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  • ediberto pereira dos reis em 22 de fevereiro de 2016 16:49

    Muito bom, estudos maravilhosos que nos tiram todas as duvidas e nos engrandecem espiritualmente.



  • Flávia em 9 de novembro de 2015 6:18

    os fiéis de DEUS no texto são os 144 mil? vai ter um programa dos 144 mil??
    paz
    Flávia



  • Daniela em 24 de agosto de 2014 0:16

    Olá, Ivone Garcia. Tudo bem?
    Também sou adventista, e sou estudante de Jornalismo. Estou realizando uma matéria, justamente sobre o que as pessoas pensam a respeito da morte, principalmente aquelas que atravessaram por alguma experiência difícil relacionada a este assunto ou talvez alguém que perdeu um ente querido. Pelo pouco que li do seu testemunho aqui publicado, entendo que você passou por momentos tristes ao perder seres amados, porém agora acredita na promessa de Deus, em relação à morte. Gostaria, muito de lhe fazer uma entrevista por e-mail, se for possível sobre este assunto, serão somente algumas perguntas para responder. Como posso entrar em contato com você?
    O meu e-mail é: danielasmith643@gmail.com
    ps: Vou lhe enviar mais informações a respeito da entrevista, assim receber o seu contato: e-mail ou telefone.
    Aguardo resposta

    Deus te abençoe!



  • davi em 28 de março de 2014 23:51

    olá.gostaria de um esclarecimento sobre o que jesus disse ao ladrao na cruz”hoje mesmo estaras comigo no paraizo”.desde ja agradeço



  • larissy rodrigues em 19 de novembro de 2013 9:13

    muito interessante esse tema..e surpreendente gostei muito…



  • Armandino dos Santos em 10 de agosto de 2013 16:41

    Belo estudo ; lindo louvor. Deus abençoe a todos!



  • gorete em 7 de agosto de 2013 10:33

    amei a pregação ,mas não entendí porque o pr. falou que não existe inferno, ora aquele versiculo que diz:que o fogo não apaga e o bicho não para de comer….como explica? me mandem por e-mail.



    • J.Washington em 3 de setembro de 2013 14:14

      Gorete, existem 3 palavras que são traduzidas como inferno nas Escrituras. São elas:

      1) Sheol – sempre usada no Velho Testamento e significa, basicamente, sepultura, abismo ou lugar escuro. Sua correspondente no Novo Testamento é Hades. Textos Sl 116:3, Amós 9:2; Num 16:30, 33; Mt. 11:23; Atos 2:27.

      Não há, no uso delas, nada que indique tormento eterno.

      2) Geena – O termo geena é nome próprio, transliteração do nome hebraico de um lugar de incineração que ficava fora de Jerusalém, usado para depósito de lixo, de cadáveres de animais. O fogo queimava continuamente todo o lixo e os cadáveres promovendo uma cena de destruição. Temos aqui a figura literária da símile. O juízo final, ou destruição, do ímpio, é comparado aos fogos ardentes do vale de Hinnon. Os fogos de Hinnon não se apagavam; esse era o motivo da certeza de consumirem tudo quanto neles fosse lançado. O que o fogo não destruía, vermes, bichos, que ali pululavam davam fim, numa obra de destruição. Era um fogo eterno. Mas veja, era um lugar de destruição e não de preservação. Os judeus consideravam aquela destruição como símbolo da destruição final dos ímpios (Mt. 10:28; Mt. 16:8,9).

      3) Tartaros – (II Ped. 2:4) – Significa, basicamente lugar de trevas – É uma palavra grega e, para eles, era a morada dos ímpios mortos e o lugar onde recebiam o castigo. Corresponde, em certa medida, ao Geena dos judeus. Pedro a usa aqui simplesmente para referir-se ao lugar onde os anjos maus estão confinados até o dia do juízo.

      A linguagem de Pedro é totalmente figurada. Se observarmos o contexto veremos que Ele está usando ilustrações para mostrar quão inevitáveis são os juízos divinos que se até os anjos do céu que viveram em sua presença foram atingidos pelo juízo e estão reservados para o juízo final desde que Deus os expulsou do céu, quanto mais aos ímpios que desviaram a outros dos caminhos de Deus.

      Haverá tormento, fogo e juízo – mas quando será? O juízo final está no futuro, e, portanto, os anjos maus não estão sofrendo agora. Eles foram “reservados” para o juízo após serem expulsos do céu. O juízo final dará cabo de todos os maus, da morte e até do inferno (Hades); são lançados no lago de fogo, logo o inferno não é, ele próprio, um lago de fogo (veja-se Apoc. 20: 10 e 14).

      Tenha esperança!

      J.Washington/Equipe Bíblia Fácil



  • carlos domingues em 4 de junho de 2013 2:06

    gostei muito deste programa assisti sábado 02/06/2013, esclareceu muito, programa maravilhoso está igreja pastor ARILTON, homem de DEUS abençoado teólogo puro, DEUS precisa de homens assim, que DEUS ABENÇÕE A TODOS



  • Vanilza Araujo Oliveira em 27 de abril de 2013 17:00

    Eu gostei muito da explicação, compreendi e esclareceu algumas dúvidas que eu tinha. Gostaria de perguntar? Apos o sepultamento nosso corpo é desfeito pela terra, se somos alma para onde vai nossa alma até Jesus voltar e ressuscitarmos onde ela está dormindo? Na Bbilia fala?



    • J.Washington em 17 de junho de 2013 14:19

      Vanilza, agradecemos sua participação e boa vontade em aprender mais sobre a Palavra do Senhor.
      Quanto ao assunto de vida após a morte, vejamos:

      O que acontece a uma pessoa, depois da morte? As tentativas feitas para se responder a essa pergunta são muitas. A maioria delas só consegue aprofundar a angústia e a tristeza que envolvem o assunto e aumentar as dúvidas. Para uns, ao morrer, o indivíduo vai direto para o Céu ou para o inferno. Para outros, ele será um espírito que encarnará sucessivamente em outros seres. Em meio as ideias conflitantes, necessitamos obter uma resposta produtora de segurança, que só pode ser encontrada na Palavra de Deus.

      1. Como Deus formou o homem? (Gênesis 2:7)
      (X) Deus formou o homem do pó da terra e soprou em seu nariz o fôlego de vida.
      ( ) Deus criou as formas básicas de vida. Através da seleção natural e evolução, ao longo de milhares de anos, surgiu a espécie humana.
      ( ) Deus ordenou com Sua palavra e o homem passou a existir.
      ( ) A alma sempre existiu e Deus apenas a materializou no homem.
      ( ) Nenhuma das anteriores.

      A Bíblia ensina que Deus formou o homem do pó da terra. A palavra “formar” (yatzar em hebraico) indica o ato de “moldar” ou “modelar”. Deus ajuntou o barro, modelou-o e fez uma escultura do homem. Era apenas um corpo inerte. Então Deus soprou em seu nariz o fôlego de vida e o boneco de barro passou a ter vida.

      2. Com base neste texto, o que se pode dizer a respeito do homem? (Gênesis 2:7)
      ( ) O homem passou a ter uma alma quando Deus soprou-lhe o fôlego de vida.
      ( ) O ser humano é um espírito que tem vida independente do corpo.
      ( ) O homem tem um espírito que é a mesma coisa que alma.
      (X) O homem é um ser indivisível, formado pelo barro (corpo) e fôlego de vida (espírito). O homem é uma alma vivente.
      ( ) Nenhuma das anteriores.

      Pó da Terra (corpo) + Fôlego de Vida (espírito) = Alma vivente (ser vivo). Esta é a fórmula constitutiva do homem. Ele é um todo indivisível, constituído de corpo, mente e espírito. Sem o fôlego de vida o corpo se torna pó, sem vida (Gênesis 3:19). Não existe “mente” destituída de um organismo vivo. O espírito também não é uma entidade “viva” independente. O homem não tem uma alma, mas foi “feito” alma vivente.

      3. Marque V para verdadeiro e F para falso. Como a Bíblia se refere à alma? (Ezequiel 18:4; Gênesis 46:27; Deuteronômio 10:22)
      (V) Como pessoa viva.
      (F) Como uma entidade independente do corpo.
      (V) Pertence a Deus.
      (F) É imortal.
      (V) É mortal.

      Na Bíblia Sagrada, a palavra nefesh (alma) pode ser traduzida por “ser”, e se refere a um “ser vivente”, ou “pessoa viva”. A alma pode morrer (Juízes 16:30) ou ser morta (Números 31:19). A palavra “alma” se refere ao ser como um todo, por isso a Escritura Sagrada considera a alma como mortal.

      4. Marque V para verdadeiro e F para falso. O que acontece com a pessoa (alma vivente) quando morre?
      (V) Deixa de viver.
      (V) Corpo volta a ser pó (Gênesis 3:19).
      (V) Espírito, ar ou fôlego de vida, volta para Deus (Eclesiastes 12:7).
      (V) Memória é entregue ao esquecimento (Eclesiastes 9:5).
      (V) Os mortos não têm consciência alguma.

      Não é possível ver ou falar com alguém que já morreu. Em tais manifestações, não é a pessoa morta que aparece, mas Satanás e seus anjos disfarçados (2 Coríntios 11:13). Ele não deseja que entendamos que a oportunidade de salvação só existe enquanto vivemos.

      5. Marque V para verdadeiro e F para falso. Para onde vai a pessoa (alma vivente) após a morte? (Eclesiastes 9:5, 10; Jó 7:9, 10)
      (V) Sepultura.
      (F) Céu.
      (F) Inferno.
      (F) Flutuar no espaço.
      (F) Purgatório.

      Quando o homem morre, ele volta ao pó da terra (Gênesis 3:19). As palavras sheol e hades podem ser traduzidas corretamente para “sepultura”, ou “lugar de silêncio dos mortos”.

      6. Quem, unicamente, possui imortalidade? (1 Timóteo 6:16)
      ( ) O ser humano que não pecar.
      (X) Deus.
      ( ) O anjo Gabriel.
      ( ) Adão.
      ( ) Nenhuma das anteriores.

      A Bíblia é categórica ao afirmar que Deus é o único que possui imortalidade. O ensino da imortalidade da alma não tem fundamento bíblico.

      7. Qual era a condição para o homem conservar sua imortalidade? (Gênesis 2:16, 17)
      (X) Obediência a Deus.
      ( ) Comer da árvore do conhecimento do bem e do mal.
      ( ) Adquirir o conhecimento do mal.
      ( ) Comer cereais e frutas.
      ( ) Nenhuma das anteriores.

      Adão e Eva eram candidatos à vida imortal. Eles conheciam apenas um mundo cheio de vida. Para eles a morte era um mistério, pois nunca a tinham visto. Deus os advertiu, pois se desobedecessem, iram morrer.

      8. Qual a consequência do pecado? (Romanos 5:12; 6:23)
      (X) Morte.
      ( ) Vida.
      ( ) Felicidade.
      ( ) Contentamento.
      ( ) Nenhuma das anteriores.

      Devido à sua transgressão, Adão e Eva experimentaram a morte. Consequentemente, as tendências pecaminosas e a morte foram transferidas para toda a raça humana, porque todos pecaram. Este é o terrível salário do pecado.

      9. Como Jesus considerou a morte? (João 11:11-14)
      ( ) Como uma coisa boa.
      (X) Como um sono.
      ( ) Como uma porta de acesso à outra vida.
      ( ) Como um estado intermediário.
      ( ) Nenhuma das anteriores.

      Na ocasião da morte de Lázaro, Jesus se refere à sua morte como um sono, e isso não é incomum, pois na Bíblia existem mais de 50 referências que chamam a morte de sono.

      10. Até quando os mortos em Cristo permanecerão dormindo na sepultura? (João 5:28, 29; 1 Tessalonicenses 4:16)
      (X) Até a segunda vinda de Jesus.
      ( ) Por toda eternidade.
      ( ) Até chegar ao ano 2050.
      ( ) Até que se completem os 10 mil anos.
      ( ) Nenhuma das anteriores.

      Jesus não teme a morte. Ele a venceu e promete trazer à vida todos os que morreram crendo nEle. Isto ocorrerá por ocasião de Sua segunda vinda. Os que dormiram no Senhor sairão das sepulturas com o dom da imortalidade. Viverão para sempre e a morte nunca mais existirá. Nós os vivos seremos transformados, num abrir e piscar de olhos (1 Coríntios 15:51-53). Que esperança maravilhosa nós temos em Jesus!

      Compromisso de fé:
      Creio que o homem foi criado por Deus para ser imortal, mas perdeu a imortalidade devido à desobediência. Creio que a morte é um sono e que os mortos justos ressuscitarão na segunda vinda de Jesus. Reafirmo minha aceitação de Cristo como meu Salvador. Desejo obedecer-Lhe em tudo e, por ocasião da Sua vinda, receber a imortalidade.
      ( ) Sim. ( ) Não.

      Seja feliz!
      J.Washington/Equipe Escola Bíblica



  • Regina em 22 de março de 2013 21:55

    qro parabeniza los pelo estudo de um tema tão difícil de se falar,até mesmo a religião evita tal assunto e desde que perdi meu filho em 2010 tenho encontrado consolo na pessoa do Espiríto Santo de Deus e atravez de vcs como literatura estudos na internet e nos programas da tv Novo Tempo que venho acompanhando e aprendendo cada dia mais,Deus os abençõe.



    • J.Washington em 25 de março de 2013 12:41

      Regina, o Espírito Santo é o nosso Consolador. Só Deus pode entender a dor do coração de uma mãe que perde um filho. Conte conosco. Podemos lhe ajudar com orações e informações. Prepare-se para a volta de Jesus e para o encontro com o seu filho querido.

      Seja feliz!
      Equipe Bíblia Fácil



  • raphaela em 16 de março de 2013 18:18

    otimo



  • Angela Maria Franco dos Santos em 24 de fevereiro de 2013 2:20

    eu amo toda a programação da NOVO TEMPO. sou evangelica da igreja QUADRANGULAR, mas tenho aprendido muito com todos os PATORES.



  • MARCELO ALVES NARCISO em 18 de janeiro de 2013 2:43

    OLÁ PASTOR, A PAZ DE CRISTO!

    JÁ FIZ O ESTUDO BIBLICO, E ESTOU ME PREPARANDO PARA O BATISMO, MAS TEM UMA QUESTÃO QUE ME INTRIGA SOBRE A MORTE, OU PRA ONDE VAMOS QUANDO MORREMOS. O QUE PEDRO QUIZ DIZER SEGUNDO A PASSAGEM BÍBLICA DE 1 PEDRO 3 A PARTIR DO VERSÍCULO 18, SE NÓS FICAMOS DORMINDO QUANDO MORREMOS, QUEM SÃO ENTÃO ESTES ESPÍRITOS QUE JESUS FOI PREGAR QUE ESTAVAM EM PRISÃO, CONFORME OS VERSÍCULOS NARRAM?
    POR FAVOR ME AJUDE A COMPREENDER O QUE DEUS QUER NOS DIZER COM ESTA PASSAGEM OK.



    • J.Washington em 30 de janeiro de 2013 15:43

      Marcelo, a Paz de Cristo para você também. Vamos estudar contigo um pouco mais sobre o estado da morte. O texto pode parecer longo, para os padrões de interent, porém se faz necessário no momento. O assunto exige orientações mais aprofundadas.

      A Palavra de Deus diz que os mortos, bons ou maus, estão simplesmente dormindo em suas sepulturas até a ressurreição do último dia (Salmo 13:3; 17:15; Daniel 12:13; João 6:40). Quando Lázaro morreu, Jesus disse que ele dormia: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (João 11:11). No versículo 14, Jesus disse-lhes claramente: “Lázaro morreu”. E note que Lázaro, quando foi chamado do seu túmulo depois de quatro dias, não tinha nenhuma história para contar sobre onde ele tinha estado durante todo aquele tempo; evidentemente, ele não tinha ido a parte alguma. E você sabia que Pedro, no dia do Pentecostes, disse que Davi, milênios depois da morte dele, ainda não tinha ido para o Céu? (Atos 2:29 e 34).

      E Eclesiastes 12:7? Esse texto não afirma claramente que “o espírito volta para Deus” depois da morte?
      Vamos agora deixar a Palavra de Deus esclarecer esta aparente contradição. Por incrível que possa parecer, Eclesiastes 12:7 é uma das passagens mais claras sobre o que acontece com a pessoa quando ela morre. Veja: “E o pó volte a terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu”. Foi isso que você aprendeu ou pensava que alguns dos espíritos subiam e outros desciam? Perceba que o texto afirma que o “espírito” de todos sobe a Deus, e não apenas o dos bons. Que espírito é esse que retorna para Deus?

      Em Tiago 2:26 temos uma declaração muito interessante: “Porque assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta.” Com base nesses versos e em Gênesis 2:7, saberemos o que é “espírito” de acordo com a Bíblia. Vamos a algumas informações importantíssimas:

      1) O espírito é que mantém o corpo vivo.
      2) A palavra “espírito” no original hebraico do Velho Testamento é “ruach”, o mesmo que “pneuma” no original grego do Novo Testamento. Significa “sopro”. Dessa palavra tiramos nossos populares pneus cheios de ar, câmaras de ar… Espírito ou “pneuma” simplesmente quer dizer “ar” ou “sopro”. Quando falta o espírito, a tradução correta é “morte”, pois um corpo sem “ar” ou o princípio de vida de Deus (espírito) está morto. As duas palavras – “sopro” e “espírito” – são usadas como sinônimas nas Escrituras.
      3) Observe o Criador em ação: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra” (Gênesis 2:7, primeira parte). Aí está o homem deitado no chão, completo em cada detalhe; ele acaba de sair das mãos do Seu Criador, pronto para viver, amar e agir, mas não está vivendo. Agora, leia o restante do texto: “E lhe soprou nas narinas o fôlego de vida [espírito, no original]; e o homem passou a ser alma vivente.” O fôlego de Deus que foi colocado nas narinas do homem (fôlego ou espírito) separa-se do corpo na morte e volta para Deus. O corpo retorna ao pó (Gênesis 3:19; Eclesiastes 3:20).
      4) Esse “espírito”, “fôlego de vida”, não consegue pensar, adorar nem cantar. Esse espírito (princípio vital que Deus soprou nas narinas do ser humano) volta para o Criador, quer a pessoa seja santa ou pecadora. O homem simplesmente deixa de ser uma alma ou um ser vivente até o momento em que o doador da vida reunir novamente os dois elementos (corpo e espírito = fôlego de vida) no dia da ressurreição (Lucas 14:14).
      5) Não podemos aceitar a crença de que este “espírito” mencionado em Eclesiastes 12:7 seja uma entidade consciente, que se desprende na morte e alce voo porque:

      (1) Se esse “espírito” é uma entidade consciente quando volta a Deus, também o era quando veio dEle. A construção do texto requer isso, porque nos dá a específica afirmação de que o pó volta a terra “como o era” e, sendo que não há declaração em contrário, conclui-se que o “espírito” volte “como era”.
      (2) Caso esse “espírito consciente” volte para Deus, teremos que apoiar a teologia dos mórmons, que ensinam a existência de um “mundo invisível dos espíritos” que esperam corpos humanos para habitar neste planeta. Mas, duvidamos de que qualquer cristão aceite tal crença.
      (3) Se o “espírito” que volta a Deus é uma entidade consciente – o verdadeiro homem – então todos os seres humanos, sejam bons ou maus, vão para perto de Deus por ocasião da morte, ou seja: teriam o mesmo destino! Se nos disser que os ímpios vão a Deus simplesmente para submeter-se ao julgamento, diremos que a Bíblia afirma definitivamente que o juízo é ainda um evento futuro (ver Mateus 25:33, 46; Apocalipse 22:12).
      (4) Lemos que “formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida: e o homem foi feito alma vivente” (Gênesis 2:7). Concordamos que a vida e consciência que Adão possuía eram resultados desse fôlego da vida. Se o fato de receber este fôlego da vida representa a aquisição de uma entidade imortal que continua a viver depois da morte, seguem-se então algumas conclusões absurdas. Conta-nos a Bíblia, que quando veio o dilúvio, “expirou toda a carne que se movia sobre a Terra, tanto de ave como de gado e feras, e de todo o réptil que se roja sobre a terra, e todo o homem. Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em seus narizes,… morreu” (Gênesis 7:21 e 22). Com isso, queremos dizer que, se o fôlego da vida soprado no homem lhe pôs dentro do corpo algo imortal, e este fôlego de vida, saindo por ocasião da morte, significa a libertação de uma entidade consciente e imortal, então também os animais são imortais. Esta é uma conclusão inevitável. O fôlego da vida que estava dentro dos animais era o mesmo que o homem possuía, porque a Bíblia usa exatamente a mesma linguagem para descrever ambos. E, de fato, o mesmo livro de Eclesiastes, que contém o texto que estamos examinando, diz dos homens e animais que “todos têm o mesmo fôlego” (ou “espírito” como diz outra versão) (Eclesiastes 3:19). Ninguém quererá afirmar que uma entidade consciente deixa o animal por ocasião da morte. Por que tentar, pois, fazer Eclesiastes 12:7 ensinar a doutrina de um espírito consciente a respeito do homem? Todos nós cremos que a Bíblia ensina existir uma vasta diferença entre os homens e os animais. Mas quanto ao fôlego da vida, ou o espírito da vida, a Bíblia não faz nenhuma distinção.
      6) Jó assim descreve onde está o “espírito”, o ser humano: “Enquanto em mim houver alento, e o sopro de Deus no meu nariz…” (Jó 27:3). E a morte é descrita por ele nestas palavras: “Se Ele pusesse o Seu coração contra o homem, e recolhesse para Si o Seu espírito e o Seu fôlego, toda a carne juntamente expiraria, e o homem voltaria para o pó” (Jó 34:14 e 15). O espírito, ou seja, o fôlego da vida volta porque veio de Deus e Ele o recolhe para Si. Consequentemente, a vida acaba.

      Duas perguntas nos ajudam a decidir se continuaremos ou não crendo na doutrina da imortalidade da alma.
      1ª pergunta: Você crê na ressurreição? As Escrituras ensinam que ela ocorrerá no último dia, quando Jesus retornar (1 Coríntios 15:23). Por que essa ressurreição no último dia, se já recebemos nossa recompensa ou castigo quando morremos? Certamente não iríamos descer do céu, nem subir do inferno para entrarmos em nosso corpo outra vez, sermos ressuscitados e, em seguida, mandados de novo para a nossa recompensa ou castigo, não é mesmo?
      2ª pergunta: Você crê no julgamento futuro? A Palavra de Deus diz: “Porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou…” (Atos 17:31).

      Mateus descreve a separação que ocorrerá entre os bons e os maus por ocasião do juízo final quando Jesus retornar (ver capítulo 25). Portanto, eis a pergunta: Por que um julgamento no final dos tempos se já fomos para a nossa recompensa ou castigo quando morremos? Se uma pessoa esteve sendo queimada no “inferno” por centenas de anos, você acha que Deus mandaria alguém lá embaixo a fim de buscá-la para o julgamento?

      Por outro lado, e se ela já estivesse no céu? Jesus disse: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também” (João 14:1-3). Se já estivéssemos no Céu, qual seria o propósito de Jesus retornar para nos levar se já estamos lá? Não! A Bíblia não ensina esse tipo de confusão!

      Você deve estar pensando em outros textos, como Lucas 23:43, 16:19-31, Filipenses :21-24; 2 Coríntios 5:8, Apocalipse 20:10 e outros. Mas, com nossos estudos elaborados, podemos lhe ajudar a entendê-los dentro do contexto geral das Escrituras. Basta nos escrever e teremos a alegria de lhe atender.

      Para rever os seus queridos, você precisa aceitar a Jesus como seu Salvador.
      Nosso Senhor nos oferece a realidade, não brincadeiras. Ele nos diz agora o que Ele disse a alguém há muito tempo: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (João 11:25). Quando Jesus vier outra vez, todas as lágrimas serão enxugadas e a morte deixará de existir (1 Coríntios 15:51-55). Os mortos ressuscitarão e os vivos serão transformados, num só momento (1 Tesalonicenses 4:13-18).
      A vida eterna só é uma realidade na Pessoa Divina (João 1:1-3; 14) de Cristo. Em nós, não há nada de imortal. Tudo em nós cheira à morte e injustiça. O nosso direito à vida – nossa única alternativa à imortalidade – está em Cristo, e isto acontecerá definitivamente quando Ele vier nas nuvens dos céus. Portanto, aceite a Cristo e não perca a oportunidade de reencontrar os seus amados. Assim, as palavras de confiança do apóstolo Paulo poderão ser suas! “Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda” (2 Timóteo 4:8).

      Não há nenhuma fagulha de imortalidade em nós. A vida eterna depende exclusivamente de Jesus. Quando alguém morre, só poderá ressuscitar pela ordem divina. Só Deus é imortal (1 Timóteo 6:16). A morte não significa ir para o céu, nem para o fogo do inferno ou para o purgatório, nem para o mundo dos espíritos. A morte significa apenas a cessação da vida até o dia da ressurreição. Veja como o apóstolo Paulo descreve a ressurreição, na última passagem transcrita neste estudo:

      Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus; descerá dos céus e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles entre nuvens para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor (1 Tessalonicenses 4:16-17).

      Que imagem! Que dia! Que esperança! Para aqueles que faleceram, o próximo instante será ver Jesus chegando nas nuvens do Céu. Não haverá sensação do passar do tempo na sepultura para eles. Visualizemos esse dia. Jesus voltando triunfalmente (Apocalipse 1:7; Mateus 24:30, 31) para um planeta que uma vez O rejeitou, o açoitou e o crucificou, mas um planeta que Ele não esquece, pois o ama. Quando se aproximar desta terra, ele gritará com voz poderosa: “Acordem, vocês que dormem no pó da terra, venham para a vida eterna.”
      Pode haver melhor notícia? Gente de verdade, com corpos de verdade, morando em casas e jardins. E, um universo de maravilhas para explorar; tudo que seu coração jamais sonhou e, o melhor: Jesus vai estar lá e Ele será a fonte de toda a felicidade! Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita” (Salmo 16:11).

      Seja feliz!
      Equipe Bíblia Fácil



  • MACILDO em 5 de janeiro de 2013 21:28

    MUITO BOM…



  • claudio em 5 de janeiro de 2013 14:46

    boa dia, Arilton,

    muito boa sua palestra sobre a bíblia, modernada, diferente e esclarecedora de transmitir o conteúdo da bíblia.
    foi a primeira vez que assisti dia 3/dez/13 sem fantasias serie assíduo deste programa é aos sàbado? grato…



    • J.Washington em 1 de fevereiro de 2013 11:35

      Cláudio, agradecemos por sua audiência e suas palavras de reconhecimento e ânimo. Deus seja louvado.

      Seja feliz!
      Equipe Bíblia Fácil



  • julio cesar pilar em 15 de dezembro de 2012 14:45

    Apaz pastor, devemos guarda só o sábado? ou devemos guarda todos os dias, ou só o sábado que tem que ser Satificado? ou não?
    Jesus falou no novo testamento, que a lei é os Profetas duraram até João batista, é até nós dias de hoje empregam forças para entrar no Reino dos céus,
    É porque que temos que guarda o sábado, é não todos os dias. OBRIGADO!!!



    • J.Washington em 17 de dezembro de 2012 15:56

      Julio, sua pergunta é muito intereressante. Respondendo a sua pergunta sobre o sábado, veja o que preparamos:
      Assim lê-se o quarto mandamento da lei de Deus:

      “Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êxodo 20:8-11).

      Com respeito à guarda do sétimo dia (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11), existem algumas coisas básicas a serem observadas:
      a) Não comprar, vender ou se envolver em qualquer tipo de negócio;
      b) Não exercer nenhum trabalho secular ou algo que possa ser feito em qualquer outro dia da semana;
      c) Preparar as atividades caseiras na sexta-feira;
      d) Nunca se esquecer que o maior objetivo do sábado é ter mais tempo para estar com Cristo, num relacionamento mais íntimo, através do estudo da Bíblia e da oração;
      e) É um dia para louvar e adorar a Deus na sua igreja;
      f) É um dia para apreciar o convívio dos irmãos em Cristo;
      g) É um dia dedicado à família;
      h) É um dia propício para apreciar a criação de Deus através da natureza;
      i) É um dia para fazer o bem a si e aos outros;
      j) Especialmente, é um dia de fé e de lembrança. Na luta pela sobrevivência, na agitação da vida, somos tentados a querer dirigir nossos caminhos por nós mesmos e nos esquece¬mos de que tudo que mais precisamos é confiar em Deus, descansar na Sua sabedoria e no plano que Ele tem delineado para nossa vida. O sábado é para nos lembrar de tudo isso, a fim de descan¬sarmos, pela fé, na segurança dos braços de Jesus e na certeza da Sua graça.
      Concluindo essa primeira parte, podemos dizer que o sábado e os demais mandamentos divinos são eternos. Nunca houve um tempo na existência do homem em que Deus não tivesse dado de maneira tão clara e tão explícita aquilo que deve ser obedecido para o próprio bem e felicidade do ser humano (Salmo 111:7 e 8). Se O amamos, iremos guardar Seus mandamentos (João 14:15), que “não são pesados” (1 João 5:3). A obediência é o resultado natural e espontâneo da fé que opera por amor a Deus, e não uma mera demonstração exterior de religiosidade. Jamais a obediência a qualquer mandamento poderá nos salvar (Efésios 2:8, 9). As obras não salvam, apenas Cristo. Só Ele, por meio da Pessoa do Espírito Santo, pode colocar no coração do homem o impulso para obedecer (Atos 4:12; Efésios 2:10). A obediência é a expressão externa de nossa transformação interna (2 Coríntios 5:17; Tito 3:7, 8) e uma expressão de gratidão e amor para com Deus (Hebreus 10:16 e 17).
      Deixe apenas que a luz divina, que emana da cruz de Cristo, ilumine seus caminhos e os motivos do seu coração. Nunca esqueça que o sábado não é uma invenção humana, mas um presente de Deus para o benefício do homem (Marcos 2:27, 28). E Deus não erra.

      Dicas para guardar o sábado de maneira agradável

      O que fazer no Sábado
      a) Levítico 23:32 – celebrar a chegada do dia do Senhor com um bonito culto de adoração, ao pôr-do-sol de sexta-feira;
      b) Levítico 23:3; Lucas 4:16 – ir à igreja. Participar de programações espirituais nos coloca em íntima ligação com Deus;
      c) Atos 16:13 – ir a retiros espirituais;
      d) Atos 16:13 – passear em meio à natureza. É um ótimo dia para fazer piqueniques com a família. Já pensou em fazer isso na beira de um lago? Isso é marcante, especialmente para as crianças. Ir a zoológicos, parques… Esse contato com a natureza traz saúde mental e mostra aos filhos o quanto o sábado é um dia especial. As crianças aprendem a respeitar a Deus e aos pais;
      e) Mateus 12:12 – fazer o bem em favor do próximo. Visitar os necessitados é uma atividade própria para o sábado. Fazer algo por alguém que precisa é um remédio para a baixa auto-estima;
      f) Isaías 58:13-14 – direcionar as atenções para os assuntos espirituais. Falar sobre Deus, o Céu, a vida eterna, o amor de Jesus Cristo, o Seu perdão sem igual… Esse tipo de diálogo, diferente das conversas que temos durante a semana, é bom para melhorar o convívio com a família e agradável para as rodas de amigos;
      g) Atos 16:13; 13:42-44 – orar e estudar mais a Bíblia. É ótimo separar momentos para a devoção pessoal e também para estudar a Bíblia com um amigo.
      Como você pôde ver, o sábado pode ser desfrutado de várias maneiras. Deve-se usar a imaginação e a criatividade, não esquecendo que o sábado não será sábado se não for um dia de serviço dedicado ao próximo.

      O que não fazer no sábado
      a) Êxodo 20:10; João 5:17 – não realizar nenhum trabalho cotidiano (para não desviar a atenção do Criador), mas apenas obras em benefício do próximo;
      b) Neemias 10:31; 13:15-20 – não comprar, vender ou realizar qualquer atividade comercial. Não devemos contribuir para que outras pessoas desrespeitem o sábado.
      Importante: Só se deve assistir televisão se o programa estiver em harmonia com a espiritualidade do dia.

      O que Jesus mais gostava de fazer no Sábado?
      a) Lucas 4:16 – ir à igreja;
      b) Lucas 4:16 – ler;
      c) Lucas 4:31; 6:6; 13:10 – ensinar as pessoas sobre a Bíblia;
      d) João 5:17 – trabalhar em favor do próximo (Jesus não trabalhava na carpintaria no dia de sábado!)
      e) Mateus 12:1-8; Marcos 2:23-28; Lucas 6:1-5 – sair com os discípulos para evangelizar. Nessa ocasião, os discípulos de Cristo aproveitaram o convívio com a natureza e colheram alguns cereais para irem comendo pelo caminho.
      f) Mateus 12:9-13; Marcos 3:1-6; Lucas 6:6-11; 13:10-17; 14:1-5; João 5:1-15; 9:1-16 – curar as pessoas doentes fisicamente e/ou espiritualmente. Essas coisas boas que Jesus fazia no sábado eram consideradas pecado pelos judeus daquela época (ver João 5:18). Entretanto, Jesus mostrou e ensinou a maneira correta de se guardar o sábado! Em Seus debates com os fariseus, Jesus cumpriu a profecia de Isaías 42:21.

      O sábado é um sinal do quê? Êxodo 31:13; Ezequiel 20:12 e 20
      Resposta: É um sinal de santificação, de lealdade a Deus.

      Qual é um dos últimos convites de Deus à humanidade antes da volta de Jesus? Apocalipse 14:7 – compare com Êxodo 20:11
      Resposta: Adorem a Deus observando o sábado, o memorial do Amoroso Criador do Universo!

      Apelo de Deus: “Feliz aquele que age assim, o homem que nisso permanece firme, observando o sábado para não profaná-lo, e vigiando sua mão para não cometer nenhum mal”. Isaías 56:2.

      Seja feliz!
      Equipe Escola Bíblica

      Seja feliz!
      Equipe Bíblia Fácil



  • Valdo Coelho em 15 de dezembro de 2012 14:24

    “Mas os covardes, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos — o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre. Esta é a segunda morte.” Apoc.21-8

    O que é a segunda morte??? É estar eternamente com o corpo queimando sem morrer no lago de fogo como diz as igrejas evangélicas?



  • Gislaine Ferreira de Freitas Nishiyama em 10 de dezembro de 2012 14:49

    Quem escreveu as segundas tábuas dos Dez Mandamentos, Moisés ou Deus ?? Ajudem-me por favor.



    • J.Washington em 18 de dezembro de 2012 19:09

      Gislaine, obrigado por fazer essa pergunta. Esperamos ajudá-la com a resposta abaixo:

      As cerimônias religiosas da maioria das nações da Antigüidade incluíam danças como parte do culto. Entre os hebreus, estas eram algumas vezes solenes e dignas, como a dança de Davi (2 Sam. 6:14), e outras festivas e alegres. Entre os pagãos, e especialmente entre as nações orientais, tais danças tinham um caráter relaxado e lascivo. Os bailarinos egípcios eram do tipo mais degradado, e sua dança era sensual e indecente. Em Síria, o Ásia Menor e Babilônia, a dança constituía uma orgia desenfreada. Este era o tipo de baile ao que se tinham entregado os israelitas, o que explica a tremenda ira de Moisés. Era idolatria da pior classe. Não é estranho que jogasse as tabelas violentamente ao solo e as quebrasse. Ao fazê-lo indicou que bem como eles tinham quebrantado seu pacto com Deus, assim também Deus tinha quebrantado seu pacto com eles (Deut. 9:17).

      Leia o capítulo 32 todo para entender melhor sobre isto. Moisés havia, como é descrito no capítulo anterior, passado um longo tempo com Deus em cima do monte e, ao descer, ouviu o povo todo cantando. Deve ter imaginado que o povo estava louvando ao Senhor, mas quando se aproximou, eles haviam construindo um bezerro de ouro e estavam o adorando! Imagine a frustração de Moisés! Ele trazia consigo as tábuas da lei, escritas pelo próprio dedo de Deus, e encontrou o povo adorando outro deus! Moisés quebrou as tábuas em atitude de reprovação diante daquilo que eles estavam fazendo. Logo depois, Deus chamou novamente Moisés para cima do monte, onde pediu que Moisés arranjasse outras tábuas e lá reescreveu as mesmas leis (Êxodo 34) para o povo daquela época e para todos nós!

      Seja feliz!
      Equipe Bíblia Fácil



  • Valdo em 9 de dezembro de 2012 0:26

    O quê é de fato o inferno?



    • J.Washington em 18 de dezembro de 2012 19:31

      Valdo, sua pergunta é objetiva e de dimensão ‘eterna’.

      Existem três palavras que são traduzidas como inferno nas Escrituras. São elas:

      1) Sheol – sempre usada no Velho Testamento e significa, basicamente, sepultura, abismo ou lugar escuro. Sua correspondente no Novo Testamento é Hades (Salmo 116:3, Amós 9:2; Números 16:30, 33; Mateus 11:23; Atos 2:27). Não há, no uso delas, nada que indique tormento eterno.
      2) Geena – O termo geena é nome próprio, transliteração do nome hebraico de um lugar de incineração que ficava fora de Jerusalém, usado para depósito de lixo, de cadáveres de animais. O fogo queimava continuamente todo o lixo e os cadáveres promovendo uma cena de destruição. Temos aqui a figura literária da símile. O juízo final, ou destruição, do ímpio, é comparado aos fogos ardentes do vale de Hinnon. Os fogos de Hinnon não se apagavam; esse era o motivo da certeza de consumirem tudo quanto neles fosse lançado. O que o fogo não destruía, vermes, bichos, que ali pululavam davam fim, numa obra de destruição. Era um fogo eterno. Mas veja, era um lugar de destruição e não de preservação. Os judeus consideravam aquela destruição como símbolo da destruição final dos ímpios (Mateus 10:28; Mateus 16:8,9).
      3) Tartaros – (2 Pedro 2:4) – Significa, basicamente lugar de trevas – É uma palavra grega e, para eles, era a morada dos ímpios mortos e o lugar onde recebiam o castigo. Corresponde, em certa medida, ao Geena dos judeus. Pedro a usa aqui simplesmente para referir-se ao lugar onde os anjos maus estão confinados até o dia do juízo. A linguagem de Pedro é totalmente figurada. Se observarmos o contexto veremos que Ele está usando ilustrações para mostrar quão inevitáveis são os juízos divinos que se até os anjos do céu que viveram em sua presença foram atingidos pelo juízo e estão reservados para o juízo final desde que Deus os expulsou do céu, quanto mais aos ímpios que desviaram a outros dos caminhos de Deus.
      Haverá tormento, fogo e juízo – mas quando será? O juízo final está no futuro, e, portanto, os anjos maus não estão sofrendo agora. Eles foram “reservados” para o juízo após serem expulsos do céu. O juízo final dará cabo de todos os maus, da morte e até do inferno (Hades); são lançados no lago de fogo, logo o inferno não é, ele próprio, um lago de fogo (veja-se Apocalipse 20:10 e 14). A doutrina de um inferno em chamas eternas sobre ímpios eternamente sofrendo é antibíblica e traz as seguintes consequências.

      1) Deus não é todo-poderoso pois não pode acabar definitivamente com o pecado.
      2) Deus não é amor, pois traz um sofrimento tão poderoso que leva muitos a se voltarem para ele por medo do inferno.
      3) Deus é sádico pois, pelo jeito, aparecia ver pessoas em sofrimento eterno.
      4) Deus não é justo ao dar um castigo eterno para quem viveu no máximo 100 anos cometendo pecados – muito severo!
      5) O próprio céu seria um inferno para os salvos que desde agora têm conhecimento da existência desse inferno. Eles estão no céu enquanto muitos parentes e amigos que não creram, estão sofrendo. Como nos sentiríamos, nesse caso?
      6) O bem e o mal, finalmente, seriam eternos e Deus não possui um plano definitivo para a redenção dos seres criados.
      Concluindo apresentamos os seguintes textos:

      Malaquias 4:1-3 – Os maus serão totalmente destruídos, sem sobrar raiz nem ramo – reduzidos às cinzas.
      Salmo 37:10 – Não mais existirão, não aparecerão.
      Apocalipse 20:14, 15 – A segunda morte é o destino final daqueles que não creram. É a morte eterna e definitiva – nunca mais tornarão a viver nem estarão morrendo sempre – não mais existirão em parte alguma. Os ímpios não são eternos!
      Isaías 28:21 – A futura destruição dos ímpios é o ato estranho de Deus pois Ele não tem prazer em destruir quem quer que seja.

      Seja feliz!
      Equipe Bíblia Fácil



  • Valdo coelho em 9 de dezembro de 2012 0:11

    Na igreja que frequento obtive a informação de que os mortos sem Cisto vão para o inferno, que é um lugar de intenso tormento e ficam lá aguardando o juízo para em seguida (após julgadas) serem lançadas no lago de fogo. Daí, sofrerão eternamente, com seus corpos queimando, porém sem morrerem, apenas sofrendo eternamente essa dor. Isso tem fundamento bíblico.



    • Valdo Coelho em 14 de dezembro de 2012 20:31

      Solicito uma melhor esclarecimento sobre o assunto abaixo:

      Na igreja que frequento obtive a informação de que os mortos sem Cisto vão para o inferno, que é um lugar de intenso tormento e ficam lá aguardando o juízo para em seguida (após julgadas) serem lançadas no lago de fogo. Daí, sofrerão eternamente, com seus corpos queimando, porém sem morrerem, apenas sofrendo eternamente essa dor.

      Isso tem fundamento bíblico?????



  • ione garcia em 1 de dezembro de 2012 21:49

    Esse tema mexe muito comigo., aliás, com todos nós.
    perdi minha mãe qd criança, meu filhinho com pouco menos de dois anos,
    pai..e outras pessoas queridas….tenho em jesus a esperança de um dia poder revê-los.

    Hoje vivo por essa esperança, se assim não fosse eu já tinha morrido tb. Qdo perdi meu filho
    Minha vida perdeu o sentido….parte de mim morreu tb, saí sem rumo. fazendo besteira, me culpando, Buscando até gerar motivos pra alguém acabar com minha vida, me expondo a perigos……enfim.
    Ainda sofro, …más ai me lembro que jesus prometeu voltar….É por crer nessa esperança que ainda vivo.



  • Ivan Silva em 1 de dezembro de 2012 16:54

    Oi Pastor Arilton, lindo programa e bastante enriquecedor. Deus continue abencoando seu trabalho na obra do evangelho atraves do estudo da palavra de Deus. Aproveitando, se possivel for, o senhor pode comentar e esclarecer a respeito de assunto polemico que um estudioso da biblia chamado Luiz Claudio em entrevista em um programa chamado “conversa na madrugada” (Youtube- A verdade sobre as traducoes biblicas), vem trazendo sobre as traducoes dos nomes Biblicos, inclusive que o de Jesus e Deus Pai nao existem e procedem de nomes de deuses pagas. Inclusive ele mostra muitas provas a respeito. Tem como o senhor esclarecer a veracidade desse assunto pra gente? Obrigado! Aguardo sua resposta. Deus abencoe!



    • Arilton Oliveira em 3 de dezembro de 2012 19:41

      Olá Ivan
      Não tenho conhecimento dos fatos que você mencionou, por isso não saberia lhe explicar. Mas a Bíblia é a eterna palavra de Deus e a versão que temos em português está em consonância com os originais hebraicos e gregos. Não temos motivo para duvidar da veracidade da Bíblia.



  • Gustavo De Jesus Santos em 1 de dezembro de 2012 16:11

    Olá Pastor Arilton!
    Eu queria muito que voce mim enviasse até a minha casa o guia de estudo Biblico do Biblia Facil ,pois quero descobrir mais temas,onde vai estar ajudando-me se aprofundar mais na palavra de Deus vou deixar o meu endereço Mande-me Por Favor Ficarei Esperando Ok.
    Deus lhe Abençoe.
    Rua:Concerto Italiano n96 Vaz de Lima
    São Paulo.



    • Arilton Oliveira em 3 de dezembro de 2012 19:37

      Olá Gustavo
      Para enviar a revista preciso de mais algumas informações tuas. Favor acessar o blog do programa e preencher o formulário de solicitação da revista. Teremos o maior prazer em enviar para sua casa.
      Deus o abençoe.



  • isana em 1 de dezembro de 2012 0:23

    gostaria de saber porquer os pastores da igreja adventista não casão pessoas que ja morão juntas?



    • Arilton Oliveira em 3 de dezembro de 2012 19:26

      Olá Isana

      A benção matrimonial é dada por um pastor para a união de corpos que vai acontecer. Se duas pessoas já tiveram relação sexual, não há porque invocar a benção para uma união que jse consumou e que foi errada à luz da Bíblia. Todavia, isso não quer dizer que não existam bençãos para os casais que, mesmo tendo cometido fornicação, acertaram a situação e estão em conformidade com a vontade divina. A benção matrimonial deve ser invocada sobre pessoas que se guardaram por toda a juventude para o matrimônio, para uma pessoa apenas. Buscar fazer a vontade de Deus, em todos os aspectos, é o segredo de uma vida feliz, de uma família feliz.

      Deus a abençoe.



      • Gisele Costa em 17 de dezembro de 2012 11:33

        Olá Pastor, lá em cima, o senhor fez a seguinte resposta: “A benção matrimonial é dada por um pastor para a união de corpos que vai acontecer. Se duas pessoas já tiveram relação sexual, não há porque invocar a benção para uma união que jse consumou e que foi errada à luz da Bíblia. Todavia, isso não quer dizer que não existam bençãos para os casais que, mesmo tendo cometido fornicação, acertaram a situação e estão em conformidade com a vontade divina. A benção matrimonial deve ser invocada sobre pessoas que se guardaram por toda a juventude para o matrimônio, para uma pessoa apenas. Buscar fazer a vontade de Deus, em todos os aspectos, é o segredo de uma vida feliz, de uma família feliz.”

        Quero saber: tenho uma filha e nunca fui casada. Já sou adventista batizada e desde o meu batismo não tive nehum relacionamento. No futuro, poderei me casar na igreja adventista? Poderei usar vestido branco?



        • J.Washington em 18 de dezembro de 2012 17:25

          Gisele, não sabemos todos os detalhes de sua história. Recomendamos que seja acompanhada pelo pastor local.
          Considerando, que já está batizada e, portanto é uma nova pessoa em Cristo Jesus; deve continuar orando para que Deus envie um homem segundo coração e Deus. Se você permanecer firme nos princípios do Senhor e o seu casamento tiver a aprovação eclesiástica; você pode casar-se dentro dos padrões que sonha.

          Seja feliz!
          Equipe Bíblia Fácil



  • NADIR M.J.ANIZE em 30 de novembro de 2012 23:22

    A PARTIR DO MOMENTO QUE CONHECI A NOVO TEMPO E SUA PROGRAMÇÃO, EM MINHA CASA É NOVO TEMPO O TEMPO TODO. OS PROGRAMAS P.EX. BIBLIA FÁCIL; ARENA DO FUTURO, NA MIRA DA VERDADE, EVIDÊNCIAS E TODOS OS DEMAIS SÓ NOS PROPORCIONAM CRESCIMENTO ESPIRITUAL, MELHOR ENTENDIMENTO DA PALAVRA DE DEUS. ME SINTO RENOVADA, ALIMENTADA ESPIRITUALMENTE .MESMO SENDO ATRAVÉS DA TV, SINTO-ME MAIS PRÓXIMA DA VERDADE.. DE CORAÇÃO , OBRIGADO.



  • Aline Coelho em 30 de novembro de 2012 1:00

    Creio que os anjos caídos não são onicientes, mas podem tentar provocar acontecimentos. Eles sabiam que o Espírito Santo havia se retirado de Saul, e isto abriu as portas para que eles o atacassem. Usando a médium, Satanás o deixou desesperado e com isto, no momento mais acalorado da guerra, ele cometeu suicídio. Então, não é que os demônios podem prever o futuro, mas quando as pessoas se colocam numa posição em que estão afastadas de Deus, o inimigo pode agir, digamos, um pouco mais livremente na vida da pessoa e, quando este planeja algo, afirma isto publicamente, dizendo ser uma previsão.
    Outra prova de que não era Samuel, mas o demônio: Deus havia ordenados os meios de comunicação com Ele (o Urim e o Tumim e também os profetas vivos), e também havia abolido a mediunidade. Como poderia Ele permitir que, mesmo depois de ter se recusado dar-lhe revelação por estes meios escolhidos, um profeta voltasse e revelasse a ele o futuro? E outra: as mensagens que Deus manda são para advertência, com o fim de provocar arrependimento. A mensagem do suposto Samuel não teve este propósito. Só foi dada para que Saul ficasse desesperado. E assim o inimigo faz hoje, com as predições para o fim do mundo, as quais não tem embasamento bíblico. Só servem para traer desespero ao mundo.



  • César Ferreira em 29 de novembro de 2012 20:33

    Eu tenho uma duvida, quando Jesus voltar todos os mortos ressusitarão para ver a volta de Jesus ou só os mortos em Cristo? por que me falaram que os impios ressusitariam só pra ver a volta dEle, é verdade?



    • Arilton Oliveira em 3 de dezembro de 2012 19:18

      Olá César

      Quando Jesus voltar apenas os ímpios que estiverem vivos O verão voltar (Apocalipse 6:12-17), e em seguida morerrão (2 Tessalonicenses 2:8). Os ímpios que estiverem mortos por ocasião da volta de Jesus não O verão voltar, mas ressuscitarão depois de mil anos para serem destruídos (Apocalipse 20:5-10). Neste momento cada ímpio, antes de ser destruído, verá todas as oportunidades que negligenciou e deixou passar a oportunidade de salvação. Por isso a Bíblia nos aconselha: Hoje… hoje… hoje (Hebreus 4:7).

      Deus o abençoe.



  • Tátila em 29 de novembro de 2012 18:30

    Sou uma admiradora da tv novo tempo estou frequentando uma igreja adventista e ainda serei adventista… perdi um bb com 9 semanas de gestaçao foi agora muitooo recente e ainda tô abalada, gostaria de saber, se era plano de DEUS esse bbzinho em minha vida, onde ele esta e se aindo o encontrarei já que ele não nasceu e nem se formou totalmente em meu ventre… desde ja agradeço



    • Arilton Oliveira em 3 de dezembro de 2012 19:14

      Olá Tálita

      Me impressionei com sua história. Deus cuidará de você e um dia te dará todas as respostas. A Bíblia esclarece em Deuteronômio 29:29 que as coisas reveladas nos pertencem, mas as encobertas ao Senhor. Não temos uma resposta para você, mas temos a certeza que Deus estará conduzindo sua vida e te dará esperança para superar todos os dilemas que você for chamada a enfrentar.
      Deus a abençoe.



  • Paulo Santos em 29 de novembro de 2012 14:25

    Olá Pastor Arilton, graça, paz e prosperidade aos irmãos da igreja. Vi o programa que falava sobre a morte aqui na Coréia. Gostei bastante, e achei interessante. A explanação do assunto fou muito didática e simples. Creio que não ficou dúvidas, uma vez que a Palavra de Deus respondeu às perguntas dos participantes no auditório e a todos os que assistiram pelo canal aberto, pela sky ou pela internet (no meu caso). Gosto da maneira como o Espírito do Senhor usa a sua pessoa para conduzir os estudos. Deus seja sempre louvado em sua vida. Eu também perdi irmãos e parentes em nossa família. Mas a esperança está plantada em meu coração. Quando o Senhor Jesus voltar a este mundo novamente, poderei encontrar àqueles a quem a morte tragou. Neste dia, já não haverá mais morte, nem planto, nem dor. Espero que os irmãos das outras denominações, partilhem das verdades da Palavra de Deus mencionadas neste programa (não vejo placa de Igreja). Que o Espírito do Senhor continue com sua presença marcante e forte sobre a sua vida. É certo que o Senhor irá lhe recompensar mui grandemente. Coloque-se totalmente nas mãos do Senhor e veja o agir de Deus. Graça, paz e prosperidade a todos os irmãos em Cristo Jesus. Amém



  • Paulo Santos em 29 de novembro de 2012 14:02

    Li um comentário que os demônios podem viajar anos luz em poucos milésimos de segundo. Dando-lhes assim a possibilidade de anteciparem alguns fatos triviais no futuro. Mas, pela leitura da Palavra, podemos perceber e notar que os atos de Saul já não agradavam ao Senhor. O Espírito do Senhor já havia se retirado dele. Sendo assim, as portas estavam abertas para os demônios concluírem que aquele era o momento de retirar a vida do rei em um momento oportuno.



  • FERNANDA ROSA em 28 de novembro de 2012 21:40

    SÓ PARA FICAR CLARO NO MEU ENTENDIMENTO.
    Os anjos caídos(demonios) sabem o futuro?
    Se não por gentileza me explique como o Rei Saul mandou aquela medium trazer dos mortos o profeta Samuel? como está escrito em 1Samuel 28:11-20. Pois o espírito que ela supostamente trouxe dos mortos sabia tudo o que iria acontecer nos próximos dias de vida do rei Saul. Assim está escrito na Biblia Sagrada.



    • Mary Jane Lima em 1 de dezembro de 2012 16:00

      Bom dia Fernanda Rosa, (hoje é 1° de dezembro)
      Só quem pode saber o futuro é Deus, mas o diabo e os demonios sabem o passado e todas as decisões que tomamos, se ouvindo a voz de Deus (Espirito Santo) ou se cedemos as suas tentações(diabo), portanto, quando supostamente Samuel apareceu a Saul este já havia se afastado dos caminhos de Deus, e ele cedeu a voz demoniaca e procurou uma serva de demonios para falar com um homem de Deus, e, mais uma vez pode ser visto que quem falava era o inimigo, relatou todo seu pecado, acusando-o e declarando sua morte e dos seus filhos; quando Samuel lhe exortava do pecado sempre lhe dava a entender que deveria se arrepender(1 Samuel 15:10-31 e 35). Totalmente incoerente, então pela logica, quem poderia falar atraves dessa invocadora o diabo seria o proprio diabo ou seus anjos.
      Espero ter esclarecido para você, peço que leia com espirito de oração o texto acima.
      Seja feliz, estude a Biblia!



    • marlise teixeira em 1 de dezembro de 2012 16:50

      olá pastor,Deus ilumine sempre seu ministério,novo tempo cada vez mais leve todo canto do mundo palavra de Deus.como disse …novo tempo é evangelho do reino ,para mim e minha familia ,onde busco estudar biblia e etendimento para familia.pastor luioz gonçalves é nosso pastor cultos sábado.feliz sábado .gostaria receber segundo ediçao biblia fácil.frederico guewer 175 candel´[aria rs.cep 96930000.obg cordialmente fiquem paz senhor amém.



      • Arilton Oliveira em 3 de dezembro de 2012 19:38

        Olá Marlise
        Para enviar a revista preciso de mais algumas informações tuas. Favor acessar o blog do programa e preencher o formulário de solicitação da revista. Teremos o maior prazer em enviar para sua casa.
        Deus a abençoe.



    • Alexandre Dietrich em 2 de dezembro de 2012 9:14

      Olá irmã e amiga Fernanda Rosa, tudo bem com você? A paz do senhor!

      Não, não sabem o futuro. Só Deus sabe todas as coisas e inclusive o futuro. ONISCIÊNCIA: Salmos 139.1-6 e 17,18
      ONIPRESENÇA: Salmos 139.7-12
      ONIPOTÊNCIA: Salmos 139.13-16
      Saul quando foi ungido, ele foi cheio do Espírito Santo e até profetizou (1Sm 10:1 e 11), e no período em que ele procurou a médium, ele estava possuído de um espírito mau (1Sm 16:14-16). Lembrando que o espírito mau não foi dado por Deus, e sim, pelo inimigo. Deus apenas permitiu, assim como ocorreu com Jó (Jó 1:12). E o Espírito Santo não foi retirado de Saul, mas Saul que em continua atitude de rejeição em obedecer a Deus, fez com que o Espírito Santo se afastasse dele e foi rejeitado, perdendo o trono ( 1 Sm 15:23 e 23), o que o homem semear…(Gl 6:7).
      Moisés escreveu inspirado aproximadamente 400 anos antes de Saul consultar a necromante ( 480 anos do êxodo ao 4º ano do reinado de Salomão (1Rs 1:6) em 1445 a.C; a travessia do Jordão 40 anos mais tarde (Js 5:6, 10), em 1405 a.C; dos 480 anos de 1Rs 1:6, os primeiros 40 anos são de Saul (At 13:21), 40 anos para Davi (1Rs 2:11) e quatro anos de Salomão. Retirando 84 anos, a coroação de Saul fica no 396° ano após o êxodo, ou no 356 da invasão de Canaã, deixando os anos 1405 – 1051 a.C. para o período entre Josué e Samuel) que era proibido tal consulta ( Lv 19:31; 20:6 e 27; Dt 18:9-14), outros autores (2Rs 21:6; 23:24; 2Cr 33:6; Is 8:19; 19:32). Se tal consulta é uma abominação ao Senhor, por que Ele abriria uma exceção para Saul? Fora da bíblia é dito que quando morremos, sai um espírito que pensa, sente e etc, mas a palavra de Deus diz justamente o contrário, “o espírito volte a Deus que o deu ( Ec 12:7), mas não diz que este espírito pensa, fala, sente , volta e etc, mas sim que na sepultura para onde vamos, não percebemos honra nem humilhação (Jó 14:21), sem objetivos (Sl 146:4), cessam o trabalho, recompensas, sentimentos, projetos, conhecimento e sabedoria (Ec 9: 5, 6 e 10), sem lembranças ( Sl 6:5) nem louvam a Deus (Sl 88:10 e 11; Sl 115:17 e 18; Is 38:18 e 19) e os mortos permanecem nos túmulos (At 2: 29 e 34). O NT ensina a mesma doutrina. Jesus apontou para o momento de Sua segunda vinda, não para a morte, quando se referiu ao instante em que os fiéis estarão com o Senhor ( Jo 14:1-3). Caso contrário, Cristo poderia ter confortado Seus discípulos tristes com o pensamento de que a morte logo os levaria e eles iriam imediatamente para o reino celestial, onde estariam com Ele. Ao confortar os que haviam perdido entes queridos, Paulo claramente declarou não haver precedência dos vivos sobre os mortos, mas que todos se encontraram com Deus no mesmo momento (1Ts 4:16 e 17).
      A palavra de Deus diz:
      “Lâmpada para meus pés é a tua palavra e luz para meu caminho”(Sl 119:105); “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Sl 119:11) e “ Desvenda os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei” (Sl 119:18). Em quem devemos confiar?
      Em Deus ou nas tradições humanas?
      Segundo teorias humanas, os bons vão para o céu, os maus para o inferno e os mais ou menos vão para o purgatório. Segundo essa teoria, eu acredito que Samuel estaria no céu, mas veja que tanto a necromante, Saul e o suposto Samuel, todos falam em subir à Samuel (1Sm 28:11 e 15). Então os três se enganaram, pois deveriam dizer “ desça Samuel e não subir”. Este único momento no registro já é suficiente para descartar a narrativa de mortos conscientes.
      No versículo 12, fica evidente, então, que, nessa circunstância, o espírito de Samuel não se comunicou com Saul. Deve-se lembrar, porém, que há uma forma de inteligência que atua no mundo espiritual. As escrituras revelam que satanás e seus anjos têm habilidade de dar informações e de alterar sua aparência (Mt 4:1-11; Co 11:13 e 14). Lembrando ainda, que em Sm 28: 6 explica exatamente a comunicação com Deus, ou seja, por sonho, Urim (através do sacerdote no tabernáculo e profetas.
      No verso 14, As perguntas de Saul, somadas às respostas da mulher, evidenciam que ele não viu a aparição. Talvez estivesse separado da médium por uma cortina ou bem à frente dela na total escuridão da caverna, mas de qualquer forma ele não viu a personificação de Samuel pelo relato bíblico. Quando ela descreveu a figura, Saul entendeu que era Samuel, mas não era.
      No verso 16, não é Deus que desamparou a Saul, mas Saul que se distanciou de Deus e o inimigo quer colocar a culpa em Deus. Através desta acusação, identificamos o seu autor. A declaração feita neste versículo e nos seguintes ilustra uma estratégia característica do diabo. Desde sua queda, Satanás tenta retratar o caráter divino de maneira distorcida. Ele representa Deus como um tirano vingativo, que empurra para o inferno todos que não O temem. Seduz os seres humanos ao pecado e depois apresenta o caso deles como totalmente desprovido de esperança.
      No verso 17, o espírito, fingindo ser uma voz do Céu, escarneceu de Saul ao dizer que sua coroa iria para seu rival. Deus já havia retirado o reino de Saul, mas não do trono (Sm 15:23) e dado à Davi (1Sm 16:13), era só uma questão de tempo, e o tempo chegou, por que o exército dos filisteus estavam às portas de Israel (1Sm 28:1e 2).
      Verso 19, uma vez que Saul se degradou voluntariamente, colocando-se nas mãos do inimigo, Satanás aproveitou a oportunidade para ridicularizá-lo e desanimá-lo. Com a batalha se aproximando, o diabo levou Saul a sentir que já tinha perdido. Na verdade, o Senhor poderia ter salvado Israel assim como fizera em Mispa (1Sm 7:10). Contudo, naquela ocasião, o povo confessou seu pecado e clamou a Deus. Tivesse Saul Confessado seu pecado, reunido todo o Israel, mencionado sua fraqueza e conduzido todo o exército a uma dedicação renovada ao Senhor, o resultado da batalha poderia ter sido completamente diferente. Ao colocar diante do rei a aparente impossibili9dade de qualquer perdão e o tamanho de sua rebelião contra Deus, Satanás foi bem sucedido em desanimar Saul por completo e em conduzi-lo à ruína.
      Davi e Saul se destacam diante de nós, nessa história, como homens muito diferentes no caráter. A conduta de Davi torna manifesto o fato de que ele considerava o temor do senhor como o princípio da sabedoria. No entanto, Saul se viu privado de sua força porque não fez da obediência aos mandamentos de Deus a regra de sua vida. É algo assustador uma pessoa colocar sua vontade em oposição à vontade de Deus, que é revelada em suas estipulações específicas. Toda honra que alguém poderia receber no trono de um reino seria uma pobre compensação para a perda do favor de Deus através de um ato de deslealdade ao Céu. A desobediência aos mandamentos de Deus só pode trazer , no final, desastre e desonra. Tão verdadeiramente com deus nomeou Saul para o governo de Israel, deu a todo indivíduo sua obra; e a importante lição prática para todos nós é realizarmos a obra que nos foi designada de tal forma que possamos enfrentar o registro de nossa vida com alegria, e não com pesar.
      Fique com Deus, boa semana e feliz sábado.



    • ALEXANDRE DIETRICH em 7 de dezembro de 2012 14:02

      As mensagens que Deus manda são para advertência, com o fim de provocar arrependimento. A mensagem do suposto Samuel não teve este propósito. Só foi dada para que Saul ficasse desesperado. E assim o inimigo faz hoje, com as predições para o fim do mundo, as quais não tem embasamento bíblico. Só servem para atrair desespero ao mundo e as pessoas que buscam esse tipo de comunicação.



  • SANDRA MARIA MONTEIRO GALVINO em 28 de novembro de 2012 14:10

    Bom dia, Pastor Arilton!

    Gostaria de um esclarecimento sobre a morte. Por que ensinam que após a morte prestamos conta com Deus, e justificam isso com a passagem de Lázaro, e ainda afirmam que existem sim, um lugar dos espíritos?

    Pastor, o Bíblia Fácil é um programa esclarecedor do Livro Sagrada, já realizei alguns estudos bíblicos com outras denominações, e confesso que estou me esforçando para compreender alguns alguns temas, pois, são tantas as interpretações que chegam a dá um nó na mente!

    Até o próximo programa.



    • Arilton Oliveira em 3 de dezembro de 2012 19:08

      Olá Sandra

      Lhe encaminho uma resposta que postei sobre sua pergunta.

      O Rico e Lázaro

      A compreensão das circunstâncias em que esta parábola foi dada por Jesus, é extremamente importante. Por quê? Porque, naquele tempo, havia muitos na nação judaica que se encontravam na mesma condição lastimosa do rico, ou seja, usando egoística e inadequadamente as suas riquezas. Muitos judeus, por serem descendentes de Abraão, achavam que a salvação lhes estava garantida. Qual, portanto, o propósito da parábola? A resposta e’ óbvia.
      De uma maneira bastante vívida, revela como termina o tempo de graça para o homem com sua morte. Após isso, ele não tem uma segunda oportunidade. Esta parábola serve para demonstrar o desesperançado futuro dos infiéis. Muitas pessoas, no entanto, acham que a parábola representa os mortos como indo para um estado intermediário, onde os justos são tratados amorosamente por Abraão, num lugar denominado “seio de Abraão”, e os ímpios, noutro lugar, mantidos numa condição de tormento.
      Apoia a Bíblia essa crença? Se esta interpretação fosse verdadeira, as Escrituras Sagradas seriam incoerentes, visto que negam insistentemente um estado intermediário. Como prova de que a parábola em foco não sustenta esse ponto de vista, mencionemos alguns postulados bíblicos.
      1. Os mortos estão reservados “para o dia do juízo” (2 Pe 2:9). Se estão reservados para serem punidos, então é porque não o estão sendo agora. Nem mesmo os demônios estão sendo punidos presentemente. Eles também estão “reservados… para o juízo do grande dia” (Jd 6). Os próprios demônios perguntaram a Jesus: “Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?” (Mt 8:29).
      2. Segundo a Bíblia, os mortos não estão conscientes. Não têm os dotes da fala, audição, sede e sentimentos, nem manifestam interesse nos que estão vivos. “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma…, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento” (Ec 9:5).
      3. Não existe um lugar literal denominado “seio de Abraão”. Mas, segundo Josefo, famoso historiador, os judeus do tempo de Cristo tinham uma fábula muito semelhante à parábola dada por Cristo. Não se pode deixar de reconhecer a íntima semelhança entre a fábula judaica e a parábola do rico e Lázaro. Os judeus do tempo de Jesus costumavam chamar o lugar dos justos de “Seio de Abraão”, mas isto não é bíblico. Jesus, sabiamente, usou algo parecido para ensinar uma lição aos que se apegavam às coisas materiais, negligenciando as oportunidades de fazer o bem e de tomar decisões corretas nesta vida. Apenas algumas provas de que “o seio de Abraão” não é um lugar literal:
      a) As Escrituras, como já mencionamos antes, dizem que os mortos não sabem coisa nenhuma; que eles não mais amam, nem estão interessados nos viventes. Eles não podem manter vivas suas próprias almas, de modo que almas mortas nada significam (ver Ez 18:20; Tg 5:20).
      b) Não será senão por ocasião do Advento de Cristo que os “bons” e os “maus” serão separados. É nessa ocasião, disse Jesus, que Ele separará as ovelhas dos bodes – os justos dos ímpios – e convidará os justos a tomarem posse de sua recompensa. (Mt 25: 31-34.) O diálogo entre Abraão e o homem outrora rico, é figurativo. 0 importante é o propósito da parábola: “A lição a ser tirada dela é que a todo homem é dada suficiente luz para o desempenho dos deveres dele exigidos. As responsabilidades do homem são proporcionais às suas oportunidades e privilégios.” (Parábolas de Jesus, p. 265).

      O rico da parábola, extasiado com as coisas do presente, não se preocupou com o preparo para a vida futura. O uso dos bens em favor dos pobres e o preparo para o Céu não teriam um novo período de graça. Cremos que as seguintes afirmações de Ellen White nos ajudam a entender melhor o significado da parábola: “Esta parábola traça um contraste entre o rico que não confiara em Deus e o pobre que nEle depositara confiança.” (Parábolas de Jesus, p. 260). “Deus fizera do rico um mordomo de Seus meios, com a obrigação de atender justamente a casos tais como o do mendigo.” (Idem, p. 261).
      “Lázaro representa o pobre sofredor que crê em Cristo” (p. 2 6 2 ). “Cristo desejava que Seus ouvintes compreendessem a impossibilidade de o homem assegurar-se a salvação da alma depois da morte” (p. 263). “Deste modo Cristo mostra a completa falta de esperança em aguardar uma segunda oportunidade. Esta vida é o único tempo dado ao homem para preparar-se para a eternidade” (p. 263). “O rico passara a vida em complacência própria, e
      demasiadamente tarde viu que não fizera provisão para a eternidade” (p. 264). “O rico professava ser filho de Abraão, porém foi alienado de Abraão por um abismo intransponível – o caráter incorretamente formado…. O grande abismo posto entre ele e Abraão era o abismo da desobediência” (p. 269).
      Como se vê, esta parábola não pode ser usada como prova do estado intermediário do homem após a morte, mas tem a finalidade de revelar como termina o tempo de graça que lhe
      é concedido por Deus.

      Deus a abençoe.



  • Marcos David em 28 de novembro de 2012 4:34

    Pr. Arilton
    Dentro deste contexto que foi abordado, como você explicaria Lucas 16 a história de Lazaro e homem rico?



    • Arilton Oliveira em 3 de dezembro de 2012 19:07

      Olá Marcos

      A compreensão das circunstâncias em que esta parábola foi dada por Jesus, é extremamente importante. Por quê? Porque, naquele tempo, havia muitos na nação judaica que se encontravam na mesma condição lastimosa do rico, ou seja, usando egoística e inadequadamente as suas riquezas. Muitos judeus, por serem descendentes de Abraão, achavam que a salvação lhes estava garantida. Qual, portanto, o propósito da parábola? A resposta e’ óbvia.
      De uma maneira bastante vívida, revela como termina o tempo de graça para o homem com sua morte. Após isso, ele não tem uma segunda oportunidade. Esta parábola serve para demonstrar o desesperançado futuro dos infiéis. Muitas pessoas, no entanto, acham que a parábola representa os mortos como indo para um estado intermediário, onde os justos são tratados amorosamente por Abraão, num lugar denominado “seio de Abraão”, e os ímpios, noutro lugar, mantidos numa condição de tormento.
      Apoia a Bíblia essa crença? Se esta interpretação fosse verdadeira, as Escrituras Sagradas seriam incoerentes, visto que negam insistentemente um estado intermediário. Como prova de que a parábola em foco não sustenta esse ponto de vista, mencionemos alguns postulados bíblicos.
      1. Os mortos estão reservados “para o dia do juízo” (2 Pe 2:9). Se estão reservados para serem punidos, então é porque não o estão sendo agora. Nem mesmo os demônios estão sendo punidos presentemente. Eles também estão “reservados… para o juízo do grande dia” (Jd 6). Os próprios demônios perguntaram a Jesus: “Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?” (Mt 8:29).
      2. Segundo a Bíblia, os mortos não estão conscientes. Não têm os dotes da fala, audição, sede e sentimentos, nem manifestam interesse nos que estão vivos. “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma…, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento” (Ec 9:5).
      3. Não existe um lugar literal denominado “seio de Abraão”. Mas, segundo Josefo, famoso historiador, os judeus do tempo de Cristo tinham uma fábula muito semelhante à parábola dada por Cristo. Não se pode deixar de reconhecer a íntima semelhança entre a fábula judaica e a parábola do rico e Lázaro. Os judeus do tempo de Jesus costumavam chamar o lugar dos justos de “Seio de Abraão”, mas isto não é bíblico. Jesus, sabiamente, usou algo parecido para ensinar uma lição aos que se apegavam às coisas materiais, negligenciando as oportunidades de fazer o bem e de tomar decisões corretas nesta vida. Apenas algumas provas de que “o seio de Abraão” não é um lugar literal:
      a) As Escrituras, como já mencionamos antes, dizem que os mortos não sabem coisa nenhuma; que eles não mais amam, nem estão interessados nos viventes. Eles não podem manter vivas suas próprias almas, de modo que almas mortas nada significam (ver Ez 18:20; Tg 5:20).
      b) Não será senão por ocasião do Advento de Cristo que os “bons” e os “maus” serão separados. É nessa ocasião, disse Jesus, que Ele separará as ovelhas dos bodes – os justos dos ímpios – e convidará os justos a tomarem posse de sua recompensa. (Mt 25: 31-34.) O diálogo entre Abraão e o homem outrora rico, é figurativo. 0 importante é o propósito da parábola: “A lição a ser tirada dela é que a todo homem é dada suficiente luz para o desempenho dos deveres dele exigidos. As responsabilidades do homem são proporcionais às suas oportunidades e privilégios.” (Parábolas de Jesus, p. 265).

      O rico da parábola, extasiado com as coisas do presente, não se preocupou com o preparo para a vida futura. O uso dos bens em favor dos pobres e o preparo para o Céu não teriam um novo período de graça. Cremos que as seguintes afirmações de Ellen White nos ajudam a entender melhor o significado da parábola: “Esta parábola traça um contraste entre o rico que não confiara em Deus e o pobre que nEle depositara confiança.” (Parábolas de Jesus, p. 260). “Deus fizera do rico um mordomo de Seus meios, com a obrigação de atender justamente a casos tais como o do mendigo.” (Idem, p. 261).
      “Lázaro representa o pobre sofredor que crê em Cristo” (p. 2 6 2 ). “Cristo desejava que Seus ouvintes compreendessem a impossibilidade de o homem assegurar-se a salvação da alma depois da morte” (p. 263). “Deste modo Cristo mostra a completa falta de esperança em aguardar uma segunda oportunidade. Esta vida é o único tempo dado ao homem para preparar-se para a eternidade” (p. 263). “O rico passara a vida em complacência própria, e
      demasiadamente tarde viu que não fizera provisão para a eternidade” (p. 264). “O rico professava ser filho de Abraão, porém foi alienado de Abraão por um abismo intransponível – o caráter incorretamente formado…. O grande abismo posto entre ele e Abraão era o abismo da desobediência” (p. 269).
      Como se vê, esta parábola não pode ser usada como prova do estado intermediário do homem após a morte, mas tem a finalidade de revelar como termina o tempo de graça que lhe
      é concedido por Deus.

      Espero que a resposta o possa ajudar. Deus o abençoe.



  • Adrielma em 27 de novembro de 2012 12:46

    Gostei muito do estudo, mais ainda tenho duvidas gostaria que o pastor me esclarecesse sobre essa parabola da biblia lucs16-19.



    • Arilton Oliveira em 3 de dezembro de 2012 19:01

      Olá Adrielma

      A compreensão das circunstâncias em que esta parábola foi dada por Jesus, é extremamente importante. Por quê? Porque, naquele tempo, havia muitos na nação judaica que se encontravam na mesma condição lastimosa do rico, ou seja, usando egoística e inadequadamente as suas riquezas. Muitos judeus, por serem descendentes de Abraão, achavam que a salvação lhes estava garantida. Qual, portanto, o propósito da parábola? A resposta é óbvia. De uma maneira bastante vívida, revela como termina o tempo de graça para o homem com sua morte. Após isso, ele não tem uma segunda oportunidade. Esta parábola serve para demonstrar o desesperançado futuro dos infiéis. Muitas pessoas, no entanto, acham que a parábola representa os mortos como indo para um estado intermediário, onde os justos são tratados amorosamente por Abraão, num lugar denominado “seio de Abraão”, e os ímpios, noutro lugar, mantidos numa condição de tormento.
      Apoia a Bíblia essa crença? Se esta interpretação fosse verdadeira, as Escrituras Sagradas seriam incoerentes, visto que negam insistentemente um estado intermediário. Como prova de que a parábola em foco não sustenta esse ponto de vista, mencionemos alguns postulados bíblicos.
      1. Os mortos estão reservados “para o dia do juízo” (2 Pe 2:9). Se estão reservados para serem punidos, então é porque não o estão sendo agora. Nem mesmo os demônios estão sendo punidos presentemente. Eles também estão “reservados… para o juízo do grande dia” (Jd 6). Os próprios demônios perguntaram a Jesus: “Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?” (Mt 8:29).
      2. Segundo a Bíblia, os mortos não estão conscientes. Não têm os dotes da fala, audição, sede e sentimentos, nem manifestam interesse nos que estão vivos. “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma…, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento” (Ec 9:5).
      3. Não existe um lugar literal denominado “seio de Abraão”. Mas, segundo Josefo, famoso historiador, os judeus do tempo de Cristo tinham uma fábula muito semelhante à parábola dada por Cristo. Não se pode deixar de reconhecer a íntima semelhança entre a fábula judaica e a parábola do rico e Lázaro. Os judeus do tempo de Jesus costumavam chamar o lugar dos justos de “Seio de Abraão”, mas isto não é bíblico. Jesus, sabiamente, usou algo parecido para ensinar uma lição aos que se apegavam às coisas materiais, negligenciando as oportunidades de fazer o bem e de tomar decisões corretas nesta vida. Apenas algumas provas de que “o seio de Abraão” não é um lugar literal:
      a) As Escrituras, como já mencionamos antes, dizem que os mortos não sabem coisa nenhuma; que eles não mais amam, nem estão interessados nos viventes. Eles não podem manter vivas suas próprias almas, de modo que almas mortas nada significam (ver Ez 18:20; Tg 5:20).
      b) Não será senão por ocasião do Advento de Cristo que os “bons” e os “maus” serão separados. É nessa ocasião, disse Jesus, que Ele separará as ovelhas dos bodes – os justos dos ímpios – e convidará os justos a tomarem posse de sua recompensa. (Mt 25: 31-34.) O diálogo entre Abraão e o homem outrora rico, é figurativo. 0 importante é o propósito da parábola: “A lição a ser tirada dela é que a todo homem é dada suficiente luz para o desempenho dos deveres dele exigidos. As responsabilidades do homem são proporcionais às suas oportunidades e privilégios.” (Parábolas de Jesus, p. 265).

      O rico da parábola, extasiado com as coisas do presente, não se preocupou com o preparo para a vida futura. O uso dos bens em favor dos pobres e o preparo para o Céu não teriam um novo período de graça. Cremos que as seguintes afirmações de Ellen White nos ajudam a entender melhor o significado da parábola: “Esta parábola traça um contraste entre o rico que não confiara em Deus e o pobre que nEle depositara confiança.” (Parábolas de Jesus, p. 260). “Deus fizera do rico um mordomo de Seus meios, com a obrigação de atender justamente a casos tais como o do mendigo.” (Idem, p. 261).
      “Lázaro representa o pobre sofredor que crê em Cristo” (p. 2 6 2 ). “Cristo desejava que Seus ouvintes compreendessem a impossibilidade de o homem assegurar-se a salvação da alma depois da morte” (p. 263). “Deste modo Cristo mostra a completa falta de esperança em aguardar uma segunda oportunidade. Esta vida é o único tempo dado ao homem para preparar-se para a eternidade” (p. 263). “O rico passara a vida em complacência própria, e
      demasiadamente tarde viu que não fizera provisão para a eternidade” (p. 264). “O rico professava ser filho de Abraão, porém foi alienado de Abraão por um abismo intransponível – o caráter incorretamente formado…. O grande abismo posto entre ele e Abraão era o abismo da desobediência” (p. 269).
      Como se vê, esta parábola não pode ser usada como prova do estado intermediário do homem após a morte, mas tem a finalidade de revelar como termina o tempo de graça que lhe
      é concedido por Deus.

      Espero que tenha ajudado.Deus a abençoe.



  • DILMA FERNANDESS DOS SANTOS SOUZA em 27 de novembro de 2012 11:45

    FIQUEI IMPACTADA COM TODA EXPLANAÇAO DO ASSUNTO “MORTE” DE FORMA CLARA, TODA BASE BIBLICA, A EXPERIENCIA VIVIDA AS PEGUNTAS E RESPOSTAS ME FEZ REPENSAR SOBRE MINHA VIDA E SABER QUE A MORTE É INEVITAL SO PRECISAMOS ESTAR PREPARADOS. TIROU MINHAS DUVIDAS. OBRIGADA DEUS ABENÇOE.



  • Valdo Coelho em 27 de novembro de 2012 0:36

    Pr.Arilton,

    Tenho dúvidas bíblicas e até sobre algumas atitudes dos pastores da igreja que frequento , em que local (ex.blog, twitter, email) posso expor essas dúvidas para que elas possam ser sanadas? Por favor me ajude.

    Obrigado!



  • Valdo Coelho em 27 de novembro de 2012 0:32

    É sempre um crescimento espiritual estar com a Novo Tempo. Sinto-me mais próximo da verdade.



  • luzia em 26 de novembro de 2012 23:58

    Tenho uma duvida, sei que não tevemos julgar quem vai para o céu ou não, pois somente o Justo juiz tem poder pra julgar, mas é que perdi meu pai este ano em janeiro, e queria ter uma palavra de esperança sobre a salvação pra ele.Ele sempre foi um homem de fé e recebeu a Cristo como seu Salvador, sempre ajudou muito na igreja e tiinha prazer em orar e ler a biblia, mas antes de morrer ele tinha deixado de ir a igreja, parou de ler a biblia, ele se decepcionou muito com o pastor e isso deixou ele muito triste e amargurado, por isso tenho muito medo, eu creio de Deus é rico em misericordia e amor e conhece nossos pensamentos,mas queria tanto ter esperança em uma salvação pra ele. Nós nunca vamos poder dizer com certeza se alguém foi realmente salvo ou não, acredito que nem a nós mesmos podermos ter alguma certeza sobre isso. Queria uma palavra de esperança para o meu coração.Ele morreu tão de repente que hoje eu sei que devemos pensar muito sobre isso e em como está nossa vida com Deus para não sermos pegos desprevenidos.



    • Arilton Oliveira em 3 de dezembro de 2012 19:30

      Olá Luzia

      Lamentamos a morte de seu pai. Todavia, a Bíblia nos enche de esperança e certeza de uma ressurreição e um reencontro. É verdade que ninguém pode garantir se seu pai estará salvo ou perdido, pois só Deus tem essa resposta. Mas eu lhe pergunto: porque você não alimenta então a certeza e não a dúvida? porque você não enche seu coração de alegria de um reencontro do que a tristeza de uma separação eterna? Confie em Deus e Ele sempre fará o melhor para Seus filhos. Não são atos isolados que colocarão ou tirarão as pessoas do céu, mas o quanto colocamos nossa vida no altar do Senhor.

      Que a esperança da volta de Cristo e a ressurreição dos santos enche seu coração na expectativa de um breve reencontro e nunca mais separação.

      Deus a abençoe.



      • luzia em 13 de dezembro de 2012 21:05

        Obrigado Pastor Arilton pelas palavras de conforto,gostei de saber que não são atos isolados que irão nos tirar ou colocar nos céus, sei que a graça e o amor de Deus e nossa comunhão e amor por ele pesam muito neste julgamento, vou fazer isso de colocar a minha esperança em rever um dia meu querido paizinho no céu, agora sei que tenho que me preparar pra que eu chegue lá também, por isso tento aprender com vocês há mais e mais estar no centro da vontade de Deus e procurar conhecer sua palavra, louvo a Deus pela vida de todos vocês, assisto sempre e gosto muito de como vocês colocam o ensino da palavra de Deus de modo tão claro. Obrigado!!!!