Ouse imaginar

TEMPO DE REFLETIR 1663 – 21 de julho de 2018

“Os outros discípulos lhe disseram: Vimos o Senhor! Mas ele lhes disse: Se eu não vir as marcas dos pregos nas Suas mãos, não colocar o meu dedo onde estavam os pregos e não puser a mão no Seu lado, não crerei” (João 20:25).

A dúvida de Tomé não nasceu da timidez nem da desconfiança, mas da relutância em acreditar no impossível.

A maioria de nós é do mesmo jeito, não é? Desconfiamos de tudo o que é implausível. Caminhamos com cautela e uma pitada de cinismo. Difícil imaginar que Deus possa nos surpreender.

Por isso, cometemos o mesmo erro que Tomé cometeu: esquecemo-nos de que “impossível” é uma das palavras favoritas de Deus.

Quando foi a última vez que você imaginou o inimaginável? Já faz muito tempo desde que se apropriou da promessa divina de fazer “infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos?” (Ef 3:20).

Tomé disse que creria se tivesse apenas uma pequena prova. E Jesus (sempre muito paciente com nossas dúvidas) deu a Tomé exatamente o que ele pediu. Estendeu as mãos uma vez mais. Num misto de surpresa e alegria, Tomé exclamou: “Senhor meu e Deus meu!” (Jo 20:28).

O resultado dessa experiência? A tradição popular diz que ele foi par a Índia, onde tiveram de mata-lo para fazê-lo parar de falar sobre seu lar preparado na eternidade e sobre seu Amigo que havia voltado dos mortos.

Ore comigo, agora: “Senhor Deus, liberta-me do excesso de cautela, do cinismo e do medo de imaginar o inimaginável. Creio que podemos fazer muito mais do que ousaríamos pedir ou até mesmo pensar! Em nome de Jesus, amém!


-> Música: Eclair, “Em Cristo vou confiar”
-> Narração: Amilton Menezes


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Confiança e felicidade

TEMPO DE REFLETIR 1662 – 20 de julho de 2018

“O que atenta para o ensino acha o bem, e o que confia no Senhor, esse é feliz” (Provérbios 16:20).

A vida é uma rosa cheia de espinhos. Há problemas, todos os dias. Diante deles, o ser humano tem apenas duas alternativas: ou confia em Deus e segue as instruções divinas ou confia no próprio entendimento e tenta encontrar a saída para seus problemas nas próprias forças.

Confiar é condição necessária para desenvolver qualquer relacionamento. Não há como viver sem confiar. Tudo que fazemos envolve confiança. Confiamos no padeiro, no motorista de ônibus, no piloto do avião… Muitas vezes, a confiança é traída. Por mais que o ser humano seja bom e tente cumprir suas promessas, está limitado pela sua própria humanidade. Por exemplo: Eu prometo dar uma bicicleta para meu neto no final do ano, e o que acontece se eu morrer dentro de um mês?

Promessas humanas são falíveis, por serem humanas. Intenções humanas, com frequência, são egoístas e mentirosas. Nascem de um coração contaminado pelo vírus do pecado. Projetos humanos são passageiros e limitados, por causa da temporalidade da criatura.

Por isso, o conselho de Salomão é: “O que confia no Senhor, esse é feliz.” É loucura confiar em Deus e, ao mesmo tempo, procurar a solução para os problemas da vida no esforço humano. “Confiar no Senhor” significa entrega, submissão e obediência. Essas atitudes não são próprias da natureza humana, mas são a única garantia de vitória. Por isso, o texto diz: “Atenta para o ensino [e] acha o bem.”

Como todo dia, hoje também é um dia de decisões. Você está vivo. Viver é decidir. Para o bem ou para o mal, para a tristeza ou para a alegria. Dê a Deus a chance de ser o seu guia. Afinal de contas, o Criador conhece o caminho melhor do que a criatura. Ele é Deus. Suas promessas nunca falham.

Antes de sair de casa ou de iniciar suas atividades diárias hoje, coloque sua vida nas mãos de Deus. Peça que Ele o ensine a viver, porque “o que atenta para o ensino acha o bem, e o que confia no Senhor, esse é feliz”.


-> Música: Rafaela Pinho, “Aprender a confiar”
-> Narração: Amilton Menezes


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Não tenha medo. Creia!

TEMPO DE REFLETIR 1661 – 19 de julho de 2018

“Não tenha medo; tão somente creia” (Marcos 5:36).

Há momentos na vida quando tudo o que você tem a oferecer é nada comparado àquilo que você está pedindo para receber. Jairo está nesse ponto. O que um homem poderia oferecer em troca da vida de sua filha? A situação é totalmente simples: Jairo está cego para o futuro e Jesus conhece o futuro. Assim, Jairo pede ajuda a Ele.

Mas antes de Jesus e Jairo chegarem muito longe, são interrompidos por emissários de sua casa: “Sua filha morreu”, disseram eles. “Não precisa mais incomodar o Mestre!” (Mc 5:35).

É aqui que Jesus assume o controle. “Não fazendo caso do que eles disseram” (v. 36).

Gosto dessa frase! Ela descreve o princípio crítico para ver o que não pode ser visto: ignore o que as pessoas dizem. Crie um bloqueio. Desligue-as. Feche os olhos. E, se for preciso, vá embora.

Ignore aqueles que dizem que é tarde demais para recomeçar.

Desconsidere aqueles que dizem que você nunca conseguirá coisa alguma.

A fé às vezes começa ao se colocar algodão nos ouvidos.

Jesus se volta imediatamente para Jairo e implora: “Não tenha medo; tão somente creia”.

Ore comigo: “Senhor Jesus, Tu nos disseste que teremos problemas e atribulações aqui na Terra mesmo sendo Teus filhos. Mas Tu também prometeste nos ajudar a lidar com esses problemas. Tu prometeste Tua graça para superar e Tua força para suportar triunfantemente os momentos difíceis que surgirão em nosso caminho. Em nome de Jesus, amém!


-> Música: Rafaela Pinho, “O Seu amor”
-> Narração: Amilton Menezes


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Um cântico na noite

TEMPO DE REFLETIR 1660 – 18 de julho de 2018

“Mas não há quem pergunte: Onde está Deus, o meu Criador, que de noite faz surgirem cânticos?” (Jó 35:10).

Dentre os amigos de Jó, apenas Eliú teve um vislumbre de sabedoria. Deus repreendeu os outros três homens por suas explicações incorretas a respeito do sofrimento de Jó (Jó 42:7-9). Eliú não estava em completa sintonia com a soberania de Deus, mas compreendeu que alguma coisa boa resultaria do sofrimento de Jó. Ele observou que as pessoas clamam a Deus geralmente por livramento, mas raramente pelo próprio Deus (Jó 34:10).

Davi passou por sofrimentos, e Deus concedeu-lhe um cântico: “Coloquei toda minha esperança no SENHOR; Ele se inclinou para mim e ouviu o meu grito de socorro. Ele me tirou de um poço de destruição, de um atoleiro de lama; pôs os meus pés sobre uma rocha e firmou-me num local seguro. Pôs um novo cântico na minha boca, um hino de louvor ao nosso Deus. Muitos verão isso e temerão, e confiarão no SENHOR” (Sl 40:1-3).

Quando você buscar a Deus em seus momentos difíceis, Ele lhe dará um cântico de adoração e louvor. Seu coração voltará a cantar, não importa quão terrível ou difícil seja a situação. Sempre que louvar a Deus, Ele interferirá na situação para remi-la e transformá-la de alguma forma. Louve a Deus pela maneira como Ele vai trabalhar em meio a sua dor, pelas vidas que Ele tocará mediante seu testemunho. Você talvez nunca venha a conhecer o alcance de seu testemunho, mas esteja certo de que Deus vai usa-lo para glorifica-Lo e atrair outros para mais perto de Jesus.

Ore comigo, agora: “Senhor, quando eu passar por uma noite escura da alma, peço que ilumines minhas trevas com a Tua presença. Diante da situação mais obscura, erguerei cânticos de louvor a Ti, sabendo que habitarás no meio deles. Em nome de Jesus, amém!


-> Música: Montano de Barros, “Preciosa graça”
-> Narração: Amilton Menezes


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Aceite e ofereça graça

TEMPO DE REFLETIR 1659 – 17 de julho de 2018

“Levem saúde para os doentes. Ressuscitem os mortos. Toquem os que são considerados imundos. Expulsem demônios. Vocês são tratados com generosidade, por isso vivam generosamente” (Mateus 10:8, AM).

Existe algo dentro de nós que reage à dádiva gratuita de Deus. Temos a estranha mania de criar leis, sistemas e regras que nos tornarão “dignos” de nosso presente.

Por que fazemos isso? A única razão que me ocorre é o orgulho. Aceitar a graça significa aceitar que precisamos dela, e a maioria das pessoas não gosta de fazer isso. Aceitar a graça também significa perceber nossa situação desesperadora, e a maioria das pessoas também não está muito propensa a admitir isso.

A Bíblia fala de alguém que recebeu um favor inesperado e certamente o aceitou de bom grado: Barrabás (Mt 27:16-26). Estava encalhado, sem esperanças, no corredor da morte. Talvez não tenha entendido o favor e certamente não o merecia, mas não estava disposto a recusá-lo.

É bom perceber que nossa condição não é muito diferente da de Barrabás. Nós também somos prisioneiros sem chance de apelação.

Nada mais apropriado, portanto, que transbordar de gratidão porque Deus age em nosso interior para que possamos receber a salvação, pela graça. E nada mais apropriado, também, que tratar outros com a mesma graça que recebemos.

Ore comigo, agora: “Senhor, obrigado pela graça da salvação. Perdoa-me pelas ocasiões em que meu orgulho me impediu de receber outras manifestações dessa bondade imerecida. Ajuda-me a tratar os outros com a mesma graça. Em nome de Jesus, amém!


-> Música: Montano de Barros, “Preciosa graça”
-> Narração: Amilton Menezes


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Sua verdadeira identidade

TEMPO DE REFLETIR 1658 – 16 de julho de 2018

“Alguns creram nEle e O receberam, e a estes Ele deu o direito de se tornarem filhos de Deus” (João 1:12, NTLH).

Quando alguém pergunta “Quem é você?”, provavelmente sua primeira resposta será “Meu nome é…”. Se você der também o sobrenome, posso chegar mais perto ainda de sua identidade. Se eu for visitar uma universidade e fizer a mesma pergunta, ouvirei muitas respostas: “Sou novato”, “faço Administração”, “toco na banda”, “canto no coral”, etc.

Há outro grupo que encontra sua identidade no trabalho e vai responder: sou médico, advogado, professor, empresário, tenho meu próprio negócio, etc. Outros, ainda, encontram sua identidade se referindo ao lugar de nascimento: sou nordestino, paulista, gaúcho, etc. Para alguns, você nem precisa perguntar “Quem é você?”, porque, quando vêm falar com você, têm um crachá com o nome e a função que exercem. Sua identidade fica resumida à identificação que têm naquele pedaço de plástico.

Depois de tudo isso que você leu, pergunto: O que torna você mais você? Você está contente com a pessoa que é? Que outras características pessoais você quer ter? Há alguma coisa sobre você que o faz diferente de todos os demais e o torna especial? Você está contente com a pessoa em que se tornou?

Hoje o mundo utiliza diferentes padrões para avaliar nossa identidade. Um deles está relacionado com posses. Você se sentiria uma pessoa mais importante se tivesse uma BMW ou um Uno Mille? Se em lugar de um Casio tivesse um Rolex? Depois de se preocupar com o que tem, sua reação pode ser igual à declaração de alguém que disse: “Levo minha vida comprando coisas que eu não preciso, com dinheiro que eu não tenho, para impressionar pessoas de quem eu não gosto.”

Quando nossa identidade está em Cristo, já não vamos nos preocupar pelo fato de sermos medidos de acordo com os padrões do mundo. Quanto mais eu ensaiar quem sou em Cristo, mais perto vou chegar da identidade que Deus deseja que eu tenha.

Quem somos nós? Sal da terra e luz do mundo (Mt 5:13, 14), e amigos de Cristo (Jo 15:15). Fomos redimidos e perdoados de todos os nossos pecados (Cl 1:14). Nada pode nos separar do amor de Deus (Rm 8:39). Podemos todas as coisas em Cristo, que nos fortalece (Fp 4:13).

O melhor que Jesus pode dizer sobre a nova identidade é que somos uma nova criação: “Se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas” (2Co 5:17).


-> Música: Débora Schmitz e Márcio Sampaio, “Quem sou eu?”
-> Narração: Amilton Menezes


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Sedento de Deus

TEMPO DE REFLETIR 1657 – 15 de julho de 2018

“Ó Deus, Tu és o meu Deus, eu Te busco intensamente; a minha alma tem sede de Ti! Todo o meu ser anseia por Ti, numa terra seca, exausta e sem água” (Salmo 63:1).

Se você estivesse perdido no deserto sem comer ou beber, buscaria alimento e água onde pudesse encontra-los, independentemente das condições em que os encontrasse. Não se importaria com as impurezas da água ou com seu gosto desagradável porque desejaria sobreviver. Deus, porém, tem muito mais para você que apenas a sobrevivência.

Do que você tem fome e sede no momento?

Quando ansiou por Deus, o rei Davi disse: “Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por Ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar para apresentar-me a Deus?” (Sl 42:1-2). Ele queria o Senhor mais que tudo. A presença de Deus era alimento e água para ele.

Você já teve essa sede de Deus? Às vezes não a experimentamos até saber o que significa peregrinar no deserto de nossos desejos. Agarramos o que o mundo tem a oferecer apenas para descobrir que isso nos deixa vazios.

Jesus disse certa vez: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba. Quem crer em Mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água vida” (Jo 7:37,38). Jesus citava um convite: ”Venham, todos vocês que estão com sede, venham às águas” (Is 55:1). Quando saciarmos a sede espiritual no Senhor, seu Espírito fluirá através de nós, e rios de água vida correrão de nós.

Beba de tudo o que Deus tem para você em Sua Palavra, em Sua presença e em oração e louvor, e jamais terá sede novamente.

Ore comigo: “Senhor, mais do que qualquer outra coisa, quero a Tua presença. Faz correr Teus rios de água viva em meu coração de modo que possam revigorar minha alma e, então, fluir através de mim para um mundo seco e sedento. Em nome de Jesus, amém!


-> Música: Fernando Iglesias, “Terra seca”
-> Narração: Amilton Menezes


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Força na fraqueza

TEMPO DE REFLETIR 1656 – 14 de julho de 2018

“Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (II Coríntios 12:10).

Dave Dravecky confiava sua vida a Deus a cada manhã. Ele era jogador de beisebol e lançador da uma equipe em São Francisco, Califórnia. Quando um câncer foi descoberto em seu braço, ele simplesmente colocou-se nas mãos de Deus, e um milagre aconteceu. Embora uma cirurgia tivesse removido o músculo utilizado para lançar a bola, contrariando todas as previsões, Dave voltou a jogar. Milhares de torcedores o aplaudiram muito no dia em que ele reapareceu, vencendo uma partida. Porém, uma semana depois, durante um jogo em Montreal, ele quebrou o braço e caiu diante da multidão horrorizada.

Enquanto era retirado de campo, Dave reafirmava sua fé em Deus, e a manteve durante longos meses de incerteza. Dessa vez, os médicos tiveram que amputar seu braço. Mas ele nunca demonstrou o menor sentimento de amargura. Jornalistas de todo o país exaltavam a fé desse bom cristão. Acredito que foi preciso mais fé para Dave aceitar a situação de deficiência, do que para pedir o milagre da cura. Com a aceitação da vontade divina por parte de Dave, Deus exibiu um milagre maior do que a cura física.

Paulo também tinha um mal físico incurável. Por três vezes, pediu que Deus o curasse. A resposta de Deus foi direta: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza.” A resposta de Paulo foi notável: “De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas… Sinto prazer… nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (2Co 12:9 e 10).

Podemos nos tornar mais fortes espiritualmente quando chegamos a nosso ponto mais fraco. É que Deus está perto, e, pela fé, estendemos nossa mão e seguramos Sua mão, certos de que Ele não nos soltará.


-> Música: Jonatas Ribeiro, “Silêncio de Deus”
-> Narração: Amilton Menezes


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Fé em meio a escassez

TEMPO DE REFLETIR 1655 – 13 de julho de 2018

“Depois disso Jesus apareceu novamente aos Seus discípulos, à margem do mar de Tiberíades. Foi assim: Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo; Natanael, de Caná da Galiléia; os filhos de Zebedeu; e dois outros discípulos. ‘Vou pecar’, disse-lhes Simão Pedro. E eles disseram: ‘Nós vamos com você’. Eles foram e entraram no barco, mas naquela noite não pegaram nada. Ao amanhecer, Jesus estava na praia” (João 21:1-4).

Essa não foi a primeira noite que Pedro passou no mar da Galiléia, também conhecido como mar de Tiberíades. Afinal de contas, ele era pescador. Como os outros, ele trabalhava à noite, pois sabia que os peixes vinham se alimentar perto da superfície após o entardecer e voltavam para as profundezas durante o dia.

Não, essa não foi a primeira noite que Pedro passou no mar da Galiléia. Nem foi a primeira noite em que não pescou nada.

Na maioria das manhãs, Pedro e seus parceiros vendiam peixe, consertavam as redes e iam para casa descansar, levando um saco de dinheiro e um sentimento de satisfação. Naquela manhã em participar, não havia dinheiro. Não havia satisfação. Eles trabalharam a noite inteira, mas não tinham nada para mostrar como resultado, exceto costas cansadas e redes gastas. Todas as manhãs, a orla se transformava num mercado onde os moradores do local vinham comprar seu peixe, mas naquele dia não tinham nenhum peixe.

Mas, ao amanhecer, tinham Jesus. E isso fez toda diferença.

Ore comigo: “Pai, muitas vezes a escassez chega, mas sei que, mesmo nessas horas, Jesus está conosco. Nunca permita que eu desanime quando me faltarem dinheiro e bens, mas fortalece minha fé na provisão que vem de Cristo. Em nome de Jesus, amém!


-> Música: Ana Beatriz, “Prá quem nada tem”
-> Narração: Amilton Menezes


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Participação completa

TEMPO DE REFLETIR 1654 – 12 de julho de 2018

“E não precisava de que alguém lhe desse testemunho a respeito do homem, porque ele mesmo sabia o que era a natureza humana” (João 2:25, ARA).

Leia a tradução de J.B. Phillips para Hebreus 4:15: “Pois nosso Sumo Sacerdote não é incapaz de compadecer-se de nossas fraquezas – Ele próprio participou plenamente de toda a nossa experiência de tentação, exceto pelo fato de jamais ter pecado”.

A ênfase é sobre a empatia total de Jesus.

Ele próprio. Não um anjo. O próprio Jesus.

Todas as nossas experiências. Todos os sofrimentos e tensões. Sem exceção.

O empresário põe um capacete e entra na fábrica como se fosse um dos empregados. O assistente social passa uma noite na rua com os sem-teto. O general almoça com os soldados no refeitório.

Os três querem dizer: “Eu me identifico com vocês e os entendo”. Só há um problema. Os empregados da fábrica sabem que o capacete do empresário some depois da visita. Os desamparados sabem que o assistente social estará numa cama aconchegante na noite seguinte. E os soldados têm perfeita consciência de que, para cada refeição que o general faz no refeitório com eles, fará muitíssimas outras no alojamento dos oficiais. Por melhores que sejam suas intenções, a participação deles é parcial.

No caso de Jesus, no entanto, Sua participação foi completa. Para quê? Para que pudesse compreender nossas fraquezas.

Ore comigo: “Muito obrigado Jesus, porque compreendes minhas fraquezas. Quero andar cada vez mais perto de Ti, debaixo de Tua graça e de Tua plena aceitação. Em nome de Jesus, amém!


-> Música: 7Mus, “Quisera eu”
-> Narração: Amilton Menezes


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O nosso dilema

TEMPO DE REFLETIR 1653 – 11 de julho de 2018

“Que farei então com Jesus, chamado Cristo?” (Mateus 27:22).

Ele foi acordado por seus oficiais de manhã bem cedo. Levantou-se impaciente, irritado, com a intenção de resolver logo o problema. Era um homem que desejava manter a posição, o prestígio e a popularidade. Ao olhar para Jesus, uma batalha começou a tomar lugar em sua mente. O bom homem que estava adormecido dentro de si despertou. O coração de Pilatos dizia: “Deixe Jesus viver.”

Ele tentou arrazoar com a multidão. Estava tão confuso que a narrativa de Lucas diz que ele fez a mesma afirmativa em três momentos diferentes, dizendo: “Não achei nEle crime algum.” Cinco vezes postergou a decisão, esperando que a multidão mudasse de ideia. Três vezes esteve frente a frente com Jesus, olhando nos olhos dEle. A consciência lhe dizia: “Não há nada de errado com esse homem. Talvez um pouco de mistério, sim. Mas não há nenhuma razão para prendê-Lo.” E depois de interrogar Jesus, Pilatos ficou convencido de que Ele não fizera nada digno de morte.

Além disso, Pilatos tinha recebido um bilhete da esposa. Não era apenas uma questão de intuição feminina. Ela havia tido um sonho no qual viu Jesus sendo crucificado, ressuscitado e voltando em glória. O bilhete era curto: “Não se envolva com este Inocente […]” (Mt 27:19).

“Que mal fez? Vou castigá-Lo e soltá-Lo”, disse ele. Mas as vozes da multidão prevaleceram. Prevaleceram o medo e a fome de poder de Pilatos. Ele sabia o que devia fazer e não fez. Sabia o que devia dizer, mas não disse, por causa da “pressão do grupo”.

Para amainar a ira do povo, mandou açoitar Jesus. Depois de tentar soltar Jesus, sem resultado, ele perguntou: “Que farei então com Jesus, chamado Cristo?” Essa pergunta é definida por alguns pregadores como a mais importante que qualquer ser humano possa fazer. Pilatos fez essa pergunta há muito tempo, mas cada um de nós, em algum momento da vida, deve responder à mesma pergunta.

Como governador romano, ele tinha a última palavra, mas deteve a voz da consciência e tomou a decisão final de crucificar Jesus.

Como vamos responder à pergunta: “Que farei então com Jesus, chamado Cristo?” Vamos aceitá-Lo como alguém inocente? Não deixe que os outros, a multidão, as circunstâncias o levem a tomar uma decisão diferente daquela que você tem convicção de ser a melhor.

Quero convidá-lo para que responda pessoalmente: “O que eu, _______ (coloque seu nome), farei de Jesus, chamado Cristo?”


-> Música: Arautos, “Que farei eu de Cristo?”
-> Narração: Amilton Menezes


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Não tenha medo!

TEMPO DE REFLETIR 1652 – 10 de julho de 2018

“Tu, Senhor, guardarás em perfeita paz aquele cujo propósito está firme, porque em Ti confia” (Isaías 26:3).

Jesus nunca desamparou os seus. Ele sempre fez questão de mostrar a luz no fim do túnel, de apontar caminhos e conceder esperança. Por isso, muitas vezes Ele falou com o propósito de dar segurança aos Seus discípulos – os de então, às vésperas de enfrentar muita perseguição em seus dias, e os que os sucederiam, eu e você. Um exemplo são as palavras de Cristo em João 16:33: “Eu lhes disse essas coisas para que em Mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.

Paz. Esperança. Promessa. Bonança após a tempestade.

E isso não ocorreu uma única vez, A segurança que vem de Cristo é constante. Ao conversar com Seus amigos mais próximos, Ele disse: “Tudo isso lhes tenho dito enquanto ainda estou com vocês. Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em Meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que Eu lhes disse. Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo” (Jo 14:27).

Jesus nos deixou a paz. Ele nos deu Sua paz.

Não se turbe o seu coração.

Não tenha medo.

Ore comigo: “Pai, obrigado pela segurança que temos em Jesus. Uma paz que excede todo o entendimento e que nos protege de todo o medo. Que nas horas de angústia sempre nos lembremos disso. Em nome de Jesus, amém”.


-> Música: Sérgio Lopes, “Paz”
-> Narração: Amilton Menezes


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Uma questão do coração

TEMPO DE REFLETIR 1651 – 9 de julho de 2018

“Guardei no coração a Tua palavra para não pecar contra Ti” (Salmo 119:11).

O Salmo 119 é um poema com 22 estrofes, e cada uma dessas estrofes leva como título uma das 28 letras do alfabeto hebraico. O título da primeira estrofe é Aleph, a primeira letra do alfabeto, e assim todas as estrofes são nomeadas com o restante das letras.

No maior livro da Bíblia, o maior capítulo exalta e celebra a lei, a Palavra de Deus. A Bíblia é chamada pelo salmista como “Tua Palavra”. A Bíblia pode ser, na estante, o livro mais importante ou pode ser como qualquer outro livro. A diferença está na quantidade de tempo que lhe dedicamos e para que a usamos.

Uma das coisas fascinantes na Bíblia é que ela é um livro para gente jovem. Verso 9 – Como pode o jovem manter pura a sua conduta? Nesse verso está a pergunta mais difícil a ser respondida por um jovem: Como pode se manter puro diante de tanta imoralidade aberta e disponível a qualquer hora? Já que tem tanta energia e hormônios à flor da pele, como o jovem pode ser e se manter puro?

Como podemos salvar o coração, a mente e o corpo do jovem? Seria bom que essa pergunta fizesse parte de sua oração: “Como posso manter puro meu coração?” A resposta é clara. A Bíblia deve ser nosso guia e devemos cuidar para exercitar vigilância, para que nossa vida esteja de acordo com o que Deus pede.

Verso 11 – Guardei no coração a Tua palavra. Que lugar melhor existiria ou que solo seria mais fértil para a Bíblia do que um novo coração?

Vamos esconder, entesourar, guardar dentro do coração renovado a Palavra de Deus!

Um famoso pregador resumia o verso 11 da seguinte maneira: “A melhor coisa, no melhor lugar, para o melhor propósito.” Ou seja, a melhor coisa – a Palavra de Deus; no melhor lugar – o coração; para o melhor propósito – guardar-nos de pecar.

“A Tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho” (Sl 119:105). A lei, ou a Palavra de Deus, não se apresenta como espelho, mas como lâmpada para nossos pés. E já que é uma lâmpada para os pés, somos capazes de andar confiantes onde antes tropeçávamos. “Uma luz, nova e preciosa, irradia de cada página. A verdade é revelada, palavras e frases se tornam claras e apropriadas para a ocasião” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 132).

A Bíblia é mesmo a Palavra de Deus!


-> Música: Ministério Jovem, “Tua Palavra”
-> Narração: Amilton Menezes


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Fiel sempre

TEMPO DE REFLETIR 1650 – 8 de julho de 2018

“Deus não é injusto; Ele não se esquecerá do trabalho de vocês e do amor que demonstraram por Ele… Queremos que cada um de vocês mostre essa mesma prontidão até o fim, para que tenham a plena certeza da esperança” (Hebreus 6:10,11).

Servos confiáveis. Eles são a amarração da Bíblia. Seus atos raramente são relatados e seus nomes quase nunca mencionados. Contudo, não fosse por sua leal devoção a Deus, muitos eventos grandiosos nunca teriam ocorrido. Veja alguns exemplos:

Considerando que era um dos apóstolos, André é mencionado, para nossa surpresa, apenas algumas vezes. Contudo, toda vez que é mencionado, ele está fazendo a mesma coisa: apresentando alguém a Jesus. Sem holofotes, sem palco, sem comentários – nada mal para um epitáfio.

Epafrodito faria parte dessa lista. O refinado elogio de Paulo a Epafrodito foi expresso por meio destas palavras: “Ele quase morreu por amor à causa de Cristo”. Você pode apostar que Paulo, que sabia o que significava morrer pela causa, levava esse sacrifício muito a sério.

Seus cabelos estão grisalhos. Sua pele está enrugada. Talvez suas mãos tremam ao tocar a face da criança. Mas não há nada de senil nas palavras dela. “É Ele. É o Messias”. Ana sabia. Ela orava e jejuava por aquele dia havia oito décadas. Servos fiéis têm um jeito de saber o que é uma resposta de oração quando a veem, e um modo de não desistir enquanto não a enxergam.

Ore comigo: “Senhor Jesus, que eu possa ser fiel a ponto de te servir de modo confiável. Quando sentir vontade de desistir, dá-me esperança. Quando me sentir desanimado, lembra-me de que Tu caminhaste pela Via Dolorosa, seguindo até à morte. Que minha vida seja vivida de maneira firme e fiel a Ti. Em nome de Jesus, amém!


-> Música: Thalita, “Meu servo”
-> Narração: Amilton Menezes


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Coração quebrantado

TEMPO DE REFLETIR 1649 – 7 de julho de 2018

“O centurião e os que com ele guardavam a Jesus… ficaram possuídos de grande temor e disseram: Verdadeiramente este era Filho de Deus” (Mateus 27:54).

Era uma época violenta, uma terra violenta, uma gente violenta – e ele era um homem violento. O centurião romano era um guerreiro de coração empedernido, calejado e rude, um soldado de sorte, sempre em guarda contra armadilhas inesperadas. Ele era verdadeiramente um candidato improvável para o reino de Deus. Sendo o superintendente de execuções, seu coração encontrava-se endurecido.

Na manhã de sexta-feira, ele recebeu ordens de conduzir a execução. Seu único pensamento era: Vamos fazer o que temos que fazer, e logo! As Escrituras chamam-no de centurião, um comandante de 100 soldados. Ele ficou admirado por Jesus não oferecer resistência.

O centurião era um militar endurecido. Ele fora treinado para vencer. Existe um pouco do centurião em todos nós. Por vezes, lutamos defensivamente para proteger nossos pequenos reinados. Opiniões conflitantes tornam-se campos de batalha entre indivíduos. Mas existia algo diferente acerca de Jesus, que atraía sua atenção. O olhar de dor de Jesus trouxe-lhe serena confiança. Diante de todo aquele sofrimento, nenhuma palavra dura saiu de Seus lábios.

O centurião ouviu o Salvador orar: “Pai, perdoa-lhes” (Lc 23:34). Ao contemplar o drama que se desenrolava diante dele, algo o deixava como que fora de si. Ele estava sendo atraído para aquele Homem.

O centurião pode ter lembrado do julgamento feito por Pilatos. Jesus era poderoso na fraqueza. Sua cruz era o Seu trono. Sua coroa de espinhos, Seu diadema de glória. Ali na cruz, o centurião exclamou: “Verdadeiramente este era Filho de Deus.”

Até mesmo o centurião foi transformado pelo poder de Deus. Jesus tomou aquele oficial romano sem sentimento, cruel e empedernido, e transformou-o em outro homem.

Jesus ainda Se dedica a transformar corações calejados. Seu amor ainda vence nosso orgulho. Por que não permitir que Ele faça isto por você, hoje?


-> Música: Nilson Lins, “Corpo, alma e coração”
-> Narração: Amilton Menezes


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