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Redação NT 31/03/2018 | completo


No programa de hoje vamos discutir sobre o trabalho informal e o impacto na economia. Para este debate recebemos o economista Edson Trajano. Vamos falar também a respeito de um estudo que diz que 4 em cada 10 casos de câncer podem ser evitados. Nos destaques temos um  comercial retirado do ar acusado de racismo, o atentado a tiros contra a comitiva do ex-presidente Lula e o presidente reeleito no Egito.

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  • Karina Zarocinski Souza Horn em 12 de abril de 2018 18:42

    Gosto muito da NT, mas neste programa vocês pisaram muito na bola, por dois motivos.

    1. Preconceito contra o ex-presidente Lula. Vocês falaram que ele mereceu a hostilidade ou inventou que levou tiros. Ainda por cima, citaram Jair Bolsonaro, um senhor violento. Eu jamais esperaria isso de uma TV religiosa como a NT. Esperaria de pseudocrentes como o Malafaia.

    Da NT eu esperava prós e contras sobre o Lula e não contra e mais contra.
    Abaixo uma matéria que prova que ele foi vítima de tiros:
    https://www.cartacapital.com.br/sociedade/tiros-em-caravana-vieram-de-fazenda-cujo-dono-teve-conflitos-com-mst

    Acredito que vocês devam consertar o que disseram e informar com leveza o ouvinte, pois discurso de ódio nós já vemos na globo e na veja.

    J
    Talvez Jesus votaria em Lula, pois ele era a favor de dividir as riquezas, e contra a violência que o Bolsonaro espalha – e o comentarista endossou nesse capítulo.

    2. Vocês debocharam da jornalista e interromperam ela algumas vezes. Debocharam do inglês dela, não deixaram ela concluir suas ideias algumas vezes e desdenharam a pertinente pergunta que ela fez para o especialista, sobre qual seria a solução para o emprego no Brasil.

    Deu a impressão que vocês entendem que ela é um ser abaixo de vocês, homens inteligentes. Mas não é. A mulher é tão, ou mais inteligente que o homem, tanto que Jesus andava com elas e Deus escolheu uma delas, Ellen White, para ser sua porta voz atual.

    Portanto, creio que vocês devam melhorar a postura jornalística e aproximá-la da seriedade cristã adventista, com um discurso com menos ódio e sem misoginia ou mansplaning (homem sempre achando que tem que explicar ou concertar o que a mulher falou).

    Senão, meus caros, vocês serão só mais do mesmo, o que não é a missão adventista. Não é pra ser igual a Globo e o Malafaia que a NT existe, mas sim para mostrar um jornalismo ético, isento, respeitoso, que dá voz a todos os envolvidos.
    Isso que Cristo iria querer.