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  • Damião Caetano em 18 de abril de 2015 2:55

    Sem dúvida o sábado é um mandamento que deve ser obedecido por amor ao Criador, foi instituído desde a criação do mundo, não foi criado para os Judeus, o sábado foi criado para benefício do próprio homem



  • Rejany em 2 de outubro de 2014 16:15

    Paz aos amigos do EE.
    Então, se o sábado foi antes do sinai a circuncisão também foi, logo pela logica devemos faze-la?
    Os sacrificios de animais também, logo devemos sacrficar?
    o que eu quero entender é porque Cristo,o apostolo paulo,pedro,tiago e joão nunca siturão que para ser salvos de vemos guradar o sábado!
    mas respeito a opinião de vocês paz e forte abraço!



    • Roberto- Instrutor Bíblico e Conselheiro em 8 de outubro de 2014 18:04

      Olá querida irmã REJANY, muito importante a sua pergunta. Vejamos o texto de Efésios 2:15
      “… aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz,”

      A lei dos mandamentos mencionada neste verso não se refere à Lei dos Dez Mandamentos, refere-se sim a lei cerimonial.
      A Lei cerimonial chegou ao seu final na cruz. Mas deve ser salientado que as Leis Cerimoniais (as leis específicas para o povo Judeu) como dadas por Deus, não criaram a inimizade entre Judeus e Gentios. Foi a interpretação que os Judeus deram a ela, as adições e a atitude de exclusivismo e hostilidade que geraram a hostilidade entre Judeus e Gentios.
      Os Judeus abominavam e detestavam seus vizinhos gentios, e os gentios por sua vez, odiavam e desprezavam seus vizinhos Judeus.
      Quando os Judeus rejeitaram a Cristo o status de representantes oficiais da verdadeira religião lhes foi tirado e dado à igreja Cristã.

      “Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos”. (Mateus 21:43 RA)

      Após a crucifixão não foi mais necessário que um filho de Deus tomasse parte nos rituais do Judaísmo. (Ver Gálatas 2:16)

      “… sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado”. (Gálatas 2:16 RA).

      A princípio a distinção entre Judaísmo e Cristianismo não foi claramente compreendida. Muitos conversos Judeus criam que o Cristianismo era apenas o Judaísmo acrescido da fé em Cristo como o Messias. Eles sustentavam a idéia de que os Cristãos deveriam ser circuncidados e obedecer ao sistema legal judaico em adição à sua aceitação de Jesus. O Concílio de Jerusalém foi convocado para resolver essa questão (Atos 15). O Concílio posicionou-se contra as exigências desses homens. Em sua carta aos Gálatas Paulo procurou deixar claro a essas pessoas que o sistema Judaico, a partir de Cristo havia se tornado obsoleto.
      Mas o final do Judaísmo, com suas formas e cerimônias religiosas, não significou a abolição de todas as leis que Deus havia dado para os Judeus. A lei cerimonial que apontava para Cristo (o oferecimento de cordeirinhos, as Festas Anuais, etc) naturalmente chegou ao seu final quando Cristo cumpriu os tipos prefigurados por estas cerimônias. A Lei Civil dos Judeus (Impostos, Serviço Militar obrigatório, sistema político, sistema jurídico, etc) já tinha em grande medida desaparecido quando eles perderam a soberania nacional. Mas os preceitos morais, os quais são um transcrito do caráter de Deus, estes são tão eternos quanto o próprio Deus e nunca podem ser abolidos .
      Em todos os seus ensinos a respeito do fim do sistema legal Judaico, Paulo tornou enfaticamente claro que a lei moral não havia sido abolida.

      “Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei”. (Romanos 3:31).

      Falando à respeito do fim da circuncisão, Paulo foi muito cuidadoso ao acrescentar:

      “A circuncisão, em si, não é nada; a incircuncisão também nada é, mas o que vale é guardar as ordenanças [os mandamentos] de Deus”. (1 Coríntios 7:19 RA).

      Em resumo podemos dizer que Efésios 2:15 salienta que Jesus aboliu as ordenanças específicas para o povo Judeu. Tirando essa exclusividade do povo Judeu Jesus acabou por unir Judeus e Gentios. Todos nos aproximamos de Deus e somos salvos da mesma maneira – pela fé. Todos evidenciamos. Termos sido salvos por Cristo da mesma maneira – pela obediência aos Dez Mandamentos. A Lei moral permanece, pois é eterna como o próprio Deus.

      Com relação ao que disse sobre Jesus e os apóstolos não mencionarem que para sermos salvos devemos guardar o sábado veja este vídeo que nos fala muito bem sobre o assunto, acesse https://www.youtube.com/watch?v=XIPxLrzp160

      Enxergue com os olhos da fé o que seus olhos físicos não conseguem ver. O anjo do Senhor diz a você: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra”, você nunca está só, que Deus abençoe e ilumine muito a sua vida, conte sempre conosco um grande abraço dos seus amigos do Está Escrito.



  • MAURO em 15 de junho de 2014 3:00

    Considerando que o calendário semanal foi criado pelo homem ,se descansarmos aos sábados estaríamos seguindo a lei do homem .
    Considerando que Deus trabalhou seis dias e descansou no sétimo. Poderíamos acreditar que o sétimo dia (DIA DE DESCANSO) não seria uma quarta feira por exemplo quando bíblia fala em sétimo dia,ela esta falando numa contagem e não em uma semana.

    se eu trabalhar seis dias e descansar no sétimo (como deus fez na criação ) ,estaria descumprindo o mandamento caso este sétimo dia não fosse o sábado do calendário criado pelo homem



    • Ailto Santana em 17 de junho de 2014 15:23

      Olá MAURO! Muito agradecido pelo seu contato conosco, é uma excelente oportunidade de tratarmos um aspecto não muito conhecido sobre o sábado. O SÁBADO HOJE É O MESMO SÉTIMO DIA DA SEMANA DESDE O ÉDEN?

      Podemos afirmar sem qualquer medo de errar que a semana de sete dias ficou inalterada desde a primeira semana no Éden? Vamos deixar a Bíblia responder.

      Gênesis 2:1 a 3 – “E havendo Deus terminado no DIA SÉTIMO a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda obra que tinha feito. E abençoou Deus o DIA SÉTIMO e o santificou; porque nele descansou de toda obra, que como criador fizera”

      A palavra dia “yon” no hebraico, quando acompanhada de um numeral como aparece no relato de Gênesis se refere a um período de dia completo de 24 horas, não de eras ou milhões de anos como acreditam alguns.

      Os seis dias na Bíblia não tinham nomes, somente o sábado tinha esse nome, veja a (Êxodo 16:22 a 23) “ao sexto dia colheram pão em dobro…Respondeu-lhes: amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR, o que quiserdes cozer no fogo, cozei-o…”

      Veja que de Adão a Moisés não foi alterado, no Mandamento também não, veja Êxodo 20:8 a 11

      Portando em 2.500 anos não houve alteração.

      De Moisés a Jesus será que houve alguma alteração?
      Em que dia Jesus morreu? Veja Lucas 23:54 “Era o dia da preparação e começava o sábado”

      Qual era o dia da preparação? Era o sexto dia da semana conforme Êxodo 16:22 e 23 já citado aqui. Era o dia em que durante quarenta anos, o povo Hebreu preparava o Maná.

      De Jesus até hoje também não mudou, o ciclo semanal nunca foi alterado! 2000 anos. Total: mais de 6000 anos. Veja mais uma coisa intrigante:
      Você sabia que não existe nada na natureza que determine um ciclo semanal de sete dias? E o mais incrível é que a semana de 7 dias é aceita em TODO O MUNDO e desde A ANTIGUIDADE? Ninguém, neste mundo, poderia dizer que isto aconteceu por acaso. Mesmo os países que não acreditam na Bíblia e no relato de Moisés no Gênesis. Se você tem dúvida sobre o que estou dizendo, então veja o que a Enciclopédia Britânica diz:
      “A semana é um período de sete dias, não possuindo nenhuma relação com os movimentos celestes, mas foi ela empregada desde os tempos mais remotos, até sem registro a não ser na memória, em quase todos os países do Oriente, …aqueles que rejeitam a narrativa mosaica se sentirão embaraçados, ao atribuir-lhe a origem a probabilidade”. 11ª Edição, vol IV, pág. 988, art “Calendário”.
      Isto faz sentido porque o dia é determinado pela rotação da Terra em torno do seu próprio eixo (aproximadamente 24 horas). O mês é determinado pela trajetória da Lua em torno da Terra (aproximadamente 30 dias). O ano é determinado pelo tempo que a Terra gasta para dar a volta em torno do Sol (Aproximadamente 365 dias). Mas e a semana? Qual é o acontecimento da natureza que determina o ciclo semanal? De onde nações que não tem Bíblia, ou cristãos tiraram a idéia de contar a semana em 7 dias? O que você achou disto? Se você ficou pasmo, veja estas últimas declarações:

      1)“Uma das mais notáveis confirmações, paralela a narrativa mosaica da criação, é aceitação geral da divisão do tempo em semanas, aceitação esta que vai desde os estados cristãos da Europa às remotas praias do Hindustão, e prevaleceu igualmente entre os hebreus, egípcios, chineses, gregos, romanos, e bárbaros do norte, algumas destas nações tiveram pouca ou nenhuma relação com outras, e que jamais os hebreus conhecerão pelo nome.” THOMAS HARTWELL HORNE, Introduction to the Critical Study and Knowlege of the Holy Scriptures – Edição de 1825, vol.I pag. 183

      2)“A divisão do tempo em semanas não só não é natural, mas é, em certo sentido, antinatural visto que sete não é uma divisão exata, quer do mês quer do ano. Entre os sábios do Egito, os sábios Indianos, os Árabes, os Assírios…, entre as tribos adoradoras dos espíritos maus da África, entre os índios do continente americano. Que outra teoria poderia se explicar a não ser a suposição da instituição divina de um sábado no surgimento da raça humana?” Folheto Presbiteriano número 271 – Bounds Tracts, Vol. XII pag 5 e 7