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	<title>Na Mira da Verdade &#187; leandroquadros</title>
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		<title>Natanael Rinaldi: “‘A Grande Esperança’ ou mais uma heresia?”</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 23:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leandroquadros</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Verdade sobre os Adventistas]]></category>
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		<description><![CDATA[O apologista Natanael Rinaldi sugeriu que o livro "A Grande Esperança" é mais uma "heresia" da igreja Adventista do Sétimo Dia. Leia a resposta dada a ele, comparatilhe com os amigos que são influenciados por esse pastor e incentive-o a reconhecer os próprios erros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/05/12/natanael-rinaldi-%e2%80%9c%e2%80%98a-grande-esperanca%e2%80%99-ou-mais-uma-heresia%e2%80%9d/livro-a-grande-esperanca/" rel="attachment wp-att-1347"><img class="alignleft size-large wp-image-1347" title="livro-a-grande-esperanca" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/05/livro-a-grande-esperanca-188x280.jpg" alt="" width="188" height="280" /></a>INTRODUÇÃO<br />
</strong></p>
<p>O pastor e apologista Natanael Rinaldi, um dos maiores combatentes do adventismo no Brasil, publicou em 25 de março de 2012, no site do Centro Apologético Cristão de Pesquisas (CACP), uma entrevista intitulada <em>“‘A Grande Esperança’ ou mais uma heresia?”</em></p>
<p>Nela, o autor faz comentários negativos sobre o projeto evangelístico da Igreja Adventista em distribuir, gratuitamente, cerca de 160 milhões de cópias do livro <em>A Grande Esperança</em> em todo mundo. O material é uma edição condensada da obra atualmente intitulada <em>O Grande Conflito</em>, publicada pela primeira vez em 1888.</p>
<p>Um dos objetivos da igreja Adventista do Sétimo Dia com a distribuição massiva do livro, é mostrar às pessoas que a volta de Jesus é a única “bendita esperança” (Tt 2:13) para um mundo mergulhado no sofrimento e afogado pelas tragédias existenciais.</p>
<p>Porém, isso não mereceu destaque da parte de Rinaldi. Ao final das considerações sobre o adventismo e o livro <em>A Grande Esperança</em>, o responsável pelo artigo recomenda aos seus leitores:</p>
<p><strong><em>“[...] Dispensemos o livro A Grande Esperança se alguém nos quiser presentear com ele”.</em></strong><strong></strong></p>
<p>Por que ele desaconselhou a leitura desse livro, que é o resumo de uma importantíssima obra de Ellen White que influenciou positivamente a vida de muitas pessoas? Há várias razões para isso e não irei me deter em todas elas, por que posso cair no erro de julgar as pessoas sem conhecer suas reais intenções (Cf. Mt 7:1, 2).</p>
<p>Porém, uma razão fica evidente: desacreditar a obra de Ellen White e “vacinar” os cristãos contra o adventismo, considerado por ele uma “seita” herética que <a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2009/08/04/ellen-white-nao-e-uma-segunda-biblia-1-cronicas-2929/">faz dos escritos de Ellen White uma “segunda Bíblia”</a>.</p>
<p>Esta breve resposta analisará algumas afirmações do referido artigo assinado por Natanael Rinaldi, com base em fontes primárias, não consultadas ou não devidamente compreendidas por ele. Se o leitor quiser maiores informações sobre o projeto “A Grande Esperança”, e desejar fazer o download gratuito do livro para compartilhar com outros amigos, para que conheçam <strong>A Grande Esperança da Volta de Jesus</strong>,<strong> </strong>poderá acessar o site <a href="http://agrandeesperanca.com.br">http://agrandeesperanca.com.br</a></p>
<p>Para que nosso amigo internauta tenha acesso ao <strong>mais poderoso argumento</strong> em favor do livro <em>O Grande Conflito</em> e do projeto “A Grande Esperança”, basta clicar <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iO1lt3B41wI">aqui</a> e assistir ao testemunho do querido irmão Marcos Alexandre Martins que, apesar de possuir uma síndrome rara e que lhe trouxe certas limitações, <strong>foi</strong> <strong>poderosamente usado por Deus</strong> para levar o evangelho à psicóloga dele, dando a ela de presente o livro <em>O Grande Conflito</em>.</p>
<p>Essa história já seria suficiente para desmerecer o artigo de Rinaldi e provar que o conselho dado por ele, para que as pessoas “dispensem” o livro <em>A Grande Esperança</em>, não vem de Deus. Porém, vamos apontar as distorções do referido autor, na esperança de que ele pelo menos reconheça o próprio erro em fazer mau uso de fontes primárias (no pouco que as usou), mesmo que não concorde com as doutrinas distintivas adventistas.</p>
<p><strong>ELIMINANDO DISTORÇÕES<br />
</strong></p>
<p>O documento publicado pelo CACP apresenta pelo menos <em>cinco distorções</em> que teriam sido evitadas, se o apologista estivesse realmente familiarizado com fontes primárias, aquelas reconhecidamente oficiais, publicadas por uma das editoras da Igreja Adventista do Sétimo Dia.</p>
<p>A primeira das discrepâncias foi a afirmação de que a obra <em>A Grande Esperança</em> “se trata de um livro no qual foram formuladas as doutrinas adventistas elaboradas como um credo, com o título ‘Nisto Cremos’”.</p>
<p>Bastaria uma simples leitura do livro supracitado para ver que o <em>Nisto Cremos </em>não se constitui num credo adventista, e sim num <strong>resumo</strong> das principais “crenças adventistas numa estrutura organizada”<a title="" href="#_ftn1">[1]</a> Os editores da referida obra esclareceram:</p>
<p>“Não escrevemos este livro para que servisse como um credo – ou declaração de doutrinas montadas sobre concreto teológico. Os adventistas possuem apenas um credo: ‘A Bíblia, e a Bíblia somente’”.<a title="" href="#_ftn2">[2]</a></p>
<p>Além disso, desde os primórdios do movimento adventista, os pioneiros se opunham fortemente a qualquer estabelecimento de credo que pudesse atrapalhar as pessoas de expandir a mente para o estudo da Bíblia.</p>
<p>Se Rinaldi tivesse familiarizado com o livro <em>Portadores de Luz: História da Igreja Adventista</em> (Imprensa Universitária Adventista, 2009), dos historiadores Richard Schwarz e Floyd Greenleaf, págs. 92, 160, 161, 607 e 645, saberia que, desde o início do movimento adventista, nunca adotamos credos formais. Desse modo, teria evitado tamanha distorção em seu artigo.</p>
<p>Outro deslize pode ser percebido na afirmação de que as menções ao sábado, ao longo das páginas de <em>A Grande Esperança</em>,<em> </em>apontam <a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2009/09/09/santificar-o-sabado-importa-em-salvacao-eterna/">“a guarda do sábado como meio de ganhar a vida eterna no entendimento da escritura Ellen Gould White”. </a>Essa falsa alegação poderia ter sido evitada se o autor tivesse lido a citação da Sra. White no livro <em>Atos dos Apóstolos</em>, onde a autora adventista afirma:</p>
<p><em>“[...] <strong>Se nossa salvação dependesse de nossos próprios esforços não nos poderíamos salvar</strong>; mas ela <strong>depende de Alguém</strong> </em>[Jesus Cristo] <em>que está por trás de todas as promessas.”</em><a title="" href="#_ftn3">[3]</a> (Grifo acrescentado).</p>
<p>Além do mais, se Rinaldi realmente conhecesse o livro <em>O Grande Conflito</em>, saberia que, para Ellen White e os adventistas, muitos observadores do domingo que foram sinceros, e viveram de acordo com a luz que receberam, estarão no céu:</p>
<p>“Mas os cristãos das gerações passadas observaram o domingo, supondo que em assim fazendo estavam a guardar o sábado bíblico; e hoje existem verdadeiros cristãos em todas as igrejas, não excetuando a comunhão católica romana, que creem sinceramente ser o domingo o dia de repouso divinamente instituído. Deus aceita a sinceridade de propósito de tais pessoas e sua integridade”<a title="" href="#_ftn4">[4]</a></p>
<p>A terceira afirmação infundada é a de que os adventistas não observam o sábado como orienta a Bíblia. Ele baseia essa falsa alegação no texto de Êxodo 35:3, que orienta o povo de Israel e não acender fogo “em nenhuma de suas casas no dia de sábado” (NVI). Sendo que os adventistas aquecem a comida nesse dia, a conclusão “lógica” de Rinaldi é que eles não guardam o sábado como professam, pois, estariam, na visão dele, observando-o de modo contrário ao que os escritos de Moisés ensinam.</p>
<p>Por mais “lógica” que essa afirmação parecer, ela é tendenciosa e até mesmo absurda. O apologista poderia ter informado seus leitores que “Antigamente, acender fogo requeria esforço considerável”<a title="" href="#_ftn5">[5]</a>, de modo que cozinhar alimentos naquele contexto traria um esforço tremendo. As pessoas teriam, em alguns momentos, de caminhar distâncias consideráveis para conseguir lenha, e não tinham isqueiros ou palitos de fósforos que facilitassem um trabalho que, para elas, se tornava árduo e que atrapalhava o adorador em seu repouso no sétimo dia.</p>
<p>Em nosso contexto atual, diante dos fascinantes avanços tecnológicos, acender fogo é uma atividade extremamente simples, de modo que avaliar o comportamento adventista atual, tendo como base a época Israelita, carente de recursos tecnológicos, é, no mínimo, algo irresponsável da parte de Rinaldi.</p>
<p>Naquele contexto, em que os Israelitas moravam no deserto e eram alimentados milagrosamente com o chamado maná (veja Ex 16), eles não necessitavam de fogo a não ser para cozinhar, pois, aquecer alimentos naquele clima era desnecessário para a saúde.</p>
<p>Além disso, sendo que na sexta-feira Deus enviava o pão do céu (maná) em dobro (Ex 16:22-24), para que eles não tivessem o trabalho de recolhê-lo no sábado, não haveria necessidade de aquecer outro tipo de alimento por que eles já tinham o bastante para passarem o dia todo em espírito de adoração – e bem alimentados.</p>
<p align="center"><strong><em>Mesmo sendo falhos, devemos fazer o nosso melhor</em></strong></p>
<p>Os adventistas se esforçam para fazer a vontade de Deus com a ajuda da graça dEle (Fp 2:13) e, mesmo não sendo perfeitos, fazem o seu melhor para separar o sábado para se relacionarem por mais tempo com o Criador, passar mais tempo de qualidade com a família e para realizar atividades religiosas próprias para esse dia (Mt 12:12; Lc 4:16; At 16:13; Jo 5:17, 18)</p>
<p>O esforço dos adventistas em obedecer a Deus é tão óbvio que em sua literatura denominacional há material instrutivo para a dona de casa, por exemplo, aprender a desfrutar do sábado ao lado do Senhor Jesus, sem as atividades domésticas rotineiras (Cf. Ex 20:11) “disputem” o mesmo espaço com o Salvador.</p>
<p>Em seu livro <em>Estaré lista para el Sábado: Guía del ama de casa para lograr que el viernes sea el día más aliviado de la semana</em>, publicado em castelhano em 2009 pela Asociación Casa Editora Sudamericana (Argentina), Yara Cerna Young fornece dicas muito práticas para que as observadoras do sábado passem mais tempo com o Salvador, assim como Maria, irmã de Marta (Cf. Lc 10:38-42).</p>
<p>Rinaldi poderia ter evitado seu falso julgamento (Mt 7:1, 2) se soubesse da existência desse livro.</p>
<p>Curioso é que Natanael Rinaldi, que acusa aos adventistas de não guardarem o sábado, não citou pelo menos um livro de um observador do domingo protestante, que esteja preocupado com a maneira como o primeiro dia é observado em sua respectiva igreja.</p>
<p>Nisso, o catolicismo está à frente dos demais observadores do domingo, como se pode na carta apostólica de João Paulo II, intitulada “Dies Domini”, de 31 de maio de 1998. Para ler esta carta, clique <a href="http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_letters/documents/hf_jp-ii_apl_05071998_dies-domini_po.html">aqui</a>.</p>
<p>Mas, digamos que Rinaldi tenha razão em afirmar que os adventistas não observam o sábado segundo a Bíblia, como também alega o Pr. Paulo Sergio Batista, outro autor que propaga “mitos” sobre o adventismo. Será que isso desobrigaria tais apologistas de serem obedientes a Deus? Afinal, a <strong>obrigação moral</strong> de Natanael Rinaldi e de outros críticos é<strong> com o Criador e “Senhor do Sábado” (Is 58:13) </strong>ou com os adventistas?</p>
<p>Se os adventistas fossem negligentes com a observância do quarto mandamento, isso não justificaria a rejeição do preceito por parte dos apologistas. Afinal, “cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” (Rm 14:12).</p>
<p>A Bíblia diz que no dia santo o cristão deve adorar a Deus (Lv 23:3), deixando de lado todo trabalho secular (Ex 20:8-11), incluindo atividades comerciais de compra e venda (Nee 13:15-22). Sabendo disso, o leitor poderá ser tentado a pensar se Natanael Rinaldi observa com seriedade o domingo, seguindo essas diretrizes bíblicas.</p>
<p>É mais honesto consigo mesmo reconhecer que está transgredindo a Lei de Deus, ao invés de justificar-se no comportamento dos outros. Apenas quando somos sinceros em reconhecer o quanto somos pecadores, e que precisamos desesperadamente da graça de Cristo, é que Deus ganha licença para atuar em nosso coração (Cf. Ap 3:20), e tornar o nosso estilo de vida agradável a Ele em todos os aspectos.</p>
<p>A quarta discrepância é a afirmação de que “não há um só mandamento de guardar o sábado no Novo Testamento e nem Jesus ordenou a guarda do sábado”. Esse argumento Rinaldi pegou emprestado de Ricardo Pitrowsky, autor de o <em>O Sabatismo à Luz da Palavra de Deus </em>(publicado em 1925), que, por sua vez, plagiou Dudley Marvin Canright, primeiro grande crítico do adventismo e autor do rancoroso livro <em>Seventh-day Adventism Renounced </em>(Repúdio ao Adventismo do Sétimo Dia), publicado pela primeira vez em 1889.</p>
<p>Isso não é de admirar por que os apologistas brasileiros que combatem o adventismo plagiam uns aos outros e, consequentemente, propagam os “mitos” e fantasias a respeito do adventismo. Com ajuda de Deus estou conseguindo comprovar isso em minha dissertação de Mestrado, e espero concluí-la em breve.</p>
<p>Voltando à afirmação infundada de Rinaldi onde ele afirma que o mandamento do sábado não foi repetido no Novo Testamento, percebe-se que, mesmo sendo conhecedor da resposta de Arnaldo Benedicto Christianini a esse argumentado plagiado de Canright, o autor não informou aos seus leitores que Christianini, em seu livro <em>Subtilezas do Erro</em>, no capítulo intitulado “Desprezo ostensivo pelo quarto mandamento”, nas págs. 164 e 165 (Santo André, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1965) provou que no Novo Testamento são mencionadas pelo menos <strong>90 reuniões religiosas</strong> no dia se sábado, mesmo em territórios pagãos (At 16:13).  Isso prova definitivamente que o sábado não era observado por Paulo apenas por que ele era judeu, mas, por fazer parte do estilo de vida dele.</p>
<p>Na referida entrevista publicada pelo CACP, o articulista se utiliza de Colossenses 2:16 para alegar que essa e outras festividades “eram restritas aos judeus e não devem ser guardadas por nós Cristãos que vivemos dentro da nova aliança”.</p>
<p>Além de demonstrar desconhecimento da teologia bíblica da aliança, que, longe de tirar a Lei de Deus da experiência da vida cristã, coloca os mandamentos como parte do estilo de vida dos salvos (Hb 8:10), Rinaldi não considerou o mais recente estudo adventista sobre os “sábados” em Colossenses 2:16, realizado por Ron du Preez.</p>
<p>Se Rinaldi tivesse lido a obra <em>Judging the Sabbath: Discovering What Can’t Be Found in Colossians 2:16</em>, publicada pela Andrews University Press em 2008, saberia que uma análise sintática, exegética e linguística comprova que o termo grego <em>sabbaton</em> (“sábados”) em Colossenses 2:16 está vinculado ao texto de Oseias 2:11, que tratada de três tipos de festas cerimoniais dos hebreus.</p>
<p>Na igreja de Colossos, essas três festas religiosas estavam sendo observadas no contexto sincretista religioso e herético daqueles dias (Cf. Cl 2:18, 21-23), desconsiderando assim que Cristo era Aquele a quem tais festas apontavam (Cl 2:17). O Salvador estava deixando de ser o centro da experiência religiosa deles e era essa a grande preocupação do apóstolo Paulo. Rinaldi desconsiderou esse contexto.</p>
<p>As festas religiosas chamadas de “sábados” nesse texto são especificamente os três festas cerimoniais conhecidas como <em>Trombetas, Expiação </em>e<em> anos Sabáticos. </em>Preez não chegou a essa conclusão de maneira irresponsável, mas, elaborou um estudo sério, com base na sintaxe hebraica e grega, com o auxílio de eruditos da atualidade<a title="" href="#_ftn6">[6]</a>  (mesmo sendo observadores do domingo) e de comentários bíblicos reconhecidos no âmbito acadêmico.</p>
<p>A quinta afirmação insustentável é fruto de uma leitura tendenciosa da crença fundamental número 18 dos adventistas do sétimo dia, sobre o dom de profecia na vida e obra de Ellen White. No artigo publicado pelo CACP há apenas parte da citação que se encontra na página 276 do livro <em>Nisto Cremos</em>, seguida de uma interpretação pessoal, sem que o leitor pudesse ter a oportunidade de <strong>ler todo o texto como consta no livro original</strong>.<strong> </strong>Natanael<strong> </strong>Rinaldi<strong> </strong>não permitiu que o leitor pensasse por si mesmo, e comprovasse se realmente o adventismo tem os escritos de Ellen White como uma “segunda Bíblia”.</p>
<p>Depois de afirmar que os escritos de Ellen White “são uma contínua e autorizada fonte de verdade [...]”, a crença fundamental adventista é clara em dizer que, todavia, os escritos de Ellen White “tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experiência”<a title="" href="#_ftn7">[7]</a></p>
<p>Ou seja: os adventistas creem que o dom profético dado a Ellen White é autorizado por que sua autoridade vem Espírito Santo (1Co 12:11; At 2:17, 18), não de Ellen White. Além disso, a crença fundamental 18 é clara ao mostrar que <strong>os escritos de Ellen White são testados pela Bíblia </strong>e nunca o contrário.</p>
<p>Se os apologistas fizessem o devido uso de fontes primárias, veriam que os adventistas consideram Ellen White uma profetisa não canônica, assim como Natã e Gade (1Cr 29:29) e que, mesmo tendo autoridade profética (por receber tal dom do Espírito), <strong>ela é subordinada à Bíblia</strong>. Seus escritos, longe de acrescentar doutrinas à Palavra de Deus, têm uma<strong> função bem diferente</strong>: levar as pessoas de volta às verdades das Escrituras.</p>
<p>Uma simples leitura de <em>Primeiros Escritos</em>, p. 78, e dos capítulos 13 e 14 do <em>Conselhos Para a Igreja</em>, seriam suficientes para o apologista evitar mais essa distorção, que não condiz com aquilo que os adventistas realmente acreditam.</p>
<p>Se o articulista tivesse feito uma leitura responsável do livro <em>A Grande Esperança</em>, teria visto nas páginas 64 e 65, por exemplo, no capítulo “Nossa única segurança”, que Ellen White apresenta <strong>a Bíblia</strong> como autoridade suprema, e não os próprios escritos:</p>
<p><em>“Somos <strong>encaminhados à Bíblia</strong> como a proteção contra o poder ilusório do mal [...] Ninguém, a não ser aqueles que <strong>se fortaleceram com as verdades da Bíblia</strong>, poderá resistir no último grande conflito [...] Mas Deus terá um povo que mantém <strong>a Bíblia, e a Bíblia somente</strong>, como padrão de todas as doutrinas e base de todas as mudanças [...]”</em> (Grifos acrescentados).</p>
<p><strong>PALAVRAS FINAIS<br />
</strong></p>
<p>Ninguém é obrigado a concordar com todas as crenças adventistas. Entretanto, o mínimo que um pesquisador deveria fazer é ir a fontes primárias e, na permanência de dúvidas, entrevistar a liderança da igreja adventista para comprovar, de fato, se eles realmente pregam heresias que contradigam as crenças ortodoxas do cristianismo.</p>
<p>Pelo menos nisso, Natanael Rinaldi e os demais apologistas brasileiras poderiam imitar o exemplo do apologista Walter Martin, fundador do Instituto Cristão de Pesquisas nos EUA. Depois de entrevistar a liderança da igreja adventista, ele concluiu que, apesar de o adventismo possuir crenças distintivas (com as quais ele não concordava), “é perfeitamente possível de ser um Adventista do Sétimo Dia e ser um verdadeiro seguidor de Jesus Cristo [...]”<a title="" href="#_ftn8">[8]</a></p>
<p>Se ao invés de não recomendar a leitura do livro <em>A Grande Esperança </em>Rinaldi tivesse pelo menos o lido atentamente, teria tido mais uma fonte primária em seu auxílio. Consequentemente, não teria publicado <em>cinco </em>discrepâncias tão evidentes, que comprometem seriamente a própria credibilidade dele como apologista diante do público evangélico e dos membros da igreja a qual pertence.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.leandroquadros.com.br">www.leandroquadros.com.br</a></p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref1">[1]</a> Associação Ministerial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, <em>Nisto Cremos</em> (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2008), p. 5.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref2">[2]</a> ________, <em>Nisto </em>Cremos&#8230;, p. 9.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref3">[3]</a> Ellen G. White, <em>Atos dos Apóstolos </em>(Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2007), p. 553.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref4">[4]</a> _____, <em>O Grande Conflito</em> (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009), p. 449.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref5">[5]</a> Francis Nichol, ed. <em>Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia</em> (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011), vol. 1, p. 732.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref6">[6]</a> Samuele Bacchiocchi, teólogo adventista, possui uma opinião diferente sobre o significado da palavra “sábados” em Colossenses 2:16. Ele acredita que os “sábados” ali mencionados são os semanais. Porém, ele não desmerece o quarto mandamento ao dizer que os sábados semanais estão sendo condenados por Paulo no contexto sincretista de Colossos. Ele argumenta que Paulo era contra uma observância errada do mandamento, e que a guarda ou não do preceito não estava em discussão. Deve-se destacar também que Bacchiocchi não realizou um estudo linguístico, sintático e exegético do texto como o fez Ron du Preez, que elaborou o que se constitui na análise mais atualizada de Colossenses 2:16 no meio acadêmico adventista até o momento.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref7">[7]</a> <em>Nisto Cremos</em>…, p. 276.</p>
</div>
<div>
<p><a title="" href="#_ftnref8">[8]</a> Walter Ralston Martin, <em>The Kingdom of the Cults</em> (Mineápolis, Minessota: Bethany House Publishers, 2003), p. 535.</p>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>“Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Ex 20:16)</title>
		<link>http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/04/01/%e2%80%9cnao-diras-falso-testemunho-contra-o-teu-proximo%e2%80%9d-ex-2016/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 17:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leandroquadros</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ministério Cristão Apologético]]></category>
		<category><![CDATA[Não dirás falso testemunho contra o teu próximo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério Cristão Apologético (MCA) não deixou de transgredir ao mandamento de Êxodo 20:16. Continuou atacando o adventismo de forma injustificada, fazendo uso de fontes de segunda mão para "compravar" as alegações tão graves que fez. Leia o artigo a seguir e compartilhe com os amigos, para que eles sejam devidamente informados sobre a verdade dos fatos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/04/01/%e2%80%9cnao-diras-falso-testemunho-contra-o-teu-proximo%e2%80%9d-ex-2016/mentira_nariguda/" rel="attachment wp-att-1321"><img class="alignleft size-large wp-image-1321" title="Mentira_nariguda" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/04/Mentira_nariguda-202x280.jpg" alt="" width="202" height="280" /></a>Resolvi atender ao “desafio” do Ministério Cristão Apologético (MCA) e responder à tréplica que foi dada ao artigo que escrevi, em que contestei as falsas alegações de Luciano, de que “Ellen White é a operação do erro de Satanás”.</p>
<p>Confesso que esperava mais do referido ministério apologético, antes de ler as três partes da resposta que o oponente elaborou. Ao invés de pelo menos reconhecer com humildade de espírito que errou em não consultar fontes primárias, antes de acusar gravemente ao adventismo, ele tentou “justificar-se”.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o MCA desviou a atenção dos seus leitores daquilo que é realmente importante (uso de fontes primárias para apoiar as próprias alegações), sem fazer sequer menção à bibliografia que apresentei, e que demonstrou o total despreparo dos membros desse ministério quando o assunto é adventismo.</p>
<p>Essa é uma “estratégia apologética” muito comum quando a pessoa sente vergonha em reconhecer os próprios “bolas-fora”. Ao invés de se deter nas respostas <em>fundamentadas</em> que são expostas aos seus questionamentos, muitos apologistas direcionam a mente do leitor para “outros temas” para que aquele que for desatento não perceba que eles (os apologistas) realmente foram imprecisos no que escreveram. Tal “método” é uma “proteção” contra o ridículo no qual a própria pessoa se meteu, em falar ou escrever sobre o que achava que sabia.</p>
<p>É uma pena que isso aconteça, pois, todos saem perdendo com esse tipo de atitude. Os leitores perdem por que não se deparam com discussões saudáveis sobre pontos realmente importantes, e que possam trazer, além de cultura, crescimento espiritual. Já o apologista que adota essa estratégia mencionada acima, perde a oportunidade de demonstrar que ele é humilde o suficiente para reconhecer os próprios erros, e que é uma pessoa disposta a reciclar seus conceitos quando estes forem comprovadamente equivocados.</p>
<p><strong>O ESPÍRITO “NÃO CRISTÃO” CONTINUA</strong></p>
<p>O autor começa sua resposta deixando claro que não está muito disposto a discutir ideias de maneira cristã e democrática: seu objetivo é criticar mesmo, sem a pretensão de aprender algo e crescer com os outros. Isso ele revela já nas primeiras frases de sua resposta:</p>
<p><em>“Depois de algum tempo que <strong>viemos criticando extensamente o Adventismo</strong>, Leandro Quadros decidiu dar uma resposta ao MCA”</em> (Grifos acrescidos).</p>
<p>Críticas não constroem nada. A menos que se saiba dar uma crítica com palavras “temperadas” com o “sal” (Cl 4:6) do amor, da compreensão e respeito. Ao lermos 2 Timóteo 2: 24 fica evidente que os membros do MCA necessitam desenvolver o tipo de caráter de alguém que possa realmente ser chamado de apologista cristão:</p>
<p><em>“Ora, <strong>é necessário</strong> que <strong>o servo do Senhor não viva a contender</strong>, e sim deve ser brando <strong>para com todos</strong> (incluindo os adventistas), apto para instruir, <strong>paciente</strong>.”</em></p>
<p>Comparando esse texto com a maneira como o MCA trata os adventistas, alguém pode ser tentado a pensar – com razão – que o Ministério Cristão Apologético nada tem de “cristão” na sua maneira de tratar aqueles que pensam diferente.</p>
<p>Demos continuidade à análise da resposta.</p>
<p><strong>O QUE A TRÉPLICA DO MCA REVELA</strong></p>
<p>Ao comparar meu artigo com a resposta do MCA fica evidente que:</p>
<p>1. O autor visivelmente desconhece as fontes primárias que podem apresentar o correto perfil da história e processo formativo das doutrinas adventistas do sétimo dia. Esse fato salta diante dos olhos ao ler-se a seguinte afirmação de Luciano: <em>“Naquela postagem, não tive a preocupação, de mostrar onde li”</em> (a respeito do adventismo).</p>
<p>Ora, um ministério que preze pela verdade e que esteja preocupado em comprovar documentalmente suas conclusões, até mesmo por uma questão de ética precisa demonstrar no que baseia suas acusações, sendo elas tão graves. Um pouquinho de rigor acadêmico exige que um escritor dê aos seus leitores as fontes para que possam conferir por si mesmos a veracidade ou não de suas afirmações, especialmente no que diz respeito à história denominacional de uma pretensa “seita”. Isso é o mínimo que se espera.</p>
<p>Ao ele pedir aos leitores que leiam outro post dele, isso em nada contribuiu para que as pessoas tivessem acesso a fontes primárias, pois, nos demais posts, <strong>ele não fez uso de pelo menos uma das citações que apresentei</strong> extraídas diretamente da literatura adventista, e que comprovam ser o adventismo um movimento religioso <strong>bem diferente</strong> daquilo que é apresentado pelo MCA e outros apologistas tendenciosos.</p>
<p>Ao Luciano dizer que “não teve a preocupação” de mostrar onde “leu” para sustentar as próprias afirmações, não estaria ele demonstrando que na verdade <strong>não leu fontes primárias</strong> e que, se o fez, manuseou-as de maneira irresponsável?</p>
<p>2. O autor extrapola em sua interpretação de 2 Tessalonicenses 2:7-9. Ao alegar que “as interpretações escatológicas são variadas entre os protestantes fieis”, ele não informou ao leitor que os protestantes de fala inglesa até o século 19, aplicavam o texto ao papado medieval e nunca a Ellen White. Os adventistas do sétimo dia preservam o uso do <strong>método historicista</strong> de interpretação das profecias e, por isso, a afirmação do livro <em>Nisto Cremos</em>, de que a observância do domingo faz parte do “ministério da iniquidade” está plenamente contextualizada na teologia cristã protestante do décimo nono século, que aplicava o texto a Roma papal. Afinal, quem mudou a lei e perseguiu “os santos do altíssimo” (Dn 7:25) foi o papado e não foi Ellen White.</p>
<p>3. O autor foge da real discussão com frases que revelam sua fragilidade argumentativa. Ele pegou uma afirmação minha em que considero <em>muito bonito</em> o ministério de Ellen White, e fez uso de uma pergunta retórica que não leva a lugar nenhum: “Pergunto: O que é mais lindo para o cristianismo? O <em>Dia da Ressurreição</em> ou o ministério de EGW?”</p>
<p>Esse tipo de pergunta é absurda por que a resposta é óbvia. Além disso, ele nem mesmo ensaiou uma tréplica à minha réplica, quando afirmei que <strong>o dia da morte de Cristo é tão importante quanto o dia da ressurreição</strong> e que, por isso, usar a ressurreição como “base” para a observância do domingo é uma grande irresponsabilidade com o texto bíblico. Além disso, <strong>Romanos 6:4</strong> nos ensina que o batismo por imersão é o comemorativo Divino para a ressurreição do Senhor. Não precisamos de outro criado pelos seres humanos.</p>
<p>Apontei no meu artigo diversas distorções históricas, doutrinárias e a leitura superficial que o MCA faz dos escritos de Ellen White. Deixei ao leitor as fontes bibliográficas para que pudesse comprovar por si mesmo se as afirmações do MCA eram verdadeiras ou não. Porém, o MCA <strong>não deu a mínima satisfação ao internauta quanto às citações que desmentem totalmente suas alegações, e nem mesmo se preocupou em reconhecer que errou</strong>.</p>
<p>Luciano também não reconheceu que <strong>errou em atribuir a data de 22 de outubro de 1844 a Guilherme Miller, sendo que ele foi um dos últimos a aceitar essa data sugerida Samuel Snow</strong>. O que o leitor atento pensará de uma atitude como essa?</p>
<p>4. Ao comparar a minha resposta com esta última do MCA, também fica evidente que o autor continua distorcendo a história e os escritos adventistas. Isso pode ser percebido na leitura que ele fez do livro <em>O Grande Conflito</em>, págs. 370-372. Nessa citação Ellen White diz que a volta do Senhor está próxima, porém, <strong>não estabelece data alguma</strong> para o evento. Dizer que o evento está próximo é uma coisa; <em>determinar</em> uma data é outra, bem diferente.</p>
<p>O autor não considerou a citação que disponibilizei no artigo anterior, tirada do livro <strong><em>Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 188</em></strong>, onde a autora, mesmo crendo na proximidade da volta de Jesus, não apoiava a marcação de datas para a 2ª Vinda.</p>
<p>Como alguém pode conquistar credibilidade perante os leitores, usando de maneira tão irresponsável os escritos adventistas?</p>
<p>5. Ao ler-se a resposta do MCA percebe-se também um preconceito terrível, que não deveria fazer parte da vida de nenhum cristão.</p>
<p>O MCA continua questionando o cristianismo de Ellen White mesmo que a documentação existente comprove que ela nunca abandonou a fé em Cristo.</p>
<p>De que maneira poderá o MCA demonstrar seriedade em seu trabalho, ao mesmo tempo em que afirma ter Ellen White “se desviado” do cristianismo, sem que haja sequer uma prova documental a respeito? Como confiar num “ministério” que ignora o fato de Ellen White nunca ter se apostatado, e sempre ter permanecido fiel a Cristo, mesmo mudando de denominação religiosa? Levanto essas questões por que o MCA não informou aos seus leitores que <strong>até mesmo não cristãos, e que conheceram Ellen White de verdade</strong>, exaltavam o caráter daquela fiel cristã, que nunca abandonou a Jesus Cristo.</p>
<p>Se o MCA tivesse pesquisado o livro <strong><em>Mensageira do Senhor</em> </strong>(Casa<strong> </strong>Publicadora Brasileira, 2003), de Herbert E. Douglass, págs. 129, 130, saberia que em 1878, aos 58 anos de idade, Ellen White foi incluída na obra de referência <strong><em>American Biographical History of Eminent and Sel-Made Men of the State of Michigan, Third Congressional District</em>, p. 108</strong>, e descrita com as seguintes palavras:</p>
<p><em>“A Sra. White é uma mulher de mentalidade singularmente bem equilibrada. Seus traços predominantes são a benevolência, a espiritualidade, a conscienciosidade e o idealismo. Suas qualidades pessoais são de molde a granjear-lhe as mais calorosas amizades entre todos com quem se põem em contato e a inspirar-lhe a maior confiança&#8230; Não obstante, seus muitos anos de trabalhos públicos, tem conservado toda a simplicidade e honestidade que lhe caracterizam o princípio da vida [...]”</em>.</p>
<p><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/04/01/%e2%80%9cnao-diras-falso-testemunho-contra-o-teu-proximo%e2%80%9d-ex-2016/com047/" rel="attachment wp-att-1322"><img class="alignright size-large wp-image-1322" title="com047" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/04/Mentira_linguarudo-333x280.jpg" alt="" width="333" height="280" /></a>Esperar que uma pessoa concorde com todos os pontos teológicos de Ellen White é esperar demais de qualquer cristão que não esteja familiarizado com a teologia adventista. Porém, questionar a sinceridade e o cristianismo de uma pessoa, sem base alguma, é inadmissível a qualquer seguidor de Cristo que conheça as palavras do Salvador em Mateus 7:1, 2: <em>“Não julgueis, para que não sejais julgados.  Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.” </em></p>
<p>Essa atitude difamatória do MCA é motivo até mesmo para que denominação religiosa a qual o indivíduo pertença seja justificada, se decidir disciplinar o referido escritor por transgredir abertamente ao mandamento que ordena: <strong><em>“Não dirás falso testemunho contra o teu próximo”</em></strong> (Ex 20:16).</p>
<p>Até mesmo quando escreve para a internet o cristão deve dar o bom exemplo (1Jo 2:6).</p>
<p>6. Ao ler-se o artigo do MCA percebe-se a falta de compromisso com <strong>toda</strong> a verdade dos fatos.</p>
<p>De que maneira acreditar no conhecimento histórico de um autor que ignora que o marcar datas para a volta de Cristo – mesmo sendo algo errado (Mt 24:36) – era um costume de <strong>muitos cristãos</strong> de fala inglesa e <strong>observadores do domingo</strong>? Por que ele não informou aos seus leitores que, mesmo Miller tendo se equivocado, ele não era o único a esperar o Senhor em seus dias e a marcar o dia para o retorno dEle?</p>
<p>Contra-argumento dessa forma por que o autor não se constrange em insinuar que os protestantes mileristas (membros de várias denominações genuinamente cristãs) eram “falsos e desonestos”.</p>
<p>Dizer que os mileritas se equivocaram é uma coisa. Chamá-los de desonestos, é outra história. Muitos de nós nos equivocamos com sinceridade, sem que isso, claro, justifique nossos erros. Mas, não somos necessariamente desonestos por causa de nossos equívocos.</p>
<p>Deveríamos ser mais amorosos com aqueles que erram, sem julgá-los como “falsos profetas” por causa de erros isolados. Afinal, o caráter de uma pessoa não se mede dessa forma, ainda mais que muitos cristãos observadores do domingo (maior parte dos mileritas) naquela época eram pessoas de bem, de grande moral e que faziam a diferença na sociedade.</p>
<p>Será que o MCA se sentiria confortável se um milerita fosse ressuscitado em nossos dias, e chamasse seus componentes de “falsos profetas” por causa de seus equívocos? Para não correr esse “risco” (apenas levantei uma hipótese), os apologistas do já citado ministério deveriam dar atenção ao mandamento Divino em Mateus 7:12: <em>“Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas.”</em></p>
<p>Não estaria o zelo apologético ofuscando a objetividade do MCA e, ao mesmo tempo, contribuindo para que seus responsáveis transgridam abertamente ao princípio de Mateus 7:12 e, assim, vejam o adventismo com as lentes do preconceito e da intolerância?</p>
<p>A falta de compromisso com toda a verdade dos fatos se percebe também na tendenciosidade do oponente em citar Ennis Meier, um dissidente – <strong>fonte secundária </strong>– e não documentos <strong>oficiais</strong> da igreja Adventista do Sétimo Dia para abordar a doutrina da Trindade na história da referida denominação.</p>
<p>O MCA poderia ter tido mais rigor acadêmico e citado, por exemplo, o livro <strong><em>A Trindade</em></strong>, especialmente os capítulos 12 ao 14, p. 207-261, onde os autores apresentam respectivamente (1) Trindade e Antitrinitarianismo nos Primórdios dos Estados Unidos; (2) Trindade e Antitrinitarianismo na História Adventista; (3) O Papel de Ellen White no Debate da Trindade e (4) Ellen White e a Trindade: Os Documentos Primários Básicos.</p>
<p>Se tivesse feito ao menos uma leitura dos capítulos supracitados, os membros do MCA saberiam que:</p>
<p>(1) É mais que natural haver antitrinitarianos entre o adventismo da época dos pioneiros, sendo que este é um movimento <strong>interdenominacional</strong>, formado por protestantes das mais diversas confissões religiosas.</p>
<p>Se o MCA tivesse lido o artigo de Marcos G. Blanco, intitulado <strong>“La personalidade del Espíritu Santo: una perspectiva histórica”</strong>, republicado pela Revista Adventista em um uma edição especial em novembro de 2010, p. 29-31, saberia que, mesmo havendo um predomínio do antitrinitarianismo entre os líderes adventistas num período da história, <strong>44, 3% </strong>dos pregadores mileritas eram Metodistas; 27% Batistas e apenas 8% eram da Conexão Cristã, movimento religioso nos EUA que negava a Trindade.</p>
<p>Isso seria suficiente para desmentir a falsa alegação de que “os adventistas”, de forma geral, não acreditavam na Trindade, pois, é conhecido o fato de que as igrejas Metodista (da qual veio Ellen White) e Batista, de onde vieram boa parte dos mileritas, eram Trinitarianas.</p>
<p>(2) Mesmo o conceito de um Deus em Três Pessoas tendo amadurecido no decorrer dos anos e o antitrinitarianismo tendo predominado por um tempo, jamais se pode alegar que “a maioria dos membros da igreja adventista eram antitrinitarianos”. Afinal, Daniel T. Bourdeau, um de nossos pioneiros, escreveu em 1890: “<em>Embora afirmemos ser crentes e adoradores de um único Deus, tenho chegado a pensar que entre nós existem tantos deuses <strong>quantas são as concepções da Divindade</strong>” </em>(Grifo acrescido).<em> </em></p>
<p>Com base numa afirmação dessas é injustificável que qualquer escritor use distorcidamente a história do adventismo para justificar seus ataques motivados mais pelo ódio do que pela convicção ideológica.</p>
<p>(3) Ellen White ficou em silêncio por um tempo em relação ao assunto por que aguardava que os pioneiros chegassem a uma conclusão sobre o tema com base na Bíblia e não no que ela dissesse. Se o MCA tivesse lido o livro <strong><em>A Trindade</em></strong>, citado nesse artigo saberia que uma análise minuciosa dos escritos dela revela um claro progresso em sua exposição do assunto, até que, em <strong>1888, com a publicação de <em>O Desejado de Todas as Nações</em></strong>, ela expressa sua crença na Trindade de forma completa, pois, nesse período, boa parte da liderança estava mais aberta para tal revelação.</p>
<p>Se na Bíblia o conceito da Trindade foi progressivo (leia-se Dt 6:4; Is 6:9, 10; João 12:37-41 e At 20:25-28), por que nos livros de Ellen White não o poderia ser?</p>
<p>(4) Consequentemente, se o MCA tivesse mesmo se utilizado de fontes primárias, teria feito menção às citações que o livro <strong><em>A Trindade </em></strong>apresenta e que comprovam ter sido ela convicta quando à plena Divindade de Cristo e do Espírito Santo. Como exemplo cito apenas as declarações dela apresentadas em <strong><em>O Grande Conflito, p.p. 493 495</em></strong>,<strong> <em>O Desejado de Todas as Nações, p. 530, Conselhos Sobre Saúde, p. 222, Evangelismo, p. 615-617</em></strong>, onde o MCA poderia ter comprovado que a alegação de Ennis Meier, de que EGW era “antitrinitariana” é insustentável e que, portanto, é bem mais seguro basear-se em <strong>fontes oficiais</strong> da qualquer denominação religiosa que se esteja questionando.</p>
<p>Para saber que os escritos de Ellen White não foram “adulterados” como alegam alguns fanáticos, bastaria uma leitura do artigo de Alberto R. Timm, intitulado <strong>“Teriam alguns líderes da Igreja adulterado os escritos de Ellen White para advogar a doutrina da Trindade?”</strong><em>,</em> publicado na Revista do Ancião de outubro a dezembro de 2005, para saber que “a alegação de que a liderança da Igreja Adventista tenha inserido nesses escritos o conceito da Trindade é uma falsa acusação, não endossada por uma análise honesta dos textos originais de Ellen White”. O artigo está disponível no site do Centro de Pesquisas Ellen G. White e pode ser lido <a href="http://www.centrowhite.org.br/textos.pdf/03/adulterado_escritos.pdf">aqui</a>.</p>
<p><strong>INSISTÊNCIA NO USO DE FONTES SECUNDÁRIAS</strong></p>
<p><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/04/01/%e2%80%9cnao-diras-falso-testemunho-contra-o-teu-proximo%e2%80%9d-ex-2016/mentira_bla_bla_bla/" rel="attachment wp-att-1323"><img class="alignleft size-large wp-image-1323" title="Mentira_blá_blá_blá" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/04/Mentira_bl%C3%A1_bl%C3%A1_bl%C3%A1-280x280.jpg" alt="" width="280" height="280" /></a>Não menos grave foi a atitude do MCA em citar o artigo do blog calvinista Cinco Solas, por demais tendencioso em sua “pesquisa” que em nada contribuiu para uma discussão objetiva sobre o assunto. Isso fica evidente já no terceiro parágrafo da fonte secundária mencionada, onde o autor aleg sobre os pioneiros antitrinitarianos: “Se alguém dissesse [que] &#8220;todos os pioneiros&#8221; [não criam na Trindade] não erraria muito”. Ora, isso é por demais tendencioso quando se manuseia com responsabilidade documentos históricos.</p>
<p>O fato de a maioria dos principais escritores serem antitrinitarianos naquela época não indica que aquele era o posicionamento da igreja, pois, <strong>não existia qualquer tipo de “credo” votado em comissão devidamente nomeada</strong>. Um simples estudo da história das crenças fundamentais adventistas revela que a primeira declaração de crenças fundamentais adventistas a ganhar um <em>status</em> oficial elaborada foi <strong>trinitariana</strong>, redigida<strong> </strong>por F. M. Wilcox em 1931.</p>
<p>É mais que natural que numa denominação em que os diversos pensamentos sobre o assunto fossem respeitados, a igreja como um todo esperasse por mais tempo para formalizar uma declaração oficial, até obter mais luz pelo estudo da Bíblia e pela revelação do Espírito Santo (Cf. Pv 4:18; Jo 16:12).</p>
<p>O convívio entre tais pessoas, longe de ser uma transgressão à orientação de Paulo em Tito 3:10, 11, como alega o MCA, é evidência clara da <strong>tolerância cristã</strong>, enquanto as pessoas estão crescendo em seu conhecimento doutrinário e no relacionamento com o Salvador:</p>
<p><em>“Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós”</em> (Cl 3:13)</p>
<p>Tolerar não é o mesmo que comungar com uma heresia.</p>
<p>Tenho curiosidade em saber como o MCA veria a atitude de Cristo em comungar com pecadores, mesmo ele não comungando com seus pecados e heresias: <em>“Estando Jesus em casa, foram comer com ele e seus discípulos muitos publicanos e pecadores. Vendo isso, os fariseus perguntaram aos discípulos dele: ‘Por que o mestre de vocês come com publicanos e pecadores?’ Ouvindo isso, Jesus disse: Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Vão aprender o que significa isto: ‘Desejo misericórdia, não sacrifícios’. Pois eu não vim chamar justos, mas pecadores”</em>. (Mt 9:10-13).</p>
<p>Ao ler-se a resposta do MCA, na qual Ellen White é acusada maldosamente por “conviver com antitrinitarianos”, qualquer leitor pode pensar que, se Cristo vivesse em nossos dias aqui nesse mundo, também seria acusado por tais apologistas, que demonstram o mesmo espírito preconceituoso dos fanáticos fariseus.</p>
<p>Os apóstolos também não nasceram sabendo que o evangelho não deveria ser pregado só aos judeus (veja-se At 10 e 11). Se Deus foi paciente com eles, por que não o seria com os pioneiros adventistas e outros cristãos sinceros de outras confissões religiosas, que estiveram amadurecendo seus conceitos teológicos?</p>
<p>Acusar maldosamente aos pioneiros adventistas que sabiam conviver bem com os irmãos que não partilhavam da mesma crença na Trindade, só revela o espírito nada cristão de certos apologistas que poderiam, no auge da arrogância humana, chamar até mesmo os apóstolos de Cristo de desonesto, por conviver durante um tempo com diversos tipos de pessoas e com os apóstolos, que não julgavam ser merecedores da salvação aqueles que não fossem judeus como eles.</p>
<p>Não fica difícil concluir que o MCA repetiu a postura tendenciosa do blog Cinco Solas. Um dia, quem sabe, tudo o que foi escrito sobre o assunto no já mencionado blog calvinista, mereça uma resposta abrangente. No momento, darei sequência à conclusão desse artigo.</p>
<p><strong>CONSIDERAÇÕES FINAIS</strong></p>
<p>O MCA desafiou-me a colocar no blog o link para o acesso ao livro de Walter Rea, intitulado <em>The White Lie </em>(A Mentira Branca)<em>,</em> onde ele aponta os supostos “plágios” de Ellen White. Em primeiro lugar, o blog do “Na Mira da Verdade” não é um propagador de heresias (mesmo que, inevitavelmente, isso aconteça de vez em quando, ao dar-se respostas aos críticos). Em segundo lugar, já informei a fonte e a <strong>resposta </strong>dada em 1982 a tantas bobagens que Rea escreveu.</p>
<p>Não irei desafiar aos leitores do mesmo modo que o fez o MCA por que respeito a todos e não pactuo desse tipo de discussão desafiadora, que não leva muito longe e que pode trazer mais rancor entre os que debatem do que uma boa amizade cristã. Por isso, ao invés de desafiar, darei apenas <strong><em>conselhos</em></strong>. O primeiro deles é que seja feita uma leitura comparativa entre a obra de Rea e a resposta da Igreja Adventista, a respeito dos “plágios” em Ellen White.</p>
<p><strong>Sugiro</strong> que seja dada uma resposta ao documento preparado pela equipe do <strong>Patrimônio White</strong> em parceria com o <strong>Instituto de Pesquisas Bíblicas </strong>e a <strong>Associação Ministerial</strong> da Associação Geral dos Adventistas, intitulado <em>“A Verdade sobre ‘The White Lie’</em> (A Mentira Branca)”, para que o leitor do MCA possa comprovar por si se o que Rea alegou é verdadeiro ou não, e até que ponto a compreensão dele sobre o processo de Inspiração de um profeta o confunde totalmente em sua análise. (Na compreensão de Rea, a inspiração seria verbal, apenas).</p>
<p>Também aconselho, ao invés de desafiar, que o MCA analise a declaração inicial escrita pela própria Ellen White no livro <strong><em>O Grande Conflito</em>, </strong>disponibilizada no meu artigo anterior, onde ela reconhece o uso de empréstimos literários. Isso por si já ajuda ao pesquisador sincero a diferenciar entre “empréstimo literário” e “plágio desonesto”. Se ela fosse “plagiadora”, não teria recomendado em certas ocasiões que os irmãos lessem as obras dos autores que ela utilizava.</p>
<p>Se essa citação introdutória do livro supracitado não for suficiente, o MCA poderá ler o relatório de 27 páginas do advogado <strong>Vincent L. Ramik</strong>, especialista em casos que envolvem direitos autorais, patente e marca registrada. Sugiro que o link desse trabalho seja disponibilizado pelo MCA aos seus leitores, para que conheçam as conclusões do especialista que, após minuciosa (e profissional) pesquisa dos escritos de Ellen White, concluiu: <strong><em>“Ellen White não foi uma plagiarista, e seus trabalhos não constituíram infração de direitos autorais/pirataria”. </em></strong>O relatório completo do advogado pode ser encontrado clicando <a href="http://www.uapar.edu/centrowhite/articulos_documentos/">aqui</a>. O material em espanhol é intitulado no referido site como <strong>“El informe de Ramik: memorandum de la ley; derechos de propiedad literaria de 1790 a 1915”</strong>.</p>
<p>No site do MCA há o correto conceito de que “Apologética é Evangelização”. Porém, considerando: (1) o espírito belicoso de seus responsáveis, (2) a negligência no uso de fontes primárias, (3) o desvio de foco, para que o leitor não perceba os erros cometidos, (4) a tendenciosidade, (5) o uso de fontes secundárias e (6) a desconsideração às respostas adventistas dadas aos críticos de Ellen White, o leitor poderá questionar se realmente o MCA está evangelizando pessoas por meio da apologética.</p>
<p>Porém, sendo que meu propósito não é entrar a fundo nessa questão, encerro minha resposta, dando-me o direito de não mais responder a qualquer apologista, a menos que este seja educado em sua forma de expor suas ideias (2Tm 2:24-26), manifestando tolerância cristã (Cl 3:13), real interesse pela verdade (Jo 7:17) e evidente abandono do pecado condenado pelo Decálogo em Êxodo 20:16: <strong><em>“Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.”</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[Livro <em>Na Mira da Verdade</em>. Acesse: <a href="http://www.leandroquadros.com.br/">www.leandroquadros.com.br</a>]
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		<title>Deus não predestinou crianças para serem sacrificadas aos ídolos pagãos</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 12:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leandroquadros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Heresias]]></category>
		<category><![CDATA[Calvinismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cinco Solas]]></category>
		<category><![CDATA[Determinismo?]]></category>
		<category><![CDATA[dupla predestinação]]></category>
		<category><![CDATA[João Calvino]]></category>
		<category><![CDATA[Predestinação]]></category>
		<category><![CDATA[sacrifício de crianças]]></category>

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		<description><![CDATA[Você acredita que em Sua "soberania" Deus predestinou que criancinhas fossem sacrificas aos deuses pagãos nos dias do Antigo Testamento? Deus livre você de acreditar em tal heresia. Leia o artigo a seguir e ajude aos sinceros irmãos calvinistas a compreenderem esse assunto tão importante para nosso bem-estar espiritual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1314" class="wp-caption alignleft" style="width: 367px"><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/03/26/deus-nao-predestinou-as-criancas-para-serem-sacrificadas-aos-idolos-pagaos/casal_crianca-2/" rel="attachment wp-att-1314"><img class="size-full wp-image-1314  " title="Casal_criança" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/03/Casal_crian%C3%A7a1.jpg" alt="" width="357" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">O calvinismo apresenta um deus mais cruel que qualquer pai humano pecador.</p></div>
<p style="text-align: left;">No momento estou lendo o livro do profeta Jeremias. Uma das coisas que têm me impressionado é a quantidade de textos que destroem por completo qualquer tentativa de apresentar a Deus como o “Soberano” responsável pelo mal.</p>
<p style="text-align: left;">O teólogo e ex-calvinista Clark Pinnock certa vez escreveu que a doutrina da predestinação coloca a pessoa “em dificuldades agonizantes de primeira grandeza” (leia mais sobre isso clicando <a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2011/11/16/deus-nao-tem-culpa-de-o-diabo-ser-diabo/">aqui</a>). Afinal, por crer nesse ensino, o indivíduo se vê obrigado a explicar <strong>como Deus predetermina que as pessoas façam as coisas erradas que Ele tanto odeia!</strong> Pinnock tem razão, nesse ponto.</p>
<p style="text-align: left;">Quero separar tempo para sistematizar todos esses textos para você, porém, agora, gostaria de transcrever apenas dois versículos que lhe servirão de auxílio no estudo com amigos calvinistas (que creem na dupla predestinação: para a vida eterna ou para a perdição). Vamos lá:</p>
<p style="text-align: left;"><em>“Porque <strong>eles me abandonaram</strong> e <strong>profanaram</strong> este lugar, oferecendo sacrifícios a deuses estranhos, que nem eles nem seus ante­passados nem os reis de Judá conheceram; e <strong>encheram este lugar com o sangue de inocentes</strong>. Construíram nos montes os altares dedicados a Baal, para <strong>queimarem os seus filhos como holocaustos oferecidos a Baal</strong>, coisa que <strong>não ordenei</strong>, da qual nunca falei <strong>nem jamais me veio à mente</strong>.” </em>(Jr 19:4, 5, Nova Versão Internacional).</p>
<p style="text-align: left;">Se uma pessoa não rasgou de sua Bíblia tais textos, ela <strong>não pode </strong>continuar sendo calvinista. Os versículos dizem que <strong>o povo abandonou a Deus e não que Deus fez com que eles O abandonassem.</strong> A Bíblia diz que <strong>eles encheram Jerusalém de sangue de inocentes e não Deus.</strong> Jeremias não deixa de dúvidas de que <strong>eles adoraram deuses pagãos por vontade própria e não por que Deus os tornou idólatras ao “predestiná-los”!</strong></p>
<p style="text-align: left;">Continuemos em nosso raciocínio. Você consegue, caro leitor, imaginar que um Deus de amor (1Jo 4:8, 16), que tem sonhos eternos para as criancinhas (Mt 19:13-15), em algum momento, “predestinou” que várias delas fossem sacrificadas a ídolos pagãos pelo próprios pais (Jr 19:5)? Se você crê que tais criancinhas foram sacrificadas por causa da dureza do coração dois pais delas, e por que eles assim escolheram (e não Deus), você não pode ser um calvinista, assim como eu.</p>
<p style="text-align: left;">Uma pergunta importante que você pode fazer a um irmão calvinista sincero, com base em Jr 19:5, é: <strong>“como Deus teria predestinado aquelas crianças para serem sacrificadas se Ele mesmo disse que aquilo nunca passou por Sua ‘mente’?” </strong>Peça, carinhosamente, uma resposta bíblica e lógica, sem a desculpa do “paradoxo”.</p>
<div id="attachment_1311" class="wp-caption alignright" style="width: 385px"><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/03/26/deus-nao-predestinou-as-criancas-para-serem-sacrificadas-aos-idolos-pagaos/criacinhas/" rel="attachment wp-att-1311"><img class="size-large wp-image-1311 " title="Criacinhas" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/03/Criacinhas-417x280.jpg" alt="" width="375" height="252" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam...&quot; (Jesus, em Mateus 19:13).</p></div>
<p style="text-align: left;">A Bíblia ensina que o responsável pelo mal é um anjo caído (Ez 28:13-15) chamado (entre outros nomes) de “Diabo” e “Satanás” (Ap 12:9). A Palavra de Deus nos ensina que esse ser, que havia sido criado perfeito (Ez 28:15) rebelou-se contra Deus e contra o céu (Ap 12:7-12) tendo, desse modo, de ser expulso do Paraíso celestial, juntamente com os anjos que o seguiram naquela terrível rebelião (2Pe 2:4).</p>
<p style="text-align: left;">Quando Satanás veio para a Terra com seus anjos e enganou Adão e Eva (Gn 3; 2Co 11:3), a humanidade passou a fazer parte de um conflito cósmico entre o bem e o mal. E a saída para sermos vitoriosos é nos apegarmos a Jesus e O aceitarmos como nosso Salvador (At 4:12) e Senhor (Mt 7:21-23), vivendo pela fé nEle todos os dias até o momento em que Ele voltará pela segunda vez (Hb 9:28), para acabar definitivamente com o mal e seu autor (Rm 16:26), e restabelecer a alegria e a paz universal (Ap 21:1-4; Ap 22).</p>
<p style="text-align: left;">Portanto, Deus predestinou o PLANO DE SALVAÇÃO e não quais pessoas seriam salvas e quais se perderiam (1Pe 3:9; A</p>
<p style="text-align: left;">p 22:17).</p>
<p style="text-align: left;">Não é mais lógico (biblicamente falando) explicarmos a origem e o final do mal dessa maneira, ao invés de “culparmos” a Deus, dizendo que Ele foi o responsável por todas as desgraças da humanidade? Não é mais coerente com todas as regras do bom senso acreditar quer o sacrifício de crianças foi o fruto da atuação do Diabo e do coração perverso dos pais delas, que, ao invés de se deixarem influenciar pelo Espírito Santo para fazer o bem (Jo 16:8-10), permitiram que Satanás as influenciasse para o mal (Cf. Jo 8:44)?</p>
<p style="text-align: left;">Deus tem uma lógica melhor a lhe oferecer do que “lógica” apresentada pela doutrina da dupla predestinação. Através da doutrina do Grande Conflito entre o bem e o mal, Ele ensina a verdadeira origem do pecado, como ele findará e de que modo podemos ser vencedores (leia Ef 6:10-18).</p>
<p style="text-align: left;">Além disso, com a correta (e bíblica) compreensão da origem do mal, você não é colocado no terrível dilema agonizante mencionado por Pinnock: <strong><em>explicar como Deus predetermina que as pessoas pequem e façam o mal, sendo que Ele odeia tais coisas</em></strong>.</p>
<p style="text-align: left;">Pense nisso com carinho e aceite a Bíblia como ela é apresentada por Deus.</p>
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<p>[Livro "Na Mira da Verdade": <a href="http://www.leandroquadros.com.br/">www.leandroquadros.com.br</a>]</p>
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		<title>Ajude o programa “Na Mira da Verdade” a demonstrar mais erros dos críticos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2012 15:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leandroquadros</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Verdade sobre os Adventistas]]></category>
		<category><![CDATA[Recados]]></category>
		<category><![CDATA[bolas fora dos críticos do adventismo]]></category>
		<category><![CDATA[CACP]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Apologético Cristãos de Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Críticos do adventismo]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes primárias?]]></category>
		<category><![CDATA[ICP]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Cristão de Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Miller e 1844]]></category>
		<category><![CDATA[ministérios apologéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel Snow]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba como VOCÊ pode fazer a diferença no ministério do programa "Na Mira da Verdade", da TV e rádio Novo Tempo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2011/10/05/lancamento-do-livro-na-mira-da-verdade/capa_blog-3/" rel="attachment wp-att-1198"><img class="alignleft size-large wp-image-1198" title="capa_blog" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2011/10/capa_blog2-186x280.jpg" alt="" width="186" height="280" /></a>Deus tem me abençoado na elaboração de meu trabalho de Mestrado, de modo que tenho percebido que muito do que é escrito sobre o adventismo é fruto da ignorância, desinformação e mal uso de fontes primárias. Como resultado, minha fé é ainda mais fortalecida e, meu desejo por defendê-la, aumentado.</p>
<p>Para você ter uma ideia, praticamente todos os críticos do adventismo que analisei até agora (cerca de 30), afirmam que Miller “marcou a data de 22 de outubro de 1844” para a volta de Cristo, sendo que uma consulta a fontes primárias mostra que foi o milerita Samuel S. Snow quem definiu tal data, sendo Miller um dos últimos a aceitá-la!  Uma simples leitura do livro <strong>História do Adventismo</strong>, especialmente as <strong>páginas 13, 26 a 34</strong>, comprova esse fato.</p>
<p>Muitos dos críticos também afirmam que “os adventistas creem na salvação pelo sábado”, apesar de o posicionamento adventista ser <strong>totalmente contrário</strong>, como se pode atestar, por exemplo, na afirmação a seguir, de Ellen White, escrita em 1886:</p>
<p><em>“A salvação não está em ser batizado, em ter nosso nome no livro da igreja, nem em pregar a verdade. Mas em uma viva união com Jesus Cristo para que o coração seja renovado” </em>(Afinal, tais coisas são <strong>resultantes </strong>de uma vida transformada por Cristo. Ver Efésios 2:10; Tt 3:7, 8; 2Co 5:17). O internauta poderá encontrar essa citação no livro <strong>Evangelismo, p. 319</strong>. Infelizmente, os “apologistas” parecessem não querer encontrá-la, mas, Deus julgará as intenções de cada um deles, como escreveu o apóstolo:</p>
<p><em>“Portanto, não julguem nada antes da hora devida; esperem até que o Senhor venha. Ele trará à luz o que está oculto nas trevas <strong>e manifestará as intenções dos corações</strong>. Nessa ocasião, cada um receberá de Deus a sua aprovação.”</em> (1Co 4:5).</p>
<p>Essas duas distorções que apresentei são apenas uma “palhinha” do que encontrei e creio que, dentro de um ano, concluirei todo o meu trabalho para que o mesmo seja disponibilizado a você, amigo leitor. Assim, poderá ver muitos outros “bolas fora” dos apologistas e saber como refutá-los com literatura adventista oficial.</p>
<p>Todavia, preciso <strong>muito </strong>de sua ajuda para meu trabalho. Se puder separar parte do seu tempo para me auxiliar, a fim de que muitos conheçam a verdade sobre os fatos, ser-lhe-ei grato por toda a vida.</p>
<p>Como entre as pessoas que não consultam fontes primárias estão os membros do Centro Apologético Cristão de Pesquisas (CACP) e do Instituto Cristão de Pesquisas (CACP) – entre outros “ministérios” apologéticos – gostaria que me desse os contatos de pessoas que <strong>perceberam as distorções de tais instituições e deixaram de crer em tais ministérios apologéticos</strong>.</p>
<p>Se você um dia foi colaborador de um desses ministérios e até mesmo <strong>retornou</strong> para sua antiga fé, <strong>por favor, me escreva</strong>. Seu depoimento será muito importante para minha dissertação e um instrumento para que o Espírito Santo ajude a muitos internautas, que estão em busca dAquele que é o “caminho, a verdade e a vida” (Jo 14:6) e de <strong>todas</strong> as verdades dEle (Mt 7:21-23).</p>
<p>Aguardarei ansiosamente sua ajuda, amigo leitor.</p>
<p>Até logo!</p>
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		<item>
		<title>O ministério de Ellen White: a &#8220;operação do erro de Satanás&#8221;</title>
		<link>http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/03/09/o-ministerio-de-ellen-white-a-operacao-do-erro-de-satanas/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 13:54:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leandroquadros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apologia]]></category>
		<category><![CDATA[Debates]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen G. White]]></category>
		<category><![CDATA[acusações a Ellen White]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen White]]></category>
		<category><![CDATA[MCA]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Cristão Apologético]]></category>
		<category><![CDATA[operação do erro de Satanás]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério Cristão Apologético (MCA) escreveu que Ellen White é a "operação do erro de Satanás". Será que seu responsável não estaria transgredindo abertamente ao mandamento que diz: "não dirás falso testemunho contra o teu próximo" (Ex 20:10)? Leia a resposta dada a ele e tire suas conclusões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/03/09/o-ministerio-de-ellen-white-a-operacao-do-erro-de-satanas/ellen-white-2-3/" rel="attachment wp-att-1289"><img class="alignleft size-large wp-image-1289" title="Ellen White 2" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/03/Ellen-White-21-224x280.jpg" alt="" width="224" height="280" /></a>Não aprecio textos longos para a internet até mesmo por que, do ponto de vista da comunicação on-line, eles não são os ideais. Porém, há casos em que uma resposta mais longa se torna necessária, especialmente quando a <em>verdade</em> dos fatos está em jogo (Jd 1:3, 4), comprometendo assim a espiritualidade das pessoas, que estão sendo influenciadas terrivelmente pela mentira (Ap 22:15).</p>
<p>Recebi uma mensagem do internauta Maurício Moraes, onde ele apresenta os comentários do “Ministério Cristão Apologético” (MCA) a respeito do “ministério profético/místico” de Ellen White. Em seu post, o escritor do MCA, que se chama Luciano, propõe, através de várias “considerações”, que o bonito e prolífico ministério de Ellen é a “operação do erro de Satanás”, mencionada em 2 Tessalonicenses 2:9-11.</p>
<p>A ignorância é a mãe das “desvirtudes” (peço licença para uso do neologismo) e, nas poucas vezes que acessei o site de tal “ministério apologético”, percebi que ela (a ignorância) é “idolatrada” também por tal oponente. Só Deus sabe se ele presta esse falso “culto” motivado pelo ódio, e/ou ignorância quanto a existência de fontes primárias, e das respostas adventistas já publicadas a questionamentos que ele toma emprestado de outros críticos. Não posso julgar (Mt 7:1, 2).</p>
<p>Não vou me ater à “exegese” (interpretação) proposta pelo autor em torno de 2 Tessalonicenses 2:9-11, pois, ela é tão descabida que não há um comentarista sério (e nem os tão sérios assim&#8230;) que aceite um absurdo interpretativo daquele calibre. Vou me deter nas distorções históricas e doutrinárias para que você, leitor, avalie por si mesmo o grau de conhecimento histórico dos inimigos de Ellen White e conclua se eles são realmente dignos de algum crédito.</p>
<p><strong><em>BOLA FORA</em> – PARTE 1</strong></p>
<p><em>Se a precisão histórica de tal apologista fosse tão aguçada quanto seu zelo contra o adventismo</em>, ele teria tido contato com literatura produzida oficialmente pela Igreja Adventista, para que a pesquisa dele fosse digna de confiança. Veja a seguir as ousadas “considerações” do MCA e os tremendos “bolas-fora” da parte do referido escritor:</p>
<p><strong>Ao considerar</strong> que <em>“Ellen White se desviou de uma igreja cristã! (Hb 6.1-5; 1 Jo 2.19)”</em>, ele deveria ter informado seus leitores que ela saiu do metodismo por ter abraçado algumas verdades adicionais, porém, <em>jamais abandonou a fé cristã</em>. Além disso, a compreensão adventista sobre a justificação pela fé é mais parecida com a apresentada por Wesley – e isso, obviamente, teve influência de Ellen White que, mesmo sendo co-fundadora do adventismo, <strong>nunca</strong> abandonou, por exemplo, a doutrina da Salvação pela graça que havia aprendido em sua antiga denominação.</p>
<p>Na nova igreja, através do estudo da Bíblia e inspiração de Deus, ela aperfeiçoou os próprios conceitos. Aperfeiçoar a própria teologia pode fazer parte da experiência de vida de qualquer pessoa que tenha a mente aberta e disposta a mudar seus conceitos. Nada há de errado nisso, desde que a Bíblia influencie tais mudanças.</p>
<p>Bastaria uma leitura do livro <strong><em>Caminho a Cristo </em></strong>e um breve estudo sobre o <em>“Desenvolvimento das Doutrinas Adventistas”</em> para evitar tamanha distorção. Com a leitura desse livro e de um estudo sobre desenvolvimento das doutrinas adventistas, o autor teria percebido que Ellen White jamais abandonou a doutrina metodista da salvação pela fé e importância de uma vida santificada em Cristo (1Co 1:2; Rm 6:22; Rm 6:22).</p>
<p><strong>Ao considerar</strong> que <em>“Ellen White não se importou com advertência de Jesus em Mt 24.36! (Lc 21.8)</em> o referido apologista deveria ter informado que Ellen White <strong>nunca</strong> marcou datas para a volta de Jesus. Foi o batista Guilherme Miller quem marcou um período para a volta de Cristo (1843) e, posteriormente, o evangélico Samuel Snow (22 de outubro de 1844), quem se aventuraram nessa área.</p>
<p>Ellen White fez parte do grupo que creu nas pregações de Miller e que ficou decepcionado por Cristo não ter voltado no momento estipulado. Todavia, por causa de tal amarga experiência e <strong>depois </strong>que foi chamada por Deus para ser profetisa, foi contra qualquer tentativa de se marcar datas para a volta de Cristo. Apenas uma leitura do livro <strong><em>Mensagens Escolhidas</em>, <em>vol. 1</em> </strong>teria ajudado o oponente a evitar tamanho deslize. Na página 188 ela escreveu: <em>“Progredíssemos nós em conhecimento espiritual, e veríamos a verdade se desenvolvendo e expandindo em sentidos com que mal temos sonhado, porém ela jamais se desenvolverá em quaisquer direções que nos levem a imaginar que podemos saber os tempos e as estações que o Pai estabeleceu por Seu próprio poder. Tenho sido repetidamente advertida com referência a marcar tempo. Nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada em tempo. <strong>Não devemos saber o tempo definido nem para o derramamento do Espírito Santo nem para a vinda de Cristo</strong>.”</em></p>
<p><strong>Ao considerar</strong> que Ellen White era falsa por que <em>“[...] conviveu e comungou com arianos que blasfemaram contra a doutrina da Trindade… (Jd 4)”</em>, ele desconsiderou que o adventismo era composto por pessoas de <strong>várias </strong>confissões religiosas e que, portanto, é natural que, <strong>no processo formativo</strong>, houvesse entre o movimento pessoas que não partilhavam de todas as doutrinas.</p>
<p>Se o oponente tivesse feito uma leitura do livro <strong><em>Em Busca de Identidade</em></strong>, do historiador adventista George Knight, teria compreendido melhor o processo formativo da doutrina da Trindade no adventismo. Além disso, se ele realmente estivesse preocupado em informar o seu publico, não teria sido tão seletivo a ponto de não informar que Ellen White era trinitariana e acreditava na Divindade de Cristo. E não poderia ser diferente, pois, ela veio do metodismo.</p>
<p>Uma leitura do livro <strong><em>Evangelismo</em>, págs. 613-617</strong> também teria ajudado, bem como a citação da Sra. White em <strong><em>O Desejado de Todas as Nações</em></strong>, <strong>p. 530</strong>, onde ela afirma que “em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada”.</p>
<p>Não merece maiores comentários o absurdo preconceito que ele manifestou, ao insinuar que não podemos conviver com pessoas que pensam diferente de nós. Com base nisso, alguém poderia pensar (e com razão) se o Ministério Cristão Apologético (MCA) não estaria tendo um comportamento nada cristão ao fazer “acepção de pessoas” (Rm 2:11).</p>
<p><strong>Ao considerar</strong> que <em>“Ellen White disse absurdos que hoje são omitidos de seus livros.”</em>, o MCA poderia ter informado os leitores <strong>quais são esses absurdos</strong>, para que sua afirmação não ficasse tão vaga, e para que isso pudesse ser verificado por cada leitor.</p>
<p><strong>Ao considerar</strong> que <em>“Ellen White plagiou muitos de seus livros [...]”</em>, fica evidente que o autor não conhece (ou desconsiderou) que <strong><em>a própria profetisa reconheceu que fez uso de outras fontes para expressar melhor os conceitos que Deus revelou para ela em visão</em></strong> – assim como o fizeram, por exemplo, os profetas bíblicos (canônicos) Lucas (Lc 1:1-4) e Judas (1:9; 14, 15). Bastaria a leitura da <strong>introdução</strong> do livro <strong><em>O Grande Conflito</em></strong> para comprovar que ela <strong>nunca</strong> afirmou que tudo o que ela usou em seus livros eram de sua autoria:</p>
<p><em>“Os grandes acontecimentos que assinalaram o progresso da Reforma nas épocas passadas, constituem assunto da História [...] Esta história apresentei-a de maneira breve [...] <strong>Em alguns casos em que algum historiador agrupou os fatos de tal modo a proporcionar [...] uma visão compreensiva do assunto, resumiu convenientemente os pormenores, ou suas palavras foram citadas textualmente; nalguns outros casos, porém, não se nomeou o autor, visto como as transcrições não são feitas com o propósito de citar aquele escritor como autoridade, mas porque sua declaração provê uma apresentação do assunto, pronta e positiva</strong>.”</em></p>
<p>Muito estranho um plagiador reconhecer que fez uso de fontes fidedignas e até mesmo recomendar em outras ocasiões que as pessoas lessem tais fontes!</p>
<p>Além disso, o MCA não informou aos internautas que o Patrimônio Literário Ellen G. White, órgão oficial da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, <strong>há 32 anos anos</strong> elaborou uma resposta às acusações de plágio vindas de Walter Rea. Tal documento está disponível no site do Centro de Pesquisas EGW no Brasil e você poderá acessá-lo clicando <a href="http://www.centrowhite.org.br/textos.pdf/02/referência_8a.pdf">aqui</a></p>
<p><strong><em>BOLA FORA</em> – PARTE 2</strong></p>
<p><strong>Ao considerar</strong> que <em>“Ellen White foi umas das pessoas que mais chamaram O Dia do Senhor de marca da Besta demoníaca… (Ap 1.10)</em> o oponente demonstrou mais uma vez desconhecimento da real posição do adventismo – agora, a respeito do domingo e a marca da besta. Apenas uma leitura do livro <strong><em>O Grande Conflito</em></strong>, <strong>páginas 443 e 459</strong>, seria suficiente para mostrar que Ellen White crê que o domingo <strong>será </strong>a marca da besta e não que <strong>é</strong>. A autora até mesmo diz que muitos observadores sinceros do domingo serão salvos por que viveram de acordo com a luz que receberam. Confira-se tais declarações na íntegra clicando <a href="/http://novotempo.com/namiradaverdade/2011/06/02/os-adventistas-ensinam-que-os-observadores-do-domingo-tem-o-sinal-besta/">aqui</a>.</p>
<p><strong>Ao considerar</strong> que “<em>Ellen White aceitou ser considerada uma mensageira inspirada para o tempo do fim! (Jr 23.16)”</em>, o autor demonstrou total desconhecimento da opinião particular de Ellen White sobre a missão dela. Apesar de ela ter aceitado o dom profético, jamais usou isso como motivo de orgulho pessoal e muito menos afirmou que ela era <strong>a</strong> profetisa para o tempo do fim.</p>
<p>Se o apologista do MCA tivesse lido <strong><em>Mensagens Escolhidas, vol. I</em>, págs. 31-35</strong> saberia que ela não fazia questão de “alardear” sobre seus dons espirituais, como o fazem os atuais falsos ensinadores. Além disso, se o oponente conhecesse o comentário dela a respeito de Atos 2:17, 18, por exemplo, teria informado seus leitores de que Ellen White acreditava na abrangência do dom profético, não sendo, portanto, a única a recebê-lo (Pode ser que no tempo do fim, tenha sido a última com as qualificações dela. Não o sabemos. Só o tempo dirá).</p>
<p><strong>Ao considerar</strong> que <em>“Ellen White canonizou uma doutrina que ensina que o Senhor Jesus entrou no Santíssimo apenas em 1844. (Hb 9.24,25)”</em>, o referido ministério apologético teria evitado mais uma distorção se tivesse consultado a tese doutoral de Alberto Timm, intitulada <strong><em>O Santuário e as Três Mensagens Angélicas: Fatores Integrativos no Desenvolvimento das Doutrinas Adventistas</em></strong>, disponível em português pela Imprensa Universitária Adventista (Unaspress).</p>
<p>A referida obra mostra que a doutrina do santuário passou por quatro períodos na história adventista, que começa a partir de 1844 e vai até os nossos dias. Esse reducionismo histórico-doutrinal por parte do MCA não levou em conta todo o processo formativo da referida doutrina pelo desconhecimento de uma importante obra sobre o assunto, como a de Alberto Timm.</p>
<p>Pioneiros adventistas como J.N. Andrews, Tiago White e Urias Smith, por exemplo, elaboraram a teologia da referida doutrina <strong>apenas com base no estudo da Bíblia</strong>, pois, o uso abundante das Escrituras era uma característica marcante do adventismo naquele período.<strong> </strong></p>
<p>Desse modo, em hipótese alguma foi necessária uma “canonização” por parte de Ellen White para que a teologia do Santuário se tornasse parte do adventismo. Se ela tivesse estabelecido tal doutrina, a igreja não teria, décadas após a morte dela, produzido literatura abalizada, como a série de sete volumes produzida pelo Bibical Research Institute, para analisar de maneira mais exegética as implicações da doutrina do santuário para toda teologia adventista.</p>
<p>É importante destacar que as visões da profetisa apenas <strong>confirmaram</strong> as descobertas que os pioneiros <strong>haviam feito na Bíblia</strong>. Se o responsável pelo MCA tivesse consultado a obra <strong><em>Mensageira do Senhor</em></strong>, de Herbert E. Douglass, <strong>p. 171</strong>, teria evitado mais um deslize histórico, ao ser informado de que no período de formação doutrinária, os adventistas passavam dias e noites inteiras <strong>estudando a Bíblia</strong> <strong>e não os escritos de Ellen White</strong>, para estabelecer suas crenças fundamentais.</p>
<p>Apenas quando os pioneiros se encontravam diante de um impasse, cada um com uma opinião diferente sobre um assunto, Ellen White recebia uma visão para confirmar se a opinião do irmão A, B ou C estava correta. <strong>Nunca</strong> doutrinas “dela” estiveram em discussão, pois, todo conhecimento doutrinário era fruto do estudo das Escrituras.</p>
<p>Outro detalhe: apesar de nós adventistas crermos que Jesus começou outra fase de Sua obra sumo sacerdotal no santuário celestial (Hb 8:1, 2; 4:14-16) em 1844 (temos como base o cálculo da profecia das 70 semanas de Daniel 9 e 8:14), não cremos que Ele ficou “trancafiado” no lugar santo até esse período, como alega o oponente. Desse modo, seria importante que o MCA apresentasse alguma fonte adventista que afirme ter Cristo ficado “preso” no lugar santo do santuário, sem acesso algum ao lugar santíssimo, até 1844.</p>
<p><strong>Ao considerar </strong>que <em>“Ellen White ensina que satanás levará por fim a punição dos pecados dos salvos. (Is 53.5)”</em>, o MCA não informou seus leitores de que crença de que o bode Azazel é um símbolo do Diabo, que será punido e responsabilizado pelos pecados que levou os outros a cometerem, é uma crença compartilhada por eruditos cristãos não adventistas.</p>
<p>Bastaria uma consulta ao livro <strong><em>Questões Sobre Doutrina</em>, p. 284-287</strong> para verificar uma lista com <strong>dezenas</strong> de estudiosos não adventistas, entre eles J. Russel H Howden (anglicano), Samuel M. Zwemer (presbiteriano), E. W. Hengstenberg (luterano), J.B. Rotherham (de uma igreja chamada Discípulos de Cristo), Guilherme Jenks (congregacionalista), William Milligan, James Hastings e William Smith (presbiterianos), John M’ Clintock e James Strong (metodistas), etc.</p>
<p>Por que o MCA não considera tais eruditos como “hereges”, sendo que pensam de modo parecido (não igual) com Ellen White? Estaria o seu preconceito contra o adventismo ofuscando a sua objetividade?</p>
<p><strong>Ao considerar</strong> que <em>“Ellen White chamou as falsas profecias dos adventistas de acontecimentos Bíblicos.”</em>, o Ministério Cristão Apologético (MCA) continuou demonstrando total desconhecimento da história adventista e seu uso precário de fontes primárias. Bastaria uma leitura do livro <strong><em>História do Adventismo</em></strong>, de C. Merwyn Maxwell para ele perceber que os adventistas nunca fizeram “profecias”, como ele afirma. Faltou por parte do MCA uma explicação melhor do que seriam tais “profecias” feitas pelos adventistas e quais delas foram chamadas por Ellen White de “acontecimentos bíblicos”. Será que ele confundiu <strong>conclusões doutrinárias </strong>com <strong>predições proféticas</strong>? É difícil de imaginar que alguém que se propõe a defender ardorosamente a fé cristã possa ser ignorante quanto ao assunto e não saiba diferenciar <em>opiniões teológicas</em> de <em>profecias</em>. Não creio que isso tenha ocorrido, mas, há possibilidade.</p>
<p><strong><em>BOLA FORA</em> – PARTE 3</strong></p>
<p>E os bolas-fora do MCA não terminaram.</p>
<p><strong>Ao considerar </strong>que<em> “Ellen White ensinou que a porta da salvação ficou fechada de 1844 até 1851” </em>o MCA prestou mais um desserviço aos leitores de seu site. Se ele tivesse se informado da existência de uma carta de Ellen White escrita em 1874 a J. N. Loughborough, teria visto que ela mesma se defende desse tipo de falsa acusação propagada pelos críticos desinformados. O fato de Ellen White ter esclarecido a questão <strong>há 138 anos</strong> prova que esse e outros críticos da Sra. White estão bem “atrasados” e desatualizados.</p>
<p>Na referida carta ela escreveu: <em>“[...] Nunca tive, porém, uma visão de que pecadores não mais se converteriam. E sinto-me livre para declarar que ninguém nunca me ouviu dizer ou leu de minha pena declarações que os justifiquem [os críticos] nas acusações que têm feito contra mim nesse ponto [...] Jamais declarei ou escrevi que o mundo estava condenado ou reprovado. Nunca, sob nenhuma circunstância, empreguei tal linguagem para com alguém, por mais pecador que fosse [...]”.</em></p>
<p>Bastaria uma leitura do Sumário a respeito do assunto, no livro <strong><em>Mensageira do Senhor</em>, p. 509</strong>, para constatar que Ellen White empregou o termo “porta fechada” como uma expressão para descrever o que aconteceu no Céu em 22 de outubro de 1844: Cristo fechou <em>a porta do lugar santo</em> do santuário celestial em 1844 e abriu a porta do lugar santíssimo para iniciar Seu ministério Sumo Sacerdotal.</p>
<p><strong>Ao considerar</strong> que <em>“Ellen White considerou ALGUMAS RAÇAS de pessoas, que são imagem de Deus, sendo resultado de cruzamentos de animais com pessoas”</em>, o autor só evidenciou seu doentio preconceito contra a profetisa adventista, ao acusa-la de racismo.</p>
<p>Apenas uma leitura do já citado <strong><em>Mensageira do Senhor</em>, págs. 214-216</strong>, seria suficiente para descobrir que em 1891, 1895 e 1896, através de artigos publicados na “Review and Herald”, ela estimulou os esforços educacionais e evangelísticos em favor dos negros e deu origem a uma obra na qual seu próprio filho, Tiago Edson, tomou parte ativa.</p>
<p>Para o trabalho ser possível, Edson produziu um livro que seria usado para (1) levantar fundos (2) ensinar analfabetos a ler e (3) ensinar as verdades bíblicas em linguagem simples. Ele fazia uso de um barco (conhecido como Morning Star) para evangelizar os descendentes dos escravos em lugares que viviam em lugares menos favorecidos.</p>
<p>Além de enviar missionários para que trabalhassem entre as comunidades negras, a Sra. White exaltou o valor de todas as raças diante de Deus:</p>
<p><em>“<strong>O nome do negro está escrito no livro da vida, junto do nome do branco</strong>. <strong>Todos são um em Cristo</strong>. O nascimento, a posição, nacionalidade <strong>ou cor</strong> não podem elevar nem degradar os homens. O caráter é que faz o homem. <strong>Se um pele-vermelha, um chinês ou africano rende o coração a Deus em obediência e fé, Jesus não o ama menos por causa de sua cor</strong>. Chama-lhe Seu irmão muito amado”</em> (“The Southern Work”, pág. 8. Escrito em 20 de março de 1891.</p>
<p>Ela afirmou que os que <strong><em>“menosprezam um irmão por causa de sua cor estão menosprezando a Cristo”</em></strong> (Citado em “Mensageira do Senhor”, p. 214).</p>
<p>Tais fatos provam que <strong>Ellen nunca foi racista</strong>. Sua dedicação e também a de seu filho no auxílio dos negros menos favorecidos são uma prova irrefutável de que ela tinha um forte senso de missão e obedecia a Romanos 2:11, não fazendo acepção de pessoas.</p>
<p>O MCA também está insinuando com tal acusação que Ellen White “ensinou” ser possível a “amalgamação” (mistura) de homens e animais para o surgimento de “novas espécies”. O leitor que quiser fazer um estudo sério sobre o uso que ela faz do termo “amalgamação” em se livro <em>Spiritual Gifts</em>, vol. 3, pág. 64, poderá acessar uma análise fidedigna clicando <a href="http://www.centrowhite.org.br/interna.asp?id=046#1_amal">aqui</a>.</p>
<p>O centrowhite.org.br pertence a um órgão oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, de modo que o internauta poderá ter informações em fontes de primeira mão, ao invés de apoiar-se em fontes de “segunda mão”, como o faz o referido ministério apologético.</p>
<p><strong><em>BOLA FORA</em> – PARTE 4</strong></p>
<p>Quando pensei que o Ministério “Cristão” Apologético (MCA) tinha chegado ao seu limite no número de distorções históricas e doutrinárias, me enganei. No restante de seu infeliz artigo, Luciano continuou desconsiderando – por ignorância ou má fé, Deus o sabe – as fontes primárias e as respostas adventistas aos questionamentos que ele pegou emprestado de outros críticos mais desinformados ainda.</p>
<p><strong>Antes de considerar</strong> que <em>“Ellen White ensinou que a salvação na ‘angústia final’ ou grande tribulação, será pela guarda do sábado”</em>, ele deveria ter feito uma leitura do capítulo “Nossa Única Salvaguarda”, do livro <strong><em>O Grande Conflito</em></strong>, para saber que a proteção do crente no desfecho final do Grande Conflito não está apenas na observância dos mandamentos de Deus (são importantes, como demonstração de fidelidade e sinal de identificação, como lemos em Apocalipse 12:17 e 14:12), mas, <strong>em aceitar o conjunto das Escrituras</strong>.</p>
<p>Lamentavelmente o MCA empregou um reducionismo teológico insustentável em sua “leitura” de Ellen White, como pode ser comprovado pelas citações a seguir do capítulo supracitado:</p>
<p><em>“O povo de Deus é encaminhado <strong>às Santas Escrituras</strong> como salvaguarda contra a influência dos falsos ensinadores e poder ilusório dos espíritos das trevas”</em> (pág. 593)</p>
<p><em>“Pessoa alguma, a não ser os que fortaleceram o espírito <strong>com as verdades das Escrituras</strong>, poderá resistir no último grande conflito”</em> (Ibidem)</p>
<p>Mais lamentável ainda é que ministérios apologéticos como o MCA, CACP (Centro Apologético Cristão de Pesquisas) e ICP (Instituto Cristão de Pesquisas) continuem levando aos seus leitores informações tão distorcidas sobre os adventistas. Informações que contribuem para que o reino do “pai da mentira” (Jo 8:44) dure por mais tempo nesse mundo tenebroso.</p>
<p><strong>Antes de considerar</strong> que <em>“Ellen White estava suscetível ao espiritismo, visto que tinha ‘alucinações’ (visões e sonhos) intermináveis”</em>, o autor poderia ter lido sobre a experiência que Ellen White teve com um hipnotizador, onde ela mostrou não ser susceptível a poderes espíritas, e sim ao poder do Espírito Santo. Caso o responsável pelo MCA tivesse lido o livro <strong><em>Mente, Caráter e Personalidade, vol. 2, págs. 719 e 720</em> </strong>para comprovar que as tentativas de um médico mesmerista (nome que, na época, era relacionado à hipnose) <strong>em nada</strong> afetaram a profetisa, não teria feito mais uma afirmação insustentável.</p>
<p>Além disso, a leitura de uma breve biografia da autora adventista, disponível <a href="http://centrowhite.org.br/interna.asp?id=006">aqui</a>, seria o bastante para comprovar que as visões e sonhos de Ellen White não foram “intermináveis”, como alega o MCA. Na verdade foi um total de aproximadamente 2000 sonhos e visões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONCLUSÕES INFELIZES</strong></p>
<p>Depois de todas as suas “considerações”, frutos de seu preconceito e total desinformação, o autor do lançou a pergunta: <em>“Poderia o ministério de Ellen White ser uma ‘operação do erro’ de Satanás?”</em> Em seguida, apresentou as seguintes conclusões:</p>
<p><em>Considerando o que a Bíblia diz “A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira [...]” 2 Tessalonicenses 2:9-11</em></p>
<p><em>&#8230; Poderíamos propor que esse ministério profético/místico que surgiu em torno dessa senhora iludida, pode ser sim, uma operação do erro que Deus enviaria para as pessoas que não aceitam Sua Palavra, Sua Verdade. A operação que Satanás teria liberdade de fazer de caráter religioso.</em></p>
<p><em>Acredito que meus amigos adventistas não se sentirão ofendidos com essa possibilidade, na verdade probabilidade. Pois é por amor, que temos postado isso. Aos irmãos ‘adventistas’, salvos por Cristo, que estão libertos desse ‘espírito’, mas ainda estão na IASD. Que sejam corajosos em ajudar outros a se libertarem de Ellen White.</em> (Disponível em: <a href="http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/poderia-o-ministerio-de-ellen-white-ser.html">http://mcapologetico.blogspot.com/2011/10/poderia-o-ministerio-de-ellen-white-ser.html</a> Acessado em: 23/01/2012).</p>
<p>Não fica difícil percebermos que, se a abordagem dele ao longo de seu post foi infeliz, as conclusões que ele apresentou não podem ser diferentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONCLUSÕES ÓBVIAS</strong></p>
<p><strong>Considerando que&#8230;</strong>  O Ministério Cristão Apologético (MCA) demonstrou ser bem desinformado em relação à história do adventismo e à compreensão adventista sobre o dom profético dado a Ellen White (entre outros assuntos), conclui-se que <strong>o responsável por esse ministério deveria ter sido mais responsável</strong> na utilização fontes primárias e literatura adventista oficial. Assim, não teria prestando tamanho desserviço ao seu público que, por causa da sua pesquisa precária, não teve acesso às informações fidedignas e realmente comprovadas.</p>
<p>Além disso, após esses esclarecimentos, o leitor pode facilmente ser tentado a questionar a precisão de todos os demais artigos do MCA, que atacam outras religiões. Não estariam os outros movimentos considerados “sectários” também tendo sua história e doutrinas distorcidas abertamente como fruto da ignorância e pouco e/ou mau uso de fontes primárias?</p>
<p>Para finalizar, aplico à atitude do oponente as palavras de Alberto Timm, em sua réplica ao livro “Seitas Proféticas”, de outro crítico desinformado, Tácito da Gama Leite Filho:</p>
<p><em>“Esperar que um apologista não-adventista concordasse com a compreensão das doutrinas bíblicas dessa Igreja seria, obviamente, exigir demais de tal pessoa. Mas quando fatos históricos são distorcidos, a realidade é diferente. No mundo das modernas comunicações e das fascinantes pesquisas científicas, é inaceitável que um historiador contemporâneo </em>[ou que se propõe a ser um] <em>ainda se permita desconhecer fontes primárias existentes, comprometendo assim não apenas sua reputação e da editora que publicou a obra </em>[nesse caso, do site do MCA que publicou tais distorções], <em>mas também a da Universidade em que obteve sua formação acadêmica, e a da denominação religiosa a que pertence.” </em>(Alberto R. Timm, “A Bem da Verdade”. Revista O Ministério Adventista, julho-agosto 1997, pág. 27).</p>
<p>Oro para que o responsável pelo referido ministério apologético pense nisso com espírito de oração, e permita o Espírito falar-lhe à consciência para que não continue a propagar distorções em relação ao adventismo e, consequentemente, persista na transgressão conscienciosa do 9º mandamento da Lei de Deus, que ordena: <strong><em>“Não dirás falso testemunho contra o teu próximo”</em></strong> (Ex 20:10).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em 06/03 o programa voltará a ser transmitido ao vivo!</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 20:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leandroquadros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recados]]></category>
		<category><![CDATA[Livro Na Mira da Verdade]]></category>
		<category><![CDATA[site www.leandroquadros.com.br]]></category>
		<category><![CDATA[Volta do programa ao vivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia esse recado de seu amigo e irmão Leandro Quadros para você.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/02/29/em-0603-o-programa-voltara-a-ser-transmitido-ao-vivo/dvd-na-mira/" rel="attachment wp-att-1285"><img class="alignleft size-medium wp-image-1285" title="DVD Na Mira" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/02/DVD-Na-Mira-235x125.jpg" alt="" width="235" height="125" /></a>Olá, amigas e amigos blogueiros!</p>
<p>Estarei chegando amanhã, quinta-feira, 01/03/2012, à Jacareí, SP. Tenho alguns posts para concluir e, pela graça de Deus, nesse ano postarei muito mais artigos e respostas para que vocês possam conhecer ainda mais a Palavra de Deus, e defendê-la (1Pe 3:15) das heresias que se propagam diariamente (Jd 1:3, 4).</p>
<p>Foram praticamente dois meses de estudos aqui na Argentina. Nesse período pude aprender muitas coisas novas e espero ter a graça de repartir isso com vocês, tanto pela TV, rádio, blog, facebook, twitter&#8230; Quero pedir que orem pelos projetos do programa para este ano.</p>
<p>Aparticipação de vocês com vossas orações e palavras amigas são de um <strong>imenso</strong> valor para Tito e eu. Sabem que nossa vida tem um brilho especial pela vossa presença.</p>
<p>Não esqueçam também de curtir nossa página no Facebook, seguir-nos no twitter e de estudar as questões polêmicas com o auxílio do livro “Na Mira da Verdade”, publicado há pouco tempo e disponível para aquisição no site <a href="http://www.leandroquadros.com.br">www.leandroquadros.com.br</a></p>
<p><strong>Ajudem-nos na divulgação do site do livro</strong>, para que muitas outras pessoas tenham a oportunidade de conhecer as doutrinas bíblicas que seguimos e amamos.</p>
<p>Bom, vou me despedir por aqui. Vim dar-lhes esse recado por que estou com muitas saudades de nossos contatos e por que, claro, de certa maneira, fazem parte da minha vida.</p>
<p>Não esqueçam também de orar por essa nossa viagem de retorno, ok?</p>
<p>Um grande abraço e, lembrem-se: <em>“sempre que vocês tiverem a coragem de perguntar, a Bíblia terá a coragem de lhes responder”. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Todas as doutrinas da Bíblia são importantes</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 19:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leandroquadros</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alberto R. Timm]]></category>
		<category><![CDATA[antinomismo]]></category>
		<category><![CDATA[antinomistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Sábado]]></category>
		<category><![CDATA[sábado bíblico e sua relação com o santuário]]></category>
		<category><![CDATA[Santuário celestial]]></category>
		<category><![CDATA[todas as verdades da Bíblia]]></category>
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		<description><![CDATA[Não tem como escolhermos algumas doutrinas bíblicas e deixarmos outras de lado, como se isso não fosse afetar a nossa vida espiritual e a caminhada com Cristo (Mt 7:21-23). Veja a seguir.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1274" class="wp-caption alignleft" style="width: 276px"><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/02/05/todas-as-doutrinas-da-biblia-sao-importantes/criancas-lendo-a-biblia/" rel="attachment wp-att-1274"><img class="size-full wp-image-1274" title="Crianças lendo a Bíblia" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/02/Crianças-lendo-a-Bíblia.png" alt="" width="266" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">O princípio de &quot;Toda a Escritura&quot; sempre foi o lema da Reforma Protestante do século 16. Parece que isso está se perdendo em nossos dias.</p></div>
<p>Estou fazendo (05/02/2012) um trabalho de Mestrado em que devo apresentar um mínimo de 10 páginas.</p>
<p>Como o requisito é uma resenha crítica do livro <em>“O Santuário e as Três Mensagens Angélicas – Fatores Integrativos no Desenvolvimento das Doutrinas Adventistas”</em>, que é a tese doutoral defendida pelo meu amigo e orientador Alberto R. Timm, gostaria de repartir com você um argumento de um pioneiro adventista transcrito nessa tese. Nele, o autor adventista R. F. Cottrell defende a doutrina da observância do sábado. Veja que interessante a análise feita por ele em 1854:</p>
<p><em>“[...] ninguém rejeitaria o santuário da Bíblia” se o lugar santíssimo “não contivesse a arca”; e “a arca não seria motivo de objeção, se não contivese as tábuas do concerto; e essas não seriam objetadas se tivessem apenas nove mandamentos” </em>(Tim, <em>O Santuário e as Três Mensagens Angélicas</em> [Engenheiro Coelho, SP: Imprensa Universitária Adventista, 2002], p. 212).</p>
<p>Isso diz muita coisa, principalmente que <strong>a rejeição de uma doutrina leva à rejeição de outras</strong>. E isso, muitas vezes, por causa de nossas conveniências pecaminosas, o que levará o indivíduo ao desastre na vida espiritual (Tg 2:10-12; 2:26).</p>
<p>Alguns anos depois, em 1863, Cottrell afirmou: <em>“[...] se o santuário</em> [celestial – ver Hb 8:1, 2; 4:14-16] <em>não pode ser destruído, o sábado não pode ser atingido”.</em> E isso, apesar das objeções que tal doutrina bíblica tem recebido (Ver Gn 2:1-3; Ex 20:8-11; Mt 24:20; Mc 2:27, 28; At 16:13; Ap 14:6, 7 e 12).</p>
<p>De acordo com Cottrell, como os antinomistas (os que são contra a validade da Lei) não podem subir até o céu para destruir “o vedadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb 8:2), a doutrina do sábado, que relembra-nos do Deus Criador (Ex 20:8-11) e Salvador (Dt 5:12-15), permanecerá inabalável para sempre! (Is 66:22, 23).</p>
<p>Reflita com carinho nessas citações e veja se, no momento, não adota uma postura como essa, descrita acima na primeira citação, amigo(a) leitor(a).</p>
<p>Recomendo a leitura dessa obra do Dr. Timm, disponível para aquisição no site da Imprensa Universitária Adventista (Unaspress): <a href="http://unaspress.unasp-ec.com/">http://unaspress.unasp-ec.com</a> É um excelente material para sua biblioteca!</p>
<p>Nele você terá um conhecimento sólido do desenvolvimento das doutrinas distintivas adventistas e dos argumentos dos pioneiros para defender as verdades que ensinamos, centralizadas, claro, na Pessoa de Cristo. Afinal, <em>“[...] ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo”</em> (1Co 3:11. Veja também Ef 2:20).</p>
<p>Um abraço carinhoso!</p>
<p><a href="http://www.leandroquadros.com.br">www.leandroquadros.com.br</a>
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		</item>
		<item>
		<title>O Salmo 118 e a “observância” do domingo</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 03:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leandroquadros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apologia]]></category>
		<category><![CDATA[Textos difíceis]]></category>
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		<category><![CDATA[domingo]]></category>
		<category><![CDATA[falso dia de guarda]]></category>
		<category><![CDATA[observância do domingo]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro dia da semana]]></category>
		<category><![CDATA[Sábado]]></category>
		<category><![CDATA[Salmo 118 e o domingo]]></category>
		<category><![CDATA[Salmo 118:22-24]]></category>
		<category><![CDATA[sétimo dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Você acredita que Davi, autor dos Salmos Sabáticos, possa ter escrito sobre o domingo no Salmo 118:22-24? Confira você mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1271" class="wp-caption alignleft" style="width: 289px"><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/01/15/o-salmo-118-e-a-%e2%80%9cobservancia%e2%80%9d-do-domingo/bu009713/" rel="attachment wp-att-1271"><img class="size-large wp-image-1271" title="BU009713" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/01/Calend%C3%A1rio-279x280.jpg" alt="" width="279" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Você observa um dia de guarda por que &quot;Assim pediu o Senhor&quot; (Ex 20:8-11) ou por que &quot;Assim disse seu líder religioso?&quot;</p></div>
<p><em>“A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular. Isso vem do Senhor, e é algo maravilhoso para nós. <strong>Este é o</strong> <strong>dia</strong> em que o Senhor agiu; alegremo-nos e exultemos neste dia.” </em>(Nova Versão Internacional, grifo acrescentado).</p>
<p>Há muito tempo vários defensores da observância do primeiro dia da semana têm forçado o Salmo 118:22-24 a dizer o que ele não quer.</p>
<p>Afirmam tais estudiosos que o “<strong>dia </strong>em que o Senhor agiu” é uma referência ao dia da ressurreição de Jesus (domingo) e que, portanto, o salmista estaria profetizando a mudança do dia de guarda.</p>
<p>Entretanto, é impossível imaginar que Davi estivesse fazendo uma profecia sobre algo contrário ao que Jesus mesmo disse em <strong>Mateus 5:17-19</strong>. O Salvador garantiu que Ele não veio para mudar a Lei, tornando assim o plano de salvação algo incoerente (por que pagar a dívida por nossa desobediência a uma Lei que pode ser mudada?)</p>
<p>Ele veio para <em>cumprir</em> a Lei (que nesse texto se refere aos escritos de Moisés) no sentido de dar a ela o seu <strong>verdadeiro significado e mostrar a amplitude espiritual dela</strong>. Esse é o significado do termo grego para “cumprir” (<em>pleroo</em>).</p>
<p>Além disso, é de estranhar que Davi, um observador do sábado, <strong>que</strong> <strong>até compôs o que conhecemos como Salmos Sabáticos </strong>(do número 92 a 100), tenha profetizado a mudança do dia de guarda.</p>
<p>Mais estranho ainda é ele não ter feito <strong>pelo menos um Salmo</strong> (ou hino) <strong>para “comemorar” a santidade do domingo! </strong>Não estou fazendo uso do chamado “argumento do silêncio”, mas, refletindo no comportamento do salmista diante do dia de guarda.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>NÃO É SÓ ISSO</strong></p>
<p>A seguir, apresentarei outras razões que nos levam a ter <strong>certeza</strong> de que o Salmo 118 não fala da observância do domingo. Elas foram extraídas do livro <em>Respostas a Objeções</em>, de Francis Nichol (Casa Publicadora Brasileira, 2004), p.p. 159-162:</p>
<p>1) Em nenhum lugar a Bíblia diz que Cristo tornou-se a “principal pedra angular” pelo ato de ressuscitar dos mortos;</p>
<p>2) O contexto de Colossenses 1:18 indica que, se algum ato está sendo focalizado, é a morte de Cristo, que ocorreu no sexto dia da semana (<strong>Nota:</strong> para serem mais coerentes com o próprio argumento em torno do Salmo 118, os observadores do domingo deveriam observar a sexta-feira);</p>
<p>3) É evidente que a declaração de Paulo em Efésios 1:22, a respeito da supremacia de Cristo sobre a igreja, não justifica a conclusão de que a aquisição de Sua supremacia ocorreu no domingo da ressurreição;</p>
<p>4) O grande plano da salvação depende de uma série de importantes eventos (não somente a ressurreição): a crucifixão e o segundo advento;</p>
<p>5) Um exame dos versos que precedem e seguem a passagem (Sl 118:22-24) revela que <strong>o salmista aqui está preocupado com o assunto amplo da salvação </strong>(e não com a observância do domingo). Assim diz o verso 21: &#8220;Render-te-ei graças porque me acudiste e foste a minha salvação&#8221;. Diz o verso 25: &#8220;Oh! Salva-nos, Senhor, nós te pedimos; oh! Senhor, concede-nos prosperidade!&#8221;. Compare o comentário de Pedro no Novo Testamento: <em>&#8220;Este Jesus é a pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação em nenhum outro&#8221;</em> (At 4:11, 12).</p>
<p>6) De acordo com o apóstolo Paulo (2Co 6:2), o “dia da salvação”, do qual os profetas tinham escrito, era o “agora” (decidir-se pela salvação HOJE), quando ele estava escrevendo à igreja de Corinto, muitos anos depois da ressurreição.</p>
<p>7) O paralelo do Salmo 118:22-24 é com João 8:56. Veja:</p>
<p><em>“Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”</em></p>
<p><em>“Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o Meu dia, viu-o e regozijou-se.</em></p>
<p>O paralelismo é perfeito. Aqui vemos que Abraão, com olhar profético, antecipou o próprio tempo em que Cristo estaria diante dos homens para lhes oferecer a salvação e “regozijou-se”. Evidentemente, o “dia da salvação”, segundo esse texto paralelo, começou <strong>antes da ressurreição</strong>.</p>
<p>A conclusão natural é que o Salmista está falando do <strong>dia da salvação</strong> que seria anunciado claramente pelo advento de nosso Senhor como o Salvador da humanidade.</p>
<p>E para encerrar, Francis Nichol continua: <em>“A Bíblia revela que Abraão ‘regozijou-se’ e ‘alegrou-se’ em relação ao ‘dia’ do qual falou o salmista. Há algum defensor do domingo tão corajoso a ponto de afirmar que Abraão guardou o domingo?” </em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>CONSELHO FINAL DESTE IRMÃO </strong></p>
<p>Aceite os fatos não por causa dos adventistas, mas, por causa do <strong>seu amor e respeito a Deus</strong> (Jo 14:15). E, medite no fato de Davi ter escritos os <strong>salmos sabáticos </strong>e não “salmos dominicais”.</p>
<p>Ah! Não se esqueça do que Jesus ensinou em Mateus 5:17-19. Isso evitará que sua mente divague em busca de novos “argumentos”, além dos que Deus já expos claramente nas Escrituras a respeito do assunto.</p>
<p>Um abraço e que “O Senhor do Sábado” (Mc 2:28; Mt 12:8) lhe abençoe e guarde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.leandroquadros.com.br/">www.leandroquadros.com.br</a></p>
<p>&nbsp;
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		<title>O Salmo 150 e o uso da percussão no louvor</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 14:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leandroquadros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[2 Crônicas 29:26]]></category>
		<category><![CDATA[adoração adventista]]></category>
		<category><![CDATA[bateria na igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Esdras 3:10]]></category>
		<category><![CDATA[liberais.]]></category>
		<category><![CDATA[louvor]]></category>
		<category><![CDATA[O Salmo 150 e a percussão]]></category>
		<category><![CDATA[salmo 150 e 2 Crônicas 29:25]]></category>
		<category><![CDATA[tradicionalistas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) deu uma importante contribuição a este blog, afim de que pudéssemos apresentar uma visão equilibrada quanto a presença ou não de instrumentos percussivos na adoração. Creio que a resposta será útil para nossa reflexão e uso do bom senso diante das opiniões daqueles que pensam diferente de nós.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2012/01/12/o-salmo-150-e-o-uso-da-percussao-no-louvor/cimbalo/" rel="attachment wp-att-1268"><img class="alignleft size-large wp-image-1268" title="Címbalo" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2012/01/C%C3%ADmbalo-376x280.jpg" alt="" width="376" height="280" /></a>“Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder. Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza. Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes. Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia!”</em> (Sl 150 &#8211; Almeida, Revista e Atualizada).</p>
<p>Certa vez, estive em uma igreja no estado do Paraná onde a percussão era usada de forma sábia e equilibrada. O instrumento era elétrico e não ocupava o lugar central da programação, de modo que, ao entrar na igreja, você não tinha a impressão de estar num show de rock. Todos os instrumentos eram tocados harmonicamente, de modo que todos pudemos desfrutar de um culto racional (Rm 12:2) e alegre ao mesmo tempo (Fp 4:4).</p>
<p>Porém, não vi a mesma coisa em uma universidade fora do Brasil. Lá eles não se preocuparam com a imagética religiosa e o impacto que certas imagens podem causar na mente das pessoas. Especialmente daqueles que vieram para a igreja depois de terem tido uma vivência marcante num ambiente secular (Não descartemos que há subjetividade nisso, pois, as pessoas respondem de maneira diferente à imagens religiosas ou instrumentais).</p>
<p>Em tal lugar que visitei há cerca de um ano (início de 2011), o instrumento percussivo ocupava o lugar do púlpito (passou a ser o objeto central) e, ao entrar naquela igreja universitária, a sensação que tive (reconheço que outros não teriam a mesma reação) é que não estava em um culto, mas, numa programação totalmente secular.</p>
<p>Talvez esse disparate seja um dos fatores que gere tanta controvérsia no meio adventista quando o assunto é percussão. Alguns assistem a um culto onde o instrumento percussivo é usado com bom senso e se perguntam: “qual o problema com a percussão?” Outros, ao se depararem com uma programação de sábado onde os instrumentistas parecem roqueiros e nem mesmo se preocupam com o tipo de vestimenta para se apresentar diante do Senhor, respondem: “há muito problema na percussão, pois, nossas igrejas estão se pentecostalizando por causa dela!” (Veja 1 Crônicas 15:27, onde Deus orienta também os músicos a não se vestirem de qualquer jeito, ao ministrarem e dirigirem o louvor)</p>
<p>Creio que os dois lados têm suas razões particulares perfeitamente justificáveis. Porém, não estou aqui para tomar partido nesse assunto. Sendo que meus telespectadores e ouvintes “me cobram” uma resposta a respeito, pensei: se não sou especialista “especialmente” nesse tema, de que maneira posso dar alguma contribuição? Cheguei à conclusão de que deveria consultar a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) – e foi o que fiz. Enviei um e-mail para os estudiosos dessa abençoada Instituição e pude contar com a intermediação do irmão Denis, da Secretaria de Tradução e Publicações, para manter contato com o Dr. Vilson Scholz, consultor de Traduções da SBB.</p>
<p>Fiz duas perguntas a ele e fui muito bem atendido. E, por se tratar da resposta mais equilibrada que já li sobre o assunto, irei publicá-la na íntegra, em forma de entrevista, com a devida autorização.</p>
<p><strong>ESCLARECIMENTOS</strong></p>
<p>Antes, permita-me fazer algumas observações muito importantes, para evitarmos mal-entendidos:</p>
<p>1) Não sou a favor de cultos no estilo pentecostal, os barulhentos, que não agradam ao Espírito Santo (Ef 4:30, 31). Isso <strong>nada</strong> tem a ver com os irmãos pentecostais, amigos queridos a quem <strong>amo</strong> com amor cristão;</p>
<p>2) Não sou liberal em questão de música. No momento (11/01/2012) estou na Argentina, e o culto conservador daqui me agrada bastante (não agrada alguns e eles devem ser <strong>respeitados</strong> por isso). Todavia, não creio ser correto opinar sobre a validade ou não de um instrumento na adoração <em>com base nos meus gostos pessoais</em>. Gostos particulares não deveriam ditar <em>o que é</em> e <em>o que não</em> é verdade, mas sim a Palavra de Deus (a não ser que sejamos relativistas).</p>
<p>3) Creio que <strong>toda a igreja</strong> deve decidir sobre o assunto em Comissão, devidamente nomeada, tendo a opinião de líderes e músicos consagrados. Mas, que isso não deve ocupar o primeiro lugar na lista de discussões, pois, a missão evangelística da igreja (Ap 14:6-12) não pode (e não o será) engessada por causa dessas questões.</p>
<p>4) <strong>Nunca</strong> pense que, por mais sincero que seja meu esforço em contribuir, estou expressando a voz da Igreja. Nossa denominação – graças a Deus – define assuntos teológicos e administrativos com base na opinião de muitas pessoas, seguindo o conselho de Provérbios 11:14: <em>“[...] na multidão de conselheiros, há segurança”</em>. Há pessoas <strong>bem mais</strong> gabaritadas que eu para abordar esse tipo de tema e, por isso, recomendo que utilize esse texto <strong>apenas</strong> como uma contribuição aos seus estudos.</p>
<p>5) Desse modo, não seja infantil em utilizar meu texto para tentar forçar os outros a aceitarem suas ideias, pois, esse não é o propósito desse artigo (e nem da resposta do Dr. Scholz).</p>
<p>6) Não entro em discussões acirradas sobre o tema por que meu foco é outro (lido com as heresias que são disparadas contra nossa igreja e o farei até quando Deus o permitir). Respeito quem pensa diferente e quero ser respeitado.</p>
<p>7) O Dr. Vilson Scholz respondeu a minha segunda pergunta (sobre a presença ou não de instrumentos percussivos no Templo) com uma ressalva, segundo as palavras de Denis, funcionário da SBB: <em>“[...] de que a questão extrapola suas funções e vai além da missão da SBB.”.</em> Por isso, se alguém quiser discordar do doutor, saiba que a função dele na Sociedade Bíblica não é essa e que, portanto, ele não estará disponível para tal.</p>
<p><strong>AO QUE MAIS INTERESSA</strong></p>
<p>Vamos ao tema do artigo. A primeira questão que apresentei à SBB foi:</p>
<p><strong>Necessito de uma explicação sobre o Salmo 150, pois, há teólogos questionando a tradução do mesmo. Eles alegam que o instrumento conhecido como &#8220;adufe&#8221; não está presente no original do texto. Porém, creio que a SBB tem razões linguísticas para traduzir assim o verso [...]</strong></p>
<p><strong>Dr. Scholz:</strong> <em>[...] O texto hebraico traz a palavra &#8220;tôf&#8221; que, em Êxodo 15.20, foi traduzida por &#8220;tamborim&#8221;. Vejo que um grande número de traduções &#8211; a rigor, todas as que pude consultar rapidamente &#8211; trazem um termo parecido com &#8220;adufe&#8221; ou &#8220;tamborim&#8221;. Poderia ser, também, pandeiro. Às vezes essa palavra, que ocorre 17 vezes na Bíblia Hebraica, é traduzida por tambores, tamboril. O mesmo termo ocorre também em Jz 11.34, naquele episódio da filha de Jefté. Ali é traduzida por adufe. Não há nenhuma dúvida quanto ao significado desse termo. Quanto a &#8220;adufe&#8221;, o Dicionário Houaiss registra que se trata de &#8220;um tipo de pandeiro quadrado de origem árabe, usado por portugueses e brasileiros&#8221;. Portanto, algo do contexto oriental, bem ao sabor do mundo bíblico. E, além disso, algo que os portugueses e brasileiros supostamente conhecem. </em></p>
<p><em>Estranho que pessoas tenham dúvidas quanto a essa tradução. O que eu tenho ouvido &#8211; e recebido em forma de crítica &#8211; é a presença da palavra &#8220;danças&#8221;, em Sl 150.4, na Almeida Revista e Atualizada. Acontece que a Almeida Revista e Corrigida, por uma razão que ignoro, traz &#8220;flautas&#8221; naquele lugar. E há uma diferença entre dança e flauta! Mas o termo hebraico é, claramente, &#8220;dança&#8221;, por mais que isto incomode algumas pessoas. E as traduções tendem a seguir na linha da Revista e Atualizada. </em></p>
<p><em>Espero que isto o ajude na resposta àqueles que perguntam a respeito desse texto bíblico. </em></p>
<p><em>Grande abraço fraterno!</em></p>
<p>A segunda pergunta feita ao educado Dr. Scholz, foi esta:</p>
<p><strong>[...] É verdadeira a afirmação de que, entre os instrumentos tocados no templo (inclusive no segundo), os adufes não mais estavam presentes?</strong></p>
<p><strong>Dr. Scholz</strong>: <em>Esta é uma argumentação baseada na diferença entre o que afirmam dois textos: 2Crônicas 29.25-26 (acrescido de Ed 3.1) e Salmo 150, colocados numa suposta ordem cronológica. Há dois problemas envolvidos nessa discussão: a questão da cronologia e os argumentos tirados do silêncio. </em></p>
<p><em>Comecemos com a questão da cronologia. Somos nós que colocamos os textos numa sequência cronológica (na medida em que eles se apresentam sem data, no cânone) e somos nós que interpretamos o silêncio dos textos neste ou naquele particular. Se a colocação de Sl 150 após 2Crônicas é vista como fruto de pré-concepção, não menos preconcebida (e difícil de sustentar, em termos históricos) é a ideia de que Sl 150 é anterior a 2Crônicas. (Será difícil encontrar um biblista que pensa que o Salmo 150 é de “algum período pré-Santuário”. O fato de encerrar o Livro de Salmos sugere que foi escrito mais adiante, na história de Israel. Mas, de novo, não há como comprovar isso.) A colocação de Sl 150 antes de 2Crônicas se deve, não a argumentos históricos, mas ao desejo de provar que, a partir de certo momento, os tambores foram excluídos do culto, mesmo que o texto não afirme isso. </em></p>
<p><em>A questão do argumento do silêncio dos textos também é problemática. O fato de 2Crônicas não mencionar “adufes” não significa que não os houvesse naquele momento (tampouco que não vieram a existir ou a serem usados depois; é possível que, no período posterior a Ezequias, os adufes foram incluídos entre os instrumentos usados no culto).  Mas o mais importante é que um texto não “desmente” o outro abertamente. Se 2Crônicas dissesse, com todas as letras, “revogando o que havia anteriormente, conforme o Sl 150”, o problema estaria resolvido. Acontece, porém, que o texto não diz isso. Tampouco o Sl 150 diz: “aumentando a lista de 2Crônicas”. Assim, do mesmo modo como é possível argumentar a favor da sequência: “presença de adufes” (Sl 150) seguida de “ausência de adufes” (2Crônicas), é igualmente possível argumentar pela sequência “ausência de adufes” (2Crônicas) – “presença de adufes” (Sl 150). Os textos, em si, não estabelecem um diálogo; quem os coloca lado a lado é o intérprete. E, em termos históricos, a sequência 2Crônicas – Sl 150 é mais crível do que a sequência contrária. </em></p>
<p><em>A rigor, temos textos bíblicos que mencionam os adufes e textos que não os mencionam. E não temos nenhuma indicação no sentido de que, a partir de certo momento, adufes não podiam mais ser usados. Na medida em que esses instrumentos são citados, são lícitos (ou eram lícitos em determinado momento). E enquanto não se disser, no texto bíblico, que não são lícitos, não podemos concluir que não sejam. </em></p>
<p><em>É claro que existem duas maneiras de argumentar (e aqui já passo à aplicação disso aos nossos dias): Primeiro, que só se pode usar o que é citado (ou ordenado) na Bíblia. Neste caso, nenhum instrumento elétrico ou eletrônico poderia ser usado! Segundo, que tudo que não é proibido na Bíblia, é lícito para uso. (Eu me identifico com este ponto de vista.) Como a Bíblia não proíbe os adufes ou tambores, que sejam usados por quem entender que é bom e possível usá-los. (É claro, há quem argumente que o Novo Testamento não ordena o uso deste ou daquele instrumento, no culto, o que poderia sugerir que não se deve usar instrumento algum. Por outro lado, o Novo Testamento não proíbe o uso de nenhum instrumento. No Apocalipse, aparecem harpas e trombetas.) </em></p>
<p><em> Diante do silêncio do texto, vale o princípio de que “Tudo é lícito, mas nem tudo convém”. E o que não convém é aquilo que destrói, em vez de edificar; que ofende, em vez de animar. Como saber? Isto depende de onde se está e quem está envolvido na situação. Em outras palavras, não existe como definir de antemão aquilo que “não convém”. Se as pessoas se sentirem mortalmente ofendidas com a presença de um pandeiro, a ponto de deixarem a igreja, é preferível que saia o pandeiro, pelo menos até que essa situação seja esclarecida e as pessoas possam entender por que o pandeiro faz parte da banda. Se as pessoas não estão “nem ligando” e falta animação na banda, por que não incluir um pandeiro ou dois? Mais do que ter argumentos, nestes casos é preciso ser sábio. </em></p>
<p><em>Dr. Vilson – SBB</em></p>
<p><strong>PALAVRAS FINAIS</strong></p>
<p>Gostei muito da resposta bem embasada do Dr. Scholz e poderia destacar vários aspectos dela. Porém, me atenho ao bom senso que ele apresentou, ao levar em conta (1) o princípio bíblico de que não devemos “escandalizar” nossos irmãos (1Co 8:1-13; 10:32, 33; 11:1), bem como (2) o contexto sócio-religioso em que cada cristão se encontra.</p>
<p>Se tanto tradicionalistas quanto liberais (inclusive eu, que tento ficar entre o meio termo) seguirem tal princípio, e não esquecerem que o <strong>amor</strong> é uma das características distintivas dos seguidores de Jesus (Jo 13:35), haverá nos debates menos disputa (para se ter razão) e mais preocupação com aquilo que o outro sente durante o debate.</p>
<p>Creio que Deus quer isso.</p>
<p><a href="http://www.leandroquadros.com.br/">www.leandroquadros.com.br</a></p>
<p><a href="http://www.sbb.org.br/">www.sbb.org.br</a>
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		<title>Depressão e Síndrome do pânico</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 13:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leandroquadros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Áudios]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Deus e a depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Deus e as doenças emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[possessão demoníaca]]></category>
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		<category><![CDATA[síndrome do pânico]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos Salmos encontramos um Deus disposto a ajudar as pessoas que têm Síndrome do Pânico e Depressão! Se alguém disse que tais doenças são o resultado de "problemas espirituais", "tal pessoa está mais por fora que arco de barril."

Ouça e compartilhe com aqueles que tanto precisam.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2011/12/28/depressao-e-sindrome-do-panico/depressao-2/" rel="attachment wp-att-1263"><img class="alignleft size-large wp-image-1263" title="Depressão" src="http://novotempo.com/namiradaverdade/files/2011/12/Depress%C3%A3o1-185x280.jpg" alt="" width="185" height="280" /></a><a href="http://novotempo.com/namiradaverdade/2011/12/28/depressao-e-sindrome-do-panico/110812-depressao-e-sindrome-do-panico/" rel="attachment wp-att-1261">Depressão e Síndrome do pânico</a>
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