Jesus tinha de ser crucificado?


TEMPO DE REFLETIR 2086 – 17 de setembro de 2019

Mateus 16:21: “Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a Seus discípulos que Lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia”.

Martin Luther King, na noite que antecedeu seu assassinato em Mênfis, EUA, disse o seguinte: “Não sei o que vai acontecer agora. Teremos dias difíceis pela frente. Mas isso não me importa, pois já estive no topo do monte. Como qualquer pessoa, gostaria de ter vida longa. A longevidade tem o seu lugar. Mas não estou preocupado com isso agora. Quero apenas fazer a vontade de Deus. E Ele me permitiu subir ao monte. E de lá eu olhei, e vi a Terra Prometida. Pode ser que eu não chegue lá junto com vocês. Mas quero que saibam, nesta noite, que, como povo, estaremos na Terra Prometida. E hoje de noite estou feliz. Nada me preocupa. Não tenho medo do que me possa fazer o homem. Meus olhos viram a glória da vinda do Senhor.”

Algumas pessoas estão convencidas de que Martin Luther sabia que ia ser morto. Em virtude da agitação que ele criara e a revolta geral que estava ocorrendo, não seria preciso muita imaginação para prever que ele seria baleado.

A mesma questão tem sido debatida com respeito à morte de Cristo. Alguns pensam que Ele morreu como vítima dos eventos e pressões que se avolumaram contra Ele. Ou seja: vítima das circunstâncias. Mas quando João Batista disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29), ficou claro que Sua morte era certa desde o início. Numa cultura que sacrificava cordeiros duas vezes ao dia no Templo, essas palavras eram indicativas de morte. Em outras palavras, João Batista estava dizendo: “Ei, olhem para este Homem. Ele vai ser sacrificado!”

Jesus é o Cordeiro morto desde a fundação do mundo. E Sua morte deveria ser sangrenta, pois “sem derramamento de sangue, não há remissão” (Hb 9:22). Mas seria necessária uma morte cruel como a crucifixão? Um acidente sangrento não teria sido suficiente para operar nossa salvação?

“Um acidente sangrento, como o ter sido atropelado por uma carruagem romana, não teria executado o plano. Ele deveria morrer inocentemente nas mãos dos homens. E não simplesmente por uma pessoa, por um líder fanático. Deveria ser morto por um grupo de pessoas representando os vários níveis da sociedade, que juntos decidiram ver-se livres de Deus” (Prof. Raoul Dederen).

Amigo ouvinte, Jesus veio ao mundo para morrer – por mim e por você.

Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora:

Obrigado, Pai, porque deste o melhor do Céu. Bem antes da fundação de nosso Planeta. Para que nós, pela Tua graça, pelo Teu amor, tivéssemos a oportunidade da vida eterna. Obrigado por esse amor tão grande. Nós aceitamos Jesus como o nosso Salvador pessoal. E em nome dEle que o fazemos, amém!


-> Narração: Amilton Menezes


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