Deus do macro e do micro

TEMPO DE REFLETIR 1390 – 21 de outubro de 2017

“Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais” (Lucas 12:7).

Nosso Deus é maravilhoso e digno de confiança, porque Ele domina o infinitamente grande e o infinitamente pequeno. Ao mesmo tempo em que gera uma gigantesca galáxia, cuida dos prótons e elétrons. O elétron é a partícula fundamental na constituição dos átomos e moléculas, portadora da menor quantidade de carga elétrica livre, que se conhece. Nada escapa ao conhecimento de Deus. Mas Ele não tem apenas uma memória infinita: Seu envolvimento em tudo o que existe é condição indispensável para a sobrevivência do Universo e de todas as criaturas. Se pudéssemos ter uma visão do Universo, veríamos em todas as coisas a frase: Deus está no controle.

Todas as coisas, desde as de dimensão colossal, até as partículas infinitesimais, estão nas mãos de nosso Deus, pois Ele é onipotente. E Sua onipotência, aliada ao amor e à misericórdia, cobre todo tipo de necessidade em qualquer ponto do Universo.

Jesus, ao falar a Seus discípulos sobre o fermento dos fariseus, disse que “nada há encoberto que não venha a ser revelado; e oculto que não venha a ser conhecido” (Lc 12:2). Na mesma ocasião, confortou os discípulos e a multidão que se aglomerou para ouvi-Lo, dizendo que nem mesmo os parais são ignorados por Deus. O que queria o Mestre dizer com isso? Que os seres humanos têm muito valor diante de Deus. E, para dar ênfase ao cuidado divino, disse que “até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados”. Como houvesse pessoas com uma autoestima muito baixa no meio da multidão, Ele acrescentou: “Não temais! Bem mais valeis do que muitos pardais” (Lc 12:7).

Nosso valor só pode ser medido ao pé da cruz de Cristo. Ali está a maior prova de que Deus nos ama. O Calvário é o ponto mais distante do Universo, ao qual Jesus Se dirigiu para dizer que temos valor. Deus nos tem em grande conta porque somos filhos Seus filhos.

Durante este dia, erga a cabeça e enfrente a vida com alegria e otimismo, pois Aquele que sustenta o Universo, cuida de você também.


-> Música: Duetos NT, “Muito mais”
-> Locução: Amilton Menezes


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O que se vê em sua casa?

TEMPO DE REFLETIR 1389 – 20 de outubro de 2017

“O profeta perguntou: ‘O que viram em seu palácio?’ Disse Ezequias: ‘Viram tudo em meu palácio. Não há nada em meus tesouros que eu não lhes tenha mostrado’” (II Reis 20:15).

Ezequias, uma vez libertado da Assíria e curado de sua enfermidade, foi possuído por uma insensatez. Merodaque-Badalã, rei da Babilônia, ao tomar conhecimento desses acontecimentos, enviou uma embaixada à Jerusalém com uma carta de congratulações e presentes para Ezequias. Essa atenção do rei da Babilônia mexeu com a cabeça dele. Por isso, mostrou aos embaixadores todos os tesouros do templo e todos os depósitos das riquezas de Judá, além dos tesouros que havia em seu próprio palácio e todos os demais tesouros do seu domínio. Isto despertou a ganância dos babilônios. O profeta Isaías repreendeu-o por cometer essa infantilidade e lhe disse que não estaria longe o dia em que o inimigo do Norte seria a Babilônia e não a Assíria. Futuramente seriam massacrados e deportados para Babilônia.

Por que você arruma a casa para receber visitas? Para acolher bem os visitantes? Para mostrar que você tem bom gosto? Para ostentar o que possui? Para que o visitante não saia falando mal de você por algum descuido na arrumação?

Também uma pergunta vital: o que você tem de valores morais e éticos dentro de casa pode ser mostrado?

Basta uma atitude insensata para se iniciar uma ruína. Por isso, é importante cuidarmos de tudo aquilo que as pessoas estão vendo dentro de nossa casa.


-> Música: Átrio, “Lugar de amor”
-> Locução: Amilton Menezes


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Cativos do amor de Jesus

TEMPO DE REFLETIR 1388 – 19 de outubro de 2017

“Aquele que não ama nunca conheceu a Deus por experiência, porque Deus é amor” (I João 4:8, versão Williams).

A Bíblia nos diz que “Deus é amor”. Se você não conhece a Deus “por experiência”, então você realmente não tem conhecimento daquilo que o amor genuíno é. Algumas pessoas acham que Deus não as ama e por isso fogem dEle, repetindo a experiência de Adão e Eva no Jardim do Éden. Depois de pecarem, esconderam-se de Deus. Ficaram com medo dEle, porque se haviam separado dEle. Mas não nos podemos ocultar de Deus, tampouco ignorá-Lo. Ou somos fugitivos de Deus, ou cativos do Seu amor.

Dwight L. Moody, o grande evangelista batista, disse a respeito do amor: “Se eu tão-somente pudesse fazer com que os homens entendessem o real sentido das palavras do apóstolo João, ‘Deus é amor’, eu tomaria esse único texto e iria de um lado para outro do mundo proclamando essa gloriosa verdade. Se puder convencer uma pessoa de que a ama, você lhe conquistou o coração. Se você puder realmente fazer com que as pessoas creiam que Deus as ama, nós as veríamos aglomerando-se para entrar no reino do Céu.” – The Way to God, pág. 7.

As pessoas não valorizam nada neste mundo mais do que o amor. Mostre-me um homem ou uma mulher que não tenha ninguém com quem se importar ou a quem amar, e eu lhe mostrarei uma das mais solitárias pessoas da Terra. Um dos motivos pelos quais as pessoas cometem suicídio é a ideia de que ninguém as ama; elas preferem morrer a viver sem amor. Desde a Queda, Deus tem procurado persuadir os seres humanos de que Ele os ama. O diabo tem passado o mesmo tempo semeando as sementes da dúvida sobre o fato de que Deus realmente Se importa conosco.

Alguns pais cometem o grande erro de ensinar a seus filhos que Deus não os ama quando fazem algo errado – só quando fazem o que é certo. Mas cometer algo errado não muda o amor de Deus por nós. Mesmo que tenhamos fugido de Deus, Ele ainda nos ama. Ele odeia apenas o pecado. Às vezes tentamos medir a Deus com nossa pequenina régua, e a partir de nossa posição. Mas a verdadeira medida do amor de Deus é o Calvário. A cruz nos brada que “Deus é amor”. Você está escutando? Você O ouve a lhe falar hoje?


-> Música: Sara d’Araújo, “Não há amor maior”
-> Locução: Amilton Menezes


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Por que você está chorando?

TEMPO DE REFLETIR 1387 – 18 de outubro de 2017

“Mulher, por que você está chorando?” (João 20:13).

No meio do nevoeiro da manhã, Maria se levanta da cama, pega as especiarias e o aloé e sai de casa. Passa pelo Portão dos Jardins e sobe a encosta da colina. Prevê que realizará uma tarefa lúgubre. Nesse momento, o corpo estará inchado. O rosto estará esbranquiçado. O odor da morte será intenso.

O céu cinzento dá lugar ao dourado quando Maria caminha pela trilha estreita. A pedra colocada na frente da sepultura fora removida. Ela corre para despertar Pedro e João. Eles correm para ver por si mesmos. Tenta acompanha-los, mas não consegue. Pedro sai da tumba perplexo e João sai crendo no que viu, mas Maria fica simplesmente sentada diante da entrada, chorando. Talvez tenha ouvido um barulho. Talvez um sussurro. Ou talvez tenha simplesmente escutado seu coração lhe dizer para dar uma olhada.

Seja qual tenha sido a razão, é isso o que faz. Começa a descer, estica a cabeça pela porta escavada e espera que seus olhos se ajustem à escuridão.

“Mulher, por que você está chorando?” Ela vê o que parece ser um homem, mas é todo branco; radiantemente branco. Uma pergunta incomum a se fazer num cemitério. A verdade é que a pergunta é grosseira. A não ser, porém, que o questionador saiba algo de que o questionado não tem consciência.

E você, por que está chorando? Seu Salvador vive!

Ore comigo: “Pai, que a certeza de que meu Senhor vive e reina enxugue sempre as minhas lágrimas. Amém”.


-> Música: Iveline, “Pai de amor
-> Narração: Amilton Menezes


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Língua comprida

TEMPO DE REFLETIR 1386 – 17 de outubro de 2017

“O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína” (Provérbios 13:3).

Existe um ditado árabe que afirma: “Cuidado para que a tua língua não enforque o teu pescoço”. A figura da língua comprida, nesse ditado, simboliza a rapidez e leviandade com que algumas pessoas falam.

Viver é comunicar-se. No relato da criação, Deus fez Eva porque não era bom que o homem estivesse só. A vida sem comunicação seria incompleta. O relacionamento humano deve ser a uma estrada de duas vias.

O instrumento de comunicação que o Criador entregou ao ser humano foi o dom da palavra. A palavra seria a ferramenta que serviria para construir pontes e unir vidas. A entrada do pecado, porém, tornou a palavra um instrumento ambivalente. Com ela o ser humano pode construir ou destruir, ferir ou curar, levantar ou derrubar.

Pessoas sábias são felizes porque aprenderam a usar a palavra como bálsamo curador e pincel restaurador. A palavra dita em tempo oportuno revoluciona vidas e transforma situações. Olhe à sua volta. Existe gente cujo coração é terra seca, esperando uma gota de água. Essa gota pode ser a palavra e a sua boca, o manancial.

O texto de hoje apresenta o resultado do uso da palavra. Se você falar com prudência, na medida certa e da maneira adequada, receberá como recompensa a vida. “O que guarda a boca conserva a sua alma”, diz o provérbio. O original hebraico diz: “conserva a vida”. A vida é, em parte, o resultado do que você faz com a palavra.

Por outro lado, “o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína” (Pv 13:3). Abrir os lábios com facilidade é falar sem pensar, instintivamente, sem medir consequências. Irônico como possa parecer, a vítima não é o próximo, mas o próprio dono da palavra.

Use hoje o dom da palavra para elogiar e não para bajular, para aconselhar e não para criticar, para perdoar e não para condenar. Busque a Jesus, o Verbo, a Palavra de Deus e peça que Ele habite em você e fale através de suas palavras. Ouça, aceite, abra os braços, dê oportunidades, construa e restaure sem esquecer que “o que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína”.


-> Música: Viviane e Regiane, “Palavras”
-> Locução: Amilton Menezes


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Deus olha seu coração

TEMPO DE REFLETIR 1385 – 16 de outubro de 2017

“O Senhor, contudo, disse a Samuel: ‘Não considere sua aparência nem sua altura, pois eu o rejeitei. O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração” (I Samuel 16:7).

Não é consolador saber que Deus não nos julga como outras pessoas geralmente fazem? Ou da maneira crítica como nós algumas vezes nos julgamos? Deus se ocupa do que está em nosso coração. Isso significa que Ele se importa com pensamentos, paixões, atitudes e se confiamos nEle e amamos Seus caminhos. Ele não valoriza aparência, posição social ou financeira, ou qualquer medida exterior que o mundo considere importante.

A escolha de Davi – alguém conhecido como um homem segundo o coração de Deus – demonstra a ênfase divina nas características interiores. O status de Davi na família era tão pequeno que nem sequer foi chamado para encontrar-se com Samuel. Davi era o filho mais moço, que cuidava das ovelhas. No entanto, ele foi escolhido para ser o rei, para realizar grandes feitos e fazer parte da linhagem da qual viria o Salvador que Deus enviaria a Israel. Deus, é claro, não via Davi como até a própria família o via.

O que Deus vê em seu coração? Faça um levantamento minucioso. Primeiro, ore pedindo que Deus revele, e depois remova qualquer coisa indevida em seu coração – ressentimentos, ira, pensamentos pecaminosos. Segundo, ore por coisas grandes, sabendo que, se Deus pôde usar um jovem pastor, ele pode usar qualquer um para grandes realizações.

Pode orar comigo, agora? “Querido Senhor, sou profundamente grato por não me julgares da maneira como as pessoas o fazem. Obrigado porque Tu olhas para o meu coração de modo a ver meus pensamentos, minhas atitudes e meu amor por Ti, e não para ver como sou bem-sucedido ou atraente. Remove todos os desejos pecaminosos e enche meu coração do Teu amor, da Tua paz e da Tua alegria. Em nome de Jesus, amém!


-> Música: Rafaela Pinho, “Teu olhar me encontrará”
-> Locução: Amilton Menezes


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Jesus nunca prometeu um mar de rosas

TEMPO DE REFLETIR 1384 – 15 de outubro de 2017

“Se o mundo os odeia, tenham em mente que antes odiou a Mim. Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas Eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia” (João 15:18 e 19, NVI).

O cristianismo, conforme Jesus apresentou, não é como um piquenique pacífico. Entre todos os importantes educadores do mundo, talvez Ele seja o mais honesto. Vez após outra, Jesus salientava o fato de que Seus seguidores seriam perseguidos porque eram semelhantes a Ele, porque andariam de acordo com princípios totalmente opostos aos da cultura em geral.

O cristianismo tem resultado em perseguição em todas as áreas da vida cristã: no trabalho, por causa das questões de observância do sábado; na família, por causa das responsabilidades e prioridades; e na vida social, por causa de novos estilos de vida.

A realidade é que o verdadeiro cristianismo muda as pessoas. Ele as deixa fora de sintonia com a cultura humana “normal” (isto é, “pecaminosa”). E o resultado é perseguição.

E essa perseguição nem sempre tem sido suave. O imperador Nero, por exemplo, cobriu os cristãos de piche e os incendiou, para que servissem de tochas vivas para iluminar seu jardim. Ele também os costurou dentro de peles frescas de animais e colocou os próprios cães de caça atrás deles para os atacarem e estraçalharem. Outros cristãos foram costurados dentro de peles frescas de animais e colocados ao sol para secar e morrer, enquanto as peles se encolhiam e lentamente os sufocavam e esmagavam seu corpo indefeso. Ainda outros tiveram partes do seu corpo decepadas e assadas diante de seus olhos, ou receberam uma chuva de chumbo derretido fervendo.

A lista de atrocidades seria infinda. O próprio Jesus não ficou isento. Ele morreu a terrível e humilhante morte de cruz.

A perseguição e discriminação ainda não estão no fim. A Bíblia nos diz que elas continuarão até o fim dos tempos.

Tais coisas, porém, não quebrantam o espírito dos seguidores de Cristo, porque eles sabem que este mundo não é seu lar. Eles sabem que aqueles que são “perseguidos por causa da justiça” herdarão o reino de Deus.


-> Música: Duetos NT, ”Vitória”
-> Locução: Amilton Menezes


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Nosso Deus que tudo conhece

TEMPO DE REFLETIR 1383 – 14 de outubro de 2017

“Tal conhecimento é maravilhoso demais e está além do meu alcance; é tão elevado que não o posso atingir” (Salmo 139:6).

O Salmo 139 é chamado “a coroa dos Salmos” e é um dos mais belos da Bíblia. Nele, três atributos de Deus são salientados: onisciência, onipresença e onipotência. É um poema com expressões sintonizadas àquilo que sentimos e experimentamos.

Davi ficou maravilhado pelo modo tão pleno pelo qual Deus o conhecia. Nenhum movimento, nenhum detalhe, nada escapa ao Seu conhecimento.

Não podemos imaginar como é o conhecimento de Deus. Cada aspecto da nossa vida está aberto diante dEle. Dessa forma, pensamentos, ações, palavras, motivos, Ele os conhece todos. Mesmo tendo em mente que Deus sabia tudo sobre ele, Davi não se sentia ameaçado nem amedrontado por esse fato. Nenhum evento toma Deus de surpresa. Ele também conhece todos os mistérios nas várias esferas do conhecimento humano.

Deus não faz nenhuma descoberta e jamais é surpreendido. Não fica espantado, admirado nem maravilhado com nada. Seu conhecimento é pleno, absoluto, completo. Não há segredos para o Senhor, e Ele não precisa buscar informações a nosso respeito.

Deus sabe o que pensamos antes de termos pensado. Os namorados gostariam muito de ter essa capacidade, de ler o pensamento um do outro. O que será que a Gabriela está pensando? O que será que o Marcelo está pensando?

Nenhum de nossos caminhos está escondido de Deus. “Senhor, Tu me sondas e me conheces” (Sl 139:1). Ele conhece o meu interior. Sabe quando estou lá em cima e lá embaixo. Sabe quando tudo é sol, céu azul, realização, amor. E sabe, também, quando o céu está escuro, quando estou sozinho e com medo do que possa vir.

Deus está familiarizado com nosso dia a dia. Conhece nosso itinerário. Ele traça nossa viagem e as paradas nos locais de descanso. Sabe nosso passado, presente e futuro.

Conhecendo em detalhe como nos conhece, mesmo assim Ele tem um carinho especial por nós e continua nos amando. Ninguém vai nos conhecer melhor do que Deus, e ninguém vai nos amar e aceitar melhor do que Ele.

O que Davi quis salientar nesse salmo não foi o fato de que Deus conhece todos os segredos e mistérios do Universo. O que Davi salientou foi o fato de que Deus nos conhece perfeitamente.


-> Música: Dilson e Débora, “Cuidei de você”
-> Locução: Amilton Menezes


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Além da reciprocidade

TEMPO DE REFLETIR 1382 – 13 de outubro de 2017

“Mas Deus nos mostrou o quanto nos ama: Cristo morreu por nós quando ainda vivíamos no pecado” (Romanos 5:8).

Se há uma lei espalhada pelo mundo é a lei da reciprocidade – a noção de troca mútua ou de retorno justo. Ela é a base de muitas interações sociais:

– Negócios: quando uma troca justa de bens e serviço é feita entre as partes.
– Política: quando um país ajuda outro a manter relacionamentos, alianças ou outros benefícios.
– Justiça: quando as pessoas recebem o que merecem; punição ou restituição.

A reciprocidade é ensinada na Bíblia (Mt 7:12). A sociedade não poderia funcionar sem isso, no entanto, ela é limitada.

O que acontece quando não há benefício mútuo? Quando um amigo não pode retribuir nosso cuidado, ou um país pobre nada tem a oferecer à superpotência? O que fazemos com aqueles que podem oferecer pouco à sociedade – os pobres, os intelectualmente incapazes, os mentalmente enfermos? Algumas vezes não conseguimos devolver os débitos ou contribuir com nossa justa participação. A Bíblia diz que a reciprocidade deve ser temperada pela misericórdia (Mt 5:7; Tg 2:13).

Porém, a fé cristã vai um passo adiante. Além da reciprocidade ou misericórdia, ela ensina o ágape. Esta é a palavra grega que descreve o amor imerecido, incondicional sacrificial. A natureza de Deus é amor ágape (1Jo 4:8). Ela dá coisas boas aos merecedores e não merecedores (Mt 5:44,45). Devemos doar sem expectativa de retorno (Lc 6:32-26). Jesus descreveu o verdadeiro amor como aquele que dá a vida pelos outros (Jo 15:12,13), e o que ganhamos fazendo isso? Jesus viveu o Seu ensino. Ele sofreu uma morte cruel nas mãos da humanidade, amando até mesmo os Seus perseguidores até o fim (Lc 23:34).

A reciprocidade tem seu lugar, mas preciso de ágape. Com a força de Deus quero expressá-lo também. Além de tratados comerciais e amizade mútua, desejo doar sem exigir nada em troca.


-> Música: Polianna Sampaio, “Só o Amor”
-> Locução: Amilton Menezes


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Filhos do Pai

TEMPO DE REFLETIR 1381 – 12 de outubro de 2017

“Mas recebeste o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Abba, Pai” (Romanos 8:15).

Paulo toma emprestado este nome para Deus do hábito de Jesus. Como filhos adotivos do Pai celestial temos o direito de usar o mesmo termo de carinhosa afeição que Jesus usou para Seu Pai: Abba.

Se você pudesse bisbilhotar uma família judia no tempo de Cristo os ouviria falando aramaico. Um filho chamaria da sala ao seu pai: “Abba, por favor venha e me ajude a acender este fogo”. Uma filha se achegaria ao seu papai e pediria: “Abba, conte-me uma história”.

O significado de Abba aproxima-se de nosso “Papaizinho” ou “Paizinho”. Como um termo de afetuosa estima, descreve o relacionamento entre o filho e o pai, bem como o sentimento de amor e respeito que o filho dirige a ele. Como um termo para o Pai celestial ele apareceu primeiro nos lábios de Jesus. Nenhum outro escritor daquele tempo o usou. Os cristãos o adotaram como sua palavra especial.

Os aldeões usavam “Abba” para a pessoa mais idosa da aldeia, ou para uma pessoa a quem desejavam mostrar respeito ou afeição. Os cristãos se apropriaram deste uso para Deus, a quem amavam, honravam e respeitavam e por quem sentiam santa afeição. Quando envolvemos estas atitudes do “Querido Pai” de nossas orações, seguimos o exemplo e ordem de Jesus.

“Pai” acumula em uma palavra muitas ideias importantes:

1. Deus nos adotou como filhos e filhas através do sacrifício de Seu Filho.
2. Nossa relação Pai-filho se estende de Jesus, o Unigênito do Pai, e nosso Irmão.
3. Deus tem um cuidado especial e individual por todos os Seus filhos humanos.
4. Quando aceitamos o sacrifício de Seu Filho , o Pai pode ativar Seu amor por nós de um modo especial.
5. Deus aceita a Jesus como Filho e em Jesus nos aceita.
6. Nossa condição muda de pecador desobediente para filho redimido.
7. O Pai nos garante um lugar em Sua casa.

Quando Jesus deu aos Seus discípulos a oração-modelo, Ele nos ensinou a iniciar com “Pai nosso”. Iniciando deste modo nossas orações declaramos o que Deus representa para nós. A oração que segue, e a resposta que Deus dá afirmam que Ele é Pai, nosso “Abba”, e cada um de nós, filho.

“Nosso Pai celestial tem mil modos de providenciar em nosso favor modos de que nada sabemos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 313).


-> Música: Prisma Brasil, “Deus nos ajuda sempre”
-> Locução: Amilton Menezes


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