O Salmo 118 e a “observância” do domingo
Postado em: Apologia, Textos difíceis

Você acredita que Davi, autor dos Salmos Sabáticos, possa ter escrito sobre o domingo no Salmo 118:22-24? Confira você mesmo.
Continue lendo
Postado em: Apologia, Textos difíceis

Você acredita que Davi, autor dos Salmos Sabáticos, possa ter escrito sobre o domingo no Salmo 118:22-24? Confira você mesmo.
Continue lendo
Postado em: Textos difíceis, Vídeos

Arrependimento de Deus, abuso sexual, salvação para antidiluvianos, sacrifício de Jefté, tendências homossexuais, entre outras perguntas são respondidas através da Bíblia. Assista!
Continue lendo
Postado em: Apologia, Dúvidas, Heresias, Textos difíceis

Há esperança para todo pecador! Deus não endurece alguém propositalmente para que tal pessoa vá para o lago de fogo. Essa é a mensagem de Êxodo 7:3 e de toda a Bíblia.
Leia este breve artigo e tenha a certeza de que Deus não é o responsável pela rebeldia do ser humano.
Continue lendo
Postado em: Dúvidas, Textos difíceis

Romanos 14:2, 5 é usado contra a observância do sábado e uso de uma dieta saudável. Leia o artigo a seguir e veja que os assuntos que Paulo aborda são TOTALMENTE diferentes.
Continue lendo
Postado em: Textos difíceis
Por que os descendentes do perverso rei Saul foram condenados por um crime que ele cometeu? Deixemos que a Bíblia se defenda.
Continue lendo
Postado em: Dúvidas, Textos difíceis
O batismo bíblico é por imersão ou aspersão?
Continue lendo
Postado em: Apologia, Textos difíceis

Um novo estudo sobre Colossenses 2:16 demonstrou que o ensinamento adventista sobre o texto é o baseado na Bíblia.
Continue lendo
Postado em: Apologia, Textos difíceis

Você tem certeza de que é salvo pela graça? Tem certeza de que é salvo pelas obras? Esse artigo apresenta a posição bíblica sobre a salvação.
Continue lendo
Postado em: Dúvidas, Textos difíceis
A. HOPKINS STRONG (teólogo batista): “Nem tudo na lei mosaica está abolido na cruz. Cristo não cravou em Sua cruz nenhum mandamento do Decálogo.” “A graça deve ser entendida, contudo, não como abolindo a lei, mas como estabelecendo-a e reforçando-a (Rom. 3:31 ‘estabelecemos a lei’) – Systematic Theology, vol. 2, p.p. 408 e 548.
MOODY, outra grande autoridade em Novo Testamento:
“O contraste entre a letra mata e o espírito vivifica não é um contraste entre o extremo literalismo e o livre manejo das Escrituras (como no método alegórico de interpretação); antes, o contraste é entre a Lei e um sistema de salvação que exige obediência perfeita (cons. Rm. 3:19,20; 7:1-14; 8:1-11; Gl. 3:1-14) e o Evangelho como o dom da graça de Deus em Cristo. Mesmo a Lei, entretanto, pode levar uma alma a Cristo (cons. Gl. 3:15-29; mas o judaísmo degenerado transformou-a em uma massa de formas sem vida (cons. Is. 1:10-20; Jr. 7:21-26)…” – Comentário Bíblico Moody sobre 2 Coríntios 3, p. 16.
Nem mesmo observadores do domingo concordam com doutrina da abolição da Lei.
“JESUS É O ÚNICO DESCANSO ESPIRITUAL INDEPENDENTE DE DIA – MATEUS 11:28-30
Até que ponto chegou o ser humano: o de invocar o nome de Jesus para “justificar” um comportamento desobediente… O mais saudável é reconhecer que o problema está em nós. Que não conseguimos guardar a Lei sozinhos e, por isso, a graça de Deus precisa atuar em nosso ser. Se agirmos assim, seguiremos pelo caminho da vida cristã rumo à santificação pelo Espírito Santo. Ao invés de acharmos o problema na Lei de Deus precisamos reconhecer que o problema está em nós. Se justificarmos nossa desobediência com a ideia de que “a Lei foi abolida”, não daremos ao Senhor a oportunidade de mudar nosso interior por que não estaremos sendo sinceros com Ele.
Realmente, o descanso espiritual precisa ser diário. Esse é o tema de Hebreus 4, que nos convida a entrarmos no repouso da graça. O repouso na graça – pela fé em Jesus – precisa ser desfrutado 24h durante toda a nossa vida. Todavia, no Sábado podemos repousar espiritualmente em Cristo por mais tempo que nos outros dias da semana. Uma pessoa que ama a Jesus irá descansar nEle também no Sábado por que:
1) Ele [Deus] criou esse “santuário no tempo” para desfrutarmos da companhia dEle – Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11 (o fato de no Sábado Deus ter dado mais tempo para ficarmos com Ele já bastaria para derrubar o argumento de que o descanso espiritual anula o descanso semanal);
2) Ela [a pessoa] terá consciência de que durante a semana, em meio às atividades de rotina, não há como separar um tempo de 24h para descansar espiritualmente em Cristo;
3) Ela não irá questionar a Deus ou se justificar dizendo que “o mais importante é guardar um dia em sete” pelo fato de ela aceitar o Senhorio de Deus na vida dela. Se Deus falou que é azul, não vou argumentar que pode ser vermelho. Se Ele disse para descansar no Sábado, por que farei birra com meu Pai Celeste e dizer que “eu quero” observar o domingo como dia santo?
O fato de em Hebreus 4 o autor usar o Sábado do sétimo dia como um símbolo do descanso em Cristo é uma prova irrefutável a favor do quarto mandamento. Se o sábado foi “cravado na cruz”; se “o dia de guarda foi mudado para domingo” por que o sábado – e não o domingo ou a sexta-feira – é usado como base do argumento do autor de Hebreus 4?
Espero que esse estudo ajude ao irmão Jean Patrick em seu estudo da Bíblia e a todo leitor que busca de coração fazer a vontade do seu Deus, pela graça que vem dEle (Romanos 11:5, 6).
Um abraço a todos!
Postado em: Dúvidas, Textos difíceis
“SÓ TEMOS RELATADO [os Dez Mandamentos] NO VELHO TESTAMENTO”
Os oponentes à Lei de Deus apresentam um “quadro comparativo” entre o Antigo e o Novo Testamento para “provar” que “o mandamento do Sábado não foi repetido nos escritos dos apóstolos”.
Essa ideia não pode ser chamada de argumento, tamanho o absurdo que o cristão é levado a aceitar se ela for verdadeira:
1) Que o Novo Testamento difere do Antigo. Então a Bíblia não é uma só – seria uma heresia afirmar uma coisa dessas, de acordo com 2 Timóteo 3:16;
2) Que o Deus do Antigo Testamento, manifesto também na Segunda Pessoa da Divindade (Isaías 44:6; compare com Apocalipse 1:17) erra, no seguinte sentido: “bom: pedi para os Israelitas guardarem o Sábado. Como não deu certo, chamarei a Lei de ministério da morte e tirarei das pessoas a obrigação de me adorarem no meu santo dia (Isaías 58:13, 14; Marcos 2:27, 28).”
3) Que o Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Trindade, se contradiz. “Eu disse em Hebreus 8:10 que, o resultado da santificação efetuada por mim é a inscrição e impressão dos mandamentos no íntimo do ser humano. Já em 2 Coríntios 3:7 digo que a Lei que manda não matar, não roubar, não adulterar, é ministério de morte. Por isso, quem quiser aceite Hebreus 8:10 e, os que preferirem fiquem somente com 2 Coríntios 3:7.”
4) Que Jesus em João 5:39, ao nos orientar a examinarmos as Escrituras, estaria insinuando: “Leiam todo o Antigo Testamento mas não aceitam os Dez Mandamentos, mesmo que eu tenha guardado o Sábado, como afirma Lucas 4:16” [só faltava alguém dizer que “Jesus guardava o Sábado por que era judeu...” sendo que o texto afirma claramente que o Salvador separava o sétimo dia SEGUNDO O COSTUME DELE. Ele não veio agradar os judeus; pelo contrário, os desagradou bastante naquela época...]
5) Que os LINDOS princípios morais dos Dez Mandamentos – que nos ajudam a nos relacionarmos com Deus, com o próximo e que dão qualidade de vida – não são mais necessários em nosso mundo que quer viver sem princípios! Veja o que está por trás de cada um dos Dez Mandamentos encontrados em Êxodo 20:1-17 e em Deuteronômio 5:6-21:
Primeiro mandamento: Lealdade a Deus
Segundo mandamento: Adorar a Deus
Terceiro mandamento: Respeitar a Deus
Quarto mandamento [que a grande maioria não gosta]: Santidade e adoração ao Criador (Êxodo 20:11) e Salvador (Deuteronômio 5:15)
Quinto mandamento: Respeito pela autoridade
Sexto mandamento: Amor ao próximo
Sétimo mandamento: Pureza
Oitavo mandamento: Honestidade
Nono mandamento: Verdade, autenticidade
Décimo mandamento: Contentamento
Já imaginou tais princípios de vida sendo chamados de “ministério da morte”? Até que ponto um ser humano pode chegar…
[E ainda tem a questão do dízimo, querido leitor. Gostaria de saber de Jean Patrik se o mandamento do dízimo, pelo fato de “não ser repetido no Novo Testamento” também foi abolido...]
Isso já seria suficiente para concluirmos e encerrarmos a discussão, pois, se toda a Bíblia é da autoria do Espírito Santo, não há como separá-la em Antigo e Novo Testamento, a não ser com fins didáticos. Porém, como escreveu A. B. Christianini sobre um “quadro” que “mostra os outros nove mandamentos sendo repetidos “menos o quarto preceito”: “…aquele gráfico [é] omisso…” (CHRISTIANINI. Subtilezas do Erro, 1981, p. 187)e, por tal motivo, preciso continuar.
Na Bíblia há textos que mostram cerca de 90 reuniões religiosas no dia de Sábado, nos dias do Novo Testamento (Conferir A. B. Christianini em Subtilezas do Erro. Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1981, p. 186-189).
Lembremos de que o exemplo fala MUITO MAIS que as palavras… Se Cristo, os apóstolos e os demais judeus cristãos se reuniram no Sábado para adoração, será que eles guardavam o domingo ou acreditavam na abolição da Lei? Pense nisso com carinho.
O que outros autores cristãos dizem sobre a Lei e 2 Coríntios 3:7
Para finalizar, é importante expor para os sinceros a opinião de eminentes teólogos sobre o assunto:
SALOMÃO L. GINSBURG, pastor batista: “As idéias que alguns fazem da Lei de Deus, são errôneas e muitas vezes perniciosas. O arrojo ou a ousadia dos tais, chega a ponta de ensinar ou fazer sentir que a Lei já foi abolida… Os que ensinam a mentira de que a lei não possui mais valor … ainda não leram com certeza os versículos que nos servem de texto (S. Mat. 5:17-19). Deus não muda, nem o Seu poder, nem a Sua glória; os Seus preceitos são eternos.
“Vamos mais longe: essa Lei é a base da moralidade social, e será crível que tal base seja abolida, isto é, que se mate, adultere, furte, calunie? Não! Essa Lei é toda digna de nossa admiração, respeito e acatamento.
“Jesus veio pôr em prática a Lei e não abolir.” – O Decálogo ou os Dez Mandamentos, p.p. 4 e 7
WILLIAM BRACLAY, uma das maiores autoridades em Novo Testamento para os protestantes:
“A velha aliança era mortífera. Por quê? Produzia uma relação legal entre o homem e Deus. Com efeito, dizia: “Se você deseja manter sua relação com Deus, deve guardar estas leis, e se as transgride, perderá sua relação.”
“Portanto estabelecia uma situação em que Deus era essencialmente o juiz e o homem um delinqüente perpetuamente em falta perante o estrado do juízo de Deus. Era mortífera porque matava certas coisas… Os judeus preferiam a velha aliança, a lei. Rechaçavam a nova, a nova relação em Cristo. Não se trata de que a velha aliança fosse má; mas sim estava situada num lugar de segunda importância, era um degrau no caminho…” – The Second Letter to the Corinthians, p.p. 37, 38.