Meditação do dia 20/02/17

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Jesus veio para glorificar a Deus
20 de fevereiro

Precisamente com este propósito vim para esta hora. Pai, glorifica o Teu nome. João 12:27, 28

A mensagem dos gregos, prenunciando a reunião dos gentios, trouxe à mente de Jesus Sua inteira missão. A obra da redenção passou por diante dEle, desde o tempo em que, no Céu, foi elaborado o plano, até a morte, tão próxima agora. Uma misteriosa nuvem pareceu envolver o Filho de Deus. Sua sombra foi sentida pelos que O rodeavam. Ele permaneceu concentrado em Seus pensa­mentos. […]

Veio então a divina submissão à vontade do Pai. “Precisamente com este propósito vim para esta hora”, disse. “Pai, glorifica o Teu nome” (Jo 12:27, 28). Somente pela morte de Cristo poderia ser vencido o reino de Satanás. Só assim o ser humano poderia ser redimido; e Deus, glorificado. Jesus consentiu na agonia, aceitou o sacrifício. A Majestade do Céu consentiu em sofrer como o que levou sobre Si o pecado. “Pai, glorifica o Teu nome”, disse Ele. Ao Cristo profe­rir essas palavras, veio, da nuvem que pairava sobre Sua cabeça, a resposta: “Eu já O glorifiquei e ainda O glorificarei” (v. 28). Da manjedoura ao tempo em que essas palavras foram proferidas, toda a vida de Cristo havia glorificado a Deus; e, na provação que se aproximava, Seus sofrimentos divino-humanos teriam que, verdadeiramente, glorificar o nome de Seu Pai.

Ao ser ouvida a voz, um clarão irrompeu da nuvem, circundando a Cristo, como se os braços do Poder Infinito se atirassem em torno dEle como muralha de fogo. O povo contemplou essa cena com espanto e terror. Ninguém ousou falar. Lábios cerrados e respiração suspensa, todos permaneceram com os olhos fixos em Jesus. Dado o testemunho do Pai, ergueu-se a nuvem dispersando-se no céu. Por um momento, cessara a comunhão visível entre o Pai e o Filho.

“A multidão, pois, que ali estava, tendo ouvido a voz, dizia ter havido um tro­vão. Outros diziam: Foi um anjo que lhe falou” (v. 29). Porém, os indagadores gre­gos viram a nuvem, ouviram a voz, compreenderam seu sentido e discerniram, na verdade, a Cristo; foi revelado a eles como o Enviado de Deus.

A voz de Deus se fizera ouvir no batismo de Jesus, ao princípio de Seu ministério, e outra vez no monte da transfiguração. Agora, ao fim desse ministério, era ouvida pela terceira vez, por maior número de pessoas, e sob circunstâncias especiais (O Desejado de Todas as Nações, p. 624, 625).

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