Alegria que ninguém pode roubar


TEMPO DE REFLETIR 1348 – 9 de setembro de 2017

“Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27).

Como diferem os dons de Deus e os dons deste mundo? Jesus afirma que Ele dá a paz, mas que o dom tem uma quantidade diferente das coisas que o mundo dá.

Jesus ensinava continuamente os valores eternos. O mundo representa transição e mudança. Seus dons duram pela eternidade. Aqueles que aceitam as Suas dádivas não permitirão que o mundo os desvie ou desanime.

Como muitos outros, ele apareceu na extremidade da multidão que rodeava Jesus. Ele ouviu. O ensino de Jesus o inquietou. Sentiu em Jesus algo que o mudaria por todo o tempo.

Finalmente deparou-se-lhe o momento de fazer a pergunta: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” Queria uma garantia de que herdaria as promessas feitas a Israel.

Jesus apresentou-lhe as respostas costumeiras da época. Pela obediência o israelita fiel encontraria vida. Mas o príncipe não ficou satisfeito. Deveria haver mais do que isto. Não haveria alguma ação adicional que penderia a balança em seu favor?

O príncipe permitiu que o mundo roubasse suas perspectivas de alegria. O Espírito o havia inquietado, levando-o a conhecer sua necessidade. Que momento de decidir-se! Ele perturbou-se, o mundo o perturbou, mas ele recusou a paz do concerto eterno.

Dez anos a partir daquele dia, será que ele lembraria do seu momento de oportunidade? Ainda o mundo o perturbava? Ainda sentia ele aquela carência? Talvez ele não tenha feito mais qualquer pergunta. Tinha herdado a riqueza, devia lutar também pela vida eterna? Sim, os dons deste mundo podem insensibilizar os aguilhões do Espírito. Uma consciência calma não é necessariamente uma boa consciência. Os dons de Jesus não têm permanência. nEle o perturbado torna-se jubiloso.

O jovem rico retirou-se com tristeza no coração. Mediu o preço da alegria e a rejeitou. Para ele, triste história, nunca haveria alegria após tristeza, mas haveria para sempre tristeza após tristeza.


-> Música: Duetos NT, “Paz”
-> Locução: Amilton Menezes

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