Novo Tempo

Nova Chance | Alívio para o coração aflito.

Anjos da Esperança

Anjos em Ação! A união do divino com o humano.

Deus acabou de criar mais um lindo e poderoso anjo. Novo no Céu, Arcângeluz tem muito que aprender. A curiosidade é natural, deseja saber sobre …

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Padre diz em missa que namorada está grávida!

padre

“A gente passou por essa crise, entre a fé e o amor, mas depois que revelamos fiquei aliviada. Estou feliz”, declara Emília Carneiro que ficou …

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‘Antes que morra’. Como tratar as dores da vida e da perda.

Jesus no hospital

Rogou-lhe o oficial: Senhor, desce, antes que meu filho morra”. João 4:40 O Jesus que da água fizera vinho não faz milagre somente uma vez. …

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Um recado pra você. ‘Sob a Tua palavra’.

Pescador de homens

“Respondeu-lhe Simão Pedro: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos, mas sob a Tua palavra lançarei as redes”. Lucas 5:5 O “Deus por nós” …

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Dominguinhos morreu. Quando estivermos no Céu iremos nos reconhecer? Veja o que a bíblia diz.

Considerado o sanfoneiro mais importante do país e herdeiro artístico de Luiz Gonzaga (1912-1989), José Domingos de Morais, morreu às 18h desta terça-feira (23), em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas. O músico Dominguinhos,72 anos. Ele lutava havia seis anos contra um câncer de pulmão.

O sanfoneiro mais famoso

Dominguinhos: o sanfoneiro mais famoso do Brasil

Ao longo do tratamento, ele desenvolveu insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. Dominguinhos foi transferido para a capital paulista em 13 de janeiro. Antes, esteve internado por um mês em um hospital no Recife.
O músico nasceu em Garanhuns, no agreste de Pernambuco. Conheceu Luiz Gonzaga com 8 anos. Aos 13 anos, morando no Rio, ganhou a primeira sanfona do Rei do Baião, que três anos mais tarde o consagrou como herdeiro artístico. Segundo o portal G1. A amizade de Gonzagão e Dominguinhos foi marcante. Ambos cantaram sobre a cultura nordestina e brasileira, eram poetas que valorizavam sua terra.

Agora, queremos refletir sobre a nova terra, sobre a vida após a morte. Algumas pessoas já se perguntaram: “quando estivermos no Céu iremos nos reconhecer?”. Você pode indagar: “Ganzaga e Domingos vão se reconhecer?”  Outra possibilidade: “Uma mãe vai reconhecer um filho?”

Ao Jesus voltar (João 14:1-3; Apocalipse 22:20) seremos transformados e estaremos com Ele “em nosso próprio corpo”. Isto pode ser aprendido de Lucas 24:36 a 43. Depois de ressuscitado, Jesus apareceu entre os discípulos. E, ao verem-no ficaram surpresos e “acharam estar vendo um espírito” (verso 37). Mas Jesus disse: “Por que estais perturbados? E porque sobem dúvidas ao vosso coração? Vede minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo: apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (versos 38 e 39).

Ao dizer isto, o Senhor lhes mostrou as mãos e os pés, para eles verem que o Salvador era de carne e ossos (verso 40). E, por não acreditarem ainda, pediu algo que comer. Os discípulos lhe apresentaram um pedaço de peixe e um favo de mel e Ele comeu na presença deles! (versos 41 a 43).

Sendo Cristo o “primogênito dos mortos” (Apocalipse 1:5), ou seja, o primeiro em importância, a ressurreição dEle serve de modelo para a ressurreição de todos os justos. Assim como Cristo subiu para o Céu com um corpo glorificado, também teremos um corpo glorificado (Filipenses 3:20, 21) para que possamos ter uma vida normal no paraíso, onde poderemos tocar as pessoas que amamos e até nos alimentarmos. Em Mateus 26:29 Cristo diz aos discípulos que “não beberia mais do fruto da videira até aquele dia em que iria beber novamente com eles no reino de Deus”. Vemos claramente que no céu seremos pessoas “reais”, e não “espíritos desencarnados”. Teremos corpos transformados à imagem do corpo glorioso de Jesus. (Filipenses 3:20 e 21; I cor. 15:51 a 53).

Você já pensou o quanto seria ruim se, ao ir para lá, você abraçasse um ente querido e seus braços “cruzassem” o “espírito” da pessoa que tanto gosta? A vida seria muito triste! Demos graças a Jesus por Seus planos para nós serem muito melhores do que aqueles apresentados pelo espiritualismo. Vejamos outro verso:

“Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus”. Mateus 8:11.

Se iremos conhecer no Céu Abraão, Isaque e Jacó, é mais do que óbvio que reconheceremos nossos queridos!
Esses fatos (tomar suco de uva e sentar-se na mesa com Abraão, Isaque e Jacó) ensinam que no Céu iremos nos alimentar – evidência clara de que seremos seres reais e não “espíritos”. Além disso, a Bíblia diz que comeremos da árvore da vida (Apocalipse 22:2).

Outro fato que nos leva a concluir que no Céu seremos conhecidos é o de que Jesus, após a ressurreição dEle, foi conhecido. Nós seremos transformados por Deus (nosso corpo mortal se revestirá da imortalidade – veja 1 Coríntios 15:51-53), mas, nossa individualidade e personalidade serão preservadas. Para Deus não haveria graça alguma se nós não fôssemos nós mesmos. Ele nos ama do modo como somos.

Apesar de nossa individualidade ser preservada, nosso caráter será transformado em um caráter puro. Mas isso não fará com que esqueçamos quem somos e quem são nossos familiares queridos. Não sofreremos nenhuma espécie de “lavagem cerebral”.

Logo chegará o dia em que os mortos serão ressuscitados (João 5:28-29) e arrebatados para o céu (1 Coríntios 15:51-53; 1 Tessalonicenses 4:13-18), onde poderemos viver de uma forma tão maravilhosa como jamais sonhamos.

Portanto, não perca essa chance. Aceite a Jesus como seu salvador pessoal, creia na morte e ressurreição dEle e entregue o seu coração a Deus:

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. Apocalipse 3:20.

Fazendo isso você estará se preparando para a eternidade.

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16.

Seja feliz!

J.Washington
Leandro Quadros

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Sexo no dia dos namorados: presente de jovens compromete futuro.

“Nós nos beijamos, mas impomos limites, evitando certos contatos mais intensos, que mexem mais com os sentidos, e certos tipos de beijo”. O Dia dos Namorados, comemorado nacionalmente no dia 12 de junho, geralmente é relacionado a troca de presentes, carícias, beijos e outras intimidades, mas nem todos comemoram a data dessa forma. A decisão de Raquel foi tomada antes do namoro. “O período anterior ao namoro foi um tempo de maturidade, assim, discutimos sobre o que pensamos sobre compromisso sério e casamento, principalmente sobre sexo, algo reservado para o esposo e esposa, mesmo concordando que é uma tarefa difícil”, explicou ao G1. Segundo o portal de notícias da Globo, Rodrigo Alexandre de Sousa e Raquel Cristina Mendes namoram desde 2010. O casal tem em comum a idade (21 anos), a religião evangélica cristã e a vontade de esperar até casar para ter relações sexuais.

NamoradosAntes de nos determos no tema (sexo antes do casamento), é bom destacarmos que Deus não é contra o prazer sexual. Foi Ele quem fez o sexo e o deu de presente para o ser humano. O problema está quando o sexo é praticado fora do casamento. Quando nos criou, Deus sabia como poderíamos desfrutar plenamente do prazer sexual. Vendo que é dentro de um contexto de profunda intimidade e segurança (só dentro do casamento isto pode ser desfrutado plenamente) que a pessoa pode realizar-se sexualmente, Deus estabeleceu em Sua Lei que as relações sexuais devem ser mantidas após o matrimônio. Veja que Deus sempre sabe o que é melhor para as Suas criaturas! Continuemos em nossa análise:

1) Quando Deus criou Adão e Eva, logo em seguida proferiu a “bênção” sobre o casal; após isto, ambos “se tornaram uma só carne” (Gn 1:27 e 28; 2: 21-24). O sexo faz parte da perfeita criação de Deus, qualificada como sendo “muito bom” (cf. Gn 1:31).

2) As Escrituras condenam a prática do sexo fora do casamento, pois tal atitude não faz parte do plano original de Deus.

“Alguém vai dizer: ‘Eu posso fazer tudo o que quero’. Pode, sim, mas nem tudo é bom para você. Eu poderia dizer: “Posso fazer qualquer coisa.” Mas não vou deixar que nada me escravize. Outro vai dizer: “O alimento existe para o estômago, e o estômago existe para o alimento.” Sim, mas Deus acabará com os dois. O nosso corpo não existe para praticar a imoralidade, mas para servir o Senhor; e o Senhor cuida do nosso corpo. Fujam da imoralidade sexual! Qualquer outro pecado que alguém comete não afeta o corpo, mas a pessoa que comete imoralidade sexual peca contra o seu próprio corpo. Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus, pois ele os comprou e pagou o preço. Portanto, usem o seu corpo para a glória dele” (1 Co 6:12,13, 18-20 BLH – Bíblia na Linguagem de Hoje)

“Mas eu digo: Já que existe tanta imoralidade sexual, cada homem deve ter a sua própria esposa, e cada mulher, o seu próprio marido” (1 Co 7:2 BLH).

“O que Deus quer de vocês é isto: que sejam completamente dedicados a ele e que fiquem livres da imoralidade” (1 Ts 4:3 BLH – no original, a palavra para imoralidade se refere à fornicação, sexo fora do casamento).

3) O sexo pré-conjugal traz efeitos negativos:

a) Efeitos emocionais negativos (na grande maioria das pessoas): culpa, ciúme, ansiedade, medo de uma gravidez.
b) Problemas de relacionamento: entre os namorados, familiares…
c) Efeitos espirituais: culpa, medo de Deus, ausência de vontade de estudar a Bíblia e orar.
d) Efeitos físicos: aumenta as possibilidades de uma gravidez indesejada e de contrair doenças venéreas (estas considerações foram extraídas e adaptadas do livro Aconselhamento Cristão, de Gary R. Collins – Sociedade Religiosa Edições Vida Nova).

Se, ao nos relacionarmos sexualmente, presenciamos alguns destes efeitos, o mesmo não está nos beneficiando; e isto não é da vontade de Deus. Ele quer que desfrutemos deste presente da melhor maneira. Quando Deus nos ensina a maneira correta de fazer sexo, o faz para nosso próprio bem.

4) A fim de aliviarmos a tensão sexual, a recomendação de Deus é que nos casemos:
“Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado” (1 Co 7:9) O texto é claro a este respeito, não dá margem para que aliviemos nossos desejos sexuais fora do matrimônio.Isto não indica de forma alguma que a motivação de se casar seja apenas o sexo; cuidado com isto, pois muitos caem nesta cilada!

Assim, vemos que, biblicamente, o sexo deve ser feito apenas no casamento. Praticá-lo de outra forma, constitui-se um pecado sujeito a julgamento (1 Co 6:9-13;18:20; Ef 5:3-7; Cl3:5-6), pois o propósito original de Deus é desvirtuado, trazendo assim prejuízos à felicidade e saúde humana. Há outras razões pelas quais não devemos usufruir a relação sexual antes de casar? Deus criou o sexo para o prazer e intimidade do casal (também com finalidade de procriação), de modo que ambos encontrassem plena satisfação um no outro.

“O sexo é saudável quando você pode conciliar satisfação sexual, integridade, compromisso, bem-estar da outra pessoa e um senso de autoestima e dignidade. E isto só é possível dentro do casamento” (Pastor José Maria, em um de seus artigos para a Revista Adventista), pois no namoro ou noivado não há este compromisso, palavra esta que está quase que totalmente extinta do vocabulário social atualmente.

Temos de ser honestos em reconhecer que não é das coisas mais fáceis ser puro sexualmente, especialmente na sociedade moderna. Todos os dias somos bombardeados pela mídia com cenas de sexo ou abordados a respeito deste assunto. A cultura na qual vivemos, de certo modo, nos influencia muito, inclusive em nossos conceitos. Porém, isto não nos dá a liberdade de transgredirmos as leis de Deus. O cristão é guiado pelo Espírito Santo e não pelas opiniões alheias.

O que fazer? Precisamos aceitar o fato de que não iremos modificar o mundo; ao mesmo tempo, tomar a decisão de não permitirmos que a coletividade nos mude, a ponto de negarmos os princípios divinos. Somente através de uma íntima e ininterrupta comunhão com o Criador poderemos vencer. Também é importante que adotemos corretos padrões de pensamentos (Fp 4:8), e que vigiemos nossos olhos (Jó 31:1; Pv 4:23 e 25). Antes disso, temos de decidir ser puros.

E se alguém errou? Nunca é tarde para recomeçar. Deus perdoa todos os pecados, desde que os confessemos (Sl 32:5; Mq 7:19; 1 Jo 1:7-9). Pelo sacrifício de Jesus, podemos ser purificados e tornados santos, com se nunca tivéssemos errado. Basta ir a Ele, confessar os erros e abandonar o pecado com o auxílio de Seu grandioso poder. Se Ele dá esta nova chance, o pecador deveria perdoar-se a si mesmo; assim, sua vida terá sentido. Jamais nos esqueçamos do amor de nosso Senhor, e de que nosso Criador é o Deus das Novas Oportunidades.

Seja feliz!

J.Washington
Leandro Quadros

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Angelina Jolie retira seios para se livrar de câncer.

A atriz Angelina Jolie, de 37 anos, anunciou ter se submetido a uma mastectomia dupla (retirada dos seios). Ela tinha um risco de 87% de desenvolver câncer de mama e de 50% de ter câncer de ovário. A retirada dos seios começou em fevereiro e foi completado em abril. Jolie explicou ao jornal americano “The New York Times” que sua mãe lutou contra o câncer por quase uma década e morreu aos 56 anos.

Amor de mãe: Angelina Jolie dá exemplo.

Amor de mãe: Angelina Jolie dá exemplo.

Ela procurou garantir aos seus filhos que a mesma doença não a tiraria deles. Elogiou seu companheiro, o também ator Brad Pitt, por seu amor e apoio durante o procedimento, e disse que seus filhos não encontraram nada nos resultados “que os deixem desconfortáveis”. De acordo com Angelina Jolie, suas chances de desenvolver câncer de mama agora caíram de 87% para menos de 5%.

“Eu me sinto segura de que fiz uma escolha dura e que de maneira nenhuma diminui minha feminilidade”, disse ela. “Para qualquer mulher que esteja lendo isso, espero que isso ajude você a saber que tem opções”, afirmou. “Quero estimular cada mulher, especialmente se você tem um histórico familiar de câncer de mama ou de ovário, a procurar informações e especialistas médicos que podem lhe ajudar nesse aspecto de sua vida e a fazer sua própria escolha informada”, comentou a atriz, mãe de seis filhos. Ppublicado no (Folha.com).

Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Mais de 70% dos casos no País são diagnosticados tardiamente, quando o tumor atingiu mais de cinco centímetros. Nesse estágio apenas 30% das mulheres são curadas.

info-cancer-mama.gifÉ importante ressaltar o amor de Angelina Jolie pelos filhos e o amor de Brad Pitt por ela. Nessa família, todos se amam.

A seguir, vamos responder uma perguntinha sobe o uso de prótese de silicone, a reflexão não está ligada diretamente ao caso de Angelina Jolie, é somente para se pensar um pouco mais sobre um assunto que, para muitos crentes, é um tabu.

“Eu não me sinto bem em relação ao meu corpo, não se trata apenas de uma vaidade, seria condenável a correção desse defeito se eu me submetesse a uma plástica e fosse usado o silicone?”

É preciso avaliar todos os impasses com os quais nos deparamos em termos de certo ou errado, à luz dos princípios bíblicos. Aqui temos envolvido o chamado princípio da modéstia cristã. O que é isso? Esse princípio é fundamentado em textos como 1 Pedro 3:3.

Aqui temos outro ponto: o cristão é não apenas alguém modesto no vestir e no cuidado com seu próprio corpo, mas é alguém feliz, com uma forte auto-estima, sentindo-se bem consigo mesmo porque considera que Cristo fez o máximo sacrifício por ele, independente de como é seu corpo! Se Cristo me ama como sou, não há porque eu também não me amar!

Ora, se um problema qualquer faz com que os cabelos de uma boa cristã comecem a cair, está errado ela buscar um tratamento para reverter isso? Se um problema qualquer estraga a pele de um bom cristão, está errado ele buscar o tratamento para mudar isso? Não, claro que não! Jesus não disse aos aleijados, aos com mãos ressequidas, aos cegos e leprosos que eles deveriam desenvolver uma boa auto-estima apenas por Ele os amar. Ele conhece nossas dores e sabe que nossa felicidade é constituída de diversos fatores, entre eles, a auto-aceitação.

A implantação de uma prótese de silicone é pecado? A resposta pode ser que sim, pode ser que não. Se você estiver buscando não chamar a atenção de todos, mas a simples reparação de uma característica física que lhe entristece, se você estiver buscando ajustar algo que interfere na sua auto-aceitação, ora, isso não seria pecado algum. Não se trata do tipo nocivo de vaidade, mas da porção saudável dela. Quem sabe o que você quer com isso é apenas você.

Seja feliz!
J.Washington

 

 

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Galvão Bueno e Jô Soares: Como controlar o pensamento e os sentimentos.

“Tem uma coisa que me incomoda quando você tá narrando: é quando você narra o que o jogador ou o piloto está pensando. Isso me dá um nervoso”, comentou Jô Soares em seu talk show. “Você não pode pretender ser mais importante que a imagem porque aí cai no ridículo, mas tem que tentar passar para o telespectador uma informação paralela”, tentou argumentar Galvão Bueno. “É, você tem razão. Nunca mais vou tentar interpretar o pensamento de ninguém”, desistiu o narrador mais famoso do Brasil, admitindo no “Progra do Jô” de sexta-feira, 3 de maio.

Galvão

Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno

Esse ponto da fala entre os ‘bem amigos’ Galvão e Jô, referente ao ‘pensamento’ é importante para lembrarmos dos nossos limites, mesmo quanto ao nosso pensar e das pessoas. O texto abaixo é anterior a entrevista, e uma coisa não está ligada a outra.

Agora desejamos que você pense um pouco sobre a possibilidade de controlar seus pensamentos. Veja as dicas:

DUVIDAR – tudo o que você crê, o controla. Duvide de tudo em que você crê e que o perturba. Duvide que você não consiga superar seus conflitos, suas dificuldades, seus desafios. Duvide das mentiras de seus pensamentos negativos. Diga a si mesmo: “Eu não consigo AINDA…

CRITICAR – critique cada ideia pessimista, preocupação excessiva e pensamento antecipatório. Cada pensamento negativo deve ser combatido. Seu “eu” tem que deixar de ser passivo, tem de criticar seus pensamentos que produzem sofrimento. Pense no amanhã só para planejar, mas não para ficar ansioso.

DETERMINAR – determine ser alegre, seguro, forte, não ser escravos dos seus conflitos, dos remédios. Primeiro você duvida, depois critique e então determine-se a agir com positividade. Determine o que você quer pensar e sentir.

RENOMEAR – os pensamentos exageradamente ruins, dolorosos, preocupantes que você tem podem ser falsos sinais da sua mente, sintomas de uma desordem, mas não é você todo. Você até pode pensar neles! Eles não são você de maneira que não sobra mais nada.

REATRIBUIR – estes pensamentos perturbadores são frutos de circuitos cerebrais com defeito. Refletem um mau funcionamento do seu cérebro, e não uma real necessidade de fazer o que eles mandam, ou algo que terá que acontecer.

REFOCAR – volte a atenção para longe dos pensamentos doentios, e concentre-se num comportamento construtivo. Mude o foco onde você costuma colocar sua mente, colocando-a em algo melhor.

REVALORIZAR – dê um novo valor a estes pensamentos e talvez compulsões, percebendo que eles não têm nenhum valor intrínsico e nenhum poder neles mesmos que obrigam você a ter que agir como eles indicam.

LIDANDO COM OS SENTIMENTOS

O desafio é:

1) Submeter a emoção ao controle do “eu”, ao governo da sabedoria.

2) Ser livre para sentir, mas não prisioneiro dos sentimentos.

3) Dar um choque de lucidez ou inteligência nos nossos medos, angústias, tristezas, agressividade, impulsividade.

4) Desenvolver a mansidão, tranquilidade, tolerância, serenidade, bondade, gentileza.

5) Superar a emoção que gera sofrimento psíquico.

6) Reciclar as emoções que bloqueiam a inteligência e nos fazem reagir sem pensar.

7) Manter-se jovem na mente.

O sentimento pode ser dominado, mas não plenamente. Se você quer ser uma pessoa 100% equilibrada emocionalmente, desista, não conseguirá. Só Jesus conseguiu isto em Sua humanidade.

PensamentoAs emoções ou sentimentos flutuam. Mudam assim como o tempo atmosférico. A emoção é mais difícil de controlar do que os pensamentos. Ela é ilógica. A emoção pode produzir ganhos e perdas importantes. Alguém o ofende e estraga sua semana. Alguém lhe faz uma critica e você fica com insônia. Alguém lhe trai a confiança e talvez nunca mais a reconquista plenamente, porque fica uma emoção de dúvida no fundo da alma. Jesus disse que não há dois senhores. Ou você aprende a dominar suas emoções, ou elas o dominarão. Leia Efésios 4:26. Reis e presidentes dominaram o mundo e países, mas não a si mesmos, como por exemplo, Davi, Saul, Salomão, Bill Clinton, Getúlio Vargas e outros.

O modelo educacional das sociedades modernas está falido, pois desconhece essa lei fundamental da qualidade de vida. Os jovens são ensinados durantes anos a resolver os problemas da matemática, mas não seus problemas existenciais. São ensinados a enfrentar as provas escolares, mas não as provas da vida: as rejeições, as angústias, as dificuldades. São ensinados a conhecer as entranhas dos átomos, mas não seu próprio ser (Augusto Cury, “12 Semanas para Mudar Uma Vida”, p. 118, 2010).

COMO SURGEM AS EMOÇÕES E COMO DOMINÁ-LAS?

 

Elas surgem das cadeias de pensamentos produzidas pelo processo de leitura da memória realizado em milésimos de segundos.

PENSAMENTOS  -  SENTIMENTOS  -  AÇÕES

Toda vez que você está sentindo algo, primeiro ocorreu um pensamento, mesmo que não tenha percebido. Quando você acorda de mau-humor, irritado, deprimido, é porque antes de despertar sua mente leu a memória e criou cadeias de pensamentos perturbadores em seus sonhos que excitaram a emoção e geraram aquele humor ao acordar.

Certas pessoas sentem tristeza ou ansiedade em certas horas do dia. Muitos relatam sentir tristeza ao entardecer. O que é isso? Quando diminuem o ritmo de atividades, há pensamentos que querem vir à tona, as janelas da memória se abrem, os pensamentos podem, então, vir à tona, e com eles o desconforto emocional. Se você assiste um filme de terror, sabe que aquilo é um filme, que a cena que está vendo foi filmada e que havia ali câmeras, produtores, pessoal de suporte, cenários, luzes, mas abre-se uma janela emocional em sua mente, e seus medos do passado surgem, mesmo assim.

O “eu” deve sair da plateia, ir até o palco e dirigir a peça dos pensamentos e emoções! Uma grande parte da sociedade está vivendo sem a administração do “eu” saudável, e habituou-se a seguir os impulsos. Para administrar as emoções os procedimentos são também os sete citados antes.

Duvide de seus sentimentos. Duvide do conteúdo doentio das suas emoções. Questione os motivos de sua reação. Critique sua ansiedade e nervosismo. Exija de si mesmo ser livre naquele momento e não presa dos seus sentimentos. Se você não atuar, criticando, duvidando do que surge como pensamentos e sentimentos perturbadores, suas emoções tomarão conta de sua vida, daí você vai, talvez, ficar de médico em medico, de remédio em remédio, sem bom resultado duradouro.

Uma emoção insatisfeita exige muito para ter pouco. Uma emoção saudável, como a de Jesus, faz muito do quase nada. Você tem escutado as maritacas voando pelo céu da cidade? Não fuja das suas dores emocionais. Se fugir, elas se tornarão um monstro para você. Elas não irão matar você. Leia 1 Coríntios 10:13. Enfrente seus sentimentos, com humildade, mas com firmeza. Deus quer ajudar você a domesticar estas emoções como se domestica um animal.

Quando somos abandonados pelo mundo, por uma pessoa, a solidão é superável. Mas quando somos abandonados por nós mesmos, a solidão é quase incurável. Pense antes de reagir com sentimentos descontrolados diante de uma ofensa ou uma situação tensa. Reflita: Até que ponto isto é importante? Não dá para apagar o passado, mas dá para não deixar que ele nos perturbe mais como perturbava antes. Para isto você tem que treinar aqueles sete passos.

Fonte:

J.Washington
Dr. César Vasconcellos

(texto baseado no livro “12 semanas para mudar uma vida” de Augusto Cury, cap. 5 e 6, 2010; do livro “The Mind and the Brain – Neuroplasticity and the Power of Mental Force” de Jeffrey M. Schwartz e Sharon Begley, 2002; na Bíblia, em ideias de Ellen G. White e minhas próprias ideias)

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Explosões, mortos e feridos em atentado nos Estados Unidos. Sinais do fim?

A fumaça subiu 15 metros. Muitas pessoas tiveram as pernas extirpadas durante o possível atentado. Havia pelo menos 131 brasileiros inscritos na competição. Milhares de atletas terminavam a 117ª corrida da Maratona de Boston, com uma multidão assistindo e torcendo na linha de chegada. A rede de TV CNN informa que o número de feridos já passa de 28. Ainda não há detalhes sobre a autoria nem a motivação das explosões. A corrida em Boston é a maratona anual mais antiga do mundo, realizada pela primeira vez em 1897. O FBI (polícia federal dos EUA) e outras autoridades estão tratando o caso como um “ato de terrorismo”. O Departamento de Polícia de Nova York aumentou a segurança. A polícia da capital, Washington, também aumentou o nível de segurança.

Tragédias! Elas são indescritíveis. Não têm hora para chegar, não pedem licença e interrompem os sonhos de muita gente. Em geral, parece acontecer só com os outros. Mas quando ocorre conosco, uma insistente pergunta paira no ar: E agora?

Precisamos entender realmente o dilema divino. Deus não queria brinquedos para manipular e controlar. Ele não criou robôs. Ele queria gente de verdade a quem pudesse amar e por quem pudesse ser amado. Deus deu liberdade ao homem. “Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolher hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24:15) Essa foi a liberdade de escolha que Deus deu aos anjos e a todos os seres criados. Deus correu um grande risco. E quando Deus deu essa liberdade, Ele correu um tremendo risco: alguém, em algum lugar, poderia escolher rebelar-se. E foi exatamente o que aconteceu. O profeta Isaías escreveu a esse respeito: Como caíste do céu, ó estrela da manhã. E tu dizias no teu coração… Subirei acima das mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14:12-14).

O profeta está se referindo a alguém que no seu estado de perfeição tinha um nome extraordinário: Lúcifer, que significa Portador de Luz. Outro profeta afirma: “Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti (Ez 28:15). Usando o seu livre-arbítrio, esse elevado anjo alimentou o orgulho no coração. “Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor” (Ez 28:17) O orgulho moveu Satanás a se rebelar contra o seu Criador. Usando então a sua extraordinária inteligência para o mal e empregando a mentira, seduziu a terça parte dos anjos (Ap 12:3-4).

O que a Bíblia nos revela é que ele era perfeito nos seus caminhos desde o dia em que foi criado. Portanto Deus o criou perfeito, mas deu-lhe o poder e a liberdade de escolha, da mesma maneira como faz conosco. Depois da rebelião de Lúcifer que pôs fim à harmonia perfeita do Universo, ainda restaram várias opções. Deus poderia ter optado por forçar Seus súditos ou poderia descartá-los. Se tivesse agido assim, provaria apenas que, de fato, queria robôs e não pessoas que pudessem exercer a liberdade de escolha. Só havia um jeito, apenas uma maneira segura de lidar com a rebelião. Teria que ser permitido ao pecado demonstrar seu verdadeiro caráter. Implicaria em milhares de anos de sofrimento, guerras, catástrofes, inveja, ódio e violência. Tudo isso causado pelo anjo rebelde.

Vejamos algumas das atividades deste inimigo:

1. Enganar – As Escrituras falam dele como Aquele que engana todo o mundo” Apocalipse 12:9, para enganar, ele até se “transforma em anjo de luz” (2 Co 11:14). Ensina e faz até coisas boas, mas com elas mistura o erro, torcendo as verdades contidas na Bíblia.

2. Incutir errôneas idéias a respeito de Deus – Para isso atribui ao Senhor as suas más obras: a doença, o sofrimento, as guerras, os flagelos da natureza, a morte. Faz crer que Deus é inimigo do homem. Seria justo atribuir falta de poder para Aquele que falou e tudo se fez? Não, não há falta de poder. Seria então ausência de amor? Mas se fosse falta de amor, Deus entregaria seu Filho para morrer em nosso lugar? As Escrituras ensinam que Deus ama a todos e por isso deu o Seu próprio Filho para nos salvar do pecado.

3. Induzir ao pecado – O pecado separa-nos de Deus, como está escrito em Isaías 59:2: “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus”. Incitando o homem a pecar, Satanás lhe causa o maior dos males. A batalha ainda não terminou. E até que termine muitas coisas ruins acontecerão a todos. E se Deus protegesse e curasse Seus filhos, e respondesse a todas as orações como gostaria de fazer, deixando a tragédia cair somente sobre aqueles que rejeitam a Sua graça, Satanás O acusaria de ser injusto. E mais, ele afirmaria que servimos a Deus por causa de Seus favores especiais. Um dia, muito breve, Deus explicará os estranhos mistérios da vida. E nós entenderemos e aprovaremos o modo como Ele conduziu as coisas.

“Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28:20).

Seja feliz!

J.Washington

 

 

 

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Casagrande e Seus Demônios: como familiares de viciados em drogas devem agir.

A extensa luta contra as drogas nos últimos anos, 13 meses internado em uma clínica de reabilitação. Walter Casagrande abriu o coração e fez relatos do vício em cocaína e heroína, além da revelação de ter atuado dopado em quatro jogos na Itália. A autobiografia ‘Casagrande e Seus Demônios’ (Globo Livros) foi escrita em parceria com Gilvan Ribeiro, editor de esportes do jornal Diário de S. Paulo. A experiência do comentarista esportivo, estimula uma séria reflexão sobre o drama dos viciados em drogas e o sofrimento dos familiares. Abaixo algumas dicas importantes:

1. Você nunca vai conseguir fazer com que o seu familiar pare de usar drogas se ele não quiser mudar. A decisão é dele e ninguém consegue mudar outra pessoa se ela não está disposta a ser ajudada. Muitos familiares de pessoas adictas a alguma substância pensam que estão ajudando quando escondem bebidas alcoólicas (no caso de familiares alcoólatras), quando jogam fora drogas, mas isto só faz com que a pessoa dependente da substância fique mais nervosa ainda (e talvez violenta) e adquira mais drogas novamente (gastando mais dinheiro). Entender que você é impotente para mudá-lo sem que ele queira é fundamental.

2. Permita que o usuário sofra as consequências do uso da droga, sem ficar “abafando” estas consequências – isto acelera o processo de decisão dele com relação ao tratamento.

3. Não permita que colegas e nem a própria pessoa utilizem a casa como ponto de drogas. Caso contrário, afirme que terá que denunciá-lo e realmente faça isto.

4. Não resolva os problemas que ele cria por causa das drogas: dívidas, cobrir cheques sem fundo, resolver brigas com outras pessoas, pois tudo isto a pessoa que tem a dependência tem que viver até mesmo para que ela caia na real do que está acontecendo com ela. Quando os familiares encobrem demais comportamentos ruins de um adicto, isto só faz demorar mais ainda para que o usuário resolva se tratar. Então, deixe que ele enfrente e encare as consequências ruins de seu comportamento, sem pena. Isto não é ser má, isto é se proteger, não se prejudicar por causa de comportamentos errados de outras pessoas e até mesmo ajudar a outra pessoa a perceber o estrago que está causando não somente na própria vida, mas na vida de outras pessoas.

5. Não compare seu familiar com outra pessoa “modelo” porque isto aumenta a irritabilidade dele.

6. Procure desaprovar comportamentos destrutivos sem atribuí-los às drogas. Em vez de falar algo como “Você fica irritado assim por causa das drogas!”, prefira colocar o lado negativo do comportamento dele “Quando você fica irritado assim é ruim para você e para a gente.” Mencionar as drogas pode dificultar o processo de ele ouvir você, porque estará sempre com “um pé atrás” se você vai criticá-lo por usar drogas ou não.

7. Envolva algum outro parente para ajudá-lo a fim de que não fique pesado para um só familiar. A família dele também deve envolver-se nessa tentativa de ajuda. Conte para alguém em quem você pode confiar, na família dele (se eles ainda não sabem) e peça que esta pessoa converse com ele dando apoio à recuperação dele.

8. Você deve estabelecer limites para o seu familiar.

O psiquiatra Cesar Vasconcellos de Souza fala o seguinte com relação a isto:

“Para tudo há um limite. Podemos tolerar algo desagradável por muito tempo, mesmo anos, mas há um momento em que precisamos dizer: “Basta!”, e mudar nossa atitude, até para nossa própria sobrevivência física, emocional e espiritual. Mesmo Jesus viveu momentos em que colocou limites firmes para o mal, quando, por exemplo, Se dirigiu a Pedro o qual estava naquele momento opresso. (Mateus 16:23).”

Todos os familiares que possuem algum membro de sua família usuário de alguma substância, deve estabelecer limites. Quais seriam estes limites? Se o fato de seu familiar usar a droga está prejudicando o seu lar, estabeleça limites firmes, sem medo. Cada familiar, dependendo do grau de prejuízo que um familiar usuário de drogas ou de álcool esteja trazendo à família, deverá escolher estes limites, que podem ser:

1) Comunicar ao parente adicto que da próxima vez que o fato acontecer, não mais ajudará a cobrar dívidas, e a aliviar o “peso” das consequências e realmente fazer isto quando o próximo incidente acontecer (porque se você não fizer, não vai adiantar nada);

2) Informar que, caso os mesmos episódios continuem a acontecer você terá que tomar providências como: chamar a polícia ou chamar uma ambulância (quando a pessoa fica agressiva e quer bater) em vez de ficar ajudando, socorrendo, se protegendo sozinha;

3) Dependendo do caso, se está acontecendo abusos e agressões físicas ou muitas vendas de tudo em casa para a compra das drogas, avisar para o parente que infelizmente ele terá que se separar de você e que só voltará quando ele decidir se tratar, quando já estiver em tratamento (porque alguns vão uma só vez, só para ter a família de volta, e depois tudo volta à mesma coisa horrível) ou poderá ficar caso decida se tratar. Caso contrário, a separação será necessária por questões de proteção sua e dos bens que vocês possuem.

Procure, você, um grupo de ajuda mútua chamado Nar-Anon, que é para familiares de pessoas que usam drogas. Neste grupo, outras pessoas que passam pela experiência que você passa se encontram e dão e recebem apoio e orientações com relação à forma de lidar com esta situação.

10. Oriente seu parente a buscar ajuda no NA (Narcóticos Anônimos). Lá ele encontrará pessoas que estão em tratamento e em abstinência química que fortalecem uns aos outros a permanecerem “limpos”.

11. É difícil levar o viciado a aceitar que ele precisa de ajuda. Normalmente eles negam isto, negam a dependência. Por isso, em vez de criticá-lo com palavras duras, dando um “sermão”, procure dar evidências claras dos comportamentos errados dele que são causados por causa da dependência dele. Por exemplo, se ele chegar a um ponto de perder os sentidos e desmaiar no chão da sala, deixe-o ali em vez de levá-lo para a cama, para que ele, quando acordar, veja o que aconteceu com ele. Se ele quebrar alguma coisa em casa, mostre para ele e diga: “você se lembra que você fez isto?”, com um “tom” de fazê-lo perceber e não de condenar. Você o ama, mas você não ama o que ele faz. E ele tem que saber disso. Seja amável, mas firme.

12. Ofereça ao seu parente tratamento. Procure um psiquiatra em sua cidade que trate de dependentes químicos, e ofereça ao seu parente a sua companhia para que ele vá a uma consulta. Ele pode se manter na negação, tipo: “não preciso disso” ou “psiquiatra é coisa de louco” ou “eu não estou viciado”, ou ele pode aceitar. Se ele aceitar, vá com ele na consulta. Esta é uma possibilidade de dar apoio. Se ele não aceitar, continue impondo limites com amor, mas sendo firme: não permita que ele utilize dinheiro da família para comprar as drogas, principalmente seu dinheiro; não permita que ele use drogas na frente de seus filhos (caso tenha), não permita que ele leve amigos drogados para dentro de casa, e outros comportamentos inadmissíveis.

13. Lembre-se de que você pode ajudá-lo, mas não é responsável pela cura dele. Esta responsabilidade é dele! Agora, algumas atitudes a fim de que ele possa deixar de ser usuário, se ele desejar:

1. Procure uma ajuda de um psiquiatra e um psicólogo, de preferência, que seja cristão, para que outras filosofias que não são bíblicas não interfiram no tratamento. A causa do uso de drogas e outros vícios normalmente é uma ansiedade ou uma angústia muito grande que a pessoa tem e que não consegue resolver. Assim, usa a droga a fim de tentar ficar bem, apesar da dor emocional não resolvida. Ou, realmente pode ter se envolvido socialmente com a droga por conta de aceitação social e não consegue sair. Por conta das causas, é importante que você tenha uma ajuda profissional a fim de tentar resolver estas causas, para que a ansiedade diminua e, assim, você consiga administrar a sua vontade de usar a droga.

2. Por enquanto, o quanto você puder se manter afastado dos amigos que estão envolvidos constantemente nisto, melhor. Evite a tentação. Só conseguimos evitar a tentação nos afastando dela. E enquanto você estiver em contato com seus amigos que usam drogas também, mais difícil será você ter autocontrole para não cair novamente no uso. Portanto, afaste-se deles. Se você corre risco de vida ao se afastar deles e ao parar de usar a droga (se eles ameaçam você), será importante que você conte isto para seus pais ou para as pessoas que cuidam de você, a fim de receber o apoio para uma possível internação em uma clínica de desintoxicação para, além da desintoxicação, estar relativamente mais protegido fora da cidade.

3. Não sei se você conhece também o grupo de ajuda mútua, N.A., Narcóticos Anônimos, que também tem servido de grande ajuda para usuários de drogas. Normalmente há grupos de NA ou AA (Alcoólicos Anônimos) em quase todas as cidades. Seria muito importante você procurar a ajuda deles, porque ali há pessoas que já passaram por isto e permanecem “limpos”, e que dão os testemunhos sobre isto e apóiam outras pessoas que ainda não conseguiram.

4. Pense em quais são as suas ansiedades e angústias que a levam a procurar uma “válvula de escape”, no caso, a cocaína, como forma de “fugir” desta angústia. “Algumas pessoas, não só as hiperativas, têm dificuldade de parar para pensar. Por quê? O que ocorre quando uma pessoa pensa, analisa sua vida, seu comportamento, seus relacionamentos afetivos com familiares, colegas de trabalho, etc.? Pode descobrir coisas agradáveis e desagradáveis. Pode doer. Pode dar vontade de chorar. Pode perceber que ainda há coisas mal resolvidas dentro de si. Feridas abertas. Então, para alguns, é melhor não pensar. Mas pensar, neste contexto, em muitos casos é tudo o que a pessoa necessitaria para poder lembrar do que dói, extravasar sua dor, e, só então, ser liberta dela.”

5. Procure fazer algumas coisas para diminuir a sua ansiedade que normalmente pode ser amenizada temporariamente com o uso da droga. Portanto, tirando a droga, vai ser necessário que você diminua esta ansiedade de outra forma. A terapia ajuda, os exercícios físicos diários se possível, também ajudam, e manter-se ocupado em atividades diárias também.

Lembre-se que podemos nos sentir fracos diante de muitas tentações e pecados. Muitas vezes podemos nem sentir vontade de parar com ele. Mas só de termos a vontade RACIONAL de evitarmos o pecado, podemos entregar esta vontade a Deus e pedir que Ele complete a força que nós não temos! Salvar é a especialidade de Jesus! E nos salvar de qualquer situação! Creia nisto e faça a sua parte!

“Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.” (Sl 32:8).

Seja feliz!

J.Washington
Thais Souza

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Daniela Mercury ‘casa’ com mulher. O que a Bíblia diz sobre sua liberdade individual?

“Nosso casamento foi assim: dias atrás, passamos por Paris e, naquela cidade romântica, compramos as alianças e trocamos os anéis. Colocamos as alianças e fomos à Sacré-Coeur, já que somos as duas católicas. Fomos fazer nossas orações e pedir proteção”, revelou em entrevista para a revista “Veja”. Daniela disse que após se unir à Malu Verçosa, ligou para a família para comunicar a ‘união’ na França.

Publicado em rede social por Daniela Mercury

Publicado em rede social por Daniela

“A gente não se casou de papel passado, mas a gente tem alianças nas mãos, alianças no coração e vamos, a partir de agora, viver uma vida juntas. É o único jeito de lidar com tranquilidade, de não se deixar passar por preconceito, nem deixar de viver com dignidade, com minha liberdade individual”. Declarou ao G1.

O livre arbítrio, a liberdade, que Daniela se refere é de fato um direito dado por Deus. Ele respeita nossas escolhas, mesmo que não concorde. O Criador não deseja que ninguém seja infeliz, porém, convida para um nova chance:

“Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” (2 Pe. 3:9)

O fato de Deus ter um conhecimento do futuro, não faz com que Deus interfira em nossas decisões. Por exemplo: Deus nos deu o livre arbítrio. Podemos escolher amá-lo e servi-lo ou podemos escolher nos afastar dEle. Deus não interfere nas escolhas que fazemos e jamais força a nossa vontade.

Ele nos convida amorosamente, por todos os meios possíveis, para escolhermos o lado da verdade e da justiça. Mas se escolhermos o contrário, Deus respeita nossa escolha. Tanto que Deus respeitou a escolha de Lúcifer, de Adão e Eva e de todas as criaturas do seu reino.

Josué convidou os seus compatriotas a escolherem a quem desejariam servir: Josué 24:15 “escolhei hoje a quem ireis servir”. Alguns preferem chamar esta habilidade de Deus conhecer o futuro de Pré-ciência de Deus. Ele sabe o que irá acontecer, antes que aconteça. Ele sabe, mas não interfere nas escolhas que são nossas.

Não é uma predestinação, porque não estamos presos a nada. Não estamos predeterminados a fazer isto ou aquilo. Somos totalmente livres para escolher o que quisermos. O que nos ocorre é fruto de nossas escolhas e das escolhas daqueles que estão ao nosso redor. Jesus em duas ocasiões lembrou aos seus discípulos da sua habilidade divina de conhecer o futuro, para reforçar a fé dos discípulos nele:

João 13:19 – “Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU.”

João 14:29 – “Disse-vos agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais.”

Deus é poderoso e sabe todas as coisas. Coloca o livre-arbítrio dos seres criados como algo inviolável em todo o Seu reino. Você está surpreso com a notícia da escola de Daniela Mercury?

Vivemos dias muito parecidos com os que a sociedade enfrentou antes do dilúvio.

Ao longo das Escrituras encontramos inúmeros incidentes em que pessoas, fazendo uso de seu livre-arbítrio, afastaram-se do plano de Deus, e acabaram tendo de suportar as desastrosas consequências de suas próprias ações. Foi assim que o pecado entrou no mundo (Gênesis 3), e a despeito das advertências divinas (Gênesis 2:15-17).

Foi também assim que muitos idólatras israelitas acabaram perdendo a vida (Êxodo 32), em decorrência de sua atrevida desobediência às leis divinas (Êxodo 20:1-6). E será pela obstinada recusa de aceitar o convite divino à salvação que muitos sofrem em caminhos que não são de Verdade e Vida. Quem é o Senhor em sua vida?

Jesus veio salvar a todos, mas Ele não obriga ninguém a aceitar. Cada pessoa tem a liberdade para escolher. Infelizmente, no passado, muitos não aceitaram a salvação oferecida.

A Bíblia diz em João 1:11 que Jesus  “veio para o que era seu, e os seus não o receberam”.  Jesus veio salvar, mas Ele não obriga ninguém a aceitá-Lo. É uma escolha da livre vontade.

Seja feliz!
J.Washington

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Top Five da TV brasileira: Veja entrevista exclusiva com Isabel Passos.

‘Bendito seja Deus’. A declaração de Isabel Passos repercute em todo país desde sua segunda aparição no programa CQC da Rede Bandeirantes de Televisão, desse 1º de abril. O apresentador Marcelo Tas publicou, para seus quatro milhões de seguidores no twitter, duas vezes as palavras de Isabel: #BenditoSejaDeus. Outros milhares também estão comentando, curtindo e compartilhando os assuntos abordados pelo programa Sem Tabus, ancorado por Darleide Alves e líder de audiência (IBOPE) na Rede Novo Tempo de Televisão. Mas quem é Isabel Passos, a mulher que chamou atenção do Brasil para o tema da sexualidade à luz da Bíblia?

Isabel, 45 anos, nasceu em Petrolina (PE), é casada há 20 anos. Sua rotina se divide em atender um consultório, viajar nos fins de semana para palestrar e pregar sobre o Deus que ela tanto ama. A pedagoga e terapeuta familiar Isabel Passos é uma pessoa que nos últimos 16 anos tem se doado para ajudar, como cristã e nos últimos anos como profissional, a milhares de corações aflitos. A forma didática de transmitir seus conhecimentos alcança a todos.

Isabel Passos, fala agora com exclusividade, um pouco sobre sua vida, sua religiosidade e a repercussão de suas participações na televisão.

Nova Chance – Como você define família?

Isabel PassosFamília é uma ideia divinamente pensada com o propósito de oferecer, inicialmente, a cada ser humano um ambiente de acolhimento e pertencimento, e posteriormente possibilitando um lançamento deste indivíduo para a vida, com autonomia com tranquilidade e segurança, tornando-o um cidadão útil.

Por que você fala de Deus e sexo com tanta simpatia e intimidade?

A palavra de Deus nos diz que “Deus nos fez simples e direitos, mas nós complicamos tudo” Eclesiastes 7:29. Assim como o prazer no alimento, no ouvir uma música, no contemplar uma bela paisagem, Deus também coroou a união do casal com um ato entre um homem e uma mulher, que se amam, num momento de profunda intimidade e também de muito prazer, tornando-os uma só carne física e emocionalmente. Desta forma sublime este casal poderá ser também presenteado com um novo ser, no qual não se sabe mais o que é dele ou dela. De dois surge um.

Qual é a importância da Bíblia em sua vida e em seu trabalho?

Salmos 119:105 “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho”. Devo tudo que sou à Deus e à sua palavra. Ela me orienta como mulher, mãe, esposa, profissional.

O programa Sem Tabus é um dos programas de maior audiência na Rede Novo Tempo de Televisão. Por duas vezes você e o programa foram destaque no CQC da Band. O que mudou pra você após tamanha popularidade?

Já sou popular onde preciso ser: para meu Deus e para o meu lar. Deus me formou e me conhece por completo. Em meu lar sou também plenamente conhecida. O que de fato desejo é que as pessoas olhem para cima, para Deus e para Sua palavra. Descobrir que o Criador e Salvador veio para que tivéssemos “vida e vida em abundância” João 10:10. E isso inclui todos os aspectos do ser humano, porque o Supremo Deus deseja que estejamos bem em “todas as coisas” III João 2. A popularidade deve ser do nosso Senhor Jesus, pois “importa que Ele cresça e que eu diminua” João 3:30.

Programa Sem TabusÉ possível que as pessoas estejam agora pensando e se dando conta que muitos tabus ainda permanecem em suas mentes. Precisam perceber que a Palavra de Deus não é um mito e nem uma lenda, mas é Palavra que liberta. Está escrito: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” João 8:32. Apesar de ouvirmos que não podemos ter ciência e Palavra de Deus juntas, o que precisamos crer é que é possível sim ter competência profissional e nos manter ajoelhados perante o Criador. Se não cremos num Deus que cria tudo com propósito e planejamento, nos resta as alternativas de nada crer ou de crer no deus do acaso.

Intrigante é, que para o mundo, só fazemos tudo com planejamento. O acaso não cabe no planejamento das cidades, na sala de aula, no governo das nações, ao sair de férias ou no simples dia seguinte. O ato da criação planejada é repetido e necessário em tudo que fazemos.  Todos os aspectos de nossas vidas são de interesse do criador. A vida intima do ser humano foi pensada e criada por Deus. Ao longo do tempo isso foi distorcido e banalizado a tal ponto que hoje só se aceita falar de sexualidade num contexto de perversão.

Não cabe mais na cabeça das pessoas que elas não estão pecando, quando, dentro do casamento, se relacionam como marido e mulher na sua forma mais plena de expressão de afeto. Definitivamente, Deus não nos deu uma ordem que nos fizesse pecar para obedecê-la “sede fecundos, enchei a Terra” Gênesis 1:28. Se não temos como provar, pela ciência, que viemos do barro (da Terra), a ciência não pode negar que em barro nos tornamos no final de nossas vidas. Porque assim o Criador assim determinou: “até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás” Gênesis 3:19. Pedi em oração a Deus, no começo do meu casamento, que eu e minha família pudéssemos abençoar as famílias e Ele tem cumprido isso e continuará me usando neste ministério. Diante deste Deus só posso reafirmar: #BenditoSejaDeus

A pedagoga e terapeuta de família Isabel Passos segue a vida como missionária da esperança, e com seu jeito peculiar atrai adultos e jovens para a beleza da criação, você. Como dito no CQC: “Palmas para Isabel” e “Bendito Seja Deus”.

Sem Tabus com Darleide Alves e convidados  - “Falando de sexo sem medo e sem vergonha”

www.novotempo.com/semtabus

“Temos que apresentar perante o mundo uma frente unida. Satanás triunfará ao ver diferenças entre os adventistas do sétimo dia” Ellen White, mencionada no livro História do Adventismo, 248

“não faleis da iniqüidade e impiedade que existem no mundo, mas elevai a vossa mente e falai de vosso Salvador” Ellen White, mencionada no livro História do Adventismo, 251

“não vos queixeis também dos espinhos e cardos da vida. Apanhai as flores!”Mervyn Maxwell em História do Adventismo, 252

Seja feliz!

J.Washington

 

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Ciência: Jesus morreu de ‘coração partido’.

Para esclarecer sua dúvida, de acordo com as profecias messiânicas, Jesus morreria de “Coração Partido”. Podemos confirmar o cumprimento desta profecia através de provas científicas. As conquistas que lançam luz quanto aos conhecimentos científicos, fazendo uma relação quantificada dos efeitos do stresse sobre o coração determinou, que um coração só é capaz de partir se a mente estiver submetida a uma terrível angústia.

Ora, a morte de Cristo foi vicária, isto é, morreu em nosso lugar. Setecentos anos antes de Cristo morrer como salvador da humanidade, o profeta Isaías escreveu uma das mais grandiosas Profecias Messiânicas sobre a morte de Jesus. O verso cinco, entre outros, dá a justa medida de que todos os nossos pecados, ou iniquidade, foram colocados sobre Cristo. O texto diz: “Mas Ele foi Crucificado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53:5).

Assim, fica estabelecido o motivo lógico e científico porque Jesus morreu de coração partido. O miocárdio (músculo cardíaco) diante de tremendo fator estressante, que o pecado da humanidade, inclusive os meus e os seus, arrebentou diante da mais avassalante e terrível angústia mental. Mas outros fatos, levantados pela ciência médica, vieram dar provas absolutas, irrefutáveis, de que Cristo, de fato, morreu de coração partido.

Descobriu-se além de outros fatos que, quando um coração se parte, as substancias mais densas como glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas que constituem fundamentalmente o sangue – se aglutinam e, agrupados, descem para a parte mais baixa do pericárdio, a membrana que envolve o coração. O plasma, basicamente formado por água fica por cima. A linguagem não técnica, mas eficaz, diria que há uma separação de sangue e água quando um coração se parte.

Portanto, só seria possível provar que Cristo morreu de coração partido, se alguém, com um instrumento perfurante, penetrasse com tal instrumento, o coração de Jesus e, dessa forma, saísse sangue e água. Foi uma surpresa o fato de Cristo, após apenas seis horas de crucificado, Ele ter morrido. Como “pecado é a transgressão da lei” (Jo 3:4) e, Cristo jamais pecou, isto é, jamais transgrediu a lei, ele  tinha saúde completa.

Os crucificados, em via de regra, demoravam alguns dias para morrer. E Cristo, absolutamente saudável, não deveria morrer assim tão rapidamente. Assim, desconhecendo o terrível fator estressante que, no momento certo, partiu o coração de Jesus, os sacerdotes Judeus pagaram a um soldado romano para que ele perfurasse o coração de Jesus com uma lança.

Assim, a morte de Jesus que já havia ocorrido, ficaria, sem dúvida, demonstrada. E esse ato, além de esclarecer que Jesus não tivera apenas um ataque cataléptico, mas efetivamente estava morto, deu, com absoluta precisão, a prova científica que Jesus morreu de coração partido.

Nós somos a causa direta da morte de Cristo. Nós é que partimos o coração de Jesus, porque Ele se entregou por nós no mais sublime sacrifício. Cristo, como Deus eterno, tomou o nosso corpo. Ao Deus, o Pai, doar seu Filho, fez o maior investimento do universo a favor de nossas vidas.

Deixe o amor de Deus ocupar o primeiro lugar em sua vida.

Seja feliz!

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A cruz de Jesus Cristo ou a sua cruz?

Cruz de CristoA crucifixão foi praticada desde o sexto século a.C. até por volta do quarto século d.C., quando foi abolida por ordem de Constantino I em 337 d.C.. Os fenícios e os gregos costumavam utilizar esse tipo de morte para punição política e militar. Os persas e os cartagineses a utilizavam para punir altos oficiais, comandantes e líderes rebeldes. Os romanos usavam a cruz para punir classes inferiores (escravos, criminosos violentos e possíveis guerrilheiros de províncias rebeldes). E foram os romanos que se especializaram nesse tipo de tortura física e mental.

A cruz era um bom instrumento de persuasão contra os rebeldes. Apesar de
ser uma condenação terrível e vergonhosa, ela era praticada publicamente. Geralmente, a vítima era crucificada nua e não tinha o direito de ser sepultada dignamente. O corpo dela era deixado para os animais comerem ou era jogado no lixo público, onde se decompunha junto de excrementos e restos de lixo urbano.

“Cícero, um dos maiores juristas do Senado, e que viveu nos dias de Julio César, chamava a crucifixão de ‘summum supplicium e crudelissimum supplicium’, que traduzido seria ‘a mais extrema, mais cruel e angustiosa forma de punição’… Em 63 a.C., Rabirius, um senador romano, foi condenado à morte de cruz. Cícero, então, saiu em sua defesa argumentando que a simples menção da palavra ‘cruz’ era algo inadmissível aos ouvidos de um respeitado cidadão romano. Veja o que ele escreveu na ocasião: ‘Oh! Quão grave seria ser desgraçado publicamente por uma corte, quão grave seria sofrer um castigo, quão grave seria ser banido. Mesmo assim, em meio a um desastre, gozaríamos de certo grau de liberdade. Mesmo se formos condenados à morte, podemos morrer como homens livres. Mas… a simples menção da palavra ‘cruz’ deveria ser removida não apenas da pessoa de um cidadão romano, mas até mesmo de seus pensamentos, olhos e ouvidos… A simples menção dela é um desrespeito a qualquer cidadão romano ou homem livre.’”

Plautos, um escritor que viveu por volta de 230 a184 a.C., foi, provavelmente, o mais antigo a dar evidências sobre a crucifixão em Roma. Descrevendo as peças teatrais, ele menciona a crucifixão de escravos. Flávio Josefo, um escritor judeu, também menciona a crucifixão, dizendo que ela era a “mais desgraçada de todas as mortes”. Havia vários tipos de cruz. Possivelmente, a mais antiga forma de cruz era a crux gammata, que parecia a junção de quatro letras do alfabeto grego. Esse não era um símbolo de condenação, mas de riqueza e prosperidade. Um outro tipo era a crux ansata, que também não simbolizava condenação ou sofrimento.

Como instrumento de execução havia quatro tipos de cruz na época de Cristo. Uma era a cruz decussata, que tinha o formato da letra “x”. Ela era baixa e o condenado ficava com os pés apoiados no chão. Nessa cruz, enquanto ainda estava vivo, o condenado era deixado para que animais o comessem ou para servir de uma espécie de tiro ao alvo. Outra cruz era a immissa quadrata, uma cruz grega que se assemelhava à decussata. Ela tinha o travessão cortado na mesma medida do poste principal e também era baixa. Um terceiro tipo de cruz era a comissa, que tinha o formato da letra “T”. Essa cruz era um poste que, geralmente, ficava fixo no local da execução, ao qual se encaixava o travessão. A vítima era amarrada ao travessão e “puxada” até ao topo do poste vertical e permanecia agonizando à vista da multidão.

O quarto tipo de cruz é a immissa ou capitata, que era a mais usada pelos romanos. Ela era muito alta e era formada por duas peças: o estipes (poste que, geralmente, ficava no local da execução) e o patibulum (o travessão que era carregado pelo condenado até o local da crucifixão). A cruz immissa é a mais aceita pelos pintores que retratam a morte de Cristo e é, sem dúvida, a aceita pela Igreja. Essa escolha deve-se a vários fatores:

- somente essa e a cruz grega permitiam que uma placa fosse colocada acima da cabeça do condenado (Mateus 27:37);

- a cruz immissa quadrata também permitiria a colocação da placa, mas é descartada porque era baixa, o que a faz não se encaixar nas descrições dos evangelhos porque a Bíblia diz que os soldados usaram um caniço para alcançar a boca de Jesus e uma lança para verificar se Ele estava morto (João 19:29 e 34). Se a cruz de Cristo fosse baixa, não seriam necessários o caniço e a lança, afinal, a haste da lança romana media cerca de dois metros. Isso descarta a possibilidade de ter sido usada a cruz grega, pois essa nunca passava de dois metros de altura;

- a cruz romana era formada por duas partes: o poste principal e o travessão, que era carregado pelo condenado até o lugar da crucifixão. “No local da crucifixão, o stipes deitado no chão ficava à espera da parte que lhe completava. Sobre ele, então, fixavam o patibulum e, em seguida, pregavam a vítima. Depois, soerguiam a peça inteira até que caísse com violência num buraco previamente preparado para esse fim. A dor, nesses casos, era inimaginável… O condenado ficava nu e assentado com uma das nádegas apoiadas sobre um banquinho chamado sedícula. Os cravos eram pregados, geralmente, no antebraço, entre o rádio e o cúbito. A Bíblia, no entanto, diz que os de Jesus foram afixados através das mãos… Com os braços estendidos em forma de “v”, a vítima ficava com os pulmões apertados e tinha de erguer-se sobre as pernas para respirar melhor.”A história registra muitas crucifixões. Entre elas, citamos:

- Heródoto comenta que Dario crucificou três mil babilônios em uma única vez;

- Tito Lívio comenta que 25 escravos foram crucificados;

- Osório testemunhou a crucifixão de 450 homens;

- Seis mil escravos foram crucificados, em uma única vez, após a morte de Epartacus;

- Adriano crucificou mais de dois mil judeus e usou os corpos deles como tochas para iluminar as estradas da Judéia.

Em 1968, foram encontrados 15 túmulos de pedra (datados entre 70 a.C. a 70 d.C.) que continham os esqueletos de 25 pessoas. Um dos esqueletos era de um jovem de 20 a 30 anos que fora crucificado. Essa foi a primeira e única ossada encontrada completa de um homem que morreu crucificado (há outras, mas com ossos muito fragmentados). Através dela, reconstitui-se, provavelmente, a forma como Jesus morreu.”

Seja feliz!

J.Washington
Vivian Vergilio

 

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Fernandinho Beira-Mar cursa teologia dentro de presídio.

Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, começou a cursar a faculdade de teologia no presídio federal de Catanduvas (PR). Beira-Mar realizará o curso à distância, por meio de apostilas. De acordo o professor Jaziel Guerreiro Martins, diretor da faculdade, Beira-Mar começou a questionar o capelão sobre questões relacionadas à fé e disse que gostaria de conhecer “mais a fundo” a bíblia. A declaração de Beira-Mar sugere que há um “mover de Deus” em sua vida. “Existe algo dentro dele que o está levando para mais perto de Deus”, afirmou. Segundo (folha.com) o Ministério da Justiça informou que todos os presos têm direito à educação conforme prevê a Constituição Federal e a Lei de Execuções Penais.

A seguir, algumas sugestões sobre como tornar a leitura da Bíblia um hábito diário e proveitoso:

1) Tome a decisão de reservar um horário diário para, em silêncio, buscar a Cristo através de uma leitura da Bíblia. Certamente você precisará da ajuda de Deus, no sentido de confirmar e fortalecer tal resolução diante dos imprevistos.

2) Comece com pequenos versos, e até com uma parte que lhe seja agradável e medite naquilo que leu; não precisa ler grandes capítulos, mas que tudo o que for lido possa fazer sentido em sua vida. Comece e termine com uma oração, sempre. Aumente a leitura aos poucos, e brevemente esse hábito se tornará um alimento espiritual; você não poderá viver mais sem tais momentos. Isso se chama comunhão diária com Deus.

3) Procure ter uma versão da Bíblia que apresente uma  linguagem atual, leve e de fácil entendimento.

4) É interessante ter à mão um caderno para registro de ideias, reflexões e comentários pessoais, ou algo para sublinhar na própria Bíblia.

5) Pedir  a ajuda de Deus para entender o que se vai estudar é a primeira coisa a ser feita. Através do Espírito Santo, Ele ilumina a mente e guia o pensamento.

6) A Bíblia deve ser lida sem pressa. As palavras e pensamentos devem ser bem digeridos, com uma atitude mental positiva, e disposição para ouvir a voz de Deus.

8) Concentração é fundamental. Se for necessário, a passagem deve ser lida mais de uma vez, até que o significado esteja claro e seja aceito.

9) Duas ferramentas que podem ajudar na obtenção de melhor aproveitamento da leitura da Bíblia são, um dicionário bíblico e uma concordância bíblica. O primeiro auxiliará na compreensão de certas palavras desconhecidas e seus significados. A concordância trará alfabeticamente, por assuntos, todos os versos bíblicos que contenham uma determinada palavra.

A Palavra de Deus nos dá sabedoria para enfrentarmos os desafios da vida com segurança.

Vale a pena pesquisar a Bíblia e através dela passar a conhecer melhor a Deus.

Seja feliz!

J.Washington

 

 

 

 

 

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Papa Francisco: decreto dominical e volta de Cristo.

Bergoglio, agora papa Francisco I, nasceu em 17 de dezembro de 1936 na capital argentina, filho dos italianos Mario Bergoglio, um funcionário ferroviário, e Regina. Ele cresceu na capital argentina, onde começou a estudar e se formou como técnico químico, mas pouco depois escolheu o sacerdócio, decisão que o levou ao seminário do bairro portenho Villa Devoto. O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, 76, arcebispo de Buenos Aires, é o primeiro papa latino-americano da história. É também a primeira vez que o cargo é entregue a um membro da Sociedade de Jesus. Ele obteve ao menos 77 votos dos 155 cardeais de todo o mundo que participam desde terça-feira (12) do conclave, na Capela Sistina, no Vaticano. O conservadorismo do novo papa é conhecido por declarações contra o aborto e a eutanásia. Além disso, embora ressalte que homossexuais merecem respeito, Bergoglio é contra o casamento gay.

Veja o que  autoridades dizem no programa Especial Novo Tempo – Roma: entre a cruz e a espada  

Link para acesso:  http://migre.me/dF5NX

papaO papado e a volta de Jesus

O período dos 1260 anos se refere à grande perseguição profetizada por nosso Senhor (Mateus 24: 15-22). Quando Cristo se ergueu da sepultura, tornou-se então o legítimo representante desse mundo. Sua morte reconciliou o mundo com Deus, e o acusador, o diabo, não tem mais direito algum sobre ele. Não admira que uma exclamação de triunfo fosse ouvida no céu! E mais, os habitantes do céu falam do diabo como “acusador de nossos irmãos”. Os anciãos sabiam alguma coisa de seu poder, pois também eles tinham-no enfrentado em combate mortal. O acusador e enganador fora finalmente lançado fora de seu lugar de usurpação, e Cristo, o segundo Adão, tornou-se nosso representante.

Agora é revelada a causa oculta das grandes lutas da igreja. O diabo, sabendo que perdera a batalha contra Deus, e reconhecendo que lhe resta pouco tempo, está agora concentrando todo o seu poderio contra os seguidores de Cristo. Ao profeta foi mostrado este inimigo de Deus e do homem perseguindo a mulher – a igreja. Até a morte de Cristo, Satanás estava ansioso por reunir outros mundos em torno de si para rebelião contra Deus. Mas agora ele está derrotado. Assim ele transfere toda a sua energia para o combate à igreja. Para escapar aos ataques do inimigo, a igreja foge para o deserto, para um lugar que Deus lhe preparou, e aí é sustentada por 1260 dias proféticos, ou anos. Este período é mencionado sete vezes em Daniel e no Apocalipse: (1) Daniel 7:25; (2) Daniel 12:7; (3) Apocalipse 11:3; (4) Apocalipse 11:3; (5) Apocalipse 12:6; (6) Apocalipse 12:14; (7) Apocalipse 13:5.

Começou como já vimos, com o decreto de Justiniano em 538 A.D., e terminou com o fim do domínio papal em 1798. Lugares ermos como os vales do Piemonte e as sólidas montanhas dos Alpes e mesmo a América recém descoberta, tornaram-se um céu de refúgio para o perseguido povo de Deus. Em Apocalipse 12:15 lemos: “A serpente lançou de sua boca , atrás da mulher, água como de um rio.” Água em profecia representa povo: (Apocalipse 17:15). Durante a supremacia papal, diferentes povos foram usados no esforço de destruir o fiel e verdadeiro povo de Deus. As páginas da História estão manchadas com sangue de amargas perseguições e impiedosos massacres. Tudo isto não foi em vão; ao contrário, “o sangue dos mártires foi semente da igreja”.

O céu rejubila na vitória dos santos sobre o poder do dragão. “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho”. (Apocalipse 12: 11). O profeta observa que outra tentativa, e mais sutil, é feita para destruir a igreja. O inimigo lança de sua boca um dilúvio para arrastar a mulher. Com efeito, um dilúvio de falsos ensinadores saturados de evolucionismo e filosofias humanas tem-se levantado para opor-se à verdade de Deus. Isto tem sido especialmente desde o fim dos 1260 anos. A água vinha da boca da serpente. O que não logrou por meio de exércitos de falsos educadores. A propaganda mentirosa e “falsamente chamada ciência”(1 Timóteo 6:20) alcançará o seu clímax na batalha final contra a verdade.

Para fazer frente a esse novo ataque, “a terra abriu a sua boca”. Através dos séculos a terra tem ajudado a mulher, providenciando refúgio para o perseguido povo de Deus. Mas esse novo ataque vindo da boca da serpente tem sido derrotado de outro modo. Um século atrás veio à existência a nova ciência da arqueologia, e das cidades sepultadas no passado, as evidências se acumularam provando a Bíblia e confirmando a exatidão dos seus registros. Maravilhosas descobertas nos campos da Arqueologia, da História e da Geologia robusteceram e vindicaram a palavra de Deus. A pedra de Rosetta, descoberta em 1799, tornou-se a chave do passado, permitindo aos estudiosos aprenderem as línguas do Egito, desse modo abrindo ao conhecimento toda a história do passado. Milhares de descobertas tem sido feitas em confirmação com a História bíblica. A terra tem aberto, sem dúvidas, a sua boca, e as próprias pedras estão clamando aos ouvidos dos cépticos: “A tua palavra é a verdade”.

A maior e final tentativa de Satanás será feita contra a própria última igreja chamada neste capítulo “o resto da sua semente”. Estes entes leais, obedientes aos mandamentos de Deus e possuindo “o testemunho de Jesus, permanecem como fiéis testemunhas. “Desde o início do grande conflito no céu, tem sido a intento de satanás subverter a lei de Deus. Foi para realizar isto que entrou em rebelião contra o criador e sendo expulso do céu, continuou a mesma luta na terra. O último grande conflito entre a verdade e o erro não é senão a luta final da prolongada controvérsia relativa à lei de Deus”.

Em toda grande crise da história Deus tem tido fiéis servos cuja obediência a ele era mais preciosa do que a vida. O profeta Isaías, escrevendo num tempo em que a verdade estava sendo comprometida, falou dos que eram leais a Deus como sendo o seu “remanescente’ (Sofonias 3:12,13; Miquéias 4:7.) Na última grande crise do século, Deus terá um “remanescente” leal que por sua graça permanecerá firme pela verdade e pela justiça. João descreve este remanescente como aqueles que “guardam os mandamentos de Deus e tem a fé em Jesus”, testemunho este que o anjo declarou ser “o espírito de profecia”. (Apocalipse 12:17; 19:10). Por meio de sua palavra e os conselhos de seu Espírito, Deus está, mesmo agora, preparando esse “remanescente” para estar de pé “no dia mau”, quando os principados e potestades e “os príncipes das trevas deste século” farão seu último ataque à igreja. (Efésios 6:12,13 – 2 Tesssalonicenses 2:9-13).

É por meio do “remanescente” que Deus está dando sua última mensagem de misericórdia ao mundo e revelado ao mesmo tempo as maquinações do “homem do pecado”, cujo sistema de falsificação da salvação tem obscurecido o glorioso evangelho de Cristo e sua graça salvadora. A igreja que “está aguardando a vinda do senhor” “nenhum dom lhe falta”, diz o apóstolo Paulo. (1 Corintios 1:7). Deus tem seus servos em todas as partes da terra. Estes está Ele reunindo por meio do poder do evangelho eterno que é proclamado para “toda a nação , e tribo, e língua e povo “. (Apocalipse 14:6). Isto é claramente expresso na seguinte citação de Ellen White:

“Entre os habitantes do mundo , espalhados por toda terra , há os que não tem dobrado os joelhos a  Baal . Como as estrelas do céu , que aparecem à noite, esses fiéis brilharão  quando as trevas cobrirem a terra , e densa escuridão os povos . Na África pagã , nas terras católicas da Europa e da América do sul, na China, na Índia, nas ilhas do mar e em todos os recantos da terra , Deus tem  em reserva um firmamento de escolhidos que  brilharão em meio às trevas , revelando claramente a um mundo apóstata  o poder transformador da obediência a sua lei” (Profetas e Reis , pp. 188, 189).

Quando o paganismo invadiu a igreja, trouxe consigo apenas as suas vestimentas e os mistérios, mas também o seu espírito de intolerância. Quando o homem cessa de agir por amo , recorre à força. A igreja perdeu sua missão no mundo. Quando a primeira igreja começou a perder o seu “primeiro amor”, perdeu também a sua visão. Quando entrou na política, caiu de seu elevado estado espiritual. Em vez de continuar como um poderoso movimento missionário preocupado apenas em levar as boas novas de salvação a todos os homens em todos os lugares, ela começou a transformar-se numa grande instituição financeira, com declarado objetivo de reger as nações. Em vez, pois, de almejar a volta de Cristo, acompanhado por seus anjos, com poder e grande glória, como a consumação de suas esperanças, esta igreja apóstata começou a ensinar que sua missão ao mundo era estabelecer-se com liderança política no mundo mediante um assim chamado governo espiritual, introduzir o reino de Deus na terra.

Este conceito da igreja e seu trabalho foi uma completa inversão da mensagem apostólica. O livro de Santo Agostinho “A Cidade de Deus”, interpreta Apocalipse 20 de modo que signifique o domínio da igreja sobre as nações. Nos dias dos apóstolos, a igreja fez tremendas conquistas espirituais, verdadeiramente ela “saiu vencendo e para vencer”. Sobreveio, porém, uma mudança. Paulo falou desses acontecimentos como de uma “apostasia”, a qual , ele disse, daria surgimento ao homem do pecado, que exaltaria a si mesmo no templo de Deus, declarando-se Deus, e que sob o disfarce do cristianismo, corromperia a verdade e se oporia a quem quer que dele dissentisse, segundo. (Tessalonicenses 2:3,4).

O declínio do poder espiritual dentro da igreja estabelecida não foi de súbito. A história da igreja mostra os passos trágicos que finalmente puseram a autoridade civil e religiosa numa só mão. Papas sedentos de poder arrogaram-se o título de “substituto de Deus na terra”, assim usurpando as prerrogativas da divindade. Arrogando-se sucessores de Pedro, pretendiam autoridade, não sobre a igreja apenas, mas sobre todo o mundo. Inocêncio III, por exemplo, (papa de 1198 – 1216), escreveu que “assim como o sol e a lua estão postos no firmamento, o maior como luz do dia, e o menor para iluminar a noite, há dois poderes na terra: o maior, o pontifical e o menor, o real”. Propondo reis e depondo reis, os pontífices tinham aí o seu passatempo. Pisoteando os direitos da consciência, esses governantes medievais dominavam príncipes, estados e parlamentos, compelindo a submissão por meio do mais terrível engenho da tirania, a Inquisição. Maquinandoe esquematizando para ganhar mais poder, esta igreja dominante continuou a destruir “os santos do Altíssimo”, e a atentar contra a lei de Deus. (Daniel 7:25). Isto devia continuar por 42 meses.

Este período profético, já foi por João introduzido cinco vezes em três diferentes modos, enquanto Daniel dele fala duas vezes. O método de expressão usado por João como por Daniel é “um tempo, e tempos, e metade de um tempo”. (Apocalipse 12:14; Daniel 7:25; 12:7). Um “tempo” é modo hebreu de expressão para um ano. (Daniel 14: 16; 11: 13). A conclusão é clara e convincente. Um “tempo” seria um ano ou 360 dias, dois “tempos” seriam iguais a dois anos” ou 720 dias, meio “tempo” igualaria a meio ano, ou 180 dias . O total é 1260 dias. A expressão “42 meses” chama a atenção. Um mês profético consiste em 30 dias  (proféticos), assim 42 meses multiplicado por 30, daria 1260 dias ( anos). Autoridades bíblicas concordam que em profecia, um dia representa um ano. Começando com o decreto de Justiniano 538 A.D., o período nos leva a 1798 . Dois séculos e meio antes desta data significativa, a Europa estava .sendo assolada por uma revolução de idéias oriundas especialmente da reforma protestante. Nação após nação sacudia sua subserviência a autoridade eclesiástica.

A profecia bíblica predisse não apenas o surgimento do papado, mas também sua queda. Este poder que pretendia falar em nome de Cristo estava na realidade falando contra ele. Todos os reformadores, sem exceção, falaram dessa igreja apóstata como o “anticristo”. A palavra “anti” significa “contra, rivalidade ou suplantação”. O papismo preenche ambas as ideias, como os fundadores da reforma do século XVI tão habilmente mostraram. Mas o poder arrogante e blasfemo estava se aproximando do fim do período que lhe foi permitido dominar, e os acontecimentos políticos estavam trabalhando para o seu colapso. Napoleão, uma das mais poderosas figuras da História, começou depressa a mudar a face da Europa. Foi durante as guerras Napoleônicas que a cabeça papal dessa besta heterogênea foi “como que ferido de morte”. Verso 3. “Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto”. Verso 10. Em 1798, o General Berthier, de modo algum um general forte, aprisionou o papa Pio VI. Este papa ficou exilado até sua morte, um ano depois. Durante esse tempo não houve papa reinante. Com que notável precisão cumpriu-se de modo cabal o período profético de 1260 anos!

João, porém, não predisse apenas que essa cabeça seria ferida e levada ao cativeiro, mas declarou que sua ferida mortal seria curada. Então, disse ele, “todo o mundo se maravilhou após a besta” (Verso 3) – Predição esta sobremodo notável. Quando a Itália foi unificada sob a revolução de Garibaldi (1866 – 1870), a igreja foi privada até de suas terras, ficando o papa como o virtual prisioneiro no Vaticano. 59 anos mais tarde , em 11 de fevereiro de 1929, a famosa concordata assinada por Mussolini e o cardeal Gaspar, restaurou parte das terras, sendo que a partir daí o papa voltou a ser contado entre os soberanos da terra. O relator oficial da igreja descrevendo este histórico acontecimento, disse: “estamos testemunhando agora o significado deste documento. Ao fluir a tinta dessa pena, estará sendo curada a ferida de 59 anos”.

Até o observador mais casual é compelido a reconhecer o rápido crescimento e o prestígio internacional em poder da igreja católica Romana. Ela exerce nos negócios do mundo hoje uma influência maior do que em qualquer outro tempo de sua longa e movimentada história. E essa influência está sendo cada vez mais sentida nos Estados Unidos. Ao identificar esse poder perseguidor, seria bom ficar claro, que não podemos ter nenhuma espécie de preconceito ou hostilidade contra pessoas, suas crenças ou sua denominação. Jesus quer salvar a todos, e o nosso dever como cristãos, é aceitá-los com o amor de Cristo, procurando orientá-los com toda humildade e afeição.

Palavra oficial

Como adventistas, amamos a volta de Cristo. Essa é nossa grande esperança. Precisamos ter, porém, muito cuidado no sentido de não criar um clima de alarmismo sobre o assunto. Quando isso acontece, a esperança se transforma em dúvida e confusão. “Nossa posição tem sido a de esperar e vigiar, sem proclamações de algum tempo para interpor-se entre o fim dos períodos proféticos em 1844 e o tempo da vinda de nosso Senhor” (Eventos Finais, p. 32).

A marcação de datas não é plano de Deus. Cada vez que elas são estabelecidas e não se cumprem, a fé e a esperança ficam abaladas. Ellen White já previa que “sempre haverá movimentos falsos e fanáticos feitos na igreja por pessoas que pretendem ser dirigidas por Deus – pessoas que correrão antes de ser enviadas, e darão dia e data para o cumprimento da profecia não cumprida. O inimigo se agrada de que assim procedam, pois seus sucessivos fracassos e direção em sentido falso, causam confusão e incredulidade’ (Ibidem, p. 32). Por favor, não dê ouvidos a essas pessoas e suas mensagens. Tenha sempre muito claro que:

1. Deus não apoia esses movimentos. Pessoas que andam espalhando datas, normalmente querem criar um “clima” de sensacionalismo e medo. Elas mesmas precisam de um empurrão para estarem preparadas. Podem estar bem-intencionadas, mas estão erradas. Acreditam que precisam reavivar a igreja, mas como sua mensagem não tem poder, resolvem explorar datas. Ellen White é clara quando diz que “Não devemos saber o tempo exato para o derramamento do Espírito Santo ou para a vinda de Cristo” (Ibidem, p. 30).

2. A Bíblia não define datas para os eventos finais. Ela sempre apresenta as características de um tempo. Não devemos nos concentrar em um dia, mas em um tempo. O dia não sabemos, mas o tempo é o que nós estamos vivendo. Pelas características, estamos muito perto. Ainda poderemos esperar alguns anos, ou tudo pode acontecer bem rápido, antes do que foi apresentado em sua igreja O importante é estar sempre preparado,

3. A marcação de datas enfraquece o preparo. Inconscientemente, muitos relaxam em seu preparo deixando para resolver questões espirituais mais perto do tempo marcado. ‘Deus não dá a nenhum homem uma mensagem de que decorrerão cinco, dez ou vinte anos antes que termine a história desse mundo. Ele não quer dar um pretexto para os seres viventes adiarem a preparação para o Seu aparecimento (Ibidem, p, 31).

4. Decisões movidas por agitação duram pouco tempo. Quando uma pessoa espera a volta de Cristo por outra motivação que não seja o amor a Ele, vai tomar decisões passageiras e frustrantes, movidas pelo medo do que vai acontecer. Às vezes, até parecem puras, sinceras e profundas, mas dependem de agitação para se manter.

5. Precisamos estar prontos a qualquer momento. Independente do dia em que Cristo vai voltar, ou do dia em que o decreto dominical vai ser oficializado, a vida de uma pessoa pode acabar hoje. Ê como se Cristo já tivesse voltado para ela. Precisamos ser como as virgens sábias que não esperaram a chegada do noivo para estar preparadas, mas têm sua provisão para qualquer tempo.

6. Acaba havendo confusão. Os constantes anúncios de datas para os eventos finais acabam trazendo um sentimento confuso, a ponto de, ao se cumprirem de verdade, muitos terem dificuldade em acreditar. Essa é uma obra do inimigo.

7. Cuidado com “novidades” Perto do fim, mais pessoas vão apresentar estudos de “novas” profecias, uma “nova” visão de alguns pontos da Bíblia ou mesmo a descoberta do tempo certo para o cumprimento de algumas profecias A verdade vai ser misturada com o erro. Essas pessoas vão se apresentar com ar de muita sinceridade ou trazendo estudos muito “profundos” e, por isso, vão enganar a muitos. A melhor saída é concentrar ávida espiritual no preparo diário, na comunhão, no testemunho e na freqüência à igreja, para que não sejam pegas desprevenidas. Continue amando a volta de Cristo, mas faça isso com os olhos voltados para Ele. Os sinais servem para aumentar a esperança e fortalecer a fé.

Seja feliz!

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Maçonaria: poder secreto que atua no Brasil não é bíblico.

Há hoje 58 deputados federais maçons no Congresso Nacional e outros seis senadores. “Uma das minhas propostas é organizar a bancada da maçonaria”, afirma Mozarildo, senador da República. “Imagine só: seria maior que a de muitos partidos de hoje.” No dia 9 de março, cerca de 40 mil homens que frequentam rituais secretos semanais, usam códigos para reconhecimento mútuo e se tratam socialmente como “irmãos” irão às urnas para escolher seu líder máximo. Em quase 3 mil lojas maçônicas pelo país, os maçons que ostentam o título de “mestre” do Grande Oriente do Brasil (GOB) –o maior ramo da maçonaria brasileira– irão escolher seu próximo soberano grão-mestre geral. Cheia de simbolismos, a organização reproduz internamente a hierarquia institucional da República, com deputados, juízes, governadores e outros. Dentro da instituição, e guardadas as proporções, o cargo em disputa equivale ao da presidente Dilma Rousseff. “A maçonaria precisa voltar a ser parte da elite estratégica do país; hoje somos só uma elite convencional”, afirma ao (folha.com), Benedito Marques Ballouk, membro do Tribunal de Contas do Município de São Paulo.

Mostrado por Folha.com

Mostrado por folha.com

Ritos e símbolos da maçonaria

Os ritos e símbolos da maçonaria possuem um significado esotérico e espiritualista.

Os sacrifícios do Velho Testamento falavam a respeito de Jesus, que é “… o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). As ordenanças citadas na Bíblia tinham o objetivo de ensinar ao povo a respeito de Jesus, que viria um dia como sacrifício vivo em prol de toda a humanidade. Os israelitas, ao sacrificarem um animal, o faziam como demonstração de sua “crença no Salvador”, Jesus.

Já o simbolismo usado pela Maçonaria nada tem a ver com o sistema israelita, pois o símbolo do bode tem conotação espiritualista, bem diferente da que era dada pelo povo hebreu (símbolo de Cristo, que tira o pecado do mundo). Com isso, podemos ver que os sacrifícios do antigo testamento nada têm a ver com a maçonaria e os objetivos são totalmente opostos.

Outro fator que prova que os sacrifícios do Antigo Testamento não serviram de base para o uso dos símbolos pelos maçons, é que, ao Jesus ter morrido na cruz do calvário, ele cumpriu o significado daquelas ordenanças (Ef 2:15; Mc 15:38), ou seja, “aboliu” o uso dos sacrifícios. Isto porque o verdadeiro Cordeiro de Deus (JESUS CRISTO) já morreu por nós. Sendo assim, se o os sacrifícios já haviam sido abolidos por Cristo, isto indica que estes não serviram de base (pelo menos Deus não o ensinou) para o estabelecimento de alguma simbologia para expressar fé ou adoração a Deus.

Verdadeira adoração:

A verdadeira adoração é aquela feita “em espírito e em verdade” (Jo 4:23), ou seja, sem o uso de símbolos (lembremos que os cordeiros e bodes sacrificados pelo antigo Israel não eram de maneira nenhuma ‘adorados’). Deus proíbe o uso de imagens na adoração (Êx 20:4-5), pois a glória infinita de Deus não pode ser comprada com a glória do homem ou dos animais (Is 42:8). Usar símbolos para representar a Deus na adoração é o mesmo que “corromper-se espiritualmente” (Dt 4:15-19) é pecado, pois constitui em transgredir o mandamento de Deus (1 Jo 3:4).

SimbolosA idolatria é condenada por Jesus Cristo também no Novo Testamento (Mt 4:10) e inclusive será punida (Is 2:18-21; Ap 22:15).

Não nos esqueçamos que Deus jamais irá punir uma pessoa por um dia ter sido desobediente, mas sim por ‘continuar sendo’. Se você foi um idólatra no passado, mas hoje se decidiu pela verdadeira adoração, saiba que tens o perdão de  Deus e que é considerado pelo Pai Celeste como um filho Seu.

Para saber o significado destes símbolos, adquira algum livro evangélico que trate do assunto mais especificamente. Sugestão: J. Scott Horrell.  Maçonaria e Fé CristãSão Paulo, SP: Editora Mundo Cristão, 1995.

Seja feliz!

J.Washington

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Ultrassecreto: Sexo, corrupção e tráfico podem ser causa da renúncia do Papa.

Casos de mau uso de dinheiro, disputas de poder, relações homossexuais e até um plano para revelar a homossexualidade do editor de uma importante publicação católica, fazem parte do conteúdo de um “informe ultrassecreto”, com cerca de 300 páginas, elaborado por três cardeais, em que é denunciada uma suposta trama de corrupção, sexo e tráfico de influências no Vaticano, dentro da Cúria. O documento, que se refere a um suposto “lobby gay” dentro do Vaticano, foi entregue a Bento 16, em dezembro de 2012.  O jornal italiano ”La Reppublica” remete ainda a um escândalo ocorrido em 2010, quando um assessor do papa Bento 16 foi afastado por causa de um escândalo sexual envolvendo prostituição que abalou o Vaticano.

Com o título “Não fornicarás, nem roubarás, os mandamentos violados no informe que sacudiram o Papa”, o jornal sustenta que o ancião cardeal espanhol Herranz, da ordem Opus Dei, ilustrou ao Papa no dia 9 de outubro do ano passado, os “assuntos mais escabrosos” do relatório, em particular a existência de uma “rede transversal unida pela orientação sexual”. Outro grupo é especializado em montar e desmontar carreiras dentro da hierarquia vaticana e outro ainda aproveita para usar recursos multimilionários para seus próprios interesses à sombra da cúpula de “São Pedro” através do Banco do Vaticano, segundo a publicação do “La Reppublica”, repercutida no Brasil pelos sites: folha.com.br | g1.com.br e novotempo.com/novachance

Verdade ou mentira?

Verdade ou mentira?

Diante da revelações, Bento 16 se convenceu que um sucessor mais jovem, forte e enérgico é o melhor indicado para fazer uma limpeza na instituição milenária e por isso teria decidido deixar o “Trono de Papa”, sustenta a revista “Panorama” e o jornal “La Reppublica”. Bento 16 está sendo muito corajoso e aproveita os últimos instantes do seu governo para fazer uma ‘reforma’ administrativa. Nossos irmãos católicos sofrem com tudo isso e merecem nosso respeito. Agora, vamos estudar um pouco mais a questão da fornicação:

SEXO

Antes de nos determos no tema (sexo antes do casamento), é bom destacarmos que Deus não é contra o prazer sexual. Foi Ele quem fez o sexo e o deu de presente para o ser humano. O problema está quando o sexo é praticado fora do casamento. Quando nos criou, Deus sabia como poderíamos desfrutar plenamente do prazer sexual. Vendo que é dentro de um contexto de profunda intimidade e segurança (só dentro do casamento isto pode ser desfrutado plenamente) que a pessoa pode realizar-se sexualmente, Deus estabeleceu em Sua Lei que as relações sexuais devem ser mantidas após o matrimônio. Veja que Deus sempre sabe o que é melhor para as Suas criaturas! Continuemos em nossa análise:

1) Quando Deus criou Adão e Eva, logo em seguida proferiu a “bênção” sobre o casal; após isto, ambos “se tornaram uma só carne” (Gn 1:27 e 28; 2: 21-24). O sexo faz parte da perfeita criação de Deus, qualificada como sendo “muito bom” (cf. Gn 1:31).

2) As Escrituras condenam a prática do sexo fora do casamento, pois tal atitude não faz parte do plano original de Deus.

“Alguém vai dizer: ‘Eu posso fazer tudo o que quero’. Pode, sim, mas nem tudo é bom para você. Eu poderia dizer: “Posso fazer qualquer coisa.” Mas não vou deixar que nada me escravize. Outro vai dizer: “O alimento existe para o estômago, e o estômago existe para o alimento.” Sim, mas Deus acabará com os dois. O nosso corpo não existe para praticar a imoralidade, mas para servir o Senhor; e o Senhor cuida do nosso corpo. Fujam da imoralidade sexual! Qualquer outro pecado que alguém comete não afeta o corpo, mas a pessoa que comete imoralidade sexual peca contra o seu próprio corpo. Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus, pois ele os comprou e pagou o preço. Portanto, usem o seu corpo para a glória dele” (1 Co 6:12,13, 18-20 BLH – Bíblia na Linguagem de Hoje)

“Mas eu digo: Já que existe tanta imoralidade sexual, cada homem deve ter a sua própria esposa, e cada mulher, o seu próprio marido” (1 Co 7:2 BLH).

“O que Deus quer de vocês é isto: que sejam completamente dedicados a ele e que fiquem l

ivres da imoralidade” (1 Ts 4:3 BLH – no original, a palavra para imoralidade se refere à fornicação, sexo fora do casamento).

3) O sexo pré-conjugal traz efeitos negativos:

a) Efeitos emocionais negativos (na grande maioria das pessoas): culpa, ciúme, ansiedade, medo de uma gravidez.

b) Problemas de relacionamento: entre os namorados, familiares…

c) Efeitos espirituais: culpa, medo de Deus, ausência de vontade de estudar a Bíblia e orar.

d) Efeitos físicos: aumenta as possibilidades de uma gravidez indesejada e de contrair doenças venéreas (estas considerações foram extraídas e adaptadas do livro Aconselhamento Cristão, de Gary R. Collins – Sociedade Religiosa Edições Vida Nova).

Se, ao nos relacionarmos sexualmente, presenciamos alguns destes efeitos, o mesmo não está nos beneficiando; e isto não é da vontade de Deus. Ele quer que desfrutemos deste presente da melhor maneira. Quando Deus nos ensina a maneira correta de fazer sexo, o faz para nosso próprio bem.

4) A fim de aliviarmos a tensão sexual, a recomendação de Deus é que nos casemos:

“Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado” (1 Co 7:9) O texto é claro a este respeito, não dá margem para que aliviemos nossos desejos sexuais fora do matrimônio.Isto não indica de forma alguma que a motivação de se casar seja apenas o sexo; cuidado com isto, pois muitos caem nesta cilada!

Assim, vemos que, biblicamente, o sexo deve ser feito apenas no casamento. Praticá-lo de outra forma, constitui-se um pecado sujeito a julgamento (1 Co 6:9-13;18:20; Ef 5:3-7; Cl3:5-6), pois o propósito original de Deus é desvirtuado, trazendo assim prejuízos à felicidade e saúde humana. Há outras razões pelas quais não devemos usufruir a relação sexual antes de casar? Deus criou o sexo para o prazer e intimidade do casal (também com finalidade de procriação), de modo que ambos encontrassem plena satisfação um no outro.  “O sexo é saudável quando você pode conciliar satisfação sexual, integridade, compromisso, bem-estar da outra pessoa e um senso de autoestima e dignidade. E isto só é possível dentro do casamento” (Pastor José Maria, em um de seus artigos para a Revista Adventista), pois no namoro ou noivado não há este compromisso, palavra esta que está quase que totalmente extinta do vocabulário social atualmente.

Temos de ser honestos em reconhecer que não é das coisas mais fáceis ser puro sexualmente, especialmente na sociedade moderna. Todos os dias somos bombardeados pela mídia com cenas de sexo ou abordados a respeito deste assunto. A cultura na qual vivemos, de certo modo, nos influencia muito, inclusive em nossos conceitos. Porém, isto não nos dá a liberdade de transgredirmos as leis de Deus. O cristão é guiado pelo Espírito Santo e não pelas opiniões alheias.

O que fazer? Precisamos aceitar o fato de que não iremos modificar o mundo; ao mesmo tempo, tomar a decisão de não permitirmos que a coletividade nos mude, a ponto de negarmos os princípios divinos. Somente através de uma íntima e ininterrupta comunhão com o Criador poderemos vencer. Também é importante que adotemos corretos padrões de pensamentos (Fp 4:8), e que vigiemos nossos olhos (Jó 31:1; Pv 4:23 e 25). Antes disso, temos de decidir ser puros.

E se alguém errou? Nunca é tarde para recomeçar. Deus perdoa todos os pecados, desde que os confessemos (Sl 32:5; Mq 7:19; 1 Jo 1:7-9). Pelo sacrifício de Jesus, podemos ser purificados e tornados santos, com se nunca tivéssemos errado. Basta ir a Ele, confessar os erros e abandonar o pecado com o auxílio de Seu grandioso poder. Se Ele dá esta nova chance, o pecador deveria perdoar-se a si mesmo; assim, sua vida terá sentido. Jamais nos esqueçamos do amor de nosso Senhor, e de que nosso Criador é o Deus das Novas Oportunidades.

Seja feliz!

J.Washington
Leandro Quadros

 

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Meteoro na Rússia lembra o mundo do fim.

Mais de 500 pessoas, incluindo crianças, ficaram feridas, sendo ao menos três delas com gravidade. Testemunhas disseram que casas estremeceram, janelas explodiram, a energia elétrica caiu em alguns locais e celulares pararam de funcionar.Cerca de 20 mil membros de equipes de resgate foram enviados para a área. Explosões no céu da região dos Montes Urais, na Rússia, geradas pela queda de um meteorito, causaram pânico e danos em ao menos seis cidades, segundo informações divulgadas pela agência RT nesta sexta-feira. O fenômento atmosférico, porém, gerou consequências também registradadas nos municípios de Chelyabinsk, Yekaterinburg e Tyumen, entre outros.

As agências de notícias divulgaram: Um asteroide passou nesta sexta-feira, 15, a apenas 27.59 quilômetros da Terra – distância bem menor que a dos satélites que orbitam o planeta, a cerca de 36 mil km de altitude -, horas depois de um meteoro explodir sobre os Montes Urais, na Rússia. É a menor distância registrada entre uma rocha dessa magnitude – 45 metros de comprimento – e a Terra. Esses fatos lembram o cumprimento da profecia que indica o fim do fim e o retorno de Cristo Jesus.

Sinais do fim. Prepare-se!

O texto bíblico declara que a segunda vinda de Cristo seria precedida por um grande terremoto, bem como por sinais cósmicos no Sol, na Lua e nas estrelas (ver Jl 2:31; Mt 24:29; Mc 13:24, 25; Lc 21:25; Ap 6:12, 13). Os adventistas creem que estes sinais se cumpriram respectivamente com o terremoto de Lisboa, no dia 1º de novembro de 1755; o escurecimento do Sol e a Lua em cor de sangue, em 19 de maio de 1780; e a queda das estrelas, na noite de 13 de novembro de 1833. Mas pelos menos três argumentos básicos têm sido usados contra tais identificações.

Um dos argumentos é que esses acontecimentos não passariam de fenômenos naturais, reincidentes e explicáveis cientificamente, que não poderiam ser considerados cumprimentos proféticos. Devemos reconhecer, no entanto, que esses fenômenos são “sinais” (Lc 21:25) mais importantes pelo seu significado do que pela sua própria natureza. Além disso, em várias outras ocasiões Deus usou meios naturais com propósitos espirituais. Por exemplo, o dilúvio envolveu água e uma arca (Gn 6-8); e entre as pragas do Egito haviam rãs, piolhos, moscas, pestes, úlceras, saraiva, gafanhotos e trevas (Êx 7-12). De modo semelhante, os sinais cósmicos, mesmo podendo ser explicados cientificamente, apontavam para importantes realidades espirituais.

Outro argumento usado contra as identificações acima mencionadas é que elas já estão demasiadamente distantes da segunda vinda de Cristo para ainda ser consideradas sinais desse evento. Mas Cristo deixou claro que esses sinais deveriam ocorrer “logo em seguida à tribulação daqueles dias” (Mt 24:29), ou seja, próximo ao término dos 1.260 anos de supremacia papal (Dn 7:25). Apocalipse 6:12-14 esclarece que a sequência terremoto>sol>lua>estrelas ocorreria no contexto da abertura do sexto selo, e não do sétimo selo, que é a segunda vinda de Cristo. William H. Shea, em seu artigo “A marcha dos sinais”, Ministério, maio-junho de 1999, p. 12-13, identifica a seguinte sequência profética:

(1) o grande terremoto de 1755;

(2) o dia escuro de 1780;

(3) o juízo sobre a besta em 1798;

(4) a queda das estrelas em 1833;

(5) o início do juízo investigativo pré-advento em 1844. Assim como o grande terremoto e o dia escuro precederam o juízo sobre a besta, a queda das estrelas antecedeu o início do juízo investigativo.

Um terceiro argumento contra tais identificações é que o terremoto de Lisboa em 1755 não foi o mais intenso abalo sísmico já registrado. Independentemente de sua intensidade, o terremoto de Lisboa foi o mais significativo, em temos proféticos. Como prenúncio do término dos 1.260 anos de supremacia papal, o terremoto ocorreu em um domingo, Dia de Todos os Santos, quando os devotos católicos estavam reunidos em suas igrejas, e nenhum dos supostos santos os conseguiu proteger. Otto Friedrich, em sua obra O fim do mundo (Rio de Janeiro: Record, 2000), p. 227-271, afirma que alguns padres e freiras anteviram em sonhos e visões que Lisboa seria destruída.

A posição tradicional adventista é confirmada em Nisto Cremos: as 28 Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia, 8ª ed. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 417-419; e Tratado de Teología Adventista del Séptimo Día (Buenos Aires: Asociación Casa Editora Sudamericana, 2009), p. 1015-1017. Ellen G. White, em O Grande Conflito, p. 636-637, reconhece que, por ocasião da segunda vinda de Cristo, “o Sol aparecerá resplandecendo” à meia-noite e um “grande terremoto” abalará a Terra (Ap 16:18). Mas na mesma obra (p. 304-308, 333-334), a Sra. White assegura que os sinais cósmicos mencionados especificamente pelo profeta Joel (Jl 2:31), por Cristo (Mt 24:29; Mc 13:24, 25; Lc 21:25) e pelo apóstolo João (Ap 6:12, 13) se cumpriram respectivamente em 1755, 1780 e 1833. Portanto, a Igreja Adventista do Sétimo Dia aceita os eventos ocorridos nessas datas como sendo os sinais preditos em Mateus 24:29.

 Seja feliz!

J.Washington
Alberto Timm

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Sexo no facebook: alguém está de olho em você!

A matéria publicada na revista semanal VEJA, é uma realidade que atrai fãs e seguidores de todos os lugares. O que mais será oferecido aos usuários do facebook? Qual será a próxima tentação viral? Bom seria que a corrente do bem fosse mais forte na web. Adultério a um clique, matrimônios desfeitos, filhos reais e pais quase virtuais. O impacto social poderá ser visto em pouco tempo. Quem está acessando o coração dos nossos jovens? O sexo é lindo, foi idealizado pelo Criador do amor para ser praticado após o casamento.

A ideia de que Deus criou os órgãos sexuais para nosso prazer parece surpreender algumas pessoas. Mas o Dr. Henry Brandt, um psicólogo cristão, nos relembra que: “Deus criou todas as partes do corpo humano. E não criou algumas boas e outras más; ele criou todas boas, pois quando terminou a obra da criação, ele olhou para tudo e disse: Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom” (Gn 1:31). Isso ocorreu antes do pecado macular a perfeição do Paraíso.

As ‘carícias’ no velho testamento

Perigo: O facebook une ou separa?

Pode ser difícil para nós pensarmos nos grandes santos do Velho Testamento como grandes parceiros no amor, mas eles o foram. Aliás, é possível até que nunca escutemos um sermão sobre o relacionamento de Isaque e sua esposa Rebeca, registrado em Gênesis 26:6-11. Mas a verdade é que esse homem, que foi incluído no “quem é quem” da fé, em Hebreus 11, foi visto pelo rei Abimeleque “acariciando” sua esposa. Não sabemos até que ponto foram essas carícias, mas sabemos que o rei viu o suficiente para deduzir que ela era esposa dele, e não sua irmã, como ele havia declarado a princípio. Isaque errou, não por afagar sua esposa, mas em não limitar-se à intimidade do seu quarto. Mas o fato de que foi visto fazendo isso, sugere que era comum e permitido, naquela época, marido e mulher se acariciarem.

Outras informações quanto à aprovação divina do ato sexual aparecem nos mandamentos e ordenanças que Deus deu a Moisés para os filhos de Israel. Ali, ele dispôs que, no primeiro ano do matrimônio, o jovem marido era desobrigado do serviço militar e de todas as responsabilidades de negócios para que os dois pudessem conhecer-se um ao outro numa época de suas vidas em que o instinto sexual se achava no ponto mais elevado, sob circunstâncias que lhes dariam amplas oportunidades de fazerem experiências e desfrutarem delas. Reconhecemos, também, que esse dispositivo da lei tinha o objetivo de possibilitar ao jovem “propagar a raça” antes de enfrentar sérios riscos de vida nos campos de batalha. Naquela época, não se usavam anticoncepcionais e, como o casal podia ficar junto durante tanto tempo, é compreensível que tivessem filhos, logo nos primeiros anos do casamento.

Há outro verso que ensina que Deus entendia claramente o instinto sexual que Ele próprio colocou no homem: “melhor casar do que viver abrasado” (1 Co 7:9). Por quê? Porque existe uma forma lícita, ordenada por Deus, de se liberar a pressão natural que Ele colocou nos seres humanos — o ato conjugal. Esse é o método básico de Deus para a satisfação do instinto sexual. É seu propósito que marido e mulher dependam totalmente um do outro para obterem satisfação sexual.

A Bíblia é o melhor manual que existe sobre o comportamento humano. Ela aborda todos os tipos de relacionamento pessoal, inclusive o amor sexual. Já apresentamos vários exemplos disso, mas agora citaremos uma das principais passagens. Para compreendê-la plenamente, usaremos uma tradução moderna:

Geralmente, porém, é melhor ser casado, todo homem tendo sua própria esposa, e cada mulher tendo seu próprio marido, porque de outra forma vocês poderiam cair em pecado. O homem deve dar a sua esposa tudo quanto é do direito dela como mulher casada, e a esposa deve fazer o mesmo com o seu marido. Pois uma moça que se casa não tem mais todo o direito sobre o seu próprio corpo, porque o marido tem também seus direitos sobre ele. E, do mesmo modo, o marido não tem mais todo o direito sobre o próprio corpo, pois ele pertence também a sua esposa. Portanto, não recusem tais direitos um ao outro. A única exceção a essa regra seria o acordo entre marido e mulher para se absterem dos direitos do casamento por tempo limitado, a fim de que possam dedicar-se mais completamente a oração. Depois disso eles devem unir-se novamente, para que Satanás não possa tentá-los por causa da sua falta de controle próprio. 1 Coríntios 7:2-5.

O leitor já pensou por que estamos sendo atacados de todos os lados com explorações do sexo, hoje em dia? Os maiores best-sellers, os principais filmes e revistas praticamente estão deteriorados, cheios de práticas e insinuações sexuais, e ninguém negará que o sexo é, sem dúvida, o mais popular “esporte” internacional. Essa febre de “contar-se a realidade nua e crua” simplesmente trouxe à tona algo que sempre esteve na mente das pessoas desde os tempos de Adão e Eva. Temos que reconhecer que Deus nunca planejou esse sexo pervertido, barateado, exibido publicamente como é feito nos dias de hoje. Isso é consequência da depravação da natureza humana, que destruiu as coisas boas que Deus comunicou ao homem. Era intenção de Deus que o sexo fosse a mais sublime experiência de que duas pessoas poderiam desfrutar, juntas, nesta vida.

Cremos que, embora os crentes cheios do Espírito não sejam obcecados pelo sexo e não maculem sua mente com horríveis deturpações dele, nem tampouco falem dele constantemente, são eles que desfrutam do sexo em bases mais permanentes que qualquer outro tipo de indivíduo.

O conteúdo que transcrevi acima, é o primeiro capítulo do livro O Ato Conjugual, de Tim LaHaye e Beverly LaHaye, da Editora Betânia, transcrito na íntegra. Concordo com essa defesa feita por esses dois autores, assim como concordo com o que a Bíblia diz. Espero que seja útil para você. O ato conjugal é essa bela relação íntima de que partilham marido e mulher, na realização de seu amor — e ela é sagrada. Na verdade, Deus determinou para eles esse relacionamento.

Prova disso é o fato de que Deus tenha apresentado essa experiência sagrada em seu primeiro mandamento para o homem: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra” (Gn 1:28). Esse encargo foi dado ao homem antes do pecado entrar no mundo; portanto, o sexo e a reprodução foram ordenados por Deus, e o homem experimentou-o ainda quando se achava em seu estado original de inocência. Isso inclui o forte e belo impulso sexual, que marido e mulher sentem um pelo outro. Sem dúvida, Adão e Eva o sentiram no Jardim do Éden, como fora intenção de Deus, embora não haja um registro ou prova escrita de que tal tenha acontecido, é razoável supormos que Adão e Eva tenham tido relações sexuais antes do pecado entrar no jardim (ver Gn 2:25).

“Aquele que anda corretamente e fala o que é reto, que recusa o lucro injusto, cuja mão não aceita suborno, que tapa os ouvidos para as tramas de assassinatos e fecha os olhos para não contemplar o mal, é essa a pessoa que habitará nas alturas…”. Isaías 33:15-16.

Seja feliz!

J.Washington