Brinde da Semana
Postado em: Programas 3a temporada 2010, Sorteios
quem será o ganhador dessa semana? ...
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Postado em: Programas 3a temporada 2010
Julgamento é o ato de avaliar uma situação, evento ou circunstância, e então chegar a uma conclusão. Ao falar sobre julgamento no sentido bíblico, muitos de nós nos vemos em pé diante de Deus enquanto Ele avalia o que fizemos. Se aceitamos a justiça de Cristo como nossa e vivemos de acordo com os apelos do Espírito Santo, não necessitamos temer o julgamento de Deus. Eis aqui algumas perguntas relativas ao que poderíamos ou não fazer a fim de nos prepararmos para o julgamento de Deus.
Quem somos nós para julgar? (Rm 14:4). Durante o julgamento, leis e crenças são usadas como diretrizes para julgar o que está certo e o que está errado. Hoje em dia, muitas pessoas têm princípios criados por elas mesmas. Às vezes, essas pessoas também podem reconhecer outras leis que elas julgam ser certas e verdadeiras. Contudo, não cabe a nós julgá-las. Leia Tiago 4:11, 12.
Como seus atos afetam o mundo? (Rm 14:15, 16). Que exemplo você está dando para os outros? O que você está comendo? O que está bebendo? Sobre que coisas você fala? Suas respostas a essas perguntas dão a você e a outros um quadro do seu verdadeiro caráter e do deus que você segue. Se você afirma ser cristão, o que você come, bebe e aquilo de que fala devem refletir seu relacionamento com Cristo, a fim de que outros sejam atraídos a Ele. Você também deve ter cuidado para que o que você faz não leve outros ao pecado.
Que coisas você valoriza? (Rm 14:20, 21). Há tantas coisas que uma pessoa valoriza! Precisamos sempre nos perguntar: Estou valorizando as coisas certas? As coisas que valorizo me ajudam a crescer espiritualmente? Elas mostram que ando com Deus e dou valor a um relacionamento com Ele?
Quem é o juiz perfeito? (Rm 14:10). Muitas pessoas equivocadamente se colocam como juízes. Têm prazer em condenar a outros porque isso as faz sentir-se “mais santas”. Contudo, a Bíblia diz claramente que há apenas Um que está qualificado para julgar. Há apenas Um que é justo – Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador (2Co 5:10).
12. A que exemplo se referiu Paulo ao mencionar que devemos suportar as debilidades dos fracos? Rm 15:1-3. Que importante verdade cristã está presente nesses textos?
13. O que significa ser seguidor de Jesus?
14. Que outros versos ensinam a mesma ideia? Como você pode viver esse princípio?
15. Na conclusão de sua epístola, que bênção Paulo pronunciou sob diversas formas? Rm 15:5, 6, 13, 33
16. Depois de numerosas saudações pessoais, como Paulo põe fim a sua carta? Rm 16:25-27
Ruvimbo M. Mubayiwa – Perth, Austrália
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A primeira geração de cristãos foi composta de conversos judeus e gentios. A maioria dos conversos gentios, especialmente aqueles para quem foi escrita a Carta aos Romanos, eram de origem pagã. Ambas as classes de cristãos primitivos tinham costumes, tradições e culturas singulares, e aí se encontrava a raiz dos mal-entendidos.
Os judeus observavam muitos dias santos cerimoniais ao longo do ano. Estes apontavam para a vinda do Messias, e eram separados do sábado e dos Dez Mandamentos. Quando Cristo morreu para pagar a pena por nossos pecados, essas cerimônias não mais foram necessárias porque haviam encontrado seu cumprimento nEle. Muitos judeus reconheceram o cumprimento desses dias santos, mas outros insistiam que eles ainda deviam ser observados. Estes últimos insistiam, injustamente, que os cristãos gentios deviam observá-los.
Entrementes, os cristãos gentios que haviam adorado ídolos percebiam agora o erro de seus caminhos e sentiam repulsa até pela comida que havia sido sacrificada a falsas deidades. Questionavam a integridade dos cristãos judeus que comiam essas comidas. Os judeus, contudo, raciocinavam como Paulo “em relação ao alimento sacrificado aos ídolos, sabemos que o ídolo não significa nada no mundo e que só existe um Deus” (1Co 8:4).
Romanos 14 não é uma licença divina para comermos qualquer tipo de carne, cancelando os princípios de saúde e higiene que Deus deu em detalhes. Não é uma carta permitindo a mudança arbitrária da santidade do sétimo dia para qualquer outro dia da semana. O ponto crucial de sua mensagem é: “Portanto, deixemos de julgar uns aos outros. Em vez disso, façamos o propósito de não colocar pedra de tropeço ou obstáculo no caminho do irmão.” (Rm 14:13).
Paulo levanta a questão dos dias especiais que alguns queriam observar e outros, não.
11. A que Paulo se referiu ao mencionar a “diferença entre dia e dia”? Ele estava dizendo alguma coisa sobre o quarto mandamento? Se não, por quê? Rm 14:4-10
No início da igreja, havia alguma controvérsia sobre a observância ou não observância de certos dias? Aparentemente, sim. Mas, talvez, em Roma, fossem particularmente os cristãos judeus que tinham dificuldades de se convencer de que não mais precisavam observar os festivais judeus. Aparentemente, alguns cristãos, a fim de se colocar no lado seguro, haviam decidido observar um ou mais dos festivais judeus. O conselho de Paulo é: Deixe que eles façam isso, se estiverem persuadidos a tanto.
Brayden Godfrey – Perth, Austrália
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Se alguém lhe perguntasse: “O que significa viver uma vida cristã?” qual seria sua resposta?...
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Prévia da semana: Embora possamos ter diferenças de compreensão sobre nosso dever para com Deus, ao nutrir aceitação e respeito, e aprender uns dos outros, o resultado será que podemos crescer em união.
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Bom dia amigos!
Nosso brinde da semana é um DVD do grupo “Tom de Vida” – Coisas Invisíveis.
Parabéns ao nosso amigo “Moreno Chocolate“, que nos assiste de São Luis-MA. Lá a Novo tempo está em canal aberto! Um abraço a todos nosso amigos de São Luis.
Só mais uma semana pra participar do brindão do IASP, então não perca tempoe e corre lá no site www.iasp.br e deixe seu comentário.
Um feliz sabado todos e até semana que vem.
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Em Romanos 12, Paulo alcança o auge de sua mensagem sobre o amor, a lei e a graça. Ele faz um apelo em vista das misericórdias de Deus, para que nos apresentemos a Ele como sacrifícios vivos...
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“A lei de Deus, pela sua própria natureza, é imutável. É uma revelação da vontade e caráter do Autor. Deus é amor, e Sua lei é amor. Seus dois grandes princípios são amor a Deus e amor ao homem. ‘O cumprimento da lei é o amor’ (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 467)...
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A lição desta semana examina uma parte menor (Romanos 12, 13) de uma seção maior (Rm 12:1-15:13). Deve ser compreendido que, na seção maior, Paulo estava escrevendo sobre a atitude e conduta esperada dos cristãos na cidade de Roma...
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Como seres humanos neste mundo caído, nossa tendência natural é fazer o mal. Sem que Cristo atue por meio de nós, até nosso amor é egoísta e falso...
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