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A carne de pato é considera imunda pela Bíblia?


Col vert 2

Para início de conversa…

Especialmente nós, adventistas do sétimo dia, bem como os judeus, não temos dúvidas quanto à necessidade de o ser humano abandonar o uso de consideradas imundas (impróprias para alimentação) pela Bíblia.

Os adventistas creem que Levítico 11:1-47 e Deuteronômio 14:3-21 apresentam leis dietéticas válidas para as pessoas de todas as épocas. Afinal, tanto o corpo dos Israelitas quanto o corpo dos cristãos, é o “templo do Espírito Santo” (1Co 3:16, 17; 6:19, 20), e não deve ser contaminado pelo uso de carnes de animais que não têm um sistema digestivo mais complexo e apto para eliminar todas as toxinas presentes no organismo.

Por isso, enquanto nosso corpo for o “templo” ou “santuário” da Terceira Pessoa da Trindade, sempre será pecaminoso e “abominável” diante de Deus (ver Lv 11:43-47) o jogar “lixo” para dentro desse templo[i]. Quanto mais sujo estiver nosso corpo de alimentos não saudáveis, menos capacitada estará nossa mente para recebermos as impressões do Espírito e discernirmos entre o certo e o errado. A profunda relação entre o corpo, mente e a espiritualidade é comprovada tanto pela Bíblia (cf. 1Ts 5:23, 24) quanto pela ciência[ii]. Não há como negar isso[iii].

Entretanto, quando o assunto é a carne de pato, a coisa muda de figura. Os adventistas são divididos, e não há entre eles um consenso quanto a isso. Para auxiliar nessa discussão, farei breves considerações e transcreverei uma resposta sobre o tema que foi disponibilizada pela Revista Adventista em agosto de 1955.

Ellen G. White fazia uso da carne de pato

Citando os Manuscritos números 11 e 12 de Ellen, escritos em 1873, Roger W. Coon, em seu artigo intitulado “Ellen White and Vegetarianism”, nos informa que, em situações de emergência, a família White usava a carne de caças, incluindo certos tipos de patos.

Em 28 de setembro do referido ano, ela escreveu: “[…] Estamos (num acampamento missionário) ficando aquém das disposições […] Um jovem de Nova Scotia havia vindo da caça. Ele possuía um quarto de veado e tinha viajado 20 milhas com este cervo em sua volta […] Deu-nos um pequeno pedaço de carne, do qual fizemos em caldo. Willie (filho de Ellen G. White) atirou num pato, que veio em um momento de necessidade […]” (Manuscrito 12 – grifos acrescidos).

Já em 5 de outubro do mesmo ano de 1873, Ellen White relatou: “O sol brilha tão agradavelmente, mas nenhum alívio vem a nós. Nossas provisões têm sido muito baixas por alguns dias. Muitos de nossos suprimentos têm sido sem manteiga, molho de qualquer espécie, sem farinha de milho […]. Nós temos um pouco de farinha, e isso é tudo. Esperávamos suprimentos há três dias, certamente, mas nenhum chegou. Willie foi para o lago. Ouvimos a arma dele e descobri que ele tinha atirado em dois patos. Esta é realmente uma bênção, pois precisamos de algo para viver”[iv] (Manuscrito 13 – grifos acrescentados).

O hábito da família White de se alimentar de carne de pato em situações emergenciais, dez anos após a primeira visão que ela teve sobre saúde em 1863, demonstra que para os pioneiros adventistas, o pato não era considerado imundo do mesmo modo que o cisne (Lv 11:18, na versão Almeida, Revista e Corrigida[v]). Até o momento não encontrei uma razão para eles não associarem o pato ao cisne,

A resposta da Revista Adventista em Agosto de 1955

Na seção intitulada “Caixa de Perguntas”, a Revista Adventista respondeu à dúvida: “É o pato imundo, ou limpo? (Lv 11:18 [e v.19])” da seguinte maneira:

Não nos parece que a passagem em questão inclua o pato entre os animais imundos. É interessante que, ao mencionar o cisne, não diz a passagem “segundo a sua espécie”, como se lê em muitos outros lugares[vi]. Depreendemos, daí, não estar o pato classificado como animal imundo. Acresce que os judeus, que são muito escrupulosos na questão das carnes imundas, não se abstêm da carne de pato.

Os judeus classificam o pato como sendo uma ave “Casher”, ou seja: apropriada para consumo. Segundo eles, essa ave doméstica (entre outras) preenche os critérios da Torá sobre o tipo de alimento que, se consumido, não atrapalhará o equilíbrio entre a saúde física e a saúde espiritual:

As aves Casher são identificadas por uma tradição transmitida de geração para geração e é universalmente aceita. A Torá especifica as aves que são proibidas, incluindo todas as aves de rapina ou que se alimentam de carniça. Entre as aves Casher estão incluídas as espécies domésticas de frangos, patos, gansos e perus[vii].

A Revista Adventista continua:

Quem tiver escrúpulos deverá, naturalmente, abster-se desse alimento, tanto mais quanto há muito prato mais saboroso e saudável que esse animal pouco simpático. Além do mais, somos muito aconselhados pelo Espírito de profecia[viii] a abandonar inteiramente o uso da carne, pelo menos nos lugares onde não faltam alimentos bons e nutritivos. A alimentação cárnea, quando existem alimentos melhores e de primeira mão, é cada vez mais condenada pela ciência médica. Vamos, irmãos que tendes acesso a alimentos melhores que os cárneos, deixar de tirar a vida aos inocentes animais (muitas vezes portadores de doenças repugnantes e contagiosas, que os olhos leigos não descobrem), e comer alimentos mais apetitosos e saudáveis![ix].

Considerações finais

  1. Ao irmão evangélico, católico, espírita, budista, ou que siga a qualquer outro credo religioso, recomendo que se aprofunde no assunto do uso ou não de carnes imundas, e que estude sobre a relação íntima existente entre nossa alimentação e relacionamento espiritual com Deus (veja-se também Êx 15:26). Sugiro a leitura da excelente obra de Ellen White intitulada Conselhos Sobre Saúde, que pode ser adquirida com a editora Casa Publicadora Brasileira pelo site cpb.com.br

Além disso, recomendo um estudo contextual, especialmente de Mateus 15:1-20, Marcos 7:1-23, Atos 10:1-48, Romanos 14:1-23, 1 Coríntios 8-10, Colossenses 2:16 e Tito 1:15, para que o irmão ou irmã não chegue à conclusões totalmente contrárias ao que o Antigo Testamento, a Bíblia dos autores do Novo Testamento (cf. 2Tm 3:16; 2Pe 1:19-21), apresenta sobre o assunto em Levítico 11 e Deuteronômio 14. A Bíblia é um todo harmônico, e precisa ser estudada em sua totalidade, sem que se faça a distinção entre “Velho” e “Novo Testamento” (pois toda a Bíblia é inspirada por Deus), se quisermos atingir compreensão mais ampla sobre Cristo (personagem central das Escrituras) e Suas verdades. No blog do “Na Mira da Verdade” (www.novotempo.com/namiradaverdade) poderá encontrar respostas concisas aos textos citados acima que são indevidamente interpretados. Use o campo “busca” para encontrar a(s) resposta(s) que mais lhe interessa.

  1. A você que é adventista do sétimo dia, aconselho a não usar este pequeno post para combater aqueles que pensam diferente, e sim para instruir. Afinal, não faz parte do espírito cristão viver contendendo com os outros: “Fique longe das discussões tolas e sem valor, pois você sabe que elas sempre acabam em brigas. O servo do Senhor não deve andar brigando, mas deve tratar todos com educação. Deve ser um mestre bom e paciente, que corrige com delicadeza aqueles que são contra ele. Pois pode ser que Deus dê a eles a oportunidade de se arrependerem e de virem a conhecer a verdade” (2Tm 2:23-25, Nova Tradução Na Linguagem de Hoje).
  1. O ideal é que o filho e a filha de Deus, de acordo com as circunstâncias e respeitando seus limites e organismo, vá abandonado o regime cárneo por estar se tornando cada vez mais prejudicial à saúde. Todavia, mesmo que nossa saúde física esteja intimamente relacionada com nossa santificação, como bem destacou o Dr. Helnio Judson Nogueira[x], você não deve fazer do vegetarianismo uma espécie de salvação pelas obras. Adaptando Efésios 2:8, 9, eu diria: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de soja (no texto bíblico, “obras””), para que ninguém se glorie”.

Para um estudo equilibrado e completo sobre o vegetarianismo nos escritos de Ellen G. White, recomendo a leitura do excelente artigo de Roger W. Coon, intitulado “Ellen White and Vegetarianism”. O Mesmo se encontra disponível no link a seguir: http://www.whiteestate.org/issues/vegetarian.html

Além disso, poderá consultar a obra de Herbert E. Douglass, intitulada Mensageira do Senhor, págs. 310-317 e 333-337[xi], e meu livro Na Mira da Verdade, vol. 1, a resposta à pergunta 33: “Ellen G. White ensina que os carnívoros irão se perder?”[xii]

Referências

[i] Considerando o conceito de pecado apresentado em 1 João 3:4, não há dúvidas de que a desobediência às leis de saúde também se constitui pecado: “Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei”. Graças a Deus porque a graça de Jesus nos perdoa e apaga esse e qualquer outro tipo de pecado em nossa vida! “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5:1). O autor do presente artigo foi um inveterado comedor de carnes imundas, porém, a graça de Jesus o perdoou e o ajudou a abandonar especialmente a carne de porco (Lv 11:7, 8). Com isso, tem desfrutado de uma saúde muito melhor que no passado (Êx 15:26).

[ii] Veja-se Harold G. Koenig, Medicina, Religião e Saúde: o Encontro da Ciência e da Espiritualidade (Porto Alegre, RS: L&PM, 2012). Ver também Francisco Di Biase e Mário Sérgio F. da Rocha em Caminhos da Cura: Enriquecendo sua vida com orações, meditação, visualização, sonhos, contos e outras práticas milenares de saúde, de relaxamento e de bem-estar, comprovadas pela ciência moderna (Petrópolis, RJ: Vozes, 2010).

[iii] Em sua Nota Adicional ao capítulo 11 de Levítico, o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011. Série Logos), p. 818, explicou: “A comida afeta a mente? Comer e beber afetam o espírito? Seguramente. O olhar ácido para a vida vem de um estômago dispéptico [com digestão difícil, trazendo perturbações]. Comer de modo correto não produzirá necessariamente disposição amável, mas comer de modo errado torna difícil seguir o padrão estabelecido por Deus. As leis dietéticas de Deus não são regras arbitrárias que privam o ser humano da alegria de comer. Ao contrário, são leis seguras e sensíveis que, se seguidas, farão bem em manter saudável o corpo ou mesmo em recuperar a saúde.”

[iv] Roger W. Coon, “Ellen White and Vegetarianism” (Pacific Press Publishing Association, 1986), p. 12. Disponível em http://www.whiteestate.org/issues/vegetarian.html Acessado em 30/4/2015.

[v] A seguir, você verá que, noutras traduções bíblicas mais atuais, o cisne não é incluído entre a relação de aves imundas em Levítico 11:18, do mesmo modo que o é na Almeida, Revista e Corrigida; na Almeida, Corrigida e Fiel e na versão Ave Maria.

– Almeida, Revista e Atualizada: “a gralha, o pelicano, o abutre”.

– Almeida, Século 21: “a coruja branca, o pelicano, o abutre”.

– Bíblia de Jerusalém: “o grão-duque, o pelicano, o abutre branco”.

– Tradução Ecumênica (TEB): “a coruja das torres, a gralha, o abutre”.

– Nova Versão Internacional: “a coruja-branca [a referida tradução reconhece que a tradução pode ser “pelicano”], a coruja-do-deserto, o abutre”.

– Bíblia Judaica Completa: “a coruja chifruda, o pelicano, a coruja-de-igreja”.

– King James Atualizada: “as gralhas, os pelicanos, os abutres”.

Perceba que, na maioria das versões, “cisne” é substituído por “pelicano”. Porém, independente disso, é importante considerarmos a opinião da Revista Adventista de 1955, quando afirma: “Não nos parece que a passagem em questão inclua o pato entre os animais imundos. É interessante que, ao mencionar o cisne, não diz a passagem “segundo a sua espécie”, como se lê em muitos outros lugares. Depreendemos, daí, não estar o pato classificado como animal imundo. Acresce que os judeus, que são muito escrupulosos na questão das carnes imundas, não se abstêm da carne de pato”.

[vi] O pato está entre as aves galináceas que não possuem hábitos estritamente noturnos como as aves de rapina, proibidas pela Bíblia.

[vii] Disponível em: http://www.chabad.org.br/mitsvot/cashrut/principal_cashrut/index3.html Acessado em 30/04/2015.

[viii] O termo “Espírito de profecia” é uma referência aos escritos da Ellen G. White. Entretanto, os adventistas não creem que o uso dessa expressão se restrinja aos escritos da co-fundadora e profetisa do adventismo do sétimo dia. Eles têm consciência de que “Espírito de profecia” se refere especialmente a todo dom profético dado pelo Espírito Santo ao longo das Escrituras. Veja-se, por exemplo, Ángel Manuel Rodriguez, “O ‘testemunho de Jesus’ nos escritos de Ellen G. White” em Teologia do Remanescente: Uma Perspectiva Eclesiológica Adventista (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012), p. 226-238.

[ix] Revista Adventista, seção “Caixa de Perguntas” (Agosto de 1955), p. 27.

[x] Helnio Judson Nogueira, “Saúde e Santificação”. Revista Adventista, julho de 2006, p. 13.

[xi] Herbert E. Douglass, Mensageira do Senhor: o ministério profético de Ellen G. White. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009.

[xii] Leandro Soares de Quadros, Na Mira da Verdade, vol. 1 (Jacareí, SP: Edição do Autor, 2013. 3ª Edição), p. 145-152. [Disponível em www.leandroquadros.com.br/loja ]


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  • deiguiomar hollanda em 10 de maio de 2015 11:49

    sou Deiguiomar de São Gabriel da Palha ES. como posso entender isso professor?



    • leandroquadros em 15 de maio de 2015 10:38

      Após a leitura do texto, qual dúvida permaneceu em sua mente, Deiguiomar? Estou à sua disposição.



  • Damião Bonfim em 14 de maio de 2015 16:48

    Sobre comer carne de pato ou não, em virtude de sua pureza ou impureza, levanto algumas informações que podem ajudar na discussão, a partir de um segundo ponto de vista, em relação à percepção do assunto sob uma ótica médica (como é comum a abordagem aos que observam a lista de animais “puros” e “impuros” conforme um dos livros da Torah (a Lei) elenca. O tema da “pureza” e da “impureza” é largamente abordado no livro de Vayikrá (Levítico), que rege a relação da comunidade de fieis com as coisas sagradas, relacionadas especialmente ao culto. Observamos que para a preservação desse estado de “pureza” os cuidados extrapolam a dieta alimentar, assim, não só Lv 11 deve ser considerando nessa discussão, pois percebe-se que o estado de “pureza” pode ser comprometida por uma série de situações que não se restringem ao consumo de certas carnes e que, no mínimo, soam estanho ao leitor hodierno, mas que indicam não ser esses conceitos tratados pelo livro como uma condição de saúde física. Do contrário, não se conceberia que o simples ato de tocar num cadáver de animal listado como “impuro” fosse causa de impureza: “qualquer que tocar os seus cadáveres, imundo será até à tarde” (Lv 11, 24). Observamos ainda, que o estado de “pureza” ao considerado “impuro”, geralmente é restituído num curto espaço de tempo (até à tarde, que aponta para novo dia, conforme contagem judaica). Vê-se que, ao longo do cap. XI e de todo o livro, mesmo objetos se tornam “impuros” (ver Lv 11,32-33); noutras partes do referido livro, onde se trata desse estado de “pureza/impureza”, homens que têm contato físico (não necessariamente sexual) com mulher menstruada se tornam impuros, tal como a mulher nesse estado é considerada impura: “…a mulher, quando tiver fluxo, e o seu fluxo de sangue estiver na sua carne, estará sete dias na sua separação, e qualquer que a tocar, será imundo até à tarde” (Lv 15,19) . Apesar de prevalecer por aqui a associação de “pureza/ impureza” com o estado de saúde física, a depender do que se consome, a leitura mais atenta ao livro de Levítico, não só do cap. XI desse livro, aponta a impureza como um estado de inaptidão para as coisas sagradas por um espaço de tempo, restituída a condição de “pureza” num curto espaço temporal, observados certos rituais, sem que se estabeleça relação direta com a saúde física ou sua eventual restituição. É certo também que não entra em discussão a condição de saúde de quem eventualmente burlou a norma e consumiu carne de animal listado como impuro, de modo que o tempo estipulado para o restabelecimento da pureza não está atrelado a uma eventual cura de uma eventual contaminação física. De sorte que esse indivíduo infrator da dieta alimentar proposta é descrito como estando na mesma condição de quem, ainda que involuntariamente, tenha tocado em algo ou alguém julgado como “impuro”, o que, por conseguinte “contamina” o puro (até à tarde). Ou seja, não se pensa na pureza ou impureza como uma condição de saúde, mas um estado do indivíduo em relação ao sagrado (se está ou não puro para o que lhe é próprio). Respeitosamente, gostaria da análise do professor e dos demais, quanto essas observações consideradas à luz do livro citado, pois a questão dos animais está num contexto de preservação de um estado de pureza que pode ser comprometido não só pelo consumo das carnes vetadas, mas por outras situações estranhas ao consumo de alimentos.



  • Rogério Vianna Machado em 29 de maio de 2015 11:13

    A preferência pelo Vegetarianismo é uma questão de Amor pelos animais. A verdade é que se todos estivessem Amor pelos animais jamais matariam as inocentes criaturas criadas e protegidas por Deus, Amor acima de Tudo. Violência gera violência. Por favor pesquisem em Matadouros e abatedouros o que acontece lá dentro, é puro horror e covardia, é realmente muita falta de Amor nos Corações…Shalon



    • Maiara Costa - Equipe em 18 de junho de 2015 15:42

      Olá Rogério!
      Você tem toda a razão, realmente os bichinhos sofrem por demais, contudo, esse não é o principal motivo pelo qual devamos ter essa dieta como parte do nosso estilo de vida.

      A reforma de saúde não é um conjunto de deveres pelos quais impressionaremos a Deus e obteremos o Seu amor. Ao contrário, é mais a revelação de um Deus amorável no que se refere à melhor maneira de evitar situações infelizes resultantes de más decisões. Essa reforma (mudança nas ideias, teorias, hábitos e práticas), contém aqueles reflexos que apressarão o desenvolvimento do cárater e uma vida de serviço, ela incorpora um sistema de escolhas que é compreendido progressivamente por meio da experiência.

      Portanto, o vegetarianismo que faz parte da reforma de saúde, deve ser aceito como parte do estilo de vida do salvo não apenas por amor aos animaizinhos, mas também por amor a Deus ao próximo e a si mesmo.

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.



  • lucio lopes em 8 de junho de 2015 13:43

    bom dia! queria uma resposta plausível sobre oq seria o “dom” visto que no mundo existem vários tipos de inteligencias uns para matemática caculos ,outros para desenhos, outros com o dom de ensinar outros com dom de oratória etc.. pq deus da uma certa característica pra uns e não pra outro?? ele tem preferencias na “fabricação” (oq o tornaria deus pessoal) ah descarto a possibilidade do meio ou criação(sei que existe mais não é o caso aqui) sei que a genética dispõe de algumas respostas mais gostaria de uma resposta no ambito espiritual. no aguardo obrigado!



    • Maiara Costa - Equipe em 8 de junho de 2015 18:29

      Olá Lucio!
      Muito obrigado por seu contato.

      O dom é uma capacidade sobrenatural para fazer alguma coisa sem nunca tê-la aprendida antes. Por exemplo, Atos 2:5,6:

      “Havia em Jerusalém judeus, devotos a Deus, vindos de todas as nações do mundo. Ouvindo-se o som, ajuntou-se uma multidão que ficou perplexa, pois cada um os ouvia falar em sua própria língua”.

      Os discípulos que eram Galileus, não sabiam falar em outros idiomas (línguas), entretanto, sobrenaturalmente, começaram a pregar sobre as grandezas do reino de Deus (verso 11), no idioma materno de cada uma daquelas nações ali representadas, com qual objetivo? Pregar a mensagem de salvação. Portanto, o dom deve ter um fim proveitoso (1 Coríntios 12:7).

      Não confundamos as habilidades inerentes ou naturais com dons espirituais, pois os mesmos são concedidos pelo Espírito Santo a cada pessoa conforme Ele quiser (1 Coríntios 12:4,11). Os dons espirituais são usados por Deus na edificação da igreja, proteção contra falsas doutrinas e pregação do evangelho (Efésios 4:11-14).

      Claro que o Espírito Santo pode usufruir de uma habilidade para transformar num dom e assim alcançar pessoas para o reino do céu. O Senhor tem dois tipos de eleição: salvífica e funcional. A salvífica é para todos aqueles que quiserem (João 3:16; Apocalipse 22:17) e a funcional é para quem Ele escolher (Romanos 8-11).

      Que Deus te abençoe grandiosamente.
      Um forte abraço.



  • NILDA em 21 de fevereiro de 2017 12:50

    Infelizmente tem quem coma e ainda defende essa tese.

    1- GALINÁCEO: https://pt.wiktionary.org/wiki/galin%C3%A1ceo
    de, ou relativo aos galiformes (galinhas, perus, faisões, jacus, etc.)
    2-ANATIDAE
    Ave
    Anatidae é uma família de aves que inclui patos, cisnes e gansos. Os anatídeos são aves aquáticas que apresentam adaptações a esta forma de vida, como impermeabilização das penas a partir da segregação de óleos e membranas interdigitais nas patas. Wikipédia
    Nome científico: Anatidae
    Classificação: Família
    Classificação superior: Anatoidea
    Expectativa de Vida: Pato-real: 5 – 10 anos, Ganso-do-canadá: 10 – 24 anos
    Peso: Pato-real: 0,72 – 1,6 kg, Ganso-do-canadá: 3,2 – 6,5 kg, mais Encyclopedia of Life
    Número de Ovos: Pato-real: 8 – 13, Ganso-do-canadá: 2 – 9, mais
    Classificações inferiores
    Ver mais 45
    Pato‑real
    Ganso
    Cisne
    Anserinae
    Ganso-do-canadá
    2.1- ANATÍDEO:http://www.dicionarioinformal.com.br/anat%C3%ADdeos/
    Significado de Anatídeo Por Dicionário inFormal (SP) em 25-10-2009
    Família de aves que possuem adaptações para a vida aquática, tem como característica marcante a existência de membranas entre os dedos.
    Patos, Gansos e Marrecos
    VC DESCEU NO MEU CONCEITO DE PESSOAS INSPIRADA



    • Maiara Costa - Equipe em 21 de fevereiro de 2017 15:07

      Olá Nilda!
      Muito obrigado por seu contato.
      Que a graça e a paz de nosso Senhor esteja sempre em seu coração.

      Sua fonte de pesquisa foi o wikipedia? Onde os próprios autores fazem questão de deixar claro que não são 100% dignas de confiança! Você teria alguma fonte mais científica?

      Um forte abraço.



  • LUCIANO ANISZEWSKI em 29 de março de 2017 21:53

    Qual a diferença entre pato, ganso, marreco e cisne?
    Por Yuri Vasconcelos
    Essas aves, domesticadas há séculos pelo homem, têm uma relação de parentesco tão próxima que são classificadas como membros da mesma família, a Anatidae. Elas só se diferenciam nos gêneros e em suas respectivas espécies. Em comum, patos, gansos, marrecos e cisnes têm a capacidade de flutuar sobre a água e a habilidade para nadar – apesar de os gansos normalmente preferirem mesmo ficar em terra firme. Dentro do quarteto, os patos são os mais numerosos, dividindo-se em mais de 90 espécies. Os marrecos são tão parecidos com eles que alguns biólogos os consideram espécies de patos, apesar de haver uma diferença anatômica no bico desses dois tipos de aves (veja nos textos ao lado). Já os cisnes têm como marca registrada o pescoço alongado e o porte majestoso. O cisne-do-pescoço-negro (Cygnus melanocoryphus) e a capororoca (Coscoroba coscoroba) são as únicas espécies desse tipo de ave naturais da América do Sul.

    Os gansos, por sua vez, dividem-se entre os gêneros Anser (com plumagem cinza) e Branta (negros). O ganso-do-canadá (Branta canadensis) é a espécie mais numerosa das Américas e de tão popular tem sua imagem estampada na cédula canadense de 100 dólares. “Na comparação de tamanhos, os cisnes são os maiores do grupo, seguidos pelos gansos, patos e marrecos”, diz a bióloga Fernanda Junqueira Vaz, da Fundação Zoológico de São Paulo. Gansos e cisnes têm uma curiosidade em comum: eles escolhem um parceiro para o resto da vida, ao contrário dos patos e marrecos.

    POR ISSO CONSIDERO QUE O NOSSO AMIGO LEANDRO QUADROS ERROU EM CLASSIFICAR PATO COMO GALINÁCEO UM VEZ QUE NAO É!