A lei da trave


TEMPO DE REFLETIR 1995 – 18 de junho de 2019

João 8:7: “Jesus Se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra”.

Eis uma história bíblica bem conhecida. Os escribas e fariseus arrastam uma mulher apanhada em “flagrante” adultério até Jesus para saber se Ele está em harmonia com a ordem de Moisés de apedrejar os adúlteros até a morte.

Se Jesus dissesse não, eles poderiam acusá-Lo perante o povo de ser infiel a Moisés. Por outro lado, se concordasse em apedrejá-la, poderia ser denunciado às autoridades romanas, visto que os judeus não tinham o direito de aplicar penas capitais. Os escribas e fariseus tinham Jesus onde O queriam. Qualquer resposta destruiria a Sua influência. Era um dia glorioso para esses defensores da “justiça”.

Contudo, está faltando algo! Onde está o homem? Eles não afirmam que ela foi apanhada em flagrante? É fato bem conhecido que são necessárias pelo menos duas pessoas para se configurar um adultério. Isto é uma cilada, e Jesus o percebe.

O Mestre não responde diretamente. Apenas dobra os joelhos e começa a escrever na areia. Um por um, os judeus compreendem que foram desmascarados. Estão tramando a morte de Jesus e usando essa mulher para cumprir seu objetivo. São transgressores contumazes da lei de Deus em diversos aspectos, e Jesus bem o sabe. Então Ele diz que aquele que não tiver pecado lance a primeira pedra. Depois continua a escrever, enquanto os judeus escapolem um por um, acusados pela própria consciência.

Que história! Que ilustração da lei da trave (tentar remover um argueiro do olho do outro quando temos uma trave em nosso próprio)! Por que somos tão exigentes com os defeitos alheios e tão esquecidos dos nossos próprios? Como podemos ser tão duros com os outros e tão flexíveis conosco mesmos?

Não se desvie dessas perguntas. Jesus está falando com você. Ele está falando comigo. Não pare de ouvir esta mensagem agora para se esconder detrás de alguma oração piedosa. Não! Não faça isso! Jesus está nos chamando a prestar contas exatamente agora. Deixe-O falar com você. Você e eu precisamos disso.

Vamos orar?

Por favor, Pai: arranca de nós esse desejado errado de julgar e condenar os outros. Não é nossa função. É Tua função. Nos ajude, por favor, Pai, a reconhecer os nossos erros. Em nome de Jesus, amém!


-> Narração: Amilton Menezes


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