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Categoria: Tempo de Refletir

As cavernas da religiosidade


“Se vocês soubessem o que significam estas palavras: Desejo misericórdia, não sacrifícios, não teriam condenado inocentes” ( Mateus 12:7).

É impossível ficar mais escuro. São inúmeras as cavernas e profundas as armadilhas. O subterrâneo exala o mau cheiro das boas intenções.

Jesus reservou somente palavras severas para os religiosos de Sua época. “Hipócritas!” “Guia cegos” “Sepulcros caiados” “Víboras!” “Serpentes!” Não tolerou os que usavam a religião para oprimir e os que transformavam a fé em competição (cf Mateus 23).

Infelizmente, o cenário não mudou muito de lá para cá. Ainda existe muita maldadeque veste as roupas da religião e usa a Bíblia como marreta. Ainda está na moda ter títulos que exalem santidade e usar gráficos de desempenho para medir a fé. E ainda é comum que alguém tenha de encontrar fé apesar da igreja, em vez de encontra-la dentro da igreja.

Mas também é fato que, quando o universo obscuro da religiosidade chega ao ápice da escuridão, Deus encontra nessas cavernas alguém para acender uma luz. Foi o que Lutero e os reformadores, por exemplo, fizeram.

Não é fácil acender uma luz numa caverna escura. Contudo, aqueles de nós cuja vuida foi iluminada por causa desses indivíduos corajosos somos eternamente gratos.

Ore comigo: “Obrigado, Senhor, porque não deixas Teu povo imerso nas trevas da religiosidade vazia. Ilumina os cantos escuros da falsa piedade em minha vida e ajuda-me a ter a coragem de acender uma luz onde ela for necessária. Em nome de Jesus, amém!”

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