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Categoria: Lições da Bíblia

Uma forma de adorar


Quando explicaram a relação entre adoração e justiça, os profetas recomendaram insistentemente outro passo: que o interesse em socorrer os pobres, os oprimidos e os necessitados fosse parte importante da adoração. Isaías 58 torna essa relação evidente.

 

4. Conforme a descrição da primeira parte de Isaías 58, o que estava errado no relacionamento entre Deus e Seu povo? Assinale “V” para verdadeiro ou “F” para falso:

A. ( ) Deus havia feito o povo perecer nas mãos dos inimigos.

B. ( ) O povo buscava a Deus de modo egoísta, e jejuava para violência e contendas. Essa crítica foi dirigida a um povo ativamente religioso. Os adoradores aparentavam buscar a Deus com sinceridade, mas parece que essa busca não estava funcionando. Então, o Senhor declarou que eles deveriam mudar sua maneira de adorar. A adoração escolhida por Ele era que eles soltassem “as correntes da injustiça”, desatassem “as cordas do jugo”, pusessem “em liberdade os oprimidos” e rompessem “todo jugo” (Is 58:6, NVI).

 

Eles também deveriam alimentar os famintos, acolher os desabrigados e ajudar os necessitados. Essas atividades não são a única maneira de adorar, mas Deus as recomendou como uma forma de adoração que não se concentra apenas no interior, mas em algo que traz bênçãos para todos ao redor dos adoradores de Deus. “O verdadeiro propósito da religião é libertar o ser humano dos fardos do pecado, eliminar a intolerância e a opressão e promover justiça, liberdade e paz” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 4, p. 325).

 

Em Isaías 58:8-12, Deus prometeu bênçãos em resposta a essa forma de adoração. Com efeito, o Senhor disse que, se o povo fosse menos concentrado em si mesmo, perceberia Deus trabalhando com ele e por meio dele para trazer cura e restauração. Esse capítulo também relaciona a adoração à renovação da prazerosa guarda do sábado. Já refletimos sobre algumas fortes relações entre o sábado e o ministério, mas esses versos incluem ambas as atividades no chamado a que o povo revitalizasse sua adoração.

 

Refletindo sobre eles Ellen G. White comentou: “Sobre os que guardam o sábado do Senhor é imposta a responsabilidade de realizar uma obra de misericórdia e beneficência” (Beneficência Social, p. 121).

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