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Monthly Archives: abril 2011

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AFINAL O QUE É O MEI?

O MEI  ou Micro Empreendedor Individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um empreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 36.000,00 por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.

A Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, criou condições especiais para que o trabalhador conhecido como informal possa se tornar um Empreendedor Individual legalizado.

Entre as vantagens oferecidas por essa lei está o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilitará a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais.

Além disso, o Empreendedor Individual será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL).

Pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 60,95 (comércio ou indústria) ou R$ 65,95 (prestação de serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo.

Com essas contribuições, o Empreendedor Individual terá acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.

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DECLARAÇÃO ANUAL DO MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

DECLARAÇÃO ANUAL DO MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL DASN-SIMEI DO ANO-CALENDÃRIO 2011

O prazo para entrega da declaração foi prorrogado para 31 de maio de 2011.

De acordo com informações do Comitê Gestor do Simples Nacional, a Fenacon alerta os contribuintes que o programa da Declaração Anual para o Microempreendedor Individual – DASN -SIMEI, relativa ao ano-calendário 2010, situação normal, ainda não está disponível.

Orientamos o Microempreendedor Individual a não imprimir, por enquanto, o carnê de pagamentos dos meses de Março a Dezembro/2011, tendo em vista a alteração no valor do salário-mínimo.
Os novos valores estarão disponíveis no aplicativo PGMEI nos próximos dias.
O carnê mensal do MEI tem os seguintes valores:

Em 2010: de R$ 56,10 a R$ 62,10, Janeiro e Fevereiro de 2011: R$ 59,40 a R$ 65,40 ,Março a Dezembro de 2011: R$ 59,95 a R$ 65,95.

ATENÇÃO

O único custo da formalização é o pagamento mensal de R$ 59,95 (INSS), R$ 5,00 (Prestadores de Serviço) e R$ 1,00 (Comércio e Indústria) por meio de carnê emitido exclusivamente no Portal do Empreendedor.

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Segurança nas Transações Eletrônicas

Ameaças a nossa segurança tornaram-se quase uma rotina nos dias de hoje, portanto, era de se esperar que, no ambiente da Internet, isso não fosse diferente. E realmente não é! Assim como no mundo de tijolos, onde temos de trancar as portas e janelas de nossa casa, colocar grades, alarmes e tomar inúmeros outros cuidados, no ambiente virtual também temos de nos proteger de ocorrências como a clonagem do site, o roubo de senhas, o acesso a informações sigilosas trocadas entre o site e o visitante, entre outras. Existem alguns métodos para aumentar a segurança nas transações on-line, e os principais você vai conhecer agora. 

A certificação. Uma questão central para o usuário é ter certeza de que ele está transacionando com a loja correta, ou seja, não está trocando informações com o clone de um site conhecido. Para isso, existe o processo de certificação, no qual empresas conhecidas como “autoridades certificadoras†desempenham papel semelhante ao do nosso velho e conhecido cartório de registro. Elas vão certificar a identidade do servidor, isto é, vão garantir aos visitantes de seu site que ele é realmente o que eles pensam que é. Existe um processo complexo de troca de chaves pública e privada por trás da certificação, mas o que o usuário vê é um selo que atesta a identidade do site e garante que ele está trocando informações com a empresa correta. Ao clicar no selo, o visitante pode conferir se os dados do certificado, como nome da empresa, endereço completo, URL, conferem com os do site que ele está visitando. A certificação pode ser obtida diretamente da autoridade certificadora, ou indiretamente pelo seu fornecedor de hospedagem, que vai estender essa facilidade a todos os sites hospedados em seu servidor. Essa é a situação mais comum, tendo em vista que uma certificação não é um investimento barato para uma pequena empresa.

A encriptação de dados. A encriptação, ou cifração, é o uso de uma tecnologia de segurança que protege a privacidade das informações trocadas entre o site e o visitante. O sistema embaralha as informações de forma que, se um terceiro conseguir acesso aos dados, eles estarão truncados, não podendo, portanto, ser utilizados. De forma simplificada, o processo funciona da seguinte maneira: o servidor cifra a mensagem utilizando uma chave de segurança (chave pública) que só poderá ser aberta pelo visitante, o qual também utilizará uma chave de segurança (chave privada), sendo todo esse processo instantâneo e transparente para o usuário.

Segurança nas transações com cartão de crédito. O cartão, que é o meio mais prático de pagamento no e-commerce, também é o que desperta maior receio por parte do consumidor on-line. O risco de expor os dados do cartão a terceiros é a grande preocupação de muitos clientes que, mesmo possuindo o cartão, preferem fazer pagamentos usando o boleto bancário, o que demanda mais trabalho para quem compra e para quem vende, além de resultar em maior demora na entrega da mercadoria adquirida. As administradoras de cartão vêm aprimorando os sistemas de segurança da informação no processo de pagamento on-line, de forma a tornar o uso do cartão o mais seguro possível, o que é plenamente justificável, uma vez que a segurança na Internet é fundamental para maior confiança do consumidor nas compras on-line e, conseqüentemente, para o lucro dessas empresas nesse novo canal de comercialização. Anteriormente, era um fator crítico de segurança o fato de as lojas virtuais armazenarem em seus sistemas o número do cartão dos clientes, visto que isso aumentava exponencialmente os riscos de acesso indevido a essa informação. Já no sistema atual, o número do cartão não fica em poder do lojista. O cliente digita o número e a data de validade de seu cartão através de uma interface segura com a administradora do cartão, e esses dados não são fornecidos à loja. Uma novidade, implantada recentemente pela operadora Visanet, é o chamado sistema VBV, que, no momento da compra, cria mais um patamar de segurança ao levar o comprador à página do banco emissor para autenticação por meio de uma senha.
É provável que, da mesma forma que não temos um mundo 100% seguro, nunca tenhamos uma internet 100% segura. No entanto, se cada lojista se preocupar com a segurança de sua loja virtual e tomar medidas preventivas como as abordadas aqui, minimizará bastante os riscos, levando-os para um nível plenamente aceitável.

Dailton Felipini é Mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e professor de ecommerce na Universidade Ibirapuera. Autor de vários ebooks e editor dos sites: www.e-commerce.org.br e www.abc-commerce.com.br

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Importando (legalmente) da China

A china esta se tornando cada vez mais uma opção interessante para muitos empreendedores que desejam começar um negocio. Porem é bom saber que apesar do que “dizem†por ai , as negociações com fornecedores Chineses estão sujeitas a cargas tributarias . Abaixo nos vamos lhe informar alguns detalhes que devem ser observados na hora de importar (legalmente ) da China .

Para pessoas físicas o valor não deve exceder US$ 3.000,00 e, para que tudo seja feito sem maiores transtornos e diretamente em agências dos Correios, o máximo é de US$ 500,00 – acima disso será necessário contratar um agente aduaneiro ou empresa de importação, como no caso do Importa Fácil que é um serviço oferecido pelos Correios.   Se voce estiver em viagem  pode trazer até US$ 500,oo na bagagem sem pagar  impostos , porem o que passar sera taxado.  

  • Os impostos que incidem sobre a compra são de 60% sobre o valor do (produto + frete).
  • Se importar uma mercadoria de US$ 150 e o frete custar US$ 50, o total do tributo será 60% sobre US$ 200, totalizando US$ 320.
  • Caso a mercadoria seja para fins de revenda, em cima dos US$ 320 incidirá o ICMS, que varia à cada Estado e pode chegar a até 18%.
  • Cabe ao fiscal também decidir se o valor declarado é compatível com a mercadoria e, caso não seja, ele pode estipular um novo valor para então aplicar os impostos.

Você certamente vai observar que muitos sites e livretos ensinam “COMO IMPORTAR DA CHINA SEM IMPOSTOSâ€Â  pessoalmente acho isto desaconselhável  pois é tolice focar seus esforços pessoais numa  atividade que se torna ilegal no primeiro instante. O verdadeiro empreendedor não perde tempo pensando em como burlar a fiscalização , mas em como converter as dificuldades iniciais em vantagens posteriores . Veja bem, com o dólar baixo em nosso país a importação de produtos chineses se tornou muito mais atraente e rentável mesmo sendo taxada. Talvez o lucro não seja o esperado ou mesmo a competição com os “ilegais†seja até desleal , mas ter o sentimento de que não haverá ninguém da policia Federal batendo na sua porta “não tem preço†.

 Há uma gama de produtos para se negociar e centenas de oportunidades são oferecidas dia a dia , mesmo pagando todas as taxas de importações , o que se tem de fazer é garimpar as melhores oportunidades e sem medo iniciar um negocio legal.

Há também uma série de vantagens para quem importa legalmente  e que não pode ser deixada de lado , uma delas é a questão da garantia dos produtos , o que pode ajudar muito nas negociações visto que a “fama†dos produtos Chineses não tem ajudado muito. Porem é bom salientar que eles estão se adequando a normas internacionais  e com o mesmo apetite com que inundaram o mercado mundial , Aja visto a competição acirrada no ramo automobilístico .

Importar quer para uso pessoal ou mesmo comercial tem seus segredos , e você pode ter mais informações colocando aqui a sua pergunta ou sugestão .

Até mais!

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Mais Sucesso na Fiesp

O Mais Sucesso do dia 17 de março foi  especial, nós  estivemos no edifício sede da FIESP CIESP em são Paulo gravando dois programas onde contamos com a participação de vários empresários. Entre os entrevistados tivemos o  empresário Frederico Fae , diretor do NJE ( Núcleo de Jovens empreendedores)  que nos apresentou o que faz o  núcleo. †O NJE – Núcleo de Jovens Empreendedores é Formado por empresários jovens das mais diversas atividades da indústria estendida, busca preparar novos lidereres e sucessores com perfil voltado ao crescimento de suas empresas, das entidades de classe e à participação representativa na política econômica paulista e brasileira. Foi  criado em 1992 e com núcleos constituídos na maioria das Diretorias Regionais do CIESP, o NJE postula também promover a capacitação profissional do jovem empreendedor, através da realização de eventos como cursos, palestras, visitas a empresas, rodadas de negócios, entre outrosâ€Â Â Você pode saber mais sobre o NJE no site  http://www.sp.nje.com.br

Recebemos ainda os presidentes:Alan Lima da rede Brasil Diário,  Dorival dourado do grupo Boa Vista Serviços e  Manuel Matos da  câmara e net ,  que apresentaram o  tema como “Alavancar Negócios com o Comercio Eletrônicoâ€

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As vendas estão na web

No programa gravado na Fiesp/Ciesp , Manuel Matos, Presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico , disse que o comercio eletrônico  brasileiro cresce a passos largos desde 2002 e deve atingir faturamento de R$ 15 bilhões em R$ 2010. Este ano a deve registrar  crescimento de 40% no comércio online na época do Natal, assim como um aumento expressivo no número de pessoas que compram produtos pela internet  passou de 17 milhões, em 2009, para 23 milhões em 2010.

Com este crescimento, a instituição resolveu desenvolver uma cartilha para o consumidor online, já que muitos internautas não conhecem todas as ferramentas disponíveis para realizar uma boa compra na internet.

Na cartilha, o internauta pode seguir o passo a passo para realizar uma compra segura, além de conhecer explicações sobre central de atendimento, preço, descrição técnica, selos de segurança, entre outros tópicos abordados na internet. “Percebemos que grande parte dos comentários dos e-consumidores vinham em forma de dúvidas muito simples sobre a utilização do comércio eletrônico. Todos estes questionamentos foram abordados na cartilha de forma didática e neutraâ€, explica Leonardo Palhares, coordenador do comitê jurídico da camara-e.net.

Para conhecer a cartilha online, clique aqui.