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Nova Chance | Alívio para o coração aflito.

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Sem dúvida. Tem resposta. Aceite e seja feliz!

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Padre diz em missa que namorada está grávida!

“A gente passou por essa crise, entre a fé e o amor, mas depois que revelamos fiquei aliviada. Estou feliz”, declara Emília Carneiro que ficou grávida do padre Gerônimo Moreira, de 32 anos.

“Eu fiquei emocionado e chorei muito, quase a igreja toda chorou”. Lembra Gerônimo que leu uma carta durante as missas do último domingo (25), anunciando a decisão.

“Com o tempo fui observando que na nossa amizade tinha algo a mais: o amor, mas sempre procuramos deixá-lo só no nível da amizade, pois dizia que, se por acaso eu percebesse que não conseguiria manter o celibato, deixaria antes o ministério para não escandalizar a comunidade. Mas por ironia não aconteceu como eu pensava e nos envolvemos concretamente e hoje ela está grávida e eu quero assumir a paternidade”, diz, em um trecho da carta.

Gerônimo conheceu Emília Carneiro, hoje com 23 anos, em 2007, quando ainda era seminarista. “Eu a conheci dia 20 de setembro de 2007 em um encontro do grupo de jovens. A gente começou uma amizade e despertou algo diferente, mas eu pensava que seria padre e que não haveria essa possibilidade”, declara Gerônimo que se tornou padre em novembro de 2009.

Desde 2012, quando ocorreu o primeiro beijo, Gerônimo e Emília mantiveram o sentimento em segredo. “Ninguém desconfiou, e se desconfiavam, não falavam. Somente nós dois sabíamos”, garante em entrevista ao o portal (g1.com.br). Quando falou a reportagem de Brenda Coelho, Emília estava nos três meses de gestação. Ela trabalha em uma escola no interior da Bahia como secretária. Gerônimo desde segunda-feira (26) faz bicos: “Por enquanto trabalho como pedreiro, porque só tenho formação geral em filosofia, que não é reconhecida. Vou tentar faculdade na área de engenharia pelo conhecimento que já tenho na área de construção civil”.

Esse caso nos leva a pensar sobre o celibato e os dogmas católicos. A obrigatoriedade do celibato sacerdotal pela igreja de Roma é prática adotada há menos de mil anos. Vários dos primeiros papas foram casados. O celibato sacerdotal na Igreja Católica foi instituído no ano 390 — portanto, a Igreja viveu quase quatro séculos sem ele. A informação é do colunista da Revista Veja, Reinaldo Azevedo que publicou, também, em seu blog no dia 28 de outubro de 2007, o seguinte:

“O celibato pode ter sido útil em tempos bem mais difíceis da Igreja. A dedicação exclusiva à vida eclesiástica pode ter feito um grande bem à instituição. Mas é evidente que se tornou um malefício, um perigo mesmo, fonte permanente de desmoralização. A razão é mais do que óbvia. A maioria dos padres, é possível, vive o celibato e leva a sério o seu compromisso. Mas é claro que o sacerdócio também se tornou abrigo de sexualidades alternativas, que não têm a mesma aceitação social do padrão heterossexual. E que se note: também existem desvios de conduta de padres heterossexuais”.

É verdade, Pedro teve sogra, e é de se supor que tinha ou teve uma mulher: “E Jesus, entrando em casa de Pedro, viu a sogra deste acamada, e com febre. E tocou-lhe na mäo, e a febre a deixou; e levantou-se, e serviu-os”. Está em Mateus, 8:14-15.

Na Primeira Epístola a Timóteo, São Paulo recomenda:

“Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar. Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento” (I Tim, 3:1-3).

O envolvimento afetivo de dois religiosos de sexo oposto não é pecado. O sexo antes do casamento sim. A fé não anula o amor, e isso não tem nada com dogmas.

O amor é paciente, não é adúltero. Homens de fé também estão sujeitos a tropeços espirituais. A misericórdia do Senhor é para todos os pecadores. Assuma seus erros e reconheça sua total dependência de Deus. Não esconda a verdade, seja fiel ao Líder que não falha, Jesus!

Tenha esperança!

J.Washington

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Dominguinhos morreu. Quando estivermos no Céu iremos nos reconhecer? Veja o que a bíblia diz.

Considerado o sanfoneiro mais importante do país e herdeiro artístico de Luiz Gonzaga (1912-1989), José Domingos de Morais, morreu às 18h desta terça-feira (23), em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas. O músico Dominguinhos,72 anos. Ele lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão.

O sanfoneiro mais famoso

Dominguinhos: o sanfoneiro mais famoso do Brasil

Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Dominguinhos foi transferido para a capital paulista em 13 de janeiro. Antes, esteve internado por um mês em um hospital no Recife.
O músico nasceu em Garanhuns, no agreste de Pernambuco. Conheceu Luiz Gonzaga com 8 anos. Aos 13 anos, morando no Rio, ganhou a primeira sanfona do Rei do Baião, que três anos mais tarde o consagrou como herdeiro artístico. Segundo o portal G1. A amizade de Gonzagão e Dominguinhos foi marcante. Ambos cantaram sobre a cultura nordestina e brasileira, eram poetas que valorizavam sua terra.

Agora, queremos refletir sobre a nova terra, sobre a vida após a morte. Algumas pessoas já se perguntaram: “quando estivermos no Céu iremos nos reconhecer?”. Você pode indagar: “Ganzaga e Domingos vão se reconhecer?”  Outra possibilidade: “Uma mãe vai reconhecer um filho?”

Ao Jesus voltar (João 14:1-3; Apocalipse 22:20) seremos transformados e estaremos com Ele “em nosso próprio corpo”. Isto pode ser aprendido de Lucas 24:36 a 43. Depois de ressuscitado, Jesus apareceu entre os discípulos. E, ao verem-no ficaram surpresos e “acharam estar vendo um espírito” (verso 37). Mas Jesus disse: “Por que estais perturbados? E porque sobem dúvidas ao vosso coração? Vede minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo: apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (versos 38 e 39).

Ao dizer isto, o Senhor lhes mostrou as mãos e os pés, para eles verem que o Salvador era de carne e ossos (verso 40). E, por não acreditarem ainda, pediu algo que comer. Os discípulos lhe apresentaram um pedaço de peixe e um favo de mel e Ele comeu na presença deles! (versos 41 a 43).

Sendo Cristo o “primogênito dos mortos” (Apocalipse 1:5), ou seja, o primeiro em importância, a ressurreição dEle serve de modelo para a ressurreição de todos os justos. Assim como Cristo subiu para o Céu com um corpo glorificado, também teremos um corpo glorificado (Filipenses 3:20, 21) para que possamos ter uma vida normal no paraíso, onde poderemos tocar as pessoas que amamos e até nos alimentarmos. Em Mateus 26:29 Cristo diz aos discípulos que “não beberia mais do fruto da videira até aquele dia em que iria beber novamente com eles no reino de Deus”. Vemos claramente que no céu seremos pessoas “reais”, e não “espíritos desencarnados”. Teremos corpos transformados à imagem do corpo glorioso de Jesus. (Filipenses 3:20 e 21; I cor. 15:51 a 53).

Você já pensou o quanto seria ruim se, ao ir para lá, você abraçasse um ente querido e seus braços “cruzassem” o “espírito” da pessoa que tanto gosta? A vida seria muito triste! Demos graças a Jesus por Seus planos para nós serem muito melhores do que aqueles apresentados pelo espiritualismo. Vejamos outro verso:

“Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus”. Mateus 8:11.

Se iremos conhecer no Céu Abraão, Isaque e Jacó, é mais do que óbvio que reconheceremos nossos queridos!
Esses fatos (tomar suco de uva e sentar-se na mesa com Abraão, Isaque e Jacó) ensinam que no Céu iremos nos alimentar – evidência clara de que seremos seres reais e não “espíritos”. Além disso, a Bíblia diz que comeremos da árvore da vida (Apocalipse 22:2).

Outro fato que nos leva a concluir que no Céu seremos conhecidos é o de que Jesus, após a ressurreição dEle, foi conhecido. Nós seremos transformados por Deus (nosso corpo mortal se revestirá da imortalidade – veja 1 Coríntios 15:51-53), mas, nossa individualidade e personalidade serão preservadas. Para Deus não haveria graça alguma se nós não fôssemos nós mesmos. Ele nos ama do modo como somos.

Apesar de nossa individualidade ser preservada, nosso caráter será transformado em um caráter puro. Mas isso não fará com que esqueçamos quem somos e quem são nossos familiares queridos. Não sofreremos nenhuma espécie de “lavagem cerebral”.

Logo chegará o dia em que os mortos serão ressuscitados (João 5:28-29) e arrebatados para o céu (1 Coríntios 15:51-53; 1 Tessalonicenses 4:13-18), onde poderemos viver de uma forma tão maravilhosa como jamais sonhamos.

Portanto, não perca essa chance. Aceite a Jesus como seu salvador pessoal, creia na morte e ressurreição dEle e entregue o seu coração a Deus:

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. Apocalipse 3:20.

Fazendo isso você estará se preparando para a eternidade.

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16.

Seja feliz!

J.Washington
Leandro Quadros

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Daniela Mercury ‘casa’ com mulher. O que a Bíblia diz sobre sua liberdade individual?

“Nosso casamento foi assim: dias atrás, passamos por Paris e, naquela cidade romântica, compramos as alianças e trocamos os anéis. Colocamos as alianças e fomos à Sacré-Coeur, já que somos as duas católicas. Fomos fazer nossas orações e pedir proteção”, revelou em entrevista para a revista “Veja”. Daniela disse que após se unir à Malu Verçosa, ligou para a família para comunicar a ‘união’ na França.

Publicado em rede social por Daniela Mercury

Publicado em rede social por Daniela

“A gente não se casou de papel passado, mas a gente tem alianças nas mãos, alianças no coração e vamos, a partir de agora, viver uma vida juntas. É o único jeito de lidar com tranquilidade, de não se deixar passar por preconceito, nem deixar de viver com dignidade, com minha liberdade individual”. Declarou ao G1.

O livre arbítrio, a liberdade, que Daniela se refere é de fato um direito dado por Deus. Ele respeita nossas escolhas, mesmo que não concorde. O Criador não deseja que ninguém seja infeliz, porém, convida para um nova chance:

“Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” (2 Pe. 3:9)

O fato de Deus ter um conhecimento do futuro, não faz com que Deus interfira em nossas decisões. Por exemplo: Deus nos deu o livre arbítrio. Podemos escolher amá-lo e servi-lo ou podemos escolher nos afastar dEle. Deus não interfere nas escolhas que fazemos e jamais força a nossa vontade.

Ele nos convida amorosamente, por todos os meios possíveis, para escolhermos o lado da verdade e da justiça. Mas se escolhermos o contrário, Deus respeita nossa escolha. Tanto que Deus respeitou a escolha de Lúcifer, de Adão e Eva e de todas as criaturas do seu reino.

Josué convidou os seus compatriotas a escolherem a quem desejariam servir: Josué 24:15 “escolhei hoje a quem ireis servir”. Alguns preferem chamar esta habilidade de Deus conhecer o futuro de Pré-ciência de Deus. Ele sabe o que irá acontecer, antes que aconteça. Ele sabe, mas não interfere nas escolhas que são nossas.

Não é uma predestinação, porque não estamos presos a nada. Não estamos predeterminados a fazer isto ou aquilo. Somos totalmente livres para escolher o que quisermos. O que nos ocorre é fruto de nossas escolhas e das escolhas daqueles que estão ao nosso redor. Jesus em duas ocasiões lembrou aos seus discípulos da sua habilidade divina de conhecer o futuro, para reforçar a fé dos discípulos nele:

João 13:19 – “Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU.”

João 14:29 – “Disse-vos agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais.”

Deus é poderoso e sabe todas as coisas. Coloca o livre-arbítrio dos seres criados como algo inviolável em todo o Seu reino. Você está surpreso com a notícia da escola de Daniela Mercury?

Vivemos dias muito parecidos com os que a sociedade enfrentou antes do dilúvio.

Ao longo das Escrituras encontramos inúmeros incidentes em que pessoas, fazendo uso de seu livre-arbítrio, afastaram-se do plano de Deus, e acabaram tendo de suportar as desastrosas consequências de suas próprias ações. Foi assim que o pecado entrou no mundo (Gênesis 3), e a despeito das advertências divinas (Gênesis 2:15-17).

Foi também assim que muitos idólatras israelitas acabaram perdendo a vida (Êxodo 32), em decorrência de sua atrevida desobediência às leis divinas (Êxodo 20:1-6). E será pela obstinada recusa de aceitar o convite divino à salvação que muitos sofrem em caminhos que não são de Verdade e Vida. Quem é o Senhor em sua vida?

Jesus veio salvar a todos, mas Ele não obriga ninguém a aceitar. Cada pessoa tem a liberdade para escolher. Infelizmente, no passado, muitos não aceitaram a salvação oferecida.

A Bíblia diz em João 1:11 que Jesus  “veio para o que era seu, e os seus não o receberam”.  Jesus veio salvar, mas Ele não obriga ninguém a aceitá-Lo. É uma escolha da livre vontade.

Seja feliz!
J.Washington

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Papa Francisco: decreto dominical e volta de Cristo.

Bergoglio, agora papa Francisco I, nasceu em 17 de dezembro de 1936 na capital argentina, filho dos italianos Mario Bergoglio, um funcionário ferroviário, e Regina. Ele cresceu na capital argentina, onde começou a estudar e se formou como técnico químico, mas pouco depois escolheu o sacerdócio, decisão que o levou ao seminário do bairro portenho Villa Devoto. O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, 76, arcebispo de Buenos Aires, é o primeiro papa latino-americano da história. É também a primeira vez que o cargo é entregue a um membro da Sociedade de Jesus. Ele obteve ao menos 77 votos dos 155 cardeais de todo o mundo que participam desde terça-feira (12) do conclave, na Capela Sistina, no Vaticano. O conservadorismo do novo papa é conhecido por declarações contra o aborto e a eutanásia. Além disso, embora ressalte que homossexuais merecem respeito, Bergoglio é contra o casamento gay.

Veja o que  autoridades dizem no programa Especial Novo Tempo – Roma: entre a cruz e a espada  

Link para acesso:  http://migre.me/dF5NX

papaO papado e a volta de Jesus

O período dos 1260 anos se refere à grande perseguição profetizada por nosso Senhor (Mateus 24: 15-22). Quando Cristo se ergueu da sepultura, tornou-se então o legítimo representante desse mundo. Sua morte reconciliou o mundo com Deus, e o acusador, o diabo, não tem mais direito algum sobre ele. Não admira que uma exclamação de triunfo fosse ouvida no céu! E mais, os habitantes do céu falam do diabo como “acusador de nossos irmãos”. Os anciãos sabiam alguma coisa de seu poder, pois também eles tinham-no enfrentado em combate mortal. O acusador e enganador fora finalmente lançado fora de seu lugar de usurpação, e Cristo, o segundo Adão, tornou-se nosso representante.

Agora é revelada a causa oculta das grandes lutas da igreja. O diabo, sabendo que perdera a batalha contra Deus, e reconhecendo que lhe resta pouco tempo, está agora concentrando todo o seu poderio contra os seguidores de Cristo. Ao profeta foi mostrado este inimigo de Deus e do homem perseguindo a mulher – a igreja. Até a morte de Cristo, Satanás estava ansioso por reunir outros mundos em torno de si para rebelião contra Deus. Mas agora ele está derrotado. Assim ele transfere toda a sua energia para o combate à igreja. Para escapar aos ataques do inimigo, a igreja foge para o deserto, para um lugar que Deus lhe preparou, e aí é sustentada por 1260 dias proféticos, ou anos. Este período é mencionado sete vezes em Daniel e no Apocalipse: (1) Daniel 7:25; (2) Daniel 12:7; (3) Apocalipse 11:3; (4) Apocalipse 11:3; (5) Apocalipse 12:6; (6) Apocalipse 12:14; (7) Apocalipse 13:5.

Começou como já vimos, com o decreto de Justiniano em 538 A.D., e terminou com o fim do domínio papal em 1798. Lugares ermos como os vales do Piemonte e as sólidas montanhas dos Alpes e mesmo a América recém descoberta, tornaram-se um céu de refúgio para o perseguido povo de Deus. Em Apocalipse 12:15 lemos: “A serpente lançou de sua boca , atrás da mulher, água como de um rio.” Água em profecia representa povo: (Apocalipse 17:15). Durante a supremacia papal, diferentes povos foram usados no esforço de destruir o fiel e verdadeiro povo de Deus. As páginas da História estão manchadas com sangue de amargas perseguições e impiedosos massacres. Tudo isto não foi em vão; ao contrário, “o sangue dos mártires foi semente da igreja”.

O céu rejubila na vitória dos santos sobre o poder do dragão. “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho”. (Apocalipse 12: 11). O profeta observa que outra tentativa, e mais sutil, é feita para destruir a igreja. O inimigo lança de sua boca um dilúvio para arrastar a mulher. Com efeito, um dilúvio de falsos ensinadores saturados de evolucionismo e filosofias humanas tem-se levantado para opor-se à verdade de Deus. Isto tem sido especialmente desde o fim dos 1260 anos. A água vinha da boca da serpente. O que não logrou por meio de exércitos de falsos educadores. A propaganda mentirosa e “falsamente chamada ciência”(1 Timóteo 6:20) alcançará o seu clímax na batalha final contra a verdade.

Para fazer frente a esse novo ataque, “a terra abriu a sua boca”. Através dos séculos a terra tem ajudado a mulher, providenciando refúgio para o perseguido povo de Deus. Mas esse novo ataque vindo da boca da serpente tem sido derrotado de outro modo. Um século atrás veio à existência a nova ciência da arqueologia, e das cidades sepultadas no passado, as evidências se acumularam provando a Bíblia e confirmando a exatidão dos seus registros. Maravilhosas descobertas nos campos da Arqueologia, da História e da Geologia robusteceram e vindicaram a palavra de Deus. A pedra de Rosetta, descoberta em 1799, tornou-se a chave do passado, permitindo aos estudiosos aprenderem as línguas do Egito, desse modo abrindo ao conhecimento toda a história do passado. Milhares de descobertas tem sido feitas em confirmação com a História bíblica. A terra tem aberto, sem dúvidas, a sua boca, e as próprias pedras estão clamando aos ouvidos dos cépticos: “A tua palavra é a verdade”.

A maior e final tentativa de Satanás será feita contra a própria última igreja chamada neste capítulo “o resto da sua semente”. Estes entes leais, obedientes aos mandamentos de Deus e possuindo “o testemunho de Jesus, permanecem como fiéis testemunhas. “Desde o início do grande conflito no céu, tem sido a intento de satanás subverter a lei de Deus. Foi para realizar isto que entrou em rebelião contra o criador e sendo expulso do céu, continuou a mesma luta na terra. O último grande conflito entre a verdade e o erro não é senão a luta final da prolongada controvérsia relativa à lei de Deus”.

Em toda grande crise da história Deus tem tido fiéis servos cuja obediência a ele era mais preciosa do que a vida. O profeta Isaías, escrevendo num tempo em que a verdade estava sendo comprometida, falou dos que eram leais a Deus como sendo o seu “remanescente’ (Sofonias 3:12,13; Miquéias 4:7.) Na última grande crise do século, Deus terá um “remanescente” leal que por sua graça permanecerá firme pela verdade e pela justiça. João descreve este remanescente como aqueles que “guardam os mandamentos de Deus e tem a fé em Jesus”, testemunho este que o anjo declarou ser “o espírito de profecia”. (Apocalipse 12:17; 19:10). Por meio de sua palavra e os conselhos de seu Espírito, Deus está, mesmo agora, preparando esse “remanescente” para estar de pé “no dia mau”, quando os principados e potestades e “os príncipes das trevas deste século” farão seu último ataque à igreja. (Efésios 6:12,13 – 2 Tesssalonicenses 2:9-13).

É por meio do “remanescente” que Deus está dando sua última mensagem de misericórdia ao mundo e revelado ao mesmo tempo as maquinações do “homem do pecado”, cujo sistema de falsificação da salvação tem obscurecido o glorioso evangelho de Cristo e sua graça salvadora. A igreja que “está aguardando a vinda do senhor” “nenhum dom lhe falta”, diz o apóstolo Paulo. (1 Corintios 1:7). Deus tem seus servos em todas as partes da terra. Estes está Ele reunindo por meio do poder do evangelho eterno que é proclamado para “toda a nação , e tribo, e língua e povo “. (Apocalipse 14:6). Isto é claramente expresso na seguinte citação de Ellen White:

“Entre os habitantes do mundo , espalhados por toda terra , há os que não tem dobrado os joelhos a  Baal . Como as estrelas do céu , que aparecem à noite, esses fiéis brilharão  quando as trevas cobrirem a terra , e densa escuridão os povos . Na África pagã , nas terras católicas da Europa e da América do sul, na China, na Índia, nas ilhas do mar e em todos os recantos da terra , Deus tem  em reserva um firmamento de escolhidos que  brilharão em meio às trevas , revelando claramente a um mundo apóstata  o poder transformador da obediência a sua lei” (Profetas e Reis , pp. 188, 189).

Quando o paganismo invadiu a igreja, trouxe consigo apenas as suas vestimentas e os mistérios, mas também o seu espírito de intolerância. Quando o homem cessa de agir por amo , recorre à força. A igreja perdeu sua missão no mundo. Quando a primeira igreja começou a perder o seu “primeiro amor”, perdeu também a sua visão. Quando entrou na política, caiu de seu elevado estado espiritual. Em vez de continuar como um poderoso movimento missionário preocupado apenas em levar as boas novas de salvação a todos os homens em todos os lugares, ela começou a transformar-se numa grande instituição financeira, com declarado objetivo de reger as nações. Em vez, pois, de almejar a volta de Cristo, acompanhado por seus anjos, com poder e grande glória, como a consumação de suas esperanças, esta igreja apóstata começou a ensinar que sua missão ao mundo era estabelecer-se com liderança política no mundo mediante um assim chamado governo espiritual, introduzir o reino de Deus na terra.

Este conceito da igreja e seu trabalho foi uma completa inversão da mensagem apostólica. O livro de Santo Agostinho “A Cidade de Deus”, interpreta Apocalipse 20 de modo que signifique o domínio da igreja sobre as nações. Nos dias dos apóstolos, a igreja fez tremendas conquistas espirituais, verdadeiramente ela “saiu vencendo e para vencer”. Sobreveio, porém, uma mudança. Paulo falou desses acontecimentos como de uma “apostasia”, a qual , ele disse, daria surgimento ao homem do pecado, que exaltaria a si mesmo no templo de Deus, declarando-se Deus, e que sob o disfarce do cristianismo, corromperia a verdade e se oporia a quem quer que dele dissentisse, segundo. (Tessalonicenses 2:3,4).

O declínio do poder espiritual dentro da igreja estabelecida não foi de súbito. A história da igreja mostra os passos trágicos que finalmente puseram a autoridade civil e religiosa numa só mão. Papas sedentos de poder arrogaram-se o título de “substituto de Deus na terra”, assim usurpando as prerrogativas da divindade. Arrogando-se sucessores de Pedro, pretendiam autoridade, não sobre a igreja apenas, mas sobre todo o mundo. Inocêncio III, por exemplo, (papa de 1198 – 1216), escreveu que “assim como o sol e a lua estão postos no firmamento, o maior como luz do dia, e o menor para iluminar a noite, há dois poderes na terra: o maior, o pontifical e o menor, o real”. Propondo reis e depondo reis, os pontífices tinham aí o seu passatempo. Pisoteando os direitos da consciência, esses governantes medievais dominavam príncipes, estados e parlamentos, compelindo a submissão por meio do mais terrível engenho da tirania, a Inquisição. Maquinandoe esquematizando para ganhar mais poder, esta igreja dominante continuou a destruir “os santos do Altíssimo”, e a atentar contra a lei de Deus. (Daniel 7:25). Isto devia continuar por 42 meses.

Este período profético, já foi por João introduzido cinco vezes em três diferentes modos, enquanto Daniel dele fala duas vezes. O método de expressão usado por João como por Daniel é “um tempo, e tempos, e metade de um tempo”. (Apocalipse 12:14; Daniel 7:25; 12:7). Um “tempo” é modo hebreu de expressão para um ano. (Daniel 14: 16; 11: 13). A conclusão é clara e convincente. Um “tempo” seria um ano ou 360 dias, dois “tempos” seriam iguais a dois anos” ou 720 dias, meio “tempo” igualaria a meio ano, ou 180 dias . O total é 1260 dias. A expressão “42 meses” chama a atenção. Um mês profético consiste em 30 dias  (proféticos), assim 42 meses multiplicado por 30, daria 1260 dias ( anos). Autoridades bíblicas concordam que em profecia, um dia representa um ano. Começando com o decreto de Justiniano 538 A.D., o período nos leva a 1798 . Dois séculos e meio antes desta data significativa, a Europa estava .sendo assolada por uma revolução de idéias oriundas especialmente da reforma protestante. Nação após nação sacudia sua subserviência a autoridade eclesiástica.

A profecia bíblica predisse não apenas o surgimento do papado, mas também sua queda. Este poder que pretendia falar em nome de Cristo estava na realidade falando contra ele. Todos os reformadores, sem exceção, falaram dessa igreja apóstata como o “anticristo”. A palavra “anti” significa “contra, rivalidade ou suplantação”. O papismo preenche ambas as ideias, como os fundadores da reforma do século XVI tão habilmente mostraram. Mas o poder arrogante e blasfemo estava se aproximando do fim do período que lhe foi permitido dominar, e os acontecimentos políticos estavam trabalhando para o seu colapso. Napoleão, uma das mais poderosas figuras da História, começou depressa a mudar a face da Europa. Foi durante as guerras Napoleônicas que a cabeça papal dessa besta heterogênea foi “como que ferido de morte”. Verso 3. “Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto”. Verso 10. Em 1798, o General Berthier, de modo algum um general forte, aprisionou o papa Pio VI. Este papa ficou exilado até sua morte, um ano depois. Durante esse tempo não houve papa reinante. Com que notável precisão cumpriu-se de modo cabal o período profético de 1260 anos!

João, porém, não predisse apenas que essa cabeça seria ferida e levada ao cativeiro, mas declarou que sua ferida mortal seria curada. Então, disse ele, “todo o mundo se maravilhou após a besta” (Verso 3) – Predição esta sobremodo notável. Quando a Itália foi unificada sob a revolução de Garibaldi (1866 – 1870), a igreja foi privada até de suas terras, ficando o papa como o virtual prisioneiro no Vaticano. 59 anos mais tarde , em 11 de fevereiro de 1929, a famosa concordata assinada por Mussolini e o cardeal Gaspar, restaurou parte das terras, sendo que a partir daí o papa voltou a ser contado entre os soberanos da terra. O relator oficial da igreja descrevendo este histórico acontecimento, disse: “estamos testemunhando agora o significado deste documento. Ao fluir a tinta dessa pena, estará sendo curada a ferida de 59 anos”.

Até o observador mais casual é compelido a reconhecer o rápido crescimento e o prestígio internacional em poder da igreja católica Romana. Ela exerce nos negócios do mundo hoje uma influência maior do que em qualquer outro tempo de sua longa e movimentada história. E essa influência está sendo cada vez mais sentida nos Estados Unidos. Ao identificar esse poder perseguidor, seria bom ficar claro, que não podemos ter nenhuma espécie de preconceito ou hostilidade contra pessoas, suas crenças ou sua denominação. Jesus quer salvar a todos, e o nosso dever como cristãos, é aceitá-los com o amor de Cristo, procurando orientá-los com toda humildade e afeição.

Palavra oficial

Como adventistas, amamos a volta de Cristo. Essa é nossa grande esperança. Precisamos ter, porém, muito cuidado no sentido de não criar um clima de alarmismo sobre o assunto. Quando isso acontece, a esperança se transforma em dúvida e confusão. “Nossa posição tem sido a de esperar e vigiar, sem proclamações de algum tempo para interpor-se entre o fim dos períodos proféticos em 1844 e o tempo da vinda de nosso Senhor” (Eventos Finais, p. 32).

A marcação de datas não é plano de Deus. Cada vez que elas são estabelecidas e não se cumprem, a fé e a esperança ficam abaladas. Ellen White já previa que “sempre haverá movimentos falsos e fanáticos feitos na igreja por pessoas que pretendem ser dirigidas por Deus – pessoas que correrão antes de ser enviadas, e darão dia e data para o cumprimento da profecia não cumprida. O inimigo se agrada de que assim procedam, pois seus sucessivos fracassos e direção em sentido falso, causam confusão e incredulidade’ (Ibidem, p. 32). Por favor, não dê ouvidos a essas pessoas e suas mensagens. Tenha sempre muito claro que:

1. Deus não apoia esses movimentos. Pessoas que andam espalhando datas, normalmente querem criar um “clima” de sensacionalismo e medo. Elas mesmas precisam de um empurrão para estarem preparadas. Podem estar bem-intencionadas, mas estão erradas. Acreditam que precisam reavivar a igreja, mas como sua mensagem não tem poder, resolvem explorar datas. Ellen White é clara quando diz que “Não devemos saber o tempo exato para o derramamento do Espírito Santo ou para a vinda de Cristo” (Ibidem, p. 30).

2. A Bíblia não define datas para os eventos finais. Ela sempre apresenta as características de um tempo. Não devemos nos concentrar em um dia, mas em um tempo. O dia não sabemos, mas o tempo é o que nós estamos vivendo. Pelas características, estamos muito perto. Ainda poderemos esperar alguns anos, ou tudo pode acontecer bem rápido, antes do que foi apresentado em sua igreja O importante é estar sempre preparado,

3. A marcação de datas enfraquece o preparo. Inconscientemente, muitos relaxam em seu preparo deixando para resolver questões espirituais mais perto do tempo marcado. ‘Deus não dá a nenhum homem uma mensagem de que decorrerão cinco, dez ou vinte anos antes que termine a história desse mundo. Ele não quer dar um pretexto para os seres viventes adiarem a preparação para o Seu aparecimento (Ibidem, p, 31).

4. Decisões movidas por agitação duram pouco tempo. Quando uma pessoa espera a volta de Cristo por outra motivação que não seja o amor a Ele, vai tomar decisões passageiras e frustrantes, movidas pelo medo do que vai acontecer. Às vezes, até parecem puras, sinceras e profundas, mas dependem de agitação para se manter.

5. Precisamos estar prontos a qualquer momento. Independente do dia em que Cristo vai voltar, ou do dia em que o decreto dominical vai ser oficializado, a vida de uma pessoa pode acabar hoje. Ê como se Cristo já tivesse voltado para ela. Precisamos ser como as virgens sábias que não esperaram a chegada do noivo para estar preparadas, mas têm sua provisão para qualquer tempo.

6. Acaba havendo confusão. Os constantes anúncios de datas para os eventos finais acabam trazendo um sentimento confuso, a ponto de, ao se cumprirem de verdade, muitos terem dificuldade em acreditar. Essa é uma obra do inimigo.

7. Cuidado com “novidades” Perto do fim, mais pessoas vão apresentar estudos de “novas” profecias, uma “nova” visão de alguns pontos da Bíblia ou mesmo a descoberta do tempo certo para o cumprimento de algumas profecias A verdade vai ser misturada com o erro. Essas pessoas vão se apresentar com ar de muita sinceridade ou trazendo estudos muito “profundos” e, por isso, vão enganar a muitos. A melhor saída é concentrar ávida espiritual no preparo diário, na comunhão, no testemunho e na freqüência à igreja, para que não sejam pegas desprevenidas. Continue amando a volta de Cristo, mas faça isso com os olhos voltados para Ele. Os sinais servem para aumentar a esperança e fortalecer a fé.

Seja feliz!

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Maçonaria: poder secreto que atua no Brasil não é bíblico.

Há hoje 58 deputados federais maçons no Congresso Nacional e outros seis senadores. “Uma das minhas propostas é organizar a bancada da maçonaria”, afirma Mozarildo, senador da República. “Imagine só: seria maior que a de muitos partidos de hoje.” No dia 9 de março, cerca de 40 mil homens que frequentam rituais secretos semanais, usam códigos para reconhecimento mútuo e se tratam socialmente como “irmãos” irão às urnas para escolher seu líder máximo. Em quase 3 mil lojas maçônicas pelo país, os maçons que ostentam o título de “mestre” do Grande Oriente do Brasil (GOB) –o maior ramo da maçonaria brasileira– irão escolher seu próximo soberano grão-mestre geral. Cheia de simbolismos, a organização reproduz internamente a hierarquia institucional da República, com deputados, juízes, governadores e outros. Dentro da instituição, e guardadas as proporções, o cargo em disputa equivale ao da presidente Dilma Rousseff. “A maçonaria precisa voltar a ser parte da elite estratégica do país; hoje somos só uma elite convencional”, afirma ao (folha.com), Benedito Marques Ballouk, membro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo.

Mostrado por Folha.com

Mostrado por folha.com

Ritos e símbolos da maçonaria

Os ritos e símbolos da maçonaria possuem um significado esotérico e espiritualista.

Os sacrifícios do Velho Testamento falavam a respeito de Jesus, que é “… o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). As ordenanças citadas na Bíblia tinham o objetivo de ensinar ao povo a respeito de Jesus, que viria um dia como sacrifício vivo em prol de toda a humanidade. Os israelitas, ao sacrificarem um animal, o faziam como demonstração de sua “crença no Salvador”, Jesus.

Já o simbolismo usado pela Maçonaria nada tem a ver com o sistema israelita, pois o símbolo do bode tem conotação espiritualista, bem diferente da que era dada pelo povo hebreu (símbolo de Cristo, que tira o pecado do mundo). Com isso, podemos ver que os sacrifícios do antigo testamento nada têm a ver com a maçonaria e os objetivos são totalmente opostos.

Outro fator que prova que os sacrifícios do Antigo Testamento não serviram de base para o uso dos símbolos pelos maçons, é que, ao Jesus ter morrido na cruz do calvário, ele cumpriu o significado daquelas ordenanças (Ef 2:15; Mc 15:38), ou seja, “aboliu” o uso dos sacrifícios. Isto porque o verdadeiro Cordeiro de Deus (JESUS CRISTO) já morreu por nós. Sendo assim, se o os sacrifícios já haviam sido abolidos por Cristo, isto indica que estes não serviram de base (pelo menos Deus não o ensinou) para o estabelecimento de alguma simbologia para expressar fé ou adoração a Deus.

Verdadeira adoração:

A verdadeira adoração é aquela feita “em espírito e em verdade” (Jo 4:23), ou seja, sem o uso de símbolos (lembremos que os cordeiros e bodes sacrificados pelo antigo Israel não eram de maneira nenhuma ‘adorados’). Deus proíbe o uso de imagens na adoração (Êx 20:4-5), pois a glória infinita de Deus não pode ser comprada com a glória do homem ou dos animais (Is 42:8). Usar símbolos para representar a Deus na adoração é o mesmo que “corromper-se espiritualmente” (Dt 4:15-19) é pecado, pois constitui em transgredir o mandamento de Deus (1 Jo 3:4).

SimbolosA idolatria é condenada por Jesus Cristo também no Novo Testamento (Mt 4:10) e inclusive será punida (Is 2:18-21; Ap 22:15).

Não nos esqueçamos que Deus jamais irá punir uma pessoa por um dia ter sido desobediente, mas sim por ‘continuar sendo’. Se você foi um idólatra no passado, mas hoje se decidiu pela verdadeira adoração, saiba que tens o perdão de  Deus e que é considerado pelo Pai Celeste como um filho Seu.

Para saber o significado destes símbolos, adquira algum livro evangélico que trate do assunto mais especificamente. Sugestão: J. Scott Horrell.  Maçonaria e Fé CristãSão Paulo, SP: Editora Mundo Cristão, 1995.

Seja feliz!

J.Washington

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Ultrassecreto: Sexo, corrupção e tráfico podem ser causa da renúncia do Papa.

Casos de mau uso de dinheiro, disputas de poder, relações homossexuais e até um plano para revelar a homossexualidade do editor de uma importante publicação católica, fazem parte do conteúdo de um “informe ultrassecreto”, com cerca de 300 páginas, elaborado por três cardeais, em que é denunciada uma suposta trama de corrupção, sexo e tráfico de influências no Vaticano, dentro da Cúria. O documento, que se refere a um suposto “lobby gay” dentro do Vaticano, foi entregue a Bento 16, em dezembro de 2012.  O jornal italiano ”La Reppublica” remete ainda a um escândalo ocorrido em 2010, quando um assessor do papa Bento 16 foi afastado por causa de um escândalo sexual envolvendo prostituição que abalou o Vaticano.

Com o título “Não fornicarás, nem roubarás, os mandamentos violados no informe que sacudiram o Papa”, o jornal sustenta que o ancião cardeal espanhol Herranz, da ordem Opus Dei, ilustrou ao Papa no dia 9 de outubro do ano passado, os “assuntos mais escabrosos” do relatório, em particular a existência de uma “rede transversal unida pela orientação sexual”. Outro grupo é especializado em montar e desmontar carreiras dentro da hierarquia vaticana e outro ainda aproveita para usar recursos multimilionários para seus próprios interesses à sombra da cúpula de “São Pedro” através do Banco do Vaticano, segundo a publicação do “La Reppublica”, repercutida no Brasil pelos sites: folha.com.br | g1.com.br e novotempo.com/novachance

Verdade ou mentira?

Verdade ou mentira?

Diante da revelações, Bento 16 se convenceu que um sucessor mais jovem, forte e enérgico é o melhor indicado para fazer uma limpeza na instituição milenária e por isso teria decidido deixar o “Trono de Papa”, sustenta a revista “Panorama” e o jornal “La Reppublica”. Bento 16 está sendo muito corajoso e aproveita os últimos instantes do seu governo para fazer uma ‘reforma’ administrativa. Nossos irmãos católicos sofrem com tudo isso e merecem nosso respeito. Agora, vamos estudar um pouco mais a questão da fornicação:

SEXO

Antes de nos determos no tema (sexo antes do casamento), é bom destacarmos que Deus não é contra o prazer sexual. Foi Ele quem fez o sexo e o deu de presente para o ser humano. O problema está quando o sexo é praticado fora do casamento. Quando nos criou, Deus sabia como poderíamos desfrutar plenamente do prazer sexual. Vendo que é dentro de um contexto de profunda intimidade e segurança (só dentro do casamento isto pode ser desfrutado plenamente) que a pessoa pode realizar-se sexualmente, Deus estabeleceu em Sua Lei que as relações sexuais devem ser mantidas após o matrimônio. Veja que Deus sempre sabe o que é melhor para as Suas criaturas! Continuemos em nossa análise:

1) Quando Deus criou Adão e Eva, logo em seguida proferiu a “bênção” sobre o casal; após isto, ambos “se tornaram uma só carne” (Gn 1:27 e 28; 2: 21-24). O sexo faz parte da perfeita criação de Deus, qualificada como sendo “muito bom” (cf. Gn 1:31).

2) As Escrituras condenam a prática do sexo fora do casamento, pois tal atitude não faz parte do plano original de Deus.

“Alguém vai dizer: ‘Eu posso fazer tudo o que quero’. Pode, sim, mas nem tudo é bom para você. Eu poderia dizer: “Posso fazer qualquer coisa.” Mas não vou deixar que nada me escravize. Outro vai dizer: “O alimento existe para o estômago, e o estômago existe para o alimento.” Sim, mas Deus acabará com os dois. O nosso corpo não existe para praticar a imoralidade, mas para servir o Senhor; e o Senhor cuida do nosso corpo. Fujam da imoralidade sexual! Qualquer outro pecado que alguém comete não afeta o corpo, mas a pessoa que comete imoralidade sexual peca contra o seu próprio corpo. Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus, pois ele os comprou e pagou o preço. Portanto, usem o seu corpo para a glória dele” (1 Co 6:12,13, 18-20 BLH – Bíblia na Linguagem de Hoje)

“Mas eu digo: Já que existe tanta imoralidade sexual, cada homem deve ter a sua própria esposa, e cada mulher, o seu próprio marido” (1 Co 7:2 BLH).

“O que Deus quer de vocês é isto: que sejam completamente dedicados a ele e que fiquem l

ivres da imoralidade” (1 Ts 4:3 BLH – no original, a palavra para imoralidade se refere à fornicação, sexo fora do casamento).

3) O sexo pré-conjugal traz efeitos negativos:

a) Efeitos emocionais negativos (na grande maioria das pessoas): culpa, ciúme, ansiedade, medo de uma gravidez.

b) Problemas de relacionamento: entre os namorados, familiares…

c) Efeitos espirituais: culpa, medo de Deus, ausência de vontade de estudar a Bíblia e orar.

d) Efeitos físicos: aumenta as possibilidades de uma gravidez indesejada e de contrair doenças venéreas (estas considerações foram extraídas e adaptadas do livro Aconselhamento Cristão, de Gary R. Collins – Sociedade Religiosa Edições Vida Nova).

Se, ao nos relacionarmos sexualmente, presenciamos alguns destes efeitos, o mesmo não está nos beneficiando; e isto não é da vontade de Deus. Ele quer que desfrutemos deste presente da melhor maneira. Quando Deus nos ensina a maneira correta de fazer sexo, o faz para nosso próprio bem.

4) A fim de aliviarmos a tensão sexual, a recomendação de Deus é que nos casemos:

“Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado” (1 Co 7:9) O texto é claro a este respeito, não dá margem para que aliviemos nossos desejos sexuais fora do matrimônio.Isto não indica de forma alguma que a motivação de se casar seja apenas o sexo; cuidado com isto, pois muitos caem nesta cilada!

Assim, vemos que, biblicamente, o sexo deve ser feito apenas no casamento. Praticá-lo de outra forma, constitui-se um pecado sujeito a julgamento (1 Co 6:9-13;18:20; Ef 5:3-7; Cl3:5-6), pois o propósito original de Deus é desvirtuado, trazendo assim prejuízos à felicidade e saúde humana. Há outras razões pelas quais não devemos usufruir a relação sexual antes de casar? Deus criou o sexo para o prazer e intimidade do casal (também com finalidade de procriação), de modo que ambos encontrassem plena satisfação um no outro.  “O sexo é saudável quando você pode conciliar satisfação sexual, integridade, compromisso, bem-estar da outra pessoa e um senso de autoestima e dignidade. E isto só é possível dentro do casamento” (Pastor José Maria, em um de seus artigos para a Revista Adventista), pois no namoro ou noivado não há este compromisso, palavra esta que está quase que totalmente extinta do vocabulário social atualmente.

Temos de ser honestos em reconhecer que não é das coisas mais fáceis ser puro sexualmente, especialmente na sociedade moderna. Todos os dias somos bombardeados pela mídia com cenas de sexo ou abordados a respeito deste assunto. A cultura na qual vivemos, de certo modo, nos influencia muito, inclusive em nossos conceitos. Porém, isto não nos dá a liberdade de transgredirmos as leis de Deus. O cristão é guiado pelo Espírito Santo e não pelas opiniões alheias.

O que fazer? Precisamos aceitar o fato de que não iremos modificar o mundo; ao mesmo tempo, tomar a decisão de não permitirmos que a coletividade nos mude, a ponto de negarmos os princípios divinos. Somente através de uma íntima e ininterrupta comunhão com o Criador poderemos vencer. Também é importante que adotemos corretos padrões de pensamentos (Fp 4:8), e que vigiemos nossos olhos (Jó 31:1; Pv 4:23 e 25). Antes disso, temos de decidir ser puros.

E se alguém errou? Nunca é tarde para recomeçar. Deus perdoa todos os pecados, desde que os confessemos (Sl 32:5; Mq 7:19; 1 Jo 1:7-9). Pelo sacrifício de Jesus, podemos ser purificados e tornados santos, com se nunca tivéssemos errado. Basta ir a Ele, confessar os erros e abandonar o pecado com o auxílio de Seu grandioso poder. Se Ele dá esta nova chance, o pecador deveria perdoar-se a si mesmo; assim, sua vida terá sentido. Jamais nos esqueçamos do amor de nosso Senhor, e de que nosso Criador é o Deus das Novas Oportunidades.

Seja feliz!

J.Washington
Leandro Quadros

 

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Sexo no facebook: alguém está de olho em você!

A matéria publicada na revista semanal VEJA, é uma realidade que atrai fãs e seguidores de todos os lugares. O que mais será oferecido aos usuários do facebook? Qual será a próxima tentação viral? Bom seria que a corrente do bem fosse mais forte na web. Adultério a um clique, matrimônios desfeitos, filhos reais e pais quase virtuais. O impacto social poderá ser visto em pouco tempo. Quem está acessando o coração dos nossos jovens? O sexo é lindo, foi idealizado pelo Criador do amor para ser praticado após o casamento.

A ideia de que Deus criou os órgãos sexuais para nosso prazer parece surpreender algumas pessoas. Mas o Dr. Henry Brandt, um psicólogo cristão, nos relembra que: “Deus criou todas as partes do corpo humano. E não criou algumas boas e outras más; ele criou todas boas, pois quando terminou a obra da criação, ele olhou para tudo e disse: Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (Gn 1:31). Isso ocorreu antes do pecado macular a perfeição do Paraíso.

As ‘carícias’ no velho testamento

Perigo: O facebook une ou separa?

Pode ser difícil para nós pensarmos nos grandes santos do Velho Testamento como grandes parceiros no amor, mas eles o foram. Aliás, é possível até que nunca escutemos um sermão sobre o relacionamento de Isaque e sua esposa Rebeca, registrado em Gênesis 26:6-11. Mas a verdade é que esse homem, que foi incluído no “quem é quem” da fé, em Hebreus 11, foi visto pelo rei Abimeleque “acariciando” sua esposa. Não sabemos até que ponto foram essas carícias, mas sabemos que o rei viu o suficiente para deduzir que ela era esposa dele, e não sua irmã, como ele havia declarado a princípio. Isaque errou, não por afagar sua esposa, mas em não limitar-se à intimidade do seu quarto. Mas o fato de que foi visto fazendo isso, sugere que era comum e permitido, naquela época, marido e mulher se acariciarem.

Outras informações quanto à aprovação divina do ato sexual aparecem nos mandamentos e ordenanças que Deus deu a Moisés para os filhos de Israel. Ali, ele dispôs que, no primeiro ano do matrimônio, o jovem marido era desobrigado do serviço militar e de todas as responsabilidades de negócios para que os dois pudessem conhecer-se um ao outro numa época de suas vidas em que o instinto sexual se achava no ponto mais elevado, sob circunstâncias que lhes dariam amplas oportunidades de fazerem experiências e desfrutarem delas. Reconhecemos, também, que esse dispositivo da lei tinha o objetivo de possibilitar ao jovem “propagar a raça” antes de enfrentar sérios riscos de vida nos campos de batalha. Naquela época, não se usavam anticoncepcionais e, como o casal podia ficar junto durante tanto tempo, é compreensível que tivessem filhos, logo nos primeiros anos do casamento.

Há outro verso que ensina que Deus entendia claramente o instinto sexual que Ele próprio colocou no homem: “melhor casar do que viver abrasado” (1 Co 7:9). Por quê? Porque existe uma forma lícita, ordenada por Deus, de se liberar a pressão natural que Ele colocou nos seres humanos — o ato conjugal. Esse é o método básico de Deus para a satisfação do instinto sexual. É seu propósito que marido e mulher dependam totalmente um do outro para obterem satisfação sexual.

A Bíblia é o melhor manual que existe sobre o comportamento humano. Ela aborda todos os tipos de relacionamento pessoal, inclusive o amor sexual. Já apresentamos vários exemplos disso, mas agora citaremos uma das principais passagens. Para compreendê-la plenamente, usaremos uma tradução moderna:

Geralmente, porém, é melhor ser casado, todo homem tendo sua própria esposa, e cada mulher tendo seu próprio marido, porque de outra forma vocês poderiam cair em pecado. O homem deve dar a sua esposa tudo quanto é do direito dela como mulher casada, e a esposa deve fazer o mesmo com o seu marido. Pois uma moça que se casa não tem mais todo o direito sobre o seu próprio corpo, porque o marido tem também seus direitos sobre ele. E, do mesmo modo, o marido não tem mais todo o direito sobre o próprio corpo, pois ele pertence também a sua esposa. Portanto, não recusem tais direitos um ao outro. A única exceção a essa regra seria o acordo entre marido e mulher para se absterem dos direitos do casamento por tempo limitado, a fim de que possam dedicar-se mais completamente a oração. Depois disso eles devem unir-se novamente, para que Satanás não possa tentá-los por causa da sua falta de controle próprio. 1 Coríntios 7:2-5.

O leitor já pensou por que estamos sendo atacados de todos os lados com explorações do sexo, hoje em dia? Os maiores best-sellers, os principais filmes e revistas praticamente estão deteriorados, cheios de práticas e insinuações sexuais, e ninguém negará que o sexo é, sem dúvida, o mais popular “esporte” internacional. Essa febre de “contar-se a realidade nua e crua” simplesmente trouxe à tona algo que sempre esteve na mente das pessoas desde os tempos de Adão e Eva. Temos que reconhecer que Deus nunca planejou esse sexo pervertido, barateado, exibido publicamente como é feito nos dias de hoje. Isso é consequência da depravação da natureza humana, que destruiu as coisas boas que Deus comunicou ao homem. Era intenção de Deus que o sexo fosse a mais sublime experiência de que duas pessoas poderiam desfrutar, juntas, nesta vida.

Cremos que, embora os crentes cheios do Espírito não sejam obcecados pelo sexo e não maculem sua mente com horríveis deturpações dele, nem tampouco falem dele constantemente, são eles que desfrutam do sexo em bases mais permanentes que qualquer outro tipo de indivíduo.

O conteúdo que transcrevi acima, é o primeiro capítulo do livro O Ato Conjugual, de Tim LaHaye e Beverly LaHaye, da Editora Betânia, transcrito na íntegra. Concordo com essa defesa feita por esses dois autores, assim como concordo com o que a Bíblia diz. Espero que seja útil para você. O ato conjugal é essa bela relação íntima de que partilham marido e mulher, na realização de seu amor — e ela é sagrada. Na verdade, Deus determinou para eles esse relacionamento.

Prova disso é o fato de que Deus tenha apresentado essa experiência sagrada em seu primeiro mandamento para o homem: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra” (Gn 1:28). Esse encargo foi dado ao homem antes do pecado entrar no mundo; portanto, o sexo e a reprodução foram ordenados por Deus, e o homem experimentou-o ainda quando se achava em seu estado original de inocência. Isso inclui o forte e belo impulso sexual, que marido e mulher sentem um pelo outro. Sem dúvida, Adão e Eva o sentiram no Jardim do Éden, como fora intenção de Deus, embora não haja um registro ou prova escrita de que tal tenha acontecido, é razoável supormos que Adão e Eva tenham tido relações sexuais antes do pecado entrar no jardim (ver Gn 2:25).

“Aquele que anda corretamente e fala o que é reto, que recusa o lucro injusto, cuja mão não aceita suborno, que tapa os ouvidos para as tramas de assassinatos e fecha os olhos para não contemplar o mal, é essa a pessoa que habitará nas alturas…”. Isaías 33:15-16.

Seja feliz!

J.Washington

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Papa Bento 16 renuncia! Profecia ou estratégia?

É a primeira vez, desde a Idade Média, que um papa renuncia ao cargo. O último Sumo Pontífice a renunciar foi Gregório XII, em 1415. Bento XVI é o sexto Papa a renunciar ao cargo. O líder católico disse em um comunicado que está “plenamente consciente da dimensão do seu gesto” e que renuncia do cargo por livre e espontânea vontade. Um dos motivos da renúncia seria sua idade avançada. O pontífice completa 86 anos em abril deste ano. Joseph Ratzinger foi o primeiro alemão a ser nomeado Papa desde o século 11.

“Após ter repetidamente examinado minha consciência ante Deus, eu tive a certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, não são mais ideais para um adequado exercício do ministério Petrino”, disse o Papa em comunicado. Veja na íntegra, no fim deste post. Em diversas ocasiões, ele se manifestou contra métodos anticoncepcionais, o aborto e o casamento gay. (Veja, no final desta publicação, nossa opinião sobre assuntos polêmicos como decreto dominical e marcação de data para a volta de Cristo).

O pontificado de Bento 16 começou em abril de 2005 e passou rápido. Segundo informações do jornal espanhol El País, um dos grandes favoritos para suceder Bento 16 é o italiano Angelo Scola, arcebispo de Milão, ex-patriarca de Veneza e membro do movimento ultracatólico Comunhão e Liberação.

“Nos pegou de surpresa”, afirmou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. Segundo ele, o papa tomou sua decisão com “grande coragem e determinação”, “consciente dos problemas que a igreja enfrenta atualmente”.

“Eu declaro que renunciarei ao ministério do Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, a mim confiado pelos cardeais em 19 de abril de 2005″.

Georg Ratzinger, irmão do Papa Bento XVI, disse nesta segunda-feira (11) à France Presse que sabia “havia alguns meses” que o pontífice planejava renunciar ao cargo, por conta de sua idade avançada.

Com a saída do Joseph Ratzinger, surgem algumas indagações sobre o futuro do catolicismo e as profecias do fim do fim. Qual será a estratégia da Igreja Católica para se recuperar de tantas perdas nos últimos 8 anos? Como reagir ao forte e rápido crescimento dos evangélicos, principalmente no Brasil? O título deste artigo e as perguntas apresentadas devem provocar uma reflexão e maior busca da Verdade Bíblica. Agora vamos falar um pouco sobre um ponto da fala do líder católico. Haveria mesmo um sucessor de Pedro?

Quem foi o primeiro papa? Quem está com a verdade? Quem manda na Igreja?

Joseph Ratzinger vai dedicar-se a oração.

A Igreja católica preparou uma relação de papas, em que o apóstolo Pedro aparece como sendo o primeiro. Contudo, a história e a Bíblia não sustentam esta pretensão. Foi no quarto século de nossa era que mudanças aconteceram na política da Igreja primitiva, quando foram introduzidos conceitos metropolitanos e patriarcais no sistema episcopal. Havia quatro principais pretendentes a liderança da Igreja – os bispos de Roma, Constantinopla, Antioquia e Alexandria – sendo Roma e Constantinopla os predominantes.

 

A transferência da sede do governo imperial para Constantinopla, em 330 AD, contribuiu pesadamente para dar o primado ao bispo de Roma, porque agora era a figura mais importante na capital ocidental – Roma. O bispo de Roma, no trono dos Césares, se tornou o maior homem do Ocidente e logo foi forçado (quando os bárbaros invadiram o império) a tornar-se o chefe político e espiritual. Nascia um novo império eclesiástico – a união da Igreja Católica com o governo civil de Roma, tomando a forma da gigantesca Igreja Romana.

A última doação do imperador Constantino, entregando ao papa Silvestre o palácio imperial e a insígnia, e ao clero os orçamentos do exército imperial, representa, sem dúvida, uma transferência de poder. A igreja deixava de ser peregrina, perseguida e estrangeira, para se estabelecer como uma das mais poderosas organizações da Terra. É a partir daí que o papado adquire, formalmente, as suas características definitivas. Por isso, Silvestre (314 – 335 AD) pode ser considerado o primeiro papa.

A Igreja Católica toma a passagem de Mateus 16:13-20, como base para sua pretensão de que Pedro recebeu de Cristo uma posição de liderança da Sua Igreja, se tornando assim o primeiro papa. Esta declaração de Cristo, “sobre esta pedra”, tem sido interpretada de várias formas:

1º – a pedra simbolizando Pedro.

2º – a pedra simbolizando a fé que Pedro demonstrou em Jesus.

3º – a pedra simbolizando Cristo.

Nós podemos chegar a uma conclusão inequívoca quando pesquisamos a Palavra de Deus em busca da verdade sobre este assunto, especialmente nos escritos dos apóstolos que ouviram pessoalmente esta declaração de Jesus. O próprio Pedro jamais se referiu a si mesmo como sendo esta pedra, mas de forma clara e consistente, ele diz que esta pedra representa Cristo. Ele chega ao ponto de dizer que não há nenhum outro nome debaixo do céu, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos, a não ser através desta Pedra, rejeitada pelos homens (Atos 4:8-12; I Pedro 2:4-8).

O nosso Senhor usou várias vezes este símbolo da pedra referindo-se a Si mesmo (Mat. 21:42; Lucas 20:17-18). Em outras partes da Bíblia encontramos diversas passagens que relacionam a pedra como um termo específico para Deus (Deut. 32:4; Salmos 18:2 e outros). Isaías 32:2, fala da grande Rocha em terra sedenta e da Pedra preciosa, angular, solidamente assentada (Is. 28:16). Em (I Cor. 10:4), Paulo diz que esta Pedra era Cristo (ver também II Samuel 22:32; Salmos 18:31). Jesus também se referiu a Pedra como sendo a Sua Palavra, a qual é o único alicerce seguro para o homem (Mateus 7:24-25), e que Ele é a Palavra Viva (João 1:1; Marcos 8:38; João 3:34; 6:63,68; 17:8).

Paulo claramente afirma que Cristo é o único fundamento da Igreja (I Cor. 3:11). Pedro também diz que Cristo é o fundamento (a Rocha) sobre o qual construímos o templo espiritual como pedras vivas, ou tijolos, (ver Efésios 2:21; I Pedro 2:4-8). Quando Pedro fez sua declaração de fé, o fez em nome de todos os demais discípulos, pois a pergunta havia sido feita para o grupo. Nenhum dos discípulos jamais entendeu que Jesus estava concedendo a Pedro uma distinção especial entre eles. Tanto é que continuavam discutindo sobre quem seria o maioral entre eles. Caso Jesus tivesse dado a Pedro uma posição de liderança não haveria mais motivo para tanta discussão.

Os escritores do Novo Testamento jamais fizeram menção de qualquer autoridade revestida sobre Pedro, muito pelo contrário, pois em várias ocasiões Pedro foi publicamente advertido por eles.

Os pais da Igreja, como Augustinho e Crisóstomo, jamais aceitaram a idéia de Pedro como sendo o chefe supremo da Igreja. O historiador Eusébio, cita uma declaração de Clemente de Alexandria, na qual ele afirma que no concílio de Jerusalém, Pedro, Tiago e João não disputavam pela supremacia da Igreja, mas que escolheram Tiago o Justo, para ser o líder entre eles (ver Atos 15).

Como então se deve interpretar esta passagem? Na língua grega existem dois termos para pedra: 1º – “petra” que significa uma enorme massa de rocha, a qual além de ser grande, é fixa ou imovível; 2º – “petros” que significa uma pequena pedra, ou um pedregulho.

Assim podemos dizer que Cristo se dirigiu a Pedro desta forma: Tu és “petros” (pedregulho) e sobre esta “petra” (rocha, se referindo a Si mesmo), construirei a minha Igreja. Na parábola registrada em Mateus 7:24-27, Cristo diz que o homem sábio constrói sua casa sobre a Rocha, e que qualquer edifício construído sobre “Pedro”, ou sobre um homem falho como este discípulo, era mesma coisa que construir sua casa sobre a areia. Uma edificação sobre a Rocha sofreria tantas mudanças como as que aconteceram ao longo da história? A lista de ‘papas’ parece interminável. A Igreja de Cristo deve ficar edificada sobre Ele e não sobre homens.

O Brasil, considerado o país com o maior número de católicos, conta com cinco cardeais candidatos: o atual presidente da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), Raymundo Damasceno, de 75 anos; o arcebispo emérito de São Paulo, Cláudio Hummes, de 78 anos, e o arcebispo dessa mesma cidade, Odilo Scherer, de 63 anos e ainda João Braz de Aviz, de 65 anos, e o arcebispo de Salvador, Geraldo Majella Agnelo, de 66 anos.

COMUNICADO

Queridos irmãos,

Eu convoquei vocês para esse Consistório, não apenas para as três canonizações, mas também para comunicá-los de uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Após ter repetidamente examinado minha consciência ante Deus, eu tive a certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, não são mais ideais para um adequado exercício do ministério Petrino. Eu estou bem consciente de que esse ministério, devido à sua essencial natureza espiritual, deve ser realizado não só com palavras e ações, mas não menos com orações e sofrimento. Contudo, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de profunda relevância para a vida da fé, de modo a governar a casa de São Pedro e proclamar o Evangelho, ambas as forças mental e de corpo são necessárias, forças que em mim nos últimos meses se deterioraram a um ponto que eu tenho de reconhecer minha incapacidade para cumprir adequadamente o ministério a mim confiado. Por esta razão, e totalmente ciente da seriedade do ato, com toda a liberdade eu declaro que renunciarei ao ministério do Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, a mim confiado pelos cardeais em 19 de abril de 2005, de maneira que, a partir das 20h do dia 28 de fevereiro, a Sé de Roma, a Sé de São Pedro, estará vaga e um Conclave para eleger o novo Sumo Pontífice deverá ser convocado por aqueles competentes para isso.

Queridos irmãos, eu os agradeço com muita sinceridade por todo amor e trabalho com o qual vocês apoiaram o meu ministério e peço perdão por todos os meus defeitos. E agora, confiemos a nossa Santa Igreja aos cuidados de nosso Supremo Pastor, nosso Senhor Jesus Cristo, e implorar que sua sagrada Mãe Maria para que ela ajude os Padre Cardeais com a sua solicitude materna na eleição do novo Sumo Pontífice. Em relação a minha pessoa, eu desejo também devotadamente servir a Santa Igreja de Deus no futuro através de uma vida dedicada a orações.

Bento XVI

Como adventistas, amamos a volta de Cristo. Essa é nossa grande esperança. Precisamos ter, porém, muito cuidado no sentido de não criar um clima de alarmismo sobre o assunto. Quando isso acontece, a esperança se transforma em dúvida e confusão. “Nossa posição tem sido a de esperar e vigiar, sem proclamações de algum tempo para interpor-se entre o fim dos períodos proféticos em 1844 e o tempo da vinda de nosso Senhor” – Eventos Finais, pág. 32.

A marcação de datas não é plano de Deus. Cada vez que elas são estabelecidas e não se cumprem, a fé e a esperança ficam abaladas. Ellen White já previa que “sempre haverá movimentos falsos e fanáticos feitos na igreja por pessoas que pretendem ser dirigidas por Deus – pessoas que correrão antes de ser enviadas, e darão dia e data para o cumprimento da profecia não cumprida. O inimigo se agrada de que assim procedam, pois seus sucessivos fracassos e direção em sentido falso, causam confusão e incredulidade’.’ -Ibidem, p. 32. Por favor, não dê ouvidos a essas pessoas e suas mensagens. Tenha sempre muito claro que:

1. Deus não apoia esses movimentos. Pessoas que andam espalhando datas, normalmente querem criar um “clima” de sensacionalismo e medo. Elas mesmas precisam de um empurrão para estarem preparadas. Podem estar bem-intencionadas, mas estão erradas. Acreditam que precisam reavivar a igreja, mas como sua mensagem não tem poder, resolvem explorar datas. Ellen White é clara quando diz que “Não devemos saber o tempo exato para o derramamento do Espírito Santo ou para a vinda de Cristo.”Ibidem, p. 30.

2. A Bíblia não define datas para os eventos finais. Ela sempre apresenta as características de um tempo. Não devemos nos concentrar em um dia, mas em um tempo. O dia não sabemos, mas o tempo é o que nós estamos vivendo. Pelas características, estamos muito perto. Ainda poderemos esperar alguns anos, ou tudo pode acontecer bem rápido, antes do que foi apresentado em sua igreja O importante é estar sempre preparado,

3. A marcação de datas enfraquece o preparo. Inconscientemente, muitos relaxam em seu preparo deixando para resolver questões espirituais mais perto do tempo marcado. ‘Deus não dá a nenhum homem uma mensagem de que decorrerão cinco, dez ou vinte anos antes que termine a história desse mundo. Ele não quer dar um pretexto para os seres viventes adiarem a preparação para o Seu aparecimento - Ibidem, p, 31,

4. Decisões movidas por agitação duram pouco tempo. Quando uma pessoa espera a volta de Cristo por outra motivação que não seja o amor a Ele, vai tomar decisões passageiras e frustrantes, movidas pelo medo do que vai acontecer. Às vezes, até parecem puras, sinceras e profundas, mas dependem de agitação para se manter.

5. Precisamos estar prontos a qualquer momento. Independente do dia em que Cristo vai voltar, ou do dia em que o decreto dominical vai ser oficializado, a vida de uma pessoa pode acabar hoje. Ê como se Cristo já tivesse voltado para ela. Precisamos ser como as virgens sábias que não esperaram a chegada do noivo para estar preparadas, mas têm sua provisão para qualquer tempo.

6. Acaba havendo confusão. Os constantes anúncios de datas para os eventos finais acabam trazendo um sentimento confuso, a ponto de, ao se cumprirem de verdade, muitos terem dificuldade em acreditar. Essa é uma obra do inimigo.

7. Cuidado com “novidades” Perto do fim, mais pessoas vão apresentar estudos de “novas” profecias, uma “nova” visão de alguns pontos da Bíblia ou mesmo a descoberta do tempo certo para o cumprimento de algumas profecias A verdade vai ser misturada com o erro. Essas pessoas vão se apresentar com ar de muita sinceridade ou trazendo estudos muito “profundos” e, por isso, vão enganar a muitos. A melhor saída é concentrar ávida espiritual no preparo diário, na comunhão, no testemunho e na freqüência à igreja, para que não sejam pegas desprevenidas. Continue amando a volta de Cristo, mas faça isso com os olhos voltados para Ele. Os sinais servem para aumentar a esperança e fortalecer a fé.

Pr. Erton Kohler
Líder da Igreja Adventista do 7º Dia na América do Sul

Lembre-se:

Vemos nos livros históricos que foi o Catolicismo que “perseguiu a mulher” – a igreja pura – por 1260 anos! A Bíblia e a história, “de mãos dadas”, nos dão a “chave” para a interpretação das profecias. Não há como ter dúvidas de que Daniel 7 (chifre pequeno) e Apocalipse 13 falam de Roma papal. É importante destacar que a “besta” não é “um papa”, mas o sistema papal como um todo.

É errado pegar o nome de um papa e “procurar” nele o 666. Lembra-se da época em que “acharam” o 666 no nome de João Paulo II. Como ele poderia ser a besta se hoje já está morto? Percebeu o problema? É por isso que a ‘besta’ é o sistema e não uma pessoa em si. Deus julgará cada ser humano segundo a luz que recebeu. (Mateus 16:27; Apocalipse 22:12)

Os evangélicos devem ter cautela neste instante. Os irmãos católicos merecem todo respeito e carinho. Ninguém está autorizado a fazer declarações que firam a fé e os costumes de quem pensa diferente de nós. Aguarde outras publicações sobre profecias nos últimos dias. Continua…

Seja feliz!
J.Washington

A Igreja Católica Apostólica Romana é a igreja cristã mais antiga do Ocidente. Sua sede fica no Vaticano.  Eis a linha sucessória dos Papas:

2005 – Bento XVI (Joseph Ratzinger)
1978 – João Paulo II (Karol Woityla)
1978 – João Paulo I (Albino Luciani)
1963 – 1978: Paulo VI (Giovanni Battista Montini)
1958 – 1963: João XXIII (Angelo Giuseppe Roncalli)
1939 – 1958: Pio XII (Eugenio Pacelli)
1922 – 1939: Pio XI (Achille Ratti)
1914 – 1922: Bento XV (Giacomo Marchese della Chiesa)
1903 – 1914: Pio X (Giuseppe Sarto)
1878 – 1903: Leão XIII (Giocchino Vincenzo de Pecci)
1846 – 1878: Pio IX (Giovanni Conte Mastai-Ferretti)
1831 – 1846: Gregório XVI (Bartolomeo Cappellari)
1829 – 1830: Pio VIII (Francesco Saverio Castiglioni)
1823 – 1829: Leão XII (Annibale della Genga)
1800 – 1823: Pio VII (Luigi Barnaba Chiaramonti)
1775 – 1799: Pio VI (Giovanni Angelo Conte Braschi)
1769 – 1774: Clemente XIV (Lorenzo Ganganelli)
1758 – 1769: Clemente XIII (Carlo Rezzonico)
1740 – 1758: Bento XIV (Prospero Lambertini)
1730 – 1740: Clemente XII (Lorenzo Corsini)
1724 – 1730: Bento XIII (Pietro Francesco Orsini)
1721 – 1724: Inocêncio XIII (Michelangelo Conti)
1700 – 1721: Clemente XI (Giovanni Francesco Albani)
1691 – 1700: Inocêncio XII (Antonio Pignatelli)
1689 – 1691: Alexandre VIII (Pietro Ottoboni)
1676 – 1689: Inocêncio XI (Benedetto Odescalchi)
1670 – 1676: Clemente X (Emilio Altieri)
1667 – 1669: Clemente IX (Giulio Rospigliosi)
1655 – 1667: Alexandre VII (Fabio Chigi)
1644 – 1655: Inocêncio X (Giambattista Pamphili)
1623 – 1644: Urbano VIII (Maffeo Barberini)
1621 – 1623: Gregório XV (Alessandro Ludovisi)
1605 – 1621: Paulo V (Camillo Borghesi)
1605 – Leão XI (Alessandro Ottaviano de Medici)
1592 – 1605: Clemente VIII (Ippolito Aldobrandini)
1591 – Inocêncio IX (Giovanni Antonio Facchinetti)
1590 – 1591: Gregório XIV (Niccolo Sfondrati)
1590 – Urbano VII (Giambattista Castagna)
1585 – 1590: Sisto V (Felici Peretti)
1572 – 1585: Gregório XIII (Ugo Boncompagni)
1566 – 1572: Pio V (Michele Ghislieri)
1559 – 1565: Pio IV (Giovanni Angelo de Medici)
1555 – 1559: Paulo IV (Gianpetro Caraffa)
1555: Marcelo II (Marcelo Cervini)
1550 – 1555: Júlio III (Giovanni Maria del Monte)
1534 – 1549: Paulo III (Alessandro Farnese)
1523 – 1534: Clemente VII (Giulio de Medici)
1522 – 1523: Adriano VI (Adriano de Utrecht)
1513 – 1521: Leão X (Giovani de Medici)
1503 – 1513: Júlio II (Giuliano della Rovere)
1503: Pio III (Francesco Todeschini-Piccolomini)
1492 – 1503: Alexandre VI (Rodrigo de Bórgia)
1484 – 1492: Inocêncio VIII (Giovanni Battista Cibo)
1471 – 1484: Sisto IV (Francesco della Rovere)
1464 – 1471: Paulo II (Pietro Barbo)
1458 – 1464: Pio II (Enea Silvio de Piccolomini)
1455 – 1458: Calisto III (Alfonso de Bórgia)
1447 – 1455: Nicolau V (Tomaso Parentucelli)
1431 – 1447: Eugênio IV (Gabriel Condulmer)
1417 – 1431: Martinho V (Odo Colonna)
1410 – 1415: João XXII (Baldassare Cossa)
1409 – 1410: Alexandre V (Pedro Philargi de Candia)
1406 – 1415: Gregório XII (Angelo Correr)
1404 – 1406: Inocêncio VII (Cosma de Migliorati)
1389 – 1404: Bonifácio IX (Pietro Tomacelli)
1378 – 1389: Urbano VI (Bartolomeo Prignano)
1370 – 1378: Gregório XI (Pedro Rogerii)
1362 – 1370: Urbano V (Guillaume de Grimoard)
1352 – 1362: Inocêncio VI (Etienne Aubert)
1342 – 1352: Clemente VI (Pierre Roger de Beaufort)
1334 – 1342: Bento XII (Jacques Fournier)
1316 – 1334: João XXII (Jacques Duèse)
1305 – 1314: Clemente V (Bertrand de Got)
1303 – 1304: Bento XI (Nicolau Boccasini)
1294 – 1303: Bonifácio VIII (Bento Gaetani)
1294: Celestino V (Pietro del Murrone)
1288 – 1292: Nicolau IV (Girolamo Masei de Ascoli)
1285 – 1287: Honório IV (Giacomo Savelli)
1281 – 1285: Martinho IV (Simão de Brion)
1277 – 1280: Nicolau III (Giovanni Gaetano Orsini)
1276 – 1277: João XXI (Pedro Juliani)
1276: Adriano V (Ottobono Fieschi)
1276: Inocêncio V (Pedro de Tarantasia)
1271 – 1276: Gregório X (Teobaldo Visconti)
1265 – 1268: Clemente IV (Guido Fulcodi)
1261 – 1264: Urbano IV (Jacques Pantaleon de Troyes)
1254 – 1261: Alexandre IV (Reinaldo, conde de Segni)
1243 – 1254: Inocêncio IV (Sinibaldo Fieschi)
1241: Celestino IV (Gaufredo Castiglione)
1227 – 1241: Gregório IX (Hugo, conde de Segni)
1216 – 1227: Honório III (Censio Savelli)
1198 – 1216: Inocêncio III (Lotário, conde de Segni)
1191 – 1198: Celestino III (Jacinto Borboni-Orsini)
1187 – 1191: Clemente III (Paulo Scolari)
1187: Gregório VIII (Alberto de Morra)
1185 – 1187: Urbano III (Humberto Crivelli)
1181 – 1185: Lúcio III (Ubaldo Allucingoli)
1159 – 1180: Alexandre III (Rolando Bandinelli de Siena)
1154 – 1159: Adriano IV (Nicolau Breakspeare)
1153 – 1154: Anastácio IV (Conrado, bispo de Sabina)
1145 – 1153: Eugênio III (Bernardo Paganelli de Montemagno)
1144 – 1145: Lúcio II (Gherardo de Caccianemici)
1143 – 1144: Celestino II (Guido di Castello)
1130 – 1143: Inocêncio II (Gregorio de Papareschi)
1124 – 1130: Honório II (Lamberto dei Fagnani)
1119 – 1124: Calisto II (Guido de Borgonha, arcebispo de Viena)
1118 – 1119: Gelásio II (João de Gaeta)
1099 – 1118: Pascoal II (Rainério, monge de Cluny)
1088 – 1099: Urbano II (Odo, cardeal-bispo de Óstia)
1086 – 1087: Vítor III (Desidério, abade de Monte Cassino)
1073 – 1085: Gregório VII (Hildebrando, monge)
1061 – 1073: Alexandre II (Anselmo de Baggio)
1058 – 1061: Nicolau II (Geraldo de Borgonha, bispo de Florença)
1058 – 1059: Bento X (João de Velletri)
1057 – 1058: Estevão IX (Frederico, abade de Monte Cassino)
1055 – 1057: Vítor II (Geraldo de Hirschberg)
1049 – 1054: Leão IX (Bruno, conde de Egisheim-Dagsburg)
1048: Dâmaso II (Poppo, conde de Brixen)
1046 – 1047: Clemente II (Suidgero de Morsleben)
1045 – 1046: Gregório VI (João Graciano Pierleone)
1033 – 1046: Bento IX (Teofilato de Túsculo)
1024 – 1032: João XIX (conde de Túsculo)
1012 – 1024: Bento VIII (conde de Túsculo)
1009 – 1012: Sérgio IV (Pietro Buccaporci)
1003 – 1009: João XVIII (João Fasano de Roma)
1003: João XVII (Giovanni Sicco)
999 – 1003: Silvestre II (Gerberto de Aurillac)
996 – 999: Gregório V (Bruno de Carínthia)
985 – 996: João XV
983 – 984: João XIV (Pedro Canipanova)
974 – 983: Bento VII
972 – 974: Bento VI
965 – 972: João XIII (João de Nardi)
964: Bento V
963 – 965: Leão VIII
955 – 964: João XII
946 – 955: Agapito II
942 – 946: Marino II (ou Martinho III)
939 – 942: Estevão VIII
936 – 939: Leão VII
931 – 935: João XI
928 – 931: Estevão VII
928: Leão VI
914 – 928: João X (João de Tossignano, arcebispo de Ravena)
913 – 914: Lando
911 – 913: Anastácio III
904 – 911: Sérgio III
903 – 904: Cristóvão
903: Leão V
900 – 903: Bento IV
898 – 900: João IX
897: Teodoro II
897: Romano
896 – 897: Estevão VI
896: Bonifácio VI
891 – 896: Formoso
885 – 891: Estevão V
884 – 885: Adriano III
882 – 884: Marino I (ou Martinho II)
872 – 882: João VIII
867 – 872: Adriano II
858 – 867: Nicolau I
855 – 858: Bento III
847 – 855: Leão IV
844 – 847: Sérgio II
827 – 844: Gregório IV
827: Valentim
824 – 827: Eugênio II
817 – 824: Pascoal I
816 – 817: Estevão IV
795 – 816: Leão III
772 – 795: Adriano I
768 – 772: Estevão III
757 – 767: Paulo I
752 – 757: Estevão II
752: Estevão [II] (pontificado de apenas quatro dias)
741 – 752: Zacarias
731 – 741: Gregório III
715 – 731: Gregório II
708 – 715: Constantino
708: Sisínio
705 – 707: João VII
701 – 705: João VI
687 – 701: Sérgio I
686 – 687: Cônon
685 – 686: João V
683 – 685: Bento II
682 – 683: Leão II
678 – 681: Agatão
676 – 678: Dono
672 – 676: Adeodato II (ou Deusdedite II)
657 – 672: Vitaliano
654 – 657: Eugênio I
649 – 655: Martinho I
642 – 649: Teodoro I
640 – 642: João IV
638 – 640: Severino
625 – 638: Honório I
619 – 625: Bonifácio V
615 – 618: Adeodato I (ou Deusdedite I)
608 – 615: Bonifácio IV
606 – 607: Bonifácio III
604 – 606: Sabiniano
590 – 604: Gregório I Magno
579 – 590: Pelágio II
575 – 579: Bento I
561 – 574: João III
556 – 561: Pelágio I
537 – 555: Vigílio
536 – 537: Silvério
535 – 536: Agapito (ou Agapeto)
533 – 535: João II
530 – 532: Bonifácio II
526 – 530: Félix III
523 – 526: João I
514 – 523: Hormisdas
498 – 514: Símaco
496 – 498: Anastácio II
492 – 496: Gelásio I
483 – 492: Félix II
468 – 483: Simplício
461 – 468: Hilário (ou Hilaro)
440 – 461: Leão I Magno
432 – 440: Sisto III
422 – 432: Celestino
418 – 422: Bonifácio I
417 – 418: Zózimo
402 – 417: Inocêncio I
399 – 402: Anastácio I
384 – 399: Sirício
366 – 384: Dâmaso I
352 – 366: Libério
337 – 352: Júlio I
336: Marcos
314 – 335: Silvestre I
310 – 314: Melcíades
308 – 310: Eusébio
307 – 309: Marcelo I
296 – 304: Marcelino
282 – 296: Caio
274 – 282: Eutiquiano
268 – 274: Félix I
260 – 268: Dionísio
257 – 258: Sisto II
254 – 257: Estevão I
253 – 254: Lúcio I
251 – 253: Cornélio
236 – 250: Fabiano
235 – 236: Antero
230 – 235: Ponciano
222 – 230: Urbano I
217 – 222: Calisto I
199 – 217: Zeferino
189 – 199: Vítor I
174 – 189: Eleutério
166 – 174: Sotero
154 – 165: Aniceto
143 – 154: Pio I
138 – 142: Higino
125 – 138: Telésforo
116 – 125: Sisto I
107 – 116: Alexandre I
101 – 107: Evaristo
90 – 101: Clemente I
79 – 90: Anacleto (ou Cleto)
64 – 79: Lino

Cristo é o único fundamento da Igreja (I Cor. 3:11).

23Comentários

Música na mente: causas, efeitos e prejuízos.

Existe uma região em nosso cérebro chamada “tálamo”. Esta é a parte de nosso cérebro na qual a música é percebida. No tálamo as emoções, sensações e sentimentos são percebidos antes destes estímulos serem submetidos às partes do cérebro responsáveis pela razão e inteligência. A música, portanto, não depende do sistema nervoso central para ser assimilada em nosso cérebro. Ela passa pelo aparelho auditivo, pelo tálamo e depois vai ao lobo central, sem passar pelo sistema nervoso. Por isso é difícil uma pessoa esquecer uma música, mesmo que seja alguma que não goste, pois o tálamo grava “todos os tipos”, boas ou más.

“Rock n’ Roll”:

Este tipo de música nasceu nas comunidades das favelas norte-americanas, em torno do ano de 1945. Essas palavras eram usadas como uma gíria para descrever o ato sexual. A expressão foi incorporada para as músicas primitivas do ritmo “rhythm-and-blues”. Fases do “Rock n’ Roll”:

1. Anos 60: apelava para a perversão sexual;
2. Anos 70: apelava para a luta por “certas causas” (uso livre de drogas);
3. Anos 80: predominava o “punk”, que inspirava compulsão para a violência;
4. Anos 80-90: As músicas tinham um “falso sentimento religioso” (alguns roqueiros faziam “cultos” nos concertos, mas diziam que eles eram o messias. Diziam: “vamos ter um contato profundo com Satanás e fazer alianças com ele para rezarmos pelos enfermos e levantar pessoas de suas cadeiras de rodas. Vamos ser adorados!”).

Características do Rock:

1. A repetição constante de acordes, de ritmo, de melodia, com pequena variação de notas, provoca um efeito hipnótico. (Por isso nos concertos as pessoas jogam-se umas por cima das outras).
2. A “batida” inebriante que substitui o ritmo provoca um estado de emoção que a mente não discerne.
3. O volume (amplificação) das músicas Rock prejudica a audição;
4. Possui mensagens subliminares que podem ser impressas na mente sem que o ouvinte perceba.
5. Ao ouvir este tipo de músicas, a secreção de hormônios é acentuada, abaixa as taxas de açúcar e cálcio e debilita o poder de decisão. A baixa frequência do contrabaixo e as batidas graves da bateria afetam o líquido cerebrospinal.

Efeitos da música Rock:

Em certa ocasião, cientistas realizaram uma pesquisa sobre os efeitos do Rock. Para realizarem tal pesquisa, utilizaram um rato, uma planta e uma vaca. Pegaram um alto-falante e colocaram para os animais ouvirem Rock. Os resultados foram surpreendentes: o rato não aguentou poucos segundos; a planta inclinou-se totalmente para o lado, e a vaca produziu a metade de leite que produzia antes. Isto mostra que tal tipo de música altera organicamente os seres vivos. A música popular apresenta predominância de melodia e de ritmo, tornando-se enfadonha. Após longa repetição de uma célula rítmica, a mente fica relaxada e entorpecida, fazendo com que a pessoa fique com preguiça (até de orar e estudar a Bíblia).

Música boa e ruim

O que você está ouvindo?

Qual a mensagem?

Existem muitos conjuntos de Rock. Iremos analisar alguns, pois já será o suficiente para chegarmos a uma conclusão.

LEGIÃO URBANA: Renato Russo. Uma de suas músicas fala: “quem me dera ao menos de uma vez entender como um só Deus é três…” Que tipo de mensagem iremos gravar em nossas mentes ouvindo essas músicas, cujo autor duvida até da Trindade?

QUEEN: (Rainha) Freddie Mercury. Na música “Bohemian Rhapsody” existe a afirmação que belzebu separou um diabo só para eles.

ROLLING STONES: a Revista New Week chamou Mick Jagger de “Lúcifer do Rock”. O título de um de seus discos é “Vossas Majestades Satânicas”. Uma das músicas intitula-se “Simpatia pelo diabo”.

KISS: “KNIGHTS IN SATAN SERVICE”. Traduzindo: “Cavaleiros a serviço de Satanás”. Um dos componentes, chamado Peter Criss disse: “Eu me acho maligno, eu creio tanto em Deus quanto no diabo. Usa-se qualquer um dos dois para se conseguir as coisas”.

BEATLES: Em 1966 declaravam: “O cristianismo passará. Hoje somos mais populares que Jesus Cristo”.

RAUL SEIXAS: Em uma entrevista para o jornal A Folha de São Paulo, no dia 12/08/91, disse: “o diabo é o pai do Rock”. Algumas de suas músicas dizem: “Eu nasci há 10.000 anos atrás e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais”… outra diz: “Eu sou a luz das estrelas…”. Estas músicas mostram o diabo se exaltando.

SPENCER DRAYDEN disse, em relação aos jovens que ouvem música Rock: “Amarre-os enquanto são jovens, torça a mente deles”. Você irá permitir, querido jovem, que eles façam o que quiserem de sua mente?

BLACK SABBATH (tradução: “Sábado Negro”): Realizam missas ‘negras’ no palco.

BILL WARD diz: “Satanás poderia ser deus”. Tem uma música que se chama: “Sábado, Sábado Sangrento”. Será que Deus ficaria feliz em ver-nos escutar músicas de alguém que é inspirado pelo inimigo a falar contra o Sábado Bíblico, que é o dia de repouso estabelecido por Deus para lembrarmos Dele como nosso Criador e Salvador?

ELTON JOHN: Tem uma música que diz: “Se existe Deus no céu, o que está fazendo lá? Deixou todos os seus filhos aqui. Vem aqui ver as guerras. Não levou seus filhos para a terra da promessa, mas para a casa da chacina.”

GINGER BAKER, um dos maiores bateristas de música Rock, conta algo que devemos refletir: “… isso acontece a nós com frequência, parece como se eu não estivesse tocando, como se outra coisa estivesse tocando em meu lugar”.

Iremos ter em nossos lares músicas de pessoas que admitem, como Ginger Baker, que são possuídas por espíritos malignos no momento em que estão tocando?

Conclusão:

Será que este tipo de música cantada por pessoas que assumem ter pacto com o inimigo, irá preparar nosso caráter para herdarmos o céu? Um “verdadeiro” cristão irá escutar músicas que falam mal de Deus, nosso Pai? Jamais! Quem realmente ama o Senhor não deixará que o inimigo coloque coisas indecentes e blasfemas em sua mente. Não esqueçamos que Satanás foi mestre do coral dos anjos. Ele sabe muito bem como influenciar a cada pessoa através da música.

Seu objetivo é afastar-nos de Deus, para nos tirar a salvação. Não permita isso, pois Deus está desejoso por dar-lhe a salvação. Todos os estilos musicais devem se submeter aos mesmos critérios:
1. Essa música ajuda a ouvir a palavra de Deus com clareza? (som, caráter, letra).
2. Essa música tende a ampliar a visão que você tem de Deus?
3. Essa música encoraja você a uma vida piedosa e disciplinada?
4. Você espera encontrar esse tipo de música no Céu?

A música deve:

a)    Atuar como incentivadora de alegria e não de excitação;
b)    Trazer glória a Deus (1 Coríntios 10:31);
c)    Purificar os pensamentos da pessoa (Filipenses 4:8);
d)    Conter letra que esteja em harmonia com a Bíblia (Isaías 8: 20);
e)    Fugir a exibições teatrais (expressões faciais, sorrisos de deboche e gritos);
f)    Não ser estridente, sentimental, cheia de sopros e distorções de voz.

Veja este pensamento de uma escritora cristã muito conceituada, chamada Ellen White:

“A música só é aceitável a Deus quando o coração (do cantor) é consagrado, enternecido e santificado por suas facilidades. Muitos que se deleitam na música não sabem coisa alguma de produzir melodia ao Senhor em seu coração” (Carta 198, 1889).

Em 2 Crônicas 5:2 a 14 há o relato do momento em que Salomão trouxe a arca para o templo. Em demonstração de gratidão a Deus, os levitas e sacerdotes tocaram juntos “para louvarem ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre” (verso 13). Sabe o que aconteceu? No momento em começaram a tocar, “a glória do Senhor encheu o templo” (versos 13,14). Isso nos ensina que, quando louvamos a Deus, Ele está presente conosco. Ao louvar o inimigo, ele estará no lugar em que o Senhor deveria estar. Através das músicas que escutamos e cantamos, qual dos dois convidaremos para estar em nossa vida?

Se você se arrepende de ter ouvido esse tipo de canções que não honram a Deus, tenha a certeza de que já está perdoado por Deus. 1 João 1:9 diz:

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. O único pecado que Deus não perdoa é aquele que não confessamos a Ele. O sacrifício de Jesus nos possibilitou o perdão. Confie no Senhor Jesus, peça para o Espírito Santo aperfeiçoar sua vida, e você verá que no final, quando Cristo voltar para buscar os que o amam, terá valido a pena!

Seja feliz!

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Santa Maria: incêndio, morte e esperança em meio a tragédia.

A Rede Novo Tempo de Comunicação noticia com pesar o fato em destaque no dia de hoje. Oramos pelos familiares, parentes e amigos de pelo menos 231 pessoas que morreram, e 106 pessoas que ficaram feridas em um incêndio na boate Kiss na madrugada deste domingo em Santa Maria (307 km de Porto Alegre). Este é o segundo maior incêndio do Brasil. A maior tragédia brasileira foi registrada em 1961, quando 503 pessoas morreram em um incêndio no Grande Circo Brasileiro, em Niterói, no Estado do Rio de Janeiro. O Comandante do Batalhão de Operações Especiais, Major Cleberson Bastianello, disse que 90% das vítimas morreram intoxicadas pela fumaça. Segundo ele, muitos conseguiram sair da boate, mas algumas pessoas ficaram presas.

Tragédia no Sul é notícia no mundo.

O momento é de dor e de esperança. Enquanto se investiga as causas dessa tragédia de destaque internacional, podemos refletir sobre uma importante verdade: a ressurreição e o reencontro com as pessoas que amamos.

 

RECONHECIMENTO DE PARENTES NA RESSURREIÇÃO

Momento de desespero dentro e fora da boate.

Tanto nosso corpo quanto nossa mente receberão o toque da perfeição e da imortalidade. Somente um fator não sofrerá mudança: o nosso caráter.

Mas você consegue se imaginar totalmente diferente, em corpo e em pensamento, do que é hoje? Ora, se isso acontecer nem você saberá quem você é, não é verdade?

Após a ressurreição, os velhos serão como jovens e as crianças continuarão crescendo. A cada momento conheceremos mais acerca dos salvos.

A Bíblia diz que os anjos ajuntarão os escolhidos dos quatros ventos; da extremidade da terra até a extremidade do céu (Mc 13:27). Entendemos assim, que as famílias serão reunidas também.

A esperança do crente está fixa no dia do retorno do nosso Senhor, e na ressurreição do seu corpo dentre os mortos. Embora seu corpo retorne ao pó, o mesmo não permanecerá nessa corrupção. Ele será levantado dentre os mortos. O corruptível se vestirá de incorrupção, e o mortal de imortalidade. “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts. 4:16).

Essa é uma das razões pelas quais o crente espera avidamente a vinda de Cristo. Ele anseia pelo dia quando será transformado “num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta” (1Co. 15:52). Nesse momento glorioso todos do povo de Deus serão glorificados e entrarão na bem-aventurança dos novos céus e nova terra. Assim, a oração diária de todo filho de Deus é: “Ora vem, Senhor Jesus” (Ap. 22:20).

Correria e primeiros socorros.

“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Co 2:9).

Logo-logo, ao Jesus voltar, não mais haverá choro, dor, lágrima, morte. Leia Apocalipse 21.

Ainda existe esperança!

J.Washington

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Armstrong e Oprah: Deus aceita uma mentirinha?

Armstrong admitiu ter se dopado durante toda a carreira e tomado todo tipo de substâncias proibidas para melhorar seu rendimento nos sete títulos de Volta da França que ganhou. Depois de perder todos esses títulos e ser suspenso de forma definitiva do esporte, o segredo de Armstrong, ou a ‘mentira’ veio a público. O americano Lance Armstrong reconheceu seu erro, sua ‘mentira’ durante entrevista à jornalista Oprah Winfrey e garantiu não ter usado substâncias proibidas em 2009 e 2010, quando voltou a competir na Volta da França pela última vez em 2005.

Armstrong e Oprah

Armstrong: Estou aqui para reconhecer meu erro.

Questionado se era possível vencer a Volta da França sete vezes seguidas sem fazer uso de substâncias proibidas, o ex-ciclista foi claro:

— Não, em minha opinião.

Na sequência, Armstrong foi categórico ao dizer que na sua época ninguém conseguiria vencer essa competição sem se dopar.

— Estou aqui para reconhecer meus erros e pedir desculpas. Os cinco que não se doparam naquelas Voltas da França foram os verdadeiros heróis. Nosso sistema era profissional e inteligente, sem riscos, com precaução, mas não foi o maior. Não inventei essa cultura, mas não fiz nada para detê-la.

Diante dessa revelação no mundo do esporte, vamos refletir sobre assumir ou não a verdade.

É A MENTIRA JUSTIFICÁVEL EM ALGUMAS SITUAÇÕES?

Teria Deus aceitado o emprego da mentira, como no caso de Raabe (Js 2:3-7) e até orientado o profeta Samuel a mentir (ISm 16:1-4)?

Para início de discussão, deve-se dizer que a Bíblia não apoia o emprego da mentira em nenhuma situação; ao contrário, credita-a ao diabo: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8:44). Ora, visto que Deus não apoia nenhuma espécie de mentira, como entender a mentira de Raabe e a instrução divina a Samuel para que ele omitisse o objetivo maior de sua visita a Belém? Analisemos a mentira de Raabe, relatada em Josué 2:3-7:

“Mandou, pois, o rei de Jericó dizer a Raabe: Faze sair os homens que vieram a ti e entraram na tua casa, porque vieram espiar toda a terra. A mulher, porém, havia tomado e escondido os dois homens; e disse: É verdade que os dois homens vieram a mim, porém eu não sabia donde eram. Havendo-se de fechar a porta, sendo já escuro, eles saíram; não sei para onde foram; ide após eles depressa, porque os alcançareis. Ela, porém, os fizera subir ao eirado e os escondera entre as canas do linho que havia disposto em ordem no eirado. Fo-ram-se aqueles homens após os espias pelo caminho que dá aos vaus do Jordão; e, havendo saído os que iam após eles, fechou-se a porta.”

É claro que Raabe sabia quem eram aqueles dois espias, conforme suas próprias palavras em 2:8-13. Então, como fica sua evidente mentira, mesmo que fosse para salvar sua própria vida e a dos dois israelitas? O fato de sua mentira ser mencionada na Bíblia é uma indicação de que Deus a teria aprovado? Primeiramente, devemos nos lembrar de quem era Raabe. Era uma cananeia, prostituta e adoradora de ídolos. Não devemos, pois, cobrar dela mais do que poderia dar. Ou seja, não devemos julgá-la à luz do conhecimento que Israel tinha de Deus e do que era certo ou errado. Ela agiu como uma típica pagã teria agido. “Para um cristão, uma mentira nunca pode ser justificada, porém para uma pessoa como Raabe a luz vem gradualmente. ‘Deus não leva em conta os tempos da ignorância (At 17:30). Deus aceita o que é sincera e honestamente praticado, mesmo quando misturado com fragilidade e ignorância. Deus nos aceita como somos, porém devemos crescer na graça (2 Pe 3:18)” (SDABC, v. 2, p. 183).

Assim, vê-se que a Bíblia apenas menciona a mentira de Raabe, sem, contudo, endossá-la ou apoiá-la. O certo é que Raabe deve ter feito mudanças em sua maneira de agir ao se casar com Naasom, um príncipe da tribo de Judá (Mt 1:5), tornando-se, assim, ancestral de Cristo. Uma vez que ela figura na galeria dos heróis da fé (Hb 11:31), com certeza, deixou de lado o uso da mentira. O caso de Samuel é mais difícil de entender do que o de Raabe, que era uma pagã. Samuel era israelita e também profeta de Deus. Como, pois, entender a instrução divina a ele, relatada em 1 Samuel 16:1-4?: “Disse o Senhor a Samuel: Até quando terás pena de Saul, havendo-o Eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche um chifre de azeite e vem; enviar-te-ei a Jessé, o belemita; porque, dentre os seus filhos, Me provi de um rei. Disse Samuel: Como irei eu? Pois Saul o saberá e me matará. Então, disse o Senhor: Toma contigo um novilho e dize: Vim para sacrificar ao Senhor. Convidarás Jessé para o sacrifício; Eu te mostrarei o que hás de fazer, e ungir-Me-ás a quem eu te designar. Fez, pois, Samuel o que dissera o Senhor e veio a Belém. Saíram-lhe ao encontro os anciãos da cidade, tremendo, e perguntaram: É de paz a tua vinda?”

Esse é um caso de “informação incompleta”, ou seja, Samuel não devia dizer naquele momento tudo sobre sua visita a Belém, visto que o rei Saul poderia matá-lo e também aquele que seria ungido (no caso, Davi) e quem sabe até toda a família de seu pai, Jessé. Ao dizer para os anciãos de Belém: “Vim para sacrificar ao Senhor”, Samuel não estava mentindo, pois havia ido até Belém também para isso. Só que, naquele momento, não devia revelar o objetivo maior de sua visita, que era ungir um novo rei. “Não era do interesse público que a unção de Davi fosse conhecida naquele momento” (Ibid., p. 529).

Em qualquer situação, e em especial as de risco, deve o cristão seguir o conselho de Cristo: “Eis que Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos; sede, portanto, prudentes como as serpentes e símplices como as pombas” (Mt 10:16). Imagine um cristão com um carregamento de Bíblias tentando entrar num país em que o cristianismo é proibido. Ao ser perguntado por um guarda da alfândega sobre o que está levando, seria prudente dar todos os detalhes do conteúdo das caixas, dizendo tratar-se de Bíblias, incluindo o tipo de versão, se em brochura ou encadernadas, a cor, tamanho, ou bastaria dizer que está levando livros? Agora, se lhe fosse perguntado se o que estava levando eram Bíblias, então deveria dizer que sim, que eram Bíblias. Ou seja, não deveria dizer mais do que lhe fosse perguntado. Vivemos em dias de muita falta de honestidade e veracidade. Deus espera que cada seguidor Seu diga sempre a verdade, mas com a prudência orientada pelo Espírito Santo.

Seja feliz!

J.Washington
Ozeas C. Moura

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Hugo Chávez: aparelhos que o mantém vivo devem ser desligados?

De acordo com o jornalista Nelson Bocaranda, um dos mais respeitados nomes da imprensa venezuelana, a família de Chávez está decidindo se serão desligados os aparelhos que mantêm vivo o presidente que não responde mais a nenhum tratamento contra o câncer. Suas filhas estão divergindo sobre o desligamento das máquinas. Diante da “incerteza”, elas recorreram a “tio Adán”.

Comandante Chavez luta para viver.

Aos 58 anos de idade, o presidente da Venezuela Hugo Chavez sofreu “complicações” causadas por “uma infecção pulmonar grave” desenvolvida após uma cirurgia, segundo o governo. Chávez passou pela quarta cirurgia para tratamento de um câncer na região pélvica no último dia 11 de dezembro. O procedimento cirúrgico teria iniciado a atual infecção. Reeleito em outubro passado, Chávez deveria assumir oficialmente seu novo mandato no próximo dia 10.

Vamos estudar um pouco mais a polêmica em relação aos cuidados para com pacientes em estado terminal. Para as pessoas guiadas pela Bíblia, a realidade da morte é reconhecida como parte da atual condição humana, afetada pelo pecado (Gên. 2:17; Rom. 5; Heb. 9:27). “Há tempo de nascer, e tempo de morrer” (Ecl. 3:2).

Embora a vida eterna seja um dom concedido a todos os que aceitam a salvação por meio de Jesus Cristo, os fiéis cristãos aguardam a segunda vinda de Jesus para a completa possessão de sua imortalidade (João 3:36; Rom. 6:23; 1 Cor. 15:51-54).

Enquanto esperam pela volta de Jesus, os cristãos podem ser chamados a cuidar dos pacientes terminais ou mesmo a enfrentar sua própria morte.

A dor e o sofrimento afligem a vida de cada ser humano. Os traumas físicos, mentais e emocionais são universais. Contudo, o sofrimento humano não tem qualquer valor meritório ou expiatório.

A Bíblia ensina que nenhuma quantidade ou intensidade de sofrimento humano pode expiar o pecado. Apenas o sofrimento de Jesus Cristo é suficiente. As Escrituras exortam os cristãos a não se desesperarem nas aflições, instando com eles a que aprendam a obediência (Heb. 5:7 e 8), a paciência (Tia. 1:2-4) e a perseverança nas tribulações (Rom. 5:3).

A Bíblia também testifica do poder triunfante de Jesus Cristo (João 16:33) e ensina que o ministério ao sofrimento humano é um importante dever cristão (Mat. 25:34-40). Este foi o exemplo e o ensino de Jesus (Mat. 9:35; Luc. 10:34-36), e esta é a Sua vontade para nós (Luc. 10:37). O cristão olha com antecipação para um novo dia em que Deus porá fim ao sofrimento para sempre (Apoc. 2 1:4).

O progresso da medicina moderna tem contribuído para a complexidade de decisões acerca do cuidado de pacientes terminais. No passado, pouco podia ser feito para prolongar a vida humana. Mas a capacidade da medicina atual para prevenir a morte tem gerado dificuldades morais e questões éticas. Que restrições coloca a fé cristã sobre o uso de tal capacidade? Quando deve o objetivo de protelar o momento da morte dar lugar ao objetivo de aliviar a dor no final da vida? Quem pode apropriadamente tomar estas decisões? Que limites, se há algum, deve o amor cristão colocar sobre procedimentos destinados a pôr fim ao sofrimento humano?

Tornou-se comum discutir a eutanásia. Muita confusão existe a respeito dessa palavra. O significado original e literal do termo era “boa morte”: Agora, o termo é usado de duas maneiras significativamente diferentes. Com freqüência, fala-se da eutanásia ativa” ou “morte misericordiosa”, o tirar intencionalmente a vida de um paciente a fim de evitar a morte dolorosa ou aliviar os encargos para a família ou a sociedade.

Contudo, usa-se também a expressão “eutanásia passiva” (impropriamente, na visão dos adventistas) para se referir à recusa ou retirada de intervenções médicas que artificialmente prolongam a vida humana, permitindo desse modo que a pessoa morra naturalmente.

Os adventistas crêem que permitir que um paciente morra, privando-o de intervenções médicas que apenas prolongam o sofrimento e adiam o momento da morte, é moralmente diferente de medidas que têm como intenção primária tirar diretamente a vida.

Os adventistas procuram tratar os problemas éticos do final da vida de maneiras que demonstrem sua fé em Deus como o Criador e Redentor da vida e que revelem como a graça de Deus os têm habilitado para atos de amor ao próximo. Enfatizam a criação da vida humana por Deus, um maravilhoso dom digno de ser protegido e mantido (Gên. 1 e 2). Também enfatizam o maravilhoso dom da redenção oferecido por Deus e que provê vida eterna para aqueles que crêem (João 3:15; 17:3).

Portanto, eles apóiam o uso da medicina moderna para prolongar a vida humana. Todavia, essa habilidade deve ser utilizada de maneira compassiva que revele a graça divina, minimizando o sofrimento. Sendo que temos a promessa de Deus de vida eterna na Terra renovada, os cristãos não precisam apegar-se ansiosamente aos últimos vestígios de vida neste mundo. Nem é necessário aceitar ou oferecer todos os tratamentos médicos possíveis, que meramente prolongam o processo de morrer.

Os adventistas têm o compromisso de cuidar da pessoa como um todo. Eles estão preocupados com o cuidado físico, emocional e espiritual dos pacientes terminais. Para isso, oferecem os seguintes princípios baseados na Bíblia:

1. Uma pessoa que se aproxima do final da vida e é capaz de compreender merece saber a verdade acerca de sua condição, as opções de tratamento e os possíveis resultados. A verdade não deve ser negada, mas partilhada com amor cristão e sensibilidade adequada às circunstâncias pessoais e culturais do paciente (Efés. 4:15).

2. Deus concedeu aos seres humanos a liberdade de escolha e pede-lhes que a usem responsavelmente. Os adventistas crêem que a liberdade se estende às decisões quanto ao tratamento médico. Depois de buscar a orientação divina, considerar os interesses daqueles que são afetados pela decisão (Rom. 14:7) e pesar o conselho médico, a pessoa que é capaz de decidir deve determinar se aceita ou rejeita as intervenções médicas que prolongam a vida. Essas pessoas não devem ser forçadas a submeter-se a tratamento médico que acham inaceitáveis.

3. O plano divino é que as pessoas vivam dentro de uma comunidade familiar e de fé. As decisões sobre a vida humana são melhor tomadas dentro do contexto de saudáveis relações familiares depois de considerar o conselho médico (Gên. 2:18; Mar. 10:6-9; Exo. 20:12; Efés. 5 e 6).

Quando um paciente terminal é incapaz de dar consentimento ou expressar preferências concernentes à intervenção médica, tais decisões devem ser tomadas por alguém escolhido pelo próprio paciente. Se ninguém foi escolhido, alguém próximo a ele deve tomar a decisão.

Exceto em circunstâncias extraordinárias, os profissionais médicos ou legais devem acatar decisões sobre intervenções médicas para um paciente terminal feitas por aqueles que são os mais próximos ao indivíduo. Os desejos ou decisões do indivíduo deveriam ser escritos e estar de acordo com as normas legais vigentes.

4. O amor cristão é prático e responsável (Rom. 13:8-10; 1 Cor. 13; Tia. 1:27; 2:14-17). O amor não nega a fé nem nos obriga a oferecer ou aceitar intervenções médicas cujos agravantes superem os prováveis benefícios. Por exemplo, quando o tratamento médico meramente preserva as funções físicas, sem esperança de retorno do paciente à consciência mental, é fútil e pode, em sã consciência, ser recusado ou removido.

Semelhantemente, os tratamentos médicos que visam prolongar a vida podem ser omitidos ou descontinuados se apenas contribuem para o sofrimento do paciente ou prolongam desnecessariamente o processo da morte. Qualquer atitude tomada deve estar em harmonia com as injunções legais

5. Conquanto o amor cristão possa levar à recusa ou retirada de intervenções médicas que apenas aumentem o sofrimento ou prolonguem a condição de moribundo, os adventistas não praticam a “morte misericordiosa”, nem auxiliam no suicídio (Gên. 9:5 e 6; Exo. 20:13; 23:7). Eles se opõem à eutanásia ativa, o tirar intencionalmente a vida de uma pessoa sofredora ou moribunda.

6. A compaixão cristã demanda o alívio do sofrimento (Mat. 25:34-40; Luc. 10:29-37). No cuidado dos moribundos, é responsabilidade do cristão aliviar a dor e o sofrimento ao máximo possível, sem utilizar a eutanásia ativa. Quando está claro que a intervenção médica não vai curar o paciente, o objetivo primário da assistência deve ser substituído pelo alívio do sofrimento.

7. O princípio bíblico de justiça prescreve que deve ser dada assistência adicional às necessidades daqueles que estão indefesos e dependentes (Sal.82:3 e 4; Prov. 24:11 e 12; Isa. 1:1-18; Miq. 6: 8; Luc. 1:52-54). Por causa de sua condição vulnerável, deve-se tomar cuidado especial para assegurar que os moribundos sejam tratados com respeito por sua dignidade e sem injusta discriminação. O cuidado pelos moribundos deve basear-se em suas necessidades médicas e espirituais e suas escolhas expressas, e não em percepções do seu valor social (Tia. 2:1-9).

À medida que os adventistas procuram aplicar esses princípios, eles obtêm esperança e coragem pelo fato de saberem que Deus responde às orações de Seus filhos e é capaz de operar miraculosamente por seu bem-estar (Sal. 103:1-5; Tia. 5:13-16). Seguindo o exemplo de Jesus, também oram para aceitar a vontade de Deus em todas as coisas (Mat. 26:39). Confiam que podem invocar o poder de Deus para ajudá-los a cuidar das necessidades físicas e espirituais dos sofredores e moribundos. Sabem que a graça divina é suficiente para habilitá-los a suportar a adversidade (Sal. 50:14 e 15). Crêem que a vida eterna para todos os que têm fé em Jesus está assegurada no triunfo do amor de Deus.

Esta declaração de consenso foi aprovada e votada pela Comissão Executiva da Associação Geral em 9 de outubro de 1992, durante sessão do Concílio Anual realizado em Silver Spring, Maryland.

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Medo do futuro? Previsões para 2013 e os últimos acontecimentos.

Devemos encarar a volta de Jesus da seguinte maneira: pensar em Quem virá, e não no que virá. O mais importante na vinda de Jesus será Sua presença conosco. Todas as vezes que você pensar na Volta de Jesus procure imaginá-lo como a Pessoa Maravilhosa que realmente Ele é:

Aquele que te ama mais que todos, com “amor eterno” (Jr 31:3), não importa o que você tenha feito, Ele sempre te amará.

Aquele que deu a vida para que você pudesse hoje ter vida, e que anseia muito poder ter-lhe no Céu…

Em 1 João 4:18, lemos “No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor.”

Deus nos deu tempo para preparar-nos para esse grande dia, hoje é o dia de preparação. Essa preparação envolve comunhão, conhecimento e relacionamento íntimo com Deus (através do estudo da Bíblia e Oração). Hoje é o tempo de preparo, hoje precisamos conhecer ao máximo o Nosso Deus, para que por esse conhecimento venhamos a amá-lo e também a confiar totalmente nEle.

Não podemos confiar, nem tão pouco amar uma pessoa a quem não conhecemos. Lembre-se que o Deus que você aguarda é a pessoa mais confiável no mundo. E Ele deixou bem claro na Bíblia que não precisamos ter medo. Encontramos a palavra NÃO TEMAS, 366 vezes em Sua Palavra, isto significa que a cada dia do ano Deus está nos dizendo que não precisamos temer, e se o ano for bissexto, ainda assim Ele estará a nos dizer NÃO TEMAS.

Imagine por um instante que ao você nascer houve um problema e para que você não morresse seria necessário que alguém doasse o órgão necessário para que você pudesse viver. Com certeza você faria tudo para conhecer essa pessoa, não é? Imagine ainda, que embora more longe, essa pessoa vai viajar para lhe visitar, e levar-lhe para passar uns dias em sua casa. (Isso não é maravilhoso?) Acontece que para que essa pessoa venha é necessário que você enfrente tempestades, e uma série de coisas nada agradáveis para chegar ao local em que irá recebê-la, e ainda se sua família não quiser ir com você, você terá que deixá-los para ir encontrá-la. Valeria a pena passar por essas coisas para poder encontrar essa pessoa tão especial, não é?

Em apocalipse lemos que existem anjos “conservando seguros os quatro ventos da terra” (Ap 7:1).  Estes ventos são calamidades, desastres (Jr 4:11; Ez 1:4). Os anjos conservarão os ventos até um certo tempo, quando serão soltos, ou seja, a proteção divina irá acompanhar o mundo até certo momento. A Bíblia diz o seguinte, em relação ao momento que os ventos soprarão de maneira mais intensa:

“Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap 22:11).

Os ventos, ou seja, as tragédias e calamidades irão aumentar cada dia mais nos dias de hoje, Apesar de já termos muitos males no mundo de hoje, se os anjos do Senhor não estivessem ‘retendo os ventos’estaria muito pior. Que nestes dias de tantas tribulações, que irão aumentar e muito ainda, possamos confiar no Senhor, pois mesmo em meio a grandes dificuldades, podemos crer que nestes dias viveremos tão somente pela fé (Gl 3:11; Hb 10:38).

Jesus além de nos dar a vida, ainda teve que sofrer muito, mais do que qualquer pessoa do mundo, e Ele é a única pessoa que nunca fez nada para merecer sofrer. Para Ele será uma alegria imensa saber que você O estará aguardando com muita alegria! Oremos a Ele para que nos ajude a estarmos prontos para encontrá-lo com alegria. A seguir enumeramos algumas razões pelas quais não precisamos temer:

1º – Não há necessidade de nos preocuparmos com aquilo que haveremos de comer ou vestir, pois Deus providenciará tudo que for necessário para nossa sobrevivência, assim como Ele fez com o povo de Israel durante os 40 anos de peregrinação no deserto, assim como fez com Elias durante a seca, assim como fez com Hagar quando fugia.

2º Deus nos protegerá em qualquer lugar que estivermos, quer seja no campo, quer seja na cidade. Lógico que será bem mais fácil sobreviver longe dos grandes centros, mas nem todos terão condições para tanto.

3º Quem enfrentará tortura ou morte durante a perseguição só Deus o sabe, no entanto podemos ter a certeza que Deus jamais permitirá uma provação além da nossa capacidade – (1 Co 10:12,13).

4º Quando houver um decreto de morte aos cristãos, a porta da graça já estará fechada, e a partir deste instante, nenhum filho de Deus perderá sua vida, mas verá o grande livramento do povo de Deus.

5º Assim como os filhos de Israel foram preservados durante as pragas que incidiram sobre o Egito, o povo de Deus também será preservado durante as últimas pragas, de tal forma, que nenhuma consequência delas os assolará.

6º Os últimos acontecimentos que antecedem a volta de Jesus serão muito rápidos.

Confie em Deus, descanse em Suas promessas e tenha coragem de entregar a Ele todos os seus sonhos, todos os seus planos e todo seu futuro - (1 Pe 5:6,7).

Seja feliz!

J.Washington

 

 

 

 

 

 

 

 

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Jesus nasceu em outubro ou dezembro?

O calendário que hoje usamos foi formulado no século XVI a pedido do Papa Gregório XIII. Esta foi uma tarefa monumental, que exigiu muitos cálculos, pesquisas históricas e anos de paciente trabalho que envolveu dezenas de pessoas. Ao terminar a confecção do nosso calendário gregoriano percebeu-se um pequeno erro, o que é compreensível uma vez que ao lidar com diferentes calendários de diferentes épocas, é muito fácil cometer erros de ordem cronológica. Contudo, era tarde demais para fazer qualquer mudança. Não compensava descartar todo aquele trabalho dedicado e monstruoso por causa de poucos anos de diferença.

Deus deu o melhor: Seu único Filho.

É por esta razão que a data do nascimento de Cristo é colocada pela maioria dos historiadores, em outubro do ano 5 a.C., data esta que conta também com a confirmação das profecias. Hoje celebramos simbolicamente o Natal em 25 de dezembro, mas esta não é com certeza a data que Cristo nasceu. Dezembro é estação de inverno no hemisfério norte, onde não encontraríamos nenhum pastor cuidando do rebanho ao ar livre como descreve o relato bíblico, e época também em que o Imperador não exigiria que houvesse um censo que obrigasse as pessoas a viajarem em pleno inverno. Contudo, não é errado celebrar o Natal em 25 de dezembro ou em qualquer outro dia. Na verdade, poderíamos e deveríamos celebrar e viver o espírito do Natal todos os dias do ano.

Sobre a data da morte de Herodes temos que primeiramente entender que Herodes não era um nome, mas um título de uma dinastia de governantes edumeus, forçados a aceitar o judaísmo pelo governo dos Macabeus. O título de “Herodes” significava para os judeus, o mesmo que “César” significava para os romanos. Todos os Herodes foram nomeados pelos imperadores romanos, e a eles deviam sua autoridade. Herodes o “Grande”, foi o rei que mandou matar as crianças de Belém, o qual morreu no início do ano4 a.C. Ao morrer, deixou com seus filhos o governo da Palestina dividido da seguinte maneira:

- Herodes Arquelau reinou na Judéia de4 a.C. – 6 d.C.

- Herodes Antipas reinou na Galiléia de4 a.C. – 39 d.C.

- Herodes Felipe reinou no nordeste da Palestina de4 a.C. – 33\34 d.C.

Houve muitos outros Herodes, mas estes foram os principais. Todos estes dados históricos podem ser encontrados nos bons livros de História Antiga, ou nas obras de Flávio Josefo, um historiador que viveu no século I d.C. É motivo de grande alegria ver que vocês estão desejosos de possuir um maior poder espiritual. Deus nos promete saciar a nossa sede de Sua justiça, de Seu amor e da Sua pessoa. Ele nos promete encher o vazio do nosso coração e colocar significado em nossa vida.

Seja feliz!

J.Washington

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Fim do mundo,Calendário Maia, 2012 e a Bíblia.

Os mais místicos começaram a estocar açúcar, velas e fósforos à espera do Armagedom. No Reino Unido, algumas pessoas começaram a estocar comida e armas para viver nos mais diferentes tipos de ambientes.  Preocupado com o pânico crescente no país, o Ministério de Situações de Emergência da Rússia tratou de tranquilizar seus cidadãos e garantiu que o mundo não vai acabar no dia 21 de dezembro. Muitos russos acreditam na teoria, originada de um antigo calendário maia, de que, nesta data, o mundo chegará ao fim. O Ministério russo afirmou que existem métodos de monitorar o planeta e que é possível afirmar com certeza que nada de incomum vai acontecer nesta data. O tabloide britânico Daily Mail noticiou.  Aproveitamos para lembrar alguns sinais da volta de Cristo e o tempo certo do seu retorno. 

E agora? A pergunta da sua vida.

E agora? A pergunta da sua vida.

Os escritores do Velho Testamento, e o próprio Cristo, falaram muitas vezes de grandes sinais no universo físico: no Sol, na Lua, nas estrelas e na Terra. Esses sinais seriam indicações especiais de que a volta de Jesus estaria se aproximando. “As estrelas do céu e as suas constelações não mostrarão a sua luz. O sol nascente escurecerá, e a lua não fará brilhar a sua luz” (Is 13:10). “Imediatamente após a tribulação daqueles dias o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu, e os poderes celestes serão abalados” (Mt 24:29). “Mas naqueles dias, após aquela tribulação, o sol escurecerá e a lua não dará a sua luz; as estrelas cairão do céu e os poderes celestes serão abalados” (Mc 13:24-25).

Estamos falando de um período de tempo na história que é representado pelo sexto selo, em Apocalipse 6. Veja abaixo um comentário que o teólogo Roy A. Andernson faz sobre esse assunto, em seu livro, Revelações do Apocalipse.

O Grande Terremoto

Um dos terremotos mais extensivamente sentidos de que se tem notícia, ocorreu em 1º de novembro de 1755. É chamado, algumas vezes, “o terremoto de Lisboa”, porque a maior parte dessa cidade foi destruída, com perda estimada de60 a90 mil vidas. O mar subiu cinquenta pés acima do seu nível normal.

“O terremoto de 1º de novembro de 1755 estendeu-se por uma área de pelo menos seis milhões de quilômetros quadrados. Ele atingiu a maior parte dos continentes da Europa, África e América; mas sua extrema violência foi experimentada na parte sudoeste da Europa.” “Na África, esse terremoto foi sentido quase que com a mesma intensidade que na Europa. É provável que toda África tenha sido sacudida. Ao norte, ele se estendeu para a Noruega e Suécia; a Alemanha, Holanda, França, Inglaterra e Irlanda foram todas mais ou menos agitadas pela mesma grande e terrível comoção dos elementos.” (Roberto Sears, Wonders of the World, p. 50, 58).

Terremotos são um sinal da breve volta do nosso Senhor. Teremotos devastadores têm ocorrido durante este século, causando grande devastação de vidas: S. Francisco, Jamaica, China, Japão, México, Turquia e outros.

O Escurecimento do Sol; a Lua Como Sangue

O sexto selo abre-se com grandes convulsões na Terra. Poucos anos depois da grande convulsão de 1755, outros sinais começaram a ocorrer no Sol, na Lua e nas estrelas.

“Quase, senão realmente, como o mais misterioso dos fenômenos de sua espécie, na diversificada linha de eventos da Natureza…está o dia escuro de 19 de maio de 1780 – a mais inenarrável escuridão de toda a parte visível do céu e da atmosfera da Nova Inglaterra” (R. M. Devens, Our First Century, p. 89 e 90).

“A escuridão da noite seguinte foi provavelmente tão intensa quanto a mais intensa observada desde que o ‘Haja luz’ do Todo-Poderoso deu origem à luz…. Eu não podia conceber, nessa ocasião, que se cada corpo luminoso tivesse sido envolvido em sombras impenetráveis, ou banido da existência, as trevas fossem mais completas. Uma folha de papel branco, mantida a pequena distância dos olhos, era praticamente tão invisível quanto o mais negro veludo” (Samuel Tenny do Exeter, New Hampshire. Citado por Urias Smith em The Prophecies of Daniel and the Revelation, p. 445).

“Que as trevas não foram causadas por um eclipse é manifesto pelas diferentes posições dos planetas de nosso sistema, nessa ocasião; pois a Lua estava a mais de cento e cinquenta graus do Sol nesse dia”. (Dr. Samuel Stearns, no Independent Chronicle, Boston, 22 de junho de 1780).

Na noite seguinte, a Lua se mostrou de um vermelho sanguíneo. A causa exata para isso jamais foi estabelecida. Incêndios florestais chegaram a ser aventados como provável causa, mas essa é uma possibilidade pouco aceitável, especialmente, levando-se em conta afirmações científicas de que a causa é desconhecida.

A Queda das Estrelas

“Na noite de 12-13 de novembro de 1833, uma tempestade de estrelas cadentes irrompeu sobre a Terra. A América do Norte recebeu o maior impacto deste chuveiro de estrelas. Desde o Golfo do México até Halifax, até que a luz do dia pusesse fim à exibição, o céu ficou assinalado em cada direção com riscos brilhantes e iluminados com majestosas bolas de fogo” (Agnes M. Clerk, History ofAstronomy in the Nineteenth Century, p. 328).

“Provavelmente, o mais notável de todos os chuveiros meteórios que já ocorreram na Terra tenha sido o de Leonids [na noite seguinte] de 12 de novembro de 1833. Algumas estações meteorológicas estimaram em pelo menos 200.000 por hora durante cinco ou seis horas” (C. A. Young, Manual of Astronomy, p. 469).

Outra grande exibição de estrelas cadentes ocorreu no Velho Mundo em 1866. Conquanto este exemplo não preencha a descrição profética tão acuradamente, foi sem dúvida outro sinal da breve volta do Salvador.

“Houve momentos em que parecia como se um poderoso vento tivesse apanhado as velhas estrelas, libertando-as de suas amarras e varrendo-as através do firmamento… Um fenômeno muito impressionante e muito assustador… Mas a ciência, que dissipa tantos temores e prova tanta coisa aparente, ilusória, e nada mais, neste caso não o fez” (London Times, 15 de novembro (quinta-feira) de 1866).

O dia escuro e a queda das estrelas foram sinais notórios para essa geração. Mas outras coisas estão acontecendo nesta geração. Faz poucos anos, a ciência arremessou a humanidade para dentro da era atômica. O poder do átomo conduziu um submarino por sob a calota polar, e agora o homem se atirou para dentro do espaço exterior. O fato de poder o homem agora viajar a aproximadamente 32 mil quilômetros por hora, mais de300 quilômetrosacima da superfície terrestre, tem qualquer significado para nós? O Senhor virá precedido por sinais no céu e na Terra.

Portanto, a mensagem de Jesus para você é: “Assim também, quando virem todas estas coisas, saibam que ele [Jesus] está próximo, às portas” (Mt 24:33). O dia da vinda do nosso senhor Jesus Cristo está muito próximo. Por isso, devemos estar atentos aos sinais e, também, preparados para o encontro com o nosso Deus. Permaneça firme ao lado do Senhor e você vai subir com Ele para o eterno lar.

Seja feliz!

J.Washington
Valdeci Junior

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Deus seja louvado. Qual é a forma física de Deus?

Aleluia! A Justiça negou ontem (29) o pedido para retirar a expressão “Deus seja louvado” das cédulas do real feito pelo Ministério Público Federal de São Paulo. A menção a Deus nas notas do real “não parece ser um direcionamento estatal na vida do indivíduo que o obrigue a adotar ou não determinada crença”, afirma a decisão sobre a ação. “Assim como também não são os feriados religiosos e outras tantas manifestações aceitas neste sentido, como o nome de cidades”. A sentença é da 7ª Vara da Justiça Federal. Os custos de divulgação de uma possível alteração nas cédulas podem chegar a R$ 12 milhões, estima o Banco Central. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), responsável pela inclusão da frase nas cédulas em 1986, classificou a ação do Ministério Público como “falta do que fazer”.

Deus deseja ser adorado não só em palavras, mas também em ações. Alguns louvam com os lábios e o coração está longe do Senhor. Você sabe como como é a forma física de Deus? Ele é um Ser real, ou uma “forma de energia”?

Quem é o senhor de sua vida?

Quem é o seu Deus?

Existem diferentes ensinamentos sobre a “forma de Deus”. Muitos dizem que Ele é simplesmente uma “energia” (ideia mais espiritualista) que comanda o universo, outros, afirmam que Ele existe “dentro de cada um” (panteísmo). É muito lógico que alguém saiba descrever-se a si mesmo melhor que qualquer um. Portanto, vamos deixar que Deus, através de Sua Palavra, no diga “como” Ele é: “Façamos o homem á nossa imagem, conforme a nossa semelhança…” (Gn 1:26- primeira parte)

Podemos ver que as Escrituras são claras em afirmar que o homem foi feito à “imagem e semelhança de Deus”. Se Deus fosse apenas uma “luz”, nós também teríamos de ser “lusinhas a pairar” no ar. Tenho certeza que, ao se olhar no espelho, nenhuma pessoa (em perfeito estado de saúde mental ou espiritual) não enxerga refletida uma “luz”, mas um ser real. Detalhe importante: na afirmação de que somos “à imagem dEle”, também estão subentendidas a capacidade de pensar, amar, ter livre-arbítrio.

Precisamos entender que, mesmo sendo à imagem de Deus, a Bíblia não diz que somos “iguais” a Ele. Deus é espírito (Jo 4:24), e isto quer dizer que Ele é um Ser espiritual (o que não significa impessoalidade). Certo é que Deus não pode ser examinado em laboratório (se o fosse, não seria Deus) e só O entenderemos melhor na eternidade. Na Bíblia podemos claramente ver um Deus real e pessoal:

“Disse Deus” (Gn 1:3) – Se Deus disse, é porque Ele Fala, se fala, tem uma boca, se tem uma boca, tem um rosto…

“Quando ouviram a voz de Deus, que andava…” (Gn 3:8). Se Deus andava, é porque Ele tinha pés;

• Deus falava boca a boca com Moisés (Nm 12:8);

• A Bíblia diz que Moisés viu a forma corpórea de Deus, sendo que o profeta viu Deus pelas “costas (Êx 33:18-23);

• Isaías viu a forma corpórea do Criador (Is6:1-6) e disse que Ele possuía vestes compridas” (verso 1);

• Ezequiel viu Deus, e disse que Ele era “semelhante a um homem, sentado em um trono” (Ez 1:26-28)

Existem muitos outros textos sobre o assunto, mas creio que estes são suficientes para compreendermos que Deus é um ser pessoal que quer se relacionar conosco! (2 Co 13:13).

Nosso Criador é infinitamente mais do que uma “luz” ou “forma de energia”. É um Ser real, pessoal, que criou o homem à Sua imagem e semelhança e que, na eternidade, nos dará a oportunidade de vermos a face dEle! (Ap 22:4). Não é maravilhoso sabermos que temos um Deus que é um Pai presente, que nos ama (Jo 16:27), em Quem podemos nos apegar e encontrar a saída para a solução de nossos problemas? (Mt 11:28-30).

Seja feliz!

J.Washington

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Mano Menezes é demitido. O que fazer nessas horas?

Mano Menezes foi demitido no comando da seleção brasileira na tarde desta sexta-feira. Ao contrário de Dunga, Mano não obteve taças importantes em torneios oficiais. Mano disputou 33 partidas a frente da seleção brasileira, e teve 21 vitórias, seis empates e seis derrotas. Esse é mais um caso de desemprego. Você conhece alguém que é muito bom no que faz, porém, não consegue um espaço, uma oportunidade para crescer na vida?

Demissão de Mano.

Fora de campo: Mano Menezes deixa seleção brasileira.

O que fazer nessas horas? Em primeiro lugar lembrar que essas horas passam, como passam as nuvens negras de uma tempestade. Acima das nuvens continua brilhando o Sol, firme, inalterável. Acima de nossas aflições, de nossas escuras horas de prova, Deus continua firme, eterno, em Seu infinito amor para conosco. Não nos esqueçamos de que as agruras, as vicissitudes, têm também um lado positivo: podem nos despojar de nossa presunção e vaidade, e levar-nos a compreender melhor nossa inteira dependência de Deus. Em meio ao fogo das provações, as impurezas de nosso caráter podem estar sendo queimadas e extirpadas.

Quando nossos sentimentos nos levam à tristeza e ao acabrunhamento, apeguemo-nos mais e mais à fé, que não depende das coisas aparentes, mas de uma plena entrega de nossa vida Aquele que tudo pode, que tudo vê, e que prometeu estar sempre conosco, não importam as circunstâncias fora ou dentro de nós. Davi, ao passar pela hora mais escura de sua vida, escreveu as encorajadoras palavras do Salmo 130, chamado pelos comentaristas o “De Profundis” do salmista, pois é assim que ele inicia sua oração: “Das profundezas clamo a Ti, Senhor” (v. 1). Nesse salmo Davi revela o segredo de não desistir em meio aos mais cruéis sofrimentos morais e espirituais.

Ele vislumbrou a benignidade divina: “Se observares, Senhor, iniquidades, quem, Senhor, subsistirá?” (v. 3). E então mostra a razão de sua fé: “Contigo, porém, está o perdão, para que Te temam” (v. 4). E ao final ele deixa este brado de encorajamento a todos os que passam por semelhante experiência de aflição e abatimento: “Espere Israel no Senhor, pois no Senhor há misericórdia, nEle, copiosa redenção” (v. 7). Aleluia!

Seja feliz!

J.Washington
Tércio Sarli

 

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‘Até que a morte os separe’. Tragédia! Por quê?

Geise Guimarães e Fabio Gefferson dos Santos Maciel, namorava 7 anos  e ficaram casados apenas seis horas. O acidente aconteceu pouco depois do “sim” no altar. Fábio morreu às 2h16 ao chegar no Hospital Paulino Werneck. A taça que Fábio guardara de recordação do casamento no bolso da calça, partiu-se e cortou a veia femoral, por onde passa 1 litro de sangue por minuto. Segundo a família, Fabio chegou com vida ao hospital, mas houve demora no atendimento. “Os médicos estavam descansando e não fizeram nada. Foi preciso que um outro colega deles chegasse e fizesse um alvoroço lá dentro”, afirmou Antônio Marcos Salazar, cunhado de noivo. A cerimônia de sepultamento deve acontecer nesta quarta-feira, 21 de novembro. Ao tropeçar, Fabio foi ferido pelos cacos de vidro do copo, que atingiram a veia femoral. Essa veia direciona ao coração todo o sangue que sai da perna.

Para mim, essa é uma das notícias mais tristes dos últimos tempos. Fico pensando na dor que assaltou o coração de Geise. E os pais de Fabio? Quanto sofrimento. O sonho tão esperado durou tão pouco. Geise olhará para as imagens do casamento e, por algum tempo, não acreditará no ocorrido. Resta a saudade, algumas indagações e a esperança.

Triste

Fábio e Geise: sonho interrompido.

Tragédias! Elas são indescritíveis. Não têm hora para chegar, não pedem licença e interrompem os sonhos de muita gente. Em geral, parece acontecer só com os outros. Mas quando ocorre conosco, uma insistente pergunta paira no ar: Por quê?

Quando eu admito que todas essas misérias que estão no mundo só acontecem com o consentimento de Deus, não estaria admitindo que Deus concorda com o que está acontecendo?

Satanás desafiou a Deus perante o universo de ser injusto em exigir obediência à sua lei. Disse que não era possível guardá-la totalmente. Se Deus não tivesse permitido que Satanás tentasse Adão e Eva no Éden e a Jó, o inimigo iria dizer aos anjos: “Vocês viram? Deus não me deixa tentá-los, porque tem medo que minha teoria se confirme e vocês vejam que eu estou certo”!

Deus teve de permitir para o bem do universo, para que todos pudessem ver que Deus não é injusto e que sua lei é boa. Se os anjos não tivessem visto isso, teriam dúvidas a respeito de Deus e serviriam ao Senhor por medo e não por amor. Com isso, Jesus desmascarou o diabo perante todos, pois os anjos não sabiam que ele era mau. Deus não permitiu que o inimigo tentasse-os pessoalmente por que certamente teria os matado.

O fato de Deus permitir a existência do pecado não quer dizer que ele “concorde”.

A promessa de Deus é que um dia Ele irá terminar com o sofrimento. (Apocalipse 21:4; Romanos 16:20). Confie.

Seja feliz!

J.Washington

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Eliza: viva ou morta? Bruno – inocente ou culpado?

Apenas nove dias antes do início do julgamento de Bruno, que começou na última segunda-feira e, após mudança no advogado do goleiro, acabou transferido para março de 2013, o ex-camisa 1 foi imortalizado na história do Flamengo. No lançamento da segunda fase da calçada da fama do clube, o nome do jogador foi gravado junto com os dos companheiros que participaram da campanha da conquista do hexacampeonato brasileiro, em 2009. A inclusão do nome de Bruno, porém, causou incômodo nos bastidores. Segundo o Ministério Público, oito acusados, sob ordens de Bruno, participaram do sequestro e desaparecimento da modelo, entre eles a mulher e uma namorada do goleiro. A Promotoria acusa o jogador, que atuava no Flamengo, de ter arquitetado o crime para não ter de reconhecer o filho que teve com Eliza nem pagar pensão alimentícia.

Conforme a denúncia e noticiado pelo G1, Eliza foi levada à força do Rio de Janeiro para um sítio do goleiro, em Esmeraldas (MG), onde foi mantida em cárcere privado. Depois, a vítima foi entregue para o ex-policial militar Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que a asfixiou e desapareceu com o corpo, nunca encontrado. Bruno e os demais acusados negam.

Julgamento

Inocentes ou culpados? Jurados decidem.

Defesa e acusação devem apresentar seus argumentos para tentar convencer os jurados em mais de vinte horas de debates. Antes, serão ouvidas 30 testemunhas, seguidas pelo interrogatório dos réus, que têm o direito de permanecer em silêncio. Desde o início das investigações, em junho de 2010, todos negam o crime, mas, a cada troca de advogados, as declarações dos principais acusados mudaram.

Os jurados devem se reunir em uma sala secreta para definir o veredicto para cada um dos réus. Se considerados inocentes, saem livres do fórum. Se culpados, as penas podem ultrapassar os 35 anos de prisão.

Pelo Código Penal brasileiro, ninguém permanece preso por mais de 30 anos. Com 2/5 de pena cumprida, por se tratar de crime hediondo, os réus podem pedir progressão para o regime semiaberto, que deve ser decidida pelo juiz com base no comportamento e antecedentes.

Antes de Cristo voltar a terra, haverá um juízo. Entenda como será. Seu nome está no processo?

Todos serão recompensados ou condenados de acordo com as decisões e atitudes de sua vida (Ec 12:14; Mt 16:27). Isto não quer dizer que a salvação será pelas obras. A salvação somente ocorre pela fé em Cristo como nosso Salvador pessoal. Mas o que ocorre é que as obras de uma pessoa seguem a sua fé. Se a pessoa tem fé em Cristo, suas obras demonstram isso. Se uma pessoa não tem fé em Cristo, sua vida e obras evidenciam de que lado a pessoa escolheu estar no grande conflito entre e bem e o mal.

O profeta Daniel menciona em uma de suas visões a presença de um tribunal com livros sendo abertos (Dn 7:9, 10). Logicamente, todo julgamento envolve o que está nos relatos processuais. Por isso, a Palavra de Deus menciona a existência de vários livros usados pelo tribunal divino no Céu.

(1) As Escrituras Sagradas – norma do juízo.

(2) O livro da vida (Ap 20:12).

(3) O livro de registro dos pecados dos homens (20:12).

(4) O livro de memórias das boas obras do santos e, talvez, o livro da morte que registra os pecados dos impenitentes (Dn 7:10; Ml 3:16; Ne 13:14; Is 65; Is 65: 6 e 7).

Esses livros são usados por Deus para que o Universo saiba que Ele é justo ao condenar os ímpios e salvar aqueles que escolheram o plano divino através da morte substitutiva de Cristo. Após a abertura dos livros, o profeta Daniel nos apresenta a cena do juízo. Primeiro há o julgamento e depois a coroação de Cristo e a implantação do reino eterno (7:13 e 14). Pedro nos diz que o julgamento do povo de Deus precede ao julgamento dos ímpios (1 Pe 4:17).

E então virá o decreto de Apocalipse 22:11: “Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda.”  Esse decreto virá no fim do juízo pré-advento, exatamente antes que Cristo venha pela segunda vez. Não haverá segundo tempo de graça. O julgamento divino é efetuado em três passos sucessivos:

a) O juízo pré-advento – justifica o caráter de Deus diante dos seres celestiais. É realizado antes que Cristo retorne a esta Terra. Antes de Cristo vir a este mundo, pela segunda vez, para levar os que O aceitaram como Salvador pessoal e viveram uma vida de entrega a Ele, nos tribunais celestes será analisado quem Cristo irá levar para o Céu. A grande preocupação dos seres celestiais é o Céu não ser colocado em perigo por algum suposto cristão que não teve a vida totalmente transformada.

Nesse julgamento, serão descartados os pretensos seguidores de Cristo, aqueles que têm o nome de cristãos, mas não O seguem de verdade. Os cristãos nominais serão julgados e condenados antes que Cristo venha para dar o galardão aos Seus filhos. Cristo, obviamente, não irá levá-los para o Céu.

b) O juízo de confirmação - justifica o caráter de Deus diante dos remidos. É realizado pelos santos durante o milênio. Quando chegarmos ao Céu, certamente vamos nos surpreender por não encontrarmos lá algumas pessoas que imaginávamos que lá estariam. Para benefício dos salvos, Cristo abrirá todos os registros do Céu para que possamos confirmar a justiça de Deus em ter concedido a salvação a alguns e em não ter levado outros para o Céu. Esse juízo ocorre entre a segunda e a terceira vinda de Cristo a este mundo no período conhecido como milênio.

O livro do Apocalipse (20:4) nos fala sobre os santos julgando durante os mil anos (milênio). Paulo declara que “o mundo” e os “anjos” serão julgados pelos santos (1 Co 6:2 e 3; Jd 6). Essa será a principal obra dos santos durante o milênio – “reinarão e serão sacerdotes com Cristo durante 1000 anos” (Ap 20: 4 e 6). Por ocasião da segunda vinda de Cristo, eles serão levados ao Céu e, ali, farão o julgamento.

c) O juízo executivo final – justifica o caráter de Deus diante de todos os seres criados, bons e maus. É a proclamação da sentença condenatória contra os ímpios e sua destruição.

Quando todas as dúvidas tiverem sido esclarecidas, no final do milênio, Jesus voltará novamente a esta Terra para ser reconhecido como justo por Satanás, seus anjos e todos os perdidos. Aqui se realizará o que está predito tanto no Antigo como no Novo Testamento:

Isaías 45:23“Por mim mesmo tenho jurado, já saiu da minha boca a palavra de justiça, e não tornará atrás; que diante de mim se dobrará todo o joelho, e por mim jurará toda a língua.”

Romanos 14:11 – “Porque está escrito: Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, e toda a língua confessará a Deus.”

É importante notarmos que todo joelho se dobrará a Deus não numa obediência forçada, mas num tributo de sincero reconhecimento de que Deus foi amoroso e justo em todo o seu trato com os pecadores. A razão pela qual essas pessoas não podem receber a imortalidade é porque rejeitaram a graça de Cristo e se apegaram ao pecado de tal forma que o pecado passou a ser, para elas, uma segunda natureza. Não podem fazer parte do Céu porque colocariam em risco a existência pacífica de todos os seres do Universo.

Aquele que tem a Cristo como seu Salvador pessoal não precisa temer o juízo de Deus em nenhuma de suas fases. João 5:24 nos revela que aquele que ouve e pratica a Palavra de Jesus não entra em juízo, mas passa da morte para a vida, isto é, somente serão condenados aqueles que não fizeram uma entrega completa da vida a Deus. No final do milênio, todos os seres humanos estarão reunidos diante de Deus. Os salvos (que não serão mais julgados nesta ocasião) receberão a confirmação de sua salvação. Os ímpios estarão em pé diante dEle para receber a sentença final – o juízo executivo final. Fogo descerá do céu e destruirá, para todo sempre, todo e qualquer vestígio de maldade (Apocalipse 20:7-9). A Bíblia nos diz que o mal não se levantará pela segunda vez (Na 1:9).

Malaquias 4:1 e 3“Porque eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem ramo. E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que estou preparando, diz o SENHOR dos Exércitos” Enquanto a Terra está envolta nos fogos da destruição[i], os justos habitam em segurança na Santa Cidade. Sobre os que tiveram parte na primeira ressurreição, a segunda morte não tem poder. Ao mesmo tempo em que Deus é, para os ímpios, um fogo consumidor, é, para o Seu povo, tanto Sol como Escudo (Ap 20:6; Sl 84:11).

“Vi um novo céu, e uma nova Terra. Porque já o primeiro céu e a primeira Terra passaram” (Ap 21:1). O fogo que consome os ímpios purifica a Terra. Todo vestígio de maldição é removido. Nenhum inferno a arder eternamente conservará perante os resgatados as terríveis consequências do pecado. Apenas uma lembrança permanece: nosso Redentor sempre levará os sinais de Sua crucifixão. Em Sua fronte ferida, em Seu lado, em Suas mãos e pés estão os únicos vestígios da obra cruel que o pecado efetuou. Diz o profeta, contemplando Cristo em Sua glória: “Raios brilhantes saíam da Sua mão, e ali estava o esconderijo da Sua força” (Hc 3:4).

Suas mãos, Seu lado ferido donde fluiu a corrente carmesim, que reconciliou o homem com Deus – ali está a glória do Salvador, ali está “o esconderijo da Sua força”. “Poderoso para salvar”, mediante o sacrifício da redenção, foi Ele, portanto, forte para executar justiça sobre aqueles que desprezaram a misericórdia de Deus. E os sinais da Sua humilhação são a Sua mais elevada honra; através das eras intérminas, os ferimentos do Calvário Lhe proclamarão o louvor e declararão o poder. Na terra renovada não mais haverá lágrimas, cortejos fúnebres, manifestações de pesar.  “Não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor,  porque já as primeiras coisas são passadas” (Ap 21:4). “E morador nenhum dirá: Enfermo estou; porque o povo que habitar nela será absolvido da sua iniqüidade” (Is 33:24).

Ali está a nova Jerusalém, a metrópole da nova Terra glorificada, como “uma coroa de glória na mão do Senhor e um diadema real na mão de teu Deus” (Is 62:3). “Sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como cristal resplandecente.” “As nações andarão à sua luz; e os reis da Terra trarão para ela a sua glória e honra” (Ap 21:11 e 24). Diz o Senhor: “Folgarei em Jerusalém, e exultarei no Meu povo” (Is 65:19). “Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o Seu povo, e o mesmo Deus estará com eles e será o seu Deus” (Ap 21:3).

“E ouvi a toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre” (Ap 5:13). O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz e alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor.

Seja feliz!

J.Washington


[i] Daqui em diante segue a narrativa extraída de: O Grande Conflito, Casa Publicadora Brasileira, p. 674 – 678.

 

 

 

 

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Obama: ‘O melhor está por vir’. Apocalipse 1:7

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reeleito hoje, sustentou que o melhor para o seu país ‘ainda está por vir’, durante seu discurso em Chicago após a confirmação da sua vitória. Essa declaração nos faz lembrar de um outro governo, outro país, um Poder ilimitado que logo se estabelecerá na Terra.  A Bíblia sagrada afirma que o melhor está para acontecer: a Volta de Jesus que todos vão ver! Isso não é frase de efeito, trata-se de uma promessa verdadeira ( Hebreus 10:37) e que já está se cumprindo. Veja:

Obama é reeleito

Obama e família: uma nova chance.

Vamos deixar que a própria Bíblia explique-nos através da análise de alguns textos. O capítulo 24 de Mateus relata o diálogo entre Jesus e os discípulos, quando estes lhe perguntam sobre os sinais que antecederiam Sua vinda: “No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século” (verso 3). Os versos que se seguem relatam os sinais que indicam a proximidade deste evento, e no verso 33 lemos as próprias palavras de Jesus acerca de Sua breve volta: “Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabei que está próximo, às portas”. Em Marcos 13:20, 28 e 29, lemos:

“E, se o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos escolhidos que escolheu, abreviou aqueles dias”. Jesus disse ainda: “Aprendam a lição que a figueira ensina. Quando os seus ramos ficam verdes, e as folhas começam a brotar, vocês sabem que está chegando o verão. Assim também, quando virem acontecer essas coisas, fiquem sabendo que o tempo está perto, pronto para começar”.

O apóstolo Paulo, em sua carta aos filipenses, escreveu: “Sejam amáveis com todos. O Senhor virá logo (Fl 4:5 – NTLH -Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Na carta aos Hebreus, também encontramos outra declaração: “Pois, como ele diz nas Escrituras Sagradas: ‘Um pouco mais de tempo, um pouco mesmo, e virá aquele que tem de vir; ele não vai demora’ (Hb 10:37 – NTLH). E ainda, em Apocalipse 22, versos 7,12 e 20:

“Escutem! – diz Jesus – Eu venho logo! Felizes os que obedecem às palavras proféticas deste livro! Escutem! – diz Jesus – Eu venho logo! Vou trazer comigo as minhas recompensas, para dá-las a cada um de acordo com o que tem feito. Aquele que dá testemunho de tudo isso diz: — Certamente venho logo! Amém! Vem, Senhor Jesus!”

Assim, vemos que a afirmação “Jesus virá em breve” trata da iminente volta de Jesus, pois os sinais de Sua vinda estão se cumprindo perante nossos olhos! Entretanto, alguns perguntam o porquê de Jesus ainda não ter vindo, se a promessa é de que Ele voltará em breve. O livro de 2 Pedro 3:8 e 9 responde:

“Meus queridos amigos, não esqueçam isto: para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia. O Senhor não demora a fazer o que prometeu, como alguns pensam. Pelo contrário, ele tem paciência com vocês porque não quer que ninguém seja destruído, mas deseja que todos se arrependam dos seus pecados”.

O tempo divino é diferente do nosso, e o desejo de Deus é que todos sejam salvos; por isso, Ele dá a oportunidade de salvação a todos, e espera com amor e paciência por aqueles que ainda não O aceitaram. Este é um dos motivos pelos quais Jesus não voltou ainda. É por causa do amor que Ele sente por você e por mim que está a esperar. Se Ele voltasse hoje, quantos seriam salvos? Estaríamos nós preparados? Hoje é um dia a menos para o Seu breve retorno, e uma oportunidade a mais para nos prepararmos! Amém!

Que possamos expressar nossa gratidão a Deus hoje pelo dom da salvação, demonstrando em nosso viver o quanto O amamos! E que o amor de Jesus seja a grande motivação da sua vida. Caso ainda tenha alguma dúvida, sinta-se livre para nos procurar.

 

Seja feliz!

J.Washington