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Quatro pressupostos antibíblicos da teoria dos “sete papas” em torno de Apocalipse 17


[Para baixar este artigo em pdf, clique aqui: Pressupostos Equivocados da Teoria dos Sete Reis em Apocalipse 17]

Introdução – Especialmente na internet tem circulado uma teoria especulativa em torno do livro do Apocalipse que, obviamente, não possui embasamento bíblico e histórico na interpretação de Apocalipse 17:9-11. Antes de mencioná-la, transcreverei o texto bíblico para nossa contextualização:

“Aqui está o sentido, que tem sabedoria: as sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis, dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco. E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição”.

Resumidamente, alguns creem que os “sete reis” mencionados nos versos 9 e 10 são “sete papas”, e que o “oitavo rei” será o último antes de Jesus voltar a esse mundo. Já se chegou a especular que esse “oitavo” seria o papa João Paulo II personificado por Satanás, porém, atualmente alguns adeptos dessa teoria creem ser ele Satanás personificando a segunda vinda de Cristo.

Para interpretar o texto como sendo uma referência a “papas”, eles tomam como base (entre outras coisas): (1) a presença do poder papal nas profecias de Daniel e Apocalipse, sendo este representado pelo “chifre pequeno” e pela “besta”[i], respectivamente[ii]; e (2) o ano de 1929 como momento “inicial” para a contagem dos “papas” ou “reis” de Apocalipse 17:9-11.  Detalharei mais esse segundo ponto:

O ano de 1929 é tido como base para o início da profecia de Apocalipse 17:9-11 porque nesse período o Vaticano foi estabelecido como Estado, após a assinatura do Tratado de Latrão[iii]. Esse Tratado deu ao sistema papal independência e poder de caráter civil e político.

De acordo com alguns desses intérpretes, esse poder político e civil que o papado recebeu em 1929 ocasionou a cura da “ferida mortal” que este havia recebido (Ap 13:3) quando, em 1798, o general Berthier, à mando de Napoleão Bonaparte, prendeu o papa Pio VI e o exilou na França (onde morreu um ano e meio depois), dando fim a um domínio papal que durava pouco mais de 1000 anos.

Sendo assim, devido ao restabelecimento do poder papal em 1929 com o Tratado de Latrão, alguns alegam que os “sete reis” de Apocalipse 17:9-11 devem ser entendidos como “sete papas” que assumiram o trono a partir do referido ano, sendo eles, respectivamente:

  • 1º: Pio XI – Achielle Ratti (1922-1939);
  • 2º: Pio XII – Eugênio Pacelli (1939-1958);
  • 3º: João XXII – Ângelo Giuseppe Roncalli (1958-1963);
  • 4º: Paulo VI – Giovanni Battista Montini (1963-1978);
  • 5º: João Paulo I – Albino Luciani (1978, liderando a igreja por 33 dias);
  • 6º: João Paulo II – Karol Wojtyla (1978-2005);
  • 7º: Bento XVI – Joseph Cardinal Ratzinger (2005 – ?).

Seguindo a lógica dessa teoria, Joseph Ratzinger, que renunciou definitivamente em 28 de fevereiro de 2013, seria o “último” papa antes de Satanás – o “oitavo rei” (besta do abismo em Apocalipse 17) personificar a Jesus Cristo e enganar todo o mundo. Um dos proponentes dessa teoria até reconheceu ser essa uma “conclusão perigosa e cheia de riscos […]” e que “se o sétimo papa Bento XVI morrer e for escolhido mais um papa, teremos de rever esse estudo e Deus nos dará humildade para prosseguirmos na busca da verdade […]”[iv].

Porém, surgiu no cenário mundial o papa Francisco e agora, ao invés de um dos proponentes de tal teoria (de que Ratzinger seria o último papa) rever seu estudo com “humildade”, elaborou uma nova “versão” do referido mito, continuando assim a propagar suas conclusões “perigosas e cheias de risco”[v].

De maneira sucinta, o presente artigo tratará de pelos menos quatro  pressupostos errados dessa teoria dos “sete papas”. Quando refutados biblicamente e historicamente, auxilia ao leitor atento a desacreditar essa teoria, e a se posicionar ao lado do método historicista de interpretação das profecias, seguido pela maioria dos protestantes de fala inglesa até o século 19, e adotado pelos pioneiros adventistas desde os primórdios do movimento milerita[vi].

Não será feita uma exegese (interpretação, com base também no grego) de Apocalipse 17, nem apresentaremos as opiniões de outros protestantes que não adotam o método historicista para a interpretação das profecias. Para uma análise de interpretações não historicistas, o leitor poderá ler, por exemplo, o comentário de R. N. Champlin sobre o referido capítulo do Apocalipse[vii], tendo o devido cuidado com as interpretações do referido comentarista que não possuem base bíblica.

Já as interpretações historicistas (além das que mencionamos neste artigo) para Apocalipse 17, aceita no meio teológico adventista do sétimo dia, podem ser conhecidas resumidamente nas notas de rodapé sobre o referido capítulo bíblico na obra An Exhaustive Ellen G. White Commentary on Revelation, vol.2[viii].

 

Pressupostos equivocados – São quatro os principais “pilares” dessa interpretação futurista de Apocalipse 17:9-11:

1. Os “sete reis” são “sete papas” que assumiram, diríamos assim, a direção do Romanismo desde 1929. Consequentemente, após o “sétimo rei” ou “papa”, Jesus voltará muito em breve.

Portanto, para esses irmãos, os “sete reis” precisam ser entendidos de forma literal e não como “reinos”. Obviamente, isso se ajusta à interpretação especulativa de que Apocalipse 17 trata de “sete papas”, ao invés de enfatizar o papado como um todo, como o faz a profecia Apocalíptica (ver Dn 7:25; Ap 12:6; 13).

2. Por suposto, a data de 1929 tem uma importância crucial no cenário profético de Apocalipse 17.

3. O Apocalipse é um livro para o futuro e, portanto, Apocalipse 17 não pode ser interpretado de uma perspectiva passada. Para os adeptos da teoria dos “sete papas”, sendo que o capítulo 17 apresenta uma linguagem “futurista”, é insustentável afirmar que um dos “reis” de Apocalipse 17 tenha sido Roma Imperial (v. 5, na Nova Versão Internacional: ‘São também sete reis. Cinco já caíram, um ainda existe’), ao invés de “João Paulo II” (de acordo com a ideia deles).

4. Outro pilar de tal interpretação futurista de Apocalipse 17 sustenta que a expressão “pouco tempo” (Ap 17:10), aplicada ao “sétimo rei” ou “sétimo papa”, indica que o papado não pode estar sendo mencionado na profecia. Para esses intérpretes, sendo que o papado existe por muitos séculos, “pouco tempo” não é uma referência adequada ao sistema papal, mas, a um papa em particular, que permaneceria no comando da Igreja Católica por um curto período.

A seguir, serão analisadas criticamente, de modo sucinto, essas referidas falhas pressuposicionais que, obviamente, evidenciarão que também as conclusões de tais intérpretes de Apocalipse 17:9-11 foram equivocadas.

Desse modo, todo estudioso comprometido com a totalidade das Escrituras (cf. Lc 24:27, 44) rejeitará, sem dificuldades, a teoria de que Apocalipse 17 aborda “papas isolados”, ao invés do sistema papal como um todo.

 

A Interpretação futurista do Apocalipse – A maior falha da teoria dos “oito papas” é jogar toda a profecia do capítulo 17 para o futuro. Essa interpretação futurista adotada essencialmente por teólogos dispensacionalistas, não está em harmonia com o método historicista de interpretação das profecias, que considera o livro do Apocalipse sobre uma perspectiva passada, presente e futura.

O testemunho dos próprios livros de Daniel e Apocalipse comprova de maneira inquestionável que o historicismo é o meio correto para entender tais livros proféticos. No livro de Daniel são feitas predições durante o exílio babilônico de Israel, porém, o ponto culminante é o estabelecimento do reino de Deus no fim dos tempos (Dn 2, por exemplo). Isso mostra que a profecia transcorre, perpassa a história, de modo que jogá-la apenas para o futuro é uma distorção do princípio interpretativo que existe no próprio livro de Daniel.

O mesmo ocorre com o livro do Apocalipse. João o escreveu com uma mensagem para as “sete Igrejas da Ásia” (Ap 1:4, 5), mas a amplitude de sua mensagem é universal, e abrange os filhos de Deus de todos os tempos da história. Por isso, o foco de João é tanto a opressão da igreja cristã durante o 1º século, como o fim dos tempos, quando Jesus voltará para acabar com toda a opressão e pecado (Ap 1:7; 22:20)[ix].

Portanto, nenhum intérprete está autorizado pela Bíblia a dizer que o Apocalipse se refere “somente para os cristãos do primeiro século” ou que “sua mensagem é apenas para o futuro”. Isso é desrespeitar o texto bíblico e seguir por um viés interpretativo que é apenas humano.

Esse princípio historicista se aplica obviamente também ao capítulo 17 do Apocalipse. Não podemos estudá-lo apenas de uma perspectiva passada e nem mesmo de uma perspectiva exclusivamente futurista.

Também não é prudente negar os tempos verbais que se encontram no texto como o fazem alguns, no desespero para defender suas teorias. Há quem não se constranja em afirmar que “João utiliza uma linguagem no passado para se referir a um evento no futuro”, como se isso fosse uma “regra” no livro do Apocalipse. Eles fazem esse malabarismo para reinterpretar o tempo verbal Apocalipse 17:10, que João usa no presente para dizerem que o mesmo se refere ao “futuro”.

Por exemplo, quando no verso 10 o apóstolo afirma que o sexto rei “existe” (existiu nos dias dele), alguns não se constrangem em dizer que o apóstolo estava sendo transportado “para o futuro”.

Essa interpretação é absurda e ignora por completo o historicismo como método interpretativo autorizado por Deus para a compreensão do capítulo 17. Esse método considera a profecia de uma perspectiva temporal e linear (passado, presente e futuro) porque Deus atua ao longo da história, não apenas em “parte” dela.

Jogar as profecias (incluindo a de Apocalipse 17) apenas para o futuro é um tipo de “deísmo temporário”, como se o Salvador tivesse “abandonado” os cristãos no tempo passado que leram o livro do Apocalipse, e se voltasse apenas para os cristãos do “futuro”.  Se o apóstolo João escreveu o Apocalipse para confortar aos cristãos passados, que enfrentavam diversos problemas na igreja (Ap 2, 3)[x], é lógico concluirmos que no capítulo 17, ao João dizer que um rei “existe”, isso significa que realmente existia um “rei” no governo, e que o mesmo duraria pouco tempo para o conforto daqueles cristãos que, de certo modo, enfrentavam perseguições.

É certo que em uma visão, o profeta pode viajar da terra para o céu e avançar ou retroceder no tempo. A visão não precisa necessariamente situar-se na época do profeta. Porém, um princípio hermenêutico (interpretativo) fundamental extraído da própria Escritura, estabelece que, quando após a visão o profeta recebe uma explicação (nesse caso, de um anjo), essa explicação (e resultados) quase sempre se realiza na época, lugar e circunstâncias do profeta[xi].

No texto em discussão (Apocalipse 17), a visão é apresentada nos versos 3-6 (primeira parte) e, no resto do capítulo, incluindo o verso 10, há uma explicação que João recebe do anjo intérprete. Nas Escrituras, tais explicações se dão, na maioria das vezes, na época, lugar e na linguagem de quem recebe a visão. Por isso, há um aspecto da profecia (verso 10, quando afirma que um rei “existe” nos dias de João) que é para o tempo do profeta, mesmo que a ênfase da profecia seja nos acontecimentos finais da história.

Perceba o quanto é perigoso interpretar o Apocalipse sem critérios bíblicos e acadêmicos (que se comprovaram ser corretos).

 

O papado e a data de 1929 – Em setembro 1870, a Igreja Católica perdeu o que restava dos Estados Papais quando a nação italiana declarou guerra ao governo papal que imperava por mais de 1000 anos. Pelo fato de em 11 de fevereiro de 1929 o Cardeal Gasparri e Benito Mussolini assinarem o Tratado de Latrão, feito entre o Reino da Itália e Roma-Santa Sé, assegurando à Igreja Católica total soberania civil e política no estado do Vaticano, os que interpretam os “sete reis” de Apocalipse 17:9-11 como sendo “sete papas” afirmam que 1929 deve ser o ponto de partida para a profecia.

Para eles, naquele momento (ano de 1929), houve a cura da “ferida mortal” que o papado havia sofrido em 1798, quando o general Berthier, a mando de Napoleão Bonaparte, prendeu o Papa Pio VI, dando fim ao período de dominação papal que, segundo o método historicista de interpretação de Daniel 7:25, Apocalipse 12:6 e 13:5, durou 1260 anos (de 538 a.C até 1798 d.C)[xii].

Entretanto, não há razão bíblica e nem histórica para adotar o ano de 1929 como o cumprimento da profecia. Eis algumas razões:

1º: Nas profecias de Daniel e Apocalipse, a ênfase não é no ano de 1929, mas, no período de tempo de domínio papal, que inicia em 538 a.C. Nesse ano entrou em vigor o decreto do imperador de Roma, Justiniano, declarando o bispo de Roma (papa), como chefe de todas as igrejas do Império. Já em 1798 d.C, o general de Napoleão, chamado Berthier, aprisionou o papa Pio VI, dado fim ao período de supremacia papal.

O período de 1929 não é enfatizado tanto em Daniel 7 quanto em Apocalipse 13 (textos que se correspondem), e está “além” daquilo que Daniel 7:25, Apocalipse 12:6 e 13:5 querem dizer, quando mencionam os “42 meses” ou “1260 anos”. Portanto, os anos mais relevantes na profecia dizem respeito a 538 e 1798 d.C (início e final do período de dominação papal).

2º: Apocalipse 13:3 afirma que quando a “ferida mortal” que o papado sofreu em 1798 fosse curada, “toda a terra” se maravilharia, “seguindo a besta”. Porém, sendo que até hoje o papado não conseguiu o mesmo domínio mundial que teve na Idade Média, isso descarta por completo o ano de 1929 como sendo o momento da “cura” da “ferida mortal” que o papado havia recebido.

De fato, o Tratado de Latrão possibilitou o início da cura da “ferida mortal”; porém, essa recuperação ainda está em andamento[xiii], de modo que não podemos usar o ano da assinatura do Tratado de Latrão como o cumprimento da profecia de Apocalipse 13:3.

3º: Ocorreram outros grandes acontecimentos que serviram para aumentar o poder político do papado, e que também poderiam, de certo modo, ser interpretados como sendo o “início” da “cura da ferida mortal” que o papado havia recebido em 1798. Em 1933, o Vaticano assinou uma concordata (um tratado entre o papa e algum governo, sobre assuntos religiosos) com a Alemanha de Hitler[xiv] e, no final da década de 80 e início da de 90, o papado contribuiu para a queda do comunismo na Europa Oriental e na Rússia, em um acordo entre o papa João Paulo II, Ronald Reagan, EUA e o sindicado polonês conhecido como Sindicato Solidariedade[xv].

Considerando isoladamente tais acontecimentos, que também são muito importantes na história do papado, qualquer pessoa pode se sentir na liberdade de adotar, por exemplo, a década de 80 ou 90 como sendo o “ponto de partida” para o cumprimento de Apocalipse 17:9-11. Entretanto, todo estudante da Bíblia que se utiliza de critérios interpretativos sérios – e responsabilidade – não procederá assim em seus estudos, deixando de lado a metodologia correta para compreensão dos escritos proféticos: analisar as profecias sobre uma perspectiva bíblica e histórica (sem desconsiderar que a profecia abarca o passado, o presente e o futuro).

A existência de outros eventos históricos importantes na história do Vaticano, nos leva a concluir que a “ferida” que o papado havia sofrido em 1798 d.C continua em seu processo de cura, ao longo da história, através da influência religiosa e política que o Vaticano tem exercido sobre grandes acontecimentos mundiais. Desse modo, adotar a data de 1929 como sendo o “ano da cura da ferida mortal” é desconsiderar a história, que mostra o ressurgimento e atuação do papado ao longo do tempo, até o dia em que, juntamente com outro poder (EUA), exercerá poderosa influência no mundo religioso e secular, segundo a profecia de Apocalipse 13[xvi].

Por essas e outras razões, mesmo o ano de 1929 tendo sua relevância no cenário profético do restabelecimento do papado (ver Ap 13:3, bem como todo o capítulo), a “cura” da ferida que o papado havia recebido em 1798 com a prisão do papa Pio VI, ainda está ocorrendo, como o mostra a própria história, bem como o desenrolar das profecias. Com isso, não há razões plausíveis para dar ao ano de 1929 uma ênfase que a Bíblia não dá.

 

O significado “reis” em profecia apocalíptica – Os defensores da teoria dos “sete reis” ou “sete papas” afirmam que a expressão “reis” deve ser tomada literalmente e não da maneira simbólica. O objetivo é fundamentar sua argumentação de que os “reis” mencionados no capítulo não são “reinos” e sim indivíduos (papas que assumiram o trono desde 1929).

Entretanto, eruditos comprometidos com o historicismo bíblico rejeitam totalmente essa interpretação. Por exemplo, Kenneth Strand destaca que os “sete montes”[xvii], também identificados como “sete cabeças” (da besta) e “sete reis”, são simbólicos. Esse teólogo explica que, no Antigo Testamento (base de João na elaboração do Apocalipse), nunca encontramos o termo “montes” sendo usado para simbolizar um monarca individual ou governante[xviii].

Ele baseia essa interpretação em textos bíblicos como Daniel 2:34, 35, 44, 45 e Jeremias 51:25. Leiamos esses textos chave:

“Quando estavas olhando, uma pedra foi cortada sem auxílio de mãos, feriu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmiuçou. Então, foi juntamente esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro, os quais se fizeram como a palha das eiras no estio, e o vento os levou, e deles não se viram mais vestígios. Mas a pedra que feriu a estátua se tornou em grande montanha, que encheu toda a terra”. (Dn 2:34, 35).

“Mas, nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino [a pedra que destruiu a estátua] que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre, como viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro. O Grande Deus fez saber ao rei o que há de ser futuramente. Certo é o sonho, e fiel, a sua interpretação” (Dn 2:44-45).

“Pagarei, ante os vossos próprios olhos, à Babilônia e a todos os moradores da Caldéia toda a maldade que fizeram em Sião, diz o SENHOR. Eis que sou contra ti, ó monte que destróis, diz o SENHOR, que destróis toda a terra; estenderei a mão contra ti, e te revolverei das rochas, e farei de ti um monte em chamas” (Jr 51:24, 25).

Agora, veja o quadro a seguir e perceba o quanto a interpretação dos “sete reis” como sendo “indivíduos” é absurda:

Símbolo Significado
Daniel 2:34, 35, 44, 45 Pedra “cortada sem auxílio de mãos” Reino eterno de Jesus Cristo
Jeremias 51:24, 25 Monte Reino ou império babilônico[xix].

 

É impossível aceitar a ideia de que o autor de Apocalipse 17, um judeu cristão que tinha o Antigo Testamento como autoridade profética – e de onde tirou muito de sua linguagem para escrever o Apocalipse – tenha dado aos “sete montes” (Ap 17:9), que correspondem aos “sete reis” (Ap 17:10), outro significado totalmente diferente daquele que Deus revelou a Jeremias (Jr 51:24, 25). Por isso, se necessita muita fé (equivocada) para aceitar a teoria de que indivíduos (papas), ao invés de reinos ou poderes, estão sendo descritos por João em Apocalipse 17:9-11.

Por isso, o termo “reis” em Apocalipse 17:9, 10 é mais bem entendido quando o interpretamos como “regências”, “reinos” ou “impérios”, à luz do significado do Antigo Testamento[xx]. Considerando que mesmo tendo Apocalipse 17 uma ênfase para os últimos dias da história de nosso mundo, não há como fugir da conclusão de que o verso 10, onde a João é revelado que um dos reis “existe” em seus dias, possui um aspecto também para os dias do profeta.

Se um dos “reis” simbólicos dominava quando o Apocalipse foi escrito no final do século I, a teoria dos “papas”, como sendo os “reis” de Apocalipse 17 é quebrada, sem possibilidades de reconstrução. É insustentável. Afinal, o império que dominava nos dias do apóstolo era o romano, e o papado veio a existir a partir do império de Roma, entre os séculos III e IV d.C.

Entre as interpretações historicistas disponíveis para o capítulo[xxi], a mais aceita entre os estudiosos é: sendo Roma um dos impérios que oprimiu povo de Deus na história, os demais “reis” ou “reinos” também são impérios que oprimiram o povo de Deus ao longo da história, sem que necessariamente tenham sido mencionados apenas no livro de Daniel (são citados no Antigo Testamento como poderes opressores do povo de Deus). São eles: Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma Imperial e Roma Papal[xxii]. Veja o gráfico a seguir de Apocalipse 17:10, bem como a interpretação mais aceita[xxiii]:

 Untitled1

 Untitled2

           

A interpretação de Ekkehardt Mueller, que também possui base exegética assim como os estudos de outros intérpretes historicistas, identifica o 8º rei como sendo Satanás, em três fases da história: antes, durante e depois do milênio de Apocalipse 20. Para esse erudito, a besta de Apocalipse 17 que “era e não é […] e caminha para a destruição” (Ap 17:11) é Satanás, porque o verso 8 (entre outros argumentos) do referido capítulo apresenta essa besta como emergindo “do abismo”, do mesmo modo que o inimigo ficará preso no “abismo” (Ap 20:1-3) por mil anos e, depois, será solto[xxiv].

Desse modo, o verso 11 é interpretado pelo autor da seguinte maneira:

  • A fase “Era” se refere ao período histórico que os sete “reis” ou “reinos” (Egito Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma Imperial e Roma Papal) foram usados pelo inimigo para oprimir o povo de Deus. É a fase em que Satanás atua na história humana até a segunda vinda de Cristo, terminando com o início do milênio de Apocalipse 20.
  • A fase “não é” é entendida por Mueller como se referindo ao tempo durante o milênio, em que Satanás estará preso (Ap 20:1-3) no “abismo” (terra desolada [cf. Jr 4:23-28], sem pessoas para tentar[xxv]).
  • Já a fase “caminha para a destruição” se refere à libertação do Diabo do abismo (Terra desolada) e seu posterior castigo e destruição (Ap 20:8-10).

Sendo Satanás um ser espiritual que durante toda a história guerreou contra o governo de Deus e Seus filhos (“Era”), o mesmo será punido sendo isolado no planeta durante o milênio (“Não é” [Ap 20:1-3]) e, após esse período, será castigado e destruído (“caminha para a destruição” [Ap 20:10; Rm 16:20]).

Esse aspecto da profecia é viável e não ignora o método historicista de interpretação das profecias seguido por outros eruditos adventistas do sétimo dia[xxvi].

 

O significado da expressão “pouco tempo” aplicada ao sétimo “rei” em Apocalipse 17:10 – Pelo fato de o papado existir há vários séculos, alguns alegam que o “sétimo rei” não pode ser o sistema papal porque o texto bíblico diz que ele duraria “pouco tempo”. Todavia, uma análise da palavra grega para “pouco”, oligos, revela a falácia dessa argumentação. Nas duas vezes em que essa palavra se refere ao “tempo” no livro do Apocalipse (Ap 12:12; 17:10), em uma delas é dito o seguinte, sobre Satanás, após sua derrota: “Por isso, festejai, ó céus, e vós, os que neles habitais. Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap 12:12)[xxvii].

Claramente, “pouco” – oligos – define o período de tempo desde a expulsão do Diabo até o final do mundo. Esse “pouco tempo” que restaria para o Diabo permanece até hoje e dura cerca de dois milênios!

Por isso, do mesmo modo que a palavra grega oligos (“pouco”) pode abranger um longo período de tempo[xxviii] em relação ao Diabo (milênios), não há um porquê de não poder englobar o papado (vários séculos). Stefanovic tem razão ao afirmar que a frase “tem de durar pouco” possui um significado mais qualitativo (satanás e a besta terão um fim) do que quantitativo[xxix].

 

Humildade não é sinônimo de ignorância – Uma das estratégias de diversos críticos é tentar desacreditar os teólogos da igreja para que as pessoas se “armem” contra qualquer um que contradiga suas teorias sensacionalistas.

É certo que nossa interpretação da Bíblia não deve depender de homens, e sim de nosso estudo particular (At 17:11), sob a orientação do Espírito Santo (Jo 16:12; 13, 14). Todavia, desmerecer os teólogos da igreja, que estudam o Apocalipse seguindo critérios comprovadamente corretos do ponto de vista bíblico, exegético, hermenêutico e histórico, com a desculpa de que Deus “escondeu” Sua revelação profética “dos sábios e cultos”, e as revelou “aos pequeninos” (Mt 11:25) é, ao meu ver, falta de respeito para com os irmãos que estudam e trabalham com a teologia, bem como uma desculpa para a ignorância.

Qualquer estudante sério das Escrituras sabe que os “pequeninos” mencionados por Jesus não são os simples e humildes “que não estudaram teologia” ou deixaram de realizar qualquer outro curso superior. Ellen White comentou: “O Salvador regozijou-Se por que o plano da salvação é de tal natureza que aqueles que são sábios aos próprios olhos, que se acham inchados pelos ensinos da vã filosofia, não podem ver a beleza, o poder e o oculto mistério do evangelho. A todos quantos são humildes de coração, porém, que possuem um desejo dócil, sincero, infantil, de conhecer e fazer a vontade de seu Pai celeste, Sua Palavra é revelada como o poder de Deus para salvação.”[xxx]

Segundo o comentário da autora, podemos afirmar que tanto teólogos quanto não teólogos podem ter tais características, e não é o grau acadêmico e nem mesmo a falta de uma formação que determinará a “simplicidade” ou “humildade” de alguém.

Há muitas pessoas de grande cultura acadêmica que são “pequeninos” em sua maneira humilde de tratar com os seres humanos e de seguir às ordens de Deus. Ao mesmo tempo, há pessoas de pouca cultura que são muito arrogantes.

Status acadêmico e muito menos a ignorância são em si mesmos “provas” de que uma pessoa é “humilde” (pequenina), mas sim a presença do “fruto do Espírito”, que se manifesta em nove qualidades de caráter (Gl 5:22, 23), tanto nos mais letrados quanto menos letrados. Afinal, Deus não faz “acepção de pessoas” (Rm 2:11). Isso fica evidente no chamado de Deus tanto ao profeta Amós, que cuidava de gado (Am 7:14), quanto no chamado de Paulo, que era um culto membro do Sinédrio (At 7-9).

 

Considerações finais – Por mais bem intencionados que sejam alguns dos adeptos da teoria dos “sete reis” ou “sete papas”, a interpretação futurista que fazem de Apocalipse 17 não pode ser sustentada pela Bíblia, devendo assim ser rejeitada por aqueles que levam a sério o método historicista de interpretação das profecias.

Essa metodologia bíblica (historicismo) foi aceita pela grande maioria dos protestantes até o século 19, e foi ela que os pioneiros adventistas utilizaram para sua compreensão das profecias. A interpretação de que o Apocalipse é um livro “para o futuro” não passa de um “dispensacionalismo, ou futurismo disfarçado”[xxxi], utilizado por boa parte de comentaristas evangélicos que, no devido tempo, serão orientados por Deus quanto a esse assunto.

Sem desmerecer o importantíssimo trabalho do site Wikipédia em democratizar o saber, seguidores da teoria conspirativa dos “oito papas” erram em não citar outras fontes históricas, inclusive teológicas, em sua análise de Apocalipse 17. Analisar um capítulo bíblico sem o devido uso das regras para a interpretação de um texto apocalíptico dessa magnitude não é uma atitude responsável. Ainda mais da parte do estudante que leva em consideração o princípio hermenêutico (interpretação) da totalidade das Escrituras, como o fazia Jesus Cristo (cf. Lc 24:27, 44).

Quando consideramos o todo, o contexto amplo do livro do Apocalipse, percebemos que este é cristocêntrico (centralizado em Cristo e em Sua vinda) e não “papacêntrico” (centralizado na pessoa do papa). A teoria dos “sete papas”, mesmo que seus defensores não tenham essa intenção, acaba desviando o foco do estudante do Apocalipse dAquele que é a razão de ser do livro profético: o Cristo “que vem com as nuvens” e que “todo olho o verá” (Ap 1:7); o digno “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 5:12; 13:8).

Portanto, mesmo tratando do papado nos capítulos 12-14, 17 e 18, o Apocalipse é a “Revelação de Jesus Cristo” (Ap 1:1) e não a “revelação sobre o papa”. Desconsiderar esse princípio interpretativo é permitir que Satanás desvie o foco do cristão dAquele que realmente é importante no cenário profético (Ap 22:12, 20).

Jesus pode voltar a qualquer momento para cada um de nós se hoje for nosso último dia de vida, pois, é apenas em vida que podemos decidir aceitar ou não o plano de salvação (2Co 6:2; Hb 3:13). Bom seria para nós se o Papa Francisco fosse o último a assumir o trono do Vaticano antes de Jesus retornar “com poder e grande glória” (Ap 1:7). Porém, não temos autorização da parte de Deus para especularmos sobre esse tipo de coisa (cf. Mt 24:36; At 1:7), que leva as pessoas mais à agitação do que ao preparo para o retorno do Senhor.

Além disso, sendo que a ênfase da Bíblia é no nosso preparo diário para a volta do Senhor (Mt 24:42, 44) e não no “saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade” (At 1:7), especular sobre o “último papa” que assumirá a liderança da Igreja Católica, antes de Jesus voltar, é perda de tempo e uma atitude que não pode ser apoiada pela Bíblia (Mt 24:36).

Aceitar a teoria dos “sete papas” é também pisar no perigoso “terreno do desapontamento”, e correr o risco de questionar seriamente a fé com o não cumprimento de uma “profecia” (“sete papas” em Apocalipse 17) que não está presente no texto bíblico. Ela não se harmoniza com o método historicista de interpretação que encontramos no livro de Daniel, e muito menos é aceita por estudantes e/ou teólogos sérios, e que veem no livro do Apocalipse uma mensagem de Deus para Seus filhos de todas as épocas: do passado (Ap 2, 3), presente (Ap 1:3) e futuro (Ap 1:7).

Finalizando, como irmão em Cristo recomendo que todo leitor, bem como os adeptos e propagadores de tal teoria, meditem nessas considerações em espírito de oração, e que juntos estejamos dispostos a dar o melhor de nós para o avanço do Reino de Deus (cf. 2Pe 3:12) e exaltação da Verdade que realmente liberta (Jo 8:32; Ap 14:6-12).

 

 



[i] No presente artigo não será feito um estudo sobre Apocalipse 13. Para uma análise exegética desse importante capítulo bíblico recomenda-se a leitura do artigo de Carlos Olivares, intitulado “Elementos Para Descifrar el 666: Una Propuesta”, disponível na revista teológica DavarLogos, volume 8, número 1, (Libertador San Martín, Entre Rios, Argentina: Editorial Universidad Adventista del Plata, 2009), p. 31-58. Ver também Marvin Moore, Apocalipse 13: Leis Dominicais, Boicotes Econômicos, Decretos de Morte, Perseguição Religiosa… Isso Poderia Realmente Acontecer? (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013).

[ii] Ver Dn 7:25; 8:9-13; Ap 13; Ap 17. Ver também 2Ts 2:1-12, onde é mencionado o “homem da iniquidade”. De acordo com a maioria dos eruditos da pré-Reforma, Reforma, da pós-Reforma; e segundo a maioria dos historicistas posteriores, até início século 19, o papado cumpre com os requisitos e características de tais poderes antagônicos à Lei dos Dez Mandamentos. Por exemplo, Charles Boutflower (1846-1936), na obra In and Around the Book of Daniel (New York and Toronto: The Macmillan Co., 1923), p. 298, declarou, sobre Daniel 2 e 7: “O quarto reino de Daniel é o poder romano: primeiro em sua etapa como poder consular e imperial, e depois em sua etapa em que a ‘ponta pequena’ retratava o papado” . Todavia, como destaca George R. Knight, “Esta interpretação profética não justifica a acusação de que seus defensores sejam anticatólicos. Não recusamos dar crédito a qualquer bem que tenha sido feito pelos católicos, nem desprezamos a sinceridade de fervorosos católicos individuais, por acharmos que esse sistema é condenado nas Escrituras. Respeitamos a liberdade de todo católico para adorar a Deus como julgar melhor; e nos valemos do direito de indicar o que nos parece errado e procurar persuadir os homens a aceitar o que cremos ser verdade, sem preconceito nem fanatismo” (Questões Sobre Doutrina, edição Anotada [Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009], p. 245. Nota de rodapé). A posição respeitosa adventista para com o Catolicismo Romano e para com os irmãos católicos pode ser lida em Declarações da Igreja (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2003), p. 79, 80.

[iii] Quem assinou esse tratado foram o Cardeal Gasparri e Benito Mussolini, premier italiano entre 1922 e 1943.

[iv] Samuel Ramos, Revelações do Apocalipse, vol. 3 (Publicação particular. Curitiba: 2006), p. 106.

[v] Conquanto a teoria de Ramos tenha falhado em sua interpretação dos sete reis, a crença do autor de que o “oitavo rei” e a “besta do abismo” seja Satanás (Revelações do Apocalipse, vol. 3, p. 111-113), é perfeitamente viável com o contexto do capítulo e o uso do termo “abismo” no livro do Apocalipse. Por sua vez, Ekkehardt Mueller em seu artigo “A Besta de Apocalipse 17: Uma Sugestão”, sugeriu que Satanás é a totalidade do engano representado no capítulo.

[vi] A Igreja Adventista do Sétimo Dia não tem os irmãos pioneiros como “regra de fé”. A referida denominação aceita a metodologia e interpretação deles que estão em harmonia com as Escrituras, tendo a consciência de que por mais sinceros que tenham sido, foram pessoas sujeitas a falhas como qualquer outro. Nossa compreensão das profecias com base no método historicista baseia-se no historicismo encontrado, por exemplo, nas profecias de Daniel 2, 7, 8 e 9, que se refletiu em uma das obras mais importantes da literatura adventista: O Grande Conflito, de Ellen G. White. Esse livro aborda a doutrina do “grande conflito entre o bem e o mal” (ver Ap 12:7-9) de uma perspectiva historicista, apresentando o conflito entre Cristo e Satanás como um evento que ocorre ao longo da história, contrariando assim o preterismo (que joga as profecias para o passado) e o futurismo (que lança as profecias para um cumprimento futuro).

[vii] Russel Norman Champlin, O Novo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo, vol. 6 (São Paulo: HAGNOS, 2002), p. 595-604. Resumidamente, para o autor a “Besta” de Apocalipse 17 é, historicamente, Roma Pagã e os sete reis, sete imperadores romanos. Todavia, essa interpretação preterista (que joga a profecia toda para o passado) foi refutada por Kenneth A. Strand no capítulo “The Seven Heads: Do They Represent Roman Emperors?” da obra Symposium on Revelation – Book II, editada por Frank B, Holbrook (Silver Spring, MD: Biblical Research Institute, 1992), p. 177-206.

[viii] Academy Enterprises Inc., An Exhaustive Ellen G. White Commentary on Revelation, vol. 2 (Harrah, Oklahoma: Review and Herald Publishing Association, 1957, 1977, 1980), p. 1071 (principalmente).

[ix] William G. Johnson, “Apocalíptica Bíblica” em Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia. Ed. Raul Dederen. (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), p. 884.

[x] A linguagem que João empregou não deixa nenhuma dúvida quanto à sua mensagem inicial aos cristãos passados e, portanto, o capítulo 17 possuía alguma relevância para eles também. Veja Apocalipse 1:4: “João, às sete igrejas que se encontram na Ásia, graça e paz a vós outros, da parte daquele que é, que era e que há de vir, da parte dos sete Espíritos que se acham diante do seu trono”. Por isso, a chave para interpretar o Apocalipse, está no seu início, quando percebemos a quem primeiramente a mensagem foi dirigida, em que contexto histórico. Em seguida, buscamos saber o que o Livro tem de relevante para os nossos dias.

[xi] John K. Paulien, “La hermenéutica de la apocalíptica bíblica” em Entender Las Sagradas Escrituras, ed. George W. Reid (Buenos Aires, Argentina: Asociación Casa Editora Sudamericana, 2010), p. 326.

[xii] Para um estudo sobre o “princípio dia-ano” existente nas profecias apocalípticas, ver, por exemplo: William H. Shea, “Year-Day Principle – Parts 1, 2” em Selected Studies on Prophetic Interpretation (Silver Spring, MI: Biblical Research Institute, 1992), p. 67-110; Gerhard Pfandl, “The Year-Day Principle” (Biblical Research Institute), disponível em

https://adventistbiblicalresearch.org/sites/default/files/pdf/year-day%20principle.pdf ; C. Merwyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004), p.p. 536, 538, 540; Questões Sobre Doutrina (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009), p. 201, 202; Jon K. Paulien, “La hermenéutica de la apocalíptica bíblica” em Entender Las Sagradas Escrituras (Asociación Casa Editora Sudamericana, 2010), p. 299-329; William G. Johnsson, “Apocalíptica Bíblica” em Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), p. 885, 886; José Carlos Ramos, “O Princípio Dia/Ano” em Mensagem de Deus: Como entender as profecias bíblicas (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012), p. 37-46. Já a validade dos 1260 anos proféticos pode ser vista no artigo de Jon Paulien, intitulado “The 1260 Days in the Book of Revelation”, disponível em: https://adventistbiblicalresearch.org/sites/default/files/pdf/1260%20Days%20in%20Revelation.pdf

[xiii] Moore, Apocalipse 13…, p. 58.

[xiv] A concordata deu à religião católica plena liberdade na Alemanha e estabeleceu que o ensino do catolicismo fosse parte da grade curricular das instituições de ensino, mesmo havendo uma grande influência protestante no país.

[xv] Sobre a influência do papado na política mundial, bem como maiores informações sobre o Tratado de Latrão, veja-se Marvin Moore em Apocalipse 13: Leis Dominicais, Boicotes Econômicos, Decretos de Morte, Perseguição Religiosa… Isso Poderia Realmente Acontecer?” (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013), p. 53-71.

[xvi] Para uma análise histórica desse acontecimento profetizado em Apocalipse 13, ver Ellen G. White em O Grande Conflito (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009), p.563-581 (“Ameaça à Consciência”); 593-602 (“Nossa Única Salvaguarda”); p. 603-612 (“O Último Convite Divino”). Toda a obra se revela bastante útil para aquele que deseja conhecer algo dos bastidores do Grande Conflito entre Cristo e Satanás na história humana (e da igreja cristã).

[xvii] No grego, o termo grego oros, traduzido por “colinas” em algumas traduções como a da Nova Versão Internacional, deveria ser traduzido por “montanhas”.

[xviii] Kenneth A. Strand, “The Seven Heads: Do They Represent Roman Emperors?” em Symposium on Revelation – Book II, ed. Frank B. Holbrook, p.p. 177, 186 (Silver Spring, MI: Biblical Research Institute, General Conference of Seventh-day Adventists, 1992). Daniel and Revelation Committee Series, vol. 7.

[xix] Strand (Ibidem, p. 187) observa que quando Daniel diz a Nabucodonosor:  “tu és a cabeça de ouro” (Dn 2:38), ele está falando do reino da Babilônia, e que isso é evidente a partir do contexto, em que outras entidades e poderes (e não indivíduos isolados) são identificados como parte da profecia da estátua: “Depois de ti, se levantará outro reino, inferior ao teu; e um terceiro reino, de bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra. O quarto reino será forte como ferro; pois o ferro a tudo quebra e esmiúça; como o ferro quebra todas as coisas, assim ele fará em pedaços e esmiuçará” (Dn 2:39,40).

[xx] É corretíssima a relação entre Daniel 2 e Apocalipse 17 para a compreensão do significado dos termos “reis” e “montes”. Afinal, os dois livros se correspondem e são do mesmo estilo (apocalíptico).

[xxi] Veja-se o artigo de José Carlos Ramos, intitulado “Teoria do sexto rei contra-ataca”, publicado na Revista Adventista de junho de 2005, p. 10, onde ele apresenta duas das principais interpretações historicistas para Apocalipse 17. Esse artigo foi disponibilizado também no blog do programa “Na Mira da Verdade”, no link: http://novotempo.com/namiradaverdade/2013/03/18/teoria-do-sexto-rei-contra-ataca/

[xxii] Ekkehardt Mueller sugere que a besta de Apocalipse 17, mesmo tendo semelhanças com a besta de Apocalipse 13, é Satanás operando por meio de poderes políticos. Para uma análise de sua interpretação sugestiva, leia-se “A Besta de Apocalipse 17: Uma Sugestão”, publicada na Revista teológica “Parousia”, de 1º semestre de 2005, p. 31-41.

[xxiii] Sendo esse um capítulo de difícil interpretação, não podemos “bater um martelo”, especialmente no que diz respeito ao 8º rei. O conhecimento é progressivo (Pv 4:18; Jo 16:12) e, com o passar do tempo, Deus pode revelar novas coisas sobre Sua Palavra. Todavia, isso não dá margem para aceitarmos as teorias absurdas, que desconsideram o método historicista bíblico de interpretação. Temos que acatar às interpretações mais coerentes, e termos o coração aberto a novas verdades, desde que elas sejam solidamente baseadas na Palavra de Deus, livres de especulações, e possam ser reconhecidas após iluminação do Espírito Santo e análise dos demais irmãos na fé. Afinal, espírito de “independência” não faz parte do plano de Deus para seu povo (ver 1Co 1:10) e é “na multidão de conselheiros [que] há segurança” (Pv 11:14).

[xxiv] Mueller, “A Besta de Apocalipse 17: Uma Sugestão”…, p. 31-41.

[xxv] Afinal, os ímpios estarão mortos (Ap 20:5) e, os justos, vivos no céu, longe das influências do maligno (Compare-se Jo 14:1-3 com Ap 20:4 e 1Co 6:2, 3).

[xxvi] Andrews Study Bible (Berrien Springs, MI: Andrews University Press, 2010), p. 1681. Ver comentário sobre Apocalipse 17:10.

[xxvii] Mueller, “A Besta de Apocalipse 17: Uma Sugestão”…, p. 38.

[xxviii] Na esfera divina, o tempo é curto em comparação com a eternidade de Deus e com os milênios de vida que o inimigo teve para pecar. Afinal, para um ser que poderia viver para sempre como Lúcifer (caso tivesse sido fiel ao seu Criador), ter um fim corresponde a ter “pouco tempo”.

[xxix] Ranko Stefanovic, Revelation of Jesus Christ: Commentary on the Book of Revelation (Berrien Springs, MI: Andrews University Press, 2009), p. 521.

[xxx] Ellen G. White, Testemunhos Seletos, vol. 1 (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 584. Ver também Conselhos Sobre Escola Sabatina, p. 78; Testemunhos Seletos, vol. 3, p. 413.

[xxxi] José Carlos Ramos, “Teoria do sexto rei contra-ataca”. Revista Adventista, junho de 2005, p. 10.


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  • Fernando Souza em 2 de abril de 2013 14:47

    Professor Leandro ,ao ler sua refutação,fiquei impressionado com um pensamento, deque satanás está por trás de toda essa trama de papas e que cuidou que Bento 16 durasse “pouco tempo” e renunciasse para “alarmar “os filhos de Deus,haja vista que os remanescentes começam a se levantar,ex:(tv e rádio NT,entrega de livros missionários que esclarecem e desmascaram satanás e suas forças,etc…)infelizmente no nosso próprio meio temos irmãos que andam como “cana agitada pelo vento”querendo criar situações para Cristo voltar e mal sabem que estão dando ouvido ao inimigo para tirar o foco das escrituras que apenas deve ser a vida de Jesus e o seu Doce amor por nós.
    Creio que o E. Santo me impressionou sobre isso e dou o parabéns a você,como refutou excepcionalmente uma teoria que ao invés de colocar Cristo como a PEDRA FUNDAMENTAL,COLOCA O inimigo de Deus,um absurdo.
    Obrigado por,mais uma vez,tão claras e lógicas palavras da refutação acima.Estou orando para que Jesus Cristo abençoe sempre a sua igreja amada e cuide em guardar o “Na mira”para que vocês estejam sempre na Mira(A cristocentria).AMÉM.



    • Maiara Costa - Equipe em 2 de abril de 2013 17:39

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Fernando!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por suas tão encorajadoras palavras.
      Que a Palavra de Deus seja sempre a nossa regra de fé e prática.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • matheus em 9 de maio de 2013 19:53

        um pouco fora do assundo me repondam assisti um programa na novo tempo falando de apocalipse endendi quer a besta que emergi do mar eo papado a que emergi da terra eo estados unidos que vai dar poder ao papado e que vai decreta um lei dominical para nao have trabalho no mundo nesse dia que nao pode compra uo vende quem nao tive a marca da besta que segundo voces eo domingo tipo os que vao a igreja aos domingos inves do sabado estariao supostamente homenagiando ou adorando besta que seria o papa ou o papado e estaria se concretizando apocalipse capitulo 13 vesiculo ao 18 entao os estados unidos com seu poder e influencia decretaria o domingo dia de descanso mundial a como os adventistas guardam o sabado eles seriam perseguidos e ate mortos vesiculo 15 enfim voces oficionamente pregam domingo ea a marca da besta os estados unidos vai declara essa lei dominical a nivel mundial vai poder ao papado a adoracao da imagem da besta seria ter o domingo como dia do senhor ou de dencanso e mais que todas as religiao vao si uni menos os adventistas e isso mesmo tudo que escrevi



  • Pradesh Minra Sherazady em 2 de abril de 2013 20:14

    Well…
    Como o 11de fevereiro parece ser uma data bem especial para os acontecimentos com o papado e o vaticano e roma papal, vamos ver o que acontece em 11-02-2014…
    Assim como 11-02-1798 e 11-02-1929 e 11-02-2013!
    Quando o Decreto Dominical for estabelecido, primeiro nos EUA e depois em todo o mundo, daí veremos quem tem razão na “interpretação de Apocalipse 17, junto com o 13 e Daniel 12!
    Porque os conflitos no norte e centro da áfrica são para consolidar o 7timo e o 8tavo bloco economico, ficarão faltando apenas o 9no e o 10cimo blocos!
    Quando os dez blocos economicos estiverem consolidados, sairá o Decreto Dominical e tudo o mais…
    Então…veremos né!



  • joão paulo em 2 de abril de 2013 20:19

    Existe um pastor adventista que sustenta a teoria dos”sete papas”.Estou confuso…



    • leandroquadros em 3 de abril de 2013 11:14

      João Paulo: leia o que escrevi para Kleber sobre o que comentou… Abço!



      • joão paulo em 3 de abril de 2013 12:27

        Muito obrigado professor Leandro quadros pelo esclarecimento e atenção! foi muito importante pra mim que sou um novo membro da IASD, que Deus lhe guarde.Abraço



        • Maiara Costa - Equipe em 4 de abril de 2013 10:09

          Olá estimado amigo e irmão em Cristo João Paulo!
          Satisfação manter contato com você.
          Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
          Muito obrigado por seu carinho.
          Conte conosco para o que precisar.
          Um forte abraço.
          Equipe do Na Mira.



    • ANTONIO MARCOS em 23 de julho de 2013 16:44

      O MELHOR QUE PODEMOS FAZER É AGUARDAR OS FATOS SE DESENROLAREM E MANTER A CONFIANÇA NO SENHOR JESUS E DE QUE ELE ENTÁ NO CONTROLE DA HISTÓRIA.



  • Eduardo Vidal em 2 de abril de 2013 21:33

    Querido Professor Leandro Quadros,

    É sempre bom vê-lo sendo movido pelo Espirito Santo ao apresentar as pessoas o palavra de Deus. Estou aconpanhando essa questão do Apocalípse 17, e quando acabei de ler esse artigo muito bem elaborado e explicativo cheguei a “mesma” conclusão: Deus continua usando homens humildes, estudiosos em Sua palavra para que a Luz dEle continue brilhando sobre a terra. Vou orar para que os nossos queridos irmãos leitores possam como pessoas inteligentes que são, entender o que realmente a palavra de Deus realmente diz.

    Um forte abraço a todos e fiquem com Deus



  • kleber em 2 de abril de 2013 22:24

    Olá equipe, admiro o trabalho de vcs, só que eu ja fiz varias vezes a mesma pergunta e continuo sem resposta ,(pelo meno que eu tenho visto) gostaria que respondesse no meu e-mail que esta no cadastro como ja solicitei nos outros comentarios, porem sem resposta, vou ser agora bem breve na pergunta, PORQUE QUE O PASTOR ASD SAMUEL RAMOS ESTA PREGANDO QUE OS 7 REIS SÃO OS SETE PAPAS E QUE O QUE ERA TEORIA PASSOU SER REALIDADE?? essas pregações estão ocorrendo nos EUA e esta no youtube com o titulo (Os 7 Reis e a Renuncia Papal – Pr Samuel Ramos – Sermao – Boston – Ma) os pastores não deveriam ser unanimes?? Pr. Samuel Ramos parece ser bem claro num seu sermão profetico… por favor me responda e me avise no e-mail para que eu possa ver a mesma.



    • leandroquadros em 3 de abril de 2013 11:12

      Caro Kleber: realmente, o Pr. Ramos está pregando do modo como disse, porém, o posicionamento dele não pode ser apoiado pela metodologia historicista. Por isso, o que ele tem ensinado, mesmo com a melhor das intenções, não é bíblico e aceito pela igreja oficialmente.

      Leia o artigo que postei, bem como as referências para perceber que a Igreja pensa diferente. É natural que existam divergências teológicas em qualquer religião, todavia, cada igreja tem sua posição oficial aceita pela maioria e, mesmo respeitando a minoria, não concordará com ela.

      Deus o abençoe.



      • Pradesh Minra Sherazady em 3 de abril de 2013 15:00

        Caro Leandro e Kleber,
        Eu pessoalmente não consigo ver coerência Bíblica e do Espírito de Profecia, nem da sua explicação Leandro e nem na explicação da revista Parousia (que para mim ficou do tipo:”não sai de lugar nenhum e nem chega a lugar algum”).
        No entanto nos vídeos do Pr Samuel Ramos sobre o assunto e, principalmente no último dele “Apocalipse 17 segunda parte”, aonde ele mostra claramente a Bíblia se interpretando a si mesma, aonde ele usou apenas a Bíblia na sua explicação e, no anterior aonde ele usou a Bíblia e o Espírito de Profecia em sua explicação, pude ver “total coêrencia Bíblica, tanto sozinha quanto acompanhada do Espírito de Profecia!
        Mas…
        Como já disse em meu post anterior aqui, somente o tempo e os acontecimentos é que nos dirão quem está realmente com a razão!
        Também como já disse em outros posts meus por aqui, em alguns lugares, que ainda não foram liberados (e nem sei se o serão), eu também penso que as coisas podem não ser apenas de um jeito ou de outro, mas sim de mais de um jeito, pois a Bíblia diz “o que” vai acontecer, porém não especifica muito bem “o como” vai acontecer o que foi profetizado; abrindo assim um “leque de possibilidades”, inclusive de as coisas poderem acontecerem de “mais de um jeito” ao mesmo tempo, entendem?!
        Sendo assim…
        O certo é estarmos preparados para tudo e a qualquer tempo, principalmente na nossa preparaçãp pessoal (no caminho particular de cada um com Deus, pela operação do Espírito Santo, da Santificação), pois se morrermos Jesus já terá vindo para nós!
        E…
        Eu pessoalmente consigo ver uma “convergência” em vários fatores e acontecimentos, como por exemplo:
        De mais de uma das interpretações historicistas, que tanto o Sétimo Reino de Roma Papal com o Papado quanto o Sétimo Rei Papal e o oitavo poder de sua extensão (fazendo parte da sétima cabeça da besta ICAR que é carregada pela outra besta Satanás) coincidentemente convergiram afinal justamente em nosso tempo atual!
        Muita coincidência para ser somente coincidência?!
        O que vcs acham disso???
        Será que aquele “Futuro” que tanto se pregou desde muito tempo atrás até agora, já não se tornou o “Presente” atual?!
        Pensem nisso e vejam todas as possibilidades. OK?!
        God bless you all so much!



        • Laercio Dos Santos em 6 de abril de 2013 15:34

          Muito bom o seu raciocinio Pradesh Minra Sherazady, penso parecido com voce!
          Acho que devemos continuar debatendo sobre esse assunto sem censura e levando em conta todas as possibilidades mas principalmente respeitando a opinião dos outros para que haja um bom diálogo, mas sobretudo buscando a iluminação do Espírito Santo.



        • Carlo Marucco Neto em 19 de abril de 2013 21:33

          Prezado Leandro.

          Sou fã incondicional do programa Na Mira da Verdade e admiro muito sua capacidade de memorização e raciocínio. Precisamos de mais programas com essa qualidade e conteúdo em nossas redes de Rádio e TV. Mas, no que concerne à interpretação de Apocalipse 17, sou obrigado a discordar de vocês. A interpretação Historicista simplesmente não fecha as contas. Algumas considerações:

          1) A teoria Historicista apresenta somente QUATRO reinos (Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma). Porque agora teríamos sete? Daniel sempre tratou dos reinos de seu tempo em diante, nunca retornou ao passado. Porque, agora, João faria isso? Ainda por cima acrescentando dois reinos que jamais foram citados por Daniel?

          2) Querer dizer que o “pouco” tempo de duração do reinado do sétimo rei pode ser comparado ao “pouco” tempo que resta a Satanás, é forçar a barra. Ora, qual seria a melhor régua para medir o reinado de qualquer um dos reis? A duração dos reinados dos outros seis reis! Portanto, não podemos simplesmente ignorar o fato de que o sétimo rei da interpretação historicista durou muito mais do que a média de todos os outros;

          3) Se a Besta é o Papado, como pressupõe a teoria Historicista, como é que as cabeças do Papado, que reinou a partir de 538 d.C., podem ser interpretadas como seis reinos que existiram antes dele? As cabeças existiam antes do próprio animal que as carrega? Pode isso, Arnaldo?

          4) Em Daniel 7, as 4 cabeças do Leopardo (Grécia) representavam quatro generais (indivíduos e não reinos) de Alexandre: Cassandro, Lisímaco, Ptolomeu e Seleuco. Por que, agora, as cabeças deveriam significar “reinos”?

          5) As sete cabeças da besta são um símbolo. “Sete montes” é uma das interpretações deste símbolo. “Montes”, aqui, não é símbolo e sim interpretação. Não podemos querer interpretar a interpretação que Deus já nos concedeu. “Montes”, no capítulo 17,
          são os sete montes onde Roma se assenta;

          6) O anjo cita os sete montes para nos informar a localização geográfica da Prostituta e, consequentemente, da Besta que a carrega: ROMA, a cidade das sete colinas. Como podemos, com a consciência limpa, incluir, Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia e Grécia neste local?;

          7) A introdução feita no versículo 1, deixa claro que um dos anjos que tem as taças das pragas descritas no capítulo 16, vai explicar para João o destino da Meretriz (Igreja Católica). Esse versículo não dá margem à especulação de que o anjo tratará de eventos históricos passados. O contexto aqui, é claramente escatológico;

          8) O tempo verbal utilizado por João para dizer que “cinco caíram, um existe…” não é, absolutamente, uma garantia de que ele estava querendo dizer que o rei que “existe” era o reino de sua época. Se formos engolir essa interpretação, como explicamos que João, no primeiro século da história cristã, diz “com a qual se prostituíram (passado) os reis da terra” e “vi que a mulher estava (passado novamente) embriagada com o sangue dos santos”? Nessas duas passagens do mesmo capítulo 17, João se utiliza do verbo no passado para tratar de eventos futuros;

          9) A data do Tratado de Latrão (11 de fevereiro de 1929) nunca foi defendida pelos intérpretes da teoria dos sete papas como A CURA DA FERIDA da besta. Ela é apresentada como o momento em que os papas se tornam REIS. Isso é incontestável. O Tratado de Latrão concedeu um Estado aos Papas, que, a partir daquele momento, se tornaram REIS;

          Não acho que a teoria do Pr. Samuel Ramos seja perfeita. Provavelmente, ela precise de ajustes que somente o desenrolar dos acontecimentos poderá prover. Mas, a interpretação Historicista é mais furada do que uma peneira.

          O Pr. Samuel não é um qualquer, como dão a entender alguns líderes de nossa Igreja que discordam dele. Ele é formado em teologia. É doutor e muito respeitado nos Estados Unidos. Além disso, quem o conhece pessoalmente, como eu, sabe que é um homem de Deus, que vive os princípios que prega e que estuda essa profecia específica há mais de vinte anos. Ele não se considera profeta ou portador de favorecimento divino. É apenas um assíduo estudante das profecias querendo colaborar para a interpretação de uma profecia ABERTA.

          Muito me surpreende o recente comportamento de expoentes de nossa Igreja defendendo a interpretação Historicista como se fosse verdade incontestável. O próprio Comentário Bíblico Adventista não fecha questão sobre o assunto por considerar as evidências insuficientes!

          Pessoas estudiosas, fieis e ousadas como o Pr. Samuel deveriam ser enaltecidas e não atacadas pelos sinceros estudantes da profecia… Mesmo que ele esteja equivocado.

          “Não há escusas para alguém tomar posição de que não há mais verdade para ser revelada e que todas as nossas explanações da Escritura estão sem um erro. O fato de que certas doutrinas têm sido defendidas como verdade por muitos anos pelo nosso povo, não é prova de que nossas idéias são infalíveis. O tempo não deixará permanecer o erro na verdade, e a verdade pode ser esclarecida. Nenhuma verdadeira doutrina perderá alguma coisa por inteira investigação”

          Ellen G. White, Review and Herald, 20 dezembro 1892

          Que Deus os abençoe e que nos dê a correta compreensão desses preciosos trechos das Escrituras.



      • Marcel Blanco em 10 de abril de 2013 0:42

        Vou copiar aqui o que comente ontem no outro post.

        Antes queria colocar uma coisa sobre “base historicista”: O que aconteceu ontem ou a seis mil anos, é história.

        Continuo na mesma. Oração.

        “Oi, esse assusto tem me tirado o sono. Sou adventista quase “de berço”, sempre gostei de estudar profecias. Conheço bem elas, e sempre procurei o posicionamento da igreja sobre o assunto. Não faço o tipo alarmista. Tenho orado a D-s e procurado compreender esse capitulo 17.
        Como vi rapidamente em alguns comentários acima, a IASD não tem uma posição fechada sobre o assusto.
        Queria tecer algumas observação sobre.
        Sempre estudei o cap. 17 como sendo cada cabeça um reino. Porém, não dei atenção a uma coisa que havia aprendido sobre interpretar profecias, que é: As profecias podem ser interpretadas dos dias do profeta para frente. Usar coisas passadas (reinos passados) não poderiam ser um erro na interpretação de uma profecia? Daniel sempre recebeu as visões de seus dias pra frente.
        No início do capitulo, no verso 1 e 2, o anjo me deixa entender que o contexto é sobre o julgamento específico da “grande meretriz que se acha sobre muitas águas” Quem é a meretriz? pois não sabemos? A meretriz não são Egito, Asíria, Babilonia, Medo-Pércia, Grécia e Roma. Certo? O anjo nos leva a meretriz. Ou julgo da tal.
        Compreendo que mil anos pra D-s são como um dia e um dia como mil anos. Se o sistema papal fosse a sétima cabeça deveria durar pouco tempo. Levando a ordem de proporção pq o sistema papal duraria muito mais que ou outros?
        Aprendi que as primeiras igrejas protestantes recebiam Luz, mas logo se fechavam para uma nova doutrina. Assim, uma após a outra recebiam luz, e se fechavam… Corremos esse risco hoje em nossa igreja? Não sejamos alarmistas mas não podemos ser imprudentes. Nossa igreja não será uma instituição durante o fim. Mantenhamos nossas mãos dadas em quanto podemos.
        Os anos que se seguem dirão se procede tal interpretação. Vigiemos e oremos.
        Sei que todos aqui buscamos puro conhecer da palavra viva. Sei que nossa igreja trabalha fortemente pelo o evangelho. Oro por todos nós. Me orgulho do trabalho da novo tempo. Continuemos pois buscando sabedoria vinda dos céus. E pelo prometido espirito santo de D-s que em breve cairá sobre Seu povo”



  • Edilson em 2 de abril de 2013 22:26

    na biblia diz q satanas pode realizar milagres, porem nao lhe foi otorgado poder nenhum, entao como ele pode realizar tantos milagres?



  • Gilvan Almeida em 3 de abril de 2013 0:01

    Excepcional artigo, prof. Leandro. Valeu a pena esperar! Vamos orar para que os irmãos que estão equivocados com essa teoria especulativa venham a reconhecer a fragilidade da mesma, pois sabemos que ela pode distorcer o foco da vida cristã. No outro artigo fiz um comentário sobre esse risco.

    GILVAN ALMEIDA



  • kau em 3 de abril de 2013 0:56

    Leandro Quadro disse: É impossível aceitar a ideia de que o autor de Apocalipse 17, um judeu cristão que tinha o Antigo Testamento como autoridade profética – e de onde tirou muito de sua linguagem para escrever o Apocalipse – tenha dado aos “sete montes” (Ap 17:9), que correspondem aos “sete reis” (Ap 17:10), outro significado totalmente diferente daquele que Deus revelou a Jeremias (Jr 51:24, 25). Por isso, se necessita muita fé (equivocada) para aceitar a teoria de que indivíduos (papas), ao invés de reinos ou poderes, estão sendo descritos por João em Apocalipse 17:9-11.

    Ai eu pergunto: João não poderia entender como em Daniel tbm não?principalmente Daniel 7:6 diz:Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.

    O reinado se dividiu entre quatro generais: Cassandro, Lisímaco, Ptolomeu e Seleuco, que governaram sobre os reinados da Macedônia, Trácia, Egito e Síria.
    ou seja,4 Cabeças do reino da Grécia (besta de 4 cabeça): 4 Generais Cassandro, Lisímaco, Ptolomeu e Seleuco.

    Todos nós sabemos que esses montes representam a região geográfica do império de Roma(pagã ou papal) e pq as cabeças não poderiam ser como em Daniel 7:6 reis do império papal?



    • leandroquadros em 3 de abril de 2013 11:21

      Kau: veja o comentário que fiz ao post de Rafael. Creio que irá lhe ajudar.

      Abç!



  • Laercio dos Santos em 3 de abril de 2013 1:28

    Eu também fico impressionado como as pessoas atribui a satanás tudo aquilo quem vem á cabeça, não sejamos assim irmãos, falso testemunho é pecado. A doutrina do
    Santuário Celestial tem quem que ser o foco dos estudos daqueles que acreditam ser o povo da verdade aqui na terra, se pedisse para dez adventistas explicar o que é a doutrina do Santuário, 2 explicariam e olha lá!
    Os adventistas falam muito do Papa, da Besta, dos Anjos, mas estarão sem uma base sólida se eles não souberem o que é exatamente a Doutrina do Santuário, enquanto isso seus pastores estão muito preocupados com os ” alvos de batismos” para estarem bem com suas associações e não tem tempo para ensinar os “leigos” como diria uma um velho padre que eu conheci. Formando assim os ” católicos do sétimo dia”, que só sabem dizer: parabéns pastor, parabéns Leandro Quadros, feliz sábado, feliz semana, amém e amém,” isso é coisa do inimigo ave maria”, olha como ele prega bem! e o pastor diz: Certo ou errado eu “sou ungido” e ai daquele que se opor ao ” ungido” do senhor, “a igreja é a menina dos olhos de Deus”. E os irmãozinhos se calam com medo de Deus, pois ele pensam que a igreja militante será a mesma igreja triunfante.

    Os adventistas do Sétimo dia militantes precisam clamar ao seu Deus para que segure os quatro ventos, pois eles na sua maioria não estão preparados nem pra metade do que em breve irá acontecer a este mundo caído.

    Que o Deus de Abraão, Isaac e Jacó, Pai do Senhor Jesus Cristo abra os olhos de vocês para que vejam a real situação espiritual em que se encontram.



  • Washington em 3 de abril de 2013 10:10

    Parece que o decreto justiniano é 538 DC.



  • Rafael em 3 de abril de 2013 10:57

    Olá amigos do Na Mira da Verdade!
    Gostaria de agradecer ao Pr. Leandro pelo tempo dedicado a escrever um artigo tão útil para nos ajudar na compreensão desse difícil porém fascinante capítulo de Apocalipse.
    Gostaria de obter um esclarecimento sobre essa citação do Prof. Leandro no último parágrafo da pág.4: “Também não é prudente negar os tempos verbais que se encontram no texto como o fazem alguns, no desespero para defender suas teorias.”
    O prof. diz que esse princípio deve ser respeitado, por exemplo, “quando no verso 10 o apóstolo afirma que o sexto rei “existe” (existiu nos dias dele)…”.
    Porém, o que me deixa atônito é que o princípio do tempo verbal não pode ser aplicado a Daniel 7:17 (NVI): “Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se LEVANTARÃO da terra”. Sabemos que o primeiro animal representa o império Babilônico e sabemos Daniel estava vivendo no tempo dele. Porém, ao se referir aos 4 animais, o Anjo usa o TEMPO VERBAL no FUTURO. Vale ressaltar que o tempo verbal está no futuro nas versões NVI, ARC e NTLH.
    Salvo se as nossas TRADUÇÕES de Daniel 7:17 estiverem erradas (como é o caso de I TES 4:14), acho complicado o Pr. fazer a referida afirmação a respeito do tempo verbal. Se alguém tiver conhecimento de Hebraico/Aramaico e tiver aceso ao livro de Daniel dos manuscritos de Quram, talvez possamos confirmar o tempo verbal.
    Posto esse comentário buscando ajuda de vocês.
    Muito obrigado pela atenção!



    • leandroquadros em 3 de abril de 2013 11:20

      Olá, Rafael:

      No artigo não neguei que o profeta pode passar de um tempo para outro na visão. Todavia, o que destaquei é que, quando há por parte de Deus uma explicação sobre o evento, “quase sempre” (veja: não “sempre) a visão possui elementos para os dias do profeta.

      Em Daniel 7:17 o tempo presente é usado porque está sendo explicado um evento futuro que estava sendo presenciado pelo profeta. Todavia, aplicar isso a TODOS os textos como fazem alguns, é desrespeitar as regras de interpretação, pois, Apocalipse 17:9-11 também apresenta uma mensagem para aqueles cristãos que precisavam de conforto.

      Veja que as exceções não são a “regra”.

      Deus o abençoe ricamente!



      • Rafael em 16 de abril de 2013 10:40

        Olá Prof. Leandro. Obrigado pelo esclarecimento.
        Não sei se o Sr. concorda, mas creio que um conceito que sempre devemos ter em mente é o de que Deus e seus Anjos conhecem muito bem como funciona a cabeça do ser humano, e por isso sabem perfeitamente qual é a melhor forma de passar uma mensagem para um profeta, que por sua vez terá a tarefa de repassar a mensagem para as demais pessoas.
        Em Daniel 7:17, creio que a ação do anjo em POSICIONAR o profeta no PASSADO para mostrar o surgimento de Babilônia foi uma questão de LÓGICA E DIDÁTICA, pois era importante que Daniel primeiramente observasse o surgimento do animal que representa Babilônia (período PRESENTE no tempo do profeta), para então poder compreender melhor a questão da sucessão dos reinos, assunto dessa visão.
        Faz todo o sentido e ficaria confuso se não fosse assim.
        Nesse caso também não podemos ignorar o conceito da REVELAÇÃO PROGRESSIVA, pois Daniel já tinha recebido uma primeira REVELAÇÃO sobre a sucessão de reinos (Daniel 2).
        Também é lógico supor que, sendo a visão de Daniel 7 uma ampliação da de Daniel 2, o anjo queria que Daniel fizesse a correspondência entre as partes da estátua com cada um dos animais.
        Agora voltemos para Apocalipse 17. Logo no verso 1, o Anjo encarregado pela visão desse capítulo deixa claro o contexto dos que será mostrado em seguida ao dizer à João: “Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta…”. Em seguida, João relata uma troca de cenário ao dizer no verso 3: “E levou-me em espírito a um deserto…”. Por fim, toda a visão e a posterior explicação se dão nesse cenário de deserto.
        Fazendo um paralelo com o episódio de Daniel 7, no princípio da visão, possivelmente o profeta Daniel não sabia que havia sido posicionado em um tempo passado, mas poucos momentos depois, durante a explicação do Anjo, ele certamente entendeu que o tempo de início da visão era passado pois o primeiro animal que surgiu representava Babilônia, e este reino fazia parte de seu presente.
        Já em apocalipse 17, João relata unicamente que foi levado em espírito para OUTRO CENÁRIO dentro do qual o Anjo mostrou a “condenação da grande prostituta… (verso 1)”, e em seguida disse “o mistério da mulher e da besta que a traz…” (verso 7).
        Na explicação das 7 cabeças (verso 10), quando o Anjo diz: “Cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo…”, nem João e nem o Anjo nos dão nenhuma indicação sobre o tempo em que eles estão posicionados.
        Por esse motivo, somente com o que é dito em Apocalipse 17, e na limitação de meu entendimento, acho difícil bater o martelo afirmando que o tempo de compreensão do verso 10 deve ser o tempo presente do profeta, e mais difícil ainda bater o martelo em algum tempo no futuro.
        Prof. Leandro Quadros.
        Estaríamos em um beco sem saída até a profecia se cumprir (caso seu cumprimento esteja no futuro)? Já ouvi alguns dizerem que talvez só entenderemos o significado dessa profecia quando Jesus nos explicar no céu. Mas pra mim isso não faz sentido, pois se fosse assim, porque Jesus nos teria revelado essa profecia? Somente para especularmos (ou degladearmos como é o caso de alguns)?



  • Danilo Wiener em 3 de abril de 2013 11:37

    Vejo que há desinformação sobre todos os detalhes para refutar e o primeiro deles é de que “a ferida mortal foi curada em 1929”, se existe alguém que defende isso sobre os 7 reis é totalmente desinformado.

    A questão dos “Montes”, em Apocalipse 17:9 já é interpretação desde o verso 8 quando o Anjo começa explicar o mistério para João. Portanto não se pode “reinterpretar” algo que já está sendo interpretado, então a colocação de Jeremias de reino para montes não confere.

    Isto se aplica às cabeças também, já que é interpretação, portanto Rei é rei mesmo, até porque no ver 12 de Apoc. 17 ficaria sem sentido o verso que diz:

    “Os dez chifres que você viu são dez REIS que ainda não receberam REINO, mas que por uma hora receberão autoridade como reis, junto com a besta.”

    se rei aqui fosse reino sinceramente seria um absurdo teológico pois ficaria:

    Os dez chifres que você viu são dez “REINOS” que ainda não receberam “REINO”, mas que por uma hora receberão autoridade como reis, junto com a besta.

    Meu intuito aqui não é fomentar nem fazer a discussão tornar-se pior para alguns, mas o de que devemos com oração e humildade, reconhecer que Deus sabe todas as coisas e que se uma ou outra vai realmente acontecer, aguardemos em oração e com coração contrito na certeza de estarmos preparados para a breve volta do Senhor.

    Deus abençoe a todos.



  • wagner aparecido silva em 3 de abril de 2013 13:00

    Gostei. Esse texto agora ficou mais bem elaborado do que o anterior e bem que vai servir para desfazer os mal- entendidos que acontecem em nossa igreja por causa dos profetas de plantão.
    Parabéns.

    OBS.: Eu só queria responder para o Laércio dos Santos, com todo respeito, prezado amigo: muito cuidado quando for falar dos adventistas partindo do geralzão.Eu aprendi a doutrina do santuário antes de me batizar e eu estou na Igreja há 11 anos porque tenho base sólida para crer que o que ensina lá está na Bíblia ( caso contrário eu voltaria para o Seminário Católico romano de onde saí). É verdade que existem líderes não-consagrados, assim como existem membros não – consagrados, mas não é todo mundo que é descompromissado não. No adventismo, apesar da amizade com o mundo e da religião desprovida de piedade e do cristianismo do tipo popular de muitos, ainda existem Josés que estão no Egito, mas não são do Egito, Daniéis que estão em Babilônia, mas não são de Babilônia. Existem Enoques (Gn 5.24); As Anas do Templo ( Lc 2.36); verdadeiras mães em Israel (Jz 4.8); existem infelizmente Ananias e Safira, Judas Iscariotes, Himeneu e Fileto que pregam heresias e desviam muitos da fé (2Tm 2:21) e existem os fariseus, os judaizantes e os libertinos. Mas só cabe a Deus pesar cada um em balança justa.



  • Anderson em 3 de abril de 2013 13:10

    Muito bom o artigo do prof. Leandro Quadros! Para mim, Deus o tem usado como um instrumento poderoso para guiar o povo de Deus pelo caminho estreito que leva ao céu! Que Deus continue te abençoando com força e sabedoria para continuar na batalha por Cristo!
    Sobre o artigo, não deixa dúvidas que a interpretação historicista é a mais confiável e não pode ser “quebrada” de uma hora para outra, e sim seguida do início ao fim.
    Sobre os eventos de dentro da IASD sugiro aos estudantes que se voltem, também, para os escritos de Ellen White, pois ela disse que surgiriam, dentro da igreja, pessoas que se desviariam da verdade presente. Não estou dizendo que isso está acontecendo com o Pr. Ramos, mas cada um deve concluir a respeito do assunto tomando como base apenas a “lei e os profetas”!
    Abraços e fiquem todos com Deus.



    • Maiara Costa - Equipe em 4 de abril de 2013 10:07

      Olá amigo Anderson!
      Satisfação manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por suas palavras e pelo carinho e confiança no ministério Na Mira da Verdade.
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Aline em 3 de abril de 2013 13:35

    Infelizmente cada Igreja tem forma de interpretar, sobre profecia e sobre a vinda de Jesus. Porque nem tudo foi revelado para nós! São planos de Deus. Temos que estar preparado para tudo e principalmente para a vinda de Cristo..A paz



    • Maiara Costa - Equipe em 4 de abril de 2013 10:05

      Olá estimada amiga e irmã em Cristo Aline!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Antes de mais nada, saiba que nenhuma profecia da Escritura provém de interpretação pessoal (2 Pedro 1:20).
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Kau em 3 de abril de 2013 13:36

    Sinceramente sua resposta ao Rafael nao respondeu em nada a minha pergunta,até pq a pergunta dele nada tem haver com a minha.Eu nao questionei sobre a forma verbal do tempo,mas as caracteristicas identicas do reino da Grecia (uma com 4cabecas representando 4 generais do reino da Grecia) com o reino de Roma(com 7 cabecas q segundo vcs nao representam reis expecificos do reino de Roma) vale lembrar q o texto frisa q a mulher esta assentada sobre os montes. E eu ainda quero saber quem e essa mulher e o q significa estar assentada nestes sete montes q Também sao sete reis?



  • Rubens Arandas em 3 de abril de 2013 15:07

    Prof. Leandro Quadros, muito tem se falado sobre o método de interpretação historicista, todavia – pra mim – ainda não está claro sobre o que você quer dizer com esse termo. O que é o método de interpretação historicista?
    Obrigado



    • Maiara Costa - Equipe em 4 de abril de 2013 9:51

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Rubens!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      A escola de pensamento historicista afirma que as profecias se cumprem com o correr da história, a partir do momento em que o profeta tem a visão e a torna pública. Sendo assim, muitas profecias ainda estão se cumprindo ou por se cumprir. A profecia nada mais é do que história dita de antemão.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Conte conosco para o que precisar.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



    • Edson em 4 de abril de 2013 15:05

      puxa vocês não vão responder não ??? são tantas vezes que já remeti perguntas e opiniões a vcs, inclusive ao vivo programa na mira, estou impressionado pois quando remeti o anexo não tinha ouvintes transitando no blog ou seja não havia grande fluxo de mensagens. Se há compromisso com a verdade e as opiniões deveriam proceder com imparcial carinho a todos.
      Desafio voces a responderem // se não no blog remetam ao e-mail.. o anexo abaixo ??????????
      _____________________x_________________x____________________x_________________
      O seu comentário está aguardando moderação.
      3 de abril de 2013 às 14:00

      estou indignado pois de posse do manual igreja v2010, observo a grossa vista, alguns detalhes impressionantes mesmo não indo diretamente contra as doutrinas, o pastor que está pregando ap 17 lá no USA, está indo contra tudo que se refere unidade da igreja, pois noto um tremendo e confuso momento, duvidas, pessoas nervosas no site, causando Grande Conflito interno (membros adv) não vejo como apologia e sim algo que está contrariando frontalmente ao que parece ser posição (duas versões possiveis) aceita pela igreja, leio o manual e vejo em tantos itens que o pr referido está quebrando.. responsabilidade e disciplina, razões p/disciplina sobre conduta desordenada, opor-se a unidade da igreja, leio tambem que os pastores são designados p/ supervisionar os interesses da igreja ???? será que é isso que esta sendo promovido ou há vantagem em tal atitude tomada por ele ???? quais ???
      se não há base biblica no que ele prega .. porque prega ??? se ela está contra várias frentes diretivas da igreja, tudo conforme foi visto em seus posts (Leandro) pastores, pastores falecidos, pastores efetivos, voces representam a igreja há outros pastores por traz da Novo Tempo(gerentes e etc), sendo assim não consigo entender, o que acontece(indiciplina) qual será o lucro nisso tudo ??? vejo uma quebra da harmonia, isso já ocorreu no passado em várias situações… pessoas com projeção e outras nem tanto, mas isso está ocorrendo ao vivo e a cores, promovido paralelamente via internet > USA(pr Samuel) x Brasil (NT(na mira), pr Unasp,
      se não há lucro em tudo isso, porque continua ??? essa briga interna (iasd),
      sabemos os requisitos de um presbitero, não é mesmo, lembro que Atos 15 reporta, semelhanças, mas ali também houve reunião e “conciliação”, na minha visão o prejuizo está sendo maior do que o lucro, há não ser em outro ponto de vista!! não sei.. esta confusão, vento de doutrina lembra Babilonia ??? sim ou não ???



      • Maiara Costa - Equipe em 4 de abril de 2013 16:35

        Olá Edson!
        Grande satisfação poder manter contato com você.
        Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
        Primeiramente saiba que o número de comentários que temos para moderar não aparece para vocês no blog, somente para os moderadores, e nós temos mais de 1000 comentários para fazer moderação, sendo assim não há como aprovarmos todos ao mesmo tempo ou no mesmo dia.
        Segundo: Realmente a igreja segue o método historicista no qual dentro dele há duas possíveis interpretações para Apocalipse 17 e o pastor prega uma linha de pensamento futurista.
        Nós devemos nos manter fiéis a linha de pensamento historicista que afirma que as profecias se cumprem com o correr da história, a partir do momento em que o profeta tem a visão e a torna pública. Sendo assim, muitas profecias ainda estão se cumprindo ou por se cumprir. A profecia nada mais é do que história dita de antemão.
        Estudar as profecias e se manter fiéis à Bíblia.
        Que Deus te abençoe grandiosamente.
        Um forte abraço.
        Equipe do Na Mira.



      • Rubens Arandas em 4 de abril de 2013 19:27

        Prezado Edson,
        Infelizmente tenho que lamentar por você ficar indignado com a APARENTE divergência ou falta de unidade dentro da igreja.
        Como você disse, o pastor prega diferente de duas interpretações aceitas pela igreja. Mas gostaria de dizer que a igreja não tem como ter duas interpretações oficiais, somente uma. Caso tenha mais do que uma interpretação, é porque não há consenso e necessita sim de um estudo. No caso desta profecia, há pelo menos 5 interpretações, cada um “puxa sardinha” para um lado. Mas o fato é que não há uma interpretação consensual, AINDA!
        Essa discussões, são extremamente saudáveis. Muitos assuntos que hoje são doutrinas, passou por uma fase de questionamento. Geralmente dois ou mais doutores discutindo para uma bancada. O resultado da discussão é votado na comissão geral, caso haja um consenso e aceitação da maioria de teólogos e se torna doutrina. Entendeu?
        O pastor está no direito dele de estudar e defender a interpretação, até que a igreja assuma uma postura e coloque a profecia no quadro doutrinário, coisa que não vai acontecer, assim como não aconteceu até hoje com muitas profecias por nós conhecidas, como as trombetas, os cavaleiros etc.
        Em nossa igreja, aceitamos algumas coisas pelo tradicionalismo e por explicação de especialistas em algum assunto. Geralmente, o que é aceito é explicação consensual entre vários teólogos. Quando há divergência e sobre um assunto, é natural que tenha discussão.
        Não entendo o que você fala que o Pastor está criando divisão. Seja mais especifico. O que ele falou que causa divisão ou que foge ao que está no manual da igreja?
        Agora tenho que concordar com você quanto a necessidade de um diálogo entre ambos pastores.
        Tenho assistido as pregações de Samuel Ramos, não o vi criticar os que acreditam em interpretações metálicas, mas constantemente tenho visto ele sendo diretamente atacado e alfinetado. Penso que o mais honesto seria chama-lo para uma conversa adulta, um diálogo e colocar especialistas para conversar. Colocar alguém de respeito e conhecimento profético, assim como Samuel Ramos para dialogar com ele.
        Desejaria ver uma conciliação entre Pr. Tim, Rodrigo Silva, Samuel Ramos, Fernando Iglesias, Michelson Borges e Leandro Quadros.
        Seria muito bom e ficaria muito mais fácil para nós julgamos que está com a razão.
        Ficar alfinetando na internet, não é legal!



  • Laercio Dos Santos em 3 de abril de 2013 16:15

    As pregações do Pastor Samuel Ramos tem fundamento Bíblico e suas interpretações também é historicista, acontece que ele fala diretamente sem esconder nada e isso traz perigo ao conforto e status dos demais líderes da igreja. Não sou contra o entendimento dos demais, pois Deus anseia que seu povo estude as profecias. Mas se essa é uma profecia aberta porque tanto interesse em derrubar o entendimento do pastor Samuel Ramos?
    A igreja adventista existe para desmascarar o engano que está por de trás da” Mãe das meretrizes” e restaurar toda a verdade bíblica, anunciando destemidamente o retorno do Senhor Jesus e a sua Lei eterna. O povo precisa conhecer de fato a doutrina da igreja, muitos estão se batizando sem saber o que exatamente estão fazendo, devido a pressa em apresentar números para as associações, como se fosse uma empresa de eletrodomésticos.
    É necessario um Reforma na igreja, começando de cima para baixo, o exemplo foi dado pelo Senhor Jesus.



    • Maiara Costa - Equipe em 4 de abril de 2013 9:40

      Olá estimado amigo Laércio!
      Satisfação manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      A interpretação do pastor não é historicista, mas sim futurista.
      Para os futuristas as profecias terão seu cumprimento apenas no fim dos tempos, e serão rápidas. Virão para atestar o fim do mundo e com elas, se encerra a história da humanidade, tendo Deus criado então um novo mundo.
      Já o método historicista afirma que as profecias se cumprem com o correr da história, a partir do momento em que o profeta tem a visão e a torna pública. Sendo assim, muitas profecias ainda estão se cumprindo ou por se cumprir. A profecia nada mais é do que história dita de antemão.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • Sander Shiguematsu em 4 de abril de 2013 23:55

        Irmã Maiara, vejo que vocês estão totalmente perdidos…. antes falaram que o método do Pr. Samuel era Preterista, agora Futurista…

        Se ninguém sabe a verdadeira interpretação, temos todos que ser humildes e assumir e não bater no peito e falar que a verdade é esta e pronto…. cuidado irmãos…

        “20 de março de 2013 às 11:00
        Olá Sander!
        Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
        Nessa pregação há uma mistura de metodologias, principalmente a preterista, contudo a linha bíblica profética seguida pela Igreja Adventista é a historicista.
        Que Deus te abençoe grandiosamente.
        Um forte abraço.
        Equipe do Na Mira.”



        • Maiara Costa - Equipe em 9 de abril de 2013 18:27

          Olá Sander!
          Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
          Primeiramente não generalize (vejo que vocês estão totalmente perdidos).
          Segundo: a opinião de que ele era preterista é minha por não ter chegado ao pleno conhecimento na época do estudo dele. Hoje depois deu ter estudado juntamente com a opinião de outros estudiosos da Bíblia chego à conclusão que o sermão dele segue mais a linha futurista.
          Ninguém está batendo no peito e o artigo escrito pelo Leandro refuta muito bem os pressupostos dessa mensagem, contudo todos são livres para aceitar ou não.
          Que Deus te abençoe grandiosamente.
          Um forte abraço.
          Equipe do Na Mira.



      • Laercio Dos Santos em 6 de abril de 2013 8:46

        Se na visão HISTORICISTA a profecia nada mais é que a história dita de antemão,isso é no futuro ou no passado?
        Pois na visão “historicista” que vocês defendem vocês voltam ao passado de quando joão teve a visão começando pelo Egito, desta forma João teria que ser PRETERISTA (Egito, Assíria,Babilônia, Medo-Persa, Grécia), depois “PRESENTISTA” ( Roma Imperial) e em seguida FUTURISTA ( Roma Papal) se ele quisesse entender a visão. Todos os fatos aconteceram, estão acontecento ou irão acontecer na história, portanto a interpretação vai depender de qual parte da história você está vivendo.
        Portanto a visão interpretativa que vocês tem é a mesma que a do Pastor Samuel Ramos, tendo em vista que estamos em 2013 ,a Direfença é que vocês começam a entender a partir do Egito ( está no passado ou futuro?), e o Pastor Samuel Ramos a partir de 1929 ( está no passado ou futuro?), a diferença é que ele entende de forma diferente mas tem embazamento histórico assim como a interpretação de vocês. Não sei como vocês não conseguam enxergar isso?
        Assim como Cristo foi o representante físico de Deus e é o Cabeça da Igreja verdadeira aqui na terra. O papa é o representante físico de Satanás e cabeça da igreja falsa aqui na terra, tendo em vista isso não tem problema nenhum em identifica-lo como a besta em sí, pois ele comanda um corpo organizado. Tendo em vista que os Sete montes são literais, porquê os Sete Reis não seriam também literais?
        A questão não está no modo interpretativo que a pessoa adota para entender as profecias, mesmo porquê Deus não se limitaria ao desígnios humanos, o entendimento é pela iluminação do Deus Espírito Santo. Também não é tomar partido por A ou B, mas é tomar cuidado para não se tornar um “robôzinho do sistema”, programado para não ter raciocínio próprio.
        Que Deus tenha misericórdia de nós!



        • Maiara Costa - Equipe em 9 de abril de 2013 17:50

          Olá Laércio!
          Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
          Mais uma vez: A escola de pensamento historicista afirma que as profecias se cumprem com o correr da história, a partir do momento em que o profeta tem a visão e a torna pública. Sendo assim, muitas profecias ainda estão se cumprindo ou por se cumprir. A profecia nada mais é do que história dita de antemão. Esse método não é utilizado só pela Igreja Adventista, mas também por muitos outros e os pioneiros desta igreja utilizaram esse método de interpretação.
          Nós do Na Mira da Verdade já nos posicionamos em relação à esse assunto, sendo que não nos posicionaremos mais, visto que temos outras pessoas de diversas denominações para atender.
          Que Deus te abençoe grandiosamente.
          Um forte abraço.
          Equipe do Na Mira.



  • Marcio luiz da Silva alves em 3 de abril de 2013 16:33

    Ola amigo ! Eu sou adventista a pouco tempo, estudava a biblia com testemunhas de Jeova, me converti a través do na mira da VERDADE ! gosto muito do programa que Deus abençoe mais e mais a vcs. Porém o que me deixou intrigado foi o fato de montes na bíblia parecer de ser significado do simbolo chamado de CABEÇA , e também o detalhe de se mencionar sob os quais a mulher está sentada . sabemos que MULHER em profecia é igreja , igreja que da qual não existia na época de joão, pois roma sempre tinha sido pagã ! infelizmente não consigo aceitar outra interpretação ainda , pois vejo que a biblia da o simbolo e logo a sua interpretação. Estou triste por pensar diferente da maioria da igreja, mas estudo sem fazer alarde respeitando a fé das pessoas e interpretação mais aceita pela igreja adventista do 7.
    SE PUDER ME AJUDAR EM RELAÇÃO A MULHER QUE ESTA ASSENTADA , EU AGRADECERIA MUITO !! QUE DEUS NOS ABENÇOE !!



    • Maiara Costa - Equipe em 4 de abril de 2013 9:49

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Marcio!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Não se preocupe com isso que está passando amigo, lembre-se que o conhecimento da verdade é progressivo e crescente (Provérbios 4:18; João 16:12) e que pode contar com a ajuda do Espírito Santo para isso (João 16:13).
      Saiba que estamos a inteira disposição.
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Milton em 3 de abril de 2013 17:04

    Prezado professor Leandro Quadros,
    Primeiramente eu acho importante destacar que:
    (1) eu conheço (como telespectador) o seu ministério na Novo Tempo, a meu ver, um ministério abençoando por Deus e que tem contribuído muito na causa dEle. Tenho muito respeito e grande admiração por você e pelo seu trabalho. Creio que ninguém dúvida de que você é um dos maiores presentes (humanos) de Deus para a TV Novo Tempo e para aqueles que o assistem.
    (2) Quanto a mim, eu sou um simples membro leigo que quer entender a palavra de Deus. À postura de um adventista diria que não sou radical e nem liberal o que não faz que eu seja um sensacionalista ou um profeta de plantão, por outro lado, não sou um leigo que é levado por qualquer vento de “argumento”.
    (3) Quanto à questão de Apocalipse 17, venho acompanhando de perto (pela internet) toda essa discussão. Desde o seu primeiro artigo no blog até o recém publicado. Li os artigos e bibliografia recomendados por você (ekkehArdt mueller, Carlos Ramos, Maxuell), li praticamente todos os comentários dos internautas e respostas suas e da sua equipe no blog. Também li outros posts e assisti vídeos na internet e tudo mais (Michelson Borges, vídeos de Samuel Ramos, etc). E claro, continuo lendo apocalipse 17, 13…
    Desde que veio à tona essa discussão toda com a renúncia do papa eu procurei entender cada ponto de vista a respeito de Apocalipse 17. Até agora como “humilde pesquisador” eu não encontrei coerência em nenhuma das abordagens apresentadas. Digo coerência no sentido de dizer “toda coerência”. Nem a teoria dos 7 papas e nem a abordagem tradicional satisfaz qualquer pessoa que procura uma resposta coerente de Apocalipse 17!
    No meu entender, repito: TODAS, TODAS AS ABORDAGENS APRESENTADAS ATÉ AGORA, INCLUSIVE A QUE VOCÊ COLOCA COMO SE FOSSE O CERTO NÃO PASSAM DE TEORIAS. Digo a que você coloca como certo, porque é perceptível nas suas postagens a parcialidade, como pesquisador, em abordar Apocalipse 17! (Não se ofende com as minhas palavras, qualquer coisa me perdoe, estou tentando ser claro e estou sendo honesto na minha colocação!)
    A forma como você lida como as demais teorias (na verdade, apenas a teoria dos 7 papas) é preocupante para quem tem uma postura e olhar acadêmico nessa discussão toda. Neste último artigo seu, você objetiva desconstruir alguns postulados colocados pelos adeptos da teoria dos 7 papas, o que pode estar certo ou não, mas o problema é que você deixou de fora as desconstruções deles para com a teoria que você defende! Entende? São muitos os “poréns” colocado na teoria tradicional! Onde estão as suas refutações a respeito deles? Apenas considerou as mais simples deles no seu artigo e contra-atacou a teoria dos 7 papas. Aqui o fato de contra-atacar não quer dizer que o contra-ataque alheio foi defendido!
    Pelo fato de se querer combater sensacionalismos da abordagem apocalíptica papal não justifica o apego na ideia tradicional dos impérios mundiais. Uma coisa não tem nada a ver com a outra! Você está combatendo uma coisa com a outra! Por exemplo, para mim, que procura uma resposta coerente de apocalipse 17 não acho justo e certo você colocar uma teoria que apresenta furos. A teoria tradicional não responde apocalipse 17 (o que não quer dizer que a papal responde)!
    QUANDO EU OLHO PARA A ABORDAGEM TRADICIONAL EU VEJO FUROS E QUANDO EU VEJO A CORRENTE DOS PAPAS EU TAMBÉM VEJO FUROS! Todas as abordagens estão deixando de lado a visão como um todo e todas estão focando na questão dos 7: se são impérios ou papas. Por exemplo, como ficam os versículos 12, 16 e 17 nas abordagens de cada um? Como conciliar os elementos como besta, chifres, cabeças, do capitulo 13 com os do capítulo 17? Se considerar esse aspecto holístico eu vejo a recente abordagem dos 7 papas com maior embasamento do que a teoria tradicional.

    Amigo professor,
    Como pesquisador eu não posso aceitar as suas postagens como, academicamente, uma RESPOSTA para o caso e creio que ninguém a menos que seja parcial e passivo entenderá diferente. Atenção: Não estou dizendo que você pretendeu colocar um ponto final e ter a resposta cabal, ok?, a questão é que a FORMA de você colocar esse assunto e a forma como coloca a teoria tradicional faz parecer que essa abordagem tradicional satisfaz. E é claro que não satisfaz assim como a teoria papal não satisfaz! Todos têm pós e contras! O principio adotado aqui nesta conversa é que se uma abordagem não responde satisfatoriamente, então ela não deve ser colocado acima daquele que menos responde ainda! Pois essa postura nos induziria ao erro de considerar A ou B estar certo e ter encontrado a resposta.
    Portanto:
    1 – A menos que a corrente tradicional ofereça uma resposta cabal para Apocalipse 17 ela não deixa de ser uma simples teoria que nem as demais outras abordagens.
    Se você concordar comigo que a TEORIA tradicional defendida mui fortemente por você não responde cabalmente todos os pontos da visão, então cairemos num ponto muito importante: TODAS AS ABORDAGENS SÃO TEORIAS E TODAS MERECEM ESPAÇO E ACADEMICAMENTE FALANDO NÃO SE DEVE COLOCAR A TEORIA TRADICIONAL NA CÁTEDRA QUE TEM SIDO COLOCADO!
    2 – Recomendo:
    (1) mais humildade no tratamento alheio,
    (2) diálogo entre os nossos estudiosos (por ora todos tem colocado boca no trombone e pregado as suas teorias sem “irmandade” no estudo),
    (3) perfil acadêmico e, sobretudo
    (4) busca do Espirito que deu a visão e que DARÁ a resposta!
    3 – NÃO TER UMA RESPOSTA CLARA COMO DANIEL 2 DEVE FAZER DE NÓS IRMÃOS PASSIVOS NA BUSCA DA RESPOSTA (E NÃO PREGARDORES DE TEORIA)? DE JEITO NENHUM! AGORA, A QUESTÃO É: NÃO TER UMA RESPOSTA NÃO DEVE FAZER DE NÓS APOLOGÉTICOS DE UMA TEORIA QUE PODE SER OU NÃO A RESPOSTA E MUITO MENOS FAZER DE NÓS PREGADORES DE TOERIAS COMO SE FOSSEM RESPOSTA!



  • Candido em 3 de abril de 2013 22:01

    estude isso também e tente chegar a conclusao



    • Maiara Costa - Equipe em 4 de abril de 2013 9:43

      Olá estimado amigo Cândido!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Já foi comprovado por esse artigo que a profecia bíblica nãom defende essa cosmovisão do video apontado por você no youtube.
      O anticristo maior na Bíblia representa o diabo e a besta e o filho da perdição é o sistema religioso papal como um todo.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • werks paulino em 3 de abril de 2013 23:12

    VEJO TODAS ESTAS TEORIAS COMO TEORIA, COMO A IGREJA ADVENTISTA , NÃO TEM NENHUMA POSIÇÃO, EU TAMBÉM NÃO TENHO! TENHO ESTUDADO AS PROFECIAS E A TEORIA QUE FOI APRESENTADA PRIMEIRO , NOS DEIXA COM OS OLHOS ATENTOS !ACONSELHO QUE DEIXEMOS VER OS PASSOS DESTE PAPA E DE ROMA ! EU NÃO ACEITO NEM REPROVO NENHUMA DAS TEORIAS , UMA VEZ QUE A MENSAGEIRA DO SENHOR ! NÃO FALA A ESTE RESPEITO , EU NÃO ACEITO NENHUMA TEORIA ! E VOU SEGUIR PREGANDO A MENSAGEM DOS 3 ANJOS ! ATÉ QUE JESUS VENHA!



  • Rubens Arandas em 4 de abril de 2013 12:16

    Prof. Leandro Quadros,
    Antes de qualquer coisa, estou despendendo algum tempo para escrever o que se segue porque admiro seu trabalho, creio em sua honestidade e principalmente porque torço que o seu programa continue contribuindo para o crescimento espiritual de muitas pessoas. É ótimo ver pessoas que admitem ter se convertido devido ao programa da Mira da Verdade. Que Deus continue abençoando vocês.

    Além disso, não faço parte dos quais você chama de “Profetas de Platão” e nem apostaria minha salvação em tal teoria que supõe os reis como sendo papas. Todavia, também estou certo que a intepretações ora sugeridas pelo senhor estão incompletas.
    Não estou escrevendo para rebater ao que o senhor escreveu, contudo escrevo para que possamos ter um diálogo e para que possamos preencher algumas lacunas, ok?

    Abaixo contra-argumento os quatro pressupostos:

    1 – Na verdade as cabeças são interpretadas como sete reis, literalmente sete reis e também literalmente sete montes. Por que literalmente?
    “E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres.” Apocalipse 17:7
    Perceba que a visão está sendo revelada, e na revelação está claramente interpretando que as cabeças são montes e também são reis.
    O próprio anjo está revelando o que foi visto, não creio que podemos tornar simbólico a interpretação dada pela bíblia ou pelo próprio anjo. Como eu vou dizer que a cabeça é império se a bíblia está falando que são montes e reis? Será que é necessário interpretar o que já está sendo revelado?
    Será que há base bíblica para interpretar que cabeças são reis? Lembra das quatro cabeças do Leopardo de Daniel 7. Quem são? Os quatro generais de Alexandre! Ou seja, não é o único ponto da bíblica que usa o símbolo cabeça para rei.
    Além disso, as cabeças fazem parte da segunda besta e sem ela não existiriam cabeças, logo as cabeças deveriam ter surgidos depois da besta e logo não podem ser impérios antigos.
    Sobre a intepretação de que a cabeça são os sete montes e que revela a localização geográfica da segunda besta. No DVD “O Grande Conflito” do Pr. Luís Gonçalves, cita claramente que os montes identificam o vaticano como a besta. Além disso, por muitos anos, muitos estudiosos adventistas tem pregado essa mensagem. Estariam todos errados por todos esses anos? Estaria o Pr. Luís Gonçalves errado ao dizer isso no DVD distribuído pela novo tempo? Por que?

    2 – A data de 1929 realmente é importante para a interpretação, não porque a ferida mortal foi curada. Sabemos que não foi. Como foi citado, a cura é progressiva e se dará por algum tempo ainda. Certo? Mas por que a data é importante? Porque desde de 1929 os papas são reis. Desde 1929, eles não exercem somente o poder religioso, mas também o poder político, sendo reis do estado do vaticano. Dizer que a data de 1929 é a base da profecia porque houve a ferida mortal foi curada em 1929 é pura falta de compreensão desta interpretação.

    3- Toda profecia só é confirmada após a conclusão, a menos que um profeta confirme sua interpretação futura, como fez EGW para várias profecia. Qualquer tentativa de colocar a profecia no futuro é mera conjectura, uma possiblidade – inclusive – de decepção. Todavia, as profecias não falam somente do passado, não podemos assumir que todas profecias foram cumpridas, devemos continuar estudando pois há muitas profecias a se cumprirem, sendo elas sobre passado, presente e futuro. E quando se cumprem, depois de um tempo temos a confirmação. Se essa profecia tivesse sido cumprida no passado, já era tempo de termo unanime entendimento e não 4 ou 5 teorias diferentes.
    Muitas profecias que nós adventistas cremos falam sobre o futuro. Ex: Decreto dominical, Ecumenismo, União de um Governo Global, As pragas etc.
    É complicado descredenciar uma interpretação profética somente por que trata de futuro, mesmo considerando eventos do passado e do presente. Muitas de nossa intepretações assumem uma posição futurista que não vejo diferença desta, a não ser um risco de decepção e perda de credibilidade. Por isso, também concordo que não devemos assumir uma postura de dizer que esta interpretação está correta, devemos ter cautela e não agir com sensacionalismo. Embora, também não concorde em dizer que já temos a luz completa sobre todas a profecias e não há espaço para novas interpretações. Depois da “grande decepção”, alguns compreenderam que Jesus não voltou, mas compreenderam o papel de Jesus no santuário celestial, enquanto outros até hoje acreditam que a profecia estava errada. Por isso temos que ser humildes para aceitar novas interpretações, principalmente porque essas só são confirmadas após o cumprimento total.

    4- Apocalipse 17:10 está muito claro que “o pouco tempo” é usado em comparação com os outros reis, de modo geral o “pouco” é subjetivo e sempre será relativo a uma referência, não é meramente quantitativo. Neste verso, não subentende-se que o tempo é comparado com toda a história do universo como o versículo de Apocalipse 12:12. O que me leva a crer que a citação de Apocalipse 12:12 é um verso fora de contexto para servir como pretexto.

    Esses foram apenas alguns argumentos em defesa da interpretação dos sete reis igual a papas. Todavia, pra mim, esse interpretação de reis = papas ainda não está 100% fechada e também deixa algumas lacunas, várias na verdade. Vou citar algumas:
    Se João Paulo II voltasse, ele não seria o oitavo, seria o nono, visto que já temos Francisco. Embora Bento seja o sétimo papa e papa emérito junto com oitavo, não sei se poderíamos interpretar ele como “também o oitavo”. Dizer que o “também” se refere a primeira besta, satanás, como oitavo é forçar a barra para fazer a profecia dar certo. Por fim, digo “São muitos os detalhes para que tudo seja verdade e muitas coincidências para que tudo seja mentira”.

    Além disso, há um grande motivo porque não creio que a interpretação mencionada como historicistas seja verdadeira: Qual é o verso ou texto bíblico que leva a crer que as cabeças são “reinos opressores do povo de Deus”, “grandes impérios da humanidade” ou “formas de governo de Roma”? Não vi um texto que dê qualquer subsidio para qualquer uma dessas interpretações. Tenho entendido elas como conjecturas e pior do que isso, sem lógica alguma.

    Sei que não é a interpretação de qualquer profecia que salvará ou não minha vida, mas sinceramente, gostaria de saber a interpretação dessa profecia e certamente não estou certo que os argumentos da mira da verdade sejam verdadeiros, crendo sim que estamos fora da interpretação correta.

    Despendi muito tempo para escrever esse comentário e gostaria que ele fosse publicado, mais do que isso, gostaria que fosse respondido levando em conta que estou realmente querendo compreender a teoria historicista em sua totalidade.



  • Eduardo Vidal em 4 de abril de 2013 19:36

    Queridos irmão do na mira da verdade,

    Graça e paz seja com todos

    Querido Professor Leandro Quadros, mais uma vez parabenizo por se deixar ser usado pelo Espírito Santo para levar a mensagem de Deus via novo tempo as pessoas (Apoc 14:6).
    O que noto com o assunto de Apocalpipse17 é que as pessoas (que tem todo o direito de pensar diferente) estão usando muito o nome “Samuel” e deixando de lado o presente artigo publicado com bastante riqueza pelo querido Professor. Acho que deveriam refutá-lo usando a Bíblia, e não “Samuel”.
    Mas como se diz: Se você tiver a coragem de perguntar, a Bíblia terá coragem de lhe responder usando pessoas que se deixam ser usadas por Deus.
    Deus abençoe a todos do na mira e leitores.



  • Fábio Matte em 4 de abril de 2013 23:51

    Estou acompanhando esses temas e são bem elaborados por todos, porém esse aqui é de tirar o chapéu, muito bem explicado, sou novo na IADS apenas 2 semanas, e estou aprendendo muito.



  • Gilvan Almeida em 4 de abril de 2013 23:53

    Queridos irmãos,

    Tenham cuidado com essa teoria especulativa. Já falei. Conheço bem quando uma heresia vem para nos afastar do foco principal. Leiam bem a refutação do prof. Leandro Quadros. Ore a Deus e Ele vai te orientar. Tenho visto muita gente dando crédito a esta teoria, mas é melhor seguir o que a Bíblia diz e não raciocinios humanos, Não se deixem enganar. Jesus Cristo está muito perto de voltar, mas cuidado para que uma falsa expectativa criada em torno deste Papa, sob a suposição de ser o último não venha ser frustada e aí sua fé nas promessas de Deus decaia. E se o Papa se converter ou morrer, como fica a profecia?Gente, vamos ler a Bíbblia dentro do seu contexto, foi isso o que o artigo do professor Leandro fez. Lembrem-se que o proprio João Batista tinha uma ideia falsa a respeito o Ministério de Cristo, tanto que mandou seus discipulos perguntar a Jesus se Ele era mesmo o Messias. O pr. Samuel Ramos é um homem e também pode falhar. Todos nós queremos que Jesus volte logo, mas satanás, nesse fim de tempo fará tudo para estorvar a obra que Deus que fazem por meio de nós.

    Fiquem com Deus!

    Gilvan



    • Laercio dos Santos em 6 de abril de 2013 9:09

      E o Leandro Quadros também é um homem!
      A questão não é tomar partido por A ou B, mesmo por que são todos estudiosos da bíblia. Nós individualmente temos que ter nossa experiência religiosa e estudo Bíblico regular e sitemático acompanhado pela fevorosa oração, aqueles que assim não viverem se prostarão diante do inimigo pensando que estão adorando a Jesus Cristo.



  • Pradesh Minra Sherazady em 5 de abril de 2013 2:07

    Bem…
    O pior cego não é aquele que não quer ver…
    O pior cego mesmo é aquele que, além de não querer ver, também quer impedir que os outros vejam!!!
    God bless you all so much and your families!



  • joselito em 5 de abril de 2013 15:25

    Quando eu estou no hospital e chega alguém com dor epigástrica e vomitando eu penso logo que pode ser um infarto, assim também quando chega alguém com dormência nos MMSS e na nuca associo a um possível AVC , ou seja, analiso os prenúncio para ñ ser pego de surpresa, ASSIM prefiro buscar uma consagração diante de tantas evidências do que viver na mornidão espiritual que existem nas nossas igrejas, e aceitando a negação de estudiosos- digo que: Já ñ é + só pela fé, + sim pelas evidências que vejo no Santuário celestial CRISTO dizer: ESTÁ FEITO, ora vem Senhor JESUS.



  • RICARDO em 5 de abril de 2013 23:19

    PARABENS,PROFESSOR LEANDRO QUADROS,POR MAIS UMA BELISIMA E ELEGANTE REFUTAÇAO,ADIMIRO MUITO A SUA PESSOA E SEU CONHECIMENTO,E VC E O DR.RODRIGO SILVA,SAO DE +,GOSTARIA DE SABER SE EXISTE ALGUM SERMAO OU ARTIGO DO DR.RODRIGO SILVA FALANDO SOBRE APOC. 17,POR FAVOR SE TIVER ME INFORME,FIQUE COM DEUS



  • RICARDO em 5 de abril de 2013 23:29

    LEANDRO,EU ESTUDO A BIBLIA HA MAIS OU MENOS UM 12 ANOS,E NAO VEJO BASE PRA TEORIA DOS 7 PAPAS,O METODO MAIS SEGURO DE INTERPRETAÇAO BIBLICA AINDA E O METODO HISTORISCISTA,O METODO Q VC INDICA,Q BOM SEIA SE TODOS ESTUDASSEM E PESQUISASSEM,ANTES DE DAR CREDITO A QUAL QUE ESPECULAÇAO,Q DEUS ABENCOE SUA VIDA SEU MINISTERIO, AINDA QUERO TER O PRAZER DE LHE DAR UM ABRAÇO,POIS VC E UM HOMEM DE DEUS UM EXEMPLO DE CRISTAO,PELA SUA EDUCAÇAO E ELEGANCIA DE REFUTAR CERTOS TEMAS BIBLICOS,FIQUE COM DEUS VC E SUA PRODUÇAO.



    • Maiara Costa - Equipe em 9 de abril de 2013 18:10

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Ricardo!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Obrigado pelo carinho dispensado a nós.
      Tem toda a razão precisamos estudar mais a Bíblia e as profecias e não dependermos apenas das opiniões.
      Que você continue amigo estudando cada vez mais e profundamente a Bíblia.
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Junior em 6 de abril de 2013 22:45

    Quero primeiramente elogiar esse artigo pois, mesmo não concordando em todas as coisas, é evidente que foi escrito com mais elegância e menos agressividade. Afinal, estamos todos, concordando ou não, no mesmo barco, penso eu. Não é nem um pouco aceitável chamar os outros de hereges, falsos profetas e outros termos agressivos, quando entre os que acreditam na teoria dos sete reis há sim pessoas muito sensacionalistas, mas também há pessoas que parecem estar na busca da verdade, assim como vocês

    Tenho assistido às pregações do Pr. Samuel Ramos e devo assinalar que não vejo ali um falso profeta ou herege, como vocês já chamaram outros defensores da teoria dos sete reis em outras oportunidades, mas um pastor experiente e com uma pregação fundamentada. Entendi aqui nesse artigo seu ponto de vista do método historicista, que acaba se tornando um ponto de partida dos seus estudos e de outros teólogos. Mas está claro para mim que o método historicista não é uma regra, e sim uma tendência detectada na Bíblia, para a interpretação de profecias em geral. Não concordo que isso é ponto pacífico em relação à Apocalipse 17, e achei importante admitir-se de forma elegante que QUASE SEMPRE o método historicista se mostra adequado. Esse capítulo não me parece se situar no presente, em absoluto, mas sim no futuro, e afirmar que ali havia conforto para cristãos do tempo de João não me parece coerente. Assim como dizer que os contemporâneos de João teriam conforto em saber que o tal poder duraria “pouco tempo”, mas dura mais de mil anos até agora. Dizer que o poder papal pode ter durado “pouco tempo” comparando com outros tempos longos ocorridos na Bíblia é ignorar uma clara questão semântica: o “pouco tempo” que esse rei irá durar tem que ser comparado ao tempo que os outros reis duraram, simples assim. Dessa forma, que coerência teria o texto em dizer que o rei duraria “pouco tempo” mas durou muito mais que outros reis citados no mesmo versículo?

    A referência aos sete montes não poderia ser mais clara quando assinala a que igreja a mulher se refere. Mas a Igreja Católica não existia no tempo de João. Portanto, pergunto a que mulher o anjo se referia se esta fosse no tempo de João. Não, ela se referia a uma mulher (igreja) no futuro, que ainda não existia no tempo de João.

    Se até agora as profecias se mostraram bem interpretadas no método historicista, pergunto eu como ficarão os teólogos que seguem o método se Apocalipse 17 não estiver inserido neste contexto. Até porque como o próprio artigo admite, essa é uma hipótese, não se pode afirmar 100% que aqui temos historicismo ou futurismo. Pode ser 99% a 1%, mas não é 100%.

    Quanto à data de 1929, só a partir dessa data os papas poderiam ser considerados chefes de estado novamente, e esta data é inegavelmente importante para a cura da ferida.

    Quero dizer que há alguns grupos de pessoas no que tange a esse assunto. Me preocupa existir um grupo que acredita cegamente no que o Prof. Leandro Quadros diz, tratando como única verdade. E esse grupo já absorveu certa maneira rude de se referir a outros com opinião diversa. Há ainda um grupo, ao qual acho que pertenço que está lendo os artigos aqui do Na Mira da Verdade, mas também ouve as pregações do Pr. Samuel, e lê o Apocalipse tentando manter a mente aberta e pedindo que Deus nos dirija e nos console, dando o entendimento.

    Por isso, muito cuidado com o primeiro grupo, aquele que os segue cegamente. Nada garante que sua interpretação está 100% correta, nem mesmo vocês podem afirmar isso, já que “quase sempre” o método historicista pode ser aplicado. Pensem no que pode acontecer, caso vocês estejam errados. É possível, as coisas ainda não estão totalmente fechadas quanto à interpretação correta de Apocalipse 17.



    • Maiara Costa - Equipe em 9 de abril de 2013 15:21

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Junior!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O Na Mira da Verdade já se posicionou em relação à esse assunto nos artigos postados, principalmente no ultimo sobre os pressupostos da teoria do oitavo rei, sendo assim não iremos por agora dar mais nenhum posicionamento, visto que temos muitos irmãos católicos, espíritas,ateus e evangélicos para atender que estão buscando o conhecimento bíblico.
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • fabilson barros em 7 de abril de 2013 20:06

    olá Leandro e equipe me respondam uma coisas agora (aqui) ou no dia 09 de abril no especial da mira da verdade com vários pastores ( e por e-mail por favor), a seguinte pergunta: ” por que alguns pastores ( como pastor Samuel ramos e etc ) nos estados unidos da América estão pregando um coisa ( profecia – principalmente o livro de apocalipse 13 e 17), e aqui no brasil (América latina) os pastores estão pregando outra coisa totalmente diferente, ou seja contraria?? lembrando que temos a mesma fé , somos da mesma igreja, seguimos as mesmas doutrinas e princípios ; e por que está havendo essas contradições ??? me respondam por pavor!!! grato pela atenção!!! 1º obs.: o que a igreja oficial tem feito, está ou vai fazer a respeito??? 2º obs.: o nosso presidente já está ciente disso? por que ele não se pronuncia a respeito? 3º obs.; o pastor Samuel ramos ainda é pastor oficial da igreja ? alguém já visitou ele , já conversou com o mesmo? ainda ele usa nossos prédios ( escolas, igrejas ou etc) e instituição para pregação ( pois nos vídeos do you tube postado, há nossa logo marca – logo tipo da igreja), o que a igreja está fazendo a respeito (judicialmente ou formalmente)?



    • Maiara Costa - Equipe em 9 de abril de 2013 16:23

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Fabilson!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O fato de haverem pastores que seguem uma linha de interpretação profética dentro da igreja não significa que seja o pensamento da igreja como um todo.
      Nós precisamos estudar as profecias para que não sejamos enganados e não nos esquecermos que o tema central da profecia é Cristo e não o papa.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Pr. Ricardo Bonello de Oliveira em 8 de abril de 2013 13:16

    Prof. Leandro Quadros,

    obrigado por prover e disponibilizar essa resposta no seu blog. Eu tenho pregado sobre esse assunto e fico feliz em perceber que estamos na mesma linha de pensamento. Afinal, não poderia ser de outra maneira, uma vez que existe uma única interpretação para a profecia, a qual, o Espírito guia os seus filhos sinceros à compreensão da mesma. Seus artigos e sua disponibilidade em compartilhá-los tem nos ajudado muito, pois, embora saibamos a resposta de muitas dessas perguntas, você deixa tudo pronto aqui para compartilharmos com aqueles que nos perguntam.

    Deus continue te abençoando e dando-lhe sabedoria para ser um instrumento usado por Deus a fim de guiar tantos cristãos sinceros na busca da verdade.

    Att.
    Pr. Ricardo Bonello de Oliveira



  • EUDES SILVA em 8 de abril de 2013 22:40

    o contexto de apocalipse 17 é Roma, a Biblia é bem clara a respeito disso.



    • Maiara Costa - Equipe em 9 de abril de 2013 10:37

      Olá Eudes!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Não temos duvida alguma que o contexto de Apocalipse 17 é Roma, assim sendo o texto de Apocalipse 17:9-11 deveria ser interpretado na seguinte luz.
      Os sete reis de Apocalipse 17 representam “sete formas de governo” de Roma, desde sua fundação: realeza, consulado, decenvirato, ditadura, triunvirato, império e papado.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • ONIVALDO MARTINS DUARTE em 10 de abril de 2013 0:24

    A GRANDE HERANÇA DE LUTERO!!!
    A jUSTIFICAÇÃO PELA FÉ- ROMANOS-1-17
    Os que tb na causa da verdade devem apresentar a justiça de Cristo, não como nova luz ,más como preciosa luz que algum tempo foi perdida de vista pelo povo . Cumpre-nos acitar a a Cristo como nosso Salvador , e ele nua imputará a justiçade Deus em Cristo—-REVIEW – AND -RERALD/20/3/1894—–

    Se o artigo da justificação for uma vez perdido de vista, então estará perdida toda verdadeira doutrina cristã …então aquele que se desvia desta justiça cristá ,tem de entrar na justiça da lei ,quer dizer quando tiver perdido a cristo , terá de incorrer na confiança em suas próprias obras pois se negligenciar ,mos o artigo da justificação , perdemu-lo juntamente. Portanto mui necessárioé, primeiramente , e acma de tudo ,
    que ensinemos e repitamos este artigo continuamente, sim posto que o aprendamos e o compredamos bem, ninguem há que dele se aposse perfeitamente ou creia de todo coração POR ISTO TEMO QUE ESTA DOUTRINA VENHA A SER DESFIGURADA E ENEGURECIDA NAVAMENTE QUANDO ESTIVERMOS MORTOS, POIS O MUNDO HÁ DE ESTAR REPLETO DE HORRIVEIS TREVAS E ERROS ANTES QUE VENHA O ULTIMO DIA.
    LUTHER ON GALATIANS–PG.136-148-149—-MARANATA
    Gostou?
    Citar

    onivaldo martins duarte – 29 de mar
    O ÓBVIO—–
    Vi que Jones e Waggoner correspondiam a Josué e Calebe.
    Como os filhos de Israel apedrejaram os espias com pedras literais, vós
    apedrejastes estes irmãos com as pedras do sarcasmo e do escárnio, Vi que
    voluntariamente rejeitastes o que sabíes ser verdade, tão somente porque isso
    era demasiado humilhante para vossa posição. Vi alguns de vós, em vossas
    … tendas, arremedando e fazendo toda espécie de escárnio a estes dois irmãos.
    Também vi que se lhes houvesses aceitado a mensagem, TERÍAMOS ENTRADO NO REINO,
    DOIS ANOS APÓS, mas agora temos de voltar ao deserto e lá permanecer por
    quarenta anos.” CGB 9/5/1892 (Melbourne, Austráli



  • Daniel em 10 de abril de 2013 20:31

    Maiara

    Por que a Novo Tempo não contrata mais pessoas para ajudá-la? Ou este ministério não é tão importante assim? Se pelo menos você se dedicasse em tempo integral neste Ministério que considero de grande importância para a nossa igreja não levaria tantos dias para publicar tão poucas respostas neste site.

    Quando a Novo Tempo lançou o Programa Na Mira da Verdade no ar deveriam investir em obreiros dedicados e exclusivos para este ministério. O programa parece se preocupar com a vitrina e não com os bastidores. Isto está causando opróbrio dentro das nossas fileiras. Muita gente reclama desta ingerência.

    Percebem-se muitas incoerências internas que não dá para jogar embaixo do tapete e você está entrando nessa! Isto pega mal. O programa na Mira da Verdade não pode faltar com a VERDADE. Parece não valorizar os comentários contrários e isto se constitui um desserviço para o povo de Deus. Pois enviei há alguns dias uma contestação que não foi publicada. Por quê? Será que esta também será esquecida por conveniência? Pelo menos me responda diretamente no meu e-mail.

    Grato

    Daniel



    • Maiara Costa - Equipe em 11 de abril de 2013 11:34

      Olá Daniel!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Veja bem irmão percebo que você desconhece as limitações que temos aqui na Novo Tempo, sendo assim recomendo que essa sua reclamação seja direcionada diretamente a direção geral da Novo Tempo.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Kairós em 10 de abril de 2013 23:17

    O verso 10 de Apocalipse afirma “dois quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e quando chegar, tem de durar pouco”. O termo “DURAR” no grego corresponde a “MEINAI” (infinitivo do aoristo “MENÔ”) que pode ser traduzido por: permanecer, durar, ficar, morar, sobreviver, continuar, insistir, persistir, ESPERAR, AGUARDAR, FICAR NUM LUGAR. Portanto sendo a sétima cabeça, o poder Papal não necessariamente teria que “DURAR” pouco tempo, mas, utilizando outros termos traduzíveis ficaria assim: “e quando chegar, tem de AGUARDAR/ESPERAR pouco”. Ou seja, Quando chegou (O PAPADO) em meados do século VI, aguardou/esperou pouco para demonstrar poderio, pois, logo, logo, nomeado como o “cabeça de todas as santas igrejas” (o bispo de Roma quando assim foi considerado por Justiniano acima de outros bispados existentes, a exemplo de Alexandria, Jerusalém, Constantinopla, e outros), demonstrou suas forças e atuou com mão de ferro, modificando doutrinas e perseguindo piedosos cristãos.
    Graça e Paz!



    • Maiara Costa - Equipe em 11 de abril de 2013 10:05

      Olá Kairós!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por suas contribuições.
      Sinta-se a vontade para escrever quando quiser.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Laercio Dos Santos em 11 de abril de 2013 0:54

    Agradeço a paciência de vocês do Na mira da Verdade, me perdoem qualquer mal entendido.
    O bom de ser adventista além de muitas outras coisas é a liberdade! é você ter a liberdade de debater e mostrar seus pontos de vista em assuntos polemicos com pastores e estudiosos como vocês e ser ouvido de igual pra igual, vocês estão de parabéns, que Deus dê ordens aos Anjos bons para que guardem vocês em todos os seus caminhos e que vocês conduzam muitas pessoas à Santa Palavra de Deus!



    • Maiara Costa - Equipe em 11 de abril de 2013 9:59

      Olá amigo Laercio!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Bom poder manter contato com você irmão.
      Que todos possamos caminhar rumo ao reavivamento e a reforma que o Espírito Santo quer fazer em cada um de nós para nos preparar para o Reino do Céu que já não está longe de chegar.
      Sinta-se a vontade para expor a sua opinião sempre que quiser.
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraqço.
      Equipe Na Mira.



  • Luciana em 11 de abril de 2013 17:03

    A equipe diz:
    “Realmente a igreja segue o método historicista no qual dentro dele há duas possíveis interpretações para Apocalipse 17 e o pastor prega uma linha de pensamento futurista. Nós devemos nos manter fiéis a linha de pensamento historicista que afirma que as profecias se cumprem com o correr da história, a partir do momento em que o profeta tem a visão e a torna pública. Sendo assim, muitas profecias ainda estão se cumprindo ou por se cumprir. A profecia nada mais é do que história dita de antemão”.
    Ora, se o método historicista afirma que as profecias se cumprem com o correr da história, a partir do momento em que o profeta tem a visão, como as duas teorias apresentadas pela IASD como possibilidades de interpretação tem validade? Digo isso porque boa parte do seu cumprimento já havia se dado antes do profeta. Ou seja, a maior parte da profecia não é profecia e sim história! Isso está incoerente. Acho, portanto, que nenhuma teoria está realmente correta (nem a dos papas) e, para não cometermos o mesmo erro do grande desapontamento de 1844, vamos continuar estudando em oração, unidos, mas com o foco no que realmente tem importância para a vida de cada um, a comunhão diária com o nosso salvador, pois talvez não vejamos nada disso, não sabemos quando morreremos e devemos estar preparados a qualquer dia e hora, independente dos acontecimentos. Fiquem com Deus.



  • Heber em 12 de abril de 2013 12:40

    Uma ajuda neste diálogo.
    O texto diz que cairam 5 estava no sexto e viria o sétimo….
    Em diálogo com o referido autor por duas vezes em ocasiões diferentes eu perguntei:
    Na tua interpretação qual o por que deste detalhe nesta profecia, qual o significado disso?
    Nas duas ocasiões eu fiquei sem resposta.
    Se alguém supõe que tem uma luz nova de um assunto e neste caso essa citação é fundamental, mas deixa sem explicação, ou não quer dialogar a respeito, como foi o caso comigo, esse fato para min significa um apressamento de conclusões sem ter o cuidado devido de consultar “os irmãos de mais expeirência no assunto antes de fazer uma proclamação de uma nova idéia” conforme o procedimento estabelecido pela IASD desde a década de 70, que é baseado no “Espírito de Profecia”. (ver no site do Biblical Research Institute https://adventistbiblicalresearch.org/materials/church/making-new-light-known)

    Numa análize rápida, na interpretação em discussão esse texto obriga a João estar localizado na linha do tempo no período papal de João Paulo II, que coincidentemente foi quando o livro citado acima foi escrito, GRANDE coincidência!!! SERÁ??

    Eu sugiro: que tal pensar que esta citação é justamente para fortalecer a interpretação historicista mostrando a sequência na história de que poder estava sendo feito a citação para não haver dúvidas a respeito?

    Um abraço em Cristo

    Heber



    • leandroquadros em 12 de abril de 2013 14:59

      Muito obrigado por esse importantíssimo comentário, Heber! Por você ter conversado diretamente com um dos proponentes de tal teoria futurista, o que escreveu servirá para auxiliar a muitos de nossos internautas. Abração e que Deus o abençoe!



  • Luciana em 12 de abril de 2013 16:02

    Então, existe um problema na teoria das sete cabeças – sete formas de governo de Roma, aceita pela IASD:
    Se as sete cabeças são sete formas de governo de Roma (Realeza, Consulado, Decenvirato, Ditadura, Triunvirato, Império, e Papado), onde está a Tetrarquia instituída pelo imperador Diocleciano (284-305 d.C.) antes do Papado, a qual não foi citada? Outra coisa, o Consulado, o Decenvirato, a Ditadura e o Triunvirato eram componentes da forma de governo REPUBLICA, pois Roma teve, Monarquia, República e Império.
    Assim, durante o período Republicano de Roma, tivemos, da mesma forma que o Consulado (uma magistratura composta por dois militares) outras magistraturas e assembleias (o poder executivo era dividido em Cônsules, Pretor, Censor, Edil, Questor e Ditador, sendo o órgão máximo da República o Senado). A Ditadura era instituída em paralelo às magistraturas citadas, ocorrendo legalmente em tempos de crise por um período máximo de 6 meses. Os Decênviros, foram dez juristas nomeados para redigir um código de leis que resultou na Lei das 12 Tábuas, a partir das disputas entre patrícios e plebeus. Com a expansão territorial romana, o Senado elegeu três fortes líderes ao Consulado, formando os Triunviratos. São, portanto, todos componentes do Período Republicano Romano. Durante o período de Império Romano foi instituída a Tetrarquia pelo imperador Diocleciano. Vocês não citam isso. Por que?



    • Maiara Costa - Equipe em 4 de junho de 2013 17:23

      Olá Luciana!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Essa é uma das interpretações que a igreja aceita, mas essa não é uma profecia fechada.
      O foco da profecia não são os papas, mas sim Cristo, pois a profecia deve sempre ser cristocêntrica.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Daniel em 13 de abril de 2013 0:48

    Prezados

    Entendo que o método historicista para interpretar as profecias não deve ser aplicado em todas as situações. Existem exceções. Estas são: quando se está vivendo no tempo do cumprimento de uma profecia – O SEU PRESENTE. Assim como ocorreu no passado quando se cumpriu o nascimento de Jesus “na plenitude dos tempos” (Gal. 4:4 e Daniel 9:24).

    Imagine-se você um adepto restrito do método historicista vivendo nos dias dos magos que vieram do oriente para adorar o menino Jesus. Estes se dirigiram ao líder maior de Israel – Herodes e disseram: “Vimos a Sua estrela”. Como conhecedor da profecia Herodes deveria saber o nome da cidade Belém e estar lá para receber José, Maria e o menino Jesus. Mas, como um historicista não estava preparado para admitir esta realidade em seus dias.

    “Mas Havia um judeu em Jerusalém” (Lucas descreve no cap.2: 25-35). Se você, sendo um historicista restrito, líder da igreja, e trabalhando no templo naquele dia em que o menino Jesus foi levado para ser apresentado ao Senhor, terias dito como o sacerdote Simeão movido pelo Espírito Santo quem era e o que faria aquele menino? (futuro). Seria difícil crer que a profecia agora era um fato presente em seus dias.

    Se você, sendo um historicista restrito naquele amanhecer do dia 23 de Outubro de 1844, teria crido na visão que Hirão Edson teve no milharal? A própria história da IASD testifica que a grande maioria dos pastores incluindo-se Guilherme Miller, não aceitaram o cumprimento da profecia de Apoc. 10:9 em seus dias e uma grande multidão dos que esperavam Jesus não se uniram ao movimento Adventista.

    Os momentos mais significativos da história do povo de Deus são: a primeira e a segunda vinda de Jesus. Mas temos a dificuldades para crer que certas profecias estão se cumprindo na ‘plenitude dos tempos de nossos dias’ ficando mais fácil se acomodar no método historicista olhando para trás.

    Entendo ser prudente a IASD não se pronunciar oficialmente, como também, não é prudente os nossos lideres teólogos falando em nome da TV Novo Tempo tomarem uma posição pública que é contrária a outro líder teólogo da mesma igreja. Considero importante que se faça bem claro ao povo que as interpretações são próprias de homens sinceros, mas falíveis.

    Toda a igreja deveria conhecer abertamente as interpretações de seus teólogos e cada um ter a liberdade de aceitar individualmente sem comprometer o bom nome da igreja. Pois poderá um estar errado ou até ambos estarem equivocados na forma de interpretar. Seja qual for o resultado final o estrago já foi feito e Satanás tirará vantagens de alguma forma.

    No livro O Grande Conflito, 620 encontramos algumas citações paralelas que descrevem a situação do mundo e da igreja no momento em que Cristo deixar o santuário, e que marcará o início das sete últimas pragas: “… Satanás mergulhará então os habitantes da terra em uma grande angústia final… O mundo inteiro se envolverá em ruína mais terrível do que a que sobreveio a Jerusalém na antiguidade”.

    Considerando o contexto desta profecia podemos concluir que se realmente estamos vivendo nos dias que precedem estes acontecimentos finais Deus não permitirá que Seu povo seja tomado de surpresa. Faz-se necessário, que o povo de Deus não se prenda a fatos históricos e sim em fatos presentes para entender quando a Porta da Graça se fechar. Mas para muitos será tarde demais.

    Ellen White no livro Evangelismo, pag. 43 descreve a reação de muitos membros da igreja: “Sabíamos que os juízos de Deus sobreveriam á terra, mas não sabíamos que viriam tão cedo” Pessoas não pertencentes à Igreja cobrarão dos membros da igreja dizendo: “Os senhores sabiam! Por que então, não nos disseram”?

    Que Deus abençoe o Ministério “Na Mira da verdade”.

    Aguardando um pronunciamento, despede-se

    Daniel



  • Felipe em 15 de abril de 2013 2:11

    Caro Leandro

    Creio que a professia ainda é válida pelo fato de que desde que o surgimento do estado do vaticano o Papa Pio XI já reinava. Então o primeiro papa não foi Pio XI mas Pio XII passando até Bento XVI o sexto PAPA e o Francisco é o sétimo que dura pouco de tempo, vindo depois o OITAVO aquele que vem do abismo.

    Pode ser que eu esteja errado…
    Se sim espero esclarecimento.



  • Gilson em 15 de abril de 2013 20:01

    Prezado Leandro,

    Acho que esse assunto deveria ser tratado de forma mais ponderada. Expressões frequentemente usadas neste site, bem como reitaradas vezes no programa de TV, tais como o “profetas de plantão”, “hereges”, “bobagens”,”especuladores”, acham “chifre em cabeça de cavalo”, entre outros, demonstram desprezo a muitos que não comungam da sua interpretação. Aliás, apenas para citar um: Pastor Samuel Ramos (Igreja Adventista do 7º Dia de Boston), um exímio estudioso do assunto, que entende que os 7 reis são 7 papas. Não o critico pela sua interpretação, mas pela forma como a expressa neste caso. Ao usar o blog e a TV (órgãos oficiais da IASD), não está apenas expressando a sua própria opinião, mas a da própria Igreja. Portanto, creio que o equilíbrio nas palavras e o respeito aos que divergem seria muito salutar. No mais, o parabenizo pelo trabalho que tem feito. Creio que esse assunto não deve, nem de longe, dividir a Igreja, mas a verdade não deve temer a investigação.



  • Chacon em 16 de abril de 2013 2:06

    Tenho uma dúvida: se a interpretação da IASD é baseada em história (eu até entendo que deve haver, mas não totalmente) e esta interpretação tem a maior parte no passado e no presente que vivie o Apostolo e Profeta João, por que então no capítulo 1, no verso 1 e no verso 3 ele se refere ao futuro?:
    “1 REVELAÇÃO de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu servo;
    2 O qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, e de tudo o que tem visto.
    3 Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.”

    Se ele diz que brevemente devem acontecer, e porque o tempo está próximo, porque tenho que interpretar no passado? Obrigado.



    • Maiara Costa - Equipe em 16 de abril de 2013 15:01

      Olá Chacon!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O método historicista de interpretação não está baseado no passado, a escola de pensamento historicista afirma que as profecias se cumprem com o correr da história, a partir do momento em que o profeta tem a visão e a torna pública. Sendo assim, muitas profecias ainda estão se cumprindo ou por se cumprir. A profecia nada mais é do que história dita de antemão.
      Analise os atos de Deus em toda a história (passado, presente e futuro).
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Gilson em 16 de abril de 2013 3:02

    Já enviei algumas mensagens, e até agora todas forma barradas e nem no e-mail fui respondido.
    Parece que só aceitam elogios aqui não é mesmo?



    • Maiara Costa - Equipe em 16 de abril de 2013 14:58

      Olá Gilson!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      A questão não é essa, mas sim que tenho muitos comentários para moderar e não é possível moderar todos num unico dia.
      Gostaria de contar com sua paciência e compreensão.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Armindo Genero em 19 de abril de 2013 11:35

    Querido irmão Laércio;
    Apraz-me escrevê-lo algumas linhas que passo a expressar. É muito normal que tenhamos ideias ou pensamentos divergentes. Mas eles não devem ser impostos aos outros a partir de um individuo, porque a igreja jamais trabalhou assim. Isto é princípio, ou seja é primordial para que a igreja subsista e que as portas do inferno não prevaleçam contra ela. Muito bem.
    Lembre-se querido irmão, que o documento em causa não procede de elucidação pessoal. Se o Pr. Samuel Ramos acha que recebeu nova luz, porquê que ele não a submete à análise da igreja enquanto instituição que pauta por unidade? Será que é pelo facto de estar nos Estados Unidos da América? O documento que nos é apresentado por Leandro Quadros tem o aval da posição da Igreja enquanto corpo coeso.
    Acredito que todos nós precisamos ter o senso de humildade e obediência. Eu posso ter alguma coisa a dizer, mas prefiro submetê-la ao estudo minucioso do corpo da igreja. Foi assim que Paulo foi aprovado, quando o que ele fazia fora submetido ao Concílio de Jerusalém. Porquê que não fazemos a mesma coisa? Daqui a pouco, haverá muitos a suportar o que circula por aí sobre o Espírito Santo não ser Deus, mas sim uma força, que Jesus Cristo não é Deus e que somente Adão foi criado à imagem e semelhança de Deus (o mesmo não aconteceu com Eva) Precisamos ser humildes e mansos, como nos tem chamado o Mestre a sermos.
    Que em vez de nos preocuparmos com o Papado, nos concentremos no trabalho missionário. Muitos hoje se perdem e o sangue deles poderá recair sobre nós se tão-somente nos concentrarmos no que não EDIFICA.
    Que a graça de Deus nos seja suficiente (basta).



  • Iran em 19 de abril de 2013 16:29

    O tempo do fim, Profético ou Literal?

    Se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém sobreviveria; mas, por causa dos eleitos, aqueles dias serão abreviados (Mateus 24:22)

    E desde o tempo em que o sacrifício contínuo for tirado, e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias.
    Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias. (Daniel 12:11-12)

    – A que tipo de abreviação de tempo Jesus Cristo está se referindo?

    A irmã White disse que após 1844 não existiria mais profecia de tempo?

    Os 1260 anos de Supremacia Papal da idade média irão se repetir no fim dos tempos, só que de forma literal, sendo dias e não anos?

    1290 e 1335 de Daniel 12, são dias proféticos ou literais?

    Os mil anos após a segunda vinda de Cristo são proféticos ou literais?



    • Maiara Costa - Equipe em 23 de abril de 2013 15:44

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Iran!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O tempo do fim é um tempo profético que tem o seu início assinalado, ou seja, no final do século 18 e que terminará com a pedra de Daniel 2, ou seja, a volta de Jesus.

      1290 e 1335 dias.

      Resumidamente podemos dizer que os versos de Daniel 12 significam o seguinte. Após termos estabelecido que em profecia um dia representa um ano (você poderá solicitar à Escola Bíblica um material detalhado sobre isto) podemos considerar bem firmada a data de 538 a 1798 como representando os 1260 anos de supremacia de um poder (o chifre pequeno de Daniel 7:25 – Roma papal) que haveria de tentar substituir Cristo como o Salvador por um sistema falso de adoração à Deus.
      Mas, na verdade, já nos anos precedentes, de 503 a 508 d.C, passos haviam sido dados na direção de uma apostasia generalizada dentro da conhecida igreja cristã. Muitos estudiosos entendem então o período dos 1290 anos como se estendendo de 508 a.C. até 1798. Ao mesmo tempo, assim como o começo da apostasia (abandono das doutrinas bíblicas) foi gradual, assim também foi o seu final. Embora o poderio político da igreja medieval fosse abalado em 1798, levou vários anos para que diversos dos seus ensinos errôneos fossem substituídos pelas cristalinas verdades da Palavra de Deus.
      Muitos estudiosos entendem que o período dos 1335 dias – ou 1335 anos – significa os anos de 508 a 1843, data esta na qual a verdade sobre a volta de Jesus estava em grande evidência dentro da cristandade mundial. Junto com a compreensão da brevidade da volta de Jesus ocorre um dos mais notáveis reavivamentos de todos os tempos da história. Daí dizer-se que é “bem-aventurado” aquele que espera até 1335 dias, ou seja, bem-aventurado (ou feliz) aquele que vive até os anos de 1843/1844, pois neste período é que a doutrina da volta de Jesus trará grande alegria aos corações pela primeira vez, depois da apostasia da igreja medieval!
      Quem teve o privilégio de estar vivo ao final dos 1335 dias-anos (que terminaram em 1843/1844) foi o movimento milerita (originado com o pregador batista Guilherme Miller) que pregou com grande entusiasmo a volta de Jesus e que aguardou com muita expectativa o retorno dEle. Depois que esses cristãos sinceros de várias igrejas erraram em marcar uma data para a volta de Cristo (22 de outubro de 1844). Muitos se entristeceram e voltaram para as suas igrejas de origem. Outros, foram estudar as profecias de Daniel 8:14 e capítulo 9 (70 semanas e 2300 anos) para entender melhor o porquê de Cristo não ter voltado naquele ano. E, entenderam que os anos de 1843/1844 não indicavam o retorno do Salvador, mas sim a inauguração de outra fase do trabalho dEle no Céu: além de advogado (1 Jo. 2:1), Ele passou a ser Sumo Sacerdote e Juiz (Hb. 8:1, 2; Jo. 5:22).
      Desse grupo de estudiosos surgiram os Adventistas do Sétimo Dia, que nunca marcaram datas para a volta de Jesus. Portanto, a profecia dos 1335 dias-anos marca o surgimento do movimento adventista que foi usado por Deus para despertar as pessoas no século XVIII para a verdade da volta de Cristo! Prepare-se para o encontro com o Senhor, pois Ele não demorará a voltar. Essa é a mensagem de Daniel 12:11, 12.

      “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor.” (Mt. 24:42).

      “Por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do Homem virá.” (Mt. 24:44).

      “Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” (Tito 2:13).

      Ellen White, assim como os demais Adventistas, nunca marcou datas para a volta de Cristo. Quem o fez foram os mileritas (seguidores de Guilherme Miller); eles pertenciam a várias denominações religiosas da época: Batista, Metodista, Congregacional, Luterana, Presbiteriana, etc.
      A Igreja Adventista do 7o Dia surgiu como movimento organizado em 1863; antes disso, algumas facções do milerismo marcaram muitas datas para a volta de Cristo. Dizem os acusadores que fomos nós quem o fizemos, mas isto é uma grande injustiça! Nunca tivemos a mais íntima relação com esses movimentos (mesmo que tenham se identificado como ‘adventistas’; o faziam não por ser de nossa denominação, mas por crerem no ‘advento de Cristo’).
      O texto a seguir, escrito por Ellen, é o verdadeiro posicionamento Adventista em relação à marcação de datas:
      “Progredíssemos nós em conhecimento espiritual, e veríamos a verdade se desenvolvendo e expandindo em sentidos com que mal temos sonhado, porém ela jamais se desenvolverá em quaisquer direções que nos levem a imaginar que podemos saber os tempos e as estações que o Pai estabeleceu por Seu próprio poder. Tenho sido repetidamente advertida com referência a marcar tempo. Nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada em tempo. Não devemos saber o tempo definido nem para o derramamento do Espírito Santo nem para a vinda de Cristo”. (Mensagens Escolhidas I, pág. 188 – grifo meu)

      Os mil anos são literais, pois ele é seguido por eventos literais como a ressurreição.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • Iran em 29 de abril de 2013 6:12

        Querida irmã Maiara Costa, agradeço por sua atenção.

        Gostaria de salientar que não sou um opositor da verdade, apenas estou procurando esclarecer algumas dúvidas.

        Tenho uma grande estima e admiração pelo nosso irmão Leandro Quadros e pelo programa Na Mira da Verdade, Tenho plena convicção que Deus e o Espírito Santo irá nos esclarecer em relação a este assunto, que ao meu ver, é tão delicado e de suma importância para aqueles que, com sinceridade e humildade de coração, buscam a verdade.

        508? É uma data sem nenhuma comprovação histórica.

        O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, no volume 4 pág. 881 nós encontramos uma explicação dos 1.290 e 1.335 dias. É um comentário coerente e respeitoso porque apresenta duas linhas de interpretação sem discriminação:

        “Aqueles que mantêm o ponto de vista de que o “diário” representa o “paganismo” subtraem 1.290 de 1798 e chegam à data de 508.”

        Está muito claro aqui que a data de 508 foi encontrada, não por algum evento histórico, mas pela subtração 1798 – 1.290 = 508.

        E o comentário continua dizendo:

        “Eles vêem nos eventos ao redor desta data, a conversão de Clóvis, o rei dos Francos, para a fé católica, e a vitória sobre os Godos um importante passo no estabelecimento da supremaciada Igreja Católica no Ocidente.”
        (SDABC vol. 4, pág. 881)

        A expressão usada aqui ‘ao redor desta data’ é imprecisa e vaga porque na realidade nada aconteceu em 508!

        O comentário continua explicando: “Aqueles que mantêm o ponto de vista de que o “diário” se refere ao contínuo ministério sacerdotal de Cristo no Santuário Celestial e à verdadeira adoração de Cristo na era evangélica, não consideram essa primeira explicação satisfatória. Eles crêem que este texto é uma daquelas passagens da Escritura, que um futuro estudo trará luz adicional.”
        (SDABC vol. 4, pág. 881)

        Essa é uma explicação coerente e de mente aberta. Não existe uma posição oficial da igreja sobre os 1.290 e 1.335 dias e também não faz parte das 28 doutrinas básicas da igreja.

        “O que realmente aconteceu em 508?”

        É importante destacarmos que a Igreja Adventista do Sétimo Dia costuma usar fontes legitimamente históricas para os eventos históricos.

        As datas históricas de 457 a.C., 27 d.C., 31 d.C., 538, 1798, 1844, 1929.
        Não são datas inventadas, e, muito menos, datas aproximadas, como é o caso do ano 508. Já mencionamos antes que o Comentário Bíblico Adventista ao falar dos “eventos históricos” do ano 508 não é preciso, eles usam a expressão “ao redor desta data, a conversão de Clóvis, o rei dos Francos, para a fé católica, e a vitória sobre os Godos…”
        (SDABC vol. 4, pág. 881)

        Uma profecia de tempo não pode estar alicerçada numa data vaga e imprecisa! A Igreja Adventista tem como princípio usar fontes históricas para provar eventos históricos.

        Mas o que dizer de 508?

        A vitória de Clóvis sobre os visigodos não tem essa tal importância ao ponto de merecer ser incluído no clímax do livro de Daniel. No desfecho das revelações dadas pelo Espírito Santo a Daniel, Deus revelou os eventos finais; o capítulo doze é o clímax das visões de Daniel, é o final feliz! Dentre as dez tribos bárbaras que surgiram do quarto animal de Daniel 7, as únicas que mereceram destaque foram as três tribos representadas pelos três chifres que seriam arrancados diante do surgimento do chifre pequeno. Os três chifres de Daniel 7:8 e 24 são os Hérulos, derrotados em 493, os Vândalos, derrotados em 534, e os Ostrogodos, derrotados em 538.

        Essas são datas históricas e importantes porque cumpriram a profecia que diz claramente que
        esses três teriam que cair para que o papado dominasse.

        Mas, o que dizer dos visigodos?

        Eles não pertencem aos três chifres; a vitória de Clóvis sobre os visigodos não é um evento histórico mencionado na profecia de Daniel; e o ponto mais crítico é que a vitória de Clóvis sobre Alarico II rei dos visigodos foi no ano 507! Essa data sim pode ser comprovada historicamente, mas 507 não é 508!

        Eis algumas fontes históricas que confirmam a vitória de Clóvis sobre os visigodos na batalha de Vouillé, no ano 507:

        Encyclopedia Britannica, vol. 4, pág. 762;
        Collier’s Encyclopedia, vol. 6, pág. 635;
        Catholic Encyclopedia, artigo Visigodos;
        Wikipedia, o google.
        O copy past, desde que se verifique a autenticidade das fontes.

        O que mesmo aconteceu em 508?

        Nada significante que se ajuste à “abominação desoladora” de Daniel 12:11.

        Essa data foi obtida por subtração (1798-1290=508) Como já tinha dito essa é a explicação dada pelo Comentário Bíblico Adventista: “Aqueles que mantêm o ponto de vista de que o “diário” representa o “paganismo” subtraem 1290 de 1798 e chegam à data de 508”.
        (Comentário Bíblico Adventista, vol. 4, pág. 881).

        Mateus 24 tem duplo cumprimento, a Irmã Ellen G White disse várias vezes que a história se repetirá. A história se repete!

        Se a história não se repetisse, por que então a profecia repetiria os três anos e meio tantas vezes, primeiramente em Daniel 7:25 e depois em Daniel 12:7; depois em Apoc. 11:2, e também 11:3, e depois em Apoc. 12:6, e de novo em Apoc. 12:14 e finalmente em Apoc. 13:5.

        Até quando vamos continuar afirmando que todas essas citações estão se referindo ao mesmo acontecimento histórico da Idade Média?

        Tivemos na idade média 1260/anos de perseguição e Supremacia Papal (538-1798).

        Teremos agora no tempo do fim, uma nova perseguição do povo de Deus de 1260/dias.
        Não seria essa a abreviação de tempo a que Jesus se refere (de “anos” para “dias”) quando diz, se aqueles dias (tempo do fim) não fossem abreviados, nem uma alma se salvaria?

        Ou teremos novamente mais 1260 “anos” de Supremacia Papal no tempo do fim? Isso nos levaria a que milênio? Alguma alma aguentaria mais 1260 anos de perseguição?

        Existe o argumento que depois de 1844 não pode existir nenhuma profecia de tempo, cita-se um texto de Ellen G. White; o texto é um comentário de Ellen G. White sobre Apoc. 10:6

        “E jurou por aquele que vive para todo o sempre, o qual criou o céu e o que nele há, e a terra e o que nela há, e o mar e o que nele há, que não haveria mais demora”.

        A King James Version traduz “não haveria mais tempo”.

        A Lição da Escola Sabatina do 2º trimestre de 1989 na página 151 explica que esse texto não está falando sobre “o fim do tempo”, ou seja, “o fim do mundo”; também não está falando do fim “do tempo de graça”, e sim sobre “o fim do tempo profético”.

        Então o autor da lição cita o texto de Ellen G. White:

        “Esse tempo, que o Anjo anuncia com solene juramento, não é o fim da história deste mundo, nem do tempo da graça, mas do tempo profético, que deve preceder o advento de nosso Senhor; isto é, as pessoas não terão outra mensagem sobre tempo definido. Depois desse período de tempo, que se estende de 1842 a 1844, não pode haver um delineamento definido do tempo profético. O cômputo mais longo se estende até o outono de 1844.”
        (Comentários de Ellen G. White, SDABC, vol. 7, pág. 971).

        A polêmica gira em torno do que cada um entende sobre a expressão “tempo profético”. Existe o tempo literal onde um dia é um dia mesmo e existe o tempo profético onde um dia eqüivale a um ano! Desde sempre eu entendi que “tempo profético” diz respeito ao uso do princípio dia/ano; quando falamos sobre tempo profético estamos claramente dizendo que não é tempo literal. Podemos citar várias profecias bíblicas em que o tempo profético foi usado legitimamente:

        • os 2.300 dias/anos (Daniel 8:14),
        • os 1.260 dias/anos (Daniel 7:25),
        • os 490 dias/anos das 70 semanas (Daniel 9:24).
        Em todas essas profecias é usado o princípio dia/ano, isto é, o tempo profético.

        Porém, a Bíblia também nos apresenta outras profecias que são claramente entendidas como profecias de tempo literal, por exemplo:

        • os 70 anos de cativeiro babilônico (Jer. 25:11-12; Daniel 9:2),
        • os 400 anos de escravidão egípcia (Gên. 15:13),
        • os três anos e meio sem chuva no período de Jezabel (Tiago 5:17; I Reis 17:1),
        • os mil anos de Apoc. 20.

        Todas essas profecias foram de tempo literal e não tempo profético. Seria tão simples se todos entendessem dessa forma, mas, o problema é que muitos teólogos entendem que a expressão “tempo profético” usada por Ellen G. White significa o fim de qualquer profecia de tempo, tanto literal como profético, a partir do ano 1844.

        Essa conclusão não me parece coerente porque tempo profético não pode ser confundido com qualquer profecia de tempo. Como já demonstramos, existem profecias de e tempo literal e profecias de tempo profético. Essa é uma conclusão óbvia! Um outro grande problema para aqueles que interpretam que depois de 1844 não existe nenhuma outra profecia de tempo, é a profecia dos Mil Anos de Apocalipse 20! Essa é uma profecia de tempo e depois de 1844!

        Se a irmã White estivesse viva a solução seria perguntar para ela o verdadeiro significado da expressão “tempo profético”, mas ela não está viva e nós dependemos inteiramente do Espírito Santo para entendermos o significado do “tempo profético”. No texto citado de Ellen G. White, ela faz referência à maior profecia de tempo profético, os 2.300 anos, que acabaram no ano 1844.

        Ela então diz que depois desse ano (1844) não teríamos nenhuma outra profecia de tempo profético.

        Não podemos entender essa declaração de Ellen G. White como se ela estivesse afirmando que depois de 1844 não haveria mais nenhuma profecia de tempo porque o assunto em pauta era o tempo profético, o princípio dia/ano, corretamente aplicado aos 2.300 dias.

        Não podemos interpretar um texto do Espírito de Profecia fazendo-o se chocar com outros textos da Bíblia, pois a Bíblia fala claramente de uma profecia de tempo que inicia exatamente com a volta de Jesus, os Mil Anos de Apoc. 20!

        E como nós entendemos essa profecia de tempo? Tempo literal ou profético?
        Obviamente, como você disse: “literal”..

        Como já disse a igreja não tem uma posição oficial sobre os 1290 e 1335 dias, e sou a favor da segunda posição do Comentário Bíblico (SDABC vol. 4, pág. 881), de que esses dois períodos de tempo se aplicam aos eventos finais que antecedem a volta de Jesus, e não que 508 seja uma data histórica comprovada, simplesmente para se colocar o tempo do fim e os eventos finais de Daniel 12 para a idade média.

        Com relação a Mateus 24:15 ter duplo cumprimento basta se ler o grande conflito, pág 25:
        “abominação desoladora”. A “abominação desoladora” sempre está ligada à opressão de Roma.

        “A profecia que Ele (Jesus) proferiu era dupla em seu sentido; ao mesmo tempo em que prefigurava a destruição de Jerusalém, (70 d.C.) representava igualmente os terrores do último grande dia.” (O Grande Conflito, pág. 25).

        E também O Maior Discurso de Cristo, pág 105:

        “A ruína de Jerusalém era um símbolo da ruína final que assolará o mundo. As profecias que tiveram seu parcial cumprimento na queda de Jerusalém, têm mais direta aplicação aos derradeiros dias.” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, pág. 105)

        Entre as profecias que tiveram um parcial cumprimento na queda de Jerusalém mas que terá mais direta aplicação aos últimos dias está a “abominação desoladora” de Mateus 24:15! A profecia da “abominação desoladora” mencionada por Daniel e repetida por Jesus em Mateus 24:15 tem duplo sentido, mas, sempre está ligada à Roma.

        Ellen G. White no livro Testemunhos para Ministros pág. 115 cita Daniel 12:8-13 e explica que esses versos devem ser entendidos no contexto da pregação dos últimos dias quando as mensagens angélicas de Apoc. 14 estariam sendo pregadas ao mundo. “Bem aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias. Tu, porém (Daniel), vai até ao fim, porque repousarás e estarás na tua sorte no fim dos dias”. (v.12-13)

        Foi o Leão da tribo de Judá que abriu o livro, e deu a João a revelação do que deve acontecer
        nestes últimos dias.” (Testemunhos para Ministros, pág. 115).

        Ellen G. White afirma claramente que o contexto de Daniel 12:8-13 é a revelação feita pelo Leão da tribo de Judá sobre os eventos dos últimos dias!

        O argumento de que 508 é o ano da conversão de Clóvis à fé católica não é consistente porque o próprio Comentário Adventista afirma que a conversão de Clóvis aconteceu em 496
        (cf. SDABC vol. 9, pág. 837)

        O argumento de que 508 foi o ano em que Clóvis derrotou os visigodos também não é verdade, pois a vitória de Clóvis sobre os visigodos foi em 507.

        Como você mesma disse nós não podemos criar datas em nossa cabeça e afirmar que são históricas; também não podemos encontrar uma data usando simplesmente o método da subtração (1798 – 1290 = 508) e então sair procurando algum fato ocorrido nesse ano para justificar nossa interpretação.

        Jogar o contexto de Daniel cáp 12 pra “idade média”, e afirmar que Clóvis é a “abominação desoladora” é um absurdo.
        Com certeza seria o que a irmã Ellen G. White diria se estivesse viva hoje.

        Que Deus abençoe todos nós.



  • Fernando Costa em 20 de abril de 2013 14:52

    A propósito, o 3º papa é João XXIII e não João XXII como consta no texto.



  • Fernando em 22 de abril de 2013 15:05

    Olá a todos.

    ” …porque a igreja jamais trabalhou assim. Isto é princípio, ou seja é primordial para que a igreja subsista e que as portas do inferno não prevaleçam contra ela. Muito bem.”
    ” Porquê que ele não a submete à análise da igreja enquanto instituição que pauta por unidade?”

    “O documento que nos é apresentado por Leandro Quadros tem o aval da posição da Igreja enquanto corpo coeso.”

    ” prefiro submetê-la ao estudo minucioso do corpo da igreja.”

    Com todo o respeito, eu pergunto : submetê-la a qual igreja ? Qual, entre 50 mil denominações, devemos submetê-la ? Paulo se remeteu a Igreja fundada por Jesus Cristo sobre Pedro e os demais apóstolos. Aquela Igreja acabou ? Foi destruída ? Onde está ela ? As portas do inferno prevaleceram contra ela ? Onde estão os sucessores dos apóstolos ? Eles morreram e não deixaram ninguém em seus lugares ?
    Armindo, não me queira mal, mas você falou em unidade ? Como você pode falar em unidade quando temos, hoje, no mundo, mais de cinquenta mil denominações diferentes, cada uma com uma doutrina diferente ? Martinho Lutero fez o cristianismo em pedacinhos, literalmente; e divisão não é obra de Deus.
    Paulo foi até o colégio apostólico (com Pedro a frente), e Pedro deu a palavra final… “então toda a assembléia silenciou”, diz a bíblia.
    Esse colégio apostólico existe até hoje, através dos legítimos sucessores de Pedro e dos Apóstolos… mas, me desculpe a franqueza, na igreja Adventista é que ele não se encontra.
    E, ainda : como falar em “corpo coeso” diante de tantas denominações diferentes ? Em nenhuma parte da bíblia você irá ler que naquele tempo existiam denominações, muito pelo contrário. Pense nisso.



    • Maiara Costa - Equipe em 22 de abril de 2013 17:12

      Olá Fernando!
      Graça e paz à você e sua familia.
      Quem é a Pedra a que Cristo se referiu?

      “Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” Mateus 16:18.

      Esta declaração de Cristo, “sobre esta pedra”, tem sido interpretada de várias formas:

      1º – A pedra simbolizando Pedro.
      2º – A pedra simbolizando a fé que Pedro demonstrou em Jesus.
      3º – A pedra simbolizando Cristo.

      Nós podemos chegar a uma conclusão inequívoca quando pesquisamos a Palavra de Deus em busca da verdade sobre este assunto, especialmente os escritos dos apóstolos que ouviram pessoalmente esta declaração de Jesus.

      O próprio Pedro jamais se referiu a si mesmo como sendo esta pedra, mas de forma clara e consistente, ele diz que esta pedra representa Cristo. Ele chega ao ponto de dizer que não há nenhum outro nome debaixo do céu, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos, a não ser através desta Pedra, rejeitada pelos homens (Atos 4:8-12; I Pedro 2:4-8).

      O nosso Senhor usou várias vezes este símbolo da pedra referindo-se a Si mesmo (Mateus 21:42; Lucas 20:17-18). Em outras partes da Bíblia, encontramos diversas passagens que relacionam a pedra como um termo específico para Deus (Deuteronômio 32:4; Salmos 18:2; etc).

      Isaías 32:2 fala da grande Rocha em terra sedenta; e da Pedra preciosa, angular, solidamente assentada (28:16). Em I Coríntios 10:4, Paulo diz que esta Pedra era Cristo (ver também II Samuel 22:32; Salmos 18:31).

      Jesus também referiu-Se à Pedra como sendo a Sua Palavra, a qual é o único alicerce seguro para o homem (Mateus 7:24-25); e que Ele é a Palavra Viva (João 1:1; Marcos 8:38; João 3:34; 6:63,68; 17:8).

      Paulo claramente afirma que Cristo é o único fundamento da Igreja (I Coríntios 3:11). Pedro também diz que Cristo é o fundamento (a Rocha) sobre o qual construímos o templo espiritual como pedras vivas, ou tijolos (ver Efésios 2:21; I Pedro 2:4-8).

      Quando Pedro fez sua declaração de fé, o fez em nome de todos os demais discípulos, pois a pergunta havia sido feita para o grupo. Nenhum dos discípulos jamais entendeu que Jesus estava concedendo a Pedro uma distinção especial entre eles. Tanto é que continuavam discutindo sobre quem seria o maioral entre eles. Caso Jesus tivesse dado a Pedro uma posição de liderança, não haveria mais motivo para tanta discussão. Os escritores do Novo Testamento jamais fizeram menção de qualquer autoridade revestida sobre Pedro; ao contrário, em várias ocasiões Pedro foi publicamente advertido por eles.

      Os pais da Igreja, como Agostinho e Crisóstomo, jamais aceitaram a ideia de Pedro como sendo o chefe supremo da Igreja. O historiador Eusébio cita uma declaração de Clemente de Alexandria, na qual ele afirma que no Concílio de Jerusalém, Pedro, Tiago e João não disputavam pela supremacia da Igreja, mas que escolheram Tiago, o Justo, para ser o líder entre eles (ver Atos 15).

      Como então se deve interpretar esta passagem? Na língua grega existem dois termos para pedra: 1º – “petra” que significa uma enorme massa de rocha, a qual além de ser grande, é fixa ou inamovível; 2º – “petros” que significa uma pequena pedra, ou um pedregulho.

      Assim, podemos dizer que Cristo dirigiu-Se a Pedro desta forma: “Tu és ‘petros’ (pedregulho) e sobre esta ‘petra’ (rocha, se referindo a Si mesmo), construirei a minha Igreja”.

      Na parábola registrada em Mateus 7:24-27, Cristo diz que o homem sábio constrói sua casa sobre a Rocha, e que qualquer edifício construído sobre “Pedro”, ou sobre um homem falho como este discípulo, era a mesma coisa que construir sua casa sobre a areia.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • JOÃO JOOJI TAKAKUWA em 24 de julho de 2013 22:23

        PORQUE VCS NÃO FALAM CORRETAMENTE SOBRE AS SETE TROMBETAS, AQUELE QUE SE HUMILHAR, ESTE SERÁ EXALTADO.
        PORQUE A REVISTA PARA PASTORES E LIDERES DA IGREJA QUE FOI EDITADA EM MAIO E JUNHO DE 2012 E SUAS VÁRIAS INTERPRETAÇÕES?
        AINDA NÃO EXISTE UM CONSENSO DA IGREJA? JÁ ESTÁ NA HORA DE ACORDAR-MOS EU JOÃO JOOJI TAKAKUWA JÁ FIZ VÁRIAS PERGUNTAS A PASTORES SOBRE AS SETE TROMBETAS E NINGUÉM RESPONDEU, PORQUE? AINDA FICO COM 7 TROMBETAS DA BÍBLIA SAGRADA E DO ESPÍRITO DE PROFECIA. LEIAM!!!!



  • Fabio souza em 22 de abril de 2013 16:53

    a paz do senhor , para entender a profecia pastor , temos que estudar cada versículo , titulo e história , no Ap 17 , o anjo mostra a joão a condenação da grande prostitua assentada sobre a besta , que é o título do capitulo , isto vc tb deve analisar , o anjo descreve as características da prostituta e a sua influência no mundo , os sete reis descritos , eu afirmo são (sete papas) , que governariam a grande prostituta , que como vc disse é roma papal (vaticano) . Reinos na bíblia são representados por animais , como vc já deve ter visto no livro de daniel , mais também são representados por uma estátua , a cabeça de ouro (babilônia) que era o reino nos dias de daniel , peitos de prata (império medo-persa) que era inferior á babilônia , mas conquistou a babilônia , ventre e coxas de cobre (império grego) um império forte que dominou toda terra , mas se desintegrou com a expansão do império seguinte, pernas de ferro (império romano ) que existiu nos tempos de joão , e que tb condenou á cristo e logo após , os seus pés em parte de ferro e em parte de barro (império romano dividido) que significa , roma ocidental e roma oriental , porém por uma parte o reino seria forte e por outra seria frágil , pois então , roma ocidental foi um reino inferior á roma oriental e caiu primeiro , olhe: No fim do século IV d.C., com o objetivo de facilitar a administração e a defesa de todo seu território, o imperador Teodósio dividiu o vasto Império Romano em duas áreas distintas:

    o Império Romano do Ocidente, com capital em Roma, e o Império Romano do Oriente (ou Império Bizantino), com capital em Constantinopla. Quando Teodósio morreu, em 395 a. c ,um de seus filhos, Honório, passou a governar o Ocidente, e o outro, Arcádio, o Oriente. Em 476 d.C., bárbaros germânicos rebelados, liderados pelo chefe Odoacro (que tinha feito carreira como oficial do exército romano) derrubaram o último imperador do Ocidente, Rômulo Augusto. Tradicionalmente, esse ano é considerado o fim da Antiguidade e o início da Idade Média. O Império Romano do Oriente ainda continuaria a existir durante cerca de mil anos, encontrando seu fim em 1453, quando sua capital caiu nas mãos dos turcos. Esse evento, por sua vez, é considerado o marco final da Idade Média e o início da Idade Moderna.
    Veja melhor na net , porém esses impérios ainda não acabaram completamente ! a pedra é o reino milenar de cristo , que derrubará a estátua , esse reino ninguém conseguirá destruir !!! Vamos á visão dos quatro animais que é quase a mesma coisa : 1°animal (um leão , que tinha asas de águia , e suas asas foram arrancadas ) representa a babilônia , que após a queda de Nabucodonozor , acabou seu império ,conquistado pelo seguinte :2°animal (um urso ,que tinha na sua boca 3 costelas entre os dentes ) representa o império medo-persa , as três costelas representam suas conquistas (babilônia , lídia e egito ) 3°animal (um leopardo que tinha quatro asas de ave nas costas e tinha quatro cabeças e foi dado domínio ) , o leopardo representa o império de alexandre , as quatro asas são os quatro reinos que foram divididos após a morte de alexandre , as quatro cabeças são os 4 reis que reinaram nesses quatro reinos , que eram generais de alexandre que são : (cassandro , lizímaco , ptolomeu e seleuco ) , observe que quando a bíblia fala de cabeças , são individuos . 4° reino ( terrível e espantoso e muito forte que tinha dentes grandes de ferro ; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.) o animal representa o império romano em geral , os dez chifres são os dez reis que receberão o poder por um momento junto com a besta , tempo esse não sei , a bíblia fala que é uma hora , mas o apocalipse é simbólico , portanto não sei o tempo ,a ponta pequena é a besta (anticristo) ele abaterá 3 desses reis , que porém concerteza não concordarão de dar o poder á besta , não sei , isso apenas acho que pode ser !!! você viu ai que reino na bíblia a maioria das vezes são representados por animais e cabeças e chifres por individuos !!! no apocalipse 17 o anjo quis dizer a joão a condenaçao da grande prostituta que você já deve saber (vaticano) , não tenha dúvidas sobre isso , e que também o anticristo apareceria de lá e seria o oitavo a reinar , AP 13:5 diz que ele continuará por 42 meses , ou seja 3 anos e meio ,e provém dos sete reis anteriores , após isso os dez reis junto com a besta(anticristo) destruirão o vaticano , causando lamentos de mercadores ,marinheros e reis da terra como descrito em apocalipse 18 , o templo concerteza já estará reconstruído ,e então ele blasmefará do templo e do tabernáculo ,como descrito em Ap 13:6 e 2 ts 2:4 dizendo ser deus e exigindo adoração, ai começa a abominação da desolação !!! porém os crentes que hj são fiéis serão arrebatados antes da tribulação , 1TS 4:15-18 , 5:6-9 , o anticristo acredite quem quiser é JOÃO PAULO II , ele faz parte dos sete reis , os algarimos romanos do seu nome original dá 666 , sofreu um atentado de morte em 1981 e sobreviveu !!! estejamos preparados e vigiemos para estarmos prontos para a vinda de jesus!!! deus os abençõe !!! estude melhor as profecias!!!



  • joel em 22 de abril de 2013 20:16

    ola professor leandro, desde já agradeço por sua colaboração pois a bíblia diz que quem não é contra nós é por nós, penso também que muitos discutem vertentes de profecias, mas será que estão certos de sua salvação. acredito que devemos sim nos guiar por jesus que é nosso único e suficiente salvador, então se vocês que tanto questionam isso aquilo, junte-se como povo de Deus. A salvação é individual, será que você tem certeza da sua….



    • Maiara Costa - Equipe em 23 de abril de 2013 9:46

      Olá estimado amigo Joel!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em nosso coração.
      Em Cristo Jesus podemos ter a certeza de nossa salvação, pois quando olhamos para nós mesmos não vemos como nos salvar, mas quando olhamos para Jesus não vemos como nos perder.
      Que todos nós possamos nos manter na experiência da salvação.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Luiz em 24 de abril de 2013 22:40

    Olá amigos

    Boa noite

    Em 1º Tessalonicenses 4 : 15-18 o texto fala de alardio ou seja um som que todos ouvirão e não só crentes. Não será uma vinda silenciosa mas com muito barulho portanto esse texto refuta a idéia de um arrebatamento antes da tribulação.

    Um abraço e felicidades

    Luiz



    • Maiara Costa - Equipe em 25 de abril de 2013 14:33

      Olá estimado amigo Luiz!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por sua tão preciosa contribuição.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Fernando em 26 de abril de 2013 20:07

    Olá, Maiara.

    Por que você não colocou a minha resposta bíblica aos seus argumentos sobre”Pedro, tu és pedra” ? Você disse o que quis (pela metade mas disse), mas quando eu te respondi biblicamente, você tratou de esconder a minha resposta. Isso não é honesto, não é atitude de cristão que diz amar Jesus, que diz amar a verdade; e é justamente isso que todas as denominações fazem quando um católico os interroga… é impressionante, não falha ! É justamente por isso que sou recentemente convertido ao catolicismo, pois, nesses anos à procura de respostas, pude constatar que no evangelhismo dito “bíblico” só se responde até um certo limite, ou seja, só aquilo que lhes interessa. Os ditos “seguidores da bíblia” só a seguem enquanto lhes convém… a palavra de Deus só é mostrada quando não vai contra a tradição que o fundador da denominação deixou.
    Temos que ter coragem de encarar a palavra de Deus TODA, doa a quem doer, mas você, como 99,9 por cento dos evangélicos, esconde parte dela… por que ?
    Tenha coragem de falar sobre as “CHAVES” entregues a Pedro, e somente a Pedro. Ou você não é totalmente segura de estar na Verdade ?



  • Ana Beatriz Salgado Matos em 26 de abril de 2013 22:30

    Professor Leandro Quadros, essa explicação com certeza foi muito importante para o nosso entendimento a respeito desta profecia! Infelizmente, existem pessoas que não se deixam ser iluminadas pelo Espírito de Deus. Eu fico muito triste quando vejo pessoas simplesmente fechando os olhos para a verdade totalmente clara e explícita, e dando ouvidos a crenças absurdas. Não me atrevo a falar frases como “veremos quem está certo”, pois não se trata de uma competição, mas de uma triste realidade em que muitos se perderão acreditando em suas próprias doutrinas e não nas de Deus, por isso digo “é uma pena que vejamos quem está certo ao invés de estarmos todos do mesmo lado”! Como diz a música O Amém de Arautos do Rei: “Quem é cego vê mas não enxerga a verdade, quem é surdo ouve não entende a mensagem”! Que Deus o abençoe ainda mais, e que você possa nos ajudar muito ainda com seu conhecimento, que não vem de você e sim de Deus, tenho certeza de que você é um instrumento nas mãos dEle, cheio do Espírito Santo, levando a verdade às pessoas! Um abraço!



  • Raul em 28 de abril de 2013 9:09

    JOÃO Paulo II não vai subir do abismo coisa nenhuma ( significa q ele é a besta ? ), ele tem q aguardar como todo ser humano, o dia do Juizo. Q absurdo dizer isso, essas profecias deixam as pessoas desesperadas e inventam cada coisa.. Segundo a biblia no abismo estara satanas ( a besta ) durante o milenio, dps ele subira qd for solto….



  • carolina em 30 de abril de 2013 3:37

    Oi! Gostaria de saber se Adão e Evão podiam ver Deus Face a Face?pois se Moise que nasceu pecador viu Deus pelas costas, Por que Adão e Eva não poderiam ver a face de Deus se foram feitos perfeitos e se pecados e eram como os anjos em santidade?A biblia fala que Deus caminhava pelo jardim e ninguem se esconde da voz e sim da presença de alguem?



    • Maiara Costa - Equipe em 30 de abril de 2013 14:21

      Olá estimada amiga Carolina!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Esse texto mencionado por você é o que está em Gênesis 3:7,8 e isso ocorreu após o pecado, ou seja, uma das consequências imediatas do pecado para Adão e Eva foi se esconder da presença de Deus e não poder mais contemplar a sua face.
      Antes a comunicação de Adão e Eva era face a face com Deus.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • JOSELITO AMORIM em 30 de abril de 2013 11:50

    caro irmão Cleiton, e d+ amigos, trago-lhes algumas colocações:
    (CWE, pag 35, diz: “não há desculpa para alguem adotar a atitude de que não há + verdade p ser revelada, e q todas as nossas explicações das eccrituras não contém erros”, escreveu em 1892. “o fato de certas doutrinas terem sido mantidas durante anos por nosso povo não é prova de que nossas idéias sejam infaliveis. o tempo não converte o erro em verdade…nenhuma doutrina autentica é prejudicada pela pesquisa minunciosa”)- como vç ver aqui EGW fala de forma + humilde q leandro quadro- e mas: se toda idéia que temos defendido em matéria de doutina for verdade, não deve a verdade suportar a investigação? ela não balançará e cairá se for criticada? se for assim que ela caia, quanto mais cedo melhor. o Espirito que fecha a porta para a investigação cristã dos pontos da verdade não é o espirito que vem do alto-EGW a WMH, em 9 de dezembro de 1888- extrair estes textos do livro EM BUSCA DE INDENTIDADE, de GEORGE R.Knight.
    e mais, sugiro a todos que leiam o Artigo do Dr. José Carlos Ramos, ex-professor de Teologia no Unasp, campus Engenheiro Coelho; texto originalmente publicado na Revista Adventista de julho de 1999:Como entender a profecia de Apocalipse 17:9-11?, 1 artigo que recheado de HUMILDADE E SINGELEZA, e que nos remete ao algo crucial hj, busquem e leiam todo artigo.
    continuando: a verdade não perde nada pela investigação minunciosa. que a palavra de DEUS fale por si mesma, que ela seja sua própia inteprete…há uma incrivel indolençia entre uma grande parte de nossos ministros, que estão dispostos a que outros pesquisem as escrituras para eles. eles tomam a verdade de seus lábios como um fato positivo, mais não conheçem a verdade bíblica através de sua própia pesquisa individual e pela profunda convicção do Espirito de Deus em seus corações e mentes…a PALAVRA de DEUS é o grande detector de erro…a ela tudo deve ser levado(EGW aos irmãos, 5 de agosto de 1988( tb extrair este texto do livro já citado).
    em suma, dirigo-me ao G.C nas partes q abordam o nascimento do menino JESUS em Belem e + expecificamente ao periodo que atecedeu 1844, quando estes diz: não foram os mais inteligentes que logo compreederam a mensagem, estes vieram depois, mais no iniçio foRAM os mas devotos que de joelhos com muito humilhação de alma devotavam-se a DEUS…
    qt a mim, OPTEI EM CRER, pois esta É uma VERDADE PRESENTE…



  • Wilson moises em 23 de maio de 2013 9:28

    jamais acrêditarei nessa farsa.



  • Guilherme Lellis em 8 de junho de 2013 1:36

    Oi Leandro! Li outro dia um artigo de Vanderlei Dorneles que está no site do ADVIR que tem digamos uma 4° sugestão para o Oitavo Poder, Pelo que entendi se refere aos Estados Unidos. Será que poderia me esclarecer melhor a opinião do autor, pois não compreendi todos os detalhes e por isso continuo concordando mais com a 3° Sugestão do Ekkehardt Mueller. Entendo que tanto as 2 posições oficiais da IASD quanto as 2 sugestões não contrariam em nada o modelo historicista e pelo fato do Capítulo 17 ser muito difícil temos que ter várias hipóteses para tentar compreende-lo, embora não faça diferença quem seja o Oitavo porque já está consumado e sabemos que Jesus vem vitorioso! Obrigado!



  • pedro em 11 de junho de 2013 14:20

    A ferida mortal que uma das sete cabeças de Ap 13.3 recebeu não foi em 1798,e a sua cura não se deu ainda; como, é dito que foi em 1929.Aferida de morte de uma das sete cabeças se deu na morte de João Paulo ll,que é a sexta cabeça, e foi ferida de morte em 2005, e a cura ainda está a acontecer, para que os que não estiverem escritos no livro da vida a adorem.Equipe da mira poderiam se pronunciar a esse respeito? de preferência o próprio Leandro Quadros?Se puder comentar a respeito, fico agradecido!



    • Maiara Costa - Equipe em 12 de junho de 2013 16:28

      Olá estimado amigo Pedro!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O que diz o texto bíblico?
      “Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta”.
      Pergunto, essa profecia já se cumpriu totalmente?
      Apocalipse 13:3 afirma que quando a “ferida mortal” que o papado sofreu em 1798 fosse curada, “toda a terra” se maravilharia, “seguindo a besta”. Porém, sendo que até hoje o papado não conseguiu o mesmo domínio mundial que teve na Idade Média, isso descarta por completo o ano de 1929 como sendo o momento da “cura” da “ferida mortal” que o papado havia recebido e também essa interpretação que João Paulo II seja a sexta cabeça e a ferida tenha sido curada em sua morte.
      A profecia apocalíptica apresenta o papado como um todo e não trata de papas em isolado. O método de interpretação mais seguro para as profecias é o historicista.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • AROLDO em 5 de agosto de 2013 20:16

    TODA PROFECIA COMEÇA DO TEM DO PROFETA PRA FRENTE , NUNCA SE PODE INTERPRETAR UMA PROFECIA BASEADO-SE NO TEMPO DO VERBO ,POIS MUITA DAS VEZES ELE SE ENCONTRA NO PASSADO OU NO PRESENTE POREM FALA DE COISAS FUTURAS EXEMPLO APOCALIPSE 14 :8 Q DIZ “SEGUIU-SE OUTRO ANJO ,O SEGUNDO: DIZENDO CAIU ,CAIU A GRANDE BABILONIA Q TEM DADO DE BEBER A TODA AS NAÇOES DO VINHO DA SUA FURIA DA SUA PROSTITUIÇAO “. O VERBO CAIU ENCONTRA-SE NO PRESENTE MAS FALA DE COISAS FUTURAS .A MESMA COISA ACONTECE COM APOC: 17 ,10 Q DIZ Q CAIRAM CINCO , UM EXISTE , E O OUTRO AINDA NAO CHEGOU ;OBRIGADO PELA SUA ATENÇAO E Q O SENHOR CONTINUE ABENÇOANDO TODA A EQUIPE DA TV NOVO TEMPO .



  • Claudio em 31 de agosto de 2013 0:35

    Srs. Estamos numa situação séria, a meu ver nós não temos nenhuma orientação do espirito de profecia a respeito desse assunto dos 7 reis. No grande conflito esse assunto não é observado, por que será que ela não teve nenhuma orientação sobre o assunto; então Deus nos deixou nas escuras!? Eu acredito que não no passado quando os pioneiros não sabiam nada sobre determinado assunto eles paravam e oravam pedindo luz para Deus. Eu acredito que a hora essa vamos orar e pedir a Deus essa luz te esta faltando para nosso entendimento.

    Claudio IASD Penha



  • paulo em 18 de setembro de 2013 10:23

    Portanto a Igreja catolica mudou a forma do batisto ( colcoando a marca da besta e ninguem percebeu, preste atenção do batismo dessa Igrejas) Os Apostolos batizam em Nome do Senhor Jesus e depois receberam o Espirito Santo, este é o correto. Preste atenção pai,filho e espirito santo ( sera que não foi implantado o numero da besta?) não é nome (singular) uma pessoa só Jesus,

    1º: Nas profecias de Daniel e Apocalipse, a ênfase não é no ano de 1929, mas, no período de tempo de domínio papal, que inicia em 538 a.C. Nesse ano entrou em vigor o decreto do imperador de Roma, Justiniano, declarando o bispo de Roma (papa), como chefe de todas as igrejas do Império. Já em 1798 d.C, o general de Napoleão, chamado Berthier, aprisionou o papa Pio VI, dado fim ao período de supremacia papal.



    • Maiara Costa - Equipe em 18 de setembro de 2013 17:18

      Olá Paulo!
      A sua compreensão em relação a profecia está correta, contudo não nos esqueçamos que a ferida mortal foi curada (Apocalipse 13:3) e o poder papal irá recuperar completamente a sua supremacia.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • domingos em 1 de outubro de 2013 14:25

        Olá querido irmão LQ, agradeço pelo esforço e pela explicação, e certamente o seu trabalho não será em vão.Mas a Biblia fala que o sétimo poder é o que menos reina, com posso ver na sua explicação o sétimo é que mais está tardando, então como fica?



        • Maiara Costa - Equipe em 2 de outubro de 2013 16:36

          Olá Domingos!
          Muito obrigado por seu contato com o Programa Na Mira da Verdade.
          O texto de Apocalipse 17:10 deve ser compreendido com a mesma luz de Apocalipse 12:12.
          A palavra pouco tempo em ambos os textos tem o mesmo significado.

          O significado da expressão “pouco tempo” aplicada ao sétimo “rei” em Apocalipse 17:10 – Pelo fato de o papado existir há vários séculos, alguns alegam que o “sétimo rei” não pode ser o sistema papal porque o texto bíblico diz que ele duraria “pouco tempo”. Todavia, uma análise da palavra grega para “pouco”, oligos, revela a falácia dessa argumentação. Nas duas vezes em que essa palavra se refere ao “tempo” no livro do Apocalipse (Ap 12:12; 17:10), em uma delas é dito o seguinte, sobre Satanás, após sua derrota: “Por isso, festejai, ó céus, e vós, os que neles habitais. Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap 12:12).

          Claramente, “pouco” – oligos – define o período de tempo desde a expulsão do Diabo até o final do mundo. Esse “pouco tempo” que restaria para o Diabo permanece até hoje e dura cerca de dois milênios!

          Por isso, do mesmo modo que a palavra grega oligos (“pouco”) pode abranger um longo período de tempo[xxviii] em relação ao Diabo (milênios), não há um porquê de não poder englobar o papado (vários séculos). Stefanovic tem razão ao afirmar que a frase “tem de durar pouco” possui um significado mais qualitativo (satanás e a besta terão um fim) do que quantitativo.

          Que Deus te abençoe grandiosamente.
          Um forte abraço.
          Equipe do Na Mira



          • domingios barros em 22 de outubro de 2013 8:37

            obrigado k o Senhor contnuem te iluminando…abraços



  • domingos barros em 30 de outubro de 2013 9:20

    Obrigado que o Senhor continue te iluminado.



  • Almir Jr em 28 de novembro de 2013 11:33

    Em relação a data de 1929, creio que ela não deve ser descartada, deve ser pelo menos analisada. Quando o General Bhertier a mando de Napoleão, invade Roma e depõe o papa Pio VI em 1798 (após os 1260 dias proféticos que Daniel mencionou), sem dúvida foi um golpe de morte sobre Roma. O maior líder religioso do mundo, da maior igreja do mundo foi deposto…e a sucessão Papal foi oficialmente interrompida
    Quando em 1929 o Tratado de Latrão foi assinado devolvendo o poder político e civil ao papado, restaurando o Estado do Vaticano, O papado foi novamente revestido do poder civil e a sucessão papal oficialmente foi reiniciada. Ali começou a cura da ferida mortal, pois se analisarmos o papado atual, ele não vive um periodo de “ferida mortal”, é um poder que hoje exerce grande influencia no campo politico religioso mundial! porém a fase ” e toda a terra se maravilhou apos a besta” ainda não aconteceu (visto a ferida mortal está em processo de cura) só acontecerá quando o decreto dominical for estabelecido em âmbito mundial



  • Almir Jr em 28 de novembro de 2013 15:22

    Olá amados. Creio ser salutar para nossa saúde espiritual os estudos e artigos aqui postados. Nossa igreja (IASD) realmente adota a visão historicista de interpretação profética em muitos casos e vejo que é um método importante e não pode ser descartado. Mas em alguns momentos (não que se aplique a esse artigo), o historicismo tem seus limites. Quando o palco é a Terra o historicismo é perfeito, mas quando o palco é o céu, o historicismo não é o suficiente. Basta lembrarmos da profecia de Daniel 8:14. O historicismo levou Miller e tantos pioneiros a data correta de 1844, porém não foi o suficiente para entender o evento em questão, visto o palco ser o santuário celestial. Talvez seja possivel que essa profecia de apocalipse 17 tenha aplicação dupla, tanto histórica quanto escatológica (o conceito de profecias “duplas” é comum na bíblia, basta ver Mateus 24). Aproveito para fazer uma pequena observação: as profecias (especialmente de Daniel) podem seguir o princípio de que as profecias sobre nações devem ser contadas dos dias do profeta para frente? Ex: Daniel 2 Estátua de Nabucodonossor começa com Babilônia (poder reinante nos dias da visão), Daniel 7 Os 4 animais, também começa com Babilônia, (que ainda era reinante nesse tempo), Daniel 8 já inicia com os 2 animais (representando Medo-Persia e Grecia), visto a Medo-Persia ser o poder reinante nos dias dessa visão, Babilônia havia passado…Assim, é possivel aplicar esse principio no Apocalipse? Iniciar a análise por Roma? e não por Egito ou Assíria? Um abraço a todos



  • Rafael Pereira em 30 de janeiro de 2014 9:57

    Prof, Leandro Quadros, peguei essa parte do texto: “É insustentável. Afinal, o império que dominava nos dias do apóstolo era o romano, e o papado veio a existir a partir do império de Roma, entre os séculos III e IV d.C.”

    Se Roma Papal é o sétimo império, e na profecia dia que esse duraria pouco, então por que é o que mais está durando?

    Outra observação que eu li e vou colar aqui também:

    “Todavia, desmerecer os teólogos da igreja, que estudam o Apocalipse seguindo critérios comprovadamente corretos do ponto de vista bíblico, exegético, hermenêutico e histórico, com a desculpa de que Deus “escondeu” Sua revelação profética “dos sábios e cultos”, e as revelou “aos pequeninos” (Mt 11:25) é, ao meu ver, falta de respeito para com os irmãos que estudam e trabalham com a teologia, bem como uma desculpa para a ignorância.”

    Gostaria que me respondesse: Quem foi Pedro? Ele conhecia as escrituras? No que ele se transformou?

    Quer dizer que se eu apenas souber ler, e orar, e estudar a bíblia, ter uma intimidade com Deus, e receber luz do Espírito de Deus, e essa luz começa a fazer sentido e aos poucos clareando a profecia, quer dizer então que eu estarei desrespeitando os acadêmicos pois não sigo a a sequencia de interpretação deles bíblico, exegético, hermenêutico e histórico, sendo que Deus me deu a luz.



    • Maiara Costa - Equipe em 30 de janeiro de 2014 10:04

      Olá Rafael!
      Muito obrigado por seu contato com o programa Na Mira da Verdade.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Se a luz vier de Deus, ela não entrará em contradição com o que já foi revelado aos profetas.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira



      • Rafael Pereira em 30 de janeiro de 2014 10:11

        Mas é ai que está! Estamos parado no estudo, nós acreditamos que tudo já foi revelado, que podemos sentar e esperar Jesus voltar, sendo que essa luz sobre os Sete Reis que muitos dizem ser erronea, me deu fome pela palavra, me deu mais fé na Bíblia e no Espírito de Profecia, e muitas coisas fazem sentido, muitos pontos se encaixam, e essa pergunta que eu sempre faço, e ninguém comenta nada:

        Se Roma Papal é o sétimo império, e na profecia dia que esse duraria pouco, então por que é o que mais está durando?



        • Maiara Costa - Equipe em 30 de janeiro de 2014 10:46

          Rafael, nós não estamos parados, pois existem profecias que ainda não se cumpriram, e estas só poderão ser bem compreendidas após o seu cumprimento.
          Quero recomendar à você que acesse: http://goo.gl/to9zUR, e poderá encontrar uma luz que poderá esclarecer essa sua dúvida, principalmente, referente ao uso da palavra pouco tempo pelo profeta João.

          Um forte abraço.



          • Rafael Pereira em 30 de janeiro de 2014 11:58

            Ja li as 16 páginas, mas nelas não encontro a resposta da minha pergunta. E não prova que os Sete Reis não são Sete Papas.

            Se Roma Papal é o sétimo império, e na profecia dia que esse duraria pouco, então por que é o que mais está durando?



          • Maiara Costa - Equipe em 30 de janeiro de 2014 14:33

            Olá Rafael!
            O sentido da palavra grega para pouco tempo em Apocalipse 17:10 é exatamente o mesmo de Apocalipse 12:12.
            Não se esqueça que as profecias do Apocalipse são melhores entendidas juntamente com as profecias de Daniel.
            A profecia não trata de papas em isolado, mas do sistema romano papal como um todo.
            Um forte abraço.



          • Almir Jr em 4 de fevereiro de 2014 12:09

            Olá irmãos. O termo grego OLIGOS usado pela bíblia ao referir-se ao papado dizendo que duraria “pouco” tempo, também é usado em apocalipse 12 ao dizer que Satanas foi lançado a terra e que “pouco” tempo lhe resta. Fica claro que nesse texto, a aplicação do “pouco tempo” (OLIGOS) é figurativa, visto Satanás ter sido lançado a milhares de anos à Terra. Muitos entendem que isso explicaria o fato do papado durar tanto tempo. Porém, eu entendo que em apocalipse 17, o termo “pouco tempo” não é figurativo, mas comparativo, eu particularmente entendo que nesse caso, é possivel que o “pouco tempo” possa ser entendido de forma literal

            Outro ponto que gostaria de comentar é o fato de que os 7 reis já serem a interpretação do símbolo, que símbolo? as 7 cabeças.Talvez por isso, alguns entendam que os 7 reis sejam literais. Note que o anjo mostra o simbolo e ele mesmo o interpreta:

            “Aqui está o sentido…as sete cabeças são 7 montes e 7 reis”

            Assim como o simbolo “aguas” significa povos (apoc.17:15)
            Assim como o simbolo “mulher” significa igreja (Ef.5:22-23)
            Assim como o simbolo “dragão” significa Satanas (apoc.12:9)
            da mesma forma:
            O simbolo “7 cabeças” significam 7 montes e 7 reis

            Como a Maiara comentou, realmente há profecias que ainda não se cumpriram e sua compreensão só virá quando elas estiverem em processo de cumprimento. Entendo que as versões tradicionais aplicadas aos 7 reis, pelo fato de serem historicistas, já se cumpriram quase em sua totalidade, já essa “teoria dos 7 reis” pelo caráter escatológico, ainda estaria em fase de cumprimento. Sendo assim, pode ser considerado “arriscado” aceitá-la

            Um abraço a todos



  • Orabno Kactpo em 9 de dezembro de 2014 19:53

    Algo que me intriga aqui, é que o protagonista do “Na Mira da Verdade”, não quer somente trazer luz sobre o suposto “SOFISMA” da teoria dos ‘sete reis”. Olhando um pouquinho mas a fundo da para perceber uma certa “rixa” em relação ao Pr. que prega a teoria de forma diferente. Se discerne nitidamente, que se quer ridicularizar e desacreditar o Pr. da mesma denominação. Se eu não cresse que os dois não fossem irmãos em Cristo, até poderia me arriscar em dizer que existe um certo asco e até mesmo ódio pelo Pr. que acredita diferente, na forma em que foi esclarecida a passagem de Ap. 17 no texto acima. Creio que rever as motivações do coração, é de suma importância para todos que querem servir a Cristo com sinceridade. Pois, como está escrito: “A ciência incha” e “A letra mata”!



    • Maiara Costa - Equipe em 10 de dezembro de 2014 15:58

      Olá Orabno!
      Boa tarde.

      Não rixa alguma, o que foi mostrado aqui é como esta teoria, biblica e teologicamente está equivocada.
      Que Deus te abençoe.
      Um forte abraço.



  • Sandro em 28 de junho de 2015 3:14

    Professor Leandro Quadros: qual a sua opinião sobre o fato de que o dia 11 de fevereiro se repete quatro vezes em datas históricas do catolicismo, ou seja, nas três já citadas aqui (Napoleão, Mussolini e Bento 16) e também é o dia em que ocorre a primeira aparição de Lourdes? Não seria um sinal de que esses fatos estariam relacionados?
    11 de fevereiro de 1858 – A primeira aparição de Lourdes – três meninas saem da humilde casa de um desempregado, o moleiro Soubirous, e vão apanhar lenha às margens do rio Gave. São elas: Bernadete, uma irmã e uma amiga…



  • Sandro em 28 de junho de 2015 4:03

    Professor Leandro, tem outra questão que gostaria de comentar… Caso o início da cura do papado tenha se dado no dia 11 de fevereiro de 1929, com o tratado de Latrão… Que é uma data significativa, pois se trata do restabelecimento do Vaticano como Estado… Nesse caso, e se realmente pudermos dizer que os papas são contados a partir de então… Enfim, se todo este estudo feito pelo pastor Samuel, vamos dizer que possa ter uma possibilidade de estar correto… Minha pergunta é: Se o papa Francisco antecede a aparição de sinais que o inimigo de Deus fará… Não seria este momento para estarmos ainda mais vigilantes e avisar outros crentes sobre esses supostos sinais que poderão vir a ser feitos pelo enganador?? Que Deus o abençoe, uma boa noite!