O Salmo 118 e a “observância” do domingo
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Você acredita que Davi, autor dos Salmos Sabáticos, possa ter escrito sobre o domingo no Salmo 118:22-24? Confira você mesmo.
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Arrependimento de Deus, abuso sexual, salvação para antidiluvianos, sacrifício de Jefté, tendências homossexuais, entre outras perguntas são respondidas através da Bíblia. Assista!
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Há esperança para todo pecador! Deus não endurece alguém propositalmente para que tal pessoa vá para o lago de fogo. Essa é a mensagem de Êxodo 7:3 e de toda a Bíblia.
Leia este breve artigo e tenha a certeza de que Deus não é o responsável pela rebeldia do ser humano.
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Romanos 14:2, 5 é usado contra a observância do sábado e uso de uma dieta saudável. Leia o artigo a seguir e veja que os assuntos que Paulo aborda são TOTALMENTE diferentes.
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Por que os descendentes do perverso rei Saul foram condenados por um crime que ele cometeu? Deixemos que a Bíblia se defenda.
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O batismo bíblico é por imersão ou aspersão?
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Um novo estudo sobre Colossenses 2:16 demonstrou que o ensinamento adventista sobre o texto é o baseado na Bíblia.
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Você tem certeza de que é salvo pela graça? Tem certeza de que é salvo pelas obras? Esse artigo apresenta a posição bíblica sobre a salvação.
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A. HOPKINS STRONG (teólogo batista): “Nem tudo na lei mosaica está abolido na cruz. Cristo não cravou em Sua cruz nenhum mandamento do Decálogo.” “A graça deve ser entendida, contudo, não como abolindo a lei, mas como estabelecendo-a e reforçando-a (Rom. 3:31 ‘estabelecemos a lei’) – Systematic Theology, vol. 2, p.p. 408 e 548.
MOODY, outra grande autoridade em Novo Testamento:
“O contraste entre a letra mata e o espírito vivifica não é um contraste entre o extremo literalismo e o livre manejo das Escrituras (como no método alegórico de interpretação); antes, o contraste é entre a Lei e um sistema de salvação que exige obediência perfeita (cons. Rm. 3:19,20; 7:1-14; 8:1-11; Gl. 3:1-14) e o Evangelho como o dom da graça de Deus em Cristo. Mesmo a Lei, entretanto, pode levar uma alma a Cristo (cons. Gl. 3:15-29; mas o judaísmo degenerado transformou-a em uma massa de formas sem vida (cons. Is. 1:10-20; Jr. 7:21-26)…” – Comentário Bíblico Moody sobre 2 Coríntios 3, p. 16.
Nem mesmo observadores do domingo concordam com doutrina da abolição da Lei.
“JESUS É O ÚNICO DESCANSO ESPIRITUAL INDEPENDENTE DE DIA – MATEUS 11:28-30
Até que ponto chegou o ser humano: o de invocar o nome de Jesus para “justificar” um comportamento desobediente… O mais saudável é reconhecer que o problema está em nós. Que não conseguimos guardar a Lei sozinhos e, por isso, a graça de Deus precisa atuar em nosso ser. Se agirmos assim, seguiremos pelo caminho da vida cristã rumo à santificação pelo Espírito Santo. Ao invés de acharmos o problema na Lei de Deus precisamos reconhecer que o problema está em nós. Se justificarmos nossa desobediência com a ideia de que “a Lei foi abolida”, não daremos ao Senhor a oportunidade de mudar nosso interior por que não estaremos sendo sinceros com Ele.
Realmente, o descanso espiritual precisa ser diário. Esse é o tema de Hebreus 4, que nos convida a entrarmos no repouso da graça. O repouso na graça – pela fé em Jesus – precisa ser desfrutado 24h durante toda a nossa vida. Todavia, no Sábado podemos repousar espiritualmente em Cristo por mais tempo que nos outros dias da semana. Uma pessoa que ama a Jesus irá descansar nEle também no Sábado por que:
1) Ele [Deus] criou esse “santuário no tempo” para desfrutarmos da companhia dEle – Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11 (o fato de no Sábado Deus ter dado mais tempo para ficarmos com Ele já bastaria para derrubar o argumento de que o descanso espiritual anula o descanso semanal);
2) Ela [a pessoa] terá consciência de que durante a semana, em meio às atividades de rotina, não há como separar um tempo de 24h para descansar espiritualmente em Cristo;
3) Ela não irá questionar a Deus ou se justificar dizendo que “o mais importante é guardar um dia em sete” pelo fato de ela aceitar o Senhorio de Deus na vida dela. Se Deus falou que é azul, não vou argumentar que pode ser vermelho. Se Ele disse para descansar no Sábado, por que farei birra com meu Pai Celeste e dizer que “eu quero” observar o domingo como dia santo?
O fato de em Hebreus 4 o autor usar o Sábado do sétimo dia como um símbolo do descanso em Cristo é uma prova irrefutável a favor do quarto mandamento. Se o sábado foi “cravado na cruz”; se “o dia de guarda foi mudado para domingo” por que o sábado – e não o domingo ou a sexta-feira – é usado como base do argumento do autor de Hebreus 4?
Espero que esse estudo ajude ao irmão Jean Patrick em seu estudo da Bíblia e a todo leitor que busca de coração fazer a vontade do seu Deus, pela graça que vem dEle (Romanos 11:5, 6).
Um abraço a todos!
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“SÓ TEMOS RELATADO [os Dez Mandamentos] NO VELHO TESTAMENTO”
Os oponentes à Lei de Deus apresentam um “quadro comparativo” entre o Antigo e o Novo Testamento para “provar” que “o mandamento do Sábado não foi repetido nos escritos dos apóstolos”.
Essa ideia não pode ser chamada de argumento, tamanho o absurdo que o cristão é levado a aceitar se ela for verdadeira:
1) Que o Novo Testamento difere do Antigo. Então a Bíblia não é uma só – seria uma heresia afirmar uma coisa dessas, de acordo com 2 Timóteo 3:16;
2) Que o Deus do Antigo Testamento, manifesto também na Segunda Pessoa da Divindade (Isaías 44:6; compare com Apocalipse 1:17) erra, no seguinte sentido: “bom: pedi para os Israelitas guardarem o Sábado. Como não deu certo, chamarei a Lei de ministério da morte e tirarei das pessoas a obrigação de me adorarem no meu santo dia (Isaías 58:13, 14; Marcos 2:27, 28).”
3) Que o Espírito Santo, a Terceira Pessoa da Trindade, se contradiz. “Eu disse em Hebreus 8:10 que, o resultado da santificação efetuada por mim é a inscrição e impressão dos mandamentos no íntimo do ser humano. Já em 2 Coríntios 3:7 digo que a Lei que manda não matar, não roubar, não adulterar, é ministério de morte. Por isso, quem quiser aceite Hebreus 8:10 e, os que preferirem fiquem somente com 2 Coríntios 3:7.”
4) Que Jesus em João 5:39, ao nos orientar a examinarmos as Escrituras, estaria insinuando: “Leiam todo o Antigo Testamento mas não aceitam os Dez Mandamentos, mesmo que eu tenha guardado o Sábado, como afirma Lucas 4:16” [só faltava alguém dizer que “Jesus guardava o Sábado por que era judeu...” sendo que o texto afirma claramente que o Salvador separava o sétimo dia SEGUNDO O COSTUME DELE. Ele não veio agradar os judeus; pelo contrário, os desagradou bastante naquela época...]
5) Que os LINDOS princípios morais dos Dez Mandamentos – que nos ajudam a nos relacionarmos com Deus, com o próximo e que dão qualidade de vida – não são mais necessários em nosso mundo que quer viver sem princípios! Veja o que está por trás de cada um dos Dez Mandamentos encontrados em Êxodo 20:1-17 e em Deuteronômio 5:6-21:
Primeiro mandamento: Lealdade a Deus
Segundo mandamento: Adorar a Deus
Terceiro mandamento: Respeitar a Deus
Quarto mandamento [que a grande maioria não gosta]: Santidade e adoração ao Criador (Êxodo 20:11) e Salvador (Deuteronômio 5:15)
Quinto mandamento: Respeito pela autoridade
Sexto mandamento: Amor ao próximo
Sétimo mandamento: Pureza
Oitavo mandamento: Honestidade
Nono mandamento: Verdade, autenticidade
Décimo mandamento: Contentamento
Já imaginou tais princípios de vida sendo chamados de “ministério da morte”? Até que ponto um ser humano pode chegar…
[E ainda tem a questão do dízimo, querido leitor. Gostaria de saber de Jean Patrik se o mandamento do dízimo, pelo fato de “não ser repetido no Novo Testamento” também foi abolido...]
Isso já seria suficiente para concluirmos e encerrarmos a discussão, pois, se toda a Bíblia é da autoria do Espírito Santo, não há como separá-la em Antigo e Novo Testamento, a não ser com fins didáticos. Porém, como escreveu A. B. Christianini sobre um “quadro” que “mostra os outros nove mandamentos sendo repetidos “menos o quarto preceito”: “…aquele gráfico [é] omisso…” (CHRISTIANINI. Subtilezas do Erro, 1981, p. 187)e, por tal motivo, preciso continuar.
Na Bíblia há textos que mostram cerca de 90 reuniões religiosas no dia de Sábado, nos dias do Novo Testamento (Conferir A. B. Christianini em Subtilezas do Erro. Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1981, p. 186-189).
Lembremos de que o exemplo fala MUITO MAIS que as palavras… Se Cristo, os apóstolos e os demais judeus cristãos se reuniram no Sábado para adoração, será que eles guardavam o domingo ou acreditavam na abolição da Lei? Pense nisso com carinho.
O que outros autores cristãos dizem sobre a Lei e 2 Coríntios 3:7
Para finalizar, é importante expor para os sinceros a opinião de eminentes teólogos sobre o assunto:
SALOMÃO L. GINSBURG, pastor batista: “As idéias que alguns fazem da Lei de Deus, são errôneas e muitas vezes perniciosas. O arrojo ou a ousadia dos tais, chega a ponta de ensinar ou fazer sentir que a Lei já foi abolida… Os que ensinam a mentira de que a lei não possui mais valor … ainda não leram com certeza os versículos que nos servem de texto (S. Mat. 5:17-19). Deus não muda, nem o Seu poder, nem a Sua glória; os Seus preceitos são eternos.
“Vamos mais longe: essa Lei é a base da moralidade social, e será crível que tal base seja abolida, isto é, que se mate, adultere, furte, calunie? Não! Essa Lei é toda digna de nossa admiração, respeito e acatamento.
“Jesus veio pôr em prática a Lei e não abolir.” – O Decálogo ou os Dez Mandamentos, p.p. 4 e 7
WILLIAM BRACLAY, uma das maiores autoridades em Novo Testamento para os protestantes:
“A velha aliança era mortífera. Por quê? Produzia uma relação legal entre o homem e Deus. Com efeito, dizia: “Se você deseja manter sua relação com Deus, deve guardar estas leis, e se as transgride, perderá sua relação.”
“Portanto estabelecia uma situação em que Deus era essencialmente o juiz e o homem um delinqüente perpetuamente em falta perante o estrado do juízo de Deus. Era mortífera porque matava certas coisas… Os judeus preferiam a velha aliança, a lei. Rechaçavam a nova, a nova relação em Cristo. Não se trata de que a velha aliança fosse má; mas sim estava situada num lugar de segunda importância, era um degrau no caminho…” – The Second Letter to the Corinthians, p.p. 37, 38.
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Fui desafiado por um internauta a "traduzir" 2 Coríntios 3:7. Veja a relação desse texto a Lei e tire suas conclusões...
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PERGUNTA 17: “Escrituras” se referem ao Antigo ou ao Novo Testamento?
RESPOSTA: o termo “Escrituras” se refere tanto ao Antigo quanto ao Novo Testamento (2 Timóteo 3:16; 2 Pedro 3:16). Ler João 5:39.
PERGUNTA 18: É dito pelos religiosos que toda a humanidade descendeu dos filhos de Noé. De qual deles os brasileiros descendem?
RESPOSTA: Não há uma pessoa hoje que seja “puro sangue” dos descendentes de Sem, Cam e Jafé. Todavia, espiritualmente somos descendentes de Sem por ele ser o ancestral de Abraão (Gênesis 11:26), o pai da fé (Gálatas 3:7).
Sem originou os povos semitas. Cam, os africanos. E Jafé os Europeus e Asiáticos. Sendo que o brasileiro é o resultado da miscigenação racial, fica difícil precisarmos de qual filho de Noé descendemos.
PERGUNTA 19: O ser humano é dividido em corpo e alma ou corpo, alma e espírito?
RESPOSTA: Nós Adventistas não somos dicotomistas (que creem que o ser humano é separado em dois: corpo e alma) e nem tricotomistas (que acreditam que o ser humano é separado em três: corpo, alma e espírito). Somos holísticos. A Bíblia e a ciência estão em plena harmonia com esse conceito. Cremos que a natureza humana (físico, mental e espiritual) é um todo inseparável e, por isso, para que seja tenha uma vida espiritual saudável, deve haver um cuidado com o corpo e com a mente. Esse conceito é baseado em 1 Timóteo 5:23, 24 – onde Paulo afirma que os três aspectos do ser humano precisam ser trabalhados para que cada um se prepare para a volta de Cristo; e em muitos outros textos, como, por exemplo, o Salmo 6:5, onde é dito que, após a morte, o ser humano não possui consciência alguma. Só há consciência, portanto, quando os três elementos – espírito (espiritualidade, desejo de adorar algo), a alma (mente, nesse texto) e corpo – permanecem unidos. Quando se separam, a pessoa (ou alma vivente, segundo Gênesis 2:7) deixará de existir e voltará a uma existência depois da ressurreição dos mortos, como afirma 1 Tessalonicenses 4:13-18. Nesse momento Deus recriará e reunirá novamente os “três lados do triângulo”.
O dicotomismo (ou dualismo) é um conceito platônico que entrou na igreja cristã por influência de Agostinho. Por causa disso, grande parte das igrejas cristãs acredita numa existência após a morte, negando assim o holismo bíblico e diminuindo a importância da doutrina da ressurreição. Por causa de Platão o espiritismo também deixa de lado o ensino bíblico ao afirmar que “o mais importante é o espírito”. Isso que nega o ensino claro da Bíblia de que o corpo é sagrado para Deus (1 Coríntios 6:19, 20).
Sobre a entrada da doutrina da “imortalidade da alma” no cristianismo, disse o Prof. Presbiteriano Otoniel Mota:
“A doutrina da imperecibilidade da alma não é bíblica, mas pagã. Nasceu na Grécia e propagou-se na Igreja, através de Platão, do século V em diante, graças à influência de Agostinho. A doutrina de sua natureza simples, uma, indivisível etc., não se mantém diante das concepções psicológicas modernas e da teoria mais racional acerca da propagação do ser humana, corpo e alma.” Meu Credo Escatológico (opúsculo). 1938, p. 3.
Então, como podemos explicar Hebreus 4:12? Realmente, alguns cristãos usam o texto para afirmar que a natureza humana é dicotomista. O detalhe é que Hebreus 4:12 não é um estudo sobre a natureza humana, mas, se constitui na base do argumento do autor para mostrar o poder da Bíblia (que ele chama de Palavra de Deus) na vida de uma pessoa. Ele afirma que a Bíblia é tão eficaz e cortante “como uma espada” ao ponto de “penetrar” e “dividir alma e espírito”. Essa expressão está relacionada à outra que vem a seguir: “juntas e medulas”. Portanto, vê-se no contexto que ambas são usados em sentido figurado, pois, as juntas e as medulas são inseparáveis para que o ser humano viva bem. O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia informa muito bem sobre o objetivo do autor da carta aos Hebreus no uso de tais termos:
“A divisão entre ‘o alma e o espírito” e “as conjunturas e os tutanos” descreve até onde penetra a “palavra” de Deus. O valor desta figura de linguagem radica em que “vida” e “alento” [espírito] são, pelo menos para os propósitos práticos, inseparáveis.”
Quando entendemos que as palavras “alma” e “espírito” no original bíblico possuem várias traduções (princípio ativo que Deus nos dá para ficarmos vivos; vida, espiritualidade, pessoa viva, pensamentos, emoções, etc); e que nenhuma delas apresenta tais aspectos de nossa natureza como sendo “entidades imateriais”, podemos chegar à correta compreensão dos textos bíblicos que aparentemente dividem o ser humano em “dois” ou “três”. O estudo da Antropologia bíblica é fundamental para que conceitos gregos sobre o ser humano não influenciem nossas crenças e estilo de vida.
Recomendo a você a leitura de um dos melhores estudos já feitos sobre o assunto. O livro Imortalidade ou Ressurreição?, da autoria do Dr. Samuel Bacchiocchi, contém um estudo exaustivo dos textos bíblicos que tratam do assunto e opiniões de cerca de 300 eruditos não adventistas. Poderá adquiri-lo com a Imprensa Universitária Adventista pelo telefone (19) 3858-9055 ou pelo site http://www.unaspress.unasp.edu.br
Estarei à disposição sempre que precisar de ajuda.
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Respostas a 19 perguntas feitas pelo ateu mais sincero com quem já mantive contato até hoje (07/05/2010).
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Como é bom deixarmos que a Bíblia se explique... Leia o que realmente o texto quer nos ensinar.
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O que Paulo quis dizer com as expressões "Deixar o corpo" e "Partir e estar com Cristo"? Confira!
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“Os mais poderosos dos valentes lhe falarão desde o meio do inferno, juntamente com os que a socorrem: Desceram e estão lá os incircuncisos, traspassados à espada.”
Esse texto é assim traduzido pela Almeida, Revista e Corrigida. Mas, é na Almeida, Revista e Atualizada que a tradução está correta, pois, o termo latim “inferno” não faz parte do original:
“Os mais poderosos dos valentes, juntamente com os que o socorrem, lhe gritarão do além: Desceram e lá jazem eles, os incircuncisos, traspassados à espada.” Ezequiel 32:21
Em vista do que vimos anteriormente (no post referente ao Salmo 9:17), especialmente em Eclesiastes 9:5-6 e 10, não podemos de forma alguma crer que no “além” (mundo dos mortos) há consciência. Sendo que o termo sheol é especialmente aplicado nas Escrituras num sentido figurado para descrever a morada dos mortos, a conclusão a que podemos chegar é que este “clamor” por parte dos ímpios ao Egito é simbólico. “A linguagem essencialmente figurativa e alegórica desta lamentação exclui a idéia de que o profeta nutrisse a crença de que os mortos não estivessem realmente mortos, mas que vivessem como sombra no sheol… E do mesmo modo que uma parábola, uma alegoria como esta não serve de fundamento para uma doutrina teológica” (APOLINÁRIO, Pedro. Explicação De Textos Difíceis da Bíblia. 4a edição corrigida, p.p. 134 e 135).
É comum na Bíblia os autores usarem o recurso da personificação para “dar vida” a seres ou objetos não conscientes, com o objetivo de gravar melhor na mente das pessoas o ensino espiritual que querem transmitir. Leia Juízes 9:7-21 e verá que árvores são personificadas.
Se dissermos como base em Ezequiel 32:21 que os mortos “falam”, então temos que fazer o mesmo em relação a Juízes 9 e chegarmos à conclusão horrorosa de que as árvores podem falar…
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“Para o sábio há o caminho da vida que o leva para cima, a fim de evitar o inferno [sheol, no hebraico], embaixo.”
Certa vez, um oponente distorceu o sentido do texto citado a fim de apoiar sua tese imortalista. Antes de atentar para o texto, é importante destacar a ideia que deixei implícita na explicação do Salmo 9:17: quando um termo original possui várias traduções, é importante analisarmos outras versões bíblicas que traduzem o mesmo verso.
Vejamos o texto em outras versões a fim de que seu sentido torne-se mais claro:
“A pessoa sábia não desce pelo caminho da morte, mas sobe pela estrada da vida.” - Nova Tradução Na Linguagem de Hoje – NTLH.
“O caminho da vida conduz para cima quem é sensato, para que ele não desça à sepultura” – Nova Versão Internacional – NVI.
Perceba que Provérbios 15:24, em conexão com o termo hebraico sheol, está afirmando que o sábio escolhe o bom caminho e não o mau, que conduz à morte prematura. “A forma de viver do sábio o conduz para cima. Poderá ser uma ascensão difícel, porém, tem suas recompensas” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3. p. 1014).
A pessoa justa não desce para o caminho da morte mais cedo (há exceções) por que não faz escolhas erradas. Ao invés disso, obedece a Deus e, conseqüentemente, vive bem. Provérbios 23:14 tem também este sentido, em especial: o de que a educação poderá salvar a vida da criança da morte antecipada em decorrência da desobediência, proporcionando-lhe longevidade.
Portanto, mais um texto bíblico que NADA tem a ver com a doutrina medieval do tormento eterno…
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Infelizmente, os tradutores colocaram a palavra “inferno” na Bíblia ao invés de preservar os termos originais ou traduzi-los da forma correta. A palavra inferno é latim (inferi) e significa inferior, que vai para baixo. O termo foi distorcido pela filosofia greco-romana e não faz parte do pensamento bíblico judaico.
Se a Bíblia original não foi escrita em latim, por que colocar um termo desses que gera mais confusão do que esclarecimento? Não questiono o lindo e sério trabalho dos tradutores, e sim a precisão deles. Queiramos ou não, somos influenciados por nossos pressupostos e isso, com certeza, interferiu na tradução dos termos hebraicos e gregos para “inferno”.
Mais, deixando isso de lado, vamos entender o Salmo 9:17. Veja como ele é apresentado na versão Almeida, Revista e Atualizada:
“Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus.” Salmos 9:17.
A palavra hebraica no texto é “sheol” e se refere ao “mundo dos mortos”, “sepultura”, etc. Mas, JAMAIS ela é empregada na Bíblia com o sentido de lago de fogo (outros termos sim, mas, referindo-se ao fogo que castigará e consumirá os pecadores não arrependidos DEPOIS do milênio – ver Apocalipse 20).
Isso nos ajuda a entender o porquê de outras versões traduzirem o termo “sheol” de outras maneiras:
“Eles acabarão no mundo dos mortos; para lá irão todos os que rejeitam a Deus”. Salmo 9:17 (BLH – Bíblia Na Linguagem de Hoje)
“Os ímpios serão trasladados ao sheol, todas as nações que se olvidam de Deus”. Salmo 9:17 (RVA – Versão Reina Valera, Espanhola.)
“Os mais volverão ao sepulcro; todos os gentios que se olvidam de Deus” Salmos 9:17, (SEV – Las 1569 Sagradas Escrituras).
A Nova Versão Internacional (NVI) assim traduz o termo:
“Voltem os ímpios ao pó, todas as nações que se esquecem de Deus!”
Desta forma, o Salmo 9:17, assim como outros versos, deve ser traduzido por “sepultura” (forma literal), “mundo dos mortos” (forma figurada), “pó”, etc., pois tanto num lugar quanto noutro os mortos estão inconscientes (Eclesiastes 9:5, 6, 10; Salmo 6:5) e ambas as expressões equivalem-se.
Todos, bons e maus, vão para sepulcro depois da morte. Entretanto, a diferença está no fato de que os ímpios ficarão neste lugar (sepultura), em estado de inconsciência “para todo o sempre”, após o seu castigo (que varia em intensidade e duração – ver Lucas 12:47, 48), enquanto que os justos serão ressuscitados para a vida eterna (ver 1 Coríntios 15:23, 51-54; 1 Tessalonicenses 4:13-16).
Um abraço e conte comigo sempre.
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Essa foi a conclusão de um irmão que tentou me levar ao mesmo posicionamento dele, “baseando-se” em Romanos 14. Pretendo fazer um estudo com você sobre o texto, especialmente dos versos 2 e 5, usados para “ensinar” que “a Bíblia considera débil na fé quem não come carnes imundas e quem ainda se preocupa em guardar o Sábado”. Acrescentarei alguns grifos:
VERSOS 1 e 2: “Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões. Um crê que de tudo pode comer, mas o débil come legumes”
O problema na igreja de Roma não é a questão das carnes imundas e muito menos a dieta vegetariana. Pelos seguintes motivos:
1) Na mesa de um judeu não havia carne de porco (Deuteronômio 14:8). Portanto, Paulo não poderia estar nessa carta tratando do assunto;
2) A dieta vegetariana (que cada pessoa escolhe segundo as instruções que Deus dá) foi dada pelo próprio Deus, em um mundo sem pecado (Gênesis 1:29). Se uma pessoa é “débil na fé” por ser vegetariana, então teremos de dizer o mesmo sobre Deus – o que seria uma blasfêmia. Contradiria a ciência, que prova serem os vegetarianos as pessoas que têm uma média de vida maior.
Além disso, seria um contraposto com a vida do profeta Daniel. Ele não comeu as comidas imundas que havia na mesa do rei de babilônia (Daniel 1:8) e teve excelentes resultados! Veja:
“No fim dos dez dias, a sua aparência era melhor; estavam eles mais robustos do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei.” Daniel 1:15.
“Ora, a estes quatro jovens Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria; mas a Daniel deu inteligência de todas as visões e sonhos. Vencido o tempo determinado pelo rei para que os trouxessem, o chefe dos eunucos os trouxe à presença de Nabucodonosor. Então, o rei falou com eles; e, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias; por isso, passaram a assistir diante do rei. Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino.” Daniel 1:17-20.
Alguém terá coragem de negar a eficácia da alimentação saudável na vida de Daniel, sem o uso de carnes imundas?
Voltando a Romanos 14, o “débil na fé” mencionado no segundo verso é o mesmo cristão de 1 Coríntios 8, mencionado especialmente no verso quatro. A maioria dos estudiosos acredita que Paulo escreveu aos Romanos quando estava em Corinto. E, sabe-se que tanto as cartas de Romanos quanto a de 1 Coríntios foram escritas na mesma década. Isso indica que para entendermos o problema enfrentado em Roma precisamos saber que a mesma dificuldade estava havendo em Corinto (um pouco antes).
Por isso, quando lemos 1 Coríntios 8:4 chegamos facilmente à conclusão de que o “débil na fé” era aquela pessoa que tinha tanto medo de comer uma carne que tivesse sido sacrificada a um ídolo que só comia legumes. No açougue (ou mercado) a pessoa ficava num impasse tão grande em não comprar uma carne que pudesse ter sido dedicada a um deus pagão que acaba decidindo viver só à base de vegetais.
Portanto, o apóstolo não está “abolindo” uma lei dietética (de não comer carnes imundas) sendo que ele mesmo a seguia (Atos 25:8).
VERSO 5: “Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.”
Precisamos considerar algumas coisas e o contexto histórico judaico para sabermos o que Paulo quis dizer nesse verso.
1) O termo “iguais” não se encontra no original grego. O tradutor, na boa intenção de tornar o texto mais claro, colocou a palavrinha. Mas, não era a ideal. No original, a segunda parte do verso 5 é assim: “outro julga… todos os dias”. Veja que no grego não é possível definir com base apenas nesse verso a que dias o escritor se refere.
2) Levando-se em consideração textos como Atos 16:13; 17:2, 18:3-4 e 11, de forma alguma podemos supor que Paulo estivesse tratando do dia de repouso em Romanos 14:4 e 5. Se o fizesse, estaria indicando ter algum tipo de problema mental, pois, em certos lugares (mesmo em territórios não judeus, como lemos em Atos 16:13) ele guardava o Sábado e depois ensinava que não deveria fazer isso… Uma contradição sem tamanho…
Se Romanos 14:4, 5 estivesse abolindo o quarto mandamento (Êxodo 20:8-11) da eterna Lei de Deus (Salmo 119:152), os próprios irmão que observam o primeiro dia da semana teriam que deixar de guardar o domingo (pois, o texto “diz” que um dia em si não é importante…).
O dominguista Russel N. Champlin em seu comentário reconhece que não é possível provar que a guarda do Sábado esteja sendo questionada em Romanos 14:5: “Não dispomos de meios para julgar, com base neste texto, nem com toda a certeza, se Paulo queria incluir ou não o sábado na lista dos vários dias especiais que os irmãos ‘débeis na fé’ insistiam em observar”. (CHAMPLIN, Russel Norman. “O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo”, vol. 3, p. 839. Citado por Alberto Ronald Timm em O Sábado Nas Escrituras, p. 69.)
3) Se lermos o verso 6 de Romanos 14, veremos que “os dias” mencionados no verso 5 estão relacionados a comer ou não:
“Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz; e quem come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus.”
Lendo o Didaquê (obra judaica) não fica difícil sabermos que os “dias” citados por Paulo, em conexão com as expressões “quem come” e “quem não come”, se referem a dias de jejum!
“O Didaquê 8:1 era incisivo em admoestar os cristãos a “não jejuarem com os hipócritas no segundo e quinto dia da semana, mas no quarto e sexto dias”. (“Consultoria Doutrinária”. SP: Casa Publicadora Brasileira, 1979, p. 142.)
A questão era jejuar ou não em certos dias da semana e não se o Sábado deveria ou não ser guardado. Paulo argumentou: “cada um escolha os dias que quiser para fazer o próprio jejum”.
Como a Bíblia se torna simples quando permitimos que ela mesma se explique!
CONCLUSÃO
Romanos 14:4, 5 não pode ser usado em apoio à doutrina antinomista (contra a lei – nomos, no grego). E, com base nessas conclusões apoiadas pela Bíblia respondo à “pergunta” que faz parte do título desse artigo: “Irmão: o Sábado é bem importante, pois, é um memorial do Criador (Êxodo 20:8-11), do Deus Salvador (Deuteronômio 5:15), do descanso na graça que podemos desfrutar todos os dias (Hebreus 4) e um sinal de fidelidade a Ele nos últimos dias (Apocalipse 14:6, 7; compare com Êxodo 20:11 e Ezequiel 20:12, 20, 21).”
Finalizo com um testemunho de fidelidade a Deus que derruba qualquer “argumento” contra os mandamentos do Criador. Foi registrado no blog por Giselle B. Oliveira, do RS:
Sou Adventista desde 2008 e tenho um testemunho que mudou definitivamente minha postura em relação ao Sábado.
Estava na faculdade e havia uma cadeira muito difícil de entender. Por isso, havia aulas com monitores em horários diferentes para os alunos que quisessem aprender mais, e consequentemente, ire bem na prova.
As melhores aulas de monitoria ocorriam no Sábado, das 8h às 12h. Apenas uma delas caía na segunda-feira, com duração de uma hora. Eu precisava muito participar e todos os meus colegas participavam. Já estava ficando nervosa e ainda não era batizada, mas frequentava a igreja algumas vezes. Então me surgiu a dúvida: “Será que vou? Acho que devo ir porque todos estão indo e dizendo que é ótimo”. Pensei que se eu não fosse, não conseguiria ser aprovada.
Meu noivo, que também ainda não era batizado na época, mas, estava congregando na igreja comigo, me mostrou João 15:7 (“Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito”). Quando li isso eu disse na hora: “não vou ir às aulas [no Sábado]”.
Não nenhuma aula de Sábado, mesmo tendo sido ministradas várias. Fiz apenas uma matéria na segunda-feira.
Quando chegou o dia da prova – por mais incrível que pareça – eu estava tranquila. Não sei como e de onde vinha a tranqüilidade, enquanto meus colegas, que haviam estudado bem mais, estavam muito nervosos.
Resultado: somente eu e mais um colega acertamos todas as questões da prova. Todos os que haviam aceitado aulas aos Sábados acertaram pouquíssimas questões. Foram mal nesta prova e alguns até choraram.
Voltei sorrindo para casa como se tivesse certeza que Deus me ajudou. Só eu sei a certeza que tive naquele momento. Também não me restaram mais dúvidas de que devo guardar o Sábado.
Espero que o presente estudo e essa linda história de fé motivem você, amigo internauta, a ser fiel a Deus inclusive na guarda do Sétimo Dia, que Ele escolheu para Si (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11).
Um abraço,
Leandro Quadros.
[Gostaria que cada irmão fizesse o próprio comentário após a leitura. Escrevam aquilo que o Espírito Santo colocar em vossos corações. O que acham? Vamos aprender juntos?]
Postado em: Dúvidas, Textos difíceis
3 – As declarações de Jesus em João 20:17 e 10:34, 35
Aqui faremos uso da exegese (aplicar as regras da hermenêutica) para entendermos os textos bíblicos. E uma dessas regras é analisar o contexto interno do texto bem como alguma referência paralela que trate do mesmo assunto.
Em João 20:17, Jesus chama o Pai de Deus. Isso em nada diminui a Divindade do Salvador do mesmo modo que de Deus Pai não deixa de ser Deus ao chamar a Cristo de Deus (analisaremos depois Hebreus 1:8).
Já o texto de João 10:34, 35 precisa ser interpretado, como disse anteriormente, levando-se em conta o contexto interno do livro e texto (s) paralelo (s). Quando vamos à Bíblia descobrimos que a palavra plural “deuses” com letra minúscula era aplicada aos juízes humanos por eles serem representantes de Deus, o Juiz Supremo. E o Salmo 82:6, texto paralelo, comprova isso: “Eu disse: sois deuses, sois todos filhos do Altíssimo.” Leia o contexto (versos 1-5) e veja que neste Salmo Deus está pronunciando um castigo sobre os juizes corruptos!
Portanto, Cristo não estava dizendo que os líderes judeus eram “deuses” com essência divina, mas estava usando um termo que eles conheciam para defender as próprias declarações de que era Deus. Prova de que o Salvador não estava menosprezando a própria divindade em João 10:34, 35 encontramos no mesmo capítulo, nos versos 38 e 39: “mas, se faço, e não me credes, crede nas obras; para que possais saber e compreender que o Pai está em mim, e eu estou no Pai. Nesse ponto, procuravam, outra vez, prendê-lo; mas ele se livrou das suas mãos.” João 10:38-39. Os judeus entenderam bem que Cristo, em outras declarações do mesmo capítulo, estava se auto-intitulando Divino.
4 – O que Deus Pai disse sobre Jesus
1) O Pai chamou Jesus de DEUS! “Mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; e: Cetro de eqüidade é o cetro do seu reino.” Hebreus 1:8. Perceba que Hebreus 1:8, 9 é uma citação do Salmo 45:6, 7, que fala de “Jeová” (ou “Javé” – ninguém sabe ao certo a pronúncia do nome hebraico de Deus);
2) O Pai disse que Jesus também era “Jeová” como Ele, Criador de todas as coisas! “Ainda: No princípio, Senhor, lançaste os fundamentos da terra, e os céus são obra das tuas mãos; eles perecerão; tu, porém, permaneces; sim, todos eles envelhecerão qual veste; também, qual manto, os enrolarás, e, como vestes, serão igualmente mudados; tu, porém, és o mesmo, e os teus anos jamais terão fim.” Hebreus 1:10-12.
Analise também que o autor de Hebreus 1:10-12 aplicou a Jesus o Salmo 102:25-27, que se refere ao Deus do Antigo Testamento! Compare os dois textos depois de ler este Salmo: “Em tempos remotos, lançaste os fundamentos da terra; e os céus são obra das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permaneces; todos eles envelhecerão como uma veste, como roupa os mudarás, e serão mudados. Tu, porém, és sempre o mesmo, e os teus anos jamais terão fim.”
3) O Pai afirmou que Jesus deve ser adorado: “E, novamente, ao introduzir o Primogênito no mundo, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.” Hebreus 1:6.
4) O Pai disse que amava a Jesus: “E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” Mateus 3:17.
Concluindo: se formos obedientes ao Pai, chamaremos Jesus de Deus, assim como Deus Pai o faz. E ainda seguiremos a ordem dEle de adorar a Jesus!
Estude com carinho tudo o que lhe escrevi e enviei, amigo(a). Estarei com o coração aberto as suas colocações e para eventuais evidências bíblicas ou históricas que possua que refutem o que lhe apresentei.
Deixo-lhe um texto bíblico para sua reflexão:
“Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus [Jesus!], a qual ele [Jesus!] comprou com o seu próprio sangue [Jesus!].” Atos 20:28.