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Categoria: Lições da Bíblia

O bom samaritano


3. Leia Lucas 10:25-27. O intérprete da Lei que interrogou Jesus apresentou um resumo padrão dos mandamentos do Antigo Testamento para uma vida aceitável a Deus. Como esses dois mandamentos estão relacionados?

 

Quando Jesus era questionado, Ele muitas vezes concluía Suas respostas com um desfecho bem diferente daquilo que Seu interlocutor estava buscando. Em resposta à ordem de Levítico 19:18, de amar o próximo como a si mesmo, parece que muitos religiosos de Sua época passavam muito tempo e gastavam energia debatendo a extensão e os limites desse princípio. Eles debatiam sobre quem poderia ser incluído na categoria de “próximo”.

 

Jesus já havia buscado expandir o entendimento de Seus seguidores acerca desse termo, insistindo que eles não apenas deveriam amar o próximo, mas fazer o bem a todos: “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque Ele faz nascer o Seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mt 5:44, 45).

 

Mas quando um especialista na lei religiosa buscou pôr Jesus à prova, ele recorreu à questão muito debatida: “Quem é o meu próximo?” (Lc 10:29). Em resposta, Jesus contou a história do bom samaritano, porém, a resposta suprema à pergunta do intérprete da lei não devia definir a terminologia do “próximo”. Em vez disso, Jesus disse, em essência: “Vá e seja o próximo de qualquer um que necessite da sua ajuda” (veja Lc 10:36, 37).

 

4. Leia Lucas 10:30-37. Qual é o significado do contraste entre os três personagens que viram o homem ao lado da estrada precisando de ajuda?

 

Como de costume, a crítica mais severa de Jesus foi dirigida aos que se diziam religiosos, mas não mostravam interesse pelos sofredores. “Na história do bom samaritano, Cristo ilustrou a natureza da verdadeira religião. Mostrou que consiste não em sistemas, credos ou ritos, mas no cumprimento de atos de amor, em proporcionar aos outros o maior bem, em genuína bondade” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 497).

 

Jesus indicou um estrangeiro, alguém considerado infiel a Deus, a fim de demonstrar qual é o chamado do Senhor a todos os que alegam ser Seus seguidores. Como ocorreu com o intérprete da Lei no passado, ao perguntarmos a Cristo o que precisamos fazer para herdar a vida eterna, Ele nos ordena, em última análise, que sejamos o “próximo” de todo necessitado.

 

 

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