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Os internautas mais influentes estão no Twitter

O Twitter é um sismógrafo humano e representa um canal de transformação, onde as pessoas comuns possuem a capacidade de afetar as ações de outros.

O Twitter é mais uma série de nichos sociais interconectados que uma rede social. Ele junta diferentes personalidades conectando-as através da amizade, admiração, educação e contexto. Os indivíduos (seguidores) se ajuntam ao redor de pessoas que eles conhecem ou que gostariam de conhecer e se unem por tópicos e temas.

Essa atividade é algo que preocupa atualmente as empresas. As informações contidas num único tweet podem ser espalhadas de forma viral e sem controle, impactando a milhares de pessoas e causando prejuízo para a imagem corporativa. Por isso a importância de se monitorar o que falam de você ou sua da empresa no Twitter.

Um recente estudo do  ExactTarget e CoTweet pesquisou 1.500 usuários do Twitter a  fim de identificar as principais motivações para seguirem empresas. Dos entrevistados:

72% publicam postagens de blog, pelo menos, mensalmente.

70% comentam blogs

61% escrever pelo menos uma revisão de produto mensalmente.

Em abril de 2010, a Performics and ROI Research concluiu que 33% dos usuários compartilham opiniões no Twitter sobre empresas ou produtos pelo menos uma vez por semana. Mais ainda, 32% fazem recomendações, enquanto 30% procuram orientação e direção.

Repetindo …

- 33% falam sobre marcas, 1x por semana

- 32% fazem recomendações

- 30% procuram orientação

Outra estatística interessante: 20% dos consumidores seguem uma marca, a fim de interagir com a empresa.  De fato, nove de dez afirmaram que a razão mais comum para seguir uma marca no Twitter é obter informações diretas da empresa.

Em outros estudos, 51% indicaram que seguem empresas porque já são clientes e 44% porque esperam descontos ou promoções.

Outro ponto interessante é que os homens são duas vezes mais propensos a seguir marcas que mulheres, mas as mulheres são mais influentes que os homens no Twitter.

Em resumo poderia se dizer que os usuários do Twitter são os mais influentes na comunidade online. Mais que isso, eles não só são mais influentes, mas colocam seu dinheiro onde estão seus tweets.

Atualmente, o dinheiro não cresce em árvores, mas cresce em tweets.

Adaptado de Pr2.0

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Justin Bieber, as redes sociais e o futuro da humanidade

A internet é hoje um berçário de celebridades. Elas começam no anonimato com alguns vídeos de baixa qualidade no Youtube, depois são encontradas por caçadores de talentos e, de um momento a outro, passam a ser seguidas por milhões de fãs em todo mundo. Foi o que aconteceu com Justin Bieber, talvez o mais famoso cantor do momento.

Bieber, um menino com menos 15 anos, fazia um tímido sucesso com os vídeos que postava no Youtube interpretando músicas conhecidas. Depois é encontrado por um caçador de talentos e, aos 16 anos, se torna o solista masculino mais jovem a liderar o topo das paradas de sucesso desde 1963, tirando o lugar de Stevie Wonder. Causou surpresa?

Impressionante mesmo é a influencia que Bieber possui na web. A música One Time, em que o cantor aparece jogando vídeo game e depois enviando mensagens de celular convidando os amigos para uma festa, já atingiu mais de 150 milhões de visualizações no Youtube (mais que a população da Rússia).

Justin Bieber nas Redes Sociais

  • Myspace: 1 milhão de fãs;
  • Youtube: 221 milhões de visualizações do canal e 714 mil inscritos;
  • Twitter: 4,2 milhões de seguidores;
  • Orkut: centenas de comunidades de fãs, algumas com mais de 600 mil participantes;
  • Facebook: 9 milhões de fãs;
  • Sem contar as páginas de fãs em dezenas de outras redes sociais como Sônico, HI5

Os fãs de Bieber são, na maioria, adolescentes. Um grupo que gasta muitas horas na internet, se relaciona nas redes sociais e usa os celulares mais para o envio de SMS, tirar fotos e troca de músicas, que para falar.

Na web existe uma suposta afirmação do cantor: “Estou ansioso para influenciar as pessoas de uma forma positiva”, diz Justin. “Minha mensagem é que você pode fazer qualquer coisa se você colocar isso na cabeça…”

De fato, Bieber tem influenciado a cabeça de milhões de adolescentes que o tem seguido até no corte de cabelo. Isso sem dizer como sua forma de vestir movimenta a indústria da moda para o público masculino mais jovem.

Refletindo sobre a questão da influência, considero que essa capacidade de atingir milhões de pessoas no mundo inteiro, de diferentes culturas e idiomas, em períodos de tempo cada vez menores, é uma vantagem que a internet tem sobre as demais mídias.

O problema é que ela também traz imensas preocupações para pais, governantes, educadores e líderes religiosos que precisam lutar para manter valores morais e culturais.

Apesar de tudo o que Justin Bieber ou outros astros possam representar de positivo para seus fãs, é necessário um olhar mais crítico para entender que eles são produtos de uma indústria que está mais preocupada em lucrar milhões de dólares do que influenciar positivamente na formação ética, moral e educacional da criança e do adolescente.

Por outro lado, aqueles que se preocupam com essas questões têm resistido ao uso da tecnologia, se dedicando apenas a mostrar os problemas e perigos da internet ao invés de idealizar e construir recursos para que a geração mais jovem possa receber uma boa influência através desse meio.

O fato é que Internet está aí, crescendo cada vez mais e chegando a mais pessoas em todos os pontos do planeta. Não dá mais para parar o trem. Resta-nos agora, com Bieber ou sem Bieber, colaborar para que o mundo virtual se torne mais habitável e seguro para as gerações que nos sucederão.