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Artigos da categoria Programas 1a temporada 2011

programas da 2° temporada de 2011

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13. Reflexão Martin Kuhn

Sociedade com Jesus

No mundo dos negócios, é comum que uma empresa tenha alguns sócios. Eles são os que possuem parte no negócio e respondem pelas decisões tomadas. Por serem todos donos, os sócios precisam estar em harmonia em suas decisões. Para que tudo possa andar bem, eles precisam ter o mesmo discurso e os mesmos objetivos. Assim, sócios bem sucedidos são aqueles que estão em uma espécie de corrida de saco: seus pés estão dentro do mesmo local, correndo juntos para alcançarem o mesmo lugar.
Além de tantas obrigações, os sócios devem ainda lutar para que o negócio que administram tenha uma boa imagem. E primeiramente, quem constrói essa boa imagem e reputação, são seus próprios dirigentes, os próprios sócios.
Certa história conta que dois irmãos dividiam o comando de uma empresa de cobertor. Essa empresa era bem colocada no mercado e era referência no produto que vendia. Após alguns anos, essa empresa passou por uma crise financeira que abalou os negócios. Tentando salvá-la da falência, os dois irmãos decidiram vendê-la. Os dois sócios reuniram seus funcionários e comunicaram a decisão mais triste que já tomaram: “venderemos a fábrica”. O momento era de partir o coração. Foram tantos anos comandando aquela fábrica, que o local já tinha se tornado um pedacinho da família. Agora, tudo parecia ter acabado.
Uma voz então rompe o silêncio da decisão: “Trabalharemos sem salário, vamos levantar essa fábrica!”. Em poucos segundos, todos os funcionários sugeriam a mesma coisa. Com essa atitude, aqueles irmãos viram que tantos anos de trabalho a frente daquele negócio, buscando sempre a satisfação de todos, resultou em companheirismo e amor de todos os funcionários por aquele local. E isso só pode ser alcançado quando existe uma boa administração.
Você já parou pra pensar que nós também dividimos um empreendimento com Cristo? Somos sócios de Jesus no plano de salvação do mundo. Ele veio aqui, neste mundo, deu sua vida por nós e nos devolveu a liberdade. Somos agora conectamos com Deus novamente, nos tornamos sócios dEle aqui na terra. Cristo fez sua parte, agora precisamos fazer a nossa. Como em qualquer sociedade, ninguém entra de mãos vazias. Cristo já fez a melhor e maior parte, agora o que nos falta é dar a Ele o que temos de mais precioso: nosso coração. E com ele, todas nossas decisões, planos e vontades.
Em uma sociedade é assim, cada parte entra com o que de maior pode dar. Quando isso acontece, os sócios se tornam apenas um, buscando um mesmo objetivo como em uma corrida de sacos. Como sócios de Cristo aqui na terra, nossa missão é fazer uma boa administração de tudo o que Ele nos confiou. Devemos ser a voz de Deus na terra para conseguir outros sócios para o nosso negócio.

Texto: Alessandra Guimarães

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12. Reflexão Martin Kuhn

Natureza
Viver em uma grande metrópole tem seu lado ruim, como estar cercado de concreto por todos os lados. Assim, entrar em contato com a natureza se torna quase impossível durante a semana. São poucos os que se preocupam em passar um período em outros lugares respirando um ar mais puro, ao invés da fumaça dos carros e das fábricas. Também são raras as vezes que podemos apreciar por alguns minutos, o nascer do sol ou o entardecer, em vez de deixar as coisas para a última hora e sair correndo atrasado pra cumprir as responsabilidades.
Pensando nisso, Deus criou o Sábado, um dia ideal para descansar da correria da semana, e que, na medida do possível , deveria ser o momento para apreciar a natureza junto com a família, meditando naquilo que Ele fez e faz por nós. Não há nada melhor do que aprender sobre Deus ao enxergar de perto, suas obras. Jesus consumava fazer isso quando discursava às multidões.
Quando se pensa em natureza, do ponto de vista bíblico, é interessante notar que Deus fez questão de se preocupar com todo e qualquer detalhe durante a criação, e ainda por cima, colocou o homem para viver no mundo criado. Ou seja, a nossa origem está diretamente ligada a natureza. Mas o pecado e a evolução tecnológica foram nos tirando, pouco a pouco, o convívio com essa realidade. Fatalmente, pessoas que vivem no campo têm uma vida bem mais tranquila e saudável.
Ao criar um ambiente adequado para o homem viver, Deus mostrou por meio de sua criação que não é egoísta e, muito menos, um ditador. Pelo contrário, ele é um Deus que tem muito amor pelos seus filhos, e por esse motivo, deu autonomia para que eles administrassem seu lar.
Para retribuir esse amor, como filhos e filhas de Deus, devemos ter uma atitude de gratidão pela natureza criada para nós. É por isso que devemos usufruir dela e, ao mesmo tempo, cultivá-la. A natureza é um dos presentes que Ele escolheu nos dar, o que a torna uma benção sem medida. Aproveite esse presente!
Texto: Willian Vieira

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11. Reflexão Martin Kuhn

Libertação dos Vícios

Qual a relação de Deus com o vício? Na vida de Jesus na terra, em que momento podemos encontrá-lo a procura de álcool, sexo, jogos, buscando dinheiro ou de alguma forma melhorar sua imagem pessoal?
Na verdade algumas coisas são até impossíveis de serem imaginadas naquela época e muito menos relacionadas a Jesus. São vícios facilmente lembrados porque estão ligados aos dias de hoje. O que um dia foi usado para satisfação pessoal momentânea, acabou se tornando dependência para alguns. Para elas, viver sem essas coisas ou práticas é impossível. O que antes era um prazer tornou-se uma necessidade. Num mundo onde a aparência é considerada mais importante que o conteúdo, qualidades ou inteligência, os vícios ganharam ainda mais força.
A proporção que esse elementos tomam em nossa vida são tão grandes que acabam prejudicando e até anulando nosso relacionamento com Deus. E é o afastamento dEle a causa das piores consequências. Sem Deus somos como uma frágil folha seca que cai da árvore e é levada pelo vento para onde ele bem entender. E o início de todo esse processo que pode culminar na morte espiritual, ou então, até na morte física.
Deus, além de oferecer ajuda e conforto para nos libertar dos vícios, coloca a nossa disposição pessoas, que orientadas por Ele, podem nos ajudar. Um grupo de amigos, ou mesmo a comunidade que forma a igreja, juntamente com familiares, são muitas vezes usados para nos alertar e ajudar a vencer obstáculos que dificultam nosso relacionamento com Deus.
O que Ele quer neste momento é apenas que você reconheça sua fraqueza para lutar sozinho contra esse mal. A partir de então, estando mais próximo a cada dia Dele, será possível vencer qualquer coisa.

Texto: Lóren Vidal

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11. Liberdade dos vícios

“Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres” (Jo 8:36).
Leitura adicional: Pv 23:29-35; 1Co 7:2-5; Mt 25:15-30; Mc 10:17-27; 1Pe 3:3, 4

O idoso avô cherokee (tribo indígena norte-americana) estava perturbado com as coisas que via acontecer a seu neto. O mundo parecia estar atraindo o rapaz para longe de tudo que lhe havia sido ensinado. O avô lutou com esse pensamento. Durante dias ficou pensando que palavras deveria dizer a seu amado neto que fizessem uma diferença por toda a vida e o atraíssem para longe do mal que ele estava seguindo.
Finalmente as palavras vieram. Enquanto o avô estava sentado junto ao fogo, olhou longamente para o neto. Então, disse: “Há uma luta ocorrendo dentro de mim. “É uma luta terrível entre dois lobos. Um lobo representa o medo, a raiva, a inveja, a tristeza, o remorso, a ganância, a arrogância, a autocompaixão, a inferioridade, as mentiras, o falso orgulho, a competição, a superioridade e o ego”.
“Qual é o outro lobo, vovô?” perguntou o neto.
“O outro lobo representa a alegria, a paz, o amor, a esperança, a partilha, a serenidade, a humildade, a amabilidade, a amizade, a empatia, a generosidade, a verdade, a compaixão e a fé. Essa mesma luta está acontecendo dentro de você e dentro de todas as outras pessoas, também.”
O neto pensou sobre a história que o avô havia acabado de contar. Sentiu esses mesmos lobos lutando dentro dele. A batalha era longa e árdua. Havia dias em que ele desejava desistir. Não sabia qual seria o resultado dela em sua vida. Desejava saber, e então perguntou ao avô com certo medo na voz: “Vovô, qual lobo irá ganhar?”
O avô sabia que havia alcançado o coração do neto, por isso simplesmente respondeu: “O que você alimentar”.
O conselho do avô era verdadeiro. O lobo que alimentarmos em nossa vida é o que irá nos consumir. Um amigo certa vez me disse que todos temos vícios, mas alguns são mais aceitáveis que outros. Há muita verdade nessa declaração. Por que o drogado que está só esperando por sua próxima dose é considerado um marginal, mas uma compradora compulsiva que mal pode esperar que o shopping abra às dez da manhã para que ela tome sua “dose” de compras nem mesmo gera uma reação na maioria das pessoas?
Aprenderemos na lição desta semana que todos temos vícios porque estamos infectados pelo pecado. Podemos escolher alimentar o lobo do vício ou o lobo da liberdade. Que lobo você vai alimentar em sua vida nesta semana?
Deena Bartel-Wagner – Spencerport, EUA

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10. Reflexão Martin Kuhn – Ciume e Injeva

Conta-se a história de dois homens, moradores na mesma cidade: um deles muito invejoso; o outro, muito avarento. O governador da cidade mandou trazê-los diante de sua presença, prometendo conceder a ambos tudo que desejassem. Mas havia uma condição: aquele que pedisse primeiro receberia exatamente o que pedisse; já o outro, receberia a mesma coisa, só que em dobro!
O invejoso não queria de jeito nenhum ser o primeiro a pedir, para que o outro homem não recebesse mais do que ele. Se ele pedisse uma casa, o outro ganharia duas. Se ele pedisse um carro, o outro ganharia dois. Se ele pedisse muita riqueza então, o outro ganharia em dobro!
Após alguns momentos pensando, o invejoso acabou escolhendo seu desejo: “gostaria que me arrancassem um olho!”. Dessa forma, o outro homem perderia os dois olhos.
Essa breve história mostra claramente o que a inveja provoca em nós: uma verdadeira cegueira. Ela é capaz de transformar algo positivo em uma coisa muito ruim para nós mesmos. A inveja é um sentimento que nos consumindo por dentro. Primeiro, com pensamentos maldosos. Depois, partindo para atitudes físicas e verbais.
A Bíblia traz algumas histórias do que a inveja pode fazer, com os exemplos dos irmãos de José e do rei Saul. Mas antes de tudo isso, durante a criação do mundo, a inveja se penetrou em um lugar considerado santo e perfeito: o Céu. Satanás, com ciúmes de Jesus, deu início a um conflito no Céu que causou a perdição de muitos anjos e nos ensinou o que é o pecado e seu resultado: a morte.
Não deixe que o sentimento de inveja aos poucos vá cegando seus olhos. Peça que Jesus realize um milagre em você, e te faça enxergar novamente!

Texto: Robson Fonseca