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Na Mira da Verdade

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Ellen G. White – a profetisa que NÃO falhou – Parte 3

A Chuva de Meteoros
Nota: Aqui há uma afirmação digna de repreensão da parte de Deus. Rinaldi, assim como outros pastores que desconhecem (ou ignoram os fatos verdadeiros!) nossa história denominacional, disse que “22 de outubro de 1844 é dia marcado pelos Adventistas para a volta de Cristo” (adaptado). Ellen White, assim como os demais adventistas, nunca marcaram datas para a volta de Jesus. Quem se aventurou nisso foram os mileritas (seguidores de Guilherme Miller), observadores do domingo e que pertenciam a várias denominações evangélicas da época: Batista da Comunhão Restrita, Batista da Comunhão Livre, Batista Calvinista, Batista Arminiana, Metodista Episcopal, Metodista Evangélica, Metodista Wesleyana, Metodista Primitiva, Congregacional, Luterana, Presbiteriana, Protestante Episcopal, Reformada Alemã, etc. Poderíamos dizer que esses sim eram “profissionais” na “arte” de marcar datas. Não negamos nossa origem milerita, mas jamais iremos aceitar que como movimento organizado os Adventistas do Sétimo Dia marcaram datas para a o retorno glorioso do Salvador. Como mencionei no início dessa nota, o Pr. Rinaldi precisa ser repreendido por Deus e é com a carta de Judas que o Senhor fará isso: “Estes, porém, quanto a tudo o que não entendem, difamam; e, quanto a tudo o que compreendem por instinto natural, como brutos sem razão, até nessas coisas se corrompem. Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim, e, movidos de ganância, se precipitaram no erro de Balaão, e pereceram na revolta de Corá.” Judas 1:10-11. (Grifos meus).

Voltemos ao tema:

De forma resumida apresentarei o posicionamento de Rinaldi para “negar” que no ano de 1833 ocorreu um dos sinais do tempo do fim. Ele diz que os “Adventistas queriam mistificar o dia 22/10/1844, sendo que o evento de 1833 se encaixava bem na idéia da volta de Jesus Cristo em 1844” e a razão para isso foi baseada na afirmação do “Planetário e Escola Municipal de Astrofísica” de São Paulo de que “esse evento ocorreu realmente. Entretanto, é um evento astronômico cíclico, ou seja, ocorre com essa intensidade de 33 em 33 anos”.

Apesar do esforço monstruoso de Rinaldi e João Flávio Martinez em negarem a veracidade do evento de 1833, o mesmo é confirmado sem dificuldades porque a “chuva de estrelas” (meteoros) é precedida de outros fenômenos na natureza. Unicamente a queda de meteoros em 13 de novembro de 1833 se encaixa na profecia por que: Jesus disse que antes da queda de estrelas haveria o “escurecimento do Sol” e que a lua não daria a claridade dela. Tais eventos ocorreram em 19 de maio de 1780.

O Salvador fez menção a um “grande terremoto” em Apocalipse 6:12. Ele ocorreu em 1o de novembro de 1755, destruiu Lisboa e atingiu três continentes. Perceba que o forte terremoto ocorreu em 1755 e que o escurecimento do Sol (acompanhado daquele fenômeno em que a lua se torna vermelha como sangue) foi em 1780. Desse modo, não há outra chuva de meteoros que se encaixe no contexto profético do tempo do fim a não ser a de 1833! Ambos os acontecimentos são seqüenciais e antecedem a volta do Senhor! (Apocalipse 6:12-17).

Não negamos que sempre existiram chuvas de meteoros e concordamos com o “Planetário e Escola Municipal de Astrofísica” de São Paulo de que tal evento astronômico é cíclico, tendo ocorrido mais de uma vez na história. O que rejeitamos é a tendenciosidade de Natanael Rinaldi e seu colaborador em tirar do evento de 1833 a importância que tem no contexto dos sinais de Mateus 24:29 e Apocalipse 6:12, 13.

E, já que eles gostam de informações científicas, aí vai outra de peso:

“Provavelmente o mais notável chuveiro meteórico até hoje visto foi o de Leônidas na noite que seguiu a 12 de novembro de 1833 (13 de novembro). Algumas estações meteorológicas estimam em mais de 200.000 meteoros por hora, durante cerca de cinco ou seis horas.” – YOUNG, Charles A. Astronomy Manual, pág. 469.

Racismo

Uma das maiores “virtudes” do Pr. Natanael Rinaldi é escrever bobagens. E, acusar Ellen White de racismo beira o ridículo quando conhecemos a dedicação dela em ajudar financeiramente pessoas de todas as raças. Analisemos o outro texto que ele distorceu:

“Mas há uma objeção ao casamento da raça branca com a preta. Todos devem considerar que não têm o direito de trazer à sua prole aquilo que a coloca em desvantagem; não têm o direito de lhe dar como patrimônio hereditário uma condição que os sujeitariam a uma vida de humilhação. Os filhos desses casamentos mistos têm um sentimento de amargura para com os pais que lhes deram essa herança para toda a vida”. – Mensagens Escolhidas, vol.2, págs. 343 e 344.

O conselho que ela deu no sentido de não haver casamento entre brancos e negros, precisa ser entendido à luz da sociedade e da cultura do século passado, particularmente nos EUA.

Naquele país o racismo era enorme. Vemos que homens como Martin Luther King e outros tiveram que lutar bravamente para desfazer o preconceito racial.

Entendendo a cultura da sociedade de sua época, Ellen White, expressou algo incontestável: “que os filhos de uniões mistas sofreriam muito”. Devido a isso ela mencionou que recebeu no início de seu ministério “orientação do Senhor” de que os pais não tinham o direito de dar aos filhos esta herança de humilhações.

Felizmente a sociedade mudou para melhor neste aspecto de segregação racial. Hoje os filhos de casamentos mistos não são mais objeto de tanta discriminação.

Precisamos lembrar que os escritos de qualquer pessoa, sejam dos escritores bíblicos, seja de Ellen White, precisam ser estudados no contexto em que eles foram produzidos. Se não fizermos isto estaremos sendo injustos com a pessoa que não está presente para defender-se.

Um apelo de sua pena, em 1891, seguido em 1895 e 1896 por artigos publicados na Review and Herald, estimulou os esforços educacionais e evangelísticos em favor dos negros e deu origem a uma obra na qual seu próprio filho, Tiago Edson, tomou parte ativa. Ele produziu um livro que seria usado para (1) levantar fundos (2) ensinar analfabetos a ler e (3) ensinar as verdades bíblicas em linguagem simples. Ele fazia uso de um barco (Morning Star) para evangelizar os descendentes dos escravos.

White estava interessada no desenvolvimento de esforços missionários que produzisse eficientes resultados em comunidades brancas e negras e enviou aos obreiros desse campo muitas mensagens de conselho e ânimo. Além disso, ela salientou de modo claro que “O nome do negro está escrito no livro da vida, junto do nome do branco. Todos são um em Cristo. O nascimento, a posição, nacionalidade ou cor não podem elevar nem degradar os homens. O caráter é que faz o homem. Se um pele-vermelha, um chinês ou africano rende o coração a Deus em obediência e fé, Jesus não o ama menos por causa de sua cor. Chama-lhe Seu irmão muito amado.” . Além disso, afirmou que os que “menosprezam um irmão por causa de sua cor estão menosprezando a Cristo”

Como Rinaldi poderá continuar sustentando as acusações dele? A honestidade intelectual e o temor a Deus deveriam motivá-lo a rever os próprios conceitos e a reconhecer que assim como a Bíblia, Ellen White sempre respeitou os negros. Prova disso está no fato de que nossos irmãos, quando se deparam com os escritos dela, nunca se sentiram ofendidos.

Será que os membros do Instituto “Cristão” de Pesquisas (ICP) e do Centro Apologético “Cristão” de Pesquisas (CACP) sabem mais do que os adventistas negros a forma como Ellen White os considerava?

Considerações finais

Em meus estudos particulares e nos benefícios que recebi especialmente com a leitura dos dois volumes do “Mente Caráter e Personalidade”, possuo provas irrefutáveis do dom profético em Ellen White. Filosoficamente não tem como provar o contrário do que eu sinto, do que a leitura dos livros dela fizeram por mim em relação a minha comunhão com Deus e minha saúde mental.

E, no campo espiritual, Natanael Rinaldi – ou qualquer outro crítico da Sra. White – não pode explicar como as visões dela transformaram ateus em fervorosos cristãos – a não ser pelo poder do Espírito Santo.

O leitor sincero que quiser pesquisar sobre o dom profético na vida e obras de Ellen White e tiver o interesse de entender a origem das acusações feita contra ela (e ter acesso às refutações), poderá consultar o site oficial da Igreja Adventista no Brasil: http://www.centrowhite.org.br

Um abraço e até logo!

Leandro Quadros.

19 comentários para "Ellen G. White – a profetisa que NÃO falhou – Parte 3"

  1. Vanderlei Alves disse:

    Olá, gostei muito do comentário. A igreja Adventista ultimamente tem sido muito perseguida pelos seus acusadores, e no entanto eu tenho visto a igreja meio que nao se defendendo das acusaçoes deles. Acho que é tempo da igreja se posicionar, pois tem a verdade, e a verdade sempre prevalece em meio às mentiras. Os adventistas têm o dever de mostrar a verdade e refutar tais acusaçoes de seus opositores. Gostaria que voces enviassem, por gentileza, todos esses artigos pra meu email, pois frequentemente tenho sido atacado e com todo esse material eu estaria mais preparado para combater acusaçoes falsas. Obrigado. meu email é: vanderboy.27@hotmail.com
    Vanderlei Alves Clementino

  2. MARCELO disse:

    O leitor sincero deve primeiro entender o que a Bíblia diz, e depois conferir livro por livro, se Ellen G. White realmente fala de acordo com a Bíblia e se não acrescenta coisas que a Palavra não informa, principalmente quando influenciam a vida das pessoas, para não praticar o Confessionalismo, adaptando a Bíblia a uma crença já formada.

  3. cristiano robson disse:

    Se os adventistas nada têm a ver com os erros sobre as marcações de datas relacionadas ao advento de Cristo (como o caso de 1844), por que escreveram tantas justificativas para tentar ‘explicar’ os erros? Encontramos, inclusive, em seus instrumentos de divulgação (incluindo sites de internet ligados às suas igrejas) muitas obras sobre o tema, como é o caso de um livro que, se não me engano, tem o título de ‘subtilezas do erro’.

    1. Cristiano:

      Temos de explicar porque pessoas desinformadas disseminam mentiras sobre nós a pessoas sinceras. A defesa não é para nos justificarmos (pois, não negamos nossas raízes mileritas – apenas que, como movimento organizado, nunca marcamos datas para a volta de Cristo, seguindo o texto de Mateus 24:36).

      Se a sua fé for atacada; se aquilo que você acredita sofrer calúnias, é mais que natural defender para que outras pessoas não sejam envenenadas pelas mentiras e heresias.

      Cordialmente.

  4. jonatâ reis disse:

    graça e paz. Sou um cristão.Os livros de EGW são bons, ensinam a sentir horror pelo pecado e amor por Cristo.Convido os senhores a lerem uma hora o Desejado de Todas as Nações.Meu irmão Wagner era padre e hoje é adventista e ele eu conversamos muito.A igreja adventista é uma igreja séria,mas biblicamente existem alguns equívocos:a Bíblia diz que os sábados foram abolidos(Col.2.16-17),mas os ADSD dizem não. Dizem que são os sábados de Lev.23,mas Paulo falou pra não guardar nem dia, nem mês, nem ano(Gál.4.10 Rom.14.5) a menos que queira.A bíblia diz que Jesus declarou puros todos os alimentos(Mar.7. ), os ADSD dizem não.A bíblia diz que Jesus foi o primeiro a ressucitar para a vida eterna(1Cor.15. ), os ADSD dizem que Moisés ressucitou primeiro. Quem tem razão?

    1. Creio ter respondido suas questões nos posts enteriores, amigo Jonatâ.

      Obrigado por sua educação ao discutir tais temas. E, por indicar aos internautas a leitura do livro “O Desejado de Todas as Nações”. Ele é uma pura exaltação à Pessoa Sublime de Jesus.

  5. jonatâ reis disse:

    continuação…. Os ADSD dizem que o papado é o anticristo, mas a bíblia diz que o anticristo nega o Pai e o Filho. Isso o papa não faz(1João2.22). Os ADSD dizem que o domingo é instituição humana, e é mesmo, mas aceitam comemorar o dia de natal que foi criado por Constantino também.Os ADSD são um povo de bem? Sim são. Meu irmão é desta denominação e é um jovem muito consagrado. Os ADSD são um povo missionário ? Sim são. Mas biblicamente interpretam certos textos de forma equivocada.

    1. Irmão Jonatâ: o termo “anticristo” não significa apenas “negar” a Deus, mas, também, “ir contra”. Como foi papado quem mudou a Lei segundo Daniel 7:25 (a palavra aramaica empregada ali se refere aos Dez Mandamentos) – como podemos ver no Catecismo – não há dúvidas de que tal atitude é “ir contra” o que Deus ensinou.

      Quanto ao Natal: não o comemoramos, pois, não cremos que Jesus tenha nascido no dia 25 de dezembro. Apenas usamos a data (momento em que os corações estao sensíveis e voltados a Jesus) para evangelismo e para aproveitar e nos reunirmos com a família (sem o intuito de santificar o dia). É melhor lembrar de Jesus no Natal, na companhia dos queridos, do que viver como o mundo vive – na promiscuidade.

      Creio que esse argumento o irmão aprendeu no site do CACP…

      Já o Sábado é um mandamento moral dado por Deus antes de existir o pecado (Gênesis 2:1-3). E, precisa ser observado por todos aqueles que são criados por Ele e que querem demonstrar fidelidade (Ezequiel 20:20, 21 – veja que não é um sinal apenas entre Deus e os judeus).

      Siga o exemplo de seu irmão que, depois de ser padre, estudou a Bíblia mais a fundo e se tornou um observador do Sétimo Dia – como Jesus (Lucas 4:16).

      Um abraço.

  6. Richardson disse:

    Parabens Lenadro Quadros , que DEUS te ilumine a cada dia mais …

  7. Adna disse:

    Não lembro se foi por aqui que “ouví” alguém questionando sobre o que pregamos sobre a queda das estrelas (cumprimento profético de Mateus 24;29).
    Sobre este assunto andei pesquisando pra ver se somos os únicos que relatamos este fato.
    Pesquisando no google acadêmico, vi o seguinte artigo: (no link: http://south.atlantic.anomaly.saa.googlepages.com/Estudos_metaoros_py5aal_ok.pdf)
    Por: Jorge Albuquerque de Souza Corrêa- Dissertação de Mestrado em Astrofísica, orientada pelos Drs. José Williams dos Santos Vilas Boas e Barclay Robert Clemesha, aprovada em em 27 de fevereiro de 2003.
    Com a catalogação: CORRÊA, J. A. S.
    Estudo de meteoros e investigações de seus efeitos na
    ionosfera com dados do radar SKiYMET e GPS / J. A. S.
    Corrêa. – São José dos Campos: INPE, 2003.
    149p. – (INPE-9843-TDI/866).

    Neste documento citado acima, encontramos a seguinte declaração:
    “Observações de eventos meteóricos realizadas a partir do final do século XVIII contribuíram bastante para o início dos estudos da ciência de meteoros. A chuva Leonidas no ano 1799, Liridas em 1803 e Leonidas em 1833, são um exemplo desse fato. Particularmente em 13 de novembro de 1833, Leonidas foi um grande espetáculo que alarmou muitos daqueles que a assistiram. Foi a primeira vez que se notou que os meteoros dessa chuva eram provenientes da constelação do Leão. Em 1861, Kirkwood sugeriu que as chuvas de meteoros estariam associadas aos cometas (Kirkwood, 1867). Esta hipótese foi constatada por Schiaparelli (1866) quando anunciou que o feixe de Perseidas possuía parâmetros orbitais muito parecidos com os do cometa 1862 III (ou cometa Swift- Tuttle). CORREA, p.26.

    1. leandroquadros disse:

      Que bom contar com essa citação, Adna!

      Demorei a moderar por que estou com mais de 4000 comentários…

      Abraço!

  8. marcelo r m ramos disse:

    O Salvador fez menção a um “grande terremoto” em Apocalipse 6:12. Ele ocorreu em 1o de novembro de 1755, destruiu Lisboa e atingiu três continentes. Perceba que o forte terremoto ocorreu em 1755 e que o escurecimento do Sol (acompanhado daquele fenômeno em que a lua se torna vermelha como sangue) foi em 1780. Desse modo, não há outra chuva de meteoros que se encaixe no contexto profético do tempo do fim a não ser a de 1833! Ambos os acontecimentos são seqüenciais e antecedem a volta do Senhor! (Apocalipse 6:12-17).

    Sendo a “chuva de meteoros” um evento cíclico ocorrido de 33 em 33 anos, tivemos um em 1800, o que desmente a afirmação acima.
    (se não apagarem de novo …)

  9. marcelo r m ramos disse:

    E, no campo espiritual, Natanael Rinaldi – ou qualquer outro crítico da Sra. White – não pode explicar como as visões dela transformaram ateus em fervorosos cristãos – a não ser pelo poder do Espírito Santo.

    Acaso o Espírito Santo não pode atuar na conversão de ateus ou quaisquer outros (agnósticos, acognósticos, satanistas, etc) quando lêem artigos cristãos que não sejam de Ellen White? Isso confirmaria o dom profético deles também?
    Essa afirmação do irmão é perfeita para os católicos, evangélicos, budistas, confucionistas, e muitos outros, que também possuem em seus históricos ateus convertidos. Ou será que existem evidências de fervor apenas nas conversões de ateus para o Adventismo do Sétimo Dia?

    Quanto ao que o irmão sente, não preciso comentar.
    No mais, o artigo é interessante, e bom.

  10. marcelo r m ramos disse:

    As Leónidas são famosas devido à espectacularidade do fenómeno. A sua recorrência tende a ser de 33 em 33 anos, associada à órbita de 33 anos do Tempel-Tuttle. Podem ser observadas verdadeiras tempestades de estrelas cadentes em determinados anos, chegando a atingir os milhares de meteoritos por hora; com efeito, algumas datas assinaláveis para este fenómeno foram 1698, 1799, 1832, 1833, 1866, 1966, 1999, 2001 e 2002.

    Wikipédia (podemos verificar tal informação, mas não deve estar errado.)

  11. Luciano disse:

    No blog mcapologetico.blogspot.com fiz uma avaliação de uma parte da resposta que o senhor Leandro deu ao pr Natanael.

  12. esse é um dos melhores sites de defesa da fé adventista disponivel na web.

    1. leandroquadros disse:

      Muito obrigado por suas palavras, Luciano. Espero crescermos ainda mais e disponibilizar ainda mais materiais para amigos como você.

      Fique com Deus!

  13. Jairo Lima disse:

    Prezados, sinceramente vocês acreditam que E. White foi uma profetiza?

  14. Não entendi se com a expressão “apologize”, no contexto de sua declaração, era um pedido de desculpas por algo ou um convite para debatermos um assunto. Não sou bom em inglês – rsrsrs. Mas, um dia chego lá.

    Conte comigo sempre.

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