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	<title>Lugar de Paz</title>
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		<title>Lugar de Paz</title>
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		<title>Solução Para a Culpa e o Pecado</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 13:22:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frederico Branco - Equipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
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		<description><![CDATA[Deus Não Foi Pego de Surpresa O plano da salvação foi estabelecido muito antes do surgimento do pecado. A Bíblia afirma que a graça divina&#160;&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Deus Não Foi Pego de Surpresa</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-180" title="tristeza" src="http://novotempo.com/lugardepaz/files/2011/07/choro5-125x125.jpg" alt="" width="125" height="125" />O plano da salvação foi estabelecido muito antes do surgimento do pecado. A Bíblia afirma que a graça divina nos foi dada “antes dos tempos eternos” (1Tm 1:9) e que Cristo é “o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13:8). Isso significa que Deus não foi pego de surpresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ele não criou robôs programados para obedecer, mas seres a Sua imagem e semelhança, livres e soberanos em suas escolhas. Se Adão e Eva fossem obedientes, eles permaneceriam eternamente em um estado de perfeita felicidade. Entretanto, eles falharam e desobedeceram a Lei Divina. A natureza do homem “tornou-se tão enfraquecida pela transgressão que lhe era impossível, em sua própria força, resistir ao poder do mal.”<a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftn1">[1]</a> Houve uma ruptura no relacionamento entre Deus e o belo casal (Is 59:2), e sabe qual era a sentença? Morte eterna (Rm 6:23).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Deus dá o Primeiro Passo Para Salvar o Homem</strong></p>
<p>Todos os dias Deus passeava pelo jardim e tinha um agradável “bate-papo” com Adão e Eva. Porém, depois do pecado o homem teve medo e tentou fugir de Deus (Gn 3:8). A tendência natural é acontecer o mesmo hoje. O homem tenta se esconder de Deus. Esforça-se para se livrar da culpa e do medo. Preenche seu tempo com alegrias passageiras. Busca soluções paliativas para um vazio no coração. Em sua busca por alegria, paz de espírito e sentido na vida, acaba tendo um encontro com o “nada”, pois é isso o que acontece quando se ignora a existência do Criador e Salvador Jesus Cristo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deus, em Sua infinita misericórdia foi ao encontro do homem “caído” e perguntou; “onde estás?” (Gn 3:9). Ele sabia onde o homem estava escondido. Isso significa que Ele sabe como e onde você está. Ainda assim Ele pergunta; “onde você está?” Ele quer curar as feridas e por isso ele deixa a voz humana falar&#8230; “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (Gn 3:10). Deus novamente pergunta; “Quem te fez saber que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses?” (Gn 3:11). Com todo amor Deus dá o primeiro passo para salvar o homem, para restaurar o relacionamento quebrado, e apresenta Seu plano de salvação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Deus Provê Um Meio</strong></p>
<p>A Bíblia descreve que Deus fez “vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu” (Gn 3:21). Essa pele era de um animal inocente que foi morto no lugar do pecador. O animal morto era uma prefiguração do Messias que um dia viria como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29; Gn 3:15). Não era o sacrifício em si que tornava o pecador justo, mas a fé na graça salvadora do Messias que derramaria Seu sangue no lugar do pecador (Jo 3:16). Mesmo nos tempos do Antigo Testamento a salvação era unicamente pela graça mediante a fé no Messias (Gl 3:6). Sobre isso, Jesus declarou; “Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o Meu dia, viu-o e regozijou-se” (Jo 8:56, ver também Gênesis 22).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Arrependimento e Confissão</strong></p>
<p>A palavra <em>arrependimento</em> na Bíblia é traduzida do termo hebraico <em>nachum</em> que significa “sentir-se triste”. O termo equivalente em grego é <em>metaneo</em>, e denota o conceito de “mudança da mente”.<a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftn2">[2]</a> Em outras palavras, o arrependimento é um estado de profunda tristeza pelo pecado e uma mudança de comportamento. F. F Bruce define da seguinte maneira:“Arrependimento (<em>metanoia</em>, ‘mudança da mente’) envolve o abandono do pecado e voltar-se para Deus em contrição; o pecador arrependido está em condições próprias para receber o perdão divino.”<a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftn3">[3]</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É Deus, que em Seu infinito amor e bondade, através do Espírito Santo, conduz o pecador ao arrependimento (Rm 2:4; Jo 16:8). O amor divino atrai o pecador. Ele compreende que Cristo morreu pelos seus pecados, e dessa maneira o coração é amaciado, pois entende que é unicamente através da morte de Cristo que ele pode ser declarado justo, libertado da culpa e da condenação. O texto bíblico afirma: “<em>O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia</em>” (Pv 28:13).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A experiência de Davi revela claramente como o arrependimento prepara o caminho para a vitória sobre o pecado. Ele cometeu adultério e um homicídio. Foi o Espírito Santo que o convenceu de seu erro. Ao reconhecê-lo, Davi não tentou ocultá-lo. Entristeceu-se pelo seu pecado, foi específico em sua confissão e não suplicou apenas por perdão, mas por um coração puro ; “<em>cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto</em>” (Sl 51:10).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Reconciliação e Justificação</strong></p>
<p>Uma vez que o pecado causa separação, o perdão provê reconciliação, isto é, a restauração do relacionamento entre Deus e o homem. “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo” (2Co 5:19).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Bíblia diz que “<em>todos pecaram</em>” (Rm 3:23). A Lei de Deus requer perfeita obediência e a quebra do mandamento exige a condenação. Então como pode o homem ser justo diante de Deus e escapar da condenação? “<em>Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo</em>” (Rm 5:1). É unicamente mediante a graça, por meio da fé na perfeita justiça de Cristo (Ef 2:8). A base da justificação não está em nossa obediência, mas na de Cristo! “<em>Por meio da obediência de um só [Cristo], muitos se tornarão justos</em>” (Rm 5:19).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ellen White descreve essa verdade nas seguintes palavras: “Visto como somos pecaminosos, profanos, não podemos obedecer perfeitamente a uma lei santa. Não possuímos justiça em nós mesmos com a qual pudéssemos satisfazer às exigências da lei de Deus. Mas Cristo nos proveu um meio de escape. [...] Viveu uma vida sem pecado. Morreu por nós, e agora Se oferece para nos tirar os pecados e dar-nos Sua justiça.”<a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftn4">[4]</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao vir a este mundo Cristo assumiu a natureza humana sem inclinação para o pecado. Foi obediente até a morte e fez justiça. Assim, todos podem dizer; &#8220;Por Sua obediência perfeita satisfez Ele os reclamos da lei, e minha única esperança está em olhar para Ele como meu substituto e penhor, que obedeceu perfeitamente à lei por mim.” <a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftn5">[5]</a> Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele pode perdoar o pecador arrependido, pois Ele mesmo cumpriu perfeitamente os requisitos da lei, e pode livrar o homem da condenação porque pagou o preço exigido – a morte. Em Cristo o pecador arrependido é perdoado, declarado justo e absolvido da sentença de morte, como declara Paulo; “<em>nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus</em>” (Rm 8:1).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Santificação</strong></p>
<p>Justificação é o ato de Deus declarar justo um pecador arrependido que reconhece pela fé que só em Cristo há perfeita justiça. Além de declarado justo, Deus o <strong><em>considera</em></strong> <strong><em>como</em></strong> justo, como se nunca tivesse pecado; está absolvido de toda culpa e encontra-se em paz com Deus (Rm 5:1). Teologicamente isso se chama <strong><em>justiça IMPUTADA</em></strong>. “O verdadeiro arrependimento e justificação levam à santificação. Justificação e santificação estão intimamente relacionadas, distintas, mas jamais separadas.”<a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftn6">[6]</a> Santificação significa “santo”, “separado”, o que envolve a transformação do caráter ao longo da experiência cristã.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Justificação é pontual.<a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftn7">[7]</a> É quando o pecador arrependido confessa seus pecados e obtém o perdão. Assim, justificação é aquilo que Deus faz <strong><em>por</em></strong> nós! Santificação é aquilo que Deus <strong><em>faz em nós</em></strong>.<a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftn8">[8]</a> “No momento da justificação ele [o pecador] é também santificado.”<a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftn9">[9]</a> Isso significa que ele recebe poder para uma vida de obediência. Teologicamente isso se chama <strong><em>justiça COMUNICADA</em></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Glorificação</strong></p>
<p>Somos glorificados em Cristo quando o recebemos como nosso Salvador, mas ainda estamos em um mundo de pecado. Por isso há um momento futuro da salvação; “<em>último dia” </em>(1Pe 1:5; 1Jo 3:2).<strong> </strong>Somente por ocasião da segunda vinda de Cristo a pessoa estará finalmente livre da própria presença do pecado.</p>
<div>Pr. Frederico Branco</div>
<div>Bacharel em Teologia Pastoral e Educacional</div>
<div>Conselheiro Bíblico da Escola Bíblica da Rede Novo Tempo de Comunicação</div>
<div>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
</div>
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<p><a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftnref1">[1]</a><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"> Ellen G. White, <em>Caminho a Cristo</em>, (Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2000), p. 17.</span></p>
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<p><a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftnref2">[2]</a><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"> Ver “Repent” em www.blueletterbible.com (acessado em 09/02/2011).</span></p>
</div>
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<p><a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftnref3">[3]</a><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"> Frederick F. Bruce, <em>The Acts of the Apostles</em>; [Greek Text Commentary], London: Tyndale, 1952, p. 97. </span></p>
</div>
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<p><a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftnref4">[4]</a><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"> Ellen G. White, <em>Caminho a Cristo</em>, p. 62.</span></p>
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<p><a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftnref5">[5]</a><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"> Ellen G. White, <em>Mensagens Escolhidas</em> (Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, ANO), vl 1, p. 396. </span></p>
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<p><a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftnref6">[6]</a><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Calibri;"> <em>Nisto Cremos</em>, p. 154.</span></span></p>
</div>
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<p><a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftnref7">[7]</a><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Calibri;"> <em>Seventh-Day Adventist Bible Dictionary</em> (Washington: Review and Herald, 1960), 8:955.</span></span></p>
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<p><a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftnref8">[8]</a><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"> <em>Nisto Cremos</em>, p. 154. </span></p>
</div>
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<p><a title="" href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=342-20110630#_ftnref9">[9]</a><span style="font-family: Calibri; font-size: x-small;"> <em>Ibid., </em>p. 155. </span></p>
</div>
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		<title>Você sabe lidar com o seu vício?</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 16:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frederico Branco - Equipe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vícios]]></category>
		<category><![CDATA[libertação]]></category>
		<category><![CDATA[vicio]]></category>

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		<description><![CDATA[Um homem que não consegue passar um fim de semana sem se reunir com seus amigos para beber. Uma moça que gasta seu dinheiro descontroladamente&#160;&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-170" title="hand holding gambling device" src="http://novotempo.com/lugardepaz/files/2011/03/dado1-188x125.jpg" alt="" width="188" height="125" />Um homem que não consegue passar um fim de semana sem se reunir com seus amigos para beber. Uma moça que gasta seu dinheiro descontroladamente com roupas, sapatos, bolsas e maquiagens. A internet é acessada diariamente por um rapaz que precisa navegar por sites pornográficos para se sentir bem. Um filho que precisa fumar maconha para aliviar sua ansiedade. Todas as semanas, um senhor precisa jogar na loteria para se sentir “vivo”. Uma jovem senhora que se preocupa e admira tanto a sua beleza que se utiliza de tratamentos estéticos de preços absurdos, contanto que permaneça bonita para se sentir feliz. Ir à academia diariamente e permanecer por lá 6 horas seguidas malhando. O sexo virtual de cada dia (ou de cada hora). Vícios?</p>
<p>Ao ler o parágrafo acima, você pode pensar: “Mas, nem todos são vícios.”, ou “Mas, nem todas estas atitudes são tão graves assim.” É, realmente há vícios que são mais aceitáveis socialmente do que outros, principalmente porque alguns são mais visíveis do que outros, mas não deixam de ser vícios, e com consequências igualmente prejudiciais. Se o homem, a moça, o rapaz, o filho, o senhor, a jovem senhora das histórias acima e você (será que você tem algum vício?) apresentam atitudes diante de uma substância ou de uma situação como: abstinência (fica irritado, ansioso, raivoso, até que consiga ter contato com aquilo que deseja), tolerância (quanto mais usa ou faz alguma coisa, mais precisa daquilo para alcançar o bem-estar que antes era alcançado com menos), perda do controle quando está fazendo determinada coisa (perda do controle do tempo, da quantidade, do gasto, etc.) e sente um desejo incontrolável diante de tal situação, é muito provável que um vício tenha sido desenvolvido e alimentado. E, em se tratando de vício, não há piores ou melhores. São vícios. Pode ser que as consequências de um sejam mais vistas do que as de outro, ou que pessoas ao seu redor sejam mais prejudicadas com um do que com outro. Mas, para a pessoa que tem o vício, o prejuízo da prisão emocional em que se encontram é o mesmo.</p>
<p>Mas, por que uma pessoa se vicia em algo? Qual é a raiz do problema? Por que se enveredar por um caminho de atitudes descontroladas? Normalmente, os vícios são “válvulas de escape” para uma angústia que a pessoa não consegue resolver por enquanto. Pode ser a morte de alguém, uma separação ou conflitos conjugais, uma dificuldade em ser ouvido dentro de casa, uma baixa autoestima que leva a uma necessidade de autoafirmação, uma falta de afeto no âmbito familiar, enfim, normalmente a pessoa que desenvolve um vício (qualquer que seja) está com alguma ansiedade, alguma angústia que está tão difícil de ser encarada e solucionada que, para aliviar-se emocionalmente, busca e encontra um meio (as drogas, o jogo, o sexo, a cerveja, a internet, a pornografia, a compra compulsiva, a obsessão pela beleza, etc) que traz um alívio TEMPORÁRIO para esta angústia. Torna-se um vício porque o indivíduo entra em um ciclo vicioso – sente a angústia – não consegue lidar com ela – procura a forma de alívio (o “vício”) – alivia-se temporariamente – o efeito do alívio acaba – a angústia volta – sente a angústia – não consegue lidar com ela – procura a forma de alívio – alivia-se temporariamente – o efeito do alívio acaba, e assim por diante.</p>
<p>E como sair disto, seja lá qual vício for?</p>
<p>1. É preciso que a pessoa admita que não tem controle sobre este vício. Muitas pessoas afirmam que possuem, sim, o controle sobre aquilo que são viciadas e que, quando desejarem, podem parar. Mas, na verdade, isto não acontece. Portanto, é preciso admitirem que, sozinhas, não conseguirão sair disto.</p>
<p>2. Procurar uma ajuda especializada de um profissional psicólogo a fim de ajudar esta pessoa a lidar com aquela angústia que a levou a buscar o vício, a fim de que ela não mais precise buscar alívio em coisas a fim de não ter que pensar nisto que dói emocionalmente e que ela não consegue lidar AINDA. Pensar vai doer, mas vai curar. O profissional também poderá ajudá-la a lidar com a ansiedade que surgirá ao abster-se do vício.</p>
<p>3. Afastar-se, ausentar-se ou eliminar o contato com pessoas, coisas e substâncias que levam a pessoa a ser tentada a cair no vício novamente.</p>
<p>4. Participar de grupos de ajuda mútua a fim de evitar uma recaída (há grupos como o NA – Narcóticos Anônimos; AA – Alcoólicos Anônimos; N/A – Neuróticos Anônimos; JA – Jogadores Anônimos; DASA – Dependentes de Amor e Sexo Anônimos, etc).</p>
<p>5. Crer que há um Deus que está sempre interessado em participar de quaisquer processos de recuperação, seja ela física, emocional ou espiritual. Portanto, além do que a pessoa pode fazer por ela mesma e além de uma ajuda profissional, há Alguém que completa aquilo que é limitado a nós.</p>
<p>Não tenha medo de admitir seus descontroles e suas impotências. Quanto mais entramos em contato com elas, mais perto estamos da cura emocional.</p>
<p>Thais Souza.</p>
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		<title>Como lidar com os conflitos</title>
		<link>http://novotempo.com/lugardepaz/2011/02/16/como-lidar-com-os-conflitos/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Feb 2011 11:49:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já reparou que parece que algumas pessoas têm tudo de forma mais fácil ou conseguem passar por problemas sem nenhum “arranhão” enquanto outras parecem ter uma vida acompanhada de sofrimentos? Por que isto acontece? Será injustiça divina? Fraqueza emocional? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-155" href="http://novotempo.com/lugardepaz/2011/02/16/como-lidar-com-os-conflitos/resiliencia/"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-155" title="resiliencia" src="http://novotempo.com/lugardepaz/files/2011/02/resiliencia-86x86.jpg" alt="" width="86" height="86" /></a>Resiliência – a capacidade de lidar com conflitos</p>
<p>Você já reparou que parece que algumas pessoas têm tudo de forma mais fácil ou conseguem passar por problemas sem nenhum “arranhão” enquanto outras parecem ter uma vida acompanhada de sofrimentos? Por que isto acontece? Será injustiça divina? Fraqueza emocional?</p>
<p>Não sei se você já ouviu falar em resiliência. Resiliência é a capacidade de passar por conflitos e ficar bem, sem grandes prejuízos. A pessoa passa por problemas, mas não sucumbe a eles. Algumas pessoas são naturalmente mais resilientes do que outras e, por isso, acabam sofrendo menos, não por causa de uma menor “quantidade” de sofrimentos, mas por não se debilitar tanto ao passar por eles e, assim, consegue viver bem. Pessoas que são mais sensíveis ao sofrimento e cuja capacidade de lidar com eles é menos desenvolvida e natural são mais prováveis de sofrerem mais porque “mergulham” mais a fundo naquilo que aconteceu de ruim, se concentram mais nos problemas. Portanto, uma primeira questão é esta: a diferença de atitude das pessoas com relação ao sofrimento.</p>
<p>Você pode pensar, então, que é injustiça algumas pessoas terem uma maior capacidade para lidar com problemas do que outras. No entanto, mesmo pessoas que não têm esta capacidade naturalmente desenvolvida, podem desenvolvê-la, colocando em prática algumas atitudes diante do sofrimento (experimentar a dor, falar sobre o que dói, se desconcentrar da dor após já ter falado sobre ela, desenvolver novas atividades e não ficar somente concentrado nos sentimentos, ter fé, ajudar alguém através da empatia, se concentrar na solução do problema, e não no problema em si). Estes são alguns fatores individuais que influenciam no sofrimento de uma pessoa.</p>
<p>Existem outros fatores que interferem, também, no sofrimento de uma pessoa além dos fatores individuais, que são os fatores familiares. Como a família (as pessoas que estão ao redor) lidam com o sofrimento? São empáticas ao sofrimento daquele membro da família que está sofrendo? Ajudam? Se disponibilizam a ouvi-lo a fim de que ele se alivie? Dão suporte de alguma forma? Colaboram para que aquela pessoa alimente os pensamentos negativos, compartilhando pensamentos e crenças também negativas? Se une à pessoa para encontrarem uma solução ou permite que ela viva o problema sozinha? Então, as atitudes de quem está ao redor da pessoa que está sofrendo por alguma questão, somado à forma como ela mesma é (os fatores individuais), influenciarão no alívio ou na piora do sofrimento dela.</p>
<p>E, fora estes fatores, está o fato em si que trouxe o sofrimento. Há perdas mais drásticas do que outras. No entanto, por mais que haja sofrimentos piores (por exemplo: morte de alguém comparado a um desemprego – as pessoas tendem a sofrer mais pela morte de alguém próximo do que a um desemprego, apesar de sofrerem, também, por causa de um desemprego), tem-se observado que não são os fatos em si que são os principais determinantes do grau de sofrimento da pessoa, e sim como a própria pessoa é e, portanto, como ela encara o problema.</p>
<p>Se desejar, posso compartilhar com você algumas características de pessoas resilientes que você também pode aprender a desenvolver através da prática. É só escrever para escolabiblica@novotempo.org.br e colocar no título do email “para Thais”, fazendo o pedido sobre este tema no corpo do email. Ele será encaminhado diretamente para mim e terei o prazer de compartilhar com você estas informações adicionais.</p>
<p>Thais Souza Fevereiro/2011</p>
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		<title>Como fortalecer o casamento</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 13:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Você passa por problemas conjugais? Já passou? Conhece algum casal amigo próximo de você que passa por isto? Que já se separaram? Que vivem infelizes?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-148" href="http://novotempo.com/lugardepaz/2010/12/10/como-fortalecer-o-casamento/divorcio_dentro_pr/"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-148" title="divorcio_dentro_pr" src="http://novotempo.com/lugardepaz/files/2010/12/divorcio_dentro_pr-86x86.jpg" alt="" width="86" height="86" /></a>Atitudes que fortalecem casamentos</strong></p>
<p>Você passa por problemas conjugais? Já passou? Conhece algum casal amigo próximo de você que passa por isto? Que já se separaram? Que vivem infelizes? É comum vermos e ouvirmos falar sobre casais infelizes e que estejam se separando. Todos os dias recebo emails e telefonemas de pessoas com algum tipo de conflito conjugal e que, por não encontrarem saída ou por não suportarem mais a situação, desejam a separação. Repetidas vezes, ouço que “o amor acabou”.</p>
<p>Mas, será que existem maneiras de os casais fortalecerem seus relacionamentos conjugais? Gostaria de compartilhar com vocês algumas atitudes que os casais podem desenvolver a fim de colocarem em ação a disposição em trabalhar pelo casamento, que muitas vezes permanece apenas no desejo e não na prática.</p>
<p>1. Aprofundem o conhecimento mútuo: quanto mais o casal conhece e entende um ao outro, mais fácil é manter-se unido. Saber desejos, preocupações, formas de pensar, problemas no trabalho, etc. Para isto, a comunicação é preciso. Vocês podem criar o hábito de, ao final do dia, conversarem sobre “os altos e baixos” do dia de cada um. Assim, estarão atualizando o conhecimento de vocês sobre vocês mesmos.</p>
<p>2. Cultivem a afeição e a admiração: é preciso alimentar pensamentos e sentimentos positivos de admiração, de carinho, lembrar de bons momentos, elogiar mais do que criticar. No dia a dia do casamento, na correria da vida, a nossa tendência é passarmos a viver no “automático”, e esquecemos de que a expressão de afeto e admiração é necessária para que a outra pessoa se lembre dos seus sentimentos por ela, assim como você também necessita disto (seja através de palavras, de atos, de contato físico, de presentes, de tempo com a pessoa).</p>
<p>3. Estejam voltados um para o outro: dar atenção ao outro em vez de dizer que está sem tempo, mesmo que esteja distante (ligando, escrevendo um bilhete, ouvindo. Isto é diferente de conversar durante o almoço assistindo à televisão, por exemplo). Lembrem-se das pequenas atenções.</p>
<p>4. Criem significados na vida em comum: criar rituais familiares, ou seja, atividades feitas pelo casal ou pela família a fim de se manterem mais unidos. São comportamentos ou atividades que vocês passam a ter o costume de fazer e que unem o casal e a família. Por exemplo, que vocês tenham um jantar especial juntos tal dia da semana, que vocês tenham um dia para fazerem algo juntos na cozinha, que ao chegarem do trabalho ao final do dia cada um fale sobre seu “alto e baixo” do dia (o que houve de pior e de melhor no dia)&#8230;  Rituais são comportamentos ou atividades que vocês gostem de fazer e que, por isso, se transforme em um hábito para vocês, de forma que vocês sempre terão o prazer de esperar por aquilo todas as semanas ou todos os dias. Pensem nisto e desenvolvam isto.</p>
<p>5. Ouçam e falem: é importante que vocês evoluam na comunicação, falando também de sentimentos, e não só de fatos do dia. Isto não significa que conversar sobre coisas mais “leves” e sobre fatos do dia não deva acontecer. Mas, procurem mesclar isto. Procurem falar sobre vocês, em vez de falar um sobre o outro. Ouvir o que o outro tem a dizer sem ficar sempre na defensiva.</p>
<p>6. Diminuam críticas, desprezo e incomunicabilidade. As críticas em tom de brincadeira também machucam. O desprezo e o silêncio não resolvem problemas. Por isso, lembrem-se que vocês são um “time” e não adversários. Vocês devem “jogar” a favor de vocês como casal, e não um contra o outro.</p>
<p>7. Entendam o que é amor: o amor é um conjunto de atitudes que envolvem vários sentimentos. Os sentimentos podem ser abalados, mas isto não significa que o amor acabou e que, portanto, precisam se separar.</p>
<p>8. Tenham amizade no casamento: sejam companheiros um do outro em situações de lazer também. Muitos casais se unem para o pagamento de contas, para a educação dos filhos, para as decisões sobre o que comprar, mas se esquecem de terem tempo juntos de lazer, de diversão, de momentos agradáveis, de momentos sem pressão. E, assim, o casamento se torna um relacionamento de “administração de tarefas e contas”, e deixa de ser agradável, leve, feliz.</p>
<p>Pensem nisto e procurem praticar o que entendem ser bom e saudável para o relacionamento. A grande maioria dos casais tem contato com diversos materiais de leitura, de vídeo, de áudio sobre casamento e aplaudem muitos deles. Mas, nem sempre praticam aquilo que elogiaram ou concordaram. Preguiça? Desmotivação? Desesperança? Escolha praticar e mudar. A decisão é sua!</p>
<p>Thais Souza &#8211; 10/dez/2010</p>
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		<title>As faces da morte</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 11:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícia do dia: “A cada minuto, 97 pessoas morrem em nosso planeta. São cerca de 140.000 mortes por dia, um milhão por semana”. Já percebeu que todo noticiário, revistas e filmes falam do assunto da morte? Essa é uma verdadeira estratégia de marketing para atrair a nossa atenção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-141" href="http://novotempo.com/lugardepaz/2010/11/17/as-faces-da-morte/forca-6/"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-141" title="forca" src="http://novotempo.com/lugardepaz/files/2010/11/forca5-86x86.jpg" alt="" width="86" height="86" /></a>Notícia do dia: <em>“A cada minuto, 97 pessoas morrem em nosso planeta. São cerca de 140.000 mortes por dia, um milhão por semana”</em>. Já percebeu que todo noticiário, revistas e filmes falam do assunto da morte? Essa é uma verdadeira estratégia de marketing para atrair a nossa atenção. Sabe por quê? Porque a morte é um tema que produz indignação, medo e curiosidade em todos nós.</p>
<p> A morte faz parte de nossa vida. A Bíblia diz que ela é resultado do pecado (Rom. 6:23). Não importa a maneira como foi provocada: assassinato, aborto, doença ou velhice. Todos nós iremos passar por ela, pois somos pecadores.</p>
<p>Agora, existe um tipo de morte que desperta indignação: homicídio. Quem não se indignou ao ver Suzanne Richthofen planejando e executando, juntamente com os irmãos Cravinhos, o assassinato dos próprios pais? E o que falar do caso da menina Isabela Nardoni, que foi brutalmente jogada da janela do seu apartamento? O próprio código penal brasileiro apresenta, do artigo 121 ao 128, os crimes e punições aos responsáveis por homicídios.</p>
<p>E a lei de Deus, o que ela tem a nos dizer sobre o assassinato? No sexto mandamento, Deus resume enfaticamente, com duas palavras, o valor e o sentido da vida: <em>“Não matarás”</em>. Êxodo 20:13. Esse é o mandamento que honra a vida que Deus nos dá. Ninguém tem o direito de tirá-la.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O que é a vida?</span></strong></p>
<p>Alguns cientistas americanos e japoneses calcularam a composição química e mineral do corpo humano e chegaram a uma conclusão desanimadora: nosso corpo e pele não valem mais do que quatro dólares, ou seja, sete ou oito reais! Isso reunindo os seguintes elementos: 65% oxigênio, 18% carbono, 10% hidrogênio, 3% nitrogênio, 1,5% cálcio, 1% fósforo e outros mais.</p>
<p>Mas nós sabemos que somos muito mais do que uma massa de carne formada por fosfato, cálcio e outros minerais. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus. (Gên. 1:26 e 27). Ele é quem nos concede o dom de viver: <em>“Pois Ele mesmo é quem a todos dá a vida, respiração e tudo mais”. Atos 17:25.</em> Além disso, você tem um propósito fantástico, que é viver para glorificar a Deus, servir às pessoas e ser feliz!</p>
<p>Quer saber o valor da vida humana? Olhe esse texto: <em>“Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata e ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo”. I Pedro 1:18 e 19.</em></p>
<p>Você tem um valor infinito diante de Deus, pois custou o preço do Seu Filho Jesus. Ele deu a Sua vida por todo o ser humano que já passou por essa Terra. Então, quando uma pessoa tira a vida de alguém, está destruindo o que Deus tem de mais precioso nesse mundo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">As faces do homicídio</span></strong></p>
<p><strong>1) Aborto</strong></p>
<p>Certo dia, um professor na Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia propôs uma questão aos seus alunos: &#8220;Aqui é a história da família. O pai tem sífilis. A mãe tem tuberculose. Eles já tiveram quatro filhos. O primeiro filho é cego. O segundo filho morreu. O terceiro filho é surdo e o quarto filho tem tuberculose. A mãe está grávida. Os pais estão dispostos a ter um aborto se for recomendado. O que é que vocês recomendam para essa família sem perspectiva de futuro?&#8221; A maioria dos alunos optou pelo aborto. &#8220;Parabéns,&#8221; anunciou o professor. &#8220;Você acabou de matar Beethoven”.</p>
<p>Nada é tão final quanto a morte, mesmo quando ela ocorre cedo na vida. Ninguém tem o direito de tirar a vida de seu semelhante, não importa a idade. Esse é um assunto sério, um tanto complicado, que merece a nossa atenção.</p>
<p><strong>2) Suicídio </strong></p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 3 mil pessoas cometem suicídio no mundo por dia. Estima-se que para cada pessoa que consegue se suicidar, 20 ou mais tentam sem sucesso e a maioria poderia ser prevista e evitada. (fonte: www.abcdasaude.com.br)</p>
<p>Psicólogos e psiquiatras apresentam os motivos para o suicídio: Pessoas que estão numa situação de extrema angústia ou apresentam um estado psicótico; depressão; uma doença incurável, sentimentos de perseguição, etc. Segundo os especialistas, essas pessoas acreditam que o suicídio é a sua única saída para a resolução de seus problemas.</p>
<p>Agostinho escreveu que o cristão não pode cometer suicídio, pois estará quebrando o mandamento “Não matarás”, o qual proíbe matar a nós mesmos. Além disso, Agostinho disse que a pessoa estaria matando a fé e a verdadeira vida. Isso é verdade. Não temos o direito de tirar a própria vida, pois somos feituras de Deus e templos do Espírito Santo (I Cor. 3:16 e 17).</p>
<p>Mas existem outras formas de suicídio. Algumas pessoas morrem aos poucos, desperdiçando a vida com coisas prejudiciais. Você não acha que uma pessoa que fuma, usa bebidas alcoólicas e drogas não comete uma forma de suicídio? E a glutonaria, não é uma forma de pré-suicídio? Algumas pessoas estão matando a vida em “suaves” prestações, destruindo o templo do Espírito Santo! Devemos cuidar do nosso corpo e mente, além de zelarmos pelo uso do nosso tempo. Isso é importante, pois cada momento deve ser vivido de forma sábia, sem desperdícios, assim como disse o filósofo Victor Hugo: “A vida já é curta, mas nós tornamo-la ainda mais curta, desperdiçando tempo”.</p>
<p><strong>3) Homicídio doloso</strong></p>
<p>Em Gênesis 4, vemos o primeiro homicídio ocorrido em nosso planeta. Caim alimentou espírito de ódio e inveja contra seu irmão Abel e tirou-lhe a vida. A partir de então, a humanidade tem registrado constantemente histórias de pessoas que quebraram o sexto mandamento, inspirados por aquele que é <em>“homicida desde o princípio” João 8:44.</em></p>
<p><em>“O homicídio existe primeiro na mente. Aquele que dá ao ódio um lugar no coração, está pondo o pé no caminho do assassínio&#8230; Os que, a qualquer suposta provocação, se sentem em liberdade de condescender com a zanga ou ressentimento, estão abrindo o coração a Satanás”. O Desejado de Todas as Nações, pág. 227.</em></p>
<p><strong>4) Palavras negativas</strong></p>
<p>Jesus mencionou o sexto mandamento no Sermão do Monte, em Mateus 5-7. Ali, o Mestre apresentou a essência da Lei e ampliou os dez mandamentos, em contrapartida ao ensinamento apresentado pelos fariseus. Ele disse: <em>“Ouviste o que foi dito aos antigos: &#8216;Não matarás&#8217;&#8230; Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo, irar-se contra seu irmão estará sujeito a mandamento no tribunal; e quem chamar-lhe tolo estará sujeito ao inferno de fogo”. Mateus 5:21 e 22.</em></p>
<p>Podemos “matar” as pessoas com os nossos sentimentos e palavras, sabia? Foi isso que Jesus disse nesses versos. Tiago mencionou que a nossa língua é como uma <em>“fagulha que põe em brasas tão grande selva&#8230; é mal incontido, carregado de veneno mortífero”. Tiago 3:5 e 8. </em>É um órgão tão pequeno que pode destruir o corpo inteiro. Quando dizemos a uma criança, por exemplo, que ela é burra ou tola, estamos destruindo uma vida e segundo disse Jesus, estaremos sujeitos ao inferno de fogo. Devemos cuidar das palavras que dizemos aos nossos filhos, cônjuge e pessoas em geral. As palavras têm um poder grandioso de fazer o bem ou o mal na vida dos outros. <em>“A morte e a vida estão no poder da língua”. Provérbios 18:21</em></p>
<p><em>“Deus nos considerará responsáveis mesmo por uma palavra proferida em desprezo a respeito de uma alma por quem Cristo depôs a vida”. O Maior Discurso de Cristo, pág. 54 e 55.</em></p>
<p>Certo pastor foi convidado a fazer o funeral de uma pessoa que havia se suicidado. Ele não sabia que aquele seria um dos dias mais impactantes de seu ministério. Ao chegar ao local do velório, encontrou muitos amigos e familiares, porém não achou a esposa do falecido. Todos estavam muito comovidos com a morte do rapaz. De repente, após alguns minutos de sua fala, todos avistaram a esposa do homem vindo em direção ao caixão, aos prantos, pedindo para ver o rosto do esposo. “Perdão” gritava ela, “Perdoe-me pelo que fiz” repetia constantemente. Antes de chegar ao caixão, a mãe do falecido segurou aquela mulher e disse: “Você não merece ver o rosto do meu filho. Foi você quem o matou”. E aquela esposa foi embora sem ver o rosto do marido. Ela, com suas palavras negativas, levou aquele homem a tirar a própria vida.</p>
<p>Existe remédio para esse veneno mortífero? Como podemos evitar que a nossa língua provoque um incêndio em nossos relacionamentos? A solução chama-se PERDÃO. O perdão desarma nosso inimigo. Ele é um balde de água fria sobre a ira. Ele afasta a nuvem negra do rancor e traz a luz do amor de Deus. Quer observar o sexto mandamento? Ame e perdoe seus inimigos. Suporte as pessoas que lhe fazem mal. Não se deixe vencer o mal, mas vença o mal com o bem, é o conselho bíblico. Que Deus lhe dê forças para honrar a sua vida e a dos outros também.</p>
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		<title>Hipocondríaco, eu?</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 11:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma palpitação no peito, uma dor de cabeça, tosses corriqueiras e até manchas na pele podem ser falsas crenças de pessoas que sofrem de um transtorno de ansiedade chamado hipocondria...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-127" href="http://novotempo.com/lugardepaz/2010/09/14/hipocondriaco-eu/hipocondriaco/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-127" title="hipocondriaco" src="http://novotempo.com/lugardepaz/files/2010/09/hipocondriaco-86x86.jpg" alt="" width="86" height="86" /></a>Uma palpitação no peito se torna motivo para a pessoa pensar que está infartando. Uma dor de cabeça a leva a pensar que pode ser um aneurisma ou, até mesmo, a presença de um tumor cerebral. Tosses corriqueiras podem causar intensa preocupação quanto a ter desenvolvido uma pneumonia. Mancha na pele? Câncer de pele! Estas são falsas crenças que passam pela cabeça de pessoas que sofrem de um transtorno de ansiedade chamado hipocondria.</p>
<p>Os hipocondríacos interpretam sensações corporais normais ou sintomas leves como sinais de uma doença muito grave, interpretando de forma errada os sintomas do seu corpo. Eles possuem um medo persistente de doenças e da possível falta de controle sobre elas. Normalmente são pessoas ansiosas que, como característica da ansiedade, possuem dificuldade em prestar atenção em algo fora delas, naquilo que está acontecendo ao seu redor. Em vez disto, prestam muita atenção em si mesmas, no que está acontecendo com elas mesmas, como forma de estarem sempre no controle de tudo o que acontece. Tudo aquilo que sai da normalidade, como o aparecimento de uma dor, de uma mancha, ou de qualquer outro sintoma, é interpretado como sendo extremamente grave e preocupante. Por isso, tendem a urgentemente marcar uma consulta médica a fim de confirmar a gravidade da doença.</p>
<p>Mas, o que geralmente acontece com pessoas hipocondríacas é que, por mais que tenham confiança no médico consultado, o medo da doença persiste mesmo quando este afirma que seus sintomas não apresentam gravidade alguma. Exames médicos podem ser solicitados e o diagnóstico pode ser negativo, mas pensamentos como “o médico deixou de prestar atenção em algum detalhe”, ou “ele errou no diagnóstico”, ou “este exame provavelmente está errado” invadem com freqüência a mente destas pessoas, o que dificulta o alívio da ansiedade. Conseqüentemente, acabam voltando ao médico diversas vezes ou trocando de médico periodicamente a fim de ouvir a opinião de outro que possa “encontrar”, definitivamente, sua doença. Outros podem se acalmar momentaneamente ou por algum período de tempo após o médico assegurá-los de que não há nada de errado com eles, ou apenas diagnosticar algo simples de ser tratado. Mas, outras preocupações tendem a emergir dias depois em relação a outros sintomas ou aos mesmos.</p>
<p>É comum que, aos médicos perceberem a frequência de consultas de uma pessoa, somadas à falta de problemas físicos, à prolixidade das explicações sobre os sintomas e à resistência em aceitar a opinião médica, orientem a pessoa a buscar o auxílio de um médico psiquiatra, que poderá avaliar o grau de ansiedade ou depressão que podem ser, na realidade, a causa dos sintomas físicos e da preocupação exagerada. Porém, as pessoas em questão tendem a se sentir extremamente ofendidas com tal orientação. Alguns buscam esta ajuda, outros não.</p>
<p>O maior desafio para estas pessoas é a compreensão de que este mal não é físico, mas emocional. Geralmente as queixas repetidas encobrem angústias que a pessoa não está conseguindo expressar. Por isso, há a necessidade de elas buscarem ajuda psicológica para o tratamento da hipocondria a fim de que consigam enxergar sentimentos e conflitos que são os verdadeiros desencadeantes de seus sintomas e preocupações. Dependendo do nível da hipocondria, a orientação de um médico psiquiatra para uso de medicamentos pode ser necessária.</p>
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		<title>O perigo do adultério</title>
		<link>http://novotempo.com/lugardepaz/2010/08/20/o-perigo-do-adulterio/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 03:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns anos, o álbum de família era composto por pai, mãe, filhos. Hoje, o quadro mudou: o que parece pai é o padrasto. O filho não está na foto, pois foi morar com o pai. A menina? Viu como está vestida de preto e coberta de piercings? O rapaz ao lado é o namorado dela. Está morando com a “família”. É... Eles não se casaram... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-118" href="http://novotempo.com/lugardepaz/2010/08/20/o-perigo-do-adulterio/chave/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-118" title="chave" src="http://novotempo.com/lugardepaz/files/2010/08/chave-86x86.jpg" alt="" width="86" height="86" /></a>Há alguns anos, o álbum de família era composto por pai, mãe, filhos. Hoje, o quadro mudou: o que parece pai é o padrasto. O filho não está na foto, pois foi morar com o pai. A menina? Viu como está vestida de preto e coberta de <em>piercings</em>? O rapaz ao lado é o namorado dela. Está morando com a “família”. É&#8230; Eles não se casaram. A mãe diz que eles estão “se conhecendo”. Nessa foto, todos estão sorrindo. Mas no dia a dia, é um “pé de guerra”. Como essa família ficou desse jeito? A tragédia começou por causa de um adultério.</p>
<p>Infelizmente, esse é o retrato de muitas famílias hoje. O que deveria ser um jardim para o crescimento de nossos filhos, se transformou numa selva hostil e densa. Por quê? O casal esqueceu de oferecer ao seu cônjuge o presente principal do casamento: fidelidade. Além disso, as famílias têm aberto brechas para Satanás entrar e fazer o que bem quiser.</p>
<p>Em latim, “adultério” quer dizer <em>“alteração, adulteração, colocar uma coisa em lugar de outra, crime de falsidade, <span style="text-decoration: underline;">uso de chaves falsas</span>, contrato falso”. </em>É isso o que acontece quando violamos o dom da sexualidade e do compromisso conjugal dados por Deus. A pureza sexual pode ser comparada a um vaso de cristal valiosíssimo, que, ao ser quebrado, dificilmente poderá ser recuperado. Você pode até colar as peças, colocar flores, mas nunca mais será o mesmo.</p>
<p> O sétimo mandamento, então, protege a nossa família e nos leva a usar a “chave certa”. É o antídoto contra a frustração. Sobre o casamento, a Bíblia diz: <em>“Digno de honra entre todos seja o matrimônio”. Hebreus 13:4.</em></p>
<p> <strong><span style="text-decoration: underline;">Digno de honra</span></strong></p>
<p>Li uma história comovente de alguém que honrou os votos do casamento.</p>
<p>Em abril de 1912, após o Titanic bater em um iceberg, cerca de duas mil e trezentas pessoas encararam a morte face a face. Não havia botes salva-vidas suficientes para todos. Apenas mil e cem pessoas poderiam abrigar-se em meio às águas congelantes do Oceano Atlântico. Um oficial dizia com insistência: “Apenas senhoras e crianças entrem no bote. Depressa! Não temos um segundo sequer a perder”. Num impulso, o oficial agarrou o braço de uma pequena anciã, Isidora Strauss, e empurrou-a em direção ao bote. Ela olhou para o oficial e apontou para o marido. “Os homens tem de ficar atrás. Somente mulheres e crianças!” disse o oficial antes de Isidora pronunciar qualquer palavra. Sem nenhuma hesitação, a senhora deu um passo para o lado, saiu do bote e foi para o lado do esposo. Ela não deixaria sozinho aquele com quem esteve casada tanto tempo. Tomou-lhe a mão e vinte minutos depois, abraçados, desapareceram nas águas geladas daquele oceano.</p>
<p>O casamento foi instituído por Deus no Éden, antes da entrada do pecado. A Bíblia diz: <em>“Então, o Senhor Deus fez cair pesado sono sobre o homem, e este adormeceu; tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela que o Senhor Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lha trouxe”. Gênesis 2:21 e 22. </em>Imagine a alegria de Adão ao ver Eva, que era “osso dos seus ossos e carne de sua carne”! Foi nesse encontro maravilhoso que Deus instituiu o casamento como união sagrada e perpétua.</p>
<p>Se você não é casado ainda, pelo menos já foi a um casamento, não é? Que dia inesquecível! Apesar da agitação dos parentes e ansiedade dos noivos, é um dia memorável. O cheiro das flores, as luzes da igreja, a orquestra que aplaude, os convidados que abraçam&#8230; Tudo isso serve para levar duas pessoas, um homem e uma mulher, a uma aliança. Isso mesmo, aliança! Você não pode se esquecer delas, viu? São para vida toda!</p>
<p>A Bíblia diz que o esposo faz uma aliança interna (no hebraico = <em>berit</em>, que significa “ligar um ao outro; amarrar”) com a sua esposa <em>(Malaquias 2:14 e 15)</em> e esta é ratificada pela união sexual, onde os dois tornam-se uma só carne <em>(Gênesis 2:24)</em>. Você sabia que todas as alianças mencionadas na Bíblia são efetivadas pelo derramamento de sangue? Desde a morte do primeiro cordeiro na porta do Éden até a nova aliança de Cristo na cruz, está presente o sangue. E no casamento não é diferente. A aliança é feita na primeira relação sexual do casal, onde ocorre o rompimento do hímen na mulher, e por consequência, há o derramamento de sangue.</p>
<p>A Bíblia diz: <em>“Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne”. I Coríntios 6:16. </em>No sétimo mandamento, Deus nos evita de formarmos “uma só carne” num relacionamento extraconjugal, o que nos levaria a “alianças fantasmas”. Um autor disse que o sexo é a “cola da alma” e ao fazê-lo com pessoas diferentes, você estará “tecendo uma teia que o enreda e que, de um jeito ou de outro, voltará para assombrá-lo”. (Loron Wade, <em>Os Dez Mandamentos</em>, pág. 65.)</p>
<p>Ao dizer “Não adulterarás”, Deus está protegendo você do engano e da frustração alheia. Como disse Carlos Drummond de Andrade: “No adultério há pelo menos três pessoas que se enganam”.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">O Mito</span></strong></p>
<p>Você já ouviu falar do “mito da grama mais verde”? É aquele indivíduo que pensa que a grama do vizinho está sempre mais verde e bela que a sua. Eu quero inventar outro mito: o do poço mais limpo. É a pessoa que acha que o poço do vizinho possui água mais pura. Esses mitos podem ser comparados ao que acontece nos casamentos, pois muitas pessoas pensam que o(a) outro(a) é mais atraente fisicamente ou intelectualmente que seu próprio cônjuge. Mas a Bíblia aconselha: <em>“Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço. Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade&#8230; Pois cova profunda é a prostituta, poço estreito, a alheia”. Provérbios 5:15 e 18; 23:27.</em></p>
<p>O problema é que vivemos numa sociedade onde as pessoas não se satisfazem mais com nada. Acham que a felicidade reside num relacionamento fantasioso. Tais pessoas defendem a prática do sexo seguro. Porém, essa “segurança” tem acarretado uma série de doenças e distúrbios psicológicos:</p>
<p>-       A cada ano, três milhões de adolescentes contraem uma doença sexualmente transmitida nos EUA;</p>
<p>-       A AIDS lidera a causa de morte entre pessoas de 25 a 44 anos de idade nos EUA;</p>
<p>-       Segundo o relatório da Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre a AIDS), feito em 2009, crianças e adolescentes com menos de 15 anos somam 2,1 milhões de infectados pelo HIV no mundo;</p>
<p>-       Casais que mantêm relações sexuais antes do casamento têm o dobro de possibilidades de separação em comparação aos casais que se mantêm puros até o casamento;</p>
<p>-       Pessoas que vivem juntas sem o compromisso do casamento possuem cinco vezes mais chances de cometerem agressão física no relacionamento. (<em>Os dez mandamentos</em>, pág. 66)</p>
<p>E o que falar dos cônjuges que não se relacionam bem &#8211; a questão da “incompatibilidade de gênios”? Será que o divórcio é a solução? Será que encontrarão felicidade em outro relacionamento?</p>
<p>Certa vez, uma jovem senhora dirigiu-se a Ellen White afirmando que não amava mais seu marido, que sua disposição em relação a ele estava mudando e que ela estava pensando seriamente em divórcio. A resposta da irmã White foi: “Meu conselho nesses casos é mudar a disposição, e não o marido”.</p>
<p>A separação nunca é a solução nesses casos. Como disse Jesus, o divórcio só é concedido em caso de adultério: <em>“Eu porém vos digo: quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério e o que casar com a repudiada comete adultério”. Mateus 19:9.</em></p>
<p><strong>A luta</strong></p>
<p>Assim como fez com o sexto mandamento, Jesus ampliou a essência do sétimo no Sermão do Monte. <em>Mateus 5:28</em> diz: <em>“Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela”. </em>O adultério acontece primeiro na mente, para depois ocorrer na ação. Isso nos adverte a cuidarmos das “avenidas da alma”, principalmente os nossos olhos, pois eles são <em>“a lâmpada do corpo”. Mateus 6:22. (Veja Prov. 27:20)</em></p>
<p>Lutero escreveu sobre os pecados sexuais: “É um vício muito perigoso e irrequieto este que se agita em todos os membros: no coração com pensamentos, nos olhos com o que se vê, nos ouvidos com o que se ouve, na boca com palavras, na mão, nos pés e em todo o corpo com atos. Dominar tudo isso exige trabalho e esforço.” (Martinho Lutero, <em>Ética Cristã</em>, pág. 133.)</p>
<p>Agostinho acrescenta: “Entre todas as lutas dos cristãos, a luta pela pureza é a mais dura”. Isso é verdade. Como os jovens são assediados por imagens e músicas de conotação sensual hoje em dia! A sexualidade virou motivo de piada, algo banal, como se fosse uma “coisa” que os seres humanos pudessem manipular. E isso está acessível a todos e a qualquer momento:</p>
<p>- Segundo o site Portal Social (www.portalsocial.org.br), as palavras “sexo” e “pornografia” estão entre as cinco palavras mais procuradas pelas crianças e adolescentes (8 a 18 anos) na internet nos EUA;</p>
<p>- Programas e propagandas na televisão com conteúdo sexual explícito;</p>
<p>- Foram registrados milhares de sites de vídeos de sexo. Estes, após o Youtube, estão entre os sites de vídeos mais visitados no Brasil e no mundo;</p>
<p>- Das quase 30 mil denúncias recebidas pela Safernet, uma organização não-governamental que recebe e investiga denúncias de crimes cometidos pela internet, 46,3% relatam casos de pornografia infantil. (www.safernet.org.br/site/noticias)</p>
<p>Não podemos nos enganar: vivemos numa era de explosão sexual e nossas crianças têm sido infectadas por esse mal. É necessário vigilância, pois basta apenas um clic, e elas estarão visitando o mundo podre da pornografia virtual e suas variantes. O sétimo mandamento, portanto, nos adverte quanto a todas as aberrações sexuais possíveis, como pornografia, homossexualismo, incesto, pedofilia e nos mantêm livres desses parasitas mortais.</p>
<p>O apóstolo Paulo nos dá um importante conselho: <em>“E não vos conformeis com esse século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente”. Romanos 12:2.</em> “Transformai-vos” em grego é <em>“metamorfoo”</em>, de onde vem a palavra metamorfose (fases da borboleta, desde a larva até a bela borboleta). Deus quer que passemos por experiência semelhante: renovação da mente.</p>
<p>Quer outro conselho? Fuja da impureza (<em>I Coríntios 6:18</em>). Isso me lembra o exemplo de José do Egito, ao ser tentado pela esposa de Potifar. José decidiu não cometer tamanho pecado contra Deus (<em>Gên. 39:9</em>) e fugiu da presença daquela mulher adúltera. Que exemplo para nós em pleno século XXI!</p>
<p>Fuja do pecado. Fuja dos sites indecentes. Fuja das más conversações. Fuja dos programas de TV com conotação sexual. Deus quer que você tenha um corpo e uma mente pura. Sabe o que você vai ganhar com isso? Felicidade, nessa Terra e na eternidade. Honre o mandamento da pureza e você receberá a honra de Deus.</p>
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		<title>O pecado debaixo dos panos</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 18:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é mais importante para você? Pessoas ou coisas? Enquanto o segundo mandamento nos adverte a não tornar as coisas mais importantes do que Deus, o décimo diz que não devemos torná-las também mais importantes que as pessoas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-107" href="http://novotempo.com/lugardepaz/2010/08/04/cobica-o-pecado-debaixo-dos-panos/dizimo/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-107" title="dizimo" src="http://novotempo.com/lugardepaz/files/2010/08/dizimo-86x86.jpg" alt="" width="86" height="86" /></a>Nessa semana (02 a 06/08), abordamos o tema &#8220;Lei de Deus&#8221; no programa Lugar de Paz. Quero aproveitar esse importante assunto para falar um pouco a respeito do décimo mandamento, que trata a respeito da cobiça: <em>“Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao teu próximo”. Êxodo 20:17.</em></p>
<p>O que é cobiçar? “É um desejo ávido, veemente, de possuir bens materiais; ambição desmedida de riquezas.” (Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa). Paulo diz que a avareza é idolatria (<em>Colossenses 3:5</em>). Enquanto o segundo mandamento (que fala da idolatria) nos adverte a não tornar as coisas mais importantes do que Deus, o décimo diz que não devemos torná-las também mais importantes que as pessoas.</p>
<p><strong>O que é mais importante para você? Pessoas ou coisas?</strong></p>
<p>Uma manhã, na hora do “rush”, quando Maria ia de carro para o trabalho, estando muito perto do carro da frente, não conseguiu parar a tempo quando o motorista da frente pisou no freio, e bateu no para-choque. Os dois carros pararam. Maria saiu, observou os prejuízos e começou a chorar. Ela sabia que a culpa era dela. Acontece que o seu carro era novinho em folha, comprado há apenas dois dias. Como é que ela iria encarar o marido? O outro motorista foi simpático, mas sugeriu que ambos anotassem a placa e o documento um do outro. Maria então abriu o porta-luvas do carro para pegar o documento. Ao pegá-lo, viu um bilhete anexo, escrito com uma letra conhecida: “Em caso de acidente, lembre-se, querida, é você que eu amo, não o carro”. Isso é bondade no momento certo, você concorda? Esse é o amor que valoriza pessoas, e não coisas.</p>
<p>A raiz da cobiça encontra-se num coração que busca a satisfação do próprio ego. Esse ego encontra-se sempre vazio, insatisfeito, pois imagina que poderá ser preenchido com coisas. Ele não suporta ver o “sucesso” alheio; quer “ser” e “ter” as coisas do outro. A cobiça, então, procede de um amor excessivo ao eu e não ao próximo. Poderíamos chamar esse amor de “autolatria”, ou “egolatria”.</p>
<p>A Bíblia diz em <em>Lucas 12:15</em>: <em>“E disse ao povo: Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui.” </em>Muitas pessoas pensam que o acúmulo de coisas trará a felicidade a elas: um carro novo, roupas novas, móveis novos, computador novo, etc. O problema é que o sistema capitalista sabe muito bem disso e criou uma estratégia de manter-nos “aprisionados” na compulsão pelas compras. O que era para ser um carro novo já não é mais – eles criam um modelo mais novo no mesmo ano. O computador novo? Esse aí perde o valor bem mais rápido do que a gente imagina! E a chamada “moda”? Faz com que sobrecarreguemos nossos armários com roupas, enquanto milhares de pessoas não têm o que vestir. Além do mais, hoje as coisas estão praticamente descartáveis, justamente para fazer comprar mais. Resultado: uma prisão chamada cobiça.</p>
<p>Nessa era materialista, as pessoas têm vivido dois grandes dilemas: a ansiedade de ter e o tédio de possuir. Elas sonham desesperadamente em ter coisas; mas quando as possuem, pensam: “Puxa que chato. Já consegui tudo o que queria. Como vou cuidar dessas coisas? Preciso de mais!”. Percebeu como somos inconstantes nas “coisas materiais”? Não seria bom seguirmos o conselho de Jesus, de buscarmos acumular tesouros no banco dos Céus? (<em>Mat. 6:20</em>), pois <em>“onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. Mateus 6:21.</em></p>
<p>“Um velho pregador, num culto de oração, orava da seguinte maneira:</p>
<p>- Senhor, ajuda-nos a confiar-Te nossos corpos.</p>
<p>- “Amém”, responderam todos com o mesmo calor de sempre.</p>
<p>- Senhor, ajuda-nos a confiar-Te nosso casamento.</p>
<p>- “Amém”, responderam mais fervorosamente os irmãos da igreja.</p>
<p>- Senhor, ajuda-nos a confiar-Te nosso dinheiro.</p>
<p>A esta petição, porém, o amém não saiu dos lábios de ninguém.”</p>
<p>Não é estranho ver que, quando a religião toca nos bolsos de algumas pessoas, esfria nelas o entusiasmo e faz emudecer os lábios? Deveríamos ter a mesma postura daquele homem entrou no tanque batismal com a carteira no bolso. O pastor perguntou-lhe: “O irmão esqueceu de tirar a carteira do bolso?” “Não, pastor”, respondeu o batizando, “estou consagrando meu dinheiro a Deus também. A cobiça e a ganância precisam ser sepultadas”. Esse homem conhecia o texto de <em>I Timóteo 6:10</em>, que diz: <em>“Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.”</em></p>
<p>Quando John Rockefeller, um dos homens mais ricos da história, morreu, seu contador foi interrogado: “Quanto John deixou?” A resposta do contador: “Tudo”.</p>
<p>Salomão escreveu: <em>“Como saiu do ventre de sua mãe, assim nu voltará”. Elesiastes 5:15. </em>Confundimos a qualidade das pessoas pelos bens que elas possuem. E talvez você seja assim. Mas quem você é não tem nada a ver com as roupas que você usa e o carro que você dirige. Deus não conhece você pelo terno que usa ou pelo vestido de marca. Ele conhece o seu coração.</p>
<p>Costumamos falar sobre a quebra de alguns mandamentos específicos, como o adultério, o assassinato e a quebra do sábado. Mas pouca atenção é destinada a alguns mandamentos que são mais subjetivos, como por exemplo, o décimo. Ellen White escreveu:</p>
<p><em>“O maior pecado que há presentemente na igreja é a cobiça.” (Testemonies, vol. 1, pág. 194). “O orgulho, o egoísmo e a cobiça&#8230; são pecados especialmente ofensivos a Deus.” (Testemonies, vol. 5, pág. 337)</em></p>
<p>Sabe por que a cobiça é tremendamente ofensiva a Deus? Por que ela teve o seu início misterioso no coração de um anjo que cobiçou a posição de Jesus, o Filho de Deus. Ela teve a capacidade de transformar anjos em demônios. A cobiça, tal como uma erva daninha, corrompe as entranhas da moral e modifica o caráter puro em um caráter degradado. Deus não suporta esse pecado porque ele não é, a princípio, materializado; mas é produzido nos recônditos do coração, quase imperceptível, onde nenhum ser humano consegue enxergar. Como o orgulho e a inveja, são desenvolvidos “debaixo dos panos” da alma.</p>
<p>Faça uma análise em seu coração, com a ajuda do Espírito Santo, e veja se existe alguma semente de cobiça ali. Talvez você esteja cobiçando posições, status, pessoas, dinheiro, coisas, bens, etc. Não sei&#8230; Mas Deus sabe. Por que você não pede para Deus queimar esse mal e destruir esse pecado que é tão ofensivo a Deus?</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Encobrindo o pecado</span></strong></p>
<p>A Bíblia diz em <em>Provérbios 28:13</em>: <em>“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” </em>Esse texto me faz lembrar a história de um homem que encobriu a sua cobiça. O nome dele era Acã. Ele pertencia à tribo de Judá e participou da vitória de Israel contra Jericó. Foi uma batalha memorável, na qual o nome de Deus foi exaltado. Mas junto com a vitória veio a advertência: <em>“Tão somente guardai-vos das coisas condenadas, para que, tendo-as vós condenado, não as tomeis; e assim torneis maldito o arraial de Israel e o confundais”. Josué 6:18. </em>Todos em Israel sabiam que não deveriam colocar a mão nos despojos da guerra. Ouro, prata, utensílios de bronze e ferro deveriam ser consagrados ao Senhor. Mas Acã deu um “jeitinho” de levar algumas riquezas para a sua tenda. Ele mesmo disse: <em>“Quando vi entre os despojos uma boa capa babilônica, e duzentos siclos de prata, e uma barra de ouro do peso de cinquenta siclos, cobicei-os e tomei-os; e eis que estão escondidos na terra, no meio da minha tenda, e a prata, por baixo.” Josué 7: 21.</em></p>
<p>Que escolha trágica! Acã encobriu a transgressão e colheu os resultados disso. Trouxe maldição para todo o Israel, para a sua família e para sua própria vida. Ele e tudo quanto possuía tiveram que ser exterminados, a fim de trazer Israel novamente para uma base sólida de santidade e justiça (<em>Jos. 7:25 e 26</em>).</p>
<p><em>Tiago 4:1-2</em><em> </em>diz: <em>“Donde vêm as guerras e contendas entre vós? Porventura não vêm disto, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? Cobiçais e nada tendes&#8230;”</em> </p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Dar ou receber?</span></strong></p>
<p> O oposto da cobiça é dar. Em vez de olharmos para o próximo e cobiçarmos seus bens ou suas posses, por que não lhe oferecemos essas coisas? Por que não lhe damos o nosso tempo, nossos bens e nossa felicidade? Não é isso o que a Bíblia diz: <em>“Mais bem-aventurado é dar que receber”? Atos 20:35.</em></p>
<p> <em>“Viver para si mesmo é perecer. A avareza, o desejo de beneficiar a si próprio, priva a alma </em><em>da vida. É de Satanás o espírito de ganhar e atrair para si. De Cristo é o espírito de dar e sacrificar-se em benefício dos outros”. Parábolas de Jesus, pág. 259.</em></p>
<p> Jesus é o melhor exemplo nesse aspecto. Ele não apenas morreu pela humanidade, mas viveu por ela. Viveu para servir e dar amor ao próximo. Paulo escreveu: <em>“Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz.” Filipenses 2:5-8.</em></p>
<p> Jesus se esvaziou e assumiu a forma de servo, a ponto de dar a própria vida numa cruz. Não existe maior exemplo de amor e serviço que este! Jesus preferiu morrer a passar a eternidade longe de nós. E se Ele foi capaz de fazer isso, por que não buscamos seguir uma vida de amor a Deus e ao próximo assim como Ele fez?</p>
<p> Ninguém nesse mundo cumpriu a Lei perfeitamente como Jesus. Somente Ele foi capaz de amar a Deus acima de todas as coisas e amar ao próximo como ele merece. Se você quer seguir a honra, você precisa buscar um relacionamento pessoal com a Honra que é Jesus. Faça isso e você encontrará a real felicidade.</p>
<p>Pr. Milton Andrade</p>
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		<title>O que é transtorno do pânico?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 13:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é uma pessoa medrosa? Tem medo do que? Gostaria de vencer os seus medos? Você conhece o transtorno do pânico e sabe como reagir a ele? Esse artigo da Dra. Thaís pode lhe ajudar!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-100" href="http://novotempo.com/lugardepaz/2010/07/26/o-que-e-transtorno-do-panico/timidez1/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-100" src="http://novotempo.com/lugardepaz/files/2010/07/timidez1-86x86.jpg" alt="" width="86" height="86" /></a>O Transtorno do Pânico é considerado um transtorno de ansiedade que é caracterizado por crises de intensa ansiedade e medo. Normalmente tais crises são repentinas e inesperadas e uma vez que a pessoa vivencia uma crise, ela fica com medo de ter novas crises, desenvolvendo nela o “medo de ter medo” novamente.</p>
<p>As pessoas que já passaram por uma crise de pânico sabem o quanto ela é desconfortável. A pessoa que apresenta a crise do pânico tem a sensação, no momento da crise, de estar morrendo ou tendo um ataque cardíaco por causa dos seguintes sintomas: taquicardia, sensação de falta de ar, sensação de aperto no peito, formigamento nas extremidades, calafrios ou ondas de calor, enjôo, sensação de estar perdendo o controle ou de estar ficando louco, sensação de desmaio, sudorese difusa (no corpo todo) ou localizada (mãos e pés), despersonalização (a pessoa tem a sensação de não ser ela mesma, sensação de sair do seu próprio corpo; esta sensação pode acontecer com pessoas ansiosas no momento ou fora do momento de crise do pânico) ou desrealização (sensação de o ambiente em volta ser ou estar diferente). Apesar da sensação de morte iminente, ataque cardíaco ou enlouquecimento, o pânico não mata ninguém! Mas é importante que, apresentando estes sintomas, a pessoa consulte um médico e se submeta a exames cardíacos e neurológicos para que qualquer possibilidade de presença de problemas físicos seja descartada.</p>
<p>Uma característica fundamental que diferencia um ataque de pânico de um ataque cardíaco ou enlouquecimento é o medo. Quando temos um ataque cardíaco ou surtos psicóticos, não há a sensação de medo envolvida, e no pânico sempre haverá o medo presente.</p>
<p>O ataque de pânico é autocontrolável, ou seja, por mais que você não faça nada para que ele termine, o próprio corpo fará com que ele cesse. Isto acontece porque quando o coração dispara e sentimos a taquicardia e a conseqüente falta de ar (sistema nervoso simpático funcionando), isto se torna um alerta para que o sistema nervoso parassimpático entre em ação, fazendo com que os movimentos do coração diminuam e sejam novamente equilibrados e isto faz com que muitos outros sintomas – falta de ar, formigamento, dor no peito, etc. – desapareçam. Por isso, não fique preocupado se não conseguir controlar o pânico porque o seu próprio corpo entrará em ação!</p>
<p>Aqui vão algumas dicas para quando você sentir que vai ter uma crise de pânico ou se você estiver tendo uma:</p>
<p>1) Primeiro de tudo, respire fundo, inspirando e expirando lentamente. É comprovado cientificamente que o exercício da respiração corta as crises de pânico em quase todos os casos! Isto acontece porque um dos sintomas na crise do pânico é a taquicardia, ou seja, a aceleração do coração, que nos dá a sensação de que vamos morrer, ter um ataque do coração ou nos descontrolarmos. Mas isto não acontece na crise do pânico; é só uma sensação! E quando respiramos lentamente, a respiração regula novamente os batimentos cardíacos, fazendo com que a os batimentos cardíacos voltem ao normal e, desta forma, diminua a sensação de falta de ar, de sufocamento e outras coisas ruins que sentimos quando temos o pânico.</p>
<p>2) Procure concentrar-se em alguma coisa fora de você quando sentir que terá o pânico ou se já estiver tendo. Olhe para alguma coisa que esteja acontecendo ao seu redor e preste atenção naquilo. Quando temos o pânico, a nossa tendência é de nos concentrarmos muito em nós mesmos, no que estamos pensando, no que estamos sentindo e quando desviamos a nossa atenção para algo fora de nós mesmos a sensação do pânico vai diminuindo. Faça isso junto com a respiração.</p>
<p>3) Aceite a sua ansiedade! Quando temos o pânico podemos não aceitar que estamos ansiosos e quanto mais pensarmos “eu não posso estar ansioso”, acabamos nos sentindo mais ansiosos ainda por percebermos que a ansiedade não vai embora!</p>
<p>4) Quando se sentir muito ansioso e com pânico, chame alguém e peça para que fique com você por alguns minutos. A companhia de alguém nestas horas pode ser importante para nos sentirmos melhor. As crises de pânico duram poucos minutos e não matam, por mais que a sensação seja a de que você vai morrer!</p>
<p>Pessoas com Transtorno do Pânico podem freqüentemente desenvolver o que chamamos de Agorafobia. Agorafobia também é um transtorno de ansiedade que faz com que a pessoa evite permanecer ou até mesmo ir a lugares ou situações nos quais qualquer escape – no caso de ter pânico ou algum mal estar – seria difícil ou embaraçoso. A pessoa que já viveu ataques de pânico pode desenvolver também o medo de ir a lugares onde ela já teve o ataque de pânico anteriormente. Por isto, o Transtorno do Pânico pode prejudicar a vida profissional, social e estudantil da pessoa envolvida. Caso ela tenha um ataque de pânico no ambiente de trabalho, o medo de voltar àquele lugar pode ser grande o suficiente para que a pessoa não queira mais ir até lá. Isto pode fazer com que os pacientes com o pânico fiquem dependentes de outras pessoas para saírem de casa ou fazerem quaisquer atividades nas quais o medo de ter o pânico esteja presente.</p>
<p>Portanto, se você está com o Transtorno do Pânico procure ajuda especializada e adequada de um psiquiatra e um psicólogo. É possível que nos meses iniciais seja necessário o uso de algum medicamento, dependendo do grau da ansiedade, para que a ansiedade muito alta &#8211; que faz com que os ataques de pânico aconteçam &#8211; seja controlada e a pessoa volte às suas atividades normais. Mas é importante também que, além do medicamento (que normalmente é temporário), a pessoa procure entender e trabalhar com possíveis conflitos que estejam contribuindo para esta ansiedade. A ajuda do psicólogo, neste caso, é fundamental.</p>
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		<title>Timidez: Como vencê-la?</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 17:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é tímido? Fica incomodado perto das outras pessoas? Tem medo de se expor ou de fazer amizades? Se você é daqueles que querem vencer a timidez, esse artigo da Dr. Thais Souza irá lhe oferecer interessantes dicas para vencer esse muro chamado timidez. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a rel="attachment wp-att-86" href="http://novotempo.com/lugardepaz/2010/07/13/timidez-como-vence-la/timidez/"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-86" src="http://novotempo.com/lugardepaz/files/2010/07/timidez-114x150.png" alt="" width="114" height="150" /></a>O que fazer para vencer a timidez?<a href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-admin/post-new.php#_ftn1"><strong>[1]</strong></a></strong></p>
<p><strong> </strong>Todas as pessoas apresentam um grau moderado de timidez em algum momento da vida. Mas, em algumas pessoas, a timidez está presente constantemente trazendo, com ela, sensações desagradáveis de desconforto e inibição que são sentidos principalmente em ambientes onde há interação social. Sintomas físicos – tremor, sudorese, rubor – e psicológicos – preocupações excessivas com atitudes, pensamentos e reações dos outros – estão presentes. Para você que sofre com isto, não se desespere! Você pode aprender a lidar com a sua timidez! Veja algumas dicas:</p>
<p> 1) Entenda que timidez não é defeito. Todas as pessoas possuem um grau de timidez. Umas mais do que outras. A timidez é um jeito mais retraído de ser e de lidar com as outras pessoas em diferentes situações.</p>
<p> 2) Aceite a sua timidez. Aceitar não quer dizer se acomodar e se isolar. É não se sentir na obrigação de ter que acabar de vez com a timidez e se transformar em uma pessoa extrovertida. Você não precisa fazer isto! É melhor ser uma pessoa naturalmente tímida do que uma pessoa com comportamento extrovertido falso. As outras pessoas percebem quando somos falsos. Não tenha medo dos outros perceberem que você é tímido!</p>
<p> 3) Não se compare com outras pessoas mais extrovertidas. Quando nos comparamos, na maioria das vezes, nos inferiorizamos e isto piora a timidez.</p>
<p> 4) Enfrente situações temidas! Se você é muito tímido para expor seus pensamentos numa roda de amigos, dê um palpite curto sobre um assunto um dia; treine, outras vezes, iniciar conversas curtas só de cumprimento, falando “oi, como vai, tudo bem, boa noite, bom dia”. Treine várias vezes. Com o tempo, vá aumentando o diálogo, e você vai sentir que a fala sairá mais naturalmente.</p>
<p> 5) A pessoa tímida tem a tendência de prestar muita atenção nela mesma nas situações nas quais ela se encontra insegura. Ela pensa: “O que as pessoas estão pensando de mim? Será que estou vermelho? E se aquela pessoa vier conversar comigo?”. Nesses momentos, faça um esforço para prestar atenção no que está acontecendo ao seu redor, em vez de prestar atenção nesses pensamentos.</p>
<p> 6) Pare de esperar o pior! Os pensamentos negativos fazem com que o tímido se sinta derrotado antes mesmo da situação acontecer, e isso o leva a se isolar mais ainda. Tente se lembrar das vezes que o “pior” que você imaginou não foi tão ruim assim.</p>
<p> 7) Se a sua timidez estiver trazendo para você alguns sintomas físicos importantes como tontura, mal-estar, náusea, perda momentânea da fala e fuga, talvez seja interessante você procurar a ajuda de um psicólogo cristão para lhe ajudar mais a fundo no manejo desse sentimento.</p>
<p> Última dica: Busque o auxilio de Deus para os seus contatos sociais. Quantas vezes Deus prometeu a vários filhos Seus que colocaria na boca deles o que eles deveriam dizer, na hora certa! Veja o que está escrito em Êxodo 4:10-12: “Moisés respondeu ao SENHOR: —Ó Senhor, eu nunca tive facilidade para falar, nem antes nem agora, depois que começaste a falar comigo. Quando começo a falar, eu sempre me atrapalho. E disse-lhe o SENHOR: Quem fez a boca do homem? Ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o SENHOR? Agora vá, pois eu o ajudarei a falar e lhe direi o que deve dizer.” Isto Deus faz com você hoje também, se você pedir.</p>
<hr size="1" /><a href="http://novotempo.com/lugardepaz/wp-admin/post-new.php#_ftnref1">[1]</a> Escrito por Thais Seidel de Souza</p>
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