência profissional anterior. Talvez algum trabalho temporário que tenha realizado informalmente.
No entanto, o mais importante é incluir em seu currículo informações sobre suas habilidades e competências pessoais que irão ser importantes para seu futuro empregador.
Como você pesquisou bastante o setor de atividade e as empresas que está tentando uma vaga, é importante relacionar as habilidades que você possui, com as necessidades destas empresas.
Por exemplo, um jovem que vai tentar uma vaga para trabalhar numa livraria, precisa deixar claro ao seu futuro empregador que tem o hábito de leitura, que gosta de assuntos relacionados à cultura e arte, que visita freqüentemente bibliotecas, que participou de feiras de livros, etc.
Destaque os cursos de curta duração que tenha feito, e que estejam relacionados a esta atividade, e realce também suas competências na escola que estejam relacionadas ao ramo de atividade da livraria.
O objetivo é deixar claro ao futuro empregador que você não apenas tem as qualificações para desempenhar as funções do cargo, como também tem um grande potencial de crescimento.
Passo 3 – preparação para a entrevista
Hoje, as empresas em geral estão valorizando muitos aspectos comportamentais relacionados à inteligência emocional do candidato. Portanto é preciso se preparar, e destacar na entrevista suas habilidades comportamentais mais importantes.
A inteligência emocional de uma pessoa está relacionada à sua capacidade de auto-motivação, seu bom humor, sua empatia, sua capacidade de comunicação interpessoal, sua pró-atividade e capacidade de trabalhar em equipe e seu relacionamento interpessoal.
Portanto o candidato que tiver deficiência em alguns destes aspectos comportamentais, deve procurar desenvolvê-los antes de se apresentar para uma entrevista.
Quanto maior conhecimento o candidato demonstrar sobre a empresa, suas características, os principais concorrentes, as principais competências necessárias para desempenhar bem as funções, e sobre o setor de atividade, maiores serão suas chances de influenciar positivamente o entrevistador.
Em geral o entrevistador esta preocupado em descobrir se o candidato poderá ser útil à empresa, se conseguirá desenvolver bem as funções, se conseguirá se relacionar adequadamente com os colegas de trabalho e se é uma pessoa motivada e bem humorada.
Passo 4 – desenvolvimento de competências comportamentais
As principais competências que precisam ser desenvolvidas e que são bastante valorizadas pelas empresas são:
Passo 5 – desenvolvimento de competências técnicas
É preciso que o candidato tenha uma preparação técnica mínima para poder ser aceito pela empresa, de acordo com o cargo que almeja. Como estamos falando sobre o primeiro emprego, esta competência terá de ser adquirida através de cursos técnicos ou formação universitária.
Durante a pesquisa que o candidato fizer sobre seu futuro empregador, é fundamental descobrir quais as competências técnicas que são mais importantes para este tipo de empresa.
Esta empresa precisa que o candidato tenha conhecimentos de informática? Conhecimentos de língua estrangeira? Telemarketing? Contabilidade? Que outras competências técnicas são necessárias ao cargo que busca?
É preciso descobrir as principais competências requeridas por esta empresa, e procurar preparar-se nestas competências. Pode ser feito algum curso de curta duração, caso seja necessário.
Passo 6 – construir uma networking – rede de relacionamentos
Relacione todas as pessoas que conhece. Crie um arquivo no computador, ou mesmo numa agenda específica para este assunto. Comece pelos familiares e parentes para em seguida incluir os amigos e conhecidos. Depois faça a seguinte pergunta: que parente meu ou amigo pode contribuir, ou conhece alguém influente que poderia me ajudar neste processo de conquistar meu primeiro emprego?
Às vezes você não conhece ninguém próximo que poderia lhe ajudar diretamente, no entanto tem um amigo cujo pai trabalha em uma empresa que poderia ser uma boa opção de emprego ou estágio para você. Neste caso você tem um bom contato, um ótimo “cartão de visita”, que poderá lhe abrir as portas daquela empresa.
Após criar seu networking, escreva um breve resumo da situação profissional e das possibilidades de cada pessoa de sua rede de contatos, eles podem lhe ajudar no presente ou futuro, e procure manter contato com todas estas pessoas da maneira mais freqüente possível.
Para as pessoas que você não convive com freqüência, procure mandar mensagens por e-mail, ou fazer contatos telefônicos. Mostre às pessoas que está buscando emprego, explique as razões e peça que, caso saibam de alguma oportunidade, busquem avisá-lo. É importante que você também se coloque a disposição destas pessoas para atendê-las no que for possível, e seja sincero em sua afirmação. Mesmo depois que estiver empregado, é necessário continuar cultivando sua rede de contatos. É como uma lavoura que plantamos, regamos e adubamos para colhermos os frutos no futuro.
Passo 7 – definir os meios para buscar uma vaga
Atualmente existe diversas forma para buscar uma colocação no mercado como anúncios em jornais, anúncios de estágios em escolas e faculdades, sites de emprego na internet, através de sua networking, envio de currículo diretamente a uma empresa, empresas de recursos humanos, entre outras.
O candidato poderá utilizar todas estas opções, pois assim aumentarão suas chances de sucesso. Algumas pessoas vivem dizendo que estão buscando emprego, no entanto pouco fazem para conquistar esta posição. Talvez acreditem que o emprego sozinho virá bater em sua porta. Isto raramente acontece, a não ser que tenha nascido em “berço de outro”, ou que tenha um padrinho importante.
Todos aqueles que buscam um emprego, devem tornar desta tarefa uma das prioridades em suas vidas, até que consigam seu objetivo. Inclua nos seus hábitos diários diversas tarefas relacionadas a esta busca.
Passo 8 – traçar objetivos e metas a serem alcançadas
É preciso ter objetivos, traçar metas bem específicas para podermos avaliar periodicamente se estamos obtendo ou não sucesso em nossa vida pessoal e profissional.
Por exemplo, uma jovem universitária, que ainda está no meio do curso, pode definir como objetivo conseguir um estágio em uma grande empresa, com reais possibilidades de ser contratada ao final de seu curso. No entanto, como este objetivo pode ser um pouco difícil de alcançar imediatamente, esta estudante deverá buscar atingir algumas metas intermediárias, através de colocações mais modestas inicialmente, adquirindo experiência e se preparando adequadamente para, no momento certo, conquistar o objetivo de médio prazo que é uma colocação em uma grande empresa.
Portanto, defina e escreva no planejamento, seus objetivos de curto, médio e longo prazo, e utilize todos os seus recursos motivação e energia para alcançar estes objetivos, com entusiasmo e força de vontade.
Passo 9 – elaborar um planejamento
Agora chegamos à fase de transformar todas as informações apresentadas em um plano de ação. Este plano é fundamental, e será seu projeto de vida nos próximos dias, semanas ou meses, ele terá um grande impacto em sua vida daqui pra frente.
Um engenheiro não pode construir uma casa sem um projeto, uma empresa não pode ser criada sem um plano de negócios, um carro ou avião não poderão ser construídos sem seu projeto técnico. Portanto, é essencial que sua carreira também tenha um projeto para deslanchar e obter sucesso.
Elaborar um projeto é simples, ele será baseado em todas as informações e passos que sugerimos. Simplesmente crie um documento no computador ou mesmo num caderno, adaptando estas informações genéricas que mencionamos ao seu caso específico, colocando nele seus dados pessoais, a pesquisa de informações que sugerimos, com os dados conseguidos, sua rede de relacionamento, enfim, todo o passo a passo que abordamos anteriormente. Este será seu planejamento, seu plano de ação.
Passo 10 – iniciar a execução do plano
Agora seu plano precisa ser colocado em ação. Com garra, com motivação, com entusiasmo, com determinação. Por isto, gostaria de ler com você, um pequeno texto que segundo o autor do livro “As 5 Grandes Regras do Bom Vendedor”, P. WHITTING, estava escrito na lareira do lendário HENRY FORD.
“Você conseguirá fazer tudo, se tiver entusiasmo. É o entusiasmo que eleva sua esperança até as estrelas. O entusiasmo é o ritmo de seu andar, é o brilho de seu olhar, é o aperto de sua mão. É o irresistível volume de sua força de vontade e de sua energia para a concretização de suas idéias. Os entusiastas são combativos, eles têm fortaleza, possuem qualidades permanentes. Com ele haverá realização, sem ele, existirão apenas álibis.”
Gostaria de concluir este texto convidando os jovens a uma reflexão sobre estes passos apresentadas. Algumas dessas idéias servirão como uma luva para sua vida, outras precisarão de adaptações para o seu caso. Algumas são mais fáceis de serem implantadas, outras mais difíceis. Algumas são mais eficazes, outras nem tanto.
Mas acima de todos estes passos, coloque Deus como o seu guia. Ore sempre pedindo orientação, paciência e assim que conseguir seu primeiro emprego ore agradecendo esta vitória em sua vida!
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Para um investidor novato, sem experiência, mas ambicioso e com pressa para investir em algo que possa render bem e rápido, muitos cuidados precisam ser tomados. É comum alguns novatos em investimentos serem vítimas de golpes, travestidos de investimentos. Podem mesmo colocar seu dinheiro em modalidades legais (sérias), levados pela propaganda e conselhos de pessoas ligadas ao sistema financeiro, mas que no final rendem bem menos que outros tipos de investimento.
Em primeiro lugar devemos considerar que investimentos informais são de alto risco e muitas vezes não passam de golpes. É comum que conhecidos ao saberem que temos algum dinheiro para investir, aparecerem com algumas “propostas”, entre aspas.
“- Olha! Tenho um projeto muito bom. Estou abrindo uma empresa e preciso de um sócio. Ela vai render mais de 30% ao mês. É um negócio seguro, pode crer…”
“- Existe agora um negocio é que muito fácil. Basta colocar um pouco de dinheiro e em menos de um ano você dobra seu capital…”
“- Nada rende mais que o sistema de “marketing direto”…”
Lembre-se, não há investimento milagroso. É claro que nem tudo é golpe. Alguns tipos de oportunidades podem ser viáveis, mas entre eles pode existir o puro interesse de alguém em se apropriar do seu dinheiro.
Prudência é a bandeira a ser levantada em todas as oportunidades a serem analisadas.
“Sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.” (Mat. 10:16)
Vamos agora verificar algumas dessas propostas destes chamados investimentos mas que apresentam um alto risco de perdas financeiras.
1. MARKETING DIRETO
Aliás, o sistema de marketing direto merece ser investigado com mais profundidade. Não é que seja inteiramente mau, mas merece cuidados e desconfianças.
Marketing direto é um sistema interativo de marketing que usa uma ou mais mídias de propaganda para obter uma resposta mensurável e/ou uma transação em qualquer localização.
Existem algumas empresas que possuem um projeto bem estabelecido, que tem como objetivo vender seus produtos. Elas buscam mais o serviço como investimento, que dinheiro.
Mas existem aquelas cujo objetivo principal não é vender seus produtos, sejam de cosméticos, alimentos, produtos alternativos, ou utilidades domésticas.
Normalmente começam com um convite para uma reunião ou congresso empresarial. Nessas reuniões, bem como em portais e sites, é dado um grande valor aos ganhos. Em vez de oferecer os produtos da empresa, oferecem vidas bem sucedidas, muito dinheiro, felicidade, sucesso…
Se você não estiver com a cabeça centrada e um espírito crítico, pode sair dali com uma “lavagem cerebral”. Logo estará fazendo parte de reuniões, viagens e outros investimentos até pesados para fazer parte desse sistema.
Muitas vezes são empreendimentos bem estabelecidos, com garantias de qualidade no mercado. Muitos dos que ingressaram no sistema realmente ganharam dinheiro. Mas lembre-se: Você não é convidado a vender os produtos da empresa, que são os reais geradores de recursos. A intenção é que você forme uma equipe de vendedores, dos quais você deverá ganhar porcentagens nas vendas. Mas esses vendedores não são convidados para vender produtos, mas a formar outros grupos de vendedores, e assim por diante.
Na realidade, você deve aplicar dinheiro para que outros, acima nessa pirâmide, ganhem. E a promessa é que vai ganhar dinheiro com os outros que trouxer para continuar a pirâmide.
Numa pesquisa rápida na Internet não é difícil encontrar depoimentos de pessoas que foram envolvidas neste tipo de atividade/investimento e se deram mal. Portanto, jamais considere as propostas de marketing direto como um investimento.
2. PIRÂMIDE
O esquema da pirâmide é um golpe que ganhou popularidade no século passado, mas continua fazendo vítimas pelo mundo afora. “Os mesmos elementos estão sempre presentes nestes golpes: algo que começa do nada, com poucos aderentes, promessa de rentabilidade diferenciada e uma figura central que patrocina o negócio”.
Cuidado, pois muitos tipos de marketing direto usam o princípio da pirâmide.
Estes golpes normalmente começam assim: Você recebe um convite, seja por carta, cartão, e-mail, ou de viva voz de algum conhecido para depositar R$ X, na conta tal (ou envia cheque pelo correio). Envia esse mesmo convite para outras três ou mais pessoas, que deverão depositar o valor em sua conta.
Alguns, mais sofisticados afirmam que o sétimo na corrente vai enviar o dinheiro para você. Obedecendo a uma conta matemática de progressão aritmética, se a corrente funcionar, o que você pagou para entrar pode retornar aumentado em centenas de vezes. Seria então um enorme lucro.
O pior é que, inocentemente, existem pessoas perpetuando essa prática não só com dinheiro, mas com envio de e-mails, à vezes com assuntos religiosos (oração de bênçãos, por exemplo) e até em casos de saúde (pedindo recursos para ajudar alguém, ou solicitando algum outro tipo de apoio). O resultado é uma enxurrada de e-mails que na linguagem da internet são conhecidos como “spam”, que só congestionam a Internet de uma forma geral.
Retornos exorbitantes, livres de risco e em um curto espaço de tempo. É bom demais para ser verdade. Mas isto é considerado um crime, porque sempre há um fim da pirâmide, onde todos perdem.
No Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários já abriu vários processos administrativos contra ofertas com características de pirâmides nos últimos anos.
Melhor mesmo, recomendam os economistas, é desconfiar de toda e qualquer rentabilidade líquida superior a 1% ao mês que for apresentada como um retorno garantido.
Quero citar como exemplo alguns famosos golpes das chamadas “pirâmides”. Um deles ocorreu em 2008, nos Estados Unidos, ministrado por ninguém menos que o ex-presidente da Nasdaq, o executivo Bernard Madoff, num caso que contribuiu para a crise econômica que atravessamos. Interessante é que as vítimas eram economistas especializados em investimentos, vinculados a bancos, financeiras e grandes grupos econômicos (entre eles, a nossa Sadia, que acabou sendo incorporada pela Perdigão, para não falir, resultando na Brasil Foods, união recentemente autorizada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE).
Outra variante da pirâmide foram os cartões postais inventados em 1920. O ítalo-americano Charles Ponzi atraiu um sem número de clientes prometendo rentabilidade de 50% em apenas 45 dias.
O negócio consistia na compra de cupons postais de outros países, trocados por selos nos EUA a um preço mais caro. Mas as despesas e prazos para conversão da moeda minavam qualquer rentabilidade expressiva. O esquema, no entanto, entrou em colapso e Ponzi acabou sendo condenado a anos de prisão. Posteriormente mudou-se para o Rio de Janeiro, onde morreu pobre em 1949. Seu nome carimbou o golpe de pirâmide, mundialmente conhecido como “Esquema de Ponzi”.
Existem muitos outros golpes comuns. Quem não se lembra das oportunidades de “grandes lucros” em empresas rurais, que nos últimos anos levaram o dinheiro de muita gente?
Um caso é o da engorda de gado nas Fazendas Reunidas Boi Gordo. Mais um golpe, tendo como base o esquema da pirâmide financeira. Com a venda de contratos de investimento coletivo, 30 mil investidores perderam nada menos que 3,9 bilhões de reais. Seduzidos pela oportunidade de embolsar um lucro mínimo de 42% no prazo de um ano e meio.
Outro golpe foi o do grupo Avestruz Master, de Goiânia. Em 1998 ofereceu contratos de compra e venda de avestruzes com compromisso de recompra. O lucro seria assegurado pela suposta exportação da carne. Mas o negócio propriamente dito jamais chegou a ir para frente.
Até corretoras de valores, que são severamente fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão responsável pelo controle do mercado de investimentos, podem aplicar golpes.
3. TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO
Mas não é só de golpes que um investidor deve se precaver. Um dos tipos mais conhecidos e reprovados pelos especialistas em investimento são os títulos de capitalização.
Esse tipo de investimento está nos bancos, financeiras e até em empresas ligadas a redes de comunicação. Basta entrar numa agência, ou abrir o portal dos bancos, e aparece em destaque um anúncio de títulos de capitalização. Existem também propagandas massificadas nas TVs e/ou carnês vendidos nas ruas.
É fácil identificar esse tipo. Sempre, em primeiro plano, estão as atrações dos prêmios. O capital investido normalmente é devolvido no fim de um período pré-estabelecido.
O problema é o que realmente o investidor ganha. A revista Pro-Teste, da ONG de Defesa do Consumidor com o mesmo nome, afirma que esse é um investimento para quem não quer juntar dinheiro. (veja artigo “Para não juntar dinheiro”, no portal http://www.proteste.org.br/).
Para a ONG, “Título de capitalização não é um investimento. É uma loteria”.
Alguns alegam que rende juros. Mas não é bem assim. O rendimento mínimo obrigatório é tão somente de 20% da taxa de juros básica aplicada às cadernetas de poupança.
Portanto, se a Caderneta de Poupança é um investimento de tão baixa renda que alguns economistas até rejeitam como papel aceitável, pense num título que rende apenas 20% da poupança, só porque oferece prêmios.
Resumo:
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Saldo Extra recebe o administrador Hugo Quiroga para falar sobre o Planejamento Familiar e como é possível alcançar um equilíbrio financeiro entre os membros da família.
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O que é o mercado de ações e como ele funciona?
De acordo com o Portal do Investidor (ligado do Ministério da Fazenda e a Comissão de Valores Mobiliários – CVM), ações são valores mobiliários, emitido por sociedades anônimas, que representam uma parcela do seu capital social. O proprietário de ações emitidas por uma companhia é chamado de acionista e tem status de sócio, tendo direitos e deveres perante a sociedade, no limite das ações adquiridas.
Apesar de todas as sociedades anônimas terem o seu capital dividido em ações, somente as ações que forem emitidas por companhias de capital aberto, as quais possuem registro na CVM, poderão ser negociadas publicamente.
A propriedade da ação é representada por um “Certificado de Ações” ou pelo “Extrato de Posição Acionária” emitidos, respectivamente, pela companhia e por uma instituição contratada pela sociedade para o atendimento aos acionistas. Em qualquer caso, no documento deverá constar, dentre outras informações, o número de ações possuídas e o nome do acionista.
A forma de investimento mais conhecida hoje é o de ações na Bolsa de Valores, por dois motivos:
O que você ganha quando se torna acionista?
São três as formas de ganhar dinheiro com ações:
1- Dividendos e bonificações: Quando você compra uma ação de uma companhia aberta se torna acionista e participa do lucro da companhia através do recebimento de dividendos e de bonificações.
2- Subscrições: Quando for o caso de emissão de novas ações por parte da companhia, haverá ainda o direito de subscrição (adquirir essas ações em condições vantajosas).
3- Valorização em Bolsa: Pode ganhar também caso haja valorização do preço das ações na bolsa de valores.
Como escolher uma ação?
1- Por Liquidez:
Entre os diversos fatores que envolvem a escolha de uma ação para compor uma carteira de investimentos é a consciência da relevância da liquidez da ação (grau de facilidade com que podemos converter o ativo em dinheiro: quanto mais fácil e rápido pudermos converter um ativo em dinheiro, maior será sua liquidez).
A Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA – coleta, organiza e divulga uma série de informações sobre os negócios realizados em cada pregão (sessão em que se efetuam negócios com ações, por sistema de negociação eletrônica), e entre elas estas informações estão os índices que mostram o comportamento de todo mercado ou de segmentos específicos de mercado. O índice geral é chamado de “Ibovespa”, que reflete o comportamento das principais ações negociadas por volume e cotação. Existem também outros índices que refletem ações de empresas por setor, como energia elétrica, telecomunicações, etc..
Esses índices apresentam as ações que estão mais presentes aos pregões e que, por isso, são mais fáceis de comprar e vender.
2- (a segunda forma de você escolher uma ação é…) Por espécie de ações:
No Brasil, há três espécies de ações emitidas pelas companhias abertas. O que as diferencia são os direitos que concedem a seus acionistas. O Estatuto Social das Companhias, que é o conjunto de regras que deve ser cumprida pelos administradores e acionistas, define as características de cada espécie de ações.
Sua principal característica é conferir ao seu titular direito a voto nas Assembléias de acionistas.
Normalmente, o Estatuto retira dessa espécie de ação o direito de voto. Em contrapartida, concede outras vantagens, tais como:
As ações preferenciais podem ser divididas em classes, tais como, classe “A”, “B” etc. Os direitos de cada classe constam do Estatuto Social.
São ações que já foram amortizadas, ou seja, a companhia antecipou ao acionista a quantia a que ele teria direito no caso de liquidação da companhia. Somente o Estatuto ou a Assembleia Geral Extraordinária da companhia poderá autorizar esta operação.
3- Por forma:
Estas são as ações emitidas em nome de seu titular, o qual estará inscrito no Livro de Registro de Ações Nominativas. O controle da posição dos titulares poderá também ser feito por instituições financeiras especificamente autorizadas pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM, sendo essas ações apresentadas na forma escritural.
4- Pelo valor ou perspectiva de valor
O preço das ações, chamado no mercado de “cotação”, oscila conforme a expectativa dos investidores em relação à companhia.
Vários fatores influenciam os investidores na decisão de comprar ou vender as ações, entre eles:
Se o resultado desse conjunto de fatores for favorável, a procura por essas ações fará com que sua cotação suba. Se acontecer o contrário, sua cotação cairá.
Como negociar ações?
Os investidores devem comprar ou vender ações emitidas por companhias abertas através das corretoras ou distribuidoras de valores mobiliários, que são sociedades integrantes do sistema de distribuição de valores mobiliários que possuem registro na CVM.
As ordens dadas às sociedades distribuidoras serão repassadas às corretoras, quando a compra ou venda for efetuada no pregão da Bolsa de Valores.
A lista completa de corretoras e distribuidoras de valores mobiliários está disponível no site da CVM. O cadastro de corretoras também poderá ser encontrado no site da Bovespa.
A própria Bolsa tem em seu portal (www.bmfbovespa.com.br) um curso rápido para investimentos em ações. Mas, adverte que se trata de investimento de alto risco.
Esse curso indica seis passos para realizar investimentos na Bolsa de Valores:
O que você vai fazer com o dinheiro que pretende investir? Quanto tempo tem para que ele renda? Dê um nome para seu investimento: “meu apartamento”, “meu carro novo”, “a viagem que sempre planejei”, “minha aposentadoria”, “os estudos de meu filho”. Você escolhe. Mas é preciso saber porque você está se esforçando. É preciso ter um objetivo para alcançá-lo.
Existe ali a opção de compra direta de ações, via corretor, fundos de índices (ETFs), clubes de investimento e fundos de investimentos em ações.
Nesse passo, você deve escolher uma corretora, pois somente por corretoras será possível atuar na Bolsa. A própria Bolsa, em seu portal, tem ferramentas que facilitam para você escolher uma que seja confiável e autorizada a atuar nos pregões de ações e mesmo de mercado futuro e commodities.
A corretora deve preparar você para entrar no mercado de ações, mostrar as melhores formas de investimento, acompanhar durante o período em que o dinheiro estiver investido e apresentar relatórios do que foi feito.
Uma vez escolhida a corretora, você deve firmar um contrato legal. Para isso precisa apresentar a Carteira de Identidade (RG), CPF, e comprovante de residência. Deve também preencher a ficha cadastral, fornecido pela corretora. Por fim, deve assinar Termo de Adesão e o Contrato de Intermediação.
Existem dois tipos de taxas que terá que pagar:
É bom observar aqui que as operações de venda de ações de até R$ 20 mil por mês são isentas do imposto de renda.
Já decidiu entrar no mercado de ações. Tem os objetivos definidos. Escolheu a corretora. Então faça o seguinte:
Analise as empresas, aquelas que são mais negociadas na Bolsa são as mais seguras, apesar de não significar que haverá o maior retorno financeiro.
Deve-se também levar em conta a ação de especuladores. Eles podem provocar, através de boatos e ações dissimuladas, alteração nos valores de mercado, com compras e vendas que simulam quadros de altas ou baixas nas cotações. Isso ocorre principalmente com ações de empresas menos negociadas e menos conhecidas. Mesmo que a Bolsa de Valores, a CVM, e outras instituições interessadas neguem, isso pode acontecer.
“Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam; porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” Mateus 6:19-21.
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Num mundo “ideal” as famílias teriam o mesmo tamanho e com o mesmo nível de renda mensal tivessem padrão de vida e situação financeira semelhantes. Porém, não é o que acontece; é comum encontrar famílias parecidas, com padrões de consumo diferentes e condição financeira completamente oposta.
Observe a seguinte situação: a família “A” apresente um bom nível de bem-estar, possui uma boa casa, tem situação financeira organizada, para as suas contas em dia, demonstra controle e consegue poupar para o futuro. A família “B” paga aluguel, é desorganizada nos seus gastos, atrasa as suas contas, está sempre no cheque especial, apresenta uma situação financeira problemática, não tem patrimônio e não consegue poupar. Como explicar essa diferença?
A questão não tem a ver com números: tem a ver com mente, com emoções. Ainda que os rendimentos das duas famílias sejam iguais, o que explica a diferença entre a confortável situação da família “A” e a situação ruim da família “B” é, em primeiro lugar, a diferença na postura emocional diante do dinheiro e, em segundo lugar, a diferença nas habilidades para manejar finanças.
Se não quer correr o risco de fazer companhia à família “B” e passar a sua vida se debatendo com problemas de dinheiro, você precisa cuidar da sua educação financeira, reforçar os seus pontos fortes e melhorar nos seus pontos fracos. Há diversas atitudes importantes para a evolução pessoal e, entre elas, destacam-se as seguintes:
Na maioria dos casos o caminho do progresso é árduo e lento. Caminhos árduos e lentos são trilhados por poucos, pois exigem vontade, disciplina, resistência e persistência, e é normal que ocorram recaídas e fracassos. Há os que caem, levantam-se e retomam a caminhada. Porém, longa é a fila dos que desistem e continuam sofrendo as conseqüências de uma má situação financeira; eles sofrem e submetem os filhos ao sofrimento pelo qual não têm culpa. Há muitas maneiras de trafegar nessa estrada; mas há cinco regras de ouro que merecem um destaque especial em um plano de ação.
REGRA NÚMERO 1 – INTERESSAR-SE PELO ASUNTO “DINHEIRO”
Um ditado da psicologia diz que “o primeiro passo para resolver um problema é admitir que ele existe”. Quando você admite a existência de algo – um fato, uma idéia, um acontecimento ou um problema – o seu cérebro começa a processar uma gigantesca rede de informações e conexões sobre aquele algo; é o começo da etapa “interessar-se”. E nos assuntos do dinheiro não é diferente.
As questões econômicas e financeiras são fatos de vida, e disso não há como escapar. O melhor que podemos fazer por nós, por nossa família e por nosso país é adotar uma atitude de atenção e interesse por estas questões. Todavia, tomar a atitude de interessar-se é um processo mental; é uma manifestação de vontade que precede a qualquer ação prática.
REGRA NÚMERO 2 – ESTUDAR PARA EXPANDIR A SUA INTELIGÊNCIA FINANCEIRA
Expandir os conhecimentos financeiros e as habilidades para manejar dinheiro depende de estudo. Se estudar é fundamental, por que poucos o fazem? Entre algumas razões destacamos o fato de que estudar é um ato solitário, exige tempo, recolhimento, paciência e disciplina. Outro aspecto é que muitos não descobriram que há outras formas de estudar além de forma tradicional.
Se você quer melhorar as suas condições, é necessário expandir a sua inteligência financeira. Estudo sem ação não produz resultado; ação sem estudo pode produzir resultados negativos. A questão é que as pessoas são diferentes, têm estilos e inteligências diferentes; por isso, a maneira de estudar deve estar de acordo com o tipo de inteligência de cada um. É importante frisar dois pontos:
Se você tem “inteligência numérica”, você aprende com mais facilidade ao estudar por meio de métodos quantitativos e recursos matemáticos. Essa característica é muito própria de engenheiros e economistas.
Se você tem “inteligência verbal-linguística”, você aprende mais lendo textos, ouvindo fitas, assistindo a exposições, e certamente não tem apreço por equações e números. Essa inteligência é muito presente nos oradores, nos políticos, nos pregadores religiosos e nos vendedores.
Já aqueles que têm “inteligência espacial”, como os arquitetos, os escultores e os estilistas, terão melhor proveito se adotarem métodos que usem imagens e figuras.
O importante é saber que há formas diferentes de aprender e cada um deve buscar aquela mais adequada ao seu tipo de inteligência. Estudar usando uma maneira não apropriada para a sua característica torna o estudo uma atividade enfadonha e pouco produtiva, além de dificultar o aprendizado.
Há várias formas e métodos que fazem do estudo uma atividade agradável e prazerosa. Identifique qual é o tipo da sua inteligência, descubra a maneira de estudar apropriada a você e expanda os seus conhecimentos e suas habilidades no trato com dinheiro.
REGRA NÚMERO 3 – ORGANIZAR A SUA VIDA FINANCEIRA
É imenso o número de pessoas que têm a vida financeira completamente desorganizada. Há dois tipos de organização: a burocrática documental e a operacional. A primeira diz respeito à ordem e à arrumação dos papéis e documentos, e seus respectivos registros; a segunda se refere ao planejamento (orçamentos e fluxos de caixa), à tomada de decisão e à execução de gastos e investimentos.
O primeiro passo para melhorar a gestão das finanças pessoais é arrumar os papéis e documentos e fazer os registros segundo uma técnica que faça sentido. Se você tem dificuldade em entender e classificar os documentos conforme a lógica contábil, procure ajuda de um financista ou contador. De início, já há uma vantagem: a elaboração de sua declaração de imposto de renda ficará bem mais fácil.
Na disputa por clientes, os bancos passaram a fornecer orientação e programas de computador direcionados a pessoas físicas; esses programas servem para registro de patrimônio, renda, gastos, aplicações financeiras e outras peças como orçamento e fluxo de caixa.
REGRA NÚMERO 4 – PLANEJAR AS SUAS METAS FINANCEIRAS
Há um provérbio que afirma não haver bons ventos para um barco que não sabe aonde quer ir. Na vida financeira também é assim. Não basta ter objetivos genéricos; é preciso ter metas. Defino “meta” como sendo o objetivo devidamente quantificado. Se você tem um objetivo do tipo “quero ter reservas financeiras quando me aposentar”, você tem apenas um objetivo geral; por mais que trabalhe para atingi-lo, não será possível fazer avaliações consistentes ao longo do caminho. Agora, se você diz “quero ter reservas de “X” mil reais quando chegar aos 60 anos”, bem, aí sim você tem não apenas uma, mas duas metas: 1) atingir “X” mil reais; 2) aos 60 anos.
O planejamento das suas metas financeiras é importantíssimo, e por uma razão muito simples: se você deixar claro o que quer obter, definindo quando e quanto, você terá “alvos” que vão balizar as suas ações em relação aos ganhos, aos gastos, à poupança e aos investimentos. Meta é isso: objetivos quantificados em termos de valores e prazos.
REGRA NÚMERO 5 – DISCIPLINAR-SE PARA EXECUTAR OS SEUS PLANOS COM ÊXITO
“Disciplina” é a capacidade de executar as decisões tomadas e realizar as ações planejadas, no tempo certo, na medida prevista e da forma correta. Não é fácil ser disciplinado; exige força interior, perseverança, organização e método. Disciplina é, possivelmente, a mais importante característica da competência.
Quando você faz um planejamento financeiro, é preciso deixar espaço para modificações corretivas, que são necessárias em função da mudança dos fatos da vida. Um bom planejamento é aquele que define uma faixa larga; você pode pender ora para a direita, ora para a esquerda, mas se permanecer entre as linhas da faixa, os seus objetivos serão atingidos. Um planejamento que trace uma linha única, sem possibilidade de alterações para mais ou para menos, acaba virando uma camisa de força impossível de ser cumprida. As ações do futuro são sempre planejadas tomando por base um cenário previsto. Considerando que a realidade sempre acaba apresentando muitas diferenças em relação ao previsto, o planejamento deve ser flexível para permitir correções de rumo. Se o plano for flexível, as ações poderão ser adaptadas e as alterações de cenário não serão pretexto para deixar de cumprir as metas.
A disciplina é uma característica que embora esteja ligada a traços da personalidade do indivíduo, pode ser aprendida. O ser humano pode no tempo que lhe é concedido viver, adquirir características e habilidades, pela educação, pelo estudo, pela experiência e pela dor.
Por isso lembre-se das cinco regras de ouro para o sucesso financeiro:
Um sexto e importantíssimo passo é CONFIE EM DEUS, peça a Ele ajuda e sabedoria para controlar suas finanças. Devolva a Deus os Dízimos e Ofertas, seja fiel e Ele lhe compensará.
“Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.” Salmos 37:5