INÉDITO:
  • SEG22:00
REPRISES:
  • DOM10:00
  • SEG04:30
  • TER02:30
  • TER13:00
  • QUI00:30
  • SAB04:00
  • SAB19:00

Cristo realmente pregou aos “espíritos em prisão”? 1 Pedro 3:19.


Vou disponibilizar a você um estudo do Prof. Pedro Apolinário a respeito de 1 Pedro 3:19 (e de Hebreus 12:22, 23), texto bíblico usado de forma errada para apoiar a ideia absurda de que “Jesus foi ao inferno pregar aos espíritos que lá estavam”. Essa interpretação do texto tem trazido problemas sérios para a teologia, pois, nega o ensino bíblico de que a oportunidade de salvação só existe nessa vida: 2 Coríntios 6:1, 2; Hebreus 3:13, etc. Os melhores comentaristas jamais aceitaram a interpretação atual de 1 Pedro 3:19.

Se lermos dos versos 18-20 perceberemos que os “espíritos em prisão” eram os antediluvianos (sim: a Bíblia usa o termo “espírito em referência a pessoas vivas) que estavam “presos” pelas cadeias do pecado (Provérbios 5:22).

E, chegaremos à conclusão de que Quem pregou não foi Cristo, mas, o Espírito Santo (não é por acaso que algumas traduções traduzem com letra maiúscula o termo “Espírito”).

Levando-se em conta o contexto bíblico o texto diz o seguinte: “Nos dias de Noé, por meio do Espírito Santo Cristo pregou aos antediluvianos que estavam presos pelas cadeias do pecado”.

Por que distorcer a Bíblia se ela é tão clara? Por que pegar o verso 19 isoladamente e formar uma heresia (mesmo que inconscientemente)?

Bom, deixemos que o estudo do Prof. Apolinário detalhe o assunto. Ótima leitura!

Leandro Quadros.

Pregar aos espíritos em prisão – 1 Pedro 3:19.

Introdução

Os católicos, e até protestantes afirmam que enquanto Cristo esteve morto, passou este tempo pregando aos espíritos em prisão. Justificam esta crença baseados em I Pedro 3:18-20.

Estaria esta crença em harmonia com o ensino geral das Escrituras Sagradas?

De modo nenhum, porque afirmar que entre a crucifixão e a ressurreição, Jesus foi a algum lugar, ou desceu ao Hades, selecionou os espíritos dos antediluvianos, dos dias de Noé, e lhes pregou, concedendo-lhes segunda oportunidade, seria crer que a Bíblia advoga esta segunda oportunidade e também o estado de consciência na morte; da existência de algum lugar, como seja o purgatório, onde estão os espíritos desencarnados, doutrinas estas estranhas ao Livro Sagrado.

A resposta às perguntas que se seguem nos ajudará a equacionar o problema de conformidade com “um assim diz o Senhor”:

1) Quem eram os espíritos que estavam em prisão?
2) Que espécie de espíritos eram? Vivos ou mortos?
3) Quem lhes pregou?
4) Quando lhes foi pregado?
5) Pode a verdade ser ensinada aos mortos?
6) Defende a Bíblia a crença numa segunda oportunidade após a morte?
7) Qual é a prisão mencionada em I Pedro 3:19?
8) Será que houve algum problema com copistas ou de tradução, tornando a passagem obscura?

Comentários Gerais

1) Quem eram os espíritos que estavam em prisão?

A Bíblia usa espírito como sinônimo de pessoa, o ser humano vivente. Em 1 Cor. 16:18 – “Porque trouxeram refrigério ao meu espírito, isto é, a mim, a minha pessoa” Gál. 6:18 “A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja irmãos, com o vosso espírito” Vosso espírito, quer dizer convosco, a vossa pessoa

A primeira parte do verso 20 de 1 Pedro 3 parece identificá-los com as pessoas que viviam na terra. Eram seres humanos reais, como as “oito almas” que se salvaram na arca

2) Eram estes espíritos vivos ou mortos?

O termo espírito só é usado na Bíblia com referência aos vivos. Paulo em Heb. 12:22 e 23 dá as boas vindas aos novos membros que ingressaram na igreja – “espíritos dos justos aperfeiçoados”. O Apóstolo faz referências a pessoas viventes.

Em Núm. 27:15 –16, relata que Moisés, no término da vida, roga que um líder, dentre os vivos o substitua. O texto fala dos “espíritos de toda a carne”, isto é, seres vivos e não mortos.

Adam Clarke, vol. VI pág. 862, comentando esta passagem conclui pela impossibilidade de se tratar de “espíritos de desencarnados”, pois diz que a frase “os espíritos dos justos aperfeiçoados (Heb. 12:23) certamente se refere a homens justos, e homens que se acham ainda na igreja militante; e o Pai dos Espíritos (Heb. 12:9) tem referência a homens ainda no corpo; e o “Deus dos Espíritos de toda a carne” (Num. 27:16) significa homens, não em estado desencarnado”.

3) Quem lhes pregou?

O Dr. João Pearson, em sua Exposição do Credo, obra clássica da Igreja Anglicana, observa: “É certo, pois, que Cristo pregou àquelas pessoas que nos tempos de Noé foram desobedientes, em todo o tempo em que a longanimidade de Deus esperava e, conseqüentemente, enquanto era oferecido o arrependimento. E é igualmente certo que ele nunca lhes pregou depois de haverem morrido”. Este eminente teólogo, crente na imortalidade da alma, afirma que esta passagem não ensina tal doutrina.

As palavras “no qual” do verso 19 podem tanto referir-se ao Espírito Santo como a Cristo. O Comentário Bíblico Adventista, bem identificado, entre nós, pelas siglas SDABC, apresenta três explicações para a expressão “no qual”.

a) “No qual” refere-se ao termo anterior “Espírito” e o verso 19, significa que Cristo pregou aos antediluvianos, pelo Espírito Santo, através do ministério de Noé.

b) “No qual” refere-se ao termo anterior para a versão preferida, “espírito” que é a referência a Cristo, em seu estado preexistente, um estado que, como a sua glorificada natureza na pós-ressurreição, pode ser descrito como no “espírito”. Compare a expressão: “Deus é Espírito” João 4:24. A pregação de Cristo foi para os antediluvianos, “enquanto se preparava a arca”, portanto durante o Seu estado preexistente.

c) “No qual” refere-se ao verso 18 como um todo, e o verso 19 significa que em virtude da Sua ainda futura morte vicária e ressurreição no “espírito” Cristo foi e pregou aos antediluvianos através do ministério de Noé. Foi em virtude do fato, de que Jesus foi “morto na carne, mas vivificado no espírito” (verso 18), que Ele primitivamente pregou a salvação através de Noé e “foram salvos através da água”, aqueles que a aceitaram. Semelhantemente é “por meio da ressurreição de Jesus Cristo” que o batismo agora também nos salva (verso 21)

“A primeira destas explicações é aceita se a expressão “no qual “se refere ao Espírito. A Segunda e a terceira estão mais de acordo com a construção grega (dos versos 18 e 19), com o contexto imediato e com as passagens paralelas de outras partes do Novo Testamento”

4) Quando lhes foi pregado?

No verso 21 há a expressão “noutro tempo”, que claramente se identifica com o tempo em que “a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé”. O tempo era os dias de Noé, os 120 anos durante os quais Deus procurou libertá-los da prisão do pecado.

5) Pode a verdade ser ensinada aos mortos?

O ensino das Escrituras sobre o estado do homem na morte não admite tergiversações. Elas claramente nos afirmam que não há consciência na morte. Basta ler: Salmo 146:4; Ecles. 9: 5,6,10; Mat. 10:28; João 11:11; I Tes. 4:13.

Isaías 38:18 e 19 nos afiança que não há nenhuma esperança dos mortos aceitarem a salvação.

6) Defende a Bíblia a crença numa segunda oportunidade após a morte?

Os ensinamentos Bíblicos são muito evidentes em nos mostrarem que há apenas uma oportunidade para a salvação, isto é, nesta vida.

A leitura de apenas algumas passagens, como 2 Cor. 6:1-2; Heb. 3:7-8; 6:4-6; 9:27; Rom. 2:6 elucida bem o assunto.

A doutrina da Segunda oportunidade é antibíblica. Portanto, não deve ser aceita.

7) Qual é a prisão mencionada em I Ped. 3:18-20 ?

No Salmo 142:7 Davi suplicou que Deus tirasse a sua alma da prisão.
Prov. 5:22 nos afirma que a prisão que traz a alma prisioneira é a prisão do pecado.

Isaías 42: 6-7 nos informa que o trabalho de Cristo, quando viesse à Terra seria “tirar da prisão os presos”. O mesmo profeta messiânico no capítulo 61:1 profetizou a libertação dos cativos do pecado, por Cristo. Lucas (4:18) afirma que Cristo em sua cidade natal, aplicou as palavras de Isaías ao Seu ministério. O Espírito do Senhor me ungiu para proclamar libertação às almas presas pelo pecado.

Os seres a quem Jesus pregou “espíritos em prisão” eram pessoas presentes e bem vivas.

Que os antediluvianos estiveram bem presos na prisão do pecado é facilmente deduzível da leitura de Gên. 6:5-13

8) Seria possível um erro de tradução ou omissão de alguma palavra por copistas?

A tradução de Moffatt para o inglês é diferente, pois reza assim: “Cristo foi morto na carne, porém volveu à vida no Espírito. Também no Espírito Enoque foi e pregou aos espíritos em prisão, que haviam desobedecido no tempo quando a paciência de Deus aguardou, enquanto era construída a arca, nos dias de Noé”.

Por que Moffatt introduz na sua tradução a palavra Enoque, que não aparece em nenhum manuscrito grego?

Ao considerar qualquer trecho em grego, os eruditos, freqüentemente, utilizam um processo, que se chama “emenda”. Este processo consiste no seguinte, às vezes, os estudiosos crêem haver encontrado algo incorreto no texto como se encontra, porque algum escriba, parece haver copiado erroneamente, tornando o texto sem sentido. Portanto sugerem que determinada palavra deveria ser trocada, ou agregada alguma outra, mesmo que essa palavra não apareça em nenhum manuscrito grego.

No que se refere a esta mensagem, Rendel Harris sugeriu, que ao copiar o manuscrito de Pedro se omitiu a palavra Enoque e que deveria ser reincorporada. Ele diz que entre as palavras “kai” e “toi” se havia omitido a palavra Enoque.

A razão que ele apresenta para isto é a seguinte:

Como a cópia do manuscrito se fazia por ditado, os escribas estavam expostos a omitir palavras que aparecendo em sucessão tivessem um som semelhante – en ho kai Enoque

É uma sugestão interessante e engenhosa, mas que não devemos aceitar por falta de evidências comprovatórias.

Segue-se uma explicação para esta passagem dada por Artur S. Maxwell, aparecida na Revista Adventista, setembro de 1962, pág. 8:

“Na primeira epístola de S. Pedro ocorre esta estranha afirmativa: 1 Ped 3:18-20.

“Naturalmente, somos levados a indagar: Quem eram os espíritos em prisão? Como podia Cristo lhes pregar e quando? Não haverá aqui algum erro? Não. Se compararmos esta passagem com a história do dilúvio, em Gênesis 6, tudo se torna claro.
“As palavras “no qual” referem-se ao Espírito Santo, e foi por esse Espírito que Cristo pregou aos “espíritos em prisão” que no versículo 20 são definidos como pessoas que ‘noutro tempo foram desobedientes’. Esse ‘noutro tempo’ é claramente identificado como o tempo em que a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé.

“Assim, o tempo eram os dias de Noé, o lugar era o mundo antediluviano, e o meio pelo qual Cristo contendia com o homem era Seu Santo Espírito – fato claramente expresso em Gênesis 6:3. O ministério de Nóe, ministério presidido e motivado pelo Espírito, durou 120 anos – tempo durante o qual Deus procurou libertar o povo da prisão do pecado e salvá-lo na arca. A maior parte recusou o convite, salvando-se ‘através da água, apenas ‘oito’ pessoas’”.

Conclusões

Sintetizando as idéias aqui apresentadas concluímos com o sumário feito por Mary E. Walsh, em seu estudo bíblico sobre esta problemática passagem:

1. “Espírito”- verificamos referir-se a seres vivos e não a pessoas mortas

2. “Prisioneiro” – pessoa presa aos seus maus hábitos. Está na prisão do pecado

3. Cristo, enquanto esteve na Terra pregou, na sinagoga de Nazaré a almas aprisionadas. Sua mensagem visava libertá-los do pecado. Tanto Cristo quanto as pessoas a quem Ele pregava, estavam vivos.

4. Ao ler com atenção 1 Pedro 3:18, verificamos que o Espírito Santo que ressuscitou dos mortos a Cristo, foi o meio usado por Cristo para advertir o povo do tempo de Noé, de que estava iminente o dilúvio e se preparassem para entrar na arca. Não obstante, eles rejeitaram a mensagem, e somente Noé e sua família foram salvos.

Não há, pois, nestes passos, insinuação alguma de que enquanto esteve na sepultura, Cristo haja pregado. Essa doutrina é ensinada pela Igreja Católica, sem apoio nas Escrituras. – O Ministério Adventista, Março-Abril, 1963, pág. 23.

[FONTE: APOLINÁRIO, Pedro. Explicação de Textos Difíceis da Bíblia. 4a Edição Corrigida, p. 227- 234]


Você está em : Dúvidas, Textos difíceis
Compartilhe:


Comente



  • Daniel Soares em 10 de outubro de 2009 12:18

    Irmão, graças a Deus. Sabe eu utlizei esse mesmo material para provar que Cristo não foi ao inferno. Olha só de ver isso fico todo arrepiado com a organização e padronização de Deus. Muito bem e obrigado.



  • ZILENE RODRIGUES CARVALHO em 10 de outubro de 2009 16:12

    PARABÉNS PELA RESPOSTA. E PARABÉNS PELO PROGRAMA. PRA MINHA FAMÍLIA É O MELHOR DE TODOS. MUITO ESCLARECEDOR E VERDADEIRO. NÓS O ASSISTIMOS AOS SÁBADOS QUANDO ELE É REPETIDO. QUE DEUS CONTINUE INSPIRANDO CADA UM DE VOCÊS ATRAVÉS DO ESPIRITO SANTO. CONTIUEM FIRME NESSE OBJEITVO POIS TENHAM CERTEZA QUE ISSO É CONFORTANTE A QUEM TEM DÚVIDAS.
    UM GRANDE ABRAÇO
    ZILENE R. CARVALHO



  • FLÁVIO PEREIRADE SOUZA em 16 de outubro de 2009 16:08

    GOSTO MUITO DOMPROGAMA , AS RESPOSTAS QUE VOÇÊS DÃO, SÃO COM SERTESA ILUMINADAS PELO ESPÍRITO SANTO.



  • João Bosco em 21 de outubro de 2009 8:52

    Prof. Leandro, o que me chamou a atenção é que Pedro ao falar, usou a expressão “foi” e pregou, pois Cristo já tinha padecido pelos pecados, ou seja após a sua morte. Parabéns pelo programa, está dispertando a muitos para o estudo da Palavra de Deus, se bem que estas questões não são tão importantes, para nossa salvação, mas sim, que Cristo morreu por nós, para que nós tivessemos direito a Vida Eterna. Abraços!



  • raimundo em 18 de fevereiro de 2010 16:55

    prof. leandro parabéns pelas respostas que o Espíríto Santo continui lhe usando.



  • sidnei em 4 de maio de 2010 12:32

    EXISTE CONSCIÊNCIA APÓS A MORTE SIM.LEIAM ECLESIATES CAP 12 VERC 07,QUE FALA DA SEPARAÇÃO DA ALMA E DO CORPO FISICO POR MEIO DA TEIA DE PRATA,QUE SIGNIFIGA UM FIO ENÉRGÉTICO QUE É RESPONSÁVEL POR NOSSAS ENERGIAS VITAIS,COM A MORTE FISICA ESTA ENERGIA ACABA E ESTE CORDÃO DESAPARECE,PORQUE QUANDO A ALMA ABANDONA O CORPO ELA FUNCIONA SEM DEPENDER MAIS DAS ENERGIAS VITAIS,MAS SIM DAS ENERGIAS ASTRAIS,ESTÁ É A PROVA QUE A ALMA É IMORTAL E NÃO MORTAL COMO É PREGADO NESTE BLOG,ESTE CORDÃO SÓ É VISTO PELAS PESSOAS QUE TEM O DOM DA VISÃO,POR ESTE FATO É QUE PODE SE DIFERENCIAR UMA PESSOA QUE VIVE A ESPIRITUALIDADE DIANTE DE OUTRA QUE É CRENTE E ORTODOXA.



    • ulisses em 27 de março de 2013 4:06

      eu só tenho um problema aqui: se Jesus desceu ao inferno para pregar aos espíritos em prisão, esses espíritos tiveram uma chance e possibilidade de dizer não, certo?



      • Maiara Costa - Equipe em 28 de março de 2013 11:56

        Olá estimado amigo e irmão em Cristo Ulisses!
        Grande satisfação poder manter contato com você.
        Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
        Muito obrigado por sua pergunta.
        Vamos recapitular o assunto.
        1) Quem eram os espíritos que estavam em prisão?
        2) Que espécie de espíritos eram? Vivos ou mortos?
        3) Quem lhes pregou?
        4) Quando lhes foi pregado?
        5) Pode a verdade ser ensinada aos mortos?
        6) Defende a Bíblia a crença numa segunda oportunidade após a morte?
        7) Qual é a prisão mencionada em I Pedro 3:19?
        8) Será que houve algum problema com copistas ou de tradução, tornando a passagem obscura?
        Se lermos dos versos 18-20 perceberemos que os “espíritos em prisão” eram os antediluvianos (sim: a Bíblia usa o termo “espírito em referência a pessoas vivas) que estavam “presos” pelas cadeias do pecado (Provérbios 5:22).

        E, chegaremos à conclusão de que Quem pregou não foi Cristo, mas, o Espírito Santo (não é por acaso que algumas traduções traduzem com letra maiúscula o termo “Espírito”).

        Levando-se em conta o contexto bíblico o texto diz o seguinte: “Nos dias de Noé, por meio do Espírito Santo Cristo pregou aos antediluvianos que estavam presos pelas cadeias do pecado”.

        Esses “espíritos” eram pessoas que estavam vivas nos dias de Noé e naqueles dias tiveram a oportunidade de aceitar ou não a salvação.

        Que Deus te abençoe grandiosamente.
        Um forte abraço.
        Conte conosco para o que precisar.
        Um forte abraço.
        Equipe do Na Mira.



    • Caio Vitor em 29 de janeiro de 2014 12:15

      Que a Paz do nosso Senhor Jesus Cristo esteja convosco irmão sidnei Olha quando nós lemos Eclesiastes cap 12 : 1-7 nós percebemos que não bem isso que o capitulo esta falando:
      1 LEMBRA-TE também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;
      2 Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;
      3 No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;
      4 E as portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as filhas da música se abaterem.
      5 Como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;
      6 Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço,
      7 E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.
      Podemos perceber que quando ele fala que o espirito volte a Deus não é a alma mas apenas nosso sopro de vida que se extingue



    • márcio barreto em 23 de fevereiro de 2015 13:09

      Amigo , você esta enganado , nesse capitulo e versículo não existe tal afirmação , la diz que a carne volta ao pó e o espirito a Deus que o deu , espirito nesse conceito e folego de vida , esse sim volta a Deus que lhe deu , mas o folego só não tem vida a união do folego com o corpo e que traz a vida ao homem



    • Adriano Crelier Coelho em 10 de maio de 2017 23:24

      Olá irmão! Respeito sua interpretação. Porém peço que fique atento e leia este verso dentro do contexto em qual se encontra.

      Se lermos Eclesiastes 12:1-9. Veremos que ele fala a respeito da velhice, do passar do tempo. No vrs5. ele fala sobre o tempo de duração da prata antes do cordão da mesma se partir e do copo de ouro se desmanchar.

      No fim deste capitulo, ela apenas aponta que nosso espirito, ar, folego de vida, volta para Deus.

      Não nos é possível ver ou falar com alguém que já morreu. Em tais manifestações não é a pessoa morta que aparece, mas Satanás e seus anjos disfarçados (2Co 11:13).

      Peço que em nenhum momento deixe de buscar conhecimento e questionar à bíblia por resposta. Porém, não faça isto sozinho, peça companhia do Espírito Santo para te guiar.

      Abraço!



  • Wandrey Suarez em 10 de janeiro de 2011 16:31

    Irmão, nos três dias e meio a que o Senhor esteve na morte ele não poderia ir a lugar algum, irmão. Não poderia fazer nada uma vez que estava morto, irmão. Morte é o contrário da vida, irmão.

    pedro diz que o Senhor foi pregar aos espíritos em prisão logo após a Sua ressurreição, irmão. Sim, Jesus, ao ser ressuscitado em espírito (porque sua carne ele ‘deu uma vez para sempre’) foi pregar aos ‘espíritos em prisão’.

    Quem são estes ‘espíritos’?

    Não são espíritos de homens, irmão. Nós não temos uma coisa dentre de nós, uma alma ou espírito que sai consciente por ai ou que não é destruido.

    jesus pregou aos anjos, irmão. Sim, aos anjos que, nos dias que antecederam aos dilúviu, estiveram comentendo pecados de fornicação, irmão (Gênesis 6:1-10).

    Estes anjos, irmão, ao pecarem assim, foram punidos com uma ‘prisão’ por Deus e aguardam o julgamento Dele para serem condenados ou absolvidos, irmão.

    Haverá alguns que serão perdoados? Isso muito depende se aceitarão, como nós também, as boas novas de salvação pregadas pelo Senhor Jesus, irmão.

    Boas novas aos anjos? Isso poderia ser real? Veja irmão, minha postagem sobre esta questão importante:

    http://estudopessoal.blogspot.com/2011/01/boas-novas-aos-anjos-pecadores.html

    Wandrey



  • Severino Ferreira da Silva em 13 de julho de 2012 12:56

    Graças e Paz da parte de Jesus Cristo a todos.
    Eu não sei pq, 2ºos comentários exista algo que Deus não possa fazer,até pq nossas mentes é limitada a entender a Deus.Então aparece tantos e tantos doutores dando cada um suas explicações.Alguns falou até de anjo que podem se converter. Mas vamos lá. Em referencia a 1Pd 3.18-20, entendo o sequinte.: Pelo fato de todos os homens estarem distituidos desde Adão, Abel, Sete,Abraão..etc e todos que praticaram justiça baseada na suas conciencias ou criação do universo ou pelos profetas, pela fé….enfim, antes da encarnação de Jesus Cristo, pois não tiveram a pregação do evangelhos p/se converterem e a consumação da cruz por Jesus Cristo, aquardavam essa homologação da vitoria de Cristo. Na realidade eles, apesar de estarem salvos..porem ainda presos no seus pecados adamico. Então na consumação da Cruz, perante sua morte..houve um efeito ao passado a Eles. Pois nenhum deles poderia ser verdadeiros cidadãos celetias enquanto não houvesse a vitória sacrificial.
    Entao os “espiritos presos” é na realidade os salvos do velho testamente em que Jesus Cristo durante sua morte concedeu-lhe o selo, a homologação. Pois caso Jesus Cristo não tivesse feito o pagamento, nenhum deles estariam salvos, nem abel, Sete,Enoque, abraão…ninguem. E´como se fosse uma carta maravilhosamente redigida..porem sem o selo..não tem valor nenhum p/ enviar ao seu devido destino.(Serven-Teologo)



    • claudiomar silva em 19 de fevereiro de 2013 17:31

      caro Severino ferreira,somente uma dúvida:pecado adamico?querido com todo respeito,onde fica o texto Lucas cap.16(rico e lázaro)?



      • Maiara Costa - Equipe em 20 de fevereiro de 2013 11:24

        Olá estimado amigo e irmão em Cristo Claudiomar!
        Grande satisfação poder manter contato com você.
        Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.
        A história do rico e de Lázaro, contada por Cristo, tem sido confundida por muitos como uma prova da imortalidade da alma (Veja-se Lc 16:19-31). Esta história, contudo, nada diz sobre almas imortais partindo do corpo dos mortos. Ao contrário, o rico após a morte tinha “olhos” e “língua”, isto é, partes muito reais do corpo. Ele pedira que Lázaro “molhasse na água a ponta do seu dedo”. Se a narrativa deve ser tomada literalmente, então os bons e maus, após a morte, não se transformam em espíritos intangíveis, mas vão para lugares da sua recompensa como seres reais, na posse de seus membros. No entanto, como poderiam eles ir para lá em corpo, uma vez que este havia sido inumado na sepultura? Bom, se ganhou um novo corpo, como ficam as promessas bíblicas da ressurreição de todos, por ocasião da volta de Jesus, que ainda está no futuro?
        Ainda, se isto é um relato literal, então o Céu e o inferno se encontram bastante próximos para permitir uma conversação entre os habitantes de ambos os lugares – situação um tanto indesejável, pelos menos.
        Se os que creem na imortalidade inerente pretendem que esse seja um quadro literal da geografia do Céu e do Inferno, devem então aceitar também literalmente o texto referente às “almas debaixo do altar” clamando por vingança contra seus perseguidores (Veja-se Ap 6:9-11). Se os justos podem ver os ímpios em tortura, que necessidade têm de clamar por vingança?
        Quando o rico pediu que Lázaro fosse mandado de volta à Terra a fim de avisar a outros quanto ao inferno, Abraão respondeu: “Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos”. E: “Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite”. (Vs. 29 e 31). A narrativa, portanto, em parte nenhuma fala de espíritos desincorporados, nem que voltem para avisar os homens. Ao contrário, quando fala nessa volta usa o termo “ressuscitar”.
        A fim de evitar a crença de que os espíritos têm corpos e que o Céu e o inferno estão realmente bastante próximos para permitir uma conversação, porventura desejam os espiritualistas considerarem agora essa narrativa uma mera parábola? Neste caso, lembrá-lo-íamos de que os teólogos unanimemente concordam em que não se podem alicerçar doutrinas sobre parábolas ou alegorias. Uma parábola, como outras ilustrações, é geralmente usada para tornar claro um determinado assunto. Procurar formar doutrinas de qualquer porção da narrativa resultaria em absurdo, ou mesmo perfeita contradição. É fora de dúvida que procurar na ilustração a prova para uma crença que seja o extremo oposto da que defende o próprio autor da ilustração, seria violar os mais rudimentares princípios que regem o assunto.
        Nós afirmamos que os defensores da imortalidade da alma, ao usarem esta parábola para provar que os homens recebem sua recompensa ao morrer, colocam Cristo em situação de contradizer-se a Si próprio.
        Em outra parte, Cristo declara explicitamente qual o tempo em que os justos receberão sua recompensa e os ímpios serão lançados no fogo consumidor: ” E quando o Filho do homem vier em Sua glória … todas as nações serão reunidas diante Dele;… então dirá o Rei aos que estiverem à Sua direita: Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino… Então dirá também aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno” (Mt 25:31-41).
        Não há necessidade que volte alguém para dar aviso sobre o destino depois da morte, porque os vivos “têm Moisés e os profetas; ouçam-nos”.
        Nós, os vivos, somos, portanto, certamente justificados em compreender a parábola em harmonia com o que os profetas têm dito. Malaquias, por exemplo, declara que “aquele dia vem” (é um acontecimento futuro) em que os ímpios sofrerão os tormentos do fogo abrasador. (Veja-se Ml 4:1-3.) Os escritos do Velho Testamento são muito explícitos em afirmar que os mortos, justos ou ímpios, descansam em silêncio e inconsciência na sepultura até o dia da ressurreição (Vejam-se Jó 14:1, 12-5, 20 e 21; 17:13, 19:25-27; Ec 9:3-6 e 10).
        A história é uma parábola, tendo sido este o método usualmente empregado por Cristo nos Seus ensinos, muito embora aqui como em vários outros exemplos, Ele não afirme isso especificamente. Por isso procuramos saber justamente qual a lição que Cristo pretendia ensinar, e não tentamos fazer com que a parábola prove qualquer coisa além disso. Evidentemente, Cristo estava desejoso de repreender os fariseus, “que eram avarentos”. Lc 16:14. Eles, em verdade, bem como muitos dos judeus, mantinham a crença de que as riquezas eram um sinal do favor de Deus, e a pobreza um indício do Seu desagrado. Cristo ministrou-lhes a importante lição de que a recompensa que aguarda os ricos avarentos – os quais nada mais reservam para os pobres do que migalhas de pão – é justamente o oposto ao que os judeus acreditavam.
        Isto é o que a parábola pretende ensinar. Seria tão incoerente pretendermos que Cristo ensinasse por ela que os justos fossem literalmente para o “seio de Abraão”, e que o Céu e o inferno estivessem a uma distância ao alcance da voz, como deduzirmos que Ele ensinasse ser a recompensa concedida imediatamente após a morte. Cristo protegeu esta lição que estava ministrando aos judeus contra a dedução de conclusões errôneas, apresentando-a em forma de uma história.
        Ao empregar a linguagem alegórica, bem podia Ele apresentar os inconscientes mortos mantendo uma conversação, sem forçar a conclusão de que os mortos estivessem conscientes. Em outra parte da Bíblia, encontramos a vívida parábola das árvores que “foram uma vez a ungir para si um rei” e mantiveram entre si uma conversação. (Vejam-se Jz 9:7-15; 2Rs 14:9). Por que não tentar provar por essa parábola que as árvores falam e que elas têm reis? Não, isso seria querer fazê-la provar mais do que era a intenção do autor. Concordamos. A mesma regra aplica-se à parábola do rico e Lázaro.
        Não há nenhuma fagulha de imortalidade em nós. A vida eterna depende exclusivamente de Jesus. Quando alguém morre, só poderá ressuscitar pela ordem divina, pois nada sobrevive ao próprio homem em si. Qualquer tipo de vida ou fagulha de imortalidade sem Cristo é pretensiosa, pois só Deus é imortal (1Tm 6:16).
        Que Deus te abençoe grandiosamente.
        Um forte abraço.
        Equipe do Na Mira.



        • Antonio Carlos em 12 de junho de 2017 17:36

          Por que Jesus fala para o ladrão da cruz que “ainda hoje estarás comigo no paraíso” ?



          • Manassés em 13 de junho de 2017 12:23

            Jesus prometeu ao ladrão que o levaria para o céu naquele dia?

            “E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” Lucas 23:43
            Aparentemente, parece haver uma contradição na palavra de Deus. Porém, estudando profundamente este texto, percebemos que o livro Sagrado de Jesus é perfeito e não contém erros doutrinários.
            O que acontece neste caso, é que o verso contém um pequeno “erro gramatical” e de “pontuação” por parte do tradutor e não do próprio Jesus. Analisemos 4 pontos básicos existentes que nos ajudarão na correta interpretação:
            1.A palavra “que” existente em nossas Bíblias não consta no texto original grego. É um acréscimo do tradutor. A escrita seria assim: “Em verdade te digo hoje estarás comigo no paraíso”.
            Na escrita bíblica, as frases e palavras, eram escritas todas juntas, sem pontuação. Ex: (traduzindo para o português)

            Emverdadetedigohojeestarascomigonoparaiso

            Cabe ao estudante da palavra de Deus fazer a separação correta das palavras e pontuá-las adequadamente.

            2.O entendimento do texto irá depender de onde usarmos a vírgula. Colocando-a depois da palavra “digo”, significaria realmente que, no momento de sua morte, o ladrão iria para o céu com Jesus. Ex:
            “Em verdade te digo, hoje estarás comigo no paraíso”.
            Agora, se a vírgula for colocada depois da palavra “hoje”, muda completamente o sentido do texto:

            “Em verdade te digo hoje, estarás comigo no paraíso”.

            Jesus está dizendo ao ladrão que “hoje”, neste dia em está sendo pregado na cruz, neste dia em que ele está preste a morrer, ele promete um dia ressuscitá-lo e levá-lo para o Céu. O termo “hoje” refere-se ao momento em que Cristo estava fazendo a promessa.
            Deve-se também ressaltar que o ladrão pediu a Jesus: “lembra-te de mim quando vieres em teu reino”. Ele sabia que a vinda do reino de Deus era algo futuro.

            3.O ladrão não foi para o céu naquele dia. Leiamos João 19:31 a 33:
            “Entre os judeus, para que no Sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele Sábado, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados. Os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e ao outro que com ele tinham sido crucificados”.
            As pernas do ladrão foram quebradas porque ele estava vivo. Era costume da época fazer isto para que os criminosos não fugissem. Em algumas vezes os condenados à cruz levavam até uma semana para morrerem.
            4.O próprio Jesus disse que não tinha ido ao céu depois de sua morte. Vejamos João 20:17:
            “Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu pai , mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: subo para meu Pai e vosso Pai , para meu Deus e vosso Deus.” (grifo meu).
            Analisemos: Jesus morreu em uma Sexta-feira e ressuscitou em um Domingo. Como ele iria para o céu com o ladrão na Sexta, se no Domingo ele disse para Maria Madalena que ainda não havia subido?
            O livro Subtilezas do Erro, de A.B. Christianini menciona várias traduções que vertem Lucas 23:43 da seguinte maneira:

            “E Jesus lhe disse: na verdade te digo hoje: estarás comigo no paraíso”.

            Sendo assim, texto de Lucas não contradiz a doutrina do sono da alma (Sl 13:3; Jo 11:11-14, etc). As Escrituras claramente ensinam que a pessoa ao morrer está inconsciente até a volta do Senhor Jesus (Sl 6:5; 115:17; I Ts 4:13-16, etc).
            “Hoje”, exatamente quando parecia que Jesus nunca teria um reino, Ele prometeu ao malfeitor: “Estarás comigo no paraíso.” Verso 43. Jesus deu ênfase ao momento da Sua promessa. “Neste dia da Minha humilhação, você revela fé na Minha exaltação. Neste dia, quando todos os outros Me abandonam, você me chama Salvador. Neste dia em que você chegou ao limite da sua vida, quando você lança a sua alma impotente sobre um Salvador moribundo, Eu lhe prometo. Hoje, declaro como num decreto real a partir da cruz, como se fosse de um trono: Você estará comigo no Paraíso!”
            O ladrão era prisioneiro, mas prisioneiro da esperança – a bem-aventurada esperança. Uma coroa aguarda o ladrão penitente. Ela será sua quando Jesus estabelecer o Seu reino. É este o triunfo da fé.

            Leandro Soares de Quadros
            Consultor bíblico e conselheiro
            Jornalista



    • lukas em 16 de fevereiro de 2017 0:52

      isso é o que eu chamo de “distorção”!



  • Raphael em 8 de novembro de 2012 14:50

    Concordo com isso irmãos, não acredito que pessoas depois da morte tenham outra chance, mas acredito que durante a morte de Cristo ele desceu sim ao inferno, pois no livro de efesios fala que Cristo desceu as partes mais baixas da Terra, no mais profundo dos abismos para pegar o cativeiro e o levar cativo para o céu. “Por isso diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro, E deu dons aos homens. Ora, isto-ele subiu-que é, senão que também antes tinha descido às partes mais baixas da terra? Aquele que desceu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas. Efésios 4:8-10”. A muita discussão sobre o que realmente significa levar cativo o cativeiro, alguns teologos atribuem isso justamente a essa passagem de 1Pe 3.9, que Jesus desceu ao inferno para pregar, eu particulamente não acredito nisso. Eu acredito na idéia de que o seio de Abraão não é o paraiso e sim uma região no proprio hades na qual ficavam as pessoas que morreram em Deus, isso justifica o fato de o rico ter conseguido ver lazaro naquela narrativa de Jesus. Eu acredito que Jesus desceu ao inferno para levar ao paraiso que esta no céu as pessoas que estavam no seio de Abraão.



    • OLIVEIRA em 29 de janeiro de 2014 12:54

      E COM RELAÇÃO AOS VÁRIOS TEXTOS BÍBLICOS, DIZENDO QUE APÓS A MORTE, NOS NÃO SABEMOS DE NADA,
      “Defende a Bíblia a crença numa segunda oportunidade após a morte?
      Os ensinamentos Bíblicos são muito evidentes em nos mostrarem que há apenas uma oportunidade para a salvação, isto é, nesta vida.
      A leitura de apenas algumas passagens, como 2 Cor. 6:1-2; Heb. 3:7-8; 6:4-6; 9:27; Rom. 2:6 elucida bem o assunto.”
      E EM RELAÇÃO A ESTES TEXTOS:
      “Isaías 38:18 e 19 nos afiança que não há nenhuma esperança dos mortos aceitarem a salvação.
      “Salmo 146:4; Ecles. 9: 5,6,10; Mat. 10:28; João 11:11; I Tes. 4:13.
      mas para vcs examinarem nas escrituras q quem morre esta dormindo, vejam; ( l Ts. 4:13, l Co.15:18 e 51, Mt.9:24, Mc.5:35a43, Jo.11:11a14) ” SERA QUE TODOS ESTES TEXTOS ESTÃO SENDO CONTRADITOS? E PARA MIM A EXPLICAÇÃO DADA, ESTA BEM CLARA, POIS MOSTROU VARIOS TEXTOS BIBLICOS DENTRO DO MESMO CONTEXTO.



  • SAMUEL em 30 de janeiro de 2014 9:46

    BOM ENTÃO PORQUE DIZ QUE JESUS TOMOU AS CHAVES DA MORTE E DO INFERNO? POR QUE ELE LEVOU SOBRE SI OS NOSSOS PECADOS?ONDE LANÇOU? DISTORCER CHAMAR A BÍBLIA DE HERESIA?POR ACASO NÃO É A MESMA COISA Q FIZERAM OS TEÓLOGOS NA ÉPOCA DE JESUS? TIRARAM O ESPÍRITO SANTO A UNÇÃO DIVINA PARA COLOCAR ESPÍRITOS HUMANOS CRUCIFICANDO A PALAVRA O VERBO CRISTO PELA SEGUNDA VEZ? E O INFERNO NÃO É UMA PRISÃO ONDE OS Q NÃO OUVIRAM A PALAVRA DE DEUS PARA SEU TEMPO ESTÃO ESPERANDO PARA O JUÍZO FINAL? LEIA MT 24, LEIA O LIVRO DE HEBREUS, APOCALIPSE ENTRE OUTROS LIVROS.



    • Maiara Costa - Equipe em 30 de janeiro de 2014 10:23

      Olá Samuel!
      Muito obrigado por seu contato com o Na Mira da Verdade.
      O texto de Apocalipse 1:18 apresenta a autoridade e poder (chaves) que Cristo tem sobre a morte e a sepultura (Hades-inferno). A ressurreição de Cristo é a garantia de que os justos se levantarão “na ressurreição do ultimo dia” (João 11:24) para vida eterna (ver com. João 11:25; Apocalipse 1:5).
      O texto em nada está defendo a crença pagã da imortalidade natural da alma.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.
      Equipe do Na Mira



  • Fernando em 1 de setembro de 2014 20:52

    Nossa, não sou imortalista da alma, nem creio em tormento eterno, mas esse argumento é totalmente fraco e fora de contexto.



    • Maiara Costa - Equipe em 2 de setembro de 2014 16:50

      Olá amigo Fernando!
      Boa tarde.
      Obrigado por seu contato.

      E qual seria o contexto desta citação?

      Um forte abraço.



  • Leandro em 3 de janeiro de 2017 8:10

    A a questão da pregação ao povo de Noe ( aprisionado), não é para Salvação, e sim para trazer a consciência de o porque eles não se salvaram, já que a Bíblia fala de que todos dirão com a própria boca Jesus Cristo e o Senhor é todo Joelho dobrará perante o Juízo, acredito que está pregação baseado em trazer a consciência ao povo que viveu no mundo antes da Lei ser imposta a Humanidade por Deus através de moises



  • marcelo em 16 de fevereiro de 2017 9:54

    Muito.bom.o.o.ponto de vista poderia ir alem e falar mais a respeito do homem rico e lazaro que estava com o.pai Abraao



  • Pr. França em 17 de fevereiro de 2017 2:38

    O GRANDE PROBLEMA É QUE OS TEÓLOGOS ESTUDAM TANTO PARA DESCONSTRUIR O TEXTO, E TENTAM ENTENDER O QUE O ESCRITOR QUIS DIZER QUANDO ESCREVEU, TENTAM EXPLICAR E SE ENROLAM TODOS EM SUAS RESPOSTAS QUE PARECEM INTELIGENTES. NA LÍNGUA PORTUGUESA CHAMA-SE INTERPRETAÇÃO DO TEXTO E É EXATAMENTE O QUE VOCÊS NÃO FAZEM, E ENTÃO CONFUNDEM MAIS AQUELES QUE ESTÃO SEMPRE ATRÁS DE ALGO QUE MOSTRE A ELES QUE ESTÃO CERTOS EM SEUS ERROS.



    • Maiara Costa - Equipe em 17 de fevereiro de 2017 8:52

      Olá Pr. França, bom dia, como vai?
      Muito obrigado por seu comentário.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.

      Permita-nos fazer uma pergunta: “A Bíblia é para ser lida ou estudada?”.

      O irmão poderia perguntar se há diferença, pois bem, vamos ver o que o dicionário de nossa língua entende por ler e estudar:

      Ler é percorrer com a visão o que está escrito, interpretando os sinais gráficos e/ou linguísticos.

      Estudar é aplicar as capacidades intelectuais para adquirir conhecimento e habilidade.

      Por mais que as duas coisas pareçam semelhantes, são distintas, embora, uma precise da outra para existir! E uma coisa que consideramos extremamente importante no estudo da Bíblia é análise do contexto. Uma análise cuidadosa e sistemática da Escritura para descobrir o significado original que foi pretendido em uma passagem. É a tentativa de escutar a Palavra conforme os destinatários originais devem tê-la ouvido; descobrir qual era a intenção original das palavras da Bíblia. Isso é o que chamamos de exegese.

      Gostaria de convidá-lo a acessar o site: http://www.painelbiblico.com.br, lá encontrará uma análise desse texto de 1 Pedro 3:19, será que poderia dar o seu parecer e fazer as suas observações e biblicamente corrigir algum ponto que considerar equivocado.

      Que Deus continue te abençoando grandiosamente.
      Um forte abraço.



  • franklane rodrigues em 22 de março de 2017 16:15

    kd vcs?, eu me chamo franklane, moro no ceara



  • Waldemir Lucena Guimaraes em 29 de abril de 2017 15:23

    Sou pr. (Batista) e, concernente ao tema, creio na tese elaborada por vocês – ainda que não concordo com vossa crença em diversos aspéctos.
    A Paz de Cristo Jesus, o Único Deus, Senhor, Salvador e Rei, seja convosco.