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Deus não predestinou crianças para serem sacrificadas aos ídolos pagãos

O calvinismo apresenta um deus mais cruel que qualquer pai humano pecador.

Você acredita que em Sua "soberania" Deus predestinou que criancinhas fossem sacrificas aos deuses pagãos nos dias do Antigo Testamento? Deus livre você de acreditar em tal heresia. Leia o artigo a seguir e ajude aos sinceros irmãos calvinistas a compreenderem esse assunto tão importante para nosso bem-estar espiritual.
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O argumento fracassado dos observadores do domingo – Apocalipse 1:10 (Parte 2)

O dia do Senhor na Bíblia

“Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército.  E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito.  E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.” Gênesis 2:1-3 (Não venha me dizer que aqui não é o sábado…)

“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar.  Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra.  Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro;  porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.” Êxodo 20:8-11.

“Respondeu-lhes ele: Isto é o que disse o SENHOR: Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobrar separai, guardando para a manhã seguinte.” Êxodo 16:23 (Não se esqueça que o aquecer fogo no deserto exigia muito esforço e trabalho. Eles não tinham palitos de fósforos ou isqueiros como nós)

“De que, trazendo os povos da terra no dia de sábado qualquer mercadoria e qualquer cereal para venderem, nada comprariam deles no sábado, nem no dia santificado; e de que, no ano sétimo, abririam mão da colheita e de toda e qualquer cobrança.” Neemias 10:31.

“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs” Isaías 58:13.

“Porque o Filho do Homem é senhor do sábado.” Mateus 12:8 (Aqui e no texto seguinte Jesus não diz que é o “senhor do sábado” para desobedecer e sim para dar o exemplo, ensinando as pessoas a guardarem o sétimo dia da maneira correta).

 “De sorte que o Filho do Homem é senhor também do sábado.” Marcos 2:28.

Onde na Bíblia o domingo é chamado de “dia do Senhor”?

Os textos são tão claros para o filho de Deus – regenerado pelo Espírito – que não farei maiores comentários. Cabe a cada um aceitar ou não o que Deus diz e depois prestar contas a Ele pessoalmente (Rm 14:12; 2Co 5:10).

Gostaria que os defensores do domingo me respondessem a pelo menos uma pergunta, das várias que surgiram com esse artigo:

Como João iria se referir ao domingo em Apocalipse 1:10, sendo que a primeira citação como sendo este o dia do Senhor aparece cerca de 70 a 75 anos DEPOIS dele escrever esse texto?

Aguardarei respostas sinceras e embasadas na Bíblia.

“Então, disse o SENHOR a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?” Êxodo 16:28

[Mensagem de Deus aos guardadores do domingo]

 Leandro Quadros.

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“Preparar… Apontar… Errou novamente!” – Parte 2

Nessa segunda parte serão respondidos os tópicos “escolhidos” por Clóvis. O que está entre aspas foi o que escrevi e o restante das linhas são o que ele pensa ser uma “refutação”. Não comentarei Romanos 9 por que nesse blog já há um resumo contextualizado de tal capítulo, que nosso irmão insiste em não entender.

“Se os cinco pontos atribuídos a João Calvino não são dele, então as enciclopédias de história eclesiástica e os comentários bíblicos estão todos errados – menos o Clóvis”. Um pouquinho de história da igreja não faz mal a ninguém. Calvino morreu em 1564, em Genebra, Suiça. Os Cinco Pontos da Remonstrância, foram debatidos e rejeitados, dando origem aos Cinco Pontos do Calvinismo, no Sínodo de Dort, Holanda, entre 1618 e 1619. Portanto, como João Calvino poderia ser o autor de um documento redigido 54 anos após a sua morte?”

Um pouco de atenção na leitura também não causa danos à saúde. Quando atribuí os cinco pontos da predestinação a João Calvino quis deixar claro que os mesmos se originam na ideia dele. Nem de perto tratei de documentos que Calvino não escreveu.

“A teologia calvinista determinista mostra um Deus que empurra “goela a baixo” a Salvação que muitos não irão querer” e que “Deus obriga a se salvar um indivíduo mesmo que ele não queira”. Quanto ao querer a salvação, o calvinismo ensina duas verdades paradoxais: ninguém quer ser salvo e ninguém é salvo sem querer. Todos os homens naturalmente resistem a graça de Deus, inclusive os eleitos. Mesmo assim, só entra no céu quem está morrendo de vontade de chegar lá. Como isso é possível? A resposta é a graça, que vence a resistência dos eleitos, levando-os a desejar o que antes odiavam.”

Ideia confusa essa. O argumento de que o Calvinismo ensina duas “ideias paradoxais” é uma desculpa para o óbvio: o Calvinismo empurra a salvação goela abaixo. Se “só entra no céu quem está morrendo de vontade de chegar lá”, então a salvação é pelo sentimento e não é mais pela graça (Efésios 2:8, 9). E se Clóvis concorda com o que ele mesmo escreveu, por que um ímpio não poderia “morrer de vontade” de entrar no Céu após a atuação do Espírito Santo?

Concordo que a graça leva-nos a desejar a salvação (Filipenses 2:13). Mas, para ela poder operar em mim preciso dar a permissão para Deus. A soberania do Criador não interfere na escolha das pessoas (Josué 24:15).

“O calvinismo tira a responsabilidade do pecador que nega a Jesus”. Pelo contrário, o calvinismo coloca a responsabilidade do homem nas bases certas. Os não calvinistas condicionam a responsabilidade ao livre-arbítrio, coisa que a Bíblia nunca faz. Já os calvinistas, e a Bíblia, baseiam a responsabilidade moral na autoridade de Deus e na luz recebida, além do fato que as escolhas morais são livres no sentido de que ninguém é coagido a pecar.”

Não colocamos a salvação sobre o livre-arbítrio e sim sobre a graça de Jesus (Romanos 11:5, 6). O que cremos é que a graça devolve-nos o livre-arbítrio para decidirmos continuarmos predestinados ou não. A responsabilidade moral não está só na autoridade de Deus por que se o tivesse, Deus é o “responsável moral” pelo pecado. Um verdadeiro absurdo, pois, o pecado não se originou por causa da “responsabilidade moral de Deus” e sim pela responsabilidade moral das criaturas para com os princípios dEle.

A responsabilidade moral está no ser humano também, pois, do contrário, não haveria necessidade de Deus deixar Dez Mandamentos para serem obedecidos (pela graça, mas, com desejo de que essa graça seja uma realidade). O começo dos mandamentos “Não” faça isso, “não” faça aquilo coloca a responsabilidade no ser humano pelos próprios atos e liquida a ideia Calvinista.

Como “ninguém é coagido a pecar se em sua “soberania” (frade de Clóvis) Deus já escolheu quem irá se salvar e exclui outros (automaticamente isso leva ao pecado!)? Clóvis tem que esclarecer essa flagrante contradição.

“… Porém, o calvinismo coloca a obediência nas bases certas: o amor. “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14:15). Não é o medo do inferno, mas o amor e a gratidão que move um salvo à obediência prazerosa, além da obra santificadora do Espírito em seu coração.”

Se a obediência aos mandamentos é por amor, por que Clóvis não postou em seu blog um artigo sobre a guarda do Sábado? O amor faz-nos observar 9 mandamentos menos 1? (Tiago 2:10).

“Para o professor, “o calvinismo distorce o ensino do livre-arbítrio”, argumentando que “não haveria necessidade de o Espírito Santo convidar para a salvação quem quiser ser salvo (Apocalipse 22:17) se as pessoas não pudessem escolher permanecerem predestinadas ou não”. Na verdade, não cremos que o homem tenha livre-arbítrio no sentido de ter capacidade para escolher a salvação por si mesmo. Deixados por conta própria, suas escolhas livres são invariavelmente más. Ninguém escolhe a salvação sem o concurso determinante da graça. Portanto, o livre-arbítrio assim idealizado é uma tolice.”

Tolice é não querer entender Apocalipse 22:17 juntamente com Filipenses 2:13 e Eclesiastes 7:29. Eis um resumo do que a Bíblia diz sobre o livre-arbítrio:

a) Deus fez o homem justo (todos e não só os “predestinados”) – Eclesiastes 7:29;

b) O homem se tornou injusto – Eclesiastes 7:29 (não por que Deus quis, como pressupõe o Calvinismo irracional)

c) A graça e a obediência de Cristo tornam o ser humano justo – Romanos 5:19;

d) Cristo nos ajuda a escolhermos o que é bom e não o que é mau (como a perdição, por exemplo) – Filipenses 2:13;

e) A graça pode ser aceita – Apocalipse 22:17;

f) A graça pode ser rejeitada – Mateus 7:21-23.

Assim, a Soberania de Deus fica intacta e Sua justiça também. A morte de Cristo na cruz tem poder (quem duvida disso?) para dar ao ser humano a responsabilidade moral por seus atos e vontade de aceitar ou não o plano de salvação.

“Afirmações de que o calvinismo “anula a idéia de um castigo proporcional”, que “nega que todos os homens são objetos da ira de Deus”, que “ofusca a obra do Espírito Santo” na conversão, que “limita a graça de Deus” são tão despropositadas que não irei responder aqui. Basta afirmar que quem diz isso está mal informado ou mal intencionado. Apesar do título de professor e ofício de consultor bíblico, acredito que o caso do Leandro Quadros seja o primeiro.”

Gostaria de ler algo sobre a harmonia entre Calvinismo, castigo proporcional de acordo com as obras (Lucas 12:47, 48) e o trabalho do Espírito Santo em prol até mesmo dos pagãos (Romanos 1:20). Aqui Clóvis fugiu do assunto e espero ler nem que sejam algumas linhas dele sobre isso.

A Bíblia não erra o alvo

A interpretação que Clóvis deu a Romanos 8:28-30 não concorda com a opinião de grandes eruditos. Como exemplo citarei apenas um: William Barclay, considerado uma das maiores autoridades em Novo Testamento. O que BARCLAY diz sobre o texto? Clóvis deveria ler o comentário do referido autor para dar algum embasamento mais sólido ao próprio artigo. Afinal, se ele possui um blog que aborda teologia, o mínimo que poderia fazer pelos seus leitores seria disponibilizar-lhes citações de bons comentários e dar-lhes a possibilidade de conhecerem “o outro lado da moeda”. Para informar aos leitores disponibilizarei o comentário na íntegra:

“Esta é uma passagem que foi tremendamente mal usada. Se queremos compreender esta passagem devemos captar o fato básico de que Paulo nunca o entendeu como expressão de uma filosofia ou uma teologia; ele quis que fosse uma expressão quase lírica da experiência cristã. Se nós tomarmos isto como filosofia ou teologia e lhe aplicamos as medidas da fria lógica, poderia significar que Deus escolheu a alguns e não escolheu a outros, que há uma estranha e terrível seletividade no amor de Deus. Mas isto não é o que significa a passagem. Pensemos na experiência cristã. Quanto mais um cristão pensa em sua experiência, mais se convence de que nada tem que ver com ela e que tudo é de Deus. Jesus Cristo veio a este mundo; viveu; foi à cruz; ressuscitou. Nós não fizemos nada para concretizar isto; é obra de Deus. Nós ouvimos a história deste maravilhoso amor. Nós não fizemos a história; só a recebemos. O amor despertou em nossos corações; sobreveio a convicção do pecado; e com ela sobreveio a experiência do perdão e da salvação; nós não levamos isso a cabo. Tudo é de Deus. Isto é o que Paulo está lembrando aqui.

“O Antigo Testamento tem um uso muito esclarecedor do termo conhecer. “Eu te conheci no deserto”, disse Deus a Oséias sobre o povo de Israel (Oséias 13:5). “De todas as famílias da terra a vós somente conheci”, disse Deus a Amós (Amós 3:2). Quando a Bíblia fala de que Deus conhece um homem, significa que Deus tem um propósito e um plano e um intuito e uma tarefa para esse homem. E quando nós olhamos para trás em nossa experiência cristã, tudo o que podemos dizer é: “Eu não fiz isso; eu nunca poderia ter feito isso; Deus fez tudo.” E sabemos que isto não nos tira o livre-arbítrio. Deus conheceu Israel, mas chegou o dia em que Israel rechaçou o destino que Deus queria para ele.

“A guia invisível de Deus está em nossas vidas, mas no fim da jornada podemos rechaçá-la e tomar nosso próprio caminho. A profunda experiência do cristão é que tudo é de Deus; que ele nada fez e Deus fez tudo. Isto é o que Paulo quer dar a entender aqui. Significa que Deus desde o começo nos escolheu para a salvação; que em seu devido tempo veio a nós o seu chamado; mas Paulo também sabia que o orgulho do coração do homem pode fazer naufragar o plano de Deus e a desobediência da vontade do homem pode rechaçar a chamada.” – O Novo Testamento Comentado por William Barclay, p.p. 125, 126.

Fazendo usos das palavras do interlocutor, “tolice sem comparação na história da controvérsia sobre a graça” é restringir o amor de Deus a algumas pessoas e sair por aí escrevendo sobre o que não sabe.

Clóvis errou feio na pontaria

O tiro de Clóvis saiu pela culatra e, se fosse vivo, o apóstolo Pedro diria isso pessoalmente a ele através do primeiro capítulo de sua segunda carta:

“Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum.” 2 Pedro 1:10

Esse texto é suficiente para esmagar a teoria defendida pelo moderador do Cinco Solas. Pedro escreve a irmãos predestinados (como a Bíblia ensina e não como Calvino) e afirma que devem procurar com diligência confirmar a eleição – ou seja, ela pode não ser confirmada.

Como defender a predestinação Calvinista se os eleitos devem confirmar a eleição? Aqui transparece a verdade de que o salvo pela graça não pode ficar de braços cruzados.

Prefiro crer em Pedro. Ele era inspirado.

Tomara que da próxima vez Clóvis dê aos seus leitores a água pura e cristalina da Bíblia e não suas próprias ideias, destituídas de embasamento bíblico e de ética cristã. Desejo de coração que ele confesse seu pecado (de julgar o próximo) após refletir nas palavras de Cristo:

“Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: “Me deixe tirar esse cisco do seu olho”, quando você está com uma trave no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.” Mateus 7:3-5 (Nova Tradução Na Linguagem de Hoje)

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“Preparar… Apontar… Errou novamente!” – Parte 1

Clóvis, moderador de um blog Calvinista, não procedeu com diplomacia ao tratar o assunto da predestinação comigo. Desafio-me, desafiou-me... E passou a escrever sobre mim (e não sobre a Bíblia) - como se isso fosse um comportamento cristão originado de um coração regenerado. Nos artigos a seguir você lerá a resposta dada a ele e aprenderá a refutar a predestinação determinista - uma das doutrinas criadas no "laboratório" do diabo.
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Outra resposta ao Pr. Helder Nozima – Parte 3

Romanos 9

Como pastor o senhor sabe que a perícope do texto precisa ser analisada por completo antes de se chegar a uma conclusão doutrinária. Se o senhor ler somente Romanos 9, chegará à absurda conclusão de que Deus “endurece” pessoas para se perderem (que coisa horrível). Caso dedique um tempo para estudar – se ideias preconcebidas – Romanos 9 ao capítulo 11, as coisas ficarão claras como o Sol ao meio-dia.

Um breve estudo sobre o capítulo está disponível no meu blog, caso queira ler.

Depois comentarei com o senhor sobre os idiomatismos hebraicos, que devem ser de seu conhecimento.

Salmo 5:4 e Romanos 2:11

Qualquer pessoa com o mínimo de senso crítico percebe que a sua doutrina da predestinação determinista FERE sim tais versos da Palavra de Deus. Preocupa-me o fato de o senhor querer argumentar apenas filosoficamente e não biblicamente… Mas, vou seguindo sua linha, com acréscimo de textos bíblicos, pois, baseio minha fé na Revelação de Deus e não “no que eu acho”.

Vamos as suas frases bem infundadas biblicamente:

“O primeiro versículo não cabe…a não ser que o professor considere que Deus usar o Seu poder de escolha seja algo maligno. Mas, e quanto à acepção de pessoas?”

O primeiro versículo cabe sim, pois, usar o poder de escolha PARA FAZER O MAL A OUTRO POR TODA A ETERNIDADE é sim maligno. Como Deus não o faz, seu “tiro” foi MUITO longe. Aceite o Salmo 5:4 e não reexplique-o com base no que o senhor quer que ele ensine.

“Olha, sinceramente, Deus faz acepção de pessoas é no arminianismo. Se a predestinação é por presciência, então Deus escolheria com base em algumas qualidades que as pessoas teriam ou não, no caso, a fé, por exemplo. Acepção de pessoas é favorecer a uns e prejudicar a outros com base em alguma qualidade que a pessoa tenha”.

Aqui o irmão demonstra desconhecimento da teologia Adventista sobre o assunto e fez uma confusão de pensamento… Você afirma que DEUS predestina pessoas para se salvarem e para se perderem; e agora diz que a predestinação não é pela presciência? Como assim? Para Ele “escolher” quem irá para o Céu “ou não”, é claro que usa da presciência.

A nossa teologia ensina que Deus escolhe todas as pessoas para a salvação (João 3:16) e que nem todas aceitarão permanecer predestinadas (Apocalipse 20:8, 9). Isso NADA tem a ver com eleger alguém “com base em suas qualidades”.

Ainda espero uma explicação melhor de sua parte sobre Romanos 2:11, pois, fazer acepção de pessoas é sim favorecer e prejudicar outros, INDEPENDENTE da qualidade da pessoa (nesse caso da doutrina Calvinista). Se Deus escolhe uns para se salvarem e outros para se perderem, isso é acepção de pessoas, pois Ele levou algo em conta na Sua mente infinita para dizer quem irá para o Céu ou para o lago de fogo.

Em Tiago a acepção de pessoas era favorecer os ricos. Mas, Romanos 2:11 não trata de riquezas e sim de um princípio IMUTÁVEL do caráter de DEUS: ELE NÃO ESCOLHE QUEM IRÁ SE PERDER. É a pessoa que o faz.

Se Ele fizesse tamanha barbaridade, seria um Deus masoquista, pois, em Ezequiel 18:23 e 32 ele (1) DIZ QUE NÃO TEM PRAZER NA MORTE DO PERVERSO e (2) DESEJA QUE ELE SE CONVERTA. Ora, se Ele não tem prazer na perdição de alguém, como poderá DETERMINAR isso? A Soberania de Deus não age independente do amor dEle, pastor Nozima!

No seu desejo de defender o calvinismo o pastor está expondo muitas contradições. Isso está o expondo, nem necessidade.

Provérbios 16:4

Aqui o senhor negou de forma aberta os estudos de grandes exegetas sobre o texto.

A seguir, disponibilizarei ao pastor o estudo do falecido Prof. de Grego, Pedro Apolinário. Encontra-se no livro “Leia e Compreenda Melhor a Bíblia” (1985). Espero que analise com carinho.

“É princípio primário de interpretação, que se um texto é difícil, ele deve ser comparado com outros que sejam mais fáceis para esclarecê-lo. Jamais esquecer que a Bíblia se explica pela própria Bíblia.

“Se lermos Eclesiastes 7:29: “Eis que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias” saberemos que Deus não podia criar perversos.

“Provérbios 16:4 será bem compreendido atentando para o livre arbítrio, a possibilidade do homem escolher entre o bem e o mal. Deus não é o originador do mal, mas se o homem escolhe praticar o mal, Deus haverá de destruí-lo.

“Joseph Angus declarou sobre esta passagem:

“A idéia de que os ímpios foram criados para poderem ser condenados, a qual alguns julgam estar compreendida nesta passagem, não se conforma com inumeráveis lugares da Escritura (Sal. 145:9; Ez 18:23; II Pedro 3:9). A significação, portanto, daquele texto é a de que todo o mal contribui para a glória de Deus e promove a realização dos seus insondáveis desígnios”. História, Doutrina e Interpretação da Bíblia, pág. 153.

“Há pessoas que citam Provérbios 16:4 e Romanos 9:15 a 24 como prova de que a Bíblia ensina que algumas pessoas não podem ser salvas. Esta conclusão é totalmente errada diante de uma infinidade de passagens, como por exemplo João 3:16.

“Wilcox dando resposta a esta pergunta: Prov. 16:4 e Rom. 9: 15 a 24 não ensinam que algumas pessoas não podem ser salvas? Afirmou:

“Não; Deus salva o caráter; e chama toda alma a possuir um caráter que possa ser salvo. O primeiro texto simplesmente ensina que todas as coisas se encaixam no plano de Deus. Os ímpios pertencerão ao dia da ira, mas Deus não compele ninguém a ser ímpio. Veja seu juramento em Ezequiel 33:11.

“Deus teria glorificado Seu nome através da submissão de Faraó se o monarca egípcio houvesse se submetido, da mesma forma que fez através de Nabucodonosor e Ciro. Ele o suscitou e o colocou no trono para este propósito. Faraó não quis se submeter, por isso o Espírito de Deus o entregou à dureza de coração. Deus, porém, trouxe glória próprio apesar da teimosia do rei.

“Estude uma expressão em Romanos 9:15. De quem é a vontade de Deus ter misericórdia? ‘E faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos’. Ex. 20:6. Esperamos isso; mas sobre que outra classe é a vontade de Deus mostrar compaixão e misericórdia? (Isaías 55:7; Ezeq. 33:11). Deus não está totalizando quando diz ‘todo aquele que crê’ em João 3:16 e ‘quem quiser’ em Apoc. 22:7?”

Não há necessidade de dizer mais nada sobre Provérbios 16:4…

2 Pedro 2:7, 8

Para compreender a frase “para o que também foram postos”, é importante ler o verso 6 (regra da Hermenêutica: deixar a Bíblia interpretar a si mesma):

“Pois isso está na Escritura: Eis que ponho em Sião uma pedra angular, eleita e preciosa; e quem nela crer não será, de modo algum, envergonhado.” 1 Pedro 2:6.

Os desobedientes “foram postos” nessa condição não por Deus, mas por causa dos que não creram na Pedra Angular – Jesus. O Criador não pede que seres humanos transgridam a Lei dEle (1 João 3:4 afirma que “pecado é a transgressão da Lei”. Como Deus iria criar pessoas para a desobediência? Ele seria um pecador por levar outros ao pecado – algo absurdo), mas, exorta à obediência. Basta ler os Dez Mandamentos em Êxodo 20. Se Ele predestinasse alguns para desobedecerem, por que o convite para que TODOS obedeçam? Por que o convite para que os ímpios se convertam?

“Bom, o senhor pode se arrogar autoridade suficiente para dizer que Salomão, Paulo e Pedro criam em uma “aberração teológica”. Paciência. Não sabia que discutia com alguém mais sábio que Salomão e que entendeu melhor o Evangelho do que os apóstolos Paulo e Pedro, a ponto de dizer que o ensino deles é uma aberração. Diz o senhor”

Sua insinuação é de cunho pessoal e, como cristão, não devo permitir o ser tentado a lhe dar a respostas que merece (segundo minha natureza pecaminosa). Mas, um comentário será útil para que os internautas vejam o que está por trás do seu tipo de argumentação.

Quando alguém, num debate, DEIXA O CAMPO DAS IDEIAS e começa a atacar A PESSOA, ela está sem recursos para defender aquilo que acredita. Sim: vários apologistas modernos atacam o indivíduo por que se veem tão acuados pelas verdades da Bíblia que acham “mais fácil” menosprezar a pessoa ao invés de pedir a Deus humildade para reconhecer o erro e abandoná-lo.

Pr. Nozima: ore a Deus por sua mudança. Ficará ruim para sua imagem continuar com esse tom, pois, além de demonstrar não possuir embasamento bíblico, manifesta arrogância, desrespeito para com seu oponente (doutrinário) e também desrespeito para com os internautas que são bem inteligentes a ponto de verem que o senhor está “apelando”.

Espero não demorar a postar as respostas as suas demais considerações. Como estou em férias e irei para a Argentina, onde começarei um Mestrado em Teologia, ficarei menos tempo na internet. Mas, pode ter certeza de que terá todas as respostas as suas considerações.

Detalhe: não precisa a todo o momento postar no meu blog suas “palhinhas desafiadoras”, pois, irei lhe respondendo na medida de minhas possibilidades. Não há necessidade de me provocar. E isso nem é correto.

Essa foi a resposta a duas das nove partes que escreveu. Enquanto respondo as demais, vá analisando essas com a ajuda de Deus, a fim de que coloque as Escrituras acima de qualquer credo ou ideias apaixonadas.

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Outra resposta ao Pr. Helder Nozima – Parte 2

“Fico por aqui. Talvez você me diga que não são repetições, que são ideias parecidas, mas não idênticas, que elas reforçam a argumentação. Tudo bem, é uma estratégia de discussão. Não é a minha, mas tudo bem”.

Realmente meu irmão, os argumentos não são repetitivos por apresentarem textos diferentes (com ideias parecidas, mas, outros pensamentos que valeriam a pena serem avaliados). Mas, respeito a sua forma de discutir o assunto.

“Mas, quem persevera até o fim… são os eleitos. Quem era da igreja e apostata nunca foi eleito. Como diz 1 João 2:19 – “Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos”.

“Não preciso listar aqui os versículos que ensinam que os eleitos não perdem a salvação. O blog Teologia e Vida já fez isso por mim. O artigo pode ser lido aqui. Mas, se a batalha é ganha pela quantidade, copio a lista deles”.

Pastor: aqui vejo uma grande contradição. Se apenas os eleitos perseveram até o fim, como me explica 2 Pedro 1:10? (noutra ocasião vou listar uma quantidade ENORME de textos que mostram o contrário do que disse).

“Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum.” 2 Pedro 1:10.

Vamos fazer uma exegese do texto pastor, juntos, com calma:

1) Pedro escreve o verso para os irmãos – os eleitos;
2) Pedro diz que os eleitos devem ser cada vez mais diligentes;
3) Pedro aconselha aos eleitos a CONFIRMAREM a vocação E ELEIÇÃO.
4) E, nos dá a razão: por que “procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum”. Isso indica que os eleitos podem tropeçar se não se mantiverem ao lado de Jesus.

Vamos analisar alguns termos do verso:

a) Procurai com diligência (na NIV, empenhar-se). Para uma pessoa se empenhar, isso requer atitude, que requer livre-arbítrio (veja bem: o livre-arbítrio não é a capacidade de querer a salvação. Quem desperta isso é Deus. Uso o termo em referência à liberdade de escolha para fazer o que é certo ou errado. O Espírito Santo nos capacita a isso).

b) Confirmar a eleição. Aqui é dito que os eleitos devem confirmar a eleição. Portanto, a argumentação de que “os que perseveram são só os eleitos” é infundada com base nesse versículo.

c) Procedendo assim. Na NVI, está a conjunção “se”. Claramente Pedro diz que há uma condição para o eleito não tropeçar!

Agora, vamos a outro texto que encontrei em minha leitura bíblica: 2 Pedro 1:13:

“Penso que, enquanto eu viver, é justo que faça com que vocês lembrem dessas coisas.” (NTLH)

Se o eleito não pudesse escolher se afastar de Deus, é irrelevante Pedro relembrá-lo de que tem de “confirmar a eleição” (verso 10).

E o apóstolo Pedro não pára por aqui. Veja os textos a seguir (grifos acrescentados):

“Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro. Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado. Com eles aconteceu o que diz certo adágio verdadeiro: O cão voltou ao seu próprio vômito; e: A porca lavada voltou a revolver-se no lamaçal.” 2 Pedro 2:20-22.

O texto perderia todo o sentido se a tese calvinista fosse a verdadeira. Prefiro ficar com as Escrituras.

“Vós, pois, amados [eleitos], prevenidos como estais de antemão, acautelai-vos; não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaiais da vossa própria firmeza; antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno.” 2 Pedro 3:17-18.

Pedro complementa ensinando que:

1) O eleito um dia escapou das contaminações do mundo mediante o conhecimento de Cristo;
2) Se ele se deixar enredar de novo, irá se perder;
3) O eleito precisa estar prevenido, acautelar-se para não ser arrastado pelo erro.
4) O eleito não deve cair da sua firmeza e precisa crescer na graça e no conhecimento de Jesus.

Pastor! Como o calvinismo resistirá ao peso da evidência bíblica? Só com a segunda carta de Pedro já é possível desmantelar toda a argumentação determinista da predestinação. Peço que ore a Deus a ler esses textos; peça a Ele para lhe mostrar as ideias centrais, os conselhos do apóstolo aos eleitos. Verá que novos horizontes teológicos se abrirão a sua frente.

Portanto, concordo, aceito e creio nos cerca de 38 textos bíblicos que listou (sem comentar. Só refutaria um a um se o pastor comentasse um a um ou tivesse distorcido-os). Discordo é do costume de outros irmãos listarem tais textos e ignorarem esses acima de Pedro (entre outros).

Como pastor o senhor sabe, uma doutrina é estabelecida com o conjunto de textos que tratam do mesmo assunto. Se aliarmos os 38 textos que o senhor citou com apenas esses de Pedro, chegaremos ao pensamento equilibrado de que:

Deus predestina todos para se salvarem. O ser humano é totalmente depravado e não pode ir atrás da salvação. Todavia, o Espírito Santo proporciona ao ser humano a liberdade de escolha. E, adverte aos eleitos de que eles podem cair SE não permanecerem no Senhor. O problema não está na eleição de Deus, mas, no pecador que pode escolher entrar pela porta estreita ou pela porta larga (Mateus 7:13, 14).

O uso de Berkouwer e outros autores

1) Como pastor, aponte-me uma alguma orientação acadêmica para que, mesmo fazendo da Bíblia minha única regra de fé e prática, não possa citar o que outros estudiosos dizem sobre o assunto;

2) Como jornalista, mostre-me que o uso de outras fontes, para que haja o cruzamento entre elas, é errado, sendo isso uma lição primária que aprendemos na Universidade: “As práticas de cruzar informações e de ouvir o outro lado baseiam-se nos conceitos de que todo fato comporta mais de uma versão e de que o julgamento desse fato não compete ao jornalista, mas ao leitor… a ausência, mesmo justificada, de um dos enfoques em uma reportagem [nesse caso, em nossos textos informativos na área teológica] sugere desleixo do jornalista e negligência do jornal [em relação a nós, blog]” – Manual da Redação da Folha de São Paulo. 2001, p. 27.

Devemos usar o jornalismo para comunicar a Bíblia. Ambos podem se harmonizar se soubermos priorizar aquilo que Deus quer que seja comunicado.

Usei tanto a Bíblia – e o senhor e Clóvis usaram tão pouco a princípio – que decidi chamar a atenção de vocês com outros autores. E isso não é errado do ponto de vista acadêmico. Cruzei vossas informações com as deles para que o leitor veja as incoerências e tire as próprias conclusões.

Não é correto fugir de sua responsabilidade com esse tipo de argumento, pois, o senhor irá expor-se desnecessariamente diante dos internautas. Claro: parte dos calvinistas – inclusive Clóvis – que dizem que o senhor está “demolindo-me” já está cegada e, para eles, será indiferente o que afirmo. Mas que o Espírito Santo falará à consciência de todos… O fará, com certeza! Essa é minha esperança. Não estou aqui para “mostrar se tenho conhecimento ou não”, mas, levá-lo (bem como ao irmão Clóvis) a um profundo estudo da Bíblia.

Harmonia entre a depravação humana e o livre-arbítrio

O pastor disse que Romanos 3:10-12 “desmonta” minha tese. Vejamos o que a Bíblia tem a dizer a respeito do assunto, levando-se em conta Romanos 3, 5:12 e 1 Coríntios 10:12.

O determinismo rígido ensina que, apesar de Adão ter livre-arbítrio (Romanos 5:12), os seres humanos são tão pecadores que o pecado os escravizou de modo que não são livres para atender a Deus. Como disse Norman Geilser em sua Enciclopédia de Apologética – respostas aos críticos da fé cristã, p. 503 (Editora Vida, 2002):

“Mas essa posição é contrária ao chamado constante de Deus a que os homens se arrependam (Lc 13.13; At 2.28) e creiam (p.ex., Jo 3.16; 3.36; At 16.31), e às afirmações diretas de que até os incrédulos têm a habilidade de reagir à graça de Deus (Mt 23.37; Jo 7:17; Rm. 7:18; 1Co 9.17; Fm 14; 1Pe 5.2).
“Esse argumento [determinismo rígido, ensinado pelos calvinistas] prossegue afirmando que, se os humanos têm a capacidade de atender, então a salvação não é pela graça (Ef 2.8, 9), mas pelo esforço humano. No entanto, isso é um engano com relação à natureza da fé. A habilidade de uma pessoa receber o dom gracioso da salvação não é o mesmo que trabalhar por ele. Pensar assim é dar crédito a quem recebe o dom, e não ao Doador, que o dá graciosamente”.

Mesmo não concordando com o Dr. Geisler em certos pontos doutrinários, considero essa argumentação dele bem elaborada e irrefutável.

“Como isso se encaixa na predestinação? Simples. Uma vez que todos os homens estão mortos (obrigado por citar Romanos 5:12, professor!), todos são incapazes de irem até Deus. Se Deus esperasse que algum ser humano escolhesse a graça, ninguém faria isso. Então, já que todos nasceram mortos por causa de Adão, Deus escolhe salvar a alguns.

Repare, professor, que a vida é dada enquanto os eleitos ainda estão mortos:

Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados. (Efésios 2:1)”

Desde o início dos meus artigos qualquer leitor atento pôde perceber que minha posição (e da maioria dos cristãos sérios que estudam a Bíblia) é a de que DEUS sempre toma a iniciativa para salvar o homem (Basta ler Gênesis 3). E que Ele realmente tem que eleger a humanidade para a salvação, pois, sozinhos não temos como ir a Deus. Sua argumentação aqui foi “chover no molhado”.

O que a Bíblia NEGA – e esse é o ponto que discuto – que Deus “vai com a cara de uns e não com a de outros”. Isso é impossível de se harmonizar com todo o plano de salvação, inclusive textos como Ezequiel 18:23, 32.

Seu pilar da depravação total do ser humano está correto. Agora, o da predestinação… Foi construído sobre a areia…