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Feliz Sábado

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Meditação – Deus honra os fiéis

Portanto, diz o Senhor, Deus de Israel: [...] Aos que Me honram, honrarei, porém os que Me desprezam serão desmerecidos. 1 Samuel 2:30

Sonila iniciou seu curso universitário e, de maneira espontânea, se aproximou dos colegas e professores. Tendo um coração generoso e espírito prestativo, logo conquistou a amizade de todos. A cada um que fazia aniversário, ela oferecia uma literatura e um cartão com palavras de apreço. Para aqueles que esqueciam seus materiais de aula, ela sempre tinha o necessário para suprir-lhes as necessidades, fosse um lápis, uma caneta, folhas avulsas para anotações. Sempre tinha seus apontamentos em dia para oferecer àqueles que tinham dificuldades.

Sem distinção, sua simpatia e ternura eram vivenciadas por todos. Como resultado, seus colegas de classe não tinham dificuldades para aceitar suas explicações quanto ao sábado, e seu grupo de estudos sempre se adaptava para que ela pudesse participar das atividades acadêmicas. Sendo tão atenciosa, alguns a procuravam para compartilhar suas lutas e preocupações. Sempre estava orando e animando seus colegas. Sua fé era vista por todos os colegas de classe com muito respeito.

Num determinado dia o coordenador comunicou a data da apresentação do trabalho de conclusão do curso. Seria no sábado. A reação da turma foi instantânea ao lembrar o professor de que Sonila não podia, pois era guardadora do sábado. Então o coordenador do curso disse: “É verdade! Eu me esqueci. Vamos mudar a data para outro dia da semana.”

Por honrar a Deus, Ele a honrou. No final do curso, recebeu placas de homenagens dos seus professores e colegas. Fruto dessa fidelidade a Deus foi a conversão e batismo de um dos seus companheiros de classe, que posteriormente trouxe a família consigo para viver as alegrias da amizade com Deus.

Na placa que recebeu dos professores, uma frase ali impressa resumiu o que aconteceu: “A amizade é um investimento sábio.”

Jefferson Castilho
Associação Paulista do Vale (UCB)

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Deus é fiel

Cantarei para sempre as Tuas misericórdias, ó Senhor; os meus lábios proclamarão a todas as gerações a Tua fidelidade. Salmo 89:1

Gislene Goulart era professora em uma escola adventista e vivia um dilema: o salário só dava para duas semanas do mês. Nas próximas semanas, as compras eram no cartão de crédito. No mês seguinte, metade do salário era só para pagar o cartão já utilizado, e a outra metade acabava em dias.

O presidente de Associação Bahia Central, escritório que administra as igrejas e instituições adventistas na região central do estado, fez uma semana de oração sobre mordomia na igreja de Gislene. Falou sobre a devolução não apenas do dízimo, mas também do pacto. Gislene e o marido decidiram devolver 10% de pacto. Antes mesmo de receber o próximo salário e cumprirem a promessa, o Senhor já começou a lhes abençoar. Duas de suas alunas
passaram a ir para a escola com Gislene, pagando o equivalente ao combustível que gastava por mês. Além dessa economia, o Senhor fez com que o dinheiro “esticasse”, acabando só um dia antes de o próximo salário chegar, e
nunca mais deixou de ser assim.

No final daquele ano, o marido de Gislene decidiu estudar Teologia no Iaene. Tudo estava dando certo até chegar à metade do primeiro ano, quando ela e o marido foram colportar. Saíram do trabalho com apenas R$ 500,00 de lucro.
Precisavam pagar a faculdade dele, pagar o aluguel e ainda se manter com a alimentação durante todo o semestre. Resolveram vender o carro, um Gol 86. No mesmo dia em que anunciaram a venda do carro, apareceu comprador
disposto a pagar à vista. Eles viveram dois meses com aquele dinheiro. Quando estava terminando, receberam o pagamento de uma empresa que lhes devia por palestras realizadas pelo marido de Gislene havia uns 9 meses. Viveram o restante do ano com aquele valor. Então, chegou a colportagem novamente.

Mesmo com as dificuldades financeiras, eles nunca deixaram de devolver o dízimo e o pacto. Seu marido, nos momentos de oração de madrugada, começou a sentir vontade de fazer um novo pacto: separar mais 10% do resultado daquelas férias para ajudar os necessitados. Com isso, 30% já estavam comprometidos para o Senhor.

No último culto de quarta-feira daquelas férias de colportagem, uma irmã disse ao marido de Gislene: “Quero lhe dar um presente. Vou lhe dar um terno.” No outro dia foram ao shopping e ela comprou um terno belíssimo, que não poderiam comprar tão cedo. Ao agradecer-lhe, disseram: “Irmã, a senhora é um anjo!” Ela respondeu: “Não, sou apenas um instrumento de Deus. Ele quer lhe dar este presente e está me usando para isso.”

Naquela mesma quarta-feira, depois do culto, outro irmão lhe disse: “Sabe, estive pensando em você, quero lhe pagar os estudos.” Que culto de quarta-feira abençoado!
Gislene sempre ouviu histórias surpreendentes sobre como Deus é fiel aquem Lhe é fiel. Mas não imaginava quantas bênçãos o Senhor poderia derramar sobre ela, quando começasse a prová-Lo. E ela viu que Deus é muito bom!
Gislene tem certeza de que novos milagres ainda virão.

Quando somos fiéis ao Senhor e resolvemos ajudar os outros, nós começamos a ser ajudados de maneiras que não esperávamos. Quando retornamos ao colégio, estávamos cheios de alegria pelas maravilhas que Deus havia feito por nós. E ainda pudemos ajudar outra pessoa com a porcentagem do pacto que havíamos feito.

Gislene Goulart Niderstrasser
Associação Bahia Central (Uneb)

Fonte: Meditações para o Pôr do Sol – Adorando ao Entardecer – Ministério de Mordomia Cristã da Divisão Sul-Americana

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Romanos 8:38-39

Nesta se mana que nos enviou o verso bíblico favorito foi o Marcos que mora em Ceilândia – DF. O texto está em Romanos 8:38-39:

38 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes,
39 nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Envie também o seu texto bíblico favorito, basta clicar no menu “Participe” e você poderá compartilhar com muitas pessoas as palavras que lhe tocam o coração!

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Deus cuida de nós

Os meus olhos procurarão os fiéis da Terra, para que habitem comigo; o que anda em reto caminho, esse me servirá. Salmo 101:6

Em uma rua de Cuiabá, em frente à Casa Cuiabana, um centro cultural da capital mato-grossense, é possível encontrar uma mulher muito simples e dedicada chamada Vanusa. Ela trabalha com um carrinho de água de coco e vende pão de queijo, bolinho de arroz, entre outras coisas. Vanusa carrega em seu rosto as marcas de uma vida de sofrimento e privação. Um dia, através de sua tia, conheceu a Igreja Adventista e seus princípios. Na primeira vez que entrou em uma igreja, na cidade de Várzea Grande, estava realmente desesperada e com dificuldade financeira. No entanto, em contato com os irmãos da igreja, ela se sentiu amada e abraçada. Recebeu diversos utensílios, roupas e alimentos para auxiliar no seu sustento. Em pouco tempo, começou a receber estudos bíblicos.

Ela decidiu se batizar, mas não sem antes devolver o primeiro dízimo. Decidiu dedicar a Deus a décima parte de todos os seus ganhos. A sensação que experimentou foi de muita gratidão e que devia muito mais para Ele. Então, decidiu fazer o pacto de acrescentar mais 10% para dar de oferta.

Depois que começou a ser fiel a Deus com os dízimos e ofertas, ela sentiu como se Deus abrisse as janelas do Céu e derramasse muitas bênçãos. Quando obtém seus ganhos, ela logo separa a parte de Deus. Certa vez, após haver se separado do marido, devido a alguma dificuldade decidiu usar o dízimo para pagar uma conta. Sentiu-se muito mal, perdeu a paz, não conseguia o dinheiro para repor o dízimo e sentiu em seu coração que estava colocando a mão em dinheiro que não era seu. Apesar de ter uma profissão simples, ela ajuda seus filhos a estudarem, sua filha e netos com aluguel e sustento, e tem planos de comprar um trailer para ampliar seus negócios.

Deus cuida de mim. Às vezes, eu me preocupo se vou ter o dinheiro para pagar certas contas e, quando eu menos espero, o dinheiro está na minha mão.

Vanusa Marques Portela
Associação Mato-Grossense (Ucob)

Fonte: Meditação para o Pôr do Sol – Adorando ao Entardecer – Ministério de Mordomia Cristã da Divisão Sul-Americana

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Confiança durante a provação

No tocante a mim, confio na Tua graça; regozije-se o meu coração na Tua salvação. Salmo 13:5

Marcelino Pereira de Azevedo era dono de um comércio de roupas em Juazeiro, Bahia, no mercado municipal em que trabalhou durante vinte anos. Em dezembro de 2002, ele viajou para Caruaru, Pernambuco, a fim de fazer compras para seu estabelecimento. O ônibus estava cheio de comerciantes, que também iam fazer compras. De repente, no meio da noite, eles foram acordados por uma freada brusca, e imediatamente o motorista conduziu o ônibus por uma estrada de chão fora da pista. Dois homens que estavam dentro do ônibus e se diziam comerciantes surpreenderam a todos com um assalto, e dominaram os passageiros e o motorista.

No fim da estrada de chão, mandaram parar o ônibus, e lá estavam mais dois assaltantes, que dispararam tiros para o ar e ordenaram que todos saíssem do ônibus. Marcelino levava no bolso R$ 1.030,00, conseguidos com muito trabalho. Escondeu R$ 630,00 debaixo da poltrona e desceu com R$ 400,00 para entregar aos assaltantes. Eles ameaçavam dizendo que se alguém não entregasse o dinheiro, seria morto. O coração de Marcelino batia forte ao ouvir essas ameaças, mas ele estava com o pensamento ligado a Deus, em oração, pedindo para que eles não levassem o dinheiro.

No mesmo instante, sua esposa e um dos filhos, que não conseguiam dormir, cada um em um local diferente, sentiram um forte desejo de orar por Marcelino. Era o exato momento em que ele estava refém dos bandidos, junto com os demais passageiros. A oração dos filhos de Deus tem muito poder: Marcelino saiu ileso e com todo o dinheiro para o sustento da família. Dentre as 53 pessoas, somente ele não foi assaltado.

Alguns lhe disseram: “Você é um homem de sorte!” Outros perguntavam se ele era um “crente”, ao que prontamente respondia: “Sim!” De todas as bolsas e sacolas que estavam dentro do ônibus, só a dele escapou. A do seu colega, que estava ao seu lado, foi aberta e infelizmente levaram todo o seu dinheiro, e ainda espalharam todos os documentos do restante das pessoas na saída da porta. Mas não tocaram na bolsa de Marcelino, e estava tudo em ordem: talão de cheques, cartões de crédito e outros objetos de valor.

Em março de 2003, em uma quarta-feira, às 6 horas, um irmão chamado Daniel telefonou para a casa de Marcelino dizendo que o mercado em que ele trabalhava estava em chamas, e que o seu box estava sendo devorado pelo fogo. Junto com a família, Marcelino não ficou desesperado. Esse era o exato momento em que estavam fazendo o culto matutino. Terminaram o culto, tranquilos, pois não havia mais nada a fazer além de confiar no poder de
Deus. Após o culto, Marcelino e os filhos foram ao mercado. Quando chegaram ao local, ficaram assustados, pois todos os boxes estavam queimados.

Não havia sobrado nada além de cinzas. Antes de chegar diante do seu box, Marcelino pôde ver um quadro desolador: até construções de alvenaria não haviam resistido ao fogo. O desespero era total. Os bombeiros tinham controlado as chamas, mas não restara muito.
Os destroços ainda estavam fumegando, mas o box de Marcelino ainda estava em pé. Quando ele abriu a porta do box, a repórter da televisão local falou assim: “Este foi o único sortudo; seu estabelecimento comercial não foi destruído.” Marcelino sabe que a explicação é outra: foi a poderosa mão de Deus que nos protegeu. Quando somos fiéis e mantemos comunhão diária
com Deus, não tememos as provações, nem o fogo destruidor.

Marcelino Pereira de Azevedo
Missão Pernambucana Central (Uneb)