Novo Tempo

Na Mira da Verdade

Bíblia - 2

O argumento fracassado dos observadores do domingo – Apocalipse 1:10 (Parte 1)

Usar Apocalipse 1:10 para “provar” a validade do domingo como dia de guarda é um desrespeito a Deus.

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O argumento fracassado dos observadores do domingo – Apocalipse 1:10 (Parte 2)

Bíblia - 2

O dia do Senhor na Bíblia “Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército.  E, havendo Deus terminado no …

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Novo estudo sobre Colossenses 2:16 prova que Paulo não era contra o sábado

Bíblia grande

Um novo estudo sobre Colossenses 2:16 demonstrou que o ensinamento adventista sobre o texto é o baseado na Bíblia.

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Deus ama os espíritas, mas, odeia o espiritismo

Meditação - espiritismo

Com base em 1 Crônicas 10:13, 14 não há como negar: Deus não aprova o espiritismo.

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Isaías 66:23 e a observância do sábado na Nova Terra

Alguém fez um comentário interessante sobre o sábado: afirmou que todos – morais e cerimoniais – vieram de Deus. E essa pessoa tem razão. Discordei da opinião dela de que Isaías 66:23 não pode ser usado a favor da observância do dia do Senhor na Terra restaurada. Se o planeta será restaurado, como temos absoluta certeza (Isaías 65:17), o dia de guarda estabelecido em um mundo perfeito (Gênesis 2:1-3; compare com Êxodo 20:8-11) também será restaurado definitivamente, como um memorial do Deus Criador.

Se iremos guardar o Sábado na Nova Terra não seria melhor nos acostumarmos a fazê-lo aqui? É algo para refletirmos.

A seguir, a resposta dada à internauta:

Achei correta a sua exposição a respeito do dia de guarda. Entretanto, a forma como expôs Isaías 66:23 precisa ser analisada com mais detalhes.

Realmente, a separação entre “sábados do Senhor” e sábados “do ser humano” é equivocada, pois, todos os tipos de sábados – morais ou cerimoniais – foram dados por Deus (A Lei de Moisés é a Lei de Deus). Boa parte de nossos estudiosos não usa mais esse recurso por terem chegado a um melhor entendimento do texto bíblico. Alguns ainda fazem a distinção entre “seus sábados” (Oséias 2:11) e “meus sábados” (Ezequiel 20:12) por que precisam de maior luz sobre o assunto. Porém, não são mal-intencionados. Não podemos julgar nossos irmãos na fé.

A respeito de Isaías 66:23, os estudiosos têm notado que ali há referência a um período mensal (lua nova) e a um semanal (sábado) em que iremos adorar a Deus na Nova Terra. O período mensal é relacionado com Apocalipse 22:2 e 14 para ensinar que a festa de lua nova que iremos comemorar é o período mensal em que comeremos da árvore da vida. “A ‘lua nova’ entre os judeus nem sempre significava a festa mensal, mas simplesmente uma referência para indicar o início de cada mês entre eles” – Sutilezas do Erro (1981), p. 285.

O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia afirma sobre o verso: “Todos guardarão o sábado em sinal de eterno reconhecimento de que Cristo criou o paraíso do Éden, e recriou os novos céus e a nova terra de justiça e santidade.”

Por isso, não vemos problema algum com o referido texto de Isaías e cremos que, hermeneuticamente, ele pode sim ser usado para provar a observância do sétimo dia na Nova Terra, por se tratar de um texto escatológico (que alude a acontecimentos futuros).

Parabéns por sua disposição em estudar o assunto e por aceitar o quarto mandamento. Deus tem bênçãos para sua vida (Isaías 56:2).

Deus lhe abençoe,

Leandro Quadros.

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Muito obrigado pelos conselhos de todos vocês!

Como estou agradecido a Deus por ter recebido tantos conselhos para a elaboração do livro.

Foi minha esposa quem me deu a ideia de consultar vocês por que ela sabe o quanto são importantes para mim. Não tenho dúvidas de que Deus a iluminou para isso, pois, as dicas de vocês foram MARAVILHOSAS – e também enviadas por Deus. Tantas foram as sugestões que já penso em um segundo livro, se Deus me der a oportunidade.

No primeiro material não poderei colocar as dicas de todos os amigos e amigas, mas, não tenham dúvidas de que TODAS foram MUITO valiosas. Peço que Deus abençoe a cada um de vocês que separou um pouquinho do tempo para me escrever e me orientar. Não tenho palavras para agradecer às mais de 30 páginas de Word que pude coletar (até o momento), tantas foram as informações que Deus me deu por meio de cada um.

Orem pelo projeto – ok?

Agora separarei um tempo para refutar um irmão chamado Jean Patrick. Ele andou escrevendo algumas coisas por aí e precisa ser contraditado à luz da Bíblia – para o próprio bem eterno dele.

Um abraço e que Deus dê muita paz e saúde a cada um de vocês, queridos internautas,

Leandro Quadros.

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“Preparar… Apontar… Errou novamente!” – Parte 2

Nessa segunda parte serão respondidos os tópicos “escolhidos” por Clóvis. O que está entre aspas foi o que escrevi e o restante das linhas são o que ele pensa ser uma “refutação”. Não comentarei Romanos 9 por que nesse blog já há um resumo contextualizado de tal capítulo, que nosso irmão insiste em não entender.

“Se os cinco pontos atribuídos a João Calvino não são dele, então as enciclopédias de história eclesiástica e os comentários bíblicos estão todos errados – menos o Clóvis”. Um pouquinho de história da igreja não faz mal a ninguém. Calvino morreu em 1564, em Genebra, Suiça. Os Cinco Pontos da Remonstrância, foram debatidos e rejeitados, dando origem aos Cinco Pontos do Calvinismo, no Sínodo de Dort, Holanda, entre 1618 e 1619. Portanto, como João Calvino poderia ser o autor de um documento redigido 54 anos após a sua morte?”

Um pouco de atenção na leitura também não causa danos à saúde. Quando atribuí os cinco pontos da predestinação a João Calvino quis deixar claro que os mesmos se originam na ideia dele. Nem de perto tratei de documentos que Calvino não escreveu.

“A teologia calvinista determinista mostra um Deus que empurra “goela a baixo” a Salvação que muitos não irão querer” e que “Deus obriga a se salvar um indivíduo mesmo que ele não queira”. Quanto ao querer a salvação, o calvinismo ensina duas verdades paradoxais: ninguém quer ser salvo e ninguém é salvo sem querer. Todos os homens naturalmente resistem a graça de Deus, inclusive os eleitos. Mesmo assim, só entra no céu quem está morrendo de vontade de chegar lá. Como isso é possível? A resposta é a graça, que vence a resistência dos eleitos, levando-os a desejar o que antes odiavam.”

Ideia confusa essa. O argumento de que o Calvinismo ensina duas “ideias paradoxais” é uma desculpa para o óbvio: o Calvinismo empurra a salvação goela abaixo. Se “só entra no céu quem está morrendo de vontade de chegar lá”, então a salvação é pelo sentimento e não é mais pela graça (Efésios 2:8, 9). E se Clóvis concorda com o que ele mesmo escreveu, por que um ímpio não poderia “morrer de vontade” de entrar no Céu após a atuação do Espírito Santo?

Concordo que a graça leva-nos a desejar a salvação (Filipenses 2:13). Mas, para ela poder operar em mim preciso dar a permissão para Deus. A soberania do Criador não interfere na escolha das pessoas (Josué 24:15).

“O calvinismo tira a responsabilidade do pecador que nega a Jesus”. Pelo contrário, o calvinismo coloca a responsabilidade do homem nas bases certas. Os não calvinistas condicionam a responsabilidade ao livre-arbítrio, coisa que a Bíblia nunca faz. Já os calvinistas, e a Bíblia, baseiam a responsabilidade moral na autoridade de Deus e na luz recebida, além do fato que as escolhas morais são livres no sentido de que ninguém é coagido a pecar.”

Não colocamos a salvação sobre o livre-arbítrio e sim sobre a graça de Jesus (Romanos 11:5, 6). O que cremos é que a graça devolve-nos o livre-arbítrio para decidirmos continuarmos predestinados ou não. A responsabilidade moral não está só na autoridade de Deus por que se o tivesse, Deus é o “responsável moral” pelo pecado. Um verdadeiro absurdo, pois, o pecado não se originou por causa da “responsabilidade moral de Deus” e sim pela responsabilidade moral das criaturas para com os princípios dEle.

A responsabilidade moral está no ser humano também, pois, do contrário, não haveria necessidade de Deus deixar Dez Mandamentos para serem obedecidos (pela graça, mas, com desejo de que essa graça seja uma realidade). O começo dos mandamentos “Não” faça isso, “não” faça aquilo coloca a responsabilidade no ser humano pelos próprios atos e liquida a ideia Calvinista.

Como “ninguém é coagido a pecar se em sua “soberania” (frade de Clóvis) Deus já escolheu quem irá se salvar e exclui outros (automaticamente isso leva ao pecado!)? Clóvis tem que esclarecer essa flagrante contradição.

“… Porém, o calvinismo coloca a obediência nas bases certas: o amor. “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (Jo 14:15). Não é o medo do inferno, mas o amor e a gratidão que move um salvo à obediência prazerosa, além da obra santificadora do Espírito em seu coração.”

Se a obediência aos mandamentos é por amor, por que Clóvis não postou em seu blog um artigo sobre a guarda do Sábado? O amor faz-nos observar 9 mandamentos menos 1? (Tiago 2:10).

“Para o professor, “o calvinismo distorce o ensino do livre-arbítrio”, argumentando que “não haveria necessidade de o Espírito Santo convidar para a salvação quem quiser ser salvo (Apocalipse 22:17) se as pessoas não pudessem escolher permanecerem predestinadas ou não”. Na verdade, não cremos que o homem tenha livre-arbítrio no sentido de ter capacidade para escolher a salvação por si mesmo. Deixados por conta própria, suas escolhas livres são invariavelmente más. Ninguém escolhe a salvação sem o concurso determinante da graça. Portanto, o livre-arbítrio assim idealizado é uma tolice.”

Tolice é não querer entender Apocalipse 22:17 juntamente com Filipenses 2:13 e Eclesiastes 7:29. Eis um resumo do que a Bíblia diz sobre o livre-arbítrio:

a) Deus fez o homem justo (todos e não só os “predestinados”) – Eclesiastes 7:29;

b) O homem se tornou injusto – Eclesiastes 7:29 (não por que Deus quis, como pressupõe o Calvinismo irracional)

c) A graça e a obediência de Cristo tornam o ser humano justo – Romanos 5:19;

d) Cristo nos ajuda a escolhermos o que é bom e não o que é mau (como a perdição, por exemplo) – Filipenses 2:13;

e) A graça pode ser aceita – Apocalipse 22:17;

f) A graça pode ser rejeitada – Mateus 7:21-23.

Assim, a Soberania de Deus fica intacta e Sua justiça também. A morte de Cristo na cruz tem poder (quem duvida disso?) para dar ao ser humano a responsabilidade moral por seus atos e vontade de aceitar ou não o plano de salvação.

“Afirmações de que o calvinismo “anula a idéia de um castigo proporcional”, que “nega que todos os homens são objetos da ira de Deus”, que “ofusca a obra do Espírito Santo” na conversão, que “limita a graça de Deus” são tão despropositadas que não irei responder aqui. Basta afirmar que quem diz isso está mal informado ou mal intencionado. Apesar do título de professor e ofício de consultor bíblico, acredito que o caso do Leandro Quadros seja o primeiro.”

Gostaria de ler algo sobre a harmonia entre Calvinismo, castigo proporcional de acordo com as obras (Lucas 12:47, 48) e o trabalho do Espírito Santo em prol até mesmo dos pagãos (Romanos 1:20). Aqui Clóvis fugiu do assunto e espero ler nem que sejam algumas linhas dele sobre isso.

A Bíblia não erra o alvo

A interpretação que Clóvis deu a Romanos 8:28-30 não concorda com a opinião de grandes eruditos. Como exemplo citarei apenas um: William Barclay, considerado uma das maiores autoridades em Novo Testamento. O que BARCLAY diz sobre o texto? Clóvis deveria ler o comentário do referido autor para dar algum embasamento mais sólido ao próprio artigo. Afinal, se ele possui um blog que aborda teologia, o mínimo que poderia fazer pelos seus leitores seria disponibilizar-lhes citações de bons comentários e dar-lhes a possibilidade de conhecerem “o outro lado da moeda”. Para informar aos leitores disponibilizarei o comentário na íntegra:

“Esta é uma passagem que foi tremendamente mal usada. Se queremos compreender esta passagem devemos captar o fato básico de que Paulo nunca o entendeu como expressão de uma filosofia ou uma teologia; ele quis que fosse uma expressão quase lírica da experiência cristã. Se nós tomarmos isto como filosofia ou teologia e lhe aplicamos as medidas da fria lógica, poderia significar que Deus escolheu a alguns e não escolheu a outros, que há uma estranha e terrível seletividade no amor de Deus. Mas isto não é o que significa a passagem. Pensemos na experiência cristã. Quanto mais um cristão pensa em sua experiência, mais se convence de que nada tem que ver com ela e que tudo é de Deus. Jesus Cristo veio a este mundo; viveu; foi à cruz; ressuscitou. Nós não fizemos nada para concretizar isto; é obra de Deus. Nós ouvimos a história deste maravilhoso amor. Nós não fizemos a história; só a recebemos. O amor despertou em nossos corações; sobreveio a convicção do pecado; e com ela sobreveio a experiência do perdão e da salvação; nós não levamos isso a cabo. Tudo é de Deus. Isto é o que Paulo está lembrando aqui.

“O Antigo Testamento tem um uso muito esclarecedor do termo conhecer. “Eu te conheci no deserto”, disse Deus a Oséias sobre o povo de Israel (Oséias 13:5). “De todas as famílias da terra a vós somente conheci”, disse Deus a Amós (Amós 3:2). Quando a Bíblia fala de que Deus conhece um homem, significa que Deus tem um propósito e um plano e um intuito e uma tarefa para esse homem. E quando nós olhamos para trás em nossa experiência cristã, tudo o que podemos dizer é: “Eu não fiz isso; eu nunca poderia ter feito isso; Deus fez tudo.” E sabemos que isto não nos tira o livre-arbítrio. Deus conheceu Israel, mas chegou o dia em que Israel rechaçou o destino que Deus queria para ele.

“A guia invisível de Deus está em nossas vidas, mas no fim da jornada podemos rechaçá-la e tomar nosso próprio caminho. A profunda experiência do cristão é que tudo é de Deus; que ele nada fez e Deus fez tudo. Isto é o que Paulo quer dar a entender aqui. Significa que Deus desde o começo nos escolheu para a salvação; que em seu devido tempo veio a nós o seu chamado; mas Paulo também sabia que o orgulho do coração do homem pode fazer naufragar o plano de Deus e a desobediência da vontade do homem pode rechaçar a chamada.” – O Novo Testamento Comentado por William Barclay, p.p. 125, 126.

Fazendo usos das palavras do interlocutor, “tolice sem comparação na história da controvérsia sobre a graça” é restringir o amor de Deus a algumas pessoas e sair por aí escrevendo sobre o que não sabe.

Clóvis errou feio na pontaria

O tiro de Clóvis saiu pela culatra e, se fosse vivo, o apóstolo Pedro diria isso pessoalmente a ele através do primeiro capítulo de sua segunda carta:

“Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição; porquanto, procedendo assim, não tropeçareis em tempo algum.” 2 Pedro 1:10

Esse texto é suficiente para esmagar a teoria defendida pelo moderador do Cinco Solas. Pedro escreve a irmãos predestinados (como a Bíblia ensina e não como Calvino) e afirma que devem procurar com diligência confirmar a eleição – ou seja, ela pode não ser confirmada.

Como defender a predestinação Calvinista se os eleitos devem confirmar a eleição? Aqui transparece a verdade de que o salvo pela graça não pode ficar de braços cruzados.

Prefiro crer em Pedro. Ele era inspirado.

Tomara que da próxima vez Clóvis dê aos seus leitores a água pura e cristalina da Bíblia e não suas próprias ideias, destituídas de embasamento bíblico e de ética cristã. Desejo de coração que ele confesse seu pecado (de julgar o próximo) após refletir nas palavras de Cristo:

“Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: “Me deixe tirar esse cisco do seu olho”, quando você está com uma trave no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.” Mateus 7:3-5 (Nova Tradução Na Linguagem de Hoje)