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Carros usados estão entre as preferências do consumidor


A crise econômica no Brasil afetou inúmeros setores, dentre eles o de venda de automóveis zero quilômetro. Em todo o ano passado, a venda de veículos novos caiu 26,55% em relação a 2014. Foi o terceiro ano consecutivo de queda, o que resultou no fechamento de mais de mil concessionárias somando 32 mil demissões.

Mas se por um lado os zero quilômetros estão em baixa, os semi-novos, aqueles com até 3 anos de uso, ganham cada vez mais espaço no mercado. Somente no primeiro semestre deste ano, foram vendidos 3 milhões e 900 mil carros usados.
E nessa época de ascensão na venda de veículos seminovos, quem decide vender o próprio carro também sai na vantagem, mas para isso, é preciso pesquisar a melhor forma de fazer a venda, ou seja, se passa para a concessionária e a esta vende o veículo; ou tenta a venda direta, a chamada particular.
Leandro é proprietário de uma concessionária em Mogi das cruzes no interior de São Paulo. Ele explica que existem duas opções para quem quer vender um carro via concessionária. A primeira é a compra direta feita pela loja.

Para quem optar por essa venda através de concessionária é importante estar atento em alguns detalhes para não cair em alguma roubada. Antes de deixar o veículo consignado na primeira loja, o ideal é pesquisar sobre o estabelecimento e isso inclui informações como CNPJ, para evitar golpe, e verificar as taxas oferecidas pela concessionária, para ser algo bom economicamente.

A diretora do Procon disse que o órgão só pode interferir nessa relação comercial se na transação houver algum descumprimento da proposta firmada em ambas as partes. Ela ainda chama atenção dos consumidores e fornecedores para se informar sobre a lei federal 13.118, de 25 de março de 2015, antes de realizar a transação.

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