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	<description>CNTN - Central Novo Tempo de Notícias</description>
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		<title>Notícias</title>
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		<title>Repórter-fotográfico da Folha registra a &#8220;Cristolândia&#8221;</title>
		<link>http://novotempo.com/noticias/2012/01/13/reporter-fotografico-da-folha-registra-a-cristolandia/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 15:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marciobasso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja outras fotos do repórter Apu Gomes: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/4177-reporter-fotografico-da-folha-registra-a-cristolandia#foto-77697]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8363" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://novotempo.com/noticias/files/Cristolandia2.jpg"><img class="size-full wp-image-8363" title="Cristolandia2" src="http://novotempo.com/noticias/files/Cristolandia2.jpg" alt="" width="640" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Usuário de droga faz oração dentro do templo chamado de Cristolândia, em SP Leia mais - Foto Apu Gomes</p></div>
<p>Veja outras fotos do repórter Apu Gomes: <a href="http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/4177-reporter-fotografico-da-folha-registra-a-cristolandia#foto-77697">http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/4177-reporter-fotografico-da-folha-registra-a-cristolandia#foto-77697</a></p>
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		<title>Dez dias de conflito na cracolândia: o que dizem os especialistas?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 15:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marciobasso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; Nesta sexta faz dez dias que a Polícia Militar cercou a região da cracolândia. Do dia 3 até as 17h de quinta,&#160;&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; Nesta sexta faz dez dias que a Polícia Militar cercou a região da cracolândia. Do dia 3 até as 17h de quinta, 69 pessoas foram presas &#8211; a maioria microtraficantes -, 152 usuários de drogas foram encaminhados a tratamento e 3.607 passaram por revistas. No total, policiais apreenderam 0,63 kg de crack e funcionários da Prefeitura retiraram 78 toneladas de lixo. Do ponto de vista operacional, esse é o resumo da ação.</p>
<p>Mas, mais do que colecionar números, a operação fez São Paulo voltar a discutir um território degradado e até então quase autônomo bem no coração da metrópole. Opiniões favoráveis e contrárias se amontoaram no período, principalmente quando os viciados começaram a vagar por ruas do centro para fugir da polícia.</p>
<p>A estratégia da operação &#8211; de dificultar o acesso dos usuários ao crack e, por meio de &#8220;dor e sofrimento&#8221;, forçar que procurem tratamento &#8211; também virou motivo de debate, assim como a revelação feita pelo Estado no sábado de que o início da operação foi precipitado por uma decisão de segundo escalão do governo e da PM &#8211; o cerco foi deflagrado sem nem mesmo o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito Gilberto Kassab (PSD) saberem. Já durante a semana, o Ministério Público e a Secretaria de Segurança Pública trocaram farpas publicamente.</p>
<p>Para fazer um balanço desses primeiros dez dias, o <strong>Estado</strong> entrevistou advogados, urbanistas, sociólogos, políticos e integrantes de entidades paulistanas. Suas opiniões formam uma espécie de panorama de acertos e erros até aqui e indicam caminhos a seguir.</p>
<div><strong>Adriana Ferraz, Bruno Paes Manso e Guilherme Russo &#8211; O Estado de S.Paulo</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><a href="https://www.facebook.com/metropoleestadao/posts/216478838439911" target="_blank"><img src="http://www.estadao.com.br/fotos/tarja-face.jpg" alt="" /></a></div>
<p><strong>GILBERTO KASSAB (PSD), PREFEITO DE SÃO PAULO</strong></p>
<p><em>Esse problema não se resolve em curto prazo<br />
</em>O crack é um problema que não dá para ter solução neste ano, não é de curto prazo. Senão, todas as outras cidades já teriam resolvido. Mas é um problema que está no mundo inteiro. Existe uma grande expectativa de melhoria, com o Estado mais presente. Na medida que o trabalho se intensifica, os resultados em número de tratamentos melhoram. Estamos nos esforçando muito e vamos criar mais leitos quanto forem necessários. Constatamos o quanto as ações têm que ser integradas com polícia, saúde e assistência social, por sua magnitude.</p>
<p><strong>GUARACY MINGARDI, DOUTOR EM CIÊNCIAS POLÍTICAS E PESQUISADOR DA FGV </strong></p>
<p><em>Ação só mudou o endereço dos usuários de crack<br />
</em>Por enquanto, só o endereço dos usuários mudou. Não vejo como essa operação pode ter outro resultado, se ela ocorre de forma totalmente desarticulada. Imagine que nem a Polícia Civil, que tem preparo para realizar o trabalho de inteligência necessário para combater o tráfico, foi chamada para participar da operação. E, pior, a PM está agindo com violência, o que é desnecessário. Até armas que disparam balas de borracha já foram utilizadas. Acho que vamos continuar vendo só repressão policial, que não gera resultado para essa população.</p>
<p><strong>ALBERTO ZACHARIAS TORON, ADVOGADO CRIMINALISTA</strong></p>
<p><em>Para desarticular o tráfico é preciso inteligência<br />
</em>É um equívoco utilizar a polícia na primeira fase da operação. O Estado Democrático de Direito não pode usar o sofrimento como método de ação nem submeter a população a maus-tratos. O ideal seria primeiro fortalecer a rede de saúde pública, porque esse é fundamentalmente o problema. Para desarticular o tráfico de crack é preciso inteligência e investigação, não policiamento ostensivo. O resultado disso é uma criminalização mal disfarçada dos miseráveis, que acabou servindo apenas para dispersar pessoas da cracolândia. É um paliativo com resultados inócuos.</p>
<p><strong>MARCOS FUCHS, DIRETOR ADJUNTO DA ONG CONECTAS &#8211; DIREITOS HUMANOS</strong></p>
<p><em>O problema deveria ser tratado com mais respeito<br />
</em>A ação é errada. Impedir alguém de permanecer em um lugar afronta o direito básico de ir e vir. A polícia fica fazendo rondas e, quando os usuários estão juntos, são cercados por viaturas. Esse é um problema de saúde pública que deve ser tratado com muito mais carinho, mais respeito. O atrativo empresarial e imobiliário é o que motiva as autoridades a promover esse deslocamento. O Estado tem de tratar dessa questão com menos covardia, não pode atropelar cidadãos com veículos, cassetetes e balas de borracha; nem algemar e levar presas essas pessoas.</p>
<p><strong>JOSÉ VICENTE DA SILVA, CORONEL DA RESERVA DA POLÍCIA MILITAR</strong></p>
<p><em>Presença policial deve ser permanente na região<br />
</em>Essa operação é mais do que necessária, até tardia. Com a concentração de usuários cada vez maior da região, a PM deve mesmo marcar território por lá. E a ação não deve ter como foco apenas o combate ao tráfico, mas a outros problemas que ocorrem paralelamente, como pequenos furtos e roubos e casos de agressão. Há um grupo extremamente resistente a qualquer tipo de ajuda, mas outro que pode ser sensibilizado pelos agentes sociais e de saúde. Vale a tentativa. Mas, é claro, o resultado depende de um trabalho integrado com a Prefeitura.</p>
<p><strong>DARTIU XAVIER, PSIQUIATRA DA UNIFESP</strong></p>
<p><em>Operação é só paliativa, não resolve o problema<br />
</em>Pelo o que tenho observado, nada mudou desde o começo da operação policial. Os atores que a promoveram, ou seja, os representantes do poder público, continuam defendendo essa ação como solução para a cracolândia. Mas, na minha opinião, é só uma falácia, só mais uma forma paliativa de tratar a questão. Mesmo que a polícia fique por lá seis meses ou mais, ela só vai conseguir espalhar as pessoas, que, depois, vão voltar para o mesmo lugar. Assim como a internação compulsória, que gera taxas altíssimas de reincidência, a repressão policial não resolve.</p>
<p><strong>PADRE JÚLIO LANCELLOTTI, COORDENADOR DA PASTORAL DO POVO DE RUA</strong></p>
<p><em>Sumir com os usuários só agrava a situação<br />
</em>O que está acontecendo na cracolândia é tortura. Eu e alguns integrantes da Defensoria Pública estamos lá todos os dias e observamos como está sendo feita a operação. Os policiais estão jogando o carro contras as pessoas, que estão limitadas no seu direito de ir e vir. Tem gente sendo levada para a delegacia só por não ter documento. É um absurdo, é muita truculência. Sumir com os usuários sem oferecer tratamento adequado não vai resolver o problema. Pelo contrário, é um retrocesso e agrava a situação social dessas pessoas.</p>
<p><strong>MARGARETH MATIKO UEMURA, URBANISTA DO INSTITUTO PÓLIS</strong></p>
<p><em>Problema não é só policial, é também de saúde</em>A Prefeitura é a principal culpada por essas pessoas estarem nesse local. Desde 2005 (quando a gestão José Serra iniciou as operações na cracolândia), não houve ação efetiva de atendimento a essa população. Com aquela intervenção, a Prefeitura retirou o atendimento social que havia, sem substituí-lo. A intervenção recente é pontual. Tem de haver um atendimento social. A ação da polícia só faz com que elas se espalhem. E depois retornam. O problema não é só policial. Somente essa resposta não vai resolver o problema, que é também de saúde.</p>
<p><strong>ALEXANDRE FERREIRA, DIRETOR DO CENTRO 11 DE AGOSTO, DA FACULDADE DE DIREITO DA USP</strong></p>
<p><em>Não está claro se São Paulo tem estrutura<br />
</em>O erro ocorre tanto na concepção quanto na aplicação. Seu plano de saúde pública é obscuro. Não está claro se São Paulo tem estrutura e condições para tratar essas pessoas. Colocar o combate ao tráfico de drogas em primeiro plano é um erro. A questão é de saúde pública. É possível conciliar segurança com direitos humanos. Não é uma intervenção policial que vai solucionar esse problema. Os movimentos sociais têm de ser chamados durante a elaboração dessas políticas e não apenas quando elas dão errado.</p>
<p><strong>ANA CECÍLIA MARQUES, PSIQUIATRA DA UNIFESP</strong></p>
<p><em>PM deve ficar, mas sem atrapalhar os agentes<br />
</em>Ninguém questiona a presença da polícia na cracolândia. Se é um local de tráfico de drogas, a PM deve ficar lá mesmo e para sempre. O que precisamos buscar saber a partir de agora é o destino dos usuários que aceitaram ser tratados para avaliarmos a eficácia dessa ação. Para onde foram? Estão em casas de acolhimento? Continuam internados? A dispersão dessa população pode ajudar a combater o crack, mas também pode atrapalhar a ação dos agentes de saúde, o que é preocupante. E mais um detalhe: policial não deve abordar usuário, para não intensificar a sensação de medo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Japão tem primeiro fugitivo de prisão em 22 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 19:34:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marciobasso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[A polícia japonesa está à procura do primeiro prisioneiro a conseguir escapar de uma penitenciária do país em 22 anos. O chinês Li Guolin, de&#160;&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A polícia japonesa está à procura do primeiro prisioneiro a conseguir escapar de uma penitenciária do país em 22 anos.</p>
<p>O chinês Li Guolin, de 40 anos, estava cumprindo uma sentença de 23 anos de prisão por crimes que incluem tentativa de assassinato.</p>
<p>Segundo relatos, ele estava vestindo apenas uma cueca fornecida pela penintenciária de Hiroshima quando escapou, pulando dois muros de 4,5 metros de altura, em temperaturas de apenas 4ºC.</p>
<p>O canal de TV NHK noticiou que o fugitivo teria subido em andaimes montados por operários que faziam uma obra no local.</p>
<p>A polícia colocou Li na lista de criminosos mais procurados e está realizando operações em estações de trem e parques da cidade. As crianças foram instruídas a caminhar para as escolas em grupos organizados.</p>
<div id="articleBy">
<p><strong>DA BBC BRASIL</strong></p>
</div>
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		<title>Após um ano, mais de 200 continuam desaparecidos na serra do Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 19:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marciobasso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda restam 215 pessoas desaparecidas desde as fortes chuvas que causaram enchentes e desabamentos em diversos municípios da região serrana do Rio de Janeiro há&#160;&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda restam 215 pessoas desaparecidas desde as fortes chuvas que causaram enchentes e desabamentos em diversos municípios da região serrana do Rio de Janeiro há exatamente um ano, deixando mais de 900 mortos confirmados</p>
<p>Atualizados no início de janeiro, os números do PIV (Programa de Identificação de Vítimas) indicam que 137 pessoas ainda estão desaparecidas no município de Teresópolis, enquanto Nova Friburgo tem 44, Petrópolis 18 e Sumidouro uma; outros 15 desaparecidos não tiveram a localidade informada.</p>
<p>O Programa de Identificação de Vítimas faz parte de outro mais amplo, o Plid (Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos), mantido em parceria entre o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) e a Polícia Civil, e que conta com a colaboração de outros órgãos públicos, como a Defesa Civil, o Detran e o Corpo de Bombeiros.</p>
<p>A ação do programa consiste em identificar as pessoas cujo desaparecimento foi comunicado por parentes.</p>
<p>Segundo o coordenador do Plid, o promotor de Justiça Pedro Borges, foram feitas 698 comunicações relacionadas à tragédia na serra fluminense.</p>
<p>No caso de Teresópolis, onde comunidades inteiras foram dizimadas pela enxurrada de lama e pedras, acredita-se que vários corpos ainda estejam soterrados pelos escombros. Moradores afirmam que ossos humanos são encontrados semanalmente por funcionários que trabalham em obras de reparação.</p>
<p><strong>TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO</strong></p>
<p>A identificação das vítimas é feita basicamente por meio de três técnicas: a papiloscopia (recolhimento de impressões digitais), exames de arcada dentária e verificação de DNA.</p>
<p>O coordenador do Plid afirma que, para a identificação por meio de digitais, a maior dificuldade é a decomposição dos corpos e os danos causados a eles pelos desmoronamentos.</p>
<p>Já o exame de arcada dentária é dificultado, segundo ele, pelo fato de muitas vítimas serem de baixa renda e não terem prontuário odontológico registrado em dentistas.</p>
<p>Para a identificação por DNA, segundo Borges, a maior dificuldade decorre do deterioramento dos restos mortais encontrados sob a lama e os escombros, que gera a contaminação das amostras, prejudicando a análise.</p>
<p>Além disso, de acordo com o promotor, a dificuldade em fazer a identificação por DNA é maior de acordo com o grau de parentesco da pessoa que busca com a vítima encontrada. Se a relação for direta, como de mãe e filho, o trabalho é mais rápido do que se o restos mortais forem de um familiar mais distante.</p>
<p>Segundo o coordenador do Plid, 110 mortos cujo desaparecimento foi comunicado por parentes foram identificados por meio de exame papiloscópico. Já o exame de arcada dentária permitiu a identificação de apenas duas vítimas, enquanto 35 foram identificadas por meio de material genético.</p>
<p>Até janeiro deste ano, 342 pessoas cujo desaparecimento foi comunicado foram encontradas com vida em seis municípios da serra fluminense.</p>
<p><strong>ESPERANÇA</strong></p>
<p>Àqueles que desejam pelo menos encontrar os restos de seus familiares, a fim de realizar um sepultamento, o promotor pede que mantenham as esperanças.</p>
<p>&#8220;A Operação Serra (nome dado aos esforços para identificação das vítimas das enchentes de 2011) só será encerrada quando zerarmos o número de comunicações de desaparecidos&#8221;, diz.</p>
<p>Borges diz que, mesmo um ano após a tragédia, muitas pessoas ainda são localizadas com vida, por vários motivos. Um deles é o fato de que o reaparecimento de diversos moradores dados como desaparecidos &#8211;que somente estavam incomunicáveis durante as chuvas&#8211; acabou não sendo relatado às autoridades.</p>
<p>&#8220;Já nessa semana houve o caso de uma pessoa que deixou sua família no período exato da tragédia. Assim, o que parecia um desaparecimento devido à chuva tratava-se tão somente de um abandono de lar&#8221;, afirma o promotor.</p>
<p>&#8220;Ou seja, este é um universo variado. Nada pode ser presumido, tudo tem de ser esgotado.&#8221;</p>
<div id="attachment_8357" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://novotempo.com/noticias/files/Rio.jpg"><img class="size-full wp-image-8357" title="Rio" src="http://novotempo.com/noticias/files/Rio.jpg" alt="" width="640" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Imóvel ainda tem marcas das chuvas que atingiram Teresópolis, na região serrana do Rio, no ano passado - Rafael Spuldar/BBC Brasil</p></div>
<div id="articleBy">
<p><strong>DA BBC BRASIL</strong></p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Bíblia é um dos livros mais lidos na Noruega</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 13:34:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marciobasso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[A Bíblia se tornou um best-seller na Noruega, desde o lançamento de uma nova versão em outubro e o final de 2011. Os noruegueses formam longas&#160;&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Bíblia se tornou um best-seller na Noruega, desde o lançamento de uma nova versão em outubro e o final de 2011. Os noruegueses formam longas filas nas livrarias para comprar a versão mais recente<a href="http://novotempo.com/noticias/files/Biblia6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8355" title="Biblia" src="http://novotempo.com/noticias/files/Biblia6.jpg" alt="" width="640" height="280" /></a>, publicado pela BBC. Foram vendidos até ontem mais de 80 mil exemplares o que fez o livro ficar no ranking dos mais vendidos desde o seu lançamento na Noruega.</p>
<p>Esta nova edição é a mais recente tradução da Bíblia para a Noruega depois de 30 anos. Para que o serviço fosse perfeito seus editores contrataram diversos autores e estudiosos foram contratados para adaptar a maneira bíblica aos tempos modernos.</p>
<p>Autores famosos, como Karl Ove Knausgard e Jon Fosse, contribuíram de uma tentativa de tornar o livro mais fácil de ler para o público.</p>
<p><strong>Marketing</strong></p>
<p>Além deste aspecto uma campanha muito bem feita de marketing foi fundamental para a promoção da Bíblia. A publicidade realizada causou um grande impacto nos  noruegueses. Para o jornalista Ingunn Oakland, de um jornal local, “esta foi a grande ferramenta que motivou as pessoas a comprarem uma cópia da Bíblia”.</p>
<p>“Nós tivemos um monte de dinheiro para o marketing, mas decidimos usá-lo bem”, disse Dag Smena, da Sociedade Norueguesa Bíblica. Ele reconheceu também sua surpresa com a recepção das pessoas, tanto que os editores estimavam a venda em um patamar de 25 mil, mas em apenas dois meses este número chegou a quase quatro vezes mais. A edição anterior norueguesa da Bíblia foi publicado em 1978 .</p>
<p>“Acreditamos que cada geração deve ter a sua própria tradução. Deve ser renovado a cada 25 anos ou mais, porque há mudanças de linguagem, e na sociedade também “, disse Smena.</p>
<p>Estima-se que quase 80% dos quase 5 milhões de pessoas na Noruega são cristãos, pertencente à Igreja da Noruega, a fé luterana. De acordo com uma pesquisa Gallup, apenas 20% dos noruegueses consideram a religião como importante em suas vidas, tornando o país escandinavo em um dos mais seculares do mundo.</p>
<p>Fonte: Noticias Cristianas</p>
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		<item>
		<title>Seca deixa 75 cidades de SC e RS em situação de emergência</title>
		<link>http://novotempo.com/noticias/2012/01/04/seca-deixa-75-cidades-de-sc-e-rs-em-situacao-de-emergencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 11:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marciobasso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto a chuva causa prejuízos e deixa vítimas em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina é a seca que castiga&#160;&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto a chuva causa prejuízos e deixa vítimas em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina é a seca que castiga a população. A estimativa é que mais de 580 mil pessoas tenham sido atingidas pela estiagem nos dois Estados.</p>
<p>Ao menos 38 municípios decretaram situação de emergência e outros 22 estão em estado de alerta no Rio Grande do Sul. Só no município de Frederico Westphalen, 29 mil pessoas foram atingidas. Em Santa Catarina, foram 37 os municípios que entraram em situação de emergência.</p>
<p>Segundo a Defesa Civil do RS, a chuva que caiu em algumas partes do Estado não foi suficiente para evitar os efeitos da estiagem. Entretanto, o racionamento de água em Novo Hamburgo foi suspenso. Desde 28 de novembro, os moradores estavam com o consumo de água reduzido por causa da falta de chuva.</p>
<p>A previsão para hoje em todo o RS é de tempo parcialmente nublado. Na quinta-feira (5), há a possibilidade de chuvas em áreas isoladas no nordeste do Estado. Nas demais regiões, o tempo permanece nublado.</p>
<p>Os muncípios que decretaram situação de emergência no Rio Grande do Sul foram: Arroio do Meio, Arroio do Tigre, Barra Funda, Boa Vista das Missões, Cerro Branco, Cruzeiro do Sul, Chiapetta, Crissiumal, Cristal do Sul, Constantina, Coronel Bicaco, Doutor Ricardo, Engenho Velho, Fontoura Xavier, Fortaleza dos Valos, Frederico Westphalen, Ibirubá, Ilópolis, Jaboticaba, Jóia, Lagoão, Liberato Salzano, Nova Palma, Novo Xingu, Palmeira das Missões, Passo do Sobrado, Pinhal, Pinhal Grande, Pouso Novo, Putinga, Rodeio Bonito, Santa Cruz do Sul, São José das Missões, São José do Herval, São Pedro das Missões, Seberi, Segredo e Vila Maria.</p>
<p>Em Santa Catarina: Águas de Chapecó, Águas Frias, Anchieta, Bom Jesus, Bom Jesus do Oeste, Caibi, Chapecó, Coronel Freitas, Cunhataí, Cunha Porá, Faxinal dos Guedes, Flor do Sertão, Formosa do Sul, Guaraciaba, Ipuaçu, Iraceminha, Irati, Jardinópolis, Marema, Nova Itaberaba, Ouro Verde, Palma Sola, Passos Maia, Pinhalzinho, Planalto Alegre, Ponte Serrada, Quilombo, Romelândia, Santa Terezinha do Progresso, São Carlos, São Domingos, São Miguel da Boa Vista, São Miguel do Oeste, Saudades, Serra Alta, Sul Brasil, União do Oeste.</p>
<p><strong>COLABORAÇÃO PARA A FOLHA</strong><br />
<strong>COM AGÊNCIA BRASIL</strong></p>
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		<title>Chuva já deixa mais de 50 cidades mineiras em estado de emergência</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 00:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marciobasso</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>As chuvas que atingem o Estado de Minas Gerais já deixaram 53 cidades em situação de emergência, desde outubro, de acordo com a Defesa Civil. No total, seis pessoas morreram.</p>
<p>A última vítima das chuvas foi confirmada hoje pelo órgão. Um homem ainda não identificado foi levado pela enxurrada em Guidoval, na zona da mata mineira. A cidade foi a última a entrar em situação de emergência.</p>
<p>Ainda nesta terça-feira o taxista Juliano Alves, 28, foi soterrado em Ouro Preto, depois que um deslizamento de terra causou o desmoronamento da rodoviária da cidade. Ainda há suspeita de que uma segunda vítima esteja soterrada.</p>
<p>As buscas no local foram interrompidas na noite de hoje, devido ao retorno das chuvas e riscos de novos deslizamentos no local.</p>
<p>Na segunda-feira (2) foram registradas mais duas mortes em decorrência das chuvas. As duas vítimas são <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1028769-predio-desaba-e-deixa-ao-menos-uma-pessoa-morta-em-belo-horizonte.shtml">Janilson Aparecido de Moraes</a>, 40, atingido por um desabamento de prédio em Belo Horizonte, e <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1028906-mulher-tentava-salvar-cachorro-quando-foi-soterrada-em-minas.shtml">Maria de Lourdes Estevão Rocha</a>, 78, atingida por deslizamento em Visconde de Rio Branco.</p>
<p>Outra vítima foi Poliane Alves de Oliveira, 27, que morreu após ser arrastada por um rio em Governador Valadares, no dia 19 de novembro.</p>
<p>Em 28 de outubro, o motociclista Admardo Pereira, 43, morreu na cidade de Reduto, quando foi atingido por um eucalipto durante uma tempestade.</p>
<p><strong>SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA</strong></p>
<p>A Defesa Civil acatou nesta terça-feira o decreto de situação de emergência da cidade de Guidoval. Com isso subiu para 53 o número de municípios mineiros nesta situação, inclusive a capital do Estado, Belo Horizonte.</p>
<p>A situação de emergência é decretada pela prefeitura e caracteriza uma situação anormal, provocada por desastres, que causou prejuízos superáveis pela comunidade afetada. Quando homologada, há liberação mais rápida de recursos para obras emergenciais.</p>
<p>Outras diversas cidades também registraram inundações, danos em pontes e vias, além de falta de energia, como em Cipotânea, Moeda, Santana do Jacaré, Matipó, entre outros.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.folha.com.br">www.folha.com.br</a></strong></p>
<div id="attachment_8351" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://novotempo.com/noticias/files/Chuvas-Minas-Gerais.jpg"><img class="size-full wp-image-8351" title="" src="http://novotempo.com/noticias/files/Chuvas-Minas-Gerais.jpg" alt="" width="640" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Corpo de Bombeiros e Defesa Civil trabalham na busca por soterrados na rodoviária de Ouro Preto (MG) - Eduardo Tropia/Ouropress/Folhapress</p></div>
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		<title>Cai 18% o número de mortes e acidentes nas estradas federais</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 19:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marciobasso</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>BRASÍLIA &#8211; Balanço do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF) divulgado na tarde desta terça-feira, 3, informa queda no número de acidentes e mortes nas estradas federais no último período de festas de final de ano, em comparação aos dados de um ano atrás. De acordo com o balanço, 460 pessoas morreram nas estradas durante o último período de festas de Natal e de réveillon, ou seja, 18% menos que as 556 mortes registradas um ano antes.</p>
<p>O número de feridos nas estradas neste último período de festas foi de 6.140, 16% menos que os 7.272 feridos do período anterior. O número de acidentes caiu 10%, de 11.643 para 10.536. A análise considera os números registrados no período entre 16 de dezembro de 2011 e 2 de janeiro deste ano, em comparação com o que foi apurado entre 17 de dezembro de 2009 até 3 de janeiro de 2010.</p>
<p>Exclusivamente no último período de réveillon, na virada de 2010 para 2011, ocorreram 2.364 acidentes nas estradas federais, 10% menos que em igual período de um ano antes, quando 2.615 veículos se envolveram em acidentes. Durante o período de réveillon deste ano foi registrada uma redução de 44% no número de mortes em relação ao ano passado.</p>
<p>É a maior queda registrada na história da DPRF. Foram 75 mortes nesta última virada de ano, ante 134 em igual do período do ano passado. O DPRF apontou, ainda, que foram 1.524 feridos no réveillon deste ano, o que representa queda de 15% ante os 1.799 feridos do período anterior.</p>
<p><strong>Fiscalização.</strong> O coordenador geral de operação da DPRF, Giovanni di Mambro, atribui essa queda expressiva no número de acidentes, mortes e feridos nas estradas a uma forma reforçada de fiscalização realizada nos trechos mais perigosos das rodovias.</p>
<p>A Polícia Rodoviária Federal, nessa operação, intensificou a fiscalização em 60 trechos, equivalentes a 600 quilômetros, onde tradicionalmente ocorrem 8% dos acidentes do País. As partes mais críticas estavam nas áreas metropolitanas onde, de acordo com Mambro, há uma oferta maior de bebidas alcoólicas.</p>
<div><strong>Fonte: Lígia Formenti &#8211; O Estado de S.Paulo (<a href="http://www.estadao.com.br">www.estadao.com.br</a>) </strong></div>
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		<title>Buscas por vítima de deslizamento em Ouro Preto continuam</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 19:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marciobasso</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Polícia Militar informou que continuam na tarde desta terça-feira os trabalhos de resgate do corpo do taxista morto após um deslizamento de terra na&#160;&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Militar informou que continuam na tarde desta terça-feira os trabalhos de resgate do corpo do taxista morto após um deslizamento de terra na rodoviária da cidade durante a madrugada.</p>
<p>O acesso ao veículo do taxista é dificultado pelo volume de terra e riscos de novos desabamentos, segundo o Corpo de Bombeiros. Na tarde desta terça, o sol apareceu na cidade, o que ajuda os trabalhos de busca e resgate.</p>
<p>Ainda segundo a PM, há a suspeita de que um segundo taxista tenha sido soterrado, mas a informação ainda não foi confirmada. O acesso a este segundo veículo também é difícil e só deve acontecer após o resgate da primeira vítima, de acordo com a polícia.</p>
<p><strong>ESTADO</strong></p>
<p>As chuvas dos últimos dias fizeram com que o número de cidades em situação de emergência subisse para 52. Os últimos decretos confirmados pela Defesa Civil são das cidades de São João Evangelista, Itabirito, Brumadinho, Cipotânea, Raul Soares, Congonhas e Guiricema. Esses decretos foram acatados ontem (2).</p>
<p>A situação de emergência é decretada pela prefeitura e caracteriza uma situação anormal, provocada por desastres, que causou prejuízos superáveis pela comunidade afetada. Quando homologada, há liberação mais rápida de recursos para obras emergenciais.</p>
<p>Também na segunda-feira foram registradas mais duas mortes em decorrência das chuvas, elevando para quatro o total de óbitos desde outubro. As duas últimas vítimas são <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1028769-predio-desaba-e-deixa-ao-menos-uma-pessoa-morta-em-belo-horizonte.shtml">Janilson Aparecido de Moraes</a>, 40, atingido por um desabamento de prédio, e <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1028906-mulher-tentava-salvar-cachorro-quando-foi-soterrada-em-minas.shtml">Maria de Lourdes Estevão Rocha</a>, 78, atingida por delizamento.</p>
<p>Outras diversas cidades também registraram inundações, danos em pontes e vias, além de falta de energia, como em Cipotânea, Moeda, Santana do Jacaré, Matipó, entre outros.</p>
<p><strong>RIO DE JANEIRO</strong></p>
<p>O município de Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1029196-chuvas-diminuem-e-nova-friburgo-rj-deixa-o-estado-de-alerta.shtml">saiu do estado de alerta</a>, o segundo mais grave em uma escala de quatro, e retornou na noite de ontem ao estágio de atenção, o terceiro nível, após a redução das chuvas.</p>
<p>A terça-feira amanheceu com céu encoberto na região e, de acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), pode chover ao longo do dia.</p>
<p>O Ministério Público do Estado do Rio divulgou nota reforçando a orientação a população do município para que atenda de imediato às solicitações feitas pelo sistema de alarme e deixe suas residências em direção aos pontos de segurança previamente estabelecidos assim que ouvir o aviso sonoro, os alertas em carros de som ou receber o aviso por mensagem de texto no celular, para garantir a sua segurança.</p>
<p>De acordo com a Defesa Civil municipal, pelo menos 150 pessoas deixaram suas casas na madrugada de segunda-feira por conta dos riscos de deslizamentos e inundações e procuram abrigo nos pontos de apoio montados pela prefeitura.</p>
<p>O deslizamento de terra que atingiu a rodoviária de Ouro Preto aconteceu por volta das 3h. Parte da laje do local desabou com o impacto, atingido os táxis. Também foram danificados pelo deslizamento casas e um posto de gasolina. Não há outros registros de vítimas.</p>
<p>Foram registrados ainda outros oito pontos de deslizamentos de terra na cidade. Um deles bloqueou a rodovia que dá acesso a Belo Horizonte e a outra liga Ouro Preto a Ouro Branco (MG).</p>
<div id="attachment_8346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://novotempo.com/noticias/files/deslizamento.jpg"><img class="size-full wp-image-8346" title="deslizamento" src="http://novotempo.com/noticias/files/deslizamento.jpg" alt="" width="640" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Árvore cai sobre carros em estacionamento do Hospital Madre Tereza em BH; sobe nº de cidades em emergência - Maurício de Souza/Jornal Hoje Em Dia/Folhapress</p></div>
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		<title>PM faz operação para sufocar tráfico na Cracolândia</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 18:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marciobasso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>

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		<description><![CDATA[O coração da Cracolândia, próximo à rua Helvétia, no Centro de São Paulo, foi cercado. Eram 9 horas da manhã de hoje (03) quando 100&#160;&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O coração da Cracolândia, próximo à rua Helvétia, no Centro de São Paulo, foi cercado. Eram 9 horas da manhã de hoje (03) quando 100 policiais militares da 2ª Companhia do 13º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M) isolaram a área degradada, onde centenas de dependentes químicos costumam se reunir para consumir crack. O objetivo declarado da operação, segundo o coronel Pedro Borges, comandante do Comando de Policiamento de Área Metropolitano 1 (CPA/M-1), responsável pelo Centro da capital, é sufocar o tráfico de drogas na região.</p>
<p>&#8220;Em primeiro lugar, vamos impedir que a droga chegue&#8221;, explicou o coronel Pedro Borges. A segunda meta da operação policial é restabelecer a ordem urbana: eram tantos consumidores de drogas nas ruas que muitas pessoas tinham medo de passar pelo local.</p>
<p>Em seguida, os policiais pretendem criar um ambiente seguro para que assistentes sociais e médicos da Prefeitura de São Paulo possam oferecer assistência social e de saúde integral aos dependentes.</p>
<p>Depois que a área foi cercada, a maior parte dos dependentes de drogas foi levada para a praça em frente à Estação Nove de Julho. Alguns, contudo, mostrando irritação pela ausência da droga, jogaram pedras em veículos da imprensa e correram para outras áreas do Centro. Um rastro de crack e cachimbos improvisados para o consumo da droga foi deixado no local.</p>
<p>Desde cedo, quatro caminhões cata-bagulho estavam estacionados nas imediações da Cracolândia para recolher objetos e pertences eventualmente abandonados. Dois caminhões-pipa iniciaram a limpeza das ruas.</p>
<p>A operação é uma nova fase da Ação Integrada Centro Legal, iniciada há um ano e meio por 20 órgãos e secretarias estaduais e municipais para oferecer tratamento médico e assistência social aos dependentes. Muitos aceitaram o tratamento e se internaram para desintoxicação. A maioria, entretanto, permanece nas ruas e não consegue se livrar do vício.</p>
<p><strong>Balanço parcial</strong></p>
<p>Até o final da manhã, os policiais fizeram dois flagrantes de tráfico de drogas, prenderam uma foragida da Justiça e apreenderam duas armas de brinquedo, dez carcaças de moto e um radiocomunicador.</p>
<p><strong>Fonte: Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo </strong></p>
<div id="attachment_8343" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://novotempo.com/noticias/files/Cracolandia.jpg"><img class="size-full wp-image-8343" title="Cracolandia" src="http://novotempo.com/noticias/files/Cracolandia.jpg" alt="" width="640" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Usuários de drogas dominam região da Cracolândia (Foto: Tiago Queiroz/AE)</p></div>
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