INÉDITO:
  • SEG22:00
REPRISES:
  • DOM10:00
  • SEG04:30
  • TER02:30
  • TER13:00
  • QUI00:30
  • SAB04:00
  • SAB19:00

Pensando biblicamente a respeito da pena de morte


Sala_tribunal

“[…] a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal” (Rm 13:4).

Quero expressar minha gratidão e contentamento pelo artigo intitulado “Não Matarás!”, do Pr. José Flores Júnior, publicado na Revista Adventista no mês de março de 2015[i]. O autor pensou biblicamente e não se deixou levar por argumentos humanistas nada convincentes. Como destaca Alan Pallister, professor de Ética Cristã: “Nossa conclusão sobre essa problemática, primeiro, não deve ser determinada por sentimentos humanitários – que podem ser evocados nos dois sentidos –, mas sim pelo ensino bíblico”[ii].

Já afirmei no programa “Na Mira da Verdade” que cada pessoa tem o direito de ser contra ou a favor da pena de morte. Porém, aqueles que são contra, precisam aceitar que não podem usar a Bíblia a favor deles. Negar que as Escrituras sancionam a pena capital, desde que seja aplicada pelo Estado (Rm 13:1-5. Leia também At 25:11) é, no mínimo, tratar o texto bíblico irresponsavelmente.

José Flores Jr. foi muito feliz em sua abordagem, especialmente no uso que fez de Gênesis 9:6, que diz: “Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a sua imagem”.

Esse texto nos mostra que execução de um criminoso hediondo é transcultural. Desde o início da história pós-dilúvio, quando só existia Noé, sua esposa, filhos e noras (uma só cultura), o Criador autorizou o ser humano tirar a vida de assassinos[iii].

E qual é a base divina para a aplicação de tal pena por parte de autoridades constituídas? Um conceito de valorização da vida muito amplo que aquele apresentado por qualquer comissão de direitos humanos do mundo: “Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a sua imagem”.

Deus autorizou o poder judicial (não a você e eu, amigo leitor! Veja Rm 12:17, 19) a tirar a vida do criminoso porque Ele supervaloriza a vida que foi tirada pelo bandido. Enquanto que defensores dos direitos humanos, que não pensam biblicamente, valorizam a vida do criminoso, a Bíblia valoriza mais a vida da vítima, pois ela também é à imagem e semelhança de Deus. A vida é tão sagrada os olhos do Legislador divino que Ele exige o fim da existência daquele que criminosamente tirou o direito de outra pessoa viver.

Mesmo que a pena de morte e a prisão perpétua não sejam a solução para a criminalidade (solução somente na 2ª Vinda de Cristo – Ap 21:4; 22:15), como bem disse o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia a respeito de Gênesis 9:6, “Deus tomou o cuidado de erigir uma barreira contra a supremacia do mal e, assim, lançou o fundamento para um desenvolvimento civil ordenado da humanidade”.[iv]

AMOR E JUSTIÇA DEVEM ESTAR DE MÃOS DADAS

Em contrapartida, o bispo Hermes Carvalho Fernandes argumentou, entre outras coisas, o seguinte: “Eu só poderia ser a favor da pena de morte se não acreditasse no poder que o evangelho tem de transformar monstros em homens de bem”[v].

Entretanto, essa é uma compreensão parcial do evangelho, revelado tanto no Antigo Testamento quanto no Novo Testamento (Jo 5:39, 40). Biblicamente, o perdão de Deus, Seu amor e justiça trabalham juntos (Sl 85:10). A disposição dEle em perdoar qualquer ser humano não elimina as consequências pelos próprios atos (Veja-se Ezequiel 18:4 e Gálatas 6:7). Como afirmou José Flores Júnior, “O fato de que Deus quer dar o perdão até a quem praticou um crime hediondo não elimina as consequências do crime”[vi].

Alan Pallister segue uma linha argumentativa parecida, que também contraria a opinião de Hermes C. Fernandes:

“Teologicamente, não é correto afirmar que, devido à morte de Jesus na cruz, todos os homens possuem de fato a salvação e serão libertos do inferno. Esse argumento cai no erro do universalismo. Jesus morreu por todos na cruz, mas alguns são condenados com justiça pelos seus pecados. Na dimensão temporal, uma pessoa por quem Jesus morreu ainda pode ser condenada à morte […] O fato de Jesus ter aberto o caminho da salvação, por meio de Sua morte expiatória na cruz, providencia um lugar seguro no céu para aqueles que creem nEle. Não remove qualquer penalidade que a sociedade humana se veja na obrigação de aplicar […]”[vii].

Além disso, o perdão que Jesus disponibiliza não é e não será aceito por muitas pessoas (Ap 20:8,9), que rebeldemente rejeitam aos apelos do Espírito para convencê-las “do pecado, da justiça e do juízo” (Jo 16:8-10). Portanto, continuarão a matar, estuprar (inclusive criancinhas), sequestrar, etc, aumentando o número de vítimas inocentes e famílias desgraçadas.

Estou reunindo material para escrever sobre o assunto de forma muito mais ampla. Creio que nos próximos meses darei uma contribuição ainda maior a essa questão, tanto do ponto de vista bíblico quanto filosófico e sociológico. Demonstrarei que a pena capital é tão necessária hoje quanto o foi nos tempos bíblicos, e que falhas humanas não excluem a necessidade de castigo, do mesmo modo que erros judiciários não excluem a necessidade de prisões.

Enquanto isso, expresso minha gratidão a José Flores Júnior e à Revista Adventista por uma matéria tão importante, e que com certeza ajudará a muitos cristãos a pensarem mais biblicamente.

[Acesse www.leandroquadros.com.br]

[i] José Flores Júnior, “Não Matarás! Os argumentos contra a pena de morte são Válidos?” Revista Adventista, março de 2015, p. 50.

[ii] Alan Pallister, Ética Cristã Hoje: vivendo um cristianismo coerente em uma sociedade em mudança rápida (São Paulo: Shedd Publicações, 2005), p. 137.

[iii] Não confundir pena de morte [como aplicação da justiça] com o homicídio, praticado friamente e proibido em Êxodo 20:13 e Deuteronômio 5:17. Veja-se também Êx 21:12-14, 16; Lv 20; Dt 21:22; Dt 24:7; Lv 20.

[iv] Francis D. Nichol e Vanderlei Dorneles, (editores), Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1 (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), p. 254. Série Logos.

[v] Hermes C. Fernandes, “Pena de Morte: Como me posiciono apesar do que a Bíblia diz”. Disponível em: http://www.hermesfernandes.com/2013/07/pena-de-morte-como-me-posiciono-apesar.html Acessado em 13 de março de 2015.

[vi] Júnior, “Não Matarás!”…, p. 50.

[vii][vii] Pallister, Ética Cristã Hoje…, p.p. 139, 140.


Você está em : Debates
Compartilhe:


Comente



  • Duilson rodrigues pereira em 14 de março de 2015 23:26

    concordo em gênero número e grau…



  • oscar em 16 de março de 2015 17:52

    não concordo somente Deus tem o poder de julgar; nos temos que perdoar sempre para que possamos ser perdoado, ter misericórdia para alcançarmos a misericórdia de Deus.



  • aaAnantonio carlos em 17 de março de 2015 14:06

    Que vergonha criticam e nao sabe receber critica me bloquearam no face iss e uma vergonha pra chamados cristao da menina dos olhos de Deus kkkkk critica e facil recebe-la nem pensar kd a etica ou o direito de respsta dos criticados expressou odio ao me bloquear que vergonha sr Leandro quadros.



    • Maiara Costa - Equipe em 18 de março de 2015 15:13

      E de que tipo de crítica você está se referindo Antonio?
      Pois no post, o único que lançou críticos foi você.
      Um abraço.



  • Marcos em 17 de março de 2015 23:05

    Esta Na Mira – Tito coloca na Mira Por Favor! No Livro Sagrado – Atos dos Apóstolos – aprendemos que a Igreja de Cristo, a pura, a primitiva, a dos apóstolos sofreu Muita perseguição dos judeus, e como não sofreria?! O Cristianismo nasceu como uma seita do Judaísmo. E como tal, os apóstolos tiveram que resolver uma grande problema: O que colocar como Valido para todos os não-judeus que estavam aceitavam o Evangelho? E a decisão que tiveram esta registrado nos capítulos 15 e 21. Enfim, a pergunta é: qual é a base adventista que o mandamento do sábado, diferente do mandamento da circuncisão, é obrigatório para os cristãos? Sendo que uma leitura simples desses capítulos de Atos, e uma leitura das cartas aos Gálatas e Colossenses deixa bem claro que para os Apóstolos “nos gentios de nascimento, não temos a obrigação de obedecer varias leis, mandamentos, e rituais do Judaísmo”.



    • Maiara Costa - Equipe em 18 de março de 2015 15:12

      Olá Marcos!
      Obrigado por seu contato.

      Verifiquemos o contexto do verso e vejamos de que lei está falando: da cerimonial ou aos dos Dez Mandamentos :“Alguns indivíduos que desceram da Judéia ensinavam aos irmãos: Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos”. (At. 15:1) Percebeu? Alguns estavam ensinando na época que se a pessoa não “se circuncidasse” não poderia ser salva. Quando é dito no verso 10: “Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais puderam suportar, nem nós?”, a orientação é para que não seja colocado sob conversos o jugo da circuncisão, uma lei Cerimonial!

      Nos versos 19 e 20 também não foram citados outros mandamentos: “honra teu pai e tua mãe”; “não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”; “não matarás”; “não roubarás”; “não dirás falso testemunho”; “não adulterarás”… Isto não significa que não mais precisemos observar estes preceitos. O fato de um mandamento não ser mencionado não quer dizer que foi abolido ou considerado sem importância. Os apóstolos não repetiram estes mandamentos e também o sábado porque não era esta a necessidade do povo de Antioquia. O silêncio em relação ao sábado (e em relação aos demais mandamentos supracitados) evidencia que a questão do sétimo dia não era motivo de controvérsia entre eles.

      Eles praticavam os outros mandamentos corretamente, inclusive, a guarda do sábado como podemos ver no verso 21, que diz “que Moisés tem, em cada cidade, desde tempos antigos, os que o pregam nas sinagogas, onde é lido todos os sábados”. Claramente se vê no texto que o culto era no sábado, dia em que eram lidas as Escrituras, na sinagoga.

      A circuncisão era um sinal tribal externo de pertencimento a Deus, o sábado foi dado no contexto de um mundo sem pecado (Gênesis 2:1-3), como memorial da criação e redenção.

      Paulo nunca foi contra a observância da lei, mas sim contra colocar a obediência como meio de salvação.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.



      • Joao Batista da Silva Valente em 28 de abril de 2015 12:07

        A Bíblia é um livro sem igual , mas , ela tem que ser estudada de forma integral vendo ponto por ponto buscando interpretação nela mesma porque se formos seguir interpretação humana , em se tratando da lei se não estudarmos corretamente ela parece contradizer , o que jamais houve por parte das escrituras é contradição dela mesma , pois ela foi inspirada por Deus o qual jamais erra nem se contradiz , por isso se querem saber corretamente procure um dos estudos oferecidos pela Novo tempo que são guias seguros para estudarmos a Bíblia isso posso dizer com certeza porque fiz estudos com os Adventistas do Sétimo Dia e não tive mais nenhuma dúvida se realmente devemos guardar as leis dos dez mandamentos , muitos , não querendo ter um compromisso total com Deus ficam querendo eliminar algumas partes da Bíblia , para confirmar isso basta fazer uma leitura em Exodo 20 : 1-17 , para ver que a maioria dos Cristãos aceitam dos versos 1 – 7 , pulam os versos 8 – 11 e voltam a aceitar os versos 12 – 17 isso é perigoso em se tratando da vida espiritual porque? a resposta está em Mateus 5 : 17 – 20 , esses versos também devem ser estudados e devemos estudar não com os que procuram defender suas próprias interpretações querendo mudar o que o próprio Jesus quis dizer a respeito da lei , procure estudar com os adventistas do Sétimo dia que usam somente a Bíblia para os estudos e não opiniões humanas , se você não conhece nenhum Adventista do Sétimo dia para estudar pessoalmente, peça os estudos oferecidos pela Novo tempo tenho certeza que no final você verá que sua procura não foi em vão .Que Deus Abençoe aqueles que realmente querem conhecer a vontade de DEle em Nome de Jesus Amém.



        • leandroquadros em 15 de maio de 2015 10:52

          Muito obrigado por seu comentário, João Batista! Forte abraço.



  • Anônimo em 21 de março de 2015 17:52

    Por um acaso, se for um homicídio culposo ? Uma pessoa atropelou outra? Uma pessoa matou em legítima defesa? Há muitos pontos que precisam ser discutidos nessa passagem bíblica.



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 11:52

      Segundo o artigo que escrevi, amigo (a), a pena capital seria aplicável apenas para crimes hediondos.

      Um abraço.



  • mauricio em 22 de março de 2015 20:48

    cde meu comentario irmãos kde minha resposta



  • mauricio em 22 de março de 2015 20:50

    acredito que vcs cairam em uma pegadinha sobre a pena de morte, ñ pediram orientação divna
    por isso, fiquei sem respostas



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 11:51

      Não compreendi o que quis dizer em seu comentário, Maurício. Escreva novamente e terei satisfação em lhe responder. Um abraço.



  • josiane amorim em 24 de março de 2015 11:32

    concordo, pois se Deus deu a justiça, seria muito útil colocá-la em prática..



  • GILVAN ALMEIDA em 28 de março de 2015 22:14

    Concordo inteiramente com você, Leandro, em relação a aplicação de pena de morte para crimes hediondos. No entanto, creio que o mais adequando no Brasil seja a prisão perpétua, tendo em vista as peculiaridades de nosso sistema jurídico que favorece os mais ricos a serem absolvidos, enquanto que os pobres são tratados pior do que os animais. É aquela velha história: O direito penal só funciona para os pobres, e o civil é para os ricos.
    Diante disso, é bem provável que não estejamos preparados culturalmente para administrar penas capitais, num país tão corrupto e com um sistema processual bastante atrasado e capenga.

    Talvez, com uma evolução na democracia brasileira, com instituições mais fortes e independentes, possamos chegar um dia ao ponto de administrar tais penas, se adotadas, de maneira justa e igualitária.

    Mas no momento atual e acredito que a médio prazo seja muito complicado.

    Mas sem dúvida é válida a discussão a fim de fomentar mecanismos que possam mostrar uma reação estatal à onda de crimes das piores espécies já vistas até hoje.

    Por fim, é bom saber que naquele Dia toda a justiça irá ser feita, independente de quem seja, se rico ou pobre, todos comparecerão ao Tribunal de Cristo, com suas obras. E aqueles que não se arrependeram de suas más obras pagarão até com o ultimo cabelo da cabeça.

    E nós, o povo do Senhor, estaremos seguros e tranquilos diante do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores. Ora, vem Senhor Jesus!



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 11:49

      Achei muito bom seu comentário, Gilvan, mesmo eu pensando um pouco diferente.

      Ao contrário do que vi nos comentários de vários internautas, que “forçaram a barra” para negar que a Bíblia aprova a pena de morte, você realmente contribuiu com a discussão.

      Um abraço e paz!



  • alexandre em 29 de março de 2015 1:48

    IRMAOS que feio,isso criticas fazem parte da vida,to começando estudar a BIBLIA agora mas sou contra a pena de morte por causa dos tipos de lei que temos,sao leis falhas onde so o pobre e preso.na maioria das vezes.QUE DEUS ABENÇOE TODOS NOS.



  • Maria em 1 de abril de 2015 7:35

    Bom dia!
    Amo tudo aqui… Meu Canal é a Novo Tempo dia e noite, morei ai proximo por um ano a tratamento em Taubate, onde fui curada em nome de JESUS!



  • Roberson Avellar Ramos em 2 de abril de 2015 16:46

    Sou a favor da pena de morte desde que seja uma lei do estado conforme aponta a bíblia. Os hebreus tinham a pena de morte em seu código de lei deixados por Deus. Não se pode negar isto. acredito na conversão , mas as consequências de um ato hediondo não se reparam para aquele que teve a vida tirada pelo simples perdão. Perdão divino é uma coisa cumprimento da lei é outro. Abraços!



    • Luciene em 11 de maio de 2015 15:48

      Será que a pena de morte é a solução?

      Existem quantas outras formas de se punir um ato criminoso, agora tirar a vida é invadir o um direito que não me pertence.
      Fico profundamente chocada com aqueles que apoiam esse tipo de ato, tanto quanto por aqueles que vêem um ente querido ( ainda que tenha errado) ter a sua vida acabada por um outro ser humano…

      Misericórdia para mim, pena de morte para o outro, eis o discurso…



      • leandroquadros em 15 de maio de 2015 10:36

        Luciene: a pena de morte é parte da solução. Como bem disse o deputado federal Jair Bolsonaro numa entrevista concedida ao programa do Jô Soares (que afirmou a pena de morte não resolver problema em lugar algum): “Eu nunca vi um condenado voltar e executar alguém”.

        Quem tem noção do que é a capacidade de um criminoso hediondo, jamais será contra a pena de morte. Vou lhe contar uma história para ilustrar.

        Meu pai é sargento aposentado da polícia militar. Um dia ele e um colega prenderam em flagrante um pai que abusava sexualmente da filha que tinha cerca de 5 anos de idade. O indivíduo foi preso e, depois de solto, sabe o que ele fez? Estuprou dessa a sobrinha!

        Se ele tivesse sido condenado devidamente por seu crime em violentar sexualmente a filha, uma criança a menos teria sido estuprada e mais vidas preservadas. Entende?

        Além disso, destaco a você que a posição que dei é bíblica. E por mais que cada um de nós tenha o direito de ter sua própria opinião, não creio ser prudente discutir com Deus (Gn 9:6), legislador da Lei e conhecedor da psiquê e maldade humana, sobre a eficácia ou não da pena de morte.

        Digo a você de coração que, se eu cometesse um crime hediondo, seria homem o suficiente para acatar à decisão do Estado em tirar minha vida. Enquanto as pessoas não pagarem pelo que plantaram (Gl 6:7), bandidos (os não convertidos e que nem pensam nisso) continuarão matando, estuprando, esquartejando, etc., pois, é fácil no Brasil ser criminoso: afinal, você pode ser condenado a mais de 100 anos de prisão e ficará não mais que 30 – não importa o crime que tenha cometido!

        Deus a abençoe minha irmã.



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 11:45

      Muito equilibrada sua opinião, Roberson. Grande abraço!



  • Kátia Jeane em 3 de abril de 2015 22:40

    Concordo com Roberson Avellar Ramos.



  • Eduardo em 6 de abril de 2015 18:02

    Eu acho bem como jutiça que alguem pague pela consequencia e nao respeito pela vida dos outros. Tanto do que morreu como dos que ficaram. Portanto no meu ver acho justo a pena de morte.



  • Diógenes Vilas Boas em 8 de abril de 2015 13:53

    Vejo este artigo com muitas reservas. A justiça humana é falha. Nosso sistema judiciário comete muitos erros. O que dirão à família de um condenado à morte injustamente? “Sentimos muito?”.
    Alguns costumes, culturais, como a pena de morte bíblica, aplicada em casos excepcionais, veio para que essa pena não fosse aplicada como juízo ou retaliação a qualquer tipo de afronta, como a história nos conta. A vida valia muito pouco, e quase tudo podia ser punido com a pena de morte.
    A pena de morte na Bíblia, foi instituída, então, para ameninzar uma situação muito dura.
    Nessa época, vários patriarcas eram poligâmos. Por que a poligamia hoje não é aceita e a pena de morte seria?



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 11:39

      Reconheço a falibilidade de nosso sistema judiciário, Diógenes. Porém, se considerarmos apenas isso, muita gente inocente será estuprada, assassinada e violentada por bandidos que não têm interesse algum na mudança.

      Se considerarmos a imperfeição da justiça humana, então não devemos como humanos nem mandar pessoas para a cadeia.

      As exceções não se constituem na regra. Falhas em condenar pessoas à prisão não justificam a não existência da prisão. Do mesmo modo, se dá em relação à pena capital.

      Além do mais, em países sérios, a pena não é dada irresponsavelmente. Podem haver falhas, mas essas são mínimas em comparação com os acertos e com a segurança que proporcionará às futuras vítimas em potencial, caso o criminoso hediondo permanecesse vivo.

      Outra questão: você precisa diferenciar pena capital – uma forma de punição e justiça – de poligamia – um pecado (tolerado, mas não aceito como certo). Se ambos se enquadrassem na mesma classificação, seu argumento seria válido. Como não é o caso, seu argumento é anulado, filosoficamente falando.

      Um abraço e paz.



  • FABIO HENRIQUE MACEDO MENDONCA em 10 de abril de 2015 23:45

    Só mais um comentário de interpretação da linguagem: “porque Deus fez o homem à sua imagem”. O pronome possessivo “sua” é da 3 (terceira) pessoa; mas, no caso desta frase, funciona também como um tipo de “pronome demonstrativo”, uma vez que o “sua” se refere ao homem e não à Deus. Um homem é feito à imagem de outro homem e não à imagem de Deus, porque na época de Caim o homem já não tinha a imagem de Deus em razão do pecado de Eva e de Adão. O homem caído é igual ao homem caído, ou seja, tem as mesmas inclinações pecaminosas.



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 11:32

      Fábio: ainda não consegui moderar todos seus comentários, mas, tenho visto que você faz um esforço tremendo – e uma exegese forçada – para negar a todo custo que a Bíblia é a favor da pena de morte. Por mais que sua opinião particular mereça ser respeitada, você não deveria forçar a Bíblia a pensar como você, desconsiderando a exegese série feita por diversos comentário bíblicos sobre o assunto.



  • Ana Alice Lopes em 12 de abril de 2015 22:28

    Um servo de Deus age assim: balizado na Santa Escritura.Que alívio trás ao meu coração.



  • mauricio em 14 de abril de 2015 8:01

    não sou a favor da pena de morte, e tenho como provar dentro da biblia que é errado, e fora dela também e ja enviei argumentos e não tive respostas nem responderam meus Email mas eu estou aguardando,



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 11:25

      Prezado Maurício: como possuímos cerca de 2.200 comentários para aprovar, ainda não cheguei ao seu. Gostaria de obter sua base bíblica contra a pena de morte, mesmo sendo bastante cético quanto à existência da mesma.

      No aguardo,

      Leandro.



  • André em 14 de abril de 2015 10:27

    Apesar de eu ser a favor da pena de morte em casos específicos, eu não posso me basear na Bíblia para isso. Deus deu leis que autorizam a aplicação da pena de morte em casos de alguns pecados capitais ao povo de Israel, aliás toda a Torah foi dada ao povo de Israel, a pena de morte deveria ser aplicada apenas quando o Tribunal Rabínico (Sehandrim) formado por pelo menos 70 anciãos considerados Tsadikim (justos), porém o próprio Tribunal rabínico passou a ser sediado fora de Israel, porque os anciãos sabiam que a pena de morte só poderia ser aplicada dentro dos limites da terra de Israel, assim sendo pessoas justas passaram a viver fora da terra de Israel para nem correr o risco de condenar alguém a morte, e ainda assim está escrito na lei judaica que um Sehandrim que condena um pessoa a morte em cada geração é considerado sanguinário, portanto é uma idiotice querer fundamentar a institucionalização da pena de morte se apoiando na bíblia. Porém eu sou a favor da pena de morte, não baseado na bíblia, mas baseado na meu próprio senso de justiça e de como eu me sinto quando vejo as atrocidades por exemplo, do Estado Islâmico, que esmaga bebês vivos sob os pés, e torturam crianças inocentes da foram mais cruel, sou a favor da pena de morte para os pais daquela criança nos Estados Unidos, que foi mantida dentro de um guarda-roupa por seis anos doente, mal alimentada, queimada a cigarros e abusada, estuprada pelos próprios pais por 06 (seis) anos até ser encontrada e libertada pela polícia, ela estava em extremo subnutrida vivia sobre as próprias fezes, não sabia andar nem falar, pois era apenas objeto das abomináveis torturas dos pais e raramente via a luz, pois passou 06 anos trancadas em um guarda-roupa. para eles sou a favor da pena de morte (e uma morte lenta e dolorosa), não porque está na bíblia, mas porque desde quando eu soube dessa história meu coração e minha alma se arrepia e chora com tamanha atrocidade.
    Obs: As cartas de Paulo não tem poder de legislar nada, a legislação está na Torah.



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 11:23

      Caro André: se você crê que Paulo foi inspirado (cf. 2Pe 3:15,16), e que interpretou devidamente a Torá, não poderá manter sua afirmação de que “as cartas de Paulo não têm poder de legislar nada”. Além disso, Gênesis 9:6 foi dado antes de existir a Torá escrita, de modo que Deus universalizou a pena capital como uma forma de valorizar a vida da vítima, também criada à Sua imagem e semelhança.

      Portanto, recomendo que analise mais profundamente o assunto.

      Destaco que seu senso de justiça é válido, criado por Deus e, portanto, pode perfeitamente ser evocado em sua opinião a favor da pena capital. Mesmo que sejamos corruptos, temos tal senso de justiça como um presente do Criador.

      Um abraço.



  • FABIO HENRIQUE MACEDO MENDONCA em 17 de abril de 2015 20:33

    “O Direito Penal é um direito essencialmente mutável e relativo. Logo, deve ficar fora de seu alcance a imposição de penas de caráter imutável e absoluto, de total irreversibilidade e irremediáveis quando se descobre que foram impostas pela perseguição, pelo capricho ou pelo erro. Deve ficar de fora de seu alcance a pena que só um juiz onisciente, incorruptível, absolutamente igual seria competente para aplicar: a pena cuja imposição só deveria estar na alçada do ser absoluto, se ele estatuísse e impusesse penas: a pena absoluta, a pena de morte. Aos seres relativos e falíveis só compete aplicar penas relativas e modificáveis. E, ainda assim, enquanto não soubermos substituir as penas por medidas mais humanas e eficazes de defesa social (LYDIO MACHADO BANDEIRA DE MELLO. O criminoso, o crime e a pena, 1970, p. 335,” apud ” KILDARE GONÇALVES CARVALHO. Direito Constitucional, 15ª ed. P. 748).



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 11:16

      Prezado Fábio:

      Agradeço seu comentário, porém, com respeito, prefiro a opinião da Bíblia do que o comentário do referido autor, cheio de sentimentos humanitários injustificados. Ele apenas tapa o sol com a peneira e não resolve a questão quando não considera que, um criminoso hediondo (um estuprador viciado, por exemplo), ao ser condenado à pena de morte, “não voltará” para estuprar outras vítimas e destruir ainda mais vidas. Considerando os efeitos do estupro sobre a vítima e seus descendentes, é muito mais humanitário não permitir que tal criminoso sobreviva.

      Em nosso País corrupto, há muitas “medidas humanas” para bandidos e poucas para as famílias das vítimas. Ou seja: enquanto essa nossa Constituição ultrapassada (e nosso Código Penal que dá vergonha) se achar melhor que a de países de Primeiro Mundo, onde há a pena de morte, continuaremos sendo um celeiro de criminosos hediondos e motivo de ridicularização nos países sérios.

      É possível estabelecer-se (1) melhores medidas para a defesa da sociedade, (2) um sistema carcerário que capacite o indivíduo a ser reintegrado na sociedade após cumprimento de sua pena e (3) pena capital para crimes hediondos. A soma dessas três medidas (entre outras) tornaram nossa sociedade mais segura e cria na consciência coletiva um senso de responsabilidade pela vida do próximo, e uma noção real de justiça: cada um pagará proporcionalmente pelo seu crime.

      Um abraço.



  • FABIO HENRIQUE MACEDO MENDONCA em 17 de abril de 2015 22:01

    Em Genesis 1.29 Deus diz que criou o homem e mulher com a sua própria imagem, com imagem semelhante a Deus, com exceção do conhecimento do mal, pois, quando foi criado, o homem e a mulher só conheciam o bem.

    Apos a queda do homem – Gênesis 3.27 – o homem se tornou também conhecer do mal, mas sem a presenca de Deus o homem nao consegue, por si so, discernir qual o melhor caminho a seguir, o que fez com que o homem praticasse o mal que conhecia e sem limites, conforme Genesis 4.8 e Genesis 6.5.

    A partir da queda, o coracao do homem comecou a ser mal continuamente, inclusive os seus pensamentos, levando-o a ceder e praticar o mal.

    Deus é conhecedor do mal, mas Deus nao pratica o mal, conforme 1 Joao 1.5, porque Deus e luz e nele nao ha trevas.

    Mas, o homem diante do conhecimento do mal, cedeu ao seu apelo (mal), e se tornou praticante do seu pecado, e o apelo do mal e o desejo, conforme Tiago 1.14-15.

    Apos a queda do homem, o homem perdeu a sua imagem original, e passou a ser desobediente (Genesis 3.6), homicida (Genesis 4.8), sensual (Genesis 6.1) e a ter um coracao impuro (Genesis 6.5) diante do Criador Onisciente.

    Dentre os homens impuros e maus da geracao anti-diluviana, Deus escolheu Noe e sua familia para continuar a geracao humana, porque Noe era justo e integro entre os da sua geracao pervertida e ma (Genesis 6.9), e mais, Noe andava com Deus, ou seja, era um homem conhecer do mal, mas nao praticava o mal, porque sabia que Deus o estava observando, era, portanto, temente a Deus.

    Mas, Noe continuava a ser um homem sujeito ao pecado, pois, foi salvo pela graca de Deus (Genesis 5.8).

    Apos o diluvio, Deus faz uma nova alianca com Noe, em razao da qual importava esclarecer a Noe a sua verdadeira natureza agora, depois da queda, tendo avisado de antemao a Noe que: “aquele que derramar o sangue do homem, pelo homem se derramara o seu”, ou seja, Deus esclarece a Noe que o mal nao e um bom caminho, porque o homem e vingativo, e responde ao mal com outro mal.

    Mas, Deus prossegue, falando com Noe, avisando que o homem e vingativo, porque Deus o fez segundo a sua propria imagem, neste caso, a imagem do proprio homem, porque o Homem Vingativo e a imagem do Homem Caido.

    Deus nao fez o homem para derramar sangue de outro homem, mas foi o homem que cedendo ao seu desejo de vinganca, mata o seu proximo para aplacar o seu coracao ruim e pecador (Tiago 1.15).

    Sabedor desta natureza humana, Deus criou as cidades dos refugios, e mais adiante, enviou o seu Filho para semear novamente em nosso coracao a semente incorruptivel (1 Pedro 1.22-23), para nos despojar de todo o tipo de mal e crescessemos para a salvacao (1 Pedro 2.1).

    Entao se algum neste mundo, matar o seu familiar, e voce se tornar vitima do mundo, lembrai das palavras de Pedro em 1 Pedro 2.18-25.

    O cristao e a regeneracao da imagem de Deus no homem, sejais como Cristo que preferiu ser vitima do que ser homem vingativo, preferiu suportar o dano, ao inves de buscar justica humana para reparar o dano ou a ofensa.



  • EULER HENRIQUES MAGELA em 18 de abril de 2015 20:39

    AMADOS IRMÃOS, QUEREM SE VER LIVRES DESTES DEBATES, ENTREM NA REALIDADE DE ROMANOS 6,QUEM EXPERIMENTAR E FOR BATIZADO NA MORTE DE CRISTO,EXPERIMENTA SUA MORTE,SEPULTAMENTO E RESSURREIÇÃO, TODAS AS LEIS ESTÃO RELACIONADAS A VIDA DA CARNE(PECADO,TAMBÉM CONHECIDO COMO EU),AQUELE QUE EXPERIMENTA A OBRA DE CRISTO VIVE A VIDA DE RESSURREIÇÃO(LEI DO ESPIRITO DE VIDA DE CRISTO JESUS ME LIBERTOU DA LEI DO PECADO E DA MORTE),ASSIM O QUE SE UNE AO SENHOR É UM ESPIRITO COM ELE,SÓ QUEM EXPERIMENTOU SABE,ESTÁ ESCONDIDO DOS SÁBIOS E ENTENDIDOS,ENTROU AGORA NO REINO DE DEUS E É GOVERNADO PELO ESPIRITO E NÃO ANDA SEGUNDO A CARNE(O EU,SEUS PRÓPRIOS PENSAMENTOS ),MAS ANDAM SEGUNDO O ESPÍRITO.A LETRA MATA O QUE DÁ VIDA É O ESPIRITO DE DEUS,EXAMINAM AS ESCRITURAS MAS NÃO QUEREM IR A CRISTO PARA TEREM VIDA DIVINA,FILHO DE DEUS É GUIADO PELO ESPIRITO DE DEUS..



  • FABIO HENRIQUE MACEDO MENDONCA em 21 de abril de 2015 3:32

    O perdão de Deus nos libertou da morte. O Estado e o homem do mundo não perdoam e querem ceifar mais uma vida para fazer uma justiça ou uma falsa idéia de justiça, já que a morte de uma pessoa não irá trazer a outra pessoa de volta; mas Deus nos ensina a perdoar e principalmente aqueles que são hostis conosco. O coração do povo de Israel era obstinado e duro, por isso a Lei foi igualmente dura; mas com a vinda de Jesus se inaugurou um novo período e também um novo homem, gerado segundo o mesmo Espírito de Cristo, um espírito baseado no Amor, na Misericórdia, no Perdão, um Espírito que vence o mal com o bem, que vence as trevas com a luz.



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 11:01

      Releia o artigo, caro Fábio. O perdão que oferecemos ao próximo não o isenta de pegar pelo que fez (Gl 6:7).



  • João Batista da Silva Valente em 26 de abril de 2015 12:23

    Essa questâo é extremamente difícil e polemica , mas quando o mandamento da lei de Deus diz não matarás !… o que se torna mais difícil ainda é não conhecermos os corações e não saber quais poderão ou não se converter , enquanto isso, como Cristãos , nosso dever é orar pelos malfeitores e pregar a palavra de Deus pois muitos serão libertos por conhecer a verdade , pois a palavra de Deus diz: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”
    João 8 :32 O Amor de Jesus pode libertar muitas pessoas que praticam as obras do Diabo e são presas por elas por isso uma das formas de aliviar o poder das trevas é levando a Luz.



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 10:56

      Não conhecemos os coração, João, mas, o Deus que os conhece instituiu a pena capital. Além disso, o fato de alguém se arrepender não o livra das consequências de seu crime hediondo (Gl 6:7).



  • gerson em 28 de abril de 2015 19:26

    Leandro,
    Você é muito usado pelo SENHOR JESUS



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 10:51

      Amém, Gerson. É bom saber que um pecador como eu posso ser usado por Cristo.

      Um abraço.



  • Maurivan em 3 de maio de 2015 22:44

    Interessante o estudo!



  • ricardo em 13 de maio de 2015 22:57

    Quando os reformadores do século XVI desafiaram a autoridade da Igreja Católica e fundaram um
    novo movimento (Reforma Protestante), eles não aceitaram nenhuma autoridade, senão a Bíblia. No
    protestantismo, esse princípio é definido com a expressão sola scriptura. Na Igreja Adventista, a
    Bíblia é a única autoridade? Em que tipo de sola scriptura você acredita?



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 10:24

      Somente na Bíblia, Ricardo. Quando um crítico do adventismo afirma que fazemos de Ellen G. White uma “segunda Bíblia”, ele desconhece o real posicionamento adventista que adota os princípios protestantes de “sola scriptura” e “tota scriptura”. A referida autora, na pág. 78 de sua obra Primeiros Escritos, assim se posicionou: “Recomendo-vos, caro leitor, a Palavra de Deus como regra de vossa fé e prática. Por essa Palavra seremos julgados. Nela Deus prometeu dar visões nos “últimos dias”; não para uma nova regra de fé, mas para conforto do Seu povo e para corrigir os que se desviam da verdade bíblica. Assim tratou Deus com Pedro, quando estava para enviá-lo a pregar aos gentios. Atos 10″

      Um abraço e que Deus o aguarde.



  • Vera Rondelli em 11 de abril de 2017 8:17

    Pastor, com todo respeito e admiração que tenho por ti, fiquei triste e não tenho como ver o mesmo que vês. Não vejo sincronização. Verdade que realmente sobre os presos trabalharem, sustentar família vitmas etc, mas, quando falo pena de morte no qual entendi que o senhor diz ser a favor e também é bíblico me choquei. Mesmo que como disse ser assim quando for poder do estado, governo, não acha que muitos poderão ser condenados injustamente nesse país de desordem e crueldade cada vez maior? Tirar a vida como punição? Ou seja, mesmo que seje o estado ( representado por um homem falho) dar lhe Deus o poder de tirar a vida? Não teria aí inocentes nesse meio? Desque quando neste mundo há justiça no governo? Cada vez mais interesses próprios e os colarinhos brancos que matam pessoas a margem com seu governo , sempre comendo caviá. pode ser que no futuro eu entenda que disse, mas no momento fico com o padre e estou chocada e triste. Não conheço a bíblia como o senhor, aliás muito pouco, mas se a consequência de criminoso quem dita é o homem ou o poder , porque escolher a morte se sabemos que quem deveria não estará lá. . Então na ditadura as coisas horripilantes que aconteceram foi justa aos olhos de Deus por ser governantes atuando ? Sim porque se Deus não condena o governo tirar vida de pessoas comoo consequências. Sabemos que o governo é falho e age por interesse próprio pra governar segundo seu entendimento é não de Deus pra tirar quando achar que convém. Muito confusa e assustada. Abraços pastor.