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Quem ressuscitou a Jesus Cristo? (João 10:17, 18)


 

INTRODUÇÃO

Um ouvinte do programa “Lições da Bíblia”, que apresento na Rádio Novo Tempo diariamente, disse que eu havia me equivocado em dizer que “Deus Pai ressuscitou a Cristo”. Afinal, na opinião dele, Ellen G. White escreveu que o Salvador tinha vida em Si mesmo para sair da sepultura. Por isso, na visão do amigo ouvinte, Cristo não necessitaria da intervenção de outro membro da divindade para voltar à vida no “terceiro dia” (Cf. 1Co 15:4).

Nesse post abordarei de forma muito sucinta essa questão, que foi mais detalhada por Alberto Timm na “Revista do Ancião” de abril-junho de 2009. Sua resposta pode ser lida no site do Centro de Pesquisas Ellen G. White clicando aqui.

Também farei uma análise de um “argumento” de defensores da doutrina da “imortalidade natural da alma” em torno desse assunto. Vários deles alegam que, se Jesus é Deus (Is 9:6) e não pode morrer (Cf. 1Tm 6:15, 16), isso significa que Ele estava consciente durante a morte. Veremos se eles possuem na Bíblia algum embasamento para tal afirmação, e saberemos o momento certo em que os mortos tornarão a viver para receber a recompensa que cada um merece (Jo 5:28, 29).

Para um estudo bíblico e erudito sobre o tema, recomenda-se a leitura da obra Imortalidade ou Ressurreição, de Samuele Bacchiocchi, publicado no Brasil pela Imprensa Universitária Adventista.

 A TRINDADE SEMPRE ATUA UNIDA

Realmente, Ellen G. White, ao comentar sobre João 10:17, 18 em O Desejado de Todas as Nações, p. 785 (entre outras referências), afirma que “o Salvador saiu do sepulcro pela vida que havia em Si mesmo”. Todavia, ela não afirma que a ressurreição do Senhor aconteceu apenas através da vida que havia nEle.

No mesmo parágrafo a autora afirma que Seu retorno à vida ocorreu “Quando foi ouvida no túmulo de Cristo a voz do poderoso anjo, dizendo: ‘Teu Pai Te chama’”.

Isso não diminui a Divindade de Cristo, mas, mostra a atividade Triúna em tudo o que acontece no universo (veja-se, por exemplo, Gn 1:1-2 e Jo 1:1-3).

A Bíblia, nossa regra de fé e prática, é muito clara em ensinar que as Três Pessoas da Divindade estiveram envolvidas na ressurreição do Salvador. Veja:

- O Pai ressuscitou a Cristo: Gl 1:1;

- O Espírito Santo ressuscitou a Cristo: Rm 8:11;

- Cristo, com a vida presente em Si, voltou à vida: Jo 2:19; 10:17, 18.

Já Romanos 8:11 mostra uma relação muito profunda entre o Pai e o Espírito num trabalho conjunto para ressuscitar o Salvador: “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus [o Pai] dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal, por meio do seu Espírito, que em vós habita”.

Perceba que nesse texto Paulo nem menciona a Cristo como tomando parte na própria ressurreição. Quem o faz é outro autor, o apóstolo João (Jo 10:17, 18). Como é bom vermos que a Bíblia se completa, não é?!

Biblicamente, podemos concluir que as Três Pessoas estiveram envolvidas no processo. Saber “como” isso aconteceu é outra história. Esse é mais um dos mistérios da divindade que não nos foi revelado (Dt 29:29).

ESPECULAÇÃO DOS IMORTALISTAS QUANTO À MORTE DE CRISTO

Alguns conjecturam que Jesus estava “consciente” na morte por Ele ser Deus e não poder morrer. Porém, isso não passa de mera especulação, que tenta encontrar algum tipo de argumento filosófico para defender a ideia antibíblica de que há “consciência depois da morte”.

Esse argumento filosófico, por mais lógico que possa parecer, não se sustenta com inúmeros textos bíblicos que mostram ser a morte:

  1. Inimiga (1Co 15:26) e não “amiga”, que sirva de “ponte” para a eternidade;
  2. Um estado de plena inconsciência (Ec 3:19, 20; 9:5, 6, 10), no qual as pessoas se encontram “dormindo” (Sl 13:3; Jr 51:57; Dn 12:2, 12; Jo 11:11-14; 1Co 15:6, 18; 1Ts 4:13; 2Pe 3:4) até a Segunda Vinda de Cristo (Jo 14:1-3; 1Co 15:23), quando ocorrerá a ressurreição (1Ts 4:13-18).
  3. Um momento em que as pessoas não estão adorando a Deus (Sl 6:5), seja num “estado intermediário” ou no paraíso (Sl 88:10-12; 115:17);
  4. Um momento em que as pessoas não estão sofrendo o castigo no “inferno”, pois a Bíblia diz que: (a) na morte elas não sentem ódio e nem inveja daqueles que foram salvos (Ec 9;5, 6, 10); (b) o castigo no lago de fogo é um evento futuro e não presente (Compare-se Mc 9:43-47 com At 17:30, 31, 2Pe 2:4, Ap 20:10 e Ml 4:1-3).
  5. Além disso, esse argumento filosófico não pode ser sustentado porque tenta explicar humanamente um mistério divino e, portanto, é uma manifestação da arrogância humana. Arrogância essa que ainda não se dispôs a submeter-se à lógica divina (Is 55:8,9) por meio do silêncio humilde, em reconhecimento de que há coisas (como esse assunto) que só entenderemos quando tivermos uma explicação do próprio Deus, no momento em que estivermos com Ele face a face (Ap 22:4).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

  1. As Três Pessoas da Trindade sempre trabalharam juntas e continuarão atuando em perfeita harmonia por toda a eternidade (Gn 1:1; Jo 1:1-3; Hb 9:14).
  2. O Deus encarnado morreu na cruz para pagar por nossos pecados (At 20:28) e não temos como explicar, com nossa lógica corrompida pelo pecado, um mistério tão inatingível (Dt 29:29; Is 55:8,9).
  3. Se na cruz tivesse morrido apenas uma “criatura” e não o Deus encarnado, ainda estaríamos perdidos. Criatura alguma, nem mesmo anjos (Cf. Hb 1:14; compare com Hb 1:8) poderia pagar a dívida da humanidade para com a Lei de Deus (ver Gn 3), a não ser Ele mesmo, o “Legislador” da Lei (Ver Is 33:22; Tg 4:12). Nisso, os amigos Testemunhas de Jeová devem refletir com oração.
  4. O ensino de que há “consciência” na morte é uma negação de inúmeros textos bíblicos já citados no presente artigo (entre eles Sl 6:5; 1Co 15:23) e contradiz o ensino bíblico da ressurreição (1Co 15:1-58). Além disso, essa questão não deve ser abordada à luz de algum que é um dos “mistérios da piedade” (1Tm 3:16, adaptado):  a encarnação e morte do Senhor Jesus Cristo.
  5. Além disso, a doutrina da imortalidade da alma contradiz a antropologia bíblica (holismo bíblico), que mostra ser possível existir vida e consciência apenas enquanto os três elementos da natureza humana (físico, mental e espiritual) estiverem em perfeito funcionamento, desenvolvendo-se harmonicamente (Cf. 1Ts 5:23, 24).

Despeço-me amigo(a) leitor incentivando-lhe a ter sua esperança na Volta de Cristo (Tt 2:13; Ap 1:7), assim como o apóstolo Paulo (2Tm 4:7, 8). Afinal, é a volta do Senhor – e não a nossa grande inimiga chamada morte – que trará de volta pessoas que amamos, e nos permitirá estarmos na presença dEle em um mundo sem dor, sofrimento, morte e incerteza do amanhã (Ap 21:4).

“Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé. Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda (2Tm 4:8).

 

Um fraterno abraço!

[www.leandroquadros.com.br]


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  • ricardo augusto em 19 de janeiro de 2013 20:52

    Parabéns professor Leandro, suas respostas sempre coerentes, racionais e abençoadas por Deus, para nossas dúvidas constantes, pois tinha lido este versículo hoje, e sua resposta iluminou meu entendimento. que Deus o abençoe constantemente com sua sabedoria dada por Deus para responder nossas perguntas constantes.



    • leandroquadros em 19 de janeiro de 2013 21:34

      Obrigado amigo Ricardo. Veja como Deus guia as coisas… Grande abraço!



    • Mario jorge em 26 de janeiro de 2013 19:21

      Este ouvinte que fez a colocação acima sobre Que Cristo tem vida em si, é o mesmo que faz este comentário.E quero afirmar que é lógico e sensato o que você estimado Leandro Quadros elucidou com sabedoria a dúvida. Pois já ouvi muitos pregadores da igreja adventista ensinarem dessa forma.De todo errado eles não estão,porque Cristo cita em umas das passagens Bíblicas que Ele mesmo dá a sua vida e Ele mesmo a retoma de volta.E outras citações nos diz que Cristo tem a chave da vida, e Diz também que Ele é o caminho a verdade e a vida, Ele também cita, que nós conhecemos a morte mas Ele a vida. porem não estou te contradizendo pois também sou teu irmão na fé que você professa e creio na trindade e na unificação do poder de Deus na ação da mesma.



  • Clairis em 19 de janeiro de 2013 20:57

    Muito interessante. Que Deus continue lhe usando pastor, para nos auxiliar na compreensão da palavra de Deus! Feliz semana!



    • leandroquadros em 19 de janeiro de 2013 21:33

      Uma feliz semana pr vc tb, Clairis!



  • Vinícius Camos em 19 de janeiro de 2013 23:06

    Olá meus queridos! Que prazer poder acompanhar este estudo e interagir com vocês!
    Que possamos sempre render culto e veneração racional à nosso Senhor Jesus e à nosso Pai amado!
    Dúvida: O Texto diz:
    - O Espírito Santo ressuscitou a Cristo: Rm 1:8; “Antes de tudo, sou grato a meu Deus, mediante Jesus Cristo, por todos vocês, porque em todo o mundo está sendo anunciada a fé que vocês têm.”

    Seria esta mesmo a referência?
    Uma semana abençoada a todos!!!



    • Maiara Costa - Equipe em 21 de janeiro de 2013 10:01

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Vinícius!
      É uma grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de Jesus esteja sempre com você.
      O texto está em Romanos 8:11.
      “E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vocês, aquele que ressuscitou a Cristo dentre os mortos também dará vida a seus corpos mortais, por meio do seu Espírito, que habita em vocês.”
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Meire em 19 de janeiro de 2013 23:33

    Que show de interpretação bíblica! Parabéns professor, que Deus continue se revelando pra você através desse livro tão maravilhoso que é a bíblia e assim sejamos também abençoados! O Rei vem vindo!



    • Maiara Costa - Equipe em 21 de janeiro de 2013 9:57

      Amén, estimada amiga e irmã em Cristo Meire!
      Que possamos a cada dia nos prepararmos mais e melhor para a breve volta de Jesus.
      E que possamos também continuar crescendo na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (2 Pedro 3:18).
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Jarson Araújo em 20 de janeiro de 2013 4:16

    Muito boa a explicação, professor Leandro. Mas, quanto a esse assunto, ainda me resta uma dúvida: Em Apocalipse 20:4 são relatadas “almas dos decapitados”, bem parecido com Apocalipse 6. Porém, a linguagem de Apocalipse 6 é simbólica, mas nós adventistas cremos que Apocalipse 20 é literal. Como explicar as “almas dos mortos decapitados” em Apocalipse 20? Essa dúvida vem atiçando minha cabeça ultimamente. Corrija-me em qualquer equívoco.

    Abraços, até mais.



    • Maiara Costa - Equipe em 21 de janeiro de 2013 9:55

      Estimado amigo e irmão em Cristo Jarson!
      É uma grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor e Salvador Jesus esteja sempre com você.
      Porque o capítulo 20 de Apocalipse é considerado literal?
      Porque ele vem com uma sucessão de eventos literais, como por exemplo, a ressurreição (verso 6,4,5). Essas almas (pessoas-Gênesis 2:7) aqui descritas não estavam mais mortas, mas sim vivas, pois aqueles que viverão e reinarão com Cristo são aqueles que estiverem vivos (1 Tessalonicenses 4:13-18; 1 Coríntios 6:2,3).
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Waldir Costa em 20 de janeiro de 2013 9:15

    È maravilhoso perceber como as três pessoas da trindade se completam.Entendo que quando o Anjo vindo de DEUS diz “teu pai te chama”,estava se referindo ao homem e não ao divino muito embora os dois estivessem ligados.Quero fazer uma resalva;quando o irmão diz que o Espirito Santo ressuscitou a Cristo:RM1:8-vejaRM:8:11.Tenha uma ótima semana em Cristo Jesus.



  • iane em 20 de janeiro de 2013 11:01

    muito bom que Deus comtinue abencoando vc e ao seu programa que e muito bom!!



  • Jaíson em 20 de janeiro de 2013 14:03

    parabéns professor!! que Deus continue te iluminando!!



  • eliana em 20 de janeiro de 2013 15:57

    eu gosto muito de ouvir as perguntas e repostas que são feitas nesse programa. em fim a novo tempo é tudo de bom.



  • Hermes Macedo em 20 de janeiro de 2013 23:41

    1 Tessalonicenses 4:14: Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e com ele, aqueles que nele dormiram.
    Não entendo esssa expressão traá consigo , com ele, em sua companhia, .. os que dormem..
    POde ajudar professor? :D



    • Maiara Costa - Equipe em 21 de janeiro de 2013 9:23

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Hermes!
      É uma grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre com você.
      Essa expressão trará consigo, com ele, em sua companhia significa procendentes da tumba assim como Jesus ressuscitou, em outras palavras, aqueles que como Jesus morreram, da mesma forma como Jesus foi ressuscitado, serão ressuscitados, ou seja, da mesma forma como Ele.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



    • José Moreno em 21 de janeiro de 2013 11:32

      O texto de 1 Tessalonicenses 4:14 diz: Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu, cremos também que Deus trará, mediante Jesus e juntamente com ele, aqueles que nele dormiram.
      (Nova Versão Internacional).
      Na versão católica diz: Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, cremos também que Deus levará com Jesus os que nele morreram.
      1 Tessalonicenses 4:14 (Tradução Católica).

      Sendo assim, podemos entender que a tradução Católica é a mais fiel ao original grego.

      Você pode fazer a comparação dos textos pelo site http://www.bibliaonline.com.br



  • Wilson em 21 de janeiro de 2013 0:33

    o professor disse que três pessoas formam a divindade, neste caso me explique colossenses 2:9 em que está escrito que em Jesus habita toda a plenitude da divindade.



    • Maiara Costa - Equipe em 21 de janeiro de 2013 8:39

      Olá estimado0 amigo e irmão em Cristo Wilson!
      Muito obrigado por seu contato e por fazer parte da familia Na Mira da Verdade.
      Que a graça e a paz de Cristo esteja sempre com você.
      Em Jesus habita a plenitude da divindade. Ele é criador e redentor. Por isso é sem igual
      CRISTO É DEUS

      Segundo o verso 13, Cristo é o Filho de Deus. A Bíblia foi escrita de acordo com a mentalidade oriental, que é diferente da nossa em muitos aspectos. Assim, se alguém dissesse que você é filho de seu pai, os orientais não pensariam que você é mais jovem do que seu pai, mas que você possui a mesma natureza que ele possui. Desse modo, quando as Escrituras declaram que Jesus é o Filho de Deus, não querem ensinar que Ele é uma criatura de Deus e, sim, que Ele possui a mesma essência de Deus, que Ele é igual a Deus.
      Sim, Jesus era o Filho de Deus – o Filho do Seu amor ou Filho amado. O próprio Deus deu testemunho disso ao dizer: “Este é o Meu Filho amado, em quem Me comprazo” (Mateus 3:17; 17:5). E Jesus Se alegrou quando Pedro fez a memorável confissão: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16 e 17).
      Ele é a imagem de Deus (Colossenses. 1:15). Adão foi criado à imagem de Deus; mas, depois, o pecado entrou no mundo e impregnou a natureza humana, de modo que o reflexo dessa imagem foi ofuscado. Então veio o segundo Adão – Cristo Jesus – a perfeita e exata imagem de Deus. Não uma cópia, mas o próprio original; pois Ele é “a expressão exata do Seu ser” (Hebreus 1:3). Assim, enquanto que para os gnósticos Cristo era apenas um dentre os muitos seres espirituais, ou emanações, que serviam de intermediários entre Deus e os homens, para Paulo, Jesus é a manifestação de Deus, a mais completa e perfeita revelação do Pai, o único que pode tornar Deus visível para os homens. Ele disse: “Quem Me vê a Mim vê o Pai” (João 14:9).
      Em Jesus Cristo reside a plenitude de Deus (Col. 1:19; 2:9). No pensamento gnóstico a plenitude da divindade era a soma de todas as emanações e todos os seres espirituais que ficavam entre Deus e o mundo material,14 mas Paulo declara que unicamente em Cristo, encontra-se toda a plenitude de Deus. E, se isso é verdade, então Ele é eterno, onipotente, onisciente e onipresente. Enfim, “nada há do caráter ou dos atributos de Deus que não esteja em Cristo”15 e nada então Lhe pode ser acrescentado.
      O texto se refere ao “reino do Filho” (Col. 1:13); portanto, Cristo é rei. Enquanto vivemos no tempo da graça, Seu reino entre nós é espiritual e abrange todos aqueles que O aceitarem como Salvador e Senhor. Mas, quando o plano da salvação se concretizar, Seu reino será visível e glorioso, e abarcará todas as coisas e todas as criaturas em todo o Universo.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Henriques em 21 de janeiro de 2013 8:23

    Ola! Pastor Leandro, que Deus continue lhe usando para tirar as duvidas e esclarecimentos sobre a sua palavra.

    Tenho uma questao na desde tema, mas gostaria de expor aqui.
    Algum tempo estava lendo a Biblia e me deparei com um texto, que me deixou com uma pulga atras da orelha e bastante duvidas. o texto e’ o seguinte: (“Entao Josue falou ao Senhor, no dia em que o Senhor entregou os amorreus na mao dos filhos de israel, e disse na presenca de israel: Sol detem-se sobre Gideao, e tu, lua, sobre o vale de Aijalom. E Sol se deteve, e a lua parou, ate que o povo se vingou de seus inimigos. Nao esta isto escrito no livro de Jasar? O Sol, pois, se deteve no meio do Ceu, e nao se apressou a por-se, quase um dia inteiro. Josue 10:12-13″””).
    A questao professor, e’ a seguinte. O mundo tem nos ensinado, que a TERRA gira em volta do SOL. Mas com este texto eu pode compreender e entender que e’ o SOL e a LUA, que, giram em volta da TERRA.
    Este texto no original nao e’ apresentado desta forma, ou a ciencia simplismente tem tentado provado o contrario??????
    E’ a TERRA que gira em volta do SOL e da LUA, ou o SOL e a LUA e’ que giram em volta da TERRA, tal como Josue 10:12-13 nos apresenta..??????
    Abracos e que Deus continue lhe usando e todo elenco do Na Mira Da Verdade.



    • Maiara Costa - Equipe em 6 de fevereiro de 2013 14:50

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Henriques!
      É uma grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Fique despreocupado, pois nem a ciência e nem o texto bíblico estão errados.
      O que ocorre é que o autor inspirado usou a linguagem popular de seus dias ao descrever assuntos científicos. Na realidade o dia não é o resultado de que o sol se mova nos céus, mas sim de que a terra gire sobre seu eixo.
      Mas até em nossos dias de grandes conhecimentos científicos falamos do sol sair ou se ocultar.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Mauricio Barboza Xavier em 21 de janeiro de 2013 22:49

    Muito Obrigado Professor que Deus te abençoe e que o programa continue crescendo e levando as pessoas para Cristo por que assim iremos crescer juntos fique com Deus um Grande abraço de seu amigo Mauricio Barboza Xavier!!!!! ate a proxima vigilia todo poder 2013 se Deus quiser professor!!!



  • Seu nome (obrigatório) em 22 de janeiro de 2013 21:59

    ComentárioINFERNO JÁ EXISTE? COMO EXPLICAR A QUESTÃO DO LAZARO E O RICO, EM QUE UM FOI PRO INFERNO E O OUTRO PRO SEIO DE ABRAÃO?



    • J.Washington em 9 de abril de 2013 12:53

      Cassia, obrigado por enviar sua pergunta.

      A compreensão das circunstâncias em que esta parábola foi dada por Jesus, é extremamente importante. Por quê? Porque, naquele tempo, havia muitos na nação judaica que se encontravam na mesma condição lastimosa do rico, ou seja, usando egoística e inadequadamente as suas riquezas. Muitos judeus, por serem descendentes de Abraão, achavam que a salvação lhes estava garantida. Qual, portanto, o propósito da parábola? A resposta e’ óbvia.

      De uma maneira bastante vívida, revela como termina o tempo de graça para o homem com sua morte. Após isso, ele não tem uma segunda oportunidade. Esta parábola serve para demonstrar o desesperançado futuro dos infiéis. Muitas pessoas, no entanto, acham que a parábola representa os mortos como indo para um estado intermediário, onde os justos são tratados amorosamente por Abraão, num lugar denominado “seio de Abraão”, e os ímpios, noutro lugar, mantidos numa condição de tormento.

      Apoia a Bíblia essa crença? Se esta interpretação fosse verdadeira, as Escrituras Sagradas seriam incoerentes, visto que negam insistentemente um estado intermediário. Como prova de que a parábola em foco não sustenta esse ponto de vista, mencionemos alguns postulados bíblicos.
      1. Os mortos estão reservados “para o dia do juízo” (2 Pedro 2:9). Se estão reservados para serem punidos, então é porque não o estão sendo agora. Nem mesmo os demônios estão sendo punidos presentemente. Eles também estão “reservados… para o juízo do grande dia” (Judas 6). Os próprios demônios perguntaram a Jesus: “Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?” (Mateus 8:29).

      2. Segundo a Bíblia, os mortos não estão conscientes. Não têm os dotes da fala, audição, sede e sentimentos, nem manifestam interesse nos que estão vivos. “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma…, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento” (Eclesiastes 9:5).

      3. Não existe um lugar literal denominado “seio de Abraão”. Mas, segundo Josefo, famoso historiador, os judeus do tempo de Cristo tinham uma fábula muito semelhante à parábola dada por Cristo. Não se pode deixar de reconhecer a íntima semelhança entre a fábula judaica e a parábola do rico e Lázaro. Os judeus do tempo de Jesus costumavam chamar o lugar dos justos de “Seio de Abraão”, mas isto não é bíblico. Jesus, sabiamente, usou algo parecido para ensinar uma lição aos que se apegavam às coisas materiais, negligenciando as oportunidades de fazer o bem e de tomar decisões corretas nesta vida. Apenas algumas provas de que “o seio de Abraão” não é um lugar literal:

      a) As Escrituras, como já mencionamos antes, dizem que os mortos não sabem coisa nenhuma; que eles não mais amam, nem estão interessados nos viventes. Eles não podem manter vivas suas próprias almas, de modo que almas mortas nada significam (ver Ezequiel 18:20; Tiago 5:20).

      b) Não será senão por ocasião do Advento de Cristo que os “bons” e os “maus” serão separados. É nessa ocasião, disse Jesus, que Ele separará as ovelhas dos bodes – os justos dos ímpios – e convidará os justos a tomarem posse de sua recompensa (Mateus 25: 31-34). O diálogo entre Abraão e o homem outrora rico, é figurativo. 0 importante é o propósito da parábola: “A lição a ser tirada dela é que a todo homem é dada suficiente luz para o desempenho dos deveres dele exigidos. As responsabilidades do homem são proporcionais às suas oportunidades e privilégios” (Parábolas de Jesus, p. 265).

      O rico da parábola, extasiado com as coisas do presente, não se preocupou com o preparo para a vida futura. O uso dos bens em favor dos pobres e o preparo para o Céu não teriam um novo período de graça. Cremos que as seguintes afirmações de Ellen White nos ajudam a entender melhor o significado da parábola: “Esta parábola traça um contraste entre o rico que não confiara em Deus e o pobre que nEle depositara confiança.” (Parábolas de Jesus, p. 260). “Deus fizera do rico um mordomo de Seus meios, com a obrigação de atender justamente a casos tais como o do mendigo” (Idem, p. 261).

      “Lázaro representa o pobre sofredor que crê em Cristo” (p. 2 6 2 ). “Cristo desejava que Seus ouvintes compreendessem a impossibilidade de o homem assegurar-se a salvação da alma depois da morte” (p. 263). “Deste modo Cristo mostra a completa falta de esperança em aguardar uma segunda oportunidade. Esta vida é o único tempo dado ao homem para preparar-se para a eternidade” (p. 263). “O rico passara a vida em complacência própria, e demasiadamente tarde viu que não fizera provisão para a eternidade” (p. 264). “O rico professava ser filho de Abraão, porém foi alienado de Abraão por um abismo intransponível – o caráter incorretamente formado…. O grande abismo posto entre ele e Abraão era o abismo da desobediência” (p. 269).

      Como se vê, esta parábola não pode ser usada como prova do estado intermediário do homem após a morte, mas tem a finalidade de revelar como termina o tempo de graça que lhe
      é concedido por Deus.

      Seja feliz!
      Equipe Na Mira da Verdade



  • Francisco Sigefredo em 23 de janeiro de 2013 0:17

    Olá pessoal do Na mira.
    Meu questionamento é: deveriam as traduções da bíblia manterem o nome original do Criador e do Filho em sua forma hebraica de escrita e pronúncia, já que nomes não possuem tradução e sim transliteração como afirma o autor do artigo no site informado? Se possível, poderiam falar sobre esse assunto em dos programas na mira da verdade, ou um artigo no blog para que as pessoas que assistem ao programa e acessam o blog possam ter um esclarecimento melhor a respeito do nome correto a ser invocado, lido e pronuciado do Criador (Deus) e do Filho (Jesus). Quero ver agora Leandro Quadros! você está na mira, responde essa! O nome YAOHUH é o nome correto para (Deus)? e o nome YAOHUSHUA é o nome correto para (Jesus)? Analise minunciosamente o assunto no link que informei acima, com certeza você vai levar muitas informações úteis para as pessoas interessadas nesse assunto tão relevante que é o nome do Criador e do seu Filho.



    • Maiara Costa - Equipe em 6 de fevereiro de 2013 17:09

      Olá amigo Francisco!
      É uma grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Precisamos retirar o link enviado por você em seu comentário por não ser de fonte confiável, sendo que aqui no blog publicamos apenas links que são de fontes confiáveis.
      Existem muitas coisas interessantes na Bíblia, como por exemplo, não há escrito nela as palavras trindade, milênio, Bíblia, mas isso não diminui em nada a importância e relevância dessas doutrinas bíblicas. A maior preocupação bíblica não são apresentar nomenclaturas, mas sim fatos.
      O mesmo acontece com os nomes de Cristo e seus discípulos, pois as versões e traduções usam os nomes deles transliterados ou traduzidos do original hebraico e grego. Jesus é a transliteração do grego Iesous e do hebraico Yehoshua que significa Salvador, e o fato de as Bíblias não apresentarem o nome de Cristo como escrito no original em nada diminui ou desacredita sobre o que tem escrito na Bíblia com relação a Cristo e seus discípulos.
      A vontade de Cristo para nós não é que pronunciemos o seu nome na língua original, mas sim que o aceitemos como nosso Senhor e Salvador (Atos 4:12) e nos preparemos para viver eternamente ao lado dEle (João 17:3). Na cultura hebraica o nome não era apenas uma questão de nomenclatura, mas sim estava intimamente relacionado ao caráter da pessoa. Portanto muito mais que pronunciar o nome de Cristo ou dos apóstolos no original deveríamos nós buscar ter o mesmo caráter deles.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Bernardo Liwema Kachombe em 23 de janeiro de 2013 5:57

    Sou da Angola, sou adventista, tenho uma duvida.
    1. Porque que em alguns
    pais os Adventista do 7^ Dia
    usam pustiço, mas na biblia
    dis que usar pustiço é
    pecado? Está escrito em
    1Timóteo 2:8 ate 10.
    2. Deus ao criar o mundo
    disse aja luz. Mas tmbm do
    quarto dia ele crio a luz.
    Podem me esplicar bem esta
    parte?



    • Maiara Costa - Equipe em 18 de abril de 2013 21:20

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Bernardo!
      Grande satifação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Saudações aos amigos irmãos Angolanos.
      Primeiramente: a Igreja Adventista do Sétimo Dia não tem por costume o uso de jóias ornamentais, pois cremos pela Bíblia que isso não está em conformidade com os princípios da modéstia cristã (1 Timóteo 2:9,10; 1 Pedro 3:3,4).

      Segundo: Sabemos que a Bíblia é a perfeita palavra inspirada pelo Espírito Santo (2 Timóteo 3:16; 2 Pedro 1:19-21), e sendo assim sabemos que Deus não falha (João 10:35; Atos 5:3,4). Contudo quando analisamos Gênesis 1:4 e 14 parece estar a Bíblia entrando em contradição. Analisemos agora os dois versos.
      “Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas (verso 4). Disse Deus: Haja luminares no firmamento do céu para separar o dia da noite. Sirvam eles de sinais para marcar estações, dias e anos, e sirvam de luminares no firmamento do céu para iluminar a terra. E assim foi”(versos 14,15).
      Será que há contradição entre esses dois textos? Como é possível existir luz no primeiro dia sendo que o sol só foi criado no quarto dia?
      Primeiramente devemos compreender que o sol não é a única fonte de luz no universo. Além disso, é possível que ele já existisse desde o primeiro dia, tendo somente aparecido ou se feito visível no quarto dia. Vemos luz num dia nublado, mesmo quando não nos é possível ver o sol. (Manual Popular de Duvidas, Enigmas e Contradições da Bíblia, Mundo Cristão, Norman Geisler e Thomas Howe, p. 34).
      Segundo: Sem luz não poderia haver vida, e quando o Criador começou a obra de produzir ordem a partir do caos e introduziu várias formas de vida vegetal e animal na Terra, era essencial que houvesse luz. A luz é uma forma visível de energia, que, por sua ação sobre as plantas, transforma elementos compostos inorgânicos em alimento para o ser humano e para os animais. A luz é um símbolo da presença divina, pois Deus é luz e vida (1 João 1:5; Atos 3:15) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia,CPB- Tatuí-SP,p.p 190).
      Portanto a própria presença de Deus iluminou e trouxe vida para aquele lugar, isso é uma grande prova de que os dias da criação foram seis dias literais de vinte e quatro horas, pois não haveria como a vegetação ter sobrevivido longos períodos de tempo sem a presença da luz solar.
      Terceiro: A palavra luzeiros no hebraico não é a mesma que luz. O termo luzeiros aqui significa fontes de luz, portadores de luz, luminares.
      Portanto concluímos que a luz já existia e as fontes de luz foram chamadas às suas funções no quarto dia.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • José Garção em 23 de janeiro de 2013 8:24

    Fico apreensivo quando vejo aqueles que se advogam ensinadores do povo com a verdade, esquivarem-se a responder a questões que são aqui colocadas, que não contrariam as regras pedidas para postar, (Não ataques pessoais nem palavrões) mas apenas levantam algumas dúvidas ao que se ensina. Jesus jamais deixou de dar resposta aos que o buscavam em verdade.

    Gostaria de saber qual o critério usado para a eliminação de alguns comentários postados.

    Vejo algum desconforto nos autores do blog, quando questionados por alguém acerca da verdade da doutrina da trindade. Quando se está seguro e com a consciência tranquila acerca do que se ensina sobre tal questão, e se tal doutrina é a verdade, ela por si mesmo resitirá à prova, porque a verdade ainda que venham vendavais não se abalará. Cada leitor por si fara´sua conclusão. Aliás somos ensinados ” a ouvir tudo” e a reter “o bem” Se não houver contraditório a verdade não brilhará. Quem não quer isso são as ditaduras, porque são absolutistas. Vejamos o exeemplo do catolocismo, que perseguiu os que pensavam de forma diferente, escrevendo as mais negras páginas da história. Sabemos portanto de que tudo se vai repetir no tempo do fim.

    Apelo pois para que se deixe estar postado aquilo que não usa palavrões ou ataques pessoais e que cada internauta por si mesmo e com a inspiração Divina, fará a triagem.

    Abraço!



  • Gerson Jr. em 23 de janeiro de 2013 9:11

    Mais uma questao:
    Onde encontrar referencias biblicas que devemos observar e guardar apenas os 10 mandamentos? Seria a explicacao que eles sao diferentes por se qualificarem como a lei moral, portanto eterna? Mas sendo assim os capitulos logo apos o Exodo 20, que constam os 10 mandamentos, nao seriam tambem leis morais? (Exodo 21 e 22 por exemplo). La tem diversas leis morais, mas sao absurdas ao nosso ver, culturalmente falando. Como harmonizar isto? Nao seria tambem por este motivo que tantos tem receio de guardar o dia de sabado, dizendo que foi uma lei para aqueles tempos?



    • J.Washington em 9 de abril de 2013 12:41

      Gerson, a Lei de Deus tem pelo menos três funções:

      A – Dar uma revelação de Deus (Seu caráter).

      B – Apresenta o homem no seu aspecto jurídico, tendo o Messias como seu foco principal, como resgatador do homem transgressor desta lei.

      C – É um padrão de princípios morais; a lei não salva, contudo quem não a obedece está sob condenação.

      1. Em Gálatas, o principal argumento de Paulo não é se a lei, ou leis foram abolidas ou não, mas que “leis” não salvam ninguém. (Comp. cap.
      2:16).

      2. Pela lei “vem o conhecimento do pecado” (Rom. 3:20); e neste sentido, todos estavam pendentes sobre a vinda da “fé” (Jesus) para poderem ser salvos. Neste caso, a lei era como um “guardião” ou “preceptor” (pedagogo) para orientar e guiar pessoas a Jesus pela fé. Depois da cruz, nós não temos mais necessidades das leis (principalmente as cerimoniais) para esta função.

      3. Em nenhum lugar nos seus escritos Paulo afirma que a Lei dos 10 Mandamentos ou sábado foram abolidos. No que se refere ao sábado o mesmo pertence à raça humana (Gên 2:1-3); Jesus repetiu que o sábado foi dado para o homem (Mar. 2:27, 28) e continuará na nova terra (Isa. 66:23).

      Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Tiago 2:10

      Seja feliz!
      Equipe Na Mira da Verdade



  • Irlanda de Souza em 23 de janeiro de 2013 19:37

    Boa tarde!
    Ao prof.Leandro e sua equipe os meus melhores desejos de paz e saude.
    Qdo me lembro,assisto com grande entusiasmo “na mira da verdade”.Minha cidade nao faz parte do hr de verao,e qdo percebo o program ja foi,rsrs.
    Qro saber,com toda sinceridade do meu coracao como devo chamar o Pai Eterno?Jeova,ja se sabe que nao eh!Ate as TJ,compreendem isso mas,como desde o sec do modernismo,se nao
    Me engano com o periodo,eles(tj)aceitam,pois o latim era a lingua mais compreensivel,para palavras em grego,hebraico,aramaico,etcs,em acrescimos a traducao.Com o tetragrama HWHY
    ouve por parte dos tradutores acrescimos de letras.Deus,Senhor,sao palavras de tratamento,o que eles os religiosos dao de diferenciacao a palavra deus e outros deuses,e que,o d seja maiusculo para o deus da biblia,e assim para outros tratamentos.Professor Leandro,pq outras religioes conhecem o seu deus pelo nome pessoal,e vcs conhecedores da verdade do Criador Eterno,nos omite esse prazer.Eu creio q se o senhor professor,fosse tratado durante mt tempo
    por professor,ou senhor jornalista,creio sem medo de errar q em algum momento o senhor diria;Por favor chame a mim pelo meu nome sr.Leandro!Assim Jesus nos ensinou para q louvemos o nome do Pai dos ceus,e quer que conhecamos o nome d’Ele.O proprio Pai Eterno quer que o chamemos pelo nome,e o sr.professor Leandro conhece e sabe melhor do que eu!
    Entao em nome de Jesus,responda-me e nao me digas que so no paraiso e que conheceremos o nome do Pai,pois Ele nao menciona isso para o amanha e sim ele nos deu o seu nome nas Escrituras Sagradas para louva-lo agora e para sempre!Obgada mesmo q o sr.nao consiga me responder,e que as bencaos do Pai Eterno estejam hj e sempre sobre todos os srs. e aos seus.



    • J.Washington em 23 de abril de 2013 12:14

      Irlanda, vejamos alguns nomes de Deus e seus significados.
      Nome em Hebraico, Significado em Português, Passagem Bíblica:

      1- Yhwh-Shammah
      O Senhor que está presente
      Ezequiel 48:35

      2- El Shadai
      Deus Todo-Poderoso
      Gênesis 17:1-22

      3- Yhwh-Raah
      O Senhor é o meu pastor
      Salmos 23:1

      4- Yhwh-Yireh
      Deus proverá
      Gênesis 22:14

      5- Yhwh-Tsidkenu
      Deus justiça nossa
      Jeremias 23:6

      6- Yhwh-Nissi
      Senhor, minha bandeira
      Êxodo 17:15

      7- El Elvon O mais elevado,
      Forte dos fortes.
      Isaías 14:13

      8- El Olam
      O Eterno Deus
      Isaías 40:28

      9- El Roi
      O Deus que vê
      Gênesis 16:13

      10- Yhwh-Shalom
      O Senhor da Paz
      Juízes 6:24

      11-Yhwh-El Gmolan
      O Deus que recompensa
      Jeremias 51:56

      12- Yhwh-Maccadeshcem
      O Deus que nos santifica
      Êxodo 31:13

      13-Yhwh-Nakeo
      O Deus que destrói completamente o mal
      Ezequiel 7:9

      14-Yhwh Saabbaoth
      O Deus dos exércitos
      I Samuel 1:3

      15 – Adonai
      Senhor
      Salmo 97.5

      O nome mais sagrado para Deus é YHWH, ‘a tradução mais provável é “o Eterno” ou “o Deus Eterno”, como está na Bíblia na Linguagem de Hoje. Javé é o Deus que existe por si mesmo, que não tem princípio nem fim (Êx 3.14; 6.3). Seguindo o costume que começou com a SEPTUAGINTA, a grande maioria das traduções modernas usa “Senhor” como equivalente de YHVH (JAVÉ). A Revista e Atualizada escreve “SENHOR”. A forma JAVÉ é a mais aceita entre os eruditos. A forma JEOVÁ (JEHOVAH), que só aparece a partir de 1518, não é recomendável por ser híbrida, isto é, consta da mistura das consoantes de YHVH (o Eterno) com as vogais de ADONAI (Senhor).

      É importante notar que Deus não especificou em nenhum lugar da Sua Palavra que exista apenas um nome exclusivo pelo qual Ele deva ser adorado. Pelo contrário, os nomes de Deus são apenas maneiras de nos lembrarmos de aspectos de sua atividade e da sua pessoa.

      O que Deus deseja realmente é a reverência e a obediência daqueles que O amam: “Agora, pois, ó Israel, que é que o SENHOR requer de ti? Não é que temas o SENHOR, teu Deus, e andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma.” Dt 10:12.

      Os personagens bíblicos usam os vários nomes bíblicos para referir-se a Deus; o mesmo podemos fazer.

      Seja feliz!
      Equipe Na Mira da Verdade



  • Joab em 24 de janeiro de 2013 12:34

    Assisto todos os programas “Na Mira da Verdade” e sou admirador do abençoado homem de Deus, pastor Leandro Quadros. No entanto, não acredito na doutrina da Trindade. Na minha humilde opinião, Jesus foi ressuscitado pelo seu Pai, o Eterno Deus, por meio do Espírito Santo, que, também na minha humilde opinião, é o meio pelo qual Deus Pai se manifesta em todo o universo sem precisar sair de seu trono. Então, resumindo, Jesus Cristo é o único ser em todo o universo GERADO pelo próprio Deus, da mesma essência de Deus, filho unigênito de Deus, portanto, pode ser chamado de Deus, por ser da mesma natureza. Vejam bem: Jesus foi gerado e não criado. Anjos, homens e animais foram criados, não sendo da mesma natureza de Deus. O Espírito Santo é a maneira pela qual Deus se manifesta, como dito acima, não sendo uma outra pessoa, mas o próprio Deus. Nesse caso, haveria, conforme a bíblia, um único Deus, o Pai. Jesus, conforme toda a bíblia afirma, o FILHO de Deus. O Filho de Deus não é o Deus Todo Poderoso, porque só há um Deus, mas ainda, conforme a bíblia, tem todo o poder no céu e na terra, é Senhor sobre toda a criação, é Senhor nos céus, estando abaixo apenas de seu Pai e recebendo dele autoridade sobre tudo.



    • J.Washington em 23 de abril de 2013 11:55

      Joab, a teoria de que Deus manifestou-se em diferentes ocasiões de três modos diferentes chama-se modalismo. Esta heresia vem dos primeiros tempos do cristianismo. Vejamos se a Palavra de Deus dá margem para esta crença.

      “ Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” Mateus 28:19. “quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir.” João 16:13. “Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste. E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer; e, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo.” João 17:1-5. “Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele. E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Mateus 3:16-17.

      Como pôde perceber, destaquei algumas partes dos versículos que julguei muito importantes. Na fórmula batismal registrada em Mateus 28:19 vemos que são mencionados três seres divinos e não meramente “Deus manifesto em três atributos”. “A construção da frase no grego deixa claro que Jesus está se referindo a três pessoas diferentes. Ele ensinou, sem margem de dúvida, a doutrina da Trindade” Jesus não estava dizendo para os discípulos batizarem “em nome dos três atributos de Deus” (isto não teria cabimento), mas em nome de três seres distintos, de forma que o batizando evidenciasse sua fé no Deus triúno.

      Outras evidências disto vê-se nos textos subseqüentes. João 16:13 afirma que o Espírito Santo “diria tudo o que tivesse ouvido”. É ilógico supormos que o Espírito Santo (“um dos atributos de Deus”) falasse acerca do que ele “ouviu de si mesmo”, “de seu outro atributo”. João 17:1-5 relata que Jesus levanta os olhos ao Céu, ora ao Pai e pede para que “seja glorificado juntamente com Ele”. De que modo Jesus poderia estar orando para Ele mesmo no Céu? Obviamente que Ele orava por ser glorificado na companhia de outro ser divino. Já o texto de Mateus 3:16-17 explica-nos que no momento em que Jesus foi batizado, o Espírito Santo desceu e o Pai falou lá do Céu. Se os títulos Pai Filho e Espírito Santo fossem apenas três manifestações de Deus, como Jesus iria “descer sobre Ele mesmo” e “falar para Ele mesmo” de lá Céu enquanto presente aqui na terra? Impossível!

      Deuteronômio 6:4 – “… nosso Deus é o único Senhor…”
      Este verso de Deuteronômio, no qual se afirma que há “um único Senhor” de modo nenhum contraria a doutrina da trindade. A palavra hebraica para único (ou um) é echod e não indica uma “unidade absoluta” em muitas passagens bíblicas, mas uma “unidade composta”. Eis um exemplo: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma (echod) só carne”. Gênesis 2:24. Se a palavra uma (echod) devesse ser interpretada com o sentido mencionado por alguns, então teríamos de admitir que Adão e Eva não eram duas pessoas também; apenas uma. Tal seria um disparate.

      Ao Deuteronômio afirmar que há um único Deus, não está negando a existência da trindade, assim com Gênesis ao afirmar que Adão e Eva eram ‘uma só carne’ não nega que eram ambos duas pessoas, uma unidade composta. Conquanto a Trindade seja um mistério, devemos aceitar a revelação bíblica para o nosso próprio bem.

      Seja feliz!
      Equipe Na Mira da Verdade



  • José Garção em 25 de janeiro de 2013 7:16

    Coloquei o seguinte comentário onde fala sobre a trindade e não foi possível publicar. Gostaria de saber se é possível obter respostas às questóes colocadas a partir daqui. Obrigado

    “Olá queridos irmãos. Tenho postado aqui algumas perguntas que parece que são varridas por um vento levantado por alguém que se sente incomodado com elas.

    Gostaria de perguntar, se a doutrina da trindade é tão clara de acordo com o autor do estudo, porque nunca a aceitaram Profetas, Reis, sacerdotes, escribas e o povo Judeu em Geral?

    Porque não falou Jesus abertamente sobre a questão, se ela revela Deus?
    Porque não aceitaram os Apóstolos tal crença? Porque não ensinaram eles essa crença na igreja primitiva?

    Porque só a partir do 2º e 3º século se começou a desenvolver tal teologia?

    Ao que parece, quem foi o primeiro homem a falar de tal foi um de Teófilo, bispo de Antioquia (168-181), não o conheço como alguém que falou pela inspiração divina, o que para mim me mostra como tudo começou e onde! Será que veio alguma coisa boa do catolocismo?

    Me pode explicar isto? Agradeço em nome de Jesus.”



    • Maiara Costa - Equipe em 29 de janeiro de 2013 15:02

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo José!
      É uma grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês.(2 Coríntios 13:13).”Quem escreveu esse texto foi o apóstolo Paulo por volta do ano 55 d.C e não Teófilo”.

      A natureza das três pessoas da Divindade não nos é possível compreender plenamente, mas, pelas evidências escriturísticas, podemos compreender e aceitar Sua existência. Nossa mente finita não pode entender, mas a Revelação nos diz claramente: “Ouve ó Israel, o Senhor Teu Deus é um único Deus” (Deuteronômio 6:4). Entretanto, se observarmos atentamente as evidências bíblicas, este Deus único é composto de três pessoas distintas. Apresentaremos, a seguir, uma série de textos sobre as três pessoas da Divindade.

      Em Êxodo 3:4 temos a revelação acerca do nome de Deus – “Eu Sou o que Sou”. Normalmente, aceitamos que esse texto está falando de Deus Jeová, o Pai. No entanto, João 8:58 nos diz que os judeus queriam matar Jesus porque Ele disse “EU SOU”, aplicando a Si o nome divino. Percebemos aqui que, na verdade, quem se manifestou na sarça ardente (Êxodo 3:4-12) foi Jeová, o Filho. Isso é confirmado pelo relato de Atos, capítulo 7. Em João 10:30, outra vez os judeus queriam pegar em pedras para matar Jesus. Ele dissera: “Eu e o Pai somos um”. Eles o acusaram de blasfêmia porque Ele se proclamara igual a Jeová, o Pai.

      Não entendemos tudo, mas somos chamados a aceitar essa e outras revelações da Palavra – precisamos crer! Continuando, em 2 Pedro 1:17 nos é declarado que Jesus recebeu de Deus o Pai (Jeová) a honra e a glória quando lhe foi dirigida a voz: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”. Aqui temos duas coisas específicas: primeiro, que há uma pessoa chamada Pai; segunda, que Ele é identificado como Jeová (Deus). Vamos para outras evidências acerca das pessoas da Divindade:

      A Pessoa de Jesus

      Em Apocalipse 1:8 lemos: “Eu sou o Alfa e o Ômega (o princípio e o fim), diz o Senhor, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso” Quem é esse? Sem dúvida, Deus o Pai. Examinaremos agora o capítulo 22:7, 13 e 16. “Alfa e Ômega, o princípio e o fim”. Essas expressões são aqui claramente atribuídas a Jesus. Por quê? Porque Ele sendo Deus (Jeová), o Filho também pode assumir esses títulos.O título “Filho do homem” é atribuído a Jesus (Apocalipse 1:12). Já os versos 17 e 18 fazem referência a esse Filho do homem como o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último. Jesus, sem dúvida, é Deus (Jeová), o Filho. Coloquemos lado a lado Isaías 44:6 e Apocalipse 1:17 e 18. Há dois “primeiro e último”, dois “Alfa e Ômega”. É a mesma pessoa falando em distintas ocasiões! Até este ponto, temos mostrado que há duas pessoas: Pai e Filho e ambas são chamadas de Jeová. Romanos 9:5 é um texto adicional para mostrar que Cristo é “Deus bendito eternamente”.

      A Pessoa do Espírito Santo

      Há uma terceira pessoa identificada como o Espírito Santo e que também se chama Jeová (Deus). Em Atos 5, há um texto interessante que nos passa por alto quando lemos apressadamente. Temos ali a história de Ananias e Safira. Nos versos 3 e 4, lê-se: “Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço da verdade? Não mentiste aos homens, mas a Deus.”

      Quem é esse Espírito Santo? A resposta está no verso 4: “Não mentiste aos homens, mas a Deus.” Duas coisas: Pedro apresenta (verso 3) o Espírito Santo como uma pessoa e, no verso 4, reconhece que essa pessoa é Deus (Jeová). O capítulo 13:1 e 2 de Atos tem mais detalhes. Ali nos diz que o Espírito Santo falou: “Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra que os tenho chamado”. Notemos que o Espírito Santo fala e faz um chamado especial (para serviço) sem qualquer intermediário. Ele fala, decide, escolhe, separa (chama) a quem Ele deseja. Há três pessoas que são chamadas igualmente de Deus ou Jeová.

      Evidências Adicionais

      1.Na encarnação – Lucas 1:35 – As três pessoas, em diferentes funções, são mencionadas.

      2.Batismo de Jesus – Mateus 3:16 e 17 – O Pai, o Filho e o Espírito Santo presentes por ocasião do batismo.

      3.A comissão evangélica- Mateus 28:19 – Outra vez encontramos a Trindade na fórmula oferecida para o batismo dos crentes.

      4.Na Ressurreição de Jesus – Atos 3:26; 2 Tessalonicenses 1:10; João 2:19-21 – Temos o Pai e o Filho envolvidos na ressurreição. Para completar o quadro, temos Romanos 8:11. Aqui o Espírito é apresentado como autor da ressurreição de Cristo. Atos 17:31 menciona Deus, o Pai, ressuscitando. O Deus triúno participou na ressurreição de Jesus.

      5.Bênção apostólica – 2 Coríntios 13:13 – Outra vez, o Pai, o Filho e o Espírito Santo atuando em favor da igreja cristã.

      Muito mais poderia ser acrescentado, pois há dezenas e centenas de textos para formar um quadro mais amplo. Em toda a Escritura temos evidência da ação de três Pessoas amorosas, poderosas, oniscientes e onipresentes unidas em um só propósito: salvar Seus filhos e guiá-los para a felicidade eterna. “Esse é o nosso Deus a quem aguardamos; nele gozaremos e nos alegraremos” (Isaías 25:9).

      A propósito quem inspirou o processo de produção literária da Bíblia foi o Espírito Santo (2 Timóteo 3:16; 2 Pedro 1:19-21), algo que só poderia ser feito por um Ser Divino e Onisciente.

      E o nosso desejo para você é que edifique-se, porém, amado, na santíssima fé que você têm, orando no Espírito Santo. Mantenha-se no amor de Deus, enquanto espera que a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo o leve para a vida eterna (Judas 20,21).
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Marcelo ferreira em 25 de janeiro de 2013 11:31

    É maravilhoso professor este assunto.Biblicamente, foi muito bem explicado. Deus abençoe, um ótimo sábado!



  • Arilson ferreira em 28 de janeiro de 2013 3:56

    Posso estar errado mas se cair e do demonio porque quando salomao edificou o templo e ao final orou a gloria de deus desceu e nem os sacerdotes ficaram de pe entao todo mundo no templo estava possesso???? Vlw..



    • Maiara Costa - Equipe em 29 de janeiro de 2013 13:43

      Estimado amigo e irmão em Cristo Arilson!
      É uma grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O que está relatado em 2 Crônicas 7:1-3 nem de perto se compara com o que acontece em muitas das igrejas hoje.
      Ali o texto não diz que as pessoas caíram inconscientes no chão ou espumando pela boca, mas sim que em uma atitude de reverência para com a presença de Deus, se encurvaram, adoraram e louvaram, porque reconheceram a bondade e misericórdia de Deus. Ou seja, elas estavam conscientes e sabiam muito bem o que estava se passando ao seu redor. Não estavam em transe. Elas se prostraram na presença de Deus em reconhecimento de quem era Deus e quem eram elas.
      O Espírito Santo age na mente para a renovação (Romanos 12:1,2) e não apenas nas emoções.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Jonas Oliveira em 28 de janeiro de 2013 12:48

    Olá,

    Eu creio na doutrina da trindade mas tenho dúvidas em relação ao texto abaixo:

    “Porque todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele que lhe sujeitou todas as coisas. E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.” 1 Coríntios 15:27, 28

    Jesus se sujeitará a Deus? Isso não dá margem a argumentos de que o Pai é maior que o filho?

    Outra pergunta. Se Jesus esteve inconsciente no túmulo, é sinal de que a trindade deixou de existir (completamente) pelo período de 3 dias?

    Maranata!



    • Maiara Costa - Equipe em 29 de janeiro de 2013 12:45

      Olá amigo Jonas!
      É uma grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O texto de 1 Coríntios 15:24,25 está inserido dentro do contexto da ressurreição e da volta de Jesus no qual nos apresenta como o grande conflito entre o bem e o mal terminará. Muitos ao ler esse texto (1 Coríntios 15:24-28) podem querer afirmar que Paulo está dizendo que Cristo é inferior ao Pai, porém esse texto é uma demonstração da unidade de propósitos entre os membros da Divindade, pela qual os atos de um se vêem como o cumprimento da vontade unida de ambos (João 10:30).
      No plano divino para a redenção do mundo, o Pai confiou tudo nas mãos do Filho (Mateus 11:27; Colossenses 1:19). Quando se completar a missão de Cristo e submetidos forem os inimigos de Deus, então Ele entregará “o reino ao Deus e Pai”, pois em sua missão no plano da redenção Cristo nunca tentou engrandecer a si mesmo, mas sim ao Pai, pois quando o Filho veio foi para estabelecer o reino dos céus (Mateus 2:2;4:17; Marcos 1:15).
      Aqui Paulo exalta a missão de Cristo e isso não diminui em nada a Sua divindade que ao encarnar ou se tornar um Ser humano ficou oculta em sua humanidade (Filipenses 2:5,6).
      Nesses textos Paulo mostra que quando chegar o fim do grande conflito (v.24) o supremo propósito de Cristo (João 17:1,4,6) estará cumprido e todo o universo reconhecerá a supremacia do Pai e nada ficará fora da órbita do bondoso controle de Deus.
      Dentro da Divindade não existe diferença entre os três membros: Pai, Filho e Espírito Santo. O que existe é uma subordinação nas funções, ou seja, funcional dentro do plano da redenção. O Pai desempenha uma parte, Cristo outra e o Espírito Santo outra. E nesse capítulo e versos da carta de Paulo aos Coríntios o apóstolo mostra a principal missão de Cristo no plano de redenção.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • Jonas Oliveira em 30 de janeiro de 2013 16:42

        Obrigado pela resposta, mas Jesus continuará limitado em relação ao Pai na eternidade? E porque o Espírito Santo não aparece em (1 Cor 15) como também sujeitando todas as coisas a si, uma vez que ele não encarnou (não ficou limitado), como Jesus?

        Fiquem na paz.



        • Maiara Costa - Equipe em 1 de fevereiro de 2013 9:44

          Olá estimado amigo e irmão em Cristo Jonas!
          Satisfação poder manter contato novamente.
          Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
          Cristo não é limitado ao Pai (João 10:30; Colossenses 2:9. João 1:1-3), pois Ele tem a mesma essência divina, natureza que o Pai. Contudo, dentro do plano da redenção e enquanto encarnado Cristo se subordinou ao Pai funcionalmente, ou seja, dentro do plano de redenção, Cristo tinha uma função diferente, da mesma forma que o Espírito Santo tem uma função diferente. A Divindade é formada por três seres pessoais distintos um do outro.
          Cristo não deixou de ser Divino quando esteve na Terra, mas sim Ele ocultou a Sua divindade na humanidade (Filipenses 2:5-8), ou seja, Ele não usou o seu poder divino em favor de si mesmo, mas sim dependeu em tudo do Pai e do Espírito Santo (Mateus 4:1).
          Gostaria de recomendar à você o estudo do livro: A Trindade da editora CPB.
          Contato: 0800-979-06-06 ou cpb.com.br
          Que Deus te abençoe grandiosamente.
          Um forte abraço.
          Equipe do Na Mira.



  • adaister em 29 de janeiro de 2013 17:31

    Eu não entendo porque vocês não moderam mas os meus comentários, se eu os ofendi de alguma forma, por favor peço mil perdões, Mas sejam no minimo corajosos de me refutarem usando as escrituras. Vou volta a postar mas uma vez a minha indagação(espero que moderem esse meu comentário) O Prof Leandro Quadros errou praticamente em tudo. Primeiro: não existe tal coisa como uma trindade, isso eu cansei de mostra aqui nesse blog, de uma tal maneira que ate mesmo vocês ficavam sem argumentos, por esse motivo não moderaram mas as minhas respostas. Segundo: o sono da alma é uma doutrina anti-bíblica, existe muitos conceitos para alma nas escrituras, Exemplo: o termo hebraico para alma no antigo testamento é (Nephesh) em alguns pontos se trata de vida sensitiva ou limitada (e não vida ilimitada da alma que continua além tumulo) A palavra para alma no grego é (psychê) essa palavra ocorre onze vezes no Novo testamento com sentido especial, sendo que em alguns casos denota a existência além-tumulo. As almas dos que foram mortos em Apocalipse 6:9 permanecia em uma plena consciência após a morte, Mateus 10.28 da mesma forma, nesse mesmo sentido. (cf. 2Co 5.6-8; 12.1-4; Fl 1.21-23; 1Ts 5.23) seria uma loucura pensa em não existência da alma no pós morte



    • Maiara Costa - Equipe em 30 de janeiro de 2013 13:37

      Olá Adaister!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Primeiramente: os seus comentários não foram mais moderados não porque não tenhamos respostas para os seus questionamentos, mas sim porque temos muitos comentários para moderar durante o dia e você não é o único que está esperando respostas.
      Segundo: Com relação a trindade já enviamos muitos textos bíblicos mostrando que a doutrina da trindade é sim bíblica e cristã, mas se caso você realmente tiver o interesse em conhecer esse assunto teologicamente, recomendo à você a todos os amigos internautas que estudem o livro: A Trindade escrito por três PH´ds no assunto podendo ser encontrado pela editora CPB.
      Contato: 08000-979-06-06 ou cpb.com.br
      Terceiro: DIFERENÇAS ENTRE ALMA E ESPÍRITO

      Os significados das palavras “alma” e “espírito” na Bíblia
      Nas informações etimológicas , nós podemos encontrar que as palavras “alma” e “espírito” nas Escrituras provêm de palavras hebraicas e gregas, línguas em que a Bíblia foi escrita. Vejamos:
      Alma – No Antigo Testamento vem do hebraico vpn (nephesh). Ocorre aproximadamente 755 vezes, sendo traduzida de diferentes formas, dependendo do contexto. No Novo Testamento, a palavra grega é quch (psychê) e ocorre aproximadamente 105 vezes.
      Espírito – No Velho Testamento são usadas as palavras Mwr (ruach) e hmvn (neshamah). Aparece 377 vezes. No Novo Testamento, a palavra grega para espírito é pneuma (pneuma) e aparece 220 vezes .

      Como essas palavras são traduzidas
      São explanadas de diversas formas nas Escrituras. Eis alguns exemplos:
      • Alma é traduzida como: vida (Gênesis 9:4,5; 35.18; Salmo 31:13), pessoa (Gênesis 14:21; Deuteronômio 10:22; Atos 27:37), cadáver (Números 9:6); apetite (Eclesiastes 6:7) coração (Êxodo 23:9) ser vivente (Apocalipse 16:3) pronomes pessoais (Salmo 3:2; Mateus 26:38). A palavra “alma” aparece na Bíblia aproximadamente 1600 vezes e em nenhum caso refere-se a uma entidade imaterial com imortalidade e que sobreviva fora do corpo.
      • Espírito pode ser traduzido como: vento (respiração – Gênesis 8:1), espírito (no sentido de alento, ânimo – Juízes 15:19), atitude ou estado de espírito (Romanos 8:15; 1 Coríntios 4:21), sopro ou hálito de Deus (2 Tessalonicenses 2:8) consciência individual (1 Coríntios 2:11, primeira parte). O termo também é usado para se referir a seres pessoais: anjos e demônios (Hebreus 1:14; 1 Timóteo 4:1); a Cristo (1 Coríntios 3:17 ) a Divina natureza de Cristo (Romanos 1:4), à Terceira Pessoa da Trindade (Romanos 8:9-11; 1 Coríntios 2:8-12 ); a Deus Pai (João 4:24) e a pessoas vivas (Hebreus 12:22, 23).
      Por que existem tantos sentidos para as palavras “alma e espírito”? As línguas bíblicas não possuem um considerável número de verbetes. O hebraico, por exemplo, não possui vogais, preposições, ou conjunções. Esta escassez de palavras faz com que um termo seja traduzido de diferentes formas. Como comparação, vejamos a língua portuguesa. Mesmo sendo rica em letras e verbetes, enfrenta certas dificuldades. A palavra “manga” tem mais de 1 sentido: refere-se à manga de um casaco e a uma fruta. Se a nossa língua, com seus muitos verbetes, tem palavras com vários sentidos, imagine o alfabeto hebraico!
      Apesar das diversas traduções, é importantíssimo sabermos que o conceito básico de “espírito” e “alma” encontrados no texto de Gênesis 2:7, onde é mencionado o processo utilizado por Deus na criação do homem: “Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida (neshamah), e o homem passou a ser alma (nephesh) vivente”. Deus formou ao homem de dois elementos: pó da terra e fôlego de vida. De acordo com o original, este texto seria da seguinte forma: “Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o espírito de vida (fôlego de vida), e o homem passou a ser uma pessoa vivente”. Isso significa que no conceito bíblico:
      - O principal significado de “espírito” (mesmo podendo ser traduzido de várias maneiras) é fôlego de vida;
      - “Alma” é a união do corpo com o fôlego de vida, ou seja, a pessoa como um todo. Uma pessoa viva. Veja Deuteronômio 10:22: “Com setenta almas [pessoas], teus pais desceram ao Egito; e, agora, o SENHOR, teu Deus, te pôs como as estrelas dos céus em multidão.”
      Digamos que você tenha uma lâmpada e não tenha a eletricidade. Teria a luz? Certamente não. Agora, suponhamos que você tenha a eletricidade, mas não tenha a lâmpada. Haveria luz? Também não. Para haver a luz, é necessário haver a lâmpada e a eletricidade. Apenas um desses itens não basta. O mesmo se dá em relação à vida! Para existirmos temos de ter o corpo e o espírito (fôlego de Deus). Do contrário não temos vida; deixamos de existir e dormimos o sono da morte. O próprio Cristo, o “Autor da Vida” (Atos 3:15) comparou a morte a um sono:

      Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Jesus, porém, falara com respeito à morte de Lázaro; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono. Então, Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu (Jo 11:11-14).

      Com essa comparação, Cristo confirmou o que disse Salomão a respeito do estado do ser humano na morte:

      Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol (Eclesiastes 9:5-6).

      O estado do ser humano na morte
      Na Bíblia, a morte é comparada a um sono (sem sonhos) aproximadamente 53 vezes, indicando assim o estado de inconsciência dos mortos até a volta de Jesus (Salmo 6:5; 13:3; 88:10-12; 115:17; Isaías 38:18-19; Eclesiastes 9:5-6 e 10; 1 Tessalonicenses 4:13-16).

      A Bíblia não apóia em absoluto a doutrina popular de que os mortos permanecem conscientes até a ressurreição. Pelo contrário, enfaticamente refuta tal ensinamento (Salmo 115:17; Eclesiastes 9:5). Emprega-se comumente o verbo dormir como símbolo da morte (Deuteronõmio 31:16; 2 Samuel 7:12; 1 Reis 11:43; Jó 14:12 ; Daniel 12:2; João 11:11,12; 1 Coríntios 15:51; 1 Tessalonicenses 4:13-17;). A declaração de Jesus, que consolava a seus discípulos com a idéia de que eles voltariam a estar com ele na ocasião de sua segunda vinda e não na morte, ensina claramente que o “sono” não é uma comunicação consciente dos justos com o Senhor (João 14:1-3). Do mesmo modo, Paulo explicou que ao produzir-se o segundo advento, todos os justos que então estão vivos e os mortos que ressuscitarão neste momento se unirão simultaneamente com Cristo, sem que os vivos precedam os mortos (1 Tessalonicenses 4:16,17)” .

      Se a morte fosse um começo de uma nova existência, não poderia ser chamada pelas Escrituras de nossa “inimiga” (1 Coríntios 15:26), teria de ser chamada de amiga, pois estaria nos ajudando a ir para o paraíso…

      Só Deus é imortal em Sua essência
      De acordo com as Escrituras, o único que possui a imortalidade é Deus:

      a qual, em suas épocas determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A ele honra e poder eterno. Amém! (1 Timóteo 6:15-16).

      Para que o homem fosse eterno, teria de obedecer a Deus e assim teria livre acesso à árvore da vida, que perpetua a existência. Como o ser humano pecou e Deus o expulsou do Éden para que não fosse um pecador imortal, Adão e Eva não comeram mais da árvore da vida, tornando-se assim mortais (Gênesis 3:22-24; Isaías 51:12). Dessa mortalidade herdamos deles (Romanos 5:12 e 6:23).
      Se já fôssemos imortais não haveria necessidade de Adão ter comido da árvore da vida, e, nós, de a comermos no Céu (Gênesis 2:16, 17; 3:23, 24 e Apocalipse 22:2). Como seríamos imortais sendo que Deus privou o homem de comer da árvore da vida? (Gênesis 3:22 e 24). O ser humano foi criado com a imortalidade, mas ela era “condicional” à obediência a Deus. Quando Jesus voltar e nos levar com Ele comeremos da árvore da vida para sermos imortais:

      No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos (Apocalipse 22:2).

      Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas (Apocalipse 22:14).

      e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro (Apocalipse 22:19).

      Para pensar
      • Se já tivéssemos uma alma ou espírito imortal, não haveria necessidade de comermos da árvore da vida;
      • Se o espírito ou alma já estivessem no Céu ou em algum lugar intermediário (vivendo de um modo imaterial), por que Jesus iria vir nos buscar? Não haveria necessidade se já estivéssemos lá em cima.
      A doutrina da ressurreição é uma prova de que a pessoa ainda não recebeu a recompensa eterna, pois, se Jesus vem nos ressuscitar a pessoa para levar ao Céu, é sinal de que ela ainda não está lá. Foi por isso que Paulo sempre acreditou que a recompensa dela era no futuro, na volta de Jesus: “Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda.” (2 Timóteo 4:8).
      E não devemos esquecer que as pessoas que já foram arrebatadas ao Paraíso (Enoque, Moisés e Elias) foram com o corpo, em vida e não por ocasião da morte (Moisés foi ressuscitado antes de ir ao céu – ver Judas 1:9). Isto é uma prova indiscutível de que o ser humano, ao ir para o Céu, irá também com o corpo e não “em espírito”, como ensina a doutrina espírita.

      A origem da doutrina da imortalidade da alma – breve resumo
      Em Gênesis 3:4 encontramos o primeiro “médium” que existiu no mundo: uma serpente que serviu de “canal” para que o diabo falasse por meio dela e enganasse Eva. Foi Satanás quem disse que, mesmo sendo uma pecadora, Eva não morreria: “Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis.” Algo totalmente oposto ao que Deus havia dito em Gênesis 2:16, 17.
      Portanto, o criador da doutrina da imortalidade natural da alma foi o diabo. Depois, ele usou recursos humanos para difundir essa teoria até os nossos dias, como disse um influente pastor Presbiteriano:“A doutrina da imortalidade da alma não é bíblica, mas pagã. Nasceu na Grécia e propagou-se na Igreja, através de Platão, do século V em diante, graças à influência de Agostinho…” Na sequência histórica surgiu Allan Kardec que, por meio de sua “mediunidade” e escritos incentivou muitos a estudarem o espiritismo, que se tornou bem aceito. Hoje, conta com milhares de adeptos ao redor do mundo, especialmente no Brasil.

      Questões Bíblicas para análise:
      1) Se a pessoa ao morrer fosse para o céu, o inferno ou um lugar intermediário entre os dois, que necessidade haveria de Jesus voltar e ressuscitar, se nosso ente querido já estivesse num desses lugares? (lembre-se: os filhos de Cristo, ressuscitarão na volta dEle! Ler 1 Coríntios 15:23). É ilógico Jesus enviar-nos do céu “em espírito” à sepultura para depois ter de nos ressuscitar. Como harmonizar a doutrina da ressurreição com a doutrina imortalista?
      2) Como crer que ao morrermos vamos para o Céu se em Hebreus 11:39 e 40 os heróis da fé ainda não obtiveram a concretização da promessa, pois Deus não quer que sem nós eles sejam aperfeiçoados? (1 Coríntios 15:20);
      3) Como crer na doutrina da imortalidade da alma sendo que a eternidade do homem era condicional à obediência a Deus, e, por desobedecerem, Adão e Eva foram privados da árvore da vida para que não se tornassem imortais como Deus? Nós não comemos da árvore da vida… (Gênesis 3:22-23). Outra questão: Por que iremos comer da árvore da vida no céu se nosso “espírito” já é imortal? (Apocalipse 22:2);
      4) Se somos imortais, por que devemos ainda “buscar a imortalidade e a incorruptibilidade”? (Romanos 2:7). Se devemos buscar, é porque não a temos;
      5) Por que Jesus diz ser a morte um sono? (João 11:11-14). Se temos uma “alma” ou “espírito” imortal, por que Jesus disse, após Sua ressurreição, que durante a morte “ainda não tinha subido para o Pai?” (João 20:17).
      6) Como harmonizar a doutrina da imortalidade da alma com o texto de Mateus 16:27, no qual diz que “a recompensa será dada quando Jesus voltar”? Se estivessem os mortos no Céu, no inferno ou num lugar intermediário, já teriam recebido a recompensa antes mesmo do juízo final! Tal doutrina (vida após a morte) não se harmoniza com a doutrina do Juízo, que está no futuro (Atos 17:31).
      7) Jesus disse em João 11.25: “… Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”; (João 11:25 grifo meu); Ele não disse: “… ainda que morra, vive…”. “Ao contrário, Ele declarou, que no futuro trará da sepultura aqueles que morreram nEle (João 5:28 e 29) .

      Quando receberemos a imortalidade.
      Em João 5:24 o Senhor diz que ao cremos nEle, temos a imortalidade garantida. Mas isto não significa que hoje tenhamos recebido a imortalidade. Isto fica claro nos seguintes textos, onde se afirma que a receberemos quando Jesus voltar e ressuscitar os justos:

      Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá (João 11:25).

      E serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tu a receberás na ressurreição dos justos (Lucas 14:14).

      De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia (João 6:40).

      Outros versos:

      Ora, todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram, contudo, a concretização da promessa, por haver Deus provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados (Hebreus 11:39-40).

      Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias, depois, os que são de Cristo, na sua vinda (1 Coríntios 15:23).

      Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor (1 Tessalonicenses 4:13-17).

      Neste texto da carta de Paulo aos Tessalonicenses podemos ver a sequência correta dos eventos antes de recebermos a imortalidade que já nos está assegurada em Cristo:
      1o: Vinda de Jesus;
      2o: Ressurreição dos mortos;
      3o: Transformação dos vivos;
      4o: Arrebatamento dos vivos juntamente com os mortos ressuscitados, indicando assim que iremos para o Céu todos juntos; os mortos não vão primeiro após a morte;
      5o: Encontro com o Senhor nos ares;
      6o: Vida eterna ao lado de Cristo.
      Em 1 Coríntios 15 também podemos observar esta seqüência em detalhes:

      Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória (1 Coríntios 15:51-54).

      1o: Volta de Jesus, anunciada por trombetas;
      2o: Ressurreição dos mortos;
      3o: Transformação dos vivos;
      4o: É-nos outorgada a imortalidade, pois é neste momento que é dito que “tragada foi a morte pela vitória”.
      Eis a sequência apresentada e apoiada pelas Escrituras. Não há como fugir disso. E, não esqueça de que aceitar a Verdade sobre o destino do homem na morte é muito importante, pois pode resultar em salvação ou perdição eterna (Apocalipse 22:15).
      Desejo de todo o coração que Deus lhe ajude em sua pesquisa e que a Verdade da Palavra de Deus faça parte do seu estilo de vida para que seja o sal da terra e a luz do mundo (Mateus 5:13, 14) onde quer que esteja.

      Apocalipse 6:9: É um texto simbólico e não literal.
      almas debaixo do altar. Ao testemunhar o profeta o desdobrar dos acontecimentos, ouviu vozes que vinham de sob o altar, e essas vozes clamavam por justiça. No santuário dos hebreus havia dois altares: o altar de incenso no interior e o de ofertas queimadas fora, no pátio. Os sacrifícios eram oferecidos fora do santuário, sendo o sangue derramado na base do altar de ofertas queimadas. Quando o quinto selo foi aberto, João viu os mártires de Jesus “debaixo do altar” ou “aos pés do altar” (Weymouth). O seu sangue havia sido derramado na causa de Cristo, e subia, por assim dizer, clamando em coro: “Até quando, ó Senhor, até quando!”.
      Não se pode apresentar quadro mais dramático da Reforma que irrompeu no mundo com um chamado para a volta “à Bíblia e à Bíblia só” como o Livro-guia da fé. Foi um clamor a Deus por poder espiritual, e como o sangue de Abel que clamou a Deus por vingança (Gênesis 4:10), um grande apelo foi erguido reclamando a vindicação da verdade pela qual os mártires haviam morrido. Com relação ao altar o Dr. Adão Clark, talvez o maior comentarista do metodismo, diz: “Foi exibida uma visão simbólica, na qual ele viu um altar e sob este as almas dos que haviam sido mortos por seu apego à Palavra de Deus são apresentadas como sendo novamente mortas como vítimas da idolatria e da superstição. O altar está na Terra e não no Céu”
      “As almas são representadas como estando sob o altar, assim como as vítimas mortas sobre ele derramariam o seu sangue por baixo dele e cairiam ao seu lado”. (Urias Smith, The Prophecies of Daniel and Revelation, p. 433). Alberto Barnes, o notável comentarista presbiteriano, diz: “Não devemos supor que isto ocorreu literalmente, e que João tenha na realidade visto as almas dos mártires debaixo de altares, pois toda representação é simbólica. Nem devemos imaginar que no Céu os que foram maltratados e injustiçados clamem por vingança contra os que os maltrataram”. (Notas sobre o Novo Testamento, vol. 9, Livro do Apocalipse, p. 171).
      João estava contemplando o desdobrar do panorama dos séculos. Este era um outro ciclo da História. As vestes brancas são um símbolo da justiça de Cristo (Apocalipse 19:8). Os que vieram da grande tribulação receberam vestidos brancos (Apocalipse 7:13, 14). Constituem eles uma multidão que ninguém pode contar. Verso 9. Somente os vencedores são vestidos com vestes brancas (Apocalipse 3:5). Esta é a veste nupcial (Mateus 22:11, 12) de que Cristo falou na parábola. na grande cena de juízo no Céu, quando os casos individualmente vêm à presença de Deus para exame, cada um é considerado à luz de hereditariedade, oportunidade, ambiente. (Salmo 87:6 – Lucas 10:10-12). E a recompensa será dada a cada um segundo a sua fé e obras sob as circunstâncias em que viveu.

      Mateus 10:28: MATAR A ALMA
      Cristo disse: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (Mateus 10.28). Isso prova que a alma e o corpo são duas coisas distintamente diferentes. O corpo pode ser destruído e a alma permanece. Portanto, a alma é uma entidade separada, que vive para sempre depois da morte do corpo.
      Aqueles que ensinam a doutrina da imortalidade da alma não ensinam somente que as almas dos justos vivem. Ensinam que, embora o corpo seja destruído, a alma não é. Mas este texto explicitamente diz que é possível “fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”. Em outras palavras, é possível “matar a alma”. Certamente, este é o último texto no mundo que o defensor da alma imortal deveria apresentar para apoiar sua crença.
      Mas o crente na imortalidade da alma nos lembrará que o texto no mínimo deixa claro que o corpo é uma coisa e a alma outra e portanto, a alma deve ser considerada uma entidade separada. A palavra grega aqui traduzida por “alma” é psiquê. Isso ocorre em cada exemplo onde a palavra “alma” é encontrada no Novo Testamento na Versão King James. Mas, há muitos exemplos onde psique é traduzida por “vida”. Os tradutores, que não eram inspirados, mas eram crentes em uma alma imortal, variaram a tradução de psiquê de acordo com sua melhor compreensão, e inevitavelmente através dos olhos de sua teologia. Não questionamos sua honestidade, somente sua exatidão.
      Note as seguintes palavras de Cristo conforme traduzidas na Versão Almeida Revista e Atualizada: “Porquanto, quem quiser salvar a sua vida [psiquê] perdê-la-á; e quem perder a vida [psiquê] por minha causa achá-la-á. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma [psiquê]? Ou que dará o homem em troca da sua alma [psiquê]?” (Mateus 16.25, 26).
      Obviamente, os tradutores não podiam traduzir psiquê no verso 25 como “alma” sem criar um dilema teológico de primeira ordem. No verso 26, “perder a psiquê” significa perdê-la no fogo do juízo que devorará os condenados. Mas, no verso 25, Cristo diz que é possível um homem “perder a psiquê” por Sua causa! Os tradutores resolveram um dilema e salvaram sua doutrina da imortalidade da alma traduzindo psiquê como “vida” no verso 25 e como “alma” no verso 26. Poderíamos acrescentar que os tradutores da American Standard Version e os tradutores da Revised Standard Version traduzem psiquê como “vida” em ambos os versos.
      Voltemos agora a Mateus 10.28: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma [psiquê]; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma [psiquê] como o corpo”. Quando a palavra “alma” é substituída por “vida”, como pode adequadamente ser qualquer aparência de um argumento para a doutrina da imortalidade da alma desaparece. De fato, o texto torna-se um dos mais fortes em apoio da doutrina de que virá o dia em que os ímpios terão sua própria vida destruída. E, se isso não significa aniquilamento final, não sabemos como este significado poderia ser transmitido em palavras.

      Já os textos de Paulo 2 Coríntios 5:6-8; 12:1-4 e Filipenses 5:23, nenhum deles o apóstolo está defendendo a existência da alma após a morte. Veja outros textos escrito pelo próprio apóstolo Paulo (1 Tessalonicenses 4:13-18; 2 Timóteo 4:8; 1 Coríntios 15.
      Para quê ressurreição se a alma ou espírito permanecem vivos após morte?
      Realmente crer na imortalidade natural da alma é loucura.
      Recomendo à você o estudo teológico do livro: Imortalidade ou Ressurreição da editora Unaspress.
      Contato:www.unaspress.unasp.edu.br
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • FABIO HENRIQUE MACEDO MENDONCA em 3 de fevereiro de 2013 10:53

    Questionamento de Interpretação
    Caros Amigos e Irmãos: consultem as escrituras sagradas da velha aliança e o Evangelho de Jesus Cristo e terão a revelação verdadeira.
    Lembrem-se, irmãos, a vida espiritual gera a vida espiritual e a vida carnal gera a morte. Da vida provém a vida e da morte provem a morte.
    Quando ainda havia trevas no mundo, Deus disse: Haja luz, e houve luz. A luz não se mistura com as trevas, assim como a vida espiritual não se mistura com a morte.
    Desde o princípio da Criação da Vida, Deus fez separação entre a luz a as trevas (Genesis 1:4) e Deus também fez separação entre a vida e a morte, dizendo: “não cozerás o cabrito com o leite da sua mãe” (Deuteronômios 14:21).
    Deus também disse em outra passagem: “Esforça-te para que não comas o sangue, pois o sangue é a vida; pelo que não comerás a vida com a carne” (Deuteronômios 12:23).
    Vejam, meus irmãos, o leite é o alimento da vida e o cabrito que foi sacrificado é a morte, desde os tempos antigos não era lícito ao povo de Israel comer a morte com a vida. Deus não é Deus de confusão. Deus não mistura a vida com a morte e da morte não provem a vida e da vida não provém a morte, antes esta tem origem no pecado (Romanos 6:23).
    A Bíblia ensina que Jesus deu a Sua vida por nós (João 10:11), assim, como pode ter ele “conservado a vida em si mesmo”.
    Ora, se Jesus conservou a “vida em si mesmo” não pôde dá-la por amor da humanidade.
    Além do mais, a Bíblia diz que Jesus entregou o Seu espírito (João 19:30), diz ainda que Jesus entregou o Seu espírito diretamente nas mãos de Deus e expirou (Lucas 23:46), e que dando um “grande brado” Jesus expirou (Marcos 15:37) e mais uma vez diz o evangelista Mateus “clamando outra vez com grande voz, expirou (Mateus 27:50).
    Irmãos, prestem atenção naquilo que vou lhes dizer, Aquele que “expirou” certamente morreu por nós e não conservou em si mesmo nenhum sinal de vida, porque se assim fosse, não teria morrido, e se não morreu, não levou sobre si os nossos pecados.
    A Bíblia diz que Jesus foi retirado da terra dos vivos, Jesus foi tirado da opressão e do juízo (Isaias 53:8) e que foi atingido pelo pecado de todos nós.
    Em 1ª Coríntios 15:4 está escrito que ele “ressuscitou de acordo com o previsto nas Escrituras”. E o que diz as Escrituras a respeito de sua ressurreição?
    As escrituras dizem: Que Deus não deixaria a Alma (vida) do seu Filho na Sepultura, nem que ele visse a corrupção (Salmos 16:10); Que as saídas para escapar da morte pertencem a Deus (Salmos 68:20); Que Deus irá colocar os inimigos de Cristo aos seus pés, dentre estes inimigos estão o pecado e morte (Salmos 110:1); Que o Senhor Deus disse, Ele próprio aniquilaria a morte (Isaias 25:8); Que a vida de Jesus foi usada para expiação do pecado (Isaias 53:10); Que a ressurreição é para os mortos e que não existe ressurreição de pessoas vivas ou de pessoas “que conservam a vida em si mesmos” (Daniel 12:2).
    Ora, irmãos, Deus é quem ressuscita, é Deus quem liga as feridas (Oseias 6:1-2).
    Assim, queridos, quem ressuscitou Jesus foi o Senhor Nosso Deus e o Espírito Santo e quando Jesus estava morto na sepultura, Nele não havia vida nenhuma, porque Ele expirou, porque Ele DEU a sua vida por mim e por você.
    A vida que o ressuscitou veio do céu, em forma gloriosa, restaurando o que o pecado havia feito com o corpo físico de Jesus, e Ele se levantou novamente para derrotar o poder do pecado e a morte.
    Assim como Jesus, ainda estava vivo e com a plenitude de Deus Nele, ordenou que Lázaro ressuscitasse e saísse para fora; da mesma forma, dos céus veio a ordem de Deus, dada ao Espírito Santo, para que Este ressuscitasse a Jesus.
    A meu ver, o que a Ellen G. White quis dizer é o seguinte: “Que Jesus conservou a vida em si mesmo no seu espírito e não no seu corpo”. Porque o espírito vivifica todas as coisas e a carne não pode dar vida a nenhuma coisa, senão pelo poder uno da Trindade.

    Fábio Henrique Macedo Mendonça



  • Rui Molina em 7 de fevereiro de 2013 12:06

    Muito boa a elucidação que o professor Leandro traz nessa explicação. Faz-nos refletir, temos que saber apenas o que Deus deixou para aprendermos e o que está obscuro ficará para a Eterninadade descobrirmos. Não temos que nos preocupar com alguns mistérios para a nossa mente, porque é isso que o inimigo quer nos confunfir, dissiminar contendas. Devemos nos preocupar com a nossa salvação e ajudar a do nosso próximo. Abraços prof. Leandro.



  • Moacy Soares em 11 de fevereiro de 2013 10:16

    Parabéns Leandro Quadros pela excelente explicação sobre o tema. Que Nosso Deus continue lhe abençoando.



  • Itamar Rocha em 11 de fevereiro de 2013 22:15

    Tirar duvidas sobre textos biblicos é interessante. Dar respostas a perguntas dificeis sobre acontecimento biblicos tbm. Discutir religioes e posiçoes delas já se torna complicado pq niguem dá o braço a torcer. ou seja, todos acham q possuem a verdade.
    Mas a verdadeira religião é pouco praticada e pouco discutida.
    Por que o numero de evangelicos cresceu no Brasil e não diminuiu a criminalidade, ja que mais de 30 milhoes são crentes? e o que vemos é um aumento crescente destas barbaridades.
    Pq ao inves de ficar tentando decifrar enigmas bilbicos, não praticamos o que esta escrito em Tg 1:27?
    um Abraço
    Deus Abençoe
    Itamar Rocha



  • rafael em 2 de março de 2013 0:49

    e serto ter relasoes sexuais no dia santo?



    • Maiara Costa - Equipe em 2 de abril de 2013 12:12

      Olá Rafael!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muitas pessoas — ou por ignorância ou como um meio de justificar seus atos de imoralidade — dizem que Deus condenou toda e qualquer manifestação sexual. Mas a verdade é exatamente o contrário. A Bíblia sempre fala dessa relação aprovativamente — desde que seja limitada a casais casados. E quanto a se relacionar sexualmente nas horas do sábado, dia abençoado e santificado pelo Criador, pode?
      Foi Deus quem criou o sexo. Ele formou humanos, não com o fim de torturar homens e mulheres, mas para proporcionar-lhes satisfação e senso de realização pessoal. Conservemos sempre em mente como foi que isso se deu. O homem sentia-se irrealizado no Jardim do Éden. Embora vivesse no mais belo ambiente do mundo, cercado de animais mansos de toda espécie, ele não tinha uma companheira. Então, Deus retirou de Adão um pedaço de seu corpo, e realizou outro milagre da criação — a mulher — semelhante ao homem sob todos os aspectos, com exceção do aparelho reprodutor. Ao invés de serem opostos, eles se completavam mutuamente. Será que Deus iria ter o trabalho de preparar Suas criaturas, dando-lhes a capacidade de realizar determinada atividade, para depois proibi-los de realizá-la? Não seria o Deus de amor tão descrito na Bíblia. Aquele que não poupou ao seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas (Romanos 8:32).

      Examinando os fatos objetivamente, temos que concluir que o sexo foi dado ao homem, pelo menos em parte, para sua satisfação conjugal. Para termos outras evidências de que Deus aprova o ato sexual entre casais, consideremos a bela narrativa que explica sua origem. De todas as criaturas de Deus, apenas o homem foi criado à imagem de Deus (Gênesis 1:27). Isso torna a humanidade uma criação singular dentre as criaturas da Terra. O verso seguinte explica: E Deus os abençoou, e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos (Gênesis 1:28). A seguir, Ele faz um comentário pessoal acerca de Sua criação: Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom (Gênesis 1:31).

      O capítulo dois de Gênesis apresenta uma descrição mais detalhada da criação de Adão e Eva, incluindo a informação de que o próprio Deus conduziu Eva até Adão, dando-lhe como presente (verso 22) e, evidentemente, apresentou-os um ao outro, e ordenou para serem fecundos. Em seguida, o texto descreve a inocência deles com as seguintes palavras: Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam (verso 25). Adão e Eva não sentiram nenhum constrangimento, nem ficaram envergonhados nessa ocasião, por três razões: haviam sido apresentados um ao outro por um Deus santo e reto, que lhes ordenara que se amassem; sua mente não estava preconcebida quanto a culpa, pois ainda não havia sido feita nenhuma proibição relativa ao ato sexual; e não havia outras pessoas por ali, para observarem suas relações íntimas.

      Fora do Éden, após o pecado da desobediência, o primeiro casal e todos os demais enfrentaram as conseqüências. Preocupado com a saúde e bem estar dos seus filhos, Deus pede que as relações sexuais sejam evitadas no período que a mulher esteja menstruada. “Não tenha relações com uma mulher durante a menstruação”. (Levítico 18:19)

      Vários séculos depois, o profeta Ezequiel registrou as palavras de Deus que relacionam o “homem justo” com aquele que não se chega “à mulher na sua menstruação” (Ezequiel 18:5 e 6). Hoje podemos compreender que, por razões higiênicas e estéticas, a penetração deve ser descartada durante as regras da mulher. Não há na Bíblia, um mandamento que diga que o sexo no sábado é pecado. O sábado é santo, o casamento é santo e o ato sexual deve ser santo. “O casamento deve ser honrado por todos; o leito conjugal, conservado puro; pois Deus julgará os imorais e os adúlteros”. (Hebreus 13:14)

      A única proibição da Bíblia diz respeito a atos sexuais extra ou pré-conjugais. A abstinência de sexo em um dia da semana ou em uma ocasião específica deve ser uma decisão exclusiva do casal.

      “O homem deve cumprir o seu dever como marido, e a mulher também deve cumprir o seu dever como esposa. A esposa não manda no seu próprio corpo; quem manda é o seu marido. Assim também o marido não manda no seu próprio corpo; quem manda é a sua esposa. Que os dois não se neguem um ao outro, a não ser que concordem em não ter relações por algum tempo a fim de se dedicar à oração. Mas depois devem voltar a ter relações, a fim de não caírem nas tentações de Satanás por não poderem se dominar”. (1 Coríntios 7:3-5)

      O casal que concorda em não fazer sexo e se dedica a práticas religiosas, deve ser respeitado. Deus não tem prazer na infelicidade de ninguém, Ele deseja que todos tenham vida abundante. É importante lembrar que sexo é, também, uma necessidade natural. Há organismos que ficam mais dias sem tal prática, outros não. O Criador conhece cada caso. O sexo entre um homem e uma mulher os torna uma só pessoa, uma só carne, uma bênção. Essa união foi estabelecida por um Deus que criou seres humanos a Sua imagem e semelhança. O sexo criado pelo Senhor não tem nada com a pornografia dos dias atuais.

      Se “é lícito, nos sábados, fazer o bem” (Mateus 12:12); salvar uma ovelhinha, amar, fazer um carinho, alimentar-se, não configuram pecado. Fazer sexo no sábado não é um ponto de tensão na Bíblia. A questão a se refletir é que tipo de sexo está sendo praticado, se o sexo está sendo feito de forma santa ou profana, se essa experiência enobrece e eleva os filhos de Deus a uma experiência benéfica para o corpo, mente e espírito. Se Deus está sendo honrado ou não. Esse princípio reflexivo vale para tudo que fizermos na vida, especialmente no dia em que o Criador nos convida para um encontro especial com Ele. (Êxodo 20:8-11)

      No livro de Provérbios, a relação sexual não tem limitações de tempo, pois está escrito: “Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias” (Provérbios 5:19). Obviamente, em todo o tempo e sempre incluem os sete dias da semana. Lamentavelmente, ainda existe na grande comunidade cristã o preconceito milenar de que o sexo teve algo a ver com o pecado original do casal edênico. Portanto, crê-se que é um “mal necessário” para procriar, mas que fora isso, praticá-lo por puro prazer é promover as “concupiscências da carne” e desejar o pecado. Tal postura é totalmente antibíblica. Você acha que Adão recebeu Eva e a ordem para o ato de procriar na sexta e ficou esperando até no domingo? Portanto, se o sábado é santo, e o sexo no casamento é tão santo, não há nada que poderia se combinar melhor, ao ponto de podermos dizer que não haveria um dia mais adequado para tanto. Aconselha-se a leitura do livro “O Ato Conjugal”, de Tim e Beverly LaHay, Editora Betânia.

      Por fim, não há nada que possa tornar ilícito ou imoral o ato sexual no dia do sábado. Isto é, desde que seja um ato legítimo que não interfira com o dar a primazia a Deus e às atividades sagradas do sábado planejadas pela igreja. Embora seja legítimo fazê-lo no sábado, não se deveria planejá-lo sistematicamente para esse dia, como tampouco para nenhum dia específico da semana, dando assim lugar à espontaneidade.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Conte conosco para o que precisar.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Myrian andrade em 2 de março de 2013 18:58

    Gostaria d saber se as minhas ofertas eu posso usar para ajudar o próximo? Pq segundo a bíblia as ofertas tem o mesmo valor que os dízimos



    • Maiara Costa - Equipe em 3 de setembro de 2013 10:52

      Olá Myrian!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Você pode sim ter uma oferta especial para ajudar o próximo, contudo não se esqueça que um dos objetivos da oferta é a manutenção da igreja, pois o dízimo é unica e exclusivamente para pregação do evangelho e manutenção daqueles que vivem do evangelho em periodo integral.
      Que deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • kelvison richer silva de oliveira em 31 de março de 2013 20:35

    pastor por que eu nao consigo perduar minha irma? preciso saber dessa resposta e nao sei se irei ser salvo



    • Maiara Costa - Equipe em 1 de abril de 2013 12:16

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Kelvison!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por sua participação.
      Você já tentou perdoar a sua irmã? Já pediu para Deus desenvolver em você essa capacidade? Pois o perdão é algo que nós não temos naturalmente facilidade de conseguir ofertar. Mas a Palavra de Deus nos garante que se nós verdadeiramente quisermos, receberemos poder para isso (Filipenses 4:13; 2:13; Efésios 4:32).
      Lembrando-se que perdoar não é passar por cima dos próprios sentimentos, ou simplesmente “dar a outra face”. É um processo longo e dolorido, pois é um ato voluntário de renúncia ao direito legítimo de estar ressentido, de julgar negativamente o ofensor ou agressor e demonstrar uma atitude de compaixão e generosidade para com ele, apesar de não merecer. Perdoar não é a negação dos sentimentos de mágoa, ira e rancor. É reconhecer os sentimentos e então escolher NÃO agir por eles. Também significa que os maus sentimentos podem voltar e que talvez seja preciso perdoar mais de uma vez. Também não é desculpar alguém. A desculpa ocorre quando há a compreensão de que a pessoa não é culpada pelo que fez. O perdão é necessário quando se culpa alguém por algo que aconteceu. É ter uma pessoa culpada, mas apagar o registro da falta por uma escolha consciente. Também não é esquecer, esquecem-se mágoas triviais, mágoas que não precisam de perdão. O perdão não é um sentimento, é uma escolha. A escolha que fazemos de não manter a mágoa em relação à pessoa ofensora, injusta.
      Que possa existir em você querido amigo o mesmo sentimento que existiu em Cristo Jesus (Filipenses 2:5; Romanos 5:8). Peça ao Espírito Santo que derrame em seu coração o amor (Romanos 5:5).
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Conte conosco para o que precisar.
      Equipe do Na Mira.



  • Tyago em 10 de abril de 2013 8:36

    Olá Professor Leandro, é um prazer acompanhar o programa Na Mira da Verdade.

    Professor Leandro, eu tenho uma dúvida muito grande com relação à questão da morte. Em Ecl.3:20; 21 e 12:7, que abrange a questão do destino da carne e do espírito. Sabemos que apenas ele retorna a Deus, mas o que é feito com ele? Poderíamos esperar por esse resposta somente no Céu. Det 29:29. Porém, lendo a bíblia encontrei em Lucas 16:19-31 a parábola do rico e lázaro e fala exatamente em inferno. Ora, fica minha dúvida o inferno existe mesmo, já que no versículo 23 está escrito “… E, no Hades, ergueu os olhos, estando em tormentas…”.
    Entro também em outra questão. Nas redes sociais estão divulgando um vídeo de uma moça chamada Angélica Zambrano, que declara ter sido chamada pelo Senhor para conhecer o céu e o inferno, e inclusive, algumas de suas declarações estão de acordo com a Bíblia e visões de Ellen White.



    • Maiara Costa - Equipe em 10 de abril de 2013 10:23

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Tyago!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Em relação a Lucas 16:19-31 gostaria de recomendar à você que acesse: http://novotempo.com/namiradaverdade/2009/08/25/o-relato-do-rico-e-lazaro-lucas-1619-31/ e terá uma explicação teológica dessa parábola.
      Sobre Angélica Zambrano a Bíblia nos orienta que todo pretenso “profeta” deve ser avaliado pela própria Palavra de Deus por quatro testes bíblicos.
      Os critérios usados para avaliar um profeta (se é verdadeiro ou falso) estão expressos de modo objetivo nas Escrituras:

      1) O profeta deve andar em conformidade com “a lei e o testemunho”: “Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva”. Isaías 8:19-20.
      Além de não ter parte em nenhuma forma de espiritualismo, o verdadeiro orador tem que viver de acordo com a Lei e o testemunho de Jesus (os escritos dos profetas – a Bíblia toda). Isto quer dizer que um servo de Deus jamais irá ensinar uma pessoa a transgredir as Leis do Criador, inclusive o 4o mandamento que ordena santificarmos o 7o dia da semana – o Sábado – em memória do Criador (Êxodo 20:8-11).

      2) Todas as predições do profeta devem se cumprir: “O profeta que profetizar paz, só ao cumprir-se a sua palavra, será conhecido como profeta, de fato, enviado do SENHOR”. Jeremias 28:9.
      Tudo o que a pessoa falar deve se cumprir, não apenas parte.

      3) O profeta não induz o povo à apostasia (a afastar-se de Deus, a desobedecê-Lo): “Quando o profeta ou sonhador se levantar no meio de ti e te anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio de que te houver falado, e disser: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras desse profeta ou sonhador; porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma”. Deuteronômio 13:1-3.
      Um bom líder religioso deve estimular as pessoas a amarem a Deus acima de todas as coisas e amar ao próximo. Mas também a obedecer a Lei de Deus, que é uma expressão de Seu caráter e nossa proteção contra as consequências do pecado.

      4) Ele (a) reconhece e aceita a encarnação de Cristo: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo”. 1 João 4:1-3.
      Isso é de vital importância. O profeta que vem de Deus nunca negará que Jesus encarnou e veio a este mundo para morrer pelos nossos pecados. Muito menos negará a Divindade do Salvador (João 1:1-3; 14; Romanos 9:5).
      Deve-se destacar que há falsos profetas que dizem aceitar a encarnação de Cristo. Para avaliarmos a veracidade das profecias ou ensinos deles devemos usar todos os outros critérios mencionados anteriormente.
      Faça da Bíblia a sua única regra de fé e prática (João 5:39) e jamais coloque os sentimentos acima da Revelação Escrita. Compare tudo o que alguém disser com a Palavra de Deus. Nisso estará a sua segurança contra os falsos ensinadores: “As pessoas dali eram mais bem educadas do que as de Tessalônica e ouviam a mensagem com muito interesse. Todos os dias estudavam as Escrituras Sagradas para saber se o que Paulo dizia era mesmo verdade.” Atos 17:11 – Nova Tradução Na Linguagem de Hoje.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Seu nome (obrigatório) em 22 de abril de 2013 3:21

    Olá Professor Leandro!,

    Gostaria de saber pq vcs afirmam q ñ existe vida após a morte se Moisés e Elias apareceram a Jesus?
    Então?existe ou ñ?….pq depois de mortos Jesus não poderia vê-los!
    Abraço
    Rodrigo Cravo



    • Maiara Costa - Equipe em 22 de abril de 2013 14:37

      Olá estimado amigo Rodrigo!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por sua pergunta.
      Primeiramente Elias não morreu, mas foi trasladado vivo ao céu (2 Reis 2:9-14).
      Segundo: Moisés foi ressuscitado por Cristo (Judas 9).
      Pois, de fato a Bíblia não ensina a crença da imortalidade da alma.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Edson De Alvarenga Sodre em 9 de maio de 2013 23:17

    Prof. Leandro Quadros.
    A Bíblia diz que Jesus é as primícias da ressurreição ( para a vida eterna), então Moisés não pode ter ressuscitado antes dele. E o versos nove de Judas é isolado, não tem embasamento para afirmar a ressurreição de Moisés. Por motivo de você não aceitar vida após a morte, também não alcançam, e por isso tentam explicar o que você não conhece. Por favor me responda, Romanos 8:16,23 O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito,igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo. I Coríntios 2:11 porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus. I Coríntios 5:5 entregue a Satanás para a destruição da carne, a fim de que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus. João 4:24 Deus é Espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade. Todos estes verso fala do espírito do homem, com consciência, faculdade, capaz de aprender. Deus te abençoe



    • Maiara Costa - Equipe em 17 de setembro de 2013 14:16

      Olá Edson!
      A ressurreição de Moisés seria contraditória, se na Bíblia em nenhuma parte comentasse que isso realmente aconteceu. Porém a Bíblia comenta esse fato.
      Em Deuteronômio 34 nos versos 1 ao 6 é nos apresentado o relato da morte de Moisés. E ali a Bíblia nos diz que foi o próprio Senhor que o sepultou.
      Quando vamos a Mateus 17:1-8, Marcos 9:2-8 e Lucas 9:28-36 percebemos uma cena muito interessante. Jesus sobe o monte com três de seus discípulos (Pedro, Tiago e João) e se transfigura na frente deles, ou seja, Cristo assume a Sua forma gloriosa divina e quem aparece?
      Moisés e Elias, como isso é possível?
      Elias todos sabemos que foi trasladado para o céu vivo (2 Reis 2:9-13), ou seja, não passou pela morte e Moisés todos sabemos que morreu. Como Moisés poderia estar ali presente se não houvesse sido ressuscitado?
      Para isso precisamos ir até Judas no verso 9 e entenderemos que ali naquela ocasião Moisés foi ressuscitado por Miguel (que é um dos nomes de honra de Cristo).
      O que os discípulos contemplaram ali foi o reino de Deus em miniatura, pois estava sendo representado o que acontecerá no retorno glorioso de Cristo (1 Ts 4:13-18). Elias representando os vivos que serão transformados e Moisés representando os mortos que serão ressuscitados. Pois, as primícias no Antigo Testamento apontava para Cristo e a ressurreição que será efetuada por Ele na Sua segunda vinda (1 Co 15:23).
      Portanto, não há contradição na ressurreição de Moisés com texto de 1 Coríntios 15:20, pois esse texto não está dizendo que Cristo seria o primeiro a ressuscitar, mas sim que por causa de Sua ressurreição todos os que morreram crendo nEle poderiam ser ressuscitados naquele dia quando Ele voltar (1 Co 15:13,14). É nesse sentido que podemos dizer que Moisés, Elias e Enoque foram para o céu como uma espécie de cheque pré datado, pois o preço foi pago na cruz. Se analisarmos outros textos bíblicos perceberemos que outras pessoas foram ressuscitadas antes de Cristo.
      Moisés não anelava uma pátria terrestre, mas sim a celestial (Hebreus 11:13-16; Filipenses 3:20).
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Lucas Pereira em 11 de maio de 2013 0:35

    Rm 8:11 diz: “E, se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vocês, aquele que ressuscitou a Cristo dentre os mortos também dará vida a seus corpos mortais, por meio do seu Espírito, que habita em vocês.”

    O texto estaria dizendo que o Espírito ressuscitou a Jesus se fosse assim: “E, se o Espirito que ressuscitou Jesus…” e ocultasse a palavra “daquele”.
    Me parece implícito no texto que o “daquele” é referindo-se ao Espirito que pertence a Deus, que o ressuscitou dos mortos. (v.9)

    O Pai o chamou, e Ele saiu pela vida que havia em si mesmo.



  • Edson de Alvarenga Sodré em 15 de maio de 2013 20:00

    Prof. Leandro Quadros
    Vocês aniquilacionistas, não creem em um espírito consciente após a morte física. mas, não responde Moisés falando com Jesus. E citar Judas versos 9 não resolve pois é um versículo isolado, e o mesmo não cita textualmente que Moisés foi ressuscitado. Citar Romanos 5:14 nada tem a ver com Judas, e nele fala de justificação etc.Fique na paz.



    • Maiara Costa - Equipe em 17 de setembro de 2013 9:53

      Olá Edson!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      A Bíblia ensina a doutrina da ressurreição do corpo (1 Coríntios 15)e não da imortalidade da alma que é uma crença pagã vinda da cultura grega. Cristo quando voltou da morte, veio como um espírito imaterial ou com um corpo físico?
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • samid em 15 de maio de 2013 22:36

    Quem ressucitou Jesus a bíblia informa, em Hebreus 13:20 e zefini. A palavra trindade não existe na bíblia o espirito santo é a força ativa de Deus e não é uma pessoa, senão ela estava tambem incluida em joao 17:3, não compliquem.



    • Maiara Costa - Equipe em 5 de setembro de 2013 14:41

      Olá Samid!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O fato de não constar o nome “Trindade” nas Escrituras não seria uma prova de que não existe o Espírito Santo ou a Trindade?
      Tal “argumento” demonstra-se infundado por si só, pois “no livro Divino também não se encontram palavras como Bíblia, Milênio, Teocracia e outras que igualmente não repudiamos, porque o que se busca nas Escrituras são fatos e não nomenclatura”.
      Também não são mencionadas palavras como “ascensão” e “encarnação”, doutrinas defendidas por praticamente todos os cristãos. Nem por isso deixaremos de crer na ascensão de Cristo e em sua encarnação.
      A existência do Espírito Santo é claramente expressa nas Escrituras (II Coríntios 13:13; Mateus 28:19; Gênesis 1:26, etc.) e tal doutrina é fundamental para o cristão e o cristianismo. Negá-la seria o mesmo que negar ao próprio Deus.
      “Então, disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo? Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus”. Atos 5:3-4.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • helena kapp em 24 de maio de 2013 15:33

    so pra corrigir: o escritor do evangelho de joao nao e o mesmo das cartas e do apocalipse o evg foi escrito p joao batista o precursor, as cartas, p joao o dissipulo amado



    • Maiara Costa - Equipe em 20 de agosto de 2013 10:23

      Olá Helena Kapp!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      João Batista estimada amiga não escreveu nenhum livro na Bíblia. Não foi para isso que ele foi chamado.
      Tanto o Apocalipse, como o evangelho e as cartas foram escritas por João o discípulo amado.
      Faça uma comparação dos prólogos do evangelho, da carta e do Apocalipse (João 1:1-14; 1 João 1:1-4; Apocalipse 1:1-4) e perceberá que o estilo da escrita é o mesmo, sendo que no prólogo da carta e do Apocalipse perceberá que o quem os escreveu foi testemunha ocular das grandes coisas que Jesus fez, e isso João Batista não foi, visto que foi morto antes.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Aline Rivas em 24 de maio de 2013 22:22

    Olá ,bom gostaria de saber como posso indentificar um desenho (anime) ser ou não bom para assistir ,pois sempre colocam por ai que todos possuem mensagens sobliminares e sinais . Sendo que muitos tem um eredo bom e não aparenta nada ruim.Mas crianças tendem a acreditar em tudo que veem .Como podemos saber se é bom ou não assistir ?



    • Maiara Costa - Equipe em 20 de agosto de 2013 10:45

      Olá Aline!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Há um princípio bíblico que poderá te ajudar em relação as suas escolhas.
      “Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas”. Filipenses 4:8
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • junior em 15 de junho de 2013 17:59

    gosto muito do programa . todos de parabens



  • Marcos Andrade em 6 de julho de 2013 10:57

    Não amigo, a referência é Romanos 8:11 e não Romanos 1:8. Abraços!



    • leandroquadros em 8 de julho de 2013 11:47

      Obrigado pela correção, Marcos. Um abraço!



  • Alberto em 30 de setembro de 2013 21:26

    Eu não consigo entender esse negócio da trindade,se Deus é pai e jesus é filho,quem é o espirito santo



    • Maiara Costa - Equipe em 1 de outubro de 2013 16:51

      Olá Alberto!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por seu contato com o programa Na Mira da Verdade.
      A seguir fareis as considerações referentes ao seu questionamento. Vamos à resposta:

      Trindade: Crença cristã de que a Divindade consiste de três pessoas divinas e coeternas (Pai, Filho e Espírito Santo), que são “um” em natureza, caráter e propósito. Não existem três deuses, e sim um Deus manifesto em três pessoas.

      Dentro do plano de salvação cada um desempenha uma função diferente. O Espírito Santo é o Consolador (João 14:16) e desempenha as seguintes tarefas:

      • João 16:8. (Convence do pecado).
      • João 3:3-5; Tito 3:3-5. (Converte o pecador).
      • 1 João 1:9; Efésios 3:16-19. (Purifica do pecado).
      • Atos 1:8. (Comissiona o crente e o fortalece para o serviço).

      Despeço-me com um texto para a reflexão:

      “Escolhidos de acordo com o pré-conhecimento de Deus Pai, pela obra santificadora do Espírito, para a obediência a Jesus Cristo e a aspersão do seu sangue: Graça e paz lhes sejam multiplicadas”. 1 Pedro 1:2

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira



  • Albert em 6 de dezembro de 2013 10:28

    :Prezados, acredito que a interpretação do texto de Rm 8:11 esteja equivocada ou mal interpretada.

    Nesse texto deixa explicito que apenas Deus o Pai esteve envolvido no processo de ressurreição de Cristo. O fato de Paulo ter mencionado o Espírito, foi apenas para dizer que o “Espírito de Deus deve habitar e vivicar as pessoas”. “Daquele que ressuscitou” ou seja, ao meu entender, está claro a referencia a Deus o Pai.



  • Camila Bolognesi em 4 de janeiro de 2014 19:13

    Professor Leandro Quadros muito esclarecedor. devemos ter nossos questionamentos, pois eles nos fazem ver com mais clareza a verdade, e estarmos prontos a defendê-la pela certeza que temos nela. Por exemplo nunca tinha pensado na questão de que Jesus não tinha morrido, claro que eu creio que Ele morreu, mas foi bom ler esse questionamento, pois estarei mais preparada a responder quando em algum momento surgir.
    Sou uma admiradora do seu trabalho, oro a Deus para que Ele me dê toda essa sabedoria que um dia você pediu. Tiago 1:5 – 6, me conforta em saber que com fé e acreditando também posso ter essa sabedoria na palavra de Deus.
    Continue no caminho do Senhor.



  • Marcelo em 21 de janeiro de 2014 2:01

    Poxa vcs apelam para o ridículo mesmo. A Bíblia fala em vários textos que Deus, o Pai de Jesus, foi quem o ressuscitou. Por favor vamos começar a tratar as pessoas com seriedade.



    • Maiara Costa - Equipe em 21 de janeiro de 2014 9:22

      Olá Prof° Marcelo!
      Obrigado por seu contato com o programa Na Mira da Verdade.
      Pois bem, analisando o artigo que foi escrito estimado amigo, nada há de ridículo ou apelação, visto que o todo das Escrituras foi avaliado para que não houvesse má interpretação. Isso é uma das regras básicas de hermenêutica, portanto, mesmo respeitando a sua opinião discordo da forma como ela foi feita.
      Nada há de ridículo mencionar a atuação da divindade na ressurreição de Cristo.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira



      • Arnaldo Ribeiro ou Israel em 21 de maio de 2014 18:52

        AQUI ESTÁ A RESSURREIÇÃO DE CRISTO E A CONSEQUENTE CONSUMAÇÃO DA ESPERANÇA:
        (AT.4.33) COM GRANDE PODER OS APOSTOLOS DAVAM O TESTEMUNHO DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR JESUS, E EM TODOS ELES HAVIA ABUNDANTE GRAÇA: (JB.6.40) DE FATO A VONTADE DE MEU PAI É QUE TODO HOMEM QUE VIR O FILHO E NELE CRER, TENHA A VIDA ETERNA, E EU O RESSUSCITAREI NO ÚLTIMO DIA: (2CO.10;7) OBSERVAI O QUE ESTÁ EVIDENTE:
        (IS.66.5) Ouvi a palavra do Senhor, vós que temeis a palavra do Senhor;(AM.5.4) pois assim diz o Senhor à Casa de Israel: Buscai-me e vivei: (JR.30.24) Nos últimos dias entendereis isto:(AP.9.6) Naqueles dias os homens buscarão a morte e não a acharão, também terão ardente desejo de morrer, mas a morte fugirá deles: (LC.6.27) Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: (LC.12.32) Não temais, ó pequenino rebanho, porque o vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino: (JB.10.11) Eu sou o bom Pastor: O bom Pastor dá a vida pelas ovelhas: (JB.10.28) Eu lhes dou a vida eterna, jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão; (IS.30.12) pelo que assim diz o Santo de Israel:
        Enquanto o Brasil dormia o profundo sono da inconsciência DEITADO ETERNAMENTE EM BERÇO ESPLÊNDIDO, o meu povo padecia na BABILÔNIA, vegetando sob o jugo do pecado da MENTIRA, da DESORDEM, e do REGRESSO: Mas, ao acordarmos em JERUSALÉM, irmanados pelo poder do Amor Eterno, eis que deparamo-nos com o caminho da VERDADE, da ORDEM, e do PROGRESSO: E, agora, já podemos cantar que verdadeiramente NÃO TEMEREMOS A PRÓPRIA MORTE: E o pavilhão nacional também já passou a tremular consagrado soberanamente para ostentar os símbolos da vitória da nossa fé: LOUVADO SEJA DEUS:
        (TG.2.8) Se vós, contudo, observais a Lei Régia segundo a escritura:(HB.10.15) Disto nos dá testemunho também o Espírito Santo; porquanto Este diz: (1CO.15.18) Os que dormiram em Cristo, pereceram: IS.16.14) Agora, porém,
        Ele fala e diz: (AP.22.13) Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim (JB.10.30) Eui e o Pai somos Um: (GN.31.11) Eis-me aqui: (JB.10.10) Eu vim para que tenhais vida, e a tenham em abundância, (HB.2.15) e para livrar a todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida: (MT.24.4) Vede que ninguém vos engane, (CL.3.3) porque morrestes, e a vossa vida estava oculta juntamente com Cristo em Deus: (DT.29.4) Porém o Senhor não vos deu coração para entender, nem olhos para ver, nem ouvidos para ouvir até ao dia de hoje; (SL.106.33) pois foram rebeldes ao Espírito de Deus, e Moisés falou irrefletidamente: (HB.2.1) Por esta razão, importa que nos apeguemos com mais firmeza às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos:
        (RM.5.5) Ora, a esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi outorgado: (RM.10.11) Todo aquele que nele crê não será confundido: (JB.19.30) Está consumado! (AT.2.32) A Este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas: (MT.26.54) Como, pois, se cumpririam as escrituras, segundo as quais assim deve suceder?(RM.8.24) Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que Alguém vê, como o espera? (2SML.22.47) Vive o Senhor, e bendita seja a minha rocha! Exaltado seja o meu Deus, a rocha da minha salvação!
        (SL.32.11) Alegrai-vos no Senhor, e regozijai-vos, ó Justos, exultai, todos vós que sois retos de coração: (2PE.1.2) Graça e paz vos sejam multiplicadas , no pleno conhecimento de Deus e de Jesus Nosso Senhor:
        Estudai, praticai e divulgai os fundamentos cristãos que temos postado na internet, em particular no BLOG DE ARNALDO RIBEIRO OU ISRAEL :
        (IS.42.21) Foi do agrado do Senhor, por amor da sua própria justiça, engrandecer a lei, e fazê-la gloriosa; (1CO.15.45) pois assim está escrito:O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente, o último Adão, porém, é Espírito vivificante:; (1CO.15.21) visto que a morte veio por um homem, também por um HOMEM veio a ressurreição dos mortos; (1CO.15.22) porque assim como, em Adão todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo:

        (CT.) C A N T A R E S D E S A L O M A O :
        (AR.17.2)
        Por inspiração divina, um brasileiro já cantava assim:

        VEM VAMOS EMBORA QUE ESPERAR NÃO É SABER: QUEM SABE FAZ A HORA NÃO ESPERA ACONTECERR:

        E para descontrair acatemos a sugestão escondida na parábola acima, qual seja:

        S E R M Ã O D E S O L A : C A N T A
        (IL.17.2)