Silenciou, momentaneamente, na noite dessa terça-feira, dia 17, a voz de um dos tenores mais apreciados do quarteto Arautos do Rei, Eclair Cruz. Há tempos lutava …
Cerca de 1.500 ouvintes enfrentaram a noite gelada do domingo, 15 de agosto, e lotaram a Igreja Adventista do Sétimo Dia, central de Curitiba, no Paraná. O objetivo foi agradecer a Deus em um culto de ação de graças pelos 14 anos da 106,5 FM.
Participaram do louvor o Coral Jovem da Central de Curitiba, Quarteto Voss e Jônatas Ferreira. Em pouco mais de duas horas os ouvintes puderam acompanhar e participar a programação que foi transmitida ao vivo, em video, pela internet.
A mudança na vida do jovem Diego da Silva Ribeiro, 24 anos, um ex-compositor de música rock, foi um dos pontos altos da programação. No video ele contou o encontro que teve a mensagem de Jesus e a importância da rádio Novo Tempo nesse processo. Em seguida tive a alegria de chamá-lo à frente e, apresentar na sequência a mensagem da Bíblia para o momento.
Parabéns aos administradores, locutores, funcionários, anunciantes e ouvintes da 106,5 FM. Continuemos na missão de transformar vidas! Perseverando sempre!
Clique no Flickr e veja algumas fotos da programação.
Hoje é sexta-feira. 13. E, ainda, do mês de agosto! A lembrança disso perturba e preocupa muita gente desinformada por aí.
Além de gravar o Tempo de Refletir de hoje falando sobre esse assunto, resolvi pesquisar um pouquinho mais sobre a origem dessa superstição. Descobri que existem pelo menos três explicações mais aceitas.
A mais “contundente” delas tem origem em uma antiga crença católica. Argumentam que o dia é de azar porque Jesus foi crucificado numa sexta-feira e também porque na última ceia que participou, estiveram 13 pessoas à mesa: Ele e os 12 discípulos. Imagine só! O dia da redenção, o dia em que o Salvador ofereceu a vida para salvar a humanidade é considerado “azarado”… Quando foi, justamente, o contrário.
As outras duas “explicações” para a sexta-feira 13 vem de lendas. Uma, nórdica, onde num banquete 12 deuses foram convidados. Apareceu lá, sem ser convidado, um espírito do mal, chamado Loki. Criou-se uma confusão onde morreu um tal de Balder. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era uma desgraça na certa. A segunda, tão absurda quanto a primeira, tem uma deusa do amor e da beleza, chamada Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a Friga se transformou em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.
Não sei se as razões para a existência da “assustadora” sexta-feira 13 são para rir ou chorar. O estudante da Palavra de Deus não pode ser levado a temer ou tremer diante de tamanhos absurdos da fértil imaginação humana.
Aproveite bem esta sexta-feira 13 de agosto. Aliás, a Bíblia chama a sexta-feira de “dia da preparação” para o sábado, aniversário da criação do planeta Terra (Marcos 15:42 e Lucas 23:54). Então, toque a vida na certeza de quando passares pelas eventuais turbulências do dia, Deus estará com você (Isaías 43:1-3). Você nunca está só.
E a menina (ou seria menino?) cresceu. Passou por todas as fases. Desde a incipiente infância, o período complicado da adolescência, a busca por uma identidade, os acertos e erros da juventude até hoje, 12 de agosto. 21 anos.
Graças ao empenho e coragem de visionários, a primeira emissora alcançou o interior do Espírito Santo, em Afonso Cláudio. Tinha nome e sobrenome. Novo Tempo. Jamais imaginaram esses pioneiros que, 21 anos depois, teríamos uma rede com 106 rádios (no Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru e Equador). E que o nome e sobrenome estariam em uma rede cada vez maior de televisão, internet, gravadora e outras iniciativas de sucesso.
Nestes meus últimos 17 anos de vida tenho acompanhado de perto essa história. Como locutor, diretor de rádio e, há oito anos, aqui na cabeça de rede. Quantas histórias, quantas lutas, quantos momentos difíceis e, quantas vitórias!
Louvado seja o Senhor Deus pelas milhares de horas transmitindo esperança através da palavra e da música. Pelos milhares de ouvintes que tiveram e tem a oportunidade de conhecer as boas novas de salvação. Pelos profissionais e líderes comprometidos com o “ide” do Mestre. Pelos anunciantes e colaboradores, fundamentais nesse processo de sustentação.
Hoje praticamente 50 milhões de brasileiros podem ouvir, no dial do carro ou em casa, uma de nossas 17 emissoras. Mas é preciso crescer. Parafraseando o Dono supremo disso tudo, “a seara é grande, as rádios ainda são poucas”. É preciso crescer! Crescer com inteligência e responsabilidade. Amadurecidos e focados na urgência de alcançar aqueles que ainda vivem sem esperança.
Estou triste. Faleceu hoje uma pessoa muito querida. Um incentivador e colaborador do trabalho que faço, desde que comecei no rádio. Felício Gomes de Oliveira, um pequeno agricultor, no interior de Miraguaí, RS. Segundo a garantia da Bíblia, Felício agora dorme o sono tranqüilo da morte.
Propaga-se por aí que se tem jeito para tudo, menos para a morte. Não concordo. A morte, uma inimiga que ainda não nos acostumamos com ela, é uma intrusa em nosso planeta. E tem jeito para ela, sim. Aliás, um único jeito: a ressurreição. Muito diferente do que propagam os livros, as novelas, os filmes e muitos cristãos (!) desinformados.
Jesus desvendou esplendidamente o segredo da morte. “É um sono”, afirmou com simplicidade no capítulo 11 de João. Nada mais do que isso. Os mortos dormem nos túmulos. Maus e bons. Justos e injustos. Um sono do qual acordarão todos, um dia. Uns antes, outros depois. Primeiro os justos, os salvos, os que aceitaram o plano de resgate oferecido por Cristo. Mil anos depois, a vez dos que rejeitaram, ignoraram e desfrutaram irresponsavelmente da vida e da liberdade que receberam do Criador (veja João 5:28 e 29 e Apocalipse 20:5 e 6).
Sim, Deus proveu solução para tudo. Inclusive para a morte. Jesus Cristo, a “ressurreição e a vida” também venceu a morte! A vitória dEle é nossa, agora. Leia com atenção o capítulo 15 da primeira carta de Paulo aos Coríntios. São 58 versos analisando e detalhando a ressurreição. Os últimos versículos enchem de esperança os cristãos de todos os tempos. A morte, o último inimigo do ser humano, será vencida. Definitivamente vencida. Prá sempre, mesmo!
A tristeza de hoje se tornará em alegria. Nunca mais as lágrimas! Elas serão enxugadas pelo próprio Senhor Jesus “e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21:4). Eu creio nisso. Do fundo do meu coração. E você?
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Desejando saber mais sobre esse assunto, ouça e/ou baixe gratuitamente este áudio que gravei.
Alfredo A. Arruda. É médico. Neurocirurgião. E cantor. Canta desde pequeno. Nos anos 60 participou de um conjunto de rock e ganhou um concurso estadual. Foi condecorado como o “rei do iê, iê, iê”. A influência da música vem do pai, que tocava vários instrumentos, sem nunca ter recebido uma aula de música.
Com 16 anos freqüentava a Igreja, mas não pensava em ser batizado. Mesmo assim foi convidado a fazer parte de um quarteto, uma iniciativa de Wesley Blevins (que depois substituiu Henry Feyerabend nos Arautos do Rei). Durante três meses ensaiavam as músicas durante o dia para cantar à noite em uma série de palestras, em Cuiabá, onde nasceu. A música o levou a decisão mais importante da vida: servir a Deus.
Em 1973, Alfredo Arruda gravou o primeiro LP, “Jesus é Melhor”. No ano seguinte veio “Alguém Maior que você e eu” e, em 1976, “Alfredo Arruda tenor”. Só em 1992 ele voltou a gravar, acompanhado das filhas. O último trabalho aconteceu em 1998, numa produção de Lineu Soares, e recebeu o título de “Amigo”.
As gravações estão todas esgotadas. Arruda espera gravar, num futuro próximo, um novo CD e até já tem o título: “Jesus ainda é o melhor”. Sempre que a agenda permite, ele canta. “Eu amo a música. O Dr. Blevins, com 75 anos de idade, pastor aposentado, médico e professor na Universidade de Tampa, nos Estados Unidos, também canta e costuma dizer: ‘não pare de cantar. Música é vida!’”.
Rodei inúmeras vezes a música “Jesus é melhor”, quando comecei no rádio, em 1981, com o programa “A Voz da Mocidade”. O Dr. Alfredo Arruda, que reside e trabalha em Cuiabá, MT, está enviando essas raridades que farão parte de uma novidade que deverá estrear em breve na programação da Novo Tempo.
Jamais imaginei que usar óculos fosse tão difícil… O braço ficou “curto” e não tem como escapar da recomendação médica. “Óculos SÓ para ler, trabalhar em frente ao computador…” Ou seja, para quase tudo. E o dia inteiro. Nesses três primeiros dias doem as orelhas, o nariz e ainda dizem que vai doer a cabeça. Para quem, vez por outra, é afligido por enxaquecas, vai ser uma “festa”…
A impressão é que estou usando capacete. Já derrubei copo de água no corredor da Novo Tempo, o monitor fica “oscilando” enquanto digito, caminho com uma certa insegurança mas, como não tem outro jeito, vou ter que acostumar. “Depois você não vai conseguir mais viver sem ele”, dizem os amigos. Então tá.
Esse post não é nenhum desabafo ou clamor de piedade por minha pessoa… longe disso. Minha secretária usa óculos desde os três anos de idade. Tenho amigos e familiares que enfrentam problemas complicadíssimos relativos a visão. E nem por isso estão por aí desabafando em blogs.
“Depois dos 40 é assim mesmo”, argumentou o médico ao receitar a minha nova e inseparável companhia. Porém, o que me leva a refletir diante dessa inesperada contingência não são apenas os “transtornos naturais” da idade. São as situações e condições da vida cotidiana sob as quais não temos nenhum poder e que nos obrigam a uma submissão forçada, ditatorial até. Aí, capitulamos. Não tem jeito.
Mas vai ter fim. Ah, se vai! E não vai demorar. Adeus óculos, adeus enxaquecas, adeus cabelos brancos, adeus cirurgias e enxertos dentários, adeus exercícios complexos de fono para voltar a pronunciar os “esses” e respirar corretamente, adeus frio, adeus calor insuportável, adeus saudade, adeus poluição da VCP… Esse seria só o primeiro parágrafo de minha, quase interminável lista particular de “adeus”. (Se quiser, escreva aí embaixo, a sua lista de “adeus” também).
O novo tempo, prometido por Deus, vem aí. A casa dEle está pronta. Os quartos estão arrumados. A despensa está cheia. Já dá para imaginar até o cheirinho gostoso da comida. Em breve iremos para a casa do Pai. Férias, prá começar, só de mil anos. Finalmente livres e motivados para “curtir” cada instante da eternidade. Amém?
Enquanto isso, deixa eu tirar os óculos e revisar o texto. Mas não esqueça: Jesus já volta, viu? Tudo preparado para o maior encontro de sua vida?