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Categoria: Tempo de Refletir

Mãe é mãe


“Honra o teu pai e a tua mãe” (Êxodo 20:12).

“Uma simples mulher existe, que, pela imensidão do seu amor, tem um pouco de Deus, e pela constância de sua dedicação tem muito de anjo. Sendo jovem, pensa como anciã, e sendo idosa, age com o vigor da juventude. Quando ignorante, melhor que qualquer sábio desvenda os segredos da vida, e quando sábia, assume a simplicidade das crianças. Pobre, sabe enriquecer-se com a felicidade dos seus filhos, e rica, empobrecer-se pela infelicidade deles.

Forte, estremece ao choro de uma criancinha. Fraca, sabe altear-se com a bravura dos leões. À sua sombra, todas as dores se apagam. Em vida, não sabemos dar-lhe o devido valor. Quando a perdemos, daríamos tudo o que temos para vê-la de novo e receber dela um abraço, ou ouvir uma palavra de seus lábios”. Essas não são apenas palavras de um poeta, mas, sobretudo, verdades da vida que tenho confirmado por experiência pessoal e observação.

O Dia das Mães foi oficializado no Brasil, em 1932 pelo então presidente Getúlio Vargas. Lembra as virtudes básicas e as qualidades desse ser que tem “um pouco de Deus, e muito de anjo”. O Dia das Mães é um justo monumento em honra à criatura que dá sua “vida humanizada em sangue, e o seu sangue santificado em leite”. No seu pequeno universo, a mãe é ao mesmo tempo fada, rainha, sábia, professora, “sacerdotisa”, mediadora, médica e anjo da guarda.

Prestimosas, infatigáveis, indo e vindo no recesso dos lares, aconselhando, supervisionando, amparando, consolando, respondendo a perguntas infindáveis, essas silenciosas protetoras são insubstituíveis. Depois de Deus, elas representam a maior influência para o bem que conhecemos. A elas cabe escrever, no compêndio vivo que é uma criança, as grandes lições da vida. Por alguns anos, elas chegam mesmo a estar no lugar de Deus para os seus filhos.

E você? Honra, respeita, reverencia e considera a mãe que Deus lhe permitiu ter? Você ainda a tem? Pense na reafirmação de amor, consideração e respeito em seu relacionamento com esse dom precioso, exclusivo, único, “irrepetível”!

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