Reverenciando a Deus

TEMPO DE REFLETIR 1445 – 15 de dezembro de 2017

“Deus continuou: Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa” (Êxodo 3:5).

– Vocês devem ter um Deus pequeno – disse um muçulmano para um turista americano.

– Não – respondeu rapidamente o americano. –Temos um Deus grande e poderoso, a cuja palavra de ordem o Universo e tudo o que nele existe veio à existência!

– Apesar disso, creio que vocês americanos têm um Deus pequeno, pois quando oram a Ele o fazem de maneira apática e irreverente. Quando nós muçulmanos oramos, caímos prostrados com o rosto em terra em reconhecimento da grandeza de Deus.

Reverência. É algo sobre o qual não pensamos muito, a menos que alguém seja irreverente conosco pessoalmente ou nos trate de maneira desrespeitosa. Mas até que ponto somos sensíveis em nossa reverência para com Deus?

Alguns anos atrás tive a oportunidade de pregar numa pequena igreja adventista do sétimo dia em Porto Rico. Era uma igreja de pessoas simples. Jamais esquecerei como fiquei atônito à medida que o povo entrava na igreja. Antes de se sentarem, ajoelhavam-se em oração individual. Haviam entrado na casa de Deus, estavam em terra santa, haviam entrado na presença do Altíssimo, e tinham plena consciência desse fato.

Ainda que não tenhamos o costume de retirar os calçados quando entramos na igreja ou de prostrar-nos ou de ainda curvar-nos em oração, devemos reconhecer constantemente, por palavra e ação, que ao entrarmos na igreja entramos na presença de Deus de maneira especial.

Mas não é somente na igreja que a reverência é importante. Durante todo o dia preciso reconhecer a santidade do meu Deus em tudo que eu fizer ou disser. Assim, sou cuidadoso na maneira como trato minha Bíblia, como uso o nome de Deus, como brinco e assim por diante. Meu respeito por Deus me leva a tratar os outros respeitosamente; ajuda-me a apreciar um pôr-do-sol.

Agradeço-Te, ó Deus, por seres quem és. Agradeço-Te por não seres Alguém que só posso adorar na igreja, mas Alguém que faz de cada aspecto da vida uma maravilha.


-> Música: Melissa Barcelos, “Adoração”
-> Locução: Amilton Menezes


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Temendo a Deus

TEMPO DE REFLETIR 1444 – 14 de dezembro de 2017

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; revelam prudência todos os que o praticam. O seu louvor permanece para sempre” (Salmo 111:10).

O que significa dizer que devemos “temer” a Deus?

Lembro-me do primeiro ano em que ensinei na Universidade Andrews, conta George Knight. Eu tinha na classe uma adorável jovem não cristã que acabara de sair de uma prolongada experiência hippie. Uma das exigências para seu certificado de magistério era que frequentasse a cadeira de filosofia da educação. Na Universidade Andrews essa filosofia se funda- menta no contexto da visão bíblica do mundo, e pela primeira vez essa estudante tinha a oportunidade de examinar a Bíblia.

Ela não tinha ido muito longe em sua leitura quando topou com a ideia de temer a Deus. Na manhã seguinte ela estava me pressionando sobre o significado de temer a Deus.

Fiquei feliz em dizer-lhe que temer a Deus não significa ficar com medo dEle, mas ter por Ele temor reverente por causa do que Ele é. Significa profundo respeito por Deus. Essa é a espécie de temor relacionada à santificação do Seu nome. Naturalmente, segundo a Bíblia, os que desprezam a Deus terão finalmente de experimentar o temor do tipo menos desejável.

Podemos aprender aqui algo dos antigos judeus. Eles jamais empregavam o nome de Deus de modo familiar. Na verdade, o nome de Deus era tão sagrado que eles jamais o pronunciavam, para não correrem o risco de tratá-lo de maneira leviana ou irreverente. Eles tinham temor sagrado pelo nome de Deus.

E conquanto reconhecessem a Deus como Pai, nunca em suas orações usavam somente o conceito de “Pai”. Ao contrário, ligavam o conceito de Pai com as ideias de Rei e Senhor. Essa prática é útil para aqueles que têm a tendência exagerada de sentimentalizar a figura de Deus como um Pai amoroso. Ele é isso, mas é também Rei e Senhor de toda a Terra. Como cristãos, precisamos manter o equilíbrio. Nosso sentimentalismo jamais deve superar nossa reverência a Deus. “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria”.


-> Música: Novo Tom, “Deus tudo pode”
-> Locução: Amilton Menezes


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Santificando o Nome

TEMPO DE REFLETIR 1443 – 13 de dezembro de 2017

“Engrandecei o Senhor comigo, e todos, à uma, Lhe exaltemos o nome” (Salmo 34:3).

O que significa “santificar” o nome de Deus? Uma forma de captar o sentido é reparar como a palavra é traduzida em diferentes versões bíblicas. O Novo Testamento do Século Vinte diz “que Teu nome seja mantido santo”. A tradução de Moffatt diz: “Reverenciado seja Teu nome”. E na tradução de Phillips a frase é “que Teu nome seja honrado”. Santificar o nome de Deus é reverenciá-lo, tratá-lo com respeito, honrá-lo. É tratá-lo como algo santo em contraste com algo ordinário ou comum.

O significado torna-se mais claro quando vemos o modo como a palavra é empregada. Encontramos a mesma palavra no mandamento do sábado na tradução grega de Êxodo 20:8. O mandamento é lembrar-se do sábado para o santificar. O sábado é um dia diferente dos outros; deve receber tratamento diferente dos outros dias. Deve ser santificado. Outro exemplo extraído do Antigo Testamento vem da instrução para consagrar os sacerdotes. Os sacerdotes deviam ser diferentes dos outros homens porque eram separados para uso santo.

Assim acontece com o nome de Deus. Os cristãos devem santificar o nome de Deus pelo fato de Deus ser quem Ele é. Ellen White sugere que “para santificarmos o nome de Deus é necessário que as palavras em que falamos do Ser Supremo sejam pronunciadas com reverência. ‘Santo e tremendo é o Seu nome’ (Sl 111:9). Não devemos nunca, de qualquer modo, tratar com leviandade os títulos ou nomes da Divindade. Ao orar, penetramos na sala de audiência do Altíssimo, e devemos ir à Sua presença possuídos de santa reverência. Os anjos velam o rosto em Sua presença. … Quanto mais deveríamos nós, seres finitos e pecadores, apresentar-nos de modo reverente perante o Senhor, nosso Criador” (O Maior Discurso de Cristo, p. 106).

Mas santificar o nome de Deus não se restringe apenas à hora da oração. Inclui também nossa linguagem durante todo o dia. Além disso, santificar o nome abrange todas as nossas ações, pois somos representantes de Deus na Terra. Em todo ato da vida devemos manifestar- Lhe o caráter, pois portamos o Seu nome.


-> Música: Grupo VP, “Cristo, Nome precioso”
-> Locução: Amilton Menezes


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Tratando “o Nome” descuidadamente

TEMPO DE REFLETIR 1442 – 12 de dezembro de 2017

“Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão, porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o Seu nome em vão” (Êxodo 20:7).

Ainda me lembro de como fiquei chocado, conta George Knight. Eu estava morando num navio mercante de treinamento fora da Baía de São Francisco, mas tinha permissão para ficar em casa nos fins de semana.

Eu mal podia esperar para pegar o telefone e ligar para a garota que havia encontrado em minha última saída. Eu sabia que ela era cristã, de modo que exerci bastante cuidado com minha linguagem, procurando causar uma boa impressão. Esse asseio linguístico limitava bastante meu vocabulário comum, embora o esforço parecesse valer a pena.

Essa foi a razão por que fiquei chocado. Depois de todo o esforço que fiz por causa dela, ela ainda não ficou satisfeita. Afirmou, em termos bem definidos, que se eu quisesse vê-la de novo, devia parar de tomar o nome do Senhor em vão.

Isso realmente me pegou desprevenido. “O que você quer dizer?” perguntei com toda a sinceridade. Eu nunca havia escutado essa expressão antes.

Ela respondeu rapidamente que era errado usar palavras como “Deus” e “Jesus Cristo” de maneira descuidada, que beirava a profanidade. Foi assim que recebi minha primeira lição sobre a importância do “nome” de Deus.

Foi uma lição importante e que tem tido grande significado para mim através dos anos. O nome de Deus é um belo nome. Deus é um Deus maravilhoso. Por que deveria alguém usar o Seu nome de maneira descuidada e profana?

O modo como usamos o nome de Deus representa o modo como O consideramos. Se eu fosse o diabo faria com que as pessoas usassem o nome divino de maneira desleixada. Esse seria o primeiro passo para levá-los a considerar a Deus de maneira descuidada, e por fim a viver vidas descuidadas e tratar os outros descuidadamente.

Afinal de contas, a maneira como eu me relaciono com o nome de Deus é a maneira como eu me relaciono com o próprio Deus. O nome divino representa minha salvação, minha esperança, meu tudo. Quero louvar o nome de Deus pelo que Ele tem feito por nós.


-> Música: Arautos do Rei, “O nome de Cristo”
-> Locução: Amilton Menezes


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O significado do Nome

TEMPO DE REFLETIR 1441 – 11 de dezembro de 2017

“Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus” (Salmo 20:7).

Nos tempos bíblicos o nome de uma pessoa era mais representativo do que nas culturas modernas. O nome era símbolo de todo o caráter da pessoa.

A primeira petição da Oração do Senhor diz que o nome de Deus deve ser santificado. Qual é Seu nome? Qual é Seu caráter?

Os nomes de Deus na Bíblia são muitos. Entre os mais comuns se encontram El ou Elohim, que enfatiza Sua “força” ou Seu “poder”. Um segundo nome comum para Deus é Yahweh (ou Jeová), que significa “Aquele que existe por Si mesmo”.

Esses nomes nos ajudam a começar a ver o caráter de Deus, mas o registro bíblico nos apresenta mais alguns: “‘O Senhor proverá (Jeová-jireh), ‘o Senhor que sara’ (Jeová-rafa), ‘o Senhor nossa bandeira (Jeová-nissi), ‘o Senhor nossa paz’ (Jeová-Shalom), ‘o Senhor nosso pastor’ (Jeová-ra’ah), ‘o Senhor nossa justiça’ (Jeová-tsidkenu) e … ‘o Senhor está presente’ (Jeová-shammah)”.

Todos esses nomes divinos se encontram no Antigo Testamento. O nome de Deus simboliza a natureza, o caráter e a personalidade dEle, conforme têm se revelado à humanidade. Pelo fato de Deus ser quem é, podemos repousar seguros em nossa fé. Foi por isso que o salmista pôde escrever: “Em Ti, pois, confiam os que conhecem o Teu nome, porque Tu, Senhor, não desamparas os que Te buscam” (Sl 9:10). Encontramos um pensamento semelhante sobre o fiel cuidado de Deus em nosso verso bíblico de hoje: “Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus” (Sl 20:7).

A vida de Jesus nos fornece novos significados para o nome de Deus. Em João 17:6 Jesus disse: “Manifestei o Teu nome aos homens que Me deste do mundo. Eram Teus, Tu Mos confiaste, e eles têm guardado a Tua palavra”. Jesus veio nos ajudar a compreender mais plenamente o nome de Deus e seu significado. Veio nos ajudar a ver o caráter de Deus.

“O nome” de Deus é rico em significado. É um nome no qual podemos depositar fé. Mas é também um nome que merece respeito.


-> Música: Adoradores, “Teu Santo Nome”
-> Locução: Amilton Menezes


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O formato da oração

TEMPO DE REFLETIR 1440 – 10 de dezembro de 2017

“Um dos Seus discípulos Lhe pediu: Senhor, ensina-nos a orar… Então, Ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o Teu nome” (Lucas 11:1 e 2).

A Oração do Senhor representa a oração ideal de Jesus. Ela foi dada porque os discípulos pediram a Jesus que lhes ensinasse a orar. Podemos, portanto, aprender muita coisa dessa grande oração, tão ampla em seu objetivo e, contudo, tão breve em sua expressão.

A oração, conforme registrada em Mateus 6:9-13, é composta de sete petições: “Santificado seja Teu nome”. “Venha o Teu reino”. “Faça-se a Tua vontade, assim na Terra como no Céu”. “O pão nosso de cada dia dá-nos hoje”. “Perdoa-nos as nossas dívidas”. “Não nos deixes cair em tentação”. “Livra-nos do mal”.

Examine a oração por um minuto. Que palavra você encontra em cada uma das três primeiras petições, mas que não se acha nas quatro últimas? Da mesma forma, que palavra você encontra nas quatro últimas, mas que se acha ausente nas três primeiras?

As respostas para essas perguntas são “Teu ou Tua” e “nos”, respectivamente. Esses pequenos pronomes nos dizem muita coisa sobre o formato da oração. A oração tem uma ordem.

A verdadeira oração sempre começa com Deus e a adoração de Sua Pessoa. Temos aqui uma lição. Jamais devemos começar a orar preocupados com nós mesmos.

Somente depois de nos dirigir a Deus e a Seus interesses é que a oração passa para as petições referentes às necessidades humanas. Jesus volta a pôr o foco da oração em Deus, onde ela deveria estar, já que Ele é a fonte de tudo quanto existe.

Descobrimos que é fácil demais deixar que nossas orações se distanciem de Deus e dos interesses mais amplos do reino, para se centralizarem nos seres humanos. Note que, aproximadamente, metade da oração é dedicada a petições relacionadas a Deus.

E para que, ao tomarmos essa oração como base, não cheguemos à conclusão de que toda oração deva ser breve, precisamos lembrar que Jesus passava noites inteiras em oração.


-> Música: Fonte Vocal, “A voz do Pai”
-> Locução: Amilton Menezes


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O lado distante de Deus

TEMPO DE REFLETIR 1439 – 9 de dezembro de 2017

“Senhor! Deus grande e temível, que guardas a aliança e a misericórdia para com os que Te amam e guardam os Teus mandamentos” (Daniel 9:4).

Vimos na última mensagem que o “lado próximo” de Deus, Seu “lado suave” é representado pela expressão “Pai nosso”. Mas Deus não tem apenas um lado próximo; Ele também tem um “lado distante”, que é representado na Oração do Senhor pelas palavras “que estás no Céu”.

Uma das grandes tensões da fé cristã é que Deus está tanto perto quanto longe; Ele é tanto imanente como transcendente; tanto “nosso Pai” como o governante do Universo.

É importante manter ambos os lados em equilíbrio quando lemos as Escrituras e buscamos aplicá-las em nossa vida diária. Os que enfatizam apenas o lado terno de Deus interpretam-nO como um Papai Noel poderoso ou uma meiga vovozinha. Contudo, os que enfatizam apenas Seu lado distante convertem-nO num juiz com mão de ferro, destituído de toda misericórdia e brandura.

O paradoxo de Deus é que Ele tem mais de um lado. Ele é próximo e amorável, mas, como qualquer bom pai, Ele deve ser firme. A bilateralidade de Deus se reflete na oração de Daniel em nosso texto de hoje. Ele é verdadeiramente “grande e temível” para aqueles que continuam a praticar esse pecado que é destruir vidas humanas, o meio ambiente, a paz mundial e mesmo o próprio ser. Se Deus verdadeiramente é amor, Ele terá que algum dia deter essa destruição. Para os que desconsideram Seus princípios, Deus pode ser e será “grande e temível”.

Mas, conforme Daniel observa, Deus também guarda Seu pacto de “misericórdia” com aqueles que aceitam os Seus princípios e se unem à Sua família. Deve-se notar que Ele deseja que todos os seres humanos entrem para Sua família e experimentem Seu amor. Mas Ele não os forçará. O amor não pode ser obtido à força, e ainda assim continuar sendo amor.

A verdade maravilhosa é que Deus tanto é nosso Pai como o grande Deus do Universo. Essa grandeza não representa nenhuma ameaça para os que O amam. Como cristãos, podemos regozijar-nos tanto na proximidade como na distância de Deus.


-> Música: Melissa, “Pai”
-> Locução: Amilton Menezes


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Que pai você escolhe?

TEMPO DE REFLETIR 1438 – 8 de dezembro de 2017

“Ele não Se envergonha de lhes chamar irmãos” (Hebreus 2:11).

Nem todos os seres humanos possuem o mesmo pai. Jesus disse aos líderes judeus de Seus dias: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8:44).

De acordo com a Bíblia, todos os seres humanos vêm a este mundo como membros da família do diabo. As pessoas nascem egocêntricas, autossuficientes e orgulhosas, precisando de conversão e transformação. Foi por isso que Jesus disse que precisamos nascer de novo da água e do Espírito.

Entrar na família de Deus é uma escolha consciente. A Bíblia ensina que o batismo é símbolo da morte e ressurreição dos que fazem essa escolha. Quando entramos para a família de Deus, morremos para as velhas maneiras de pensar e de agir, e aceitamos os princípios do reino do Céu.

Quem é que pode verdadeiramente orar a Oração do Senhor? Somente aqueles que podem dizer com toda a sinceridade: “Pai nosso”. Mas quem pode realmente orar assim? Somente os que estão comprometidos com Jesus, somente os que nasceram do alto, somente os que estão vivendo a vida “sobrenatural” das Bem-aventuranças. Somente os cristãos de coração podem verdadeiramente orar a Oração do Senhor.

Parte da alegria de tornar-nos cristãos consiste no fato de que mudamos de pai e mudamos de deus. Abandonamos nosso antigo pai, o diabo, pelo Pai de Jesus. Por causa disso, o livro de Hebreus nos diz que Jesus nos chama de irmãos e irmãs. Passamos a fazer parte da família de Deus. Renunciamos a nosso pai natural para sermos adotados por nosso Pai celestial.

“Pai nosso” é uma bela expressão. Significa proximidade entre Deus e nós. Representa o lado pessoal de Deus, o lado suave. Como um pai e uma mãe amam seus filhos, assim Deus nos ama. É um maravilhoso privilégio ser capaz de chamar Deus de nosso Pai.


-> Música: João Alexandre, “Pai nosso”
-> Locução: Amilton Menezes


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Orar com a mente

TEMPO DE REFLETIR 1437 – 7 de dezembro de 2017

“Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente” (I Coríntios 14:15).

Algumas pessoas ficam chocadas com o fato de que algo tão espiritual quanto a oração tenha sistema ou estrutura. Mas esse próprio fato é um dos aspectos mais importantes na Oração do Senhor.

Quando os discípulos pediram que Cristo lhes ensinasse a orar, Ele apresentou uma obra-prima da comunicação humana. A oração segue esse padrão. Isso fica claro a partir das palavras introdutórias de Jesus: “Portanto, vós orareis assim” (Mt. 6:9). A seguir Ele fornece uma oração modelo que apresenta todos os elementos essenciais de uma oração.

Embora não seja errado recitar a Oração do Senhor caso seja feita com significado e reflexão, é melhor considerar a Oração do Senhor como um modelo que nos fornece o esboço contendo os elementos essenciais que devem estar presentes, tanto na oração pública como na particular.

Como tal, a oração esboçada por Jesus é bastante parecida com o roteiro utilizado por muitos pregadores e outros oradores públicos. Cada parte do roteiro fornece um cabeçalho de coisas que precisam ser lembradas na oração. Cada ponto deve ser expandido e preenchido durante a oração propriamente dita.

Talvez a abrangência da Oração do Senhor seja sua característica mais ressaltada. Ela abrange todos os elementos, tanto de nosso relacionamento com Deus e com os outros, como de nossas necessidades pessoais.

Até mesmo a ordem das petições na Oração do Senhor é de importância decisiva para nossas orações. As três primeiras petições têm que ver com Deus e Sua glória, enquanto as três petições secundárias têm que ver com nossas carências e necessidades humanas. A Deus, portanto, deve ser dado o primeiro e supremo lugar; depois, e somente depois, devemos voltar-nos para nós mesmos e para nossas necessidades e desejos. Somente quando Deus recebe o lugar que Lhe é devido, as outras coisas se encaixam.

Agradecemos-Te hoje, ó Senhor, por tomares tempo para nos ensinar a orar, pois levas a sério nossas necessidades. Queremos aprender de Ti, até mesmo em nossa vida de oração.


-> Música: Priscila Maciel, “Sempre orando”
-> Locução: Amilton Menezes



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Você gosta de orar?

TEMPO DE REFLETIR 1436 – 6 de dezembro de 2017

“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos Céus, santificado seja o Teu nome” (Mateus 6:9).

Entre Mateus 6:9 e 6:13 temos um dos ensinamentos mais importantes de nosso Senhor. Encontramos aí e em Lucas 11:1-4 a Oração do Senhor (o Pai Nosso). Em Lucas, os discípulos vieram pedir a Jesus que lhes ensinasse a orar. Afinal de contas, alegavam, João Batista havia ensinado os discípulos dele a orar.

Esse é um intercâmbio importante. Sugere não somente a importância da oração, mas também que a oração pode ser ensinada. E Jesus aceita essa pressuposição quando passa a ensiná-los a orar.

Orar não é apenas um “punhado de palavras” que resmungamos de maneira desatenciosa ou entusiástica. Não, a oração é algo com ordem e estrutura.

Examinaremos esse pensamento amanhã. Hoje queremos apenas meditar sobre a importância da oração em nossa vida pessoal.

O tema da oração nos coloca frente a frente com um dos assuntos mais vitais e desafiadores relacionados com a vida cristã. Certo escritor observou que “orar é, sem sombra de dúvida, a mais elevada atividade da alma humana. O homem alcança sua grandeza e elevação quando, pondo-se de joelhos, fica face a face com Deus”.

O mesmo autor continua a observar que nenhuma atividade da vi- da cristã é mais fácil e mais natural do que a oração. Grande parte dos outros aspectos da vida cristã tem seus equivalentes entre os não cristãos. Mesmo as pessoas que jamais ouviram falar de Jesus podem exercer autodisciplina e espírito filantrópico. Mas nada disso se compara à oração sincera.

Como vão as coisas entre você e Deus? Você gosta de falar com Ele como faria a um amigo, ou fica pouco à vontade na Sua presença? Eis agora uma questão importante. Algumas pessoas têm muita coisa a dizer para Deus quando oram em público, mas muito pouco em particular. Faz sentido dizer que a oração é uma prova de nossa vida espiritual. É ali que descobrimos se realmente amamos a Deus.

Senhor, a exemplo dos discípulos, pedimos que nos ensines a orar.


-> Música: Grupo VP, “Prece”
-> Locução: Amilton Menezes


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Pedir é importante

TEMPO DE REFLETIR 1435 – 5 de dezembro de 2017

“Ele se indignou e não queria entrar; saindo, porém, o pai, procurava conciliá-lo. Mas ele respondeu a seu pai: Há tantos anos que te sirvo… e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos; vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes, tu mandaste matar o novilho cevado. Então, lhe respondeu o pai: Meu filho, tu sempre estás comigo; tudo o que é meu é teu” (Lucas 15:28, 29 e 31).

Que tragédia!

O filho mais velho da parábola havia ficado em casa a vida toda, mas não compartilhara das bênçãos do pai.

Por quê? Porque nunca as pediu. Trabalhou duro para guardar a lei (verso 29) e evitar determinados pecados (verso 30), mas deixou de compreender a generosidade do pai. Não percebeu que o pai anelava derramar suas bênçãos sobre cada filho.

Que tragédia viver na casa do pai, mais como um empregado do que como um filho! Precisamos lembrar-nos das palavras que o pai disse ao filho: “Tudo o que é meu é teu”.

Deus quer nos abençoar. Por que somos tão relutantes em pedir? Por que não somos encontrados mais vezes em oração? “Tudo o que é meu é teu” é a mensagem de Deus.

Uma das grandes lições do Sermão do Monte é a de que Deus é nosso Pai. Insiste-se repetidamente nessa lição. Precisamos hoje tomar nosso coração e ir a Deus em oração reivindicar nosso direito de primogenitura como filhos do Rei.

Deus quer que tenhamos “fome e sede” de Seus dons; quer que “oremos sem cessar”. Ele é nosso Pai e Se deleita em abençoar Seus filhos. Está mais pronto a dar do que estamos para receber.

Hoje é o dia em que podemos começar a crescer na oração da fé. Aproximemo-nos de nosso Pai, buscando Sua bênção para nossa vida e para a vida dos que estão ao nosso redor. Lembre-se: Estamos lidando com Alguém que possui coração infinitamente mais amoroso do que o melhor pai terreno. Ele quer que nos acheguemos a Ele com fé. Quer que vamos a Ele como filhos humanos vão aos pais com seus pedidos.


-> Música: Voices, “A maior oração”
-> Locução: Amilton Menezes


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O pai ideal

TEMPO DE REFLETIR 1434 – 4 de dezembro de 2017

“Porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que Lho peçais” (Mateus 6:8).

Omito algumas palavras do início do nosso texto de hoje. Na verdade, ele começa assim: “Não vos assemelheis, pois, a eles”.

A eles, quem? Àqueles que no verso 7 pensavam que pelo seu muito falar Deus os ouviria.

Não sejam como eles. Por quê? Porque “o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que Lho peçais”.

Nesse verso, a palavra “Pai” é usada em seu verdadeiro sentido. Alguns de nós que lemos essa passagem somos pais. Outros são mães. Nenhum de nós (caso sejamos normais) deixamos nossos filhos mendigarem aquilo que precisam na vida. Na verdade, até os dissuadimos de implorar e choramingar para conseguirem o que querem. Não queremos reforçar esse tipo de atitude manipuladora.

Além disso, somos bastante perspicazes no que diz respeito às necessidades de nossos filhos. Muitas vezes conhecemos suas esperanças, temores e desejos. Não apenas fomos filhos um dia, mas temos criado esses filhos especiais desde a infância. Em geral, sabemos do que precisam.

Mas, de qualquer jeito, gostamos que eles nos peçam. É um sinal de reconhecimento de que somos pais cuidadosos e protetores. Além disso, é uma indicação, da parte deles, de que nos respeitam. É importante que eles digam “por favor” e “obrigado”. O pedido e o agradecimento que fazem é para eles um lembrete de que os amamos. Naturalmente, não damos tudo o que pedem. Nem tudo quanto desejam seria bom para eles.

Nosso relacionamento com Deus se assemelha muito à relação saudável do pai com o filho, exceto no aspecto de que Deus realmente sabe tudo o que desejamos e tudo o que seria bom para nós.

Embora Ele não queira que mendiguemos as coisas, deseja que nos dirijamos a Ele de maneira respeitosa em nossas petições. É prazer de nosso Pai atender às nossas necessidades da maneira mais saudável e útil.

O fato de Deus ser nosso Pai é um dos ensinamentos mais importantes do Novo Testamento. Hoje precisamos vê-Lo mais como um amante Pai do que como um juiz vingativo. Ele é o Deus que Se importa o bastante para responder às nossas orações.


-> Música: Eclair, “Uma oração”
-> Locução: Amilton Menezes


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Qualidade e não quantidade

TEMPO DE REFLETIR 1433 – 3 de dezembro de 2017

“E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios; porque presumem que pelo seu muito falar serão ouvidos” (Mateus 6:7).

É uma coisa maravilhosa orar várias vezes por dia e até mesmo ter horários fixos para a oração particular. Daniel, em Babilônia, orava três vezes ao dia, com o rosto voltado para Jerusalém. E os cristãos de nosso tempo dão graças pelo alimento e fazem preces ao se levantar pela manhã e ao ir para a cama à noite.

Há, porém, um perigo nisto tudo. É fácil a oração tornar-se formal em vez de sincera. Ela se torna algo que você faz em certas ocasiões ou em determinados momentos. Em consequência disso, fica fácil resmungar a oração de uma maneira ininteligível. Em minha própria vida tem havido ocasiões em que as orações à mesa ou ao pé da cama se tornaram tão rotineiras que eu não conseguia lembrar se havia orado.

A oração rotineira tem seus perigos.

Em nosso texto de hoje, Jesus fala sobre “as vãs repetições” na oração, ou, conforme traduz a Nova Versão Internacional, alguns “pensam que por muito falarem serão ouvidos”.

Isto tem sido verdade em muitas culturas. Assim é que em I Reis 18:26 lemos que os profetas de Baal clamaram: “Ah! Baal, responde-nos!” por quase meio dia. E em Atos 19:34 lemos como a multidão dos efésios gritaram por quase duas horas: “Grande é a Diana dos efésios!” E há alguns cristãos que dizem repetitivamente suas orações por meio de um rosário, enquanto os hindus usam as contas de oração com o mesmo propósito. Na história protestante, muitas vezes tem-se pensa- do que a duração de uma oração é uma indicação de devoção.

Jesus nos diz que todas essas ideias estão erradas. Deus quer que oremos a Ele, da mesma maneira como o fazemos quando conversamos inteligentemente com nossos melhores amigos. Não devemos julgar nosso sucesso pelo palavreado empregado nessas situações, nem devemos pedir as coisas num estilo repetitivo. Não. Sabemos que Deus nos ouve e Se importa conosco. Em consequência disso, derramamos perante Ele o nosso coração.


-> Música: Viviane, “Minha prece”
-> Locução: Amilton Menezes


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Lugar secreto de oração

TEMPO DE REFLETIR 1432 – 2 de dezembro de 2017

“E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava Ele, só” (Mateus 14:23).

Jesus era um homem de oração. O Novo Testamento chama frequentemente a atenção para o fato de que Ele Se afastava para passar toda a noite em oração. Houve ocasiões em que Ele orou em público, como em João 17. Ele não subestimava o papel da oração pública, mas também acreditava na oração particular e a praticava. Algumas vezes Ele sentiu necessidade de ficar sozinho com o Pai.

Nós temos a mesma necessidade. Precisamos afastar-nos dos cuida- dos da vida para estar com Deus. Ir à igreja, aos cultos de oração e à Escola Sabatina é bom, mas todo cristão precisa, individualmente, de um tempo especial na sala de audiência do Rei. Precisamos disso para louvar o Seu nome, agradecer-Lhe por Sua bondade, confessar nossos pecados, pedir força, interceder pelos outros e apenas conversar informalmente com Aquele que Se importa.

Em resumo, cada um de nós precisa, cada dia, separar tempo sagrado para oração em nosso lugar “secreto”. Precisamos levar nossa vida devocional a sério. Precisamos nutrir nossa natureza espiritual, assim como nos nutrimos física, social e mentalmente. E essa nutrição exige tempo. A nutrição apropriada não é obra de um breve minuto.

Muitos acham que a melhor hora para seu período secreto com o Pai é bem cedo de manhã. Acham que, se deixarem o momento devocional para mais tarde, o fluxo dos deveres urgentes acabam por torná-lo impossível ou irregular.

Durante nosso momento com Deus, precisamos não apenas falar a Ele em oração, mas ouvir o que Ele diz por meio de Suas palavras na Bíblia. Esse ouvir deve ser mais profundo do que apenas ler/ouvir o Tempo de Refletir.

Dediquei um dia a esse assunto porque os cristãos em geral estão ficando cada vez mais presos aos negócios deste mundo. Isto tem feito com que se dê menos ênfase à devoção pessoal.

Hoje é o dia de mudar essa situação.


-> Música: Melissa Barcelos, “Minha oração”
-> Locução: Amilton Menezes


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Ore a Deus

TEMPO DE REFLETIR 1431 – 1 de dezembro de 2017

“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mateus 6:6).

Parece estranho que eu tenha intitulado a leitura de hoje de “Ore a Deus”. Mas foi isso o que Jesus nos disse para fazer em Mateus 6:6. Deves orar a “teu Pai”.

Mas, perguntará você, a quem mais poderíamos orar? Suponho que há uma porção de respostas para essa pergunta. Jesus forneceu uma em Lucas 18:11 na história do fariseu e do publicano. Ele disse que o fariseu orava “para si mesmo”, em vez de orar a Deus. O simples fato de passarmos tempo em oração não significa que estamos orando a Deus.

Há vários pontos que devemos considerar ao orar a Deus. O primeiro é o que se pode pensar como processo de exclusão. Quando oramos ao Pai, devemos excluir certas coisas. Precisamos deixar fora a multidão de pensamentos e cuidados diários que criam obstáculos entre nós e Deus. Precisamos nos concentrar na comunicação com Ele, assim como prestamos atenção total a qualquer pessoa que respeitamos e com a qual nos importamos. Na oração secreta, precisamos, por assim dizer, entrar num quarto com Ele, a fim de que somente nós dois fiquemos conversando. Precisamos buscar a Deus e louvá-Lo de todo o nosso coração, mente e alma. Esse quarto pode ser um aposento de verdade ou pode ser um ônibus superlotado. Podemos orar a Deus de maneira secreta e exclusiva em qualquer lugar.

Um segundo ponto que precisamos considerar, ao pensarmos em orar a Deus, é que quando oramos, entramos realmente em Sua presença. Estamos na sala de audiência do Infinito. E o Pai, sendo Pai, preocupa-Se conosco exatamente como nós nos preocupamos com nossos filhos. Ele nos escuta!

Terceiro, quando oramos a Deus, podemos ter confiança. Podemos nos aproximar confiantemente do trono da Graça, por causa do que Jesus fez por nós no Calvário e está fazendo por nós no Céu.

Estas são as boas novas. Por que então não orar a Deus com maior frequência?


-> Música: Tom de Vida, “Minha oração”
-> Locução: Amilton Menezes


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