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Artigo – A Arqueologia e a Bíblia


Rodrigo P. Silva

Das muitas definições dadas à Bíblia, é provável que uma das mais interessantes tenha sido a de Gerald Wheeler que definiu a inspiração como “Deus falando com sotaque humano”. De fato, a Bíblia é a Palavra do Altíssimo entrando em nossa história e participando ativamente dela.

Logo, seria interessante lembrar que as Escrituras Sagradas não nasceram num vácuo histórico. Elas possuem um contexto cultural que as antecede e envolve. Suas épocas, seus costumes e sua língua podem parecer estranhos a nós que vivemos num tempo e geografia bem distantes daqueles fantásticos acontecimentos, mesmo assim são importantíssimos para um entendimento saudável da mensagem que elas contêm.

Como poderíamos, então, voltar a esse passado escriturístico? Afinal, máquinas do tempo não existem e idéias fictícias seriam de pouco valor nesta jornada. A solução talvez esteja numa das mais brilhantes ciências dos últimos tempos: a Arqueologia do Antigo Oriente Médio.

Usada com prudência e exatidão, a Arqueologia poderá ser uma grande ferramenta de estudo não apenas para contextualizar corretamente determinadas passagens da Bíblia, mas também para confirmar a historicidade do seu relato. É claro que não poderemos com a pá do arqueólogo provar doutrinas como a divindade de Cristo ou o Juízo final de Deus sobre os homens. Esses são elementos que demandam fé da parte do leitor. Contudo, é possível – através dos achados – verificar se as histórias da Bíblia realmente aconteceram ou se tudo não passou de uma lenda. Aí, fica óbvio o axioma filosófico: se a história bíblica é real, a teologia que se assenta sobre essa história também o será. Talvez seja por isso que ao invés de inspirar a produção de um manual de Teologia, Deus soprou aos profetas a idéia de escreverem um livro de histórias que confirmassem a ação divina em meio aos acontecimentos da humanidade.

Como tudo começou

Dizer exatamente quando começou a arqueologia bíblica não é tarefa fácil. Na verdade, desde os primeiros séculos da era cristã já havia pessoas que se aventuravam na arte de tirar da terra tesouros relacionados à história da Bíblia Sagrada. Helena, a mãe de Constantino, foi uma dessas “pioneiras” que numa peregrinação à Terra Santa demarcou com igrejas vários locais sagrados onde supunham ter ocorrido algum evento especial. Muitos destes locais servem até hoje de ponto turístico no Oriente Médio.

As técnicas porém desses primeiros empreendimentos eram bastante duvidosas e o fervor piedoso levava as pessoas a verem coisas que na verdade nem existiam. Aparições de santos, sonhos e impressões eram o suficiente para demarcar um local como sendo o exato lugar da crucifixão ou do nascimento de Cristo.

Mas a partir do final do século XIII, a arqueologia das Terras Bíblicas começou finalmente a ter ares de maior rigor científico. A descoberta acidental da Pedra de Roseta, ocorrida em 1798, levou vários especialistas a se interessarem pela história do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina, descobrindo um passado que há muito se tinha por perdido.

Babilônia, Nínive, Ur e Jericó foram apenas algumas das muitas localidades que começaram a ser escavadas revelando importantes aspectos da narrativa bíblica. Para os críticos que na ocasião levantavam argumentos racionalistas contra a Palavra de Deus, os novos achados representavam um grande problema, pois desmentiam seus arrazoados confirmando vários elementos do Antigo e do Novo Testamento.

Um exemplo pode ser visto no próprio ceticismo com que encaravam a existência de uma cidade chamada Babilônia. Muitos pensavam que tal reino jamais existira. Era apenas o fruto mitológico da mente de antigos escritores como Heródoto e os profetas canônicos. Até que, finalmente, suas ruínas foram desenterradas em 1899 pelo explorador alemão Robert Koldewey, que demorou pelo menos 14 anos para escavar as suas estruturas.

Mais tarde veio a descoberta de várias inscrições cuneiformes que revelaram o nome de pelo menos dois personagens mencionados no livro de Daniel, cuja historicidade também tinha sido questionada pelos céticos. O primeiro foi Nabucodonosor, o rei do sonho esquecido e o segundo, Belsazar que viu sua sentença de morte escrita com letras de fogo nas paredes de seu palácio.

Contribuições adicionais

Além de ajudar tremendamente na confirmação de episódios descritos na Bíblia, a arqueologia presta um grande serviço ao estudo elucidativo de determinadas passagens. Graças a ela, é possível reconhecer o porquê de alguns comportamentos estranhos à nossa cultura. É o caso de Raquel roubando deliberadamente os “ídolos do lar” que pertenciam a Labão, seu pai (Gn 31:34). Aparentemente o delito parecia ter um fim religioso, mas antigos códigos de lei sumerianos revelaram que naquela época a posse de pequenos ídolos do lar (comumente chamados de Terafim) era o certificado de propriedade que alguém precisava para firmar-se dono de uma terra. Caso os ídolos fossem parar nas mãos de outra pessoa, essa se tornava automaticamente a proprietária dos terrenos que eles demarcavam. Por serem pequenos, poderiam facilmente ser roubados e cabia ao dono o cuidado de guardá-los para não ser lesado. Foi portanto num descuido de Labão que Raquel roubou seus ídolos (ou seja suas escrituras) com o fim de entregá-los posteriormente a Jacó, e fazer dele o novo senhor daquelas terras. Tratava-se, portanto, de uma tentativa de indenização do esposo pelo engano que o levou a sete anos extras de trabalho nas terras de seu pai.

Várias palavras e expressões antigas também tiveram seu significado esclarecido pelo trabalho da arqueologia. O nome de Moisés, que certamente não era de origem hebraica pode ter sua explicação na raiz do verbo egípcio ms-n que significa “nascer ou nascido de”. Não é por menos que muitos faraós e nobres da corte egípcia tinham o seu apelido formado pela junção desse verbo e do nome de uma divindade. Por exemplo: Ahmose (“nascido de Ah, o deus da lua”); Ramose (“nascido de Rá, o deus sol”), Thutmose (“nascido de Thot, outra forma do deus da lua”). É possível que Moisés (ou em Egípcio Mose) também tivesse originalmente o nome de um deus local acoplado ao seu próprio nome. Talvez fosse Hapimose (o deus do Nilo) uma vez que, de acordo com Êxodo 2:10, a rainha escolheu chamá-lo assim, porque das águas do Nilo o havia tirado.

Uma embaraçosa situação entre Jesus e um discípulo também pode ser esclarecida pela arqueologia. Trata-se do episódio descrito em Lucas 9:59, onde o Senhor aparentemente nega a um jovem que queria seguir-lhe o direito de sepultar o seu próprio pai. Olhando pela cultura moderna ocidental, dá-se a impressão que o pai do moço estava morto em um velório e que ele estaria pedindo apenas algumas “horas” a Cristo para que pudesse seguir o féretro e, logo em seguida, partir com o Senhor. Um pedido, a princípio, bastante justo para não ser atendido!

Mas as dificuldades se esvaem quando entendemos pelo resgate arqueológico que, naquela época (e também hoje, nalguns idiomas como o árabe e o siríaco), a expressão “sepultar o meu pai” seria um idiomatismo que nem de longe indicava que seu pai houvesse recentemente morrido! Tanto o é que o episódio se dá “caminho fora” (Lc. 9:57). Se o pai do jovem houvesse morrido o que estaria ele fazendo à beira da estrada? Na verdade, essa expressão idiomática significava que o pai estava sadio e feliz e que seu filho prometia sair de casa apenas depois que ele morresse.

Ademais, segundo o costume oriental, quando o pai morria, o filho mais velho ficava encarregado do seu sepultamento, mas esse também não ocorria imediatamente após a sua morte. Primeiramente o corpo era banhado, perfumado e envolvido num lençol para ser depositado numa gruta tumular onde ficava deitado sobre uma cama de pedra por um ano ou mais até que a carne houvesse completamente sido decomposta restando apenas os ossos. Então, nesse dia, o filho retirava a ossada de seu pai, colocando-a delicadamente num pequeno caixão de pedra (conhecido como ossuário) e, somente aí, tinha-se finalmente completado o “sepultamento”, isto é, vários meses após a morte do indivíduo.

Com esse pano de fundo trazido dos estudos arqueológicos o diálogo de Jesus com aquele jovem passa a ter outra dimensão. Esclarece-se a questão e torna o texto mais compreensivo e agradável de se ler.

È curioso como a Bíblia – evidentemente usando uma figura de linguagem – descreve a teimosia do rei do Egito com a idéia de que Deus endureceu (literalmente “petrificou”) o coração de Faraó. O estudo das línguas orientais mostra que Deus muitas vezes é colocado como autor daquilo que Ele na verdade apenas tolera. É um limite do idioma e nada mais. Nós também temos as mesmas limitações em nossa língua pátria: quando dizemos a alguém “vá com Deus” ou “que o Senhor te acompanhe” não estamos com isso negando a onipresença do Altíssimo como se Ele precisasse “ir” a um lugar onde já não estivesse. Também não estamos de maneira nenhuma nos matando quando dizemos: “Estou morto (isto é, cansado)!”

A idéia de um faraó de coração duro pode ser ainda mais esclarecida se atentarmos para o fato de que o estudo de várias múmias revelou o estranho costume egípcio de colocar dentro do corpo mumificado um escaravelho de pedra bem no lugar do coração. Esse amuleto servia ao defunto como uma espécie de salvo conduto no juízo final perante Osíris. Um coração normal (que era pesado na balança da deusa Ma’at) poderia denunciar os seus pecados fazendo-o perder um lugar no paraíso. Mas um coração de pedra, enganaria os deuses. Ocultaria os erros que ele cometeu garantindo-lhe o paraíso, mesmo que houvesse levado uma vida de constantes pecados. Ter, portanto, um coração duro (ou “de pedra”) era para Faraó a certeza de uma salvação forjada à custa do engano dos deuses! Daí a forma irônica e eufemística de dizer: “Deus endureceu o coração de faraó”.

Arqueologia do Antigo Testamento

Estes são alguns dos principais achados alusivos ao Antigo Testamento:

1 – Leis mesopotâmicas – uma coleção de várias leis datadas do terceiro e segundo milênios antes de Cristo que ilustram em muitos detalhes o período patriarcal. O conhecido código de Hamurabi (c. 1750 a.C.) é uma delas.

2 – Papiro de Ipwer – trata-se da oração sacerdotal de um certo egípcio chamado Ipwer que reclama junto ao deus Horus as desgraças que assolavam o Egito. Entre elas ele menciona o Nilo se tornando em sangue, a escuridão cobrindo a terra, os animais morrendo no pasto e outros elementos que lembram muito de perto as pragas mencionadas no Êxodo.

3 – Estela de Merneptah – uma coluna comemorativa escrita por volta de 1207 a.C. que conta as conquistas militares do faraó Merneptah. É a mais antiga menção do nome “Israel” fora da Bíblia. Alguns céticos insistem em negar a história dos Juízes dizendo que Israel não existia como nação naqueles dias. Porém, a Estela de Merneptah desmente essa afirmação ao mencionar Israel entre os inimigos do Egito.

4 – Textos de Balaão – fragmentos de escrita aramaica foram encontrados em Tell Deir Allá (provavelmente a cidade bíblica de Sucote). Juntos eles trazem um episódio na vida de “Balaão filho de Beor” – o mesmo Balaão de Números 22. Os textos ainda descreviam uma de suas visões, indicando que os cananitas mantiveram lembrança desse profeta.

5 – Estela de Tel Dã – outra placa comemorativa, desta vez da conquista militar da Síria sobre a região de Dã. Encontrada em meio aos escombros do sítio arqueológico, a inscrição trazia de modo bem legível a expressão “casa de Davi” que poderia ser uma referência ao templo ou à família real. Porém o mais importante é que mencionava pela primeira vez fora da Bíblia o nome de Davi, indicando que este fora um personagem real.

6 – Obelisco negro e prisma de Taylor – Estes artefatos mostram duas derrotas militares de Israel. O primeiro traz o desenho do rei Jeú prostrado diante de Salmanazar III oferecendo tributo e o segundo descreve o cerco de Senaqueribe a Jerusalém, citando textualmente o confinamento do rei Ezequias.

7 – Inscrição de Siloé –  encontrada acidentalmente por algumas crianças que nadavam no tanque de Siloé, essa antiga inscrição hebraica marca a comemoração do término do túnel construído pelo rei Hezequias, conforme o relato de II Crônicas 32:2-4.

Arqueologia do Novo Testamento

Estes são alguns dos principais achados alusivos ao Novo Testamento:

1 – Ossuários de Caifás e (possivelmente) Tiago irmão de Jesus – Alguns ossuários costumavam trazer uma inscrição com o nome da pessoa que estaria ali. Sendo assim, dois ossuários chamaram a atenção dos arqueólogos. O primeiro foi encontrado em 1990 e legitimado como sendo do mesmo Caifás mencionado em Mateus 26 e João 18. Já o segundo, cuja autenticidade é disputada entre os especialistas, pertenceria a Tiago, um dos irmãos de Jesus conforme o texto de Mateus 13:55. Caso se demonstre verdadeiro, este ossuário será a mais antiga menção do nome de Jesus que temos notícia.

2 – O esqueleto do crucificado – Um outro ossuário encontrado em 1968 revelou a ossada de um certo Yehohanan (“João” em aramaico) que morrera crucificado. Seu calcanhar ainda trazia um pedaço torcido do prego romano. Esse foi o único exemplar de um crucificado de que temos notícia. Graças ao seu estudo foi possível levantar importantes detalhes sobre os modos de crucifixão usados no tempo de Cristo.

3 – Inscrição de Pilatos – Uma placa comemorativa encontrada em Cesaréia Marítima no ano de 1962 revelou o nome de Pilatos como prefeito da Judéia. Antes disso, sua existência histórica era questionada pelos céticos.

4 – Cafarnaum – A cidade onde Jesus morou foi escavada e preservada para visitação. Ali é possível se ver os restos de uma sinagoga e uma igreja bizantinas que foram respectivamente construídas sobre a sinagoga dos dias de Jesus e a casa de Pedro, o líder dos doze apóstolos.

Qumran e os Manuscritos do Mar Morto

Um isolado sítio arqueológico foi acidentalmente descoberto por um garoto beduíno em 1947, nas redondezas do Mar Morto junto ao deserto da Judéia. Ali podem ser vistas as ruínas de Khirbet Qumran onde, segundo a opinião de muitos, viveram os antigos essênios, uma facção religiosa judaica que rompera com o partido sacerdotal de Jerusalém.

Mas o achado do garoto foi ainda mais surpreendente. Ele descobriu numa das grutas locais antigas cópias do Antigo Testamento e outros livros judaicos que estavam guardados por quase dois mil anos.

Juntos esses manuscritos (advindos de pelo menos 11 cavernas) formavam uma enorme biblioteca de textos inteiros ou fragmentados que contextualizam o judaísmo dos dias de Cristo. E mais, ajudam a estabelecer a confiança na transmissão texto bíblico, uma vez que não possuímos nenhum dos originais que saíram das mãos dos profetas.

Ocorre que, até ao achado dos manuscritos do Mar Morto, as cópias hebraicas mais antigas da Bíblia datavam do século 10 d.C., ou seja, mais de mil anos depois da produção do último livro vétero-testamentário. E que certeza teríamos, além da fé, de que não houve alterações substanciais no texto? Sendo assim, o achado de Qumran foi bastante providencial pois proveu-nos de cópias da Bíblia Hebraica que datavam de até 250 a.C..

Quando essas cópias foram comparadas ao texto hebraico massorético (aquele tardio sobre o qual baseavam-se as traduções modernas) demonstrou-se claramente que elas confirmavam a fidedignidade da versão que possuíamos. Se a Bíblia tivesse sido drasticamente alterada ao longo dos séculos, os Manuscritos do Mar Morto demonstrariam isso pois, afinal, foram produzidos antes mesmo do surgimento do cristianismo.

O achado de Qumran, pois, constitui a maior descoberta bíblica de todos os tempos.

Conclusão

Certa vez ao entrar glorioso em Jerusalém, Jesus declarou em meio à multidão que ainda que os filhos se calassem, as próprias pedras clamariam (Lc 19:40). Por que não poderíamos ver na arqueologia um cumprimento destas palavras? De uma maneira silenciosa, porém bastante ativa, pedras, cacos de cerâmica, restos de fortalezas e antigos manuscritos clamam que a história é verdadeira, que Deus é tão real que quase dá para tocá-lo.

A arqueologia é certamente um presente do céu aos crentes. Seu conhecimento é uma excelente ferramenta na compreensão, no estudo e na proclamação da Palavra de Deus!


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  • Hugo Hoffmann em 8 de abril de 2011 17:40

    Muito interessante este artigo. De forma clara e resumida exalta as importantes contribuições da Arqueologia ao estudo das Escrituras. Parabéns a toda equipe do programa Evidências.



  • Jeanne em 15 de abril de 2011 17:33

    Pastor Rodrigo, sempre inspirado, homem de Deus. Descreve seus estudos com a sabedoria e clareza do Alto.
    É sempre bom relembrar suas aulas.



  • Cristian Piazzetta em 23 de abril de 2011 6:03

    Artigo fantástico professor Rodrigo.



  • José Marcos Oliveira em 28 de abril de 2011 23:16

    Que o Rodrigo é um homem de bons conhecimentos e bem articulado não o que se discutir, queria ve-lo aqui em Guarulhos, seria uma honra para a cidade receber o senhor. contudo queria que o senhor mencionasse se algo na história pode dar luz ao texto de apocalise 11, texto qual produz dissensões entre os proprios adventistas. quem seriam as duas testemunhas? por que elas são tão importantes para o contexto biblico, seriam Moisés e Elias, ou o velho e o novo testamento?



  • tharcisio vieira em 18 de maio de 2011 22:11

    Linda materia, fico feliz por saber do proficionalismo que é trasmitido, Dando um comforto para
    quem e sedento de comfirmações. Que o amor possa estar cada vez mais com todos voçes que estão de frente á este lindo trabalho, sempre inspirando a todos para novas descobertas.
    obrigado…



  • José Marcos em 2 de junho de 2011 1:46

    Os dois cegos de jericó foram curados na entrada ou na saida? existiam duas jericós? quais implicações teológicas?



  • Francikley Vito em 4 de agosto de 2011 14:31

    Pr. Silva, parabéns pela clareza da sua exposição sempre edificante. Um abraço.



  • alex santos em 15 de fevereiro de 2012 2:54

    Que artigo fantástico!!!!,ao ler estas palavras me sinto mais firme na caminhada cristã,pois são provas irrefutáveis da existência de DEUS.paz de cristo pastor Rodrigo.



  • Jonathan em 18 de fevereiro de 2012 11:02

    Minha maior secacao, na real, foi Gremio x Boca em 2007. Ia ser SORDIDEZ DEMAIS ver eles lraevem a Libertadores um ano depois da gente, e estava completamente aparvalhado com a possibilidade de os TRICOS reverterem o resultado do primeiro jogo.



  • Eliene de Deus Souza em 7 de maio de 2012 22:38

    Olá, Paz de Cristo!
    Dr. Rodrigo e equipe, parabéns pelo programa, sou assídua, não perco. Tenho algumas dúvidas: Cristo conviveu com os essênios dos 13 aos 30 anos? João Batista e seus seguidores eram essênios? Existe um livro em português com o conteúdo dos Manuscritos do Mar Morto? Como a Iasd vê uma tradução de um livro que mostra palavras do próprio Jesus nos Manuscritos, com expressões diferentes, encontreio na internet, aliás, é uma parte porque tem que comprar para ter acesso ao conteúdo todo e lá Jesus deixou lindas palavras mas, também se expressou de uma forma diferente ás vezes. Enfim, quero estudar os manuscritos mas, com segurança, de forma confiável, essa tradução que estão vendendo é fidedigna? Se sim ou não, como o Dr.Rodrigo analisa isso? Abraços e aguardo sua orientação.



  • JOSÉ JÚNIOR em 16 de maio de 2012 12:48

    MUITO BOA ESSA MATERIA, GOSTEI MUITO POIS ATRAVES DA TV NOVO TEMPO E DO PROGRAMA EVIDENCIAS MINHA CAMINHADA COM CRISTO VEM A CADA DIA AUMENTAR MEUS CONHECIMENTOS NA PALAVRA DE DEUS……

    A PALAVRA DE DEUS QUANDO ENTRA NO CORAÇÃO DO HOMEM,TRANSFORMA UMA VIDA…..E O NOME DO SENHOR E GLORIFICADO…… O SANGUE DE JESUS NOS FEZ LIVRE, E A LIBERDADE DE ESPIRITO ENCONTRA EM CADA CORAÇÃO TRANSFORMADO PELO AMOR DE DEUS……………..



  • adilson celestino dos santos em 24 de maio de 2012 2:05

    eu sempre quiria faze curso de teologia mais e muito caro e nao guento paga



  • adilson celestino dos santos em 24 de maio de 2012 2:08

    eu sempre queria faze um curso de teologia mais e muito caro



  • eu sempre queria faze um cerso de teologia mais e muito caro e nao guento paga



  • Helder em 1 de julho de 2012 20:11

    Gostaríamos de obter algum endereço ou arquivo sobre “expressões idiomáticas” na época do Velho Testamento.
    Voces poderiam nos ajudar?

    Abraço

    Helder



  • Luis Felipe de Souzaa Almeid em 30 de julho de 2012 22:41

    Olá Professor Rodrigo, seu programa e uma benção. Para mim foi um verdadeiro achado! Paz!



  • Simone da Silva em 9 de janeiro de 2013 17:34

    Professor Rodrigo,
    Que Deus o abençoe e lhe dê sabedoria para continuar falando sobre as verdades da Bíblia e de Deus. Seu programa é muito bom. Tenho os 3 volumes da coleção Evidências e são muito bons.
    A Paz do Senhor!
    Simone
    Itajaí – SC



  • rogero valerio da cruz em 18 de fevereiro de 2013 14:45

    Pastor Rodrigo. Fico admirável com a sua astúcias em revelar aquilo que o senhor aprendeu sobre Histórias Bíblicas. Estou me sentindo tão bem lendo os seus artigos que passei até a me interessar mais pelos estudos da palavra de Deus. Que Deus possa me perdoar pelo período que estou na igreja e nunca me interessei tanto em aprender a sua palavra. O senhor está sendo um instrumento de aprendizado na minha vida. Muito obrigado e que Deus te abençoe rica e poderosamente.



  • marlon em 16 de abril de 2013 2:25

    ola professor boa noite conheci seu trabalho apouco tempo.
    gostaria muito que o senhor me respondesse o correto hoje em pronunciar o nome do filho de Deus é yaohushua ou jesus sendo que pelo que eu pesquise o J não existe no hebraico .
    por favor me responda sou muito leigo no a sunto e gosta ria de saber se AL falar jesus estou blasfemando pois desem que o nome do filho contem o nome do pai e o nome do pai não e Deus … admiro sei que pode me responde com clareza obrigo .



  • Jailson em 11 de maio de 2013 15:06

    Obrigado Professor Rodrigo Silva por prestar esse trabalho tão importante para uma melhor compreensão das Escrituras Sagradas! Um forte abraço!



  • Edson da silva santos em 5 de junho de 2013 20:44

    A biblia é um livro de metáfora.Não há nada revelado ali.
    O deus abrahamico e o tal Yeshu (ungido,escolhido) estavam falando para um povo apenas, os judeus. Nem mesmo nós ocidentais eramos o alvo de sua pregação. O antigo testamento é um livro judeu separatista enquanto outras religiões da época tinham seus próprios deuses.

    Porque vocês ao invés de ficarem lendo trechos que o pastor manda não procuram entender como este livro foi editado pela “Editora Vaticano” durante os séculos primeiros? Como ele foi sendo costurado e adaptado as exigências dos políticos da época a fim de formar uma base sólida com as massas incultas de adeptos da nova religião. Por mais que as pessoas venham aqui choramingar, isso não torna a história de vocês verdade. Um historiador sério jamais levaria em consideração os “fatos históricos” biblicos por si só sem analisar outras fontes. Até mesmo o próprio sentido de fato é questionável, o certo seria dizer “acontecimento”. O problema é que fora da bílbia não se encontram relatos sobre Jesus, nem um único parágrafo que seja autêntico.
    Sabia que no Brasil, tivemos um Jesus? Leia sobre como o mito sobre a figura de Tirandentes foi criado, sua imagem e imaginário moldados para atender as demandas políticas de uma época. É uma possiblidade sobre como a história de Jesus tenha surgido.

    Muitas vezes pensamos por que as pessoas acreditam em coisas sem nexo. Ficamos estarrecidos com a capacidade crédula de acreditar nas coisas mais estapafúrdias que tem por aí religiões, correntes, superstições, mandingas, boatos diversos, shows de mágica, promessas de políticos?
    Afinal, por causa de que as pessoas acreditam nessas sandices todas? Por que elas ainda remetem textos ridículos de ameaças de um fantasma que morreu na cruz a mais de 2 mil anos atras?
    As pessoas acabam se tornando viciadas em suas crenças. Assim como acontece com um toxicômano (aquele que é viciado em drogas, pô), a pessoa se recusa a sair do vício. Acho que deveria haver clínicas de desintoxicação de besteiras religiosas. Mas, não daria certo. Nenhuma clínica suportaria mais de 150 milhões de pessoas tolas.
    A religião é um vício em que as pessoas acreditam firmemente em fatos estapafúrdios, como cobras falantes. Até brigam e xingam .
    A religião explica coisas do modo mais estranho, absurdo e sem sentido; porém, de uma forma “convincente”. A religião abafa o medo do desconhecido.
    Morte? Para que se preocupar? Você andará por tijolos de ouro, que nem na historinha do Mágico de Oz. Seu parente faleceu? Que pena… Mas, você poderá conversar com ele através de nossos médiuns. Você quer ganhar um emprego novo? Quer trocar de carro? Não tem problema! O que você der para a nossa igreja, Jesus te dará em dobro!
    As pessoas gritam e esbravejam que têm fé, que acreditam em seu Jesus, mas por quê? Porque no seu livrinho mágico está escrito que se eles não crerem, eles vão pro inferno e passarão o resto da eternidade lá. Esta e a doença coiletiva do medo que foi cultivada pelo livro das mantiras desda antigidade ate os dias atuais.
    As Ovelhinhas do Senhor correm em tudo que é canto, enchendo o saco para que outros passem a crer nas mesmas sandices que elas. Por quê? Porque no seu livro diz que eles têm que evangelizar, senão vão pras profundas. Interesse egoísta. Usam de apelo sentimentalóide “por que você não acredita em meu deus, ele é bonzinho e irar oferecer muito” apos sua morte.
    Sempre terminam com algo como “arrependam-se” e “estarei orando por vocês”. Mentira! Eles querem impor medo. O mesmo medo que sentem.

    Muitos dizem que em sua igreja XYZ, houve milagres, que uma perna nasceu do nada, que mudo aprendeu a falar e que papagaio criou dente. Mentira! Tudo isso é baseado numa reles crença de que alguém disse que viu (e na verdade também não viu) alguém ser curado. Vá atrás, peça os exames. Onde estão?

    Cada um pode crer no que quiser, não me importo. Mas, quando a história que um anti-depressivo é usado como milagre dietético, quando uma crendice faz uma pessoa abandonar médicos para seguir um pseudotratamento que acabará em morte, quando uma quadrilha usa a crença do povo para extorquir seu último centavo em troca de uma promessa vazia e ridícula e vemos pessoas agindo feito zumbis acreditando que o mundo só tem 6 mil anos que o homem veio de um punhado de barro que um deus tribal criado por um bando de pastores da Idade do Bronze largou por aí, então é hora de começarmos a mostrar que o mundo não é esquisito, as pessoas é que são crédulas, burras, interesseiras e medrosas.



    • cleyton em 12 de agosto de 2013 17:18

      caro edson não sou crente evangélico muito menos fanático, as vezes ate incrédulo, mas procuro ler um pouco de cada opinião, quando vc diz que pessoas brigam e xingam por causa de crenças vc faz o mesmo no seu texto, um texto repleto de preconceito e raiva, temos que expressar nossas opiniões mas sempre respeitando o próximo, ou vc acha que vc e o dono da verdade e conhecedor de todos os mistérios do mundo.



    • Michele em 22 de agosto de 2013 11:12

      Eu sempre questionei a bíblia, mas hoje tenho certeza absoluta que é a boca de Deus falando através dos profetas humanos.Eles conviveram a vida inteira com o mundo invisível e descobri que alguns se expressaram de maneiras diferentes sobre a mesma experiência. Por exemplo,eles não contam no livro sagrado o segredo da unção do espírito,que é um calor concentrado no meio da cabeça,LITERALMENTE! E Deus ajudou a conservar todos os escritos que ele quis e quer transmitir para a humanidade. Não acredite em religião,mas acredite na Bíblia porque ela é passado,presente e futuro.Ps:Não tenho religião e não sou erudita, mas com o pouco que foi me mostrado, os adventistas estão no caminho certo.



  • Edson da silva santos em 5 de junho de 2013 20:48

    Não existe nenhuma evidência extra-bíblica para o episódio do êxodo de nemhuma tribo semita naquela época. Para harmonizar as fontes arqueológicas com as fontes escritas, alguns historiadores sustentam que “apenas alguns do povo de Israel estavam no Egito e o grupo vindo do Egito então teria se juntado a outros grupos para formar o que foi conhecido como Israel”.
    No entanto, os egiptólogos estão de acordo de que a imagem dum Egito escravista não é coerente com o Egito da época, onde não havia escravidão. Os números de judeus envolvidos no êxodo são por demais extravagantes. As escavações intensivas realizadas nas regiões pelas quais os hebreus teriam passado em seu trajeto de migração não fornecem nenhum dado arqueológico de assentamento humano na época do êxodo, e o relato bíblico cita cidades que só existiram muito tempo mais tarde. Com isso observamos a falta de confiabilidade histórica da biblia

    De acordo com as fontes bíblicas, Moisés era um hebreu que tinha sido criado na corte egípcia, após ser resgatado de uma cesta à deriva no Nilo. Conto mitológico que podemos encontrar em outras culturas mesopotamicas da época. Moisés é, com efeito, um nome de origem egípcia. Após guiar seu povo por cerca de três meses, Moisés teria acampado nas proximidades do Monte Sinai, onde se reestabeleceu um pacto entre o deus tribal Yahweh (Jeová) com os hebreus.
    Evidências externas à Bíblia apontam para uma ocupação hebraica contínua da Cananeia, de forma que Moisés pode não ter existido. Não existe evidência arqueológica para corroborar a existência de Moisés. Nenhuma fonte egípcia ou assíria antiga que faça referencia às figuras bíblicas antes de 850 a.C. foram encontradas.

    Os estudiosos perceberam um vínculo estreito existente entre a religião dos primeiros hebreus e seus antepassados imediatos, os cananeus. Após a descoberta de documentos escritos em Ugarit, uma civilização antiga anterior a Israel, os estudiosos têm compreendido cada vez mais os documentos hebraicos. Os hebreus “emprestaram” o nome de sua deidade nacional, El, dos antigos habitantes de Canaã. Mesmo alguns salmos e outros temas da literatura hebraica parecem ter sido assimilados pelos hebreus a partir da cultura Cananéia, uma vez que os atributos do El hebraico são exatamente os mesmos que o do Deus de Ugarit.
    A literatura bíblia associa com freqüência Yahweh (Jeová) a El (Gen. 14:18-20, 33:20, Exod. 6:3, etc.). Alguns deuses como Baal e Asherah, de origem Cananéia, eram louvados pelos hebreus antigos e, ao que tudo indica, esse culto era visto como igualmente legítimo.
    Então desde os primordios eles não eram tão monoteistas como pensavamos.
    Em 721 a.C., o reino de Israel foi conquistado pelos assírios e aproximadamente duzentos anos depois o reino de judá foi conquistado pelos babilônios, com isso os hebreus viraram escravos no período que ficou conhecido como Cativeiro da Babilônia.
    O Cativeiro da Babilônia acabou em 539 a.c, quando Ciro,imperador persa conquistou a Babilônia libertou os judeus, que retornaram a Palestina e reconstruíram o templo de jerusalem, que havia sido destruído por Nabucodonosor. Em 332 a.c, os persas foram derrotados por Alexandr,e o Grande, e os macedônios e gregos passaram a dominar a Palestina, seguido pelo dominio romano, a partir de 63 a.C . Após a contenção da revolta judaica iniciada em meados da década de 60 d.C. e a destruição de Jerusalém em 70 d.c, os judeus se dispersaram pelo mundo foi o início da Diáspora judaica.
    Pelo visto os judeos nunca edificaram um grande reino e sempre tomaram porrada de outros povos através da história, coisa que o poderoso deus abrahamico não impedio que isso ocorresse com seu povo escolhido.
    No século XIX, o movimento sionista organizado passou a ocupar terras na Palestina e com o apoio da Inglaterra, interessada em pender o equilíbrio político e econômico para seus interesses. Dessa forma, a presença judaica passou, aos poucos, a superar a de palestinos
    . Em 1948, a Assembléia Geral da ONU, sob impacto do Holocausto nazista, criou o Estado de israel, juntamente com a criação de um estado palestino, que consistiria dos territórios da Cisjordãnia e transjordãnia Assim, o povo hebreu, agora conhecido como judeu, voltou à sua Terra prometida com ajuda de potencias ocidentais do após segunda guerra mundial e não por um inútil deus tribal.
    Enquanto isso, grupos palestinos lutam pela criação de um estado palestino que inclua jerusalém oriental se utilizando inúmeras vezes de atentados terroristas contra Israel (estado que não é reconhecido por eles).



  • Rodrigo Duarte em 21 de junho de 2013 15:50

    Não tenho nem palavras para á grandeza desse estudo, é simplesmente maravilhosa a maneira com que o nosso Senhor Deus trabalha.



  • Adalberto Sant'ana em 23 de junho de 2013 15:15

    Muito bom os estudo! Posso salvar e baixar os doucumentos e videos para meus aparelhos??



  • marco aurelio em 2 de julho de 2013 21:28

    com certeza esta perola verbalizada do Pr.Rodrigo silva, e de grande valia para qualquer um que queira expandir seus conhecimentos bíblicos, e que ama o livro santo.



  • José Lucas de Paiva Diniz em 29 de julho de 2013 8:05

    Encontraram até a arca de noé. A ciência tente desmentir a bíblia más é impossível. Deus nunca permitiria.



  • cleyton em 12 de agosto de 2013 16:45

    contra fatos não há argumentos excelente artigo.



  • daniel rodrigues da costa em 17 de agosto de 2013 6:33

    Este texto é a prova que Deus deixou as suas impressões digitais neste mundo e que a nossa fé não é cega e que é possível por meio de uma ciência sem preconceitos confirmar aquilo que a bíblia já falava a milhares de anos



  • sonia em 25 de agosto de 2013 7:57

    gostei muito,maravilhoso



  • Nadir Torezan em 25 de agosto de 2013 16:58

    Maravilhoso!



  • Francisco Marivam De Lima em 25 de agosto de 2013 20:39

    maravilhoso queria um dvd do arqueologo Rodrigo Silva mostrando a terra santa em jerusalem.



  • Max em 6 de setembro de 2013 20:10

    Olá… Gostaria de comentar o que escreveu o amigo Edson da Silva Santos em 5 de Junho de 2013, mas penso que é só perder tempo e “dar pérolas a porcos”.
    Meu amigo Edson, basta procurar na net. os escritos de alguns escritores Gregos da época de Jesus Cristo. Eles não eram cristãos mas tomaram nota dos acontecimentos daquela época. Por favor vá ler as notas deles em que falam de um homem notável que fazia milagres e que foi crucificado. Meu amigo se mesmo assim ainda duvida, eu oro por si e por todos os que endureceram o seu coração para a aceitar esta grande verdade.



  • ramirez em 18 de setembro de 2013 23:06

    Queria só comentar : “…Aí, fica óbvio o axioma filosófico: se a história bíblica é real, a teologia que se assenta sobre essa história também o será.”
    Caro Rodrigo se esse axioma filosófico for verdade eu poderia utilizar de fatos da história grega para justificar a Odisseia e outras historias da mitologia grega;
    Não é por que uma parte de uma obra literária remete ou trata de uma verdade (fato histórico) é que o seu todo será igualmente verdadeiro. Como exemplo disso temos inúmeros contos mitológicos que contam historias fantásticas misturas de verdades históricas, até mesmo as revistas em quadrinhos se utilizam dessa artimanha para parecer real o que é retratado em suas historias, como o homem aranha um ser fictício que vive em nova York que é uma cidade real.



  • Cintia em 3 de outubro de 2013 16:32

    Quando adolescente meu sonho era ser arqueóloga.Fico fascinada pela História,sendo cristã tudo o que eu queria era estudar arqueologia bíblica….Mas é só um sonho…o mais importante hoje é ler as sagradas Escrituras e me deliciar com a melhor e mais linda narrativa de Deus para os homens..Pastor Rodrigo você é uma inspiração pra mim..Deus te abençoe



  • Luís Eduardo em 5 de outubro de 2013 12:00

    Gostaria que você Pastor, comentasse sobre as pegadas em Baalbek.
    E quero comentar sobre, o programa 05/10/20013, que eu sendo um Físico, sei que os astrofísico Europeus são menos Ateus que os Americanos, já eles mesmos estão atrás da Particula de Deus, e que eles sabem que o Universo possui uma Ordem que ainda não sabemos, Ler e Entender, mas o apóstolo afirma que agora podemos ver somente um reflexo fraco de Deus no espelho, mas quando estivermos com ele, o veremos face a face, e aí sim entenderemos toda a Criação e Seu Poder.
    Devemos ter em mente que quando estavamos no Paraíso, comemos o fruto do Bem e do Mal e não o fruto da árvore da vida, que nos traria o profundo conhecimento de Deus ( HYWH).



  • JOSUE em 22 de dezembro de 2013 22:22

    EXCELENTE



  • Arnaldo Ribeiro ou Israel em 13 de janeiro de 2014 14:22

    O LIVRO DA VIDA
    (ES.12)
    (JB.6.45) – ESTÁ ESCRITO NOS PROFETAS: (IS.34.16) – BUSCAI NO LIVRO DO SENHOR E LEDE (ES.87.8) – AO ESPÍRITO DO NOSSO SANTO GUIA, NESTE MEU SER QUE É PREDESTINADO, RECOMPONDO ESSES CARACTERES, DESSA FORMA: (148 letras e 8 sinais)
    (JB.19.28)- Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado para se cumprir a Escritura, disse: (1SM.12.3) – Eis-me aqui, (DN.9.24) – para dar fim aos pecados, para expiar a iniqüidade, para trazer a justiça eterna:(JB.8.25) – Que é que desde o princípio vos tenho dito? (LC.12.2) Nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido:(LE.3.1) – Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu; (2PE.3.4) porque desde que os pais dormiram, todas as cousas permanecem como desde o principio da criação:(AP.14.13) Então, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: (BC.4.4) – Ditosos somos, ò Israel; porque as cousas que agradam à Deus nos são manifestas: (JS.1.8) – Não cesses de falar deste livro da lei, antes, medita nele dia e noite, pára que tenhais cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; (JB.13.15) – porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também: (LC.16.17) – E é mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til sequer da lei: (ÊX.3.6) – Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: (EC.24.32) – Tudo isto é o livro da vida, e o testemunho do Altíssimo, e o conhecimento da verdade: (IS.46.8) – Lembrai-vos disto e tende ânimo, tomai-o à sério, ó prevaricadores; (EC.28.7) – porque a corrupção e a morte estão a cair sobre aqueles que quebrantam os mandamentos do Senhor: – (IS.24.5) – Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna: (SL.14.3)–Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; (SL.106.33)- pois foram rebeldes ao Espírito de Deus, e Moisés falou irrefletidamente: (RM.6.19) – Falo como Homem por causa da fraqueza da vossa carne: (LC.16.9) – E eu vos recomendo: Buscai n’A BIBLIOGÊNESE DE ISRAEL, o poder do saber viver sob a proteção de Deus; (RM.8.22) – porque sabemos que toda a criação, a um só tempo geme, e suporta angustias até agora:
    ESCREVI ESSE RESUMO, AGINDO COMO UM DOS SANTOS PROFETAS, LENDO NOSSO CARATER, E CRIANDO O LIVRO QUE DÁ SENTIDO À SANTA VIDA, PELO SENHOR DEUS: ESSE SÁBIO PROFETA É CRISTO, E TEREIS PODER: (IL.148.8)



  • vanderlei em 5 de março de 2014 13:16

    Realmente Deus jamanis deixaria nós com duvida mesmo com o passar do tempo ele nos revela o tamnho seu poder basta nos acreditar e continuar buscando de todo o coração



  • ramirez em 7 de maio de 2014 19:13

    Etá fuminho bom!



  • pr edenir em 24 de maio de 2014 19:18

    queria saber sobre a carne de porco



  • Arnaldo Ribeiro ou Israel em 16 de junho de 2014 16:48

    O SABER LER A SI:
    (ES.12.1)
    (AP.13.18) – AQUI ESTÁ A SABEDORIA: AQUELE QUE TEM ENTENDIMENTO CALCULE O NUMERO DA BESTA, POIS É NÚMERO DE HOMEM: ORA ESSE NÚMERO É SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS: (AR.119.9)

    (ISRAEL é o nome do Homem que sabe LER A SI no Espírito Bíblico: Aqui o saber acaba com as cogitações infundadas que existiam acerca do número 666 do Apocalipse, pois o que está escondido nas 131 letras e 10 sinais que compõem o texto acima, é isto):

    ARNALDO RIBEIRO É ISRAEL: É O HOMEM QUE NASCEU NO CÉU, QUE AMA E SABE TESTAR AS ALMAS NO SEU NOME: E ELE ENTENDE QUE CRISTO TESTA DEUSES E DIABOS NESSE MESMO ESPÍRITO. (IL.131.7)



  • ISRAEL em 22 de junho de 2014 4:44

    Maravilha, gostei muito..



  • Pedro Ferreira da Silva em 24 de julho de 2014 13:42

    Antes que tudo Parabéns pelo curriculum e formação acadêmica, faz jus a tudo aquilo que aprendemos através dos programas assistidos. Sou teólogo e estudante das Escrituras Sagradas, suas considerações nos ajudam muito para fundamento da fé e embasamento bíblico para mensagens pastorais. Espero receber mais informações e um dia nos conhecer pessoalmente. Abç.



  • isaac em 9 de agosto de 2014 10:59

    jesus ouvi o meu hino senhor quebra o meu orgulho eu quero desse e mergulha na aguas azul teu amor e purifica eu quero ceguir com no a mão do teu poder



  • Ana E. V. Azevedo em 16 de setembro de 2014 9:40

    A Bíblia é uma carta dos céus para nós!