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Feliz Sábado

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Do sábado para o domingo

O justo se alegra no Senhor e nEle confia; os de reto coração, todos se gloriam. Salmo 64:10

Harlle Silva Costa é adventista desde criança. Em dezembro de 2006, ela foi aprovada em uma seleção para professor na Universidade do Estado da Bahia Harlle começou, então, a orar a Deus para que orientasse suas decisões e a guiasse de acordo com Sua vontade. Separou, então, alguns dias para estudo, aguardando as informações sobre local e data das provas. Para sua surpresa, a primeira prova foi marcada para o dia 7 de fevereiro de 2009, um sábado antes do Carnaval. Harlle pediu ao grupo de oração de sua igreja que orasse para que Deus fizesse o melhor.

Dois dias antes da data marcada para a prova, Harlle recebeu uma ligação de uma colega, e comentou sobre o assunto. A amiga lhe incentivou a encaminhar um documento solicitando uma alternativa com base legal. Harlle foi convencida a redigir o documento, pois sabia que Deus estava no comando.

Após as aulas desse dia, por volta de 22 horas, ela falou com Deus mais uma vez sobre o assunto e resolveu acessar o site oficial do concurso para em seguida iniciar a redação. Ao abrir a página da internet, a primeira coisa que leu foi: “Mudança da data da prova.” Seu coração parecia pular de alegria.

Ela imaginou que teria mais um tempo, talvez mais um mês, para resolver a situação. Restava olhar no calendário a nova data a fim de verificar se seria novamente num sábado. A informação era que a prova havia sido transferida para o dia seguinte, ou seja, domingo. Harlle não pôde conter as lágrimas.

Deus fez o que parecia impossível aos olhos humanos. Após cumprir todas as etapas da seleção, Harlle foi aprovada em primeiro lugar. Em 20 de maio de 2009,assumiu efetivamente a vaga que Deus lhe reservou.

Fico muito feliz em testemunhar num ambiente em que as pessoas estão muito mais centradas na razão humana do que na providência divina. Deusé sempre fiel.

Harlle Silva Costa
Associação Bahia Sul (Uneb)

Fonte: Meditações para o Pôr-do-Sol – Adorando ao Entardecer – Ministério de Mordomia Cristã da Divisão-Sul Americana da IASD

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Confiança durante a provação

No tocante a mim, confio na Tua graça; regozije-se o meu coração na Tua salvação. Salmo 13:5

Marcelino Pereira de Azevedo era dono de um comércio de roupas em Juazeiro, Bahia, no mercado municipal em que trabalhou durante vinte anos. Em dezembro de 2002, ele viajou para Caruaru, Pernambuco, a fim de fazer compras para seu estabelecimento. O ônibus estava cheio de comerciantes, que também iam fazer compras. De repente, no meio da noite, eles foram acordados por uma freada brusca, e imediatamente o motorista conduziu o ônibus por uma estrada de chão fora da pista. Dois homens que estavam dentro do ônibus e se diziam comerciantes surpreenderam a todos com um assalto, e dominaram os passageiros e o motorista.

No fim da estrada de chão, mandaram parar o ônibus, e lá estavam mais dois assaltantes, que dispararam tiros para o ar e ordenaram que todos saíssem do ônibus. Marcelino levava no bolso R$ 1.030,00, conseguidos com muito trabalho. Escondeu R$ 630,00 debaixo da poltrona e desceu com R$ 400,00 para entregar aos assaltantes. Eles ameaçavam dizendo que se alguém não entregasse o dinheiro, seria morto. O coração de Marcelino batia forte ao ouvir essas ameaças, mas ele estava com o pensamento ligado a Deus, em oração, pedindo para que eles não levassem o dinheiro.

No mesmo instante, sua esposa e um dos filhos, que não conseguiam dormir, cada um em um local diferente, sentiram um forte desejo de orar por Marcelino. Era o exato momento em que ele estava refém dos bandidos, junto com os demais passageiros. A oração dos filhos de Deus tem muito poder: Marcelino saiu ileso e com todo o dinheiro para o sustento da família. Dentre as 53 pessoas, somente ele não foi assaltado.

Alguns lhe disseram: “Você é um homem de sorte!” Outros perguntavam se ele era um “crente”, ao que prontamente respondia: “Sim!” De todas as bolsas e sacolas que estavam dentro do ônibus, só a dele escapou. A do seu colega, que estava ao seu lado, foi aberta e infelizmente levaram todo o seu dinheiro, e ainda espalharam todos os documentos do restante das pessoas na saída da porta. Mas não tocaram na bolsa de Marcelino, e estava tudo em ordem: talão de cheques, cartões de crédito e outros objetos de valor.

Em março de 2003, em uma quarta-feira, às 6 horas, um irmão chamado Daniel telefonou para a casa de Marcelino dizendo que o mercado em que ele trabalhava estava em chamas, e que o seu box estava sendo devorado pelo fogo. Junto com a família, Marcelino não ficou desesperado. Esse era o exato momento em que estavam fazendo o culto matutino. Terminaram o culto, tranquilos, pois não havia mais nada a fazer além de confiar no poder de
Deus. Após o culto, Marcelino e os filhos foram ao mercado. Quando chegaram ao local, ficaram assustados, pois todos os boxes estavam queimados.

Não havia sobrado nada além de cinzas. Antes de chegar diante do seu box, Marcelino pôde ver um quadro desolador: até construções de alvenaria não haviam resistido ao fogo. O desespero era total. Os bombeiros tinham controlado as chamas, mas não restara muito.
Os destroços ainda estavam fumegando, mas o box de Marcelino ainda estava em pé. Quando ele abriu a porta do box, a repórter da televisão local falou assim: “Este foi o único sortudo; seu estabelecimento comercial não foi destruído.” Marcelino sabe que a explicação é outra: foi a poderosa mão de Deus que nos protegeu. Quando somos fiéis e mantemos comunhão diária
com Deus, não tememos as provações, nem o fogo destruidor.

Marcelino Pereira de Azevedo
Missão Pernambucana Central (Uneb)