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Video – Mudanças de rumo, 2013


No programa de hoje gostaria de compartilhar com você a história de algumas pessoas atuais e do passado mais distante que mudaram de vida no que concerne à sua descrença em Deus.

Recentemente aproveitando uma longa viagem de avião aproveitei para ler de uma só vez esse um pequeno livro escrito por Cristofer Hitches, seu título Últimas palavras. Como você pode ver é um livro fino com apenas 90 páginas e muito fácil de ser lido. Bem, fácil no que diz respeito ao estilo do autor que muito poético, de redação agradável e irônico com as palavras, mas considerando que é um livro escrito por alguém que estava morrendo de câncer, é uma história muito triste e, até certo ponto, deprimente.

 

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  • Sky Kunde em 13 de fevereiro de 2013 11:06

    Deixo o convite para o maior grupo em português sobre discussões bíblicas, religião, ateísmo e temas afins do facebook: Contradições da Bíblia (CdB) – http://www.facebook.com/groups/cedebe

    Serão bem vindos.

    Sky Kunde, moderador.



  • Ricardo Rios em 13 de fevereiro de 2013 17:28

    Gostei do vídeo!

    gostaria de poder me comunicar com vcs. e Receber instruções no que diz o lado espiritual, busco intensamente a paz através de Deus, posso receber muitas ajudas de pessoas bem intencionadas mas ainda que eu seja agradecido pela ajuda, sinto que somente Deus pode mudar minha vida, mas eu tenho que buscar esse conhecimento das leis que se baseia Deus e unir a minha Fé com sabedoria, assim terei o manifesto de Deus em minha Vida.



  • FABIO HENRIQUE MACEDO MENDONCA em 14 de fevereiro de 2013 0:10

    Acreditar Naquele que fez TODAS as coisas é mais fácil do que acreditar que Ninguém fez todas as coisas e ainda assim elas continuam existindo. Todos os sentidos depõem contra um Ateu, ao passo que, desprezando todos os sentidos, um crente se convence de que Deus é maior que àquilo que se poder ver e ouvir. O Ateu justifica as coisas naturais por intermédio das coisas naturais, e se esquecem que todas as coisas que existem foram criadas por um Ser Maior; já o Crente entende que as coisas naturais não são feitas do que aparentemente são, mas tem origem e essência sobrenatural. Assim, concluo dizendo que: “a diferença entre um crente e um ateu é a fé; um crê sem ver e ouvir; outro crê porque viu ou ouviu”.



  • FRANK em 14 de fevereiro de 2013 13:16

    Olá a todos! Sinto muita “inveja” das pessoas que realmente possuem FÈ. Já fui membro de uma igreja Cristã, mas, resolvi sair, pois sempre oscilava na FÉ e, achei mais honesto da minha parte tal atitude do que viver de forma não condizente a vida Cristã.
    Sempre que posso assisto a programas como esse, para que de alguma forma eu possa encontrar a FÉ…



  • Maria Eunice D. Moors em 15 de fevereiro de 2013 6:38

    (Por uma distração própria de uma anciã, postei a mensagem a seguir numa outra seção deste blog, quando sua inserção correta é aqui. Desculpeme-me a falha).

    Continuo com meu aparecimento bissexto neste espaço aberto às vozes dissidentes, graças, é bom notar, ao espírito democrático de nosso sempre simpático profº Rodrigo Silva. Mas como admirar não é necessariamente concordar, mais uma vez peço licença para afinar meu instrumento noutro diapasão.
    Onde o profº Rodrigo Silva, ao dedicar um dos episódios de “Evidências” ao incorrigível ateu, hoje finado, Chistopher Hitchens, viu contradição, eu enxerguei uma notabilíssima virtude. Com efeito, nada há de contraditório em um ateu, apesar de sua descrença, lutar por um mundo melhor, mesmo sabendo que, dependendo de variados fatores, não irá desfrutar dessas possíveis benesses. Isso, ou seja, o desejo de um ateu de um mundo melhor para as futuras gerações, só mostra, contrariando as infâmias assacadas contra nós, que o ateísmo é perfeitamente compatível com os mais altos valores morais e humanos. Kant já provou que a moral pode ser fundamentada na razão, sem obrigatoriamente se recorrer a qualquer fundamento divino.
    Sou ateia, e em meus recém-completados 94 (sic) anos, sabendo que a luz mortiça do ocaso me ronda faz tempo, continuo lutando, nos limites estreitíssimos de minhas forças, por um mundo melhor, pela instalação do paraíso aqui mesmo na Terra, apesar da opinião contrária do apóstolo Paulo & cia quanto a essa possibilidade. Afinal, quando se encerrar todas as minhas funções vitais, e só sobreviverei nas lembranças dos meus entes amados, deixarei filhos, netos, bisnetos e um recém-nascido trineto. A vida, apesar de Auschwitz, Gulags, Apartheid & outras sucursais da maldade humana, é bela. E só existe esta vida. O resto é quimera.
    Mais uma vez, peço desculpa se minhas palavras porventura ofenderam alguém. Em nehum momento tive essa intenção



    • Luis Rosa em 16 de fevereiro de 2013 19:52

      Para: Maria Eunice D. Moors. Gostei muito de ler o seu post. Pela lucidez, pela sinceridade, pela escrita clara, fluída e que denota uma profunda experiência de vida, e uma cultura elevada. Gostaria apenas de partilhar consigo o seguinte pensamento: A sua obra nesta vida, nos diversos locais por onde passou, nas pessoas que consigo se cruzaram e que de si obtiveram um sorriso, um conselho, um ouvido ou um ombro amigo onde reclinar os seus cansaços e desgostos, quem sabe os seus momentos de desalento também. Todos esses… merecem tal como os outros que consigo nunca conviveram…. continuar a partilhar a sua “pessoa”, o seu “ser”, muito além do que tiveram ou poderiam ter tido nesta vida.
      Prezada Srª Moors, cabe-lhe a si dar continuidade à sua vida ainda que tenha de passar por um “sono” breve. Está ao seu alcance, é sua responsabilidade não virar costas ao maior desafio da sua vida: Deixar Deus descobrir-se e revelar-se a si. Um fraterno abraço e espero encontra-la muito em breve.



  • Weslley em 15 de fevereiro de 2013 12:07

    Muito interessante às observações feitas no vídeo. Louvável a atitude de algumas pessoas ficarem firmes em suas convicções até a morte. Fez-me lembrar da fala de uma amiga da minha mãe que era fumante e certo dia disse que nunca pararia de fumar, que morreria com “os dedos segurando um cigarro para fora do caixão”. Bem, ela teve AVC, ficou sem falar andava com dificuldades e, realmente fumou até a morte. Mas, imaginemos um velório sem a esperança de um dia ver novamente um ente querido que se foi. Seria um choro triste e amargo a perda eterna sem a saudade e a esperança de um novo reencontro. Ainda não parei para pensar nessa possibilidade. Parece ser mais confortante saber que um dia vamos encontrar novamente nossos avós, aquele amigo querido, um ante que faleceu. Cristo nos dá essa possibilidade. abraços!!!!



  • Alex em 15 de fevereiro de 2013 19:48

    Minha querida Sra: Moors, suas belas palavras contendo suas mais sinceras convicções não ofenderam ninguém. É de imenso prazer poder contemplar sua lucidez, simpatia, sabedoria e respeito pelo o próximo, e isso é de se admirar cada vez mais em pessoas como a senhora, pois diga-se de passagem que encontrar pessoas assim está ficando cada vez mais raro em meio a uma geração infestada de dementes intelectuais e comportamentais.
    Agradeço desde já por suas participações aqui. Sou cristão e admiro muito os seus comentários cheios de coerência, respeito, inteligência e bom humor.
    Parabéns pelos 94 anos de muita saúde e vida e parabéns também pela chegada de seu trineto.
    Um forte abraço e tudo de melhor sempre pra senhora, sra: Moors



  • Frank de Souza Mangabeira em 16 de fevereiro de 2013 19:59

    O salto metafísico é uma das ações mais difíceis e drásticas para qualquer ser humano. Aliás, saltar metafisicamente, do ponto da descrença para a crença em Deus, envolve um processo por demais trabalhoso para mentes acostumadas a este mundo contigente, em que a razão é deificada como o supremo caminho. Antony Flew, o filósofo inglês, resolveu arriscar. Antes dele, outros o fizeram; depois dele, muitos mudarão de lado também. Mas nem todos desejarão sair da posição em que se encontram. Devemos respeitar os seus motivos, lamentando o fato de que podem estar perdendo uma sublime experiência. Carl Sagan e Hitchens são exemplos de pessoas firmes, os quais morreram incólumes no seu ateísmo. Tristemente, apesar das “Evidências”, resolveram permanecer inamovíveis. Aquele que se aventura a pular, ou mudar de rumo, começa a entrar numa realidade suprarracional (não irracional). Isto não é fácil de enfrentar, pois mesmo os mais “veteranos” temem a experiência da fé. Contudo, os que saltam vão acumulando “provas” de que a verdade de Deus é tão “empírica” quanto é palpável o amor de uma mãe por seu filho. Sua mente descansa em movimento – um movimento em que a fé é o combustível para a razão continuar na busca por mais evidências e fatos que comprovem a veracidade do Transcendente no imanente. Todavia, os cristãos também precisam de mudança de rumo, pois muitos de nós parecemos viver uma vida prática de ateísmo, negando a obra de Deus no viver diário. Este tipo de “ateísmo” é o pior de todos. Qualquer posição ateísta precisa reconsiderar o convite de Deus para encontrá-Lo. Cristãos ou não, mudar é sempre bom. Mas que nosso rumo seja sempre em direção ao alto. Levando comigo minha razão, eu resolvi dar o salto metafísico.



  • Weslley em 18 de fevereiro de 2013 14:00

    Prezado Frank de Souza, bom dia!

    Rapaz, parabéns pelo seu comentário. Após ter lido seu comentário, com toda essa compexidade e riqueza de vocubulário, fiquei com vergonha do meu comentáriozinho.(risos)
    Um forte abraço, fique na paz de Deus!!!!



  • Marcos Menezes de Paula em 19 de março de 2013 1:19

    Interessante notar que as pessoas que professam o ateísmo ainda assim continuam com suas dúvidas e frustrações e com aquele vazio no coração que todos nós sentimos mais cedo ou mais tarde.Esse vazio é o anseio humano por Deus,que muitas vezes é preenchido com as coisas pequenas desse mundo.Ainda bem que Deus alcança a todos,até mesmo quando não cremos nele,como vimos em alguns casos mostrados no programa.Porém não endureçamos nosso coração a Deus e as evidencias que nos levam a ele.Sejamos sábios para ver Deus na história,nas evidencias e nas nossas vidas.Forte abraço,fiquem com Deus



  • Renzo di Nocce em 27 de março de 2013 14:59

    Não sou ateu, nem agnóstico, embora não professe nenhuma religião, visto que todas, embora os protestos contrários, estão muito abaixo, em sua prática, daquilo que pregam. Todavia, me encantou o depoimento da senhora Maria Eunice, confessando seu ateísmo e, derrubando os clichês comuns nesses casos, sem se sentir infeliz nem vazia. Me fez pensar muito profundamente que a bondade e o respeito ao próximo podem ser valores alcançados e cultivados independentemente de toda crença religiosa. Esta, quando observamos algumas pessoas, não passam de um “plus”, nada mais.



  • Valdir Jr em 21 de abril de 2013 11:55

    Essa questão de se “lutar por um mundo melhor”, “fazer a sua parte como ser humano…”, (junto com as tais boas maneiras), sempre foram ensinadas nas escolas. Sim, eu concordo que um ateu pode, baseado nestes laços de vivencia, trabalhar pra deixar um legado de “boas obras” para a posteridade (independente de não haver uma razão para isso).
    Essas informações sobre pessoas tão inteligentes que acabaram “encontrando Deus” através de suas pesquisas realmente validou completamente o vídeo. Já virou modismo ser ateu. Você só é inteligente e digno de atenção se tiver sua opinião baseada na tal razão que exclui completamente Deus do cenário de nossa existência.
    Tive experiências maravilhosas, provei coisas grandiosas caminhando com Deus; é uma pena saber que tão poucas pessoas estão dispostas a conhecer realmente a grandeza da Salvação, pois passam anos vivendo por viver sem ao menos dar uma chance a um relacionamento com o Altíssimo.
    Bom, voltando ao fascínio sobre os PhD’s que se converteram:
    “Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima.”
    Louis Pasteur



  • Gilson em 25 de agosto de 2013 23:25

    Parabéns pelo programa, sou admirador do trabalho do Rodrigo.



  • JACKSON SOARES em 10 de novembro de 2013 9:15

    HÁ TEMPO PARA TUDO NESTA VIDA VÃ DEBAIXO DO SOL.
    SE ELE FOI E MORREU ATEU, GRAÇAS A DEUS.
    COMO DISSE O GRANDE TEÓLOGO M. LUTERO : QUANDO DEUS QUER ATÉ O DIABO OBEDECE , POR QUE ATÉ O DIABO É O DIABO DE DEUS.
    TUDO DEUS FEZ PARA O SEU PROPÓSITO ATÉ O IMPIO , PARA O DIA DA CALAMIDADE.



  • antonio carlos coutinho em 24 de dezembro de 2013 11:10

    eu adoro asistir ese programa pois me esclarece muintas duvidas