Novo estudo sobre Colossenses 2:16 prova que Paulo não era contra o sábado
Postado em: Apologia, Textos difíceis
Um novo estudo sobre Colossenses 2:16 demonstrou que o ensino adventista sobre o texto é o baseado na Bíblia.
Se você lê inglês (estou fazendo um curso para aprender o idioma, pois, faz muita falta), recomendo que adquira o livro Judging the Sabbath: Discovering What Can’t Be Found in Colossians 2:16 (“Julgando o Sábado: Descobrindo o que não pode ser encontrado em Colossenses 2:16”). O material é da autoria do Dr. Ron Du Preez e pode ser adquirido no site http://www.andrews.edu/universitypress/catalog.cgi?key=195
O resultado da pesquisa foi mencionado pelo Dr. Alberto R. Timm, reitor do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia em seu livro O Sábado na Bíblia, p. p. 71 e 72. O livro é o mais novo lançamento sobre a doutrina do sábado e pode ser adquirido com a editora Casa Publicadora Brasileira pelo telefone 0800-979 0606 ou pelo site www.cpb.com.br
A seguir, um trecho do livro do Dr. Timm que mostra o estudo realizado por Preez. Espero que goste e sirva de estudo para aqueles que teimam em utilizar de forma indevida Colossenses 2:16 na tentativa de invalidar a Lei eterna (Salmo 119:152) de Deus:
“A maioria dos intérpretes vê a expressão ‘dia de festa, ou lua nova, ou sábados’ como uma progressão anual/mensal/semanal. Identificando o termo ‘sábados’ (grego sabbáton) com o sábado do sétimo dia, tais intérpretes sugerem que, com a morte de Cristo na cruz, a observância do sábado perdeu seu significado. Lógica como possa parecer, essa teoria é inaceitável…
“Um dos motivos é o significado da própria expressão ‘dia de festa, ou lua nova, ou sábados’, à luz do Antigo Testamento. Comentaristas sugerem nove diferentes passagens (ver Nm 28-29; 1Cr 23:29-31; 2Cr 2:4; 8:12, 13; Ne 10:33; Ez 45:13-17; 46:1-15; Os 2:11) como possíveis antecedentes à referida expressão. Mas um estudo exegético, lingüístico, estrutural, sintático e intertextual de Colossenses 2:16 com esses textos, desenvolvidos por Ron Du Preez, constatou que o verdadeiro antecedente dessa expressão está em Oséias 2:11, que diz: ‘Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades’. Enquanto os dias de ‘festa’ (hebraico hag; grego heorte) dizem respeito às ‘três festas de peregrinação da Páscoa, do Pentecostes e dos Tabernáculos, os ‘sábados’ (hebraico sabbat; grego sábbata) se referem às três celebrações adicionais das Trombetas, da Expiação e dos Anos Sabáticos… Em segundo lugar… Somente os ‘sábados’ cerimoniais judaicos, instituídos no Sinai (ver Lv 23), podem ser qualificados como ‘ordenanças’ e ‘sombras’ (Cl 2:17). O ‘sábado’ do sétimo dia, instituído na semana da criação (ver Gn 2:2, 3), é de natureza moral e não pode ser qualificado como mera ‘sombra das coisas que haviam de vir’ [os oponentes precisam entender que o sábado semanal, por ser um memorial de um evento passado – a criação – não pode ser uma “sombra de Cristo”. Ler Êxodo 20:8-11]. Assim, de acordo com Ron Du Preez, “o ‘sábado’ de Colossenses 2:16 deve ser necessariamente entendido como se referindo aos sábados cerimoniais da antiga religião hebraica, e não ao sábado do sétimo dia entesourado explicitamente no Decálogo””.
Espero que esse estudo ajude-o (a) a reforçar sua fé e que ao mesmo tempo cale os críticos que teimam em tirar Colossenses 2:16 de seu contexto. Lembrem-se os oponentes que o texto está no contexto de heresias ensinadas em Colossos (v.v 18, 21 e 23) e que os sábados morais e cerimoniais nunca foram heresias. Do contrário, o próprio Deus que os estabeleceu seria um herege.
Podemos concluir que em Colossenses 2:16, segundo o estudo citado, Paulo está indo contra a observância de três festas (Trombetas, Expiação e Ano Sabático) no contexto da heresia de Colossos. Como judeu, ele não poderia ser contra o sábado bíblico, guardado por ele em um território pagão (Atos 16:13) – provando assim que ele não observava o mandamento “para agradar judeus”.
Como é bom termos acesso à informação bíblica de confiança!
195 comentários para "Novo estudo sobre Colossenses 2:16 prova que Paulo não era contra o sábado"
legal.
Mas vou dar uma conferida minunciosa nesse livro da “casa”.
Seu artigo foi bom ,mas foi apenas um vislumbre e deixou “água na boca” de informações adicionais.
Mas a introdução foi ótima! obrigado pelas informações.
Abraço!
Olá, Adelmar:
Até mesmo eu fiquei com “água na boca” para ler o livro em inglês, rsrsrs. O Dr. Timm terminei na semana passado e achei fantástico. Excelente material!
Um abraço e fique com Deus.
NOVO ESTUDO ?
VOCÊS NÃO DESISTEM MESMO, NÃO?
MAIS UMA TESE PARA SOMAR COM AS OUTRAS TANTAS QUE OS ADVENTISTAS INVENTAM POR AÍ!
ESSA JÁ DEVE SER A 5ª TESE JÁ!
COMO SE OSEIAS NÃO INCLUISSE TODO E QUALQUER TIPO DE SOLENIDADE EM ISRAEL!
AIAI!
Querido Alexandre, o ignorante não é aquele que não sabe, mas aquele que não quer aprender, portanto peça a Deus para que ele te ajude a deixar a ignorância de lado e aprender com ensinamentos tão claros. Você já estudou o livro do Apocalipse? Se já estudou deve ter visto que lá mostra quais serão os perseguidos e vitoriosos, ”os que guardam os mandamentos de Deus” (AP 12:17, 14:12). Quando era criança, ouvia falar de um dia que não poderíamos mais guardar o sábado, que seriamos obrigados a descansar em outro dia, e não o que Deus abençoou e santificou (GN 2:3), seria o ”tal” decreto dominical, mas eu ainda não entendia muito bem esse assunto devido a minha pouca idade. Ainda muito novo parei de ir à igreja, mas graças a Deus há pouco tempo Ele me resgatou, me tirou das coisas deste mundo que com certeza me matariam muito cedo, e Ele já tinha poupado a minha vida diversas vezes. Quando voltei aos pés de Cristo, voltei com muita sede de conhecimento e passei a estudar tanto quanto podia e então passei a entender mais profundamente todas aquelas histórias e profecias que ouvia quando era criança. Há pouco tempo atrás, vi notícias em que o ”tal” decreto dominical já havia sido aprovado na Alemanha e estava em tramitação para entrar em vigor em toda a Europa, aquele mesmo decreto que muito antes de eu nascer meu avô tinha aprendido sobre ele e que eu ouvia falar quando ainda tinha por volta de 5, 6 anos de idade. Mais do que nunca eu tive toda a certeza de que estava seguindo a Cristo da forma correta. Como dizer que não preciso guardar o sábado se a profecia está se cumprindo em meus dias? Pra mim seria muito cômodo acreditar nisso, pois perdi meu emprego há pouco tempo e uma semana após perder meu emprego recebi uma proposta para ganhar o dobro do que ganhava e trabalhar de segunda a sábado. Recusei a proposta e não estou nem um pouco preocupado, pois sei que não adianta dizer que sigo a Cristo se fico arrumando desculpas para não fazer o que Ele pede que eu faça. Amigo, peço que esqueça um pouco as denominações, pelos seus comentários parece que você não gosta nem um pouco de adventistas, veja este espaço como um local de estudo e debate Bíblico, e não como um ring de adventistas VS ”outras igrejas”. É muito válido seu ponto de vista e o de todas as outras pessoas, mas sem comentários agressivos, lembre-se que ninguém tem o poder de mudar o que a outra pessoa pensa, devemos mostrar o que acreditamos e orar para que Deus dê o entendimento a ela e faça o que for melhor, se assim ela permitir.
Um grande abraço.
Fique com Deus.
Olá Alexandre.
Sou Adventista desde criança e nunca conheci 5 teses diferentes para Col. 2:16.
A que eu conheço é a mesma que o Dr. Preez afirma. O Sábado de Col. 2:16 não refere-se ao sábado dado por Deus ao seu povo no decálogo. Se fosse, o apostolo Paulo teria falado abertamente sobre esse assunto e deixado bem claro em suas espístolas.
Que maravilhoso os esclarecimentos a luz da palavra de Deus…Hoje é dia de quando reunir com os irmãos e contar as novidades reveladas….
Leandro, rsrsrsrs, aqui em minha cidade tem uma igreja judaica messianica, o Rabino ensina Hebraico, será que é confiável???? gostaria muitoo de aprender mas por não ser adventista é confiável?
Um grande abraço a todos que são tocados pelo Espirito Santo ao ler este blog, e aos contras, cuidado pq a palavra de Deus é como um espada afiada que é capaz de separar as juntas e medulas, não ficarei surpreso se um dia tiver o testemunho de algum de vcs por aqui contando como foram convertidos….rsrsrs
A paz de Deus a todos…
Mudança da Lei e a Lei da Graça
Em Romanos 3:31, nos diz: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a Lei”. Baseados nesse texto nos é afirmado pelos Adventistas que a Lei não foi abolida e que “Lei” se refere ao Decálogo (Os dez mandamentos Êx. 20). Pois bem, seguindo esse suposto raciocínio (pois o texto acima precisa ser analisado no seu contexto), leiamos:
“Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da Lei”(Hb.7:12).
Nesse capítulo sete de Hebreus trata-se da mudança de sacerdócio, ou seja, do arônico para o de Melquisedeque: “segundo a ordem de Melquisedeque”, então vemos que, de acordo com os Adventistas, que afirmaram que em Rm.3:31 a lei é o decálogo, então o é aqui também, pois pode até ser o mesmo Paulo que esteja falando. Sendo assim toda a Lei, inclusive o decálogo foi mudado. Vejamos em II Cor. 3:14: “Mas os seus sentidos foram endurecidos. Porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido (Abolir significa: “Revogar, anular, extinguir, suprimir”). Então surge a pergunta: Ficamos sem Lei? Podemos fazer o que quisermos? A resposta é: Negativo, não ficamos sem Lei, mas recebemos junto com o novo pacto uma lei mais tremenda e superior (Hb.8:6) do que algum Adventista jamais sonhou. Leiamos em Romanos capítulo 8:2
“Porque a Lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da Lei do pecado e da morte”. Romanos 8.2
Aleluia! A nossa nova Lei é a do Espírito de Vida, pois que anda no Espírito não entra em condenação (Rm.8:1), estamos na Graça – na Dispensação do Espírito Santo, leiamos: “Como não será de maior glória o ministério do Espírito”(IICor.3:8). Lá em romanos nos fala de uma lei, a do pecado e da morte (Rm.8:2), vejamos que lei é esta.
“O qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da Letra(lei), mas do espírito; porque a letra(lei) mata e o espírito vivifica. E, se o ministério da morte, gravado em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, como não será maior glória o ministério do espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para a glória, muito mais é em glória o que permanece”.
Então, de acordo com Paulo, qual era o ministério da morte? Paulo diz que era o gravado nas tábuas dada a Moisés, ou seja, o Apóstolo mais consagrado da Bíblia esta afirmando que a Lei dada no monte Sinai era o ministério da morte e transitório(passageiro). Por isso nos é deixado claro que a Graça é outra coisa, é a realidade da sombra. Vejamos:
“Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados (sabbaton, referindo-se ao sétimo dia), que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).
Aqui Paulo mostra que a Velha aliança era apenas uma sombra e nessa realidade nos vemos o Decálogo representado pelo quarto mandamento – E tudo isso era sombra de uma realidade bem mais elevada e espiritualizada.
QUAL É A REALIDADE DO SÁBADO?
Se o Sábado é uma sombra há uma realidade. Não quero fazer apologia do Domingo, que é certamente e literalmente tido como o dia do Senhor (Ap.1:10), mas precisamos entender a revelação. O texto de Colossenses nos afirma que as sombras do vrs.16 é Cristo e sendo assim concluímos que Cristo é a realidade do Sábado. Isso é tão verdade que o autor aos Hebreus o confirma:
“Porque nós, os que temos crido (em Cristo), entramos no repouso (Sábado ou descanso)… Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia”(Hb.4:1-4).
Ou seja, o autor aos hebreus está dizendo que o nosso descanso ou Sábado é Cristo Jesus, por isso o Senhor se declara Senhor do Sábado (Mt.12). A realidade sabática é viver em Cristo – o nosso descanso, e não ficar “legalistamente” guardando um dia, pois quem tem Jesus tem a realidade.
“Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” (Cl.2:16-17).
Para fugir à evidência de Cl.2:16-17, onde Paulo se refere ao Sábado semanal como integrante das coisas passageiras da Lei que terminaram com a morte de Cristo na cruz, os adventistas costumam argumentar que a palavra “Sábado” não se refere ao sábado semanal, mas aos anuais ou cerimoniais de Lv.23. O que não é verdade, pois os sábados anuais ou cerimoniais já estão incluídos na expressão “dias de festa”. Esta indicação mostra positivamente que a palavra SABBATON, como é usada em Cl.2:16, não pode se referir aos sábados festivos, anuais ou cerimoniais. Sendo assim é difícil para os Adventistas sustentar a sua doutrina sabática, desde que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser tido como “sombra” ou símbolo preparatório de bênçãos espirituais e não dogmas legalistas (vrs.17).
A LEI DO VELHO PACTO ESTÁ VIVA E NÓS MORTOS
Vejamos isso:
“Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo tempo que vive… Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais doutro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, afim de que demos fruto para Deus (Rm. 7:1,4)
“Ora, se já morremos com Cristo, cremos que com ele também viveremos (Rm.6:8).
Essa é a revelação, a Lei, o Velho Pacto estão vivos, mas somos nós que morremos com Ele pela fé e assim vivemos uma nova Dispensação. É tão simples que só não entende quem não quer entender. Não há necessidade de ficarmos supondo e supondo, e sim crermos no Apóstolo dos Gentios e aceitarmos a Graça de Deus. Se os “Sabalotras” querem guardar a Lei, nós não temos essa necessidade.
Explica o seguinte o Dr. G. Archer – enciclopédia Ed. Vida, pág. 125:
“…a verdadeira questão é se a ordem sobre o sétimo dia, o Sábado do Senhor, foi transferida (Hb.7:12), no NT, para o primeiro dia da semana, o Domingo, que a igreja em geral honra como o dia do Senhor. De fato, ele é também conhecido como Sábado cristão. O âmago ou cerne da pregação apostólica ao mundo gentio e judaico, a partir do pentecostes era a ressurreição de Jesus (At.2:32). O ressurgimento de Cristo era a comprovação de Deus, perante o mundo, de que o salvador da humanidade havia pago o preço válido e suficiente pelos pecadores e havia superado a maldição da morte. O sacrifício expiatório eficaz de Jesus e sua vitória sobre a maldição da morte introduziu uma nova época ou dispensação da Igreja (Ef.1:10). Assim como a ceia do Senhor(I Cor.11:23-34) substituiu a Páscoa (Mt.26:17-30; Lc.22:7-23), na antiga aliança – “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento (novo concerto, pacto, aliança)”. A morte de Cristo substituiu o sacrifício de animais no altar(Jo.19:30, Veja Levítico), o sacerdócio(arônico) (Êx.28), foi substituído pelo sacerdócio supremo de Jesus “segundo a ordem de Melquisedeque”(Hb.7) e fez com que cada crente se torna-se um sacerdote (Ap.1:5), também o quarto mandamento, dentre os dez, que pelo menos em parte tinha natureza cerimonial(Cl.2:16-17), deveria ser substituído por outro símbolo, mais apropriado à nova dispensação – O DOMINGO “Dia do Senhor”.
Os Dez Mandamentos e a Lei de Cristo
O “grande” argumento adventista é que; “os dez mandamentos não foram abolidos, por terem sido escritos nas tábuas, e por isso devemos guardar o sábado que é o quarto mandamento”. A questão é tão complexa que não daria para explanarmos tudo neste breve compêndio, mas precisamos salientar dois pontos cruciais para que o leitor pense e tire suas conclusões:
• Os adventistas argumentam que os textos de Ex. 20 se encontravam escritos nas tábuas trazidas por Moisés (vejam a foto do livro “Reflexões Sobre o Sermão da Montanha, pág.45)”. Isso, embora pareça certo, não é a verdade e os adventistas bem o sabem. A verdade é que o relatado em Ex.20 e Dt. 5 sobre os 10 mandamentos (que nem são idênticos em seus relatos) não se encontravam nas tábuas que Moisés trouxera do monte, pois assim descreve a Bíblia: “E ali esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites… e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as Dez palavras” (Ex.34:28 – ARA. Obs: A corrigida traz a frase dez mandamentos, mas no seu rodapé coloca uma nota informando ser dez palavras). A verdade bíblica é que os dez mandamentos, além de fazerem parte da Lei, pois “Lei Mosaica e Lei de Deus” são as mesmas coisas – “Sendo que só há um legislador” (Tg.4:12), não se encontrava como afirmam os adventistas. Estamos explicando tudo isso para que o leitor entenda que o argumento que o decálogo é imutável até mesmo por Jesus não tem fundamento. Acredito que o que está descrito em Ex.20 e Dt.5 foi uma interpretação das palavras escritas nas tábuas. Por isso Jesus, como filho de Deus e messias, podia trazer para os homens uma melhor e mais espiritual interpretação do decálogo – e assim o “Rei dos Reis” procedeu.
• Outro ponto é que toda vez que os Adventistas lêem “mandamentos” no NT eles associam a palavra com o decálogo e quem conhece a Palavra sabe que isso é uma inverdade. Veja o que o NT quer dizer quando fala de mandamentos: disse Jesus – “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”; “Aquele que tem os meus mandamentos” (João 14:15 e 21); “… relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo…” (At.1:1-2). Entendamos que os discípulos sabiam muito bem o decálogo e todo o mais da Lei, mas a Bíblia diz que Jesus deu novos mandamentos , mandamentos estes que estão implícitos em todo o NT para que por eles vivêssemos nesta Nova Aliança. A Nova Aliança tem uma Lei própria – A LEI DE CRISTO OU A LEI DO ESPÍRITO (Rm. 8:2; ICor.9:21; Gl.6:2; Rm.3:27). É por essa Lei e no cumprimento desses Mandamentos que nós vivemos e exercemos a graça de sermos verdadeiros Cristãos. Lembremo-nos da exortação paulina:
“Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco… De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes” (Gl. 4:10-11; 5:4 – ARA).
Este comentário acima esta cheio de erros, qualquer pessoa simples que ler o comentário acima será guiado pelo Espirito Santo a compreender os absurdos que aí se encontram ….. Gostaria de saber qual denominação pertence o Patrik pois cada denominação tem um estudo contra os Adventistas do 7º Dia.
Se definem ai por favor em uma tese apenas contra nós, pois todas que se levantaram cairam por terra….
Querido amigo Jean Patrik, tenho duas perguntas a lhe fazer. Primeira: Com base em que você afirma que AP 1:10 trata o domingo como dia do senhor? Segunda: Se o sábado – sétimo dia da semana – é a sombra de Cristo, Deus Pai em GN 2:3 descansou à sombra de Deus Filho, como uma criatura?
Forte abraço Jean.
Gabriel você me fez duas perguntas:Com base em que você afirma que AP 1:10 trata o domingo como dia do senhor? Segunda: Se o sábado – sétimo dia da semana – é a sombra de Cristo, Deus Pai em GN 2:3 descansou à sombra de Deus Filho, como uma criatura?
Creio que a primeira ja está respondida, mas irei reforçar:
“Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana (no Domingo)” (Mc.16:9). {Grifo meu}
- No Domingo Jesus apareceu para os seus discípulos (Mc.16:14).
- No Domingo, Ele os encontrou em diferentes lugares e em repetidas vezes (Mc.16:1-11; Mt.28:8-10; Lc.24:34; Mc.16:12-13; Jo.20:19-23).
- No Domingo Jesus os abençoou (Jo.20:19).
- No Domingo Jesus repartiu sobre eles o Espírito Santo (Jo.20:22)
- Aqui Ele primeiro comissionou para pregarem o evangelho a todo o mundo (Jo.20:21 e Mc.16:9-15).
- O Domingo tornou-se o dia de alegria e regozijo para os discípulos (Jo.20:19-20).
- Os discípulos se reuniam no Domingo (At.20:6-7).
- As coletas eram feitas no Domingo (ICor.16:1-2).
Juntando com o que eu disse mais em cima, me parece razoavel que isso tenha de fato acontecido.
A segunda pergunta é infantil, pois se usarmos a lógica isso não teria como acontecer, pelo o fato de o nosso Senhor Jesus não ter ainda se manifestado.
Aproveitando quero também lhe pergunta uma coisa:
Adão guardou o sábado?
Se guardou, como isso se deu sendo que Adão foi criado no 6° dia, e no 7° ele só tinha 2 dia de vida?
Isso não invalidaria outro mandamento que era trabalhar 6 dias, então como Adão descansou no seu segundo dia de vida sem ter trabalhado os 6 dias?
Jean Patrik
Jean, os versículos que você citou não fazem nenhuma menção de que o domingo é o dia do senhor, você mais uma vez está usando alguns versículos bíblicos de forma incorreta, por exemplo: AT 20:6 e 7 só provam que Paulo pregou para o povo no sábado, leia também o versículo 8, você verá que se trata das primeiras horas do domingo, este versículo prova também que Paulo não guardava o domingo, pois no dia imediato ele sairia em viagem e todos nós sabemos que os dias na Bíblia são contados de um pôr-do-sol a outro.
Quanto a sua segunda resposta eu gostei muito, porque você disse que minha pergunta foi infantil, porém de acordo com sua própria resposta o sábado não foi criado com o propósito de ser à sombra de Cristo, já que Deus Filho nem mesmo havia se manifestado. Obviamente isso não muda o fato de que ele estava presente naquele momento, já que Ele é eterno (PV 8:22, IS 9:6), portanto ou aceitamos que Deus Pai descansou à sombra do Deus Filho, o que é uma heresia e até uma blasfêmia, ou acreditamos que o sábado não foi criado com o propósito de ser uma sombra do Deus Filho.
Agora quero responder suas perguntas.
Adão guardou o sábado? Claro que sim.
Se guardou, como isso se deu sendo que Adão foi criado no 6° dia, e no 7° ele só tinha 2 dia de vida? Ele descansou na divina e completa obra de Deus.
Isso não invalidaria outro mandamento que era trabalhar 6 dias, então como Adão descansou no seu segundo dia de vida sem ter trabalhado os 6 dias? Mais uma vez você está usando a palavra de Deus de forma incorreta, quando o 4º Mandamento de Deus diz, “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra” (EX 20:9) Ele não está dizendo que obrigatoriamente, eu tenha que trabalhar 6 dias para ter o direito de descansar o sétimo, o que Deus quer dizer aqui é que temos 6 dias para trabalhar e para fazermos a nossa obra e que nada justifica querermos fazer nossa obra no 7º dia, pois ele nos deu 6 dias para fazê-la. Se aplicarmos este mandamento da forma incorreta como você está fazendo, Deus não estaria nos dando um dia específico para descanso e sim qualquer dia posterior ao nosso 6º dia de trabalho, seria como uma folga rotativa, porém no verso 10 vemos que não é isso que ele quer dizer. “Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus;” (EX 20:10), neste versículo ele diz claramente qual é o sétimo dia, o sábado. O que é muito importante ressaltar Jean é que Deus diz que o sábado é Dele e não dos judeus, portanto quando as pessoas se referem ao sábado – sétimo dia da semana – como sábado dos judeus, está blasfemando, pois está chamando Deus de judeu.
Querido Gabriel, concordo com você que a bíblia não fala claramente que o dia do Senhor seja o domingo, isso no novo testamento. Então é bom e coerente o irmão concorda que Ap.1.10 também não fala do Sábado, sendo assim ficamos no campo da suposição e conjicturação. Certo?
Querido Paulo não guardou o domingo, a questão não o dia que devemos guardar.
Veja bem em At.17.2 prova que Paulo como seu costume guardava o sábado. Preste atenção e faça uma análize: Por que o escrito do livro de Atos disse segundo o seu costume?
Porque Paulo era judeu, isso só comprova o que está escrito em Ex.31.13-17.
veja: “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica.
Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será eliminada do meio do seu povo.
Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente morrerá.
Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua.
Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se.”
Irmão Gabriel a bíblia é bem clara, o sábado seria e é um sinal entre Ele e Israel (“Judeus”), e Paulo por ser da tribo de Benjamim, era normal que guardase o sábado como o seu COSTUME Judeu.
Você citou: “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra” (EX 20:9), bem se isso não for um mandamento, ou seja Deus mandando o povo de Israel fazer isso, então o sábado para o judeus não quer dizer também ou necessariamente descansar no sábado, algo que eu acho um erro de interpletação muito grande.
Concordo Gabriel que Gn.2.1-2 não mostra o que Deus completou ou acabou no 7° dia, mas uma coisa é verdade, que Ele (Deus) terminou toda a sua obra no 7° dia e não no 6° como muita gente pensa.
Sendo assim é fato, que o nosso Deus tenha trabalhado parte do 7° dia, em cima dessa verdade foi que Jesus disse:”E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.” (Jo.5.17).
Glória a Deus pela a sua Palavra pois ela não traz confusão.
Me desculpe a minha resposta resumida.
Paz do nosso Senhor Jesus!!!
Jean Patrik,
como podes dizer a paz do senhor se não aceita a luz do senhor do sabado ?que paz é essa ?e que senhor é esse? bom a biblia é clara graças a Deus
que a paz do nosso senhor jesus seja contigo e que aceite com humildade essa paz…… com todo respeito um forte abraço
Querido amigo Jean Patrik, vc deveria pedir entendimento ao senhor Espirito santo
pois vc está todo errado, a respeito da lei de Deus, cuidado que deus te de sabedoria
um abraço!!!
Querido Jean Patrik.
Estarei orando por você, Ao ler a bíblia ore para Espirito Santo te mostrar, e pare com esse espírito critico, por que isto não vem de Deus. Se você tivesse certeza do que você diz, você não estaria nesse site. Deus tem algo para você aqui, não perca essa oportunidade. Todos nós, que guardamos os mandementos de Deus e temos o testemunho de Jesus Cristo, estamos sendo citados na bíblia, em Apoc 12:17 e 14:12. Se conseguir entender esses versículos, todo o restante terá sentido para você. Fique em paz, em nome de Jesus.
Gabriel me passe o seu email, isso se não for um encomondo para voce.
O meu é: jeanpatrikcontato@hotmail.com
Paz do Senhor
É claro que não é um incomodo amigo, anote aí, tabizel@hotmail.com
Abraço.
Jean, sou evangélica há 8 anos. Fiz vários estudos contra os Adventistas… sem muito fundamento… Nunca ficou claro porque abolir o sábado. Pulei esta parte pois tinha medo de ferir o sentimento do meu amado Jesus (pois assim diziam na minha igreja: se guardava o sábado não dava valor ao que Jesus passou por mim na cruz). Deixei o tempo passar, mas o Espírito me levou a verdade. Fui por acaso à IASD numa época em que estava “morrendo espiritualmente” e a semente que um dia fora lançada germinou. Foi como se meus olhos se abrissem. Não sei muito, ainda estou estudando, nem fui batizada, mas reconheço que nós, seres falhos, necessitamos do sábado! Creio que a semente foi lançada a ti, e não duvido que um dia possa germinar. Não o critico, não me critique, vamos nos respeitar! Que Deus te abençõe.
Resposta ao cometario de Jean Patrik:
Caro Jean Patrik. Seu comentário tem um argumento tão pobre e tão sem fundamento que sugiro a você a leitura do livro entitulado “Do sabado para o domingo” Este livro você podera encontra-lo em nossas livrarias. Nesse livro você comprovará que o domingo foi instituido pela igreja católica e não por Jesus.
AGUARDO SEU COMENTÁRIO SOBRE O LIVRO.
Jean Patrik
Sou membro da Igreja Adventista há uns 15 anos, antes eu era da Assembléia de Deus, assim como minha mãe e irmãs. Gostaria que soubesse que estive visitando seu Blog. Fiquei triste com uma coisa. Você esta perdendo muito tempo atacando as Sagradas Escrituras. Este livro meu amigo é a Palavra de Deus, e por tanto é “Santo”. Pense bem! Se um cristão adventista estiver errado ele não perde nada (pois guardar a lei de Deus nunca será pecado). Porém se um cristão que não guarda a lei de Deus (sábado) estiver errado ele perde a salvação.
Me desculpaJean patrik por ter te tratado assim mas e que voce nao podes ajudar a destruir a lei de Deus como os Catolicos fizeram no passado. meu amigo voce precisas de Luz Divina e teras.
como disse um dos comentaristas acima os adventistas nao so guardam o quarto mandamento como guardam todo ele os 10 e tem o espirito de profecia. por isso mesmo que a lei fosse abulida estou a falar da lei moral e nao da lie cerimonial que e essa que Jesus abulio pois mesmo que a lei moral fosse abulida mas vale quem a cumpre defendendo a fe em JESUS E VIVENDO SEGUNDO A VONTADE DELE , do que aquele q nao a compri que as probablidades para o inferno estao a 90 por cento. QUE DEUS TE ABENÇOE e me desculpa pelos palavros meus e dos outros.
Que a graça e a paz de Jesus estejam com todos os estudantes da Bíblia Sagrada.
Irmãos, desejo que os ânimos de cada um de vós sejam mais ponderados quando apresentam aquilo que vocês acham que é a verdade e tenham o espírito nobre e de pureza ao responder no que creem. A questão em voga se trata do quarto mandamento da Lei de Deus. Pois bem, gostaria que todos os que não concordam que o sábado não se encontra mais em vigor, ponderasse o seguinte: Por que vocês só implicam dos dez mandamentos somente o Sábado? Porque você não ensinam que os outros mandamentos não foram abolidos? Isso não é estranho? Vejam porque assim como Deus tem o seu selo o diabo também tem o seu, não acha? Nós não podemos encobrir o sol com uma peneira, irmãos. O Sábado está tão claro em toda a bíblia que aquilo que é tão óbvio se torna trevas para os que tem o espírito de dircórdia e de desobediência. Nós que guardamos o sábado, não guardamos para nos salvar, mas como forma de gratidão e louvor a Jesus. Pois somente pela graça somos salvos, todavia quem ama e serve Jesus não acha pesado os seus mandamentos. Leiam João 14:15.
Olá, Alexandre, interesante que são teses de assuntos antigos (Velho Testamento). Nada novo JESUS se utilizava deste mesmo principio (do imutável) onde falou ” Novo Mandamento vos dou” que de novo não tinha nada, mas era novidade para os dicípulos.
Você está diante de novidades antigas e imútáves não endureça seu coração.
Boa tarde e paz do Senhor Walans!!!
Para você saber qual denominação pertenço, é só clicar em cima do meu nome.
Estou fazendo serviço aqui em casa por isso não vai da para responder quem me perguntar de imediato.
Mas depois estarei respondendo.
Jean Patrik
Paz do Senhor, Alexadre e Jean Patrik!!!
Páscoa e Pães Asmos “15 e 21″ do primeiro mês;
Primicias “16″ do primeiro mês;
Pentecostes “6″ do terceiro mês;
Trombetas “1º” do sétimo mês;
Expiação “10 ‘do sétimo mês;
Tabernáculos “15 e 22″ do sétimo mês;
Eis aí as sete festas fixas religiosas as quais Paulo menciona em Col 2:16, os sábados cerimoniais. Convido os queridos irmãos a fazerem o mesmo que fiz para compreender esse texto bíblico aparentemente complicado, orar com sinceridade. Tenho certeza que o Espirito Santo de Deus fará com vocês o mesmo q fez comigo. Ah! se fôr necessário Deus enviará um Anjo pra lhes mostrar os versos bíblicos e lhes dará a compreensão. Em tempo, irmão Alexandre, você sabe meu endereço que não é longe do seu, estou a sua disposição para estudarmos juntos, mas por favor, reprima esse rancor q vc tem pelos adventistas, isso não procede do trono da graça. Você caríssimo irmão Jean Patrik se tiver interesse em saber como conhecemos o nosso Senhor e Salvador, e a mensagem do sábado entre em contacto, tenho prazer de compartilhar essa benção.
Que o amor de Deus que excede todo entendimento reine no coração de cada internauta.
Átila
Olá João!
não sei se exatamente a 5° tese,mas pelo menos a 4º tese!
Só pra te exemplificar,há uma tese adventista que diz que paulo na verdade usa uma sinédoque em colossenses!
Amigos Alexandre não estou conseguindo moderar os seus comentários pelo meu hotmail, então peço a gentileza que você me mande os seus comentários novamente no meu novo e-mail, por favor anote ai: muniz-maciel@bol.com.br.
Fica o convite ao amigo Jean para também mantermos contato por e-mail.
Um forte braço.
Leandro, teremos que começar tudo novamente, contextualizar os textos colocado pelo Irmão acima, ele esta descaracterizando não somente esta parte biblica mas colocando em pauta o carater de Deus……….. uma coisa eu falo Leandro, uma pessoa pode “conhecer” as escrituras mas pra compreender o assunto ela precisa compreender o poder de Deus, pq este irmão Patrik não esperimenta guardar de maneira amorosa o sabado por um tempo pra sentir como é ser abençoado e santificado por Deus neste dia…. dificil hein!!!!
Caro Walans:
Realmente, a pessoa precisa experimentar a guarda do sábado. Toque nesse assunto com o irmão Patrik – ok?
Um abraço e obrigado por suas participações!
Deus nos dê paciência com nossos irmãos de outras denominações e principalmente com aqueles que querer polemizar todo tipo de assunto. A biblia é um livro espiritual e para ter uma compreensão correta precisa de orientação de Nosso Deus. Caros irmãos de qualquer denominação, sejamos humildes em pedir a orientação de Nosso Deus. O site na mira da verdade não tem intenção de polemizar qualquer assunto. Os adventistas do setimo dia tem buscado luz que vem de Deus, as outras denominações deixaram de buscar essa luz. Quem esta errado é aquele que não busca a “orientação de Deus”. Por favor já chega de tantos ataques. Estarei orando pelo site. E por aqueles que gostam de polemizar que Deus dê luz para sair do comodismo que se encontram. Deus nos abençõe.
Quero deixar esse site (http://www.iasdcentralfortaleza.com.br/nossa-igreja/mensagem-pastoral/51-entre-a-verdade-esta-aqui.html) da igreja adventista em Fortaleza. E aproveitando quero dizer o porque do combate que travo contra as doutrinas dos adventista do 7° dia.
Por causa do que vi escrito nesse site, infelizmente tenho que dizer que a IASD é uma seita, isso pelo seu exclusivismo, fato explícito nesse site.
Contra fatos não á argumentos.
Jean Patrik
rsrsrsr… o rapaz disse que o domingo é literalmente o dia do senhor e deu como referencia Ap 1:10… kkkkkkkk… bom, que eu posso dizer?… só se minha biblia estiver errada… peço desculpas por estar rindo… eu sei q a coisa é séria e o que eu deveria sentir mesmo é compaixão, mas temos q admitir que é cômico algumas coisas que aparecem no meio da “confusão religiosa”, semana passada eu estava no ponto de onibus aqui em maceió e uma mulher disse que comeu as paginas da biblia pq o pastor dela disse que ela devia devorar a palavra de Deus kkk…… nós estamos em um tempo de cegueira espiritual pior que na idade média; antes não tinhamos a biblia e por isso eramos ignorantes, agora temos a biblia e fazemos mal uso dela…. por favorr dêem mais valor a palavra de Deus! muitos já morreram só para q essas letras chegacem aos seus olhos… o que João Huss, wycliffe, Jerônimo, Lutero, os valdenses, o que eles iam pensar?? meus amigos o q vcs estão lendo É O Q VCS ESTÃO LENDO é simples. os sabados cerimoniais são sombra sim e o sabado moral não, pois foi instituido antes do pecado e qndo o guardamos nós aproximamos mais da criação, da nossa origem sem pecado e esse é o objetivo de Deus.
sobre ap 1:10… o “dia do senhor” mencionado NÃO é o domingo, e sim o sábado, pois Toda a galerinha da biblia guardou o sábado… Jesus o SENHOR, disse que era senhor do sabado não do domingo. e se vc Jean conseguir me mostrar com a biblia que o domingo é o dia do senhor, ficarei feliz de guarda-lo!
vou até te ajudar… tome todos os textos que falam do domingo –>>(Mat 28:1; atos 20:7; 1 corintios 16:2; lucas 24:1; joão 20:1,19; marcos 16:1,9)…
tá aí todos os textos que falam do domingo… que o verdadeiro Espirito de Deus esteja com Você!!!!…
falow ae!…
A questão não se prende a Paulo não ser contra o sábado porque não conheço ninguém que o seja(contra).
A questão se prende é no fato que os adventistas criam uma espécie de marca para seus fiéis, os fariseus também faziam isto e buscavam surpreender Jesus para leva-lo a julgamento de fanáticos por uma lei de olho por olho dente por dente. Querer mostrar que só os adventistas serão salvos por cumprirem o sábado é o mesmo que os fariseus faziam condenando ao apedrejamento os que não cumpriam.
O exagero dos fariseus era o mesmo dos adventistas. Os primeiros condenavam a morte os que não cumpriam o sábado e os segundos também, só que no primeiro a morte era física e no segundo, espiritual, o que é pior.
Jesus foi bem claro ao dizer que “não vim para condenar e sim salvar” porque os adventistas se acham no direito de condenar, isto está virando um fanatismo até perigoso.
De segunda a segunda devemos honrar a Deus da mesma forma e Deus não nos pede atenção apenas no sábado.
Quanto a estas interpretações biblicas com intenção de provar doutrinas que no fundo levam à coleta de dízimo, o melhor seria reconsiderar e mostrar a verdade que Paulo, aí sim, ensina: O dízimo que Paulo fala na II corintios era para um propósito específico, ou seja para suprir a fome que profetas previram como está no livro de Atos, não era ajuda financeira para missões, construção de templos ou alimentar pastores e familiares e sim os fiéis de menor sorte.
Quando aquele jovem rico perguntou a Jesus o que fazer para alcançar o reino de Deus, Jesus respondeu: Venda tudo e dê aos pobres…aos pobres, disse Jesus e não ao caixa da igreja. JESUS TAMBÉM NÃO FALOU: VENDA TUDO E DÊ AOS POBRES E GUARDE O SÁBADO.
Jesus resumiu: ame aos seus semelhantes, como eu vos amei…
Por favor não deturpem os ensinamentos do Mestre, que também não fundou esta ou aquela denominação ….FUNDOU A RELIGÃO CRISTÃ VERDADEIRA.
PAZ DE JESUS!
Caro José:
É imporante sabermos que a religião de Cristo é fundamentada no amor e na justiça. O amor não nos isenta de nossa responsabilidade moral para com Deus. Muitos irão se perder mesmo curando em nome de Cristo (Mateus 7:21-23) por que tiveram uma religião “fácil”. A graça de Deus nos torna aptos a amar ao próximo e a Deus. E a obediência aos quatro primeiros mandamentos da Lei (com a ajuda do Espírito – Hebreus 8:10) é uma expressão do nosso amor por Deus.
A Igreja Adventista nunca ensinou que somente um grupo de pessoas será salvo. Oficialmente, cremos que os filhos de Deus estão espalhados por todos os lugares e que observadores do domingo – que nunca tiveram maior luz sobre o assunto – como Martino Lutero, serão salvos. O mesmo não pode ser dito de você e eu que temos mais luz sobre o assunto (Mateus 16:27).
Recomendo que leia o artigo disponível no link a seguir e veja o real posicionamento dos adventistas sobre a salvação de pessoas de todas as denominações religiosas: http://novotempo.com/namiradaverdade/2010/03/16/%e2%80%9cadventista-jamais%e2%80%9d
Um abraço e obrigado por seu comentário.
Em tempo:
Quanto às interpretações por interesse pessoais e suas consequências seria bom analizar as palavras de Jesus no livro de Mateus, capitulo 5 versos 19 e 20.Porque o que ele disse foi: SE A VOSSA JUSTIÇA (ENTENDIMENTO DA PALAVRA) NÃO EXCEDER A DOS ESCRIBAS E FARISEUS, DE MODO NENHUM ENTRAREIS NO REINO DE DEUS, e Ele desde o início deste cap ensinava como os fariseus e escribas vinham ensinando errado e por suas vez, ensinava certo E – REPITO: O CERTO ERA SEMPRE RESUMIDO EM :”AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E UNS AOS OUTROS, COMO EU VOS AMEI.
QUE A BENÇÃO DE DE JESUS NOS ILUMINE.
Esses Versiculos >>> (Mat 28:1; atos 20:7; 1 corintios 16:2; lucas 24:1; joão 20:1,19; marcos 16:1,9) só comprovam o que os Cristãos primitivo faziam, como coloquei ai em baixo.
- Justino, o Mártir: 100-167d.C. Eis aqui como Justino, o Mártir, descreveu o culto primitivo dos cristãos: “No Domingo há uma reunião de todos que moram nas cidades e vilas, lê-se um trecho das memórias dos Apóstolos e dos escritos dos profetas, tanto quanto o tempo permita. Termina a leitura, o presidente, num discurso, admoesta e exorta à obediência dessas nobres palavras. Depois disso, todos nos levantamos e fazemos uma oração comum. Finda a oração, como descrevemos antes, pão e vinho (suco de uva) e ação de graças por eles de acordo com a sua capacidade, e a congregação responde, Amém. Depois os elementos consagrados são distribuídos a cada um e todos participam deles, e são levados pelos diáconos às casas dos ausentes. Os ricos e os de boa vontade contribuem conforme seu livre arbítrio; esta coleta é entregue ao presidente (pastor) que, com ela, atende a órfãos, viúvas, prisioneiros, estrangeiros e todos quantos estão em necessidade”(Manual Bíblico, Halley)
- Inácio, 100d.C., disse: “Aqueles que estavam presos às velhas coisas vieram a uma novidade de confiança, não mais guardando o Sábado, porém vivendo de acordo com o dia do Senhor (Domingo)”.
- O ensino dos Apóstolos, 90-100 obra siríaca: Encontramos um testemunho muito interessante na obra citada, que data da segunda metade do século III, segundo a qual os apóstolos de Cristo foram os primeiros a designar o primeiro dia da semana como dia do culto cristão: “Os apóstolos determinaram, ainda: no primeiro dia da semana deve haver culto, com leitura das Escrituras Sagradas, e a oblação. Isso porque mo primeiro dia da semana o Senhor nosso ressuscitou dentre os mortos, no primeiro dia da semana o Senhor subiu aos céus, e no primeiro dia da semana vai aparecer, finalmente com os anjos celestes” (Ante-necene fathers, 8668).(Enciclopédia Vida, Archer)
- Tertuliano: 160-220. No início do século III, Tertuliano chegou a afirmar que: “Nós (os cristãos) nada temos com o Sábado, nem com outras festas judaicas, e menos ainda com as celebrações dos pagãos. Temos nossas próprias solenidades: O Dia do Senhor… (On indolatry 14). Em “De oratione”(23). Tertuliano insistia na cessação do trabalho no Domingo como dia de culto para o povo de Deus.
Querido Thomas não guardamos o domingo como vocês guardam o sábado, na realidade nem sei se guardamos o domingo, pois se guardar um dia é deixar de trabalhar então cristão nenhum que não guarda o sábado, guarda tal dia, pois eu mesmo as vezes trabalho no domingo. Então para mim não a distinção de dia especial para guardar e falo isso em cima da afirmação bíblica que Paulo fez em Rm.14.4-7.
E ai agora você está rindo?
Paz do Senhor Jesus!!!
Jean Patrik
Olá Jean Patrik, como vai você?
Vamos ver o que a história nos diz a respeito da guarda do domingo.
Primeiro vamos entender a origem do nome, mas antes disso peço que você leia AT 5:29.
John Eadie, “Sabbath”, em A Biblical Cyclopedia (Londres: Charles Griffin, 1870).
“O domingo foi o nome dado pelos pagãos ao primeiro dia da semana porque era o dia no qual eles adoravam o Sol”.
Para ficar melhor o entendimento lembre-se que em inglês domingo é Sunday.
Agora vamos ver como aconteceu à mudança do sábado para o domingo.
Decreto em 321 d.C. dado por Constantino: “que os juízes e o povo das cidades, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do sol”.
Declaração de William L. Gildea na p. 809 do The Catholic World publicado em março de 1894 “O Sol era o deus mais importante entre os pagãos. [...] Existe, de fato, algo real no Sol que faz dele uma representação adequada de Jesus, o Sol da Justiça. Portanto, a igreja desses países parece ter dito: ‘Mantenhamos o velho nome pagão. Ele deve permanecer consagrado, santificado’. E assim, o domingo pagão, dedicado a Balder, se tornou o domingo cristão, consagrado a Jesus.”
Veja que coisa interessante, Constantino queria unir seu império e os líderes da igreja romana queriam converter os pagãos. O domingo se tornou o meio para realizar ambas as coisas. Portanto, o sábado bíblico foi mudado pela igreja romana e pelo estado.
Agora eu peço que você leia DN 7:25. Assim que possível faça um estudo profundo de Daniel 2, 7, 8 e 9 juntamente com o Apocalipse e você terá uma visão muito mais ampla destes acontecimentos.
Agora vamos ver o que mais alguns líderes católicos têm a dizer sobre essa mudança.
James Cardinal Gibbons, The Catholic Mirror, 23 de setembro de 1893. “A Igreja Católica, mais de mil anos antes da existência do protestantismo, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de sábado para o domingo.
Karl Keating, destacado escritor católico, Catholicism and Fundamentalism: the attack on “Romanism” by “Bible Christians” (San Francisco: Ignatius, 1988), p. 38. “Fundamentalistas se reúnem para adorar no domingo. No entanto, não existe nenhuma evidência na Bíblia de que a adoração coletiva deveria ser feita nesse dia. O Sábado judaico, ou dia de descanso, é, obviamente, o sétimo dia da semana. Foi a Igreja Católica que decidiu ser o domingo o dia de adoração para os Cristãos, em honra à ressurreição.
Leo Broderick, padre da Igreja Católica de Santa Catarina, Michigan, faz as seguintes declarações no boletim de 21 de maio de 1995: “Talvez a decisão mais ousada e mais revolucionária tomada pela igreja tenha acontecido durante o 1º século. O dia santo, o sábado, foi transferido do sétimo dia para o domingo. […] Não por qualquer direcionamento encontrado nas Escrituras, mas pelo senso da igreja de seu próprio poder.”
Antes de ler a declaração abaixo lembre-se que ela foi feita por Leo Broderick, padre da Igreja Católica e não por um adventista do sétimo dia. Se não estiver sentado, sente-se e segure na cadeira, pois essa declaração é um pouco pesada para algumas pessoas.
“As pessoas que pensam que as Escrituras devem ser a única autoridade precisam, por questão de lógica, se tornar adventistas do sétimo dia e guardar o sábado como dia santo.”
Agora vamos ver o que eles têm a dizer a respeito dos protestantes que acreditam que o domingo é o dia do senhor.
Monsenhor Segur em Plain Talk about the Protestantism of To-day (Boston: Patrick Donahoe, 1968), p.225: “Foi a Igreja Católica que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu o descanso para o domingo em memória da ressurreição de nosso Senhor. Portanto, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem prestada por eles, de inspiração própria, à autoridade da igreja.”
Bom, acredito que não restam dúvidas a este respeito né!?!?
Jean não se esqueça de responder as perguntas que fiz anteriormente.
Abraço e fique com Deus.
Quero deixar uma coisa claro aqui, não fui eu que escrevir todo aquele texto, aquele texto que tem como título “Mudança da Lei e a Lei da Graça” foi um outro pastor.
Um grande abraço para todos!
PAZ do SENHOR há todos,e FELIZ SÁBADO as vxs fico pensando como vai ser triste ,na quele dia qnd JESUS CRISTO aparecer nas nuvens do céu.para buscar seu povo,separando os seus.e aquelas ps que professam ser seguidores de CRISTO,mais ñ guandam os seus mandamentos por completo.E CRISTO FALAR:APARTAIVOS DE MIM MALDITOS Q EU Ñ VÓS CONHEÇO.me da uma angustia muito grande, kria q em nome de JESUS muitas dessas pessoas q estão cegas espiritualmente deixa-sem o ESPIRITO SANTO abrir suas visões,ñ permitindo q o inimigo as enganem,pcom falsas doutrinas. que DEUS ABENÇOI A TODOS EM NOME DE JESUS.FELIZ SEMANA NA PAZ DE DEUS
O antigo Israel possui diversas festas. E entre elas encontravam-se aquelas vinculadas a liturgia do santuário terrestre, que contava com sete “festas cerimoniais” e eram chamadas de “sábados”. Estes “sábados cerimoniais” foram estabelecidos em datas fixas conforme escrita na Lei de Moisés (Levítico 23:4; II Crônicas 8:12 e 13), e a Bíblia revela quais eram eles e seus respectivos dias de celebração:
1.º Sábado Cerimonial – Páscoa – 14.º dia do primeiro mês – (Lv 23:5)
2.º Sábado Cerimonial – Festa dos Pães Asmos – 21.º dia do primeiro mês – (Lv 23:6; Êx 13:6)
3.º Sábado Cerimonial – Festa das Primícias (Pentecostes) – 6.º dia do terceiro mês – (Lv 23:15-16)
4.º Sábado Cerimonial – Festa das Trombetas – 1.º dia do sétimo mês – (Lv 23:24)
5.º Sábado Cerimonial – Dia da Expiação – 10.º dia do sétimo mês – (Lv 23:27)
6.º Sábado Cerimonial – Festa dos Tabernáculos [Primeiro dia] – 15.º dia do sétimo mês – (Lv 23:39)
7.º Sábado Cerimonial – Festa dos Tabernáculos [Último dia] – 22.º dia sétimo mês – (Lv 23:39)
“São estas as FESTAS fixas do Senhor, que proclamareis para santas convocações, para oferecer ao Senhor oferta queimada, holocausto e oferta de manjares, sacrifício e libações, cada qual em seu dia próprio, ALÉM DOS SÁBADOS DO SENHOR, e das vossas dádivas, e de todos os vossos votos, e de todas as vossas ofertas voluntárias que dareis ao Senhor.” (Levítico 23:37 e 38)
Esses dias festivos eram chamados de sábados porque eram guardados e respeitados como se fossem o “sábado semanal” do quarto mandamento. Os “sábados cerimoniais” não são descritos na Lei de Deus, e sim na Lei de Moisés, e estavam sempre ligados com os rituais mosaicos, abluções, ofertas, manjares, ordenanças, holocaustos etc. (Lv 23:37).
Estes foram abolidos na cruz, pois eram sombras das coisas futuras:
“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.” (Colossenses 2:16-17 cf Gálatas 4:9-10).
O “sábado semanal” não representa “sombras das coisas que haviam de vir”, pois está vinculado a um acontecimento do passado, a criação (Gênesis 2:1-3).
Alguns ensinam que Colossenses 2:16-17 refere-se ao sábado semanal e, que este era sombra de Cristo. Sendo assim, baseados nesta distorcida e bizzara interpretação, deveríamos afirmar, também, que Deus descansou na “sombra de Cristo” ao terminar sua obra criadora no sétimo dia? Incrível como uma mente pecaminosa tenta se esquivar da Lei de Deus.
SEGUNDO O TEÓLOGO PRESBITERIANO CHARLES HODGE: “Apela-se a passagens tais como Colossenses 2:16: ‘Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados”. E Romanos 14:5: ‘Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente”. Cada um de nós, contudo, sabe que as igrejas apostólicas viviam grandemente atribuladas pelos judaizantes, os quais insistiam em que a lei mosaica continuava em vigor, e que os cristãos eram obrigados a conformar-se às suas prescrições acerca da distinção entre alimentos limpos e impuros, bem como a seus numerosos dias de festa, nos quais todo trabalho tinha de ser interrompido. Esses eram os falso mestres e essa era a falsa doutrina contra a qual muitas das epístolas de Paulo se dirigiam. É uma óbvia referência a tais homens e suas doutrinas que passagens como as supracitadas foram escritas. Elas não fazem nenhuma referência ao Sábado semanal, o qual fora observado desde a criação, e o qual os próprios Apóstolos introduziram e perpetuaram na Igreja Cristã.” – Systematic Theology, p. 1269.
DE ACORDO COM ADAM CLARKE, TEÓLOGO METODISTA: “‘Ninguém vos julgue pelo comer ou beber’. . . O apóstolo aqui se refere a algumas particularidades do escrito de ordenanças, que foram abolidas, a saber, a distinção de carnes e bebidas. . . e a necessidade da observância de certos feriados e festivais, tais como as Luas novas e sábados particulares ou aqueles que deviam ser observados com incomum solenidade; todos eles foram abolidos e cravados na cruz, e não mais eram de obrigação”. – CLARKE, A. Clarke’s Commentary – referindo-se aos “sábados” de Colossenses 2:16.
AFIRMA O TEÓLOGO ASSEMBLEIANO HAROLD J. BROKKE: “É possível que alguém imagine que a transgressão desse quarto mandamento é menos grave do que a transgressão dos outros nove. A verdade, porém, é que quem se dispõe a transgredir o quarto mandamento já tem no coração a inclinação de transgredir um ou mais dos outros mandamentos… Por que deve o homem guardar o sábado do Senhor? Porque é justo! Segue-se aqui o mesmo princípio de não furtar porque não é justo.” – BROKKE, H. J. (2002). Prosperidade pela Obediência, p. 58-59.
O ILUSTRE TEÓLOGO BATISTA AUGUSTUS HOPKINS STRONG:
“Percebemos… a importância do valor do sábado, como comemorativo do ato divino da criação e, necessariamente da personalidade, soberania e transcendência de Deus. O sábado é de obrigação perpétua como o memorial estabelecido de Sua atividade criadora. A instituição do sábado antedata o decálogo e forma uma parte da lei moral. Feito na criação, aplica-se ao homem como homem em toda a parte e em qualquer época, em seu atual estado de existência… Nem nosso Senhor nem Seus apóstolos ab-rogaram o sábado do decálogo. A nova dispensação anula as prescrições mosaicas relativas à maneira de guardar o sábado, mas continua reafirmando sua observância como de origem divina e necessária a natureza humana. Nem tudo na lei mosaica foi abolido em Cristo… Cristo não cravou na Sua cruz mandamentos do decálogo. Jesus não se defende da acusação de quebrar o sábado declarando que este fora abolido, mas estabelece o verdadeiro caráter do sábado em atender uma necessidade humana fundamental.” – STRONG, A. H. (1949). Systematic Theology. The Judson Press, v. 2, p. 408; 409; 548.
CONFIRMA O TEÓLOGO PRESBITERIANO THADDEUS CONSTANTINE BLAKE:
“O Sábado é uma parte do Decálogo – os Dez Mandamentos. Isso por si só resolve a questão da perpetuidade da instituição8… Até que, por consequinte, possa ser demonstrado que toda a lei moral fora revogada, o Sábado permanecerá… O ensinamento de Cristo confirma a perpetuidade do sábado.” BLAKE, T. C. (1880). Theology Condensed, Cumberland Presbyterian Pub. House, p. 474-475.
FONTE: http://sites.google.com/site/iasdonline
Outras citações de outros ministros das mesmas denominações religiosas aqui citadas, e de outras mais, podem ser encontradas no referido site.
Paz do Senhor querido Gabriel!!!
Creio que você não analizou bem o que eu coloquei ai, você disse que a igreja catolica foi quem mudou o dia de sábado para o dia de domingo, só que você esqueceu de observar que antes da igreja católica vim a existir e se conromper, os lideres daquela igreja primitiva ja falavam desse assunto. Se você não sabe a igreja católica nasceu no fim do século lll ou no começo do século IV, nesse caso não teria como a igreja catolica criar uma coisa já criada, na realidade o que a igreja catolica fez, foi só validar o que já a muito tempo os cristão primitivos já faziam.
Sobre o domingo (Sunday) ser o dia do sol, para mim não me comunica em nada, pois se você não sabe, sábado (Saturday) era dedicado ao deus Saturno e prestava-se culto com orgias e muita bebida, então nesse caso o sábado é tão pagão quanto o domingo. Ta vendo meu caro colega Gabriel, nesse exato momento creio que você deve está discordando plenamente, porém, como eu já disse, se formos levarmos por esse lado teriamos o sábado, o domingo, a segunda… e todos os dias pagãos. Como eu sei que o domingo e nem sábado e nem dia nenhum é pagão, então para mim isso não me comunica em nada, pois o que aconteceu é que houve alguém mal intencionado, tão mal intencionado que quando inventaram esse argumento seria justamente para tentar validar o sábado como dia do Senhor e o Sinal de Deus com o seu povo. Mas parece que esse argumento não cola mais.
Manda outra, pois essa está mais do que respondida.
Jean Patrik
Olá Jean
Desculpe amigo, mas querer afirmar que o domingo é o dia de guarda, aí vc forçou a amizade. Só me responda uma coisa, o que esta escrito no 4º mandamento? se estiver escrito que é o 1º dia (domingo) te garanto que a igreja adventista do 7º dia vai passar a se chamar Igreja Adventista do 1º Dia. Haaa, não vale lêr da bíblia da igreja católica tá…tenque ser na joão ferreira de almeida..
A Paz do Senhor irmão Jean,
imagino que o Prof. Leandro esta ajeitando um tempo pra responder seus questionamentos com muita sabedoria e a sua altura de conhecimento pois temos visto que o irmão tem um vasto conhecimento de muitas coisas, mas o que nos deixa inquietos é que o irmão tem usado textos fora de contexto, argumentos que não estão no verdadeiro sentido e as coisas estão tomando um outro rumo….. não adianta eu deixar textos biblicos aqui pq o irmão irá refutá-los mas peço para que o irmão analise com mais carinho e cuidado este assunto, pois uma pessoa que recebe o Espirito Santo, tem revelações do céus, profetiza em nome de Jesus, jamais negaria os 10 mandamentos e o sabado da criação….memorail da redenção…
Jean, não refutarei sua resposta, pois pela mesma percebo que sua visão sobre este acontecimento ainda é um pouco limitada. Faça o estudo de Daniel juntamente com Apocalipse como disse, faça as aplicações proféticas e históricas corretamente e você ampliará muito sua visão sobre este assunto tão importante. Um grande abraço e fique com Deus.
Uma pessoa racional sabe que a grande maioria não vai se salvar, assim como Deus tem os seus servos, satanas tambem tem os seus agentes aqui na terra, e o que ele quer é que todos fiquem confusos e Deus nos advertiu que isto iria acontecer em Daniel 7:25, que iriam mudar os tempos e a lei, por mais claro que seja para algumas pessoas elas ainda sempre vão procurar argumentos para debater não os adventistas mas o próprio Deus, não entrem na jogada de satanas orem por essas pessoas que nada mais são do que vitimas de satanas.
Eu não conheco o livro que o professor Leandro Quadros citou mais sei que se ele está falando
rofessor :Leandro Quadros .Abraço Professor …rsrsss
ele sabe o que está dizendo eu o acompanho sempre na Mira da Verdade ,aliás ,quero dar um conselho a qualquer um de vcs que tenham qualquer dúvida ou curiosidade bíblica assistam o programa toda terça feira na Tv Novo Tempo .Não a dúvida que resista a ótica bíblica do
Aí em cima o irmão pergunta o que está escrito no 4º mandamento…eu sei que está escrito no cap 30, vs 10 a 14 de Dt o seguinte:
“Quando deres ouvidos à voz do SENHOR teu Deus, guardando os seus mandamentos e os seus estatutos, escritos neste livro da lei, quando te converteres ao SENHOR teu Deus com todo o teu coração, e com toda a tua alma.Porque este mandamento, que hoje te ordeno, não te é encoberto, e tampouco está longe de ti.Não está nos céus, para dizeres: Quem subirá por nós aos céus, que no-lo traga, e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos?Nem tampouco está além do mar, para dizeres: Quem passará por nós além do mar, para que no-lo traga, e no-lo faça ouvir, para que o cumpramos?
Porque esta palavra está mui perto de ti, na tua boca, e no teu coração, para a cumprires.”
Portanto a palavra é bem clara que não só o 4º mas todos os mandamentos devem estar vbem perto de nós para cumprirmos…devem estar nos nossos corações.
Aliáz, esta pergunta os discípulos fizeram também a Jesus, que no cap 17:20 – 21 de Lucas respondeu:
“O reino de Deus não vem com aparência exterior.
Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós”
.
PAZ DO SENHOR!
Em tempo:
Segundo a palavra os mandamentos devem estar nos nossos corações para os cumprirmos …e não em tábuas de pedras ou outras regras que não as ensinadas por Jesus.
Reforçando o que João disse, me mostre onde Jesus (Deus) abençoa , santifica, e guarda o domingo… Hebreus 4:9 pra vc amigo, Hebreus 4:9…
A Paz Do Senhor amados de Cristo!!!porque não pregamos somente que jesus salva liberta batiza com o Espirito Santo e em breve nos levará ao céu.as pessoas que não conhecem a Cristo não entendem e ficam pensando que estamos guerreando entre nós.agora concernente a guardar o sabado.não é melhor guardar todos os dias,somos a igreja do Senhor na terra isto é, cada pessoa é o templo em cada denominação existe um povo que Cristo buscará,os que lavaram suas vestes no sangue do cordeiro.e para nos lavarmos no sangue do cordeiro Cristo devemos ter comunhão com todos,e Deus conhece o meu e o seu coração pense nisso.pela graça sois salvos por meio da fé isso não vem de vós é dom de Deus.
Deus trabalhou no sétimo dia, isso é revelaor para mim.
Mas veja:”Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados.
E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.”(Gn.2.1-2).
Deus terminou a sua obra de Criação no 7° dia, então Deus trabalhou no 7° dia, e penso eu antes que aquele dia terminasse Ele descansou.
Essa é boa!!!
A bíblia é tremenda!!!
Ela é reveladora!!!
Jean Patrik
Jean vamos ver se o que você afirmou é correto. “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve tarde e manhã, o sexto dia. Assim, pois foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito.” (Gn 1:31, 2:1 e 2). O que Deus fez no sétimo dia? Estes versos não mostram nada que Deus fez no sétimo dia. Vamos ver. “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército.” Assim como? Da forma que foi descrita anteriormente. As palavras “assim” e “foram” nos mostra que a frase está se referindo a algum evento no passado. Portanto a Bíblia não faz menção a qualquer obra feita por Deus no sétimo dia. É meu amigo Jean, cada vez está ficando pior sua distorção da palavra de Deus e isso é muito grave. Estou orando por você, fique com Deus.
Caro Jean.
Não escreva esse tipo de coisa amigo, você esta se matando sozinho…como você pode dizer que Deus trabalhou no sábado cara?…leia o texto direito rapaz…..o que esta escrito antes?…caramba, será que é tão dificil lêr a bíblia e interpretar o texto como ele é?….
O pastor da minha igreja deu um estudo bíblico uma vez para uma evangélica, onde ela tinha tanto preconceito com o sábado que quando ia lêr a palavra sábado na bíblia, simplesmente travava…ela não conseguia lêr de tanto preconceito que tinha.
Acho que você é uma dessas pessoas, para com essa idéia de querer provar que o domingo é o dia de guarda rapaz.
ola a todos, vejo que os “irmãos”(jean patrik/Alexandre) insistem em não querer aceitar o sábado do senhor e ainda tentam diminuir a sua inportância e eo seu significado.Eu vejo nas suas falas que querem por que querem afirmar que jesus aboliu a lei e mais que ele ensinava os discípulos a quebrarem o sábado.
SE JESUS veio violar a lei e ensinar seus discípulos o mesmo então ele estava indo contra um principio que ele mesmo disse em mateus 5:17.
E mais em 1joão 3:4 afirma o seguinte: TODO aquele que pratica o pecado tanbém TRANSGUIDE a lei,porque o PECADO éa transgressão da lei.
Então segundo a essa tese deles(jean patrik/Alexandre) concluimos que JESUS ensinavam os discípulos a PECAREM.veja que incoerencia pensar dessa forma.E além disso no verso 8 do mesma epístola diz que: AQUELE que pratica o PECADO(que é a transgressão da lei) procede do diabo,porque o diabo VIVE pecando desde o princípio.
se JESUS ensinava seus seguidores de sua época a violar o sábado estava ensinado-os a fazer a vontade do diabo que é cometer pecado(lembrando que pecado segungo a ensinamento de joão é a transgressão da lei).
vejam voscês mesmo (jean patrik/Alexandre) o que realmente JESUS veio fazer de acordo com 1joão cap .3, bem no finalzinho do verso 8 diz o seguinte: PARA ISTO SE MANIFESTOU O FILHO DE DEUS:PARA DESTRUIR AS OBRAS DO DIABO.
Jesus veio “DESTRUIR AS OBRAS DO DIABO”. e voces nos diz que jesus veio QUEBRAR a lEi.Então me responda os dez mandamentos é criação do diabo?
vejo que leandro quadros não argumentou nada sobre os seus comentários novos.E não é de se admirar.pois pelo que leandro ja apresentou a vocês na Bíblia varias provas da lei de DEUS (que é valido em nossos dias) e contextualinado e esclarecendo os textos que voces usam para dar enfâse a essa doutrina anti-Bìblica, fica cansativo lidar com pessoas
assím que querem tirar a veracidade de um ensinamento BÍblico e que continuam usando os mesmos textos distorcido por eles anteriormente dito ja esclarecidos.
Estarei orando por voces e por leandro para que DEUS continue le dando sabedoria que so vem do alto.
a paz do senhor!
Gabriel!
“Querido amigo Jean Patrik, tenho duas perguntas a lhe fazer. Primeira: Com base em que você afirma que AP 1:10 trata o domingo como dia do senhor? Segunda: Se o sábado – sétimo dia da semana – é a sombra de Cristo, Deus Pai em GN 2:3 descansou à sombra de Deus Filho, como uma criatura?”
Estude a etmologia da palavra no original grego.Aí você vai saber por conta própria !
Vai pesquisar um pouco!
Alexandre, concordo com você que tenho que pesquisar mais, pois ainda tenho muito a aprender, mas, mais do que pesquisar eu preciso orar por “pobres coitados” como você, pois continuo vendo agressividade em suas palavras. A agressividade desnecessária só mostra que você se sente acuado com fatos contundentes que você insiste em negar. E mais ainda, mostra a falta do Espírito Santo em seu coração. Estou orando por você, fique com Deus.
Pois é Gabriel!
Vai estudar um pouquinho pra evitar que você fale coisas sem fundamento tá bom
CONCORDO COM VOCÊ PLENAMENTE!SOU UM POBRE COITADO!
E É POR ISSO QUE O PROFESSOR E MAIS ALGUNS AQUI ANDAM ENFIANDO O RABO NO MEIO DAS PERNAS AO DEBATER COMIGO!
POR CAUSA DE EU SER UM POBRE COITADO!
SÓ SEJA MAIS PESQUISADOR ANTES DE FALAR, PRA QUE VOCÊ NÃO SEJA O PROXIMO A TER QUE ENFIAR O RABO NO MEIO DAS PERNAS TAMBEM TA BOM!
Gabriel disse:
“A agressividade desnecessária só mostra que você se sente acuado com fatos contundentes que você insiste em negar”
ISSO MESMO! É POR ISSO MESMO QUE O LEANDRO VIVE APAGANDO MEUS TEXTOS!
PORQUE EU ESTOU COMPLETAMENTE ACUADO!
EU POSTEI ANTERIORMENTE ALGUNS TEXTOS CHEIOS DE AGRESSIVIDADE, COMO TEXTO DE COLOSSENSES 2;16, O TEXTO QUE EU MANDEI PARA ALGUEM QUE SE CHAMA WALLACE, DENTRE OUTROS!
O LEANDRO DELETOU TODOS, POIS ERAM MUITO AGRESSIVOS!
E mais!
“Estude a etmologia da palavra no original grego.Aí você vai saber por conta própria !
Vai pesquisar um pouco!
ME APONTE NO TEXTO DIRIGIDO À VOCÊ, EM QUE MOMENTO EU FUI AGRESSIVO, NESSE TEXTO!
Alexandre, você distorce e molda a palavra de Deus conforme o seu gosto e eu que falo coisas sem fundamento? Se você não sabe é possível identificar agressividade na forma em que um texto, ou uma frase é formada. E se você não sabe também, escrever somente em caixa alta é falta de educação e passa a impressão de que o autor está “gritando”. A respeito de o Professor Leandro apagar os seus textos, muito provavelmente é pela sua ignorância e agressividade. Mais uma vez quero dizer que isso mostra que o Espírito Santo não está em seu coração, portanto você não tem nenhuma inspiração dele. Indiscutivelmente um pobre coitado que não tem nada a acrescentar aos freqüentadores deste site. Continuarei orando por você. Fique com Deus.
Tem uma coisa que eu queria saber: Por que vocês ficam discutindo tanto esse assunto, com rodeios intermináveis, que não levam a lugar nenhum?
Não seria muito mais fácil dobrar os joelhos e pedir a Deus, em oração, que lhes revele se devem ou não guardar o Sábado?
Garanto que quem fizer essa oração com sinceridade não ficará sem resposta – assim como eu não fiquei ! ! !
Desejo que o Senhor do Sábado lhes abenções e que o Seus Espírito Santo lhes inlumine a mente e lhes guie em toda a Verdade.
Querido Gabriel, concordo com você que a bíblia não fala claramente que o dia do Senhor seja o domingo, isso no novo testamento. Então é bom e coerente o irmão concorda que Ap.1.10 também não fala do Sábado, sendo assim ficamos no campo da suposição e conjicturação. Certo?
Querido Paulo não guardou o domingo, a questão não o dia que devemos guardar.
Veja bem em At.17.2 prova que Paulo como seu costume guardava o sábado. Preste atenção e faça uma análize: Por que o escrito do livro de Atos disse segundo o seu costume?
Porque Paulo era judeu, isso só comprova o que está escrito em Ex.31.13-17.
veja: “Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica.
Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será eliminada do meio do seu povo.
Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente morrerá.
Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua.
Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se.”
Irmão Gabriel a bíblia é bem clara, o sábado seria e é um sinal entre Ele e Israel (“Judeus”), e Paulo por ser da tribo de Benjamim, era normal que guardase o sábado como o seu COSTUME Judeu.
Você citou: “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra” (EX 20:9), bem se isso não for um mandamento, ou seja Deus mandando o povo de Israel fazer isso, então o sábado para o judeus não quer dizer também ou necessariamente descansar no sábado, algo que eu acho um erro de interpletação muito grande.
Concordo Gabriel que Gn.2.1-2 não mostra o que Deus completou ou acabou no 7° dia, mas uma coisa é verdade, que Ele (Deus) terminou toda a sua obra no 7° dia e não no 6° como muita gente pensa.
Sendo assim é fato, que o nosso Deus tenha trabalhado parte do 7° dia, em cima dessa verdade foi que Jesus disse:”E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.” (Jo.5.17).
Glória a Deus pela a sua Palavra pois ela não traz confusão.
Me desculpe a minha resposta resumida.
Paz do nosso Senhor Jesus!!!
“Alexandre, você distorce e molda a palavra de Deus conforme o seu gosto e eu que falo coisas sem fundamento”
CIDADÃO!COM TODO O RESPEITO!
ESTUDE A ORIGEM DA PALAVRA KURIAKE HEMERA, ASSIM VAI DESCOBRIR A RESPOSTA À PERGUNTA QUE FEZ PARA O PATRIK
ESTÁ EM APOCALIPSE 1:10
Alexandre, ficarei muito grato se você me mostrar um texto biblico que Kuriake Hemera faz menção ao domingo.
— O TEXTO ABAIXO É ESPECIALMENTE DESTINADO AQUELES QUE TENTAM DESVIAR A ATENÇÃO DE COLOSSENSES 2:16 PARA APOCALIPSE 1:10 —
“Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta.” (Apocalipse 1:10)
“egenomhn en pneumati en th kuriakh hmera kai hkousa opisw mou fwnhn megalhn wV salpiggoV” (Hagilu Natan Elohim 1:10)
A expressão “dia do Senhor”, conforme aparece no original grego do Apocalipse é: KURIAKE HEMERA. KURIAKE (vem de KIRIOS ou KURIOS) e significa “do Senhor” e HEMERA significa “dia”. Esta expressão aparece apenas uma vez em todo o Novo Testamento, e exatamente em Apocalipse 1:10.
Algumas traduções bíblicas trocam a expressão “dia do Senhor” por “domingo”, fazendo com que muitas pessoas se confundam e acreditem que o “primeiro dia da semana” foi mencionado por João durante a redação do livro do Apocalipse.
A palavra “domingo” nos textos originais dos livros que compõem a Bíblia, não aparece em nenhum verso. Então, por que traduzir Apocalipse 1:10, colocando-se a palavra “domingo” como correspondente de KURIAKE HEMERA? Ou “domingo” aparece em algumas traduções por engano, ocasionado por falta de atenção ao texto original grego ou por má fé por parte dos editores de tais traduções. Ficamos, não obstante, com a primeira opção.
O “Dia do Senhor” na Bíblia
A expressão “dia do Senhor”, como aparece em Apocalipse 1:10, aparece 27 vezes em toda a Bíblia (na versão Almeida Revista e Atualizada) e, distribuída em 25 versos. Com exceção de 2 versos apenas, nos demais a expressão “dia do Senhor” está relacionada com o DIA do: “ajuste de contas”, “juízo final”, “julgamento”, “da volta de Jesus”, etc. dia este na qual Deus executará Sua justiça de forma plena e definitiva. Os 23 versos que apresentam a expressão “dia do Senhor” com os significados mencionados são:
Isaías 2:12 – Isaías 13:6 – Isaías 13:9 – Jeremias 46:10 – Ezequiel 13:5 – Ezequiel 30:3 – Joel 1:15 – Joel 2:1 – Joel 2:11 – Joel 2:31 – Joel 3:14 – Amós 5:18 – Amós 5:20 – Obadias 1:15 – Sofonias 1:7 – Sofonias 1:14 – Zacarias 14:1 – Malaquias 4:5 – Atos 2:20 – I Coríntios 5:5 – I Tessalonicenses 5:2 – II Tessalonicenses 2:2 – II Pedro 3:10.
Nesses 23 versículos a expressão “dia do Senhor” ocorre 25 vezes. E as duas ocasiões em que a expressão “dia do Senhor” não está relacionada com o “dia do ajuste de contas futuro”, isto é, com o “dia do juízo de Deus” são:
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs.” (Isaías 58:13)
“Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta.” (Apocalipse 1:10)
Das 27 vezes em que a expressão “dia do Senhor” é mencionada na Bíblia, somente nessas duas, possuem um significado diferente da grande maioria citada acima. E, uma delas é quando aparece relacionada com o sábado do sétimo dia, chamado de dia do Senhor e pronunciada diretamente por Deus, como “está escrito” em Isaías 58:13.
Baseado nessas informações, podemos avaliar que: ou João estava se referindo, em Apocalipse 1:10, ao dia do juízo de Deus, como alguns defendem, apesar de tal interpretação ser insustentável pela exegese do capítulo, ou, ele estava se referindo ao sábado do sétimo dia, em uma alusão direta à citação do próprio Deus como foi registrada em Isaías 58:13. Preferimos optar pela segunda opção na qual tem-se apoio dentro do contexto do capítulo 1 de apocalipse.
Independente dessas duas interpretações, é fato consumado que: João, definitivamente, não estava se referindo ao primeiro dia da semana (domingo) quando escreveu a passagem registrada em Apocalipse 1:10. A afirmação que o “dia do Senhor” nessa passagem se refira indiscutivelmente ao “domingo” é baseada em presunção sem nenhum valor probante.
————–
FONTE: http://sites.google.com/site/iasdonline/home/reparador/1apocalipse10
—————
O texto que você adicionou nesse debate é proveniente do site:
>>> http://sites.google.com/site/iasdonline <<<
Como será que DEUS trabalha?
Será que é em uma Carpintaria? Serralheria? ou outra coisa semelhante? Ou será que é mantendo a vida, curando, provendo nosso sustento, perdoando nossos pecados quando suplicamos? Jesus afirmou: É Lícito fazer o bem aos sábados MT 12:12 e naquele tempo os próprios sacerdotes realizavam o trabalho no templo e ficavam sem culpa MT 12:05 e hoje quem é nosso Sumo Sacerdote? Jesus Heb 04:14 que ministra no Santuário no céu Heb. 08:02. Por tanto é lógico que DEUS trabalha no Sábado, mas sem invalidar a Sua Própria Lei, antes elevando-a e fazendo-a gloriósa, dando o real sentido a ela.
O sábado não é sinonimo de legalismo como muitos afirmam, pois seria Moisé, Daniel, Isaías e mesmo o próprio Jesus legalistas? Pois eles guardaram o sábado!
O sábado não pode ser para os judeus, senão, seria o caso de Jesus ser só para os judeus, por ser ele Judeu?
O sábado é um memorial de criação e quem nos criou, não foi Jesus ? JO 01:01 a 03
O sábado é um convite a descansarmos em Jesus MT 11:28 e Heb 0403 a 11
O sábado é um memorial da salvação e quem nos salvou, não foi Jesus Deut. 05:15 e Mat 01:21 .
Desta forma o Sábado assim como Jesus, seria só para os judeus ou também para os Gentios?
O sábado foi parte da criação sim, mas DEUS já havia feito todas as coisas e apenas instituiu este dia como memoria para seus filhos de sua origem em DEUS. Ezeq 20: 12 e 20
Queridos amigos e debatedores adventista, quero informa que estou deixando o debate, isso toma muito tempo, e as vezes acabo dando resposta de dificil entendimento.
Tenho as minhas rasões para fazer isso, pode ser que eu volte a comentar mas agora é ora de pararmos.
Peço o Prof. Leandro que se possivel for de o seu paracer no que foi comentado aqui no blog na mira da verdade e depois escreva outras coisas que não seja sobre um assunto que tanto alfineta os evangélicos não adventista.
Sabe queridos, o que me deixa incomodado em relação a vocês(Adventista do 7° dia), não é a questão de guardarem o sábado, mas sim a interpletação que dão para o domingo dizendo que tal dia é o sinal da besta. Aproveitando quero deixar claro que os evangélicos não guarda o domingo, os evangélicos tem o domingo como o seu principal culto.
Outra coisa que me deixa aborreciso é o seus exclusivismo, isso está explicito nesse site adventista de Fortaleza (http://www.iasdcentralfortaleza.com.br/nossa-igreja/mensagem-pastoral/51-entre-a-verdade-esta-aqui.html). Aqui nesse site está bem claro, que os adventista são dentetores da verdade.
Sem mais comentários!
Diante dessa duas questões que coloquei ai, é que eu estarei refutando e defendendo a fé cristã diante de tamanhos absurdos.
Não fique ofendidos comigo, ao falar isso, quero ser sincero com vocês.
Paz seja com todos nós, e que o exclusivismo religioso em nosso meio venha cair por terra, e assim a igreja venha ser a verdadeira igreja de Cristo, não estou falando de uma denominação, mas das igrejas espalhadas em varia denominações em toda terra.
Jean Patrik
Jean Patrik, quero dizer que gostei muito de “debater” com você. Que Deus te abençoe e te ilumine. Fique com Deus amigo.
Caro Jean!
Gostaia de fazer algumas consideralões a respeito do seu comentário:
1º – Se a IASD realmente for a igreja Verdadeira e detentora da verdade para o tempo do fim e daí, qual o problema? estaríamos nós ou DEUS excluindo alguém de fazer parte deste movimento?
Por acaso não eram os judeus guardadores dos oráculos de DEUS RM 03:02.
É pecado pensar que se tem a verdade? Você não está dizendo a mesma coisa quando menciona que nós estamos errados quanto a estas questões debatidas? Não está automaticamente dizendo que é vc que está certo?
Qual é o problema de a igreja Adventista ser a verdadeira? Venha e faça parte dela!
Não há mérito em nenhun adventista em pertencer a esta igreja e tambem não é exclusividade nossa, mas é pela misericórdia de DEUS.
No seu blog está postado a conversão de um pároco a igreja que vc pertence. Se ñ há uma igreja verdadeira ou verdade, então por que deveria ele se converter e por que se prega aos católicos? Será que não haverá católico na nova terra que tenha sido salvo?
Eu posso então acusa-lo de querer parecer melhor do que os outros ( católicos ) por pregar a eles e buscar suas conversões?
Jesus certa vez disse: JO 10:16 Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor.
Não é só quem é adventista que será salvo, pelo contrário o maior nº daqueles que farão parte do povo de DEUS está fora e muitos adventistas irão se perder. Até porque no final de tudo ñ haverá mais a igreja adventista, mas só a verdade, pois todas as nossas instituições serão fechadas e só a menssagem de Apoc 14: 06 a 12 e Apoc 18:01 a 04 é que será pegada ou seja o evangélho eterno a todo o mundo pedindo ao pov de DEUS sair de babilonia.
2º – Você também disse que os evangélicos não tem o domingo como o dia do Senhor, mas simplesmente como seu principal dia de culto, mas não é o que encontramos nos sites do cacp e icp que possui membros de sua deniminação outras que dizem claramente ser o 1º dia da semana o dia do Senhor.
Olá Jean,
Realmente a Palavra de Deus não traz confusão. No entanto, seus argumentos contrários à guarda do sábado não suportam uma melhor elucidação da Palavra de Deus. Na verdade, aqueles que se levantam contra o sábado bíblico, estão lutando contra o próprio Deus, contra a verdade. A Bíblia diz: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará(Jo. 8:32). A lei de Deus é uma das colunas da verdade(Sal. 119:142, 151).
O sábado é um dos 10 mandamentos do decalógo(Ex. 20:8-11). A Bíblia declara que o pecado é transgressão da lei(1 Jo. 3:4). Se alguém vive trangredindo consciente e decididamente qualquer dos 10 mandamentos da lei de Deus, a Bíblia diz que é réu dos 10(Tg 2:10). Ser réu é estar sob a condenação de Deus. Por exemplo, alguém que se diz cristão, que vai a igreja, ora em nome de Jesus, profetiza, faz curas e milagres, fala em linguas, prega, mas que vive adulterando, ou roubando(dois dos 10 mandamentos do decalógo), está sob a condenação de Deus.
Jesus declara isso de modo cabal em Mateus 7:23: “Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.”
Veja bem: a declaração de Jesus é clara: “apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.”
Iniquidade, no original grego, é anomia, que quer dizer contra a lei, aquele que vive contra a lei de Deus, ou seja, no pecado. Todos somos pecadores, segundo a Bíblia, mas uma coisa é ser pecador, outra coisa é querer viver no pecado. E a guarda sábado semanal é um dos 10 mandamentos da imutável lei de Deus, a mesma que Paulo diz que é santa, justa e boa(Rom. 7:12).
Deus não deixou ao critério do homem dá a definição do que é pecado. Ele mesmo o fez(Ex. 20, 1Jo. 3:4). Seria interessante, se cada pessoa pudesse escolher por si só o que é pecado e o que não é. Os adoradores de ídolos, mudariam o 2º mandamento que proíbe da adoração a imagens de esculturas, os mentirosos fariam de tudo para extinguir o 9º, que trata do falso testemunho contra o próximo, os filhos desobedientes extrairiam o 5º mandamento que ordena a honra aos pais, Bruno, o goleiro do flamengo, acusado de matar a amante, anularia o 6º mandamento e por aí vai, e ninguém, nem Deus poderia fazer nada. É justamente isso o que o diabo quer, pois ele veio para matar, roubar e destruir. Mas louvado seja Deus, que nosso Pai Celestial não deixou a critério do homem fazer a sua própria lei. Ele mesmo escreveu Sua santa Lei moral com Seu próprio dedo em tábuas de pedra, para que ninguém possa apagar ou destruir(Ex. 31:18).
O profeta Daniel nos fala que haveria um poder usupador a serviço do maligno que faria de tudo para mudar a Lei de Deus(Dan. 7:25). Tome cuidado, meu amigo, para não estar a serviço desse poder. A mão de Deus pode pesar contra você, meu amigo. De Deus não se zomba. Arrependa-se antes que a porta da graça se feche no teu coração.
Se fosse possível mudar a lei de Deus, Jesus Cristo, não precisaria morrer por nós. Bastava Deus simplesmente revogar a Sua lei, e não haveria mais pecado nem pecador. No entanto, isso não é possivel pois a Lei de Deus é um reflexo do caráter de Deus e do Seu governo e de Sua justiça. Por isso, Jesus Cristo morreu, pois tomou sobre si as nossas iniquidades, os nossos pecados(Is. 5:4, 5). Por isso, a Lei de Deus foi escrita pelo próprio Deus, e colocada dentro dentro da arca da aliança, diferentemente das outras leis que foram dadas a Israel, escritas por Moisés e colocadas fora da arca. Essas outras leis sim tiveram sua cessassão, seja na cruz(leis cerimoniais) ou com o fim do governo teocrático da nação de Israel(Leis civis e penais). Mas a lei moral, o decalógo que define as práticas consideradas por Deus como sendo uma perversão do Seu caráter, essa é perfeita(Sal. 19). E o que é perfeito, não precisa de mudança, não é? Por isso Jesus disse que não veio mudar a lei, mas cumprir(Mat. 5:17). Que tal você seguir o exemplo de Jesus, meu amigo?
Usar textos bíblicos como você está usando, fora do contexto, revela das duas uma ou ignorância por falta de conhecimento de regras de interpretação ou dureza de coração. Para os dois casos há solução em Cristo Jesus: arrependa-se. Vá ver direitinho qual foi o trabalho que Jesus fez no sábado, quanto foi que ele ganhou para fazer as curas que fez no sábado ou quantas cadeiras ou mesas a Bíblia diz que Ele como carpinteiro consertou no sábado.
Espero que não se cumpra na tua vida o que está escrito em 2 Pe. 3:15 e 16(parte final):
“E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição.
Gilvan Almeida
Errata:
Onde está escrito Is. 5: 4, 5, leia-se Is. 53: 4 e 5.
Gilvan Almeida
Alexandre procure um professor de línguas que ele com certeza será um instrutor muito melhor do que eu.
“EU ESCREVO EM CAIXA ALTA PRA QUE NÃO PASSE DESPERCEBIDO O QUE ESTOU FALANDO”.
Alexandre, escrevendo dessa forma a única coisa que não passa despercebida é tamanha falta de educação.
A PALAVRA KURIAKI É DOMINGO EM GREGO ATÉ HOJE!
E ISSO NÃO TEM NADA A VER COM CATOLICISMO ROMANO!
Muito bem Alexandre, agora nos mostre um trecho bíblico em que kuriake hemera faz menção ao primeiro dia da semana, o domingo.
PRA QUE NINGUEM APAREÇA AQUI DIZENDO QUE NÃO É ASSIM, O QUE EU DISSE ACIMA E QUE KURIAKI É APLICADA PARA INDICAR O DIA DE DOMINGO ATÉ O DIA DE HOJE!
Relaxem!!!!!!
O problema que vejo na IASD é que vocês só batem a tecla no Sabádo, que nem uns folhetinhos bem bonitinhos falando do Sabádo, utilizem isso pra falar de Cristo!!Preguem as Boas Novas, que Deus esta em Cristo se reconciliando com os Homens!!!!Depois digam se tem que guardar o Sabádo ou não…eu sinceramente não vejo necessidade, mas temos respeitar quem guarda, pois se guarda faz para a Deus!!
Fiquem na PAZ do Senhor!!
Prezados…. já fiz alguns comentários por aqui mais sempre os retiram, inclusive sem nenhum porque….sou adventista desde que nasci…cresci nesta igreja, nunca me afastei….conheço todas as doutrinas e hoje, tenho certeza absoluta que também, como igreja, temos problemas graves em várias formas de interpretações e análises de textos e contextos bíblicos. Principalmente porque a base de algumas interpretações recaem sobre Ellen White….isso com certeza é um assunto que não se questiona na minha igreja…é uma pena….porém, gostaria de fazer algumas considerações a todos que participam deste debate:
Deus nos ama? De verdade? Ele quer que todos se salvem? Ou Ele quer que uma ou mais igrejas se salvem? Jesus morreu por seres humanos ou por leis? Qual seria o motivo divino para que todos os seres humanos de hoje tivessem tantas idéias diferentes a respeito de alguns temas, o sábado por exemplo? Deus quer que debatamos e não cheguemos a lugar nenhum com esses debates? Deus quis criar confusão em nossas mentes? Amigos, isso não é obra divina…..
Na minha maturidade especial entendo que Deus ama a todos e deu seu Filho Jesus para morrer por todos, isso é inacreditável, um Deus morrer por mim…issso é importante, e não debates sobre qual dia fará a diferença para aqueles que vão pro céu.
Se como adventistas cremos que o sábado é o dia de irmos a igreja, irmãos, aleluia, vamos para a igreja, vamos fazer desse dia um dia especial.
Se outros irmãos, não adventistas, acham que o domingo é o dia de irem a igreja e de comulgarem com Deus, aleluia, façam isso com todas as suas forças….
Essa coisa que temos de querer adequar textos bíblicos a nossa necessidade é o que tem deixado que preguemos o evangelho de Cristo a todo o mundo.
Ficamos brigando desnecessariamente.
Porque não trocamos o sábado pelo dízimo? Já analisaram que nenhuma igreja no mundo tem idéia diferente do dízimo, apesar do novo testamente e de Jesus darem idéias deiferentes do que fazemos hoje? Todas as igrejas aceitam o dízimo. Isso não é incrível. Quando a gente bota dinheiro ninguém tem coragem de debater? Falam até que roubamos a Deus se não deveolvermos os dízimos. Isso é uma doutrina igual e que todos interpretam da mesma forma. Botou dinheiro, no negócio, tudo fica resolvido….coitado daqueles que não devolvem….mais as igrejas só crescem, só ficam ricas, aí ninguém questiona essa doutrina…..
Coitados de nós seres humanos. Só pela misericórdia divina é que ainda estamos vivos.
Jesus ainda não voltou porque sinceramente ainda não reconehcemos Jesus como o nosso salvador, só Ele, nada mais…..que Deus nos abençoe!!!!
Se o Sábado não deve ser guardado,porque Jesus disse ao jovem rico que ele deveria guardar os 10 mandamentos?
O Sábado era santo já antes do pecado (Gênesis 2:3). Adão e Eva guardavam o Sábado. Eles não precisavam sacrificar um cordeiro, porque não havia pecado algum a ser limpo pelo sangue de Cristo. Eles não precisavam da circuncisão, pois não havia um povo que seguia a Deus e outros que não seguiam. Mas eles guardavam o Sábado, pois havia um dia que o seu Deus santificara, um dia que servia para lembrar toda a semana da criação, tudo o que Deus tinha criado. Ainda enquanto o mundo era perfeito, o Sábado era Santo.
Não se enganem pensando: “Os apóstolos guardaram o Domingo”. Antes examinem as escrituras, e percebam que nada foi dito a esse respeito. “Sede meus imitadores, assim como eu sou de Cristo” disse Paulo em 1o Coríntios 1:11. Jesus guardou o Sábado conforme diz o evangelho de Lucas: “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de Sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler.” Jesus tinha comunhão com Deus durante o Sábado, em Sua igreja. Cada palavra de cada versículo da Bíblia tem uma mensagem para nós hoje. Não era o costume de Cristo entrar na sinagoga; era o costume de Cristo entrar no dia de Sábado na sinagoga.
Jesus guardava o Sábado. “Sede meus imitadores, assim, como eu sou de Cristo” disse Paulo. Não guardava Cristo o Sábado? Paulo estaria sendo imitador de Cristo sem guardar o Sábado? Estaremos sendo imitadores de Cristo sem guardar o Sábado? De forma alguma. “Porque o Filho do Homem é o SENHOR DO SÁBADO” Disse Jesus em Mateus 12:8. “Chegando o SÁBADO, passou Jesus a ensinar na sinagoga” Marcos 6:2. Ele deixou um exemplo a ser seguido.
Há muitas evidências de que os apóstolos tinham o Sábado como dia santo. “Mas eles, atravessando de Perge para a Antioquia da Pisídia, indo num SÁBADO à sinagoga assentaram-se” Atos 13:14; “Ao saírem eles, rogaram-lhes que, no SÁBADO seguinte, lhes falassem estas mesmas palavras” Atos 13:42. “No SÁBADO, saímos da cidade para junto do rio, onde nos pareceu haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido” Atos 16:13. Todos os apóstolos guardavam e santificavam o sétimo dia da semana, o Sábado. “Paulo, como tinha por COSTUME, foi ter com eles; e por três SÁBADOS disputou com eles sobre as Escrituras” Atos 17:2. “E TODOS OS SÁBADOS disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos” Atos 18:4. Eles tinham predileção pelo Sábado, mas certamente não teriam se achassem que o Sábado perdera seu valor como dia santo.
Nunca, jamais! De forma alguma os apóstolos disseram que o dia santo não era o Sábado. Menos ainda Jesus; pelo contrário, Ele disse: “Não penseis que vim REVOGAR a lei ou os profetas; não vim revogar, vim para CUMPRIR. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei até que TUDO se cumpra” Mateus 5:17-18.
Eis quem instituiu o Domingo como dia santo: “A mais antiga documentação da observância do Domingo como imposição legal é o edito de Constantino, em 321 a.D., que decreta que as cortes de justiça, os habitantes das cidades e o comércio em geral, devessem repousar no Domingo, excetuando-se apenas os que se empenhavam em trabalhos agrícolas”, texto extraído da Enciclopédia Britânica. Os homens tornaram o Domingo, que significa “Dia do deus-Sol”, dia santo, conforme a ordem de Constantino, quando disse: “Que todos os juízes, e todos os habitantes da cidade, e todos os mercadores e artífices descansem no venerável dia do Sol”. Lembrem-se do que nos diz as escrituras: “Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens”. Amém.
“Disse mais o SENHOR a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica. Portanto, guardareis o sábado, porque é santo para vós outros; aquele que o profanar morrerá; pois qualquer que nele fizer alguma obra será eliminado do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do repouso solene, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do sábado fizer alguma obra morrerá.” Êxodo 31:12-15. Deus abençoou e santificou o Sábado na criação e, ELE próprio, descansou neste dia, por isso o Sábado é a aliança entre Deus e o Seu povo. “Também lhes dei os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles, para que soubessem que eu sou o SENHOR que os santifica” Ezequiel 20:12. “Sábado de descanso solene vos será [...] de uma tarde até a outra tarde celebrareis o vosso sábado” Levíticos 23:32.
Sim, os apóstolos guardavam o Sábado. Os profetas guardavam o Sábado. Cristo, Senhor do Sábado, também guardava o Sábado.
BOA TARDE!
IRMÃOS EM CRISTO,
FAÇO QUE NÃO DEVEMOS DISCUTIR ESSES PONTOS DE FORMA DE NOS COMBATERMOS, POIS A MISSÃO DE JESUS POR ESTA TERRA FOI LEVAR PAZ, CURA, VIDA.
IDE E PREGAI O EVENGÉLICO A TODA CRIATURA PARA AQUELE QUE NELE CRÊ SERÁ SALVO
ME PERGUNTO TEMOS FEITO ISSO, NO ONIBUS NO SERVIÇO NA ESCOLA
TEMOS DADO A MÃO PARA O PRÓXIMO COMIDA AOS FAMINTOS
FICAM NA PAZ DE CRISTO
E PENSE NO IDE
BOA TARDE!!!
ESSES DEBATES SÃO BONS PARA APRENDERMOS, SÓ AS OBRAS NÃO SALVA!!!
DO QUE VALE O IDE SE ESTE ESTIVER REVELAÇÕES ERRADAS A RESPEITO DA BIBLIA!!!
ABRAÇOS A TODOS!!!
Achei bem proveitoso esse texto e os comentários, afinal estou aprendendo aqui algumas coisas.Esse Dr Timm realmente vem com bons argumentos, mas uma duvida que fiquei é a respeito de um comentário que fala sobre Constantino, ele promulgou Domingo como dia de guarda, como foi isso, e as repercussões na época?Gostaria de mais ensinamentos sobre isso, pois estou estudando sobre a guarda do dia de Sabádo como dia Sagrado de Deus, o comentário sobre Constantino foi do amigo Erico Lima ali em cima.
“Muito bem Alexandre, agora nos mostre um trecho bíblico em que kuriake hemera faz menção ao primeiro dia da semana, o domingo.”
TÁ, JÁ VI QUE EU VOU TER QUE DESENHAR PRA VOCÊ PODER ENTENDER!
MAS NO PROXIMO POST EU DESENHO TÁ BOM?
DEPOIS EU É QUE SOU POBRE COITADO!
AIAI!
Apoc. 01:10 – Achei-me em espírito no dia do Senhor e ouvi por detrás de mim uma grande voz como de trombeta
Isaías 58:13 – Se desviares o pé de profanar o Sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao Sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a sua própria vontade, nem falando palavras vãs,
Se traduzirmos a frase de Isaías 58:13: “Dia do Senhor” que está em Hebraico para o grego ficará como está abaixo:
Kuriakh mera (kyriake hemera) – Grego = Dia do Senhor
dominica die – Latim = Dia do Senhor
domingo – espanhol e português = Dia do Senhor
O unico dia da semana em toda a Bíblia que é denominado Dia do Senhor é do Sábado.
Não existe está expressão para outro dia e aplicar Apoc 01:10 para o 1º dia da semana é totalmente impossível, dada a falta de base Bíblica para isso.
Todas as vezes que aparece o 1º dia da semana, ele é apenas e tão somente denominado: 1º dia da semana somente isso e nada mais.
Graça e Paz do nosso Senhor Jesus queridos debatedores!
Estive acompanhando de longe o que foi dito aqui, e resolvi volta ao debate, isso devido o Leandro ter negado o meu pedido de da o seu paracer e posta outras coisas que não alfinete tanto os evangélicos.
Agora é só aguarda que estaremos dando um acréssimo no que ja tenho dito aqui.
Um grande abraço!!!
Paz do Senhor queridos!
Eis ai um estudo Etimológico, Bíblico e Histórico.
“Domingo, no Novo Testamento, é chamado de ‘O dia do Senhor’. Em latim, dominica die, de onde deriva seu nome nas línguas neolatinas, por exemplo: no espanhol, ‘domingo’; no italiano, ‘domenica’; e no francês, ‘dimanche’, faladas por cerca de 400 milhões de pessoas”.
Domingo é um vocábulo exclusivo do cristianismo. Essa palavra, bem como as suas análogas, não existia em nenhuma língua do mundo até o final do século 1°, quando o apóstolo João criou a expressão grega: Kuriakh mera (kyriake hemera), vertida para o latim como: dominica die.??
Antigos documentos da Igreja primitiva, transcritos para o russo, relatam que João, encarcerado na ilha de Patmos, chorava muito ao chegar o primeiro dia da semana, ao lembra-se das uniões para a Ceia do Senhor, celebrada sempre nesse dia: “No primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão…” (At 20.7). E foi justamente em um “primeiro dia da semana” que Jesus, ressuscitado, lhe apareceu e lhe revelou os maravilhosos eventos do Apocalipse (Ap 1.10).
Certamente que todo o livro não foi elaborado naquele mesmo dia. Mas o fato indiscutível é que Jesus apareceu a João exatamente no “primeiro dia da semana”. Isso explica porque a Ucrânia e a Rússia trocaram os nomes do primeiro dia da semana, que entre os pagãos era chamado “dia do sol”, por uma expressão tão ou mais significativa do que aquela adotada nos países de línguas neolatinas.
Lemos na Bíblia ucraniana João afirmando que foi arrebatado no “dia da ressurreição” (Dien voscrecii). De igual modo, na Bíblia russa também lemos: “Eu fui arrebatado em espírito, no dia da ressurreição”. Aliás, na língua russa, todos os dias da semana ficaram subordinados ao dia da ressurreição! Por exemplo: segunda-feira, em russo, é pondielnik (“o dia após a ressurreição”); terça-feira, voftornik (“o segundo dia após a ressurreição”); quarta-feira, sreda (“terceiro dia após a ressurreição”), e assim por diante.
Vale realçar que o apóstolo João, ao frisar o dia da semana em que Jesus lhe apareceu, criou uma nova expressão na língua grega: Kuriakh hmera (kyriake hemera). Expressão esta que deu origem à palavra “domingo”, conforme explanaremos a seguir. Mas antes de continuarmos, para melhor compreensão dos nossos argumentos, recorreremos à etimologia, que nos revelará a origem das palavras, o seu desenvolvimento histórico e as possíveis mudanças de seu significado.
Vejamos alguns exemplos de como as palavras evoluem:
•A palavra “efeméride” provém de dois termos gregos: epi (“sobre”) e ?he hemera, que significa “dia”, de onde veio também o adjetivo efêmero, ou seja, “o que é breve, transitório, passageiro”.
•A palavra “castigar” provém do latim: castus (“irrepreensível”, “puro”, “fiel”) + agere (“fazer”). Temos um emprego bíblico neste sentido quando o escritor aos hebreus declara que Deus “castiga a quem ama” com a finalidade de nos tornar puros e fiéis a Ele (Hb 12.6).
•As palavras “mouco” (ou surdo) e “domingo” possuem também sua origem num texto de João. Vejamos: “Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco” (Jo 18.10). Malcus, do latim, deu origem à palavra “mouco”, em português, significando aquele que não ouve, ou que ouve pouco ou mal; surdo.
Analisemos, agora, Apocalipse 1.10 à luz do original grego, da etimologia, da hermenêutica bíblica, da história e dos escritos patrísticos.
Eis o que os mais abalizados biblicistas afirmam sobre a expressão joanina: kyriake hemera:
“Temos aqui a palavra kyriakos, em um sentido adjetivado, isto é, “pertencente ao Senhor”. Originalmente, esta palavra era usada com o sentido imperial, como algo que pertencia ao César romano. ‘Os crentes primitivos [...] aplicaram-na ao domingo, o primeiro dia da semana’. Esse é o uso que se encontra em Didaché 14 e Inácio, Magn. 9, que foram escritos não muito depois do Apocalipse”.
“‘O dia do Senhor’, em Apocalipse 1.10, é tido pela maioria dos autores como o domingo”.
“O primeiro dia da semana é, sem dúvida. ‘o dia do Senhor’, referido em Apocalipse 1.10”.
“A frase: ‘O dia do Senhor’, Kuriakh ?mera (kyriake hemera), ocorre uma só vez, e isto se dá no último livro. Apocalipse 1.10 [...] expressava a convicção de que o domingo era o dia da ressurreição, quando Cristo Jesus conquistou a morte e se tornou Senhor de todos” (Ef 1.20-22; grifo do articulista).
Nem mesmo no texto grego da Septuaginta encontramos a expressão Kuriakh?mera, criada pelo apóstolo João para aludir ao dia da ressurreição! A expressão hebraica “dia do Senhor” sempre foi vertida para o grego como ? (hemera tou kyriou). Mas o que João escreveu foi: Kuriakh ?mera. Por que João teria usado uma expressão jamais encontrada em qualquer outro escrito, sagrado ou profano? Cremos que pelas seguintes razões:
1) Para indicar algo também inédito na história da humanidade: a ressurreição de Cristo.
2) Para deixar bem claro que se referia ao dia da ressurreição, o domingo, e não aos eventos escatológicos da segunda vinda de Cristo, a parusia, que também é chamada “dia do Senhor”, como nestes versículos:
a) “O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor” (At 2.20).
b) “… Seja entregue para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor” (1Co 5.5).
c) “Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite” (1Ts 5.2).
d) “Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite” (2Pe 3.10).
Há uma significativa diferença entre a expressão “dia do Senhor”, alusiva à segunda vinda de Cristo, e a expressão que encontramos escrita em Apocalipse 1.10, “dia do Senhor”, referindo-se ao dia da ressurreição.
Kyriakos é uma forma adjetivada da palavra KurioV (Kýrios – Senhor) e significa literal e exatamente: “que diz respeito ao Senhor”; “concernente ao Senhor”; “pertencente ao Senhor”; “senhorial”, ou “dominical”, e não “do Senhor”, como lemos em algumas das nossas traduções.
A tradução literal de Apocalipse 1.10 seria: “Eu fui arrebatado pelo espírito no dia senhorial”. Mas este adjetivo, “senhorial”, derivado do termo “senhor”, raramente é usado. O seu sinônimo é “dominical”, porque o português é uma língua neolatina. “Senhor”, em latim, é Dominus. Assim, quando dizemos Dom Pedro II ou Dom Evaristo Arns, estamos abreviando a palavra Dominus, para dizer: Senhor Pedro II, Senhor Evaristo Arns. O mesmo processo etimológico acontece com o adjetivo “popular”. Quando algo pertence ao povo, não dizemos “povoal”, mas “popular”, porque, em latim, populus, significa “povo”.
Acertadamente, Jerônimo verteu Kuriakh ?mera (kyriake hemera) para a Vulgata Latina como Dominica die (“dia dominical”, “domingo”) e não como dia domini (“dia do Senhor”). Veja:
“Fui in spiritu in dominica die et audivi post me vocem magnam tamquam tubae”(Ap 2.10).
Daí, a clássica versão de Antônio Pereira de Figueiredo traduzir: “Eu fui arrebatado em espírito hum dia de domingo, e ouvi por detrás de mim huma grande voz, como de trombeta” (1819).
Resgatando verdades históricas
Documentos escritos nos três primeiros séculos, muito antes de Constantino existir (280-337), adotaram e conservam, todos eles, a mesma expressão concebida pelo apóstolo João para referir-se ao glorioso dia da ressurreição de Jesus Cristo.
Século 1º: O ensino dos apóstolos
Possivelmente, contemporâneo do Apocalipse: “E no dia do Senhor Kyriake hemera, congregai-vos para partir o pão e dai graças”.
Século 2º : Escritos de Melito de Sardes
Nestes escritos, há um tratado sobre a adoração no domingo, intitulado: peri kyriakes (acerca do dia dominical), “dia do Senhor”, isto é, “domingo”.
Ano 115: Epístola de Inácio aos magnesianos
“Porque se no dia de hoje vivermos segundo a maneira do judaísmo, confessamos que não temos recebido a graça [...] Assim pois, os que haviam andado em práticas antigas alcançaram uma nova esperança, já sem observar os sábados, porém modelando suas vidas segundo o ‘dia do Senhor’ (Kyriaken zontes)”.
Ano 130: O “evangelho de Pedro”
É um documento histórico comprovadamente escrito no princípio do século 2o, e também se refere ao dia da ressurreição usando o mesmo adjetivo kyriakes, que, na edição de Jorge Luís Borges, é traduzido corretamente por “domingo”.
Ano 132, ou antes: Epístola de Barnabé
“Portanto, também nós guardamos o oitavo dia ( Kyriake hemera, ‘domingo’) para nos alegrarmos em que também Jesus se levantou dentre os mortos e, havendo sido manifestado, ascendeu aos céus”.
150—168: Justino Mártir, Eusébio, Clemente de Alexandria
Escritores dos séculos 2º e 3º, todos eles também adotaram o Kyriake hemera criado por João para o “dia da ressurreição”, vertido para o latim como Domínica die (“dia dominical”) e passado para o português como “domingo”!
A singularidade do nome domingo
“E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana…” (Mc 16.9).
Alguns alegam que a palavra “domingo” não consta na Bíblia. É verdade. Não encontramos nos textos originais a palavra portuguesa “domingo”, como também não encontramos as palavras: Deus, casa, livro, amor ou sábado, mas, sim, as suas correspondentes nas línguas hebraica, aramaica ou grega.
Domingo é a tradução literal da expressão criada pelo apóstolo João: Kuriakh ?mera (kyriake hemera), vertida para o latim como Domínica die e corretamente traduzida em todas as versões da Vulgata para as línguas neolatinas como dominu lui, domingo, mingo, domenica, dimanche, e outros nomes semelhantes no galego, no provençal, no franco-provençal, no romeno, no reto-romano, no sardo e no dalmático, faladas por mais de 400.000 000 de pessoas!
As seguintes traduções: de Antônio Pereira de Figueiredo, do Centro Bíblico Católico, dos Monges de Maredsous, de João José Pedreira de Castro, do dr. José Basílio Pereira, do Mons. Vicente Zioni e Matos Soares, bem como qualquer outra versão do Novo Testamento para o português ou para o espanhol, feita da Vulgata Latina, trazem em Apocalipse 1.10 a palavra “domingo”.
Domingo não é um nome importado do paganismo, como saturday (“dia de Saturno”), nem do judaísmo, como shabath (“descanso”).
Domingo não é dia comemorativo da criação do mundo nem da libertação do povo de Israel, tampouco dia de descanso, pasmaceira, televisão, futebol, pescarias, clubes ou jogatina.
Domingo é dia de oração, de adoração, dia de cultuarmos a Deus, dia de atividade espiritual, como evangelismo, visita aos necessitados, aos encarcerados ou enfermos!
Domingo é o nome de um dia exclusivo do cristianismo, criado por João para caracterizar e distinguir o dia da vitória de Jesus sobre a morte, consumando a libertação de toda a humanidade.
Domingo é o dia aclamado por Davi, em sua jubilosa profecia sobre o dia da ressurreição: “Esta é a porta do SENHOR, pela qual os justos entrarão. Louvar-te-ei, pois me escutaste, e te fizeste a minha salvação. A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se a cabeça da esquina. Da parte do SENHOR se fez isto; maravilhoso é aos nossos olhos. Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele” (Sl 118.20-24).”
{Fonte: Revista Defesa da Fé.}
Qual dia era de regozijo e alegria para o cristão primitivos?
Deixe que a Bíblia e os fatos históricos fale por si:
Qual seria o dia que comemoraríamos hoje? Sexta feira ou o Sábado? Nestes dias o Senhor jazia frio na morte, na tumba. Naqueles dias os discípulos não tinham esperança. Com muito sofrimento, eles lamentavam atrás de portas fechadas. Eles diziam que pensavam que era Ele quem iria redimir Israel. Somente o dia da ressurreição mudaria este triste momento.
- Este dia ocorreu na manhã do primeiro dia da semana que é o Domingo e a nossa redenção foi completa. Leiamos:
“Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana (no Domingo)”{Grifo meu} Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.
(Mc.16:9).
- No Domingo, Ele os encontrou em diferentes lugares e em repetidas vezes (Mc.16:1-11; Mt.28:8-10; Lc.24:34; Mc.16:12-13; Jo.20:19-23).
- No Domingo Jesus os abençoou – Chegada, pois, a tarde, naquele dia, o primeiro da semana, e estando os discípulos reunidos com as portas cerradas por medo dos judeus, chegou Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco.
(Jo.20:19).
- No Domingo Jesus repartiu sobre eles o Espírito Santo – E havendo dito isso, assoprou sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.
(Jo.20:22)
- Aqui Ele primeiro comissionou para pregarem o evangelho a todo o mundo – Disse-lhes, então, Jesus segunda vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.
[Ora, havendo Jesus ressurgido cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.
Foi ela anunciá-lo aos que haviam andado com ele, os quais estavam tristes e chorando;
e ouvindo eles que vivia, e que tinha sido visto por ela, não o creram.
Depois disso manifestou-se sob outra forma a dois deles que iam de caminho para o campo,
os quais foram anunciá-lo aos outros; mas nem a estes deram crédito.
Por último, então, apareceu aos onze, estando eles reclinados à mesa, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem dado crédito aos que o tinham visto já ressurgido.
E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura.
(Jo.20:21 e Mc.16:9-15).
- O Domingo tornou-se o dia de alegria e regozijo para os discípulos – Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Alegraram-se, pois, os discípulos ao verem o Senhor.
(Jo.20:20).
- Os discípulos se reuniam no Domingo – E nós, depois dos dias dos pães ázimos, navegamos de Filipos, e em cinco dias fomos ter com eles em Trôade, onde nos detivemos sete dias.
No primeiro dia da semana, tendo-nos reunido a fim de partir o pão, Paulo, que havia de sair no dia seguinte, falava com eles, e prolongou o seu discurso até a meia-noite.
(At.20:6-7).
- As coletas eram feitas no Domingo – Ora, quanto à coleta para os santos fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galiléia.
No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder, conforme tiver prosperado, guardando-o, para que se não façam coletas quando eu chegar (ICor.16:1-2).
Agora vejam fatos históricos em que o domingo de fato era o dia mais importante de culto entre os cristão primitivos:
Vejamos alguns depoimentos abaixo bem antes do século IV.
1. Inácio – (ano 107 d.C) “Deve todo amigo de Cristo observar o Dia do Senhor como festa, o dia da ressurreição, a rainha e comandante de todos os dias” (carta aos magnésios cap. IX)
2. Barnabé – (ano 125 d.C) “Eis por que celebramos como festa alegre o oitavo dia, no qual Jesus ressuscitou dos mortos e, depois de se manifestar, subiu aos céus” (cap. 15)
3. Justino, o Mártir – (ano 160) “Mas o domingo é o dia em que todos temos nossa reunião comum, porque é o primeiro dia da semana, e Jesus cristo, nosso Salvador, neste mesmo dia ressuscitou da morte” (Apologia cap. 68)
4. O Ensino dos Apóstolos – ( ano 165 d.C) “Os apóstolos determinaram, ainda: no primeiro dia da semana deve haver culto, com leitura das Escrituras Sagradas, e a oblação. Isso porque mo primeiro dia da semana o Senhor nosso ressuscitou”
5. Clemente de Alexandria – (Ano 194 d.C) “Ele cumprindo o preceito conforme o evangelho, guarda o Dia do Senhor, quando abandona uma disposição má e assume aquela do gnóstico, glorificando em si a ressurreição do Senhor” (Livro 7 cap. 12)
6. Constituição Apostólica – (ano 250 d.C) “No dia da ressurreição do nosso Senhor, que é o dia do Senhor, reuni-vos mais diligentemente” (Livro 2 sec. 7)
7. Anatólio bispo de Laudicéia – (ano 270 d.C) “A nossa consideração pela ressurreição do Senhor que se deu no dia do Senhor, leva-nos a celebrá-lo.” (cap.10)
8. Pedro, bispo de Alexandria – (ano 306) “Mas o dia do Senhor nós celebramos como um dia de alegria, porque nele ele ressuscitou.” (cânon 15)
Para complementar esse ponto invocaremos a palavra de um eminente vulto da teologia protestante:
“Deve-se lembrar, contudo, que o objetivo específico do sábado cristão é a comemoração da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. Todos os exercícios do dia, portanto, devem ter referencia especial a ele e ä sua obra redentora. É o dia em que ele deve ser adorado, reconhecido e louvado…É portanto um dia de alegria.”(Teologia Sistemática, pág. 1273 – Charles Hodge – ed. Hagnos 1ª edição)
Clemente de Alexandria no Egito, AD 194 diz:
“Ele, cumprindo o preceito conforme o evangelho, guarda o Dia do Senhor, quando abandona uma disposição má e assume aquela do gnóstico, glorificando em si a ressurreição do Senhor” (Livro 7 cap. 12)
Este autor fala dum “preceito”. Que preceito será este? O renomado Dr. Strong, em sua obra ‘Teologia Sistemática’, pág. 410, referindo-se ao que Justino Mártir disse, e que já citamos acima, escreve o seguinte: “Isto parece indicar que Jesus, entre a ressurreição e a ascensão, deu mandamento a respeito do primeiro dia da semana porque Jesus ‘foi recebido em cima’ somente depois de ter dado mandamentos pelo Espírito Santo aos apóstolos que escolhera’. (At. 1.2) Se Jesus não deu um mandamento positivo a respeito do primeiro dia da semana, ao menos o Espírito Santo sancionou o proceder dos apóstolos em relação a este dia de um modo tal que o observavam como se fosse por mandamento.”(citado em ‘O Sabatismo à Luz da Palavra de Deus’ pág. 85 – Petrowsky – 5ª edição)
Diante desses fatos é impossivel não crer que os cristão primitivos consideravam o domingo como o dia do Senhor, e também como o seu principal dia de culto.
Jean Patrik
O livro de Apocalipse foi escrito na língua grega (Ελληνικό) e, neste idioma, NÃO EXISTE a palavra DOMINGO. João em Apocalipse 1:10 usa a expressão em GREGO “kuriakh hmera” que unicamente significa “dia do Senhor”. A Bíblia em todos os seus livros desconhece (completamente) o vocábulo domingo. Na Bíblia os dias da semana, com exceção do sétimo dia que é denominado sábado (hashabbâth – sabbath), são conhecidos pela ordem numérica: primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto e sexto dia (Gn capítulo 1 e Gn 2:1-3).
–
A palavra “domingo” é originária do latim (latium), e é expresso da seguinte maneira: “dominicus”, e foi criada para designar o “primeiro dia da semana”. O latim é um idioma que DERIVOU do grego e não o inverso; e no grego não existe a palavra domingo. Usar as línguas que derivaram posteriormente do latim como o espanhol, português, inglês, italiano e etc., não prova que “dominicus” significa “dia do Senhor”, mas demonstra mera especulação baseada em ficção linguística.
–
As variações no latim para “Senhor” são: “Dominum, Domine e Dominus”, e nunca “dominicus”. Quem afirma que “domingo” significa “dia do Senhor” nunca pesquisou a origem desse vocábulo. O uso posterior da expressão “dies dominicus” [dia de domingo] pela Igreja de Roma como significando “dia do Senhor” foi uma jogada para desviar o verdadeiro “dia do Senhor” descrito pelo profeta Isaías:
–
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs.” (Isaías 58:13).
–
Alguns chegam ao extremo de dizer que a semana tem 8 dias!!! Gostaria de ver àqueles que usam de teorias filosóficas apresentadas neste debate para defender o domingo como dia santo, face a face com o Criador do sábado.
–
Utilizar Ricardo Petrowsky como apoio referencial foi no mínimo infantil. Não citarei a fonte primária do sr. Petrowsky para não baixar mais ainda vossa referência.
Obs.: Ainda não entendi o porque do debate em torno de Apocalipse 1:10. A proposta não foi Colossenses 2:16?
–
O site http://sites.google.com/site/iasdonline – já citado acima (nos “post” anteriores) possui o histórico da origem da guarda dominical que alguns defendem tão ferrenhamente.
–
Quando vc escreve:- “antigos documentos da igreja primitiva”. A de salientar algumas observações. 1ª Quem garante que alguns textos citados por vc provinham de fontes confiáveis(ou seja, de irmãos realmente fieis, qualquer um poderia escrever tal definições para defender seus interesses, o que enteressa aos adventistas é a biblia, não apenas História sem um pingo de fundamentação biblica,um crente como vc pode ficar satisfeito com tal coisa, mais um verdadeiro seguidor de cristo, jamais) Até mesmo no período dos apóstolos existiam falsos crentes (assim como existe hoje) e isso confirmamos nas epistolas de Paulo. Para entendemos o porquê desses autores(citados por vc) e até mesmo denominações acharem ser a palavra KURIAKH MERA referente ao dia do domingo é necessário conhecermos um pouco mais da História. Vejamos; Nesse período o segundo século da nossa era a igreja estava de sobremodo sendo perseguida, principalmente por eles si associarem aos judeus, pois ambos guardavam o sábado. Exista serias contendas entre os judeus de um lado e os romanos e gregos do outro. Dessa forma para que os cristãs não fossem confundidas com os judeus (pois ambos guardavam o sábado) uma parte dos mesmos passou a observa também o domingo ficando assim observando os dois dias, mais a outra parte há dos crentes fies continuaram a guarda somente o sábado como manda as sagradas escrituras(e é desses fies irmãos que os adventistas são remanescentes). A evidência solida que os cristas da cidade de Alexandria foram os primeiros a observarem também o domingo como dia de guarda, em meados dos anos 120 da nossa era(muito tempo depois da época apostólica). A desculpa teológica dada para tamanha desobediência fora a de que cristo tinha ressuscitado nesse dia e que fora o primeiro dia da criação. “Na cidade de Jerusalém nesse mesmo período os judeus estavam em serias contendas com o império,”, pois o império havia proibido a circuncisão e Adriano queria reconstruir Jerusalém como cidade pagã. É claro que os judeus foram contra, e liderado por Barcocheba (que significa uma estrela) “ Eusébio (História da igreja)se rebelaram, sendo no ano de 135 esmagado pelo exercito imperial. Adriano banio os judeus e proibiu a observância do sábado e de outros rituais judaicos. Por isso os crentes não queriam ser associado aos judeus renunciando, a guarda do sábado em parte e passando também a observa o domingo cultuando os dois dias. Ao passar do tempo a religião começou a mistura-se com o poder do Estado culminando no decreto dominical no séculoIII . –Portanto irmão Patrik os registros históricos que vc citou são justamente daqueles crentes que misturaram o paganismo com o sagrado para assim fugir da perseguição da época. Vamos pela lógica. Em sua resposta ao irmão Gabriel vc diz:-“Querido Gabriel, concordo com você que a bíblia não fala claramente que o dia do Senhor seja o domingo, isso no novo testamento. Então é bom e coerente o irmão concorda que Ap.1.10 também não fala do Sábado, sendo assim ficamos no campo da suposição e conjicturação. Certo?” Vc mesmo confirma que na palavra KURIAKH MERA não dar para saber se tratar-se do sábado ou do domingo. Como em apocalipse essa palavra era uma expressão nova os falsos crentes inventaram que tratava-se do dia do domingo justamente para se ter na bíblia uma justificativa para tal observância.Biblicamente nem historicamente vc não pode provar nada. Porém todos os indicios biblicos nos leva a crer que se tratava do dia de sábado e nunca nem jamas ao dia do domingo pois se assim o fosse o autor estaria se contradizedo já que ele afirma categoricamente em -(1Jo 2:4) “Aquele que diz,eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e nele não está a verdade”.( não existe mandamento de Cristo dizendo para guarda o domingo, já o sábado dispensa comentários, ele mesmo declara ser o senhor do sábado) Por mais que vc tente desfazer da biblia jamais vai conseguir. Os seus comentários acerga das passagens que fala sobre o 1ª dia da semana chega ser ridículo, nem vou perde tempo comentanduos.Fiqui em paz.
Wallans de Souza, você disse: “Jean, vc afirma que na criação Deus trabalhou no 7 dia, que é o sábado????”
Na realidade Walans não sou eu que afirmo, e sim a Bíblia.
Veja: Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército.
Ora, havendo Deus COMPLETADO no DIA SÉTIMO a OBRA que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera (Gn.2.1-2).
Viu Walans como está claro que Deus completou a obra da sua criação no 7° dia?
Se você observar bem o contexto de Gênesis 2, perceberá que Deus não completou a sua obra no 6° dia e sim no 7°. Sendo assim a Palavra de Deus (A Bíblia) está afirmando que Deus trabalhou no sábado, e só depois foi que Ele descansou, abençoou e santificou o sábado. Diante dessa tamanha verdade, Deus abençoou um dia de trabalho, e, ainda, abençoou e santificou tal dia. Não foi a toa que Jesus disse: “O meu Pai trabalha até agora e eu também (Jo.5.17).
Glórias a Deus, pois a sua palavra não traz confusão.
Gabriel, quando você cita esses versiculos: Êxodo 20:10; Isaias 58:13; para mim não me comunica em nada, como eu já disse o sábado foi dado aos judeus como sinal entre Deus e os judeus. Veja novamente: Ex.31.13-16 – “Falarás também aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis os meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós pelas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor, que vos santifica.
Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente será morto; porque qualquer que nele fizer algum trabalho, aquela alma será exterminada do meio do seu povo.
Seis dias se trabalhará, mas o sétimo dia será o sábado de descanso solene, santo ao Senhor; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente será morto.
GUARDARÃO, pois, o SÁBADO os FILHOS de ISRAEL…”
Gabriel quando você faz menção desses versiculos (mateus 4:7 2º Corintios 4:4 e 1º João 2:4) fico tremendamente aborrecido, pois ao fazer isso vejo como vocês são quando biblicamente, etimológicamente e históricamente são vencidos – lanção sobre pessoas como eu todo tipo de juízos que não são de Deus mais unicamente de homens radicais e extremista.
Gabriel, eu não sou incrédulo, não tenho outro deus ao não ser o Deus CRIADOR de todas as coisas e nem sou mentiroso.
Não é porque não guardo o sábado (apesar de ter fortes razões para isso) que quer dizer que eu não guardo os mandamentos de Deus.
Contra fatos não á argumentos.
Paz do Senhor Jesus, o nosso único descanso espíritual (Mt.11.28-30).
Jean Patrik
Mais uma vez irmão Patrik a sua resposta é totalmente vazia de sentido, pergunto- Qual foi o trabalho feito por DEUS no dia sétimo da criação? Até o momento vc não respondeu. como sempre fugindo. Todos nós sabemos que DEUS é hunipotente portanto não precisa descançar, mais se ele o manda dando o seu próprio exemplo, é porque nós devemos obedecer, ele sabe o que faz e o que é melhor para nós.si sua teoria estivesse correta os outros nove mandamento tambem só serveria para os judeus e não para nós gentios, porque o decáloco corresponde a 10 mandamentos e não apenas um. QUANDO DEUS INSTITUIO O SÉTIMO DIA COMO DIA DE GUARDA não existiam judeos e nem nação alguma. E se vc não guarda o sábado segnifica exatamente que vc não guarda biblicamente falando nenhum mandamento de DEUS , É por esso que VC está sobre a maldiçaõ da lei aqual Paulo se refere. tiago Tambem nos afirma”PORQUE QUALQUER QUE GUARDAR TODA A LEI E TROPEÇAR EM UM SÓ PONTO, TORNOU-SE CULPADO DE TODOS”(Tg 2:10)Está ai a maldição da lei. portanto irmão se vc realmente ama a DEUS GUARDE OS SEUS MANDAMENTOS, e não seja daquelis que perceguiram ” os remanescente da sua semente os que guarda os mandamentos de DEUS e tem o textemunho de CRISTO”(Ap.12: 17) fique na paz.
Paz do Senhor meus amados!!!
De fato alguns texto colocado por mim, não fui eu que os escrevir completamente, mas essa minha atitude não invalida em nada os argumentos usados aqui para nosso conhecimento e estudo, crendo ou não no que está ai, a verdade é que todos sai ganhando por estarmos crescendo na graça e no conhecimento desse debate.
Examinai tudo e retende o que é bom (1Ts.5.21)
Um grande abraço!!!!
Jean, Bom Dia!
Li seu comentário sobre a questão dos primeiros cristãos guardarem o 1º dia da semana como sendo o dia do Senhor.
Mas aquestão ainda não é essa ( Se aigreja tinha o 1º dias da semana como o dia do Senhor ) e sim, qual a base Bíblica para eles fazerem isso?
Simplesmente não há nenhuma.
Outra coisa: Em toda a hístória sempre houve cristãos guardando o Sábado também, desde o 1º século.
Não é de admirar que chegassem ao ponto de anularem o Sábado e passarem a ter o 1º dia da semana como o dia do Senhor, pois em 2ª Tes 02:07 Paulo afirma:Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém RA
Como se vê, já havia uma apostasia iminente e a história eclesiástica relata isso. A igreja foi se afastando do caminho do Senhor até chegar ao que vemos hoje: O catolicismo
Agora veja:
Colossenses 02:16 e 17 Ninguém, pois vos julgue por causa de comida e bebida ou dia de festa ou lua nova ou sábdos – porque tudo isto tem sido sombra das coisas que haviam de vir: porém o corpo é de Cristo.
Hebreus 10:01 Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com sacrifícios que ano após ano perpetuamente eles oferecem
Vemos que Colossenses fala de sombras das coisas que haviam de vir e em Hebreus também ( sombra doa bens vindouros ) e ainda demonstra de forma mais clara o que era esta lei : com os mesmos sacrifícios que ano após ano perpetuamente eles oferecem.
Desta forma vemos que Paulo em colossenses está se referindo as leis cerimoniais, pois estas eram ombras de bens vindouros.
O jean assina textos que não são dele. Bastará um CTRl+C + CTRl+V no google para ratificar minha denúncia.
Os Adventistas são exclusivistas? (vai depender muito da ótica, de quem a observa).
Se formos exclusivos por pregarmos, algo na bíblia diferente dos demais irmãos, sim somos esclusivos. Porque pregamos algo diferente dos demais irmãos dentro da palavra de Deus.
Mas gostaria de frisar que não somos (exclusivistas), como muitos acham. Pelo contrário os verdadeiros adventistas nunca fizeram acepção de pessoas, nunca as condenaram por não aceitarem as nossas 28 doutrinas fundamentais tiradas da Bíblia. Pelo contrario muitos que não tiveram a oportunidade de nos conhecer melhor, conhecer a nossa verdadeira história, procurando fontes seguras, esquadrinhar a fundo as nossas 28 doutrinas etc…
É que se afastam de nós, colocando nos como (exclusivistas).
Gostaria de lembrar, que a IASD sempre foi uma Igreja aberta, principalmente com relação a estudos bíblicos, nunca teve medo de expor tudo aquilo que prega. Pelo contrario sempre disponibilizou gratuitamente estudos bíblicos, folhetos, etc…
Veja se não é verdade, olhe, por exemplo, na internet, os nossos inúmeros sites que disponibiliza inúmeros materiais para estudo bíblico, inclusive este na qual estamos participando. Não temos medo de expor esses materiais porque o nosso lema é (se pregamos aquilo que é verdadeiro pra que temer.) pelo contrario muitos sites dito cristões, você vê mais ataques, as outras denominações do que realmente eles expõem aquilo que pregam como verdade na palavra de Deus.
Peço que reflitam bastante nessa pergunta.
(O QUE É MAIS FACIL, ATACAR OU SE DEFENDER?)
Marco!
O que falou aí se passa por correto, mas é um erro !
Se passa por correto pra quem não possui senso de pesquisa, não possui um pouquinho de lógica e nem tão pouco de crítica na cabeça!
depois vou postar a constestação do que você afirmou aí
Ôpa pensei que tivesse entrado num site cristão. Um manda enfiar o rabo entre as pernas e aí o outro chama de coitado. Quero dizer uma coisa usas palavras não demostrar Cristo. O Meu Jesus nunca diria uma coisas dessas nem mesmo discutindo com o diabo. Fica a mensagens para os “que se dizem cristãos”. Gostaria de dizer só mais uma coisa senhor Alexandre cuidados com suas palavras, seu exemplo demonstra do que vc está cheio e NÃO É DE CRISTO !!!!
Pertinentes suas palavras, Gino. Olharei com mais atenção para o palavreado utilizado por alguns internautas.
Fique com Deus.
TÁ, JÁ VI QUE EU VOU TER QUE DESENHAR PRA VOCÊ PODER ENTENDER!
MAS NO PROXIMO POST EU DESENHO TÁ BOM?
Não precisa desenhar Alexandre, é só provar biblicamente o que você está alegando, coisa que você não fez.
É A MESMA EDUCAÇÃO DEMONSTRADA POR VOCÊ AO ME CHAMAR DE POBRE COITADO.
Falar a verdade de forma cortês, como eu fiz, não é falta de educação. Não irei mais falar de sua falta de educação, pois você deve acreditar que não precisa cumprir o 5º mandamento, afinal de contas segundo você eles foram abolidos, não é mesmo! Mas tenho certeza que seus pais ficariam envergonhados em ver sua falta de educação, pois suponho que eles te deram uma boa educação.
A QUESTÃO É QUE DEPOIS DO QUE EU DISSE SOBRE KURIAKI, VOCÊ AINDA ME FAZ UMA PERGUNTA DESSAS:
“Muito bem Alexandre, agora nos mostre um trecho bíblico em que kuriake hemera faz menção ao primeiro dia da semana, o domingo.”
Isso não foi uma pergunta e sim um pedido.
SIGNIFICA QUE NA VERDADE, DIANTE DOS FATOS, O POBRE COITADO AQUI É VOCÊ!
Quais fatos? Fatos não bíblicos eu dispenso, pois pra mim não tem nenhum valor. Agora irei mostrar quais são os fatos bíblicos.
Todas as vezes que o primeiro dia da semana é mencionado em toda a Bíblia, nunca é usado kuriake hemera, e vice versa. A expressão “dia do Senhor” como aparece em AP 1:10 aparece 27 vezes em toda a Bíblia e nenhuma delas está relacionada ao primeiro dia da semana. Em Is 58:13 esta expressão é usada para fazer menção ao sábado. Este ensino de que AP 1:10 está se referindo ao primeiro dia da semana é um ensinamento 100% de homens, já que não tem base bíblica, e eu prefiro seguir o que está em AT 5:29. “Então Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” Muito antes disso Deus já havia dito que mudariam a lei Dele, para nos prevenir de teorias como essa, mostrando que Ele não seria o autor de tal mudança e nem estaria de acordo com a mesma, veja o que diz DN 7:24 e 25: “Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhes serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.”
Eu já sofri muito procurando a verdade de Deus, pois é tanta confusão, tanta gente dando pareceres diferentes…línguas estranhas, mandamentos, o que representa o anti-Cristo, o anúncio da 2ª volta de Jesus, etc…
A respeito do dia do SENHOR, mencionado em Apocalípse 1:10 foi para mim um espinho na carne, pois eu não encontrava a resposta. Os protestantes e a igreja católica falam sobre o 1º dia, pela alegria que foi a ressurreição do Senhor Jesus, então me parecia convincente, por outro lado os sabatistas falavam que era o 7º dia, o que também parecia fazer sentido, se considerarmos a Bíblia como um todo ainda útil para ensinar…
Porém, um dia estava lendo o capítulo 58 de Isaías, e ao deparar com o versículo 13, não tive mais dúvida: Lá está escrito qual é o santo dia do SENHOR.
Continuo estudando a bíblia, mas ainda não encontrei nada que dissese que outro dia além daquele de Isaías 58:13 é o dia do SENHOR.
Não preciso colocar nenhuma placa no meu pescoço dizendo: sou católica, sou pentecostal, sou adventista, ou outro nome qualquer entre milhares poi aí espalhados. Se o Espírito de Deus me guiar a toda a verdade, eu verei meu Salvador. Amém?
PS. Creio em Deus e não em denominações. Creio que a Bíblia foi inspirada pelo Espírito Santo e, após me decepcionar como a forma como as coisas estão sendo conduzidas no mundo, estou certa de que foi ELE que me levou a estudar o Livro Sagrado. Estou estudando por conta própria, sempre pedindo para Deus falar comigo.
Que a paz e a graça do Maravilhoso Senhor e Salvador Jesus VCristo esteja com todos vocês.
Ana Maria
Gabriel!
“Isso não foi uma pergunta e sim um pedido.”
Correto, foi um pedido!
OS FATOS SÃO ESTES
DEPOIS DE EU TER DITO QUE KURIAKI É ALICADA PELOS GREGOS PARA SE REFERIR AO DIA DE DOMINGO ATÉ AO DIA DE HOJE, VOCÊ AINDA ME PEDE QUE EU MOSTRE ALGUMA COISA QUE FAZ MENÇÃO AO DOMINGO!
A PRÓPRIA PALAVRA KURIAKI INDICA DOMINGO!NÃO É QUESTÃO DE TRADUÇÃO E SIM QUE OS GREGOS APLICARAM A PALAVRINHA DE JOÃO EM APOCALIPSE 1:10
AO DIA DE DOMINGO, E ISSO FAZEM ATÉ AO DIA DE HOJE!
O IDIOMA GREGO, APLICA ESSA PALAVRINHA AÍ USADA POR JOÃO AO DIA DE DOMINGO!
“Quais fatos? Fatos não bíblicos eu dispenso”
ISSO MESMO, MUITO BOM!
DISPENSA UM ESTUDO TAMBÉM QUE SE CHAMA “ETMOLOGIA DAS PALAVRAS”
ESSE ESTUDO É UMA FERRAMENTA DA TEOLOGIA!DISPENSÁ-LO OU IGNORÁ-LO É UMA COISA MUITO INTELIGENTE.
DISPENSA TAMBÉM A HISTÓRIA DA HUMANIDADE.AFINAL, A HISTÓRIA DE COMO SE FORMAM AS PALAVRAS E A QUE ELAS SÃO APLICADAS NÃO TEM NADA A VER COM FATOS BÍBLICOS! ISSO MESMO, MUITO BEM!
“Agora irei mostrar quais são os fatos bíblicos.”
”
Todas as vezes que o primeiro dia da semana é mencionado em toda a Bíblia, nunca é usado kuriake hemera”
AIAI! DÁ ATÉ PREGUIÇA DE RESPONDER UMA TOPERAGEM DESSAS!
RAPAZ, VOCÊ QUER QUE O HEBRAICO BÍBLICO, UTILIZADO NO ANTIGO TESTAMENTO,
VENHA SE UTILIZAR DE UMA EXPRESSÃO QUE SÓ FOI CRIADA NO NOVO TESTAMENTO, E AINDA NO IDIOMA GREGO?
MAS DEPOIS EU VOU RESPONDER COM MAIS TEMPO, ABORDANDO AS SUAS AFIRMAÇÕES UMA A UMA!
VAI SER A MINHA CONSTETAÇÃO TAMBEM AO TEXTO DO MARCOS!
TÉ MAIS
Desculpe Alexandre, acho que me expressei mal. Quando eu disse: “Fatos não bíblicos eu dispenso”, estava querendo dizer que dispenso fatos que contradizem o que toda a palavra de Deus diz.
“Todas as vezes que o primeiro dia da semana é mencionado em toda a Bíblia, nunca é usado kuriake hemera”
AIAI! DÁ ATÉ PREGUIÇA DE RESPONDER UMA TOPERAGEM DESSAS!
RAPAZ, VOCÊ QUER QUE O HEBRAICO BÍBLICO, UTILIZADO NO ANTIGO TESTAMENTO,
VENHA SE UTILIZAR DE UMA EXPRESSÃO QUE SÓ FOI CRIADA NO NOVO TESTAMENTO, E AINDA NO IDIOMA GREGO?
Leia novamente o que eu escrevi, pois parece que você não entendeu, eu disse “em toda a Bíblia” e não “no Antigo Testamento”. O primeiro dia da semana aparece oito vezes no Novo Testamento e até onde eu sei, todo o Novo Testamento foi escrito em grego, logo, para essa teoria ter fundamento bíblico, pelo menos uma, dessas oito vezes, a expressão “kuriake hemera” deveria ser utilizada e todos nós sabemos que isso não acontece. Portanto essa teoria não tem base bíblica e contradiz toda a palavra de Deus.
“Leia novamente o que eu escrevi, pois parece que você não entendeu, eu disse “em toda a Bíblia” e não “no Antigo Testamento”.
Ao invocar “TODA A BIBLIA ” você está incluindo o antigo testamento!MAS ACHO QUE A EM TODA BÍBLIA, DIZ RESPEITO AO ANTIGO TESTAMENTO TAMBÉM!
Todas as vezes que o primeiro dia da semana é mencionado em toda a Bíblia, nunca é usado kuriake hemera, e vice versa. A expressão “dia do Senhor” como aparece em AP 1:10 aparece 27 vezes em toda a Bíblia e…
Você disse 27 VEZES EM TODA A BIBLIA!
VOCE AFIRMOU QUE, ATÉ ONDE SABE, O 1° DIA DA SEMANA APARECE 8 VEZES NO NOVO TESTAMENTO.
“O primeiro dia da semana aparece oito vezes no Novo Testamento e até onde eu sei”
SOBRAM ENTÃO, DESSAS 27 VEZES CITADAS POR VOCÊ EM “TODA A BIBLIA”19 VEZES PARA REFERÊNCIA AO 1° DIA DA SEMANA NO ANTIGO TESTAMENTO!
REPITO:
QUERER ENCONTRAR KURIAKI , QUE É UMA EXPRESSÃO GREGA E FOI CRIADA NO NOVO TESTAMENTO, NO ANTIGO TESTAMENTO EM HEBRAICO, É COISA DE GENTE TAPADA!
PARA O NOVO TESTAMENTO O CRITÉRIO É O MESMO:
KURIAKI SÓ APARECE NO ÚLTIMO LIVRO DA BIBLIA. FOI UMA EXPRESSÃO SINGULAR DE JOÃO!
MAS A QUESTÃO AQUI É QUE ESSA PALAVRA DE JOÃO, KURIAKI, É APLICADA AO DIA DE DOMINGO!
Alexandre, eu citei estes dados apenas para fins didáticos e não querendo que você me mostrasse no Antigo Testamento à expressão “kuriaki”. Desculpe-me se novamente me expressei mal. Mesmo assim vemos que não há base bíblica para tal afirmação sobre AP 1:10.
Acompanho esse blog a alguma tempo e sempre fico imprecionado com a dureza de coração de alguns e com a falta de educação de outros, e fico triste em vê que alguns tem essas duas caracteristicas, como o ”irmão” alexandre, falta amor de cristo no coração de muitos…
Ai vai um comentário muito bom sobre “o dia do senhor”.
A expressão “dia do Senhor”, conforme aparece no original grego do Apocalipse é: KURIAKE HEMERA. KURIAKE (vem de KIRIOS ou KURIOS) e significa “do Senhor” e HEMERA significa “dia”. Esta expressão aparece apenas uma vez em todo o Novo Testamento, e exatamente em Apocalipse 1:10.
Algumas traduções bíblicas trocam a expressão “dia do Senhor” por “domingo”, fazendo com que muitas pessoas se confundam e acreditem que o “primeiro dia da semana” foi mencionado por João durante a redação do livro do Apocalipse.
A palavra “domingo” nos textos originais dos livros que compõem a Bíblia, não aparece em nenhum verso. Então, por que traduzir Apocalipse 1:10, colocando-se a palavra “domingo” como correspondente de KURIAKE HEMERA? Ou “domingo” aparece em algumas traduções por engano, ocasionado por falta de atenção ao texto original grego ou por má fé por parte dos editores de tais traduções. Ficamos, não obstante, com a primeira opção.
O “Dia do Senhor” na Bíblia
A expressão “dia do Senhor”, como aparece em Apocalipse 1:10, aparece 27 vezes em toda a Bíblia (na versão Almeida Revista e Atualizada) e, distribuída em 25 versos. Com exceção de 2 versos apenas, nos demais a expressão “dia do Senhor” está relacionada com o DIA do: “ajuste de contas”, “juízo final”, “julgamento”, “da volta de Jesus”, etc. dia este na qual Deus executará Sua justiça de forma plena e definitiva. Os 23 versos que apresentam a expressão “dia do Senhor” com os significados mencionados são:
Isaías 2:12 – Isaías 13:6 – Isaías 13:9 – Jeremias 46:10 – Ezequiel 13:5 – Ezequiel 30:3 – Joel 1:15 – Joel 2:1 – Joel 2:11 – Joel 2:31 – Joel 3:14 – Amós 5:18 – Amós 5:20 – Obadias 1:15 – Sofonias 1:7 – Sofonias 1:14 – Zacarias 14:1 – Malaquias 4:5 – Atos 2:20 – I Coríntios 5:5 – I Tessalonicenses 5:2 – II Tessalonicenses 2:2 – II Pedro 3:10.
Nesses 23 versículos a expressão “dia do Senhor” ocorre 25 vezes. E as duas ocasiões em que a expressão “dia do Senhor” não está relacionada com o “dia do ajuste de contas futuro”, isto é, com o “dia do juízo de Deus” são:
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs.” (Isaías 58:13)
“Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta.” (Apocalipse 1:10)
Das 27 vezes em que a expressão “dia do Senhor” é mencionada na Bíblia, somente nessas duas, possuem um significado diferente da grande maioria citada acima. E, uma delas é quando aparece relacionada com o sábado do sétimo dia, chamado de dia do Senhor e pronunciada diretamente por Deus, como “está escrito” em Isaías 58:13.
Baseado nessas informações, podemos avaliar que: ou João estava se referindo, em Apocalipse 1:10, ao dia do juízo de Deus, como alguns defendem, apesar de tal interpretação ser insustentável pela exegese do capítulo, ou, ele estava se referindo ao sábado do sétimo dia, em uma alusão direta à citação do próprio Deus como foi registrada em Isaías 58:13. Preferimos optar pela segunda opção na qual tem-se apoio dentro do contexto do capítulo 1 de apocalipse.
Independente dessas duas interpretações, é fato consumado que: João, definitivamente, não estava se referindo ao primeiro dia da semana (domingo) quando escreveu a passagem registrada em Apocalipse 1:10. A afirmação que o “dia do Senhor” nessa passagem se refira indiscutivelmente ao “domingo” é baseada em presunção sem nenhum valor probante. Finalizaremos este estudo com o depoimentos de Heylin, erudito de projeção intelectual e escritor bem informado da Igreja da Inglaterra:
“Tomai o que quiserdes, ou os pais [da igreja] ou os modernos, e não encontraremos nenhum ‘dia do Senhor’ instituído por mandamento apostólico: nenhum ‘sabbath’ [dia de repouso] por eles firmados sobre o ‘primeiro dia da semana’. Vemos assim sobre que bases se assenta o ‘dia do Senhor’ [hoje]: primeiro sobre o costume e a consagração voluntária desse dia para reuniões religiosas; tal costume continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus [igreja de Roma], que tacitamente o aprovava; e finalmente foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em todos os seus impérios. E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis enquanto detinham o poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas, ordens de prelados de categoria quando a direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.
Estou certo de que assim não foi com o antigo sábado, o qual nem teve origem no costume – e o povo não se adiantara a ponto de dar um dia a Deus – nem exigiu qualquer favorecimento ou autoridade dos reis de Israel para ser confirmado ou ratificado. O Senhor falou que Ele queria ter um dia em sete, exatamente o sétimo dia da criação do mundo, para ser dia de repouso para todo Seu povo, e este nada mais tinha a fazer senão de boa vontade submeter-se à Sua vontade e obedecer-lhe.
Assim, porém, não ocorreu no caso em tela. O ‘dia do Senhor’ [domingo] não tem nenhuma ordem para que deva ser santificado; mas foi evidentemente deixado ao povo de Deus determinar este ou outro dia qualquer, para uso notório. E assim foi adotado por eles, e tornado um dia de reunião da congregação para práticas religiosas; contudo, por trezentos anos não houve lei alguma que o impusesse aos crentes e tampouco se exigia a cessação do trabalho ou de negócios seculares nesse dia.” – HEYLIN, P. (1636). The History of the Sabbath. London, p. 95
fonte: ‘sito desconhecio’
A fonte desse texto é:
http://sites.google.com/site/iasdonline/home/reparador/1apocalipse10
Postei o mesmo nesse debate acima.
Colossenses 02:16 e 17 Ninguém, pois vos julgue por causa de comida e bebida ou dia de festa ou lua nova ou sábdos – porque tudo isto tem sido sombra das coisas que haviam de vir: porém o corpo é de Cristo.
Hebreus 10:01 Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com sacrifícios que ano após ano perpetuamente eles oferecem
Vemos que Colossenses fala de sombras das coisas que haviam de vir e em Hebreus também ( sombra doa bens vindouros ) e ainda demonstra de forma mais clara o que era esta lei : com os mesmos sacrifícios que ano após ano perpetuamente eles oferecem.
Desta forma vemos que Paulo em colossenses está se referindo as leis cerimoniais, pois estas eram ombras de bens vindouros.
Leandro!
Me explica o que esse cidadão quer dizer com a seguinte afirmação!
Usei o termo cidadão pra ser manso, mas esse indivíduo merece palavra bem dura mesmo!
” Finalizaremos este estudo com o depoimentos de Heylin, erudito de projeção intelectual e escritor bem informado da Igreja da Inglaterra:
“Tomai o que quiserdes, ou os pais [da igreja] ou os modernos, e não encontraremos nenhum ‘dia do Senhor’ instituído por mandamento apostólico: nenhum ‘sabbath’ [dia de repouso] por eles firmados sobre o ‘primeiro dia da semana’. Vemos assim sobre que bases se assenta o ‘dia do Senhor’ [hoje]: primeiro sobre o costume e a consagração voluntária desse dia para reuniões religiosas; tal costume continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus [igreja de Roma], que tacitamente o aprovava; e finalmente foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em todos os seus impérios. E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis enquanto detinham o poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas, ordens de prelados de categoria quando a direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.
Se você não explicar, talvez eu comente o texto.
O inimigo quer de todas as maneiras destruir o 4º mandamento da Lei de DEUS pelos simples fato que este mandamento identifica o DEUS que servimos.
Ao declara-lo como Criador o Sábado revela o único DEUS verdadeiro e sem este mandamento, sem DEUS identificado alí os mandamentos não passam de uma boa moral e o inimigo não é contra a boa moral, pois muitas pessoas irão se perder tendo uma boa moral, mas sem Cristo, que é Claramente identificado no quarto mandamento como se segue:
O sábado é um memorial de criação e quem nos criou, não foi Jesus ? JO 01:01 a 03
O sábado é um convite a descansarmos em Jesus MT 11:28 e Heb 0403 a 11
O sábado é um memorial da salvação e quem nos salvou, não foi Jesus Deut. 05:15 e Mat 01:21
DEUS em Sua Palavra é claramente reconhecido como o Criador, de Gênesis ao Apocalipse.
Gn 01:01 No Príncipio criou DEUS os céus e a terra.
Êxodo 20:08 a 11 Lembra-te do dia de Sábado, para o santificar… porque em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra o mar e tudo o que neles há e ao sétimo dia descansou, por isso o Senhor abençoou o dia de Sa´bado e o Santificou.
Em Jeremias é predito que no final só restará um só DEUS, o Verdadeiro que é o Criador
Jeremias 10:11 Assim lhes direis: Os deuses que não fizeram os céus e a terra desaparecerão da terra e de debaixo destes céus
Em Ezequiel, DEUS ordena que se Santifique o Sábado para que se saiba quem é o DEUS que nos santifica, quem é o nosso DEUS
Ezequiel 20:12 e 20 Também lhes os meus Sábados para servirem de sinal entre Mim e eles, para que soubessem que Eu Sou o Senhor que os santifica – santificai os meus Sábados, pois servirão de sinalentre Mim e vós, para que saibais que Eu Sou o Senhor, vosso DEUS.
No livro do Apocalipse é nos dado o motivo para nós darmos a Glória a Honra e a Adoração:
Porque DEUS é o Criador e no Cap. 14 Vs 07 diz ainda nos termos do 4º mandamento, o Sábado
Apoc. 04:11 Tu és digno Senhor e DEUS nosso de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas Tu criaste, sim por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas
Apoc. 14:06 e 07 Vi outro anjo voando pelo meio do céu tendo o evangélho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra e a cada nação e tribo e língua e povo – dizendo em grande voz: temei a DEUS e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo e adorai aquele que fez o céu e a terra e o mar e as fontes das águas
Por tudo iso, não é a toa que o inimigo tente destruir este mandamento
Antes de tudo, eu queria respaldar a João Konflanz sobre um comentário que ele fez em 17 de julho dizendo para não olhar na biblia católica que a mesma estaria domingo, ao invés de Sabado. Caro irmão João, não sei se a vossa senhoria ja teve contato com uma biblia católica, mas, a mesma esta escrito o sabado como todas as outras biblias também, oque muda nela é que ela tem 7 livros a mais do que a dos evangélicos, esses são chamados apócrifos, quanto a mudança que a igreja católica faz referente ao dia, se encontra no catecismo da igreja, e não na biblia como foi mencionado. Um abraço, e desculpe se causei alguma discórdia da sua parte, amplexos!
Leandro,
O programa de ontem foi demais! Pena que quando começou a “esquentar” chegou a hora de terminar.Mais emocionante do que a copa do mundo.demais..Parabéns!
Depois algumas pessoas reclamam de comentários moderados. Realmente é necessário moderar os posts por aqui, vejo pessoas agindo igualzinho os fariseus quando estavam procurando algo a acusar em Jesus.
Acredito que o objetivo deste blog é esclarecer e debater a palavra de Deus para crescimento espiritual, agora tem pessoas que querem ficar desafiando o Leandro e outros por aqui….
Para estes deixe que a biblia fale:
“Qual deles fez o que o pai queria? – perguntou Jesus. E eles responderam: – O filho mais velho. Então Jesus disse a eles: – Eu afirmo a vocês que isto é verdade: os cobradores de impostos e as prostitutas estão entrando no Reino de Deus antes de vocês. Pois João Batista veio para mostrar a vocês o caminho certo, e vocês não creram nele; mas os cobradores de impostos e as prostitutas creram. Porém, mesmo tendo visto isso, vocês não se arrependeram e não creram nele.
Pessoas simples e humilde de coração alegram estão alegrando mais a Deus neste blog do que muitos que pensam obter a verdade com seu falso conhecimento….
Leandro, ontem, depois do culto da semana de oração Jovem, acabamos o culto um pouco mais cedo e corremos para a casa do irmão pra assistir seu programa,……foi uma benção…
Olá Robyerudito!
Me diga uma coisa:
Qual foi o obejtivo de você ter postado esse texto de Heylin, erudito de projeção intelectual e escritor bem informado da Igreja da Inglaterra?
Agradeço se me esclarecer!
Paz do Senhor Leandro!
Ontem eu também assistir o programa, e achei muito bom, mesmo ja tendo visto parte dele antes, mas ontem foi a primeira vez que vim todo o programa.
Sobre a suas respostas para algumas perguntas, penso que a maioria foram precisas, em compensação outras resposta não foram tão precisas assim ao ponto de eliminar as duvidas de quem perguntou.
Que eu me lembre foram sobre essas:
Arrebatamento- A sua resposta para um leigo, pareceu convicente, porém para outros mais aprofundado no assunto, sabe que há erros de interpletação em alguns texto citado por você.
Sobre maquiagem: Sem comentário.
Contudo Prof. Leandro, a TV Novo Tempo é a melhor programação evangélica aqui no Brasil, meus parabéns. Quem sabe ADB um dia possa competir com essa Rede de Telecomunicações pau a pau. Risos.
Mas nós ainda priorizamos mais o evangelismo pessoal, e confesso que essa é a vontade de Deus para o nosso povo, para cada denominação Deus da uma estratégia diferente.
Meu Parabéns pelo sucesso do programa.
Paz do Senhor
Jean Patrik
Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e da do Senhor Jesus Cristo.Amém!
concerteza Paulo em Colossences 2:16 não está falando do sábado dos 10 Mandamentos
Palavras semelhantes a estas estão escritas em Isaias 1:13 Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembléias; não posso suportar iniqüidade, nem mesmo a reunião solene.
se Deus estivesse anulando o sábado dos 10 Mandamentos ele estaria se contradizendo porq no mesmo livro de Isaias está escrito:Bem-aventurado o homem que fizer isto, e o filho do homem que lançar mão disto; que se guarda de profanar o sábado, e guarda a sua mão de fazer algum mal.E aos filhos dos estrangeiros, que se unirem ao SENHOR, para o servirem, e para amarem o nome do SENHOR, e para serem seus servos, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem a minha aliança,
Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos. (Isaias 56:2,6 e 7)
E o nosso Senhor Jesus Cristo citou o final deste texto de Isaias – E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões. (Marcos 11:17)
e outra coisa não se esqueçam na festa de lua nova e nos sábados que se referem o texto acontecia sacrifícios de animais e nós sabemos que Cristo é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! Paulo está falando contra as solenidades que sacrificavam animais que são figuras e sobras das coisas futuras e não do sábado dos 10 Mandamentos.
Vamos lá Gabriel!
Ajude o pobre coitado(eu no caso) a intender melhor esse texto:
” Finalizaremos este estudo com o depoimentos de Heylin, erudito de projeção intelectual e escritor bem informado da Igreja da Inglaterra:”
“Tomai o que quiserdes, ou os pais [da igreja] ou os modernos, e não encontraremos nenhum ‘dia do Senhor’ instituído por mandamento apostólico: nenhum ‘sabbath’ [dia de repouso] por eles firmados sobre o ‘primeiro dia da semana’. Vemos assim sobre que bases se assenta o ‘dia do Senhor’ [hoje]: primeiro sobre o costume e a consagração voluntária desse dia para reuniões religiosas; tal costume continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus [igreja de Roma], que tacitamente o aprovava; e finalmente foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em todos os seus impérios. E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis enquanto detinham o poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas, ordens de prelados de categoria quando a direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.
Concorda com ele?Se concorda, fundamente sua concordância!
Discorda? Fundamente sua discordância!
Vamos lá pessoal, eu, como bem falou o Gabriel, sou um pobre coitado e gostaria da opinião de vocês nesse texto, inclusive a do Leandro!
Essas duas perguntas aí estão abertas à todos, mas são dirigidas especificamente ao Gabriel!
Obrigado!
Eu concordo em partes Alexandre, mas primeiro quero lhe agradecer por não ter escrito seu texto em caixa alta.
Confesso que não sei quem foi Heylin nem tampouco sua história, por isso expressarei minha opinião apenas sobre os fatos apresentados por este texto e não farei nenhum comentário sobre o autor do mesmo.
“Tomai o que quiserdes, ou os pais [da igreja] ou os modernos, e não encontraremos nenhum ‘dia do Senhor’ instituído por mandamento apostólico: nenhum ‘sabbath’ [dia de repouso] por eles firmados sobre o ‘primeiro dia da semana”.
Aqui ele está dizendo que nenhum apóstolo “transferiu” ou “replicou” a solenidade nem a santificação do sábado para o domingo.
“Vemos assim sobre que bases se assenta o ‘dia do Senhor’ [hoje]: primeiro sobre o costume e a consagração voluntária desse dia para reuniões religiosas; tal costume continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus [igreja de Roma], que tacitamente o aprovava; e finalmente foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em todos os seus impérios. E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis enquanto detinham o poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas, ordens de prelados de categoria quando a direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.”
Nesta parte ele apresenta como o domingo foi gradativamente sendo estabelecido como “dia do Senhor” em todo o mundo. Esse acontecimento teve inicio devido aos costumes humanos e foi favorecido pelo apoio da igreja romana, posteriormente este costume ganhou mais força e importância quando outros líderes religiosos e príncipes cristãos confirmaram e estabeleceram este, o oficial dia de descanso em seus respectivos impérios.
“Estou certo de que assim não foi com o antigo sábado, o qual nem teve origem no costume – e o povo não se adiantara a ponto de dar um dia a Deus – nem exigiu qualquer favorecimento ou autoridade dos reis de Israel para ser confirmado ou ratificado. O Senhor falou que Ele queria ter um dia em sete, exatamente o sétimo dia da criação do mundo, para ser dia de repouso para todo Seu povo, e este nada mais tinha a fazer senão de boa vontade submeter-se à Sua vontade e obedecer-lhe.”
Agora ele mostra que o sábado não foi estabelecido por costumes e sim pelo próprio Deus, que pediu para o povo guardar o sétimo dia da semana assim como Ele fez.
“Assim, porém, não ocorreu no caso em tela. O ‘dia do Senhor’ [domingo] não tem nenhuma ordem para que deva ser santificado; mas foi evidentemente deixado ao povo de Deus determinar este ou outro dia qualquer, para uso notório. E assim foi adotado por eles, e tornado um dia de reunião da congregação para práticas religiosas; contudo, por trezentos anos não houve lei alguma que o impusesse aos crentes e tampouco se exigia a cessação do trabalho ou de negócios seculares nesse dia.”
Aqui está o ponto em que não concordo. No trecho que citei anteriormente ele se refere ao sábado da seguinte forma: “o antigo sábado”. Isso mostra que ele não acreditava na santidade do sábado nos dias dele. Podemos confirmar isso com a seguinte declaração: “foi evidentemente deixado ao povo de Deus determinar este ou outro dia qualquer, para uso notório”. Ele diz que (provavelmente após a morte e ressurreição de Cristo) foi deixado para que o povo determinasse o dia que ele achasse melhor, para descansar, exercer as práticas religiosas e adorar a Deus. Obviamente, por fatos que já mostrei em outros comentários eu não concordo com isso. Por fim ele diz que por trezentos anos não houve lei que impusesse esse dia como o dia de descanso. Decreto em 321 d.C. dado por Constantino: “que os juízes e o povo das cidades, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do sol”.
Resumindo, ele diz que o domingo foi estabelecido como “dia do Senhor”, apenas com base em costumes e vontades humanas e que não há nenhum apoio bíblico para isso.
Espero ter lhe ajudado Alexandre. Fique com Deus.
Corrigindo:
Entender.
Domingo, no Novo Testamento, é chamado de ‘O dia do Senhor’. Em latim, dominica die, de onde deriva seu nome nas línguas neolatinas, por exemplo: no espanhol, ‘domingo’; no italiano, ‘domenica’; e no francês, ‘dimanche’, faladas por cerca de 400 milhões de pessoas”.
Domingo é um vocábulo exclusivo do cristianismo. Essa palavra, bem como as suas análogas, não existia em nenhuma língua do mundo até o final do século 1o, quando o apóstolo João criou a expressão grega: Kuriakh ‛mera (kyriake hemera), vertida para o latim como: dominica die.
Antigos documentos da Igreja primitiva, transcritos para o russo, relatam que João, encarcerado na ilha de Patmos, chorava muito ao chegar o primeiro dia da semana, ao lembra-se das uniões para a Ceia do Senhor, celebrada sempre nesse dia: “No primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão…” (At 20.7). E foi justamente em um “primeiro dia da semana” que Jesus, ressuscitado, lhe apareceu e lhe revelou os maravilhosos eventos do Apocalipse (Ap 1.10).
Certamente que todo o livro não foi elaborado naquele mesmo dia. Mas o fato indiscutível é que Jesus apareceu a João exatamente no “primeiro dia da semana”. Isso explica porque a Ucrânia e a Rússia trocaram os nomes do primeiro dia da semana, que entre os pagãos era chamado “dia do sol”, por uma expressão tão ou mais significativa do que aquela adotada nos países de línguas neolatinas.
Lemos na Bíblia ucraniana João afirmando que foi arrebatado no “dia da ressurreição” (Dien voscrecii). De igual modo, na Bíblia russa também lemos: “Eu fui arrebatado em espírito, no dia da ressurreição”. Aliás, na língua russa, todos os dias da semana ficaram subordinados ao dia da ressurreição! Por exemplo: segunda-feira, em russo, é pondielnik (“o dia após a ressurreição”); terça-feira, voftornik (“o segundo dia após a ressurreição”); quarta-feira, sreda (“terceiro dia após a ressurreição”), e assim por diante.
Vale realçar que o apóstolo João, ao frisar o dia da semana em que Jesus lhe apareceu, criou uma nova expressão na língua grega: Kuriakh hmera (kyriake hemera). Expressão esta que deu origem à palavra “domingo”, conforme explanaremos a seguir. Mas antes de continuarmos, para melhor compreensão dos nossos argumentos, recorreremos à etimologia, que nos revelará a origem das palavras, o seu desenvolvimento histórico e as possíveis mudanças de seu significado.
Vejamos alguns exemplos de como as palavras evoluem:
•A palavra “efeméride” provém de dois termos gregos: epi (“sobre”) e ‛he hemera, que significa “dia”, de onde veio também o adjetivo efêmero, ou seja, “o que é breve, transitório, passageiro”.
•A palavra “castigar” provém do latim: castus (“irrepreensível”, “puro”, “fiel”) + agere (“fazer”). Temos um emprego bíblico neste sentido quando o escritor aos hebreus declara que Deus “castiga a quem ama” com a finalidade de nos tornar puros e fiéis a Ele (Hb 12.6).
•As palavras “mouco” (ou surdo) e “domingo” possuem também sua origem num texto de João. Vejamos: “Então Simão Pedro, que tinha espada, desembainhou-a, e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. E o nome do servo era Malco” (Jo 18.10). Malcus, do latim, deu origem à palavra “mouco”, em português, significando aquele que não ouve, ou que ouve pouco ou mal; surdo.
Analisemos, agora, Apocalipse 1.10 à luz do original grego, da etimologia, da hermenêutica bíblica, da história e dos escritos patrísticos.
Eis o que os mais abalizados biblicistas afirmam sobre a expressão joanina: kyriake hemera:
“Temos aqui a palavra kyriakos, em um sentido adjetivado, isto é, “pertencente ao Senhor”. Originalmente, esta palavra era usada com o sentido imperial, como algo que pertencia ao César romano. ‘Os crentes primitivos [...] aplicaram-na ao domingo, o primeiro dia da semana’. Esse é o uso que se encontra em Didaché 14 e Inácio, Magn. 9, que foram escritos não muito depois do Apocalipse”.
“‘O dia do Senhor’, em Apocalipse 1.10, é tido pela maioria dos autores como o domingo”.
“O primeiro dia da semana é, sem dúvida. ‘o dia do Senhor’, referido em Apocalipse 1.10”.
“A frase: ‘O dia do Senhor’, Kuriakh ‛mera (kyriake hemera), ocorre uma só vez, e isto se dá no último livro. Apocalipse 1.10 [...] expressava a convicção de que o domingo era o dia da ressurreição, quando Cristo Jesus conquistou a morte e se tornou Senhor de todos” (Ef 1.20-22; grifo do articulista).
Nem mesmo no texto grego da Septuaginta encontramos a expressão Kuriakh‛mera, criada pelo apóstolo João para aludir ao dia da ressurreição! A expressão hebraica “dia do Senhor” sempre foi vertida para o grego como ‛ (hemera tou kyriou). Mas o que João escreveu foi: Kuriakh ‛mera. Por que João teria usado uma expressão jamais encontrada em qualquer outro escrito, sagrado ou profano? Cremos que pelas seguintes razões:
1) Para indicar algo também inédito na história da humanidade: a ressurreição de Cristo.
2) Para deixar bem claro que se referia ao dia da ressurreição, o domingo, e não aos eventos escatológicos da segunda vinda de Cristo, a parusia, que também é chamada “dia do Senhor”, como nestes versículos:
a) “O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor” (At 2.20).
b) “… Seja entregue para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor” (1Co 5.5).
c) “Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite” (1Ts 5.2).
d) “Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite” (2Pe 3.10).
Há uma significativa diferença entre a expressão “dia do Senhor”, alusiva à segunda vinda de Cristo, e a expressão que encontramos escrita em Apocalipse 1.10, “dia do Senhor”, referindo-se ao dia da ressurreição.
Kyriakos é uma forma adjetivada da palavra KurioV (Kýrios – Senhor) e significa literal e exatamente: “que diz respeito ao Senhor”; “concernente ao Senhor”; “pertencente ao Senhor”; “senhorial”, ou “dominical”, e não “do Senhor”, como lemos em algumas das nossas traduções.
A tradução literal de Apocalipse 1.10 seria: “Eu fui arrebatado pelo espírito no dia senhorial”. Mas este adjetivo, “senhorial”, derivado do termo “senhor”, raramente é usado. O seu sinônimo é “dominical”, porque o português é uma língua neolatina. “Senhor”, em latim, é Dominus. Assim, quando dizemos Dom Pedro II ou Dom Evaristo Arns, estamos abreviando a palavra Dominus, para dizer: Senhor Pedro II, Senhor Evaristo Arns. O mesmo processo etimológico acontece com o adjetivo “popular”. Quando algo pertence ao povo, não dizemos “povoal”, mas “popular”, porque, em latim, populus, significa “povo”.
Acertadamente, Jerônimo verteu Kuriakh ‛mera (kyriake hemera) para a Vulgata Latina como Dominica die (“dia dominical”, “domingo”) e não como dia domini (“dia do Senhor”). Veja:
“Fui in spiritu in dominica die et audivi post me vocem magnam tamquam tubae”(Ap 2.10).
Daí, a clássica versão de Antônio Pereira de Figueiredo traduzir: “Eu fui arrebatado em espírito hum dia de domingo, e ouvi por detrás de mim huma grande voz, como de trombeta” (1819).
Resgatando verdades históricas
Documentos escritos nos três primeiros séculos, muito antes de Constantino existir (280-337), adotaram e conservam, todos eles, a mesma expressão concebida pelo apóstolo João para referir-se ao glorioso dia da ressurreição de Jesus Cristo.
Século 1º: O ensino dos apóstolos
Possivelmente, contemporâneo do Apocalipse: “E no dia do Senhor Kyriake hemera, congregai-vos para partir o pão e dai graças”.
Século 2º : Escritos de Melito de Sardes
Nestes escritos, há um tratado sobre a adoração no domingo, intitulado: peri kyriakes (acerca do dia dominical), “dia do Senhor”, isto é, “domingo”.
Ano 115: Epístola de Inácio aos magnesianos
“Porque se no dia de hoje vivermos segundo a maneira do judaísmo, confessamos que não temos recebido a graça [...] Assim pois, os que haviam andado em práticas antigas alcançaram uma nova esperança, já sem observar os sábados, porém modelando suas vidas segundo o ‘dia do Senhor’ (Kyriaken zontes)”.
Ano 130: O “evangelho de Pedro”
É um documento histórico comprovadamente escrito no princípio do século 2o, e também se refere ao dia da ressurreição usando o mesmo adjetivo kyriakes, que, na edição de Jorge Luís Borges, é traduzido corretamente por “domingo”.
Ano 132, ou antes: Epístola de Barnabé
“Portanto, também nós guardamos o oitavo dia ( Kyriake hemera, ‘domingo’) para nos alegrarmos em que também Jesus se levantou dentre os mortos e, havendo sido manifestado, ascendeu aos céus”.
150—168: Justino Mártir, Eusébio, Clemente de Alexandria
Escritores dos séculos 2º e 3º, todos eles também adotaram o Kyriake hemera criado por João para o “dia da ressurreição”, vertido para o latim como Domínica die (“dia dominical”) e passado para o português como “domingo”!
A singularidade do nome domingo
“E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana…” (Mc 16.9).
Alguns alegam que a palavra “domingo” não consta na Bíblia. É verdade. Não encontramos nos textos originais a palavra portuguesa “domingo”, como também não encontramos as palavras: Deus, casa, livro, amor ou sábado, mas, sim, as suas correspondentes nas línguas hebraica, aramaica ou grega.
Domingo é a tradução literal da expressão criada pelo apóstolo João: Kuriakh ‛mera (kyriake hemera), vertida para o latim como Domínica die e corretamente traduzida em todas as versões da Vulgata para as línguas neolatinas como dominu lui, domingo, mingo, domenica, dimanche, e outros nomes semelhantes no galego, no provençal, no franco-provençal, no romeno, no reto-romano, no sardo e no dalmático, faladas por mais de 400.000 000 de pessoas!
As seguintes traduções: de Antônio Pereira de Figueiredo, do Centro Bíblico Católico, dos Monges de Maredsous, de João José Pedreira de Castro, do dr. José Basílio Pereira, do Mons. Vicente Zioni e Matos Soares, bem como qualquer outra versão do Novo Testamento para o português ou para o espanhol, feita da Vulgata Latina, trazem em Apocalipse 1.10 a palavra “domingo”.
Domingo não é um nome importado do paganismo, como saturday (“dia de Saturno”), nem do judaísmo, como shabath (“descanso”).
Domingo não é dia comemorativo da criação do mundo nem da libertação do povo de Israel, tampouco dia de descanso, pasmaceira, televisão, futebol, pescarias, clubes ou jogatina.
Domingo é dia de oração, de adoração, dia de cultuarmos a Deus, dia de atividade espiritual, como evangelismo, visita aos necessitados, aos encarcerados ou enfermos!
Domingo é o nome de um dia exclusivo do cristianismo, criado por João para caracterizar e distinguir o dia da vitória de Jesus sobre a morte, consumando a libertação de toda a humanidade.
Domingo é o dia aclamado por Davi, em sua jubilosa profecia sobre o dia da ressurreição: “Esta é a porta do SENHOR, pela qual os justos entrarão. Louvar-te-ei, pois me escutaste, e te fizeste a minha salvação. A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se a cabeça da esquina. Da parte do SENHOR se fez isto; maravilhoso é aos nossos olhos. Este é o dia que fez o SENHOR; regozijemo-nos, e alegremo-nos nele” (Sl 118.20-24).
Observemos a exatidão do cumprimento de cada sentença, de cada afirmação, de cada palavra desta impressionante profecia escrita por volta de mil anos antes de Jesus nascer.
Esta é a porta
“Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens” (Jo 10.9).
“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” (Rm 5.1).
“Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito” (Ef 2.18).
A pedra
“Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta por cabeça de esquina” (At 4.11).
Os edificadores rejeitaram
“Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra, que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso aos nossos olhos? Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos” (Mt 21.42,43).
Da parte do Senhor se fez isto
“O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, ao qual vós matastes, suspendendo-o no madeiro” (At 5.30).
Maravilhoso é aos nossos olhos
“Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela” (At 2.24).
Este é o dia que fez o SENHOR
“E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro” (Mt 28.1).
“E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol” (Mt 16.2).
“E no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas outras com elas” (Lc 24.1).
“E no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro” (Jo 20.1).
“Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco” (Jo 20.19).
“E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até a meia-noite” (At 20.7).
“No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar (1Co 16.2).
A Bíblia fala, pessoal ,que debates sobre a Lei são coisas tolas e sem valor algum para exercitar a santificação (Tito 3:9). A Lei existe é para os injustos e não para quem foi regenerado por Cristo Jesus (1Timóteo 1:7-10). Para quem vive segundo o Espírito, a prática do amor é o cumprimento de toda a Lei (Romanos 13:9). Quando nós não amamos a Deus e nem ao próximo nós pecamos e em nós não está a luz. A salvação é de graça, gente. Jesus conquistou na cruz e oferece de graça a salvação(Isaías 55:1-3), mas a graça de Deus não dá licença para pecar. Jesus disse: vá e não peques mais (João 8:11). Não adianta ninguém afirmar que guarda a Lei porque é mentira. A Bíblia diz que todos pecaram e o pecado é a transgressão da Lei (Romanos 3:23 1João 3:4). Quem, além de Jesus Cristo que guardou a Lei? Só Jesus cumpriu a Lei (Mateus 5:17). Deixe esse povo adventista e os cristãos judaizantes pregarem que a Lei é meio de salvação e não a graça salvadora de Cristo! Pensam que no Céu haverá alguem que dirá que está lá porque guardou toda a Lei?
Paulo falou claramente que circuncisão, guarda de dias santos, comidas e bebidas não são meios de salvação (Romanos 14:5 Gálatas 4:9-10 Colossenses 2:16 ). Larga o fermento velho!
Eles dizem que os sábados de colossenses são os sábados de Levítico 23, mas eles é que dizem! Paulo foi claro em outras passagens que guarda de dias não é passaporte para o Céu.
Os judaizantes devem ler a carta de Gálatas todinha, o capítulo 2 de Efésios, o capítulo 2 de Colossenses, o capítulo 14 de Romanos e o texto de 2 Coríntios 3 sobre a Velha Aliança em tábuas de pedras e a Nova Aliança. Se lerem com humildade, entenderão.
ola a todos!
Pra mim o sábado ele é importante pelo menos por três motivos:
Deus se importou de estabelecer um dia(sábado) para fins de relacionamento.Gn 2:1-3.
Se espicíficou de estabelecer guando começa e termina.Lv 23:32.
E enquadrou-o na lei moral.EX 20:8-11
e ainda ouço dizer que o sábado não é tão importante assim.
Gostaria que as pessoas que fizeram comentários acima me respondesce.
PAULO,MATHEUS,LUCAS,JOÃO,TITO,MARCOS e muitos outros, eles foram REBELDES,DESOBEDIENTES ? Pois guardavam o SÁBADO e não o DOMINGO?
Uma pessoa rebelde desobediente pode o ESPIRITO SANTO descer sobre ele como foi no dia de PENTECOSTES?
Não adianta ler a BIBLIA nem estuda-la , se você não obedece.
Oque JESUS quer é que nos amemos uns aos outros, ele nos deixou dois mandamentos, e é bom nós obedecer-mos. AMAR A DEUS SOB TODAS AS COISAS e AO PRÓXIMO COMO A TI MESMO. Experimente AMAR QUEM TE ABORRECE você será mais feliz. QUE AMA A DEUS ,OBEDECE. Naõ fica descutindo se é SABADO OU DOMINGO ELE OLHA PARA A LEI E A GUARDA EM SEU CORAÇÃO.
Amigo e Irmão Leandro Quadros e a equipe TV novo tempo , fico feliz pelo belo trabalho , que Deus continui iluminando a cada um de vcs que o Espirito Santo recais sobre cada mente e coração para que se torne como o Dele próprio , puro e justo e manso.
Eu amo a Deus e Amo sua lei e nela procuro gravar em meu coração todos os dias apesar de ser pequeno e falho.
abraço a todos.
queridos irmaos, e impresionante como asa pessoas insistem ir contra apalavra de Deus e dizem que aqueles que observam toda ela sao legalistas e judaizantes.
Os adventistas nao creem que sao salvos pela lei, cremos que somos salvos pela graça para a pratica de boas obras.como uma pessoa que se diz salvo pela graça pode continuar transngredindo a lei? A lei nao salva ninguen,ela apenas nos mostra o pecado, e ao identificarmos o pecado o salvo em cristo nao o pratica .
Essa historia de dizer que os os adventistas pregam a salvacao pelas obras (pratica da lei) è mentira, sao pessoas mal informadas ou mal intencionadas(principalmente os mal intencionados) que espalham essa calunia.
Me tornei um cristao adventista a aproximadamente a dois anos e antes disso eu cria dessa mesma forma(que os adventistas pregavam a salvaçao pela guarda da lei, que hoje estamos no tempo da graça e que alei era coisa do passado etc.), atè que um dia aceitei um estudo biblico e entao entendi que o que os adventistas pregavam estava cem por cento de acordo com a biblia. Mas para eu aceitar tudo isso tive deixar o Espirito Santo agir em meu coraçao e deixar aquelas ideias pre-concebidas que eu tinha.
Por isso quando vejo alguns comentarios de algumas pessoas que tem algum conhecimento biblico e rejeitam a lei moral (os dez mandamentos) fico profundamente triste ao ponto de nao querer mais assessar este blog.Na verdade essas pessoas nao rejeitam os dez, mas sim o quarto mandamento. Alias sobre o quarto mandamento gastaria de dizer uma coisa, o propio Jesus guardou, os discipulos guardaram, a mae de jesus guardou, o apostolo Paulo guardou, isso sem falar em todos os outros servos de Deus do antigo testamento. Sera que se fosse algo assim tao sem importancia todas essas pessoas teriam tanto zelo em guardar esse mandamento?
Devemos lembrar que o sabado esta incluido na lei moral que è eterna e nao na lei cerimonial
que se cumpriu em jesus. Mas imagino que a maioria dos criticos ja sabem disso mas motivados por algo que nao è o espirito de DEus continuam a lançar seus dados inflamados conta aqueles que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus
(apocalipse 12:17).
È interassante que neste tremestr estamos estudando exatamente o livro de romanos que trata exatamente desse assunto(a lei e graça).
Portanto se quisem saber oque os adventistas pregam leiam nossas literaturas,assistam nossos programas,perguntem aos nossos lideres e irmãos, mas nao saiam por aì fazendo a obra de satanas que e acusar o povo de Deus.
A
paz de Jesus.
Gabriel!
Em breve estarei fazendo um comentário acerca do seu texto!
Jonatã, alexandre, Jean Patrik, o Apostolo João declara que: “Achei-me na ilha chamada Patmos, por causa da Palavra de Deus e do Testemunho do Senhor” (Apoc. 1:9). Portanto, quando no verso 10 em que declara que: ” Achei-me em espírito no dia do Senhor”, certamente é o Dia do Senhor que é revelado na Palavra de Deus, pois foi por causa da Palavra de Deus e do Testemunho de Jesus que ele foi levado para Patmos. João jamais iria referir-se a um Dia do Senhor diferente daquele que consta na Palavra de Deus. Há de se observar que a Palavra de Deus para João era a mesma da que Testemunhou Jesus (João 7:38- Mat. 4:4). A resposta para o Dia do Senhor neste contexto é o que está na Palavra de Deus no livro de Isaías 58: 13,14, ou seja, o Próprio Deus chama o Sábado do 7º Dia de: “Meu Santo Dia”. ” Deleitoso e Santo Dia do Senhor, digno de honra”. O Apostolo Paulo nos diz que devemos ser “imitadores de Deus, como filhos amados” (Efesios 5:1). O Sábado do 7º Dia que deve ser guardado, “como diz as Escrituras” é aquele instituído por Deus na criação, antes da entrada do pecado. Antes das Leis cerimoniais. Antes dos sábados cerimoniais. Agora, é bem verdade, que Satanás o pai da mentira, usa as pessoas para falar que a Igreja Adventista do 7º Dia ensina “que a Lei é meio de salvação e não a graça salvadora de Cristo! ”
Quando na verdade a Igreja Adventista prega a Verdadeira Graça que inclui o compromisso com Deus e sua Palavra : ” Aquele que diz : Eu conheço e não guarda os Seus Mandamentos é mentiroso, e nele não está a Verdade” ( I João 2:3,4-5:2,3). Diz ainda a Palavra de Deus: ” Grande paz têm os que amam a Tua Lei; para eles não há tropeço”. Pois, …A Tua Lei é a própria Verdade (Salmos 119:142, 165). “Pecado é a transgressão da Lei” ( I João 3:4), ou seja, toda vez que uma pessoa transgride a Lei de Deus, essa pessoa peca. E, só os que reconhecerem que pecou e confessarem, serão perdoados. nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br
Esqueci de dizer!
Irei tambem abordar as suas brilhantes argumentações direcionadas ao patrik, juntamente com a sua excelente resposta as minhas indagações!
Embora a expressão kuriak’ heméra é única na Escritura, tem uma larga
historia no grego postbíblico. Como forma abreviada, kuriak’ é um término
comum nos escritos dos pais da igreja para designar ao primeiro dia
da semana, e no grego moderno kuriaké é o nome do domingo. Seu
equivalente latino a Dominica dies designa o mesmo dia, e passou a vários
idiomas modernos como domingo, e em francês como dimanche. Por isso muitos
eruditos sustentam que kuriak’ h’méra nesta passagem também se refere ao
domingo, e que João não só recebeu sua visão neste dia, mas também o
reconheceu como “o dia do Senhor” possivelmente porque nesse dia Cristo ressuscitou dos
mortos.
Há razões negativas e positivas para rechaçar esta interpretação. Em primeiro
lugar está o reconhecido princípio do método histórico; quer dizer, que uma
alusão deve ser interpretada somente por meio de evidências anteriores a
ela ou contemporâneas com ela, e não por dados históricos de um período
posterior. Este princípio tem muita importância no problema do
significado da expressão “dia do Senhor” tal como aparece nesta passagem.
Embora este término seja freqüente nos pais da igreja para indicar o
domingo, a primeira evidência decisiva de tal uso não aparece a não ser até fins
do século II no livro apócrifo Evangelho segundo Pedro (9, 12), onde o dia
da ressurreição de Cristo se denomina “dia do Senhor”. Como este documento
foi escrito pelo menos três quartos de século depois de que João escreveu o
Apocalipse, não pode apresentar-se como uma prova de que a frase “dia do
“Senhor” no tempo de João se referia ao domingo. Poderiam citar-se numerosos
exemplos para mostrar a rapidez com que as palavras podem trocar de
significado. portanto, o significado de “dia do Senhor” determina-se
melhor neste caso recorrendo às Escrituras antes que à literatura
posterior.
Quanto ao aspecto positivo desta questão, está o fato de que embora a
Escritura em nenhuma parte indica que no domingo tem alguma relação
religiosa com o Senhor, repetidas vezes reconhece que o sétimo dia, o sábado,
é o dia especial do Senhor. Nos diz que Deus abençoou e santificou o
sétimo dia (Gén. 2: 3); constituiu-o como memorial de sua obra de criação
(Exo. 20: 11); chamou-o especificamente “meu dia santo” (ISA. 58: 13); e Jesus
proclamou-se como “Senhor ainda do dia de repouso [sábado]” (Mar. 2: 28), no
sentido de que como Senhor dos homens era também Senhor do que foi feito
para o homem: no sábado. De maneira que quando se interpreta a frase “dia
do Senhor” de acordo com provas anteriores e contemporâneas do tempo de
João, conclui-se que há só um dia ao qual pode referir-se, e esse é o
sábado, o sétimo dia.
Leandro e amigos debatedores……
Apesar do Leandro ter removido um de meus comentários, não sei porque o motivo, gostaria dar uma nova contribuição neste debate que já perdeu um pouco do sentido original do artigo.
Amigos, alguém em sã consciência, honesto, adventistata ou não, conseguiu entender o porque do título deste artigo?
Se Paulo seguia rigorosamente a Lei, como é que ele poderia negar a Lei?
Entendam, por favor, em nenhum momento de seu ministério, Paulo foi contrário a nenhum ponto da Lei dos Dez Mandamentos, inclusive o sábado, já que nós adventistas só foalizarmos esse ponto da Lei…O Apóstolo, só conseguiu enxergar a motivação verdadeira da Lei quando atingiu a sua Maturidade Espiritual….
Ele nunca foi contrário a não matar, a não roubar, a não cobiçar, ao Sábado, etc.,,,,,,, ele somente entendeu que os Dez Mandamentos são muito mais superiores do que simplesmente a Lei em si.
Exemplos: Para os judeus, quebrar a lei de não matar, era, você pegar alguém e matar….você poderia falar mal da pessoa, ser desonesto, etc…, aí vem Jesus e fala que o não matar é muito mais do que o ato de matar alguém. Acho que todos já entenderam isto.
Isso aconteceu com todas os Dez princípios dos Dez Mandamentos. Jesus tornou a Lei não uma obra somente da carne, por isso que ela deve ser escrita em nossos corações….
Os judeus, fariseus, somente guardavam o sábado. Não faziam nada neste dia….não andavam, não faziam comida, etc, e o pior, é que fora do sábado, a turma judaica faziam o que queriam, “mandavam ver”em tudo, somente no sábado eram bonzinhos…..aí vem Jesus e pede ao povo para enxergar a essência do sábado. O que eu e você temos que fazer no sábado, em realidade, temos que fazer todos os dias de nossa vida….amar, ser cortêz, obedientes, honestos, justos, benignos, mansos, etc…….
Como adventista, entendo perfeitamente que o dia de sábdo é uma benção, porque como desde criança aprendi a separá-lo para Deus, esse dia é um conforto, porque na minha tradição esqueço do mundo. Porém, não posso me esconder atrás do sábado e ser bonzinho somente neste dia…..tenho que ser o mesmo no domingo, na segunda………
Não vou ser salvo porque guardo o sábado….
Paulo não era contra o sábado…..
Provavelmente Paulo ficaria escandalizado se olhasse para nós hoje, 2010 e ainda, como cristãos, visse um debate como este, talvez pior, visse um artigo como esse…..
Leandro, o nosso problema é que como igreja queremos defender dogmas de nossa igreja.
Toda a Lei deve estar guardada em nosso coração….não é uma questão de quem é melhor ou pior se guardar um ponto ou outro, mais sim, se fizermos da Lei, uma essência de vida em todos os dias de nossa vida.
Essa questão do sábado é só para adventista, porque lá no fundo, olhamos com olhares de Ellen White e não com olhares bíblicos. Temos lá no fundo a idéia que vai haver um decreto dominical, que vai haver uma perseguição aos guardadores do sábado, etc….. isso não é bíblico, são conclusões tiradas de Ellen White.
Então, se nossos irmãos, de outras denominações, que não aceitam ou têem Ellen White como profeta, porque colocar sobre eles esse fardo…..lembram do primeiro concílio dos apóstolos em Jerusalém, fardo que nem eles estavam cumprindo naquela época?
Esse artigo é simplesmente infeliz….
Olá Gabriel!
Em alguns dias postarei aqui um texto de análise de algumas afirmações suas, que foram feitas com extremo brilhantismo intelectual, muita lógica e coerência entre si!
Estas afirmações estão contitas em vários textos seus.
Vou agrupá-las e então analisá-las, exaltando assim sua capacidade crítica.
Farei também comparações entre uma e outra afirmação sua, que ensejam tal coisa, contrastando-as.Contrastando-as também com afirmações de teólogos adventistas.
Aí então, você, ao ver a sua grande capacidade crítica, em relação as duas perguntas que te fiz , dentre as demais afirmações que você fez,poderá estar certo de que entre mim e você, eu sou o pobre coitado!
Até breve!
Autor: Deus por intermédio do Profeta Isaías: ” Se desviares o pé de profanar o Sábado e cuidar dos teus próprios interesses no MEU SANTO DIA, se chamares ao Sábado deleitoso e SANTO DIA DO SENHOR, DIGNO DE HONRA, E O HONRARES não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a atua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.” (58:13,14).
Autor: Deus, por intermédio de Pedro e demais Apóstolos:” Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”. (Atos 4:19,20-5:29).
Autor: Deus através de Gamaliel: ” …Se é de Deus não podeis destruí-los, para que não sejais, porventura, ACHADOS LUTANDO CONTRA DEUS” (Atos 5: 38,39).
Autor: Deus pelo Profeta Isaías: ” Porque o Senhor dos Exércitos o determinou; quem, pois, o invalidará?”( Isaías 14: 27). Você?
Se Deus chama um dia da semana específico, como “MEU SANTO DIA”, “SANTO DIA DO SENHOR”, “quem pois invalidará? Vocês? nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br
Oi Jean,
Responda-me algumas perguntas:
Existe na Bíblia algum mandamento que ordene a guarda do 1º dia da semana ou qualquer outro dia em lugar do sábado, o sétimo dia (Ex. 20:8-11, Mat. 5:17-19, Luc. 23:54-56. 1Jo. 3:4, Apoc. 12:17, Apoc. 14:12, Apoc. 21:8 e Apoc. 22:18 e 19)? Alguma vez, Jesus ou mesmo os apóstolos apontaram um novo mandamento do tipo: “Guardem o domingo em lugar do sábado em memória do dia da ressurreição do Senhor”? Se não, em que fonte você se baseia para tal defesa, em comentaristas ou nas tradições de tua igreja? Se for esse o seu caso, não acha melhor seguir o conselho de Jesus e “viver de toda Palavra que sai da boca de Deus”(Mat. 4:4)?
Lembre-se dessa parábola de Cristo:
“E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites.” Luc. 12:47.
Depois, no dia do juízo, não vai dizer que ninguém te avisou, amigo.
Gilvan Almeida
Então quem primeiro ordenou e oficializou a guarda do domingo?
R= Foi o Imperador romano Constantino, através do seu decreto de 7 de março de 321, o qual assim ordena : “QUE TODOS OS JUÍZES E TODOS OS HABITANTES DA CIDADE E TODOS OS MERCADORES E ARTÍFICES DESCANSEM NO VENERÁVEL DIA DO SOL (DOMINGO)”. “Corpus juris’ civilis cord. liv 3, Tit. 12,3″; Enciclopédia Britânica, artigo sobre o domingo.
E quando a igreja ordenou a guarda do domingo em lugar do Sábado?40 anos depois, no “Consílio de Laodicéia”, reunido no ano 360. O qual assim ordenou: “OS CRISTÃOS NÃO DEVEM…ESTAR OCIOSO NO SÁBADO, MAS TRABALHARÃO NESTE DIA. O DIA DO SENHOR(DOMINGO), ENTRETANTO, HONRARÃO ESPECIALMENTE, E COMO CRISTÃO NÃO DEVEM, SE POSSÍVEL FAZER QUALQUER TRABALHO NELE”…Cânon 29 do
Concílio de Laudicéia; Enciclopédia Britânica, artigo sobre o domingo.
E quantas vezes o Novo Testamento menciona o 1º dia da semana?
R= Apenas oito vezes, e examinaremos as oito menções feitas.
(Mateus 28:1) – E, NO fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro.
(Marcos 16:2) – E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol.
(Marcos 16:9) – E Jesus, tendo ressuscitado na manhã do primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demônios.
(Lucas 24:1) – E NO primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e algumas outras com elas.
(João 20:1) – E NO primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro.
A que se referem estas cinco primeiras menções?
R= Se referem ao dia da ressurreição de Cristo, mas nem Cristo, nem os apóstolos não mandaram guardar aquele 1º dia da semana e não não disseram que passaria a ser um dia santo de guarda.
(João 20:19) – Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.
Por que o ajuntamento dos apóstolos no dia da ressurreição não significa que eles estavam celebrando aquele dia?
R. 1. O próprio S. Marcos disse que eles nem acreditavam que Cristo havia ressuscitado.
Essa questão sobre dia de guarda é confusa.O sábado era guardado por judeus e cristão como memorial da criação e por causas dos mandamentos de Deus dados por Moises, no primeiros seculos. Mas domingo também era guardado por pagãos e cristão, estes ultimos em comemoração a ressurreição de Cristo e vitoria sobre o pecado e seu julgo.
Me fiz uma pergunta pode um cano sujo sair um fio de agua limpa ????
Igreja Catolica julga ser a detentora da verdade, e como qualquer protestantes sabe, deixou a Biblia,segue tradições e cria teorias das mais diversas, como por exemplo a teoria do purgatório.
Pode ela estar correta em alguma coisa ????
Pode ter alguma verdade já que deixou a Biblia seguindo tradições e teoria que ela mesma cria ????
Esta instituição nunca aceitou a verdade, ditou teorias em seus concilios, aceitou filosofias pagãs como por exemplo a teoria da imortalidade da alma que muitos aceitam hoje, até mesmo protestantes que conhecem a Biblia, matou quem a contrariou entre outras coisas.
Guardar sábado ou domingo ???
Cristãos nos primeiros seculos guardando o domingo como dia de guarda é uma coisa, mas Igreja Catolica Romana incorporar o domingo como dia de guarda e observancia é completamente diferente.
Me desculpe senhor Alexandre e senhor Jean Patrik mas continuar observando o domingo como dia de guarda HOJE é seguir os ensinamentos da Igreja Catolica Romana e aceitar o Papa como Sumo Pontifice em lugar de Cristo.
Podem dizer que isso não passa de um argumento simples, eu concordo. O correto é não seguir Roma, de lá não vem nada bom.
Sábado ou Domingo ??? Que confusão ???
Jean, vc afirma que na criação Deus trabalhou no 7 dia, que é o sábado????
Wallans de Souza, você disse: “Jean, vc afirma que na criação Deus trabalhou no 7 dia, que é o sábado????”
Na realidade Walans não sou eu que afirmo, e sim a Bíblia.
Veja: Assim foram acabados os céus e a terra, com todo o seu exército.
Ora, havendo Deus COMPLETADO no DIA SÉTIMO a OBRA que tinha feito, descansou nesse dia de toda a obra que fizera (Gn.2.1-2).
Viu Walans como está claro que Deus completou a obra da sua criação no 7° dia?
Se você observar bem o contexto de Gênesis 2, perceberá que Deus não completou a sua obra no 6° dia e sim no 7°. Sendo assim a Palavra de Deus (A Bíblia) está afirmando que Deus trabalhou no sábado, e só depois foi que Ele descansou, abençoou e santificou o sábado. Diante dessa tamanha verdade, Deus abençoou um dia de trabalho, e, ainda, abençoou e santificou tal dia. Não foi a toa que Jesus disse: “O meu Pai trabalha até agora e eu também (Jo.5.17).
Glórias a Deus, pois a sua palavra não traz confusão.
Jean Patrik
Querido Jean patrik,se voce observar essa passagem (Gen 2:1-2) na nvi(nova versao internacional),vera que no setimo dia Deus ja havia concluido a sua obra. Os estudantes da biblia tem que saber que a palavra de Deus e perfeita, mas infelizmente algumas traduçoes nao são,e por isso temos que observar todos os textos que falam do mesmo assunto.Quando no livro de genesis se fala sobre o sabado nos percebemos que Deus abençoou,santificou e repousou (genesis2:3)
,então haveria alguma contradiçao?
Querido irmâo se Deus abençoa, santifica, logo depois ele desabençoaria e desantificaria?
Analise querido todas as passagen biblicas que tratam do sabado,mas analise toda a biblia
nao omita nehuma passagem,voçê verà que a palavra de Deus e clara em afirmar que o sabado é sim um dia especial, tâo especial que todo o povo de DEus na biblia observava inclusive nosso mestre Jesus(lucas 4:16).
A respeito do trabalho de Deus citado por Jesus em joao 5:17, qual o trabalho que Jesus realizou naquele dia? A cura de um paralitico e o perdao de seus pecados.Entao quando Cristo diz que o seu trabalho era o mesmo do Pai, chegamos a conclusao obvia queo trabalho de Deus que Cristo dizia era o trabalho de salvaçao do homen e nao o trabalho secular que alguns insistem em dizer inclusive você querido.
Querido irmâo voçe me parece uma pessoa inteligente e que tem um certo conhecimento da biblia, mas deixe o Espirito santo agir na sua mente e em seu coraçao e aceite que o sabado esta incluido no decalogo (dez mandamentos), e que estes dez principios morais refletem o carater de Deus e foi dado ao homen com funçao de mostrar o pecado e a necessidade que nós temos de um salvador, por isso meu irmâo nao resista à verdade aceite a palavra de Deus sem preconceitos. se precisar pode entrar em contato comigo e estarei lhe enviando a liçao da escola sabatina deste trimestre, que trata justamente deste assunto ( jistificaçao e a lei ),entao voçe vera que o que os adventistas pregam esta cem por cento de acordo com a biblia.
Querido leia estas passagens biblicas em espirito de oraçao e ele lhe guiara à “ toda “ verdade.
mateus 5:17-21
romanos 7:12
romanos 3:31
tiago 2:10-12
Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e nao simplesmente ouvintes, enganando-vos a vos mesmos.
porque, se alguem é ouvinte da palavra e nao praticante, assemelha-se ao homen que contempla,num espelho, o seu rosto natural;
pois a si mesmo se contempla,e se retira,e para logo se esquece de como era a sua aparencia.
Mas aquele que considera, atentamente , na ” lei perfeita,lei da liberdade, e nela persevera,nao sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse sera bem aventurado no que realizar ( tiago1:22-25 )
Fique na paz de Cristo, estarei orando por voçe.
Wesley fernandes
e-mail : fernades-wesley@hotmail.com
Ola Jean,
seus comentários não estão a luz da palavra de Deus Jean,. porque vc esta me apresentando um Deus confuso e mentiroso…. “porque também esta escrito” (mateus 4:7)….
[i]“Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades.”[/i] Êxodo 20:10
será q Deus não esta sabendo o que diz?Viu como isto coloca em pauta o caráter de Deus.
Outro verso pra vc se maravilhar na clareza da palavra de Deus… pois a própria bíblia se explica…
“Se você vigiar seus pés para não profanar o sábado e para não fazer o que bem quiserem meu santo dia; se você chamar delícia o sábado e honroso o santo dia do Senhor, e se honrá-lo, deixando de seguir seu próprio caminho, de fazer o que bem quiser e de falar futilidades..”Isaias 58:13
Creio que terá de mudar esta sua tese e apresentar uma outra, se persistir nesta me retiro de conversar contigo porque esta se cumprindo em sua vida 2º Corintios 4:4 e 1º João 2:4
Meu amigo e irmão Jean Patrick. Vejo que tens que estudar muito a Bíblia em contextos mais amplos. Sugiro que faça um estudo completo para entender e discernir o que está escrito e como Deus inspirou as escrituras. Um exemplo: você mesmo diz que Deus Trabalhou no sétimo dia e Abençoou este dia e santificou este dia e descansou neste dia. Interessante…porque será que Deus abençoou e santificou o sábado? Por causa dEle? Você Jean já leu o quarto mandamento escrito pelo próprio dedo de Deus? Seis dias trabalharás e farás toda sua obra…Por favor, leia o quarto mandamento que explica direitinho quem deve guardar o sábado…Será que Deus está se contradizendo na criação e nas leis dos dez mandamentos? Vejo sua imaturidade quanto aos escritos da Bíblia. O próprio Jesus, filho de Deus, disse que não veio abolir a lei e sim cumpri-la…porque não aprende com Ele? Faz assim, porque não tenta ser como Jesus por alguns instantes, inclusive indo às sinagogas todos os sábados para ler o evangelho. Vai ver que a guarda do sábado não é penosa e sim automática, assim como todos os outros mandamentos…vai ver que realmente não somos sujeitos à lei.
Que Deus o abençoe.
.
” Assim como o sábado foi o sinal que distinguiu Israel quando saiu do Egito para entrar em Canaã, é, também, o sinal que deve distinguir o povo de Deus que sai do mundo para entrar no repouso celestial. O sábado é um sinal de afinidade entre Deus e o Seu povo, sinal de que este honra Sua Lei. O sábado é um sinal de afinidade entre Deus e o Seu povo, sinal de que este honra Sua Lei. É o distintivo entre os fiés súditos de deus e os transgressores “. (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v.3, p. 16, 17)
” …o mandamento do sábado não fora pregado na cruz. Se tivesse sido, os outros nove mandamentos também teriam, e estariamos na liberdade de transgredi-losa todos, bem como o quarto mandamento. …” (Ellen G. White, Maranata, o Senhor Vem p.243)
Muitas dessas pessoas que estão combatendo os Adventistas do Sétimo Dia, dão a impressão que, no fundo, estão pedindo socorro, que as convençam para que possam vencer a dificuldade de ver claramente o que Deus declarou. Fico maravilhado com a doutrina Adventista porque se baseia unicamente na Bíblia. Por outro lado, nos sites de todos que nos atacam nunca encontrei um que desse livre acesso aos Adventistas para expressar opinião sem censura. Realmente não há o que temer. Já encontrei sites em que apresentam pessoas iletradas que dizem ter pertencido à nossa Igreja e que apostatando deram declarações contrárias aos princípios bíblicos.
O que vejo é que, estes que combatem especialmente o Sábado da Criação, ficariam muito felizes se tivessem a palavra domingo registrada em lugar da palavra Sábado. Como eles gostariam de um texto claro que falasse do primeiro dia da semana como o dia de guarda. Mas não tem. Os oito textos que falam do primeiro dia da semana no chamado Novo Testamento não dizem, nem de longe, que houve qualquer mudança do Sábado para o domingo. Realmente, Mateus 7:21 a 23 vai pegar muito religioso de surpresa. Será se vale a pena levantar uma bandeira do domingo contra o Sábado Bíblico? Será se o dinheiro que eles ganham, o estatus que adquirem, os elogios que recebem, vale?
Eu prefiro ficar com a simples Palavra Bíblica, mesmo que seja sem dinheiro, sem importância aqui neste mundo. Basta saber que Deus me Ama por ser sincero aos Princípios que Ele estabeleceu e que são eternos.
Oro para que Deus abra os olhos de todos eles, pois os momentos finais estão chegando rapidamente. Não sou melhor do que nenhum deles, pois dependo tanto quanto eles da Misericórida Divina para a salvação em Cristo Jesus, Apenas temo pela salvação de todos que argumentam contra a simples Palavra de Deus. Não poderia deixar de comentar isso, após ter lido tudo que está sendo dito.
Felizmente, no Céu não haverá lembrança desses embates, pois lá não haverá a tristeza das lágrimas. Isso tudo entristece, pois a salvação ainda está disponível e vemos muitos trilando o caminho dos debates como se fosse simplesmente uma disputa de qual time é o melhor. O destino eterno de todos nós está sendo traçado.
Ah, só pra vocês entenderem melhor, Todos esses comentários só vem provar que: JESUS não morreu em uma sexta feira, e também que ELE tenha ressuscitado no domingo. Na verdade mesmo JESUS foi perseguido e morto numa quarta feira, E ter sido sepultado antes do por do sol de quarta feira, véspera de um feriado Judaico, por isso o comentário bíblico que era aquele um grande dia. JESUS profetizou que assim como Jonas avia passado 3 dias e3 noites na barriga de um peixe, importa que o filho do Homem passe 3 dias e 3 noites no ceio da terra. portanto JESUS, ressuscitou antes do por do sol de Sábado do Sétimo dia portanto o dia do SENHOR foi e sempre será o Sábado. Disse JESUS EXAMINAI AS EXCRITURA, POIS É ELA QUE TESTIFICA DE MIM.
O grande problema do irmão Jean Patrik é a total falta de conhecimento sobre o sistema de leis Hebraicas e do judaísmo:
Lei Moral (dez mandamentos);
Leis de saúde e higiênicas;
Leis civis;
Leis cerimoniais.
Notamos que ele faz uma “salada de frutas” neste assunto.
Quanto a Colossenses 2:16-17 por exemplo: “Portanto ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo”.
Não tendo compreensão do sistema de leis hebraicas ele não faz diferença entre lei moral ou cerimonial. Paulo está se referindo claramente a leis cerimoniais ao citar dias de festa, lua nova e sábados (no plural se referindo aos 7 sábados cerimoniais dos judeus). Os dias de festas tinham datas fixa e independente do dia da semana que caiam, eram considerados sábados. Veja abaixo:
Sábado Festa Data
1°Sábado Páscoa 14°dia (1°mês)
2°sábado Festa dos pães asmos 21°dia(1°mês)
3°sábado pentecostes 6°dia(3°mês)
4°sábado festa das trombetas 1°dia(7°mês)
5°sábado dia da expiação 10°dia(7°mês)
6°sábado 1° dia da festa dos tabernáculos 15°dia(7°mês)
7°sábado último dia da festa dos tabernáculos 22°dia(7°mês)
Ele não dá importância aos textos claros onde o próprio Jesus afirma que não veio abolir a lei (Mateus 5:17). E a afirmação de João 14:15: “Se me amais guardarei os meus mandamentos”. Jean Patrik afirma que a palavra mandamentos no novo testamento não se refere ao decálogo. Agora, como Jesus pode pedir para guardarmos os mandamentos se não sabemos claramente quais são. O próprio Jesus mostrou que a base da guarda da lei é o amor ao resumir os mandamentos em dois grandes mandamentos: amar a Deus e amar ao próximo. Mas, deixou claro que os dez mandamentos são válidos, mencionando até alguns deles para o jovem rico (Marcos 10:18-20). Jesus disse ao jovem: Você conhece os mandamentos: não matarás, não adulterarás… Jesus citou metade do dez mandamentos como exemplo ao jovem. Na verdade Ele citou os mandamentos referentes ao relacionamento com o próximo. Como dizer então que quando no novo testamento aparece a expressão mandamentos não se refere aos dez mandamentos (ou lei moral)? É claro que se refere a isto.
O problema é que algumas pessoas por não querer guardar o sábado manipulam os textos bíblicos e escondem outros.
O problema deles não é os dez mandamentos. O problema deles é apenas com um mandamento: o sábado. O problema é que para acabar com o sábado é preciso invalidar toda a lei dos dez mandamentos. Como Tiago afirmou: “Se alguém guarda toda a lei e tropeça num ponto é culpado de todos” Tiago 2:10.
Na prática da vida cristã, apesar de não admitirem eles guardam nove mandamentos.
Quanto a Hebreus 7:12 vemos novamente que o irmão não conhece direito nem o sacerdócio levítico. Quando lemos o capítulo 7 inteiro vemos o seguinte:
1. Paulo explica como Jesus pode ser sacerdote sem ser da tribo de Levi e da família de Arão (Jesus como filho de Maria e José era da tribo de Judá);
2. Jesus era sacerdote de outra ordem. A ordem de Melquisedeque. Um personagem misterioso a qual Abraão deu o dízimo quando voltava vitorioso da guerra (v. 1-3);
3. Melquisedeque era sacerdote e rei. Jesus é sacerdote e rei;
4. Os sacerdotes levíticos recebiam o dizimo que eram animais e alimentos (v. 5);
5. Paulo fala que havia uma lei ligada ao sacerdócio levítico (v. 11);
6. Ele afirma que na mudança do sacerdócio levítico paro o sacerdócio de Cristo há uma mudança na lei (v. 12);
7. Paulo afirma que no sacerdócio de Cristo ninguém serve ao altar (não há sacrifício de animais) (v. 13);
8. Ele afirma que no sacerdócio levítico a lei de mandamento era carnal. Será que os dez mandamentos dados por Deus tem natureza carnal? Pelo contrário a natureza carnal não quer guardar os dez mandamentos! (v.16);
9. Em que se baseava o sacerdócio levítico ou araônico? Em que lei? Em sacrifícios de animais, festas cerimoniais, no trabalho do santuário terrestre. Ou seja, em uma lei cerimonial!
10. No sacerdócio de Cristo é claro que há uma mudança de lei. A lei cerimonial passa a não ter mais validade. Por quê? Porque Cristo morreu em nosso lugar! Cordeiros não precisam mais ser sacrificados, não precisamos mais participar de festas cerimoniais. Por quê? Porque as festas apontavam para Jesus! O cordeiro simbolizava Jesus. A lei cerimonial tinha uma natureza profética, se cumprindo na primeira vinda de Jesus.
11. Será que vinda de Cristo invalidou a lei moral (os dez mandamentos)? Podemos agora matar, roubar, ou adulterar? É claro que não! Por que a implicância com o sábado então? Teria Deus dado dez mandamentos, para invalidar um depois.
12. O sábado é o selo de Deus com o seu povo – Ezequiel 20:12 e 20;
13. Jesus guardou o sábado – Lucas 4:16; Marcos 2:28;
14. Os discípulos guardaram o sábado – Lucas 23:54-56; Atos 13:14,42; Atos 16:13; Atos 17:1-2; Atos 18:4;
15. Voltando a questão de Hebreus 7. Mostramos que fica claro que a lei mudada ou invalidada é a lei cerimonial.
16. O objetivo de Paulo no capítulo 7 de Hebreus é mostrar a superioridade do sacerdócio de Cristo em relação ao levítico:
SACERDÓCIO LEVÍTICO SACERDÓCIO DE CRISTO
Sacrifício de animais Sacrifício de Jesus
Sangue de animais Sangue de Jesus
Muitos sacerdotes Um sacerdote
Impedidos de continuar por causa da morte Imortal Sacerdote para sempre
Ofereciam sacrifícios pelos seus próprios pecado também Nunca cometeu pecado
Paulo afirma que Jesus é o nosso sacerdote e intercessor para sempre (Hebreus 7:25). No início do capítulo 8 ele afirma que Jesus entrou num santuário a destra de Deus, um verdadeiro tabernáculo erigido por Deus: o santuário celestial (Hebreus 8:1-2). Paulo ainda lembra que o santuário terrestre foi feito por Moisés de acordo com o modelo que lhe foi mostrado (o verdadeiro santuário – o celestial) – Hebreus 8:5
Paulo menciona a entrada de Cristo no santuário celestial em outros lugares do livro de Hebreus (Hebreus 9:11-12,24; 10:19-21).
Ele ainda faz uma descrição do santuário terrestre em Hebreus 9:1-5. Devemos lembrar que se o santuário terrestre foi feito de acordo com o modelo – o santuário celestial. Então apesar de ser superior e mais perfeito, o santuário celeste tem compartimentos semelhantes e itens que estavam representados no terrestre.
Será que isto é verdade mesmo?
Vamos deixar que a bíblia responda:
Apocalipse 11:19 – “Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada.”
Este texto deixa claro que há um santuário no céu.
Deixa claro que há uma arca da aliança também.
Nós sabemos o que tem dentro da arca da aliança (as tabuas contendo os dez mandamentos).
Por que Deus mostra em visão a João justamente a arca da aliança no santuário celestial?
Porque é importante.
Porque dentro da arca está a sua lei que é a transcrição do seu caráter.
Porque a lei de Deus tem sido pisada.
Porque o inimigo odeia a lei de Deus, ele odeia tudo que vem de Deus. O inimigo guia um poder opositor a lei de Deus (Daniel 7:25);
Porque Deus através de Jesus quis engrandecer a lei e torna-la grandiosa (Isaías 42:21).
Porque Deus quis mostrar que sua lei continua valendo. Deus não muda (Malaquias 3:6).
A biblia não é confusa, mas quem estuda a biblia sem oirentação do seu Autor, isto é o Espirito Santo, aí sim são gerados as maiores polemicas. Textos claros, volto a repetir textos claros que por falta de oração pedindo ao Espirito Santo sabedoria (divina e não humana) são gerados polemicas como essas. Seguir o domingo como dia santo é seguir os ensinamentos de Roma e aceitar o papa como sumo pontifice em lugar de Cristo. Temos tanto conhecimento para não seguir os ensinos da besta de apocalipse, porem o protestantimo (apostata) cada vez proximo de Roma.
” O domingo não se baseia na Escritura, mas na tradição, e é uma instituição católica” – (Catholic Record, 17 de setembro de 1892)
O Catecismo Católico confirma: ” Nós observamos o domingo em vez do sábado porque a Igreja Católica transferiu a solenidade do sábado ao domingo” – (A Doctrinal Catechism, edição de 1957, p.50).
Como os textos afirmam Roma reivindica a responsabilidade da mudança do sábado para o domingo. O sábado é um dia que pertence a Cristo (Marcos 2:28) ” Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o Senhor, vosso Deus” (Ezequiel 20:20)
A guarda do sábado tem o sentido de adorar e obedecer ao Criador.
” Quem é sábio, que entenda estas coisas; quem é prudente, que as saiba, porque os caminhos do Senhor são retos, e o justo andarão neles, mas os transgressores neles cairão” (Oseias 14:9)
O primeiro dia da semana, como dia de repouso, é invenção, um atentado contra a autoridade de Jesus.
A questão do Sábado:
Adão poderia, obviamente, ter descansado no sétimo dia mesmo sem ter trabalhado nos outros seis, pois como se sabe, fora criado no sexto dia, e a primeira parte do mandamento de Exodo 20 não se aplica a ele na primeira semana, e sim a partir da segunda semana e, portanto, não haveria discordância com Exo 20 pois ele simplesmente não existiu antes do sexto dia. Esta análise foi no mínimo estranha. Considerando-se que o princípio maior de interpretação é que toda expressão (e principalmente as de difícil interpretação) não deve ser analisada segundo os modelos de nosso tempo, mas segundo o que está em outras partes da Bíblia e o que era costume quando foram escritas, a expressão utilizada em Col. 2:16 tem precedentes no AT ao mostrar os cerimoniais ocorridos no dia de Sábado, e não a sua guarda como sétimo dia da semana, e não há nada, até onde sei, que prove que tal expressão tenha adquirido outro significado no tempo dos apóstolos. Não havendo nenhuma expressão que, nesta época, possa validar a progressão ano/mês/semana como referência a abolição do sétimo dia, tal interpretação é inválida. Sendo Cristo a realidade das coisas anteriores, a pergunta sobre se Deus, o Pai, estaria guardando uma sombra ao descansar no sábado é mais que pertinente, pois Ele já sabia que Cristo seria tal realidade, independente de manifestação posterior. A idéia do sétimo dia como sombra surge da interpretação de que ele não deve ser guardado pelos cristãos, mas Jesus não o colocou como sombra (suas especificações sobre o que seria ou não lícito neste dia simplesmente perderiam o sentido se o ensino fosse o de que estaria abolido).
Em relação ao novo Pacto/Testamento: o que temos no NT, salvo algumas exceções, nada mais é do que a repetição de leis do AT, e se todas elas fossem inválidas (o que justificaria generalizar o termo testamento e outros na interpretação dos escritos), os escritores do NT estariam sendo no mínimo contraditórios, reforçando a obediência a mandamentos abolidos (o ministério da morte) e os colocando como parte de um testamento novo (claro que isto é uma abordagem bastante inicial, mas fica evidente que os mandamentos das tábuas permanecem, mesmo para aqueles que só validam nove dos dez mandamentos).
Quanto ao domingo: acaso os evangélicos são a favor do dogma que diz que os pais da igreja (pois não há ordem de Jesus nem dos apóstolos o colocando como a realidade do Sábado, principalmente na abolição deste, nem colocando Jesus como tal realidade) tem autoridade para ditar crenças que não estejam confirmadas pela Bíblia (pois só isto justificaria a afirmação de que os pais da igreja confirmam tal mudança). Aliás, a maioria dos textos utilizados colocam o domingo como dia de alegria pela ressurreição, e não de descanso em lugar do sábado, e os que o colocam no lugar do sábado apenas apontam uma tendência posterior aos apóstolos, e não uma prova histórica da validade de uma interpretação bíblica a favor desta substituição. Aí fica a pergunta: tal critério também é utilizado ao verificarem todas as afirmações dos “pais da igreja”, inclusive os opostos às crenças evangélicas? Eles guardam todas as afirmações cuja tendência tenha sido confirmada pelos costumes cristãos antigos?
Acaso João, escritor do Apocalipse, indica que tal dia seria o domingo? Acaso o fato de tal expressão ter sido utilizada posteriormente como referência para o primeiro dia prova que era este o dia que o apóstolo tinha em mente? (baseado em que critério)? E considerando que ele poderia ter utilizado tal expressão para o primeiro dia, sabendo que o foi apenas para indicar o dia em que foi arrebatado, utilizando uma expressão que teoricamente serviria apenas para indicar o respeito pelo dia de ressurreição externado por alguns, mas não confirmado pelos apóstolos, e não para confirmar qual o dia do Senhor, e muito menos para substituir o Sábado, no que isto depõe contra este dia (baseado na Bíblia, é claro, pois a tradição cristã pode, sim, auxiliar, mas nunca determinar a validade de uma crença)?
Um abraço a todos. Deus nos abençôe e nos permita o respeito mútuo, mesmo discordando em quantos pontos for necessário.
Ao irmão fiameatti. Então como esplica a crença na doutrina do Santuario, que vcs encinam que JESUS so adentrou, em 1844? Cendo que voce mesmo dgt em seu comentario que em HEBREUS cp;8.cp;9 cp;10 cp;11 muitos outros mostrão que JESUS ja estava a direita de DEUS? Logo apos a ressurreição. Aguardando uma explicação.
Pessoal!Estou me despedindo do Blog!
Mas como disse que ia analisar as afirmações do Gabriel, vou fazer,mas vou me limitar apenas as afimações dele a respeito do que perguntei, pois são muitas afirmações tolas!
As bobagens que esse indivíduo fala são muitas e estão espalhadas em muitas das suas afirmações, a exemplo dessa argumentação estúpida:
“Portanto, o sábado bíblico foi mudado pela igreja romana e pelo estado.”
Digo estúpida porque esse indivíduo violenta sua própria afirmação nesta frase, ao concordar com uma parte do texto de Heylin, que se contrapõe as próprias teorias adventistas de adoção do domingo:
Esta parte do texto o Gabriel diz que concorda:
“Tomai o que quiserdes, ou os pais [da igreja] ou os modernos, e não encontraremos nenhum ‘dia do Senhor’ instituído por mandamento apostólico: nenhum ‘sabbath’ [dia de repouso] por eles firmados sobre o ‘primeiro dia da semana’. Vemos assim sobre que bases se assenta o ‘dia do Senhor’ [hoje]: primeiro sobre o costume e a consagração voluntária desse dia para reuniões religiosas; tal costume continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus [igreja de Roma], que tacitamente o aprovava; e finalmente foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em todos os seus impérios. E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis enquanto detinham o poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas, ordens de prelados de categoria quando a direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.
Vamos observar frases chave nesse texto:
“primeiro sobre o costume e a consagração voluntária desse dia para reuniões religiosas”
O autor está afirmando que a adoção do domingo foi algo CONSUETUDINÁRIO(costume) e VOLUNTÁRIO.
Assim, ele afirma que os cristãos, muito antes do decreto de Constantino, JÁ TINHAM O COSTUME e HAVIAM, DE FORMA VOLUNTÁRIA, CONSAGRADO O DOMINGO PARA CULTUAR A DEUS!
Ser voluntário é exigencia para configuração de costume.NADA QUE É FEITO POR FORÇA DE LEI pode ser chamado de costume!
“tal costume continuou favorecido pela autoridade da igreja de Deus [igreja de Roma], que TACITAMENTE o aprovava”.
O autor afirma com esta expressão tácitamente, QUE A IGREJA NÃO SE MANIFESTOU NEM A FAVOR E NEM CONTRA A ADOÇÃO QUE OS CRISTÃOS ESTAVAM FAZENDO,DE FORMA VOLUNTÁRIA, DO DOMINGO COMO DIA DE CULTO!
“e FINALMENTE foi confirmado e ratificado pelos príncipes cristãos em todos os seus impérios. E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis enquanto detinham o poder, e a seguir dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas, ordens de prelados de categoria quando a direção dos negócios eclesiásticos lhes era exclusivamente confiada.”
O autor afirma que só NO FIM é que a prática de cultuar a Deus no domingo foi Ratificada pelos príncipes cristãos!
RATIFICAR significa VALIDAR OU APROVAR aquilo que os Cristãos já vinham fazendo há muito tempo por costume e própria vontade.
E como dia de descanso dos trabalhos e abstenção dos negócios, recebeu sua maior força dos magistrados civis enquanto detinham o poder, E A SEGUIR dos cânones, decretos de concílios, decretais dos papas.”
O autor afirma que por último então veio a legislação! A LEGISLAÇÃO FOI O ÚLTIMO ATO!
Em suma, o autor do texto ESTÁ AFIRMANDO EM SUA FALA!
Que no princípio, os cristãos já tinham o costume de se reunir para adorar a Deus , TENDO CONSAGRADO DE FORMA VOLUNTÁRIA O DOMINGO PARA REUNIÕES DE ADORAÇÃO!
Que a igreja de Roma não se colocava contra e nem a favor , mas era uma APROVAÇÃO TÁCITA da prática COSTUMEIRA E VOLUNTÁRIA DOS CRISTÃOS DE ADORAR À DEUS NO DOMINGO!
Que esta prática, POR FIM, recebeu a aprovação dos principes!
E ENTÃO, LÁAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA NO FINAL DISSO TUDO, DEPOIS DE CONSTANTINO OBSERVAR QUE A GUARDA DO DOMINGO ERA UMA PRÁTICA JÁ HÁ MUITO TEMPO COSTUMEIRA E VOLUNTÁRIA DOS CRISTÃOS, EDITOU SEU DECRETO!
OU SEJA , CONSTANTINO APENAS VALIDOU UMA PRÁTICA QUE ERA VOLUNTÁRIA E COSTUMEIRA DOS CRISTÃOS, A PRÁTICA DE GUARDAR O DOMINGO!
Assim, o autor está afirmando que Costantino APENAS TRANSFORMOU EM LEI, UMA PRÁTICA HÁ MUITO EXERCITADA PELOS CRISTÃOS, ATÉ MESMO PARA AGRADAR OS CRISTÃOS!
COMO PODERIA QUERER AGRADAR OS CRISTÃOS, MUDANDO O DIA DE GUARDA , SE OS CRISTÃOS GUARDAVAM O SÁBADO? IA ABORRECER ISSO SIM
SE ERA PARA AGRADAR, OS CRISTÃOS JÁ OBSERVAVAM HÁ MUITO!
ASSIM, A IGREJA CATÓLICA NÃO MUDOU NADA, APENAS TRANSFORMOU EM LEI UM COSTUME!
“Por fim ele diz que por trezentos anos não houve lei que IMPUSESSE esse dia como o dia de descanso. Decreto em 321 d.C. dado por Constantino: “que os juízes e o povo das cidades, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do sol”.
De acordo com texto do autor, NÃO FOI UMA IMPOSIÇÃO, POIS A ADOÇÃO DO DOMINGO FOI DE MANEIRA VOLUNTÁRIA E COSTUMEIRA HÁ MUITO TEMPO ANTES DE CONSTANTINO!
Se você concorda com este texto, mas afirma que a igreja católica é que mudou o sábado para o domingo, VOCÊ NÃO TEM COERENCIA NAS SUAS AFIRMAÇÕES!
TAMBÉM O QUE PEDI A VOCÊ FOI QUE FUNDAMENTASSE, MOTIVASSE A SUA CONCORDANCIA, E NÃO QUE REPETISSE O QUE O AUTOR ESTAVA DIZENDO, QUE FOI O QUE VOCÊ FEZ!
MOTIVAR SUA CONCORDANCIA É OUTRA COISA!
FICO POR AQUI NESTE BLOG, ME DESPEDINDO DE VOCÊS E DIZENDO AO GABRIEL QUE QUANDO ELE CHAMAR ALGUÉM DE POBRE COITADO, DEVE ESTAR PREPARADO PARA DEMONSTRAR QUE É SUPERIOR, E NÃO DAR UMA DEMONSTRAÇÃO DE INCOPETENCIA INTERPRETATIVA COMO ESSA A RESPEITO DO TEXTO!
ESSE CIDADÃO PARECE QUE NÃO SABE O QUE É MOTIVAR UMA AFIRMAÇÃO.NA CONCORDANCIA SE LIMITOU A REPETIR A IDÉIA DO AUTOR!
QUANDO GABRIEL DISSE QUE CONCORDA COM UMA PARTE DE UM TEXTO QUE SE CONTRAPÕE A TESE ADVENTISTA DA ADOÇÃO DO DOMINGO, ESTÁ ASSINANDO SEU ATESTADO DE BURRICE!
PARABÉNS, SENHOR POBRE COITADO!
TCHAU,TCHAU!
É muito difícil ser cortês com uma pessoa ignorante, arrogante e que age como um ser acéfalo, mas serei educado e cortês em minhas palavras, como sempre fui, ao contrário de você Alexandre.
O fato de que alguns cristãos tinham aderido o domingo como dia de guarda antes de Constantino dar o decreto não muda em nada o fato de que foi a Igreja Católica quem oficializou e decretou esse, o dia cristão de descanso e adoração. Não se cria nem se muda uma lei somente com costumes, para isso é necessário um poder e esse poder era a Igreja Católica, costumes mudam de uma hora para outra, mas uma lei não. Quando esses cristãos guardavam o domingo eles não estavam mudando a lei de Deus, estavam apenas indo contra ela, porém a Igreja Católica foi quem fez isso, decretou o domingo como dia de guarda para que todos os cristãos, daquela geração em diante guardassem o domingo como “dia do Senhor”, fazendo assim, com que aquele erro fosse seguido por todos, por isso DN 7:25 está se referindo a Igreja Católica. A partir dessa lei, a guarda do domingo deixou de ser opcional e passou a ser obrigatória a todos, incluindo os que naquele tempo guardavam o sábado (seguiam a lei de Deus), portanto a guarda do domingo foi imposta a todos aqueles que não se contaminaram com os costumes que iam contra a lei de Deus. Quero te pedir perdão se não fundamentei bem minha resposta ao ponto de você entendê-la, pois acreditava que você tinha o mínimo de capacidade intelectual e como você demonstrou não ter, não me manifestarei mais sobre seus comentários. Agora quero terminar com sua grande demonstração de coerência e inteligência.
“QUANDO GABRIEL DISSE QUE CONCORDA COM UMA PARTE DE UM TEXTO QUE SE CONTRAPÕE A TESE ADVENTISTA DA ADOÇÃO DO DOMINGO, ESTÁ ASSINANDO SEU ATESTADO DE BURRICE!”
Você mesmo afirmou que, quem concorda com algo que contrapõe a tese adventista, é burro.
Realmente Alexandre, você é muito inteligente e coerente. Quero dizer também que estou impressionado com sua maturidade. Fique com Deus. Estarei orando muito por você, pois mais do que nunca você demonstrou o quanto precisa. Um abraço.
Aos inimigos da Lei de Deus:
Autor: Wesley, Sermão 25
“A Lei moral, contida nos Dez Mandamentos e encarecida pelos profetas, Cristo não aboliu. Ela é uma Lei que jamais poderá ser destruída, que permanece firme como fiel testemunha do Céu”.
“ Entre os mais acérrimos inimigos do evangelho de Cristo, estão os que… ensinam os homens a destruir…não apenas um dos menores ou maiores Mandamentos, mas todos eles, de uma só vez.. Estes honra a Cristo exatamente como o fez Judas, quando disse: ‘Eu Te saúdo, Mestre, e O beijou’…Não é outra coisa senão traí-lo com um beijo, falar de Seu sangue e arrancar-lhe a coroa; considerar levianamente qualquer parte de Sua lei, sob o pretexto de fazer avançar o evangelho”
Autor: Carlos Spugeon (conhecido como o príncipe dos pregadores batista) em sua obra Perpetuity of rhe Law os God, pg. 4 a 7.
“Jesus não veio mudar a Lei, mas sim explicá-la, e isto mostra que ela permanece; pois não há nenhuma necessidade de explicar aquilo que foi ab-rogado…Ao assim explicar a Lei Ele a confirmou”… E, ainda:
“A Lei de Deus é uma Lei divina, santa, celestial, perfeita… Não há um Mandamento a mais; não há nem um a menos; mas ela é tão incomparável que sua perfeição é uma prova de sua divindade. Nenhum legislador humano poderia ter trazido à existência uma lei semelhante à que encontramos no Decálogo”. Sermão 18 Vol. II, pg. 280.
Autor: João Calvino em seu Comentary on a Hermony of Gospel Vol. I pg. 277 sobre Mat.5:17 e Lucas 16:17:
“Não devemos supor que a vinda de Cristo nos tornou livres da autoridade de Lei; pois ela é a norma eterna de uma vida devota e santa, e deve, portanto, ser tão imutável como a justiça de Deus, que a envolveu, é constante e uniforme”.
E, em seus Institutes, ii. 7 seção 15 Calvino escreveu: “A Lei não sofreu nenhuma diminuição de sua autoridade, mas deve receber de nossa parte sempre o mesmo respeito e obediência”.
nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br
A linguagem de João ‘Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor’ (Apoc. 1:10) revela o fato que qualquer pessoa no seu tempo, que lesse esse seu escrito saberia a que dia se referia, isto é, qual o dia que pertencia ao Senhor Jesus Cristo.”
Há nesse trecho nada menos que três afirmações destituídas de qualquer fundamento:
1) “…o domingo tomou tanta importância…” Não tomou importância nenhuma. Tanto assim que os evangelistas sinóticos, escrevendo seus evangelhos sempre depois do ano 60, mais de 30 anos após a ressurreição, referem-se ao dia meramente como “o primeiro dia da semana”, sem nenhum título de santidade, sem nenhum caráter especial. Nos escritos apostólicos não se vê esta “tanta importância” que o autor pretende. E o mesmo João, escrevendo seu evangelho, perto do ano 100 de nossa era, também se refere ao dia como sendo “o primeiro dia da semana.” Quer dizer que no fim do primeiro século, o dia não tinha a tanta importância” que lhe atribuem os dominguistas. E isto nos vai ser confirmado pelo pastor batista Alberto C. Pittman (da Primeira Igreja Batista de Dayton, Ohio, EE. UU.):
“Primitivamente reuniam-se [os cristãos] no domingo de manhã, porque o domingo não era um dia feriado, mas sim um dia de trabalho normal como os demais. … Partilhavam de uma merenda religiosa e em –seguida retornavam ao seu trabalho, para os labores da semana.” – The Watchman Examiner, 25 de outubro de 1956.
2) “… se tornou comum entre os apóstolos … chamá-lo ‘dia do Senhor’.” Aí está outra ficção. Quais apóstolos? Onde? Quando? Como se prova que se tornou comum entre OS APÓSTOLOS designar o domingo como “dia do Senhor?” Apontem-se seus escritos, por favor!
Eu bem que gostaria de congratular-me a este debate, só que vejo muito Ctrl C + Ctrl V acima, partindo do Jean Patrik. Jean você está assinando textos que não são seus, inclusive esse último que pode ser encontrado no site do IPC. “Seus” textos são facilmente encontrados nos sites de seus respectivos autores, bastando para tanto, buscá-los pelo google. Pare com isso, submeta-se ao aprendizado e logre seus próprio conhecimento. Lastimável.
Estou profundamente consternado com o que li neste blog.
Eu, católico convicto, decepcionado com a falta de incentivo da igreja católica em orientar os católicos a estudarem a Biblia.
Já com 65 anos, por incentivo de meu filho (32 anos), passei a ler a Bíblia desde o ano passado e o faço até hoje, pela segunda vez.
O faço com absoluta atenção e não pelo fato de apenas ler por ser uma obrigação.
O fato que me chamou mais atenção foi a divergência entre o que consta da Bíblia de guardar o dia de sábado para o santificar ao Senhor e o domingo, dia no qual desde criança fui orientado como o dia do Senhor.
Em face de tamanha dúvida, procurando agir corretamente os ensinamentos da Bíblia, venho buscar orientação neste blog, o que só me fez aumentar a dúvida, tendo em vista alegações tão discordantes no mesmo.
Pelas tamanhas divergências, estou propenso a guardar os dois dias, pois só assim, certamente estarei agindo corretamente, pelo menos e um dos dias, mas sinto que agindo assim estarei demonstrando minha falta de fé.
O triste é que eu, na tentativa de sanar minhas dúvidas, agora estou ainda mais confuso.
Fato também que eu, ao buscar orientação nos ensinamentos da Igreja Adventista, que me parece ser a única igreja que indica o sábado como o dia do Senhor, convicto que esta é uma igreja digna de confiança (sigo a programação da TV Novo Tempo diàriamente) mostro minha confiança nesta igreja, mas ainda me recuso a acreditar que fiquei tanto tempo enganado, seguindo o domingo como o dia do Senhor.
Apego-me no primeiro relato sobre o dia de descanço constante na Bíblia, em genesis 1.3 – “E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.”
Reparem que é citado “o dia sétimo” e não sábado ou domingo ou outro dia qualquer.
Quem e quando foi criado o termo “sábado”?.
Se por Deus ou pelos homens?
Se foi pelos homens creio que minha dúvida procede.
Perdoem-me minha ignorância e se possível, sem ofensas como vejo nas discussões constantes no blog, desfaçam minhas dúvidas.
Antes de despedir-me, gostaria de enfatizar que, leio a Bíblia todos os dias.
Os meus pensamentos estão sempre voltados ao Senhor.
Incrimino-me pelo fato de que não estar conseguindo transformar em obras como determinou o Senhor.
Fico indignado com o meu sentimento de falta de fé, como gostaria de ter.
Luto ardorosamente para conseguir.
Ansiosamente, aguardando uma luz esclarecedora, despeço-me
João Augusto
Estimado irmão João Augusto:
Li com carinho seu relato no blog e fiquei muito feliz em ver uma pessoa tão sincera como você, em busca da verdade. Não tenha dúvidas de que o Senhor irá abençoar sua vida com o conhecimento e com a certeza de que estará seguindo pelo caminho certo (João 7:17).
Para lhe ajudar a compreender Gênesis 2:1-3 – que menciona o descanso de Deus no sétimo dia – citarei Êxodo 20:11, que dá a razão para guardarmos o sábado. Nesse texto saberemos qual era o sétimo dia mencionado por Deus no primeiro livro da Bíblia:
“Porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.”
Perceba que em Gênesis 2: 3 é dito que Deus abençoou “o sétimo dia e o santificou” e que em Êxodo 20:11 a mesma fraseologia é utilizada para identificar o sétimo dia: “o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou”. O texto de Êxodo, portanto, leva nossa mente para Gênesis, de modo que o sétimo dia abençoado e santificado por Deus é o sábado.
Faça uma comparação entre os dois versículos e sua dúvida desaparecerá.
Mantenha contato comigo para continuar lhe ajudando em suas dúvidas – ok? Conte comigo sempre.
Em anexo lhe envio um curso bíblico gratuito.
Um abraço e que Deus lhe abençoe,
Leandro Quadros
Apresentador
““QUANDO GABRIEL DISSE QUE CONCORDA COM UMA PARTE DE UM TEXTO QUE SE CONTRAPÕE A TESE ADVENTISTA DA ADOÇÃO DO DOMINGO, ESTÁ ASSINANDO SEU ATESTADO DE BURRICE!”
Você mesmo afirmou que, quem concorda com algo que contrapõe a tese adventista, é burro.
Nâo! cidadão! A lógica é a seguinte:
Você é um defensor das teses adventistas! Assim, ao concordar com um texto que se contrapõe as teses adventistas, significa que você é um coitado interpretativo!
E TALVEZ POR ISSO MESMO SEJA UM ADVENTISTA!
VOCÊ DEIXA TRANSPARECER QUE NÃO SABE DIFERENCIAR UM PÉ DE MANGA DE UM PÉ DE ALFACE!
“Você mesmo afirmou que, quem concorda com algo que contrapõe a tese adventista, é burro.
NÃO AFIRMEI ISSO! EU DISSE “QUANDO GABRIEL” E NÃO QUEM !
Alguém que não seja defensor de teses adventistas, não há problema que concorde com teses antiadventistas.MAS VOCÊ, CONCORDAR COM TESES DESSA NATUREZA, DEMONSTRA SUA FALTA DE CAPACIDADE CRÍTICA!
PODERIA CONTESTAR SUA RESPOSTA.É OUTRO AMONTOADO DE BOBAGENS!
MAS VOU DIZER APENAS ISSO!
“O fato de que alguns cristãos tinham aderido o domingo como dia de guarda antes de Constantino dar o decreto não muda em nada o fato de que foi a Igreja Católica quem oficializou ”
Onde você leu que está escrito “alguns cristãos”?A QUESTÃO AQUI É DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO!
Isso mesmo! a Igreja Catolica TÃO SOMENTE TORNOU OFICIAL UMA PRÁTICA VOLUNTÁRIA DOS CRISTÃOS!
VOU PARAR POR AQUI!
VÊ SE APRENDE ESSA LIÇÃO! TCHAU!TCHAU!
Infelizmente terei que me manifestar mais uma vez, pois como sempre, você está errado. Gostaria de informá-lo que sou apenas um defensor da palavra de Deus e não um defensor de teses adventistas nem de nenhuma outra denominação religiosa. Defender teses adventistas pode ser uma obrigação para todos os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, porém como não sou um membro da mesma não tenho nenhuma obrigação em defendê-las. Quando uma tese adventista e a verdade são iguais, o que quase sempre acontece (estou dizendo quase porque não conheço todas), estou conseqüentemente defendendo uma tese adventista, porém esse não é o objetivo, pois meu objetivo é sempre defender a verdade. Sua infeliz colocação só mostra que você está defendendo doutrinas de uma determinada denominação, estando elas erradas ou não, ao contrário de mim. Esse fato evidencia sua completa incapacidade intelectual, já que defende teses de determinada igreja apenas porque faz parte do rol de membros dela, mesmo essas teses sendo ridículas, como a que diz que não foi a Igreja Católica que mudou a lei de Deus (já disse anteriormente o que caracteriza uma mudança na lei), fato que profecias bíblicas comprovam. Seu compromisso é com sua denominação religiosa, o meu compromisso é com a verdade da palavra de Deus. A partir de agora irei ignorar qualquer coisa que você disser. Só me manifestei mais esta vez porque precisava esclarecer isso aos freqüentadores deste site. E por favor, não fale mais da interpretação de ninguém, pois seu português é horrível em todos os aspectos, você precisa muito de um professor.
“E por favor, não fale mais da interpretação de ninguém, pois seu português é horrível em todos os aspectos, você precisa muito de um professor.”
Mais uma afirmação IDIOTA!
COMO SE ERRO DE PORTUGUÊS TIVESSE ALGUMA COISA A VER COM CAPACIDADE COGNITIVA!
MELHOR NÃO SE MANIFESTAR, POIS A CADA VEZ QUE SE MANIFESTA, FALA UMA BOBAGEM NOVA!
VOCÊ PARECE UMA MÁQUINA DE FALAR BESTEIRAS!
COMO DISSE, APRENDA ESSA LIÇÃO PRA VOCÊ PENSAR DUAS VEZES ANTES DE SAIR CHAMANDO OS OUTROS DE POBRE COITADO POR COISA NENHUMA!
AQUI ME DESPEÇO DO BLOG!
Quando vc escreve:- “antigos documentos da igreja primitiva”. A de salientar algumas observações. 1ª Quem garante que alguns textos citados por vc provinham de fontes confiáveis(ou seja, de irmãos realmente fieis, qualquer um poderia escrever tal definições para defender seus interesses, o que enteressa aos adventistas é a biblia, não apenas História sem um pingo de fundamentação biblica,um crente como vc pode ficar satisfeito com tal coisa, mais um verdadeiro seguidor de cristo, jamais) Até mesmo no período dos apóstolos existiam falsos crentes (assim como existe hoje) e isso confirmamos nas epistolas de Paulo. Para entendemos o porquê desses autores(citados por vc) e até mesmo denominações acharem ser a palavra KURIAKH MERA referente ao dia do domingo é necessário conhecermos um pouco mais da História. Vejamos; Nesse período o segundo século da nossa era a igreja estava de sobremodo sendo perseguida, principalmente por eles si associarem aos judeus, pois ambos guardavam o sábado. Exista serias contendas entre os judeus de um lado e os romanos e gregos do outro. Dessa forma para que os cristãs não fossem confundidas com os judeus (pois ambos guardavam o sábado) uma parte dos mesmos passou a observa também o domingo ficando assim observando os dois dias, mais a outra parte há dos crentes fies continuaram a guarda somente o sábado como manda as sagradas escrituras(e é desses fies irmãos que os adventistas são remanescentes). A evidência solida que os cristas da cidade de Alexandria foram os primeiros a observarem também o domingo como dia de guarda, em meados dos anos 120 da nossa era(muito tempo depois da época apostólica). A desculpa teológica dada para tamanha desobediência fora a de que cristo tinha ressuscitado nesse dia e que fora o primeiro dia da criação. “Na cidade de Jerusalém nesse mesmo período os judeus estavam em serias contendas com o império,”, pois o império havia proibido a circuncisão e Adriano queria reconstruir Jerusalém como cidade pagã. É claro que os judeus foram contra, e liderado por Barcocheba (que significa uma estrela) “ Eusébio (História da igreja)se rebelaram, sendo no ano de 135 esmagado pelo exercito imperial. Adriano banio os judeus e proibiu a observância do sábado e de outros rituais judaicos. Por isso os crentes não queriam ser associado aos judeus renunciando, a guarda do sábado em parte e passando também a observa o domingo cultuando os dois dias. Ao passar do tempo a religião começou a mistura-se com o poder do Estado culminando no decreto dominical no séculoIII . –Portanto irmão Patrik os registros históricos que vc citou são justamente daqueles crentes que misturaram o paganismo com o sagrado para assim fugir da perseguição da época. Vamos pela lógica. Em sua resposta ao irmão Gabriel vc diz:-“Querido Gabriel, concordo com você que a bíblia não fala claramente que o dia do Senhor seja o domingo, isso no novo testamento. Então é bom e coerente o irmão concorda que Ap.1.10 também não fala do Sábado, sendo assim ficamos no campo da suposição e conjicturação. Certo?” Vc mesmo confirma que na palavra KURIAKH MERA não dar para saber se tratar-se do sábado ou do domingo. Como em apocalipse essa palavra era uma expressão nova os falsos crentes inventaram que tratava-se do dia do domingo justamente para se ter na bíblia uma justificativa para tal observância.Biblicamente nem historicamente vc não pode provar nada. Porém todos os indicios biblicos nos leva a crer que se tratava do dia de sábado e nunca nem jamas ao dia do domingo pois se assim o fosse o autor estaria se contradizedo já que ele afirma categoricamente em -(1Jo 2:4) “Aquele que diz,eu o conheço e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e nele não está a verdade”.( não existe mandamento de Cristo dizendo para guarda o domingo, já o sábado dispensa comentários, ele mesmo declara ser o senhor do sábado) Por mais que vc tente desfazer da biblia jamais vai conseguir. Os seus comentários acerga das passagens que fala sobre o 1ª dia da semana chega ser ridículo, nem vou perde tempo comentanduos.Fiqui em paz.
” Defender teses adventistas pode ser uma obrigação para todos os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, porém como não sou um membro da mesma não tenho nenhuma obrigação em defendê-las.”
Nossa! Acho que é patogênica a coisa!
O coidado não conseguiu entender até agora em que fato se concentra o problema!
Ele acha que o problema é defender teses adventistas!
Desisto!
Até mais pessoal!
Agora fui de uma vez!
quando Cristo voltar saberemos quem esta certo alexandre ou nos os adventistas
1 João 4;1 diz:
“Amados, não creiais em qualquer espírito, mas examinai os espíritos para ver se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído ao mundo.”
Amados, quem é adventista ou não, primeiro procure investigar o que essa seita prega.
Quem tiver o mínimo de discernimento vai entender o que a Bíblia ensina de verdade.
1° Pesquise sobre Ellen White.
2º Pesquise sobre Willian Miller
3º Pesquise sobre os Testemunas de Jeová que vieram desta seita
4º Pesquise na Bíblia se você acha algo sobre “Arca do Conserto”
5º Pesquise ….
Fique na paz do Senhor Jesus Cristo
Eudes: Que base histórica você possui para afirmar que as TJ vieram da Igreja Adventista do Sétimo Dia? NUNCA eles fizeram parte de nosso movimento.
Aguardarei suas provas.
VEJA BEM JEAN:
Frequentemente, ouvimos que a cruz anulou a lei. Isso é um tanto irônico, porque a cruz mostra exatamente que a lei não pode ser anulada nem mudada. Se Deus não revogou nem mudou a lei antes de Cristo morrer na cruz, por que faria isso depois? Por que não Se livrar da lei assim que a humanidade pecasse e, dessa forma, poupar a humanidade da punição provocada pela violação da lei? Assim, Jesus nunca teria precisado morrer. A morte de Jesus mostra que, se a lei pudesse ter sido mudada ou revogada, isso teria sido feito antes, não depois da cruz. Assim, nada mostra mais a validade contínua da lei que a morte de Jesus, ocorrida justamente porque a lei não pode ser mudada. Se a lei pudesse ter sido mudada para nos ajudar em nossa condição caída, não teria sido uma solução melhor para o problema de pecado do que Jesus ter que morrer?
Se não houvesse lei divina contra o adultério, esse ato provocaria menos dor e magoaria menos do que acontece agora aos que são vítimas dele? Como a resposta o ajuda a entender por que a lei de Deus ainda está em vigor? Qual foi sua experiência com as consequências de violar a lei de Deus?
“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei” (Romanos 3:31).
Cerca de cem anos atrás, o escritor irlandês Jonathan Swift escreveu: “Mas será que alguém diria que se as palavras beber, enganar, mentir, roubar fossem extirpadas da língua e dos dicionários ingleses por um Ato do Parlamento, na manhã seguinte iríamos acordar temperantes, honrados, justos e amantes da verdade? Essa é uma consequência justa?” (Jonathan Swift, A Modest Proposal and Other Satires [Uma Proposta Modesta e Outras Sátiras], Nova Iorque: Prometheus Books, 1995, p. 205).
Da mesma forma, se a lei de Deus foi abolida, por que mentir, matar e roubar ainda são pecados? Se a lei de Deus tivesse sido mudada, a definição de pecado também deveria ser mudada. Ou se a lei de Deus tivesse perdido o valor, o pecado também deveria ter desaparecido. E quem acredita nisso? (Veja também 1Jo 1:7-10; Tg 1:14, 15.)
No Novo Testamento, estão presentes tanto a lei como o evangelho. A lei mostra o que é pecado; o evangelho indica o remédio para esse pecado, que é a morte e a ressurreição de Jesus. Se não houvesse lei, não haveria pecado, e então, de que seríamos salvos? Só no contexto da lei, e sua validade continuada, o evangelho faz algum sentido.
Frequentemente, ouvimos que a cruz anulou a lei. Isso é um tanto irônico, porque a cruz mostra exatamente que a lei não pode ser anulada nem mudada. Se Deus não revogou nem mudou a lei antes de Cristo morrer na cruz, por que faria isso depois? Por que não Se livrar da lei assim que a humanidade pecasse e, dessa forma, poupar a humanidade da punição provocada pela violação da lei? Assim, Jesus nunca teria precisado morrer. A morte de Jesus mostra que, se a lei pudesse ter sido mudada ou revogada, isso teria sido feito antes, não depois da cruz. Assim, nada mostra mais a validade contínua da lei que a morte de Jesus, ocorrida justamente porque a lei não pode ser mudada. Se a lei pudesse ter sido mudada para nos ajudar em nossa condição caída, não teria sido uma solução melhor para o problema de pecado do que Jesus ter que morrer?
“Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei” (Romanos 3:31).
kyriake hemera é uma designação cristã para o primeiro dia da semana. Porém, é completamente escassa a evidência de que os cristãos nos tempos do N.T. tenham sequer usado kyriake hemera para identificar o domingo. Eruditos cristãos conservadores concordam que João, que escreveu o Apocalipse, também tenha escrito o quarto evangelho aproximadamente na mesma época. Em João 20:1, ele designa o domingo como “o primeiro dia da semana”, o título comum também usado por todos os outros escritores do N.T.. A analogia das Escrituras também é contrária à interpretação de kyriake hemera como o primeiro dia da semana. Um exame imparcial e contextual das passagens do N.T. citadas no esforço de favorecer essa interpretação antiescriturística mostra que elas não têm nenhuma influência sobre o assunto.
A expressão “primeiro dia da semana” é usada oito vezes no Novo Testamento e foi traduzida da frase grega:
miá ton sabbáton ou de outras com pequenas variações e em Marcos 16:9 de: – prote sabbátu.
A expressão mais geral, para o primeiro dia da semana, é formada em grego de dois elementos:
1º) A palavra miá, numeral grego, na sua forma feminina.
2º) Da palavra grega sábbaton, nome neutro, que significa sábado.
Se a palavra miá é feminina, percebe-se logo, que não pode referir-se ao vocábulo “sábbaton” que é neutro. “Miá” sendo o numeral feminino precisa concordar cem outra palavra feminina e esta é “hemera”, dia em grego, que está subentendida, levando-nos a concluir que a tradução correta e fiel da expressão original grega deve ser: “O primeiro dia da semana.”
Todos os conhecedores do grego concordam ser esta uma boa tradução, porque os dicionários gregos confirmam que a palavra “sábbaton” também significa semana. Isto é confirmado pelos dicionários e por aqueles que nos dias dos apóstolos falavam o grego.
Sábbaton – propriamente cessação do trabalho, descanso; o sábado judaico, usado tanto no singular como no plural – Mat. 12:2, 5, 8; Luc. 4:16; uma semana, singular e plural – Mat. 28:1; Mar. 16:9.
A Greek – English Lexicon of the New Testament. . . . Arndt and Gingrich.
a) Verbete sábbaton – o sétimo dia da semana no calendário judaico, marcado pelo descanso do trabalho e por especiais cerimônias religiosas.
b) Semana – no singular – dis tou sabbáton, dois dias em uma semana – Luc. 18:12.
Prote sabbáton – no primeiro dia da semana (domingo) – Mar. 16:9.
No plural (he) miá (ton) sabbáton (isto é – hemera) – o primeiro dia da semana – Mat. 28:1.
II. O evangelista Lucas (18:12) citando as palavras do fariseu, declara: Jejuo duas vezes na semana. Em grego está:
– nesteuo dis tu sábbatu; que numa tradução literal seria: Jejuo duas vezes no sábado. Não há necessidade de muita acuidade mental, para concluir que o homem não poderia estar afirmando, que jejuava duas vezes durante um único sábado. Com facilidade concluímos que ele queria dizer que jejuava duas vezes durante a semana, ou no período marcado por dois sábados sucessivos.
Os judeus designavam os dias da semana usando a expressão “primeiro”, “segundo”, “terceiro”, etc. dos sábados, subentendendo-se evidentemente a palavra dia, que em grego é do gênero feminino. Em outras palavras, os judeus denominavam o domingo como o primeiro dia depois do sábado.
Este processo, encontrado no Novo Testamento, é comprovado com exemlplos de escritores gregos e latinos dos primeiros séculos, Embora numerosos, os seguintes são suficientes para nosso esclarecimento:
a) Didachê, ou Ensino dos Apóstolos (cerda de 150 A.D.) livro 5, capítulo 19.
b) Constituição dos Santos Apóstolos (cerca de 390 A.D.).
c) Sobre o Jejum, de Tertuliano (cerca de 225 A.D.) capítulo14.
d) Narração sobre o Salmo 80, de Agostinho (cerca de 420 A.D.), parágrafo segundo.
Não apenas os textos neotestamentários usam a expressão – miá sabbáton, para o primeiro dia da semana, já que esta denominação se conserva até hoje nas Igrejas da Síria e Etiópia.
Concluímos portanto que a expressão “miá sabbáton” foi corretamente traduzida para o português por primeiro dia da semana.
Em segundo lugar, não resta dúvida alguma, sobre o fato de que a Bíblia não faz menção especial de qualquer espécie, ao primeiro dia da semana como querem defender os guardadores do domingo.
O Dr. Aníbal Pereira Reis, em seu livro A Guarda do Sábado, págs. 140-141, com bastante sagacidade e astúcia tenta provar, através de sofismas baseados em Marcos 16:2 e 9 que o domingo é o principal dia da semana.
Nestes dois versos temos a expressão: primeiro dia da semana, com a seguinte diferença em grego:
Mar. 16:2 –miá ton sabbáton.
Mar. 16: 9 –– prote sabbátu.
No grego no primeiro verso está o numeral cardinal e sábado no genitivo plural, enquanto no segundo se encontra o numeral ordinal e sábado no genitivo singular, ou duas expressões diferentes para expressar a mesma coisa. Os escritores gregos podiam tanto usar o numeral cardinal quanto o ordinal, na mesma acepção, como nos comprovam os exemplos de Mar. 16:2 e 9.
Pelo fato de primeiro, significar também principal, Dr. Aníbal defende que nesta passagem tem este significado, deduzindo que a tradução correta de Marcos 16:9 deve ser: “E tendo ressuscitado na manhã do principal dia da semana”, para ele o domingo.
Que autoridades e passagens bíblicas ele cita para comprovar sua estranha conclusão? Evidentemente nenhuma, desde que estas reflexões foram arquitetadas em suas lucubrações, mas não estão escudadas em princípios exegéticos e nas declarações das Santas Escrituras.
Concluir da expressão “primeiro dia da semana” o significado de principal dia da semana, interessado em defender pela Bíblia a valorização do domingo, com desprestígio do sábado é muita ousadia no campo da exegese bíblica.
O que mais nos admira e se torna mais grave é que no prólogo do seu livro declarou: “Minha posição no tocante ao cumprimento do sábado está absoluta e indubitavelmente enraizada na Bíblia, a Infalível Palavra de Deus”.
É inacreditável chegar a tais desmandos diante desta afirmação.
O professor de Teologia Moral no Instituto Filosófico – Teológico de Petrópolis, Dr. Frei Antônio Mosser afirma, na página 477 da Revista Eclesiástica Brasileira: “O que Jesus fez não foi abolir o sábado. Nem podia fazê-lo, pois na compreensão dos judeus o sábado foi instituído pelo próprio Deus. O que Jesus fez foi libertar os homens do jugo em que o sábado tinha sido transformado pelo empobrecimento da teologia rabínica. Ele liberta o homem da letra do sábado”.
Na página 485 o mesmo autor afirma:
“Está historicamente comprovado que o repouso dominical foi introduzido pelo Decreto de Constantino, em 321. O Decreto dizia mais ou menos o seguinte: “Que todos os juízes e habitantes das cidades descansem no venerável dia do sol”.
Eusébio, bispo de Cesaréia, contemporâneo de Constantino, o Grande, não tardou em declarar o seguinte:
“Tudo o que era de obrigação no dia de sábado, nós o transferimos para o dia do Senhor, que é propriamente (o dia) mais nosso, como o mais elevado que é em categoria e mais digno de honra do que o sábado judaico”. – Eusébio, De Vita Constantin, Livro III, cap. 33, pág. 413.
Note bem a sua declaração – Nós. Prova evidente e insofismável de que não havia nenhuma autoridade para tal mudança conferida por Cristo ou pelos apóstolos.
Apesar do decreto de Constantino, o sábado continuava a ser observado até que um golpe mais decisivo o veio a atingir.
A. D. Prynne em sua História dos Concílios, Vol. l, parágrafo 39 assim se expressa:
“O sábado do sétimo dia foi observado por Cristo, pelos apostolos e pelos primeiros cristãos até que o Concílio de Laodicéia a certos respeitos como que aboliu a sua observância.”
“O Concílio de Laodicéia, em 364, resolveu em primeiro lugar a observância do Ceia do Senhor e em seguida proibiu sob anátema a observância do sábado judaico”.
É uma verdade acaciana entre os comentaristas, que em nenhum lugar da Bíblia, se encontra uma afirmação que identifique o primeiro dia da semana como o dia do Senhor.
As descobertas arqueológicas projetaram mais luz sobre a expressão kuriak” h”méra. Papiros e inscrições do período imperial da história romana, achados em Egito e Ásia Menor, empregam a palavra kuriakós (o masculino de kuriak”) para referir-se à tesouraria e o serviço imperial.
Isto é compreensível, pois o imperador romano com freqüência era chamado em grego o kúrios, “senhor”, e portanto sua tesouraria e serviço eram a “tesouraria do senhor” e “o serviço do senhor”. Portanto kuriakós era uma palavra familiar no idioma oficial romano para as coisas relacionadas com o imperador. Uma dessas inscrições procede de uma época tão antiga como o é no ano 68 d. C. De maneira que é claro que este uso de kuriakós era corrente no tempo de João (ver Adolf Deissmann, Light From the Ancient East, pp. 357-361).
Nesta mesma inscrição aparece uma referência a um dia ao que se lhe deu o nome da imperatriz Julia, ou Livia como é melhor conhecida.
Em outras inscrições de Egito e de Ásia Menor aparece com freqüência o termo sebast”, o equivalente grego de Augustus, como nome de um dia. Sem dúvida estas são referências a dias especiais em honra do imperador (ver Deissmann, loc. cit.). Alguns sugeriram que a expressão kuriak” h”méra, como a usa João, também se refere a um dia imperial; mas isto parece duvidoso por duas razões. Primeiro: ainda que tinha dias imperiais e o termo kuriakós se usava para outras coisas relativas ao imperador, ainda não se encontrou nenhum caso em que kuriak” se tivesse aplicado a um dia imperial. Isto, por suposto, não é uma prova final, porque é um argumento baseado no silêncio.
Mas o segundo argumento que pode esgrimir-se contra a identificação de kuriak” h”méra de João como um dia imperial, parece ser concludente: sabe-se que tanto os judeus do século I (ver Josefo, Guerra vii. 101), como os cristãos, pelo menos no século II (ver Martírio de Policarpo 8), negaram-se a chamar ao César kúrios, “senhor”. Portanto, chega a ser extremamente difícil pensar que João se tivesse referido a um dia imperial como o “dia do Senhor”, especialmente em sem tempo quando ele e seus irmãos cristãos eram terrivelmente perseguidos por negar-se a adorar ao imperador (ver pp. 738-740). E tem mais provável do que Juan escolhesse a expressão kuriak” h”méra para referir-se ao sábado, como um meio subtil de proclamar o fato de que bem como o imperador tinha dias especiais dedicados em sua honra, assim também o Senhor de João, por amor de quem agora sofria, também tinha seu dia especial.
Embora alguns desses homens tenham sido piedosos, a verdade é que não eram inspirados, e seus escritos não são infalíveis. Pelo contrário, há neles uma eiva tremenda de absurdos e ilogismos insanáveis. Eis a amostra:
Inácio, por exemplo, pretende que se torna assassino de Cristo quem não jejua no sábado ou no domingo (1); defende a transubstanciação, considerando herege quem admite apenas o simbolismo da santa ceia (2); exalta demais a autoridade do bispo, pondo-a acima da de César, chegando ao cúmulo de afirmar que, quem não o consulta, segue a Satanás (3). É bom lembrar que, das quinze cartas atribuídas a Inácio, oito são absolutamente falsas, e as restantes são duvidosas, cheia de interpolações e acréscimos. Não se sabe exatamente o que esse Pai escreveu!!!
Barnabé (se é que existia tal personagem), diz que a lebre muda cada ano o lugar da concepção (4), que a hiena muda de sexo anualmente (5), e a doninha concebe pela boca (6). Afirma que Abraão conhecia o alfabeto grego (séculos antes que tal alfabeto existisse) (7) ; alegoriza a Bíblia, compara a circuncisão ao “oitavo dia” que afirma ser o dia de reunião (quando não existe oitavo dia na semanal) (8). Sua epístola é espúria, disparatada e não merece crédito.
Justino era quiliasta*; ensinava, entre outros absurdos, que os anjos do Céu comem maná (9), e que Deus, no princípio do mundo, deu o Sol para ser adorado. (10)
Clemente de Alexandria sustenta que os gregos se salvam pela sua sabedoria (11); afirma que Abraão era sábio em astronomia e aritmética, e que Platão era profeta evangélico. (12) Erra demasiada e crassamente nas citações que faz da Bíblia.
Tertuliano, o que mais heresias ensinou, era sarcástico, injurioso, apaixonado, colérico, fanático e aderiu à heresia montanista.** Diz regozijar-se com os sofrimentos dos ímpios no inferno (13) Afirma que os animais oram (14). Defende o purgatório, a oração pelos mortas, e outros despautérios doutrinários (15)
Cipriano, de feiticeiro que era no paganismo, tornou-se anabatista na igreja.
Eusébio (já além da era patrística) era ariano.***
Irineu quer que as almas, separadas do corpo, tenham mãos e pés (16) Defende a supremacia de Roma, alegando que a Igreja tem mais autoridade do que a Palavra de Deus (17) Diz que os “animais imundos” são os judeus (18) defende ardorosamente o purgatório (19), e chega até a dar a idade certa de Cristo que, segundo ele, tinha quase cinqüenta anos (20)
Poderíamos alongar esta relação citando outros “pais” e seus despautérios. Par aí se vê, porém, o absurdo de citá-los para comprovar doutrina. Enquadram-se perfeitamente na conceituação do profeta Jeremias: são verdadeiras cisternas rotas.
Adão Clarke, abalizado comentarista evangélica, depois de considerar a obscuridade dos escritos destes “pais,” conclui: “Em ponto de doutrina a autoridade deles é, a meu ver, nula.” (21)
Eduardo Carlos Pereira, douto escritor evangélico, disse que a patrística além de constituir-se “testemunha falível de autoridade humana,” era “tradição que a crítica não pode sequer firmar no terreno digno da História.” Diz ainda que se trata de “tradição confusa e contraditória.” E remata: “Pululam, nos anais primitivos da Igreja, escritos espúrios ou apócrifos, que revelam a tendência perigosa para a ficção e para as lendas, que degeneraram largamente nas fraudes pias dos tempos medievais.” (22)
O Arcediago Farrar acrescenta: “Há pouquíssimos deles cujas páginas não estejam repletas de erros, erros de método, erros de fatos, erros históricos, de gramática, e mesmo de doutrina.” (23)
Mosheim, afamado historiador eclesiástico confirma: “Não é de admirar que todas as serras dos cristãos podem encontrar nos chamados pais algo que favoreça sua própria opinião e sistemas.” (24)
Sim, os escritos patrísticos provam tudo, amparam a maior heresia.
Voltando ao foco do nosso estudo em questão.
Estes sábados mencionadas em Col. 2:16, e que FORAM CRAVADOS NA CRUZ, não se confundem com o sábado do sétimo dia, porque este é de obrigação perpétua.
São os adventistas que o afirmam? Muitos compreensivos estudiosos dos oráculos divinos ratificam esta afirmação. Pedimos aos leitores que atilem bem os ouvidos para ouvirem esta importante declaração de Strong, o batista, que muito nos tem ajudado neste mister. Diz ele textualmente:
“Percebemos … a importância e o valor do sábado, como comemorativo do ato divino da Criação e, necessariamente da personalidade, soberania e transcendência de Deus. O sábado é de obrigação perpétua como o memorial estabelecido de Sua atividade criadora. A INSTITUIÇÃO DO SÁBADO ANTEDATA O DECÁLOGO E FORMA UMA PARTE DA LEI MORAL. Feito na Criação, ele aplica-se ao homem como homem em toda a parte e em cada a época, em seu atual estado de criatura.” (7)
Continua A. H. Strong, a mais alta expressão teológica batista:
“Nem nosso Senhor nem Seus apóstolos ab-rogaram o sábado do decálogo. A nova dispensação anulou as prescrições mosaicas relativas à maneira de guardar o sábado, mas continua reafirmando sua observância como de origem divina e necessária à natureza humana. Nem tudo na lei mosaica foi abolido em Cristo… Cristo não cravou na Sua cruz mandamentos do decálogo.” (8)
Esse testemunho fala por si.
Os “sábados” de Col. 2:l6 eram cerimoniais. Há estudiosos que alinham os sábados cerimoniais em sete, durante o ano judaico, e que no ano 30 de nossa era assim se teriam seguido: 15 de Nisã (sexta-feira), 21 de Nisã (quinta-feira), 6 de Sivã (sábado), 1°. de Tishri (domingo), 3 de Tishri (terça-feira) 15 de Tishri e 22 de Tishri (domingo). De qualquer maneira, recaíam em dias diversos da semana.
Deus descansou no sábado do sétimo dia, porém não fez o mesmo nos sábados anuais. Ao primeiro, Deus clama “os Meus sábados” Ezeq. 20:20; aos últimas, chama-os de “seus sábados” Oséias 2:11; Isa. 1:13 etc. A própria Bíblia estabelece a distinção, como vimos.
E os já citadas Jamieson, Fausset, and Brown, no seu comentário, dizem:
“Lev. 23:38 expressamente distingue “o sábado do Senhor,” de outros sábados. Um preceito positivo é ordenado por ser necessário e cessa de ser obrigatório quando ab-rogado; porém o preceito moral é ordenado eternamente, porque é eternamente necessário.”
Mas – objetará alguém – se Paulo menciona dias de festa, não haveria necessidade de acrescentar “sábados” se estes, afinal, são os mesmos dias de festas. Isto é um subterfúgio. Por uma questão de realce, foram citados os sábados. Também a Lua nova era um dia de festa e, no entanto, é mencionada distintamente. Havia outras festividades menores, como a festa do Purim. Porém no caso vertente, é fora de dúvida que os “sábados” mencionados eram ligados às sete grandes festas de Israel.
Podíamos aqui dar por encerrado este assunto, porém, como sempre há doutrinadores cavilosos que apelam para a filologia em torno da palavra “sábados” de Col. 2:16, mister se faz uma ligeira consideração neste particular. De início, a palavra grega empregada pode referir-se aos sábados semanais ou aos sábados anuais. Temos que apelar para o contexto a fim de sabermos a quais se refere. Em grego, “sábados” do texto em lide é sabbata, uma forma plural de sabbaton. Embora sabbata em muitas casos não representa um exato plural, pelo fato de derivar da forma singular aramaica, par outro lado é de freqüente sentido singular.
A exploração que pretensos helenistas fazem em torno deste fato, em nada altera a posição que sustentamos, porque sabbata pode representar um plural exato, como, por exemplo, em Atos 17:2 e sem dúvida no nosso texto (Col. 2:16) ainda reforçado com o peso do contexto indicando tratar-se de sábados anuais.
Há oponentes que exploram também o fato de a palavra “sábados”, na passagem que estamos considerando, estar no grego sem o artigo, mas esquecem-se de que o sábado semanal é também freqüentemente citado sem o artigo em grego, como por exemplo, em S. João 5:9; 9:14, etc. Donde se conclui que é inconsistente, inócuo mesmo, tal argumento.
Do ponto de vista filológico, nada favorece a tese dos oponentes…
Os sete sábados festivais ou cerimoniais que transcorriam durante o ano judaico, recaindo em diferentes dias da semana, eram: 15 de Nisã (Páscoa), 21 de Nisã (pães asmos), 6 de Sivã (Pentecostes), 1.º de Tishri (memória da jubilação, Festa das Trombetas), 10 de Tishri (Dia da Expiação), 15 de Tishri (Festa dos Tabernáculos) e 22 de Tishri (oitava dos Tabernáculos). Recaíam em dias da semana, que a Escritura denomina de sábados, e neles não se podia fazer nenhuma obra servil. Estes sábados foram cancelados (Col. 2:16).
E para concluir-se deve-se dizer que a posição dos oponentes que tentam livrar-se do mandamento do sábado do sétimo dia, insistindo que Col. 2:16 se refere a ele e que foi cancelado na cruz, é assaz comprometedora para eles mesmos. Afirmando a ab-rogação do quarto mandamento estão efetivamente cancelando a base do domingo, porquanto fora da lei mural não há mandamento para santificar um dia em sete – como entendem e procuram justificar. Até neste ponto o tiro lhes sai pela culatra.
Referências:
(1) Skinner, art. “Sabbath”, Hasting’s Bible Dictionary, pág. 307.
(2) A Edersheim. Festas de Israel, pág. 86.
(3) Idem, págs. 8 e 118.
(4) Idem, pág. 71.
(5) Idem, pág. 72.
(6) Idem, pág. 109.
(7) H. H. Strong, Systematic Theology, pág. 408.
(8) Idem, pág. 409. Verdade é que Strong admite a mudança do sábado para a domingo a qual “parece ter sido devido à ressurreição de Cristo.” E justifica-o com as fragílimas escoras da tradição patrística. Com isso apenas patenteia a invenção humana da observância dominical.
Prossigamos seguindo o oponente em seu refúgio pela seara patrística em busca de “provas” da observância do domingo, já que não as encontrou irrecorrivelmente nas Escrituras. Veremos tão frágeis castelos de cartas desmoronarem-se irremediavelmente.
Diz-nos ele: “Barnabé, A. D. 120, diz: ‘Nós guardamos o dia oitavo com alegria, no qual também Jesus ressurgiu dos mortos, e tendo aparecido ascendeu ao Céu.”
É nulo, absolutamente nulo o valor desse testemunho. Quanto à idoneidade e credibilidade desse suposto Barnabé (quem teria sido?) veja-se o que dissemos no preâmbulo do artigo precedente. E esta epístola equívoca, inçada de absurdos e futilidades, encontrada em 1844 pelo sábio alemão Tischendorf num convento ao sopé do monte Sinai, com muita benevolência da crítica foi datada de meados do século II, época em que a apostasia começara a infiltrar-se na igreja cristã, e o “festival da ressurreição” também ia sendo observado, como conseqüência da forte oposição aos judeus.
A “epístola” é absolutamente apócrifa e até pais da igreja como Eusébio, Jerônimo e Agostinho negam-lhe autoridade. Uma simples leitura de toda a epístola evidencia-lhe o caráter espúrio, a começar das absurdas alegorias que faz de fatos e festas do Velho Testamento. Coisa totalmente inaceitável. Ocupemo-nos da parte invocada pelo oponente, tangenciada com a observância do domingo.
O contexto do capítulo 15 nos informa que o citado Barnabé estabelece um paralelo inadmissível, ilógica e aberrante, querendo forçar um inexistente “oitavo dia” (a semana só tem sete) a ser uma continuação do princípio judaico da cerimônia da circuncisão e isto porque – na obtusa relação que esse hipotético Barnabé estabelece – aquele rito se fazia ao “oitavo” dia do nascimento do varão israelita. É de pasmar! É de estarrecer! Salta aos olhos de qualquer pessoa a futilidade, a insanidade deste argumento (?), pois o corte do prepúcio ocorria uma só vez na vida do judeu, e o dia de guarda (como era ignorante esse Barnabé!) ocorre semanalmente. Tão arrevesada e descabida é essa idéia que nenhum comentarista dela toma conhecimento. E é nesse emaranhado de incoerências que se vai buscar “prova” para o que não se pode provar pela Palavra de Deus.
Justino Refere-se ao “Dia do Sol”
Escreve o grande advogado dominguista de O Sabatismo à Luz da Palavra de Deus: “Justino Mártir, A. D. 140, disse: ‘No dia chamado domingo há uma reunião num certa lugar de todos os que habitam nas cidades ou nos campos, e as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas são lidos… Domingo é o dia em que todos nós nos reunimos em comum, porque é o primeiro dia em que Deus fez o mundo, e porque no mesmo dia Jesus Cristo nosso Salvador levantou-Se dos mortos. Ele foi crucificado no dia anterior ao de Saturno (sábado) e no dia após o de Saturno, que é o dia do Sol (Domingo), tendo aparecido aos Seus apóstolos e discípulos, ensinou-lhes estas coisas as quais vos temos apresentado para a vossa consideração’ (Apologia, cap. 67).”
Tendenciosa e infeliz esta citação. Tradução errada, porquanto a palavra domingo que aí consta três vezes ERA INTEIEAMENTE DESCONHECIDA naquele tempo (meados do segundo século). O original de Justino diz exatamente o seguinte:
“No dia chamada DO SOL, faz-se uma reunião de todos os que moram nas cidades e nos distritos rurais e se lêem as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas… No DIA Do SOL realizamos uma reunião em conjunto, no qual dia Deus, havendo mudado a obscuridade e a matéria, fez o mundo; e Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dos mortos no mesmo dia. Fora crucificado um dia antes ao [dia] de Saturno e no dia que segue ao [dia] de Saturno – o DIA DO SOL – tendo aparecido aos apóstolos e discípulos ensinou-lhes estas coisas que submetemos à vossa consideração.” (Versais e grifos acrescentados.)
Note-se a diferença! A palavra domingo aí é pura invenção do oponente, porquanto o original menciona tão-somente dia do Sol – o feriado pagão vigente naqueles tempos. Justino vivia em meio ao surto expansionista do mitraísmo, culto de adoração solar que se implantara no Império. Esta Primeira Apologia endereçava-se a Antônio Pio e ao povo romano, e nela Justino refere-se aos mistérios de Mitra como coisa conhecidíssima de seus leitores. Em outro documento, o Diálogo com Trifo, Justino menciona claramente o mitraísmo por duas vezes.
Se a citação de Justino Mártir prova alguma coisa, prova apenas isto: que nos meados da segundo século, os cristãos já estavam adotando práticas pagãs, em virtude da forte campanha antijudaica e também. começando a cortejar o Estado, fato que continuou com o episódio de Constantino. É isto o que provam as palavras acima de Justino. É isto o que os adventistas crêem e ensinam. É isto o que a História regista: a apostasia gradual. Tudo isto ocorreu sem a menor sanção escriturística – sem a mínima autoridade da Palavra de Deus. E esse primeiro dia da semana não era dia de guarda, pois após a reunião matinal, os cristãos retornavam ao trabalho.
Justino jamais chamou ao primeiro dia da semana “domingo” e muito menos de “dia do Senhor” – designação que posteriormente se ligaria ao dia espúrio. Sim Justino refere-se unicamente à “semana astrológica” do paganismo, e ao fato de o “festival da ressurreição” celebrar-se após o sábado bíblico, que ainda era o dia de guarda. Esse dia de reunião, chama-o de “dia do Sol.” No mesmo trecho se menciona o sábado como “dia de Saturno,” o sétimo dia da “semana astrológica.
Conhecendo-se a verdade histórica quanto à apostasia gradual que culminaria mais tarde com o edito de Constantino na esfera civil, e decisões de alguns concílios na esfera religiosa, selando assim o domingo como dia de guarda, pode-se ver, em seu verdadeiro aspecto e sentido a declaração de Justino Mártir a respeito de reuniões que se faziam no DIA DO SOL. E assim se pulveriza a “prova” de Justino .
Clemente de Alexandria.
A cita do oponente é a seguinte: “Clemente de Alexandria, no Egito, A. D. 194: ‘Ele cumprindo o preceito, conforme o Evangelho, guarda o dia do Senhor, quando abandona uma disposição má e assume aquela do gnóstico, glorificando em si a ressurreição do Senhor’.”
Clemente, sem dúvida, refere-se ao festival da ressurreição que se celebrava no primeiro dia da semana, mas que ainda não era dia de guarda, porquanto, depois da cerimônia, os crentes retornavam às suas ocupações. Era, sem dúvida, o “costume” que, com o correr do tempo, determinou a observância oficial do domingo, sem, contudo, amparar-se em qualquer base das Escrituras.
Há no trecho citado de Clemente alusão a um INEXISTENTE preceito (?) do evangelho. O leitor terá imediatamente dez milhões de cruzeiros se nos mostrar esse preceito dominguista em qualquer dos evangelhos. Reconhecendo, também, que tal preceito NÃO EXISTE, opositor apela para a fantasia… E imagina esta saída [que bem demonstra a derrota fragorosa): "Isto parece indicar [tudo é vago, nebuloso, hipotético, "parece"] que Jesus, entre a ressurreição e a ascensão deu mandamento a respeito do primeiro dia da semana.” Fantasia! Fantasia! Fantasia! Tudo inócuo. Tudo sem o menor valor probante, e só prova a insustentabilidade de uma posição antibíblica. E é com tais expedientes indignos que os adversários dos adventistas justificam a deliberada transgressão do quarto mandamento da Lei de Deus.
s citações finais de outros vultos da Patrística nem mereceriam ser consideradas em vista da data que trazem: terceiro e quarto séculos. Tempo em que a apostasia já se consumara. Notemos, porém, que Cipriano, o feiticeiro que se tornou anabatista, incoerente e confuso como os demais pais, alude ao oitavo dia. Faz coro com o costume já implantado e que, paulatinamente, determinou o abandono do sábado.
A Constituição Apostólica, (que pelo simples fato de datar-se do fim do terceiro século prova não ser da autoria dos apóstolos, mas de escritores apócrifos da igreja oriental), invocada pelo oponente, reclama a união dos cristãos no dia da ressurreição de Cristo. No entanto, os escritores dessa pretensa Constituição Apostólica nos informam da observância do sábado. Diz um trecho:
“Observarás o sábado, em intenção dAquele que repousou de Sua obra da criação, mas não cessou Sua obra de Providência: é um repouso para meditação da lei, e não dia para ociosidade das mãos.” – Livro 2, seção 5, cap. 36. Em outros capítulos menciona o sábado como devendo ser guardado, ao lado do primeiro dia da semana, como valor de prova é nulo tal documento. É contraditório!
O mesmo diremos de Anatólio, e Pedro de Alexandria, este já no quarto século.
O que dizer então de Eusébio, que escreveu: “Todas as coisas que eram dever ser feitas no sábado, estas NÓS AS TRANSFERIMOS para o dia do Senhor” – Commentary on the Psalms. Confessa com esse “nós transferimos” que a mudança do dia de guarda foi obra de mãos humanas. Não se fez por Deus, por Cristo, pelos apóstolos, por preceito bíblico. Pelos homens, e só pelos homens, no período da apostasia gradual!!!
Conclui o adversário afirmando que a guarda do domingo tem a autoridade do Espírito Santo aos apóstolos: “Quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade.” A seu ver, essa “toda a verdade” refere-se ao domingo, verdade que, segundo crê, veio através dos “iluminados” Pais da Igreja. Baseado num fragílimo castelo de cartas!!! Em “cisternas rotas, que não retêm as águas.” Jer. 2:13.
O Jean assina textos que não são dele. Basta buscá-los no google, para verificar a veracidade de minha informação.
Que Deus tenha piedade…
Olá, irmão Leandro Quadros
Gostaria de compartilhar com você e com os leitores do blog um resumo do livro de Ron du Preez.
Em 2008, Ron du Preez publicou pela Andrews University Press uma versão prévia de sua tese doutoral em Novo Testamento na University of the Western Cape. Intitulada Judging the Sabbath: Discovering What Can’t Be Found in Colossians 2:16 (Julgando o sábado: descobrindo o que não pode ser encontrado em Colossenses 2:16), a obra de Du Preez “desafia qualquer argumento que se baseia em Colossenses 2:16 para negar a permanência do imperativo moral do sábado” (contracapa).
Resenhas críticas desse livro foram publicadas em Andrews University Seminary Studies, v. 47, nº 2 (outono de 2009) e escritas por P. G. Damsteegt, professor de Teologia História na Andrews University (p. 273-175) e por Edwin Reynolds, professor de Novo Testamento na Southern Adventist University (p. 275-281).
A PALAVRA “SÁBADO” NO ANTIGO E NOVO TESTAMENTO
Alguns argumentam que a Septuaginta (tradução grega do Antigo Testamento utilizada pelos primeiros cristãos) utilizada a expressão “sabbata” para o sábado semanal e “sabbata sabbaton” (sábado de sábados) para o Dia da Expiação, um sábado cerimonial. Portanto, os “sabbata” (sábados) de Colossenses 2:16 não podem ser os sábados cerimoniais, mas necessariamente o sábado semanal.
Ron du Preez responde que a expressão hebraica “sabbat sabbaton” é utilizada quatro vezes em referência ao sábado semanal (Êx 16:23; 31:15; 35:2; Lv 23:3), duas para o Dia da Expiação (Lv 16:31; 23:32) e uma para o ano sabático (Lv 25:4). A Septuaginta não traduz consistentemente a expressão hebraica para o equivalente grego, “sabbata sabbaton”, mas apenas uma vez (Lv 23:32). A palavra “sabbat”, isoladamente, é utilizada para o Dia da Expiação (Lv 23:32c), para os anos sabáticos (Lv 25:2, 4 [duas vezes], 6; 26:34 [duas vezes], 35; 26:43; 2Cr 36:21) e para a Festa das Trombetas (Lv 23:24).
No Novo Testamento, as palavras gregas “sabbaton” e “sabbata” não se referem apenas ao sábado semanal. “Sabbaton” é traduzido três vezes por “semana” (Mc 16:9; Lc 18:12; 1Co 16:2) e quarenta e uma, por “sábado”. “Sabbata”, a palavra que aparece em Colossenses 2:16, é traduzida por “semana” em seis textos (Mt 28:1; Mc 16:2; Lc 24:1; Jo 20:1, 19; At 20:9), dezessete como um “sábado” individual e uma vez como “sábados” (plural). A Septuaginta utiliza “sabbata” para um “sábado” individual (ex. Êx 20:10), “sábados” (ex. 1Cr 31:3) e sábados cerimoniais tais como o Dia da Expiação (ex. Lv 23:32c) e os anos sabáticos (ex. Lv 25:4).
FESTAS E A SEQUÊNCIA ANUAL-MENAL-SEMANAL.
Geralmente, é dito que Colossenses 2:16 apresenta uma sequência que consiste de três partes (festas anuais-mensais-semanais), aludindo a uma expressão comum no Antigo Testamento. Se “sabbata” fosse uma referência aos sábados cerimoniais, a idéia do texto seria festas anuais – luas novas – festas anuais. Portanto, “sabbata” é uma referência necessária ao sábado semanal.
De acordo com Ron du Preez, a Septuaginta emprega “heorte” (festa) para traduzir a palavra hebraica “hag”, que é utilizada apenas para a Páscoa, Tabernáculos e Pentecostes (ex. Êx 23:14-19). A palavra grega “heorte” (festa) é utilizada, na Septuaginta e no Novo Testamento (ex. Lc 2:41; 22:1; Jo 7:2), apenas para essas três festas.
Os textos que supostamente apresentam a sequência de três partes (anual-mensal-semanal) em realidade mostram uma sequência que consiste em quatro partes (ofertas diárias-semanais-mensais-anuais) (Nm 28:1-29:40; 1Cr 23:29-31; 2 Cr 2:4; 8:12, 13; 31:3; Ne 10:33; Ez 45:13-17). Todos os textos tratam de ofertas sacrificais, e não dos dias em si mesmos (ao contrário de Cl 2:16). A sequência (diário-semanal-mensal-anual) é o inverso da que se alega aparecer em Colossenses 2:16 (anual-mensal-semanal).
Colossenses 2:16 é uma referência a Oséias 2:11, onde aparece a sequência festa-lua nova-sábado. Ambos os textos tratam dos dias em si, e não de ofertas sacrificais; e apresentam a mesma sequência. A análise dos termos do Antigo Testamento para “festas” e “sábados”, como foi realizado acima, mostra que Oséias 2:11 e Colossenses 2:16 se referem às mesmas celebrações religiosas.
CONCLUSÕES
Ron du Preez conclui que, em Colossenses 2:16, “heorte [festas] identifica as três festas anuais de peregrinação (ou seja, Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos), neomenia [luas novas] indica as celebrações lunares de ano novo e sabbata [sábados] inclui as três épocas de descanso ritual (ou seja, Trombetas, Expiação e Anos Sabáticos)” (p. 147). Portanto, “o peso esmagador da evidência intertextual, linguística, semântica, estrutural e contextual demonstra que os sabbata [sábados] de Colossenses 2:16 se referem a antigos sábados cerimoniais judaicos, e não ao sábado semanal. Assim, o sábado do sétimo dia do Decálogo não pode ser considerado como abolido com base em Colossenses 2:16” (p. 148).
Caro Matheus:
Muito obrigado pelo excelente resumo! Que muitos leitores desejos de aprender possam se beneficiar desse estudo do Dr. Preez.
Um forte abraço.
Paulo e o Sábado
Jesus pessoalmente disse a Saulo: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; mas levanta-te e põe-te em pé; pois para isto te apareci, para te fazer ministro e testemunha tanto das coisas em que me tens visto como daquelas em que te hei de aparecer; livrando-te deste povo e dos gentios, aos quais te envio,
para lhes abrir os olhos a fim de que se convertam das trevas à luz, e do poder de Satanás a Deus, para que recebam remissão de pecados e herança entre aqueles que são santificados pela fé em mim (Atos 26: 16,17,18).
Observa que Jesus apareceu à Saulo para fazê-lo: Ministro e Testemunha tanto das coisas em que Saulo tinha visto, como daquelas que lhe seria mostrada pelo próprio Jesus, ou seja, Paulo foi feito Ministro e Testemunha de Jesus, pois acabara de Vê-lo. Paulo também foi Testemunha da fidelidade de Estevão mesmo em face da morte. Paulo era Testemunha da fidelidade dos Apóstolos e dos demais seguidores de Jesus a Palavra de Deus revelada através de Jesus Cristo. Paulo era Testemunha de os que aceitavam a fé como ela é em Jesus, perseveravam na Doutrina dos Apóstolos (Atos 2: 42).
Jesus disse que livraria Paulo “deste povo”(Judeus) e dos gentios, aos quais lhe enviaria para abrir os olhos deles (gentios-nós), a fim de nos converter das trevas para à Luz .
Agora, observe que Ananias que fora enviado pelo Senhor Jesus que tinha aparecido a Paulo (Atos 9: 17), disse a Paulo: “ O Deus de nossos pais de antemão te designou para conhecer a Sua vontade, ver o Justo, e ouvir a voz da sua boca.
Porque hás de ser sua testemunha para com todos os homens do que tens visto e ouvido” (Atos 22: 12 a 15). Observe que Ananias se apresentou a Paulo declarando que fora enviado pela mesma Pessoa que lhe aparecera, confirmando e ampliando a vontade Divina para que Paulo fosse Testemunha para todos os homens, incluindo também os judeus, daquilo que ele (Paulo) tinha testemunhado do Próprio Jesus que lhe aparecera e que ainda veria o Justo que lhe aparecera e ouviria a Sua Voz.
Portanto, temos explicito nestes Textos Sagrados, todo o Ministério de Paulo, ou seja, que Paulo foi separado para ser Ministro e Testemunha de Jesus, para conhecer a vontade de Deus, pregar e ensinar aquilo que ele tinha visto e ouvido de Deus, de Jesus, e acerca de Deus e de Jesus. Contudo, em momento algum Paulo declarou que a Lei Moral, ou seja, que os Dez Mandamentos foram abolidos. Nem mesmo que o Dia do Senhor havia mudado do sétimo para o primeiro dia. Muito pelo contrario, vemos Paulo guardando o Sábado conforme o Mandamento.
Jesus disse que enviaria Paulo para abrir nossos olhos, nos convertendo das trevas para à Luz. Porem, em momento algum Paulo declarou que a Lei Moral, ou seja, que os Dez Mandamentos foram abolidos. Nem mesmo que o Dia do Senhor havia mudado do sétimo para o primeiro dia. Muito pelo contrario, vemos Paulo confirmando a lei Moral de Deus inclusive guardando o Sábado conforme o Mandamento. Portanto, se Deus ou Seu Filho tivesse abolido os Dez Mandamentos ou mesmo mudado o Dia do Senhor (Isaías 58: 13,14), do Sábado para o domingo, do Sétimo Dia para o primeiro dia, Paulo certamente teria aberto nossos olhos nos convertendo para à Luz . Pois ele era imitador de Cristo e combateu “o bom combate completou a carreira guardou a fé” (II Tim. 4:7,8), dizendo como devemos “proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da Verdade” (I Tim. 3: 15).
Se Jesus disse que Paulo seria Seu Ministro e Sua Testemunha, que Deus de antemão havia designado para conhecer Sua vontade ver O Justo e ouvir Sua voz, com certeza, entre a vontade de Deus ,a visão do Justo ,do ouvir de Sua voz, não estava tal mudança. Pois como Ministro e Testemunha de Jesus, Paulo declarou que devemos ser imitador dele como ele era de Cristo, como também devemos imitar Deus como filhos amados (I Cor. 11:1- Efésios 5:1).
nadanospodemoscontraverdade@bol.com.br
Jean Patrik, pessoas como voce me motivam a continuar defendendo a integridade da Palavra de Deus. Parabgens pelas suas observaçoes, continue sendo um arauto da Verdade, pois cedo ou tarde, ela prevalecera, independente ou indifefente a toda oposição. Creio que toda essa resistencia ao que a Palavra de Deus declara a respeito do sabado, no contexto da nova aliança, embora muitas veses nos deixe indignados, um DIA servira de contraste e de prova incontestavel da recusa de Cristo como Senhor e Salvador. Considero umm atentado à inteligencia e à propria Palavra de Deus, pegar um texto tao claro como Cl 2:14 a 17 e desfigura-lo de um modo tao depreciativo, simplesmente para defender um ponto doutrinario de uma denominação que se considera o remanescente de Deus nos ultimos tempos. Essa questao, alias(remanescentes), por si só, representa grave erro, pois disvirtua o que a Palavra de Deus descreve a Seu proprio respeito como um Deus que nao faz acepçao de pessoas (At 10:34). Ou sera que esse texto nao diz o que quer dizer, assim como Colossenses 2????Um forte abraço..
Ei9, poprque voces nao postaram meu artigop anterior a esse, que fala sobre Agar representando o monte Sinai, e sara, representadndo a nova aliança?? Voces exclui9ram?? Por que?? Ficou dificil argumentar??Poir favor, não façam isso. É a Palavra de Deus que foi ministrada, e nao o meu pensamento…Em tempo, o texto esta em Galatas 4:21 a 31. Cordialmente, Augusto tavares
Querido Augusto:
Como estou com mais de 3.000 comentários ainda não pude aprovar o seu. Mas, creio que em breve o farei.
Um abraço!
.
Olho na bíblia irmãos!
.A bíblia nos mostra que ela é verdadeira (João 17:17) e devemos crer no que ela diz:
A bibliz diz: “…mas o sétimo dia é o SÁBADO do Senhor teu Deus” (êxodo 20:10)
.
A biblia diz: “porque o filho do homem é Senhor do SÁBADO” (Mateus 12:8)
.
A biblia diz: “de sorte que o Filho do homem é Senhor também do SÁBADO (Marcos2:28)
.
A biblia diz: “e acrescentou-lhes: O filho do homem é Senhor do SÁBADO (Lucas 6:5))
.
A biblia diz: “porque Eu o Senhor não mudo” (Malaquias 3:6)
.
A biblia diz: “Jesus Cristo, ontem e hoje é o mesmo e o será para sempre” (Hebreus 12:8)
.
A biblia diz que os 10 mandamentos foram escritos pelo próprio Deus e ficaram dentro da arca (Deut.10:4-5) e as outras leis foram escritas por Moises e ficaram ao lado da arca (Deut.31:24-26)
.
Deus não pode contradizer-se, o sábado semanal é eterno. Os sábados cerimoniais é que foram anulados (como já mostrado em comentários anteriores, é só estudar)
.
Jesus mudou o sacerdócio através de seu sacrificio:
.
Mateus 5:17. “Não penseis que vim revogar a lei e os profetas, não vim para revogar vim para cumprir…”
.
a palavra CUMPRIR vem do grego PRELOO e significa plenitude, ou seja Jesus veio plenificar a antiga aliança ao substituir todas as ordenanças cerimoniais (sacrificios de animais) que eram sombra, pelo seu próprio sacrificio
.
Mas os principios morais dos 10 mandamentos, baseados no amor, são eternos:
.
Primeiro mandamento: Lealdade a Deus
Segundo mandamento: Adorar a Deus
Terceiro mandamento: Respeitar a Deus
Quarto mandamento [que a grande maioria não gosta]: Santidade e adoração ao Criador (Êxodo 20:11) e Salvador (Deuteronômio 5:15)
Quinto mandamento: Respeito pela autoridade
Sexto mandamento: Amor ao próximo
Sétimo mandamento: Pureza
Oitavo mandamento: Honestidade
Nono mandamento: Verdade, autenticidade
Décimo mandamento: Contentamento
.
Fiquem com Deus
Pessoal, estes que debatem contra os ASD, e porque não dizer, contra o Sábado, infelizmente ainda vivem a cegueira espiritual. Como diz o ditado: “O pior cego não é o que não enxerga literalmente, mas o que não quer enxergar”. Precisa dizer mais alguma coisa? Acho que não!
Mas irei deixar alguns textos para reflexão: Is.66:22,23> Fala sobre a promessa de DEUS de que o adoraremos aos Sábados, no Céu; Apc.22:18,19> O texto diz claramente o que acontecerá com quem alterar, ou seja, acrescentado ou retirando qualquer palavra da Bíblia; Mal.3:6> DEUS diz que tudo que saiu de sua boca, não será mudado; contexto deste: Salmo 89:34> Ordem de DEUS para não quebrar o Seu concerto e tb não alterar o que saíra de Seus lábios;entre outros.
Saudações em CRISTO;
ORLANDO R. NETTO
Olá Jean tudo bem!?
Olha já sou Adventista há 3 anos, estou comprometido com o Evangelismo.
Já dei estudo pra Pastor da Assembleia de Deus e muitos outros.
Já discuti com uitas pessoas a respeito do Sábado.
Agora aprendi que uma pessoa que não busca a verdade, não se interessa com a verdade, nunca verá na propria Bíblia um claro Assim diz O SENHOR Lembra-te do dia do Sábado…Pois é o Sábado do Senhor teu Deus. E esse é um sinal perpetuo, tanto para os judeus como para os gentil. Êx 20:8-11; Êx 31:17; Is 8:16 e 20; Is 56; Ez 20:12 e 20; Is 58:13-14; Lc 4:16 e entre outros.
Não adianta debate isso é errado! Poderia citar muito mais mas não vejo necessidade, a menos que queira ouvir bom, mais vale um frase da palavra de Deus do que dez mil teorias humanas deixe que o Espírito Santo te guie e nã seus pastores.
Assim como um dia quis ouvir a verdade e um dia o proprio Deus ouviu minha oração.
Que O Senhor Deus te abençôe! Abraços.
Deus sendo Eterno não nos deixou dia nem hora nem tempo, porque Ele é Eterno. Nos deixou
a medida certa para atuarmos na terra. nos deu o ponto exato do que devemos fazer, obedecê-
lo ou não . Continuar com Ele na eternidade ou não. Os Seus
mandamentos é uma opção da criatura, obedeça ou não. Como uqeremos provar o improva-
vel. Deus é o Criador e nós Suas criaturas. Ele é Infinito e nós finitos.
SOMOS MAIS SÁBIOS QUE DEUS ?.<
Man
Prezado Carlos Henrique:
O fato de Deus ser eterno não contradiz o fato de que ELE CRIOU O TEMPO e ESTABELECEU um tempo específico para adoração. Não podemos “filosofar” e ignorar o claro mandamento em Êxodo 20:8-11.
A eternidade de Deus não é uma desculpa para não guardarmos o sábado. Aceite a Palavra de Deus como ela é e será cada vez mais abençoado.
Outro detalhe: Mesmo Deus sendo eterno, Ele entra no tempo para fazer parte de nossa história. Isso é claro em Daniel 2 de no ato de Deus ter encarnado em Cristo. E, a própria presença de Deus no TEMPO durante 24h (Sábado – ver Gênesis 2:1-3) santifica o tempo.
Fique com Deus.
Leandro Quadros, poste mais vídeos no site, pelo menos os de 2010. Obrigado
Irmão Jean Patrik, o Senhor seja a tua Paz!
João 18:37-38 – “Perguntou-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da VERDADE. Todo aquele que é da VERDADE ouve a minha voz. Perguntou-lhe Pilatos: Que é a VERDADE? E dito isto, de novo saiu a ter com os judeus, e disse-lhes: Não acho Nele crime algum”.
Observem o quadro: Alguém faz perguntas ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo que também é Deus Onisciente e que conhecia o coração dos seus interlocutores. Sabia qual era a intenção de fazer-Lhe perguntas. Alguns perguntavam para ver se O apanhava em alguma falta ou deslize na resposta para denegrir a Sua religião, o cristianismo e desclassificar a Sua Igreja recém-formada, chamando-a de SEITA. Outros O interrogavam, porque tinham o real interesse de conhecer a Verdade sobre o Seu plano redentor, sobre a Sua doutrina, sobre a Sua Igreja. Por que o Mestre dos mestres e Aquele que é a personificação da Verdade não deu a resposta a Pilatos? Será que ele se interessaria em conhecer a verdade? E os judeus? Quem dentre eles tinha interesse? Quantos daqueles que nos acusam de perseguição e de sermos os únicos que vão para os céus e de sermos os únicos que conhecem a Verdade, têm realmente interesse em nos ouvir? Quantos realmente AMAM a verdade? Quantos têm interesse em promover a unidade ou a união entre os cristãos ao invés de manter a diferença que nos mantêm separados? Será que não estão tornando a verdade depende daquilo que crêem ou da denominação a qual pertencem? [maroon]Afinal, o propósito do nosso Deus, o Eterno, o Yeshwa ou Yehoshua é que todos cheguem ao pleno conhecimento da Verdade e a Unidade na Fé. (Efésios 4:13; I Timóteo 2:4: II Tim.3:7; Hebr.10:26). O Problema para Pilatos e a maioria dos judeus era aceitar a verdade de que Jesus era o Filho de Deus e o Rei dos reis, Senhor dos senhores e o Salvador universal. Satanás havia-lhes cegado o entendimento. Hoje, o problema de alguns é aceitarem a verdade de que o Senhor escolheu a Sua Noiva que é a Sua Igreja, deu-lhe toda autoridade e o conhecimento de toda a verdade e o Seu Espírito. A Palavra de DEUS é que é tese e não a palavra de homens que se sentem orgulhosos intelectualmente. A palavra do Senhor para esses é que[maroon] [green]“todo aquele que se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado”. “Muitos são chamados e POUCOS serão escolhidos”. (Mat.23:12; Lucas 18:14 e Mat.22:14).
Um abraço por Cristo Jesus.
O sábado não é nenhum tabú. A grande questão que se coloca é que o próprio homem acha-se mais sábio e quer corrigir o seu Criador. A verdade é sempre verdade e não importa a oposição, ela sempre triunfará. No livro de S. Lucas 4:16, apresenta-se o costume de Jesus Cristo enquanto esteve nessa terra. Se Ele cumpriu com o que está normado e guardou o sábado do 7º dia, quem somos nós para duvidarmos de Deus?
Jean Patrik, li o maravilhoso assunto sobre a Lei e a Graça do dia 16 de julho de 2010 às 17:52 que foi postado por ti. Ouça o que o Espírito diz às igrejas (Apocalipse 2:7, 11) . Não é mais a opinião da IASD e nem a sua opinião e nem a de sua igreja, mas estamos juntando o que o Espírito lhes falou e a nós, ok? Vejamos o que podemos deduzir:
MUDANÇA DA LEI E A LEI DA GRAÇA
Em Romanos 3:31, nos diz: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a Lei”. Está claro como o dia que esta lei que permanece não pode ser a lei de Moisés ou o sistema mosaico, de sacrifícios de animais ou holocaustos. Uma das duas permanece, qual? Baseados nesse texto nos é afirmado… que a Lei não foi abolida. Se não referir-se ao decálogo (Cf. Êxo. 20), refere-se então, a que lei? Vejamos em II Cor. 3:14: “Mas os seus sentidos foram endurecidos. Porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido” (Abolir significa: “Revogar, anular, extinguir, suprimir”). Agora significa dizer que o decálogo foi abolido? O que foi abolido foram os mandamentos em forma de ordenanças.(Cf. Efés.2:14-15; Colos.2:14,20; Hebr.9:1,10) Até que houve a mudança do sistema religioso. O sistema que era sacerdotal, agora passou a ser apostólico, porém os princípios do reino de Deus permanecem inalterados! Então surge a pergunta: Ficamos sem Lei? Podemos fazer o que quisermos? A resposta é: Negativo, não ficamos sem Lei, mas recebemos junto com o novo pacto uma lei mais tremenda e superior (Heb.8:6)… Leiamos em Romanos 8:2 – “Porque a Lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da Lei do pecado e da morte”. Aleluia! A nossa nova Lei é a do Espírito de Vida, pois quem anda no Espírito não entra em condenação (Rom.8:1), estamos na Graça – na Dispensação do Espírito Santo, leiamos: “Como não será de maior glória o ministério do Espírito” (II Cor.3:8). Lá em romanos nos fala de uma lei, a do pecado e da morte (Rm.8:2), vejamos que lei é esta. “O qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da Letra (lei), mas do espírito; porque a letra (lei) mata e o espírito vivifica. E, se o ministério da morte, gravado em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória, como não será maior glória o ministério do espírito? Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça. Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. Porque, se o que era transitório foi para a glória, muito mais é em glória o que permanece” (II Cor.3:6-11).. Então, de acordo com Paulo, qual era o ministério da morte? Paulo diz que era o gravado nas tábuas dadas a Moisés, ou seja, o Apóstolo mais consagrado da Bíblia está afirmando que a lei dada no monte Sinai era o ministério da morte e a lei que era transitória (passageira), caducou. Agora andaremos no Espírito e a lei que é espiritual (Cf. Rom.7:14), eterna (Cf. Mat.5:17-18), foi gravada em nossos corações! (Cf.Gál.5:25; Rom.7:14; Ezeq.36:37; Hebr.8:10 e 10:16) Para que esta lei foi gravada no coração do verdadeiro cristão? “para que a justa exigência da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rom.8:4). Por isso nos é deixado claro que a Graça é-nos concedida para que a lei possa ser cumprida. No sistema mosaico, as festas e as luas novas eram sábados (Colos.2:16-17 compare com Lev.16:31; 23:24-25,39; 25:4; 26:34-35,43; 23:38) e eram sombras.(Cf. Hebr.8:5 e 10:1) Na lei de Deus só há um sábado (Êxo.20:10) e este é símbolo do descanso em Cristo Jesus.(Mat.11:29; Hebr.3:11,18; 4:4-5,9-11) Ele aponta para o passado, a criação de Deus (Gên.2:2-3) e não para o futuro, a cruz de Cristo. Ele abençoou e está abençoado! Aqui Paulo mostra que a Velha aliança era apenas uma sombra e nessa realidade nós vemos a lei de Moisés representado pelos holocaustos e pelas festas – O DECÁLOGO NA REALIDADE É BEM MAIS ELEVADO E ESPIRITUALIZADO NO NOVO TESTAMENTO.
QUAL É A REALIDADE DO SÁBADO?
O Sábado materializa o descanso que temos em Cristo Jesus nosso Senhor. Nas igrejas (aqui não eram igrejas denominacionais, diga-se de passagem) que o Apóstolo Paulo estabeleceu, o santo dia de Deus permaneceu como o “dia do Senhor” (Atos 13:14 compare com Isa.58:13). Não pode de maneira nenhuma ser o Domingo. (Colos.2:16-17) – “Ninguém, pois, vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo” A palavra SABBATON, como é usada em Colos.2:16, não pode se referir aos sábados semanais, porque foi o próprio Deus nosso Senhor que estabeleceu o dia do descanso e colocou este preceito na Sua Santa Lei. Sendo assim é difícil para os evangélicos sustentarem a sua doutrina dominical, desde que temos visto que o Sábado pode legitimamente ser tido como o Dia do Senhor quando Ele chama o “Meu Santo Dia” e nem Satanás pode mudar isso! Sempre um símbolo leva a uma realidade espiritual. Neste caso, qual dia passou a ser o símbolo do descanso em Cristo Jesus? Na verdade eu não julgo ninguém, porque o julgamento pertence ao Filho de Deus. Ele é quem vai julgar a todos.(Rom.2:12 e Tia.2:12)
O título revela que se trata da LEI SACRIFICAL ou cerimonial, como queiram, refere-se às festas judaicas, os chamados de “os seus sábados” (Osé.2:11 compare com Ezeq.22:26), mostrando que os MEUS (de Deus) eram santos e os SEUS (dos Hebreus) não eram. No verso 17, Paulo estabelece cristalinamente que estes sábados, eram “sombras” dos bens futuros e o sábado do SENHOR aponta para o passado, para a CRIAÇÃO DE DEUS (Gên.2:1-3 e Êxo.20:10. Compare Colossenses 2:16-17 com Ezeq.45:17 e Sal.81:3-4).
O Sábado não tem nada a ver com os sacrifícios de animais. Sábado (Shabbat) quer dizer descanso. Isso é tão verdade que o autor aos Hebreus o confirma: “Porque nós, os que temos crido (em Cristo), entramos no repouso (Sábado ou descanso)… Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia” (Hebr.4:1-4). Ou seja, o autor aos hebreus está dizendo que o nosso descanso é Cristo Jesus, e em cada sábado semanal comemoramos esse descanso, por isso o Senhor se declara Senhor do Sábado (Mat.12:), porque nada do que foi feito sem Ele se fez.(João 1:3) E Ele nos diz também que o sábado FOI FEITO por causa do homem.(Cf. Mc.2:27 e Ecles.12:13-14;) O dia santo foi-nos dado para o descanso físico e espiritual.(Êxo.20:10) Cada sábado comemoramos a nossa redenção, porque como Deus descansou das Suas obras, também nós descansamos das obras da carne,(Gál.5:19) para não mais servirmos ao pecado como escravos.(II Pedro 2:19; João 8:34; Rom.6:17-18,22)
A LEI DO VELHO PACTO ESTÁ VIVA E NÓS MORTOS
Vejamos isso: “Não sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo tempo que vive… Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais doutro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, afim de que demos fruto para Deus” (Rom. 7:1,4) “Ora, se já morremos com Cristo, cremos que com Ele também viveremos” (Rom.6:8). Escrevendo aos cristãos de Roma (Romanos 7:4) o apóstolo fala sobre que lei? Pois bem, seguindo esse raciocínio, leiamos: “Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da Lei” (Hebr.7:12). Ao mudar-se o sacerdócio, houve também mudança no sistema. Agora a igreja seria apostólica e não sacerdotal. Aonde está a incoerência? Neste caso, eles estavam livres da lei mosaica para esposar a Cristo (Romanos 7:1). Os judeus é quem estavam querendo ressuscitar essa lei (Atos 15:1, 5). Nesse capítulo sete de Hebreus trata-se da mudança de sacerdócio, ou seja, do aarônico para o de Melquisedeque: “segundo a ordem de Melquisedeque”, então vemos que, de acordo com Rom.3:31 a lei é o decálogo, portanto o Apóstolo Paulo não deve estar falando da mesma Lei! A primeira é eterna e a segunda era transitória, até o tempo de correção. Você sabe o que significa se Deus houver mudado?(Malaq.3:6 e Tia.1:17)
Essa é a revelação, a Lei, o Velho Pacto estão vivos, mas somos nós que morremos com Ele pela fé e assim, vivemos uma nova realidade. É tão simples que só não entende quem não quer entender. Não confundir morrer para a Lei com morrer para o pecado! (Rom.6:2,6-7,10-11,22) O Senhor veio aniquilar o pecado e não a Lei.(Cf.Hebr.9:26) O morrer para a lei diz respeito ao sistema mosaico! (Cf.Hebr.7:12) O sistema era sacerdotal e na Nova aliança passa a ser apostólica. Não há necessidade de ficarmos supondo e supondo, e sim, crermos no Apóstolo dos Gentios e aceitarmos a Graça de Deus para a obediência. Se os “Domingólotras” querem anular a Lei, então vão em frente, no final veremos quem são os justificados diante de Deus (Rom.2:12-13).
Explica o seguinte o Dr. G. Archer – enciclopédia Ed. Vida, pág. 125:
“…a verdadeira questão é se a ordem sobre o sétimo dia, o Sábado do Senhor, foi transferida (Hebr.7:12), no NT, para o primeiro dia da semana, o Domingo, que a igreja em geral honra como o dia do Senhor. De fato, ele é também conhecido como Sábado cristão. O âmago ou cerne da pregação apostólica ao mundo gentio e judaico, a partir do pentecostes era a ressurreição de Jesus (Atos 2:32). O ressurgimento de Cristo era a comprovação de Deus, perante o mundo, de que o salvador da humanidade havia pago o preço válido e suficiente pelos pecadores e havia superado a maldição da morte. O sacrifício expiatório eficaz de Jesus e sua vitória sobre a maldição da morte introduziu uma nova época ou dispensação da Igreja( Ef.1:10). Assim como a ceia do Senhor (I Cor.11:23-34) substituiu a Páscoa (Mt.26:17-30; Lc.22:7-23), na antiga aliança – “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento (novo concerto, pacto, aliança)”. “A morte de Cristo substituiu o sacrifício de animais no altar (Jo.19:30, Veja Levítico), o sacerdócio(aarônico) (Êxo.28), foi substituído pelo sacerdócio supremo de Jesus “segundo a ordem de Melquisedeque” (Hebr.7) e fez com que cada crente se tornasse um sacerdote (Apoc.1:5)”, todavia “o quarto mandamento, dentre os dez”, NÃO “deveria ser substituído por outro símbolo”, porque é um dos preceitos da eterna Lei de Deus. Querer dizer então, que o nosso Deus que não muda, agora mudou o Sábado para o Domingo é o mesmo que acreditar que o Seu caráter é mutável!
Os Dez Mandamentos e a Lei de Cristo
O “grande” argumento é que; “os dez mandamentos não foram abolidos, por terem sido escritos nas tábuas, e por isso devemos guardar o sábado que é o quarto mandamento”. E foram abolidos? Em que parte da Bíblia diz isto? Se fosse SÓ o sábado eu ainda me arriscaria a acreditar neste absurdo! A questão é tão complexa que não daria para explanarmos tudo neste breve compêndio, mas precisamos salientar dois pontos cruciais para que o leitor pense e tire suas conclusões:
O argumento é que o texto de Exo. 20 se encontrava escrito nas tábuas trazidas por Moisés; vejam ao lado a foto extraída do livro: “Reflexões Sobre o Sermão da Montanha, pág.45”. A verdade é que os princípios da lei foram relatados em Êxo.20 e Deut. 5, pois assim descreve a Bíblia: “E ali esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites… e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as Dez palavras” (Êxo.34:12, 28; 31:18 – ARA. Obs: A corrigida traz a frase dez mandamentos, mas no seu rodapé coloca uma nota informando ser dez palavras). A verdade bíblica é que os dez mandamentos fazem parte da Torah, a qual inclui a “Lei Mosaica ou pentateuco, e a Lei de Deus”, por isso que não são as mesmas coisas – “Sendo que só há um legislador” (Tia.4:12) como afirma o autor sagrado. (Veja o tópico A lei de Deus e a Lei de Moisés). Estamos explicando tudo isso para que o leitor entenda que o argumento que o decálogo é imutável até mesmo por Jesus tem fundamento. Por isso Jesus, como Filho de Deus e messias, podia trazer para os homens uma melhor e mais espiritual interpretação do decálogo, tornando assim, a lei mais gloriosa (Cf. Isa.42:21) – e assim o “Rei dos Reis” procedeu. É bom que fique bem claro que não seguimos ao pé da letra o decálogo e sim, os princípios da Lei de Deus que lá se encontram, certo?
Outro ponto é que toda vez que lemos “mandamentos” no NT eles podem estar associados ao decálogo e quem conhece a Palavra, sabe que isso é uma verdade. Quando não se refere diretamente, mas indiretamente os inclui! Veja o que disse Jesus: “Se me amais, guardareis os Meus Mandamentos”; “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama…” (João 14:15 e 21; 15:10); “… relatando todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar, até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo…” (Atos 1:1-2). Entendamos que os discípulos sabiam muito bem o decálogo e todo o mais da Lei, mas a Bíblia diz que Jesus deu novos mandamentos, mandamentos estes que estão implícitos em todo o NT para que por eles vivêssemos nesta Nova Aliança. E quais são esses mandamentos?(Mat.19:17-19) A Nova Aliança tem uma Lei própria – A LEI DE CRISTO OU A LEI DO ESPÍRITO (Rom. 8:2; I Cor.9:21; Gál.6:2; Rom.3:27). É por essa Lei e no cumprimento desses Mandamentos que nós vivemos e exercemos a graça de sermos verdadeiros Cristãos e como a Lei é espiritual, nós seguimos não a letra da lei, mas andamos no espírito, porque sabemos que a letra mata! Lembremo-nos da exortação paulina: “Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco… De Cristo vos desligastes vós que procurais justificar-vos na lei, da graça decaístes” (Gál. 4:10-11; 5:4 – ARA). Já foi visto o propósito da GRAÇA, não foi? Estamos tratando com algo que é eterno e que também trás conseqüências para a eternidade, portanto, o nosso Deus e Salvador não pode ser desconsiderado! Só se for por Satanás e pelos inimigos de Sua santa Lei. Primeiramente, o Decálogo não tem “rudimentos” e sim, MANDAMENTOS ou preceitos, como queira, e nela não existem cerimônias; não manda sacrificar animais e nem circuncidar, certo? No Decálogo não exige a guarda de “dias”, mas sim, de UM DIA (Isa.58:13 e João 5:23), que o nosso Deus escolheu e deu-lhe um nome. Na lei dos holocaustos ou cerimonial havia sim: “dias”, “meses” e “anos”. Essas festas eram chamadas de “sábados”, (não sabia disso?) chamado também SÁBADO DO SENHOR, para diferir dos sábados hebreus. Ocorriam durante o ano judaico. Eram datas FIXAS em dias móveis. Fixa, porque era um dia de determinado mês, e móveis, porque podiam cair em qualquer dia da semana. Eram guardados com tanta solenidade como se fosse o santo sábado do Senhor.
Assim que, os Gálatas guardavam DIAS (eram esses feriados – Levít.23:37,32), MESES (porque eram meses fixos – Levít.23:34) e ANOS (durante todos os anos, até a morte do Senhor Jesus – Levít.23:41 e Atos 2:1). Foi visto também, que o Senhor requer de todos os Seus filhos, obediência integral (Tia.2:10-11). Como a obediência à santa Lei de Deus – incluindo o Decálogo – é o resultado da nossa salvação em Cristo Jesus e o santo sábado é um preceito da Lei eterna, então a obediência tem a ver com a nossa santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor! (Cf. Hebr.12:14). (Veja o tópico A lei da aliança e Heresiologia, p.6). E quem lhe disse que não cremos na justificação pela fé? Você está todo equivocado se pensa que cremos na justificação pelas obras da lei; cremos sim, que as obras testificam da nossa salvação.(Cf. Rom.2:12-13).
O Espírito Santo ilumine cada vez mais os olhos do teu coração!
Li quase todos os comentários, e vi o porquê que o Leandro Quadros não respondeu às pessoas que foram contra a sua explanação sobre Col 2:16. Vamos matar, roubar, desejar a mulher do próximo, adorar a ídolos (aliás muitos cristãos adoram, é só vê alguns shows de artistas cristãos, uma pena!), pronunciar o nome de Deus em vão, que isso não é nada! O que importa é o AMOR, a justiça de Deus é que foi transformada em trapos de imundícias e não a nossa!
Que Jeová possa conservar a minhas e vossas almas vivas até a perseguição final, aí o tanto de coisa que foi escrito nesse blog fará alguma diferença, pois só existirão duas opções, e Jeová já mostrara qual é a certa, caberá a todos a decidirem! Estarei aguardando a volta de Cristo e guardando o santo dia do Senhor JEOVÁ!
PS.: Bem que Jesus poderia voltar num dia de sábado! Ficaria mais simples, não?????????
AHHHH, já iria esquecer, UM FELIZ SÁBADO A TODOS! É TODOS MESMO!
eu gastaria de dizer que eu não tinha muito conhecimento sobre a igreja adventista.mais quando comecei a assistir o programa novo tempo, eu confesso que fiquei surpresa com os ensinamentos que voces dão. eu tenho aprendido muito mais acerca da palavra de deus e das revelações de sua palavra. oprograma evidencias,na mira da verdade,lições da biblia esses estudos me deixaram com muito mais conhecimento acerca de deus e da sua palavra eu louvo a deus por voces existirem que deus continue abençoando esse programa e cada pastor que faz ele eu amo cada um de voces. de sua conserva em cristo jesus aucilene. me esclareça mais sobre o dia do sabado ainda tenho um pouco de duvida.um abraço.
Não precisava nem Estudar tanto assim pra provar que o sábado está em vigencia hoje.
Exodo 20:8 “LEMBRA-TE do dia de sabado para o santificar”.
O texto deixa bem claro que o sabado ja existia (LEMBRA-TE) antes de Deus o escrever nas tabuas da lei. Na criação, Deus estabeleceu o sábado como seu santo dia.
Pergunta: Quando Deus estabeleceu o sábado, havia pecado na terra?
Resposta: NÃO
Pergunta: Então, como pode ser o sábado cerimonial, sendo que ele foi estabelecido quando o homem não precisava de cerimonia?
Resposta: Talvez aqueles que não aceitam o sábado como o dia santo de Deus devem ter uma resposta !
As pessoas acusam os católicos de idolatria usando o mandamento “Não faras para ti imagem de escultura”, mas, ao mesmo tempo, são católicos ao afirmarem que é o domingo o dia de guarda.
Quem devemos seguir? Jesus ou Constantino? A palavra DOMINGO nem aparece na biblia.
È o Domingo o sétimo dia?
Exodo 20:9 – “seis dia trabalharás… Mas o sétimo dia é o sabado”
Provem-me realmente que Jesus queria que seus apóstolos instruissem a guarda do sábado, que eu rasgo meu certificado de batismo na IASD !
Refutando ultima linha:
“Provem-me realmente que Jesus queria que seus apóstolos instruissem a guarda do DOMINGO, que eu rasgo meu certificado de batismo na IASD !”
Quanta teoria pra tentar explicar o inexplicável..
paulo evangelizou pagãos e não judeus.. Ele teria uma grande oportunidade (e deveria ter feito, se fosse necessário), de falar da guarda do sábado para pagãos que naum guardavam o sábado!!!!!!!!!!!! Nunca ele fez isso!! Nunca falou aos pagãos, que naum guardavam o sábado, que era necessário guardar o sábado!! Ele diz isso em Col 2,16… será que ele se referia a essas festas que os pagãos nem se quer conheciam?????
Naum julgo que esta passagem deva ser lida à luz do Antigo testamento como este artigo diz..deve ser interpretada no contexto que Paulo pregava: para pagãos!!! Os pagãos naum eram iniciados nas questões dos judeus.. o que muitos judeus certamente queriam impor à comunidade de Colossos (que deveria conter judeus-cristãos – lembremos que a separação entre judaismno e cristianismo foi lenta), naum era as complicadas festas judaicas..mas as coisas básicas da Lei… e Paulo diz que o cristãos é salvo pela fé!! E nunca cobra dos pagãos nem circuncisão e nem sábado!!
Caro Alexandre…
Quando voce aceita as doutrinas de uma denominação, voce não entra de acordo com o que todos estão seguindo?
Paulo pregava para JUDEUS e GENTIOS, (Ler Atos 13:16-41). Neste momento (Atos 13:16-41) Paulo estava numa sinagoga pregando para Judeus. Paulo sempre era expulso, mas seus esforços valeram a pena pois alguns se converteram (Atos 13:42-43). Ao ler mais atentamente Atos 13:42-52, vemos que Paulo começa a pregar pelos gentios. Paulo foi expulso do território judeu, portanto não foi decisão dele não pregar mais para judeus, pois foram os mesmos que rejeiram o evangelho.
Voltando ao sábado, te faço uma pergunta…
Deus disse que, na nova terra, TODA a carne virá adora-lo. Nesta mesma citação, porque Deus diz que iremos o adorar “de um SÁBADO ao outro SÁBADO”? (Isaias 66:22 e 23).
Esse texto mostra claramente que é PLANO de Deus restaurar toda a terra e os seres humanos. E, como mostra que a instituição do sábado é perfeita, guardaremos o SÁBADO num mundo perfeito !!
Não use Paulo para dizer que o sábado não está mais em vigor, pois o texto e os estudos mostram claramente que as referencias de SÀBADOS, LUAS NOVAS, FESTAS, etc, faziam parte do ritual judaico que era a SOMBRA de Cristo Jesus.
Se voce encontrar qualquer texto que mostra claramente que o sábado é algo cerimonial e que Paulo ENSINOU que não é necessário/não está mais em vigor o dia de sábado, mostre-me por favor.
(:
Graça e Paz seja com todos!
Nossa, que briga, hein.
Eu não sei é de nada… Só sei é que observar o Sábado do Senhor é uma bênção em minha vida. Observar o Sábado do Senhor não arranca pedaço da gente. =)
Não sei teologia nem coisas assim. Não sou da IASD, mas os respeito muito.
Parabéns, Prof. Leandro, pelo Programa Na Mira da Verdade. É ótimo, muito instrutivo mesmo.
não tenho comentários mas gostaria de receber no meu email. material digital sobre profecias biblicas que se realizaram histórico e arqueológicamente