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Anjos da Esperança
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Categoria: Lições da Bíblia

Fadiga da compaixão


Resistindo à possibilidade de deixar que as boas intenções sejam esmagadas por “todos os problemas do mundo”, muitos gostariam de contribuir mais para fazer a diferença na vida dos sofredores. Há uma série de atitudes e ações que podem nos levar a responder de maneira positiva ao sofrimento dos necessitados. Compaixão: Como vimos, reconhecer e ter empatia pela dor dos que estão sofrendo são os primeiros passos para a ação. Precisamos manter nossa sensibilidade ao sofrimento e fazer com que ela aumente.

 

Hoje, as pessoas falam em “fadiga da compaixão” – a ideia de que estamos tão expostos à tristeza e à tragédia que ficamos exaustos com as muitas causas que demandam nossa energia emocional e apoio financeiro. Jesus estava bem ciente do mal e da dor ao Seu redor; ainda assim, Ele permaneceu compassivo. Assim também devemos nos manter. Educação: Visto que muitas situações de injustiça e pobreza são complicadas, é importante ouvir e descobrir o que pudermos sobre essas situações.

 

Há muitos exemplos de pessoas bem-intencionadas que causaram danos à vida de outras ao tentarem ajudá-las. Embora isso não seja desculpa para a inatividade, devemos buscar nos envolver de maneira esclarecida e ponderada. Oração: Quando vemos um problema, nosso primeiro pensamento é tomar uma atitude “prática”. Mas a Bíblia nos lembra de que a oração é prática. Podemos fazer a diferença na vida dos pobres e oprimidos ao orarmos por eles e pelos que exercem poder sobre eles (veja 1 Tm 2:1, 2), e ao buscarmos a orientação divina sobre como podemos responder melhor e avançar mais no tocante ao oferecimento de ajuda (veja Pv 2:7, 8).

 

Expectativas: Outro elemento importante na obra de aliviar o sofrimento é ter expectativas adequadas, dada a complexidade das circunstâncias sociais, políticas e pessoais. Nossa esperança deve ser oferecer às pessoas escolhas e oportunidades que elas poderiam não ter tido de outra maneira. Às vezes, o que as pessoas fazem com essas oportunidades nos decepciona, mas devemos respeitar essas escolhas.

 

Sempre que tentamos trabalhar em favor dos sofredores, nosso princípio orientador deve ser: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Mt 7:12).Leia Tiago 1:5-8. Qual é a função da oração na ação cristã? De acordo com Tiago 2:15, 16, como podemos contribuir para que nossas orações pelos outros sejam respondidas?

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