Palavras de ódio e atos de salvação


TEMPO DE REFLETIR 1756 – 22 de outubro de 2018

“Os que passavam lançavam-lhe insultos” (Mateus 27:39).

As palavras na manhã da crucifixão foram amargas.

Dos observadoresouviu-se: “Desça da cruz se é o Filho de Deus”.

Dos líderes religiosos: “Salvou os outros, mas não consegue salvar a si mesmo”.

Dos soldados: “Se é o rei dos judeus, salve a si mesmo”.

Palavras cheias de sarcasmo e ódio. Desrespeitosas.

Não bastava estar sendo crucificado? Não era suficiente a vergonha de ser equiparado a um criminoso? Os cravos eram curtos demais? Os açoites foram poucos?

Para alguns, era o que parecia.

“Lançavam insultos”. Pedradas verbais com a intenção de machucar. “Quebramos o corpo; agora vamos quebrar o espírito!” Pode estar certo de que Satanás e seus demônios eram a causa de tamanha sordidez.

Até o criminoso na cruz ao lado lança seu golpe. “Você não é o Cristo? Salve-se a si mesmo e a nós!”.

Cristo não salvou a si mesmo, pois estava lá para nos salvar.

Não podemos, contudo, nos ater a Sua morte vergonhosa. O capítulo seguinte é de ressurreição triunfal! Morte e ressurreição, angústia e glorificação, dor e alegria são todas lembranças vividas de uma realidade magnífica: para os salvos, não há sofrimento sem glória.

Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: “Senhor Jesus, suportaste insultos amargos e venceste a morte para que, um dia, possamos viver para sempre em Tua alegre companhia. Quando vierem as provações e quando as aflições parecerem insuportáveis, fortalece-nos com a lembrança da glória que nos aguarda ao Teu lado no céu. Em Teu nome, amém!


-> Narração: Amilton Menezes


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