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Adiada para terça votação do Código Florestal

 

A votação do novo Código Florestal na Câmara foi adiada devido a divergências sobre o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Irritado com a resistência do deputado de retirar do projeto a dispensa de reserva legal para propriedades de até quatro módulos e a garantia de áreas consolidadas, como as plantações de arroz em várzeas, o governo federal iniciou operação para evitar uma possível derrota na votação.

Após quatro reuniões frustradas para debater o tema ao longo do dia, o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP) convocou os líderes da base no início da noite para seu gabinete. A reunião teve também a participação dos ministros das Relações Institucionais, Luiz Sergio, do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e da Agricultura, Wagner Rossi.

O governo percebeu que não teria maioria se o projeto fosse votado hoje. A proposta de adiar a votação de hoje para a próxima terça partiu da própria base aliada, a partir do pedido do líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves.

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva e ambientalistas pediram terça-feira (3) ao ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, que o governo trabalhasse para adiar a votação do Código Florestal. Em entrevista à Rádio Novo Tempo, Marina afirmou que o texto a ser colocado em votação tem “pegadinhas” e citou como exemplo o ponto incluído por Rebelo que autoriza os municípios a não seguirem a regulamentação do Código Florestal em áreas destinadas à produção de alimentos, desde que essa produção seja declarada de interesse nacional.

Ouça a entrevista:

Fonte: Zero Hora

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