Você escolhe direitinho?


26-escolha-bTEMPO DE REFLETIR 207 – 26 de julho de 2014

E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda percepção, para aprovardes as coisas excelentes… Filipenses 1:9 e 10.

Avaliadores desempenham um papel importante na vida moderna. Uma pessoa avisada não comprará um prédio sem primeiro obter a opinião de um avaliador. A prefeitura não desapropria um edifício sem primeiro consultar um avaliador abalizado. Quanto mais alto o valor da propriedade, tanto mais relevante é ouvir a opinião autorizada de um avaliador de experiência.

Mas, num sentido ainda mais importante, todos nós somos avaliadores. Paulo, ora para que os membros da igreja de Filipos cresçam não só em amor, mas também em conhecimento e discriminação para aprovar, ou avaliar “as coisas excelentes”. Que tal nossa capacidade de discriminar entre coisas banais e coisas excelentes?

“O homem espiritual julga todas as coisas”, escreve o apóstolo Paulo. I Cor. 2:15. De acordo com o grego, seria melhor traduzir por “discernir” do que “julgar”. O homem espiritual discerne o valor das coisas, discerne entre o postiço e o genuíno, entre o que é imitação e o autêntico. Godspeed traduz I Cor. 2:15 do seguinte modo: “O homem espiritual é consciente de todos os verdadeiros valores.”

No bazar estonteante deste mundo, precisamos ser bons avaliadores, não confundir ouropel com ouro, e miçangas com joias. Em Suas parábolas, Jesus descreveu a perícia de dois avaliadores: “O reino dos Céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem, e compra o campo”.

“O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas; e tendo achado uma pérola de grande valor, vendeu tudo o que possuía, e a comprou”. S. Mat. 13:44-46. Saberíamos apreciar o valor desta pérola, que é o evangelho de Jesus Cristo?

No deserto da tentação, o diabo ofereceu a Jesus os reinos deste mundo. A mercadoria era valiosa, mas o preço? O preço era absurdo: prostrar-se e adorar o príncipe deste mundo. Sem hesitar, Jesus despachou o tentador, pois, para Cristo, nada valia mais do que fazer a vontade de Deus e completar Sua obra.

Sabemos aprovar as coisas excelentes? Sabemos dar o verdadeiro valor àquilo que é eterno e imperecível, ou nos deixamos engodar pelas glórias e prazeres efêmeros deste mundo?

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-> Autor: Siegrifried J. Schwantes
-> Música: Jeferson Tavares, “Maior que as provas”
-> Narração: Amilton Menezes


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