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Irmão evangélico deixa de acreditar na doutrina do “tormento eterno”


Inferno

INTRODUÇÃO

Aristides Pereira da Silva Filho é um irmão evangélico que ama a Jesus, mas, que não conseguia conciliar o amor de Deus com a doutrina do “tormento eterno”. Por algum tempo ele se questionava sobre o assunto, até o dia em que solicitou um estudo sobre o tema e permitiu que, através do mesmo, o Espírito Santo lhe mostrasse que a justiça eterna de Deus é baseada no Seu amor eterno. Portanto, castigar um pecador eternamente não condiz com aquilo que a Bíblia ensina sobre o amor divino (Jr 31:3; 1Jo 4:8, 16) e nem com o ensino bíblico a respeito dos graus de punição (Mt 16:27; Mt 11:20-24; Lc 12:47, 47) no lago de fogo, que existirá só depois do milênio (Ap 20).

Depois de estudar a Bíblia com o auxílio de um material que elaborei há anos, Aristides aprendeu que o “castigo eterno” (Dn 12:2; Mt 25:46) é eterno nas consequências (os que passarem pela segunda morte nunca mais serão ressuscitados – ver Ap 20:4-6) e não na duração. Com isso, esse irmão evangélico compreendeu que após o castigo proporcional às obras de cada um (Lc 12:47, 48), haverá uma destruição total daqueles que não aceitaram o plano de salvação (Ml 4:1-3; Mt 10:28; Rm 16:20; Fp 3:19).

Logo abaixo, transcrevo o testemunho dele, na esperança que o(a) amigo(a) leitor(a) seja impactado positivamente com a mudança que ocorreu em seu relacionamento com Deus depois que ele rejeitou a antibíblica doutrina do “inferno eterno”. Em seguida, disponibilizarei o estudo completo para que, em sua Bíblia, confira cada texto e desfrute dos benefícios de um estudo bíblico particular, sem a influência de terceiros que possam querer interpretar a Bíblia por você (cf. At 17:11) – e de maneira errada.

TESTEMUNHO

“A Paz de Cristo. Como agradecê-lo por tão grande amor e consideração? Desde que me entendo como cristão, não entendia muito bem sobre esse suplício eterno. Recusava-me aceitar esse Deus de punição extrema. Agora me sinto mais feliz em servir a esse maravilhoso Deus. Suas explicações foram cruciais para minha vida, e com certeza irei ensinar a outros esta magnífica revelação, ou, melhor dizendo, sabedoria. Que Deus lhe dê muitos anos de vida com saúde, para que outros como eu possam encontrar respostas sinceras e sábias quanto às dúvidas que possuam. Por favor, mande-me outros estudos que contestem doutrinas que continuam a atormentar os verdadeiros cristãos”. Aristides Pereira da Silva Filho – Volta Redonda, RJ.

[E-mail recebido por Maiara Costa (maiara.costa@novotempo.org.br) em 11 de abril de 2013].

Após minha colega escrever a este sincero irmão, pedindo que nos autorizasse a publicar seu testemunho, ele respondeu (no dia seguinte):

“A Paz de Cristo. É claro que SIM! Seria uma honra compartilhar com o mundo a minha felicidade. Desde muito tempo fui ensinado que todos os que não aceitarem Jesus como salvador, iriam para um inferno sofrer eternamente, sem fim. Ainda hoje ouço e vejo pela televisão um pastor falando com muita ênfase sobre esta horrível condenação. Como um Deus que enviou seu único filho para morrer no lugar dos pecadores, para dar-lhes a salvação, pode deixá-los num lugar de suplício eterno? Creio num Deus de justiça, não um deus carrasco como alguns pregam. Amo vocês. Felicidades. Aristides”.

 

ESTUDO SOBRE O TORMENTO ETERNO

Existe o “inferno” de fogo?

A doutrina que ensina a existência de um “inferno de fogo” tem preocupado muitas pessoas de todas as eras. Pensadores têm rejeitado o cristianismo por causa de tal crença; jovens têm abandonado a religião, pois pensam: “não posso crer em um Deus que, para demonstrar Sua justiça, tenha de atormentar eternamente a alma de alguém no fogo; Ele não pode existir…”. Tudo isso poderia ser evitado, caso fosse feito um estudo correto, sincero e fiel da Bíblia e se fossem usadas devidamente as regras de interpretação do verso bíblico antes de tirar uma conclusão definitiva – uma dessas regras de estudo da Bíblia é: levar em conta todos os textos das Escrituras que tratam do mesmo assunto (Isaías 28:10).

O presente estudo irá analisar, entre outras coisas:

  • O que é o “inferno” de acordo com o ensino bíblico;
  • Qual o correto significado de alguns dos textos que mencionam a palavra “inferno”;
  • O “inferno” de fogo existe hoje ou existirá em um futuro e por quanto tempo;

Antes disso, é importante destacar o que a Bíblia ensina sobre o estado do homem na morte.

O que é a morte

Jesus criou todas as coisas com Deus o Pai e o Espírito Santo (João 1:1-3; Gênesis 1:2; Jó 33:4). O Salvador sempre existiu: “Ele é a imagem do Deus invisível o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio Dele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste[1].” Colossenses 1:15-17. Pelo fato de Jesus ter participado da criação de todas as coisas, é óbvio que Ele sabe melhor que qualquer um o que acontece com o ser humano na morte. Vejamos o que Ele diz:

“Isto dizia e depois lhes acrescentou: Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. Jesus, porém, falara com respeito á morte de Lázaro; mas eles supunham que tivesse falado do repouso do sono. Então, Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu…” João 11:11-14, grifos meus.

Aqui vemos que depois de ficar doente, Lázaro morreu. E o que Jesus disse a respeito da morte do Seu amigo íntimo? Afirmou aos discípulos que Lázaro estava dormindo! Não devemos duvidar do Senhor. Não é por acaso que a Bíblia compara a morte a um sono em torno de 53 vezes.

O Antigo Testamento, que também é da autoria do Espírito Santo (2 Timóteo 3:16), declara que quando alguém morre, está num estado de total inconsciência: “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem “coisa nenhuma”, nem tampouco terão eles recompensa, pois sua memória está entregue ao esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram: para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.” Eclesiastes 9:5,6. Ver também o Salmo 6:5; 88:10-12; 115:17; 146:3,4; Isaías 38: 18,19, etc.

E, o próprio Cristo disse que a ressurreição (momento em que os justos mortos tornarão a viver) será no último dia, quando Ele voltar (João 6:40).

Porém, como harmonizar esses versos com aqueles que mencionam o “tormento eterno?”

Primeiramente devemos fazer uso da seguinte premissa: Sendo que o Espírito Santo, autor da Bíblia, é perfeito, Ele não pode se contradizer. Não irá dizer em uma parte da Escritura que na morte a pessoa está em total inconsciência e em outra afirmar que os ímpios sofrerão eternamente na segunda morte. Portanto, se há uma aparente contradição, não é culpa de Deus, e sim dos seres humanos, cuja capacidade de interpretação das Escrituras foi limitada por causa do pecado. Outro fator que leva-nos a encontrar “contradições” na Bíblia é o fato de não a estudarmos profundamente.

Estudaremos os principais textos que falam do “inferno” e do “castigo eterno” no contexto deles. Antes, convém estudarmos o significado dos termos hebraicos e gregos traduzidos erradamente[2] por “inferno”. O professor de Teologia Pedro Apolinário, em seu livro Explicação de Textos Difíceis da Bíblia, págs. 135 a 142, nos apresenta o estudo a seguir (foram feitas pequenas adaptações):

Vamos analisar:

1o: quais as palavras hebraicas e gregas que foram impropriamente traduzidas por inferno;

2o: o que significam estas palavras na língua original;

3o: as dificuldades em bem traduzi-las.

A doutrina de um inferno para tormento eterno é de origem pagã, foi aceita pela igreja dominante, nos séculos escuros da Idade Média, para intimidar os pagãos a aceitar as crenças católicas.

Análise das palavras erradamente traduzidas por inferno:

Sheol

Esse vocábulo aparece 62 vezes no Velho Testamento.   

Sheol era o lugar para onde iam os mortos, por isso é sinônimo de sepultura, ou lugar de silêncio dos mortos.

Sheol nunca teve em hebraico a ideia de lugar de suplício para os mortos.

Sendo difícil traduzir o termo porque nenhuma palavra em português dá a exata ideia do significado original, o melhor é mantê-lo transliterado como fazem muitas traduções. A tradução brasileira não traduz nenhuma vez.

Experimente traduzir sheol por inferno nestas duas passagens: Gênesis 42:38 e Jonas 2:1-2.

Hades

É usada apenas 10 vezes no Novo Testamento: Mateus 11:23; 16:18; Lucas 16:23; Atos 2: 27,31; Apocalipse 1:18; 6:8; 20:13,14 (1 Coríntios 15:55).

Sobre o emprego dessa palavra em 1 Coríntios 15:55, Edílson Valiante em uma Monografia sobre a palavra Hades, pág. 27 (1978), declarou:

“A passagem de Paulo de 1 Coríntios 15:55 apresenta um problema de crítica textual. Na leitura feita na Septuaginta, encontramos também nesse verso a palavra Hades, no vocativo. As traduções mais antigas da Bíblia, antes das descobertas do século XIX para cá, traziam a palavra “inferno” como sendo tradução de hades.

“Com estudos feitos na área da crítica textual, valendo-se das importantíssimas descobertas de Tishendorf, verificou-se que a palavra usada não era Hades, mas a palavra yanatov (morte). Este estudo foi baseado nos mais fidedignos manuscritos descobertos até hoje.

“Com tudo isso ficou claro que Paulo não usou nenhuma vez o termo hades em seus escritos, provavelmente para não confundir com os conceitos deturpados do hades que existiam em sua época. Outra razão é dada por Edwards, dizendo que Paulo, escrevendo em grego, procurava fugir do mau agouro que acompanhava a palavra e causava terror ao povo; cita Platão para reafirmar sua ideia: “O povo em geral usava a palavra Pluto como eufemismo do hades, com seus temores de levá-los para as partes errôneas do invisível”. É certo, também, que Paulo não usou nenhuma vez a expressão Pluto, mas subentendendo o conceitualismo bíblico, em Romanos 10:7 usa o termo abismo”.

Edílson conclui suas ponderações declarando: “Além de todas essas razões, Nichol, em seu Answers to Objections diz:

“Nós concluímos que também em 1 Coríntios 15:55, onde a palavra sepultura é uma tradução de Hades, descreve que sobre o tal os justos serão finalmente vitoriosos na ressurreição. Incidentalmente, 1Cor. 15:55 é uma citação do Velho Testamento (Oséias 13:14), onde encontramos a palavra sheol aplicada”. – F. Nichol. Answers to Objections, pág. 366.

Nas melhores traduções da Bíblia, inclusive na versão Almeida Revista e atualizada, o termo inferno já foi substituído por morte.

A palavra “Hades” no Novo Testamento corresponde exatamente à palavra “Sheol” do Velho Testamento. No Salmo 16:10 Davi disse: “Pois não deixarás a minha alma no Sheol…”.

Pedro, usando esta passagem profética do Velho Testamento afirmou em Atos 2:27: Porque não deixará a minha alma no hades…”.

Outra prova da sua exata correspondência se encontra na tradução da Septuaginta, pois das 62 vezes que Sheol é usada no Velho Testamento, 61 vezes foi traduzida por hades.

Origem do termo Hades

Provém do prefixo a – alfa, primeira letra do alfabeto grego, com a ideia de negação, privação e do verbo idein = ver, significando então: o que não é visto, lugar de onde não se vê, por isso é sinônimo de sepultura, habitação dos mortos.

Os gregos dividiam o Hades em duas partes, (posteriormente falavam até em quatro): o Elysium – a habitação dos vitoriosos e o Tártarus – a habitação dos ímpios.

Essa ideia de divisões e subdivisões do Hades é totalmente pagã sem nenhum apoio bíblico.

Geena

Palavra hebraica transliterada para o grego geena, que se encontra nas seguintes 12 passagens: Mateus 5: 22, 29, 30; 10:28; 18:9; 23:15, 33; Marcos 9:43, 45, 47; Lucas 12:2; Tiago 3:6.

Geena vem do vocábulo hebraico Ge Hinom ou Gé Ben Hinom – Vale de Hinom ou Vale do filho de Hinom. Nesse vale havia uma elevação denominada Tofete, onde ímpios queimavam seus próprios filhos.

Esse vale se situava ao sudoeste de Jerusalém; nesse local, antes da conquista de Canaã pelos filhos de Israel, cananitas ofereciam sacrifícios humanos ao deus Moloque.

Terminados os sacrifícios humanos, o local ficou reservado para depósito do lixo proveniente da cidade de Jerusalém. Juntamente com o lixo vinham cadáveres de mendigos encontrados mortos na rua ou de criminosos e ladrões mortos quando cometiam delito. Esses corpos, às vezes, eram atirados onde não havia fogo, aparecendo os vermes que lhes devoravam as entranhas num espetáculo dantesco e aterrador. É a esse quadro que Isaías se refere no capítulo 66 verso 24 do seu livro.

Por tais circunstâncias, esse vale se tornou desprezível, amaldiçoado pelos judeus e símbolo de terror, da abominação e do asco e foi mencionado por Jesus com essas características. Ser atirado ao Geena após a morte, era sinônimo de desprezo ao morto, abandonado pelos familiares, não merecendo nem mesmo uma cova rasa, estando condenado à destruição eterna do fogo.

O vale de Hinom era um crematório das sujidades da cidade de Jerusalém.

O fogo ardia constantemente neste sítio, e com o objetivo de avivar as chamas e tornar mais eficaz a sua força lançavam ali enxofre. Devido a essas circunstâncias, Jesus com muita propriedade usou esse vale para ilustrar o que seria no fim do mundo a destruição dos ímpios, sendo queimados na Geena universal.

Tártaro

A palavra grega “Tártaro” ocorre somente uma vez no Novo Testamento. Encontra-se em 2 Pedro 2:4 e diz o seguinte:

“Ora, se Deus não poupou a anjos quando pecaram, antes precipitando-os no inferno (Tártaro no original) os entregou a abismos de trevas, reservando-os para o Juízo”.

A palavra tártaro, usada por Pedro se assemelha muito à palavra “Tartarus”, usada na etimologia grega, com nome de um escuro abismo ou prisão; porém, a palavra tártaro, parece referir-se melhor a um ato do que a um lugar. A queda dos anjos que pecaram foi do posto de honra e dignidade à desonra e condenação; portanto, a ideia parece ser: Deus não poupou aos anjos que pecaram, mas os rebaixou e os entregou a cadeias de trevas (morais e espirituais). Não existe nenhuma ideia de fogo ou tormento nessa palavra, ela simplesmente declara que esses anjos estão reservados para julgamento futuro.

Os problemas relacionados com a palavra inferno se desfazem como bolhas de sabão, quando conhecemos bem o significado etimológico dos termos sheol, hades, geena e tártaro, que jamais poderiam ser traduzidos pela nossa palavra inferno, por ter uma conotação totalmente diferente do que é expresso por aqueles vocábulos.

A palavra inferno foi usada pelos tradutores por influências pagãs e por preconceitos enraizados na mente de muitos, mas totalmente estranhos ao texto sagrado.

De acordo com a Bíblia todos os que morrem, quer sejam bons, quer sejam maus descem à sepultura, ao lugar de esquecimento e ali esperam até o dia da ressurreição quando então receberão a recompensa (Apocalipse 22:14).

Muitas das traduções modernas da Bíblia, mais fiéis aos originais hebraico e grego, preferem manter essas palavras transliteradas, por expressarem melhor o que elas significam.

As palavras Sheol em hebraico e Hades em grego eram usadas para sepultura, não trazendo nenhum sentido de sofrimento e castigo eterno.

Geena apenas figurativamente foi usada por Jesus como um símbolo das chamas destruidoras dos últimos dias por causa do envolvimento da palavra nos acontecimentos anteriormente descritos.

Textos mal compreendidos

Marcos 9:47 e 48:

“E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois seres lançado no inferno, onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga”.

Aqui Jesus está citando um verso de Isaías, capítulo 66 verso 24. Portanto, é necessário que usemos o mesmo para entendermos o que está escrito em Marcos.

Vejamos:

“Eles sairão e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne”.

Precisamos atentar para alguns fatos:

  • Essa passagem fala em “cadáveres”, não em pessoas gritando;
  • É preciso muita imaginação para supor que esse verme não morre, e ainda no fogo! Isaías não pode estar falando de um verme imortal, que possa ter comido da “árvore da vida”.

Conforme visto anteriormente no estudo do professor Pedro Apolinário, a palavra grega utilizada por Jesus nessa passagem é “Geena”, provinda de um vocábulo hebraico que se refere ao “Vale de Hinom”, onde eram queimadas pessoas mortas (vivas em sacrifícios oferecidos pelos pagãos) e o lixo que vinha da cidade de Jerusalém.

Jesus utilizou essa palavra apenas figurativamente como um símbolo das chamas destruidoras dos últimos dias no julgamento e punição dos ímpios. Sendo que os discípulos sabiam que no vale de Hinom as pessoas eram queimadas totalmente, Jesus usou essa palavra para que eles pudessem compreender melhor a forma como os ímpios serão destruídos.

Assim como o fogo do Vale de Hinom “nunca se apagava” porque era constantemente aceso enquanto não terminasse de queimar totalmente, assim o fogo que não se apaga no dia do Juízo não se apagará enquanto não consumir toda a pessoa.

Portanto, o sentido dessa passagem de Marcos é: completa e definitiva destruição.

Em Jeremias temos maior esclarecimento do que significa, no contexto hebraico, a expressão “fogo que não se apaga”:

“Mas, se não me ouvirdes, e, por isso, não santificardes o dia de sábado, e carregardes alguma carga, quando entrardes pelas portas de Jerusalém no dia de sábado, então, acenderei fogo nas suas portas, o qual consumirá os palácios de Jerusalém e não se apagará”. Jeremias 17:27.

Percebeu? Deus falou que se o povo continuasse a profanar o Sábado, iria acender um fogo que não se apagaria nas portas da cidade. De acordo com 2 Crônicas 36:19-21, essa profecia se cumpriu. As portas da cidade estão queimando até hoje? Não!

Isso mostra de forma clara que a expressão “fogo que não se apaga” é simbólica, usada para descrever a eficácia da destruição, ou seja, aniquilação total depois do castigo no lago de fogo (que existirá depois do milênio, segundo Apocalipse 20), que é proporcional às obras de cada um (Mateus 16:27; Lucas 12:47, 48, etc.). Sobre isso, veremos algo mais adiante.

E a expressão “choro e ranger de dentes”, mencionada em Mateus 25:30? Não dá a entender que o castigo será sem fim?

O fato é que Jesus não diz que o “choro e ranger de dentes” serão eternos.

Haverá choro e ranger de dentes por parte dos ímpios que perderão a salvação; mas, as Escrituras não afirmam que esse sofrimento se dará por um tempo indeterminado.

Apocalipse 20:10

O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos”.

Primeiramente, temos de perceber que o Apocalipse é um livro simbólico; sua linguagem é apocalíptica e se refere ao fim dos tempos.

De acordo com o próprio livro, o lago de fogo e enxofre é um símbolo da segunda morte, aquela em que não haverá mais oportunidade para ressurreição. Veja: Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”. Apocalipse 21:8.

Portanto, o lago de fogo e enxofre, simbolicamente, é a segunda morte.

No sentido literal, o lago de fogo só existirá após o período dos mil anos, de acordo com Apocalipse 20. Isto é muito claro nas Escrituras: “Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo”. Apocalipse 20:14.

Leia o contexto da passagem (todo o capítulo 20) e verá que tal lago de fogo será “após o período dos mil anos” (neste momento os justos estarão no Céu e os ímpios mortos na Terra. Satanás e os anjos dele presos neste planeta, destruído), e não antes disto. Quando a Bíblia usa a palavra “inferno” no sentido de fogo, o faz referindo-se ao lago de fogo no fim; e este lago, não será eterno na duração do castigo, mas, nas consequências.

Deve-se destacar que esse texto diz que a morte e o inferno serão lançados no lago de fogo. Se tomarmos o verso como sendo literal, teremos de admitir que a morte é alguém ou que Deus irá lançar fogo dentro do fogo (pois diz que o inferno será lançado no lago de fogo). Isso não teria sentido algum!

“Ao mesmo tempo em que é evidente que os ímpios sofrerão uma terrível sorte, com punição e tormento correspondentes a sua culpa, também é certo que haverá um fim do pecado e pecadores. Um inferno ardendo eternamente cheio de criaturas histéricas, que blasfemam, incessantemente atormentadas, seria uma perpetuação e não um fim ao pecado e ao sofrimento. Em vez de pôr fim à tragédia humana, seria uma terrível perpetuação e aumento dela, sem finalidade e sem propósito”[3].

O sofrimento de alguns pecadores ao queimarem, sem dúvida, durará um período de vários dias e noites (Apocalipse 20:10), porque cada pessoa ímpia será recompensada “conforme as suas obras” (Mateus 16:27). Sobe isso disse a escritora cristã Ellen G. White:

“Uma distinção, porém, se faz entre as duas classes que ressuscitam. “Todos os que estão nos sepulcros ouvirão a Sua voz. E os que fizeram o bem, sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação.” João 5:28 e 29. Os que foram “tidos por dignos” da ressurreição da vida, são “bem-aventurados e santos”. “Sobre estes não tem poder a segunda morte.” Apocalipse 20:6. Os que, porém, não alcançaram o perdão, mediante o arrependimento e a fé, devem receber a pena da transgressão: “o salário do pecado”. Sofrem castigo, que varia em duração e intensidade, “segundo suas obras”, mas que finalmente termina com a segunda morte. Visto ser impossível para Deus, de modo coerente com a Sua justiça e misericórdia salvar o pecador em seus pecados, Ele o despoja da existência, que perdeu por suas transgressões, e da qual se mostrou indigno. Diz um escritor inspirado: “Ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olhará para o seu lugar e não aparecerá.” E outro declara: “E serão como se nunca tivessem sido.” Salmo 37:10; Obadias 16. Cobertos de infâmia, mergulham, sem esperança, no olvido eterno”[4].

Sendo assim, o diabo demorará mais tempo no lago de fogo que os demais pecadores, pois suas transgressões e perversidades foram em maior proporção (alem disso, foi o originador do pecado e fez com que outros se afastassem de Deus! Ler João 8:44) e teve maior influência destruidora na rebelião contra Deus; mas ao final de seu castigo, ele será aniquilado:

“Em breve o Deus da paz esmagará Satanás debaixo dos pés de vocês.” Romanos 16:20.

“… os ímpios serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo… Pisareis os perversos, porque se farão cinzas debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos”. Malaquias 4:1-3.

A Palavra de Deus é clara em dizer que os ímpios se farão em cinzas; alguém que se desfez em cinzas não existe mais, não pode gritar.

Neste momento pode surgir a pergunta: por que então em Mateus 25:46 Jesus diz: E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna” ? A seguir vamos fazer um estudo sobe a palavra grega “aionios”, traduzida em nossas Bíblias por “eterno”, “para sempre”, etc.

Castigo eterno (aionios)

Li certa vez no livro Porque Creio, do doutor D. James Kennedy (pastor presbiteriano), as “razões” dadas por ele para crer-se num “inferno eterno”. Dos seus argumentos destaco um acerca da palavra grega para “eterno”: aion (olam, em hebraico), que está na pág. 56:

“A palavra hebraica usada no Velho Testamento para eterno é olam, com seus derivados e cognatos. No Novo Testamento, a palavra paralela é o vocábulo grego aionios, e todos os seus derivados cognatos, derivados de aeí, que significa sempre. Um autor declara que todas as palavras usadas no grego e no hebraico, para se referir à eternidade de Deus e à eternidade das bênçãos dos redimidos no céu são usadas também para descrever a eternidade dos sofrimentos dos perdidos no inferno (MUNSEY, William Elber – Eternal Retribution. Murfreesboro, TN, Sword of Lord Publishers, 1951, p. 65.). Se a punição do ímpio fosse limitada ao tempo, então chegaria também o dia em que Deus seria extinto, pois os mesmos termos são usados. Se esses termos não descrevem a eternidade, então não existe no grego ou no hebraico uma palavra que significa eternidade – e isso é impossível. Usou-se toda palavra que poderia ser usada para significar eternidade”.

Causa admiração que um doutor em teologia afirme uma coisa dessas, como se essa palavra na Bíblia sempre significasse um “período sem fim”. Veja o que dizem alguns estudiosos:

“As palavras que se traduzem por “eterno” e “todo o sempre” não significam necessariamente que nunca terão fim. No Novo Testamento, vem do grego aion, ou do adjetivo aionios. É impossível forçar esse radical grego a significar sempre um período que não tem fim.

“A palavra aionios, traduzida como “eterno”, “para sempre”, significa literalmente “perdurando por um século”.[5]

Comentando o texto de Filemom 15, diz o erudito evangélico H. G. Moule:

“O adjetivo aionios tende a marcar a duração enquanto a natureza da matéria o permite. E no uso geral tem íntima relação com as coisas espirituais”. “Para sempre” nesse texto significa permanência de restauração tanto natural como espiritual.  Ligado, porém, a Deus significa eterno, para sempre. Também ligado à “vida” que provém de Deus, significa uma vida de duração sem fim”.[6]

“No grego, a duração de aionios deve sempre se determinar em relação com a natureza da pessoa ou coisa a qual se aplica. Por exemplo, no caso de Tibério César, o adjetivo aionios descreve um período de 23 anos, desde sua ascensão ao trono até sua morte”.[7]

“No Novo Testamento, a palavra aionios se emprega para descrever tanto o fim dos ímpios como o futuro dos justos. Seguindo o princípio já enunciado de que a duração de aionios deve determinar-se pela natureza da pessoa ou coisa a qual se aplica, se deduz que o galardão dos justos é uma vida sem fim, enquanto que a retribuição dos ímpios é morte que não tem fim (João 3: 16; Romanos 6: 23; etc.). Em João 3: 16 se estabelece o contraste entre a vida eterna e perecer. Em 2 Tesalonicenses 1:9 se diz que os ímpios sofrerão “pena de eterna perdição”. Essa frase não descreve um processo que seguirá para sempre senão um ato cujos resultados serão permanentes”[8].

“O castigo pelo pecado é infligido por meio do fogo (Mateus 18: 8; 25: 41). Que esse fogo seja aionios, “eterno”, não significa que não terá fim. Isso fica claro ao considerar Judas 7. Evidentemente, o “fogo eterno” que destruiu a Sodoma e Gomorra ardeu por um tempo e depois se apagou. Em outras passagens bíblicas, se faz referência ao “fogo que nunca se apagará” (Mateus 3: 12), o qual significa que não se extingüirá até que haja queimado os últimos vestígios do pecado e dos pecadores”[9].

O significado de aionios (e seus derivados) como uma existência infinita (no caso de referir-se a Deus e à Sua natureza, por exemplo) “não é derivada da expressão em si, mas da pessoa com a qual está associada”.[10].

“51 vezes no Novo Testamento, aionios se aplica à eterna alegria dos redimidos, o que, é claro, não possui limitação de tempo. Pelo menos 70 vezes na Bíblia, essa palavra qualifica objetos de uma natureza limitada e temporária; assim, indica apenas uma duração indeterminada. Quando lemos que Deus é “eterno”, isso é verdadeiramente eterno, como entendemos o termo. Quando lemos que as montanhas são “perpétuas”, significa que duram tanto quanto possível durar uma montanha. A Bíblia, freqüentemente, usa aion, aionios e seus derivados hebraicos (olam em suas várias formas) para falar de coisas que findam. O aspergir do sangue na Páscoa era uma “ordem eterna”. (Êxodo 12:24), assim como o sacerdócio de Arão (Êxodo 29:9; 40:15; Levíticos 3:17), a herança de Calebe (Josué 14:9), o templo de Salomão (1Reis 8:12, 13); o tempo de vida de um escravo (Deuteronômio 15:17) e a lepra de Naamã (2 Reis 5:27). Essas coisas não duraram “para sempre” de acordo com nossa concepção da palavra. Elas duram além da visão daqueles que as ouviram pela primeira vez sendo chamadas “eternas”, e depois disso nenhum tempo limite foi estipulado. Aionios fala sobre o tempo ilimitado, dentro dos limites determinados para aquilo que modifica”[11].

Portanto, podemos concluir que a expressão “fogo eterno” na linguagem bíblica não quer dizer um período sem fim. O fogo será eterno nas consequências, nos resultados (a pessoa nunca mais será ressuscitada) e não na duração do castigo – até durar o pecador.

“O Castigo é eterno quanto foi a destruição de Sodoma, mas o ato de punir não continua, perpetuando assim o pecado e o sofrimento”[12].

Se o estado de punição continuasse, passagens como a de Apocalipse 21:4 (entre outras) que mencionam que não mais haverá o pecado e o sofrimento, não poderiam estar na Bíblia, pois os maus continuariam blasfemando contra Deus no inferno (blasfemar de Deus é pecado) e sofreriam as dores do fogo para sempre (o sofrimento não teria um fim). Haveria uma grande incoerência nas Escrituras. Graças a Deus que não é assim!

Alguns teólogos confundem a mente das pessoas com esta questão de um “inferno eterno”. A Bíblia tem textos claríssimos que mostram que aionios pode se referir a um curto período de tempo. Exemplo: a Bíblia diz que Davi seria rei de Israel eternamente (1 Crônicas 28:4). A mesma Escritura Sagrada afirma que Davi morreu (Atos 13:36) e que reinou sobre Israel 40 anos. 1 Reis 2:10 e 11; 1Crônicas 29:27 e 28. O termo “eternamente” ou “para sempre” simplesmente refere-se a um período de 40 anos, tempo em que Davi reinou. Portanto, a expressão “eterno” nem sempre expressa um período sem fim.

Os comentaristas que creem no tormento eterno deveriam avaliar com oração tais versos bíblicos que mostram a curta duração de tempo (em alguns casos) expressa pelo termo aionios. Devemos usar toda a Palavra de Deus para depois chegarmos a um consenso sobre um tema. Infelizmente, tal não é feito por esses irmãos. Creio que Deus dará a eles toda a instrução para que não permaneçam nesse equívoco. Caberá a eles aceitar ou não.

A vida eterna dos justos não exige um sofrimento eterno para os ímpios, “assim como pastos verdes não exigem vacas verdes”. (Pr. Mark Finley).

Repito: O fogo será eterno nas consequências (a pessoa nunca mais será ressuscitada) e não na duração.

Apocalipse 14:11

“A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome”.

Essa passagem é muito semelhante à de Apocalipse 20:10. A explicação anterior aplica-se a esse texto também, mas vou dar outro exemplo bíblico que explique o significado da frase “a fumaça de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos”:

“Os ribeiros de Edom se transformarão em piche, e o seu pó, em enxofre; a sua terra se tornará em piche ardente. Nem de noite nem de dia se apagará; subirá para sempre a sua fumaça; de geração em geração será assolada, e para todo o sempre ninguém passará por ela”. Isaías 34:9-10.

O texto diz que Edom seria destruída, e que seu fogo não se apagaria nem de dia e nem de noite, e que sua fumaça subiria para sempre. “Onde estão os Edomitas? Já desapareceram há muito tempo e na sua terra o fumo não está subindo nem queimando e muito menos o piche está ardendo até hoje (Ezequiel 25:13 e 14)”.[13]

Portanto, o significado bíblico da frase “nem de noite nem de dia se apagará” é: total de definitiva destruição.

Conforme destaquei, o Apocalipse tem linguagem simbólica. Esse livro nos apresenta bestas, escorpiões, um cordeiro abrindo um livro, um dragão fazendo guerra contra uma mulher, etc. Nada disso é literal.

“O Dragão e a besta que são atirados no lago de fogo são figuras simbólicas; portanto, a fumaça do tormento subindo pelos séculos dos séculos também é simbólica. Esta expressão é uma forma poética de falar (usada pela Bíblia) sobre uma terrível conclusão: a natureza irrevogável do julgamento final”. [14]

Quanto tempo é “para sempre”?

Como comentei anteriormente, na Bíblia a expressão “para sempre”, na maioria dos casos, não tem o mesmo significado na língua portuguesa. A seguir, veremos alguns exemplos:

Primeiro exemplo:

“Então, o seu senhor o levará aos juízes, e o fará chegar à porta ou à ombreira, e o seu senhor lhe furará a orelha com uma sovela; e ele o servirá para sempre”. Êxodo 21:6.

Quando Moisés deu a Israel a lei acerca da relação de um senhor para com seu servo, ele disse que após o momento em que o empregado tivesse a orelha furada, teria de servir ao seu senhor “para sempre”. Será que isso quer dizer que eles deveriam ser escravos por um período de tempo que envolvesse a eternidade? De maneira nenhuma, pois ao escravo morrer, não poderia mais prestar seus serviços.

Neste contexto, a expressão “para sempre” significa que o servo tem de servir ao seu dono enquanto viver.

Segundo exemplo:

“Ana, porém, não subiu e disse a seu marido: Quando for o menino desmamado, levá-lo-ei para ser apresentado perante o SENHOR e para lá ficar para sempre”. 1 Samuel 1:22.

Ana, mãe de Samuel, levou-o ao templo para que ele servisse a Deus “para sempre”. Por acaso Samuel iria estar no templo terreno aprendendo a ser um sacerdote “para sempre” no sentido como entendemos na língua portuguesa? Não, pois a Bíblia diz em 1 Samuel 1:28 que ele estaria lá enquanto vivesse.

Terceiro exemplo:

 “Desci até aos fundamentos dos montes, desci até a terra, cujos ferrolhos se correram sobre mim, para sempre; contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida, ó SENHOR, meu Deus!” Jonas 2:6.

Aqui, Jonas está relatando o incidente que o havia acometido: tinha sido engolido por um grande peixe e estava na barriga dele. Mas será que ele ficou “para sempre” dentro do peixe? Deixemos que a própria Bíblia nos responda: “Deparou o SENHOR um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites no ventre do peixe”. Jonas 1:17.

“Então, alguns escribas e fariseus replicaram: Mestre, queremos ver de tua parte algum sinal. Ele, porém, respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas. Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra”. Mateus 12:38-40.

O livro de Jonas diz – e o próprio Senhor Jesus Cristo o confirma – que Jonas esteve “três dias e três noites” na barriga do peixe. Neste contexto, a expressão “para sempre” equivale a “três dias e três noites”.

Quarto exemplo:

“Portanto, a lepra de Naamã se pegará a ti e à tua descendência para sempre. Então, saiu de diante dele leproso, branco como a neve”. 2 Reis 5:27.

Geazi foi atacado pela lepra, e o relato bíblico diz que seria “para sempre”. Isso aconteceu aproximadamente 900 anos antes de Cristo nascer. É Geazi um leproso ainda hoje?

“O único significado razoável que “para sempre” pode ter neste caso é que Geazi seria leproso até que a morte o tomasse.” [15]

Quinto exemplo:

“… Arão foi separado para servir no Santo dos Santos, ele e seus filhos, perpetuamente, e para queimar incenso diante do SENHOR, para o servir e para dar a bênção em seu nome, eternamente”. 1 Crônicas 23:13.

“Quando Arão foi consagrado como Sumo Sacerdote, seu dever foi logo o de servir ao Senhor, e “dar a bênção em seu nome eternamente” (ou para sempre). Arão morreu sobre o Monte Hor antes de os filhos de Israel entrarem na terra de Canaã. (Números 20:28 e 29). Ele viveu 123 anos (Números 33:38 e 39). Neste caso a expressão “eternamente” significa enquanto Arão vivesse”.[16]

Sexto exemplo:

“Quando alguém vender uma casa de moradia em cidade murada, poderá resgatá-la dentro de um ano a contar de sua venda; durante um ano, será lícito o seu resgate. Se, passando-se-lhe um ano, não for resgatada, então, a casa que estiver na cidade que tem muro ficará em perpetuidade (ou para sempre) ao que a comprou, pelas suas gerações; não sairá do poder dele no Jubileu”. (Levíticos 25:29-30).

Em tempos antigos não era permitido (pela lei) ao comprador de uma casa dentro de uma cidade murada em Israel, ter um título legítimo da propriedade até decorrer um ano após ter sido feita a venda. Durante o ano o vendedor poderia apresentar o valor de compra ao comprador e requerer a devolução da casa. Porém, se o vendedor não conseguisse isso antes de terminar o período de doze meses, o comprador teria um título legítimo da casa. A lei dizia: “Enquanto a casa, que estiver na cidade que tem muro, ficará em perpetuidade (para sempre) ao que a comprou, pelas suas gerações”.

Por quanto tempo o título valia? Obviamente, enquanto o comprador conservasse a propriedade. Não havia lei que o proibia de vendê-la a outra pessoa interessada. Ele continuaria sendo o proprietário da casa se ela fosse queimada ou destruída? A casa continuaria sendo sua depois que ele morresse? Aquela lei foi emitida cerca de 1.400 anos antes de cristo nascer. Ainda estão em pé tais casas das antigas cidades muradas? São os antigos compradores seus donos até hoje?

O significado de “em perpetuidade” neste caso é que o comprador teria um título da casa válido para si mesmo e para seus herdeiros por todo tempo enquanto desejassem conservar a propriedade.[17]

Sétimo exemplo:

“O SENHOR, Deus de Israel, me escolheu de toda a casa de meu pai, para que eternamente fosse eu rei sobre Israel; porque a Judá escolheu por príncipe e a casa de meu pai, na casa de Judá; e entre os filhos de meu pai se agradou de mim, para me fazer rei sobre todo o Israel”. (1 Crônicas 28:4).

O termo “eternamente” ou “para sempre” neste verso simplesmente refere-se a um período de 40 anos, tempo em que Davi reinou (ver 1 Crônicas 29:27).

Havendo considerado cuidadosamente essas passagens, podemos concluir que o termo “para sempre” ou “eternamente”, conforme empregado na Bíblia, pode significar tanto um longo como um curto período de tempo. A duração do tempo envolvido vai depender da natureza da pessoa ou coisa a qual a expressão é aplicada ou está ligada.

Quando lemos a respeito de Deus, que “Sua misericórdia dura para sempre” (Salmo 106:1; 107:1), significa que enquanto Deus existir, a misericórdia dEle o acompanhará. Porque Ele é eterno em Sua natureza, Seus atributos também são eternos. Sendo assim, a palavra aionios – eterno tem o sentido de eternidade.

Quando, porém, o adjetivo aionios (para sempre, eterno) é aplicado a coisas deste mundo, a expressão pode significar apenas o tempo que elas duram.

Porque no dia da ressurreição serão concedidas aos justos a vida eterna e natureza imortal, muitas coisas ditas acerca de sua existência futura como sendo duradouras, (para sempre), significam pela eternidade.

Por isso, muitos eruditos bíblicos dão às palavras originais em hebraico e grego traduzidas como “para sempre” um significado mais preciso e correto, que é idade duradoura”.[18]

Algumas provas bíblicas de que os maus não serão atormentados por toda a eternidade:

  • Deuteronômio 32:22
  • 1 Samuel 28:9
  • Salmo 21:9
  • Salmo 34:21
  • Salmo 37:9
  • Salmo 37:10
  • Salmo 37:20
  • Salmo 37:28, 22 e 38
  • Salmo 62:3
  • Salmo 92:7
  • Salmo 92:9
  • Salmo 94:23
  • Salmo 97:3
  • Salmo 104:35
  • Salmo 145; 20
  • Provérbios 2:22
  • Provérbios 22:23
  • Provérbios 29:1
  • Isaías 5:24
  • Isaías 11:4
  • Ezequiel 18:4 e 26
  • Obadias 16
  • Malaquias 4:1
  • Malaquias 4:3
  • Lucas 17:27 e 29
  • Romanos 6:23
  • Romanos 8:13
  • 1 Tessalonicenses 5:3
  • 2 Tessalonicenses 1:7-9[19]
  • 2 Tessalonicenses 2:8 e 9
  • Filipenses 3:19
  • Tiago 1:15
  • 2 Pedro 2:6
  • Apocalipse 20:9
  • Apocalipse 21:8

 

Para entender melhor a justiça de Deus no trato com os ímpios, vou lhe apresentar uma ilustração:

Digamos que uma pessoa cometeu muitos crimes: matou diversas pessoas, roubou, estuprou, etc. Ao chegar o dia de seu julgamento, o juiz resolve “absolver” o culpado. Logicamente, isso iria provocar uma revolta enorme na população e seria um incentivo ao crime. Certamente acusariam o juiz de corrupção.

Agora analisemos sob outro ângulo. Suponhamos que o criminoso não seja absolvido e que o juiz o sentencie à “tortura”, através do fogo, fazendo o assassino sofrer a dor por toda a sua existência. O que as pessoas e os meios de informação iriam dizer desse juiz? Que ele é um tirano e psicopata.

O mesmo se dá no trato de Deus com os maus. Se Deus não os punir, os anjos não terão motivos para temer o pecado. Eles poderiam ser levados a pensar: “se os humanos pecam à vontade e não são punidos, então eu também posso errar e ficar impune”.

Se o Senhor punir pessoas por uma “eternidade de sofrimento”, os anjos poderiam argumentar: “não seria justo uma pessoa que pecou 70 anos (ou mais) ser condenada a uma eternidade de sofrimento. Não seria justo um pecador humano receber a mesma sentença que o diabo”. Todos iríamos servir a Deus “por medo do tormento eterno” e não por amor.

Entendeu o problema? O caráter de Deus, que “é amor” (1 João 4:8, 26) e “justiça” (Salmo 71:19) jamais se harmonizaria com qualquer um desses casos. Deus não tem prazer nem na morte do perverso, quanto mais em vê-lo sofrer pela eternidade! (Leia Ezequiel 18:23 e 32). Deus é bom até para com os ingratos e maus (Lucas 6:35) a ponto de, após o castigo proporcional às obras de cada um (Lucas 1:47, 48), destruí-los definitivamente (Salmo 37:30), respeitando a escolha de cada um.

Heresias que teremos de admitir se o tormento for eterno

Se há um “inferno” ardendo em chamas na atualidade; e se o diabo for atormentado por um período sem fim, juntamente com os pecadores, teremos de aceitar pelo menos quatro heresias:

1a heresia: O diabo, os demônios e os pecadores são eternos, ou seja, Deus não conseguirá um dia destruir o diabo e os pecadores definitivamente. O que dizer dos seguintes textos: 1 João 3:15; Malaquias 4:1-3; Romanos 16:20; Hebreus 2:14?

2a heresia: O pecado é eterno. Se os ímpios fossem atormentados com o diabo eternamente, nunca iriam deixar de ter raiva de Deus por estarem no fogo, e continuamente blasfemariam dEle. Estariam em constante pecado, por toda a eternidade.

3a heresia: Muitas pessoas que pecaram 70 ou 80 anos irão sofrer a mesma penalidade que satanás, que pecou desde o princípio (João 8:44) e que foi o originador do pecado. Nada mais injusto. Isso não estaria de acordo com os seguintes textos: Apocalipse 20:11-13; Lucas 12:47 e 48 (alguns receberão “muitos açoites” e outros, “poucos açoites”).

4a heresia: Deus nunca irá terminar com o sofrimento. A Bíblia ensina claramente que um dia não existirá mais o sofrimento (Apocalipse 21:4).

Creia que Deus não irá condenar ninguém à tortura. Aceitando a posição bíblica sobre o assunto, a visão que você tem de Deus irá mudar e sua comunhão com Ele será ainda melhor!

Não seríamos felizes no Céu se soubéssemos que algum parente ou filho nosso está queimando no “fogo do inferno”. O céu seria um “inferno” se pudéssemos ouvir ou mesmo saber que algum querido nosso está ardendo nas chamas[20]. Como você iria olhar para Deus durante a eternidade, se ao mesmo tempo em que Ele diz que lhe ama, diz que foi “justo” em condenar um querido seu ao tormento eterno?

Graças a Deus por a Bíblia não pregar isto! Logo, o Senhor Jesus irá terminar com toda mancha do pecado e com o sofrimento “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”. Apocalipse 21:4. Se o “inferno de fogo” durasse para sempre, essa passagem não poderia estar na Bíblia, pois o luto, o sofrimento, o pranto e a dor não cessariam. As consequências do pecado seriam eternas, o que contraria plenamente as Escrituras.
Considerações finais

A doutrina do “inferno eterno” não é bíblica. Foi originada na mente do diabo para denegrir o caráter e a justiça de Deus. Tal ensino de um “tormento eterno” foi aperfeiçoado por filósofos pagãos e seguido pela igreja na Idade Média para amedrontar os fiéis. Com o tempo, tal doutrina entrou nas igrejas cristãs sutilmente, devido à influência desses filósofos e de uma errada interpretação de alguns versos bíblicos que não foram analisados à luz do contexto.

Um inferno de “tormento” não existe. A Bíblia diz que Deus punirá os ímpios no futuro, no lago de fogo (Apocalipse 20): “porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos”. Atos 17:31. Um pergunta referente a esse texto para refletirmos: se as pessoas que morrem já vão para o Céu ou para o inferno – recebem a recompensa logo após a morte – por que Deus terá que realizar um juízo final? Afinal de contas já não estariam todos julgados?

Na carta de Pedro é dito que os anjos maus foram lançados no “Tártaro” (lugar de escuridão). Ora, se fosse o inferno de fogo, como poderia ser escuro?

A palavra “inferno”, traduzida das línguas originais (sheol, hades, tártaro, geena) simplesmente significa “sepultura”. Pode também ter outros significados. “Geena”, por exemplo, é um termo aplicado por Jesus para se referir ao lago de fogo dos últimos dias que castigará os ímpios “segundo as suas obras” (Mateus 16:27) e que depois os consumirá definitivamente até que se tornem em cinzas (Malaquias 4:1-3) e em fumaça (Salmo 37:20).

Neste momento os ímpios mortos estão “dormindo” até aquele dia em que Deus julgará a todos. A morte não passa de um sono sem sonhos (Jesus disse isso em João 11:11-14 e devemos acreditar nEle), no qual a pessoa está inconsciente até a volta gloriosa de Cristo:

“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. Amor, ódio e inveja para eles já pereceram; para sempre não têm eles parte em coisa alguma do que se faz debaixo do sol… Tudo quanto te vier à mão para fazer faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma”. Eclesiastes 9:5, 6 e 10.

“Atenta para mim, responde-me, SENHOR, Deus meu! Ilumina-me os olhos, para que eu não durma o sono da morte” Salmo 13:3.

“Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda”. 1 Coríntios 15:23.

Quando Jesus voltar, irá ressuscitar os justos para levá-los para o Céu. Apenas neste momento os salvos voltarão a ter consciência (João 5:28 e 29; João 6:40; 1 Tessalonicenses 4:13-16. Os que não aceitarem a salvação e que não fizeram a vontade de Deus (Mateus 7:21-23) serão castigados (Apocalipse 20:10) e logo depois destruídos (Malaquias 4:1, etc). Se de acordo com Malaquias 4:3 (e muitos outros) “os ímpios se farão em cinzas”, como serão atormentados eternamente?

Alguns textos bíblicos usados “em favor” da existência do “inferno” não foram corretamente traduzidos do original; outros foram tirados de seu contexto.

“Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1 João 4:8, 16). Um Deus de amor jamais iria queimar alguém pela eternidade. Sua justiça e misericórdia não permitem isso. Se Ele o fizesse, a dor, o sofrimento e o luto, não deixariam de existir. As pessoas iriam blasfemar eternamente no “inferno” e assim o pecado seria eterno.

Confie no amor eterno de Deus, em Sua justiça, e deixe de acreditar num Deus sádico. Relacione-se com Ele sem temor, pois, o Senhor lhe ama e lhe quer bem. Caso ainda não o tenha feito, aceite o plano de salvação porque o Salvador tem muito a lhe oferecer. Faça de Cristo o Senhor de sua vida e verá que a cada dia receberá dEle um vislumbre a mais do amor do Pai e do Espírito Santo por você. Isso lhe tornará uma pessoa mais feliz, de melhor relacionamento com os outros e mais confiante quanto ao futuro.

“Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o SENHOR Deus. Portanto, convertei-vos e vivei”. Ezequiel 18:32.

“De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”. Jeremias 31:3.

 


[1] Ou seja, todos vivem por meio Dele, pois é Jesus quem dá vida e respiração a todas as criaturas do universo. Ver Miquéias 5:2; João 1:1-3; Apocalipse 19:13; João 17:5; Romanos 9:5; Filipenses 2:5-11; Colossenses 2:8-10; Tito 2:13; Hebreus 1:6-12; 1 João 5:20, etc.

[2] Os termos foram traduzidos de forma errônea por “inferno”, poid essa palavra não se encontra no original bíblico, por ser de origem latim! Se a Bíblia não foi escrita em latim, é lógico que precisamos preservar o significado do termo como se encontra no original, caso no português não tenhamos uma palavra que expresse o total significado. No latim, “inferno” significa “lugar inferior” e, como disse anteriormente, não faz parte do grego bíblico, hebraico ou aramaico.

[3] Robert Leo Odom, Além do Conhecido Existe Vida, págs. 81, 82. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1995.

[4] O Grande Conflito, págs. 544, 545.

[5] Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. v, pág. 512.

[6]Arnaldo B. Christianini, Sutilizas do Erro (2a edição), pág.270.

[7] Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. v, pág. 513.

[8] Ibidem.

[9] Ibidem.

[10] Comentário Sobre o Apocalipse, pág. 271. Instituto Adventista de Ensino, 1979.

[11] Henry Feyerabend, Um Evangelista Responde as 101 Perguntas Mais Freqüentes, pág. 96.

[12] Ibidem, pág. 97.

[13] Lourenço Gonzáles, Assim Diz o Senhor, pág. 255. 2a Edição. 1986. Ados.

[14] Pastor Mark Finley no programa Está Escrito. Título da palestra: O Inferno Tem Fim?, pág. 11.

[15] Robert Leo Odom. Além do conhecido existe vida. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira.

[16] Ibidem, págs. 88, 89.

[17] Ibidem, pág. 89.

[18] Ibidem, pág. 90.

[19] Este texto fala de modo claro que a punição eterna dos ímpios será uma “eterna destruição”.

[20] Muitos interpretam erradamente Lucas 16:19-31, que é apenas uma parábola. Para maiores informações, mantenha contato com a Escola Bíblica pelo e-mail: escolabiblica@novotempo.org.br


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  • Nilceia Izabel Ferreira em 12 de abril de 2013 15:39

    Eu também passei por isso … pedi a Deus em oração que mem revelace as verdades biblíca e Ele mem mostrou a verdade em João 3.16.Esse texto abriu a minha mente, eu pude entender que Deus não irá torturar o pecado num fogo ardente que não se apagará.



  • Rafael em 12 de abril de 2013 16:15

    Leandro,

    Primeiro gostaria de dar os parabéns pelo seu ótimo trabalho.
    Minha dúvida é a seguinte, e quanto as pessoas que ‘sonham/ficam perto da morte” e tem alguma visão reveladora do céu ou inferno??
    Você acha que Deus pode realmente fazer isso, mesmo que ainda o inferno nem exista?
    Por exemplo: Se não me engano, uma chinesa (Cristã) disse ter tido uma revelação do inferno, onde Jesus a chamou em um sonho, e ela caminhou ao lado dEle no inferno, e Ele mostrava tudo para ela, que segundo ela, dizia que cada pessoa, dependendo de seu pecado na terra era torturada de uma maneira. E quando ela acordou, sendo pintora, retratou em suas obras a sua revelação do inferno, que, segundo ela foi revelação de Deus para servir de testemunho.
    Exemplo 2: A história do menino Colton Burpo, aconselho o Senhor pesquisar, caso não saiba.

    Como devemos então, lidar com essas informações?
    É tudo invenção dessas pessoas?

    Um abraço!



    • Maiara Costa - Equipe em 24 de abril de 2013 16:47

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Rafael!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Exporei a você algo muito interessante em relação ao sonho.
      Do ponto de vista cientifico, o sonho é a liberação de algo que está no inconsciente para o nível consciente. Geralmente sonhamos com:
      a)Algo que queremos muito;
      b)Algo que não queremos de maneira nenhuma;
      c)Coisas que nos impressionaram muito.
      O sonho é produzido pela nossa mente quando está em estado de repouso. Podemos sonhar com várias coisas; vai depender das imagens que vimos durante o dia e das que nosso cérebro já tem armazenadas dentro dele.
      Deus pode utilizar um sonho para nos transmitir uma mensagem de incentivo espiritual ou advertência.
      Todas as vezes que Deus dá um sonho, também mostra a interpretação. Não podemos ir a qualquer um para pedir a explicação, pois o inimigo pode usar certas pessoas para dar-nos uma interpretação errada, que poderá prejudicar nossa vida.
      Não devemos achar que todo sonho seja uma revelação de Deus. O modo mais confiável de sabermos a vontade Deus para a nossa vida não é através dos sonhos, mas através da Bíblia Sagrada.
      O diabo tem poder para influenciar nossos sonhos, portanto, devemos ter muito discernimento para sabermos se tal sonho veio de Deus ou não.
      Como é possível saber se um sonho é de Deus ou não?
      ‘Determinar a natureza específica de cada sonho de uma pessoa é um assunto muito complexo e subjetivo.
      Além dos “sonhos mentirosos” e não autênticos (Jeremias 23:32; 29:8 e 9), existem dois grandes grupos de sonhos reais. O primeiro e mais comum deles é o formado pelos sonhos naturais, que fazem parte do processo normal de descanso durante o sono, e cujo conteúdo pode apresentar-se de forma organizada ou desorganizada. Uma vez que “dos muitos trabalhos vêm os sonhos” (Eclesiastes 5:3), é provável que pessoas envolvidas em assuntos religiosos acabem sonhando com eles, sem que tais sonhos sejam de origem sobrenatural.
      Já o segundo grupo básico de sonhos é formado pelos sonhos sobrenaturais, que podem ser de origem divina ou satânica. Os sonhos de origem divina têm, normalmente, um propósito salvífico bem definido, e podem ser concedidos tanto aos profetas verdadeiros (Números 12:6), como aos membros comuns do povo de Deus (Joel 2:28), e mesmo às pessoas que não pertencem ao povo de Deus (Gênesis 451; Daniel 2). Por sua vez, os sonhos de origem satânica são quase sempre fascinantes, e podem conter verdades para confundir a pessoa. Suas predições podem até se cumprir, mas eles tendem a afastar, eventualmente, e de alguma forma, a pessoa de Deus e de Sua vontade (ver Jeremias 29:8; Mateus 24:24; I Pedro 5:8).
      Torna-se evidente, portanto, que tanto os sonhos naturais como os sobrenaturais (quer divinos ou satânicos) podem ter um conteúdo religioso. Além disso, o simples fato de Deus conceder um sonho sobrenatural a alguém não transforma essa pessoa automaticamente num profeta, como pode se inferir das experiências de Faraó (Gênesis 41) e de Nabucodonosor (Daniel 2). Embora todo profeta receba sonhos de origem divina (números 12:6), nem todos os que recebem tais sonhos podem ser considerados profetas. O chamado para o ministério profético é algo diferente e bem mais abrangente.
      A atitude de atribuir a Deus a origem de todos os sonhos de cunho religioso, e de buscar sempre um significado especial para o seu conteúdo, é altamente perigosa.
      Aqueles que assim agem são tentados a se considerar mais privilegiados por Deus do que os demais, tornando-se presas fáceis das artimanhas do maligno. Somos advertidos pelo próprio Deus de que todos os sonhos (até mesmo os dos profetas) devem permanecer subordinados à autoridade normativa das Escrituras. “O profeta que tem sonho conte-o como apenas sonho; mas aquele em quem está a Minha palavra, fale a Minha palavra como verdade. Que tem a palha com o trigo? – diz o Senhor (Jeremias 23:28). “A lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva”(Isaías 8:20; ver também Mateus 7:21-23; Gálatas 1: 8 e 9, I S. João 2:4; 4:1).
      Sonhos jamais são usados por Deus como um fim em si mesmos, mas apenas como um meio de nos aproximar mais dEle e de Sua Palavra (ver João 20:29). Ademais, não podemos permitir que nossa fé dependa de tais meios, possíveis de serem usados também por Satanás. Portanto, se você tiver um sonho que julga ser de procedência divina, mas não tem plena certeza disso, o mais prudente é tentar extrair dele uma lição positiva para a vida, até que a sua origem e o seu propósito fiquem melhor esclarecidos.’
      Dessa forma acreditamos que realmente seu sonho foi uma forma de levá-la a aproximar-se mais de Deus e de Sua Palavra, a Bíblia.
      Esperamos ter respondido satisfatoriamente sua dúvida. Caso ainda tenha dúvidas sinta-se livre para nos procurar. Que o seu interesse pela verdade seja sempre crescente e que o amor de Jesus seja a grande motivação da sua vida.
      A Palavra de Deus deve ser a nossa regra de fé e prática.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • douglas em 12 de abril de 2013 16:32

    parei de levar a sério o texto quando li “ellen g. white”

    vamos pecar!!! não haverá punição, que legal!!

    aliás, não haverá sofrimento eterno, só consequencias?!! consequencias são pagas durante a vida. O sofrimento eterno é por ter chamado Deus de mentiroso, não testificando que Jesus é o Salvador.



    • Maiara Costa - Equipe em 24 de abril de 2013 16:11

      Olá Douglas!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Onde está o erro nessa citação?
      “Uma distinção, porém, se faz entre as duas classes que ressuscitam. “Todos os que estão nos sepulcros ouvirão a Sua voz. E os que fizeram o bem, sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação.” João 5:28 e 29. Os que foram “tidos por dignos” da ressurreição da vida, são “bem-aventurados e santos”. “Sobre estes não tem poder a segunda morte.” Apocalipse 20:6. Os que, porém, não alcançaram o perdão, mediante o arrependimento e a fé, devem receber a pena da transgressão: “o salário do pecado”. Sofrem castigo, que varia em duração e intensidade, “segundo suas obras”, mas que finalmente termina com a segunda morte. Visto ser impossível para Deus, de modo coerente com a Sua justiça e misericórdia salvar o pecador em seus pecados, Ele o despoja da existência, que perdeu por suas transgressões, e da qual se mostrou indigno. Diz um escritor inspirado: “Ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olhará para o seu lugar e não aparecerá.” E outro declara: “E serão como se nunca tivessem sido.” Salmo 37:10; Obadias 16. Cobertos de infâmia, mergulham, sem esperança, no olvido eterno”.
      Como diz o psiquiatra Timothy Jennings em seu livro: Simples demais-um modelo bíblico para a cura da mente no capítulo 14, a crença na doutrina do tormento eterno faz mal para a saúde mental.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



    • Adriel Lima em 13 de junho de 2013 10:25

      Douglas. Será que perder a vida eterna e perecer (ser destruído) num lago de fogo já não é punição o suficiente pra você? É preciso que o pecador passe o resto da eternidade queimando sem parar? Então me explique duas coisas: 1 – Como um pecador de corpo mortal se queimará por milhões de anos sem morrer, se apenas os salvos terão o corpo transformado e imortal, ao passo que os ímpios continuarão com seu corpo mortal e doente?
      2 – Como poderá Deus extinguir o pecado sem extinguir os pecadores? Pois enquanto existir um pecador queimando no fogo ainda existirá o pecado por intermédio da vida do tal pecador. De tal maneira que, assim sendo, o pecado existiria eternamente, já que os pecadores estarão supostamente sofrendo eternamente no inferno.



      • Maiara Costa - Equipe em 13 de junho de 2013 15:38

        Olá estimado amigo Adriel!
        Satisfação poder manter contato com você.
        Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
        Muito obrigado pelas suas preciosas colocações.
        Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
        Um forte abraço.
        Equipe do Na Mira.



  • Victor Felipe em 12 de abril de 2013 16:47

    Meus parabéns pelo texto, professor. Muito esclarecedor. Continue fazendo textos completos com este. Abraço.



  • Gilvan em 12 de abril de 2013 17:32

    Olá, a Paz do Senhor Jesus Cristo !
    Sou da Assembleia de Deus,e como todo crente sou servo do Senhor e sigo sua palavra como os irmãos adventistas !
    A um ano atrás tive essa mesma experiência, não conseguia conciliar a Bíblia com a doutrina do tormento eterno. Por isso resolvi estudar, e através de estudos de um outro irmão (que também não é adventista) e estudos adventistas na internet, o Espírito Santo bradou em meu coração, e não conseguia mais guardar essa tradição herética da doutrina de vida após a morte e tormento eterno.
    Digo, é cada vez maior o número de servos de Cristo que estão abandonando a doutrina herética e pagã da imortalidade da alma.



    • Maiara Costa - Equipe em 16 de abril de 2013 18:24

      Querido amigo e irmão em Cristo Gilvan!
      Grande satisfação em poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Louvado seja Deus pelo Espírito Santo ter trazido a sua mente a luz do esclarecimento em relação a esse assunto e outros também.
      Muito obrigado por compartilhar esse seu maravilhoso testemunho.
      Sinta-se a vontade para escrever sempre que quiser.
      Conte conosco para o que precisar.
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do na Mira.



  • Jaíson Brandão em 12 de abril de 2013 19:20

    Ótimo!! esse estudo mostra realmente o verdadeiro caráter de Deus!
    Mas o que Jesus quis dizer com a expressão: ”’ONDE NÃO LHES MORRE O VERME” ?



    • Maiara Costa - Equipe em 24 de abril de 2013 15:56

      Olá Jailson!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O símbolo do verme que não morre não é o símbolo de uma alma que não pode morrer, mas sim é o símbolo da corrupção que não pode ser desfeito.
      Jesus aqui está fazendo menção a Isaías 66:24.

      Nunca morrerá.

      Pela mesma aplicação errônea já assinalada, alguns entenderam que esta figura indica que os ímpios viverão para sempre. Entretanto, em hebraico o verbo está em tempo imperfeito simples, cujo sentido só indica que no momento em questão a ação do verbo não concluiu ainda.

      Esse texto ficaria melhor traduzido da seguinte forma: “seu verme não tinha morrido ainda”.
      Perceba que o texto não deixa margem para a crença na imortalidade da alma.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Glissya Pessoa em 12 de abril de 2013 22:58

    Ainda ontem eu estava pensando exatamente nisso e hoje encontro esse estudo.SÓ PODE TER SIDO DEUS me respondendo.Eu me questionava: eu não sou nada, e não gosto de ver um assassino ja rendido ser maltratado, como DEUS pode deixar alguém se queimando eternamente!!!!! OBRIGADA MEU DEUS MARAVILHOSO e obrigada a vcs por um estudo tão edificante.



    • Maiara Costa - Equipe em 15 de abril de 2013 17:54

      Olá estimada amiga e irmã em Cristo Glissya!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Louvado e engrandecido seja o Nosso Deus por ter esclarecido esse assunto à você dentro da Palavra.
      Que a cada dia querida amiga e irmã você possa continuar crescendo na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus (2 Pedro 3:18).
      Conte conosco para o que precisar.
      Que Deus continue te abençoando ricamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Kelly em 12 de abril de 2013 23:34

    Já fui evangélica, e quando comecei a ler a bíblia tive diversas dúvidas, mas as explicações que obtive não faziam muito sentido. Até que assisti o programa Na Mira da Verdade pela 1ª vez, no começo tive dúvidas, pois haviam me colocado pré- conceitos sobre os adventistas, mas tudo que vocês explicam, bate direitinho com o que bíblia diz. Então mandei um email para perguntar sobre o sábado, sobre datas marcadas para a volta de Jesus, e sobre comer carne de porco, daí recebi a resposta, e já cri. Comecei a frequentar a igreja, e me batizei no dia 8/4/2012. Que Deus abençoe vocês!



    • Maiara Costa - Equipe em 15 de abril de 2013 17:35

      Olá estimada amiga e irmã em Cristo Kelly!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Que Deus seja louvado pelo seu 1 ano de novo nascimento completado.
      Muito obrigado por compartilhar o seu maravilhoso testemunho.
      Ficamos muito felizes em saber que o ministério Na Mira da Verdade tenha-a ajudado a conhecer e aceitar as importantes verdades bíblicas.
      O nosso desejo à você é que a cada dia possa continuar crescendo na graça e conhecimento de Cristo (2 Pedro 3:18) e também esteja a cada dia preparada para dar a razão de sua fé a cada um que pedir contas (1 Pedro 3:15).
      Saiba que pode contar conosco para o que precisar.
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • roberta da silva rodrigues em 13 de abril de 2013 0:28

    pastores infelizmente não consegui enteder por mais minusiozo que tenha sido feito este estudo gostaria muito de ter um livro que fale sobre o assunto ou algum progama da rede pra que nos evangelicos possamos entender melhor fiquei muito interessada no assunto
    se tiver como me enviar algum livro ou colocar em pauta no programa eu agredeceria muito.
    obrigado e orem por mim e pela minha familia



    • Maiara Costa - Equipe em 15 de abril de 2013 17:24

      Olá estimada amiga e irmã em Cristo Roberta!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Bom amiga temos três referências bibliográficas para lhe passar.
      A primeira é o livro Imortalidade ou Ressurreição da editora Unaspress que está sendo preparado uma nova edição.
      Contato: unaspress.unasp.edu.br
      O segundo é Crenças Populares da editora CPB.
      O terceiro é Respostas à Objeções também da editora CPB.
      Contato: 0800-979-06-06 ou cpb.com.br
      Recomendo também que acesse o blog e digite no campo de busca a palavra inferno e terá muitos artigos e videos explicativos.
      Envie suas duvidas e teremos alegria em respondê-la.
      Estaremos orando por você e sua familia.
      Conte conosco para o que precisar.
      Estamos a disposição.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Gelson Braz em 13 de abril de 2013 8:18

    graça e paz!

    Olá Leandro, achei essa explicação de muita valia, sou adventista e não acredito no tormento eterno mas, no entanto, não saberia como explicar com profundidade o assunto para outras pessoas. Copiarei este artigo e na medida do possível passarei a outras pessoas.

    abraço e que Deus te abençoe como instrumento em Suas mãos.



  • Maria da Graça J. Rodrigues em 14 de abril de 2013 0:22

    A paz do Senhor! Gostei muito desse estudo pois lança luz e responde a perguntas que muitas vezes nem ousamos questionar e traz paz ao nosso coração.Gostaria que voces esclareçam como fica então aquela passagem do rico que morre e vai para o inferno e o pobre que vai para o céu e o rico o ve no céu, agradeço.



    • Maiara Costa - Equipe em 17 de abril de 2013 10:28

      Olá estimada amiga e irmã em Cristo Maria da Graça!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Para obter uma explicação sobre o texto de Lucas 16:19-31 gostaria de recomendar a acessar: http://novotempo.com/namiradaverdade/2009/08/25/o-relato-do-rico-e-lazaro-lucas-1619-31/
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Conte conosco para o que precisar.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Anderson em 14 de abril de 2013 3:02

    muito bom. eu me perguntava a mesma coisa: como um Deus de amor poderia deixa alguém eternamente no inferno. Obrigado.



  • Edésio Moura em 14 de abril de 2013 11:48

    Quero desejar os meus parabéns ao nosso irmão Aristides que sentiu no seu coração esse desejo de conhecer a verdade sobre o amor de Deus, que alguns pregam ser carrasco ao ponto de pretender que muitos fiquem queimando no “inferno de chamas”. O que não parece nada sensato, se não ele não seria um Deus de misericórdia e justiça. Aqueles que vão queimar, será uma vez só para sempre, isso é justiça de Deus. Parabéns aos nossos irmãos da TV novo tempo que não tem medido esforços em pregar essa mensagem verdadeira pelo mundo a fora!! Felicidades, irmão Aristides, que Deus o abençoe, nunca deixe de confrontar o que ensina por ai com a verdade da bíblia. Abraços a todos e obrigado pela oportunidade.



    • Maiara Costa - Equipe em 15 de abril de 2013 16:11

      Olá amigo e irmão em Cristo Edésio!
      Satisfação em manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por suas palavras e participação nesse blog.
      Esteja a vontade para escrever sempre que quiser.
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Carlos em 14 de abril de 2013 17:11

    Olá Professor Leandro e equipe do Programa Na Mira da Verdade. Eu gostaria de tirar uma dúvida com relação a alguns textos.

    Se não existe imortalidade da alma na Bíblia, como explicar esses versos?

    “Depois da morte de Moisés, servo de Jeová, falou Jeová a Josué, filho de Num, servidor de Moisés, dizendo: MOISÉS, MEU SERVO, É MORTO; agora levanta-te, passa esse Jordão, tu, e todo este povo, para a terra que eu estou dando aos filhos de Israel.” Josué 1:1-2.

    Deus mesmo afirma que Moisés morreu, e isso aconteceu depois dos trinta dias de luto do povo de Israel. Em nenhum lugar da Bíblia Deus afirma que Moisés ressuscitou. Moisés já estava enterrado em Josué 1:1-2. Deus disse essas palavras depois do evento de Judas 1:9.

    Se Moisés está morto, conforme Josué 1:1-2, como explicar o relato do Monte da Transfiguração?

    “Cerca de oito dias depois de haver assim falado, levou consigo a Pedro, a João e a Tiago e subiu ao monte para orar. Enquanto orava, o aspecto do seu rosto alterou-se, e as suas vestes tornaram-se brancas e resplandecentes. Eis que dois varões falavam com ele; estes eram Moisés e Elias, que apareceram em glória e falavam da sua retirada que ele estava para realizar em Jerusalém. Pedro e seus companheiros estavam oprimidos de sono; mas conservando-se acordados, viram a sua glória e os dois varões ao lado dele. Ao apartarem-se estes de Jesus, disse-lhe Pedro: Mestre, bom é estarmos aqui, e façamos três tabernáculos: um para ti, outro para Moisés e outro para Elias; não sabendo o que dizia. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os envolvia; e encheram-se de temor ao entrar na nuvem. Dela saiu uma voz, dizendo: Este é o meu Filho, o meu escolhido, ouvi-o. Tendo cessado a voz, viram só a Jesus. Eles guardaram silêncio, e naqueles dias a ninguém contaram coisa alguma do que haviam visto.”
    Lucas 9:28-36

    Quando Pedro quis construir três tabernáculos para Jesus, Moisés e Elias, o próprio texto afirma que Pedro não sabia o que dizia. Logo, não seria esse relato uma prova de que quem apareceu no monte foi o Espírito de Moisés? Não seria prova da imortalidade da alma?

    SOBRE O TORMENTO ETERNO:

    Veja Apocalipse 20:10.

    “e o Diabo que os seduzia foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde se acham a besta e o falso profeta. Eles serão atormentados dia e noite pelos séculos dos séculos.” Apocalipse 20:10.

    Em um estudo que fiz descobri que a frase “onde se acham a besta e o falso profeta” não está no original grego.

    Porém, surge uma dúvida: o texto não fala que o diabo e seus seguidores serão exterminados, mas diz que eles serão atormentados para sempre. Isso não é uma evidência de que o tormento é eterno?

    SOBRE SAUL E A NECROMANTE: Se não foi o espírito de Samuel que apareceu para Saul, como poderia ele ter previsto exatamente tudo o que aconteceria com Saul? Isso indica que o diabo pode prever o futuro? Mas, segundo Isaías 43, não é somente Deus que conhece o futuro?

    Muito Obrigado, um abraço.

    Fiquem com Deus.



    • Maiara Costa - Equipe em 15 de abril de 2013 15:14

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Carlos!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por sua pergunta.
      Primeiramente: Deuteronômio 34:6 e Judas 9.
      Judas 9 diz que, para que Moisés fosse para o céu, teve de ser ressuscitado. O mesmo texto diz que houve uma disputa (entre Cristo e Satanás) acerca do ‘corpo de Moisés’, não diz que houve uma disputa acerca do ‘espírito dele’. O texto de Judas 9 nos prova que:
      – Para uma pessoa ir para o céu, terá de ser ressuscitada (I Ts 4.13-16, Lc 14.14).
      – Que Moisés ao ir para o céu não o foi “após a morte”, mas sim “após ter sido ressuscitado”.
      – Que na ressurreição, nosso corpo será transformado e levado para o céu (I Co 15.51-54).
      – Que Moisés, ao ir para o céu, foi com seu corpo e não apenas com o ‘Espírito’ (Jd 9).
      Se Moisés foi para o céu com seu corpo, isto quer dizer que ele apareceu no monte a Jesus em sua forma corpórea glorificada e não em ‘espírito’. Deve-se ressaltar também que o texto (Mt 17.1-8) não diz que ‘o espírito de Moisés e Elias apareceram a Jesus’, mas sim que ‘Moisés’ e ‘Elias’ apareceram, isto é, pessoalmente.

      Segundo: releia o artigo, principalmente a parte final que explica como entender o termo para sempre na Bíblia, no qual mostra que essa palavra só denota eternidade quando está relacionada com Deus, as coisas de Deus e os salvos.

      Terceiro: Algumas pessoas querem ver no relato da Feiticeira de Endor uma prova da imortalidade da alma. Seria isso correto? É ou não possível comunicar-se com os espíritos de pessoas falecidas? Foi ou não Samuel quem apareceu na sessão espírita de En-Dor? Tertuliano, Jerônimo, Lutero e Calvino acreditavam que um demônio apareceu em forma de pessoa, personificando Samuel.
      Examinemos a narrativa em questão. Saul ordenou aos seus servos: “Buscai-me uma mulher que tenha o espírito de feiticeira, para que vá a ela e a consulte.” (I Sam 28:7). Encontraram tal mulher em Endor. A mulher indaga: “A Quem te farei subir? E disse ele (Saul): Faze-me subir a Samuel. ” V.11. Um momento depois, declarou a mulher: “Vejo deuses que sobem da terra … vem subindo um homem ancião, e está envolto numa capa.”Vs. 13 e 14. “Samuel disse a Saul: por que me desinquietaste, fazendo-me subir? … O Senhor entregará também a Israel contigo na mão dos filisteus, e amanhã tu e teus filhos estareis comigo.” Vs. 15-19.
      Esta narrativa não diz coisa alguma acerca de ter o profeta Samuel descido do Céu nessa ocasião. Saul usa a palavra “subir”, “sobem da terra”, “subindo”. E a Samuel são atribuídas palavras equivalentes: “Fazendo-me subir”. Se há quem possa alegar essa trágica narrativa para apoiar seus pontos de crença, são-no justamente os que, como nós, creem que os mortos, ao voltarem à existência, “sobem da terra”. Mas, ao buscar provas relativamente ao estado dos mortos, não achamos seguro confiar nos acontecimentos e conversações de uma sessão condenada por Deus. Todavia, como os crentes na imortalidade da alma apelam para essa sessão, desejaríamos perguntar-lhes como harmonizam todas essas afirmações com a sua crença. Como pode “subir” ter o sentido de “descer”?
      Voltando à narrativa, vemos que ela assim descreve o pretenso Samuel: “Um homem ancião,… envolto numa capa.” Seria este o aspecto de um espírito imortal? Assumiria ele forma corpórea? Em caso afirmativo, onde obtém o corpo? Se responder que houve ressurreição, replicaremos que tal alegação prejudica o caso, em vez de prová-lo. Cremos, sim, que os mortos hão de ressurgir. Não cremos, entretanto, que o diabo tenha poder para tal, e é certo que Deus não estava com essa feiticeira, que, aliás, se achava sob o divino edito de morte, em virtude de praticar a arte mágica. Dizer, pois, que houve ressurreição, tão somente aumenta o embaraço. (Ver as seguintes passagens, relativamente à divina sentença de morte contra as feiticeiras: Lv. 20:27; Dt. 18:10 e 11. O espírito que as dirigia não vinha, pois, de Deus, mas do diabo.)

      Ora, diz-nos o registro, mais adiante, que Saul culminou com o suicídio, o seu procedimento pecaminoso. (I Sm. 31:4) Entretanto, o suposto Samuel, predizendo a morte de Saul, declarou: “Amanhã tu e teus filhos estareis comigo”. Onde, pois, estava Samuel, se o suicida Saul iria estar com ele? Efetivamente, é de se admirar que os que crêem na doutrina da imortalidade inerente ao homem, se apoiem nesse relato bíblico, porquanto assim procedendo, fazem Samuel “subir” da “terra” quando, segundo o ponto de vista deles mesmos, ele deveria estar no céu; e fazem o ímpio Saul habitar com o santo Samuel, quando ele deveria, segundo ainda o seu ponto de vista, estar com os demônios no inferno.
      Por que, no entanto, fala o relato em Samuel, se ele ali não se achava de fato? O registro não diz que Saul viu a esse suposto Samuel, pois quando a feiticeira gritou, ele perguntou: “Que é o que vês” E um momento depois: “como é sua figura?” Se Samuel tivesse realmente estado ali, por que não teria visto Saul? Porventura unicamente só os olhos da bruxa eram capazes de ver “o homem ancião envolto numa capa?” Lemos que Saul “entendeu” que era Samuel. Quer dizer que Saul percebeu, concluiu, em resultado da descrição dada pela feiticeira, que Samuel estava presente.
      Era o maligno o inspirador das atividades da feiticeira, e o maligno é o embusteiro por excelência. Concluímos, pois, que essa mulher estava enganando a Saul. Ela, iludida também pelo diabo, provavelmente pensou que via Samuel. Saul, por sua vez, aceitou sua explicação. A narrativa bíblica simplesmente descreve, pois, essa sessão espírita em termos das suposições da feiticeira e de Saul. Temos no relato uma linguagem de aparência, recurso empregado em literatura. Quando a narrativa diz “Samuel”, podemos compreender significar simplesmente aquela aparição produzida pelo diabo, a qual sem dúvida se verificou, e que eles supunham ser Samuel.
      O livro de Crônicas complementa o relato bíblico ao dizer que Saul morreu por causa da sua transgressão contra o Senhor e também porque buscou a adivinhadora para a consultar e não buscou ao Senhor (I Cr 10:13 e 14). Precisaríamos acrescentar mais alguma coisa ao patético episódio?

      Análise do Caso: Dentre as muitas provas contra a opinião de que Samuel apareceu naquela ocasião, destacam-se:
      a) Nem a médium nem o seu espírito de mediunidade exerciam qualquer poder sobre a pessoa de Samuel. Só Deus exercia esse poder; pelo que não permitiria que seu fiel servo viesse a tornar parte duma prática que o próprio Deus condenou (Dt 18.9-14);
      b) Após informar a Saul que Deus o tinha rejeitado, Samuel nunca mais disse coisa alguma a esse rei;
      c) Se fosse Samuel que tivesse aparecido na ocasião, ele não teria mentido, dizendo que Saul pertubara seu descanso, se Deus e não Saul tivesse lhe ordenado; nem dizendo que Saul e seus filhos estariam com ele no dia seguinte (versos 15,16);
      d) Saul mesmo disse que Deus já não lhe respondia nem pelo ministério dos profetas e nem por sonhos (Dt. 18.9-14);
      e) Se Deus aprovasse tal coisa, não teria afirmado que Saul deveria morrer por causa da consulta feita à médium (I Cr. 10.13);
      f) Saul mesmo não viu Samuel. De acordo com a descrição da médium, foi ele mesmo que supôs que a personagem descrita era Samuel;
      g) Quanto à profecia dada pela médium, ela tomou conhecimento da profecia feita antes por Samuel (I Sm. 15.16,18), que vinha perseguindo Saul (I Sm. 16.2; 20.31), pelo que lhe disse o que ele esperava ouvir, e;
      h) A parte final do vaticínio da médium não foi verdadeira em seu cumprimento, pois, nem Saul morreu no dia seguinte, nem morreram nesse dia todos os seus filhos.
      A solução bíblica para a morte não é a imortalidade da alma, mas sim a ressurreição (João 5:28,29).
      Gostaria de recomendar à você a nova edição do livro: Imortalidade ou ressurreição da editora Unaspress.
      Contato: unaspress.unasp.edu.br
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Conte conosco para o que precisar.
      Equipe do Na Mira.



  • Luiz em 14 de abril de 2013 17:36

    Olá amigos

    Boa tarde

    A Bíblia diz que Jesus é as primícias dos que dormem ou seja foi o primeiro a ressucitar em um corpo glorificado.As outras ressurreições como de Lázaro, dos santos e outras foram em corpos comuns e que depois de um tempo morreram de novo. A palavra no grego para primícias não indica que Jesus foi o principal mas que foi o primeiro.

    Um abraço e felicidades

    Luiz



    • Maiara Costa - Equipe em 15 de abril de 2013 14:53

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Luiz!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      A palavra grega para primicias é aparche que denota primariamente primeiro dos frutos, parte principal. Nesse sentido o texto de 1 Coríntios 15:20 não está dizendo que Cristo seria o primeiro a ressuscitar, mas sim que por causa de Sua ressurreição todos os que morreram crendo nEle poderiam ser ressuscitados naquele dia quando Ele voltar (1 Co 15:13,14).
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Conte conosco para o que precisar.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Diogo em 14 de abril de 2013 19:37

    Muito bom esse artigo sobre o inferno. Gostaria de entender o Dom de Profecia, pois tenho um amigo da Congregação Cristã e ele vive dizendo que um irmão profetiza as coisas que vão acontecer e sempre acontece. Inclusive ele profetizou sobre minha pessoa e aconteceu, na ocasião eu fiquei assustado. Isso é dom de Deus, e se não for, como ele sabe?



    • Maiara Costa - Equipe em 15 de abril de 2013 12:14

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Diogo!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Para compreendermos o que é o dom de profecia na Bíblia precisamos analisar três palavras dentro das línguas originais bíblicas para chegarmos à conclusão.
      Se nós saíssemos pelas ruas da cidade e fizéssemos uma pesquisa, perguntando o que é um profeta, o que as pessoas diriam?
      Certamente a maioria das pessoas, dentro e fora da igreja, diria que profeta é alguém que tem a capacidade de prever o futuro.
      Mas qual a função de um profeta? (Deuteronômio 18:18; Êxodo 7:1,2).
      A palavra hebraica para profeta é Nabi que significa o que fala por outro ou porta voz, anunciador. Essa palavra ocorre mais de 300 vezes no Antigo Testamento.
      A palavra grega para profeta é prophetes que significa aquele que fala antecipadamente ou abertamente, proclamador da mensagem divina, um intérprete dos oráculos de Deus, a pessoa em quem o Espírito Santo descansa (Números 11:17-29), alguém, a quem e por quem Deus fala (Números 12:2).
      A palavra profecia do grego propheteia significa a declaração da mente e do conselho de Deus, é a declaração do que não pode ser conhecido por meios naturais, é a descrição antecipada da vontade de Deus, quer com referência ao passado, presente ou futuro.
      Essa era a principal atividade de um profeta: ser porta voz de Deus, Seu mensageiro.
      Quero lhe dizer que “prever o futuro” pode fazer parte do trabalho de um profeta, mas não é algo indispensável, nem sua principal atividade, embora grande número de profetas tenha anunciado algo por vir.
      Qual é o objetivo do dom de profecia?
      O dom profético atuará no tempo do fim assim como atuou nos dias dos apóstolos. Seu objetivo é destacar a Bíblia como base de fé e prática, explicar seus ensinamentos e aplicar seus princípios ao viver diário. Ele se acha envolvido no estabelecimento e edificação da igreja, habilitando-a a desempenhar sua missão divinamente apontada. O dom profético reprova, adverte, orienta e encoraja tanto a indivíduos quanto a igreja, protegendo-os das heresias e unificando-os nas verdades bíblicas.
      Sendo assim, o objetivo do Espírito Santo ao conceder as pessoas nos ultimos dias o dom de profecia (Atos 2:17; 1 Coríntios 12:11; 14:1) não é revelar algo sobre a vida particular das pessoas, mas sim conduzí-las de volta a revelação plena que é a Bíblia. O dom profético era dado por Deus para comunicar verdades importantes para a salvação.
      Entretanto, o chamado “dom de revelação” que muitos dizem possuir não é o mesmo dom de profecia manifesto nas Escrituras.
      A forma como o chamado “dom de revelação” é manifesta em algumas igrejas leva a crer que tais “revelações” não são proféticas, por vários motivos. Vou destacar alguns:
      1) Muitas destas “revelações” contradizem a Revelação Escrita – a Bíblia;
      2) Quando Deus revelava algo ao profeta, não era com o intuito de envergonhar o indivíduo publicamente, mas, antes, de exortá-lo para o arrependimento. Caso o indivíduo continuasse negando as instruções de Deus, aí sim ele poderia ser repreendido pelo profeta em público. Mas isto, em último caso, se acontecesse de a pessoa rejeitar a voz de Deus por certo tempo;
      3) O dom de profecia bíblico não era usado para ganhar dinheiro;
      4) O dom de profecia é dado a um profeta, de acordo com a vontade suprema do Espírito Santo (1Co 12:11). Nas igrejas atuais, o indivíduo quer escolher os dons que quer ter…
      Uma pergunta pode surgir na mente de alguns: Por que acontece de alguns pregadores adivinharem o que acontece na vida de uma pessoa? Muitas vezes, através de um membro da igreja que seja parente do visitante, o “revelador” pesquisa sobre a vida da pessoa, descobrindo sobre suas indagações e problemas. Ao relatar tal “revelação” na igreja, a pessoa que não sabe do procedimento acredita, achando que é algo de origem divina.
      Também não podemos negar que há forças sobrenaturais envolvidas em alguns desses casos. Mesmo assim, há pessoas que “revelam” que são sinceras. Com o tempo irão ter suas oportunidades de conhecerem a verdade.
      Esperamos que estas considerações o tenham ajudado.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Conte conosco para o que precisar.
      Estamos a disposição.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Horacio Ferreira Filho em 15 de abril de 2013 12:46

    Gostaria de saber mais detalhamente o que poderia ser considerado : pecado contra o espirito santo. Deus abençõe a todos!



    • Maiara Costa - Equipe em 16 de abril de 2013 17:01

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Horacio!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      A questão do pecado contra o Espírito Santo é mencionada por Cristo no contexto da cura de um endemoninhado cego e mudo (Mateus 12:22-32; Marcos 3:20-30). Essa cura levou “toda a multidão” que seguia a Jesus a indagar se não seria Ele, “porventura, o Filho de Davi”. Mas os fariseus, invejosos da popularidade de Jesus, contestaram: “Este não expele demônios senão pelo poder de Belzebu, maioral dos demônios” (Mateus 12:23 e 24). É evidente que os fariseus atribuíam a Satanás a obra que o Espírito de Deus realizava através de Cristo.
      Para entender melhor o assunto, é preciso lembrar que uma das obras mais importantes do Espírito Santo é levar os seres humanos ao arrependimento dos seus pecados e à aceitação de Cristo como Salvador e Senhor. Mas essa obra acaba sendo neutralizada na vida daqueles que resistem persistentemente aos apelos do Espírito Santo. Assim, entristecem o Espírito Santo (Efésios 4:30) e apagam a Sua influência sobre a consciência individual (I Tessalonicenses 5:19). Com o coração endurecido pelo orgulho (Hebreus 3:7-15), perdem a sensibilidade espiritual e as percepções morais, e acabam formando uma escala de valores distorcida, na qual a obra do Espírito Santo é muitas vezes atribuída a Satanás e a de Satanás, ao Espírito Santo.
      Nas Escrituras encontramos vários casos de pessoas que pecaram contra o Espírito Santo. Por exemplo, Faraó, diante do qual Moisés e Arão realizaram grandes sinais e maravilhas, endureceu o seu coração a ponto de o Espírito de Deus não mais ter acesso a ele (Êxodo 5 a 12). Judas Iscariotes não permitiu, a despeito das advertências de Cristo (Mateus 26:21-25), que o Espírito Santo o dissuadisse de trair o Mestre. Já Ananias e Safira mentiram ao Espírito Santo e foram punidos por isso (Atos 5:1-11). Sem dúvida, essas pessoas se perderam porque não permitiram que o Espírito Santo as levasse ao arrependimento.
      Por outro lado, a Bíblia menciona também alguns indivíduos que se afastaram de Deus e acabaram se arrependendo. Sansão, a respeito do qual é dito que “ele não sabia ainda que já o Senhor Se tinha retirado dele” (Juízes 16:20), clamou depois e a sua oração foi atendida (Juízes 16:28-30). Seu nome aparece entre os heróis da fé (Hebreus 11:32). Manassés foi talvez o pior rei hebreu, mas, após ser levado em cativeiro pelo exército assírio, ele se humilhou perante Deus e empreendeu uma significativa reforma religiosa em Judá (II Reis 21:1-18; II Crônicas 33:1-20). Esses exemplos revelam que mesmo casos aparentemente sem esperança podem ser revertidos, se a pessoa se humilhar perante Deus e clamar por socorro.
      O problema dos fariseus é que o orgulho e a autossuficiência os haviam endurecido a ponto de não mais perceberem os milagres de Cristo como sinais operados “pelo Espírito de Deus” para evidenciar a chegada do “reino de Deus” (Mateus 12:28). Como o arrependimento é a condição para o perdão dos pecados (Atos 2:38), eles jamais seriam perdoados enquanto continuassem atribuindo a Satanás a própria obra do Espírito Santo efetuada para levá-los ao arrependimento.
      Diante disso, podemos concluir que o pecado contra o Espírito Santo é jamais reconhecer os próprios erros. Enquanto a pessoa reconhece que está errada e que deve mudar, ela pode ter certeza de que não foi longe demais. Aqueles que indagam se por acaso não cometeram o pecado imperdoável, demonstram por essa atitude que sua consciência não perdeu completamente a sensibilidade. Quando a pessoa não mais reconhece seus próprios erros, ela se encontra no caminho perigoso. Mesmo assim, não podemos perder a esperança. Experiências como as de Sansão e Manassés revelam que mesmo pessoas totalmente degeneradas podem voltar a Deus, se derem ao Espírito Santo a oportunidade de realizar a Sua obra regeneradora.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Conte conosco para o que precisar.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • silvio costa em 27 de março de 2014 15:19

        Maiara costa; vejo que voçê tem um grande intereçe em divulgar a palavra de Deus mas seus ensinamentos são totalmente contraditorio a palavra de Deus, referente ao pecado contra o espirito santo, a biblia e clara Marcos cap 3 ver 29 qualquer, porem, que blasfemar contra o espirito santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juizo!! Horacio ferreira o pecado contra o espirito santo só é cometido por aqueles que tem pleno conhecimento, no caso dos fariseus eles sabiam que ninguem poderia realizar tais sinais se Deus não foçe com ele Joao cp 3 vs 2, mas no entanto para não perderem o estatus de representantes de Deus, Joao cp 3 vs 5 irem a Joao confessarem seus pecados e se batizarem nas aguas, atos cp 13 vs 24, preferiam dizer que Jesus expulsava demônios pelo pricipe dos demônios belzebu Mateus cp 12 vs 24, portanto o pecado contra o espirito santo e irreversivel imperdoavel e digno do juizo eterno, e qualquer outro ensinamento alem desse e procedencia maligna, quanto aos demais pecados todos podem ser perdoados proverbios cp 28 vs 13, e voçê maira costa se converta aõ verdadeiro Deus Jesus, 1:timóteo cp 2 vs 5 Isaias cp 9 vs 6, Joao cp 8 vs 58, exodo cp3 vs 14, Joao cp 1 vs 1 ao 14, porque Deus não levando em conta os tempos da ignorância, manda que todos os homens em todo lugar se arrependam, Atos cp17 vs30-31.



        • Maiara Costa - Equipe em 27 de março de 2014 15:42

          Olá Silvio!
          Obrigado por seu contato com o programa Na Mira da Verdade.
          E em que momento o meu comentário foi contraditório?!
          Um forte abraço.



          • silvio costa em 27 de março de 2014 19:42

            em tudo que se refere a blasfêmia contra o espirito santo , portanto fica claro que voçê não tem a instrução do mesmo para instruir ninguem, sendo assim seus ensinamentos são de proçedençia maligna para enganar os incautos. João cp14 vs26. 1: João cp2 vs27, mas Jesus te ama e quer fazer de te a sua testemunha, marcos 16-16 proverbios 28-13. AMEM.



          • Maiara Costa - Equipe em 16 de abril de 2014 12:30

            Olá Silvio!
            Bom dia.
            Perdoe a demora e respondê-lo é que a demanda de trabalho é grande!
            Continuo ainda pedindo a gentileza de que seja mais específico em me apontar o meu erro, pois tudo o que eu escrevi foi em conformidade com a Bíblia, desta forma, peço que faça a sua refutação da mesma forma, apontando onde biblicamente eu errei!

            Que Deus o abençoe grandiosamente.
            Um forte abraço.



  • Joel Ramos em 15 de abril de 2013 20:39

    Gostei muito deste testemunho, alma queimando eternamente é uma grande inverdade pregada por séculos!
    “O único que possui imortalidade” (1Tm 6.16) é Deus e o seu amor é eterno!



  • José Célio de Souza em 16 de abril de 2013 20:24

    Prezado Irmão Aristides:

    Parabéns pela sua firme decisão ao lado desta verdade sobre o inferno, tão bem esclarecida pelo irmão Leandro Quadros, com base na Sagrada Escritura. Poderíamos também imaginar o seguinte: por mais que um filho fosse rebelde, um pai jamais o lançaria numa fogueira, como forma de castigo, ainda mais numa fogueira a arder eternamente, onde esse filho ficasse gritando pelos séculos sem fim. Se um pai humano e pecador não é capaz de castigar o filho dessa forma, muito menos nosso Pai Celestial, que é amoroso e misericordioso!



  • jose alfredo barros barbods em 16 de abril de 2013 23:00

    muito intereçante esse estudo sobre o inferno vou estudar com muita atenção



    • Maiara Costa - Equipe em 17 de abril de 2013 9:39

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo José Alfredo!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Estude esse tema e conte conosco para o que precisar.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Rose Lemos em 17 de abril de 2013 15:31

    Estava justamente tentando explicar este tema para uma amiga que é evangélica e ao entrar na página do Na mira da verdade encontro esse texto em destaque, isso não pode ter sido por acaso.



    • Maiara Costa - Equipe em 17 de abril de 2013 18:02

      Olá estimada amiga e irmã em Cristo Rose!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      E não foi estimada amiga.
      Deus quer que seus filhinhos sinceros conheçam as verdades espirituais contidas em Sua Palavra.
      Que Deus te abençoe ricamente em seu evangelismo pessoal.
      Um forte abraço.
      Conte conosco para o que precisar.
      Equipe do Na Mira.



  • adaister em 18 de abril de 2013 13:14

    Olha aqui vamos para com essa palhaçada, preste bem a atenção, Deus é Espirito (Jo 4:24) em Gn 1:26 ele cria o homem conforme a sua imagem e semelhança (isto nos da entender que ele cria o homem primariamente em espirito) Já que no capitulo 2 de Gn não havia homem para lavra a terra, Já que um espirito conforme com Lc 24:39 não tem carne nem ossos. Por isso seria impossível ao homem lavra a terra sendo um espirito. Por esse motivo Deus em Gn 2:7 Ele cria o corpo, ou seja o tabernáculo para abita aquele espirito. Essa passagem é a que vocês mas insistem para tenta comprova que o ser humano é apenas matéria, mas vale apena fazer algumas ponderações sobre essa passagem (Gn 2:7) Vamos analisa uma expressão que aparecer nessa passagem em sua etimologia. A expressão é: “O folego de vida” em seu original se escrever: נִשְׁמַ֣ת חַיִּ֑ים o termo “vida” ai esta no plural. (Chayim) o sufixo “im” aparecer no final. Agora ai faz referencia a “Vidas” plural, essa passagem trata muito mas do que apenas da vida do ser material, mas também do seu ser espiritual. Existe inúmeras escrituras que posso cita para comprova isso (Zc 12:1, Hb 4:12, Mt 10:28, etc…) Por isso no minimo tenham um pouco de critério e creiam nessa doutrina que é extremamente bíblica, ok?



    • Maiara Costa - Equipe em 18 de abril de 2013 18:04

      Olá Adaister!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Primeiramente o texto de João 4:24 não tem por objetivo dar nenhuma definição de como é a aparência física de Deus, pois isso a Bíblia não revela, mas sim está descrevendo a natureza espiritual de Deus.

      Segundo: os relatos bíblicos de Gênesis 1 e 2 são na verdade o mesmo relato. O que ocorre é que em Gênesis 1 o autor apresenta a criação de maneira geral e em Gênesis 2 detalha como foi a criação do ser humano.

      Terceiro: a expressão fôlego de vida em Gênesis 2:7 não está no plural e a palavra utilizada não é Chayim.
      Análise de Gênesis 2:7.
      “Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”.
      Vamos analisar duas expressões importantes: Folêgo de vida e alma vivente.
      Quando Deus converteu os elementos da terra em um ser vivente, “soprou” o fôlego de vida nas narinas de Adão, até então um ser inanimado. Esse fôlego de vida é o “sopro do Todo Poderoso (Jó 33:4), ou seja, a centelha de vida.[1].
      Fôlego da palavra hebraica neshamah que corresponde a princípio ativo vital, vida.
      Ao ser comunicado ao homem, o neshamah (fôlego) é equivalente à sua vida; é a própria vida em si (Isaíasa 2:22; 1 Reis 17:17).
      Esse fôlego de vida no homem em nada difere do fôlego de vida dos animais, pois todos recebem sua vida de Deus (Gênesis 7:21,22; Eclesiastes 3:19).[2]
      A equação escriturística é muito clara: pó da terra (elementos terrestres) + fôlego de vida= ser vivente ou alma vivente.
      A união dos elementos da terra com o fôlego resultou numa criatura vivente ou alma.

      Alma Vivente do termo hebraico nephesh chayyah essa palavra tem vários significados: (1)Hálito, respiração (Jó 41:21); (2) vida (Gênesis 9:4,5; Jó 2:4,6; Salmo 31:13); (3) pessoa (Gênesis 14:21; Deuteronômio 10:22); (4) coração como sede das afeições (Gênesis 34:6; Cantares 1:7).
      Essa palavra é correspondente a grega psuche (alma no Novo Testamento).
      Biblicamente falando alma morre? (Ezequiel 18:4,20).
      Sendo assim a Bíblia não defende a existência de uma alma ou espírito imortais que sobrevivem após a morte (1 Timóteo 6:16).
      Analisemos agora a opinião de alguns comentaristas evangélicos sobre esse assunto.
      “Não se veja nestes textos qualquer alusão à teoria tricotomista, que supõe o homem composto de três partes distintas: corpo, alma e espírito. Mas o homem difere de todas as outras “criaturas viventes”, precisamente pelo modo como recebeu a vida, ou seja, do sopro de Deus. O homem é, pois uma alma”.Novo Comentário do Antigo Testamento, editora Vida Nova,p.9.

      “Observe as três declarações: Formou (yeiseir) Jeová ao homem do pó … e lhe soprou (neipah) nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser (heiyeih) alma vivente. O primeiro passo foi importantíssimo, mas o pó umedecido estava longe de ser um homem até que o segundo milagre se completasse. Deus comunicou a Sua própria vida a essa massa inerte de substância que Ele já criara e lhe deu forma. O fôlego divino permeou o material e o transformou em um ser vivente”. Comentário Biblico Moody,p.12
      Perceba que o homem NÃO PASSOU A TER uma alma, mas sim passou a SER UMA ALMA.

      [1]Nisto Cremos, editora CPB-Tatuí-sp,p.103.
      [2]Comentário Bíblico Adventista, editora CPB,p.205.

      Significados da palavra “espírito” na Bíblia.
      •Espírito pode ser traduzido como: vento (respiração – Gn 8.1), espírito (no sentido de alento, ânimo – Jz 15.19), atitude ou estado de espírito (Rm 8.15; 1 Co 4.21), sopro ou hálito de Deus (2 Ts 2.8) consciência individual (1 Co 2.11, primeira parte). O termo também é usado para se referir a seres pessoais: anjos e demônios (Hb 1.14; 1 Tm 4.1); a Cristo (1 Co 3.17 ) a Divina natureza de Cristo (Rm 1.4), à Terceira Pessoa da Trindade (Rm 8.9-11; 1 Co 2.8-12 ); a Deus Pai (Jo 4.24) e a pessoas vivas (Hb 12.22, 23).

      Explicação do texto de Hebreus 4:12

      “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração”. (Hebreus 4:12 RA)

      Esta expressão utilizada no livro de Hebreus, se encontra em um sentido figurado. As expressões “alma e espírito”, “juntas e medulas” descrevem até onde penetra a palavra de Deus. O valor desta figura de linguagem mostra que “vida” e “ânimo” são, pelo menos para os propósitos práticos, inseparáveis.

      Para a sua melhor compreensão, vamos analisar o sentido bíblico de alma e espírito.

      Alma

      No Novo Testamento, a palavra traduzida por alma sempre vem do grego “psuche”. Mas esta palavra também se acha traduzida às vezes por:

      a) Vida (S. Mar 3:4, S. Luc 6:9, etc.);
      b) Ânimo (Atos 14:2; Heb. 12:3, etc.);
      c) Coração (Efés. 6:6).

      Espírito

      Espírito é traduzido do hebraico “ruach”, que o léxico de Gesênio define como “espírito, fôlego, ar em movimento, brisa, vida, sede dos sentidos, afeições e emoções de várias espécies, etc”. A palavra espírito, no Velho Testamento, é sempre traduzida de “ruach”, exceto em Jó 26:4 e Prov. 20:27, onde o original é “neshamah”. “Ruach” é a maior parte das vezes traduzida por espíri¬to; mas muitas vezes foi traduzida por vento. (Todas as vezes que se encontra esta palavra no Velho Testamento, provem ela do original ruach) Outras vezes a tradução dá respiração (Sl. 104: 29, etc.). Outras, fôlego (Ecl. 3:19; etc.), sopro (Êxo. 15:8; etc.). Às vezes a tradução é ira, ar, tempestade, etc.

      Foi o paganismo que trouxe a principal e mais nociva perversão da doutrina bíblica. O ensino de que o corpo é mau e apenas um cárcere para a alma, ou espírito como querem alguns, é até mesmo grotesco e perigoso. Em vários períodos da história chegou-se a desprezar o corpo para que ele se consumisse logo liberando assim o espírito que é bom e eterno.

      Tanto a Bíblia como o nosso linguajar comum e poético não pervertem as coisas. Por exemplo, quando a Bíblia diz que “saiu-lhe a alma e expirou”, quer simplesmente dizer: morreu. Quando dizemos “quer uma mãozinha?”, “estou distante mas minhas mãos estão estendidas até você”; não pensamos em mão pequena nem mão de borracha, apenas entendemos” “estou pronto para ajudá-lo”.

      Quando dizemos “põe a mão na consciência”, ninguém entende que a mão tem tal capacidade; entendemos: “dá uma refletida no assunto”.

      Quando Jesus disse temei aqueles que podem matar o corpo e a alma, Ele deu-nos a entender duas coisas:

      1) Para aqueles que pensam que a alma é imortal Ele disse: cuidado; pois ela pode morrer;

      2) O sentido correto e simples é: “cuidado com morrer sem estar preparado para a vida eterna, pois que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida” (alma)?

      Quando ouvimos parlamentares falando “porque o espírito de nossa constituição (leis) aponta para a moralidade …, etc”, não entendemos que a lei tenha um ente ou ser em si mesma, mas sim que “o sentido, a direção, a intenção da lei aponta para a moralidade, …, etc.”

      As expressões corpo, alma, espírito, coração, rins, pés, mãos, usadas na Bíblia podem receber a interpretação normal que damos a elas sem o vício da interpretação pagã.

      Portanto a expressão “alma” e “espírito” em Hebreus 4:12 podem ser consideradas como se referindo ao nosso ser mais íntimo, mais pessoa. Deus, e Sua Palavra, alcançam o nosso mais profundo ser ajudando-nos a perceber nossas falhas e nos entregarmos completamente à vontade de Deus.

      Explicação de Mateus 10:28
      MATAR A ALMA

      Cristo disse: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (MT 10.28). Isso prova que a alma e o corpo são duas coisas distintamente diferentes. O corpo pode ser destruído e a alma permanece. Portanto, a alma é uma entidade separada, que vive para sempre depois da morte do corpo.
      Aqueles que ensinam a doutrina da imortalidade da alma não ensinam somente que as almas dos justos vivem. Ensinam que, embora o corpo seja destruído, a alma não é. Mas este texto explicitamente diz que é possível “fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”. Em outras palavras, é possível “matar a alma”. Certamente, este é o último texto no mundo que o defensor da alma imortal deveria apresentar para apoiar sua crença.
      Mas o crente na imortalidade da alma nos lembrará que o texto no mínimo deixa claro que o corpo é uma coisa e a alma outra e portanto, a alma deve ser considerada uma entidade separada. A palavra grega aqui traduzida por “alma” é psiquê. Isso ocorre em cada exemplo onde a palavra “alma” é encontrada no Novo Testamento na Versão King James. Mas, há muitos exemplos onde psique é traduzida por “vida”. Os tradutores, que não eram inspirados, mas eram crentes em uma alma imortal, variaram a tradução de psiquê de acordo com sua melhor compreensão, e inevitavelmente através dos olhos de sua teologia. Não questionamos sua honestidade, somente sua exatidão.
      Note as seguintes palavras de Cristo conforme traduzidas na Versão Almeida Revista e Atualizada: “Porquanto, quem quiser salvar a sua vida [psiquê] perdê-la-á; e quem perder a vida [psiquê] por minha causa achá-la-á. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma [psiquê]? Ou que dará o homem em troca da sua alma [psiquê]?” (Mt 16.25, 26).
      Obviamente, os tradutores não podiam traduzir psiquê no verso 25 como “alma” sem criar um dilema teológico de primeira ordem. No verso 26, “perder a psiquê” significa perdê-la no fogo do juízo que devorará os condenados. Mas, no verso 25, Cristo diz que é possível um homem “perder a psiquê” por Sua causa! Os tradutores resolveram um dilema e salvaram sua doutrina da imortalidade da alma traduzindo psiquê como “vida” no verso 25 e como “alma” no verso 26. Poderíamos acrescentar que os tradutores da American Standard Version e os tradutores da Revised Standard Version traduzem psiquê como “vida” em ambos os versos.
      Voltemos agora a Mateus 10.28: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma [psiquê]; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma [psiquê] como o corpo”. Quando a palavra “alma” é substituída por “vida”, como pode adequadamente ser qualquer aparência de um argumento para a doutrina da imortalidade da alma desaparece. De fato, o texto torna-se um dos mais fortes em apoio da doutrina de que virá o dia em que os ímpios terão sua própria vida destruída. E, se isso não significa aniquilamento final, não sabemos como este significado poderia ser transmitido em palavras.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • adaister em 18 de abril de 2013 20:30

        Minha cara Mayara Costa, com todo repeito com sua pessoa, mas creio que você não deve ter me entendido, por isso me respondeu dessa forma. Espero que depois dessa minha refutação você venha a se retratar. Primeiro a palavra para vida usada nessa passagem de Gn 2:7 realmente é (chay) porem em sua forma pluralizada. Vou explica usando o original Hebraico. Note {נִשְׁמַ֣ת חַיִּ֑ים} Traduzido temos a expressão “Sopro de Vida” Agora nos concentraremos no substantivo supracitado (Vida) Esse termo se encontra PLURALIZADO nessa passagem. Note o sufixo que aparecer no final da palavra (ים) Yod, Hireq, e Mem, essas 3 letras formam o sufixo. Existem 3 números no substantivo Hebraico singular, Dual, e Plural, esse esta na categoria de Plural sem definição numérica. Então podemos concluir que a palavra “Vida” nessa passagem, esta indicando mas do quer meramente a vida material. Agora voltando a questão dos 2 primeiros capítulos de Gn. Realmente obtemos ai duas criações distintas do homem, primeiro em “espirito” posteriormente Deus cria uma casa, ou um tabernáculo feito do pó da terra para abriga aquele espirito. Podemos atesta isso em Gn capitulo 5:2 a onde descreve a criação do homem e da mulher, e os chamam de (Adão) Em Hebraico {אָדָ֔ם} Nos mostra clara e objetivamente que ambos, tanto mulher como homem foram considerados “homem” no dia em que ambos foram criados. Por esse motivo Eva não foi formada do pó da terra como Adão, mas foi tirada do mesmo, ela era parte de Adão. Poque já existia com o mesmo antes mesmo de Adão se revesti de um corpo de carne. Podere essas minhas afirmações, e por favor estude mas o Hebraico, sei que não foi sua intenção, mas por favor. ok?



        • Maiara Costa - Equipe em 19 de abril de 2013 12:41

          Olá Adaister!
          Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
          Com todo o respeito a sua opinião amigo não irei me retratar, pois o estudo que apresentei está embasado não em apenas um texto da Bíblia, mas numa visão hoslítica da natureza do homem, e isso está de acordo com as regras de exegese e hermenêutica.
          Agradeço a sua sugestão de me incentivar a estudar mais o hebraico e resolvi fazer uma pesquisa.
          וַיִּיצֶר יְהוָה אֱלֹהִים אֶת־הָֽאָדָם עָפָר מִן־הָאֲדָמָה וַיִּפַּח בְּאַפָּיו נִשְׁמַת חַיִּים וַֽיְהִי הָֽאָדָם לְנֶפֶשׁ חַיָּֽה׃ Gênesis 2:7
          A palavra fôlego- נשמה- nĕshamah.
          A palavra vida- חי chay.
          Essa pesquisa foi feita no site: blueletterbible.org no léxico de Strong- hebraico-texto massorético.
          E de acordo com o erudito Stanley Horton, em seu livro: O que a Bíblia diz sobre o Espírito Santo,p. 12 seu argumento em torno da palavra vidas é injustificado: “No hebraico, o plural é freqüentemente usado para representar plenitude, ou algo que flui.{Água sempre está no plural em Hebraico).
          É usado, também, para alguma coisa que revela muitos aspectos ou expressões. (As palavras face e céu também estão sempre no plural em Hebraico).
          A atenção em Gênesis 2.7, portanto, não recai no tipo de vida tanto quanto na origem da vida. O “fôlego de vida” pode simplesmente significar o fôlego ou Espírito de Deus que produz a vida, que dá ao homem seu “fôlego vital” ou sua “faculdade da vida”.(12)
          De qualquer maneira, o Novo Testamento compara aquilo que Adão recebeu com o que
          Cristo é. Ele, o Último Adão, é mais do que uma alma vivente. Ele é um Espírito vivificante”. (1 Coríntios 15.45)”.
          Que Deus te abençoe grandiosamente.
          Um forte abraço.
          Equipe do Na Mira.



          • adaister em 19 de abril de 2013 15:53

            Olá Mayra Costa!
            Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração. Primeiro: O substantivo Hebraico tanto para o masculino, quanto para os femininos, a terminação do plural geralmente expressa a pluralidade, mas também pode expressar idéias abstratas ou títulos enfáticos. Como podemos ver no termo אֱלֹהִ֑ים (Elohim) e outros. Os substantivos no singular podem também expressar um significado coletivo. עֵ֣ץ (Arvores) Para muitos substantivos, as formas básicas são idênticas no singular e no plural. Como em fim é o caso do שָּׁמַ֖יִם (Céu) Mas esse não é o caso do termo חַיִּ֑ (Vida) o mesmo só pode ser flexionado se em uma sentença o mesmo (o substantivo vida) representa mas do quê meramente uma única vida, Já que diferente da palavra “Céu” ele tem sua forma simples (ou seja singular) e sua forma plural.



          • Maiara Costa - Equipe em 22 de abril de 2013 16:56

            Olá Adaister!
            Que a graça e a paz de Jesus permaneçam sempre em seu coração.
            A Bíblia como já foi aprensentado à você diversas vezes não defende a crença na imortalidade da alma, contudo amigo você tem a liberdade de querer permanecer crendo nisso.
            O que ocorre é que não irei mais ficar debatendo em relação a esse assunto, pois tenho outras pessoas para atender. Esse artigo mesmo já lhe dá embasamento suficiente para perceber que Deus nunca ensinou isso em Sua Palavra, mas enfim, fique a vontade para continuar crendo nisso.
            Faço minha as palavras do psquiatra Timothy Jennings que a crença na existência de um inferno eterno faz mal para a saúde mental.
            Já lhe recomendei uma literatura abalisada para a sua analise, fique a vontade em querer adquirir para ler ou não. Caso tenha interesse em debater com alguém que conheça o espiritismo melhor do que eu, posso te dar uma excelente indicação.
            Mas peço desculpas pois agora irei atender outras pessoas.
            Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
            Um forte abraço.
            Equipe do Na Mira.



  • Carlos em 18 de abril de 2013 20:31

    Olá irmãos e amigos do programa Na Mira da Verdade. Gostaria de fazer um comentário sobre o que foi dito no comentário anterior. Que os relatos de Gênesis 1 e 2 fazem parte de um único evento e não de dois eventos diferentes, basta ler Mateus 19:4-6. O Senhor Jesus afirma:

    “Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez [GÊNESIS 1:26 E 27], E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? [GÊNESIS 2:24] Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.” Mateus 19:4-6.

    Jesus considerava os dois capítulos como sendo um único evento na questão da criação do homem.

    Um abraço e fiquem com Deus.



    • Maiara Costa - Equipe em 18 de abril de 2013 21:44

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Carlos!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por seu comentário amigo.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



    • adaister em 18 de abril de 2013 21:53

      Sim, assim eu creio meu amigo, as duas etapas fazem parte de uma única criação. Eu fiz uma analise honesta de ambas as passagens. No principio Deus os constituiu Macho e Fêmea (Gn 1:26) Mas adiante Deus retira de Adão o seu lado feminino, e assim cria dois seres distintos.



      • Maiara Costa - Equipe em 19 de abril de 2013 12:54

        Olá Adaister!
        A Bíblia não dá margem para essa sua interpretação.
        Pois, ambos foram criados distintos e não posteriormente.
        “Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra”. Gênesis 1:26-28.

        As duas palavras “Homem-macho no hebraico” e mulher-fêmea no hebraico”, são traduções de adjetivos hebraicos que indicam OS DOIS SEXOS. Sendo assim eles sempre foram distintos.

        Mais adiante o escritor do livro de Gênesis detalha como foi a criação de ambos e não defende uma nova criação para que houvesse distinção.

        Que Deus te abençoe grandiosamente.
        Um forte abraço.
        Equipe do Na Mira.



      • Osmar Ferreira em 26 de abril de 2013 21:29

        Adaister, para uma compreensão da Palavra de Deus ou para uma compreensão melhor da Palavra de Deus, só por intermédio do Espírito Santo, principalmente quanto ao tema. Portanto, não tem como uma pessoa que nega Verdades da Palavra de Deus , que desobedece partes da Palavra de Deus e rejeita partes da Palavra de Deus receber o Espírito Santo ou o Espírito Santo conduzir essa pessoa a Verdade, já que Deus só outorga o Espírito Santo aqueles que O obedecem(Atos 5:32), por isso algumas pessoas tem dificuldade para entender esse e outros assuntos da Palavra de Deus, como é o seu caso. Observe que “antes do Sangue de Jesus” a Palavra de Deus declara que em caso de morte, tanto o homem quanto o animal “vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão”(Ecles. 3: 19,20- Gen. 1:30- 2:19- 6: 17- 7:15,22,23). Segundo sua heresia que aqueles animais que morriam “antes do Sangue de Jesus” estavam junto com Samuel, Eliseu, Davi, Daniel, Abraão e após o sangue de Cristo foram juntos para outra dimensão.

        Observe Davi falando da sua morte afirmou que iria “pelo o caminho de todos os mortais”(I Reis 2:2). Os animais também são mortais, o que dignifica que segundo a sua heresia foram para outra dimensão juntamente com Davi, já que a Palavra de Deus afirma que tanto o homem quanto o animal “vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão”
        “Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais, que perecem. Salmos 49:12
        “Como ovelhas são postos na sepultura; a morte se alimentará deles e os retos terão domínio sobre eles na manhã, e a sua formosura se consumirá na sepultura, a habitação deles. Salmos 49:14
        O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem. Salmos 49:20
        A Verdade é que os que crêem em Cristo como diz as Escrituras e querem viver de toda Palavra que procede da boca de Deus( João 7:38,39-Mat. 4:4), sabem que os que: “O homem, porem, morre e fica prostrado; expira o homem e onde está? Como as águas do lago se evaporam, e o rio se esgotam e seca, assim o homem se deita e não se levanta; enquanto existirem os céus, não acordará, nem será despertado do seu sono” (Jô 7:9,10 e 14: 7 a 12). E, que só sairão da sepultura ( e não de outra dimensão) na volta gloriosa de Jesus, senão veja:
        “Irmãos, não queremos que vocês sejam ignorantes quanto aos que dormem,… …o próprio Senhor descerá do céu, e os mortos em Cristo (ressuscitarão) primeiro. Depois disso, os que estivermos vivos seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro com o Senhor nos ares. E assim estaremos com o Senhor para sempre. (1 Tessalonicenses 4:13-17)
        Não vos maravilheis disto; porque vem a hora em que todos os que estão nos (sepulcros )ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação (João 5:28-29)
        Osmar Ferreira-nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br



  • James Polke em 19 de abril de 2013 15:55

    A Farsa da Liberdade Religiosa na IASD

    “Muitos países ao redor do mundo têm maravilhosas constituições que garantem a liberdade religiosa e os direitos humanos, mas estão entre os piores perseguidores. O que é importante é trabalhar com pessoas que desenvolvam uma apreciação pelos conceitos fundamentais de liberdade e tolerância. Como comunidade de fé dedicada a esses valores, a Igreja Adventista está comprometida a fazer tudo o que for possível para promover e desenvolver a liberdade de consciência e a tolerância religiosa em cada nação.” — Jonathan Gallagher, diretor mundial da Igreja Adventista nas Nações Unidas.
    (Fonte: http://www.igrejaadventista.org.br/asn/XcNewsPlus.asp?cmd=view&articleid=223)

    O noticiário oficial da Adventist Review reproduz nesta semana uma conclamação do presidente da Associação Geral, Jan Paulsen, às igrejas adventistas de todo o mundo: “Lembrem-se e orem pelos perseguidos no Turcomenistão…” Com toda a certeza, Jan Paulsen se esqueceu dos perseguidos da igreja de Poá, SP, e muitos outros perseguidos na Igreja Adventista do Brasil.

    A “liberdade religiosa” na Igreja Adventista é uma FARSA! Não existe liberdade religiosa quando um Princípio Fundamental de Justiça é sistematicamente violado pela Administração.

    Constrangem a comissão da igreja com toda a sorte de pressões e não permitem ao acusado se defender.
    Na maioria dos casos, o membro excluído fica sabendo somente depois da votação que seu caso foi tratado.
    Em outras ocasiões, oferecem cinco minutos para o acusado se defender, depois de um sermão acusatório de uma hora em que o pastor “fez a cabeça” dos membros da igreja.
    Quando o acusado procura estender o seu tempo, fazem a congregação cantar hinos!
    Quando o pastor perde na votação, fazem como o pastor Acílio Alves no caso do Ricardo Nicotra: repetiu a votação por três vezes, sempre depois de uma nova pregação, até levar a congregação à exaustão e ganhar a maioria dos votos.
    Nunca apresentam testemunhas dos fatos e as acusações são sempre genéricas e vazias.
    Na maioria dos casos, o presidente e departamentais da Associação estão presentes e são os que tomam a iniciativa de quebrar o Manual da Igreja.
    Comparecem sempre com uma tropa de pastores para intimidar os membros da igreja. No caso do Ricardo Nicotra, eram oito pastores!



    • Maiara Costa - Equipe em 23 de abril de 2013 12:14

      Olá James!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Se formos levar em conta essa linha de raciocínio, então a própria Bíblia está errada e restringe liberdade religiosa, pois o próprio Cristo e o apóstolo Paulo recomendaram que certos membros fossem removidos do rol de membros da igreja se estes por sua atitude e comportamento não quisessem mais permanecer.
      Mateus 18:15-18; 1 Coríntios 5:1-5; 1 Timóteo 5:20,22,24.
      Como é o procedimento de remoção de um membro?

      REMOÇÃO DE MEMBROS

      “Se teu irmão pecar contra ti, vai argui-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão. Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus” (Mt 18.15-18).

      Veja os passos que Mateus 18 dá antes de a igreja tomar a decisão de remover o membro:
      1o – Conversar a sós com a pessoa quando estiver em pecado – Se ele ouvir e parar de pecar (ou reconciliar-se com seu ofensor), não precisa nem mesmo disciplinar este irmão (o aspecto da disciplina depende da avaliação do caso, por parte da comissão).
      2o – Se não ouvir, levar juntamente dois ou três irmãos da igreja para exortá-lo.
      3o – Se ele não atender, dizer à igreja – (Pode ser a Comissão, que poderá designar mais alguém para visitar esta pessoa e convida-la a abandonar o erro).
      4o – Se recusar aos apelas da igreja, deve considerá-lo um gentio ou publicano (como alguém fora da igreja, remover seu nome do rol de membros).
      Vemos que a Bíblia recomenda a remoção “desde que” sejam dados “todos estes passos” na busca da ovelha perdida. Caso contrário, não. Não se deve sair tirando o nome das pessoas por qualquer motivo – devem ser seguidos estes passos dados por Jesus.
      Também não devemos, quando a pessoa rejeita insistentemente aos apelas feitos, deixar que continue fazendo o que quiser; isto seria “permitir o pecado”, o que trairia maldição para toda a igreja. Lembremos de Israel que, por causa do pecado de um, os outros não foram abençoados (não foram abençoados porque “permitiram o pecado”). Quando são seguidos estes passos e a pessoa atende aos apelos, jamais deveria ser removida; pode passar, sim, por uma disciplina. A disciplina adverte a outros, a não incorrerem no mesmo erro. Se tal pessoa não parar de pecar após terem sido seguidos os passos de Mateus 18, a remoção será necessária.
      Deus está preparando um povo santo para levar ao céu e por isso não devemos julgar as pessoas, pois não é este o propósito de Deus, mas como líderes, nós não devemos permitir o pecado na igreja, pois fazendo isto, estaríamos incentivando o mesmo.
      Muitos podem pensar: “Se ele fez e não foi punido, então também vou fazer… não vai acontecer nada mesmo…”. Percebeu o problema? Deve-se haver “equilíbrio” e ter a direção do Espírito Santo para decidir sobre a exclusão de um membro, não esquecendo que o objetivo desta é levar o errante ao arrependimento.

      Esse é o método adotado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, a remoção do membro só é feita se a igreja como um todo concordar. A forma de governo da Igreja Adventista do Sétimo Dia é representativa (democrática).
      Esse modelo reconhece que a autoridade da igreja repousa nos seus membros e é expressa por meio de representantes devidamente eleitos em cada nível da organização, com a responsabilidade executiva delegada a entidades e oficiais representantes para dirigir a igreja no nível respectivo. Essa forma de governo reconhece também que a ordenação ao ministério é mundialmente aceita pela Igreja.
      “Cada membro da igreja tem participação na escolha dos oficiais da igreja.
      O presente sistema organizacional da Igreja é resultado da crescente compreensão teológica em relação à sua missão, ao aumento de membros e à sua expansão geográfica.
      O corpo de membros em cada um desses níveis convoca reuniões de negócios formais, conhecidas como assembléia. (A assembléia de uma igreja local é geralmente chamada de reunião administrativa.) Na estrutura da Igreja Adventista do Sétimo Dia, nenhuma entidade determina seu próprio status nem suas funções como se não tivesse obrigações para com a família da Igreja além de seus próprios limites. (Manual da Igreja,Tatuí-SP, Casa Publicadora Brasileira, p.p 28,29).

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • José Renato Serra de Oliveira Alves em 19 de abril de 2013 18:52

    O Silas Malafaia precisa ler isso. Porque ele é um daqueles que acreditam que o inferno, é um que os não salvos sofrerão eternamente.



  • Brenda em 19 de abril de 2013 19:57

    Pastor, sou adventista há alguns meses e sempre gostei de ouvir músicas. E mesmo adventista, nunca considerei ser errado, pois, além de não atrapalhar a minha vida espiritual, seleciono aquelas com letras bonitas (por exemplo Jason Mraz, Michael Bublé, etc… algumas são antigas também). A minha pergunta é: eu devo parar de ouvir esse tipo de música? Só devo escutar as músicas da Igreja?



    • Maiara Costa - Equipe em 22 de abril de 2013 16:44

      Olá estimada amiga e irmã em Cristo Brenda!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Deus nos criou para termos uma vida de propósito (Isaías 43:7) e tudo aquilo que nós fizermos deve ser para a honra e glória dEle (1 Coríntios 10:31). Sabemos pela Bíblia que Deus é o único que tem acesso livre a nossa mente (1 Reis 8:39; Hebreus 4:13), portanto o inimigo tenta entrar em nossa mente com outros métodos e recebemos o conselho bíblico de guardar bem o nosso coração, ou seja, a nossa mente (Provérbios 4:23) contra ele. Das muitas coisas que o inimigo utiliza para invadir a nossa mente está a música que pode ser usada tanto por ele como por Deus. Com relação à sua pergunta sobre ouvir música secular a pergunta que você deve fazer é que proveito como cristão e como pessoa está tendo ao ouvir esse tipo de letra e melodia.
      A Bíblia diz que as coisas que devemos pensar são: as verdadeiras, respeitáveis, justas, puras, amáveis, de boa fama, virtuosas e louváveis (Filipenses 4:8), será que a música secular produz esse tipo de pensamentos?
      Visto que nós já temos uma mente impura por causa de nossa natureza pecaminosa (Romanos 3:10-12,23; 5:12), então porque alimentar mais pensamentos impuros ouvindo ou assistindo coisas que não acrescentarão em nada na nossa vida pessoal e espiritual?
      A música que devemos ouvir é aquela que nos aproxima de Deus e desperta em nós o desejo de sermos como Ele (Gátalas 5:22,23). Ouvir música secular em si pode até não ser pecado, contudo pode nos levar a pecar, pois a música tem um grande potencial de influenciar o nosso comportamento e caráter.
      “Guarda o teu coração”, é o conselho do sábio; “porque dele procedem as fontes da vida”. Como o homem imagina em sua alma,assim ele é” Provérbios 4:23; 23:7. O coração deve ser renovado pela graça divina, ou será em vão buscar pureza de vida. Aquele que tenta formar um caráter nobre e virtuoso, independentemente da graça de Cristo está construindo sua casa sobre a areia movediça. Nas violentas tempestades da tentação certamente será derrubada. A oração de Davi deve ser a súplica de toda a alma: “Ó Deus, cria em mim um coração puro e dá-me uma vontade nova e firme”. Salmo 51:10. Contudo, temos uma obra a fazer para resistir à tentação. Quem não deseja ser presa das armadilhas de Satanás deve guardar bem as avenidas para o coração, evitando ler, ver e ouvir qualquer coisa que sugira pensamentos impuros. A mente não deve ser deixada a divagar à toa em qualquer assunto que o inimigo possa sugerir. “Estejam prontos para agir”, diz o apóstolo Pedro, “continuem alertas, e não deixem que a vida de vocês sejam dominadas por aqueles desejos que vocês tinham quando eram ignorantes. Pelo contrário, sejam santos em tudo que fizerem, assim como Deus, que os chamou, é santo” 1 Pedro 1:13-15.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Anderson Ferreira em 19 de abril de 2013 23:24

    Eu agradeço a Deus pela existência desse Blog, e pelo compromisso que vocês possuem
    com a verdadeira palavra de Deus. Confesso que estava pirando com essa doutrina do tormento eterno, pois não conseguia acreditar como um Deus de amor conseguiria ver os ímpios queimando eternamente, e sem sentir nenhum tipo de remorso.

    O meu Pastor disse que Deus o arrebatou enquanto dormia para o Inferno, e lá (se não me falhar a memória ele viu muita gente em uma grande fila, e também o lago de fogo) nesse mesmo dia eu fiquei muito triste e quase desanimei, dizia pra Deus que isso não fazia sentido essa tortura terrível não concordava com isso de jeito nenhum!!

    E olha só essa: há relatos de pessoas que viram celebridades como Michael Jackson lá
    no Inferno. com todas essas informações que eu julgava ser verdadeira eu quase entrei em depressão e, até cheguei a duvidar do verdadeiro amor de Deus!

    Muito obrigado por ajudarem a esclarecer essa que pra mim era a maior dúvida, sinto que posso respirar aliviado agora, UFA!!

    Que o Senhor Jesus continue abençoando a todos!!

    Obs: Sou fã nº1 do programa Na Mira da Verdade



    • Maiara Costa - Equipe em 22 de abril de 2013 16:30

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Anderson!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Que Deus seja louvado amigo por você ter sido liberto de suas duvida em relação a esse assunto.
      Ficamos muito felizes em saber que esse material o ajudou.
      Muito obrigado por seu carinho e confiança nesse ministério.
      Conte conosco para o que precisar.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Diogo em 20 de abril de 2013 10:52

    Geena

    Palavra hebraica transliterada para o grego geena, que se encontra nas seguintes 12 passagens: Mateus 5: 22, 29, 30; 10:28; 18:9; 23:15, 33; Marcos 9:43, 45, 47; Lucas 12:2; Tiago 3:6.

    Seria Lucas 12:5



    • Maiara Costa - Equipe em 22 de abril de 2013 15:02

      Olá amigo Diogo!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por sua correção.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • JOSE ALFREDO BARROS BARBOSA em 21 de abril de 2013 21:11

    LEANDRO QUADROS ENVIA PRA MIM UM ESTUDO SOBRE 1PEDRO 4.6 estou esperando..



  • FABIO COSTA em 22 de abril de 2013 10:39

    COMO PODEMOS VER POR ESTE DEBATE ACIMA O DIABO ENGANA MESMO AS PESSOAS,FAZ COM QUE ELAS TIREM PELO DE OVOS COMO DIRIA NOSSO PROFESSOR. POIS ONDE NA BIBLIA SE TIRA TODA ESSA TEORIA IMPOSTA POR NOSSO IRMÃO ADAISTER?



  • adaister em 22 de abril de 2013 18:31

    Entenda uma coisa Mayara, antes do Sangue de Jesus todos que morriam iam para o Hades, palavra grega para Seol que significa sepultura. O termo haídes é o equivalente grego da palavra hebraica she’óhl, usualmente trasnsliterada para o português por Seol. Que ambas possuem o mesmo significado pode ser constatado ao se comparar a primeira tradução efetuada do texto das Escrituras Hebraicas para o grego na Septuaginta, ou versão dos LXX, produzida no Século III aC. Esta tradução emprega a palavra haídes 60 vezes para traduzir a palavra hebraica she’óhl. Em Atos 2:27 surge outra evidência disto visto que o escritor usa a palavra grega haídes ao traduzir a citação que o apóstolo Pedro fez do Salmo 16:10, onde surge a palavra hebraica she’óhl. De modo inverso, várias modernas traduções hebraicas das Escrituras Gregas Cristãs usam a palavra “Seol” para traduzir Hades em Revelação ou Apocalipse 20:13, 14, e a tradução siríaca usa a palavra aparentada “Shiul”.Existe ainda uma outra palavra grega que surge doze vezes no texto bíblico e que é às vezes confundida com Hades. Trata-se da palavra grega géenna (uma forma grega do termo hebraico Geh Hinnóm ou “Vale de Hinom”) e usualmente transliterada em português para Geena. Uma análise imparcial e abrangente de todas as ocorrências da palavra “Seol” ou “Hades”, incluindo o contexto em que surgem, revela que estão sempre associadas com a morte e os mortos, não com a vida e os vivos. Essas palavras, intrinsecamente, não contêm nenhuma idéia ou sugestão de prazer ou de dor. A palavra latina correspondente a Hades é inférnus (às vezes ínferus). Esta palavra significa “o que jaz por baixo; a região inferior”, e se aplica bem ao domínio da sepultura. Ela é assim uma apta aproximação dos termos grego e hebraico, não no significado que a palavra portuguesa inferno veio a ter no imaginário popular, como um lugar de tormento ardente, mas sim como o lugar figurativo dos que estão mortos. Muito bem, o acesso para vivos e mortos era o Seol, de onde Samuel “saiu”, fato permitido também com Elias e Moisés no Monte da Transfiguração. Após o Sangue de Jesus ser derramado, os mortos, espiritualmente falando saíram desse lugar, e foram para uma outra dimensão. Leia:
    50 E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. 51 E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras; 52 E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados; 53 E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos.
    Mateus 27
    Esses corpos foram vistos, mas não tornaram a viver neste mundo.



    • Maiara Costa - Equipe em 23 de abril de 2013 10:08

      Olá Adaister!
      Bom dia.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Depois dessa sua explanação como ainda não entendeu que a Bíblia não defende a imortalidade da alma?
      Entenda que nenhum desses termos hebraicos e gregos mencionados no e-mail dão margem para essa interpretação da existência de vida após a morte.
      Outro ponto não foi Samuel que apereceu a Saul em 1 Samuel 28.
      Algumas pessoas querem ver no relato da Feiticeira de Endor uma prova da imortalidade da alma. Seria isso correto? É ou não possível comunicar-se com os espíritos de pessoas falecidas? Foi ou não Samuel quem apareceu na sessão espírita de En-Dor? Tertuliano, Jerônimo, Lutero e Calvino acreditavam que um demônio apareceu em forma de pessoa, personificando Samuel.
      Examinemos a narrativa em questão. Saul ordenou aos seus servos: “Buscai-me uma mulher que tenha o espírito de feiticeira, para que vá a ela e a consulte.” (I Sam 28:7). Encontraram tal mulher em Endor. A mulher indaga: “A Quem te farei subir? E disse ele (Saul): Faze-me subir a Samuel. ” V.11. Um momento depois, declarou a mulher: “Vejo deuses que sobem da terra … vem subindo um homem ancião, e está envolto numa capa.”Vs. 13 e 14. “Samuel disse a Saul: por que me desinquietaste, fazendo-me subir? … O Senhor entregará também a Israel contigo na mão dos filisteus, e amanhã tu e teus filhos estareis comigo.” Vs. 15-19.
      Esta narrativa não diz coisa alguma acerca de ter o profeta Samuel descido do Céu nessa ocasião. Saul usa a palavra “subir”, “sobem da terra”, “subindo”. E a Samuel são atribuídas palavras equivalentes: “Fazendo-me subir”. Se há quem possa alegar essa trágica narrativa para apoiar seus pontos de crença, são-no justamente os que, como nós, creem que os mortos, ao voltarem à existência, “sobem da terra”. Mas, ao buscar provas relativamente ao estado dos mortos, não achamos seguro confiar nos acontecimentos e conversações de uma sessão condenada por Deus. Todavia, como os crentes na imortalidade da alma apelam para essa sessão, desejaríamos perguntar-lhes como harmonizam todas essas afirmações com a sua crença. Como pode “subir” ter o sentido de “descer”?
      Voltando à narrativa, vemos que ela assim descreve o pretenso Samuel: “Um homem ancião,… envolto numa capa.” Seria este o aspecto de um espírito imortal? Assumiria ele forma corpórea? Em caso afirmativo, onde obtém o corpo? Se responder que houve ressurreição, replicaremos que tal alegação prejudica o caso, em vez de prová-lo. Cremos, sim, que os mortos hão de ressurgir. Não cremos, entretanto, que o diabo tenha poder para tal, e é certo que Deus não estava com essa feiticeira, que, aliás, se achava sob o divino edito de morte, em virtude de praticar a arte mágica. Dizer, pois, que houve ressurreição, tão somente aumenta o embaraço. (Ver as seguintes passagens, relativamente à divina sentença de morte contra as feiticeiras: Lv. 20:27; Dt. 18:10 e 11. O espírito que as dirigia não vinha, pois, de Deus, mas do diabo.)

      Ora, diz-nos o registro, mais adiante, que Saul culminou com o suicídio, o seu procedimento pecaminoso. (I Sm. 31:4) Entretanto, o suposto Samuel, predizendo a morte de Saul, declarou: “Amanhã tu e teus filhos estareis comigo”. Onde, pois, estava Samuel, se o suicida Saul iria estar com ele? Efetivamente, é de se admirar que os que crêem na doutrina da imortalidade inerente ao homem, se apoiem nesse relato bíblico, porquanto assim procedendo, fazem Samuel “subir” da “terra” quando, segundo o ponto de vista deles mesmos, ele deveria estar no céu; e fazem o ímpio Saul habitar com o santo Samuel, quando ele deveria, segundo ainda o seu ponto de vista, estar com os demônios no inferno.
      Por que, no entanto, fala o relato em Samuel, se ele ali não se achava de fato? O registro não diz que Saul viu a esse suposto Samuel, pois quando a feiticeira gritou, ele perguntou: “Que é o que vês” E um momento depois: “como é sua figura?” Se Samuel tivesse realmente estado ali, por que não teria visto Saul? Porventura unicamente só os olhos da bruxa eram capazes de ver “o homem ancião envolto numa capa?” Lemos que Saul “entendeu” que era Samuel. Quer dizer que Saul percebeu, concluiu, em resultado da descrição dada pela feiticeira, que Samuel estava presente.
      Era o maligno o inspirador das atividades da feiticeira, e o maligno é o embusteiro por excelência. Concluímos, pois, que essa mulher estava enganando a Saul. Ela, iludida também pelo diabo, provavelmente pensou que via Samuel. Saul, por sua vez, aceitou sua explicação. A narrativa bíblica simplesmente descreve, pois, essa sessão espírita em termos das suposições da feiticeira e de Saul. Temos no relato uma linguagem de aparência, recurso empregado em literatura. Quando a narrativa diz “Samuel”, podemos compreender significar simplesmente aquela aparição produzida pelo diabo, a qual sem dúvida se verificou, e que eles supunham ser Samuel.
      O livro de Crônicas complementa o relato bíblico ao dizer que Saul morreu por causa da sua transgressão contra o Senhor e também porque buscou a adivinhadora para a consultar e não buscou ao Senhor (I Cr 10:13 e 14). Precisaríamos acrescentar mais alguma coisa ao patético episódio?

      Análise do Caso: Dentre as muitas provas contra a opinião de que Samuel apareceu naquela ocasião, destacam-se:
      a) Nem a médium nem o seu espírito de mediunidade exerciam qualquer poder sobre a pessoa de Samuel. Só Deus exercia esse poder; pelo que não permitiria que seu fiel servo viesse a tornar parte duma prática que o próprio Deus condenou (Dt 18.9-14);
      b) Após informar a Saul que Deus o tinha rejeitado, Samuel nunca mais disse coisa alguma a esse rei;
      c) Se fosse Samuel que tivesse aparecido na ocasião, ele não teria mentido, dizendo que Saul pertubara seu descanso, se Deus e não Saul tivesse lhe ordenado; nem dizendo que Saul e seus filhos estariam com ele no dia seguinte (versos 15,16);
      d) Saul mesmo disse que Deus já não lhe respondia nem pelo ministério dos profetas e nem por sonhos (Dt. 18.9-14);
      e) Se Deus aprovasse tal coisa, não teria afirmado que Saul deveria morrer por causa da consulta feita à médium (I Cr. 10.13);
      f) Saul mesmo não viu Samuel. De acordo com a descrição da médium, foi ele mesmo que supôs que a personagem descrita era Samuel;
      g) Quanto à profecia dada pela médium, ela tomou conhecimento da profecia feita antes por Samuel (I Sm. 15.16,18), que vinha perseguindo Saul (I Sm. 16.2; 20.31), pelo que lhe disse o que ele esperava ouvir, e;
      A parte final do vaticínio da médium não foi verdadeira em seu cumprimento, pois, nem Saul morreu no dia seguinte, nem morreram nesse dia todos os seus filhos.

      Segundo ponto: no monte da transfiguração não foram espíritos que apereceram a Cristo, pois Elias estava vivo, havia sido trasladado vivo ao céu (2 Reis 2:9-14) e Moisés havia sido ressuscitado (Deuteronômio 34:5,6; Judas 9).

      Terceiro: o texto de Mateus 27:50-52 não está dizendo em hipótese alguma que aquelas pessoas que foram ressuscitadas estavam vivas em outra dimensão, mas sim que estavam mortas (dormindo) e foram ressuscitadas e apareceram a muitos na Cidade de Jerusalém, como não tornaram a viver neste mundo?
      Esses corpos foram vistos, mas não tornaram a viver neste mundo. Então quer dizer que “espírito” tem corpo (Lucas 24:38,39)?
      Por isso, permaceço com o posicionamento bíblico da natureza holística do ser humano e da não crença na imortalidade da alma, pois segundo a Bíblia somente Deus é imortal (1 Timóteo 6:16).

      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Gabriela em 22 de abril de 2013 19:30

    Se, pelo criacionismo, o ato da criação de Deus tem mais ou menos 6 mil, 10 mil anos…. Como explicar quando cientistas dizem que uma bactéria tem milhões/bilhoes de anos (ou qualquer outro ser vivo)?



    • Maiara Costa - Equipe em 23 de abril de 2013 9:52

      Olá estimada amiga e irmã em Cristo Gabriela!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O método mais utilizado pelos cientista é o método radiométrico e esse mesmo método é considerado pela própria ciência como não sendo exato e não podendo medir milhões ou bilhões de anos, mas sim apenas milhas de anos.
      Gostaria de recomendar à você que acesse: criacionismo.com.br para obter mais informações sobre esse e muito mais assuntos.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Bruno em 23 de abril de 2013 13:57

    Gostei do artigo, mas se o inferno não existe o que dizer destes testemunhos?

    O que acham disto?

    Cumprimentos.



    • Maiara Costa - Equipe em 23 de abril de 2013 17:33

      Olá Bruno!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Precisamos remover os videos, pois os mesmos não estão em conformidade com o que ensina a Palavra de Deus, afinal de contas como Deus iria ensinar algo para alguém que a própria Palavra dEle, a Bíblia não ensina?
      A Bíblia e somente a Bíblia deve ser a nossa regra de fé e prática.
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Luís Filipe C. de Melo em 23 de abril de 2013 19:15

    Graça e paz do SENHOR aos irmãos do blog…

    O Leandro diz: “Com isso, esse irmão evangélico compreendeu que após o castigo proporcional às obras de cada um, haverá uma destruição total daqueles que não aceitaram o plano de salvação”.

    A Bíblia diz: “E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; >> E NÃO TÊM REPOUSO<< nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome" (Ap: 14.11, negrito meu)

    PERGUNTA: Se a destruição é total, logo conclui-se que trará, inevitavelmente, REPOUSO à mente daquele que será eliminado e não terá mais consciência alguma do seu castigo. Como conciliar este "repouso mental" do perverso destruído com a frase: "não haverá REPOUSO nem de dia nem de noite"?

    Gostaria que, como bom exegetas que dizem ser (apesar de não crerem na perfeição das Escrituras Sagradas [sic]), como interpretam o tal texto com base em seu contexto imediato e remoto do livro de Apocalipse (por favor, não sou nenhum leigo em hermenêutica e não quero que você utilizem versículos isolados de outros livros, apenas deste, considerando que TEXTO, FORA DE CONTEXTO, É PRETEXTO PARA HERESIA, e que cada versículo deve ser analisado, sumariamente, no contexto do livro em que se está inserido). Aguardo resposta.



    • Maiara Costa - Equipe em 24 de abril de 2013 9:57

      Olá estimado amigo Luis!
      Graça e a paz da parte de noso Jesus à você e sua familia.
      Primeiramente quem foi que lhe informou que nós não cremos na perfeição da Bíblia? Nós cremos que a Bíblia é a perfeita palavra de Deus, regra de nossa fé e prática. Nós só não cremos que ela tenha sido ditada por Deus, pois não foi (2 Timóteo 3:16).
      Segundo: As regras de hermenêutica nos incentivam além de analisarmos o contexto imediato ou interno, analisarmos também o contexto geral ou externo, ou seja, analisar tudo o que a Bíblia tem a dizer em relação a determinado assunto (Isaías 28:10; Lucas 24:27,44) para chegarmos a plena compreensão. Usar apenas um texto nos faz incorrer no erro de usá-lo fora de contexto, servindo dessa forma de pretexto. Como bom hermenêuta que é já deve saber disso. Sendo assim, não estamos errados no estudo que apresentamos no artigo.
      Terceiro: se você leu todo o estudo, aqui já é apresentada uma explicação para o verso 11 do capítulo 14 que tem ligação linguística com o texto de Isaías 34:10, por isso é mencionado na explicação do texto.
      Apocalipse 14:11
      “A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome”.
      Essa passagem é muito semelhante à de Apocalipse 20:10. A explicação anterior aplica-se a esse texto também, mas vou dar outro exemplo bíblico que explique o significado da frase “a fumaça de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos”:
      “Os ribeiros de Edom se transformarão em piche, e o seu pó, em enxofre; a sua terra se tornará em piche ardente. Nem de noite nem de dia se apagará; subirá para sempre a sua fumaça; de geração em geração será assolada, e para todo o sempre ninguém passará por ela”. Isaías 34:9-10.
      O texto diz que Edom seria destruída, e que seu fogo não se apagaria nem de dia e nem de noite, e que sua fumaça subiria para sempre. “Onde estão os Edomitas? Já desapareceram há muito tempo e na sua terra o fumo não está subindo nem queimando e muito menos o piche está ardendo até hoje (Ezequiel 25:13 e 14)”.
      Portanto, o significado bíblico da frase “nem de noite nem de dia se apagará” é: total de definitiva destruição.
      Conforme destaquei, o Apocalipse tem linguagem simbólica. Esse livro nos apresenta bestas, escorpiões, um cordeiro abrindo um livro, um dragão fazendo guerra contra uma mulher, etc. Nada disso é literal.
      “O Dragão e a besta que são atirados no lago de fogo são figuras simbólicas; portanto, a fumaça do tormento subindo pelos séculos dos séculos também é simbólica. Esta expressão é uma forma poética de falar (usada pela Bíblia) sobre uma terrível conclusão: a natureza irrevogável do julgamento final”.

      Repouso.
      Gr. anápausis, “cessação”, “descanso”, “refrigério”. O significado é que o castigo será contínuo até que sobrevenha a morte. A pessoa após castigada será totalmente destruída (2 Tessalonicenses 1:9).

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



    • Osmar Ferreira em 3 de maio de 2013 19:17

      Luís Filipe C. de Melo, a Palavra de Deus dá um exemplo de fogo eterno. Logo discordar do exemplo dado por Deus, é discordar do próprio Deus. Observe que Deus através de Judas deixou claro e explicito o exemplo de fogo eterno, observe:
      “Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.” (Judas 1:7). Portanto, a afirmação de que haverá pessoas sofrendo eternamente não tem base bíblica, e sim uma compreensão equivocada, já que não existe fundamento bíblico para afirmar que Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas estão queimando até hoje. Chamo a atenção para o fato de que a Palavra de Deus chama os moradores de maus e grandes pecadores (Gen. 13:13-18:20), e de que Deus destruiu elas reduzindo a cinzas colocando-as como exemplo a quantos vivem impiamente(II Pedro 2:6-Isaías 13:19-Lucas 17:29-Deuteronomio29:23). Ou seja, todos que viverem impiamente e morrerem nessa condição sofrerão a mesma pena de Sodoma e Gomorra, já que elas “foram postas, por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.” A menos que Deus minta ou tenha mudado. Mas não há essa possibilidade, já que o próprio Deus afirmou através do escritor de Hebreus e Tito que é impossível que Deus minta ( Heb.6:18-Tito 1:2 ) e não muda ( Malaquias 3:6-Tiago 1:17).
      Chamo a atenção para o fato que certamente houve pranto e ranger de dentes daqueles morreram em Sodoma e Gomorra, já que não tem como uma pessoa ímpia por juízo Divino ser queimada sem choro de dor e o consequente ranger de dentes antes de morrer. Até porque o perverso range os dentes até de raiva (Salmos112:10), como alguns apologistas. Pedro no capitulo 2: 6, explicou que os mortos de Sodoma e Gomorra viraram cinza e foram posto como exemplo a quantos venham a viver impiamente. Ou seja, o NT confirma o VT que declara que todos os soberbos e todos os que cometem perversidade serão como restolho onde não ficará raiz nem ramos e que os perversos se farão cinzas DEBAIXO DA PLANTAS DOS PÉS DOS JUSTOS em Malaquias 4:1 a 3. Junte essas afirmações bíblicas a outra passagens que declaram que os perversos serão exterminados, entre elas Salmos 37:2,10,38-92:7-145:20-Isaías 29:20 e não haverá duvida para aqueles que aceitam Mateus 4:4,João 7:38,39 e Atos 5:32.
      Osmar Ferreira-nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br



  • Vilmar em 24 de abril de 2013 10:15

    E quanto a passagem de Lázaro e o Rico, em que eles manten ate um dialogo com Abraão.?



  • R Barros em 25 de abril de 2013 12:05

    Fico deveras impressionado com pessoas que detêm tão grande conhecimento de hebraico, grego mas lhe falta sabedoria, discernimento e passam a defender idéias, doutrinas baseadas no discurso da serpente ( “Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis” Gênesis 3:4) e nas palavras de uma feiticeira!!!! Hó Senhor, tem misericórdia!!!!



    • Maiara Costa - Equipe em 25 de abril de 2013 14:25

      Olá estimado amigo!
      Boa tarde.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Nós não cremos na doutrina da imortalidade da alma.
      Nós cremos que somente Deus é imortal (1 Timóteo 6:16) e que a imortalidade será novamente dada ao homem quando estivermos com Cristo na eternidade (1 Coríntios 15:51-55).
      Que Deus te abencoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Victor em 25 de abril de 2013 19:33

    Professor eu tenho uma duvida,a Biblia diz que podemos comer pão com fermento ou nao ?



    • Maiara Costa - Equipe em 29 de abril de 2013 17:48

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Victor!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O pão com fermento na Bíblia simbolizava o pecado (1 Coríntios 5:7,8), por isso que na festa da páscoa e pães asmos, os pães eram sem fermento.
      Por esse motivo também o pão da Ceia, celebrada na igreja hoje deve ser sem fermento.
      Isso era o que a Bíblia estava tentando ensinar.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • adaister em 26 de abril de 2013 6:20

    Maiara pq você não moderou o meu comentário sobre a imortalidade da alma, e principalmente a questão de Samuel?



    • Maiara Costa - Equipe em 26 de abril de 2013 11:26

      Olá Adaister!
      Bom dia.
      Pelo fato de eu já ter respondido a essa questão e ter mencionado à você que tenho outras pessoas para atender.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.



      • adaister em 26 de abril de 2013 11:55

        Maiara eu também descreio de um lugar de tormento eterno, e de um tormento que continuamente iremos sofrer, mas creio na existência do inferno, e na imortalidade da alma para nós os cristão.



        • Maiara Costa - Equipe em 29 de abril de 2013 17:41

          Olá Adaister!
          Que bom que você não na terrível doutrina do tormento eterno.
          Creio também na existência do lago de fogo (inferno), mas não em nossos dias, mas sim no futuro (Apocalipse 20:10) para castigar e destruir os maus.
          Creio na imortalidade condicional do homem, pois o mesmo aop pecar perdeu essa bênção de Deus e só recuperará na glorificação quando Cristo voltar e dar novamente acesso à arvore da vida (1 Coríntios 15:51-55; Apocalipse 22:2).
          Que Deus te abençoe grandiosamente.
          Um forte abraço.
          Equipe do Na Mira.



          • adaister em 30 de abril de 2013 17:16

            Sim, mas é para recebermos a plenitude da mesma, ate porque não precisamos espera ate a vinda de cristo para sabermos como é isso (Jo 6:47) Depois o que nos resta é apenas espera para sentirmos isso na carne (E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo
            Romanos 8:23)



          • Maiara Costa - Equipe em 30 de abril de 2013 17:36

            O nosso preparo para eternidade começa quando aceitamos a Cristo (João 17:3) e alcançaremos a mesma se permanecermos fiéis a Ele (1 Coríntios 10:12; Hebreus 6:4-6; 10:26,27; 2 Pedro 2:20-22).
            Que Deus te abençoe grandiosamente.
            Um forte abraço.
            Equipe do Na Mira.



  • solange em 26 de abril de 2013 19:54

    Senhor Adaister, vc está sendo incoveniente. Percebe?



    • adaister em 29 de abril de 2013 16:06

      Senhorita Solange me desculpe mas eu estou apenas expondo e defendendo o que creio, nada mas do quê isso!



  • WILTON V. RODRIGUES em 27 de abril de 2013 3:11

    PERMITAM-ME REPORTAR AO COMENTÁRIO DE 15.04.2013 ÀS 15 HS E 14 MIN- SRTA. MAIARA COSTA – EQUIPE AO IRMÃO EM CRISTO CARLOS.CONHECI A POUCO TEMPO A TV NOVO TEMPO E CONFESSO QUE ESTOU MARAVILHADO DA EXCELÊNCIA COM QUE TODAS AS PROGRAMAÇÕES SÃO APRESENTADAS, CENÁRIO, APRESENTADORES.TENHO SIDO MUITO EDIFICADO, EM TODAS AS ÁREAS . ESTÃO DE PARABÉNS!.( DESCULPE, NÃO PODERIA DEIXAR DE MENCIONAR ESTES FATOS). COMENTANDO COM VOSSA PERMISSÃO O REGISTRO DA DATA E HORÁRIO ACIMA MENCIONADO, ABAIXO FAZEMOS ALGUMAS COLOCAÇÕES:

    O TEXTO DE LUCAS 14.14 NOS FALA COM RELAÇÃO AO ARREBATAMENTO DA IGREJA DO SENHOR JESUS , QUANDO NAS BODAS DO CORDEIRO IREMOS , PELA GRAÇA , RECEBER OS GALARDÕES, AS RECOMPENSAS.
    O TEXTO DE 1 TES 4. 13-18- NESTE CONTEXTO SAGRADO TAMBÉM REFERE-SE AO MESMO ADVENTO, MENCIONADO EM LUCAS 14.14. NESTE GLORIOSO ENCONTRO ACONTECERÁ O MILAGRE DA 1A. RESSURREIÇÃO, QUANDO RECEBEREMOS O CORPO GLORIFICADO, SEMELHANTE AO DO SENHOR JESUS, QUANDO DA SUA RESSURREIÇÃO.
    O TEXTO DE JUDAS 9 NÃO FAZ REFERENCIA, QUE O CORPO DE MOISÉS FOI AO CÉU E SIM DA DISPUTA A RESPEITO DO CORPO DO MESMO, O QUAL , ANALISANDO OS TEXTOS DE DEUTERONÔMIO 34.5-6 E JUDAS 9 CONCLUI-SE QUE O CORPO FOI S E P U L T A D O PELO PRÓPRIO DEUS E O LOCAL FOI ATÉ MENCIONADO EM DEUTERONÔMIO. SATANÁS PERDEU A BATALHA, POISSEU OBJETIVO ERA QUE O CORPO DE MOISÉS, FOSSE ENCONTRADO E IDOLATRADO PELOS ISRAELITAS. DEUS NÃO PERMITIU TAL COISA.
    OS UNICOS RELATOS DE ARREBATAMENTO E M CORPO QUE VEJO NA PALAVRA É O CASO DE ELIAS E ENOQUE.
    QUANTO AO COMENTÁRIO DA FEITICEIRA DE ENDOR, ENTENDO QUE REALMENTE ” O ESPIRITO QUE SUBIU DA TERRA ” ERA O PRÓPRIO ENGANADOR, FINGINDO-SE DE SAMUEL, BEM COLOCADO PELA EQUIPE.

    GRATO PELA OPORTUNIDADE ,

    WILTON V. RODRIGUES



    • Maiara Costa - Equipe em 30 de abril de 2013 17:55

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Wilton!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por suas colocações.
      Apenas uma ressalva a disputa entre Cristo e Satanás não era para sepultar Moisés, pois este já havia muito tempo sepultado (Deuteronômio 34:5,6). A disputa era sim com relação a sua ressurreição, pois Satanás não queria que ele fosse ressuscitado.
      O monte da transfiguração é a prova de sua ressurreição (Marcos 9:2-8).
      Que Deus te abençoe grandiosamente.,
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Sandro (unicista) em 28 de abril de 2013 18:24

    No Evangelho de Mateus cap.10 v. 28 diz: “NÃO TEMAIS OS QUE MATAM O CORPO, MAS NÃO PODEM MATAR A ALMA. TEMEI ANTES, AQUELE QUE PODE DESTRUIR TANTO A ALMA QUANTO O CORPO NO INFERNO.”. Vemos por este texto que Fogo eterno não é sinônimo de tormento eterno. Deus destruirá todos os ímpios, após o Juízo final. A paz do Senhor!



  • joao em 28 de abril de 2013 20:10

    é muito triste ver os adventistas espalharem essa heresia/barbaridade da “não existência do inferno” e dando mais ouvidos às supostas revelaçoes divinas dessa “Ellen W” ao inves da palavra de Deus. Nem vou perder meu tempo a argumentar pois quando as pessoas estão com cegueira espiritual” só mesmo o Espirito Santo para as salvar



    • Maiara Costa - Equipe em 29 de abril de 2013 10:17

      Olá João!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Se atentou bem para o artigo que possui quatorze páginas, ele está embasado num estudo da Bíblia dentro das regras de exegese e hermenêutica e não dos escritos de Ellen White.
      Citação de Ellen White foi usada apenas uma.
      Faço minhas as suas palavras nem vou perder meu tempo a argumentar pois quando as pessoas estão com cegueira espiritual só mesmo o Espirito Santo para as salvar.
      Que Deus te abençoa grandiosamente.
      Um forte abraço.



    • Osmar Ferreira em 30 de abril de 2013 12:31

      Joao e Adaister, a Palavra de Deus dá um exemplo de fogo eterno. Logo discordar do exemplo dado por Deus, é discordar do próprio Deus. Observe que Deus através de Judas deixou claro e explicito o exemplo de fogo eterno, observe:
      “Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.” (Judas 1:7). Portanto, a afirmação de que haverá pessoas sofrendo eternamente não tem base bíblica, já que não existe fundamento bíblico para afirmar que Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas estão queimando até hoje. Chamo a atenção para o fato de que a Palavra de Deus chama os moradores de maus e grandes pecadores (Gen. 13:13-18:20), e de que Deus destruiu elas reduzindo a cinzas colocando-as como exemplo a quantos vivem impiamente(II Pedro 2:6-Isaías 13:19-Lucas 17:29-Deuteronomio29:23). Ou seja, todos que viverem impiamente e morrerem nessa condição sofrerão a mesma pena de Sodoma e Gomorra, já que elas “foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.” A menos que Deus minta ou tenha mudado. Mas não há essa possibilidade, já que o próprio Deus afirmou através do escritor de Hebreus e Tito que até é impossível que Deus minta ( Heb.6:18-Tito 1:2 ) e não muda ( Malaquias 3:6-Tiago 1:17).
      Chamo a atenção para o fato que certamente houve pranto e ranger de dentes daqueles morreram em Sodoma e Gomorra, já que não tem como uma pessoa ímpia por juízo Divino ser queimada sem choro de dor e o consequente ranger de dentes antes de morrer. Até porque o perverso range os dentes até de raiva (Salmos112:10). Pedro no capitulo 2: 6, explicou que os mortos de Sodoma e Gomorra viraram cinza e foram posto como exemplo a quantos venham a viver impiamente. Ou seja, o NT confirma o VT que declara que todos os soberbos e todos os que cometem perversidade serão como restolho onde não ficará raiz nem ramos e que os perversos se farão cinzas DEBAIXO DA PLANTAS DOS PÉS DOS JUSTOS em Malaquias 4:1 a 3. Junte essas afirmações bíblicas a outra passagens que declaram que os perversos serão exterminados, entre elas Salmos 37:2,10,38-92:7-145:20-Isaías 29:20 e não haverá duvida para aqueles que aceitam Mateus 4:4,João 7:38,39 e Atos 5:32.
      Osmar Ferreira-nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br



  • Régerson em 29 de abril de 2013 11:29

    Então João vamos a significado da palavra PRECONCEITO – (a) Preconceito é um juízo pré-concebido, que se manifesta numa atitude discriminatória, perante pessoas, crenças, sentimentos e tendências de comportamento. (b) O preconceito é resultado das frustrações das pessoas que podem até se transformar em raiva ou hostilidade. (c) O preconceito pode ser fruto de uma personalidade intolerante, porque são geralmente autoritários e acreditam nas normas do respeito máximo à tradição, e são hostis com aqueles que desafiam as regras estabelecidas. (d) O preconceito faz parte do domínio da crença por ter uma base irracional, não do conhecimento que é fundamentado no argumento ou no raciocínio… Aliás esta última explicação do significado do que é preconceito (letra d) se encaixa acertadamente na postura do nosso irmão João! Não consegue rebater o argumento bíblico da não existencia de um “inferno ou tormento eterno” e com isso usa a falácia conhecida como ‘argumento ad hominem’ – que consiste simplesmente em atacar uma pessoa em vez dos argumentos que ela expõe, usando qualquer coisa como pretexto para desqualificar ou ignorar o que ela diz. Geralmente esta postura é assumida quando não se sabe como refutar o que o oponente diz ou simplesmente por excesso de preconceito, sendo um meio muito cômodo (e desonesto) de fugir do debate. Graça e Paz!



    • Maiara Costa - Equipe em 30 de abril de 2013 16:40

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Régerson!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por essa explanação quanto ao significado do termo preconceito.
      Que Deus continue te abençoando e usando.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • André em 29 de abril de 2013 12:43

    Olá, a paz de Cristo, primeiro gostaria de parabenizar a emissora, o programa e este blog que está edificando muito a minha vida e o da minha família. Gostaria de saber mais sobre a parábola do Rico e do Lázaro, o que Cristo realmente quis dizer ali e também sobre Lc 23:43, na questão do ladrão que foi cruscificado al lado de Jesus, o qual promete que naquele mesmo dia ele estaria com ele no Paraíso, grato e que Deus continue abençoando vocês.



    • Maiara Costa - Equipe em 29 de abril de 2013 17:16

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo André!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso senhor esteja sempre em seu coração.
      Gostaria de convidar você amigo para acessar http://novotempo.com/namiradaverdade/2009/08/25/o-relato-do-rico-e-lazaro-lucas-1619-31/ para obter uma explicação teológica do assunto.
      Jesus prometeu ao ladrão que o levaria para o céu naquele dia?
      “E acrescentou: Jesus lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43) Aparentemente, parece haver uma contradição na palavra de Deus, porém, estudando profundamente este texto, percebemos que o livro Sagrado de Jesus é perfeito e não contém erros doutrinários.
      O que acontece neste caso, é que o verso contém um pequeno “erro gramatical” e de “pontuação” por parte do tradutor e não do próprio Jesus. Analisemos quatro pontos básicos existentes que nos ajudarão na correta interpretação:
      1- A palavra “que” existente em nossa Bíblia não consta no texto original grego. É um acréscimo do tradutor. A escrita seria assim: “Em verdade te digo hoje estarás comigo no paraíso”. Na escrita bíblica, as frases e palavras, eram escritas todas juntas, sem pontuação. Ex: (traduzindo para o português)

      “Emverdadetedigohojeestarascomigonoparaiso”

      Cabe ao estudante da palavra de Deus fazer a separação correta das palavras e pontuá-las adequadamente.
      2 – O entendimento do texto irá depender de onde usarmos a vírgula. Colocando-a depois da palavra “digo”, significaria realmente que, no momento de sua morte, o ladrão iria para o céu com Jesus. Ex: “Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso”. Agora, se a vírgula for colocada depois da palavra “hoje”, muda completamente o sentido do texto: “Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso”.
      Jesus está dizendo ao ladrão que “hoje”, neste dia em está sendo pregado na cruz, neste dia em que ele está preste a morrer, ele promete um dia ressuscitá-lo e levá-lo para o Céu. O termo “hoje” refere-se ao momento no qual Cristo estava fazendo a promessa. Deve-se também ressaltar que o ladrão pediu a Jesus: “lembra-te de mim quando vieres em teu reino”. Ele sabia que a vinda do reino de Deus era algo futuro.
      3 – O ladrão não foi para o céu naquele dia. Leiamos João 19.31 a 33:

      “Entre os judeus, para que no Sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele Sábado, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados. Os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e ao outro que com ele tinham sido crucificados”.

      As pernas do ladrão foram quebradas porque ele estava vivo. Era costume da época, fazer isto para que os criminosos não fugissem. Em algumas vezes os condenados à cruz levavam até uma semana para morrerem.
      4- O próprio Jesus disse que não tinha ido ao céu depois de sua morte. Vejamos João 20.17: “Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu pai, mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus” (grifo meu).
      Analisemos: Jesus morreu numa sexta-feira e ressuscitou num domingo. Como ele iria para o céu com o ladrão na sexta, se no domingo ele disse para Maria Madalena que ainda não havia subido? O livro Subtilezas do Erro, de A.B. Christianini menciona várias traduções que vertem Lucas 23.43 da seguinte maneira: “E Jesus lhe disse: na verdade te digo hoje: estarás comigo no paraíso”.
      Sendo assim, texto de Lucas não contradiz a doutrina do sono da alma (Sl 13.3; Jo 11.11-14). As Escrituras claramente ensinam que a pessoa ao morrer está inconsciente até a volta do Senhor Jesus (Sl 6.5; 115.17; I Ts 4.13-16).
      “Hoje”, exatamente quando parecia que Jesus nunca teria um reino, Ele prometeu ao malfeitor: “Estarás comigo no paraíso.” Verso 43. Jesus deu ênfase ao momento da Sua promessa. “Neste dia da Minha humilhação, você revela fé na Minha exaltação. Neste dia, quando todos os outros Me abandonam, você me chama Salvador. Neste dia em que você chegou ao limite da sua vida, quando você lança a sua alma impotente sobre um Salvador moribundo, Eu lhe prometo. Hoje, declaro como num decreto real a partir da cruz, como se fosse de um trono: Você estará comigo no Paraíso!”
      O ladrão era prisioneiro, mas prisioneiro da esperança – a bem-aventurada esperança. Uma coroa aguarda o ladrão penitente. Ela será sua quando Jesus estabelecer o Seu reino. É este o triunfo da fé.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Conte conosco para o que precisar.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • laercio roldan dos santos em 29 de abril de 2013 18:07

    como se diz em atos 2:31, cristo desceu ao hades ou inferno. cristo sofreu no tormento eterno nos tres dias no hades antes de sua ressureição?



    • Maiara Costa - Equipe em 29 de abril de 2013 18:15

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Laercio!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      A palavra grega hades corresponde a palavra hebraica sheol e ambas significam sepultura, região do silêncio, lugar onde é colocado os mortos.
      Portanto, essa palavra não dá a entender que o hades é um lugar de tormento ou chamas.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.




        • Maiara Costa - Equipe em 30 de abril de 2013 16:23

          Olá amigo!
          Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
          O inferno será o lago de fogo após o milênio (Apocalipse 20). Quando a Bíblia usa a palavra “inferno” no sentido de fogo, o faz referindo-se ao lago de fogo no fim; e este lago, não será eterno na duração do castigo, mas, nas consequências.
          Que Deus te abençoe grandiosamente.
          Um forte abraço.
          Equipe do Na Mira.



    • LAÉRCIO DOS SANTOS em 17 de maio de 2013 1:36

      Até que em fim encontrei alguém com o nome igual ao meu. Laércio quer dizer: ” aquele que salva o povo”, que nome lindo e nós precisamos honrar esse nome, para isso é preciso que conheçamos o Amor de Deus em sua plenitude examinando a escritura sagrada. Jamais o Senhor Jesus Cristo planejou fazer justiça atormentando as pessoas que não o aceitassem, essa idéia é contra os frutos do Espírito Santo descritos no livro de Gálatas. O Senhor Jesus é misericordioso e sofre junto com cada um de nós em nossas debilitações e nos deu o livre arbítrio.
      A idéia do tormento eterno é contra o livre arbítrio e jamais Deus aprovou a tortura ou qualquer coisa do tipo. Existe coisa pior do que perder o Céu?
      Só ser torturado eternamente por ter perdido o Céu.
      O inimigo de Deus quer que pensemos que Cristo é vingativo e intolerante, foi isso que ele ensinou para os anjos que caíram junto com ele do céu e ainda continua ensinando isso através desse ensinamento do tormento eterno.

      Que Deus te guie irmão para toda a verdade. Abraço!



  • laercio roldan dos santos em 29 de abril de 2013 18:41

    obrigado em pesquisas essas perguntas para mim!



  • Aline Rivas em 29 de abril de 2013 23:26

    Parece que meu comentario sumiu .
    Postarei novamente.
    Como dizia, na escola aprendemos sobre a criação humana de um jeito bem diferente do biblico ,então surgiu o seguinte comentario :
    “SE DEUS EXISTE E CRIOU OS HUMANOS,ANIMAIS PRIMEIRO O QUE FORAM OS DINOSSAUROS ? COMO A BIBLIA EXPLICA A EXISTENCIA DELES E COMO SUMIRAM?”



    • Maiara Costa - Equipe em 30 de abril de 2013 14:49

      Olá Aline!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Primeiramente saiba que a Bíblia não é um compêndio científico e não tem por objetivo esclarecer coisas que nem mesmo a ciência pode. A Bíblia faz menção há alguns pontos científicos.
      Segundo: Deixando de lado a posição evolucionista, que é uma teoria ou hipótese sobre as origens, e seguindo a posição criacionista, que é a posição bíblica, vamos procurar dar uma explicação plausível sobre o que teria acontecido.

      Com a entrada do pecado no mundo muita coisa mudou. Animais se tornaram ferozes e mesmo plantas foram modificadas pela ação deletéria de Satanás (Gn 3:18). Estes animais vorazes ameaçaram a própria existência do homem e trouxeram desequilíbrio ecológico.

      O homem também se corrompeu e a justiça divina foi manifestada por ocasião do dilúvio. Há claras evidências na Bíblia e pela natureza afora de uma destruição universal. Houve mudanças na estrutura da Terra, no clima entre outras.

      Achados fósseis demonstram que esses animais existiram. Não há como negar a existência dos dinossauros, isso seria negar a própria verdade. Muitos deles foram destruídos no dilúvio e no clima muito frio que tomou conta da Terra logo após a invasão das águas diluvianas. O evolucionismo diz que a idade do gelo foi de milhares de anos, mas para nós foi um período relativamente curto logo após o dilúvio. Nesse período desapareceram todos os dinossauros.

      Gostaria de convidá-la à acessar o site: criacionismo.com.br para obter maiores e melhores informações.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • Nicolas em 14 de maio de 2013 19:52

        Muito interessante Maiara sua explanação com relação aos dinossauros. Gostei muito! Deus abençoe!



        • Maiara Costa - Equipe em 3 de junho de 2013 15:59

          Olá estimado amigo e irmão em Cristo Nicolas!
          Satisfação poder manter contato com você.
          Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
          Disponha.
          Conte conosco para o que precisar.
          Um forte abraço.
          Equipe do Na Mira.



  • ANDRÉ em 30 de abril de 2013 11:33

    Obrigado Mayara e toda equipe, esclareceu bastante as minhas dúvidas, Deus os abençoe.



    • Maiara Costa - Equipe em 30 de abril de 2013 14:17

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo André!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Conte conosco para o que precisar.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • dasilva leite de araujo em 30 de abril de 2013 11:35

    O que é dízimo? Imediatamente você poderá imaginar: Dez por cento dos meus rendimentos para os cofres da igreja. Mas, Deus ainda exige que pratiquemos alguma ordenança da lei do Antigo Testamento (da qual foi instituído o dízimo), mesmo depois do sacrifício de Cristo para remir o homem do pecado? Vamos conhecer a verdade que envolve esse MITO chamado dízimo, que está sendo levado aos fieis de forma desvirtuada, por muitos pregadores.

    Porem, antes de iniciarmos o nosso estudo, vamos à consulta aos dicionários da língua portuguesa, sobre o nosso assunto:

    Dízimo: A décima parte.

    Dízima: Contribuição ou imposto equivalente a décima parte dos rendimentos.

    Como podemos observar, dízimo é a décima parte de qualquer coisa, exceto dos seus rendimentos. Porque a fração equivalente a dez por cento dos rendimentos chama-se dízima.

    Porque então os pregadores pedem dízimo? A confusão começa por aí, porque na lei de Moisés, a qual foi por Cristo abolida (Hebreus 7.12,18,19), o dízimo nunca foi dinheiro para o cofre da igreja, os dízimos aos levitas eram dez por cento das colheitas dos grãos, dos frutos das árvores e da procriação de animais que nasciam no campo em um determinado período. Resumindo: O dízimo era alimento destinado a suprir as necessidades dos levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida. Vejamos:

    Deuteronômio 14.24 a 27: E quando o lugar que escolher o Senhor teu Deus para fazer habitar o seu nome, for tão longe que não os possa levar, vende-os e ata o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar que escolher o Senhor teu Deus e compre tudo o que a tua alma desejar, e come ali perante o Senhor teu Deus, e alegre tu e tua casa. Porem, não desamparará ao levita que está dentro das tuas portas e não tem parte e nem herança contigo.

    Considere a profundidade do texto bíblico onde o Senhor evidencia que, se o lugar que escolheu o Senhor teu Deus, para levar o seu dízimo, for tão longe que não os possa levar, Ele instrui, que o seu dízimo deveria ser vendido, e o dinheiro atado na tua mão, (não é na mão de nenhuma outra pessoa), ir ao lugar que escolheu o Senhor, e comprar o que a tua alma desejar, para ali fazer habitar o nome do Senhor Deus.

    Portando amados, se o dízimo fosse dinheiro, o Senhor não iria mandar vender o que já era espécie.

    O dízimo na lei de Moisés nunca foi oferecido da forma como está sendo feito, porque o dízimo foi destina para suprir as necessidades dos levitas, mas hoje não há mais entre nós a personagem representativa do levita.

    Então alguém irá apontar para Malaquias 3.10 para justificar que fora ordenado ao dízimo ser levado para casa do tesouro. Isso não muda nada, a finalidade do dízimo continua sendo a mesma, ou seja, prover o sustento aos levitas e amparar o órfão e a viúva.

    Se meditarmos nos livros de II Crônicas 31.5 a 12 e Neemias 12.44 a 47 vamos entender melhor o porquê Malaquias mandou levar o dízimo a casa do tesouro. A palavra diz: Para que haja mantimento na minha casa. E o que é mantimento?

    Mantimento: Aquilo que mantém, provisão, sustento, comida, dispêndio, gênero alimentício, etc.

    Ainda em II Crônicas 31.13 a 19, a lei menciona que o quinhão dos dízimos era partilhado às comunidades dos levitas que trabalhavam nas tendas das congregações, segundo o ministério que cada um recebera do Senhor. Hoje o dízimo está sendo direcionado para o líder da igreja ou à cúpula de uma organização religiosa, onde ninguém mais sabe a que fim se destina esse montante. Enfim, o dízimo não foi criado para assalariar o dirigente da igreja ou para prover as despesas pessoais desses, nem tão pouco destinado a realizar obras missionárias ou mesmo construir templos.

    No Antigo Testamento, o rigor da ordenança do dízimo era a garantia do mantimento em abundância. Pagava-se o dízimo para ser recompensado materialmente, mas Jesus Cristo em sacrifício vivo, pagou o mais alto preço pela nossa libertação, com o seu próprio sangue, para que recebamos a paz, a graça e a oferta da vida eterna.

    No Evangelho de Cristo, Ele nos ensina que não precisamos mais pagar o dízimo para garantir as necessidades cotidianas de coisas materiais (alimento, vestimenta, etc.), Jesus priorizou a buscar primeiramente o Reino de Deus e sua justiça e as demais coisas serão acrescentadas (Mateus 6.25-33).

    E para recebermos as bênçãos e a graça do Senhor ninguém precisa pagar mais nada (Mateus 10.7-10) porque é Ele quem nos dá a vida, a respiração, e todas as coisas (Atos 17.25).

    OS DÍZIMOS ANTES DA LEI

    O DÍZIMO DE ABRAÃO – Gênesis 14.18-20: Abraão deu o dízimo dos despojos da guerra ao Rei Melquisedeque, sacerdote do Deus altíssimo, e foi por ele abençoado.

    O DÍZIMO DE JACÓ – Gênesis 28.20-22: Jacó fez um voto ao Senhor, prometendo-lhe dar o dízimo de tudo quanto ganhasse se em sua jornada fosse por Ele protegido e abençoado.

    Em ambos os acontecimentos, não há registro na Palavra do Senhor que tenha havido ordenanças ou determinação para que se dessem o dízimo. Especificamente nesses casos, os dízimos foram oferecidos de forma voluntária, espontânea, ou por voto, em retribuição e agradecimento, honra e glória ao Senhor Deus, pelas bênçãos recebidas e pelas vitórias conquistadas.

    Assim sendo, hoje não se pode tomar como exemplo os dízimos de Abraão e Jacó, como fundamento para implantá-los como regra geral de doutrina na igreja, com o propósito de receber bênçãos e salvação, em nome de uma lei que fora por Cristo abolida.

    O DÍZIMO PELA LEI

    Números 18.21, 24, 26: O pagamento do dízimo foi ordenado pela lei do Antigo Testamento, e tinha caráter de caridade, pois a sua principal finalidade era suprir as necessidades dos Levitas que não tinham parte nem herança na terra prometida, e também dos estrangeiros, órfãos e viúvas.

    Deuteronômio 14.29: Então virá o levita (pois nem parte nem herança têm contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o Senhor teu Deus te abençoe em toda a obra das tuas mãos que fizeres.

    Está na palavra, o dízimo foi criado por Deus, com a finalidade exclusiva de caridade aos necessitados, hoje é empregado para outros fins, diverso daquele que o Senhor ordenou.

    Mas, ainda que os dirigentes das igrejas revertessem todo tributo dos dízimos e ofertas em obras sociais, ainda não estavam em conformidade com a palavra do Senhor, pois alem do dízimo ter sido abolido (Hebreus 7.5-12), a caridade ou amor ao próximo, é algo muito profundo, individual e intransferível, é uma obra entre você e o Senhor teu Deus (Mateus 6.1-4).

    Outro detalhe interessante que precisamos conhecer, quando o dízimo foi instituído pela lei (Números 18.20 a 24) com a finalidade de manter os filhos de Levi que administravam o ministério nas tendas das congregações, os quais não receberam parte nem herança na terra prometida, (Números 18.24”b”), o Senhor declarou que os filhos de Levi não teriam nenhuma herança no meio dos filhos de Israel.

    Como também fora ordenado as demais tribos de Israel, que dizimassem aos Levitas, o necessário para a manutenção cotidiana, porque não possuíam nenhuma herdade. Hoje, a situação está a revés da palavra, os trabalhadores, a maioria deles assalariados, ofertam o dízimo para os que vivem sem trabalhar, e em abundância de bens.

    O DÍZIMO NO EVANGELHO DE CRISTO

    No Evangelho de Marcos 16. 15, 16, disse Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado.

    Observem que o Senhor Jesus mandou pregar o Evangelho, para que crendo, recebamos a salvação (I Coríntios 15.1, 2). Foi para isso que Ele deu a sua vida. E onde está a ordenança para o dízimo, senão no Antigo Testamento? Porque então o homem persiste em pregar e manter as ordenanças da lei, as quais foram por Cristo, abolidas? Pregar a velha aliança é mutilar o Evangelho de Cristo, e sobrecarregar as ovelhas do pesado fardo que Cristo levou sobre si.

    No Evangelho de Cristo Ele nos ensina fazer caridade, nos ensina a orar, a jejuar (Mateus 6.1-18), e uma infinidade de outros ensinamentos, porém nas duas únicas vezes que Ele referiu-se aos dízimos, foi com censura. Vejamos:

    Mateus 23.23 – Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé;deveis, porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas.

    Alguém poderá considerar que Jesus ordenou que se dizimássemos, porque Ele disse: Deveis fazer estas coisas. Vamos buscar o entendimento espiritual na palavra do Mestre:

    Jesus era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4.4).Portanto, viveu Jesus na lei, reconheceu-a, e disse dessa forma, pela responsabilidade de cumprir a lei. Vejamos:

    Mateus 5.17,18: Disse Jesus: Não cuideis que vim abolir a lei e os profetas, mas vim para cumpri-la, e, nem um jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.

    E verdadeiramente o Senhor cumpriu a lei, visto que foi circuncidado aos oito dias, foi apresentado na sinagoga (Lucas 2. 21-24), assumiu o seu sacerdócio aos trinta anos (Lucas 3.23, Números 4.43, 47), curou o leproso e depois o mandou apresentar ao Sacerdote a oferta que Moisés ordenou (Mateus 8.4, Levíticos 14.1…), e cumpriu outras formalidades cerimoniais da lei.

    Porém, quando Cristo rendeu o seu Espírito a Deus (Mateus 27.50,51), o véu do templo rasgou-se de alto a baixo, então passamos a viver pela graça do Senhor Jesus, encerrando-se ali, toda ordenança da lei de Moisés, sendo abolido o Antigo e introduzido o Novo Testamento, o Evangelho da graça e salvação.

    O que precisamos entender de vez por todas que Cristo não veio a ensinar os Judeus a aperfeiçoar a Velha Aliança, Ele disse: Um novo mandamento vos dou (João 13.34), e se a justiça provem da lei, segue-se que Cristo morreu em vão (Gálatas 2.21).

    Em Mateus 5.20 disse Jesus: Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus.

    Observem que o Senhor Jesus Cristo mandou justamente os escribas e fariseus (os quais o Senhor sempre os tratava por hipócritas, falsos) que cumprissem a lei de Moisés, lei que ordena o pagamento do dízimo. Nós porém, para herdarmos o reino dos céus, não podemos de forma alguma voltar no ritual da lei Mosaica como faziam os escribas e fariseus, com hipocrisia, mas precisamos exceder essa lei, a qual foi por Cristo abolida. A Graça do Senhor Jesus excede a lei de Moisés e todo entendimento humano.

    A Segunda vez que o Senhor Jesus referiu-se ao dízimo, foi na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18.9-14) e outra vez censurou os dizimistas. Tomou como exemplo um homem religioso, que jejuava duas vezes por semana e dizia ser dizimista fiel, porém, exaltava a si mesmo e humilhava um pecador que suplicava a misericórdia do Senhor.

    Hoje não é diferente, muitos ainda exaltam-se dizendo: “Eu sou dizimista fiel”, mas nesta narrativa alegórica, o Senhor Jesus Cristo exemplificou que no Evangelho não há galardão para os dizimistas fieis, ao contrário, Jesus sempre os censurou.

    A ABOLIÇÃO DOS DÍZIMOS

    Hebreus 7.5: E os que dentre os filhos de Levi receberam o sacerdócio tem ordem, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.

    Observe, a palavra afirma que Moisés deu uma lei ao seu povo, a qual é direcionada aos filhos de Levi, especificamente aos que receberam sacerdócio para trabalhar nas tendas das congregações, os quais têm ordem segundo a lei de receber os dízimos dos seus irmãos. Agora note o relato do versículo 11:

    Hebreus 7.11: De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade se havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque (referindo-se a Jesus Cristo) e não fosse chamado segundo a ordem de Arão? (menção a Moisés, o qual introduziu a lei ao povo).

    Hebreus 7.12: Porque mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança na lei.

    Meditando no texto acima, especificamente nestes versículos, onde a palavra do Senhor assegura que os sacerdotes Levíticos recebiam os dízimos segundo a lei (Hebreus 7.5), Porque através deles (sacerdotes Levíticos) o povo recebeu a lei (Hebreus 7.11) e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também, mudança na lei (Hebreus 7.12), porque se a perfeição fosse pelo sacerdócio Levíticos (pelo qual o povo recebeu a lei), qual a necessidade do Senhor enviar outro Sacerdote? A palavra não deixa sombra de dúvida que não só o dízimo, mas toda a lei de Moisés foi por Cristo abolida. Mudou o Sacerdócio, necessariamente, mudou também a Lei.

    Se hoje, usarmos essa lei que fora direcionada especificamente aos filhos de Levi, aos que receberam o sacerdócio do Senhor Deus e aplicada ao povo, ela torna-se ilegítima, porque os pastores de hoje não são sacerdotes levitas, e Jesus afirmou que a lei e os profetas duraram até João (Lucas 16.16), e mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz mudança na lei (Hebreus 7.12).

    Portanto, apenas esses três versículos (5,11,12) do capítulo 7 da carta aos Hebreus, é o suficiente para entendermos a abolição de toda lei, e não falarmos mais em obras mortas como dízimo na era da Graça do Senhor Jesus.

    AQUI TOMAM DÍZIMOS HOMENS QUE MORREM

    A nossa maior preocupação em relação aos pregadores que tomam o dízimo dos fieis, vem incidir sobre o versículo 8 do Capítulo 7 da Carta aos Hebreus, observem o porquê:

    Hebreus 7.8: Aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.

    Toda cautela no que diz a palavra: Aqui tomam dízimos homens que morrem, ali aquele que se testifica que vive (alusão ao Rei Melquisedeque).

    No Evangelho de Mateus 22.32, disse Jesus que Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos. O Senhor Jesus Cristo disse que Deus, é Deus dos vivos e não é Deus dos mortos, e a palavra diz que aqui tomam dízimo homens que morrem, no que está legitimado no Evangelho de João 11.26, onde disse Jesus: Todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Essa afirmativa do Senhor é mais uma evidência que nos faz entender que, os que tomam o dízimo não creem em Jesus, porque a palavra está dizendo que morrem os que assim procedem, tomando o dízimo do povo, voltam a viver as ordenanças da lei de Moisés que fora por Cristo abolida.

    Diante da Palavra de Deus, até onde recebemos entendimento, dar e receber dízimo é obra morta, ou seja, obra da justiça da Lei do Velho Testamento.

    Crer e viver por essa prática é estar sem a graça de Deus, pois assim explica a Bíblia. Estar sem a graça de Deus, é estar morto.

    Certamente que, sem Cristo e, cumprindo e se justificando pela lei, qualquer homem ainda não tem a vida eterna, tanto o que dá e, também, o que recebe o dízimo. Pois a Palavra afirma que nenhuma alma será justificada diante d’Ele pelas obras da lei (Romanos 3.20,28 – Gálatas 2.16).

    CONSIDERAÇÕES FINAIS

    No Evangelho de Cristo, não há ordenança para se tomar o dízimo ou para se cumprir qualquer outro rito da lei. Jesus nos deu um Novo Mandamento, mandou pregar o seu Evangelho, ordenou amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, isto é, com caridade, e não estipulou percentual ou limite. Em Mateus 10.42 o Senhor mandou dar pelo menos um copo de água fria. Para o mancebo rico Ele mandou vender tudo e dar aos pobres (Mateus 19.21); e quando Zaqueu lhe disse que daria até a metade de seus bens aos pobres, Ele não confirmou a necessidade desse procedimento (Lucas 19.8, 9), disse apenas: Zaqueu, hoje veio salvação a esta casa.

    Muitos saem em defesa do dízimo afirmando: Mas o Dízimo é bíblico (Número 18.21 a 26). Certamente, como também é bíblico: a circuncisão (Gênesis 17.23 a 27), o sacrifício de animais em holocausto (Levíticos Capítulos do 1 até 6.8 a 13), a santificação do sábado (Levíticos 23.3), o apedrejar adúlteros (Levíticos 20.10 e Deuteronômio 22.22), etc. É bíblico, mas pela ordenança da lei que Moisés introduziu ao povo.

    Então porque hoje não cumprem a lei na sua totalidade, ao invés de optarem exclusivamente pelo dízimo? Querem o dízimo porque é a garantia de renda líquida e certa todos os meses nos cofres das igrejas.

    O que também é bíblico, e o homem ainda não se conscientizou, é uma grande divisão existente na palavra, separando a Velha Aliança do Novo Mandamento do Senhor Jesus; o qual testifica a doutrina para salvação (I Coríntios 15.1, 2). Porém hoje, qualquer esforço para voltar a lei de Moisés que Cristo desfez na cruz, é anular o sacrifício do cordeiro de Deus e reconstruir o muro por Ele derrubado (Efésios 2.13 a 15).

    Apocalipse 5.9: Porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de todas as tribos, e línguas, e povos, e nações.

    Portanto irmãos, o preço pela nossa salvação, o Senhor Jesus Cristo já pagou o mais alto preço, com o seu sangue inocente na Cruz. O Senhor ainda alerta: Fostes comprados por bom preço, não vos façais servos de homens (I Coríntios 7.23).

    O dízimo hoje é remanescente por razões óbvias: Primeiramente, pela contribuição dos que arcam com essa pesada carga tributária.

    Outra presunção vem por parte dos que são beneficiados pelos dízimos, esses incorrem no erro pela ausência de entendimento espiritual da palavra de Deus não diferenciando a lei de Moisés feita de ordenanças simbólicas e rituais, com a Graça e a verdade do Senhor Jesus Cristo, ou mesmo consciente da abolição dessa prática, assumem o risco dolosamente na desobediência à palavra do Senhor.

    Porem, seja por uma ou por outra razão, o homem querendo ou não, aceitando ou não, o dízimo, como toda a lei cerimonial do Antigo Testamento, foi por Cristo abolida, pelo seu sangue na cruz do Calvário: (Lucas 16.16, Romanos 10.4, Efésios 2.15, II Coríntios 3.14, Hebreus 7.12,18, 19).

    Gálatas 5.14: Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amaras ao teu próximo com a ti mesmo.



    • Maiara Costa - Equipe em 30 de abril de 2013 14:16

      Olá Da Silva!
      Deus tem muitos meios de ajudar o ser humano a vencer seus defeitos de caráter e, um dos que mais o Senhor tem trabalhado para tirar do coração humano é o egoísmo. O egoísmo nos faz egocêntricos, autossuficientes e insensíveis para com as necessidades do próximo.
      Uma das maneiras que Deus criou para tirar o egoísmo de nosso coração e desenvolver em nós um caráter semelhante ao de Jesus é o sistema de dízimos. Este sistema Divino, quando adotado na vida pessoal, ajuda o dizimista a desprender-se do dinheiro, tornando-se uma pessoa liberal e mais preocupada em atender às necessidades alheias.
      Existe alguma base teológica, moral ou espiritual para a devolução do dízimo? Por que devemos devolver? No que deve ser empregado? Há na Bíblia alguma indicação de que seja realmente na quantia de 10%?
      Esta e outras questões iremos abordar no presente estudo.

      Base Teológica para o Dízimo – Velho Testamento.

      O dizimar não era prática exclusiva dos israelitas. Existem atualmente registros arqueológicos que comprovam isto:

       Registros da cidade de Ugarit (XIV A.C) mostram que este povo dizimava.
       Era praticado entre os gregos e os romanos.
       Também há um documento neobabilônico datado do século VI A.C, que relata o sistema de dizimar.
      Outro fato que merece nossa atenção é que nunca, nos cultos de adoração a Deus, os adoradores ficaram sem dar alguma oferta. “Não existe adoração sem oferta”. Isto é muito claro nas Escrituras.

      O dízimo:
      – Sempre foi no passado uma prática comum; fazia parte da vida das pessoas.
      – É de origem divina. (veremos a seguir)

      Por que devemos Dizimar?

      O dizimar está baseado no princípio de que tudo pertence a Deus e, como reconhecimento disto, devolvemos a Ele parte de nossa renda, que é dele: o dízimo.
      Isto é evidente nos seguintes textos:
      “Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam”. Salmos 24:1. “Minha é a prata, meu é o ouro, diz o SENHOR dos Exércitos”. Ageu 2:8. “Não digas, pois, no teu coração: A minha força e o poder do meu braço me adquiriram estas riquezas. Antes, te lembrarás do SENHOR, teu Deus, porque é ele o que te dá força para adquirires riquezas; para confirmar a sua aliança, que, sob juramento, prometeu a teus pais, como hoje se vê”. Deuteronômio 8:17-18. “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. Mateus 6:33. “Também todas as dízimas da terra, tanto dos cereais do campo como dos frutos das árvores, são do SENHOR; santas são ao SENHOR”. Levítico 27:30. “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida”. Malaquias 3:10.
      Ao separar o dízimo, estamos reconhecendo que nossa força para trabalhar, nossos bens, nossa família, saúde e tudo o que possuímos vem de Deus e que Ele deve estar em primeiro lugar em nossa vida; as outras coisas (bens materiais) vêm como uma consequência.
      No texto de Malaquias 3:10 claramente se vê que o dízimo é de origem divina, pois foi Deus quem pediu para trazermos os dízimos até a Sua casa.

      Onde diz na Bíblia que o dízimo deve ser de 10%?

      A palavra Dízimo vem da palavra hebraica “Malaser” e da palavra grega “Dekate”, e traduzido significa “um décimo”. Todos sabemos que “um décimo” é 10%.
      Portanto, sabemos que a quantia do dízimo deve ser 10% porque este é o significado da palavra.

      A. GÊNESIS 14: O Dízimo de Abraão.
      “E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo”. Gênesis 14:20.

      1 – Neste capítulo o princípio do dízimo é altamente valorizado por Abraão, o “Pai da Fé”. Os descendentes espirituais de Abraão (todos nós) devemos fazer o mesmo.
      Ele “deu o dízimo de tudo” (verso 20). A palavra hebraica Ntn (Natham) = “dar” significa também ‘devolver’.
      Este ato de Abraão revela Altruísmo, pois:
      – Ele devolveu ao rei Sodoma os bens que eram dele;
      – Devolveu ao rei de Salém o Dízimo que pertencia a Deus.
      Abraão só teve este espírito de Altruísmo porque tinha uma íntima comunhão com Deus e porque “devolvia o Dízimo a Deus”; como vimos antes, o ato de devolver o dízimo desenvolve em nós um caráter liberal e altruísta. Se Abraão devolveu ao rei de Sodoma o que era dele, foi porque antes disso ele era um fiel dizimista e, graças a isto, ele tinha tal caráter.
      O mesmo irá acontecer conosco caso sejamos fiéis em devolver a Deus o que Lhe pertence.

      2 – O Receptor do Dízimo.
      • O Dízimo não deve ser devolvido a qualquer pessoa. Isto é visto no exemplo de Abraão, que devolveu a Melquisedeque, Rei de Salém, que era Sacerdote.
      • Deve-se devolver ao instrumento apontado por Deus.

      3 – Base Teológica para o Dízimo.

      • Deus é o Criador. Ele tem direito de propriedade:
      “Minha é a prata, meu é o ouro, diz o SENHOR dos Exércitos”. Ageu 2:8.

      • Deus é quem dá as bênçãos.
      “A benção precede o ato de Dizimar. Sem essa bênção preliminar é impossível dizimar”. Portanto, se todos somos abençoados por Deus, devemos devolver o dízimo.
      Nós, humanos, somos mordomos de Deus; administradores dos bens que Ele dá. A verdadeira mordomia cristã consiste em dedicar a Deus todos os nossos talentos, inclusive o dinheiro. A seguinte frase ilustra bem como é a verdadeira mordomia: “Mordomia é a resposta do crente a tudo o que Deus fez e tem feito por nós”.

      • Deus preserva a vida humana. (Gênesis 14:20)
      Nossa vida e a de todos os seres do universo dependem de Deus. Sem Ele, nenhuma criatura pode subsistir. A Bíblia diz que o Senhor Jesus é quem sustenta a todos com a vida:
      “Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste. Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia, porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude”. Colossenses 1:17-19, grifo meu.
      “A vida é tão frágil que não pode ser plenamente preservada por esforços humanos”.
      ] Assim, pode-se afirmar que “dizimar é rejeitar o egoísmo”.

      B. GÊNESIS 28: 10-22: O Dízimo de Jacó.

      1 – O compromisso de Jacó com Deus.
      Disse ele: “Então o Senhor será o meu Deus” (verso 21). Isto nos ensina que “a entrega a Deus antecede o ato de dizimar”. Não podemos dizimar sem antes nos entregarmos a Deus totalmente (antes de devolver o dízimo, Jacó fez uma entrega de si mesmo a Deus).
      Quando não temos vontade de dizimar é porque tal entrega não foi completa; precisamos do Espírito Santo para nos ajudar a dar o coração e as afeições a Deus.

      2 – O Cuidado de Deus por Jacó.
      Neste capítulo, Deus prometeu a Jacó:
      – Descendentes;
      – Proteção;
      – Terras;
      – Bens.

      Deus abençoa em todos os setores da vida aquele que entrega sua vida a Ele e devolve o dízimo. Ele nos convida a fazermos este teste. Se Jacó foi abençoado, nós também o seremos.
      Lembremos:
      “Deus escolheu a Abraão; mas este também escolheu a Deus”.
      “Deus escolheu a Jacó; mas este também escolheu a Deus”.
      “Deus nos escolheu; devemos escolhê-lo”.
      Somente assim estes grandes homens receberam as bênçãos de Deus e conosco não é diferente. Como prova desta escolha, devolveram o dízimo. Estamos dando a Deus aquilo que lhe pertence por direito?
      Veja que promessas lindas Deus fez a Jacó:

      “Eu te darei a terra”;
      “Eu sou contigo”;
      “Eu cuidarei de ti”;
      “Eu te trarei de volta”;

      Estas bênçãos não são exclusivas para Jacó! São para nós também, caso sejamos fiéis a Deus em tudo:

      Receberemos a Nova Terra;
      Deus sempre será conosco;
      Deus sempre nos cuidará;
      Deus nos trará de volta para o paraíso perdido e para os Seus braços de amor.

      3 – Jacó fez um voto.
      Decidiu que seria fiel ao Senhor na devolução do dízimo.

      4 – Jacó Adorou.
      Jacó uniu a adoração com o ato de dizimar, pois na Bíblia um está ligado ao outro.
      Pesquisando a história, vê-se que os conceitos de adoração e do dízimo sempre foram conhecidos mesmo entre os pagãos e o são até hoje.
      Mesmo entre os pagãos, há ainda hoje a dedicação de um dia exclusivo de adoração aos seus deuses e a devolução do dízimo; isto leva à conclusão de que:
       Sempre existiu na mente humana a ideia de que há um dia de guarda; como sabemos, a Bíblia diz que este dia é o Sábado;
       O dízimo sempre fez parte da adoração a Deus.
      Isto continuará, pois assim como Deus é eterno, a adoração a Ele e os ‘modos de adorá-lo que Ele estabeleceu’ são eternos – neste caso, a guarda do sábado e a devolução do dízimo.
      “Dizimar é parte integrante do ato de adoração”.
      Alguns teólogos dizem: “o Velho Testamento foi abolido”. Mas, então, por que eles continuam pregando sobre a importância de devolver o dízimo?
      Há muita incoerência em afirmar também que a guarda do sábado foi abolida. É incoerente o argumento de muitos autores a respeito deste assunto, pois eles pegam o que lhes convém no Velho Testamento (caso do dízimo) e lançam fora o que não lhes convém (a guarda do sábado). Ora, como vamos aceitar um ensinamento e rejeitar outro, sendo que ambos estão unidos? Lembre-se: “a adoração e o ato de dizimar estão ligados um ao outro”.
      Muitos dizem que o mandamento do sábado não foi repetido no Velho Testamento; mas uma ordem de dizimar também não o foi; assim como o dízimo, a guarda do sábado foi “confirmada” no Novo Testamento; não foram repetidos porque não havia necessidade, pois as pessoas da época seguiam muito bem estas instruções (lembrando de que a guarda do sábado é mencionada no Novo Testamento).
      Se tivéssemos de abolir a guarda do sábado porque este mandamento não foi repetido de modo “direto” (foi repetido “indiretamente” através do exemplo de Jesus, Virgem Maria e dos apóstolos), também teríamos de abolir em todas as igrejas evangélicas o ato de dizimar.
      Devolução do dízimo e adoração a Deus no sábado estão ligados em um mesmo princípio.

      Base Teológica para o Dízimo – Novo Testamento.
      No Novo Testamento (N.T.) não existe uma passagem Bíblica que mande dizimar; mas há passagens que confirmam esta prática. Não há nada no N.T. que rejeite a prática do dízimo. Como vimos anteriormente, não foi preciso repetir de modo direto este mandamento porque era uma prática tão comum que não necessitava de lembrar as pessoas. (assim como a guarda do sábado). Como “não existe adoração sem oferta”, não foi preciso repetir.
      Alguns textos que mencionam o dízimo no Novo Testamento:

      A. HEBREUS 7:1-10.
      Neste texto há a menção do dízimo, mostrando que o apóstolo sabia sobre o assunto.
      “Existe uma continuidade sabática de dízimo no Novo Testamento”.
      Devemos adorar a Deus no dia que Ele escolheu e devolver aquilo que Ele pediu.

      B. Lucas 18:12: “Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho”.
      Neste contexto, Jesus condenou a justiça própria dos fariseus e não o ato de dizimar. Os fariseus usavam o dízimo como meio de adquirir a misericórdia de Deus.

      C. Mateus 23:23 – Lucas 11:42.
      “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!” Mateus 23:23 – grifo meu.
      “Mas ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as hortaliças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas”. Lucas 11:42 grifo meu.
      Jesus não disse aos fariseus para não dar o dízimo; Ele disse que eles deveriam “fazer estas coisas sem omitir aquelas”, praticar a justiça, a misericórdia e a fé juntamente com o ato de dizimar.
      Jesus, de modo claro, confirmou a validade da prática de dizimar. Esta prática só terá valor se cultivarmos um bom caráter e nos lembrarmos de ajudar aos órfãos e necessitados. Dizimar sem demonstrar misericórdia para com o semelhante não é frutífero para a vida do cristão.

      D. I Coríntios 9:13-14.
      “Não sabeis vós que os que prestam serviços sagrados do próprio templo se alimentam? E quem serve ao altar do altar tira o seu sustento? Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho…” I Coríntios 9:13-14.
      Aqui Paulo traça um paralelo entre os levitas (V.T.) e os obreiros do N.T. Implicitamente endossa a prática do dízimo.
      O Dízimo é designado por Deus para a pregação do evangelho. Se não fosse o sistema de dízimos, não teríamos os pastores nos presidindo, os obreiros e outros trabalhadores que dedicam suas vidas em levar o evangelho.
      É graças ao sistema de dízimos que a igreja adventista pode fornecer cursos bíblicos e outros materiais gratuitos às pessoas. Muitos não teriam conhecido as boas novas da salvação se não fosse o ato liberal e desprendido dos irmãos em separar o dízimo.
      Jesus nunca condenou o dízimo, mas o seu mau uso.

      Não dar o dízimo é um roubo a Deus?
      “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas”. Malaquias 3:8 – grifo meu.
      Este texto é muito claro. Cada vez que a pessoa deixa de devolver o dízimo, está roubando a Deus, o que é muito grave. Se a pessoa tem a audácia de roubar a Deus, imagine o quanto pode fazer com um ser humano. Roubar a Deus faz com que roubar as pessoas seja mais fácil.
      Uma das consequências de roubar a Deus é a maldição: “Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda”. Malaquias 3:9.
      Tive a oportunidade de conhecer um obreiro bíblico muito dedicado, chamado Luiz. No período em que morei com ele e sua esposa (também obreira bíblica), ele contou-me de sua experiência como dizimista.
      No início de sua vida cristão, ele não acreditava muito que o dízimo era o plano de Deus para a propagação do evangelho. Pensou consigo mesmo: “Eu não vou andar dando dízimo para pastor…”
      E assim o fez. Parou de dizimar.
      Ele era uma pessoa que tinha muitos bens: casas, carros, terras e uma linda família; mas num período de três anos em que deixou de devolver o dízimo, as coisas mudaram.
      No fim deste período (3 anos) ele viu-se morando de aluguel, sem seus carros, sem os terrenos, os filhos ficaram doentes e, para comer, os vizinhos tinham de trazer comida até a sua casa.
      Pensou: “Mas o que é que está acontecendo com minha vida, meu Deus! Eu sou um cristão fiel a Ti e como pode acontecer-me isto?”. Ficou apavorado.
      Mas o Espírito Santo, sempre preocupado com Seus filhos, tocou em seu coração e o fez perceber onde estava o problema. Concluiu o irmão: “Ah! Acho que estou passando por tudo isto porque deixei de devolver o dízimo…”.
      Após uma profunda análise e oração, o irmão Luiz resolver provar a Deus. Fez o propósito de voltar a dar o dízimo e devolver tudo aquilo que tinha deixado de dar para ver o que iria acontecer.
      Num período de três anos, sabe qual foi sua situação? Ele conseguiu comprar casas, carro, dar estudo para seus filhos (um tem faculdade de computação e trabalha em um uma Associação da Igreja Adventista) e também está ajudando um filho a manter-se nos Estados Unidos, onde está estudando na área de computação, como seu irmão.
      Viu a diferença que faz na vida de qualquer um devolver o dízimo? Aquele que é fiel a Deus é muito abençoado; já o que rouba a Ele irá colher aquilo que plantou.
      Faça o propósito de ser fiel ao Senhor; não atrapalhe a Deus da dar-lhe todas as bênçãos que Ele quer. A decisão é sua.

      “Mas o Dízimo não está nos Dez Mandamentos…”
      Mesmo não estando nos Dez mandamentos, o sistema de dízimos é válido, pois o não dá-lo é uma violação do 7o mandamento: “Não furtarás”. (Êxodo 20:15).
      Existem muitas outras coisas que não estão diretamente (mas indiretamente) nos Dez Mandamentos: “Oração, batismo, o amor, o perdão, o regime alimentar, a abstenção de fumar e beber, de ingerir drogas, o serviço da comunhão, o rito de humildade, o não se unir em jugo com infiéis, etc., etc.”
      Foi Deus quem criou este sistema; não o homem.
      Ao dar o dízimo, a pessoa é abençoada em tudo. Deus diz isto:
      “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida”. Malaquias 3:10.

      Qual é o verdadeiro sentimento que devemos ter ao devolver o dízimo?
      “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria”. 2 Coríntios 9:7.
      “Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem”. 2 Coríntios 8:12.
      A pessoa deve devolver o dízimo de boa vontade, com alegria e não por necessidade (“vou dar o dízimo para ser abençoado e ganhar muito dinheiro”) ou por imposição.
      Há pastores hoje, que além de obrigar, exploram os fiéis, cobrando-lhes altas somas em dinheiro.
      Deus não Se agrada de que as pessoas sejam exploradas. Cabe a cada um saber para quem está dando o seu dízimo, se não o está contribuindo para que exploradores continuem levando miséria às famílias.

      O Dízimo deve ser 10%. Mas, e as ofertas? Deus estabeleceu uma quantia?
      De acordo com 2 Coríntios 9:7, cada um deve contribuir “segundo tiver proposto no coração”. Isto quer dizer que cabe “ao ofertante” escolher a quantia.
      Não é errado a igreja estipular aos membros um alvo de dinheiro para construir uma nova igreja, etc. Mas será errado se alguém “obrigar os membros” a darem a quantia que o pastor quer.
      Certa vez, em uma pequena cidade, o pastor de uma igreja evangélica falava eloquentemente sobre a importância das ofertas. Em seguida, muitos foram à frente para contribuir. Entre estas pessoas, estava um homem humilde, que mal tinha uma roupa para vestir-se, desejoso de contribuir para com a igreja; ele tinha 1 real no bolso e doou o que podia.
      O “pastor”, ao ver que o homem tinha apenas um real, disse há congregação: “Vocês estão vendo a esmola que este homem está trazendo para Deus?! Ele acha que Deus é um mendigo! Como é que Deus vai abençoar uma pessoa dessas?…”
      Será que tal “pastor” estava certo? Vejamos o que a Bíblia disse sobre isto:
      “Estando Jesus a observar, viu os ricos lançarem suas ofertas no gazofilácio. Viu também certa viúva pobre lançar ali duas pequenas moedas; e disse: Verdadeiramente, vos digo que esta viúva pobre deu mais do que todos. Porque todos estes deram como oferta daquilo que lhes sobrava; esta, porém, da sua pobreza deu tudo o que possuía, todo o seu sustento”. Lucas 21:1-4.
      Jesus, como de costume, estava no templo para adorar a Deus. Enquanto olhava para o movimento, viu muitos ricos dando suas grandes ofertas no gazofilácio e também uma viúva pobre. Sabe o que Jesus disse acerca da viúva?
      Ele não a rejeitou, como o fez o pastor daquela igreja com aquele homem; sabe o que Jesus disse? Veja:
      “Verdadeiramente vos digo que esta viúva pobre deu mais do que todos”. E sabe por que Jesus falou tal coisa?
      “PORQUE PARA DEUS NÃO IMPORTA A QUANTIA QUE DAMOS EM OFERTA, MAS SIM O QUE DAMOS DE CORAÇÃO”.
      Entre uma pessoa que dá dois mil reais de oferta e uma pessoa que dá um centavo, Deus irá valorizar mais a oferta daquele que deu com o coração e não para aparecer. Se a pessoa que deu os dois mil reais der apenas para mostrar que pode, sendo que o outro deu daquilo que tinha (um centavo), para Deus a melhor oferta será a daquele que deu um centavo, pois o fez com sinceridade.
      Pena que muitos teólogos de muitas igrejas não saibam (ou não aceitam) este princípio!
      Dê ofertas a Deus na proporção que seu coração desejar; mas devolva a Ele o Dízimo (10%) que Lhe pertence.
      Você está sendo fiel, querido membro de igreja (ou não), em devolver o que é de Deus? Está sendo fiel, pastor de igreja, no uso do dízimo? Está respeitando a decisão de cada irmão em ofertar de acordo com o que está proposto em seu coração?
      Se não o estiver fazendo, peça a Deus que lhe ajude e que perdoe o seu pecado, e Ele o fará. Faça uma breve oração neste momento e peça o auxílio do Espírito Santo em sua jornada como dizimista e como administrador do dinheiro do Senhor. Deus está mais desejoso de dar o Espírito Santo aos Seus filhos do que um pai em dar alimento para seus filhos:
      “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?” Lucas 11:13.

      A lei cerimonial e sua relação com o dízimo .

      A lei cerimonial não é o Pentateuco, mas sim leis ritualísticas que se encontram no Pentateuco.
      As leis cerimoniais (sacrifícios de cordeiros, holocaustos, observância de festas religiosas, etc) faziam parte da expiação do pecado; como Jesus veio, morreu na cruz e fez completa expiação pelos pecados da humanidade, tais leis cerimoniais que apontavam para Cristo e a expiação não mais precisam ser observadas.
      Jesus, “o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29) já pagou o preço pelo resgate humano. Quando Ele morreu na cruz, o véu do santuário rasgou-se em dois (Mc 15:38; Lc 23:45), dando testemunho assim de que não mais precisaríamos demonstrar fé no salvador através do sacrifico de animais.
      Já o mandamento do dízimo não foi abolido por Cristo, pois não era uma lei cerimonial. Lembremos que lei cerimonial é aquela cujos ritos têm a ver com a expiação dos pecados; como o dízimo não fazia parte da expiação dos pecados, o mesmo não pertencia à lei cerimonial.
      A devolução do dízimo baseia-se no princípio de que Deus é o dono de tudo e, como reconhecimento a isto, devolvemos a Ele 10% do que Lhe pertence. É uma questão de fidelidade a Deus e adoração a Ele. Deixar de devolvê-lo é o mesmo que roubar a Deus (Malaquias 3:8).
      Prova de que o sistema de dízimos e ofertas não foi abolido na cruz (além de não ser uma lei cerimonial) é o fato de ter sido aprovado por Cristo (Mateus 23:23) e pelo apóstolo Paulo (I Coríntios 9:13-14, etc.).
      Com o sistema de dízimos Deus tem por objetivo:
      1) Direcionar nossa adoração a Ele e nossas afeições;
      2) Desenvolver em nós um coração voluntário, sem egoísmo, que aprenda a repartir com os outros as bênçãos que Ele nos dá;
      3) Pregar o evangelho a fim de que Jesus possa voltar o mais rápido possível para nos buscar e terminar com todo o mal.

      Vejamos um estudo elaborado pelo Pastor Roberto Roncarolo sobre esta questão:

      “Se a lei cerimonial foi abolida na cruz do calvário, porque não ficou abolida a ordenança do dízimo?”

      Pelas seguintes razões:

      1. Porque embora o dízimo tenha sido incorporado à legislação levítica, sua prática data desde os tempos dos patriarcas e “baseia-se em um princípio tão duradouro como a lei de Deus”: o reconhecimento de Deus como Criador, Senhor e único dono de todas as coisas. Por isso, ainda antes do pecado, o princípio do dízimo estava implícito no ato de não comer o fruto proibido. Dessa forma, sua instituição e princípio reitor são muito anteriores ao código levítico e em nenhum sentido fez parte da lei cerimonial nem esteve, em conseqüência, entre as “sombras” que deveriam desaparecer com a morte do Senhor. Abraão deu os dízimos a Melquisedeque muito antes de ser dada a lei cerimonial. (Gênesis 14:20; Hebreus 7:14).

      2. Porque nunca foi uma medida de contribuição levítica dentro do grupo de leis civis que Deus deu a Seu povo no Sinai. Pelo contrário, sempre foi uma responsabilidade ou dever religioso, que Deus colocou e coloca até hoje diante de Seus filhos, para seu próprio bem espiritual e destinado a um fim sagrado.

      3. Porque expressando-se por meio do dízimo, o princípio imutável do reconhecimento de que Deus é o Criador, Senhor e dono de tudo, sua vigência vai além da validez temporal da lei cerimonial hebréia, estendendo-se desde a cruz até ao fim do tempo. “Esse sistema foi uma bênção ao povo judeu, do contrário o Senhor não lho haveria dado. Assim será igualmente uma bênção aos que o observarem até ao fim do tempo”.

      4. Porque enquanto Deus tiver um povo neste mundo, Ele não cederá seus direitos de dono e espera esse reconhecimento da parte de Seus filhos através da ordenança do dízimo. “Tal (referindo-se à experiência de Abraão e de Jacó ao darem o dízimo) era a prática dos patriarcas e profetas antes do estabelecimento dos judeus como nação. Mas quando Israel se tornou um povo distinto, o Senhor lhe deu definida instrução sobre esse ponto. ‘Todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor: santas são ao Senhor’. (Levíticos 27:30). Essa lei não deveria caducar com as ordenanças e ofertas sacrificais que tipificavam a Cristo. Enquanto Deus tiver um povo na Terra, Suas reivindicações sobre eles serão as mesmas” .

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Jeremy em 30 de abril de 2013 19:06

    Olá gostaria de lher fazer uma pergunta .
    O ABORTO É UM PECADO SEM PERDÃO ??



    • Maiara Costa - Equipe em 2 de maio de 2013 12:01

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Jeremy!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      A Bíblia nos afirma que Deus é fiel e justo para nos perdoar TODOS os pecados (Isaías 55:7,8; 1 João 1:9; Miquéias 7:18,19), sendo assim até mesmo um aborto pode ser perdoado por Deus se a pessoa estiver verdadeiramente arrependida (Atos 3:19).
      O pecado que é considerável imperdoável é aquele que a pessoa não sente mais a necessidade de pedir perdão.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Brenda em 30 de abril de 2013 22:27

    Parece que pularam o meu comentário. Gostaria que a Equipe do Na Mira assistisse este vídeo e me explicasse os versos bíblicos citados, pois me confundiram muito.



    • Maiara Costa - Equipe em 2 de maio de 2013 11:58

      Olá estimada amiga e irmã em Cristo Brenda!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Primeiramente: O link do video foi retirado pelo fato de conter muitas palavras de baixo calão e não incentivamos os nossos amigos à esse linguajar, pois as palavras do cristão não devem ser assim (Colossenses 4:6).
      Segundo: Deus não condena e abomina o homossexual, mas a prática da homossexualidade.
      Terceiro: A Igreja reconhece que cada ser humano (independente de cor, raça, crença, etc) é precioso aos olhos de Deus. Por isso a Igreja busca ministrar a todos os homens e mulheres no espírito de Jesus. Cremos também que, pela graça de Deus e com o apoio da comunidade da fé, uma pessoa pode viver em harmonia com os princípios da Palavra de Deus.
      Qual o pensamento bíblico e por conseqüência da igreja em relação à sexualidade?
      A igreja crê que a intimidade sexual é apropriada unicamente no relacionamento conjugal (Hebreus 13:4; 1 Coríntios 7:9) entre homem e mulher (Gênesis 1:26,27; 2:24). Esse foi o desígnio de Deus na criação.
      Esse padrão heterossexual é confirmado em todas as Escrituras, a Bíblia não faz ajustes para incluir atividades sexuais ou relacionamentos homossexuais. Dá mesma forma que os atos heterossexuais praticados fora do casamento estão proibidos também (Levítico 20:7-21; 18:22; Romanos 1:24-27; 1 Coríntios 6:9-11).
      Perceba querida amiga que não há apoio divino para a prática homossexual na Bíblia pelo fato de o próprio corpo humano não haver sido projetado para isso.
      Os adventistas empenham-se por seguir a instrução e o exemplo de Jesus. Ele afirmou a dignidade de todos os seres humanos e estendeu a mão compassivamente a todas as pessoas e famílias que sofriam a conseqüência do pecado. Desenvolveu um ministério solícito e proferiu palavras de conforto às pessoas que enfrentavam dificuldades. Mas fez distinção entre Seu amor pelos pecadores e Seus claros ensinos sobre as práticas pecaminosas. (Declarações da Igreja, p.51, CPB-Tatuí-SP- Grifos meus).
      O que isso quer dizer amiga é que Cristo ama sim o pecador, contudo não concorda com algumas práticas que temos e biblicamente falando uma dessas práticas é a homossexualidade, pois é pecado.

      E todos aqueles que deliberadamente permanecerem na prática do pecado como um estilo de vida (Hebreus 6:4-6; 10:26,27; 2 Pedro 2:20-22), infelizmente não herdarão o reino do céu.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Jonatã de Montes Claros em 2 de maio de 2013 11:16

    A Bíblia fala tormento eterno. Jesus quando esteve aqui falou mais do Inferno do que do Céu e nas várias vezes que falou do Inferno ele nunca falou em aniquilamento, falou em tormento. Ele chamou o inferno de :trevas exteriores (Mt 8:11); fornalha acesa (Mt 13.47); falou que o Inferno tem portas ( Mt. 16.17-18), falou do Inferno como lugar de sede intensa, onde as pessoas se recordam de acontecimentos da vida na terra (Lc 16:19-31), chamou a Geena do Fogo de lugar onde o verme não morre e o fogo não apaga ( Mc 9:44) e Jesus falou castigo eterno, ele não falou aniquilamento (Mt 25:46). Dizer que Deus não pode condenar alguém a sofrer eternamente por que isso seria falta de amor e porque neste mundo as autoridades não castigam desta forma é querer entender coisas que só compete a Deus saber. Deus falou tá falado! Dizer que a eternidade do castigo demonstra que o pecado é eterno é um erro: no Inferno ninguém mais vai pecar. Deus mandou seu Filho para nos poupar da ondenação ao Inferno.Voces adventistas e as Testemunhas de Jeová podem colocar um NAO diante daquilo que o Evangelho fala, mas não podem chamar de heresia um ensinamento que está de uma ponta a outra do Novo Testamento. Ao invés de ficar negando a existencia do castigo eterno, porque não se convertem a Cristo? Nenhuma condenação há para quem está nele (Rm 8.1)



    • Maiara Costa - Equipe em 2 de maio de 2013 12:04

      Olá estimado amigo Jonatã!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Se atentar bem para o artigo ele explica a maioria das passagens citadas por você.
      De mais uma lida em todo o artigo.
      Contudo se restar dúvidas sinta-se a vontade para escrever.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Luiz em 2 de maio de 2013 14:12

    Olá Maiara

    Boa tarde

    Parabenizo você e a Equipe do Na Mira da Verdade pela educação,respeito e elegância com que respondem aos leitores.Mesmo eu discordando de algumas doutrinas de vocês a maneira pela qual vocês respondem é admiravel.

    Um abraço e felicidades

    Luiz



    • Maiara Costa - Equipe em 2 de maio de 2013 17:44

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Luiz!
      Boa tarde!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por palavras tão gentis.
      Que bom podermos manter a cordialidade mesmo discordando em alguns assuntos.
      Que Deus contunue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Brenda em 2 de maio de 2013 14:32

    Maiara, eu compreendo a questão do homossexualismo e concordo. Pedi q a equipe assistisse TODO o video porque ele cita alguns versos bíblicos que me confundiram. por exemplo: (Êxodo 21:20-21):”Se alguém ferir a pauladas o seu escravo, e ele morrer na hora, o que bateu será castigado.Mas, se o escravo morrer só um ou dois dias depois, o dono não será castigado. Pois a perda do escravo já é um castigo para o dono. Essa lei vale também para as escravas.” (Genesis 19:4-8): “E antes que se deitassem, cercaram a casa, os homens daquela cidade, os homens de Sodoma, desde o moço até ao velho; todo o povo de todos os bairros. E chamaram a Ló, e disseram-lhe: Onde estão os homens que a ti vieram nesta noite? Traze-os fora a nós, para que os conheçamos. Então saiu Ló a eles à porta, e fechou a porta atrás de si, E disse: Meus irmãos, rogo-vos que não façais mal; Eis aqui, duas filhas tenho, que ainda não conheceram homens; fora vo-las trarei, e fareis delas como bom for aos vossos olhos; somente nada façais a estes homens, porque por isso vieram à sombra do meu telhado.” Um ateu que lê esses versos não pode compreender a bíblia como um livro que representa o amor de Deus… Como posso explicar esse tipo de coisa para alguém? Como isso pode ser aceito?



    • Maiara Costa - Equipe em 10 de fevereiro de 2014 9:25

      Olá Brenda!
      Antes de Deus efetuar qualquer juízo, Ele concede um tempo de graça e quero lhe mostrar uma exemplo claro disso:

      “Conforme a ordem do Senhor, o seu Deus, destruam totalmente os hititas, os amorreus, os cananeus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus”. Deuteronômio 20:17

      Agora veja esse outro texto: “Então o Senhor lhe disse: Saiba que os seus descendentes serão estrangeiros numa terra que não lhes pertencerá, onde também serão escravizados e oprimidos por quatrocentos anos. Na quarta geração, os seus descendentes voltarão para cá, porque a maldade dos amorreus ainda não atingiu a medida com­pleta“. Gênesis 15:13,16

      Ou seja, Deus sempre concede graça antes de exercer o juízo, assim também foi com Sodoma e Gomorra (Gênesis 18:19-33), não nos esqueçamos que a consequência final do pecado para aquele que não quer aceitar o dom da graça é a morte (Romanos 6:23), Deus é amor, mas também é justiça.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.



  • flavio miranda em 2 de maio de 2013 15:04

    olá amigos do na mira. graça e paz a todos.
    esse artigo é exelente. esclarece muita coisa a respeito do assunto.
    Deus seja louvado pela sabedoria que vos tem dado.
    Querida Maiara. Seus comentários são de uma qualidade mui exelente. Perdoe-me a
    curiosidade, mas você fez teologia?

    Deus abençõe a todos vocês.



    • Maiara Costa - Equipe em 2 de maio de 2013 17:48

      Olá estimado e irmão em Cristo Flavio!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Muito obrigado pelo carinho e confiança em nosso ministério.
      Obrigado por tão gentis palavras.
      Eu faço um curso de extensão teológica, ou seja, não tem a mesma carga horário de um curso pastoral, mas já ajuda a ter uma boa base.
      Gosto muito de ler e estudar a Bíblia também.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Paulo em 2 de maio de 2013 16:51

    se este comentario, sobreviver bem aventurados os que partilharem…

    com relaçao a questão do “tormento eterno” é uma verdade absuluta, vejamos o seguinte
    as escrituras esta repleta de indicacoes relacionado com o tormento eterno, Jesuz falará mas do inferno doque do Ceus (reino de Deus) a verdade é que muitos estao acomodados num envagelio softh, sem sacrificio de vida com Deus, o Senhor fala do amor dele para com os homes, que esta fundamentado em todo principio da criação, e tambem fala da sua justiça e puniçao, para aqueles que defendem so o Deus de amor, que nao seria capaz de condenar ninguem porque se a!im for estaria a contradizer a escritura, estao completamente equivocados,

    gostaria que lesem esta historia contada por Jesus, com bastante atençao….

    Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. 20 Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele. 21 E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. 22 E aconteceu que o mendigo morreu e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico e foi sepultado. 23 E, no Hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão e Lázaro, no seu seio. 24 E, clamando, disse: Abraão, meu pai, tem misericórdia de mim e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. 25 Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro, somente males; e, agora, este é consolado, e tu, atormentado. 26 E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá, passar para cá. 27 E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, 28 pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. 29 Disse-lhe Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. 30 E disse ele: Não, Abraão, meu pai; mas, se algum dos mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. 31 Porém Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.

    nesta historia a uma verdade absuluta que muitos fogem ela, dizem por ai, que foi uma parabola apenas, nao a nada escrito na bibilia que nao tenha acontecido, Jesus fala de uma historia veridica, e tantas outras pasagem, sitadas por ele que nem vou mencionar.. ermaos esquesam essas tiorias baratas, que muitos vem contando, vevem uma vida de sacrificio dia apos dia, ao vencedor tera a coroa da vida… abraço



    • Maiara Costa - Equipe em 2 de maio de 2013 17:54

      Olá estimado amigo Paulo!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O relato do rico e Lázaro – Lucas 16:19-31- acesse para obter a explicação: http://novotempo.com/namiradaverdade/2009/08/25/o-relato-do-rico-e-lazaro-lucas-1619-31/
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



    • Osmar Ferreira em 7 de maio de 2013 15:53

      Paulo, Jesus declarou que devemos crer nEle como diz as Escrituras(João 7:38,39). E, sobre o assunto as Escrituras está explicita ao afirmar:que Sodoma e Gomorra foram postas como exemplo de fogo eterno, tanto em II Pedro quanto em Judas. E, que os perversos se farão cinzas DEBAIXO DA PLANTAS DOS PÉS DOS JUSTOS tanto em Malaquias 4:1 a 3 quanto em II Pedro 2:6. Ou seja, Pedro e Judas confirmaram o VT quanto ao fato de que os perversos serão exterminados até virarem em cinzas. Ensinar diferente usando como fundamento dos textos mau compreendido quanto o suposto tormento eterno, é negar a Palavra de Deus. Logo, ninguém pode anular Malaquias 4:1 a 3 Salmos 37:2,10,38-92:7-145:20-Isaías 29:20, principalmente por esses textos estarem confirmados por II Pedro 2:6 e Judas 7, só porque “a maioria dos Cristãos Protestante, incluindo os Reformadores,” pensaram, pensam e ensinam assim. Portanto, deve ficar claro que quando Deus declara que não há “conhecimento ou recordação após a morte”, é porque não há mesmo, Deus não é homem para que minta (Num. 23:19). “Deus que não pode mentir”( Tito 1:2). “É impossível que Deus minta” (Heb. 6:18- Prov. 30:5,6- Heb. 13:8- I Pedro 2:21-22.

      “ Assim também vi os perversos receberem sepultura e entrarem no repouso, ao passo que os que frequentavam o lugar santo foram esquecidos na cidade onde fizeram o bem;” Eclesiastes 8:10
      “… justos a quem sucede segundo as obras dos perversos, e perversos a quem sucede segundo as obras dos justos.” Eclesiastes 8:14. Eclesiastes 9: 2 e 5.
      “Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?”(Salmos 88:11 e 12)
      Observe que a Palavra de Deus declara que em caso de morte, tanto o homem quanto o animal “vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão”(Ecles. 3: 19,20- Gen. 1:30- 2:19- 6: 17- 7:15,22,23). Contudo, não vi ainda, nenhum dos animais que foram mortos nas cerimoniais que simbolizavam a morte de Cristo “COMO ESTANDO CONSCIENTES”
      “Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais, que perecem. Salmos 49:12
      “Como ovelhas são postos na sepultura; a morte se alimentará deles e os retos terão domínio sobre eles na manhã, e a sua formosura se consumirá na sepultura, a habitação deles. Salmos 49:14
      O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem. Salmos 49:20
      Agora veja que Deus O Criador declara que o aborto não vê o sol, nada conhece e em trevas se vai para o mesmo lugar daquele que ainda se vivesse duas vezes mil anos. E, que apesar de um aborto não ter visto sol certamente por inda não ter nascido ou não ter existido, nada conhece e “em trevas se vai”, é mais feliz do aquele que gerou cem filhos ou que vivesse duas vezes mil anos. Certamente é mais feliz porque o aborto nada conhece sobre tudo, inclusive sobre o sofrimento “que um homem tem domínio sobre outro homem, para arruiná-lo” (.Eclesiastes 8:9). Porém ambos vão pro mesmo lugar (Eclesiastes 6: 3 a 6). Também não vi e não conheço texto da Palavra de Deus que demonstre um aborto “COMO ESTANDO CONSCIENTES”
      O profeta Davi (Atos 2:29,30) declarou em Salmos 17:15 que quando ele acordar contemplaria a Face de Deus e se satisfaria com a Sua semelhança, ou se você preferir: a Palavra de Deus declara que Davi contemplará a Face de Deus e satisfará com a Sua semelhança quando acordar. Agora veja Davi ou a Palavra de Deus confirmando: “…Não me escondas a Tua Face para que eu não me torne como os que baixam à cova” (Sal. 143:7), ou seja, quem baixa à cova (morrem) não vêem a Face de Deus, porque por si só “aquele que desce a sepultura jamais tornará a subir”, “nunca mais tornará a sua casa”, porque até “há esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer a sua raiz e no chão morre o seu tronco, ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova. O homem, porem, morre e fica prostrado; expira o homem e onde está? Como as águas do lago se evaporam, e o rio se esgotam e seca, assim o homem se deita e não se levanta; enquanto existirem os céus, não acordará, nem será despertado do seu sono” (Jô 7:9,10 e 14: 7 a 12).
      Veja que Davi disse que “quando acordar”. Agora olha o que é dito para Daniel : “Tu, porém, segue o teu caminho até ao fim; pois descansarás e, ao fim dos dias, te levantarás para receber a tua herança” (Daniel 12:13), ou seja, Daniel só receberá a herança prometido por Deus no fins quando se levantar, a semelhança de Davi, mas no contexto de I Tess. 4:15,16
      Osmar Ferreira-nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br



  • Denis Cordeiro em 2 de maio de 2013 18:29

    A parábola do Rico e de Lázaro já foi muito bem explicada. É uma PARÁBOLA. Perguntinhas básicas que devem ser feitas com relação a esta parábola é: Pra onde foram os mortos que morreram antes do pai Abraão? É o Céu tão perto do Inferno ao passo que as pessoas possam se tocar e chamar a atenção uma das outras? As pessoas que estiverem no Céu ao verem seus amigos e familiares queimando no inferno (se existisse) teriam paz? Na Bíblia não encontramos um lugar de descanso referindo-se como seio de Abraão. Abraão era pai da nação judaica e segundo criam alguns, só os seus descendentes iriam para este suposto lugar. Mas e os justos que viveram antes de Abraão? Bem se crermos que esta parábola é literal, corremos o risco de morrermos e não irmos para o seio de Abraão, a não ser que façamos um teste de DNA e comprovemos nosso parentesco. Pense nisso.



    • Maiara Costa - Equipe em 4 de junho de 2013 17:32

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Denis!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muito obrigado por suas colocações.
      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Brenda em 3 de maio de 2013 13:29

    Maiara, eu compreendo a questão do homossexualismo e concordo. Pedi q a equipe assistisse TODO o video porque ele cita alguns versos bíblicos que me confundiram. por exemplo: (Êxodo 21:20-21):”Se alguém ferir a pauladas o seu escravo, e ele morrer na hora, o que bateu será castigado.Mas, se o escravo morrer só um ou dois dias depois, o dono não será castigado. Pois a perda do escravo já é um castigo para o dono. Essa lei vale também para as escravas.” (Genesis 19:4-8): “E antes que se deitassem, cercaram a casa, os homens daquela cidade, os homens de Sodoma, desde o moço até ao velho; todo o povo de todos os bairros. E chamaram a Ló, e disseram-lhe: Onde estão os homens que a ti vieram nesta noite? Traze-os fora a nós, para que os conheçamos. Então saiu Ló a eles à porta, e fechou a porta atrás de si, E disse: Meus irmãos, rogo-vos que não façais mal; Eis aqui, duas filhas tenho, que ainda não conheceram homens; fora vo-las trarei, e fareis delas como bom for aos vossos olhos; somente nada façais a estes homens, porque por isso vieram à sombra do meu telhado.” Um ateu que lê esses versos não pode compreender a bíblia como um livro que representa o amor de Deus… Como posso explicar esse tipo de coisa para alguém? Como isso pode ser aceito?



  • dasilva leite de araujo em 3 de maio de 2013 20:32

    olá maiara; hoje eu não poderei falar muito, mais apenas atendam dizimo não era dinheiro; não avia intento de ser para as nações, mas apenas para o povo dos levitas que estavam necessitados, nos dias de hoje dai-se coletas entendeu, a paz de Deus.



    • Maiara Costa - Equipe em 4 de junho de 2013 16:37

      Olá estimado amigo Da Silva!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Eu sempre entendi, contudo percebo que quem não quer entender é você.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Edésio em 3 de maio de 2013 22:01

    Quero parabenizar a Srtª Maiara Costa e o Sr. Adaister pelo grande debate, percebemos que ambos são estudiosos da Lei. Embora exista divergências doutrinárias (Bíblicas) na ótica de cada um, acredito na sinceridade de coração do Sr. Adaister, e que certamente Deus o chamará para fazer parte do povo escolhido. Reforço com elogios, a dedicação e sobretudo a ética da Srtª Maiara em refutar as palavras nesse debate, mas sinceramente, é preciso dizer que os debates a cerca da Lei não são recomendados nas escrituras sagradas:”Evite, porém, controvérsias loucas, genealogias, discussões e contendas a respeito da lei, porque estas coisas são inúteis e sem valor.”
    (Tito 3.9 – Bíblia Nova Versão Internacional- NVI). Um forte abraços a todos!!



  • Erick Leal em 4 de maio de 2013 14:10

    Duvida: Se uma pessoa convertida acaba se desviando posteriormente de Cristo, é impossivel para ela ser renovada/arrepender-se outra vez, segundo o texto HB 6:1ao6, Ou a interpretaçao é outra?



    • Maiara Costa - Equipe em 10 de fevereiro de 2014 9:27

      Olá Erick!
      Bom dia.
      É impossível o arrependimento de acordo com Hebreus 6:6?
      Em Hebreus 6:4-6 lemos:

      “É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento, visto que, de novo, estão crucificando para si mesmos o Filho de Deus e expondo-o à ignomínia”.

      Estes versos, através dos séculos, têm deixado seus leitores angustiados e perplexos, por que a primeira vista, parecem ensinar que não há esperança de arrependimento ou de aceitação divina para aqueles que aceitaram a Cristo e depois o rejeitaram. Para melhor compreensão do problema, Hebreus 6:4 deve ser estudado juntamente com as declarações que tratam do mesmo assunto em Hebreus 10:26-31 e 12:15-17; 25-29.
      Há várias interpretações sugeridas para solucionar os aparentes paradoxos desta passagem com as demais doutrinas escriturísticas, destacando-se entre estas as arminianas e as calvinistas, apresentadas por Russell Champlin em O Novo Testamento Interpretado, vol. 5, p. 537 e 538. Numa coisa os comentaristas estão de acordo, há neste trecho referências ao pecado da apostasia. Declara o SDABC:

      “Entre as várias opiniões que têm sido sugeridas, duas são dignas de consideração:
      “1o) Que a apostasia aqui referida é o ato de cometer o pecado imperdoável (Mt 12:31-32), uma vez que esta é a única forma de apostasia que é sem esperança.
      “2o) Que a passagem corretamente compreendida não ensina a absoluta desesperança da apostasia aqui descrita, mas uma desesperança condicional (Hb 6:6). A maioria dos comentaristas aceita a primeira alternativa, embora a segunda tenha méritos e possa ser baseada no grego”.

      Como bem salientou Cotton: “nada pode existir nesta passagem que nos leve a duvidar da total misericórdia de Deus, pois do contrário, esta passagem destruiria o evangelho”. Deduzimos da leitura de Hebreus 6:4-6 e das outras passagens correlatas, que Paulo fala de pessoas que propositadamente rejeitaram a Cristo e os princípios do evangelho. As afirmações aqui consignadas pelo apóstolo trouxeram sérios problemas para a igreja cristã, especialmente durante as perseguições, quando alguns fraquejaram e posteriormente arrependidos de terem sido tíbios na fé quiseram voltar, muitas comunidades cristãs não queriam aceitá-los escudados em Hebreus 6:6.
      A seguinte verdade não pode ser esquecida: Cristo está sempre de braços abertos para receber o mais indigno pecador, que reconhece o erro e apela pelo perdão, como nos relata Mateus 18:22 e se comprova na triste experiência de Pedro. Em contrapartida, outra verdade escriturística deve ser lembrada: não há esperança para quem consciente e deliberadamente rejeita os ensinamentos de Cristo e o seu sacrifício vicário em nosso favor. Algumas ponderações esclarecedoras:

      “caíram (v.6) significa não pecados grosseiros, mas antes, nada menos que apostasia deliberada, uma completa rejeição e execração à fé de Cristo. No que lhes diz respeito (isto é para si mesmos) tais pessoas expulsam Cristo de suas próprias vidas, ou rejeitam sua reivindicação de ser o Filho de Deus, por ação similar A daqueles que procuraram livrar-se dele ao crucificÁ-lo. Desse modo expõem Cristo publicamente à vergonha”. (O Novo Comentário da Bíblia Editado em Português por Russell P. Shedd)

      Há aqui referências aos apostatados do cristianismo, àqueles que rejeitaram todo o sistema cristão e seu autor, o Senhor Jesus. O apóstolo se refere também àqueles que se uniram com os judeus blasfemos, chamando a Cristo de impostor, sustentando que sua morte na cruz foi conseqüência de ser um malfeitor. Este procedimento tornou impossível sua salvação, porque de maneira obstinada e maliciosa rejeitaram o Senhor que os resgatara. Ninguém que creia em Cristo como o grande sacrifício pelo pecado e conhece o cristianismo como uma revelação divina está aqui incluído, embora ele possa ter desventuradamente apostatado de algum aspecto da salvação de Deus.
      Estão crucificando novamente a Jesus Cristo, isto é, eles mostram abertamente que julgam a Cristo como digno da morte que Ele sofreu, tornando-se um exemplo público por ter sido crucificado. “Dessa forma, há apostasia total pela rejeição do Evangelho e da blasfêmia ao Salvador dos homens, que o apóstolo tem em vista neste relato”. Notas de Adão Clarke sobre Hebreus 6:4 a 6. Algumas pessoas ficam perturbadas com estes textos, pensando que é possível que eles se refiram ao apostatado comum, que em seu coração jamais rejeitou ao Senhor, e que está constantemente pensando que algum dia voltará a servi-lo novamente. E muitas vezes, quando ele começa a penar seriamente em fazer isto o mais depressa possível, então o inimigo das almas confronta com estes textos, da mesma forma que confrontou o próprio Cristo com textos da Escritura, procurando dar-lhes uma aplicação errônea.
      O texto fala de indivíduos que verdadeiramente iluminados. Verdadeiramente provaram o dom celestial, e sabem por experiência o que ele significa. Tornaram-se participantes do Espírito Santo. Provaram a Palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro. Sua experiência alcançou as profundezas de um conhecimento definido, de forma que conheceram os explícitos fundamentos do divino dom. E então esses indivíduos se afastam de tudo isto, e, segundo o texto citado do décimo capítulo de Hebreus, consideram o sangue da aliança, pelo qual foram sacrificados, como coisa profana, comum. Desprezaram o Espírito da graça.
      O texto fala de uma deserção real que leva um homem a renunciar as coisas que ele realmente sabe serem a verdade, e a tratar com desrespeito e desprezo ao Espírito Santo, cujas influências em toda a sua bendita realidade ele sentiu no próprio coração e vida. E tendo desertado desta maneira pode ser prontamente visto que ele se desligou de todas as influências que o atrairiam ao céu, e propositada e determinadamente se colocou numa posição sem esperança e fora do alcance de Deus. O texto mostra que ele fez isto voluntariamente – exercitou sua vontade para fazê-lo.
      Mas o pobre apostatado, em vez de exercitar qualquer poder de vontade simplesmente deixou que sua vontade fosse vencida e destronada pelos persistentes ataques de Satanás e para todos estes, o Senhor envia muitos apelos graciosos em sua Palavra, como Jer. 3:12-14,22. De todos os benditos atributos de Deus, há um que ele destacou como preeminente: “O Senhor tem prazer na misericórdia. Miquéias 7:18”. (Questions and Answers. F. M, vol. II, p. 210-212)

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira



  • Marcones Ribeiro em 4 de maio de 2013 19:44

    Olá irmão ADAISTER,

    Olhando seus comentários e respostas à Equipe do Na Mira da Verdade fiquei curioso como ficou sua posição com relação a imortalidade da alma. Como leigo que sou não conheço nem hebraico nem grego e muito menos aramaico e não vejo como obrigatoriedade de aprendermos essas línguas para sermos salvos ou para entendermos a Bíblia. Veja esses versículos em

    Malaquias 4:
    1 Pois eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como restolho; e o dia que está para vir os abrasará, diz o Senhor dos exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo.
    2 Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas; e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria.
    3 E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos pés naquele dia que prepararei, diz o Senhor dos exércitos.

    Veja também a expressão em Ezequiel 185:20 “…a alma que pecar essa morrerá…”.

    Então depois de estudar tanto você conseguiu deixar de acreditar em idéias pré-concebidas que nasceu com a mitologia antiga e sobreviveu com os gregos, cujos costumes eram seus mestres se deitarem com seus discípulos (homens com homens)? Vai continuar acreditando nessa maluca ideia de transformar Deus em Lúcifer, de colocar um ser mortal num inferno para morrer continuamente?

    Apocalipse é a Revelação de Jesus, então pelo menos em Jesus você acreditará ou então deixe de ser cristão, é o mais coerente.

    Veja: apocalipse 21:4 Ele (Cristo) enxugará de seus olhos toda lágrima; E NÃO HAVERÁ MAIS MORTE, nem haverá mais pranto, lamento, nem dor…. (lamento e dor são coisas desses seu inferno eterno ou melhor do inferno do Lúcifer.”

    E porque não haverá mais tudo isso? apocalipse 20 lhe responde:
    3 O mar entregou os mortos que nele havia; e a morte e o hades entregaram os mortos que neles havia; e foram julgados, cada um segundo as suas obras.
    14 E a morte e o hades [o que significa hades?, leia inclusive a mitologia grega da qual vc é adepto] foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo.
    15 E todo aquele que não foi achado inscrito no livro da vida, foi lançado no lago de fogo.

    O dragão (diabo) a besta (poder político religioso) os falsos profetas (cristãos que acreditam em doutrinas erradas, como você) a morte o hades ou o inferno, todos deixarão de existir.

    NÃO PRECISA ESTUDAR GREGO PARA SABER QUE A ALMA, ESPÍRITO, SEJA QUE NOME VOCÊ DER, É MORTAL E DEUS É ÚNICO QUE POSSUI A IMORTALIDADE (PRECISA LHE CITAR O TEXTO?).

    Não faz sentido Cristo abdicar do seu trono e morrer por nós para nos salvar e ainda dizermos que a alma é imortal, que o próprio Deus que a criou (digo alma vivente, o ser humano) não tiver poder para matá-la. Nesse caso quem está certo é o Diabo, desde o Édem ele é quem está certo se alma for imortal Eva fez certinho em comer da fruta porque não precisava temer a Deus.

    Por outro lado, acreditar que um Deus de amor e de justiça deixará um ser humano num inferno por toda eternidade é simplesmente desconhecer o que é amor e o que é justiça. Amor é morrer em nosso lugar. Nesse caso Cristo não fez nada! Justiça é conceito de proporcionalidade, dar a cada a cada um o que merece e não proporção que merece. Isto significa galardão de acordo com suas obras!!!!

    Adaister.

    Pra terminar. Você deve acreditar que a parábola do Rico e Lázaro é um fato literal. Então se você for para o Céu e seu filho não for, como você será feliz tento contato com ele e ele pedindo pra você molhar a língua dele com água porque o tormento é grande demais. Você será feliz nessas circunstâncias? Se sim, porque? Se não, porque você acha que os demais seres que forem para o céu serão felizes assim. O próprio Deus diz que não tem prazer na morte nem do ímpio quanto mais na do justo. E Deus será feliz vendo seus filhos perdidos sofrendo sem Ele poder nem dar o tiro de misericórdia?

    A melhor vida que o Diabo (no inferno que seria somente o que ele poderia nos dar) nos oferece, a morte ainda seria a melhor alternativa. E pior vida (ser “tapete” rsrsrs…) no céu ainda seria melhor que essa teoria vida em tormento eterno.

    Resumindo. Quem possibilitou a entrada da morte no universo foi Lúcifer. E este Lúcifer inventou a ideia que o homem não morreria se comesse da fruta. Como o homem morreu e continua morrendo, o Diabo, através da mitologia antiga, dos pagãos, e recentemente do espíritismo faz o homem acreditar na imortalidade da alma para de aluma forma a mentira do Éden sobreviver. e Você que si diz cristão acredita nisso e ainda fica discutindo sobre um assunto defendido pelos inimigos de Deus. Católicos, cristãos, espíritas, budistas e todas a es religiões que acreditam numa alma ou espírito humano imortal estão todos redondamente enganados pela maior mentira do universo.

    Que Deus lhes abençoe para entender a verdade e lhes salve mesmo errados nas suas sinceridade, se é que esteja sendo sincero. Caso contrário tenha piedade de você de todos os que acreditam nessa aberração que é o inferno eterno e ainda pregam que é doutrina de Deus ou de Cristo.



  • Cleude Nunes em 5 de maio de 2013 23:52

    gostei muito de todas as mensagens pois realmente são verdadeiras



  • Samuel Feitosa em 6 de maio de 2013 12:17

    Bom dia Maiara Costa. Tenho acompanhado o programa na TV e na Internet. É magnífico a maneira como todos ai do programa da mira da verdade tratam de assuntos tão polêmicos e tão difíceis de entender. Pois bem, tenho algumas questões a exclamar. Por que tanta gente aqui no blog, vem de maneira indelicada e até grosseira e arrogante debater questões da bíblia. Como se quisessem vencer o preletor, e isso lhe desse imensa satisfação e prazer. O fato é que tem muita gente bom de bíblia e muito mal de amor ao próximo em nossa igrejas. Tentamos de maneira insana defender as nossas ideologias e teologias e esquecemos que pessoas estão querendo receber uma simples resposta, tirar uma dúvida bíblica. Devemos claro estudar e bíblia e defender aquilo que acreditamos, mas derrepente descobrimos que aquilo que acreditamos estava errado. Muitas igreja são responsáveis por disseminação do preconceito religioso, dizendo que não devemos convesar ou mesmo estudar a bíblia com outros que não sejam da mesma fé. Bobagem, cada um é responsável pelo que estuda e o alimento espiritual depende do tempo que tenho de relacionamento com Deus, afinal religião é RELACIONAMENTO. Tinha dúvidas de vários assuntos é Deus me mostrou a resposta., sim Deus. Claro que ele usou pessoas pra isso, mas quando tinha dúvidas sobre algum assunto que me incomodava eu orava e jejuava por dias para receber a resposta. Ele me respondia. Falta isso pra gente, se você esta confuso ore a Deus como eu fiz e Deus que responderar. Não tenho religião, mas não vejo problemas em ver assuntos de outro ângulos e resposta. Tenho duas duvidas bíblias que gostaria de ter a resposta. 1° Já me disseram que toda fez que se fala de SABADOS no plural de refere festa judaicas então Ezequiel 20:20 que também fala de Sábados no plural também não é a mesma coisa já que meus amigos adventistas usam este verso como sinal de Deus para com seu povo? 2° Tem como me explicar qual VERDADEIRA diferença entre a 1° aliança e a segunda e qual das duas esta em vigor? Se Jesus também é Deus como ele pode ter morrido se Deus não morre é como ele disse que não sabe o dia de sua segunda vinda de ele é onipotente e oniciente é não a nada que ele não saiba? E finalmente se comer carne de porco é pecado, como faço pra explicar que este mesmo animal server de cura para ouras doenças como: Usar a pele de seu intestino pra o tratamento de queimaduras? Fico feliz em saber que terei a resposta pois já orei a Deus pedindo ajuda e seu sei que, se sua resposta não satisfazer eu ego Deus me mostrará, porque não vou deixa-lo até que me abençoes. Se que o que Deus tem pra mim é maior, mais lindo e mais eterno do que minha miserável opinião.



  • Gilberto em 6 de maio de 2013 16:56

    Ficarei grato apartir do momento que o programa mira na verdade promover debates Religioso de doutrinas diferentes, não com proposito de lenvantar discordia mais esclarecer a verdade para as pessoas.
    Vai uma dica; Silas malafaia x Leandro Quados.



  • Mirlene em 7 de maio de 2013 21:45

    Boa Noite equipe Na Mira Da Verdade. Sou evangélica mas sempre q posso assisto os programas de vocês. Admiro muito o trabalho de vocês, acredito ser um trabalho serio, só que descordo com algumas coisa que são ditas. Acredito sim no tormento eterno, na minha igreja estudamos muito sobre o assunto, estamos sempre pedindo a Deus que revele sua palavra a nós. Não fica só na teologia. Agradeço a Deus por existir programas que preguem a paz como o de vocês.



  • Anonimo em 9 de maio de 2013 16:21

    Boa tarde Equipe abençoada.
    Gostaria de saber ser Deus abençoa uma relação q começou com uma traição???
    Veja bem, eu estou casado a 1 ano, mas antes de eu conhecer minha atual esposa eu tinha um outro relacionamento de 18 anos. tenho 2 filhos desse relacionamento.
    Eu trair minha ex-esposa e me casei de novo. Eu me senti muito mal por ter feito ela sofre, hoje faço parte de uma igreja, confessei meu pecado primeiramente a Deus e também ao meu pastor. Eu e minha esposa oramos muito a Deus porque queremos ter o perdão dele, não queremos viver sob maldição. Me ajude….
    Tenho uma ótima relação com a mãe dos meus filhos, q aliás hoje já tem um outro relacionamento, pedi perdão a ela tbm .
    Deus ele perdoa esse tipo de sutuação???
    Tenho orado muito e pedido a Deus uma orientação.



    • Maiara Costa - Equipe em 17 de setembro de 2013 11:29

      Olá amigo!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Siga em paz com sua vida amigo.
      Deus é rico em perdão e em misericórdia (Isaías 55:7; Miquéias 7:18,19), fiel e justo para tirar e purificar ds todos os pecados (1 João 1:9), sendo assim, viva a sua vida em paz com essa pessoa e siga a recomendação de Cristo: vá e não peques mais nesse requisito (João 8:11).
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Daniel em 10 de maio de 2013 16:51

    Gosto muito de todos, e espero que continue com este maravilhoso trabalho. Sou evangélico e muita coisa que estudei aqui não é passado na classe dominical. Grande abraço



  • Edcley de Souza em 11 de maio de 2013 0:32

    Ainda tenho uma dúvida, ouço muito testemunhos de pessoas que afirma com todas as letras que foram ao inferno ou ao céu em Espírito e que virão almas sofrendo, inclusive o testemunho da Mary K. Baxter afirma que tem muitos sofrendo no inferno, será que estes testemunhos são falsos?



    • Maiara Costa - Equipe em 17 de setembro de 2013 10:44

      Olá Edcley!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Como você pode perceber no artigo não existe hoje um “inferno” ardendo em chamas, sendo assim, não há hoje ninguém sofrendo.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Gustavo em 11 de maio de 2013 1:23

    Graça e paz a todos!

    Mudando o assunto Maiara gostaria de que algo fosse explanado do Na Mira
    sobre esses videos que andam publicando aqui. Por favor sou adventista e sinto na obrigação de combater heresias. Por favor deem uma olhada e não fiquem calados falem no programa se for possivel irmãos. Aqui está
    http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=YkN55gwYMIY

    Deus os abençõe!



    • Maiara Costa - Equipe em 9 de setembro de 2013 17:08

      Olá Gustavo!
      Muito obrigado por essa informação.
      Assim que possível refutaremos essas heresias.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Isaac Marqyes em 11 de maio de 2013 23:17

    muuito boom, que Deus abençoe ricamente esse irmão sincero, queria aproveitar a oportunidade para fazer uma pedido aos queridos leitores desse site, que se interessas a vcs , derem uma lida nesse blog que acabei de criar, e se for da vontade de Deus , que transforme muitas vidas http://isaacbm.blogspot.com.br/ obg.



  • Felipe em 12 de maio de 2013 23:31

    Em primeiro lugar gostaria de parabenizar o professor Leandro Quadros por esse artigo assustadoramente grande e bem escrito, alem de lindamente embasado e organizado. Bem compreendo o problema com traducoes, pois sou professor de ingles e uma das maiores dificuldades que tenho e ensinar aos alunos que idiomas diferentes nao se tratam apenas de traduzir palavras e remodelar a gramatica, mas trata-se de realinhar totalmente a forma de se expressar e ate mesmo a maneira de pensar!
    Ao explicar os significados das palavras, caro senhor, nao apenas deste um significado contextualizado, mas fizeste-nos absorver um pouco mais da cultura mediterranea. Em nome de todos os aficionados por cultura, agradeco-te por isso.

    @Pessoal que nao leu e por “ter textos de EGW”
    Sinceramente, isso so prova o quanto sao desonestos consigo mesmos, pois so ha uma citacao dela no texto – e nem e no comeco! Tal linha de raciocinio nao condiz com a conduta indicada por Deus (Dt 25:11-16). Alem disso, Paulo aconselha a todos “Ouvir de TUDO e reter o o que e bom e evitem todo o tipo de mal.” (I Ts 5:21-22)(Grifo acrescentado) Como podem eter algo que nunca ouviram – ou, no caso, leram?
    O fato de ignorar algo que alguma pessoa tem a dizer sugere a todos que voce e uma pessoa imatura, incapaz de produzir intelectualmente por conta propria e covarde, com medo de encontrar alguma que supere a sua capacidade analitica, e que o force a escolher entre a tradicao e a razao – a proposito, a razao e a melhor escolha ( I Co 14:14-15); “A religiao sem ciencia e cega.” Albert Einstein
    Como se tudo isso nao bastasse, a mensagem que se transmite e a de preguica. Meu primeiro pensamento ao terminar de ler o artigo e ler os comentarios foi “esse preguicoso nao leu o artigo e fica defecando asneiras no trabalho dos outros.” Dessa vez voce se deu mal nao so por usar uma desculpa fraca no artigo errado, mas por alguem ter tido a paciencia de expo-lo. Deixar de assimilar conhecimento torna a mente vulneravel e exposta a manipulacao. Paulo vaticinou aos irmaos que “tenham sabedoria e um entendimento completo, a fim de que saibam escolher o melhor. Assim, no dia da vinda de Cristo, voces estarao livres de toda a impureza e de qualquer culpa.” (Fp 1:9); e Pedro recomenda que “juntem conhecimento a bondade.” (II Pd 1:6)
    A propria Biblia afirma que surgirao profetas, falsos (II Pd 2:1) e verdadeiros (Jl 2:28; Am 3:7). Como podes saber qual e o verdadeiro e qual e o falso, se te recusas a ouvir? O que nos leva a outra pergunta, por que te negas a ouvr? Sera que e por que EGW direciona as pessoas a voltarem-se ao estudo da Palavra, orienta os leitores a abandonar o edonismo e as avisa do que Deus verdadeiramente quer de nos? Desafio-te a estudar a Biblia e a ler o Desejado de Todas as Nacoes e confirmar que a escritora orienta o leitor a todo instate a olhar a Cristo. Ou a ler Orientacao Para a Crianca e a perceber que com um seculo e meio de antecedencia, ela ensinou o que a psicologia, a pedagogia, a pediatria etc. comecaram a perceber apenas recentemente. Atreva-se a ler Mensagem aos Jovens e compare com as cartas de Paulo, tenho certeza que encontrara conexoes obvias em relacao ao comportamento recomendado a Timoteo.

    @Adaister
    Cara irmao, se os dois relatos da criacao sao sequenciados, e o homem foi criado somente em espirito e apenas depois Deus criou o corpo para que o homem pudesse trabalhar, voce esta implicitamente indicando que o homem nao podia interagir com a materia. Assim sendo, por que Deus teria dado todas as plantas como alimento? Espiritos tem fome? Isso aqui e cristianismo ou xintoismo? Como espiritos se alimentam?
    Segundo, como poderia um espirito dominar a terra e os animais? O homem deveria possui-los, no sentido espirita da palavra?
    Terceiro, Deus disse para terem filhos. Como podem os espiritos se reproduzir? Mitose? Percebe como tais detalhes vao sutilmente nos levando a devaneios que nao so nao contem respostas biblicas, como nao ajudam a enaltecer o carater?
    Finalmente, Genesis capitulo 2, versiculo 1: “Assim TERMINOU a criacao do ceu, e da terra, e de tudo que ha nele.”(Grifo acrescentado) Se o relato e cronologico, a Biblia esta mentindo? Por que logo em seguida vem, de acordo contigo, vem a criacao fisica do homem. Opa! Tem coisa errada ai!
    Medite com calma em tais questoes.

    P.S. Desculpem-me pela ausencia de acentuacao. O tablet que eu estou usando nao reconhece acentos.



    • Maiara Costa - Equipe em 9 de setembro de 2013 16:49

      Olá amigo Felipe!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Muitíssimo obrigado por sua ajuda e contribuição.
      Sinta-se a vontade para fazer mais comentários.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Francisco Ildebrando em 13 de maio de 2013 9:40

    Com todo respeito a opinião dos que defendem a doutrina do tormento eterno, porém é fácil perceber os erros de interpretação BÍBLICA que eles cometem.
    1° Usar parábolas (RICO E LAZARO) como literal. passagens simbolicas (Ap 6:9,11) como literal. Mesmo pq. o verso 10 afirma que o altar está na terra e não no céu.
    2° Desprezar os textos que são mais claros do que o sol ao meio dia, e considerar os textos obscuros.
    3° Seguir opiniões terceirizadas. Exemplo; dizer que CRISTO falou mais do inferno, do que do próprio PAI,DAS ESCRITURAS E DO AMOR AO PRÓXIMO, é seguir o que outros falam ou escrevem e não um exame sincero das ESCRITURAS.
    A doutrina de um inferno em chamas eternas sobre ímpios eternamente sofrendo é antibíblica e traz as seguintes conseqüências.
    1) Deus não é todo-poderoso pois não pode acabar definitivamente com o pecado e nem vencer a morte. contrariando a BÍBLIA.
    2) Deus não é amor, pois traz um sofrimento tão poderoso que leva muitos a se voltarem para ele por medo do inferno.
    3) Deus é sádico pois, pelo jeito, aprecia ver pessoas em sofrimento eterno.
    4) Deus não é justo ao dar um castigo eterno para quem viveu no máximo 100 anos cometendo pecados – de igual modo para SATANÁS que é o pai do pecado.
    5) O próprio céu seria um inferno para os salvos que desde agora têm conhecimento da existência desse inferno. Eles estão no céu enquanto muitos parentes e amigos que não creram, estão sofrendo. Como nos sentiríamos, nesse caso?
    6) O bem e o mal, finalmente, seriam eternos e Deus não possui um plano definitivo para a redenção dos seres criados.
    Em conclusão apresentamos os seguintes textos:
    Mal 4:1-3 – Os maus serão totalmente destruídos, sem sobrar raiz nem ramo – reduzidos às cinzas.
    Sl. 37:10 – Não mais existirão, não aparecerão.
    Apoc. 20:14, 15 – A segunda morte é o destino final daqueles que não creram. É a morte eterna e definitiva – nunca mais tornarão a viver nem estarão morrendo sempre – não mais existirão em parte alguma. Os ímpios não são eternos!
    Is. 28:21 – A futura destruição dos ímpios é o ato estranho de Deus pois Ele não tem prazer em destruir quem quer que seja. (Ez. 33:11).



  • leonel em 17 de maio de 2013 0:16

    um amigo me contou que durante um culto evangelico pentecostal ele fez uma oração em pensamento e logo em seguida apareceu uma irmã falando em linguas e interpretando ao mesmo tempo. Esse irmão relata que que essa irmã que falava em línguas revelou os seus pensamentos e que Deus estava dando uma resposta a sua oração e concedendo a benção da sua petição. Se só Deus conhece os pensamentos, pode essa manifestação ser o genuino dom de linguas? As passagens na biblia que fala sobre dom de linguas dá margens para dizer que essas linguas são de anjos?Gostaria que me ajudasse com esse assunto.



    • Maiara Costa - Equipe em 17 de setembro de 2013 9:51

      Olá Leonel!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      O verdadeiro dom de línguas de acordo com a Bíblia amigo é a capacidade sobrenatural de se falar em outro idioma sem nunca tê-lo aprendido antes (Atos 2:5-12), com o objetivo de se pregar o evangelho a outros, pois o propósito do dom é evangelístico e salvífico.
      Em relação a língua dos anjos a pergunta que deve ser feita é a seguinte: Quando os anjos estiveram aqui na Terra que língua eles falaram?
      Se você for a textos como Apocalipse 19:9,10; Lucas 1:26,28-38 perceberá que quando os anjos vinham a Terra não falavam em linguas angélicas com os seres humanos, mas sim num idioma em que os seres humanos entendessem. Por que, então, Deus concederia uma língua angélica para que um ser humano comunicasse a Sua vontade à outro ser humano? Não faz sentido!
      Sendo assim, o verdadeiro dom de línguas nada tem a ver com línguas angélicas ou ininteligíveis.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • LAERCIO DOS SANTOS em 17 de maio de 2013 1:10

    Os cristãos da atualidade precisam urgentemente de examinar as escrituras sagradas. É impressionante como milhões de pessoas estão sendo enganadas pelo inimigo de Deus sendo que estão com a bíblia na mão. Muitos cristão não sabem nem o que é uma parábola e acabam distocendo o que Deus realmente ensinou e acabam colocando o inferno dentro do céu e o caos dentro do paraíso. Essa interpretação de que as pessoas ficarão sofrendo eternamente é diabólica e totalmente irracional.
    Os irmãos Pentecostais com todo respeito precisam estudar a Palavra de Deus todos os dias e com mais profundidade, pois estão sendo enganados e enganando milhões de pessoas com várias doutrinas pagãs e os pastores pentecostais precisam imediatamente falarem a verdade e pararem de empolgação espiritual, sejam racionais em sua adoração a Deus e parem com esses cultos cheios de gritaria onde não se entende nada, é gente chorando caindo pra todo lado, por isso que não há conhecimento de Deus, para entender as escrituras sagradas é preciso ordem na casa de Deus, enquanto uma fala os outros escutam e examinam as escrituras em reverência.
    Os irmãos que acreditam nessa doutrina pagã do tormento eterno, muitos deles tenho certeza que são pessoas sinceras, mas infelizmente estão enganados e pensam exatamtente o que o inimigo de Deus quer que eles pensem sobre o caráter de Deus e justiça de Deus.



  • guii em 18 de maio de 2013 0:54

    muito bom…!



  • Manuel Pinto em 19 de maio de 2013 17:26

    A simplicidade e a clareza de Génesis 2:7 ajudaram-me a compreender a questão da imortalidade/mortalidade da alma.
    Está escrito que Deus formou o homem (corpo) do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida, e o homem passou a ser uma alma (um ser) vivente.
    O homem, formado por Deus, passou a ser uma alma vivente, depois de Ele lhe ter dado a vida.
    Mas a vida que Deus ao homem não foi uma vida individualizada; não foi uma vida preparada especificamente para Adão. O Criador, o Senhor da vida, deu vida a uma forma inanimada.
    Da junção dos dois elementos: corpo + vida resultou uma alma vivente. Foi somente nesse momento que a alma passou a existir.
    No momento da morte, tem lugar o processo inverso: a vida separa-se do corpo e a alma vivente deixa de existir. Ela voltará a existir no momento da ressurreição.
    Haverá duas ressurreições: a ressurreição da vida e a ressurreição da condenação.
    Considerando que a Bíblia chama à morte um sono, compreende-se que entre a morte e a ressurreição, o estado é de inconsciência total.
    A Bíblia diz-nos, em Apocalipse 20:6, que aquele que tem parte na primeira ressurreição, é bem-aventurado, e que sobre ele não tem poder a segunda morte.
    Vemos assim que a segunda morte está relacionada com a segunda ressurreição, a dos perdidos. É sobre estes que a segunda morte tem poder. Mas, neste caso, é mesmo morte ou, se quisermos, é um sono eterno.
    A apresentação do tema, pelo Professor Leandro Quadros, é tão abrangente, tão profunda e tão bem documentada, com passagens Bíblicas, que não deixa margem para dúvidas: não haverá duas vidas eternas. A vida eterna será somente para os salvos. Não haverá vida eterna num lugar de sofrimento. O mal será eliminado para sempre, em resultado da manifestação da misericórdia e do amor de Deus. Como poderia Ele permitir que os que não se salvassem, ficassem a sofrer por toda a eternidade ?



  • Eliseu em 19 de maio de 2013 19:49

    Gostaria de fazer um pequeno comentário a cerca da expressão ” O FOGO QUE NUNCA SE APAGA E O VERME QUE NUNCA MORRE”.
    Quando Marcos escreveu a cerca desse assunto, colocou expressões de sua época. Quando alguém era expulso da cidade de Jerusalém, ficava do lado de fora, no vale de Hinon, onde era jogado o lixo da cidade. Todos os dias queimavam o lixo e jogavam enxofre, afim de manter o fogo aceso. Neste local, além do lixo, jogavam restos de animais e até cadáveres de mendigos, pessoas consideradas indignas e estrangeiros. O fogo estava constantemente aceso e os vermes proliferavam. Então, quando em Marcos 9:44 diz os ímpios irão para o local onde o fogo nunca se apaga e o verme nunca morre, ele está apenas dizendo que eles ficarão fora da JERUSALÉM CELESTIAL, perdidos, lixo espiritual.



  • adriano cardoso vieira em 30 de maio de 2013 14:38

    Mas Mateus;25:46 fala ao contrario penso eu que os que morreram em Cristo estão no paraiso como aquele ladrão da cruz aguardando a ressurreiçãoe irem pra cidade santa e os impios que morreram estão no inferno e no fim seram jugados e jogados no lago de fogo eterno mateus;18:8



    • Maiara Costa - Equipe em 7 de agosto de 2013 16:00

      Olá Adriano!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Jesus prometeu ao ladrão que o levaria para o céu naquele dia?
      “E acrescentou: Jesus lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43) Aparentemente, parece haver uma contradição na palavra de Deus, porém, estudando profundamente este texto, percebemos que o livro Sagrado de Jesus é perfeito e não contém erros doutrinários.
      O que acontece neste caso, é que o verso contém um pequeno “erro gramatical” e de “pontuação” por parte do tradutor e não do próprio Jesus. Analisemos quatro pontos básicos existentes que nos ajudarão na correta interpretação:
      1- A palavra “que” existente em nossa Bíblia não consta no texto original grego. É um acréscimo do tradutor. A escrita seria assim: “Em verdade te digo hoje estarás comigo no paraíso”. Na escrita bíblica, as frases e palavras, eram escritas todas juntas, sem pontuação. Ex: (traduzindo para o português)

      “Emverdadetedigohojeestarascomigonoparaiso”

      Cabe ao estudante da palavra de Deus fazer a separação correta das palavras e pontuá-las adequadamente.
      2 – O entendimento do texto irá depender de onde usarmos a vírgula. Colocando-a depois da palavra “digo”, significaria realmente que, no momento de sua morte, o ladrão iria para o céu com Jesus. Ex: “Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso”. Agora, se a vírgula for colocada depois da palavra “hoje”, muda completamente o sentido do texto: “Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso”.
      Jesus está dizendo ao ladrão que “hoje”, neste dia em está sendo pregado na cruz, neste dia em que ele está preste a morrer, ele promete um dia ressuscitá-lo e levá-lo para o Céu. O termo “hoje” refere-se ao momento no qual Cristo estava fazendo a promessa. Deve-se também ressaltar que o ladrão pediu a Jesus: “lembra-te de mim quando vieres em teu reino”. Ele sabia que a vinda do reino de Deus era algo futuro.
      3 – O ladrão não foi para o céu naquele dia. Leiamos João 19.31 a 33:

      “Entre os judeus, para que no Sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele Sábado, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados. Os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e ao outro que com ele tinham sido crucificados”.

      As pernas do ladrão foram quebradas porque ele estava vivo. Era costume da época, fazer isto para que os criminosos não fugissem. Em algumas vezes os condenados à cruz levavam até uma semana para morrerem.
      4- O próprio Jesus disse que não tinha ido ao céu depois de sua morte. Vejamos João 20.17: “Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu pai, mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus” (grifo meu).
      Analisemos: Jesus morreu numa sexta-feira e ressuscitou num domingo. Como ele iria para o céu com o ladrão na sexta, se no domingo ele disse para Maria Madalena que ainda não havia subido? O livro Subtilezas do Erro, de A.B. Christianini menciona várias traduções que vertem Lucas 23.43 da seguinte maneira: “E Jesus lhe disse: na verdade te digo hoje: estarás comigo no paraíso”.
      Sendo assim, texto de Lucas não contradiz a doutrina do sono da alma (Sl 13.3; Jo 11.11-14). As Escrituras claramente ensinam que a pessoa ao morrer está inconsciente até a volta do Senhor Jesus (Sl 6.5; 115.17; I Ts 4.13-16).
      “Hoje”, exatamente quando parecia que Jesus nunca teria um reino, Ele prometeu ao malfeitor: “Estarás comigo no paraíso.” Verso 43. Jesus deu ênfase ao momento da Sua promessa. “Neste dia da Minha humilhação, você revela fé na Minha exaltação. Neste dia, quando todos os outros Me abandonam, você me chama Salvador. Neste dia em que você chegou ao limite da sua vida, quando você lança a sua alma impotente sobre um Salvador moribundo, Eu lhe prometo. Hoje, declaro como num decreto real a partir da cruz, como se fosse de um trono: Você estará comigo no Paraíso!”
      O ladrão era prisioneiro, mas prisioneiro da esperança – a bem-aventurada esperança. Uma coroa aguarda o ladrão penitente. Ela será sua quando Jesus estabelecer o Seu reino. É este o triunfo da fé.
      Que deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Ander em 1 de junho de 2013 17:07

    Hola a Todos!

    _Se Samuel foi enterrado em Ramá, 1Samuel capit 28:3.Que faz “Samuel” saindo debaixo do chao da cidade de Endor se a sepultura estava em Ramá?
    _Esse espiritu teve que andar um bucado por debaixo do chao,pois a distancia de Ramá a Endor era de aproximadamente 100km de distancia.Se os boms vao ao ceu ,que faz “Samuel” saindo debaixo?
    _Se quando morre vai ao ceu.Entao Abel passou um bom tempo sozinho lá,porque o povo naquela época viviao bastante ,e o “inferno” estaria fazio esperando o primeiro a ser tostado .
    _Porque Caim seguiu vivendo ,e casou-se e teve filhos e filhas .E o unico medo que teve Caim foi de que o encontrara e o matassem,nao diz nada de que tinha medo de ir ao inferno.Genesis capit 4:14
    _Se quando morre vai ao ceu .Por que Caim em Genesis capit 4:9 ,quando Deus pergunta :Onde esta Abel seu irmao ? E ele contesta:Acaso sou eu guarda de meu irmao ?
    _Por que Caim nao diz: pergunta pra Ele ,se supostamente ele ja sabia que Abel estaria no ceu? Genesis capt 4:9
    _Para que Deus diria:O sangue do teu irmao clama a mim desde da terra ,se Deus e Caim ja sabiao que supostamente Abel estava no ceu. Genesis capt4:10

    _Se Caim tinha mais medo de ser errante e estranjeiro ,e cuando lavrase a terra ja nao voltaria dar sua força (sustento) Genesis capit4:12-13 ,porque ele considera esse castigo Grande de ser suportado ?Se esse sofrimento em comparaçao ao inferno nao é nada!



    • Maiara Costa - Equipe em 7 de agosto de 2013 16:02

      Hola Ander!
      Gracia i paz.
      Algumas pessoas querem ver no relato da Feiticeira de Endor uma prova da imortalidade da alma. Seria isso correto? É ou não possível comunicar-se com os espíritos de pessoas falecidas? Foi ou não Samuel quem apareceu na sessão espírita de En-Dor? Tertuliano, Jerônimo, Lutero e Calvino acreditavam que um demônio apareceu em forma de pessoa, personificando Samuel.
      Examinemos a narrativa em questão. Saul ordenou aos seus servos: “Buscai-me uma mulher que tenha o espírito de feiticeira, para que vá a ela e a consulte.” (I Sam 28:7). Encontraram tal mulher em Endor. A mulher indaga: “A Quem te farei subir? E disse ele (Saul): Faze-me subir a Samuel. ” V.11. Um momento depois, declarou a mulher: “Vejo deuses que sobem da terra … vem subindo um homem ancião, e está envolto numa capa.”Vs. 13 e 14. “Samuel disse a Saul: por que me desinquietaste, fazendo-me subir? … O Senhor entregará também a Israel contigo na mão dos filisteus, e amanhã tu e teus filhos estareis comigo.” Vs. 15-19.
      Esta narrativa não diz coisa alguma acerca de ter o profeta Samuel descido do Céu nessa ocasião. Saul usa a palavra “subir”, “sobem da terra”, “subindo”. E a Samuel são atribuídas palavras equivalentes: “Fazendo-me subir”. Se há quem possa alegar essa trágica narrativa para apoiar seus pontos de crença, são-no justamente os que, como nós, creem que os mortos, ao voltarem à existência, “sobem da terra”. Mas, ao buscar provas relativamente ao estado dos mortos, não achamos seguro confiar nos acontecimentos e conversações de uma sessão condenada por Deus. Todavia, como os crentes na imortalidade da alma apelam para essa sessão, desejaríamos perguntar-lhes como harmonizam todas essas afirmações com a sua crença. Como pode “subir” ter o sentido de “descer”?
      Voltando à narrativa, vemos que ela assim descreve o pretenso Samuel: “Um homem ancião,… envolto numa capa.” Seria este o aspecto de um espírito imortal? Assumiria ele forma corpórea? Em caso afirmativo, onde obtém o corpo? Se responder que houve ressurreição, replicaremos que tal alegação prejudica o caso, em vez de prová-lo. Cremos, sim, que os mortos hão de ressurgir. Não cremos, entretanto, que o diabo tenha poder para tal, e é certo que Deus não estava com essa feiticeira, que, aliás, se achava sob o divino edito de morte, em virtude de praticar a arte mágica. Dizer, pois, que houve ressurreição, tão somente aumenta o embaraço. (Ver as seguintes passagens, relativamente à divina sentença de morte contra as feiticeiras: Lv. 20:27; Dt. 18:10 e 11. O espírito que as dirigia não vinha, pois, de Deus, mas do diabo.)

      Ora, diz-nos o registro, mais adiante, que Saul culminou com o suicídio, o seu procedimento pecaminoso. (I Sm. 31:4) Entretanto, o suposto Samuel, predizendo a morte de Saul, declarou: “Amanhã tu e teus filhos estareis comigo”. Onde, pois, estava Samuel, se o suicida Saul iria estar com ele? Efetivamente, é de se admirar que os que crêem na doutrina da imortalidade inerente ao homem, se apoiem nesse relato bíblico, porquanto assim procedendo, fazem Samuel “subir” da “terra” quando, segundo o ponto de vista deles mesmos, ele deveria estar no céu; e fazem o ímpio Saul habitar com o santo Samuel, quando ele deveria, segundo ainda o seu ponto de vista, estar com os demônios no inferno.
      Por que, no entanto, fala o relato em Samuel, se ele ali não se achava de fato? O registro não diz que Saul viu a esse suposto Samuel, pois quando a feiticeira gritou, ele perguntou: “Que é o que vês” E um momento depois: “como é sua figura?” Se Samuel tivesse realmente estado ali, por que não teria visto Saul? Porventura unicamente só os olhos da bruxa eram capazes de ver “o homem ancião envolto numa capa?” Lemos que Saul “entendeu” que era Samuel. Quer dizer que Saul percebeu, concluiu, em resultado da descrição dada pela feiticeira, que Samuel estava presente.
      Era o maligno o inspirador das atividades da feiticeira, e o maligno é o embusteiro por excelência. Concluímos, pois, que essa mulher estava enganando a Saul. Ela, iludida também pelo diabo, provavelmente pensou que via Samuel. Saul, por sua vez, aceitou sua explicação. A narrativa bíblica simplesmente descreve, pois, essa sessão espírita em termos das suposições da feiticeira e de Saul. Temos no relato uma linguagem de aparência, recurso empregado em literatura. Quando a narrativa diz “Samuel”, podemos compreender significar simplesmente aquela aparição produzida pelo diabo, a qual sem dúvida se verificou, e que eles supunham ser Samuel.
      O livro de Crônicas complementa o relato bíblico ao dizer que Saul morreu por causa da sua transgressão contra o Senhor e também porque buscou a adivinhadora para a consultar e não buscou ao Senhor (I Cr 10:13 e 14). Precisaríamos acrescentar mais alguma coisa ao patético episódio?

      Análise do Caso: Dentre as muitas provas contra a opinião de que Samuel apareceu naquela ocasião, destacam-se:
      a) Nem a médium nem o seu espírito de mediunidade exerciam qualquer poder sobre a pessoa de Samuel. Só Deus exercia esse poder; pelo que não permitiria que seu fiel servo viesse a tornar parte duma prática que o próprio Deus condenou (Dt 18.9-14);
      b) Após informar a Saul que Deus o tinha rejeitado, Samuel nunca mais disse coisa alguma a esse rei;
      c) Se fosse Samuel que tivesse aparecido na ocasião, ele não teria mentido, dizendo que Saul pertubara seu descanso, se Deus e não Saul tivesse lhe ordenado; nem dizendo que Saul e seus filhos estariam com ele no dia seguinte (versos 15,16);
      d) Saul mesmo disse que Deus já não lhe respondia nem pelo ministério dos profetas e nem por sonhos (Dt. 18.9-14);
      e) Se Deus aprovasse tal coisa, não teria afirmado que Saul deveria morrer por causa da consulta feita à médium (I Cr. 10.13);
      f) Saul mesmo não viu Samuel. De acordo com a descrição da médium, foi ele mesmo que supôs que a personagem descrita era Samuel;
      g) Quanto à profecia dada pela médium, ela tomou conhecimento da profecia feita antes por Samuel (I Sm. 15.16,18), que vinha perseguindo Saul (I Sm. 16.2; 20.31), pelo que lhe disse o que ele esperava ouvir, e;
      h) A parte final do vaticínio da médium não foi verdadeira em seu cumprimento, pois, nem Saul morreu no dia seguinte, nem morreram nesse dia todos os seus filhos.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Raphael Batista em 4 de junho de 2013 0:44

    Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; (Mateus 25:41)
    8 Como labareda de fogo, tomando vingança dos que não conhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo;
    9 Os quais, por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder, IITs 1:8.9)

    Esta muito Claro….



  • Raphael Batista em 4 de junho de 2013 0:49

    DEUS É AMOR E JUSTIÇA…..



  • Pedro henrique em 4 de junho de 2013 2:19

    Eu sempre tive minhas duvidas quanto a esse assunto, mas quando penso no tormento eterno eu não me preocupo com a minha punição e sim com as pessoas a minha volta e como elas muitas outras em que a maioria tem um coração bom e provavelmente não serão salvas, porque não açeitam a jesus e nem seguem seu caminho, então penso que as pessoas que não se abalam com isso, tem uma mente egoista e não amam ao proximo como a si mesmo, por isso prefiro açeitar a ideia da destruição da alma corrupta.
    Mas minha mente (ou espirito, não sei.) sempre apresenta uma pequena negação a essa vertente, porque ao mesmo tempo que se mostra mais sabia e mais amorosa e mais bem relacionada com Deus, pareçe que deixa mais facil a vida cristã, o que não condiz com a biblia; neste mundo sofrerá aflições, aquele que da a sua vida ao mundo perde a, todos te odiarão, este mundo te odeia. e quero ressaltar uma parte do texto do autor em que está escrito “relaçione-se com ele sem temor” isto é um absurdo, pois quem não teme a Deus não sera salvo, mas não vou relevar o texto por uma frase rs.
    o que eu peço é um conselho ou revelação de Deus que me tire essa divisão ou duvida de uma vez por todas, por que não consigo tirar isso da cabeça e se alguem da equipe puder me ajudar ficarei imensamente grato.

    Obrigado



  • Eugênio Barboza em 7 de junho de 2013 22:50

    Se existir um inferno eterno, o homem é muito mais justo que Deus, pois a justiça humana é proporcional…ou seja, um homem que rouba tem uma pena menor do que um outro que mata… Isto é justo…mas para um Deus que cria um inferno de tormento eterno, tanto o genocida que é responsável pela morte de milhares de pessoas, como o ladrão que rouba uma galinha, são condenados à uma eternidade de tormento e dor… Este Deus psicopata eu desconheço…



  • vladimir ferreira dos passos júnior em 11 de junho de 2013 17:25

    olá boa tarde! A palavra que aparece em Mateus 25:46, TORMENTO eterno foi mal colocada assim com inferno ? em grego é KóLASIN que significa outra coisa com: decepar,podar ou restringir os gualhos das árvores,punir e castigar então deveria ser assim o destino dos ímpios: E estes irão para decepação eterna mas os justos para vida eterna.



    • Maiara Costa - Equipe em 12 de junho de 2013 14:52

      Olá estimado amigo Wladimir!
      Satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Você está correto quanto ao termo grego empregado em Mateus 25:46 é Kolasis que significa punição de acordo com dicionário exegético Vine da editora CPAD e punição, correção e penalidade de acordo com o dicionário grego Strong.
      O texto mostra qual será a consequência eterna para os ímpios, ou seja, a penalidade de eterna destruição (2 Tessalonicenses 1:9; Malaquias 4:1-3).
      O texto na edição Almeida Revista e Atualizada, 2° ed. no Brasil diz assim: “E irão estes para o castigo (penalidade) eterno, porém os justos, para a vida eterna”.
      Qual dicionário bíblico que traz a palavra decepação?
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Charles Silva Bispo Lima em 17 de junho de 2013 22:02

    Olá! muito esclarecedor o estudo! mas ainda não consigo entender porque muitos seguem a linha de raciocínio de que o inferno é eterno, como o histórico pregador e filósofo Jhonatan Edwards, que inclusive pregou um dos sermões mais famosos da história, o famoso “Pecadores nas mãos de um Deus irado”, e tantos outros da linhagem do protestantismo dos dias de hj… isso ainda me deixa muito confuso :/
    não consigo me convencer de que cunho de justiça é esse que é defendido no ponto de vista desse vídeo.. isso me deixa muito confuso :/
    Como vcs rebateriam esse argumento, à luz da bíblia?
    Grato desde já, a paz!



    • Maiara Costa - Equipe em 18 de junho de 2013 17:04

      Olá estimado amigo Charles!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Cremos que nesse artigo mesmo no qual você colocou a sua pergunta já há argumentos bíblicos suficientes para mostrar que o posicionamento do video que incluse retiramos por não estar em harmonia com as Escrituras não está em conformidade com o caráter e a justiça de Deus.
      O apresentador do tema no video usou como base Agostinho, contudo Agostinho estava influenciado pelo pensamento de Platão, ou seja, pela filosofia grega da crença na imortalidade da alma, algo que a Bíblia não ensina.
      Vamos para alguns textos bíblicos que podem te ajudar que a doutrina do inferno eterno não é bíblica:
      “Os ímpios, no entanto, perecerão, e os inimigos do SENHOR serão como o viço das pastagens; serão aniquilados e se desfarão em fumaça“.Salmo 37:20
      “Pois eis que vem o dia e arde como fornalha; todos os soberbos e todos os que cometem perversidade serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo. Pisareis os perversos, porque se farão cinzas debaixo das plantas de vossos pés
      , naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos”.Malaquias 4:1-3.
      “Eles sofrerão a pena de destruição eterna, a separação da presença do Senhor e da majestade do seu poder”. 2 Tessalonicenses 1:9
      Perceba que esses textos amigo nos mostra que eles serão totalmente destruídos após receberem o seu devido castigo (Lucas 12:46-48).
      Um pecador que viveu uma vida de pecados por 80 anos não será punido na mesma intensidade de tempo que Satanás que pecou desde o princípio.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • vladimir em 27 de junho de 2013 17:44

    olá! kólasin em portugues : decepar,cortar,poder os gualhos das árvores,extirpar alguém de algo,punir e castigo. Decepar ou cortar são as primeiras palavras de kólasin.



    • Maiara Costa - Equipe em 28 de junho de 2013 11:20

      Olá Vladimir!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      A Bíblia não foi escrita em português, mas sim traduzida, sendo assim devemos compreender as palavras no idioma original em que foi escrita não em nossa própria língua no qual as palavras tem significações diferentes.
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • vladimir em 28 de junho de 2013 16:39

        olá! falando no lago de fogo, tem como esse ser ´´simbólico´´ pois a morte e o hades(inferno ou sepultura) é lançado nele ?. em Romanos 6:7 diz quem morre é absolvido dos seus pecados. -oque significa?



        • Maiara Costa - Equipe em 19 de setembro de 2013 18:10

          Olá Vladimir!
          Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
          Amigo esse texto deve ser entendido dentro do contexto do capítulo 6 que é o batismo, ou seja, a morte para nossa velha vida de pecados e renascimento para uma nova vida com Cristo.
          A pessoa que morreu para a sua velha vida de pecados já está justificada. Leia o capítulo todo o capítulo.
          Que Deus te abençoe grandiosamente.
          Um forte abraço.
          EQuipe do Na Mira



  • Charles Silva Bispo Lima em 28 de junho de 2013 13:06

    Muito obrigado! Deus abençoe! 🙂



  • wilson em 4 de julho de 2013 16:47

    se o lago de fogo é simbólico(apocalipse 20:14) como dizem os TJ como vai ser exterminio dos maus, uns falam da fonalha ardente Mateus(13:41,42) não do lago de fogo, outros falam que Deus vai apenás tirar o fôlego de vida e nunca mais devolve-los, como será o extermínio dos maus?



  • ROBERTO DA SILVA MARTINS em 7 de julho de 2013 11:43

    EU NÃO LÍ TODO ESTE TEXTO SOBRE A TEORIA DO TORMENTO ETERNO(EMBORA SEGUNDO OS TEXTOS DE JESUS FOI ÊLE QUEM DISSE ISTO)MÁS UMA COISA EU CREIO É,QUE O SALVO NÃO PRECISA PREOCUPAR-SE COM ISSO,PORQUE JÁ PASSOU DA MORTE PARA A VIDA E NÃO HÁ NENHUMA CONDENAÇÃO PARA ÊLE.QUEM DEVE SE PREOCUPAR COM ISSO É O IMPIO.



  • Milena em 10 de julho de 2013 0:43

    EM APOCALIPSE 20 VERS:1O DIZ O SEGUINTE: O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos do séculos. Deus é eterno. Está bem claro. O castigo será eterno. Aceite quem quiser.



    • Maiara Costa - Equipe em 11 de julho de 2013 16:48

      Olá Milena!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Para ampliar os seus conhecimentos em relação a esse assunto gostaria de recomendar a você que acesse: http://novotempo.com/namiradaverdade/o-pai-e-o-inferno/
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



  • Joelson em 10 de agosto de 2013 19:23

    Caros amigos, confesso que não sei o que é pior. Ser atormentado eternamente por um deus insensível e impiedoso, ou ser aniquilado por um deus irredutível. Até mais



  • Rossana dos Anjos em 12 de agosto de 2013 17:15

    É um assunto muito complexo,mas o estudo foi muito bem aprofundado, embora algumas passagens ainda me deixa na dúvida o caso do rico e o pobre Lucas 16 e tamb~em com relação aos cristãos que buscam muito ao Senhor em oração e jejum e muito se dizem ser levados em espírito ou em sonhos ao inferno e relatam o que viram. O que pensar disso ! Estariam elas mentindo: Ex no youtube do arrebatamento de espirito da irmã Francelina…



    • Maiara Costa - Equipe em 13 de agosto de 2013 10:24

      Olá estimada amiga Rossana!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      Não questionamos amiga de maneira nenhuma a sinceridade da fé dessas pessoas, contudo preferimos colocar como base para as nossas crenças o que ensina a Palavra de Deus e não nossos sentimentos que de acordo com a Bíblia são enganosos (Jeremias 17:9,10).
      Em relação a parábola do rico e Lázaro para obter uma explicação mais aprofundada recomendo que acesse: http://novotempo.com/namiradaverdade/o-relato-do-rico-e-lazaro-lucas-1619-31/
      Se Cristo diz na Bíblia que Sua vontade é nos revelar as maravilhas do Reino do Céu (Mateus 13:11; João 15:15), qual seria o objetivo dEle em levar uma pessoa em sonho ou visão à um lugar que nem sequer a Bíblia defente que existe?
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira.



      • Rossana em 14 de agosto de 2013 16:29

        Obrigada pelos esclarecimentos!!!
        Agora, segundo essas pessoas que se dizem terem sido levadas ao inferno é para que as pessoas sabendo como é o sofrimento lá, isso contribua para as elas se converterem,,,



        • Maiara Costa - Equipe em 14 de agosto de 2013 17:09

          Olá Rossana!
          Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
          E sera mesmo que Deus quer alcançar o coração das pessoas por medo de um suposto inferno ardendo em chamas (Jeremias 31:3)?
          Que Deus te abençoe grandiosamente.
          Um forte abraço.
          Equipe do Na Mira.



  • MOISES.LOPES DE FARIAS em 22 de setembro de 2013 17:58

    COM UM PROFESSOR IGUAL A LEANDRO QUADROS SO NÃO FICA POR DENTRO DAS VERDADES BIBLICA QUEM NÃO QUER.PARABENS



  • Maria Antonia em 24 de setembro de 2013 16:22

    Olá!! De vez em quando assisto ao programa na mira da verdade e por vezes concordo com algumas respostas..Porém quanto a esta doutrina de castigo eterno mesmo lendo alguns desses artigos não consigo concordar…eu morro, um dia serei ressucitada (na primeira ressurreição se for de Cristo ou na segunda se não for de Cristo). Supondo que eu não aceitei a Cristo, ressucito na segunda e logo depois tudo se acaba… que bommmm!! Poderei viver minha vida aqui do jeito que eu quiser.. pois não terei castigo, simplesmente deixarei de existir… quem disse que quero viver, não quero viver nem nessa vida… assim é o máximo…faço o que quero, do jeito que quero e depois não existirei mais..é tudo que eu e todos queremos..Não posso crer que tudo terminará assim.Mesmo por que Ap é muito claro de que não será assim!



    • Maiara Costa - Equipe em 24 de setembro de 2013 17:31

      Olá Maria!
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
      A Bíblia é muito clara em sua totalidade, o ímpio será castigado proporcionalmente as suas obras (Mateus 11:20-24; Lucas 12:45-48) e após isso será destruído (2 Ts 1:9).
      Em que parte do artigo foi escrito que os maus não sofrerão consequência nenhuma?
      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira



  • Rodrigo Pinto em 29 de setembro de 2013 16:00

    Eu gostei muito do estudo pois também acho que não condiz com o amor de Deus um inferno eterno e concordo com a maioria do assunto tratado só não entendo porque os Adventistas não creem que o homem possua um espírito além do corpo se varias passagens da bíblia dão margem para isso.
    “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” (João 4 : 24)
    “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.” (Romanos 8 : 16)
    Veja, o nosso espírito e não o nosso corpo de carne, se não o que quer dizer o nosso espirito?
    “Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.” (I Coríntios 2 : 11)
    Veja que o versículo faz distinção entre o homem e o seu espírito.

    “Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” (I Coríntios 6 : 20)
    Tanto o corpo quanto o espírito pertencem á Deus, e manda glorificar a Deus também no espírito ora como um simples sopro que não possue ideais ou vontades pode glorificar a Deus?
    “Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.” (I Coríntios 14 : 2)
    Aqui já entra também a questão do dom de línguas que também é espiritual, ou seja se fala com o espírito, como se é somente um sopro?

    “Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne.” (Filipenses 3 : 3)
    Veja a distinção que se faz entre carne e espírito neste versículo e muitas outras passagens bíblicas dá respaldo para acreditar que o espírito do homem não é simplesmente um sopro sem vontade nenhuma, também entendo que no hebraico a mesma palavra é usada para espírito e vento e em muitas passagens a palavra espírito é usada para designar personalidade, vontade ou poder, etc mais dentro de contextos totalmente diferentes, por favor poderia me explicar e muito obrigado me despeço com a paz de Jesus.



    • Maiara Costa - Equipe em 3 de outubro de 2013 17:31

      Olá Rodrigo!
      Muito obrigado por seu contato com o programa Na Mira da Verdade.
      Farei algumas considerações em relação aos seus principais questionamentos.

      1) Porque os Adventistas não creem que o homem possua um espírito além do corpo?

      Porque a Bíblia não nos dá margem à isso. Vamos compreender o significado do termo espírito dentro da Palavra de Deus.

      Espírito – No Velho Testamento são usadas as palavras ruach e neshamah. No Novo Testamento, a palavra grega para espírito é pneuma.

      Será que alguma dessas palavras querem traduzir espírito por alguma entidade imaterial pensante e consciente que sobrevive fora do corpo?

      • Espírito pode ser traduzido como: vento (respiração – Gn 8.1), espírito (no sentido de alento, ânimo – Jz 15.19), atitude ou estado de espírito (Rm 8.15; 1 Co 4.21), sopro ou hálito de Deus (2 Ts 2.8) consciência individual (1 Co 2.11, primeira parte). O termo também é usado para se referir a seres pessoais: anjos e demônios (Hb 1.14; 1 Tm 4.1); a Cristo (1 Co 3.17 ) a Divina natureza de Cristo (Rm 1.4), à Terceira Pessoa da Trindade (Rm 8.9-11; 1 Co 2.8-12 ); a Deus Pai (Jo 4.24) e a pessoas vivas (Hb 12.22, 23).

      Apesar das diversas traduções, é importantíssimo sabermos que o conceito básico de “espírito” e “alma” encontrados no texto de Gênesis 2:7, onde é mencionado o processo utilizado por Deus na criação do homem: “Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida (neshamah), e o homem passou a ser alma (nephesh) vivente”. Deus formou ao homem de dois elementos: pó da terra e fôlego de vida. De acordo com o original, este texto seria da seguinte forma: “Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o espírito de vida (fôlego de vida), e o homem passou a ser uma pessoa vivente”. Isso significa que no conceito bíblico:
      – O principal significado de “espírito” (mesmo podendo ser traduzido de várias maneiras) é fôlego de vida.
      Podemos perceber que não há margem para a crença numa entidade consciente e imaterial que sovreviva fora do corpo.

      2) Mas esses textos dão margem para isso?

      Vamos aos textos em questão: João 4:24; Romanos 8:16; I Coríntios 2:11; I Coríntios 6:20; I Coríntios 14:2; Filipenses 3:3.

      Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”. João 4:24

      O contexto da citação é adoração, por ser Deus um Ser espiritual a adoração a Ele também deve ser em caráter espiritual.

      Adorar a Deus em espírito e em verdade significa: com toda sinceridade, com as mais excelsas faculdades intelectuais (mente=espírito) e com todo fervor. Isso é uma adoração de natureza espiritual.

      “O próprio Espírito testemunha ao nosso espírito que somos filhos de Deus”. Romanos 8:16

      O significado do termo espírito aqui é mente, pois o campo de atuação do Espírito Santo em nossa vida é a nossa mente. O próprio verso declara que o Espírito Santo está realizando uma obra de convencimento ou seja racional (Romanos 12:1).

      “Pois, quem conhece os pensamentos do homem, a não ser o espírito do homem que nele está? Da mesma forma, ninguém conhece os pensamentos de Deus, a não ser o Espírito de Deus”. 1 Coríntios 2:11

      Nesse texto Paulo está falando do íntimo do ser, a consciência, a mente quer seja de Deus ou do homem, é isso que significa a palavra espírito dentro desse contexto.
      O Espírito Santo conhece os pensamentos íntimos, desejos, intenções e planos divinos por que é Deus (Atos 5:3,4). Já o homem conhece a sua consciência, a sua mente porque faz parte de si mesmo, está no homem. Esse também é o mesmo significado para a palavra espírito em 1 Coríntios 6:20.

      Já em 1 Coríntios 14:2, em espírito fala mistérios há duas interpretações para isso:

      a) Ou o termo espírito está se referindo à própria pessoa, ou seja, a si mesma fala em mistérios.
      b) Ou o termo se refere ao Espírito Santo, pelo Espírito fala mistérios.

      Em Filipenses 3:3, o termo espírito é o mesmo usado em João 4:24, ou seja, os da verdadeira circuncisão oferecem um culto espiritual a Deus, e não se satisfazem com os ritos e as tradições dos homens. Paulo diz que nós, os cristãos, não só temos a verdadeira
      circuncisão mas também o único culto verdadeiro.

      Para finalizar: perceba estimado amigo que em nenhum desses textos bíblicos pudemos encontrar qualquer referência à uma entidade imaterial pensante e consciente que sobrevive fora do corpo. Por mais que os textos pareçam estar dizendo isso, precisamos analisá-los dentro de seus devidos contextos para vermos se estão dizendo isso realmente.
      É de grande importância estudar a Bíblia como um todo e colocando os textos dentro de seus contextos para não se formarem pretextos.

      Despeço-me com um texto para reflexão:

      “Assim, temos ainda mais firme a palavra dos profetas, e vocês farão bem se a ela prestarem atenção, como a uma candeia que brilha em lugar escuro, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça no coração (mente ou espírito) de vocês”. 2 Pedro 1:19- Grifo meu.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira



  • Marcelo em 6 de outubro de 2013 23:24

    Por favor estou em grande dúvida. Me ajudem.
    Segundo o artigo do Leandros Diz assim: No sentido literal, o lago de fogo só existirá após o período dos mil anos, de acordo com Apocalipse 20. Isto é muito claro nas Escrituras: “Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo”. Apocalipse 20:14. É bem claro que o lago de fogo é a segunda morte, mas lá em Apocalipse 19:20 diz que o falso profeta e a besta foi lançado antes dos mil anos. E aí como fica a questão de que só depois dos mil anos é que o lago de fogo existirá. E se houve antes por que a besta e o falso profeta não foi queimado? Aprecio bastante o Na mira, mas agora estou em grande dúvida. Agradeço por tudo.



    • Maiara Costa - Equipe em 9 de outubro de 2013 17:54

      Olá Marcelo!
      Muito obrigado por seu contato com o Programa Na Mira da Verdade.
      Duas perguntas importantes: No Apocalipse quem representam a besta e o falso profeta?
      A primeira besta de Apocalipse 13 representa o papado, a segunda besta os Estados Unidos e o falso profeta o protestantismo apostatado. Ou seja, esse texto é simbólico, pois não se refere à pessoas literais, mas sim a destruição que ocorrerá na volta de Cristo e o que ocorrerá com planeta nesse evento?

      “Naquele dia os céus serão desfeitos pelo fogo, e os elementos se derreterão pelo calor”. 2 Pedro 3:12

      Permita-me dizer que há “dois lagos de fogo”, um em cada extremo dos mil anos, no inicio a Terra será destruída no final todos os ímpios serão castigados e aniquilados. Ele é aceso na volta de Cristo e torna a ser reacendido no final do milênio.

      Quero encorajar você amigo a pesquisar mais sobre esse assunto no livro: Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse da editora Casa Publicadora Brasileira.
      Contato: 0800-979-06-06 ou cpb.com

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira



      • Marcelo em 9 de outubro de 2013 19:50

        Obrigado pela resposta. Esclareceu um pouco, mas vou aprofundar por meio desse livro. Muito obrigado e que Deus abençoe esse ministério.



        • Maiara Costa - Equipe em 10 de outubro de 2013 9:54

          Olá Marcelo!
          Bom dia.
          Conte conosco para o que precisar.
          Um forte abraço.



  • elaine campos em 12 de outubro de 2013 1:45

    Gostei do estudo. sou evangélica, mas últimamente tenho me questioando muito a respeito deste inferno eterno. não concordo. este estudo só veio para acrescentar, agora tenho certeza que este inferno eterno não existe.



    • Maiara Costa - Equipe em 14 de outubro de 2013 11:36

      Olá Elaine!
      Que Deus seja louvado por isso!
      Que você possa continuar crescendo na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (2 Pedro 3:18).
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira



      • Marcelo em 18 de outubro de 2013 11:40

        Em 2 corintios 6: 14-17 diz para que afastemos de pessoas que são incrédulas. Mas se for um amigo, ainda que eu não pratique suas transgressões, devo me afastar dele? Só que se eu fizer amizade com ele não poderia eu ser uma luz para levá-lo para mais perto de Deus e também mostrar Cristo por meio do meu testemunho? E se for minha família devo me afastar dela também? Em 2 corintios 6:17 diz: …retirai-vos do meio deles,…Devo me afastar dos incrédulos? A bíblia fala que não devemos ter comunhão com as trevas, ou seja, com impuros, mas no serviço, na rua, no passeio, no jogo de futebol, na escola etc…existem pessoas de todas as formas e aí o que fazer? Não devo falar com elas? Não será impossível deixar de falar com elas? kkk, pois estão em todos os lugares e na minha própria família. Daniel não viveu num lugar onde existia muitos impios? E aí como fica? Agradeço desde já pela explicação dessa passagem de 2 corintios 6-14-17.



        • Maiara Costa - Equipe em 28 de abril de 2014 14:46

          Olá Marcelo!
          Satisfação poder manter contato com você.
          Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.

          O texto bíblico fala de se associar, conviver com as pessoas nós iremos, e devemos fazer a diferença na vida delas da mesma forma que Jesus fez na vida daqueles que também se encontravam na mesma condição nos dias dEle.

          Deixo um texto para reflexão:

          “Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte”. Mateus 5:14

          Que Deus te abençoe grandiosamente.
          Um forte abraço.



  • leandro vasconcelos de almeida em 29 de outubro de 2013 12:55

    não existe inferno eterno acreditar nisso e o mesmo que acreditar na imortalidade da alma



  • leandro vasconcelos de almeida em 29 de outubro de 2013 13:02

    Se a Bíblia for a nossa regra de fé “inferno” é a sepultura comum da Humanidade. A alma de Jesus esteve no inferno, claro que não esteve num inferno de fogo, mas na sepultura comum da humanidade, veja o que a Bíblia diz acerca de Jesus:

    Não deixarás a minha alma(vida) no inferno(sepultura) nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção” (Sl 16:10). Que a passagem falava acerca de Jesus é confirmada por Pedro em Atos 2:27-34.

    Tanto não existe “inferno de fogo” que o inferno é que será lançado no lago de fogo (Ap 20:14). Fogo lançado no fogo? O texto se refere que depois do milênio, no juizo final, não havendo mais morte, então simbolicamente o inferno (sepultura) e a própria morte serão lançados no lago de fogo, isto é, deixarão de existir; assim como serão lançados os homens impios (v 15)

    A palavra “inferno” é uma tradução da palavra latina “infernus”, que por sua vez foi traduzida de duas palavras originais em que a Bíblia foi escrita: Sheol, do hebraico, e Hades, do grego. Em ambas as línguas significam “cova profunda”, interior da terra, sepultura comum da humanidade.

    Mas a maioria prefere a versão da desviada igreja de roma de um inferno de fogo onde as pessoas estão ardendo, antes do juizo final. Roma criou também o purgatório (ano 503), para os que morreram sem cometer o pecado mortal; e o limbo para as crianças que morreram pagãs. Criou tudo isso porque havia mentido que o homem tem uma alma imortal que sai dele por ocasião da morte, então teria que achar um lugar para esta alma.

    Mas o que a Bíblia diz é que o homem “foi feito uma alma vivente—–ele não tem uma alma ele é uma alma” (Gn 2:7); que por ocasião da morte nenhuma alma sai do homem, mas o “espírito-folego de vida” soprado no homem é que volta a Deus que o deu (Ec 12:7). Jesus e Estevão entregaram o espírito-folego de vida a Deus e não uma alma imortal(Mt 27:50; At 7:59)

    Os cristaos acreditam numa ressurreição, por estão mortos até a vinda de Cristo; e como existe esta esperança de viver novamente Paulo disse que estão “dormindo”….pois a morte é um sono sem sonhos joão 11 11-14 pois quem dorme acorda (I Co 15; I Tess 4:13-18)

    Caso não houvesse essa ressurreição, Paulo disse que teríamos perdido nosso tempo e a fé teria sido em vão, e os que morrerão em Cristo estarião perdidos, e nós os mais miseráveis dos homens (I Co 15:16-19)



  • ROBERTO S MARTINS em 22 de novembro de 2013 13:20

    O IRMÃO EVANGELICO NÃO PRECISA FICAR COM MEDO OU DEPRIMIDO PORQUE O INFERNO É ETERNO OU NÃO. O SALVO NÃO PRECISA SE PREOCUPAR COM ISSO, JÁ PASSOU DA MORTE PARA A VIDA. QUEM DEVE SE PREOCUPAR É O IMPIO E O PECADOR.



  • WENDERSON QUEDES DE OLIVEIRA ANTUNES em 4 de janeiro de 2014 19:16

    muito boa as explicações que vocês continuem com esse ministério que DEUS continuem os abençoando vocês cada vez mais,vocês ajudam as pessoas saberem mais desse grande amor que DEUS tem para com seus filhos.Gosto muito do na mira da verdade valeu pessoal.



  • Nunes em 3 de abril de 2014 15:21

    E sobre a Justiça e a Ira de Deus? São atributos dele revelado nas escrituras… Discordo deste Estudo… O Espírito do Homem é eterno, não somos animais irracionais…



    • Maiara Costa - Equipe em 4 de abril de 2014 10:49

      Olá Nunes!
      Obrigado por seu contato com o programa Na Mira da Verdade.

      Sinta-se a vontade estimado amigo para discordar!
      Entretanto, o artigo em nenhum momento disse que somos animais irracionais e a Palavra de Deus não dá margem para crermos que o “espírito” humano seja imortal.

      “A qual Deus fará se cumprir no seu devido tempo. Ele é o bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o único que é imortal e habita em luz inacessível, a quem ninguém viu nem pode ver. A ele sejam honra e poder para sempre. Amém”. 1 Timóteo 6:15,16

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.



  • jairo de souza em 17 de setembro de 2014 15:08

    infelizmente a falta de conhecimento da palavra de Deus traz infelizmente as heresias, em oséias 4.6 diz: o meu povo se perde por falta de conhecimento, por isso as pessoas estão sendo enganadas com falsas doutrinas, falsos ensinamentos e outras coisas. em Ap 20.13,14 e Ap 21.7,8 diz exatamente acerca dos que irão para o inferno que a biblia chama de fogo que e a segunda morte.



  • Fernando em 19 de outubro de 2014 19:01

    Olá pessoa. Esses dias eu tive um debate online com “ilustre desconhecido” da internet que gosta de postar vídeos com o titulo “Resposta evangélica” contra vocês. Depois disso, comecei a pesquisar traduções de certos textos que alguns usam para apoiar a mentira da “imortalidade da alma”. E um desses textos é Ap.6.9; 20.4-5, onde é mencionado sobre “almas”. Embora o texto seja altamente figurativo, creio que é possível interpreta-lo numa condição gramatical mais favorável, tornando-o o texto como mais uma evidencia contra a imortalidade da alma. VEJA, em minhas pesquisas e traduções, eu conseguir fazer essas duas traduções e gostaria de saber a opinião do programa no que diz respeito a essas duas traduções e forma como o texto grego pode ser construído. Lembrando, não sou nenhum especialista e por isso gostaria de saber o que pensam: Vou mostrar o texto grego interlinear e a tradução. Vejamos:

    [Καὶ] Também vi [εἶδον] tronos [θρόνους], e [καὶ] se assentaram [ἐκάθισαν] sobre [ἐπ] eles [αὐτούς] àqueles [αὐτοῖς] que [καὶ] [a] ação judicial [κρίμα] foi dada [ἐδόθη], a saber [καὶ], as [τὰς] pessoas [ψυχὰς] que [τῶν] foram decapitadas [πεπελεκισμένων] por conta [διὰ] do [τὴν] testemunho [μαρτυρίαν] de Jesus [Ἰησοῦ] e [καὶ] por causa [διὰ] da [τὸν] palavra [λόγον] de [τοῦ] Deus [θεοῦ], e [καὶ] que [οἵτινες] não [οὐ] adoraram [προσεκύνησαν] a [τὸ] besta [θηρίον], nem [οὐδὲ] a [τὴν] imagem [εἰκόνα] dela [αὐτοῦ], e [καὶ] nem [οὐκ] recebeu [ἔλαβον] o [τὸ] sinal [χάραγμα] sobre [ἐπὶ] a [τὸ] testa [μέτωπον] e [καὶ] sobre [ἐπὶ] a [τὴν] mão[χεῖρα]. E [καὶ] eles [αὐτῶν] voltaram a viver [ἔζησαν] e [καὶ] reinaram [ἐβασίλευσαν] com [μετὰ] o [τοῦ] Cristo [χριστοῦ] mil [χίλια] anos [ἔτη]. [Ap.20.4-5]

    A minha tradução segue-se abaixo:

    Também vi tronos, e se assentaram sobre eles àqueles que [a] ação judicial foi dada, a saber, as pessoas que foram decapitadas por conta do testemunho de Jesus e por causa da palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a imagem dela, e nem recebeu o sinal sobre a testa e sobre a mão. E eles voltaram a viver e reinaram com o Cristo mil anos. [Ap.20.4-5]
    Nas traduções tradicionais, o verbo εἶδον (ver, observar) só aparece no inicio do verso 4, mas não aparece, no texto grego, precedendo o artigo τὰς, portanto, não existe a expressão “eu vi” as almas. Mas tal só aparece nas nossas bíblias por influencia do verso 4 e 1. Mas tudo bem. Todavia, no texto grego, logo após a ocorrência do pronome pessoal (αὐτοῖς), traduzido na minha versão por “aqueles”, vem à conjunção (καὶ) e o artigo (τὰς). A conjunção (καὶ), pode ser traduzido pela frase “a saber” e o artigo τὰς, pode ser traduzido por “as”. Sendo assim, “aqueles” que João ver, são (a saber) ‘as pessoas que foram mortas’ e não necessariamente as almas delas. Ele ver, por antecedência divina, as próprias pessoas que foram mortas já ressuscitando e reinando. Lembrando que ‘alma’ também se refere à própria pessoa. João não ver “cadáveres”, por que logo no mesmo verso ele diz que elas “voltaram a viver”. Sendo assim a frase “eles voltaram a vida” é sua conclusão do que ele ver antecipadamente nos primeiros versos e não almas voltando para corpos e sim as pessoas que estavam mortas e voltaram a viver. – http://biblehub.com/interlinear/revelation/20-4.htm

    O outro texto é de apocalipse 6.9:

    [καὶ] E quando [ὅτε] abriu [ἤνοιξεν] o [τὴν] quinto [πέμπτην] selo [σφραγῖδα], eu vi [εἶδον] debaixo [ὑποκάτω] do [τοῦ] altar [θυσιαστηρίου] as [τὰς] pessoas [ψυχὰς] que [τῶν] foram mortas [ἐσφαγμένων] por causa [διὰ] da [τὸν] palavra [λόγον] de [τοῦ] Deus [Θεοῦ], e [καὶ] por conta [διὰ] do [τὴν] testemunho [μαρτυρίαν] que [ἣν] deram [εἶχον]. E [καὶ] clamavam [ἔκραξαν] em voz alta [φωνῇ], dizendo [λέγοντες]: Até [Ἕως] quando [πότε] o [ὁ] Senhor [Δεσπότης], o [ὁ] Santo [ἅγιος] e [καὶ] Verdadeiro [ἀληθινός], não [οὐ] julgas [κρίνεις] e [καὶ] vingas [ἐκδικεῖς] o [τὸ] nosso [ἡμῶν] sangue [αἷμα] dos [ἐκ] que [τῶν] habitam [κατοικούντων] sobre [ἐπὶ] a [τῆς] terra [γῆς]? – Ap.6.9.

    Minha tradução:

    E quando abriu o quinto selo, eu vi debaixo do altar as pessoas que foram mortas por causa da palavra de Deus e por conta do testemunho que deram. E clamavam em voz alta, dizendo: Até quando o Senhor, o Santo e Verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? – Ap.6.9.

    Aqui, o termo τῶν, que precede a frase “foram mortas”, é normalmente entendido em nossas bíblias como “daqueles”. Claro, essa tradução não está incorreta. Contudo, pelo menos é que pareceu claro pra mim, o termo pode ser traduzido simplesmente como “as pessoas que foram mortas”. Indicando assim, não almas das daqueles que foram mortos e sim “as próprias pessoas que foram mortas”. Agora, se elas “estavam mortas” significa que, possivelmente, naquele momento da visão divina, “elas já estavam vivas” ou “ressuscitadas” como em Ap.20.4-5. Ou seja, o pedido dessas pessoas que estavam mortas só vai ser cumprindo depois do milênio, quando Deus for julgar os ímpios. E, depois do milênio, elas já estarão vivas e se sentaram para julgar. Ou seja, pode ser que Deus der a elas o poder de julgar aqueles que um dia as perseguiram e as mataram, mas agora, ressurretas, elas Deus comprimirá seus desejos. Contudo, mesmo que João esteja falando de “pessoas mortas” falando, devemos ter em mente que aqueles que morrem injustamente, até o “sangue clama” à Deus e não necessariamente e literalmente a pessoas morta (Gênesis 4:10) ou, até a voz de quem já morreu pode ser ouvida (metaforicamente) – Jeremias 31:15. Dentro de contextos proféticos é muito comum esse tipo de linguagem figurada.

    Por favor, análise minhas traduções e mostre aonde eu errei, pois desejo aprender um pouco mais de traduções. Abraço.



  • Cláudia em 13 de janeiro de 2015 18:39

    Gostaria de saber se o site está aberto à comentários ou se está cancelado, desativado. Se puderem me responder ficarei grata, até porque já comentei algumas vezes e nenhum comentário meu foi aprovado… Se puderem me respondam aqui ou no meu email. por favor. Gde abraço.



    • Maiara Costa - Equipe em 15 de janeiro de 2015 11:40

      Olá Cláudia!
      Bom dia.

      O blog está aberto à comentários, o que ocorre é que estou voltando do período de férias e há muitos comentários para serem aprovados. Fique a vontade para colocar aqui as suas questões.

      Que Deus te abençoe.
      Um forte abraço.



  • Adriano Teixeira Lopés em 22 de fevereiro de 2015 18:24

    Boa Tarde.

    Apesar de Espirita, gosto de assistir seu programa, vejo muitas perguntas e respostas inteligentes, facilitando caminhos para evolução da humanidade que clama a misericórdia divina, a qual acredito, assistida por missionários da verdade, os quais, esclarece e ampliam conhecimentos para todos, conscientes da existência de Deus. Deus abençoe, sucesso!!



    • Maiara Costa - Equipe em 26 de fevereiro de 2015 14:54

      Olá Adriano!
      Muito obrigado pelo carinho de sua audiência e confiança nesse ministério.
      Que Deus te abençoe.
      Um forte abraço.



  • DINORÁ TERESINHA MENDES GONÇALVES em 11 de junho de 2015 6:36

    Seria Deus, justo, se deixasse Caim, Hitler, que matou mais de 6 mil judeus entre outros, o ladrão crucificado à esquerda de Jesus e que zombou de Jesus, Judas Iscariotes, entre outros do nosso meio que matam, roubam, estupram crianças, molestam crianças, matam missionários, sequestram seguido de morte, que lançam balas perdidas que matam crianças inocentes, os que drogam e matam pai e mãe, deixando pequenos órfãos, entre outros crimes hediondos, seria então, Deus, justo, permitindo que essas pessoas dormem em paz, por seculos e seculos, assim como dorme em paz, Abel, Paulo, Pedro, João, Tiago, Maria, Estevão, Davi, Ananias, Timóteo, Silas, o ladrão que foi crucificado a direita de Jesus, voce, entre outros que honraram a Jesus Cristo?
    Sim, porque quem dorme, não tem tormento, mas sim, paz, sossego. Esses homens que zombaram de Jesus, que zombam do Evangelho, que zombam de Deus, que zombam das familias, estariam mesmo, dormindo assim como os demais que amam a Cristo, que amam e respeitam familias, e alem de tudo isto, que amam a Deus?
    Pense nisto!
    Tudo bem que o tormento não seja eterno, mas, ainda assim, o lugar de tormento dito por Jesus em Lucas 16:19-31, é real, senão, Deus não seria confiável. Se o lugar de tormento fosse provisório, então Deus teria dito: E esses, definivamente deixarão de existir, mas, serão consumidos, para que EU o Senhor, nunca mais me lembrasse que eles existiram um dia. Mas, não é isto que a Biblia diz. Se o tormento fosse apenas queimar até ser consumido, assim como queima um morto incinerado, então, milhares de crentes que moreram em circunstãncias muito piores que essas, na inquisiçao, no nazismo de Hitler, tiveram sentenças piores.



    • Maiara Costa - Equipe em 16 de junho de 2015 17:50

      Olá estimada amiga e irmã em Cristo Dinorá!
      Muito obrigado por seu contato.

      O lugar de tormento existirá para castigar os ímpios proporcionalmente as suas obras (Lucas 12:45-48) e destruí-los (2 Tessalonicenses 1:9; Malaquias 4:1,3; Salmo 37:20), ele existirá após o término do juízo no final do milênio (Apocalipse 20:1-5).

      Se ler com atenção o artigo, perceberá que não estamos ensinando que os ímpios não serão punidos!

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.



  • francisco da cunha em 27 de junho de 2015 16:44

    SO QUE EM APOCALIPSE 21-8 DIS FICARAO DE FORA OS CAES OS FEITICEIRO IDOLATRAS ELADROES PROSTITUTOS E MENTIROSOS E LAGO DE FOGO E ENCHOFRE ETERNO



  • Jorge Gustavo em 4 de janeiro de 2017 22:43

    Em nenhum lugar na Bíblia é dito que Satanás e seus anjos, assim como os humanos corruptos terão VIDA ETERNA. VIDA ETERNA É SOMENTE PARA OS QUE FICARÃO À ESQUERDA DE JESUS ETERNAMENTE. O ANTAGONISMO DESTE CENÁRIO É MORTE ETERNA E NÃO “VIDA”.

    Em nenhum lugar da Bíblia diz que não há morte eterna, tormento eterno ou fogo eterno. A Bíblia é clara e determinada nesse tema. O termo morte, na Bíblia, significa o INVERSO DE TUDO O QUE É BOM: morte do velho homem, pecado, VIDA ETERNA.

    Quando a Bíblia mostra morte eterna, não significa que deixará de existir, mas sim, que não irá usufruir-se do melhor que o SENHOR preparou para sua criação. Foi o que ocorreu com Adão e Eva, que morreram (não deixaram de existir naquele momento, mas não usufruíram do melhor de Deus – no nosso caso, a VIDA ETERNA).

    O Fogo Eterno foi preparado para Satanás, seus anjos e para todo aquele riscado do Livro da Vida (os que estiverem à esquerda do JUIZ), como relata Mateus 25: 41:
    “Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;”

    Logo em seguida, no verso 46, fica clara a definição e antagonismo entre ‘vida eterna’ e ‘morte eterna’. Neste verso, só há 2 possibilidades: ou a ‘morte’ e a ‘vida’ são eternos, ao pé-da-letra, ou a palavra ‘eterno’ se apresenta em sentido figurado (como muitos creem). Veja:
    “E irão estes para o tormento eterno, mas os justos, para a vida eterna.” (Mateus 25: 46).

    Em 2 Pedro 2: 4-6, Deus coloca em “certo” patamar de comparação a rebelião de Satanás e seus anjos com a rebelião de outra criação não menos importante, dotada, também, de livre arbítrio, conhecimento, chances e todos os privilégios concedidos às mais ‘poderosas’ criaturas. Veja:

    “Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o Juízo;

    e não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;

    e condenou à subversão as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente;”

    Quando Jesus (o VERBO DESDE ANTES DO MUNDO EXISTIR) ordenou a destruição de Sodoma, e ELE mesmo cita no Novo Testamento esse fato, utiliza-se de uma figura de linguagem denominada Metonímia. Quando se diz que Sodoma e Gomorra foi destruída, significa QUE AS PESSOAS DAQUELE LOCAL FORAM EXTIRPADAS, EXTERMINADAS, O QUE PODERIA OCORRER DE VÁRIAS FORMAS: COM OU SEM A PRESERVAÇÃO DO LOCAL FÍSICO. CLARO QUE A CIDADE NÃO SOFRERÁ JULGAMENTO, MAS AS PESSOAS QUE VIVERAM NO LOCAL SIM.
    Jesus utiliza esse recurso linguístico diversas vezes: “Jerusalém, Jerusalém, que mata seus profetas (óbvio que a cidade não pratica tal ato, e sim, seus habitantes)”.
    O Espírito Santo de Deus ordenou que Jonas fosse pregar em Nínive. Claro que Jonas pegaria para seus habitantes e não para o abstrato chamado Nínive (pregar para um mapa)

    OS HABITANTES DE SODOMA E GOMORRA DORMEM, COMO QUALQUER OUTRO MORTAL, AGUARDANDO O DIA DO JULGAMENTO, MAS PELAS PISTAS BÍBLICAS, O DESTINO NÃO SERÁ MUITO AGRADÁVEL.



  • Jorge Gustavo em 4 de janeiro de 2017 23:13

    Primeiro de tudo: não é Deus quem tortura o homem. Deus não fica na arquibancada torcendo para os seres humanos serem homicidas, adúlteros, mentirosos, sequestradores, espancadores, covardes, sanguinários, debochados descrentes contra a Palavra de Deus e o Sangue de Jesus.
    A BÍBLIA MOSTRA QUE QUEM TORTURA O HOMEM É O PRÓPRIO HOMEM E QUEM FAZ O HOMEM PAGAR É ELE MESMO.

    O CONCEITO DE LIVRE ARBÍTRIO É CLARO: “O HOMEM COLOCA A SI PRÓPRIO NO TORMENTO ETERNO.”

    Em nenhum lugar na Bíblia é dito que Satanás e seus anjos, assim como os humanos corruptos terão VIDA ETERNA. VIDA ETERNA É SOMENTE PARA OS QUE FICARÃO À ESQUERDA DE JESUS ETERNAMENTE. O ANTAGONISMO DESTE CENÁRIO É MORTE ETERNA E NÃO “VIDA”.

    Em nenhum lugar da Bíblia diz que não há morte eterna, tormento eterno ou fogo eterno. A Bíblia é clara e determinada nesse tema. O termo morte, na Bíblia, significa o INVERSO DE TUDO O QUE É BOM: morte do velho homem, pecado, VIDA ETERNA.

    Quando a Bíblia mostra morte eterna, não significa que deixará de existir, mas sim, que não irá usufruir-se do melhor que o SENHOR preparou para sua criação. Foi o que ocorreu com Adão e Eva, que morreram (não deixaram de existir naquele momento, mas não usufruíram do melhor de Deus – no nosso caso, a VIDA ETERNA).

    O Fogo Eterno foi preparado para Satanás, seus anjos e para todo aquele riscado do Livro da Vida (os que estiverem à esquerda do JUIZ), como relata Mateus 25: 41:
    “Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;”

    Logo em seguida, no verso 46, fica clara a definição e antagonismo entre ‘vida eterna’ e ‘morte eterna’. Neste verso, só há 2 possibilidades: ou a ‘morte’ e a ‘vida’ são eternos, ao pé-da-letra, ou a palavra ‘eterno’ se apresenta em sentido figurado (como muitos creem). Veja:
    “E irão estes para o tormento eterno, mas os justos, para a vida eterna.” (Mateus 25: 46).

    Em 2 Pedro 2: 4-6, Deus coloca em “certo” patamar de comparação a rebelião de Satanás e seus anjos com a rebelião de outra criação não menos importante, dotada, também, de livre arbítrio, conhecimento, chances e todos os privilégios concedidos às mais ‘poderosas’ criaturas. Veja:

    “Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o Juízo;

    e não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;

    e condenou à subversão as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente;”

    Quando Jesus (o VERBO DESDE ANTES DO MUNDO EXISTIR) ordenou a destruição de Sodoma, e ELE mesmo cita no Novo Testamento esse fato, utiliza-se de uma figura de linguagem denominada Metonímia. Quando se diz que Sodoma e Gomorra foi destruída, significa QUE AS PESSOAS DAQUELE LOCAL FORAM EXTIRPADAS, EXTERMINADAS, O QUE PODERIA OCORRER DE VÁRIAS FORMAS: COM OU SEM A PRESERVAÇÃO DO LOCAL FÍSICO. CLARO QUE A CIDADE NÃO SOFRERÁ JULGAMENTO, MAS AS PESSOAS QUE VIVERAM NO LOCAL SIM.
    Jesus utiliza esse recurso linguístico diversas vezes: “Jerusalém, Jerusalém, que mata seus profetas (óbvio que a cidade não pratica tal ato, e sim, seus habitantes)”.
    O Espírito Santo de Deus ordenou que Jonas fosse pregar em Nínive. Claro que Jonas pegaria para seus habitantes e não para o abstrato chamado Nínive (pregar para um mapa)

    OS HABITANTES DE SODOMA E GOMORRA DORMEM, COMO QUALQUER OUTRO MORTAL, AGUARDANDO O DIA DO JULGAMENTO, MAS PELAS PISTAS BÍBLICAS, O DESTINO NÃO SERÁ MUITO AGRADÁVEL.

    —————————————————————–

    SE HÁ UM TORMENTO ETERNO, O ATORMENTADO DEVERÁ, TAMBÉM, SER ETERNO.
    SE HÁ UM FOGO ETERNO, NÃO FAZ SENTIDO O FOGO CONTINUAR QUEIMANDO ETERNAMENTE, “SEM QUE HAJA NADA PARA SER QUEIMADO”.

    —————————————————————–

    Hebreus 9: 27-28
    “E como aos homens (seguidores ou não de JESUS – TODOS) está ordenado morrerem UMA SÓ VEZ, vindo, depois disso, O JUÍZO, assim também Cristo, oferecendo-se UMA VEZ, para tirar os pecados de muitos (de TODOS, mas nem todos aceitarão), aparecerá segunda vez, SEM PECADO, aos que O ESPERAM PARA A SALVAÇÃO (salvação eterna. Os demais continuarão mortos, ETERNAMENTE, NO LAGO ETERNO).

    —————————————————————–

    Daniel 12:2
    “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno.”

    —————————————————————–

    APOCALIPSE 14: 10-11
    “também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.
    E a fumaça do seu tormento sobe para TODO O SEMPRE; E NÃO TÊM REPOUSO, NEM DE DIA NEM DE NOITE (ETERNAMENTE), os que adoram a besta e a sua imagem e aquele que receber o sinal do seu nome.”

    —————————————————————–

    O argumento de que “se alguns receberão muitos açoites e outros poucos açoites, então, não faria sentido haver TORMENTO ETERNO”, esse argumento não faz o menor sentido.
    Tome por base o inverso: A TEORIA DO GALARDÃO. O fato de alguns receberem MUITO GALARDÃO e outros, POUCO GALARDÃO, não significa que NÃO HÁ ETERNIDADE.
    NÃO FAZ O MENOR SENTIDO ESSE ARGUMENTO.

    —————————————————————–

    Outro argumento muito utilizado é de que: “SE ALGO FOI CRIADO, ENTÃO NÃO PODE SER ETERNO E, COMO O LAGO DE FOGO (OU INFERNO) FOI PREPARADO, ENTÃO TEVE UM COMEÇO E, SE TEVE UM COMEÇO, ‘OBRIGATORIAMENTE’ DEVERÁ TER UM FIM.”
    Esse é outro argumento que não faz o menor sentido, POIS O HOMEM TAMBÉM FAZ PARTE DA CRIAÇÃO. SENDO ASSIM, NÃO PODERÍAMOS VIVER ETERNAMENTE COM O PAI.
    A MAIORIA DOS QUE DEFENDEM ESSAS TEORIAS, SE BASEIAM EM “ALGUMAS PASSAGENS” E NÃO EM TODAS.
    SE PEGARMOS O TEMA, POR EXEMPLO, DA “GUARDA DO SÁBADO”, QUE ALGUNS DEFENDEM, PERCEBA QUE ELES CITAM TODOS OS TEXTOS EM SEUS ARGUMENTOS, EXCETO “ATOS 15” (QUE NÃO INCLUI O SÁBADO, SIMPLESMENTE PELO FATO DE QUE JESUS MANTEVE OS MANDAMENTOS, MAS ABOLIU TODAS AS ORDENANÇAS = SOMBRAS DE COISAS FUTURAS, ASSIM COMO A CIRCUNCISÃO), algo meio que seletivo para defender um ponto de vista “sem nenhum outro texto para poder ‘atrapalhar’”.

    —————————————————————–

    “(Mateus 18:34) E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.”

    O contexto do versículo fala de uma parábola, onde o propósito de Jesus com a mensagem é repudiar aquele que deseja o perdão de Deus mas não perdoa seu próximo.

    Mas, expandindo a mensagem para fora da parábola, não seria assim em TODA A BÍBLIA? A Bíblia está totalmente centrada em Jesus, o alfa e o ômega.

    A Bíblia não ensina que o único que pode pagar o preço do nosso pecado (que é infinito e impagável aos olhos de Deus) é o Próprio DEUS, com Sangue Divino, sangue de Jesus, com o “código genético do SENHOR, SEU PAI?

    AGORA IMAGINE UM INJUSTO (ÍMPIO – QUE NÃO ACEITOU EM VIDA, SER JUSTIFICADO PELO SANGUE DE CRISTO), ENCARCERADO ATÉ PAGAR TUDO O QUE DEVE?

    POR QUANTO TEMPO PAGARIA? SERIA CAPAZ DE PAGAR SEM O SANGUE DO CORDEIRO?

    QUAL O TAMANHO DA SOMA DOS PECADOS DE TODA UMA VIDA DE UM SER HUMANO, SEM O SANGUE DE JESUS PARA PAGAR, AOS OLHOS DE DEUS?

    A MISERICÓRDIA DE DEUS TAMBÉM É INFINITA. MAS CABE (OU EXISTE EM ALGUMA PARTE DA BÍBLIA) MISERICÓRDIA APÓS A MORTE DA CARNE? NÃO SERIA A MISERICÓRDIA APLICADA SOMENTE NO NOSSO TRAJETO NA TERRA?



  • Edson da Silva em 15 de fevereiro de 2017 22:31

    Eu também ñ consigo ententer a doutrina do sofrimento eterno desde o tempo em que fui católico, aceitei a Jesus como meu salvador e estou na Igreja Batista, já li a bíblia do Genises ao Apocalipse várias vezes só no ano passado eu a lí duas vezes de jan. a dez. fico muito triste ao ver tantos líderes pregar a existência do sofrimento eterno.



  • Ramon Bampi em 21 de fevereiro de 2017 3:54

    Olá meu nome é Ramon.
    sempre me questionei sobre esse “inferno” que a igreja que eu congrego prega, e via algumas contradições como algumas passagens que Malaquias e o próprio Senhor Jesus falam. Eu por um tempo me afastei de Deus, até renunciei minha fé naquele “deus” doentio que eles pregam. Meu pai era viciado em drogas e foi internado em um “sítio” chamado “Revivê” ou “Reviver” aqui no Rio Grande do Sul. Voltou para casa Evangelizado por Adventistas e me mostrou o caminho. Eu, minhas duas irmãs, e toda a gurizada aqui do beco celebramos o pôr do sol nas sextas feiras e adorávamos a o Senhor Do Sábado.
    Ficou um ano e meio firme. até que caiu na fé. Voltou pro sítio e caiu umas quatro vezes.
    Junto com ele, minha família caiu também. Só 5 anos depois to tentando me reaproximar de Eloah.
    To a uns dois anos em uma Igreja Universal e tinha esquecido o verdadeiro amor desse Deus criador zeloso. Durante um ano e meio tive MEDO desse deus pregado a mim e a família que constitui através dessa igreja. Minha esposa, a mãe dela e o resto das pessoas que estão frequentes nessa igreja a uns vinte anos. Sabem alguns Salmos e a oração que Jesus ensinou como base bíblica. Eu não consigo mais ir para essa igreja mas não quero perder minha vida com Deus. Eu to desesperado por ouvir a voz dele como ouvi ao ler esse estudo. Agradeço a o Senhor por dar sabedoria a os envolvidos nesse estudo e ao cara “Legalzão” que postou essa matéria. como se Deus Me desse uma sacudida. Obrigado pela palavras. Que continuem assim.



    • Maiara Costa - Equipe em 21 de fevereiro de 2017 15:51

      Olá Ramon!
      Grande satisfação poder manter contato com você.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.

      Por muitas vezes lemos na Bíblia ou ouvimos das pessoas que Deus é amor e a salvação é pela graça mediante a fé. Por muitas vezes com os nossos lábios professamos crer nessa mensagem e até transmitimos aos outros com certa convicção, mas a grande realidade é que não vivemos essa mensagem em sua pureza e beleza, pois quando chega o momento de praticarmos essa promessa e afirmação divina não conseguimos, porque não nos achamos dignos por causa de nossas obras e esperamos começar a praticar boas obras para vir a Jesus, acreditamos que Cristo não nos aceita do jeito que estamos e assim não acreditamos que Ele seja capaz de transformar o nosso ser. Queremos nós mesmos fazer um trabalho que é única e exclusivamente de Deus, ou seja, transformar o próprio coração.

      Ramon, em nome de Jesus não espere abandonar os seus erros para ir a Ele, vá do jeito que você está, pois quem transformará a sua vida é Ele. Você não tem poder para isso, pois essa é uma obra divina (Ezeq  uiel 36:26,27; Romanos 12:2; 2 Coríntios 3:18). Cristo não veio a esse mundo por causa d e pessoas justas, mas sim por causa de nós terríveis pecadores (Lucas 19:10). Cristo não esperou que nós deixássemos de ser pecadores, muito pelo contrário (Romanos 5:8), Ele veio e morreu por cada um de nós para nos dar nova vida. Somente em Cristo temos nova vida.  O que todos nós precisamos fazer é parar de olhar para nós mesmos e começar a  olhar para Cristo. Pois, quando Cristo nos olha Ele não fica reparando em nossos pecados (Salmo 103:10), mas olha para aquilo que pode fazer por cada um de nós. Não espere ter forças, vá a Cristo sem forças e Ele te fortificará. O Espírito Santo já está mexendo com o seu coração, pois é Ele quem está te convencendo que precisa de Cristo, precisa voltar para Cristo (João 16:8), então não endureça o seu coração para a voz e convite do Espírito Santo (Hebreus 3:15), pois hoje é o dia da sua salvação (2 Coríntios 6:2) é o dia da nossa salvação, pois o ontem é passado, o amanhã ainda não existe e o hoje é uma dádiva que recebemos de Deus, por isso se chama presente, portanto não desperdice. Deus está agora ao teu lado dizendo que sua mão está estendida para te salvar (Isaías 59:1), agarre as mãos de Jesus.

      Gostaria de deixar dois textos bíblicos para a sua reflexão e entenda que por eles Deus estará falando ao Seu coração. Medite em 2 Crônicas 33:1-17 e João 8:1-11 e veja a mensagem que o Senhor quer lhe transmitir. Lembre-se sempre que o Senhor tem prazer na misericórdia (Miquéias 7:18) e nos ama com amor eterno (Jeremias 31:3).

      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.



  • PAULO LIMA em 3 de abril de 2017 15:45

    SEUS ARGUMENTOS SÃO MUITO FRACOS E HERÉTICOS A RESPEITO DO CASTIGO ETERNO E ANIQUILACIONISMO.
    NESTA MATÉRIA ACIMA, TODOS OS COMENTARISTAS E COMENTÁRIOS SÃO ADVEVENTISTAS. OS PAIS DA IGREJA E OS GRANDES TEÓLOGOS NÃO CONCORDAM UMA VÍRGULA COM SUAS HERESIAS. POR ISSO O ADVENTISMO É E SEMPRE SERÁ CONSIDERADO UMA SEITA, E DAS PIORES. MAS ESTAMOS DE OLHO EM VOCES.



    • Maiara Costa - Equipe em 5 de abril de 2017 11:02

      Olá estimado amigo e irmão em Cristo Paulo!
      Obrigado por seu contato.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.

      Apenas corrigindo um pequeno equivoco, o Adventismo do Sétimo Dia, já não é mais considerado sectário há muitas décadas, desde a década de vinte para ser exata. Mas ainda sobrevivem alguns desinformados e intolerantes, todavia, com isso não nos preocupamos, pois será ao Senhor que terão de prestar contas pela quebra do novo mandamento (Êxodo 20:16). Se você quiser permanecer com os olhos em nós para desenvolver um diálogo cristão e dentro das Escrituras, estamos abertos e a disposição. Se realmente quiser dialogar para conhecer do Adventismo em fontes primárias, me coloco a disposição. Me conte porque essa raiva toda dos Adventistas?!

      Concluo com um texto para reflexão:

      “Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem”. Efésios 4:29

      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      PS. No próximo comentário, não precisa gritar, afinal, dentro da comunicação escrita, escrever em caixa alta soa como se estivesse gritando!